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Relatório Cinesiologia
Cinesioterapia (Universidade Paulista)
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Relatório Cinesiologia
Cinesioterapia (Universidade Paulista)
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Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
lOMoARcPSD|54366951
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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
CURSO: Fisioterapia
DISCIPLINA: Cinesiologia
NOME DO ALUNO: Stephanie Rosemberg Ribeiro
R.A: 2312396
POLO: VILA MARIA - SP
DATA: 09/03/2024
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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TÍTULO DO ROTEIRO: Cinesiologia
INTRODUÇÃO:
Este relatório tem por objetivo destacar os temas abordados nas aulas práticas da
disciplina Cinesiologia, realizadas nos dias 24/02, 09/03, 13/04, 11/05 e 01/06 do
corrente ano. As aulas foram realizadas em laboratório, mediadas pela Professora
Débora Pedrolo Parisi, cujo os temas abordados foram Membro Superior, Complexo
Articular do Ombro, Complexo Articular do Cotovelo e do Antebraço, Complexo
Articular do Punho e da Mão, Complexo Articular do Quadril, Complexo Articular do
Joelho, Complexo Articular do Tornozelo e do Pé, Coluna Vertebral e Análise
Cinesiológica de Exercícios. As aulas práticas tiveram como o objetivo de apresentar a
importância dos movimentos, através da cinesiologia, que é a ciência que estuda o
movimento humano, posso garantir que através do conhecimento, podemos torná-la a
vida mais “leve”, no qual sentido? Falarei um pouco mais a respeito de tudo que foi
ensinado e mais os meus conhecimentos buscados através da informação.
Aula 01 - Complexo Articular do Ombro
Fonte: complexo-articular-do-ombro-8-638.jpg (638×479) (slidesharecdn.com)
O complexo articular do ombro consiste em três articulações principais, que são elas: a 
articulação glenoumeral, a articulação acromioclavicular e a articulação esternoclavicular. 
A articulação glenoumeral é a principal responsável pelos movimentos do braço, enquanto
as outras articulações ajudam a estabilizar a escápula. Além das articulações, o complexo 
do ombro também inclui quatro músculos rotadores do maguito rotador, o 
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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https://image.slidesharecdn.com/complexoarticulardoombro-130904081808-/95/complexo-articular-do-ombro-8-638.jpg?cb=1378283277
supraespinhoso, o redondo menor e o subescapular.
Esses músculos trabalham juntos para estabilizar a cabeça do úmero na cavidade glenóide 
da escápula durante os movimentos do braço. Outros músculos que também são 
importantes para a função do complexo do ombro incluem o deltóide, o trapézio e o
serrátil anterior. O deltóide é responsável por levantar o braço, enquanto o trapézio e o 
serrátil anterior ajudam a estabilizar e mover a escápula.
Complexo Articular do cotovelo e do antebraço.
Fonte: cotovelo.jpg (562×467) (bp.blogspot.com)
A articulação do cotovelo é formado pelos ossos do braço e antebraço, tal articulação é 
do tipo gínglimo (sinovial), cujo funcionamento assemelha-se ao de uma dobradiça. Essa 
característica permite que o braço realize movimentos de extensão e flexão. Entretanto, 
também é capaz de realizar movimentos rotacionais.
Fonte: Cotovelo | Anatomia e Funções | Articulações e Movimentos | Resumo 
(anatomiaemfoco.com.br)
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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https://www.anatomiaemfoco.com.br/articulacoes-sistema-articular/cotovelo/
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A união do braço e do antebraço, que forma o cotovelo, acontece com a ligação entre o 
úmero com o rádio e a ulna. As articulações também podem ser classificadas como:
Articulação troclear: União dos ossos úmero e ulna, do tipo sinovial, é a responsável pelos 
movimentos do tipo gínglimo, que faz o movimento de flexão e extensão.
Úmero- radial: é também uma articulação sinovial, é a união entre os ossos úmero e rádio, 
responsável pelomovimento de supinação e pronação.
Rádio-ulnar proximal: é a articulação que proporciona os movimentos de rotação do 
cotovelo, é formada pela união dos ossos rádio e ulna.
Complexo Articular do Punho e da Mão
Fonte: Anatomia...Fisiologia e Fisioterapia (anatomiaefisioterapia.blogspot.com)
Complexo do punho é multiarticular e feito por duas articulações compostas. É 
biaxial,permitindo flexão, extensão, desvio radial e desvio ulnar.
