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A profissão dE Fé
O símbolo da fé 
 Comissão Bíblico Catequética
Diocese São João da Boa Vista - 2019
1° ENCONTRO
INTRODUÇÃO À PROFISSÃO DE FÉ
Objetivo: Apresentar aos catequizandos o "Credo", também chamado de "Profissão de fé".
Acolhida: Acolher cada um com alegria
Oração inicial: Cantando: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Fazer uma oração com os catequizandos introduzindo já na Profissão de Fé
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo 
- alguém sabe se o amiguinho... Está com algum problema... (quem não veio)
- falar da importância de ser catequizando.
Iluminar:
De pé: Recitar e os catequizandos repetem: “Tua Palavra é luz para os meu caminha e lâmpada para os meus pés.”
Leitura do Evangelho de São Lucas 6,12-16
Aprofundamento para o catequista
Desde a sua origem, a Igreja apostólica, a Igreja elaborou o que passou a ser chamado de “Símbolo dos Apóstolos” (Credo ou Creio), cujo nome é o resumo fiel da fé dos apóstolos de Jesus. Foi uma maneira simples e eficaz da Igreja exprimir e transmitir a sua fé para todos. 
Estas sínteses da fé chamam-se “profissões de fé”, pois resumem a fé que os cristãos professam, e chamam-na de “Creio” em razão da primeira palavra do que normalmente começa.
O símbolo está dividido em três partes:
- Primeiro fala-se da Primeira Pessoa Divina e da obra admirável da criação;
- Em seguida, da segunda Pessoa Divina e do Mistério da Redenção dos homens;
- Finalmente da Terceira Pessoa Divina, fonte e princípio da nossa santificação.
- Diálogo e dinâmica:
- Quais as orações rezadas pela Igreja que vocês conhecem?
- Vocês sabem como se formou o "Símbolo da Fé" (Creio)?
- De quantos modos o recitamos e quando o fazemos?
Existem duas maneiras de rezar o Credo ou o Creio, uma chamada "Símbolo dos Apóstolos”, que se originou entre os Apóstolos, que professavam aquilo que acreditavam depois do que aprenderam vivendo juntos de Jesus.
Símbolo dos Apóstolos
Creio em Deus-Pai, todo poderoso, criador do céu e da terra e em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor que foi concebido pelo poder do Espírito Santo nasceu da Virgem Maria. Padeceu sob Poncio Pilatos. Foi crucificado, morto e sepultado desceu a mansão dos mortos ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica na comunhão dos Santos na remissão dos pecados na ressurreição da carne na vida eterna. Amém.
E outra “fórmula” chamada “Símbolo Niceno-Constantinopolitano”, que nasceu no Concílio de Nicéia em 325 e de Constantinopla em 381.
SÍMBOLO NICENO-CONSTANTINOPOLITANO
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho 
Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou, pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para
remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Jesus ora muitas vezes e sem cessar, vejamos algumas citações:
- Jesus ora na montanha - Mt 14,23
- Jesus ora em particular - Lc 9,18
- Jesus ora mesmo quando todos o procuram - Mc 1,35
- Jesus ora no seu batismo - Lc 3,21
- antes da escolha dos doze - Lc 6,12-16
Recitar com fé o Creio é entrar em comunhão com Deus Pai, Filho e Espírito Santo. É também entrar em comunhão com toda a Igreja, que nos transmite a fé e em tudo que cremos.
Celebrar: Ascender uma vela na mesa. Cada um agora faça seu pedido com muita fé: E a cada oração espontânea responderemos,
“Eu creio Senhor, mas aumenta minha Fé.” 
Compromisso da semana- Rezar com a família a Profissão de fé (Creio) durante a semana
1-Vamos responder juntos: 
2. Que tal colorir?
Anexo -1° ENCONTRO
INTRODUÇÃO À PROFISSÃO DE FÉ
1-Vamos responder juntos: 
2. Que tal colorir?
2º ENCONTRO
CREIO
Objetivo: Apresentar aos catequizandos o que significa dizer Creio.
Acolhida: Acolher cada um com alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: Proclamação e partilha do texto:
Recitar e os catequizandos repetem:
“Eu vim para escutar a Tua Palavra, Senhor”
Leitura do Evangelho de São Mateus 14, 22-3l 
Aprofundamento para o catequista
O que significa dizer Creio? É uma palavra que tem vários significados: indica acolher algo entre as próprias convicções, ter confiança em alguém, estarmos convictos. Quando, porém, a dizemos no “Creio”, essa palavra assume um significado muito mais profundo: é afirmar com confiança o sentido verdadeiro da realidade que nos sustenta, que sustenta o mundo; significa acolher esse sentido como o sólido terreno sobre o qual podemos estar sem temor; é saber que o fundamento de tudo, de nós mesmos, não pode ser feito por nós, mas pode ser somente recebido. E a fé cristã não diz “Eu creio em alguma coisa”, mas bem “Eu creio em Alguém”, no Deus que se revelou em Jesus, n’Ele percebi o verdadeiro sentido do mundo; e esse crer envolve toda a pessoas que está em caminho rumo a Ele. Crer é um ato humano, consciente e livre que corresponde à dignidade da pessoa humana. Nós cremos em tudo o que está escrito na Palavra de Deus, escrita ou transmitida e que a Igreja propõe a crer como divinamente revelado.
A fé é necessária à salvação. Obedecer na fé significa submeter-se livremente à Palavra ouvida, visto que a sua verdade é garantida por Deus, a própria Verdade. O homem é por natureza e por vocação um ser religioso. Para satisfazer seus anseios, ele necessita acreditar em alguém.
A fé é um dom de Deus porque “ela só existe com a graça de Deus e o auxílio interno do Espírito Santo” que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos e a mente e dá a todos a suavidade no consentir e crer na Verdade.
Exemplos de fé: - A fé de Abraão – Gn 12, 1-3; Rm 4, 18-22
		 - A fé de Pedro – Mt 16, 13-17
		 - A fé de Paulo – At 9, 1-16; At 26, 9-18
- Diálogo e dinâmica 
a) O que significa a palavra crer para vocês?
b) Em que coisas ou em quem você acredita?
c) Quais as verdades (valores) que vocês acreditam e que são de fato importantes para vocês?
Dinâmica: Viver a Palavra de Deus 
- Tema: fé e testemunho.
- Material: uma tigela com água, um giz, uma pedra e uma esponja.
Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a umos objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparandocom a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus. Também pode tomar algum texto Bíblico que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontroda realidade que o dirigente de cada grupo deseja atingir.
1) água: fonte que restaura, purifica e que gera vida. Simboliza aqui a Palavra e o agirde Deus na suavida.
2) giz : feito de cal e que absorve para si toda água. Simboliza pessoasqual o nosso julgamento?
- Como você imagina ser julgado por Deus?
- Por que Deus haveria de nos julgar no último dia?
2- Divisão em grupo: 
- Vamos agora dividir nossa turma em duas ou mais se necessário, para refletirmos sobre a Palavra de Deus: Textos Bíblicos: Mt 7, 1-5 Jo 8, 3-11 
- Equipe 1: Mateus 7, 1-5, 
a) Qual a mensagem central do texto?
b) O que significa tirar a trave do olho?
c) Qual deve ser a nossa atitude diante do erro do outro?
- Equipe 2 - Jo 8, 3-11
a) Qual a atitude dos fariseus?
b) Qual a atitude de Jesus?
c) E a nossa atitude, como seria?
Celebrar: 
Pequena Celebração Penitencial
Catequista: Primeiro vamos lembrar que somos pecadores, erramos por colocar nossos interesses acima dos interesses do nosso próximo e de Deus, pelas nossas emoções que tomam conta de nós e não sabemos lidar com elas muitas vezes, por julgar nossos irmãos e irmãs, achando que o pecado deles é maior que o nosso. Façamos um momento de silêncio pedindo perdão por todos os nossos pecados.
Peçamos a Deus, que tanto nos ama, que nos dê o seu perdão, rezando:
L.: Muitas vezes não nos comportamos como filhos e filhas de Deus
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Aborrecemos nossos pais e mestres
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Brigamos e falamos mal de nossos companheiros
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Fomos preguiçosos nem casa, na escola, na comunidade e não ajudamos nossos pais, irmãos e colegas
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Fomos distraídos e preguiçosos
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Não fizemos o bem quando podíamos
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Faltamos a missa por preguiça e não quisemos ser amigos do Senhor
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Não ouvimos a palavra de Deus com atenção e amor
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
L.: Contamos piadas e fizemos gozações com Deus e a Igreja, tomando o nome de Deus em vão
T.: Mas Deus nos ama e nos procura
Catequista: Agora, em união com Jesus, nosso irmão, vamos falar com nosso Pai do céu e pedir que nos perdoe através da oração que Jesus nos ensinou: Pai nosso...
Catequista: Quando ajoelhamos, assumimos o sinal de que o pecado gera em nós a morte, nos lança no chão. Este gesto também significa adoração, por isso ajoelhamos na hora da consagração durante a santa missa. Agora, estamos exprimindo um sinal de arrependimento, por isso vamos rezar o ato de contrição (arrependimento) ajoelhado.
T.: Pai arrependo-me de ter praticado o mal, e não ter feito o bem
Vou me esforçar para me corrigir e caminhar na vossa luz.
Catequista: Vamos nos levantar e em silêncio fazer um propósito de não cometermos mais os erros dos quais pedimos perdão. (silêncio e interiorização)
Vamos dar a paz de Cristo a nossos irmãos e irmãs e se estamos de mal ou chateados com alguém da nossa turma, vamos pedir perdão.
Compromisso da semana:
- Escreva um bilhetinho pedindo perdão para alguém que você possa ter ofendido, recorte e entregue a pessoa para que ocorra a reconciliação entre vocês. Lembre que pedir perdão é reconhecer que você errou, é assumir sua culpa, mesmo quando o outro tenha cometido o erro primeiro. Se isso ocorreu e você não respondeu ao erro com amor e bondade, você cometeu um erro também, por isso deve pedir perdão, mesmo que o (a) outro (a) não tenha reconhecido o erro dele (a). 
E lembre-se Jesus é misericórdia!
										
 	 
Anexo- 17º ENCONTRO
JESUS VIRÁ JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS
- Diálogo e dinâmica:
1- Vamos conversar:
- As leis são iguais para todos? Por quê?
- Quando vemos pessoas que cometem falhas, qual o nosso julgamento?
- Como você imagina ser julgado por Deus?
- Por que Deus haveria de nos julgar no último dia?
2- Divisão em grupo: 
- Vamos agora dividir nossa turma em duas ou mais se necessário, para refletirmos sobre a Palavra de Deus:
Textos Bíblicos: Mt 7, 1-5 Jo 8, 3-11 
- Equipe 1: Mateus 7, 1-5, 
a) Qual a mensagem central do texto?
b) O que significa tirar a trave do olho?
c) Qual deve ser a nossa atitude diante do erro do outro?
- Equipe 2 - Jo 8, 3-11
a) Qual a atitude dos fariseus?
b) Qual a atitude de Jesus?
c) E a nossa atitude, como seria?
3- Vamos colorir e lembre-se Jesus é misericórdia.
										
 	 
18º Encontro
18º Encontro
Creio no Espírito Santo
Objetivo: Mostrar que o Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade e é a força renovadora da Igreja.
Acolhida: Acolher cada um com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Oração espontânea e após rezar a profissão de Fé: o Creio
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo 
- alguém sabe se o amiguinho... Está com algum problema... (quem não veio)
- falar da importância de ser catequizando.
Iluminar:
Recitar e os catequizandos repetem:
- “Senhor, Tua Palavra nos renova e nos ilumina!”
Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13
Aprofundamento para o catequista
A Festa de Pentecostes, que se celebra cada ano, cinqüenta dias após a Páscoa, é para os cristãos, a festa do Espírito Santo. Quando se fala de Deus Pai Criador do mundo e dos homens; quando se fala de Deus Filho, Jesus Cristo, que tomou a nossa condição humana e viveu entre nós, as palavras ainda se compreendem. O Espírito Santo é Deus que mantém a sua presença no mundo e encaminha os homens. Seu nome vem do ¨sopro¨ sem o qual não há vida. Na linguagem daquele tempo, a palavra designava o vento que sopra como uma brisa suave que parece inspirar quando murmura nas árvores e agita fazendo dobrar tudo à sua passagem. Também se emprega a imagem do fogo para designar o Espírito Santo, porque o fogo ilumina, aquece, purifica, irradia, propaga-se, multiplica-se sem diminuir. Numa chama podem-se acender outras indefinidamente. Quando o Espírito Santo capacita as pessoas para uma missão, para discernirem o melhor para si e para os outros e inspira sobre a vontade de Deus. A trajetória do povo de Deus é iluminada pelo Espírito Santo que escolheu, dinamizou homens e mulheres de todas as idades e de todas as condições. Sua luz ilumina a todos e a Igreja ganha uma nova Era a partir de Jesus, e é em Pentecostes que ela recebe o Paráclito (Advogado) para que possa continuar a obra de Deus entre os homens. O Espírito Santo é a força dinamizadora e misteriosa do povo de Deus. Por si só os homens jamais teriam compreendido a obra reveladora da face verdadeira de Deus. O Espírito Santo está em ação com o Pai e o Filho do início até a consumação do Projeto da nossa salvação. Mas nos últimos tempos, inaugurados pela Encarnação redentora do Filho, que Ele é revelado e dado, reconhecido e acolhido como pessoa. Então este Projeto Divino, realizado em Cristo poderá tomar corpo na humanidade pelo Espírito difundido: a Igreja, a comunhão dos santos, a remissão dos pecados, a ressurreição da carne e a Vida Eterna. A Igreja, Comunhão viva na fé dos apóstolos, que ela transmite, é o lugar do nosso conhecimento do Espírito Santo:
a) Nas Escrituras Sagradas que Ele inspirou;
b) Na Tradição Sagrada, da qual os Padres da Igreja são as testemunhas sempre atuais;
c) No Magistério da Igreja, ao qual Ele assiste;
d) Na Liturgia Sacramental, através das suas palavras e dos seus símbolos, onde o Espírito Santo nos coloca em Comunhão com Cristo;
e) Na Oração, na qual Ele intercede por nós;
f) Nos carismas e mistérios, pelos quais a Igreja é edificada;
g) Nos sinais de vida apostólica e missionária;
h) No testemunho dos santos, onde Ele manifesta sua santidade e continua a obra da salvação.
A missão conjunta do Filho e do Espírito. Aquele que o Pai enviou aos nossos corações, o Espírito do seu Filho (Gl 4, 6) é realmente Deus. Consubstancial ao Pai e ao Filho, ele é inseparável dos dois, tanto na Vida íntima da Trindade quanto no seu dom de amor pelo mundo. Mas ao adorar a Santíssima Trindade, vivificante,consubstancial e indivisível, a fé da Igreja professora também a distinção das Pessoas. Quando o Pai envia seu Verbo, envia sempre seu Sopro; missão conjunta em que o Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo que aparece, Ele, a Imagem visível do Deus invisível; mas é o Espírito Santo que o revela. Jesus Cristo, ungido, porque o Espírito é a unção dele, e tudo o que advém a partir da Encarnação decorre desta plenitude (Jo 3, 34). Quando finalmente Cristo é glorificado (Jo 7, 39), pode, por sua vez, de junto do Pai, enviar o Espírito aos que crerem nele: comunica-lhes a sua glória (Jo 17, 22), isto é, o Espírito Santo que o glorifica (Jo 16, 14). A missão conjunta se desdobrará então nos filhos adotados pelo ‘Pai no Corpo do seu Filho: a missão do Espírito de adoção será uni-los a Cristo e fazê-los viver nele. (Catecismo da Igreja Católica)
Consubstancial: mesma substância, mesma natureza.
- Dialogo e dinâmica:
1- Vamos conversar:
a) Qual a missão do Espírito Santo?
b) Que mudanças ocorreram na vida dos apóstolos com sua vinda?
c) Qual a linguagem que Ele veio ensinar? Por quê?
d) Qual deve ser a nossa missão a partir de Pentecostes?
2- O Espírito Santo é consubstancial ao Pai e ao Filho, ou seja, tem a mesma substância, a mesma natureza, por isso é Deus com o Pai e o Filho. Utilizando um exemplo, vamos ligar a água àquilo que é consubstancial a ela
			 ÁGUA
 
3- O Espírito Santo nos dá dons especiais. Vamos descobrir?
Celebrar: Rezemos pedindo o Espírito Santo sobre nós.
1-Espírito Santo, hóspede amável dos corações, Manifestai-nos o sentido profundo da vossa Igreja e preparai o nosso espírito para celebrarmos com fé a festa de vossa vinda, na esperança que não desilude, na caridade desinteressada.
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
2-Espírito de verdade, Que perscrutais as profundezas de Deus, memória e profecia de Igreja, levai a humanidade a conhecer, em Jesus de Nazaré, o Senhor da glória, o Salvador do mundo, o cumprimento supremo da História. 
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
3-Espírito Criador, Secreto construtor do Reino com a força dos vossos santos dons, dirigi a Igreja para transpor com coragem os limites humanos, a fim de levar às gerações que hão de vir a luz da Palavra salvadora.
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
4-Espírito de Santidade, Sopro divino que agita o universo vinde e renovai a face da terra. Suscitai nos cristãos o desejo da unidade plena, para serem no mundo, sinal e instrumento eficaz da união íntima com Deus e de todo o gênero humano. T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
 5-Espírito de Comunhão, Alma e sustentáculo da Igreja, fazei que a riqueza de carismas e ministérios contribua para a unidade do Corpo de Cristo; fazei que leigos, consagrados e ministros ordenados concorram unânimes para a edificação do único Reino de Deus.
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
6-Espírito de Consolação, fonte inesgotável de alegria e de paz despertai a solidariedade por quem vive na miséria, proporcionai aos doentes o conforto de que precisam, infundi, em quem se acha na provação, firmeza e esperança e, em todos, reavivai o empenho por um futuro melhor
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
7-Espírito de Sapiência, que sensibilizais as inteligências e os corações, orientai o caminho da ciência e da técnica para o serviço da vida, da justiça e da paz. Tornai fecundo o diálogo com os membros de outras religiões, fazei que as diversas culturas se abram aos valores do Evangelho.
T- Vinde, Espírito de amor e de paz!
8-Espírito de vida, por cuja obra o Verbo se encarnou no seio da Virgem Maria, mulher do silêncio à escuta, tornai-nos dóceis às sugestões do vosso amor e sempre prontos a acolher os sinais dos tempos que vós colocais nos caminhos da história.
T- Vinde Espírito Santo de amor e de paz!
Catequista: A vós, Espírito de amor, com o Pai onipotente e o Filho unigênito, sejam dados o louvor, honra e glória pelos séculos sem fim.
Amém!
Compromisso da semana
Procurar ouvir a voz do Espírito Santo, comprometendo-se com a Palavra de Deus.
(Para o próximo encontro, trazer lápis de cor ou canetinhas, e cola)
Anexo- 18º Encontro
Creio no Espírito Santo
- Dialogo e dinâmica:
1- Vamos conversar:
a) Qual a missão do Espírito Santo?
b) Que mudanças ocorreram na vida dos apóstolos com sua vinda?
c) Qual a linguagem que Ele veio ensinar? Por quê?
d) Qual deve ser a nossa missão a partir de Pentecostes?
2- O Espírito Santo é consubstancial ao Pai e ao Filho, ou seja, tem a mesma substância, a mesma natureza, por isso é Deus com o Pai e o Filho. Utilizando um exemplo, vamos ligar a água àquilo que é consubstancial a ela
			 ÁGUA
 
3- O Espírito Santo nos dá dons especiais. Vamos descobrir?
