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Relatório Cinesiologia Cinesioterapia (Universidade Paulista) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Relatório Cinesiologia Cinesioterapia (Universidade Paulista) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/cinesioterapia/relatorio-cinesiologia/96546500?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/cinesioterapia/6559744?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/cinesioterapia/relatorio-cinesiologia/96546500?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/cinesioterapia/6559744?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: Fisioterapia DISCIPLINA: Cinesiologia NOME DO ALUNO: Stephanie Rosemberg Ribeiro R.A: 2312396 POLO: VILA MARIA - SP DATA: 09/03/2024 Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia TÍTULO DO ROTEIRO: Cinesiologia INTRODUÇÃO: Este relatório tem por objetivo destacar os temas abordados nas aulas práticas da disciplina Cinesiologia, realizadas nos dias 24/02, 09/03, 13/04, 11/05 e 01/06 do corrente ano. As aulas foram realizadas em laboratório, mediadas pela Professora Débora Pedrolo Parisi, cujo os temas abordados foram Membro Superior, Complexo Articular do Ombro, Complexo Articular do Cotovelo e do Antebraço, Complexo Articular do Punho e da Mão, Complexo Articular do Quadril, Complexo Articular do Joelho, Complexo Articular do Tornozelo e do Pé, Coluna Vertebral e Análise Cinesiológica de Exercícios. As aulas práticas tiveram como o objetivo de apresentar a importância dos movimentos, através da cinesiologia, que é a ciência que estuda o movimento humano, posso garantir que através do conhecimento, podemos torná-la a vida mais “leve”, no qual sentido? Falarei um pouco mais a respeito de tudo que foi ensinado e mais os meus conhecimentos buscados através da informação. Aula 01 - Complexo Articular do Ombro Fonte: complexo-articular-do-ombro-8-638.jpg (638×479) (slidesharecdn.com) O complexo articular do ombro consiste em três articulações principais, que são elas: a articulação glenoumeral, a articulação acromioclavicular e a articulação esternoclavicular. A articulação glenoumeral é a principal responsável pelos movimentos do braço, enquanto as outras articulações ajudam a estabilizar a escápula. Além das articulações, o complexo do ombro também inclui quatro músculos rotadores do maguito rotador, o Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://image.slidesharecdn.com/complexoarticulardoombro-130904081808-/95/complexo-articular-do-ombro-8-638.jpg?cb=1378283277 supraespinhoso, o redondo menor e o subescapular. Esses músculos trabalham juntos para estabilizar a cabeça do úmero na cavidade glenóide da escápula durante os movimentos do braço. Outros músculos que também são importantes para a função do complexo do ombro incluem o deltóide, o trapézio e o serrátil anterior. O deltóide é responsável por levantar o braço, enquanto o trapézio e o serrátil anterior ajudam a estabilizar e mover a escápula. Complexo Articular do cotovelo e do antebraço. Fonte: cotovelo.jpg (562×467) (bp.blogspot.com) A articulação do cotovelo é formado pelos ossos do braço e antebraço, tal articulação é do tipo gínglimo (sinovial), cujo funcionamento assemelha-se ao de uma dobradiça. Essa característica permite que o braço realize movimentos de extensão e flexão. Entretanto, também é capaz de realizar movimentos rotacionais. Fonte: Cotovelo | Anatomia e Funções | Articulações e Movimentos | Resumo (anatomiaemfoco.com.br) Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.anatomiaemfoco.com.br/articulacoes-sistema-articular/cotovelo/ https://www.anatomiaemfoco.com.br/articulacoes-sistema-articular/cotovelo/ https://3.bp.blogspot.com/-ARWvTvSS4JM/UYgQu6bY_QI/AAAAAAAAACw/PROk78jU6dw/s1600/cotovelo.jpg https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia A união do braço e do antebraço, que forma o cotovelo, acontece com a ligação entre o úmero com o rádio e a ulna. As articulações também podem ser classificadas como: Articulação troclear: União dos ossos úmero e ulna, do tipo sinovial, é a responsável pelos movimentos do tipo gínglimo, que faz o movimento de flexão e extensão. Úmero- radial: é também uma articulação sinovial, é a união entre os ossos úmero e rádio, responsável pelomovimento de supinação e pronação. Rádio-ulnar proximal: é a articulação que proporciona os movimentos de rotação do cotovelo, é formada pela união dos ossos rádio e ulna. Complexo Articular do Punho e da Mão Fonte: Anatomia...Fisiologia e Fisioterapia (anatomiaefisioterapia.blogspot.com) Complexo do