Articulação Radiocárpica
Está envolvida por uma cápsula frouxa, porém, forte, reforçada por ligamentos também 
compartilhados com a articulação mediocárpica.
Articulação Mediocárpica
É uma articulação composta entre as duas fileiras de cárpicos. Tem uma cápsula que é 
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também contínua com as articulações intercárpicas. Os movimentos fisiológicos dos 
punhos são: flexão, extensão, desvio radial e desvio ulnar.
Pisiforme
O psiforme é classificado como um osso do carpo, não é parte da articulação do punho, 
mas funciona como um osso sesamóide no tendão do flexor ulnar do carpo.
Ligamentos
A estabilidade e alguns movimentos passivos do complexo do punho dependem de 
numerosos ligamentos: o colateral ulnar e radial, o radicárpico dorsal e volar, o 
ulnocárpico e o intercárpico.
Articulações do Complexo da Mão e seus Movimentos
As articulações são envolvidas numa cavidade articular comum e incluem as articulações 
de cada metacárpico com a fileira distal de cárpicos e as articulações entre as bases de 
cada metacárpico. Os movimentos fisiológicos dos metacárpicos são a flexão e a extensão.
Articulação Capometacárpica do polegar (dígito1)
Essa articulação é uma articulação biaxial em formato de sela (selar) entre o trapézio e a 
base do 5º metacárpico. Tem uma cápsula frouxa e AM grande, o que permite que o 
polegar se mova para longe da palma da mão para atividades de oposição e preensão. Os 
movimentos fisiológicos do primeiro metacárpico são: flexão, extensão, abdução e adução.
Articulações Metacarpofalângicas
São articulações condilóides biaxiais com a extremidad distal de cada metacárpico 
convexa e a falange proximal côncava, mantida por um ligamento volar e 2 colaterais. Os 
colaterais tornam-se tensos durantea flexão completa e restrigem a abdução e adução 
nessa posição. Os movimentos fisiológicos da primeira falange são: flexão, extensão, 
abdução e adução.
Articulações Interfalângicas
Existe uma articulação interfalângica proximal e uma distal para cada dedo, do 2 ao 5, o 
polegar tem somente uma articulação interfalângica. Os movimentos fisiológicos de cada 
falange são: flexão e extensão.
Aula 02 – Complexo Articular do Quadril
O quadril é uma das estruturas mais complexas da anatomia humana. É a estrutura 
responsável por sustenta o peso do corpo, estando conectado diretamente aos membros 
inferiores. Apesar de ser uma articulação classificada como anfiartrose, pois possui a 
sínfase púbica, acaba tendo uma movimentação muito restrita. Já na articulação que faz 
conexão com os membros inferiores, a movimentação é muito mais ampla, permitindo 
maiores ângulos de movimento. Na articulação sacro-ilíaca, também se realizam 
movimentos de amplitude restrita, caracterizando-se por ser uma articulação sinovial tipo 
diartrose de esfera-soquete, formada basicamente pela cabeça do fêmur encaixadano 
acetábulo do ilíaco.
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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Fonte: Quadril - ossos, ligamentos, articulações - Anatomia do Corpo Humano - 
InfoEscola
As estruturas ósseas que compõem o quadril são formadas pelos ilíacos, sacro e fêmur, 
formando assim as seguintes articulações: sínfise púbica, articulação sacro-ilíaca e 
articulação femoroacetabular. Nas estruturas onde se articulam os ossos, encontra-se a 
cartilagem hialina, principalmente na articulação femoroacetabular, fazendo com que a 
congruência entre as estruruas seja muito maior, promovendo assim a maior estabilidade. 
Além disso, a cartilagem promove amortecimento de impactos, justamente com as 
membranas sinoviais, que participam de forma ativa na secreção de fluido sinovial para 
que a cápsula articular se mantenha lubrificada. A estrutura do quadril é uma das 
articulações mais funcionais do organismo, depois da articulação do ombro. Devido à 
grande quantidade de movimentos que a articulação possibilita, o quadril é uma das 
estruturas que possuem maior movimentação. A articulação femoroacetabular é 
responsável pela maior parte dos movimentos, ela permite com que o fêmur realize 
livremente a rotação de 360 graus, bem como essa mesma estrutura consegue girar em 
torno do seu próprio eixo cerca de 90 graus. Devido à grande amplitude, geralmente nos 
movimentos desportivos acabam-se praticando movimentos de amplitude total, ou mesmo 
em amplitudes maiores do que a articulação poderia suportar, expondo assim à possíveis 
intercorrência e predispondo a manifestação de patologias.
Complexo Articular do Joelho
A articulação do joelho é uma articulação sinovial que conecta três ossos: o fêmur, a tíbia 
e a patela. É uma complexa articulação em dobradiça formada por duas articulações: a 
articulação tibiofemoral e a articulação patelofemoral. A tibiofemoral é a articulação entre 
a tíbia e o fêmur, enquanto a patelofemoral é a articulação entre a patela e o fêmur.
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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https://www.infoescola.com/anatomia-humana/quadril/
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 Fonte: complexo articular do joelho - Pesquisar Imagens (bing.com)
A articulação do joelho é a maior do corpo e, provavelmente, a que está sob mais estresse. 
A disposição dos ossos nessa articulação forma uma dobradiça que possibilita as ações dos
músculos flexores e extensores do joelho. A organização dos ligamentos extracapsulares e 
intracapsulares, bem como as expansões dos músculos que cruzam a articulação fornecem 
a estabilidade necessária que compensa o estresse biomecânico sofrido pela articulação. 
Como uma articulação em dobradiça, a articulação do joelho sempre deve se movimentar 
ao longo de um eixo realizando a flexão e a extensão do joelho no plano sagital, ela 
também permite uma leve rotação medial durante a flexão e no último nível de extensão 
do joelho, bem como uma rotação lateral quando o joelho está destravado.
A articulação tibiofemoral é uma articulação entre os côndilos lateral e medial da 
extremidade distal do fêmur e o platô tibial, que são revestidos por uma camada espessa de
cartilagem hialina. Os côndilos medial e lateral são duas projeções ósseas localizadas na 
extremidade distal do fêmur, que possuem uma superfície lisa e convexa e são separados 
posteriormente por um sulco profundo, conhecido como fossa intercondilar. O côndilo 
medial é maior, mais estreito e se projeta mais distalmente que o côndilo lateral, o que 
influencia no ângulo entre o fêmur e a tíbia. As superfícies externas ásperas dos côndilos 
medial e lateral são chamadas de epicôndilos medial e lateral, respectivamente. Ao longo 
do aspecto posterior do fêmur distal, existe um par de elevações acima dos epicôndilos 
medial e lateral, conhecidas como cristais supracondilares medial e lateral.
Os platôs tibiais são duas superfícies superiores ligeiramente côncavas dos côndilos 
localizados na extremidade proximal da tíbia e são separados por uma protuberância óssea 
conhecida como eminência intercondilar. A superfície articular medial da tíbia possui um 
formato oval ao longo do seu comprimento anteroposterior, enquanto a superfície articular
lateral possui formato mais circular. As superfícies articulares das articulação tibiofemoral 
são incongruentes, de forma que a congruência é dada pelos meniscos medial e lateral. 
Essas estruturas fibrocartilaginosas em formato decrescente permitem uma distribuição 
mais uniforme da pressão exercida pelo fêmur sobre a tíbia.
A articulação patelofemoral é uma articulação plana formada pela articulação da superfície
patelar do fêmur e a superfície posterior da patela. A superfície patelar do fêmur é um 
sulco na face anterior da porção distal do fêmur que se estened posteriormente até a fossa 
intercondilar.
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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A patela é um osso com formato triangular, com uma base proximal curva e um ápice 
distal. Sua superfície articular é formada pelas facetas medial e lateral, que são superfícies 
articulares côncavas cobertas por uma espessa camada de cartilagem hialina e separadas 
por uma linha vertical elevada. Medialmente à faceta medial existe uma terceira faceta que
é menor e conhecida como faceta ímpar, que não possui cartilagem hialina.
Sendo um osso sesamoide, a patela está firmemente conectada ao tendão do músculo 
quadríceps femoral, que a mantém no lugar, na porção distal da patela, uma extensão do 
tendão do quadríceps femoral forma uma banda central chamada de ligamento patelar. 
Esse é um ligamento forte e espesso que se estende do ápice patelar até a área superior da 
tuberosidade da tíbia.
A cápsula articular da articulação do joelho é formada por tendões musculares e suas 
expansões, configurando uma bainha ligamentar espessa ao redor da articulação. A 
cápsula é relativamente fraca e se conecta ás margens das superfícies articulares femoral e 
tibial. A porção anterior da cápsula possui uma abertura, cujas margens se conectam ás 
bordas da patela.Uma segunda abertura também está presente na porção posterolateral da 
cápsula, que permite a passagem do tendão do músculo poplíteo.
Complexo Articular do Tornozelo e do Pé
A articulação do tornozelo, também conhecida como articulação talocrural, permite a 
dorsiflexão e a flexão plantar do pé. É constituída por três articulações: articulação 
superior do tornozelo (tíbio-társica), articulação talocalcaneonavicular e articulação 
subtalar. As duas últimas são chamadas conjuntamente de articulação inferior do 
tornozelo.
Fonte: anatomia fácil anexos: Sinovial Plana 
(anatomiabymonitorthiagoanexos.blogspot.com)
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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https://anatomiabymonitorthiagoanexos.blogspot.com/2010/02/sinovial-plana.html
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A articulação superior do tornozelo é formada pelas superfícies inferiores da tíbia e da 
fíbula e pela superfície superior do tálus, pelo calcâneo e pelo osso navicular. A 
articulação é sustentada por um conjunto de ligamentos do tornozelo: o ligamento colateral
medial ou ligamento deltoide, e o ligamento colateral lateral.
Aula 3 – Coluna Vertebral
A coluna vertebral é uma estrutura que faz parte do nosso esqueleto axial e é formada por 
33 vértebras. A coluna garante a sustentação ao nosso corpo e protege a medula espinal.
Fonte: Coluna vertebral: anatomia, funções e doenças - Brasil Escola (uol.com.br)
A coluna vertebral é uma das partes que formam nosso sistema locomotor. Ela é o eixo 
central do nosso corpo, garantindo a sustentação do organismo e possuindo papel essencial
na nossa locomoção e quilíbrio. A coluna é formada por uuma série de ossos articulados, 
denominados vértebras. No total, temos 33 vértebras formando essa estrutura, sendo 7 
cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. O comprimento da coluna 
vertebral corresponde a aproximadamente dois quintos da altura total do nosso corpo, 
entre cada vértebra estão os chamados discos intervertebrais, estruturas cartilaginosas que 
evitam o atrito entre esses ossos e também amortecem impactos.
Cada par de vértebras é separado por duas aberturas chamadas incisuras superior e 
inferior. A articulação dessas vértebras forma o forame intervertebral, de onde saem os 
nervos espinais. 
A figura abaixo representa detalhadamente a divisão: 
 
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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Fonte: Coluna vertebral – Anatomia papel e caneta (anatomia-papel-e-caneta.com)
Todas as vértebras, de todas as regiões (exceto Atlas) possuem as seguintes estruturas: 
Corpo da Vértebra, Pedículo, Lâmina, Processo transverso, Processo espinhoso, Facetas 
articulares superiores e inferiores e forame vertebral.
Curvaturas da Coluna Vetebral
No embrião, a coluna vertebral apresenta apenas uma curva, possuindo o formato de C, 
após o nascimento, com o aumento da cabeça e adoção da postura ereta, a coluna vai 
adquirindo suas curvaturas normais. Em um indivíduo adulto, as curvaturas sagitas são 
quatro: cervical, curatura torácica, curvatura lombar e curvatura sacrococcígea. A 
curvatura cervical é conexa para diante, a curvatura torácica é cônvaca para diante, a 
curvatura lombar é convexa para diante e a curvatura sacrococcígea é côncova para diante.
A coluna possui também curvaturas laterais e estas, geralmente apresentam-se em número 
de três : curvaturas cervical, dorsal e lombar. A curvatura cervical é convexa para a 
esquerda, a dorsal é convexa para a direita e a lombar é convexa para a esquerda. Postura 
inadequada, ou mesmo algum acidente, pode provocar acentuação das curvas normais da 
coluna.
Aula 4 - Análise Cinesiológica de exercícios
A palavra Cinesiologia vem do grego, Kinesis, significa movimento, sendo assim 
cinesiologia é a ciência que estuda o movimento. Quando falamos em movimento humano 
estamos falando de músculos, através da contração muscular e das estruturas articulares 
que nosso corpo se movimenta.
Conhecendo um pouco mais dos movimentos, vou citar alguns movimentos articulares que
somos capazes de fazer e algumas informações sobre eles.
Baixado por Tha Silva (thathamoura@me.com)
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Flexão: quando um segmento corporal se desloca para a região anterior do corpo.
Extesão: quando o segmento corporal se desloca para a região posterior do corpo.
Hiperextensão: o retorno da hiperextensão já é considerada uma flexão.
Abdução: afasta o segmento da linha média do corpo.
Adução: aproxima o segmento da linha média do corpo.
Rotação externa: afasta o segmento da linha média do corpo.
Rotação interna: aproxima o segmento da linha média do corpo.
Cincundução: movimento em forma de cone no qual o cértice do cone é a articulação e a 
base é a imagem formada pela extremidade distal do segmento.
Movimentos específicos por articulação:
Cintura escapular: a cintura escapular é capaz de realizar a adução, abdução, elevação, 
depressão, rotação superior e rotação inferior.
Ombro: o ombro pode realizar a flexão horizontal, extensão horizontal, adução, abdução, 
flexão, extensão e a circundução.
Cotovelo: o cotovelo realiza somente a flexão, extensão, adução, abdução e circundução.
Rádio-ulnar: essa articulação realiza a supinação e a pronação.
Punho: é capaz de realizar a flexão, extensão, adução, abdução e circundução.
Cintura pélvica: báscula anterior, báscula posterior, lateralização direita e lateralização 
esquerda.
Tornozelo: realiza a flexão dorsal, flexão plantar, inversão e eversão.
Coluna: realiza a flexão lateral direita, flexão lateral esquerda, rotação para direita, rotação
para esquerda, flexão e extensão.
Joelho: o joelho realiza a flexão e a extensão, também pode realizar pequenos movimentos
de rotação interna e externa.
Quadril: o quadril é capaz de flexionar, estender, realizar a rotação externa e interna além 
de abdução e adução.
Como a cinesiologia é a ciência do movimento, muitas vezes temos que descrever os 
exercícios. Sejam gestos esportivos ou movimentos mais específicos como da musculação.
Para que essa descrição seja feita de forma correta temos que levar em consideração 
algumas coisas. Primeiramente precisamos identificar a posição inicial, descrever a 
execução em fases. Após a descrição do movimento, por vezes ditadas pela força da 
gravidade ou carga externa para então conseguirmos identificar qual músculos estão ativos
e de que forma.
Ativação Concêntrica: diminuição do comprimento muscular, aumentando o volume e 
aproximando a origem da inserção do músculo, nesse tipo de contração a musculatura 
vence a carga externa.
Ativação Excêntrica: aumento do comprimento muscular, quando ocorre o afastamento 
entre a origem e a inserção muscular. Há tensionamento e a musculatura não vence a carga
externa.
Ativação Isométrica: quando existe o tensionamento muscular, mas não há mudança no 
comprimento e a força muscular é igual a resistência oferecida pela carga externa ou 
segmento.
Porém, um mesmo movimento articular pode representar diferentes ativações musculares, 
ou seja, nem sempre uma flexão do quadril está ativando os mesmos músculos. Isso ocorre
devido aos diferentes posicionamentos do corpo e as forças de tendência envolvidas.
Alguns exemplos são: na flexão de quadril, o movimento descrito seria basicamente assim,
Posição inicial: decúbito dorsal, flexão do quadril à 45 graus, extensão do quadril até a 
posição inicial.
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Para fazer uma análise cinesiológica temos que ter em mente que a força da gravidade se 
opõem ao movimento de flexão,fazendo que os flexores do quadril atuem para vencer a 
sobrecarga do próprio segmento e então realizam o movimento. Da mesma forma, ao 
executar a extensão do quadril de volta à posição inicial, a musculatura flexora do 
quadrildeve assistir o movimento de extensão, cedendo a sobrecarga, que ficaria assim: 
contração concêntrica de flexores do quadril, contração excêntrica dos flexores do quadril.
Referências:
BONTRAGER: Kenneth L.; John P. Manual Prático de Técnicas e Posicionamento 
Radiográfico. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
DRAKE, Richard L.; VOGL, A. Wayne; MITCHEL, Adam W. M.: Gray’s anatomia 
clínica para estudantes. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
HALL, John Edward; GUYTON, Arthur C. Guyton & Hall tratado de fisiologia médica. 
13 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 
2011.
MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2014.
SOBOTTA: Sobotta J. Atlas de Anatomia Humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2000.
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