19º Encontro-
Os símbolos do Espírito Santo
Objetivo: Mostrar aos catequizando as diversas formas que o Espírito Santo se apresenta, mas que é o mesmo Espírito Santo vindo do Pai por meio de Jesus para ficar conosco.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Pedir na oração o Espírito Santo: Vinde Espírito Santo...
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “A Tua Palavra Senhor me faz crer no Seu amor!”
 Leitura do Livro dos Apóstolos 2, 1-6
Aprofundamento para o catequista: 
A água é um dos símbolos que significa a ação do Espírito Santo no Batismo, pois após a invocação do Espírito Santo ela se torna o sinal sacramental eficaz do novo nascimento: a água batismal significa que nosso nascimento para a vida divina, nos é dado o Espírito Santo. O Espírito Santo é “água viva” que jorra de Cristo crucificado como de sua fonte e que em nós jorra em Vida Eterna.
A unção com o óleo é outro símbolo do Espírito Santo. Na iniciação cristã, ela é o sinal sacramental da confirmação. Cristo (“Messias” no hebraico) significa “Ungido” do Espírito de Deus. Jesus é o Ungido de Deus de uma forma única: a humanidade que o Filho assume é totalmente “ungida do Espírito Santo”. Jesus é constituído “Cristo” pelo Espírito Santo.
O fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo. João Batista anunciou o Cristo como aquele que “batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus disse: “Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas “que se diriam de fogo” o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche Dele. São Paulo diz: “Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19).
A nuvem e a luz também são símbolos do Espírito. Estes sinais aparecem nas manifestações do Espírito Santo desde o Antigo Testamento. A Nuvem, ora escura, ora luminosa, revela o Deus vivo e salvador, escondendo a transcendência de sua Glória: com Moisés sobre a montanha do Sinai, na Tenda de Reunião e durante a caminhada no deserto. O Espírito Santo paira sobre a Virgem Maria e a cobre “com sua sombra”, para que ela conceba e dê à luz Jesus. No monte da Transfiguração, é ele que “sobrevêm na nuvem que toma” Jesus, Moisés e Elias, Pedro, Tiago e João “debaixo de sua sombra”; da Nuvem sai uma voz que diz: “Este é meu Filho, o Eleito, ouvi-o sempre” (Lc 9,34-35). É essa Nuvem que “esconde Jesus aos olhos” dos discípulos no dia da Ascensão e que o revelará Filho do Homem em sua glória no Dia de sua Vinda.
O selo é um símbolo parecido com a unção. É Cristo que “Deus marcou com seu selo” (Jo 6,27) e é nele que também o Pai nos marca com seu selo. O selo significa o efeito indelével (inapagável) da unção do Espírito Santonos sacramentos do batismo, da confirmação e da ordem. Por isso, esses três sacramentos não podem ser repetidos.
A imposição das mãos é usada como símbolo porque é impondo as mãos que Jesus cura os doentes e abençoa as criancinhas. Em nome dele, os apóstolos farão o mesmo. É pela imposição das mãos dos apóstolos que o Espírito Santo é dado. A Igreja conservou este sinal da efusão do Espírito Santo em suas epicleses (invocação) do Espírito Santo na Consagração da Missa.
O dedo é um símbolo do Espírito porque “É pelo dedo de Deus que (Jesus) expulsa os demônios”. A Lei de Deus foi escrita em tábuas de pedra “pelo dedo de Deus” (Ex 31,18), a “letra de Cristo”, entregue aos cuidados dos apóstolos” é escrita com o Espírito de Deus vivo não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, nos corações” (2Cor 3,3). O hino “Veni, Creator Spiritus” (Vem, Espírito criador) invoca o Espírito Santo como “dedo da direita paterna”.
A pomba é outro belo símbolo do Espírito. No fim do dilúvio a pomba solta por Noé volta com um ramo novo de oliveira no bico, sinal de que a terra é de novo habitável. Quando Cristo volta a subir da água de seu batismo, o Espírito Santo, em forma de uma pomba, desce sobre Ele e sobre Ele permanece. Em algumas igrejas, as Hóstias são conservadas em um recipiente metálico em forma de pomba (o columbarium) suspenso acima do altar. Prof. Felipe Aquino
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Como você imagina o Espírito Santo?
- Porque ele tem varias formas?
- Qual a forma que você mais se identifica ou que chama atenção e por quê?
2- Muitas formas tem o Espírito Santo, desenhe a forma que você mais se identificou:
A água
A unção com o óleo
O fogo
A nuvem e a luz
O selo
A imposição das mãos
O dedo
A pomba
3- E escreva uma pequena oração pedindo o Espírito Santo:
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
Celebrar: Vamos rezar todos juntos a oração que vocês escreveram dizendo a cada prece: -“Senhor envia Teu Espírito sobre nós!” 
Compromisso da semana: Rezar todas as manhãs a oração do Espírito Santo!
Anexo- 19º Encontro-
Os símbolos do Espírito Santo
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Como você imagina o Espírito Santo?
- Porque ele tem varias formas?
- Qual a forma que você mais se identifica ou que chama atenção e por quê?
2- Muitas formas tem o Espírito Santo, desenhe a forma que você mais se identificou:
A água
A unção com o óleo
O fogo
A nuvem e a luz
O selo
A imposição das mãos
O dedo
A pomba
3- E escreva uma pequena oração pedindo o Espírito Santo:
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
20º Encontro-
Os dons e os frutos do Espírito Santo
Objetivo: Fazer os catequizandos se abrirem a ação do Espírito Santo através dos e dos frutos. Fazer cartões em forma de frutas para que possam fazer a dinâmica.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “A Palavra de Deus é luz para o meu caminho!”
 Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 2, 6- 21
Aprofundamento para o catequista: 
O Catecismo da Igreja Católica diz que: “Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.”
1-Sabedoria: o Espírito Santo nos concede este dom para que possamos entender e selecionar aquilo que é mais importante na nossa vida.
2-Inteligência: Não é apenas um dom humano de entender as coisas, é muito mais do que isso; é o dom de poder sentir a presença de Deus em todos nós.
3-Conselho: Este dom nos liga a Deus e, ao mesmo tempo, nos liga às outras pessoas, ajudando uns aos outros para trilhar no caminho de Deus.
4-Fortaleza: O dom da fortaleza nos permite ser fortes diante daquelas situações difíceis e de tudo aquilo que nos provoca e teima tirar de nós a nossa fé.
5-Ciência: o dom da ciência nos leva a um conhecimento mais aprofundado de Deus. O conhecimento das coisas de Deus não está apenas no nível intelectual, mas está no nível da vivência.
6-Piedade: dom que está relacionado com a misericórdia, ou seja, Deus quer nos fazer ter piedade e compaixão.
7-Temor de Deus: Não é o dom que nos leva a ter medo de Deus, mas é o dom que nos leva à adoração de Deus. A partir do momento em que eu conheço e busco a Deus, valorizo a sua presença em nós.
O Espírito Santo, o mesmo que concede os dons aos que Lhe pedem, colhe o bom fruto também a partir Dele. Quando se fala em frutos do Espírito Santo, vem à mente uma árvore carregada de frutos, estes são bons e prósperos, pois tudo que vem de Deus é bom. “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der frutos em mim, ele o cortará; e podará todo o que der frutos, para que produza mais fruto.” (Jo 15; 1-2)
Tendo Jesus como a videira e Deus Pai como o agricultor, o Espírito Santo vem como a água que rega a árvore e faz com que ela dê bons frutos. Estes frutos são cultivados com o amor e o cuidado e são resultados dos dons que o Espírito Santificador “presenteia” seus amados filhos.
Os frutos concedidos pelo Espírito Santo são doze, sendo eles:
Caridade: A caridade é amor e é o maior dos dons, porque ela não desaparece, existe para além da morte. O céu vive no amor: “A fé e a esperança hão-de desaparecer, mas o amor jamais desaparecerá” (1 Cor. 13,8).
Alegria: Caracterizada por aquelas emoções interiores, aquela alegria interior e satisfação espiritual profunda que o Espírito Santo derrama no coração e na alma. A pessoa sente uma alegria inexplicável. Não há palavras humanas que possam descrevê-la.
Paz: É uma suavidade interior, tal como Jesus disse aos Seus apóstolos: “Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz, não como o mundo a dá, mas como Eu a dou” (Jo 14, 27). Jesus é a paz e a suavidade da alma.
Paciência: suporta as adversidades, as doenças, as contrariedades e perseguições. A paciência é o fruto essencial para que o cristão persevere na sua fé. O cristão paciente dificilmente é demovido da sua fé porque ele suporta tudo com paciência. A alma paciente é mansa e humilde, não se revolta contra o seu Deus, mas tudo suporta e aceita.
Benignidade: é a bondade que vai para além da bondade, isto é, muitas vezes fazemos um bem, mas só até certa medida. Porém, a benignidade é a execução desse bem que vai para além do que deveria ser feito.
Bondade: é fazer o bem, desinteressadamente, às pessoas. A pessoa que o faz tem um bom coração, amando verdadeiramente. A resposta de alguém que ama a sério é: “Eu amo porque amo”.
Longanimidade: é a paciência para além da paciência, é quando alguém continua a ser paciente depois de, tantas e tantas vezes, ter sido posto à prova.
Mansidão: o homem manso dificilmente se revolta. A mansidão está sempre associada à humildade e à paciência. Jesus diz, quando se refere a Si mesmo: “Vinde a Mim que Sou manso e humilde de coração que Eu vos aliviarei. Vinde a Mim que o meu jugo é suave e a minha carga é leve. Vinde a Mim todos vós que estais sobrecarregados porque Eu vos aliviarei” (Mt 11, 28-30). Este é um grande convite do Sagrado Coração de Jesus a todos nós. A mansidão é contra a ira e contra o ódio. Assim, devemos procurar ser mansos, imitando o Divino Mestre.
Fé: para além de ser o fruto do Espírito Santo é uma das virtudes teologais. A fé é um dom muito importante, sem ela desesperamose desanimamos ao longo da nossa caminhada, feita de altos e baixos, com muitas dificuldades. Sem a fé, o cristão chega a certa altura, depois de muitas dificuldades desiste e começa a levantar interrogações e deixa de praticar o bem, deixa de ir à Missa e diz: “Afinal, os que não vão à Missa, têm uma vida melhor do que a minha. Então, que me adianta ir à Missa e rezar?”. A fé leva o cristão a manter-se firme na sua caminhada, mas esta fé tem que ser conservada e protegida. Uma das maneiras é a oração que aumenta e protege a fé. A oração mantém-nos no caminho da fé e no caminho da salvação, por isso é indispensável.
Modéstia: relaciona-se com o ser discreto. A modéstia é contra a ostentação e a exibição. A modéstia é o pudor que deve acompanhar todo o cristão, pois nele habita Deus. Como tal, devemos respeitar o nosso próprio corpo, não o expondo como um mostruário. Alertai aquelas pessoas que se vestem com mini-saias, decotes exagerados, blusas transparentes, calças exageradamente apertadas, apresentando os contornos do corpo. Podemos usar roupas bonitas e arranjadas com o devido pudor e respeito pelo corpo.
Continência: é um fruto do Espírito Santo. O homem continente sabe equilibrar-se, dominando a sua sexualidade. Sabe guardar-se e proteger-se. A continência é uma grande virtude. Se os homens e as mulheres de hoje possuíssem esta grande virtude, não haveria em muitos lares tanta tristeza, tanto aborrecimento porque todos saberiam manter a castidade e a pureza. A continência é o domínio de si mesmo em relação aos instintos sexuais.
Castidade: é um fruto que leva o homem ou a mulher a manter a pureza do corpo e, conseqüentemente, a pureza da alma, não se deixando manchar, caindo em pecados contra o 6º e 9º Mandamentos. O sexto mandamento diz: “Guardai castidade nas palavras e nas obras”; e o nono mandamento diz: “Guardai castidade nos pensamentos e nos desejos.” Esses frutos nos aproximam do chamado feito por Deus a todo seu povo, o chamado a santidade e as coisas do alto.
Fonte: https://blog.cancaonova.com- C.I.C 
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- o que são dons?
- Onde recebemos os dons do Espírito Santo?
- Você conhece algum, quais?
2- Vamos colorir e escrever os dons para não esquecer, e vamos escolher um para trabalhar em nós:
3- Vamos fazer cartões em forma de frutas e colocar na nossa árvore escrevendo os frutos do Espírito Santo, cada um deve escolher o fruto que mais gosta e colocar para ser um bom fruto para todos :
Celebrar: Cada catequizando retira um fruto da arvore e faz sua oração, e cada prece responder: “Quero dar frutos saborosos Senhor!”
Compromisso da semana: praticar os dons e os frutos do Espírito Santo na nossa casa.
Anexo- 20º Encontro-
Os dons e os frutos do Espírito Santo
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- o que são dons?
- Onde recebemos os dons do Espírito Santo?
- Você conhece algum, quais?
2- Vamos colorir e escrever os dons para não esquecer, e vamos escolher um para trabalhar em nós:
3- Vamos fazer cartões em forma de frutas e colocar na nossa árvore escrevendo os frutos do Espírito Santo, cada um deve escolher o fruto que mais gosta e colocar para ser um bom fruto para todos.
21º Encontro
Creio na Santa Igreja Católica
Objetivo: Mostrar que nós somos Igreja, mas que ela foi fundada por Cristo por isso é Santa
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Senhor, só Tu Tens Palavra de vida eterna”
 Leitura do Evangelho de São Mateus 16,18
Aprofundamento para o catequista: 
Mais do que a construção de pedra ou tijolos, os membros da comunidade formam o verdadeiro povo de Deus em oração. As pessoas reunidas em nome de Jesus Cristo, constituem a verdadeira igreja de Deus. A palavra Igreja tem sua origem no vocábulo grego ekklesia, palavra utilizada para designar a assembléia do povo de Deus que se reúne para celebrar a aliança com Deus. A igreja de Deus tem como orientador, guia e mestre o próprio Jesus, que, por sua vez, conta com a ajuda de todos. Jesus é a cabeça, nós somos seus membros. Dizemos que a igreja é Santa porque tem sua origem na Santíssima Trindade. Ela é sinal do Reino de Deus instaurado por Jesus Cristo e sinal da graça de Deus no meio de nós. A santidade da igreja é conferida pelo Espírito Santo. A comunhão trinitária – Pai, Filho e Espírito Santo nos chama, como igreja, a viver também em comunidade e em participação, espelho e reflexo da comunhão de Deus Trino. A igreja é,aos olhos da fé, infalivelmente santa, pois seu fundador é o único Santo. Apesar de seus membros errarem, serem frágeis, limitados, pecadores, devido a sua condição humana, a Igreja de Jesus Cristo nunca deixará de ser santa, uma vez que a sua santidade não nasce da humanidade, mas do próprio Deus, que é Santo e a santifica com sua misericórdia, seu perdão e sua graça. Além de ser santa, a igreja também é santificadora. Jesus deixou o mandato aos seus discípulos para continuarem a missão por Ele iniciada. Por isso a igreja tem a capacidade de nos santificar por meio da vivencia dos sacramentos e da Palavra anunciada. Crer na igreja santa é, portanto, acreditar que o povo reunido em nome de Deus é santificado pelo próprio Cristo, visto que os ministros ordenados (diáconos, padres e bispos) agem no momento da celebração sacramental em nome do próprio Jesus Cristo. Essa Igreja santa é chamada ao anuncio da Boa-nova a todos sem distinção. É uma Igreja que não exclui ninguém porque segue os passos de seu fundador Jesus Cristo, o próprio Deus encarnado, Criador e Revelador de todos. Por isso, afirmamos que a Igreja Santa é Católica, ou seja, sua missão é destinada a todos, é universal; enviada em missão por Cristo à universalidade do gênero humano. A expressão “Católica” é muito importante neste artigo do Creio pois a salvação anunciada pela Igreja de Jesus Cristo é para todos, não somente para alguns. O catecismo da Igreja Católica nos ensina que o termo “católico” significa “universal”, no sentido de “totalidade”.
A Igreja é Católica porque Cristo está presente nela. “Onde está Cristo Jesus, esta a Igreja Católica”. É Católica porque, estando unida a Cristo, Cabeça da Igreja, possui a totalidade dos meios necessários para a salvação da humanidade. Ela é Católica pelo fato de ser enviada em missão pelo próprio Jesus Cristo a todos os seres humanos e também porque não se submete ao tempo, mas passa e perpassa toda a história humana até os séculos sem fim. Livro Creio – A profissão de fé explicada aos catequistas – Padres Humberto Robson de Carvalho e Rafael SpagiariGiron. 
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 a) O que é a igreja para você?
b) Quem governa a nossa igreja?
c) Porque dizemos que a igreja é Santa?
d) Porque dizemos que a igreja é Católica?
2- Entregar bexigas para as crianças, pedir que encham, amarram e comecem a brincar com elas, jogando um para o outro sem deixar cair no chão. Aos poucos, o catequista vai retirando as crianças da brincadeira de modo que vai ficando difícil para os que estão no jogo, manterem os balões no ar sem derrubar. No final explicar que a igreja, assim como os balões não pode se sustentar no ar, isso é, sozinha ou 
com poucas pessoas, ela precisa de todos nós, pois cada pessoa tem um lugar especial na igreja.
3-Vamos colorir e nos encontrar 
pois a Igreja é a nossa casa também!
Celebrar: Vamos agradecer pela Igreja: e cada prece dizer: “Senhor, queremos amar e servir através da Igreja!”
Para encerrar o catequista fala e todos repetem: Obrigado Senhor por ter nos deixado a igreja para que pudéssemos nos reunir, ouvir a sua palavra e aprender a amar comoo Senhor nos ama.
Compromisso da semana: Conhecer a Igreja que você participa, as hierarquias, as pastorais.
Anexo- 21º Encontro
Creio na Santa Igreja Católica
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 a) O que é a igreja para você?
b) Quem governa a nossa igreja?
c) Porque dizemos que a igreja é Santa?
d) Porque dizemos que a igreja é Católica?
2- Entregar bexigas para as crianças, pedir que encham, amarram e comecem a brincar com elas, jogando um para o outro sem deixar cair no chão. Aos poucos, o catequista vai retirando as crianças da brincadeira de modo que vai ficando difícil para os que estão no jogo, manterem os balões no ar sem derrubar. No final explicar que a igreja, assim como os balões não pode se sustentar no ar, isso é, sozinha ou 
com poucas pessoas, ela precisa de todos nós, pois cada pessoa tem um lugar especial na igreja.
3-Vamos colorir e 
nos encontrar 
pois, a Igreja 
é a nossa casa 
também!