punho é multiarticular e feito por duas articulações compostas. É biaxial,permitindo flexão, extensão, desvio radial e desvio ulnar. Articulação Radiocárpica Está envolvida por uma cápsula frouxa, porém, forte, reforçada por ligamentos também compartilhados com a articulação mediocárpica. Articulação Mediocárpica É uma articulação composta entre as duas fileiras de cárpicos. Tem uma cápsula que é Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://anatomiaefisioterapia.blogspot.com/2012/09/osteologia-tecido-osseo-o-osso-e-uma.html também contínua com as articulações intercárpicas. Os movimentos fisiológicos dos punhos são: flexão, extensão, desvio radial e desvio ulnar. Pisiforme O psiforme é classificado como um osso do carpo, não é parte da articulação do punho, mas funciona como um osso sesamóide no tendão do flexor ulnar do carpo. Ligamentos A estabilidade e alguns movimentos passivos do complexo do punho dependem de numerosos ligamentos: o colateral ulnar e radial, o radicárpico dorsal e volar, o ulnocárpico e o intercárpico. Articulações do Complexo da Mão e seus Movimentos As articulações são envolvidas numa cavidade articular comum e incluem as articulações de cada metacárpico com a fileira distal de cárpicos e as articulações entre as bases de cada metacárpico. Os movimentos fisiológicos dos metacárpicos são a flexão e a extensão. Articulação Capometacárpica do polegar (dígito1) Essa articulação é uma articulação biaxial em formato de sela (selar) entre o trapézio e a base do 5º metacárpico. Tem uma cápsula frouxa e AM grande, o que permite que o polegar se mova para longe da palma da mão para atividades de oposição e preensão. Os movimentos fisiológicos do primeiro metacárpico são: flexão, extensão, abdução e adução. Articulações Metacarpofalângicas São articulações condilóides biaxiais com a extremidad distal de cada metacárpico convexa e a falange proximal côncava, mantida por um ligamento volar e 2 colaterais. Os colaterais tornam-se tensos durantea flexão completa e restrigem a abdução e adução nessa posição. Os movimentos fisiológicos da primeira falange são: flexão, extensão, abdução e adução. Articulações Interfalângicas Existe uma articulação interfalângica proximal e uma distal para cada dedo, do 2 ao 5, o polegar tem somente uma articulação interfalângica. Os movimentos fisiológicos de cada falange são: flexão e extensão. Aula 02 – Complexo Articular do Quadril O quadril é uma das estruturas mais complexas da anatomia humana. É a estrutura responsável por sustenta o peso do corpo, estando conectado diretamente aos membros inferiores. Apesar de ser uma articulação classificada como anfiartrose, pois possui a sínfase púbica, acaba tendo uma movimentação muito restrita. Já na articulação que faz conexão com os membros inferiores, a movimentação é muito mais ampla, permitindo maiores ângulos de movimento. Na articulação sacro-ilíaca, também se realizam movimentos de amplitude restrita, caracterizando-se por ser uma articulação sinovial tipo diartrose de esfera-soquete, formada basicamente pela cabeça do fêmur encaixadano acetábulo do ilíaco. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia Fonte: Quadril - ossos, ligamentos, articulações - Anatomia do Corpo Humano - InfoEscola As estruturas ósseas que compõem o quadril são formadas pelos ilíacos, sacro e fêmur, formando assim as seguintes articulações: sínfise púbica, articulação sacro-ilíaca e articulação femoroacetabular. Nas estruturas onde se articulam os ossos, encontra-se a cartilagem hialina, principalmente na articulação femoroacetabular, fazendo com que a congruência entre as estruruas seja muito maior, promovendo assim a maior estabilidade. Além disso, a cartilagem promove amortecimento de impactos, justamente com as membranas sinoviais, que participam de forma ativa na secreção de fluido sinovial para que a cápsula articular se mantenha lubrificada. A estrutura do quadril é uma das articulações mais funcionais do organismo, depois da articulação do ombro. Devido à grande quantidade de movimentos que a articulação possibilita, o quadril é uma das estruturas que possuem maior movimentação. A articulação femoroacetabular é responsável pela maior parte dos movimentos, ela permite com que o fêmur realize livremente a rotação de 360 graus, bem como essa mesma estrutura consegue girar em torno do seu próprio eixo cerca de 90 graus. Devido à grande amplitude, geralmente nos movimentos desportivos acabam-se praticando movimentos de amplitude total, ou mesmo em amplitudes maiores do que a articulação poderia suportar, expondo assim à possíveis intercorrência e predispondo a manifestação de patologias. Complexo Articular do Joelho A articulação do joelho é uma articulação sinovial que conecta três ossos: o fêmur, a tíbia e a patela. É uma complexa articulação em dobradiça formada por duas articulações: a articulação tibiofemoral e a articulação patelofemoral. A tibiofemoral é a articulação entre a tíbia e o fêmur, enquanto a patelofemoral é a articulação entre a patela e o fêmur. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.infoescola.com/anatomia-humana/quadril/ https://www.infoescola.com/anatomia-humana/quadril/ Fonte: complexo articular do joelho - Pesquisar Imagens (bing.com) A articulação do joelho é a maior do corpo e, provavelmente, a que está sob mais estresse. A disposição dos ossos nessa articulação forma uma dobradiça que possibilita as ações dos músculos flexores e extensores do joelho. A organização dos ligamentos extracapsulares e intracapsulares, bem como as expansões dos músculos que cruzam a articulação fornecem a estabilidade necessária que compensa o estresse biomecânico sofrido pela articulação. Como uma articulação em dobradiça, a articulação do joelho sempre deve se movimentar ao longo de um eixo realizando a flexão e a extensão do joelho no plano sagital, ela também permite uma leve rotação medial durante a flexão e no último nível de extensão do joelho, bem como uma rotação lateral quando o joelho está destravado. A articulação tibiofemoral é uma articulação entre os côndilos lateral e medial da extremidade distal do fêmur e o platô tibial, que são revestidos por uma camada espessa de cartilagem hialina. Os côndilos medial e lateral são duas projeções ósseas localizadas na extremidade distal do fêmur, que possuem uma superfície lisa e convexa e são separados posteriormente por um sulco profundo, conhecido como fossa intercondilar. O côndilo medial é maior, mais estreito e se projeta mais distalmente que o côndilo lateral, o que influencia no ângulo entre o fêmur e a tíbia. As superfícies externas ásperas dos côndilos medial e lateral são chamadas de epicôndilos medial e lateral, respectivamente. Ao longo do aspecto posterior do fêmur distal, existe um par de elevações acima dos epicôndilos medial e lateral, conhecidas como cristais supracondilares medial e lateral. Os platôs tibiais são duas superfícies superiores ligeiramente côncavas dos côndilos localizados na extremidade proximal da tíbia e são separados por uma protuberância óssea conhecida como eminência intercondilar. A superfície articular medial da tíbia possui um formato oval ao longo do seu comprimento anteroposterior, enquanto a superfície articular lateral possui formato mais circular. As superfícies articulares das articulação tibiofemoral são incongruentes, de forma que a congruência é dada pelos meniscos medial e lateral. Essas estruturas fibrocartilaginosas em formato decrescente permitem uma distribuição mais uniforme da pressão exercida pelo fêmur sobre a tíbia. A articulação patelofemoral é uma articulação plana formada pela articulação da superfície patelar do fêmur e a superfície posterior da patela. A superfície patelar do fêmur é um sulco na face anterior da porção distal do fêmur que se estened posteriormente até a fossa intercondilar. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=uv01JbvV&id=540B59EEFEAF6518B9BBDA1FAB8365B2937D09B2&thid=OIP.uv01JbvV1QdKSxLonatZkQHaE0&mediaurl=https%3A%2F%2Fanatomia-papel-e-caneta.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F06%2FMMII-37-1024x666.jpg&cdnurl=https%3A%2F%2Fth.bing.com%2Fth%2Fid%2FR.bafd3525bbd5d5074a4b12e89dab5991%3Frik%3Dsgl9k7Jlg6sf2g%26pid%3DImgRaw%26r%3D0&exph=666&expw=1024&q=complexo+articular+do+joelho&simid=608045586046542152&FORM=IRPRST&ck=DC632B6C1302F0BB19628C6C1BF30A5C&selectedIndex=6&itb=0&ajaxhist=0&ajaxserp=0 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia A patela é um osso com formato triangular, com uma base proximal curva e um ápice distal. Sua superfície articular é formada pelas facetas medial e lateral, que são superfícies articulares côncavas cobertas por uma espessa camada de cartilagem hialina e separadas por uma linha vertical elevada. Medialmente à faceta medial existe uma terceira faceta que é menor e conhecida como faceta ímpar, que não possui cartilagem hialina. Sendo um osso sesamoide, a patela está firmemente conectada ao tendão do músculo quadríceps femoral, que a mantém no lugar, na porção distal da patela, uma extensão do tendão do quadríceps femoral forma uma banda central chamada de ligamento patelar. Esse