22º Encontro
Creio na Comunhão dos Santos
Objetivo: Levá-los a entender que a comunhão entre os Cristãos não termina nem mesmo com a morte.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Senhor, Tua palavra nos conduz a santidade”
 Leitura da Primeira carta aos Coríntios 12,26-27 
Aprofundamento para o catequista: 
No dia 1º de novembro celebramos o dia de todos os Santos. E quando falamos todos os Santos, não estamos falando somente dos Santos “famosos” que vemos as imagens nos altares das igrejas, mas de todas as pessoas comuns, como nós, que já morreram e que passaram pela vida fazendo o bem, vivendo uma vida de santidade e que já se encontram na glória de Deus. Existem muitos santos que nem mesmo conhecemos, mas que já vivem e participam da comunhão divina. Os que hoje vemos imagens nas igrejas são pessoas que foram canonizadas, isso é: realizaram milagres em nome de Jesus, e a Igreja Católica, depois de examinar bem a vida deles, pode autenticar esses milagres como sendo verdadeiros. Essas pessoas nos deram exemplos de vida Santa que devemos seguir, através do testemunho heróico da fé. A morte não nos separa do corpo místico de Cristo, ao contrário, nos leva a plena comunhão, bem unidos à Cristo nesse mundo, quando morrermos continuaremos a fazer parte da Igreja. A Igreja nos ensina que nos reunimos em três estados: Igreja Militante – Todos nós que caminhamos nesta vida rumo ao conhecimento pleno da graça de Deus. Igreja Padecente – Todos que já partiram, já estão salvos, mas por algum motivo esperam para estarem plenos na glória (purgatório). Igreja Triunfante – Todos que já participam da graça de poder contemplar Cristo face a face. A união dos que estão na terra com os irmãos que descansam na paz de Cristo, de maneira alguma se interrompem. Existe uma comunhão com Cristo, com toda a igreja dos que estão aqui, os que esperam e os que já se encontram no céu. Acreditamos que os Santos, lá junto de Deus se interessam por nós e oram sem cessar para que um dia estejamos junto deles na glória de Deus. A profissão de fé explicada aos catequistas – Padres Humberto Robson de Carvalho e Rafael Spagiari Giron. (Editora Paulus) 
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) Quem são os Santos para vocês?
b) Porque vocês acham que eles são chamados de Santos?
c) Vocês conhecem a vida de algum Santo?
d) Qual a importância da vida dos Santos pra nós?
2- Dinâmica:
Levar um aparelho de telefone. Explicar que quando estamos com saudade de alguém que está longe de nós e queremos falar com essa pessoa, usamos um telefone. Até mesmo quando precisamos da ajuda de alguém, de um favor. Pedir que as crianças se lembrem de alguma pessoa da família que já tenha morrido e que gostariam de falar alguma coisa. E façam uma oração para essa pessoa usando o telefone.
3- Vamos colorir 
e pedir a intercessão de todos os Santos?!
Celebrar: Senhor, como é bom saber que temos Santos no céu, que nem mesmo conhecemos, mas que já vivem e participam da comunhão divina.Vamos rezar por todos os que já estão no céu: os Santos. Pedir que eles nos ajudem a santificar todos os dias a nossa vida, rezando : 
-“Senhor, santifica nossa vida!” 
Compromisso: 
Durante a semana quando não estamos com os nossos irmãos aqui na igreja, procurar praticar a comunhão dos Santos rezando pelos que já faleceram.
Anexo -22º Encontro
Creio na Comunhão dos Santos
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) Quem são os Santos para vocês?
b) Porque vocês acham que eles são chamados de Santos?
c) Vocês conhecem a vida de algum Santo?
d) Qual a importância da vida dos Santos pra nós?
2- Dinâmica:
Levar um aparelho de telefone. Explicar que quando estamos com saudade de alguém que está longe de nós e queremos falar com essa pessoa, usamos um telefone. Até mesmo quando precisamos da ajuda de alguém, de um favor. Pedir que as crianças se lembrem de alguma pessoa da família que já tenha morrido e que gostariam de falar alguma coisa. E façam uma oração para essa pessoa usando o telefone.
3- Vamos colorir 
e pedir a intercessão de todos os Santos?!
23º ENCONTRO
CREIO NA REMISSÃO DOS PECADOS- (O PECADO)
Objetivo: Mostrar a origem do pecado. O que ele faz na nossa vida e o que temos que fazer para sermos libertos do pecado.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Senhor, Tua Palavra nos ensina a misericórdia”
 Leitura do Evangelho de São João 20, 22-23 
Aprofundamento para o catequista: 
O significado da palavra remissão no contexto da Igreja Católica quer dizer abolir definitivamente os pecados e as conseqüências de suas penalidades. A remissão dos pecados é uma realidade oferecida bondosamente por Deus por meio da igreja para todos aqueles que acreditam em seu projeto salvador e aderem a Ele, confiando em sua infinita misericórdia e arrependendo-se verdadeiramente dos seus pecados. Deus ao se fazer presente no meio da humanidade por meio de seu Filho Jesus Cristo, compreende os anseios e inclinações para o bem e para o mal, presentes na vida dos seres humanos. Jesus viveu em tudo, a condição humana, menos o pecado (Hb 4,15). Assim sendo, Jesus foi capaz de compreender o quanto a união com Deus é mais importante do que o pecado cometido: Deus ama o pecador, e não o pecado. No tempo de Jesus, os fariseus atribuíam o perdão dos pecados a Deus, acreditava que os pecados eram perdoados mediante os sacrifícios de animais oferecidos, durante os ritos judaicos. Jesus mostra a eles que o Pai não quer nem necessita de sacrifícios desprovidos de amor e vida, mas deseja que o coração sinta o arrependimento e o desejo de mudanças. A salvação vem, portanto, do perdão e da misericórdia e não dos sacrifícios. A postura de Jesus descrita nos relatos dos Evangelhos que tratam do perdão dos pecados (Mt 26,28; Lc7,36-50; Lc24,47; Mt9,18) é sempre de bondade e misericórdia, e nunca vingativa. Essa foi a atitude de Jesus. E depois de ressuscitado, antes de ir definitivamente para o Pai e retornar à glória da Trindade, deixa aos seus apóstolos o poder de perdoar os pecados, recebido do Pai (Jo 20,22-23). O apostolo Paulo afirma que a graça de Deus é visível ao pecador que se arrepende e se propõe à vida nova com Cristo (Rm5,20-21). A remissão dos pecados está intimamenterelacionada à graça do arrependimento das faltas cometidas. Podemos dizer que todos os sacramentos, a começar do Batismo, e culminando na Eucaristia, de certo modo servem à remissão dos pecados, porém, o sacramento da reconciliação ou penitência é especificamente determinado para esse fim. O sacramento da reconciliação ou penitência é algo essencial para que todo cristão, e, sobretudo o catequista, possam retomar a sua vida de discípulo-missionário, em sintonia com o Mestre e Senhor. É a expressão do amor misericordioso de Deus que nos reconcilia com ele e, por sua vez, nos faz reconciliar com os irmãos. Por isso, é recomendado que os fiéis discípulos procurem o ministro ordenado (bispo ou presbítero), para a realização do sacramento da confissão. A igreja insiste que pelo menos uma vez por ano, por ocasião da Páscoa, o penitente faça a sua confissão, começando com um exame de consciência. O penitente deve mergulhar no mais profundo de si à luz da Palavra de Deus e dos ensinamentos da Igreja e buscar todos os pecados praticados, quer pessoais ou sociais, e deles pedir perdão ao Pai de misericórdia, com o maior arrependimento ou contrição do coração e somente aí procura o padre (Cristo no meio de nós) e confessa os seus pecados. O confessor irá apresentar uma penitencia que corresponde a reparação do pecado e através de uma formula já estabelecida o confessor perdoa os pecados. O perdão de Deus é uma graça e um dom inestimável que a igreja oferece aos seus fiéis. Crer na remissão dos pecados é acreditar no perdão e na misericórdia divina, mas também na possibilidade e capacidade de nos tornarmos melhores do que já somos. Livro: A profissão de fé explicada aos catequistas – Padres Humberto Robson de Carvalho e Rafael Spagiari Giron. 
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar examinar a nossa vida e ver quais os pecados que temos cometido e que tem me impedido de ser uma pessoa melhor?
a) O que você entende por pecado?
b) Como surgiu o pecado?
c) Qualquer pecado pode ser perdoado?
2-Dinâmica:
Levar para a catequese 3 copos transparentes. No 1º escrever, Eu e colocar água, no 2º Pecado e colocar iodo (farmácia) e no 3º escrever Cristo e colocar água sanitária. Não precisa encher, pode ser até a metade e não precisa falar o que contem em cada um deles.
Explicar que quando Deus criou o mundo não existia o pecado (mostrar o copo com água limpinha). Porém, o pecado entrou no mundo e manchou a vida do homem (colocar um pouco do iodo no copo com água que ficará escuro).
Por último (mostrar o copo com água sanitária) explicar que Cristo veio no mundo para nos libertar do pecado. Colocar um pouco da água sanitária no copo EU, que voltará a ficar clara, explicando que Cristo é o único que pode nos purificar, que quando nos arrependemos e confessamos (confissão com o padre) o nosso pecado, Ele nos perdoa e voltamos a ficar limpos até pecarmos novamente. E porque Cristo pode fazer isso? Pegar o iodo (pecado) e colocar um pouco no copo Cristo que não ficará escuro, mostrando que o pecado não tem poder sobre o Cristo.
Celebrar: Hoje vamos rezar para que o nosso coração seja purificado assim como fizemos com a água, vamos fechar os olhos e pensar no pecado que me incomoda que eu tenha praticado (momento de silêncio, o catequista faz uma oração de perdão). 
Meus Deus, hoje pude entender o que é o pecado e o mal que ele faz em mim. Te pedimos perdão por todas as vezes que pecamos e não reconhecemos nossos erros. O catequista fala e os catequizandos repetem: Peço que o Senhor me ajude para que eu não volte a pecar. Amém!
Compromisso da semana:
Procurar ser melhor, corrigir os erros, se necessário pedir perdão para alguém que tenha ofendido.
Anexo- 23º ENCONTRO
CREIO NA REMISSÃO DOS PECADOS- (O PECADO)
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar examinar a nossa vida e ver quais os pecados que temos cometido e que tem me impedido de ser uma pessoa melhor?
a) O que você entende por pecado?
b) Como surgiu o pecado?
c) Qualquer pecado pode ser perdoado?
2-Dinâmica:
Levar para a catequese 3 copos transparentes. 
- No 1º escrever, Eu , 
- No 2º Pecado 
- No 3º escrever Cristo 
Não precisa encher, pode ser até a metade 
- Explicar que quando Deus criou o mundo não existia o pecado (mostrar o copo com água limpinha). 
Porém, o pecado entrou no mundo e manchou a vida do homem. Despejar um pouco do liquido do segundo copo no primeiro. 
Por último explicar que Cristo veio no mundo para nos libertar do pecado. Despejar um pouco do liquido do terceiro copo no primeiro, escrito EU, que a água voltará a ficar clara. 
explicando que Cristo é o único que pode nos purificar, que quando nos arrependemos e confessamos (confissão com o padre) o nosso pecado, Ele nos perdoa e voltamos a ficar limpos até pecarmos novamente. E porque Cristo pode fazer isso? 
- Pegar o liquido escuro e colocar um pouco no copo Cristo, que não ficará escuro, mostrando que o pecado não tem poder sobre o Cristo.
24º ENCONTRO
CREIO NA REMISSÃO DOS PECADOS
 (A SALVAÇÃO EM JESUS CRISTO)
Objetivo: Mostrar aos catequizandos que o nosso Salvador é Jesus. A Salvação só vem por meio de Cristo. E a Igreja coopera na Salvação. Preparar cartãozinho para os catequizandos escreverem uma mensagem ao padre.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Senhor, ouvimos Tua Palavra através da Tua Igreja!”
 Leitura da Marcos 16,15-16
Aprofundamento para o catequista: 
O Símbolo dos Apóstolos liga a fé no perdão dos pecados à fé no Espírito Santo, mas também à fé na Igreja e na comunhão dos santos. Foi ao dar o Espírito Santo aos Apóstolos que Cristo ressuscitado lhes transmitiu o seu próprio poder divino de perdoar os pecados: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos» (Jo 20, 22-23). Um só Batismo para a remissão dos pecados. Nosso Senhor ligou o perdão dos pecados à fé e ao Batismo. O Batismo é o primeiro e principal sacramento do perdão dos pecados, porque nos une a Cristo, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação (546), a fim de que também nós vivamos numa vida nova (Rm 6, 4).No momento em que fazemos a nossa primeira profissão de fé, ao receber o santo Batismo que nos purifica, o perdão que recebemos é tão pleno e total que não fica absolutamente nada por apagar, quer da falta original, quer das faltas cometidas de própria vontade por ação ou omissão; nem qualquer pena a suportar para as expiar. Mas apesar disso, a graça do Batismo não isenta ninguém de nenhuma das enfermidades da natureza. Pelo contrário, resta-nos ainda combater os movimentos da concupiscência, que não cessam de nos arrastar para o mal. Neste combate contra a inclinação para o mal, quem seria suficientemente forte e vigilante para evitar todas as feridas do pecado? Portanto, se era necessário que a Igreja tivesse o poder de perdoar os pecados, era também necessário que o Batismo não fosse para ela o único meio de se servir destas chaves do Reino dos céus que tinha recebido de Jesus Cristo; era necessário que fosse capaz de perdoar as faltas a todos os penitentes que tivessem pecado, até mesmo ao último dia da sua vida. É pelo sacramento da Penitência que o batizado pode ser reconciliado com Deus e com a Igreja. Os Santos Padres tiveram razão quando chamaram à Penitência um "batismo laborioso". Este sacramento da Penitência é necessário para a salvação daqueles que caíram depois do Baptismo, tal como o próprio Baptismo o é para os que ainda não foram regenerados. Depois da ressurreição, Cristo enviou os seus Apóstolos a anunciara todos os povos o arrependimento em seu nome, com vista à remissão dos pecados (Lc 24, 47). Este ministério da reconciliação (2 Cor 5, 18), não o cumprem os Apóstolos e os seus sucessores somente anunciando aos homens o perdão de Deus que nos foi merecido por Jesus Cristo, e chamando-os à conversão e à fé; mas também comunicando-lhes a remissão dos pecados pelo Batismo e reconciliando-os com Deus e com a Igreja, graças ao poder das chaves recebido de Cristo. A Igreja recebeu as chaves do Reino dos céus, para que nela se faça a remissão dos pecados pelo Sangue de Cristo e a ação do Espírito Santo. É nesta Igreja que a alma, morta pelos pecados, recupera a vida para viver com Cristo, cuja graça nos salvou.  Não há nenhuma falta, por mais grave que seja, que a santa Igreja não possa perdoar. Nem há pessoa, por muito má e culpável que seja, a quem não deva ser proposta a esperança certa do perdão, desde que se arrependa verdadeiramente dos seus erros. Cristo, que morreu por todos os homens, quer que na sua Igreja as portas do perdão estejam sempre abertas a todo aquele que se afastar do pecado. A catequese deve esforçar-se por despertar e alimentar, entre os fiéis, a fé na grandeza incomparável do dom que Cristo ressuscitado fez à sua Igreja: a missão e o poder de verdadeiramente perdoar os pecados, pelo ministério dos Apóstolos e seus sucessores. O Senhor quer que os seus discípulos tenham um poder imenso: Ele quer que os sacerdotes receberam um poder que Deus não deu nem aos anjos nem aos arcanjos. Deus sanciona lá em cima tudo o que os sacerdotes fazem cá em baixo. Se na Igreja não houvesse a remissão dos pecados, nada havia a esperar, não existiria qualquer esperança duma vida eterna, duma libertação eterna. 
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Você acha que podemos ser perdoados sempre?
- Como podemos ser perdoados hoje?
- Porque temos que nos confessar com padre para ter o perdão de nossos pecados?
2- Vamos colorir, pensar e responder, 
quem nos deixou este 
Sinal de Salvação?
E que sinal é esse?
3- Caminhar para 
Salvação é preciso 
todos os dias.
Quais são os passos 
para chegar até ela? 
Diga 5 passos!
1-___________________________
2-___________________________
3-___________________________
4-___________________________
5-___________________________
Celebrar: hoje vamos agradecer porque Jesus nos deixou a Sua Igreja e os padres, rezando:
- “Senhor, nunca nos falte os sacerdotes!” 
Compromisso da semana: Escrever um bilhete para o padre da minha paróquia agradecendo por ele conceder através da Igreja o perdão dos pecados para aqueles que o procuram.
Anexo- 24º ENCONTRO
CREIO NA REMISSÃO DOS PECADOS
 (A SALVAÇÃO EM JESUS CRISTO)
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Você acha que podemos ser perdoados sempre?
- Como podemos ser perdoados hoje?
- Porque temos que nos confessar com padre para ter o perdão de nossos pecados?
2- Vamos colorir,
 pensar e responder, 
quem nos deixou este 
Sinal de Salvação? 
E que sinal é esse?
3- Caminhar para 
Salvação é preciso 
todos os dias.
Quais são os passos 
para chegar até ela? 
Diga 5 passos!
1-___________________________
2-___________________________
3-___________________________
4-___________________________
5-___________________________
25º ENCONTRO 
CREIO NA RESSURREIÇÃO DA CARNE (1ª PARTE)
(A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A NOSSA)
Objetivo:- Mostrar que da mesma forma que Cristo ressuscitou dos mortos e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre em Cristo Ressuscitado.
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos.
- Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
“Senhor Deus, que nos destes Jesus ressuscitado, e por Ele nos deste a vida eterna. Dá-nos forças para distribuirmos alegria aos nossos irmãos, dar maior valor à vida, e força para testemunharmos a Ressurreição de Jesus.” Rezar o Creio. 
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Senhor, quero anunciar a Tua Palavra!”
 Leitura do Evangelho de São Marcos 16,15-16
Aprofundamento para o catequista: 
“O Credo cristão – profissão da nossa fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e na sua ação criadora, salvadora e santificadora – culmina na proclamação da ressurreição dos mortos no fim dos tempos, e na vida eterna. “Cremos firmemente – e assim esperamos – que, da mesma forma que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado e que ele os ressuscitará no último dia. Como a ressurreição de Cristo, também a nossa será obra da Santíssima Trindade.” “O termo “carne” designa o homem na sua condição de fraqueza e imortalidade. A “ressurreição da carne” significa que após a morte não haverá somente a vida da alma imortal, mas que mesmo os nossos “corpos mortais” (Rm 8,11) readquirirão vida. Crer na ressurreição dos mortos foi, desde os inícios, um elemento essencial da fé cristã. “Como podem alguns dentre vós dizer que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é também a vossa fé, Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram” (1Cor 15,12-14.20) I - A Ressurreição de Cristo e a nossa. A ressurreição dos mortos foi revelada progressivamente por Deus a seu povo. “Jesus a ensina com firmeza, aos saduceus que a negam, ele responde: “Não é por isto que errais, desconhecendo tanto as Escrituras como o poder de Deus” “ (Mc 12,24). A fé na ressurreição baseia-se na fé em Deus, que “não é um Deus dos mortos, mas dos vivos” (Mc 12,27). Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo 11,25). E Jesus mesmo quem, no último dia, há de ressuscitar os que nele tiverem crido e que tiverem comido o seu corpo e bebido o seu sangue. O que significa “ressurreição da carne”? Significa que o estado definitivo do homem não será apenas a alma espiritual separada do corpo, mas que também os nossos corpos mortais um dia readquirirão a vida. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Qual a relação entre Ressurreição de Cristo e a nossa?Como Cristo ressurgiu verdadeiramente dos mortos e vive para sempre, assim ele próprio ressuscitará a todos no último dia, com um corpo incorruptível: “Aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação” (Jo 5,29). Com a morte, o que acontece com o nosso corpo e a nossa alma? Com a morte, separação da alma e do corpo, o corpo cai na corrupção, ao passo que a alma, que é imortal, se encaminha para o juízo de Deus e espera unir-se novamente ao corpo quando ele ressurgir transformado na volta do Senhor. Compreender como acontecerá a ressurreição supera as possibilidades da nossa imaginação e do nosso intelecto. O que significa morrer em Cristo? Significa morrer na graça de Deus, sem pecado mortal. O crente em Cristo, seguindo o seu exemplo, pode assim transformar a própria morte num ato de obediência e de amor para com o Pai. “É digna de fé esta palavra: Se já morremos com ele, com ele viveremos” (2 Tm 2,11) Ler Leitura: 1Coríntios 15,12-15.20; outras: Lucas 16,19-31; Romanos 8,11 -Compêndio do Catecismo da Igreja Católica - CIC - Bíblia Sagrada – Edição Pastoral
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Para onde iremos após a nossa morte? 
- O que acontecerá com o nosso corpo? 
- O que significa a afirmação: “Creio na ressurreição da carne”?
2- Após a reflexão, o catequista deverá ler a Leitura da Primeira Carta aos Coríntios 15,12-15.20. Refletir sobre a leitura: “em Corinto, alguns pensam que, depois da morte, a alma continua vivendo sozinha, abandonandoa matéria e o corpo, que são considerados coisas más e inferiores. Outros pensam que tudo termina com a morte e que é melhor aproveitar o momento presente. Paulo mostra que ambas as opiniões são contrárias ao núcleo da fé cristã, porque se os mortos não ressuscitam verdadeiramente, nem Cristo ressuscitou
3- Vamos colorir e descobrir 
que vamos ressuscitar 
com Cristo em corpo glorioso,
onde só haverá o amor!
Celebrar:- Rezar a Oração da “Salve Rainha”, pedindo à Mãe de Jesus e nossa Mãe que Ela interceda por nós junto de Deus, na hora de nossa morte. 
Compromisso da semana- A ressurreição de Jesus é garantia de nossa ressurreição para a Vida Eterna. A Eternidade depende do que fazemos de nossa vida. Não deixemos nossa conversão para amanhã. Na missa revivemos a Paixão Morte e a Ressurreição de Jesus. Procure participar sempre da missa aos domingos.
ANEXO- 25º ENCONTRO 
CREIO NA RESSURREIÇÃO DA CARNE (1ª PARTE)
(A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A NOSSA)
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Para onde iremos após a nossa morte? 
- O que acontecerá com o nosso corpo? 
- O que significa a afirmação: “Creio na ressurreição da carne”?
2- Após a reflexão, o catequista deverá ler a Leitura da Primeira Carta aos Coríntios 15,12-15.20. Refletir sobre a leitura: “em Corinto, alguns pensam que, depois da morte, a alma continua vivendo sozinha, abandonando a matéria e o corpo, que são considerados coisas más e inferiores. Outros pensam que tudo termina com a morte e que é melhor aproveitar o momento presente. Paulo mostra que ambas as opiniões são contrárias ao núcleo da fé cristã, porque se os mortos não ressuscitam verdadeiramente, nem Cristo ressuscitou
3- Vamos colorir e descobrir 
que vamos ressuscitar 
com Cristo em corpo glorioso,
onde só haverá o amor!
26º Encontro-
 Creio na ressurreição da carne ( 2ª parte)
Objetivo: Mostrar que a morte é algo natural e inerente a todo ser humano, todos que nascem um dia morrem. Aqueles que morrem na graça de Deus esses participam da morte de Cristo em vista da sua ressurreição. 
Acolhida: acolher de forma bem alegre a todos. Por isso vamos arrumar o ambiente de forma alegre e para festejar a vida que ganhamos de presente com a entrega de Cristo na cruz e colocar também uma imagem de Nossa Senhora lembrando da certeza da vida eterna
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
 Rezar a Profissão de Fé: Creio em ...
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
- Recitar e os catequizandos repetem: 
 - “Tua Palavra é luz para o meu caminho, Aleluia!”
 Leitura da carta aos Romanos 6,17-23
Aprofundamento para o catequista: 
Para ressuscitar com Cristo, temos de morrer com Cristo, temos (2 Cor 5, 8). Nesta partida que é a morte, a alma é separada do corpo. Voltará a juntar-se-lhe no dia da ressurreição dos mortos. A morte do corpo é natural: mas sabemos pela fé que a morte é, de fato, salário do pecado (Rm 6, 23). E para aqueles que morrem na graça de Cristo, é uma participação na morte do Senhor, a fim de poder participar na sua ressurreição. A morte é o termo da vida terrena. As nossas vidas são medidas pelo tempo no decurso do qual nós mudamos e envelhecemos. E como acontece com todos os seres vivos da terra, a morte surge como o fim normal da vida. Este aspecto da morte confere uma urgência às nossas vidas: a lembrança da nossa condição de mortais também serve para nos lembrar de que temos um tempo limitado para realizar a nossa vida: Lembra-te do teu Criador nos dias da mocidade, antes que o pó regresse à terra, donde veio, e o espírito volte para Deus que o concede (Ecl 12, 1.7). A morte é conseqüência do pecado. Intérprete autêntico das afirmações da Sagrada Escritura e da Tradição, o Magistério da Igreja ensina que a morte entrou no mundo por causa do pecado do homem. Embora o homem possuísse uma natureza mortal. Deus destinava-o a não morrer. A morte foi, portanto, contrária aos desígnios de Deus Criador e entrou no mundo como conseqüência do pecado. A morte corporal, de que o homem estaria isento se não tivesse pecado, é, pois, o último inimigo (1 Cor 15, 26) do homem a ter de ser vencido. A morte é transformada por Cristo. Jesus, Filho de Deus, também sofreu a morte, própria da condição humana. Mas apesar da repugnância que sentiu perante ela (assumiu-a num ato de submissão total e livre à vontade do Pai. A obediência de Jesus transformou em bênção a maldição da morte. Graças a Cristo, a morte cristã tem um sentido positivo. Para mim, viver é Cristo e morrer é lucro (Fl. 1, 21). É digna de fé esta palavra: se tivermos morrido com Cristo, também com Ele viveremos (2 Tm 2, 11). A novidade essencial da morte cristã está nisto: pelo Batismo, o cristão já morreu com Cristo sacramentalmente para viver uma vida nova; se morremos na graça de Cristo, a morte física consuma este morrer com Cristo e completa assim a nossa incorporação n'Ele, no seu ato redentor: Diz-nos o Papa Francisco: não é fácil compreender a ressurreição da carne estando imerso neste mundo, mas o Evangelho ilumina os fiéis neste caminho. “Porque Ele ressuscitou, também nós ressuscitaremos” “Porque Ele ressuscitou também nós ressuscitaremos” Sobre o significado da ressurreição, o Santo Padre explicou que, com a morte, a alma separa-se do corpo. Mas, no último dia, Deus restituirá a vida ao corpo e vai juntá-lo à alma. Essa transfiguração do corpo é preparada, já nesta vida, no relacionamento com Jesus, nos sacramentos, especialmente na Eucaristia. “Se Jesus está vivo, vocês pensam que Ele nos deixará morrer e não nos ressuscitará? Não! Ele nos espera. Porque Ele ressuscitou, a força da Sua Ressurreição ressuscitará todos nós. Já nesta vida temos uma participação na Ressurreição de Cristo. A vida eterna começa já neste momento”. Pelo batismo, conforme lembrou o Pontífice, o ser humano foi inserido na morte e na Ressurreição de Cristo, participando de uma vida nova. Assim, o corpo de cada um é ressonância de eternidade, de forma que deve ser respeitado. “Esta é a nossa alegria: um dia, encontrar Jesus. Todos nós, juntos, não aqui na praça, mas em outro lugar, alegres com Cristo. Este é o nosso destino”.
CIC e discurso do Papa Francisco em sua catequese das quartas – feiras.
- Dialogo e dinâmica 
1- O Creio continua a contar a história de Jesus. Ele depois de ter sofrido e morrer por nós na cruz foi colocado no tumulo como todos os homens. Mas Ele não morreu como os homens ao terceiro dia Ele ressuscitou verdadeiramente em corpo e Espírito. Isso para nos mostrar que Ele venceu a morte e que ressuscitaremos com Ele.
Relacione as palavras da direita com as que aparecem na esquerda:
1-Filho de Deus ( ) Túmulo 
2-Nos afasta de Deus ( ) Acreditar, assumir, tomar para si
3-Madeiro onde Jesus morreu ( ) Jesus Cristo
4-Onde Jesus foi enterrado ( ) Viver para sempre
5-Depois de 3 dias () Pecado
6- Creio ( ) Cruz
7-Ressurreição de Cristo ( ) Ressuscitou
3-Crer que Jesus ressuscitou verdadeiramente em carne e Espírito é a principal herança da nossa Fé. Pois é nela que se baseia a nossa esperança. Cristo ressuscitou verdadeiramente. Ele ressuscitou. Aleluia.
Descubra onde estão, procurando no caça palavras as palavras em negrito.
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Celebrar: Ascender uma vela e ter uma cruz nas mãos. E cada invocação cada um passa a cruz um para o outro até chegar na mesa onde está a vela acesa sentido da luz da ressurreição
- Cada um agora faça seu pedido de esperança, juntos a cada oração rezemos: 
“Tua luz Senhor, brilhe sobre nós!”
- Senhor aceita a nossa Fé como gratidão de tantas maravilhas que faz por nós, faça com que a cada dia possamos fazer brilhar a Tua Luz no mundo, assim como Maria nossa mãe, por isso rezamos: 
Ave Maria, cheia de graça...
Compromisso da semana:
Em casa vamos pedir para a nossa família rezar conosco a profissão de Fé: o Creio nas intenções de todos os nossos parentes e amigos que já faleceram.
Anexo: 26º Encontro-
Creio na ressurreição da carne (2ª parte)
1-O Creio continua a contar a história de Jesus. Ele depois de ter sofrido e morrer por nós na cruz foi colocado no tumulo como todos os homens. Mas Ele não morreu como os homens ao terceiro dia Ele ressuscitou verdadeiramente em corpo e Espírito. 
-Relacione as palavras da direita com as que aparecem na esquerda:
1-Filho de Deus ( ) Túmulo 
2-Nos afasta de Deus ( ) Acreditar, assumir, tomar para si
3-Madeiro onde Jesus morreu ( ) Jesus Cristo
4-Onde Jesus foi enterrado ( ) Viver para sempre
5-Depois de 3 dias ( ) Pecado
6- Creio ( ) Cruz
7-Ressurreição de Cristo ( ) Ressuscitou
2-Crer que Jesus ressuscitou verdadeiramente em carne e Espírito é a principal herança da nossa Fé. Pois é nela que se baseia a nossa esperança. Cristo ressuscitou verdadeiramente. Ele ressuscitou. Aleluia!
Descubra onde estão procurando no caça palavras as palavras em negrito.
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27º Encontro – Creio na vida eterna
(o juízo particular - O julgamento de Deus no Primeiro Testamento) 
Objetivo: Fazer com que os catequizando sintam que são muito amados, por Deus, por seus pais, pela Igreja e que está vida deve se viver intensamente por amor. 
Fazer um grande coração de pano vermelho com TNT, com um buraco no meio e coloca- lo esticado na sala (usá-lo na hora das preces).
Acolhida: acolher a todos com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Senhor, hoje queremos agradecer pela nossa vida. Pela vida de todas as pessoas que conhecemos, aquelas que gostamos bastante e aqueles que não gostamos muito. Queremos pedir por todos que sofrem principalmente as crianças, que nunca falte para elas amor, carinho, paz, saúde, e uma família. E que todos nós sejamos abençoados com a tua Graça. Pedimos a nossa Mãe Maria que seja sempre o nosso modelo de vida, por isso eu rezamos: Ave Maria...
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
O catequista recita e as crianças repetem: 
- “Eu creio na vida eterna e na feliz ressurreição”, Aleluia!
- Leitura do Evangelho de Lucas 23, 32-44
Aprofundamento para o catequista: 
Deus, nosso Criador e nosso Redentor, escolheram para si Israel como seu povo e lhe revelou sua Lei, preparando, assim, a vinda de Cristo. A Lei de Moisés exprime diversas verdades naturalmente acessíveis à razão. Estas se acham declaradas e autenticadas no interior da aliança da salvação. A Lei Antiga é o primeiro estágio da Lei revelação. Suas prescrições morais estão resumidas nos Dez Mandamentos. Os preceitos do Decálogo assentam as bases da vocação do homem, feito à imagem de Deus; proíbem aquilo que é contrário ao amor de Deus e do próximo e prescrevem o que lhe é essencial. O Decálogo é uma luz oferecida à consciência de todo homem, para lhe manifestar o chamamento e os caminhos de Deus e protegê-lo do mal: Deus escreveu nas tábuas da lei aquilo que os homens não conseguiam ler em seus corações. Segundo tradição cristã, a lei santa, espiritual e boa ainda é imperfeita. Como um pedagogo, ela mostra o que se deve fazer, mas não dá por si mesma a força, a graça do Espírito para cumpri-la. Por causa do pecado que não pode tirar, é ainda uma lei de servidão. "A lei é profecia e pedagogia das realidades futuras.” Profetiza e pressagia a obra da libertação do pecado, que se realizará com Cristo, e fornece ao Novo Testamento as imagens, os "tipos", os símbolos, para exprimir a vida segundo o Espírito. A Lei se completa, enfim, pelo ensinamento dos livros sapienciais e dos profetas que a orientam para a nova aliança e o Reino dos Céus. Houve, sob o regime da Antiga Aliança, pessoas que possuíam a caridade e a graça do Espírito Santo e aspiravam, sobretudo às promessas espirituais e eternas, e deste modo se ligavam à nova lei. Inversamente, existem também sob a nova aliança homens carnais, ainda longe da perfeição da nova Lei. Para os estimular às obras virtuosas, foram necessários o temor do castigo e diversas promessas temporais, até sob a Nova Aliança. Em todo caso, mesmo que a Lei Antiga prescrevesse a caridade, ela não dava o Espírito Santo pelo qual "o amor de Deus derramado em nossos corações". A Antiga Lei é o primeiro estágio da Lei revelada. Suas prescrições morais se acham resumidas nos Dez Mandamentos. 1981 A Lei de Moisés contém diversas verdades naturalmente acessíveis à razão. Deus as revelou porque os homens não as conseguiam ler em seu coração. O juízo da consciência Presente no coração da pessoa, a consciência moral lhe impõe, no momento oportuno, fazer o bem e evitar o mal. Julga, portanto, as escolhas concretas, aprovando as boas e denunciando as más. Atesta a autoridade da verdade referente ao Bem supremo, de quem a pessoa humana recebe a atração e acolhe os mandamentos. Quando escuta a consciência moral, o homem prudente pode ouvir a Deus, que fala. A dignidade da pessoa humana implica e exige a retidão da consciência moral. A consciência moral compreende a percepção dos princípios da moralidade ("sindérese"), sua aplicação a circunstâncias determinadas por um discernimento prático das razões e dos bens e, finalmente, o juízo feito sobre atos concretos a praticar ou já praticados. A verdade sobre o bem moral, declarada na lei da razão, é reconhecida prática e concretamente pelo juízo prudente da consciência. Chamamos de prudente o homem que faz suas opções de acordo com este juízo. A consciência permite assumir a responsabilidade dos atos praticados. Se o homem comete o mal, o julgamento justo da consciência pode continuar nele como testemunho da verdade universal do bem e ao mesmo tempo da malícia de sua escolha singular. O veredito do juízo de consciência continua sendo um penhor de esperança e misericórdia. Atestando a falta cometida lembra a necessidade de pedir perdão, de praticar novamente o bem e de cultivar sem cessar a virtude com a graça de Deus. Diante dele tranqüilizaremos nosso coração, se nosso coração nos acusa, porque Deus é maior que nosso coração e conhece todas as coisas (1 Jo 3,19-20). O homem tem o direito de agir com consciência e liberdade, a fim de tomar pessoalmente as decisões morais. "O homem não pode ser forçado a agir contra a própria consciência. Mas também não há de ser impedido de proceder segundo a consciência, sobretudo em matéria religiosa." CIC 
- Dialogo e dinâmica 
1-Vamos conversar:
- Qual foi a atitude dos dois ladrões que foram crucificadosao lado de Jesus?
- O que será que aconteceu com o ladrão que pediu perdão a Jesus no alto da cruz?
- Para conquistar a vida eterna como temos que agir?
- O que significa mandar tijolos para a construção de nossa casa no céu? 
2- Contar a estória do homem que enviou tijolos e papelão para sua casa no céu. E ir montando uma casa com cartaz. Eva ou material de sua escolha.
“Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. São Pedro o recebeu e chamou o anjo para levá-lo a sua casa, levou-o por várias ruas e foi lhe mostrando as casas e moradias. Passaram por uma linda casa com belos jardins. O homem perguntou: - Quem mora aí? O anjo respondeu: - É o Antonio, aquele seu motorista que morreu no ano passado. O homem ficou pensando: "Puxa! O Antonio tem uma casa dessas e foi meu motorista! Aqui deve ser muito bom!”Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita. - E aqui, quem mora? - perguntou o homem. O anjo respondeu: - Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira. O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser no mínimo um palácio. Estava ansioso por vê-la. E continuou a andar. Depois de muito caminhar e as casas ir cada vez sendo mais simples, o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e papelão e disse: - Esta é a sua casa! O homem ficou indignado: - Como é possível! Meus empregados tem belas casas, como eu que fui o patrão de todos eles vou morar nesse barraco de tabuas e papelão? Vocês sabem construir coisa muito melhor. Eu exijo uma casa igual, ou melhor, a que tem meus empregados – Nós sabemos construir casas mais belas que a de seus empregados - respondeu o anjo – e continuo, mas nós construímos apenas a casa. O material é você mesmo que manda e nos envia lá de baixo da vida que você viveu. Você só enviou isso! Você só pensou na sua vida na terra e não mandou nada que pudesse construir a sua vida eterna. Cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade. É na vida e nas escolhas que fazemos com nossas atitudes de cada dia que mandamos material para a construção da vida eterna.
3-Para colorir e escrever três atitudes que devemos ter aqui enquanto vivemos, para construir uma bela morada no céu!
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Celebrar: 
Vamos pegar o coração vermelho e esticar duas pontas no meio da nossa sala. Duas crianças podem segurar e a cada oração vamos passar pelo meio dele sabendo que simboliza o coração de Deus que nos acolhe e quer receber de nós o nosso amor para a construção da vida eterna. E a nossa resposta a cada oração será: “Acolhe-nos Senhor no Teu amor! rezemos: Creio em Deus Pai...
Compromisso da semana:
Nestes dias vamos praticar as boas obras de misericórdia corporais que são:
1ª Dar de comer a quem tem fome;
2ª Dar de beber a quem tem sede;
3ª Vestir os nus;
4ª Dar pousada aos peregrinos;
5ª Assistir aos enfermos;
6ª Visitar os presos;
7ª Enterrar os mortos.
Anexo - 27º Encontro – Creio na vida eterna
(o juízo particular - O julgamento de Deus no Primeiro Testamento) - Dialogo e dinâmica 
1-Vamos conversar:
- Qual foi a atitude dos dois ladrões que foram crucificados ao lado de Jesus?
- O que será que aconteceu com o ladrão que pediu perdão a Jesus no alto da cruz?
- Para conquistar a vida eterna como temos que agir?
- Como podemos mandar tijolos para a construção de nossa morada no céu? 
2-Contar a estória do homem que enviou tijolos e papelão para sua casa no céu.
E ir montando uma casa com cartaz, e.v.a ou material de sua escolha.
3- Para colorir e escrever três atitudes que devemos ter aqui para construir uma bela morada no céu!
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28º Encontro – Creio na vida eterna (o juízo particular - 
O julgamento de Deus no Novo Testamento) 
Objetivo: Valorizar a vida que temos. Mostrar para os catequizandos que em Jesus é possível viver em comunhão. Partilhando nossos dons materiais e espirituais estaremos ajudando na construção do Reino de Deus. A vida eterna só será uma realidade quando fazemos as escolhas certas vivendo a liberdade de filhos de Deus. 
Reproduza no Word um cartão com as seguintes frases com atitudes de Maria nossa Mãe, para ser usado nas preces, todos deverão receber.
	Prudência: Assim como Maria eu quero agir com equilíbrio e Sabedoria.
	Temperança: Assim como Maria eu quero sempre ter autocontrole, renuncia e moderação.
	Fortaleza: Assim como Maria eu quero perseverar em fazer o bem com amor e a superar as coisas difíceis.
	Justiça: Assim como Maria eu quero respeitar o direito de todos, defender a dignidade das pessoas e fazer possível o bem comum.
	Fé: Assim como Maria eu quero sempre acreditar nos planos de Deus para ajudar na construção do Reino de Deus.
	Esperança: Assim como Maria eu quero desejar e a esperar tempos melhores em nossa vida aqui na terra e a ter a certeza de que conquistaremos a vida eterna.
	Caridade: Assim como Maria eu quero viver a virtude perfeita o Amor e viver de maneira simples e concreta nas atitudes do dia a dia da minha vida.
Acolhida: 
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Rezar após oração espontânea: Pai nosso...
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
- Dar para cada catequizando um pedaço de papel em branco. Escreva em um cartaz várias palavras feias, defeitos, mas ações ( briga, guerra, roubar, matar, jogar, quebrar, fofocar, palavrões, chingar, e outros) de modo que tenha uma palavra para cada um escolher. À medida que cada um escolher vai se apagando a palavra feia e a criança escreva uma que é contraria aquela que ela escolheu (amizade, paz, devolver, viver, delicadeza, consertar, elogiar, amor, e outros)
Iluminar:
O catequista recita e as crianças repetem: 
- “Minha vida tem sentido cada vez que venho aqui, e te faço meu pedido de não me esquecer de Ti”
- Leitura do Evangelho de Mateus 25, 14-30
Aprofundamento para o catequista: 
Deus tem chamado ao homem a participar da vida da Santíssima Trindade. Esta vocação à vida eterna é sobrenatural. Para nos conduzir a este fim último sobrenatural, concede-nos já nesta terra um início dessa participação que será plena no céu. Este dom é a graça santificante é o dom gratuito que Deus nos concede de sua vida, infundida pelo Espírito Santo em nossa alma, para curá-la do pecado e santificá-lá. É uma participação na vida de Deus que nos diviniza é, portanto, uma nova vida, sobrenatural; como um novo nascimento pelo que somos constituídos em filhos de Deus por adoção, partícipes da filiação natural do Filho, introduz-nos assim na intimidade da vida trinitária. Como filhos adotivos, podemos chamar Pai a Deus, em união com o Filho único. É graça de Cristo, porque na situação presente, isto é, após o pecado e da Redenção feita por Jesus Cristo, a graça chega-nos como participação da graça de Cristo de sua plenitude todos temos recebido graça sobre graça (Jo 1, 16). A graça nos configura com Cristo (Rm 8, 29). A primeira obra da graça em nós é a justificação. Chama-se justificação a passagem do estado de pecado ao estado graça (ou “de justiça", porque a graça faz-nos “justos"). Esta tem lugar no Batismo e a cada vez que Deus perdoa os pecados mortais e infunde a graça santificante (ordinariamente no sacramento da penitência). 
A santificação é o progresso em santidade; consiste na união cada vez mais íntima com Deus até chegar a ser não só outro Cristo senão ipse Christus, o mesmo Cristo [10]: isto é, uma só coisa com Cristo, como membro seu (1 Co 12, 27). Para crescer em santidade é necessário cooperar livremente com a graça, e isto requer esforço, luta, por causaque recebem a Palavra de Deus mas ficam só pra si, deixando de anunciar e testemunhá-la.
3) pedra : material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si.Pessoas quese fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidascomo vaso nas mãos do oleiro.
4) esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim queapertá-la ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água quepurifica e restaura. É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa quetransforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus.
Celebrar:
Vamos agradecer por este encontro, pela nossa Fé, pela nossa Igreja, enfim vamos fazer nossos pedidos rezando:
Queremos te seguir, Senhor.
Compromisso da semana- Dar testemunho de sua fé em todos os ambientes por onde vive.
1- Vamos fazer juntos:
Anexo- 2º ENCONTRO
CREIO
- Diálogo e dinâmica 
a) O que significa a palavra crer para vocês?
b) Em que coisas ou em quem você acredita?
c) Quais as verdades (valores) que vocês acreditam e que são de fato importantes para vocês?
Dinâmica: Viver a Palavra de Deus 
- Tema: fé e testemunho.
- Material: uma tigela com água, um giz, uma pedra e uma esponja.
Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus. Também pode tomar algum texto Bíblico que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro da realidade que o dirigente de cada grupo deseja atingir.
5) água: fonte que restaura, purifica e que gera vida. Simboliza aqui a Palavra e o agride Deus na sua vida.
6) giz: feito de cal e que absorve para si toda água. Simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus, mas ficam só pra si, deixando de anunciar e testemunhá-la.
7) pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si. Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro.
8) esponja: depois de molhada absolve certa quantidade de água, assim que apertá-la ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura. É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus.
Celebrar:
Vamos agradecer por este encontro, pela nossa Fé, pela nossa Igreja, enfim vamos fazer nossos pedidos rezando:
Queremos te seguir, Senhor.
Compromisso da semana- Dar testemunho de sua fé em todos os ambientes por onde vive.
2- Vamos fazer juntos:
3º ENCONTRO
CREIO EM DEUS PAI TODO-PODEROSO
Objetivo: Mostrar que Deus é Pai e manifesta seu poder no amor.
Acolhida: Acolher com alegria a todos.
Oração inicial: Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.	 
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Tudo que criaste Senhor, é bom!”
Leitura de Evangelho de Marcos 1,9-11
Aprofundamento para o catequista
Ao designar a Deus como o nome de Pai, a linguagem de fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é a origem primeira de tudo. E ao mesmo tempo é bondade e solicitude de amor para todos os seus filhos e filhas. 
A linguagem da fé inspira-se assim na experiência humana dos pais (genitores) que são de certo modo os primeiros representantes de Deus para o homem. Nós nos tornamos filhos de Deus pelo Batismo. Isso nos dá o direito de chamar de “ABBA, PAI”, porque nos tornamos seus filhos adotivos pela graça, participando da filiação natural de seu Filho Jesus Cristo.
Fiel ao testemunho da Escritura, a Igreja dirige com freqüência sua prece ao Deus Todo Poderoso e eterno, crendo firmemente que nada é impossível a Ele. Se não cremos que o amor de Deus é todo-poderoso, como crer que o Pai pôde nos criar o Filho nos remir e o Espírito nos santificar? Mt 7,21; Mc 1,9-11
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
– Quem é Deus para você? (único, crer Nele)
 – Deus se revela a nós através das qualidades e dons que temos. Isto nos mostra o quanto somos parecidos com Deus. Sendo assim, o que você vê nas pessoas que te lembra o jeito de ser de Deus? 		 
(Amar, deixar livre, perdoar, ser amigo, querer o bem do outro, confiar)
– De que modo nos tornamos filhos de Deus? (Pelo Batismo)
Vamos perceber na Bíblia algumas citações que nos mostram Deus como Pai:
- Deus é Pai do seu povo: Is 63,16
- Deus é criador: Dt 32,6
- Deus é um Pai de ternura: Jr 3,19
- Jesus nos ensina que o Pai revela seus segredos aos pequeninos: Mt 11,25-27
- Os filhos de Deus se submetem a Deus que é Pai: Mt 5, 44-48
- Deus é Pai de Jesus
2- Copie a citação bíblica acima que mais chamou a sua atenção?
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2- Faça um círculo nas palavras que condizem com Deus que é Pai.
Celebrar: 
Acreditar que Deus criou tudo para que sejamos felizes, por isso temos muito para agradecer e pedir, e a nossa resposta será:
Te damos graças Senhor!
Compromisso da semana - Rezar a oração do Pai-Nosso todos os dias, com o compromisso de tratar a todos como irmãos
Anexo- 3º ENCONTRO
CREIO EM DEUS PAI TODO-PODEROSO
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
– Quem é Deus para você? 
 – Deus se revela a nós através das qualidades e dons que temos. Isto nos mostra o quanto somos parecidos com Deus. Sendo assim, o que você vê nas pessoas que te lembra o jeito de ser de Deus? 		 
– De que modo nos tornamos filhos de Deus? 
Vamos perceber na Bíblia algumas citações que nos mostram Deus como Pai:
- Deus é Pai do seu povo: Is 63,16
- Deus é criador: Dt 32,6
- Deus é um Pai de ternura: Jr 3,19
- Jesus nos ensina que o Pai revela seus segredos aos pequeninos: Mt 11,25-27
- Os filhos de Deus se submetem a Deus que é Pai: Mt 5, 44-48
- Deus é Pai de Jesus
2- Copie a citação bíblica acima que mais chamou a sua atenção?
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
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2- Faça um círculo nas palavras que condizem com Deus que é Pai.
4º ENCONTRO
CRIADOR DO CÉU E DA TERRA
Objetivo: Mostrar que Deus é o Criador de todas as coisas
Acolhida: Acolher cada um com alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:
O catequista recita e as crianças repetem: 
“A minha alma canta a Ti Senhor, Quão grande és Tu”
Leitura do Livro do Gênesis 1, 1 – 31
Aprofundamento para o catequista
A criação é o fundamento de “todos desígnios salvíficos de Deus”, “o começo da história da salvação” que culmina em Cristo. A criação do mundo não é um fenômeno puramente natural, mas é obra de Deus Criador. A Bíblia nos explica isso através da fé. A existência de Deus Criador pode ser conhecida com certeza através de suas obras. É por isso que a fé vem confirmar e iluminar a razão na compreensão correta desta verdade: “Foi pela fé que reconhecemos que o mundo foi formado pela Palavra de Deus e que as coisas visíveis se originaram do invisível”. Hb 11,3Deus não tem outra razão para criar a não ser o seu amor e a sua bondade. A criação tem sua perfeição própria, mas não saiu completamente acabada das mãos do Criador. Ela é criada “emda desordem introduzida pelo pecado. «Não há santidade sem renúncia e sem combate espiritual. As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais do entendimento e da vontade que regulam nossos atos, ordenam nossas paixões e guiam nossa conduta segundo a razão e a fé. Entre as virtudes humanas há quatro chamadas cardeais porque todas as demais se agrupam em torno delas. São a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança
— A prudência «é a virtude que dispõe a razão prática a discernir em toda circunstância nosso verdadeiro bem e a eleger os meios retos para realizá-lo» 
— A justiça «é a virtude moral que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido»
— A fortaleza «é a virtude moral que assegura nas dificuldades a firmeza e a constância na busca do bem. Reafirma a resolução de resistir às tentações e de superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza faz capaz de vencer o temor, inclusive à morte, e de fazer frente às provas e às perseguições.
— A temperança «é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e busca o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos. A pessoa temperada orienta para o bem seus apetites sensíveis, e não se deixa arrastar pelas paixões. Com respeito às virtudes morais, afirma-se que in medio virtus. Isto significa que a virtude moral consiste em um meio entre um defeito e um excesso. A virtude não é uma chamada à mediocridade. A virtude não é o meio-termo entre dois ou mais vícios, mas a retidão da vontade que, como um cume, se opõe a todos os abismos que são os vícios. O Papa Francisco disse que, de fato, não é fácil compreender a ressurreição da carne estando imerso neste mundo, mas o Evangelho ilumina os fiéis neste caminho. Ele elencou alguns aspectos que dizem respeito à relação entre a Ressurreição de Cristo e a ressurreição do homem. “Porque Ele ressuscitou, também nós ressuscitaremos”, afirmou o Papa, enfatizando que Jesus leva o homem consigo em seu caminho de retorno ao Pai, doando aos Seus discípulos o Espírito Santo. Essa espera constitui uma esperança que, se cultivada e protegida, torna-se luz para a história pessoal e comunitária. “Lembremos sempre: somos discípulos d’Aquele que veio, vêm todos os dias e virá no final. Se conseguirmos ter mais presente essa realidade, estaremos menos cansados do cotidiano, menos prisioneiros do efêmero e mais dispostos a caminhar com coração misericordioso na via da salvação”. Sobre o significado da ressurreição, o Santo Padre explicou que, com a morte, a alma separa-se do corpo. Mas, no último dia, Deus restituirá a vida ao corpo e vai juntá-lo à alma. Essa transfiguração do corpo é preparada, já nesta vida, no relacionamento com Jesus, nos sacramentos, especialmente na Eucaristia. “Se Jesus está vivo, vocês pensam que Ele nos deixará morrer e não nos ressuscitará? Não! Ele nos espera. Porque Ele ressuscitou, a força da Sua Ressurreição ressuscitará todos nós. Já nesta vida temos uma participação na Ressurreição de Cristo. A vida eterna começa já neste momento”. Pelo batismo, conforme lembrou o Pontífice, o ser humano foi inserido na morte e na Ressurreição de Cristo, participando de uma vida nova. Assim, o corpo de cada um é ressonância de eternidade, de forma que deve ser respeitado. “Esta é a nossa alegria: um dia, encontrar Jesus. Todos nós, juntos, não aqui na praça, mas em outro lugar, alegres com Cristo. Este é o nosso destino. CIC 1998- 
Catequese do Papa Francisco sobre a ressurreição da carne na quarta feira
- Dialogo e dinâmica 
1-Vamos conversar:
- Jesus nos ensinou uma forma nova de chegar até a vida eterna, como será?
- O que Jesus nos pede para ser um servo bom e fiel?
- O que você pensa sobre sempre fazer o bem?
2-Cada catequizando pegue o cartão com a palavra que escreveu, diga a palavra em voz alta e porque escolheu esta palavra e o que significa para você. Que cada um fale e diga como construir uma vida melhor e como pensa que será a vida eterna. Fazer uma reflexão sobre as nossas atitudes que constroem a vida eterna e a ressurreição da carne.
3- Preencha esta pequena cruzadinha e represente por meio de um desenho uma atitude de bondade para a construção da vida eterna.
Celebrar: 
Distribua entre os catequizando as atitudes de Maria de forma que todos recebam e em formas de oração recitem o que está escrito. E cada oração responder:
- “Senhor eu creio no Teu amor!”
Senhor queremos ter atitudes como Maria, escuta o nosso coração que ainda não conhece todas as coisas, faze-nos cada vez mais próximo de Jesus, que o nosso agir, o nosso pensar esteja sempre de acordo com a Tua vontade. Assim queremos ser missionários do teu amor por isso cremos: Creio em Deus Pai todo poderoso...
Compromisso da semana
Nestes dias queremos realizar algumas obras de misericórdia espirituais que são:
1ª Dar bom conselho;
2ª Ensinar os ignorantes;
3ª Corrigir os que erram;
4ª Consolar os aflitos;
5ª Perdoar as injúrias;
6ª Sofrer com paciência as fraquezas
do nosso próximo;
7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos
Anexo- 28º Encontro – Creio na vida eterna (o juízo particular - 
O julgamento de Deus no Novo Testamento) 
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Jesus nos ensinou uma forma nova de chegar até a vida eterna, como será?
- O que Jesus nos pede para ser um servo bom e fiel?
- O que você pensa sobre sempre fazer o bem?
2-Cada catequizando pegue o cartão com a palavra que escreveu, diga a palavra em voz alta e porque escolheu esta palavra e o que significa para ele Que cada um fale e diga como construir uma vida melhor e como pensa que será a vida eterna. Fazer uma reflexão sobre as nossas atitudes que constroem a vida eterna r a ressurreição da carne.
3- Preencha esta pequena cruzadinha e represente por meio de um desenho uma atitude de bondade para a construção da vida eterna.
29º Encontro –
Creio na vida Eterna (o céu)
Objetivo:- Mostrar que cremos na vida eterna e que ela inicia-se logo depois da morte e não terá fim. Iremos contemplar Deus face a face.
Acolhida:- Acolher a todos com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
 “Senhor Jesus, ajude-nos a vivermos e guardarmos com amor o que estamos aprendendo sobre a oração do Creio, que é nossa Regra de Fé. Amém”. Rezar a Oração do Creio.
Iluminar:- O catequista recita e as crianças repetem: 
- “Senhor tua Palavra livra-me do mal!”
- Leitura do Evangelho de São Lucas 16, 19-31
Aprofundamento para o catequista: 
 “O Juízo Particular – A morte põe fim à vida do homem como tempo aberto ao acolhimento ou à recusa da graça divina manifestada em Cristo. O Novo Testamento fala do juízo principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na segunda vinda deste, mas repetidas vezes afirma também a retribuição, imediatamente depois da morte, de cada um em função das suas obras e da sua fé. A parábola do pobre Lázaro e a palavra de Cristo na cruz ao bom ladrão, assim como outros textos do Novo Testamento falam de um destino último da alma, que pode ser diferente para uns e outros. Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja através de uma purificação, seja para entrar de imediato na felicidade do céu, seja para condenar-se de imediato para sempre. (CIC 1021, 1022)”. O que é a vida eterna? A vida eterna é a que terá início logo depois da morte. Ela não terá fim. Será precedida para cada um por um juízo particular por obra de Cristo, juiz dos vivos e dos mortos, e será sancionada pelo juízo final. 1020.1051. (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica – Edições Loyola – São Paulo) O que é o Juízo Particular? É o juízo de retribuição imediata, que cada qual, desde a sua morte, recebe de Deus na sua alma imortal, em relação à sua fé e às suas obras. Essa retribuição consiste no acesso à bem-aventurança do céu, imediatamente ou depois de uma adequada purificação, ouna condenação eterna no inferno. 1021 – 1022 1051”C.I.C. O que se entende por céu? Por céu se entende o estado de felicidade suprema e definitiva. Os que morrem na graça de Deus e não tem necessidade de ulterior purificação são reunidos em torno de Jesus e de Maria, dos anjos e dos santos. Formam assim a Igreja do céu, onde eles vêem a Deus ‘face a face’ (1Cor 13,12), vivem em comunhão de amor com a Santíssima Trindade e intercedem por nós. 1023-1026. 1053 (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica – Edições Loyola) Catecismo da Igreja Católica, Edições Loyola/Editora Vozes.
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
Refletir sobre a parábola: que o homem rico preocupava-se apenas consigo mesmo e não dava importância ao pobre Lázaro. Muitas vezes esquecemos do próximo e de o ajudarmos em suas necessidades. O rico satisfeito com os seus bens materiais acaba perdendo o sentido da vida eterna e da própria fé. É necessário fazermos coisas boas aqui na terra, para ganharmos o céu. Aquilo que colocamos na Árvore da vida é que nos levará ao céu.
2-Dinâmica:
- Árvore da vida e da morte - objetivo refletir sobre os sinais de vida e morte. Material um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta, papel. Cada um escreve sinais de vida e morte que existem na família, comunidade, cidade, escola e penduram nas árvores respectivas (exemplos: de vida: solidariedade partilha afeto, caridade, benção, amor, amparo, doação, preservação, socorro, gratidão, paz, bondade, amizade, perdão esperança, compreensão, compaixão, etc.. De morte: divisão, miséria, indiferença, intolerância, opressão, ganância, egoísmo, ódio, injustiça, guerra, vaidade, individualismo, preconceito, raiva, violência, medo, guerra.
3- Após, diante de uma mesa preparada com vela acesa, flores, imagem de Nossa Senhora, de uma cruz, pedir para que os catequizandos escrevam uma oração para suas famílias ou para si próprios, para que não tenham a atitude do rico e sim abra o coração para Deus que o levará à partilha com os irmãos.
Celebrar:- Cada catequizando poderá ler a oração que escreveu, e responderemos, 
- “Senhor, queremos um coração semelhante ao Vosso.”
Compromisso da semana: No nosso dia a dia costumamos cometer erros. Existem faltas corriqueiras e acabamos nos acostumando com elas. Outras, porém, são mais sérias. Precisamos estar vigilantes porque podemos nos acostumar com o mal e acabar achando que é normal. Vamos nos comprometer a melhorar, agir fazendo sempre o bem.
Anexo- 29º Encontro –
Creio na vida Eterna (o céu)
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
Refletir sobre a parábola: que o homem rico preocupava-se apenas consigo mesmo e não dava importância ao pobre Lázaro. Muitas vezes esquecemos do próximo e de o ajudarmos em suas necessidades. O rico satisfeito com os seus bens materiais acaba perdendo o sentido da vida eterna e da própria fé. É necessário fazermos coisas boas aqui na terra, para ganharmos o céu. Aquilo que colocamos na Árvore da vida é que nos levará ao céu.
2-Dinâmica:
- Árvore da vida e da morte - objetivo refletir sobre os sinais de vida e morte. Material um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta, papel. Cada um escreve sinais de vida e morte que existem na família, comunidade, cidade, escola e penduram nas árvores respectivas (exemplos: de vida: solidariedade partilha afeto, caridade, benção, amor, amparo, doação, preservação, socorro, gratidão, paz, bondade, amizade, perdão esperança, compreensão, compaixão, etc.. De morte: divisão, miséria, indiferença, intolerância, opressão, ganância, egoísmo, ódio, injustiça, guerra, vaidade, individualismo, preconceito, raiva, violência, medo, guerra, etc.). Após, o catequista deverá refletir sobre os papéis colocados, finalizando com orações espontâneas. 
3- Após, diante de uma mesa preparada com vela acesa, flores, imagem de Nossa Senhora, de uma cruz, pedir para que os catequizandos escrevam uma oração para suas famílias ou para si próprios, para que não tenham a atitude do rico e sim abra o coração para Deus que o levará à partilha com os irmãos.
30º Encontro – 
Creio na vida Eterna (o purgatório)
Objetivo:- Mostrar que mesmo os que crêem na vida eterna, embora morram na amizade de Deus, ainda têm necessidade de purificação para entrar na bem aventurança celeste. (Preparar o filme para este encontro.)
Acolhida:- Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! (pode ser espontânea ou:) “Senhor Jesus, aumentai a nossa fé, para que ela seja nosso guia nos momentos difíceis; aumentai a nossa fé para que na hora de nossa morte, ela nos leve a crer na ressurreição. Amém”. Rezar a Oração do Creio.
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar:- 
O catequista recita e as crianças repetem: 
- “Só tu tens Palavra de vida eterna, Senhor”
Leitura do Evangelho de São Lucas 16,19- 31
Aprofundamento para o catequista: 
“Purgatório – (ou purificação final) CIC 1030. “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrarem na alegria do céu. A Igreja denomina Purgatória esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório, sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referencia a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador. O que é o purgatório? O purgatório é o estado dos que morrem na amizade de Deus, mas embora certos de sua salvação eterna, têm ainda necessidade de purificação para entrar na bem-aventurança celeste. Como podemos ajudar a purificação das almas do purgatório? Em virtude da comunhão dos santos, os fiéis ainda peregrinos nesta terra podem ajudar as almas do purgatório, oferecendo por elas orações de sufrágio, em particular o Sacrifício eucarístico, mas também esmolas, indulgências e obras de penitência. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica – C.I.C
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- O que nos diz a parábola do pobre Lázaro?
- Como devemos agir para alcançar a vida eterna?
- Todos podem ir para o céu?
2- Hora de cinema:
- filme/desenho explicativo encontrado na internet: https://youtu.be/6leKCbMb7pA (“YouTube – Donjojohannes- BirettBallettKathmedia 3MC63 - O que é purgatório?”)
3-Vamos descobrir o que o Salmo 26,4 nos diz, trocando os números pelas letras:
A=1, B=2, C=3, D=4, E=5, H=6, I=7, M=9, N=10, O=11, P=12, Q=13, R=14, S=15, T=16, U=17, V=18, 19=Ç, 20=J, 21=É, 22=Ó.
__________________ ____ __________ ______________ ______
1+11+15+5+10+6+11+14 5+17 12+5+19+11 1+12+5+10+1+15 17+9+1
_____________ __ _____ __________ ____________ ______________
3+11+7+15+15 21 15+22 7+15+16+11 13+17+5 5+17 4+5+15+5+20+11
_______________ ______ _________________________ _____
6+1+2+7+16+1+14 10+11 15+1+10+16+17+1+14+7+11 4+11
_______________ ________________ ___ _________ _______
15+5+10+6+11+14 12+11+14+16+11+4+1 1 9+7+10+6+1 18+7+4+1
(Resposta: “Ao Senhor eu peço apenas uma coisa e é só isto, que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida”)
Celebrar:- Vamos rezar para que todos possam se esforçar par alcançar a vida eterna, rezando;
-“Senhor, quero habitar em Tua casa”
Compromisso da semana: Fazer um desenho de uma cruz e cada catequizando deverá escrever atrás da cruz, um ou mais nomes de pessoas/familiares que já faleceram e deverão fazer uma oração para elas.
Anexo- 30º Encontro – 
Creio na vida Eterna (o purgatório)
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- O que nosdiz a parábola do pobre Lázaro?
- Como devemos agir para alcançar a vida eterna?
- Todos podem ir para o céu?
2- Hora de cinema:
- filme/desenho explicativo encontrado na internet: https://youtu.be/6leKCbMb7pA (“YouTube – Donjojohannes- BirettBallettKathmedia 3MC63 - O que é purgatório?”)
3-Vamos descobrir o que o Salmo 26,4 nos diz, trocando os números pelas letras:
A=1, B=2, C=3, D=4, E=5, H=6, I=7, M=9, N=10, O=11, P=12, Q=13, R=14, S=15, T=16, U=17, V=18, 19=Ç, 20=J, 21=É, 22=Ó.
__________________ ____ __________ ______________ ______
1+11+15+5+10+6+11+14 5+17 12+5+19+11 1+12+5+10+1+15 17+9+1
_____________ __ _____ __________ ____________ ______________
3+11+7+15+15 21 15+22 7+15+16+11 13+17+5 5+17 4+5+15+5+20+11
_______________ ______ _________________________ _____
6+1+2+7+16+1+14 10+11 15+1+10+16+17+1+14+7+11 4+11
_______________ ________________ ___ _________ _______
15+5+10+6+11+14 12+11+14+16+11+4+1 1 9+7+10+6+1 18+7+4+1
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image57.jpegestado de caminhada” para uma perfeição última a ser ainda atingida, para qual Deus a destinou.
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
– O que significa criar? (Dar origem)
– Como o mundo foi criado? (Por Deus)
– Qual o sentido da origem do mundo? (A salvação do povo)
2- Dinâmica:
 - Materiais: garrafa PET vazia e 7 pedaços de papel.
- Desenvolvimento: escreva em cada pedaço de papel o que foi feito em cada dia da criação (p. ex., 1º dia: Deus criou a luz, etc...) pegue a garrafa e coloque os papéis dentro dela. Colocar as crianças sentadas em círculo gire a garrafa rapidamente e, quando ela parar, estará apontada para alguém. Esta criança abrirá um papel e fará mímica para que os demais adivinhem qual dos 7 dias ela tirou, quem adivinhar ganha a vez de girar a garrafa, e assim sucessivamente. Ao final todos fixarão o que foi criado em cada dia, tendo como moral que tudo o que Deus criou é bom.
3- Responda com carinho
- O que é preciso fazer para não acabar com a natureza rica e bela que Deus criou?
_____________________________________________________________________________________________________
– O que o homem tem feito com a criação de Deus?
____________________________________________________________________________________________________
- Deus nos ama. Nos criou por amor, em Jesus, para realizar boas obras. Como podemos corresponder ao amor de Deus por nós?
____________________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________________
4-Enumere no desenho
 a seguir a ordem 
da criação.
Celebrar: 
Cada um de nós deve ser sempre agradecido por ser a criação mais bela de todas, rezemos juntos a cada prece:
“Senhor Sua bondade me enche o coração”
Compromisso da semana: Observar a natureza admirando a criação de Deus. Procurar valorizar e cuidar de tudo que existe. Conversar com os pais sobre o nosso encontro e desenhar a criação do mundo.
Anexo- 4º ENCONTRO 
CRIADOR DO CÉU E DA TERRA
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
1 – O que significa criar? 
2 – Como o mundo foi criado? 
3 - Qual o sentido da origem do mundo? 
2- Dinâmica:
 - Materiais: garrafa PET vazia e 7 pedaços de papel.
- Desenvolvimento: escreva em cada pedaço de papel o que foi feito em cada dia da criação (p. ex., 1º dia: Deus criou a luz, etc...) pegue a garrafa e coloque os papéis dentro dela. Colocar as crianças sentadas em círculo gire a garrafa rapidamente e, quando ela parar, estará apontada para alguém. Esta criança abrirá um papel e fará mímica para que os demais adivinhem qual dos 7 dias ela tirou, quem adivinhar ganha a vez de girar a garrafa, e assim sucessivamente. Ao final todos fixarão o que foi criado em cada dia, tendo como moral que tudo o que Deus criou é bom.
3- Responda com carinho
- O que é preciso fazer para não acabar com a natureza rica e bela que Deus criou?
_____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________
– O que o homem tem feito com a criação de Deus?
____________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
- Deus nos ama. Nos criou por amor, em Jesus, para realizar boas obras. Como podemos corresponder ao amor de Deus por nós?
4-Enumere no desenho a seguir a ordem da criação.
5º ENCONTRO
EXISTÊNCIA DO MUNDO INVISÍVEL – OS ANJOS
Objetivo: Mostrar que o anjo é um mensageiro de Deus e é nosso protetor.
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“A Tua Palavra ilumina o meu caminho e a minha vida”
Leitura do Evangelho de São Lucas 1, 5 – 20
Aprofundamento para o catequista
A existência de seres espirituais, não corporais, que a Sagrada Escritura chama habitualmente de “ANJOS”, é uma verdade de fé.
Os anjos são servidores e mensageiros de Deus, porque contemplam “constantemente a face do Pai que está nos céus”, são “poderosos executores e obedientes ao som de sua palavra”.
A vida da Igreja se beneficia da ajuda misteriosa e poderosa dos anjos. Na sua Liturgia, a Igreja se associa aos anjos para adorar a Deus três vezes Santo e festeja mais particularmente a memória de alguns anjos (Gabriel, Rafael e Miguel, os anjos da guarda).
Desde a infância até a morte, a vida humana é cercada pela sua proteção e pela sua intercessão. “Cada fiel é ladeado por um anjo protetor e pastor para conduzi-lo à vida”. Ainda aqui na terra, a vida cristã participa na fé, da sociedade bem aventurada dos anjos e dos homens, unidos em Deus. You Cat: Anjos são criaturas de Deus puramente espirituais, que têm inteligência e vontade. Não são corporais nem mortais e normalmente não são visíveis. Vivem constantemente na presença de Deus e transmitem aos seres humanos a vontade de Deus e a sua proteção.
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 – Vocês já ouviram falar de anjos? O que são?
 – Como vocês imaginam que eles são?
 – Vocês conhecem o nome de algum anjo?
 – Qual a importância deles para nós? Porque será que eles existem? 
(São seguidores e mensageiros de Deus no mundo, existem para nos proteger)
2- Vamos perceber na Bíblia algumas citações que nos mostram três arcanjos, mensageiros de Deus:
- Tobias 12, 1-15: Arcanjo __________________
- Lucas 1, 26-36: Arcanjo ___________________
- Daniel 12, 1: Arcanjo _____________________
3– Os anjos vivem na presença de Deus, nós também devemos buscar esta presença e para isso, precisamos muito da oração. Verifique como anda sua vida de oração com o “teste” abaixo:
A) Rezo todos os dias antes de me levantar e de deitar:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
B) Tenho participado da missa dominical:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
C) Agradeço a Deus o alimento e tudo o que tenho:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
D) Sempre me lembro de Deus quando estou feliz:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
E) Converso com Deus nos meus momentos difíceis:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
Agora, conte: 
2 pontos para cada resposta “SIM”, 
1 ponto para cada resposta “ÁS VEZES” 
 0 ponto para as respostas “NÃO”. 
Some o total e leia abaixo a mensagem correspondente ao número de pontos que você fez:
10 a 7 pontos: Continue crescendo cada vez mais na presença de Deus.
6 a 3 pontos: Bom, mas pode melhorar mais, não é?
2 a 0 pontos: Lembre-se: assim como precisamos de alimento para o corpo, nossa vida espiritual precisa da amizade com Deus. Que tal se esforçar pra valer?
Celebrar: Vamos nos colocar em oração, pedindo que os anjos sempre nos ajudem a encontrar Jesus. A cada prece rezemos: 
-Senhor, guardai-nos do mal!
Compromisso da semana: Vamos nesta semana rezar a oração do anjo da guarda com a nossa família.
Anexo- 5º ENCONTRO
EXISTÊNCIA DO MUNDO INVISÍVEL – OS ANJOS
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 – Vocês já ouviram falar de anjos? O que são?
 – Como vocês imaginam que eles são?
 – Vocês conhecem o nome de algum anjo?
 – Qual a importância deles para nós? Porque será que eles existem? 
2- Vamos perceber na Bíblia algumas citações que nos mostram três arcanjos, mensageiros de Deus:
- Tobias 12, 1-15: Arcanjo __________________
- Lucas 1, 26-36: Arcanjo ___________________
- Daniel 12, 1: Arcanjo _____________________
3– Verifique como anda sua vida de oração a exemplo dos anjos, com o “teste” abaixo:
A) Rezo todos os dias antes de me levantar e de deitar:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES () NÃO
B) Tenho participado da missa dominical:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
C) Agradeço a Deus o alimento e tudo o que tenho:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
D) Sempre me lembro de Deus quando estou feliz:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
E) Converso com Deus nos meus momentos difíceis:
( ) SIM ( ) ÀS VEZES ( ) NÃO
Agora, conte: 
2 pontos para cada resposta “SIM”, 
1 ponto para cada resposta “ÁS VEZES” 
 0 ponto para as respostas “NÃO”. 
Some o total e leia abaixo a mensagem correspondente ao número de pontos que você fez:
10 a 7 pontos: Continue crescendo cada vez mais na presença de Deus.
6 a 3 pontos: Bom, mas pode melhorar mais, não é?
2 a 0 pontos: Lembre-se: assim como precisamos de alimento para o corpo, nossa vida espiritual precisa da amizade com Deus. Que tal se esforçar pra valer?
6º Encontro
O HOMEM
Objetivo: Deus criou o homem e a mulher, à sua imagem e semelhança
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“ Pela Tua Palavra Senhor tudo foi criado”
Leitura do Livro do Gênesis 2, 18-25 
Aprofundamento para o catequista
O homem ocupa um lugar único na criação, isto quer dizer que o homem é diferente de todos os seres criados por Deus. De todas as criaturas visíveis, só o homem é “capaz de conhecer e amar o seu Criador”, ele é “a única criatura na terra que Deus quis em si mesma”, só ele é chamado a compartilhar pelo conhecimento e o amor, a vida de Deus. Foi para este fim que o homem foi criado e aí reside a razão fundamental da sua dignidade. Todo homem é composto de corpo e alma. Por isso, pense bem. Você tem CORPO, matéria, e, como ser vivo, pode ter filhos, como o próprio Deus ordenou: “crescei e multiplicai-vos”. Você tem ALMA, espírito que não pode “multiplicar”. Por isso, Deus dá um sopro de vida, cria uma alma para cada homem ou mulher que vai nascer. Por isso, é muito errado pensar que, quando um homem morre, sua alma pode dar vida a outro homem. Corpo e alma complementam-se um ao outro. A vida natural e a vida espiritual são dons preciosos que recebemos de Deus e devemos ter muito cuidado com cada uma delas, para vivermos de maneira mais completa e feliz possível.
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) Qual a relação existente entre Deus e o homem?
b) O que significa ser criado à imagem e semelhança de Deus?
c) Em que atitudes o homem reflete a imagem de Deus
2-Vamos colorir e saber 
que Deus nos ama por isso 
nos criou no sexto dia e nos criou 
a sua imagem e semelhança! 
3- Vamos fazer juntos?
Celebrar: Vamos rezar e agradecer pois somos a imagem e semelhança de Deus e a cada prece rezemos: 
-Obrigado Senhor porque me amas!
Compromisso da semana: Procurar ver o outro como imagem e semelhança de Deus, especialmente naquelas pessoas que alguns não respeitam ou valorizam: deficientes, idosos, dependentes químicos, e tantos irmãos que são excluídas.
Anexo- 6º Encontro
O HOMEM
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) Qual a relação existente entre Deus e o homem?
b) O que significa ser criado à imagem e semelhança de Deus?
c) Em que atitudes o homem reflete a imagem de Deus?
 2-Vamos colorir e saber 
 que Deus nos ama 
 por isso nos criou 
 no sexto dia e nos criou
 a sua imagem e semelhança! 
3-Vamos fazer juntos?
7º Encontro
CREIO EM JESUS CRISTO
Objetivo: Jesus é verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. 
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Jesus Cristo é a Palavra do Pai”
Leitura do Evangelho de São Lucas 2, 8-20
Aprofundamento para o catequista
Jesus é o Filho de Deus, segunda pessoa da Santíssima Trindade, Jesus é Deus verdadeiramente e sem deixar de ser Deus se fez homem no seio de uma mulher para nos ensinar que o Pai nos ama, para ser nosso modelo de santidade. Nasceu de uma mulher, escolhida por Deus. O nome desta mulher é Maria. No tempo do Natal celebramos o Mistério do nascimento de Jesus. Jesus quer dizer em hebraico: “DEUS SALVA”. No momento da anunciação, o anjo Gabriel dá-lhe como nome próprio o nome de Jesus, que exprime ao mesmo tempo sua identidade e missão. O nome CRISTO (em grego) ou MESSIAS (em hebraico) significa “UNGIDO”. Jesus é o Cristo, o Messias, pois “Deus o ungiu com o Espírito Santo e com poder”. Jesus veio nos mostrar o caminho que leva ao Pai. E para nos dar a entender sua missão, serve-se de muitas comparações da vida de seu povo. Por meio do Evangelho, Ele nos diz quem é. Portanto, percebemos que Ele veio cumprir a vontade do Pai, que é salvar-nos do pecado e da morte: construir o Reino de Deus na história e conduzir-nos à vida eterna. C.I. C
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Você, com certeza já ouviu falar de Jesus?
- O que sabe sobre Ele?
 -E o que Ele significa para você?
- Quem são os pais de Jesus? 
- Porque Jesus veio ao mundo?
2- Coloque F para falso e V para verdadeiro:
( ) Deus ungiu Jesus com o Espírito Santo e com poder.
( ) Cristo é uma palavra grega que significa ungido.
( ) O nome Jesus não tem significado.
( ) Em Lc 4, 16-22 Jesus usou o trecho de Isaías 61,1-2 na sinagoga
( ) Quem deu o nome a Jesus foi sua avó Ana, mãe de Maria.
( ) Messias é uma palavra hebraica que significa ungido.
 3-Que tal colorir e 
 aderir a esse convite?
Celebrar: Hoje vamos agradecer a Deus por sua bondade, porque nos deu seu Filho para nossa salvação, a cada prece rezemos: 
- Senhor, obrigado por Jesus nosso irmão!
Compromisso da semana:
Procurar durante a semana realizar alguma atitude que possa ser parecida com as atitudes da vida de Jesus.
Anexo- 7º Encontro
CREIO EM JESUS CRISTO
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Você, com certeza já ouviu falar de Jesus?
- O que sabe sobre Ele?
 -E o que Ele significa para você?
- Quem são os pais de Jesus? 
- Porque Jesus veio ao mundo?
2- Coloque F para falso e V para verdadeiro:
( ) Deus ungiu Jesus com o Espírito Santo e com poder.
( ) Cristo é uma palavra grega que significa ungido.
( ) O nome Jesus não tem significado.
( ) Em Lc 4, 16-22 Jesus usou o trecho de Isaías 61,1-2 na sinagoga
( ) Quem deu o nome a Jesus foi sua avó Ana, mãe de Maria.
( ) Messias é uma palavra hebraica que significa ungido.
3-Que tal colorir e aderir a este convite?
8º Encontro
JESUS É O FILHO ÚNICO DE DEUS E É NOSSO SENHOR
Objetivo: Mostrar que Jesus Cristo é o único Filho de Deus, mas que pela Sua Redenção nos tornamos também nós seus irmãos .
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, Pela Tua Palavra conhecemos a salvação”
Leitura do Evangelho de São João 3,16-l8,
Aprofundamento para o catequista
O Apóstolo consegue infundir, na sua Carta, grandeconsolação e paz, levando a perceber que o Senhor está sempre ao nosso lado e nunca nos abandona, sobretudo nos momentos mais delicados e difíceis da nossa vida. Aqui, o Papa perguntou: “Qual o segredo desta Carta e, de modo particular, desta passagem que acabamos de ouvir”? E respondeu: “O segredo consiste no fato de afundar as suas raízes diretamente na Páscoa, no coração do mistério que estamos para celebrar, fazendo-nos perceber a luz e alegria que brotam da morte e ressurreição de Cristo. Cristo ressuscitou verdadeiramente, está vivo e habita em cada um de nós. É por isso que São Pedro nos convida com força a adorá-lo em nossos corações”. O Senhor começou a morar em nós, afirmou o Pontífice, a partir do nosso Batismo e, daquele momento em diante, continua a renovar a nós e a nossa vida, com o seu amor e a plenitude do seu Espírito. Eis porque o Apóstolo nos recomenda “a dar razão da nossa esperança a todo aquele que a pedir”. E acrescentou: “A nossa esperança não é um conceito, nem um sentimento, mas é uma Pessoa, o Senhor Jesus, vivo e presente em nós e nos nossos irmãos. Portanto, dar razão da esperança não se faz em nível teórico, em palavras, mas, sobretudo, com o testemunho da vida, dentro e fora da comunidade cristã”.
E o Papa constatou: “Se Cristo está vivo e habita em nós, no nosso coração, então devemos deixar que ele se torne visível e que aja em nós. Isto quer dizer que ele deve ser sempre o nosso modelo de vida e que, por conseguinte, devemos aprender a comportar-nos como ele”. Logo, a esperança que está em nós não pode permanecer oculta, mas deve ser externada e até tornar-se perdão a quem nos faz mal. O mal não deve ser vencido com o mal, mas com a humildade, a misericórdia e a mansidão. E Francisco citou a afirmação de São Pedro: “É melhor sofrer praticando o bem que fazendo o mal. Isto não quer dizer que é bom sofrer, mas, quando sofremos pelo bem, estamos em comunhão com o Senhor, que padeceu e sofreu na cruz pela nossa salvação. Assim, nos tornamos semeadores de vida e esperança na ressurreição, e instrumentos de consolação e paz, fazendo brilhar no mundo a luz da Páscoa”.
Em João 3,16-l8, o próprio Cristo declara-se como “FILHO ÚNICO DE DEUS”. Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, pois Ele veio para fazer a vontade do Pai, fazer a vontade d’Aquele que O enviou.
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Além do pai biológico, temos outro Pai. Quem é Ele?
- De que forma nos tornamos filhos de Deus?
- Porque podemos chamar Jesus de nosso Senhor?
2- Para chegar até Jesus, é preciso agir como Ele agiu, para mostrar que somos filhos de Deus também, pois o Batismo nos deu a graça da adoção filial. Escreva nos espaços dentro do caminho as virtudes necessárias do filho de Deus. Depois vamos colorir!
3- Complete o texto, decifrando as palavras que estão com as letras embaralhadas:
 TOMENMO TÓHISRIA USDE 
Em um __________ ___da ___________, ___________ mostrou de 
 RACLA TOROS SUSJE
forma_________ seu_____________ sua vontade: se fez ___________ de Nazaré.
Celebrar: Rezemos por todos os que ainda reconhecem Jesus como Senhor e Salvador, dizendo:
- Vinde Senhor Jesus!
Compromisso da semana:. Procurar viver a missão conferida no Batismo (agir como filho (a) de Deus).
Anexo- 8º Encontro
JESUS É O FILHO ÚNICO DE DEUS E É NOSSO SENHOR
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Além do pai biológico, temos outro Pai. Quem é Ele?
- De que forma nos tornamos filhos de Deus?
- Porque podemos chamar Jesus de nosso Senhor?
2- Para chegar até Jesus, é preciso agir como Ele agiu, para mostrar que somos filhos de Deus também, pois o Batismo nos deu a graça da adoção filial. Escreva nos espaços dentro do caminho as virtudes necessárias do filho de Deus. Depois vamos colorir!
3- Complete o texto, decifrando as palavras que estão com as letras embaralhadas:
 TOMENMO TÓHISRIA USDE 
Em um __________ ___da ___________, ___________ mostrou de 
 RACLA TOROS SUSJE
forma_________ seu_____________ sua vontade: se fez ___________ de Nazaré.
9º Encontro
FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO
Objetivo: Mostrar aos catequizandos que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem
Acolhida: Acolher cada um muita alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, Tua Palavra anuncia a Salvação”
Leitura do Evangelho de São Lucas 1, 30-33
Aprofundamento para o catequista
No tempo determinado por Deus, seu Filho Único, a Palavra Eterna, isto é, o Verbo e a Imagem consubstancial do Pai se encarnou: sem perder a natureza divina, assumiu a natureza humana. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade da sua Pessoa Divina: por isso Ele é o Único Mediador entre Deus e os homens. Ele possui duas naturezas: a divina e a humana, não confundidas, mas unidas Única Pessoa do Filho de Deus. O Verbo se fez carne, pois Ele é o modelo das bem – aventuranças e a Nova Lei. A Anunciação a Maria inaugura a plenitude dos tempos (Gl 4, 4), isto é, o cumprimento das promessas e dos preparativos. Maria é convidada a conceber Aquele em quem habitará corporalmente toda a plenitude da Divindade» (Cl 2, 9). A resposta divina ao seu «como será isto, se Eu não conheço homem? (Lc 1, 34) é dada pelo poder do Espírito: O Espírito Santo virá sobre ti» (Lc 1, 35). A missão do Espírito Santo está sempre unida e ordenada à do Filho (123). O Espírito Santo, que é «o Senhor que dá a Vida», é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e para a fecundar pelo poder divino, fazendo-a conceber o Filho eterno do Pai, numa humanidade originada da sua. Tendo sido concebido como homem no seio da Virgem Maria, o Filho único do Pai, o ungido pelo Espírito Santo, desde o princípio da sua existência humana. Toda a vida de Jesus Cristo manifestará, portanto, como Deus O ungiu com o Espírito Santo e o poder. C.I. C
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- De quem precisamos para vir ao mundo?
- Todos aqui precisaram de um pai e uma mãe para serem gerados, e Jesus, como foi gerado?
- Qual o papel do Espírito Santo na vinda de Jesus?
2- Você já sabe rezar o terço?
Vamos conferir:
- Pinte em amarelo onde se reza o Creio (cruz).
- Pinte em vermelho as contas onde se reza o Pai Nosso 
(contas maiores e coração).
- Pinte em azul as contas em que se reza a Ave Maria 
(contas menores).
3-Encontre as
Palavras
e pode colorir:
Celebrar: Rezemos por todas as mulheres que dizem sim a vida e também por todas s mães do mundo , :
- Obrigado Senhor Maria nossa mãe!
Compromisso da semana: Agradecer aos pais por tê-lo (a) acolhido(a) como filho (a). Agradecer a Deus por nos ter dado Jesus. Rezar o terço em família na segunda-feira e no sábado para contemplar os mistérios gozosos.
Anexo- 9º Encontro
FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- De quem precisamos para vir ao mundo?
- Todos aqui precisaram de um pai e uma mãe para serem gerados, e Jesus, como foi gerado?
- Qual o papel do Espírito Santo na vinda de Jesus?
2- Você já sabe rezar o terço?
Vamos conferir:
- Pinte em amarelo onde se reza o Creio (cruz).
- Pinte em vermelho as contas onde se reza o Pai Nosso 
(contas maiores e coração).
- Pinte em azul as contas em que se reza a Ave Maria 
(contas menores).
3-Encontre as
Palavras
e pode colorir:
10º Encontro
Nasceu davirgem Maria
Objetivo: Mostrar que a Virgem Maria cooperou livremente, pela sua fé e obediência e que Jesus era divino mas experimentou a nossa humanidade menos o pecado. 
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, Tua Palavra nos faz dizer sim ao teu amor!”
Leitura do Evangelho de São Lucas 1,34-40
Aprofundamento para o catequista
Ao anúncio de que dará à luz, o Filho do Altíssimo», sem conhecer homem, pela virtude do Espírito Santo , Maria respondeu pela «obediência da fé, certa de que «a Deus nada é impossível»: Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38). Assim, dando o seu consentimento à palavra de Deus, Maria tornou-se Mãe de Jesus. Como diz Santo Ireneu, "obedecendo, Ela tornou-se causa de salvação, para si e para todo o gênero humano”. Eis porque não poucos Padres afirmam, tal como ele, nas suas pregações, que "o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria; e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria com a sua fé"; e, por comparação com Eva, chamam Maria a "Mãe dos vivos" e afirmam muitas vezes: "a morte veio por Eva, a vida veio por Maria". A MATERNIDADE DIVINA DE MARIA. Chamada nos evangelhos «a Mãe de Jesus (Jo 2, 1; 19, 25), Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito Santo e desde antes do nascimento do seu Filho, como a Mãe do meu Senhor (Lc 1, 43). Com efeito, Aquele que Ela concebeu como homem por obra do Espírito Santo, e que Se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne, não é outro senão o Filho eterno do Pai, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que Maria é, verdadeiramente, Mãe de Deus (Theotokos). CIC
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Porque você acha que Maria foi a escolhida de Deus paa ser a mãe de Jesus?
- Como reagiu Maria ao ser chamada por Deus?
- Maria poderia dizer não ao chamado de Deus, porque?
2- Vamos colorir e
 agradecer por Maria 
ser nossa Mãe!
3-Ache um lugar
 para Jesus nascer
Celebrar: Vamos pedir hoje por todas as crianças que não conseguem nascer e que sofrem depois que nascem, rezando a cada prece:
- Senhor, cuida de nossas crianças!
Compromisso da semana: Visitar crianças que se encontram em abrigos sem os pais e levar carinho e alguma ajuda.
Anexo- 10º Encontro
Nasceu da virgem Maria
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
- Porque você acha que Maria foi a escolhida de Deus paa ser a mãe de Jesus?
- Como reagiu Maria ao ser chamada por Deus?
- Maria poderia dizer não ao chamado de Deus, por quê?
 2- Vamos colorir e
 agradecer por Maria 
 ser nossa Mãe!
3-Ache um lugar
para Jesus nascer, e deixe nascer também no seu coração! 
11º Encontro
JESUS CUMPRIU A LEI DO PRIMEIRO TESTAMENTO
Objetivo: Mostrar que Jesus assumiu a vida de seu povo em todos os sentidos.
Acolhida: Acolher cada um muita alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Bem aventurada é a escuta da tua Palavra Senhor!”
Leitura do Evangelho de São Mateus 5, 1-11
Aprofundamento para o catequista
Jesus Cristo é o verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens.
Jesus Cristo possui duas naturezas, a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus. Sua humanidade... como o sacramento, isto é, o sinal e o instrumento de sua divindade e da salvação que Ele traz: o que havia de visível em sua vida terrestre apontava para o mistério invisível de sua filiação divina e de sua missão redentora. Toda a vida de Cristo é Revelação do Pai: suas palavras e seus atos, seus silêncios e seus sofrimentos, sua maneira de ser e de falar. Jesus pode dizer: “Quem me vê, vê o Pai”. (Jo 14,9). “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim abolir, mas para cumprir.” “Sede, portanto, perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito.” (Mt 5,48). As bem aventuranças são o cumprimento da Lei que se dá no próprio Jesus. (C.I. C, catecismo da igreja católica)
- Dialogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 a) Que tipo de leis governa nosso povo? Quem as elabora?
b) Elas privilegiam a quem?
c) Que tipo de lei Jesus veio implantar?
d) Seu jeito de ser e agir correspondia às leis de sua época? Por quê?
e) O que levava Jesus a agir contra as leis existentes?
2-Agora vamos completar as Bem aventuranças, vamos pegar o texto bíblico:
- Felizes os pobres no espírito, porque _______________________________
- Felizes os que choram, porque ____________________________________
- Felizes os mansos, porque _______________________________________
- Felizes os que têm fome e sede de justiça porque _____________________
Felizes os misericordiosos, porque __________________________________
Felizes os puros de coração, porque __________________________________
Felizes os que promovem a paz, porque _______________________________
Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque ______________________ 
________________________________________________________________
Celebrar: Rezemos por todos os que ainda sofrem pelas injustiças do nosso tempo, rezando a cada prece:
- Senhor, queremos ser Bem – aventurados!
Compromisso da semana: trazer colado no seu material um recorte de revista ou de jornal de pessoas fazendo o bem e escrever uma bem aventurança.
Anexo- 11º Encontro
JESUS CUMPRIU A LEI DO PRIMEIRO TESTAMENTO
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
 a) Que tipo de leis governa nosso povo? Quem as elabora?
b) Elas privilegiam a quem?
c) Que tipo de lei Jesus veio implantar?
d) Seu jeito de ser e agir correspondia às leis de sua época? Por quê?
e) O que levava Jesus a questionar as leis existentes?
2-Agora vamos completar as Bem aventuranças, vamos pegar o texto bíblico:
- Felizes os pobres no espírito, porque _______________________________
- Felizes os que choram, porque ____________________________________
- Felizes os mansos, porque _______________________________________
- Felizes os que têm fome e sede de justiça porque _____________________
- Felizes os misericordiosos, porque __________________________________
- Felizes os puros de coração, porque __________________________________
- Felizes os que promovem a paz, porque _______________________________
- Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque ______________________ 
4- Vamos colorir
12º Encontro
Padeceu sob Pôncio Pilatos
Objetivo: Mostrar que Jesus foi rejeitado e perseguido porque fazia o bem.
Acolhida: acolher a todos com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, a Tua Palavra nos ilumina.”
Leitura do Evangelho de São Mateus 27,1-2. 11-31
Aprofundamento para o catequista
- Anunciar que Jesus padeceu sob Pôncio Pilatos é um cuidado da igreja paradar veracidade ao acontecimento histórico- salvívico;
- A fé que professamos em Jesus morto e ressuscitado está inserida no tempo e no espaço: Ele padeceu, foi crucificado, morto e sepultado quando Pôncio Pilatos foi prefeito da região da Judéia entre os anos 26 e 36 d.C., segundo os relatos históricos;
- O termo padecer nos indica que Jesus deu livremente sua vida. Foi uma entrega total de seu ser por amor;
- Quem, de fato, o condenou e crucificou? Não podemos generalizar, dizendo que foram os judeus, mas sim alguns chefes religiosos, sobretudo Anás e Ceifás, os anciãos, chefes dos sacerdotes, escribas, entre outros ( Mc 8,31).
CIC: 594- Jesus realizou atos- como o perdão dos pecados- que o manifestaram o próprio Deus Salvador. Alguns judeus, não reconhecendo o Deus feito homem e vendo nele “um homem que faz Deus”, julgaram-no blasfemo.
“ Creio- a profissão de fé explicada aos catequistas:”
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar: partilhando o texto, refletindo sobre o processo de condenação de Jesus.
a) O que significa para vocês a palavra padeceu?
b) Qual a causa de tanto sofrimento na vida do povo, hoje?
c) Quais as formas de violência que a sociedade nos apresenta?
d) Quem decreta as penas que as pessoas devem cumprir (pagar) quando cometem algum erro perante a lei?
e) Na época de Jesus, as autoridades existentes estavam de que lado?
2- Dinâmica
Materiais: cartolina - tesoura - tinta guache marrom ou preta – durex - pequenos cartões feitos de cartolina ou papel A4 - lápis grafite
Recortar faixas em vertical e horizontal de cartolina branca, depois colar formando uma cruz, em tamanho grande. Depois, pintá-la com tinta guache preta. Levar para o encontro e colar na parede ao lado do altarzinho. Depois distribuir a cada catequizando um cartão feito com a cartolina branca que sobrou dos recortes da cruz, e lápis grafite. Pedir que no cartão eles escrevessem quais as coisas ruins que existem no mundo que eles queriam que “morressem”; acabassem. Ao final colar todos os cartões na cruz em sinal de súplica para que pela morte de Cristo, todo mal do mundo morresse também!
3-Rezar o salmo 22 (21).
Rezando este salmo, o que aprendemos?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Celebrar: Rezemos por todos que sofrem os doentes e os abandonados, a cada prece rezemos: 
“O Senhor é meu pastor, nada faltará!”
Compromisso da semana: Visitar uma pessoa que esteja padecendo por doença ou por um problema familiar e falar a ela do amor de Jesus
Anexo: 12º Encontro
Padeceu sob Pôncio Pilatos
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar: partilhando o texto, refletindo sobre o processo de condenação de Jesus.
a) O que significa para vocês a palavra padeceu?
b) Qual a causa de tanto sofrimento na vida do povo, hoje?
c) Quais as formas de violência que a sociedade nos apresenta?
d) Quem decreta as penas que as pessoas devem cumprir (pagar) quando cometem algum erro perante a lei?
e) Na época de Jesus, as autoridades existentes estavam de que lado?
2- Dinâmica
Materiais: fita adesiva - pequenos cartões feitos de cartolina ou papel A4 - lápis grafite
Distribuir a cada catequizando um cartão feito com a cartolina, lápis grafite. Pedir que no cartão escrevam quais as coisas ruins que existem no mundo que deixassem de existir, que queriam que “morressem”; acabassem. Colar os cartões na cruz em sinal de súplica para que pela morte de Cristo, todo mal do mundo desapareça também!
3-Rezar o salmo 22 (21).
Rezando este salmo, o que aprendemos?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4-Vamos colorir, pois a cruz de Cristo e sinal de vitoria para todos nós!
13º Encontro
FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO
Objetivo: Mostrar que Jesus morreu para nos salvar.
Acolhida: acolher a todos com alegria. Usar um crucifixo neste encontro, e recortes de atitudes de amor ao próximo um para cada catequizando.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, Tua Palavra nos ajuda a carregar a cruz de cada dia”
Leitura do Evangelho de São Mateus 27, 32- 66
Aprofundamento para o catequista
Textos Bíblicos: Mt 27,32-66; Mc 15,20b-47; Lc 23,26-56; Jo 19,17-42
- Jesus ao dar sua vida em benefício de todos nós, abraça livremente o amor redentor do Pai. O seu amor foi ilimitado, deu-nos o que tinha de mais precioso, sua vida em favor dos seus. Ao dar sua vida, aceitou, de livre e espontânea vontade, assumir as dores e os sofrimentos da humanidade;
- A cruz é o lugar onde Jesus fez a sua entrega total. Para os judeus, a cruz era sinal de loucura e vergonha; para os gregos, era sinal de estupidez; porém, para nós cristãos, tornou-se sinal de salvação (1, 18-23; 1 Cor 1,17-25);
- Outra realidade experimentada por Jesus o sepulcro. Sendo Filho de Deus, Ele mesmo conheceu o estado de separação entre sua alma e seu corpo. Porém sua alma, mesmo separada do corpo, ficou unida à pessoa Divina;
- Jesus, o homem de Nazaré, o Filho único de Deus, nascido da Virgem Maria, realmente morreu. Sua morte é real e verdadeira. Porém, sabemos que o corpo morto de Jesus é diferente de todos os demais. A morte não será a última coisa em sua vida. “Creio - a profissão de fé explicada aos catequistas”
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar, lembrando quando em nossa Igreja fazemos memória destes acontecimentos que acabamos de ouvir:
a) Com que tipo de morte convivemos hoje?
b) Como reagimos diante de uma morte?
c) O que tem contribuído para que haja tantas mortes prematuras e violentas?
d) Como foi que Jesus morreu e qual a causa de sua morte?
e) De que forma as pessoas são sepultadas hoje?
f) E Jesus, o que vocês sabem de seu sepultamento?
.
2- Ilustre a frase a escreva em um cartaz: “Amar é dar a vida pelo próximo.”
Os catequizando podem colar as figuras, em volta da cruz e dizer a frase “Amar é dar a vida pelo próximo.”
Recitar rezando, vamos nos aproximar da imagem de Jesus crucificado, numa atitude de amor e adoração e juntos dizer:
Meu Jesus numa cruz deu a vida por nós. Bom Jesus, bom Jesus, como é grande o teu amor. Quero ser teu Cirineu, carregando minha cruz, aceitando com amor os espinhos e a dor.
3- Vamos rezar e colorir os mistérios dolorosos do Santo terço:
Celebrar: Vamos fazer uma prece por todas as famílias e todos os idosos que estão sofrendo, rezando:
- “Senhor, guia nossos passos.”
Compromisso da semana: Rezar o terço contemplando os mistérios dolorosos (terças e sextas feiras) e visitar uma pessoa idosa e dizer-lhe que você está lá porque Jesus a ama muito e deu a vida por vocês.
Anexo- 13º Encontro
FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar, lembrando quando em nossa Igreja fazemos memória destes acontecimentos que acabamos de ouvir:
a) Com que tipo de morte convivemos hoje?
b) Como reagimos diante de uma morte?
c) O que tem contribuído para que haja tantas mortes prematuras e violentas?
d) Como foi que Jesus morreu e qual a causa de sua morte?
e) De que forma as pessoas são sepultadas hoje?
f) E Jesus, o que vocês sabem de seu sepultamento?
.
2- Ilustre a frase a escreva em um cartaz: “Amar é dar a vida pelo próximo.”
Os catequizando podem colar as figuras, em volta da cruz e dizer a frase “Amar é dar a vida pelo próximo.”
Recitar rezando, vamos nos aproximar da imagem de Jesus crucificado, numa atitude de amor e adoração e juntos dizer:
Meu Jesus numa cruz deu a vidapor nós. Bom Jesus, bom Jesus, como é grande o teu amor. Quero ser teu Cirineu, carregando minha cruz, aceitando com amor os espinhos e a dor.
3- Vamos rezar e colorir os mistérios dolorosos do Santo terço:
14º Encontro
JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS
Objetivo: Mostrar a missão de Salvação realizada por Jesus
Acolhida: acolher a todos com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Senhor, só Tu tens Palavra de vida e Salvação”
Leitura da primeira carta de São Pedro 3,18-22;
Aprofundamento para o catequista
1 Pd 3,18-22; Ef 5,6; Rm 6,8-11; Hb 9,26b-28; 1 Pd 2,21-25
- A descida à “mansão dos mortos” ou à “morada dos mortos” ou ainda aos “infernos” fez Jesus conhecer a morte como todos os seres humanos. Ele provou em sua própria pele o que significa morrer para este mundo e para toda a realidade material;
- Para lá Jesus foi como Salvador, libertador dos cativos, isto é, de todos os que necessitavam da graça e do toque da mão poderosa do Filho de Deus;
- A descida de Jesus à mansão dos mortos é o cumprimento das antigas promessas messiânicas. Cristo, o senhor da vida e da história, destruiu o poder da morte e nela o poder do mal.
“Creio- a profissão de fé explicada aos catequistas:”
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) O que você entende por descer aos infernos?
b) Por que Jesus Cristo fez isto?
c) Quando morremos o que acontece conosco, com a nossa vida, nosso corpo e nossa alma.
2- Ordene as letras e descubra a palavra certa para a frase:
A Morada dos Mortos para a qual ________(SUSEJ) morto desceu, a _________
(ARUTIRCSE) a denomina, os _______ (SONREFNI), visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Jesus Cristo ________( UECSED), portanto, ás profundezas da _______( ETROM) a fim de que “ os mortos ouçam a voz do _______(OHLIF) do _______( MEMOH) e os que a ouvirem vivam”.
Jesus “o _______( ROHNES) da vida”, destruiu pela morte o denominador da morte, isto é, o Diabo”.
3- Descreva: O que você precisa fazer para ganhar a vida eterna?
-________________________________
- ________________________________
- ________________________________
- _______________________
- _________________
4 - Vamos colorir e nos unir ao coração de Jesus que também enfrentou e passou pelo sofrimento e a morte!
Celebrar: Vamos rezar hoje por todos os nossos entes queridos que já faleceram e por nos que estamos no caminho do Senhor, dizendo:
- “Senhor, queremos sempre estar contigo”
Compromisso da semana: Fazer uma visita ao cemitério e rezar pelas pessoas falecidas, ou pedir para celebrar uma missa na intenção de algum falecido, amigo ou parente seu.
Anexo- 14º Encontro
JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) O que você entende por descer aos infernos?
b) Por que Jesus Cristo fez isto?
c) Quando morremos o que acontece conosco, com a nossa vida, nosso corpo e nossa alma.
2- Ordene as letras e descubra a palavra certa para a frase:
A Morada dos Mortos para a qual ________(SUSEJ) morto desceu, a _________
(ARUTIRCSE) a denomina, os _______ (SONREFNI), visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Jesus Cristo ________( UECSED), portanto, ás profundezas da _______( ETROM) a fim de que “ os mortos ouçam a voz do _______(OHLIF) do _______( MEMOH) e os que a ouvirem vivam”.
Jesus “o _______( ROHNES) da vida”, destruiu pela morte o denominador da morte, isto é, o Diabo”.
3- Descreva: O que você precisa fazer para ganhar a vida eterna?
-_____________________________
- ____________________________
- ___________________________
____________________________
4 - Vamos colorir e nos unir ao coração de Jesus que também enfrentou e passou pelo sofrimento e a morte!
15º Encontro
RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA
Objetivo: Mostrar que a Ressurreição de Jesus é a certeza da nossa Ressurreição.
Acolhida: acolher a todos com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo (para saber se foram ou não na missa)
- alguém sabe se o amiguinho... está com algum problema... (quem não veio)
- fazer recordar sobre o encontro passado de forma breve.
Iluminar: 
O catequista recita e as crianças repetem: 
“Jesus ressuscitou, verdadeiramente ressuscitou”
Leitura do Evangelho de São Mateus 28,1-10
Aprofundamento para o catequista
- A Ressurreição de Jesus constituiu para o cristianismo o artigo fundamental da fé: “E, se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é também a nossa fé” (1 Cor 15,14). No Cristo ressuscitado tudo foi transformado, isto é, não existe mais separação entre o agora, o depois, o tempo, o espaço, a distância etc. Ele quebrou todas as barreiras, Ele superou todas as dificuldades;
- A história do mistério pascal de Cristo é a história da salvação na qual somos todos imersos. Podemos afirmar categoricamente: sua ressurreição é a nossa ressurreição: “Se Cristo ressuscitou, nós também ressuscitaremos”.
Como devemos olhar o Círio pascal:
O Círio Pascal representa Jesus Cristo Ressuscitado.
Alfa e ômega: porque Jesus é o princípio e o fim de todas as coisas.
Números: Jesus Cristo é o senhor do tempo, representado pelo ano corrente.
Cravos: representam as chagas de Jesus realizadas pela dor dos pregos
“Creio- a profissão de fé explicada aos catequistas”:
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
a) Quando morre uma planta ou um animal, o que acontece? (é o fim, tudo se acaba?)
b) E quando morre uma pessoa? (trocar opiniões sobre o que pensam)
c) O que torna diferente a morte de uma pessoa da morte de um animal?
d) A morte é o fim de tudo?
2 – Vamos colorir e nos alegrar porque Cristo está no meio de nós! 
3- Jesus ressuscitou e logo procurou seus amigos. Existem sete erros na segunda cena. Ache e depois você pode colorir! 
Celebrar: Vamos rezar hoje pelo Papa e por todos os sacerdotes que na Santa Missa nos trazem Jesus vivo e ressuscitado e também por todos nós, dizendo: 
- “Senhor eu creio, mas aumentai a minha fé.”
Compromisso da semana: convidar alguém que faz tempo que não vai a Santa Missa. E repartir alguma coisa que você tenha: uma roupa, um doce, um brinquedo, porque ressurreição é partilha.
Anexo-15º Encontro
RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA
- Diálogo e dinâmica 
1- Vamos conversar:
-Quando morre uma planta ou um animal, o que acontece? 
-Quando morre uma pessoa? 
- O que torna diferente a morte de uma pessoa da morte de um animal?
d) A morte é o fim de tudo?
2–Vamos colorir e nos alegrar porque Cristo está no meio de nós! 
3- Jesus ressuscitou e logo procurou seus amigos. Existem sete erros na segunda cena. Ache e depois você pode colorir! 
16º Encontro
SUBIU AOS CÉUS, ESTÁ SENTADO À DIREITA DE
 DEUS PAI TODO- PODEROSO.
OBJETIVO: Mostrar que Jesus Cristo nos precede no Reino Glorioso do Pai.
Acolhida: Acolher cada um com alegria
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Oração espontânea e após rezar a profissão de Fé: o Creio
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo 
- alguém sabe se o amiguinho... Está com algum problema... (quem não veio)
- falar da importância de ser catequizando.
Iluminar:
Recitar e os catequizandos repetem:
- “O Senhor é bondoso e compassivo!”
Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 1, 4-11
Aprofundamento para o catequista
Após a Ressurreição, Jesus Cristo durante quarenta (40) dias convive com seus discípulos, onde come ebebe familiarmente com eles e os instrui sobre o Reino. A última aparição de Jesus termina com a entrada irreversível da sua humanidade na glória divina, isto é: a Ascensão. Esta última etapa (Ascensão) permanece intimamente unida à primeira, isto é, a descida do céu, realizada na Encarnação: só Àquele que saiu do Pai pode retornar ao Pai.
A humanidade não tem acesso à Casa do Pai (Jo 14, 2), à vida e à felicidade de Deus por si mesma. “Só Jesus pôde abrir esta porta a ela, ¨de sorte que nós, seus membros, tenhamos a esperança de encontrá-lo onde Ele, nossa cabeça e nosso princípio, nos precedeu”. Jesus nos ensina que quando for elevado da terra, atrairá todos os homens a Ele (Jo 12, 32). A elevação na Cruz significa e anuncia a elevação da Ascensão ao Céu. É o começo dela. Jesus Cristo é o único Sacerdote da Nova e Eterna Aliança, não entrou em um santuário feito por mão de homem... e sim no próprio céu, a fim de comparecer agora diante da face de Deus a nosso favor. (Hb 9, 24). No céu Cristo exerce em caráter permanente o seu sacerdócio, por isso é capaz de salvar totalmente aqueles que, por meio dele se aproxima de Deus (Hb 7, 25).
Como sumo sacerdote dos bens vindouro (Hb 9, 11¨, Ele é o centro e o ator principal da liturgia que honra o Pai nos Céus (Ap 4,6-11).
(Catecismo da Igreja Católica)
Outros textos: Jo 16, 28 At 1, 3 Jo 14, 1-3
- Diálogo e dinâmica:
1- Vamos conversar:
Partilhar a Palavra a partir de o questionamento a seguir:
a) Que ordem os discípulos receberam de Jesus?
b) Quais promessas Jesus fez a eles?
c) Que missão Ele deixou?
d) Esta missão nos dias de hoje se estende a quem? Por quê?
2- Vamos descobrir no quadro as palavras:
Jesus levou-os para fora, até as proximidades de Betânia, e levantando as mãos os abençoou. E aconteceu que, abençoando-os, Ele se apartou deles, e foi elevado ao Céu. E, adorando-O, eles, com grande júbilo voltaram para Jerusalém. E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus.
3- Vamos colorir e agradecer, pois Jesus nos abriu a porta do céu!
Celebrar: Vamos fazer nossos pedidos reconhecendo como Deus é bom, rezando do Salmo 47(46).
- “Como é grande nosso Deus!”
Compromisso da semana: Colorir e conhecer, contemplar os Mistérios Gloriosos, através do terço. Lembre-se que os mistérios gloriosos são rezados às quartas- feiras e aos domingos.
Anexo- 16º Encontro
SUBIU AOS CÉUS, ESTÁ SENTADO À DIREITA DE
 DEUS PAI TODO- PODEROSO.
- Diálogo e dinâmica:
1- Vamos conversar e Partilhar a Palavra a partir de o questionamento a seguir:
a) Que ordem os discípulos receberam de Jesus?
b) Quais promessas Jesus fez a eles?
c) Que missão Ele deixou?
d) Esta missão nos dias de hoje se estende a quem? Por quê?
2- Vamos descobrir no quadro as palavras:
¨ Jesus levou-os para fora, até as proximidades de Betânia, e levantando as mãos os abençoou. E aconteceu que, abençoando-os, Ele se apartou deles, e foi elevado ao Céu. E, adorando-O, eles, com grande júbilo voltaram para Jerusalém. E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus.
3- Vamos colorir e agradecer, pois Jesus nos abriu a porta do céu!
Colorir e conhecer, contemplar os Mistérios Gloriosos, através do terço. Lembre-se que os mistérios gloriosos são rezados às quartas- feiras e aos domingos.
17º ENCONTRO
JESUS VIRÁ JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS
Objetivo: Mostrar que no final de nossas vidas seremos julgados pelas nossas escolhas.
Acolhida: Acolher cada um com alegria.
Oração inicial: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Oração espontânea e após rezar a profissão de Fé: o Creio
Ouvir os catequizandos:
- como passaram estes dias (novidade, alegria, tristeza, aniversario e outros)
- quem se lembra do Evangelho da missa de domingo 
- alguém sabe se o amiguinho... Está com algum problema... (quem não veio)
- falar da importância de ser catequizando.
Iluminar:
Recitar e os catequizandos repetem:
- “Senhor, a Tua Palavra nos mostra a Justiça!”
Leitura do Evangelho de São Mateus 7, 1-5
Aprofundamento para o catequista
Cristo já reina pela igreja... Julgar quer dizer ser juiz do outro, emitir um juízo sobre o outro ou sua ação. Jesus Cristo é o único juiz, pois está acima de toda autoridade, poder, potentado e soberania, pois o Pai colocou tudo debaixo dos seus pés (Ef 1, 20-22 ). Com a ascensão de Jesus, que aprendemos e celebramos no encontro passado, percebemos que um. O novo tempo foi inaugurado. São João, em sua carta, chama este tempo de última hora (I Jo 2, 18). É a era final do mundo, a renovação do mundo já é antecipada nesta terra. Pois já na terra a Igreja é assinalada com a verdadeira santidade, embora imperfeita. O Reino de Cristo já manifesta sua presença pelos sinais milagrosos que acompanham seu anuncio pela Igreja... à espera de que tudo lhe seja submetido. O Reino de Cristo ainda é atacado pelos poderes maus, embora estes já foram vencidos em suas bases pela vitória de Jesus sobre a morte, enquanto tudo não for submetido (I Cor 15, 28), enquanto houver novos céus e a nova terra, nos quais habita a justiça, a igreja peregrina ( da qual fazemos parte) leva consigo nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem ao tempo presente, a figura deste mundo que passa e ela mesma vive entre as criaturas que gemem e sofrem como dores de parto até o presente e aguardam a manifestação dos filhos de Deus ¨. Por este motivo os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia (I Cor 11, 26), para apressar a volta de Cristo (cf. 2 Pd 3, 11-12) dizendo-lhe: ¨ Maranatá ¨(Vem , Senhor!) (1Cor 16, 22 Ap 22, 17-20). A vinda do Messias glorioso depende em todo momento da história (Rm 11, 31) do reconhecimento dele por todo Israel ¨ (Rm 11, 26; Mt 23, 39), pois uma parte deste povo se endureceu (Rm 11, 25) na incredulidade (Rm 11, 20) para com Jesus. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra desvendará o mistério da iniqüidade sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A igreja só encontrará na glória do Reino através desta derradeira Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua Morte e Ressurreição (Ap 19, 1-9). Portanto, o Reino não se realizará por um triunfo histórico da Igreja (Ap 13, 8), mas por uma vitória de Deus sobre o desencadeamento último do mal (Ap 20, 7-10), que fará sua Esposa descer do Céu (Ap 21, 2-4). Para julgar os vivos e os mortos. Na linha dos profetas (Dn 7, 10; Jl 3, 4; Mt 3, 19) e de João Batista (cf. Mt 3, 7-12), Jesus anunciou na sua pregação o Juízo do Último Dia. Então todos serão julgados pela conduta que tiveram (Mc 12, 38-40) e pelos segredos dos corações (cf. Lc 12, 1-3; Jo 3, 20-21; Rm 2, 16; 1Cor 4,5. Jesus dirá no Último Dia : ¨ Cada vez que o fizeste a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes ¨( Mt 25, 40). Cristo é o Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a Ele enquanto Redentor do mundo. Ele “adquiriu” esse direito pela sua cruz. O Pai entregou “todo julgamento ao Filho” (Jo 5, 22). Ora o Filho não veio para julgar, mas para salvar (cf. Jo 3, 17) e para dar a vida que está N’ele (cf. Jo 5, 26). No dia do juízo, por ocasião do fim do mundo, Cristo virá na glória para realizar o triunfo definitivo do bem sobre o mal (ver Mt 25, 31-46). Não sabemos o tempo e o momento em que Cristo restabelecerá definitivamente seu Reino. Como não sabemos quando isso acontecerá, corremos o risco de nos acomodarmos e não procurarmos a nossa conversão, nos preocupando apenas com o ter, o poder e o prazer. Todos nós somos pecadores, mas muitas vezes olhamos o pecado do nosso irmão, julgando-o como se fôssemos justos. Esquecemos assim de olharmos para dentro de nós mesmos e ver quantos pecados cometemos todos os dias e em quantas coisas precisamos mudar. (Catecismo da Igreja Católica)
- Diálogo e dinâmica:
1- Vamos conversar:
- As leis são iguais para todos? Por quê?
- Quando vemos pessoas que cometem falhas,

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