é um ligamento forte e espesso que se estende do ápice patelar até a área superior da tuberosidade da tíbia. A cápsula articular da articulação do joelho é formada por tendões musculares e suas expansões, configurando uma bainha ligamentar espessa ao redor da articulação. A cápsula é relativamente fraca e se conecta ás margens das superfícies articulares femoral e tibial. A porção anterior da cápsula possui uma abertura, cujas margens se conectam ás bordas da patela.Uma segunda abertura também está presente na porção posterolateral da cápsula, que permite a passagem do tendão do músculo poplíteo. Complexo Articular do Tornozelo e do Pé A articulação do tornozelo, também conhecida como articulação talocrural, permite a dorsiflexão e a flexão plantar do pé. É constituída por três articulações: articulação superior do tornozelo (tíbio-társica), articulação talocalcaneonavicular e articulação subtalar. As duas últimas são chamadas conjuntamente de articulação inferior do tornozelo. Fonte: anatomia fácil anexos: Sinovial Plana (anatomiabymonitorthiagoanexos.blogspot.com) Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://anatomiabymonitorthiagoanexos.blogspot.com/2010/02/sinovial-plana.html https://anatomiabymonitorthiagoanexos.blogspot.com/2010/02/sinovial-plana.html A articulação superior do tornozelo é formada pelas superfícies inferiores da tíbia e da fíbula e pela superfície superior do tálus, pelo calcâneo e pelo osso navicular. A articulação é sustentada por um conjunto de ligamentos do tornozelo: o ligamento colateral medial ou ligamento deltoide, e o ligamento colateral lateral. Aula 3 – Coluna Vertebral A coluna vertebral é uma estrutura que faz parte do nosso esqueleto axial e é formada por 33 vértebras. A coluna garante a sustentação ao nosso corpo e protege a medula espinal. Fonte: Coluna vertebral: anatomia, funções e doenças - Brasil Escola (uol.com.br) A coluna vertebral é uma das partes que formam nosso sistema locomotor. Ela é o eixo central do nosso corpo, garantindo a sustentação do organismo e possuindo papel essencial na nossa locomoção e quilíbrio. A coluna é formada por uuma série de ossos articulados, denominados vértebras. No total, temos 33 vértebras formando essa estrutura, sendo 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. O comprimento da coluna vertebral corresponde a aproximadamente dois quintos da altura total do nosso corpo, entre cada vértebra estão os chamados discos intervertebrais, estruturas cartilaginosas que evitam o atrito entre esses ossos e também amortecem impactos. Cada par de vértebras é separado por duas aberturas chamadas incisuras superior e inferior. A articulação dessas vértebras forma o forame intervertebral, de onde saem os nervos espinais. A figura abaixo representa detalhadamente a divisão: Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://brasilescola.uol.com.br/biologia/coluna-vertebral.htm https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia Fonte: Coluna vertebral – Anatomia papel e caneta (anatomia-papel-e-caneta.com) Todas as vértebras, de todas as regiões (exceto Atlas) possuem as seguintes estruturas: Corpo da Vértebra, Pedículo, Lâmina, Processo transverso, Processo espinhoso, Facetas articulares superiores e inferiores e forame vertebral. Curvaturas da Coluna Vetebral No embrião, a coluna vertebral apresenta apenas uma curva, possuindo o formato de C, após o nascimento, com o aumento da cabeça e adoção da postura ereta, a coluna vai adquirindo suas curvaturas normais. Em um indivíduo adulto, as curvaturas sagitas são quatro: cervical, curatura torácica, curvatura lombar e curvatura sacrococcígea. A curvatura cervical é conexa para diante, a curvatura torácica é cônvaca para diante, a curvatura lombar é convexa para diante e a curvatura sacrococcígea é côncova para diante. A coluna possui também curvaturas laterais e estas, geralmente apresentam-se em número de três : curvaturas cervical, dorsal e lombar. A curvatura cervical é convexa para a esquerda, a dorsal é convexa para a direita e a lombar é convexa para a esquerda. Postura inadequada, ou mesmo algum acidente, pode provocar acentuação das curvas normais da coluna. Aula 4 - Análise Cinesiológica de exercícios A palavra Cinesiologia vem do grego, Kinesis, significa movimento, sendo assim cinesiologia é a ciência que estuda o movimento. Quando falamos em movimento humano estamos falando de músculos, através da contração muscular e das estruturas articulares que nosso corpo se movimenta. Conhecendo um pouco mais dos movimentos, vou citar alguns movimentos articulares que somos capazes de fazer e algumas informações sobre eles. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://anatomia-papel-e-caneta.com/coluna-vertebral/ Flexão: quando um segmento corporal se desloca para a região anterior do corpo. Extesão: quando o segmento corporal se desloca para a região posterior do corpo. Hiperextensão: o retorno da hiperextensão já é considerada uma flexão. Abdução: afasta o segmento da linha média do corpo. Adução: aproxima o segmento da linha média do corpo. Rotação externa: afasta o segmento da linha média do corpo. Rotação interna: aproxima o segmento da linha média do corpo. Cincundução: movimento em forma de cone no qual o cértice do cone é a articulação e a base é a imagem formada pela extremidade distal do segmento. Movimentos específicos por articulação: Cintura escapular: a cintura escapular é capaz de realizar a adução, abdução, elevação, depressão, rotação superior e rotação inferior. Ombro: o ombro pode realizar a flexão horizontal, extensão horizontal, adução, abdução, flexão, extensão e a circundução. Cotovelo: o cotovelo realiza somente a flexão, extensão, adução, abdução e circundução. Rádio-ulnar: essa articulação realiza a supinação e a pronação. Punho: é capaz de realizar a flexão, extensão, adução, abdução e circundução. Cintura pélvica: báscula anterior, báscula posterior, lateralização direita e lateralização esquerda. Tornozelo: realiza a flexão dorsal, flexão plantar, inversão e eversão. Coluna: realiza a flexão lateral direita, flexão lateral esquerda, rotação para direita, rotação para esquerda, flexão e extensão. Joelho: o joelho realiza a flexão e a extensão, também pode realizar pequenos movimentos de rotação interna e externa. Quadril: o quadril é capaz de flexionar, estender, realizar a rotação externa e interna além de abdução e adução. Como a cinesiologia é a ciência do movimento, muitas vezes temos que descrever os exercícios. Sejam gestos esportivos ou movimentos mais específicos como da musculação. Para que essa descrição seja feita de forma correta temos que levar em consideração algumas coisas. Primeiramente precisamos identificar a posição inicial, descrever a execução em fases. Após a descrição do movimento, por vezes ditadas pela força da gravidade ou carga externa para então conseguirmos identificar qual músculos estão ativos e de que forma. Ativação Concêntrica: diminuição do comprimento muscular, aumentando o volume e aproximando a origem da inserção do músculo, nesse tipo de contração a musculatura vence a carga externa. Ativação Excêntrica: aumento do comprimento muscular, quando ocorre o afastamento entre a origem e a inserção muscular. Há tensionamento e a musculatura não vence a carga externa. Ativação Isométrica: quando existe o tensionamento muscular, mas não há mudança no comprimento e a força muscular é igual a resistência oferecida pela carga externa ou segmento. Porém, um mesmo movimento articular pode representar diferentes ativações musculares, ou seja, nem sempre uma flexão do quadril está ativando os mesmos músculos. Isso ocorre devido aos diferentes posicionamentos do corpo e as forças de tendência envolvidas. Alguns exemplos são: na flexão de quadril, o movimento descrito seria basicamente assim, Posição inicial: decúbito dorsal, flexão do quadril à 45 graus, extensão do quadril até a posição inicial. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia Para fazer uma análise cinesiológica temos que ter em mente que a força da gravidade se opõem ao movimento de flexão,fazendo que os flexores do quadril atuem para vencer a sobrecarga do próprio segmento e então realizam o movimento. Da mesma forma, ao executar a extensão do quadril de volta à posição inicial, a musculatura flexora do quadrildeve assistir o movimento de extensão, cedendo a sobrecarga, que ficaria assim: contração concêntrica de flexores do quadril, contração excêntrica dos flexores do quadril. Referências: BONTRAGER: Kenneth L.; John P. Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. DRAKE, Richard L.; VOGL, A. Wayne; MITCHEL, Adam W. M.: Gray’s anatomia clínica para estudantes. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Guyton & Hall tratado de fisiologia médica. 13 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011. MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. SOBOTTA: Sobotta J. Atlas de Anatomia Humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com) lOMoARcPSD|54366951 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-cinesiologia UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP