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E.E.E.F.M. “José Vitor Filho”
	
	Nome: ______________________________________________________ Turma: _______
	
	Professor(a): Thairiny Alves Conteúdo: Os clássicos da sociologia 
Nascimento da Sociologia 
Filósofo e professor em uma universidade na França, Augusto Comte dedicou-se a estudar a sociedade como uma ciência, chamada até aqui de Física Social. Só mais tarde, ainda no século XIX, mais precisamente no ano de 1839 é que Augusto Comte vai chamar está ciência de Sociologia, que significa Societas, do latim = sociedade, e logos, do grego = estudo, razão. 
Augusto Comte vai ter este interesse em transformar a sociologia em ciência, porque a sociedade daquela época estava passando por transformações muito grandes, a Europa mudava o modo de viver e produzir, para iniciar outro. Isto significa dizer, que ela deixava o feudalismo (sistema econômico baseado na terra), para entrar no capitalismo (sistema econômico baseado no capital = dinheiro).
A Sociologia surgiu como ciência no século XIX, como resposta para uma pergunta elaborada na própria sociedade: como o mundo e a sociedade foram afetados pela grandes revoluções dos últimos três séculos?
A Revolução Francesa trouxe grandes mudanças, como a formação da República. Antes, as pessoas dependiam dos senhores feudais, mas agora elas se tornavam cidadãos, pelo menos em teoria. Logo depois veio a Revolução Industrial na Inglaterra, com a invenção do motor a vapor e a combustão. Os camponeses que antes trabalhavam na terra passaram a ser operários de fábricas, vendendo sua força de trabalho para um patrão. Essas transformações foram profundas e afetaram drasticamente a vida das pessoas e suas relações sociais. A sociedade se tornou mais complexa e exigia uma ciência para compreendê-la. Assim, nasceu a Sociologia."
Comte acreditava que a sociedade poderia ser estudada de maneira objetiva, assim como as ciências naturais estudam o mundo físico, como a física e a biologia. Ele propôs a aplicação do método científico na análise dos fenômenos sociais, buscando leis gerais que pudessem explicar o funcionamento da sociedade. Para Comte, o positivismo representava uma abordagem racional e sistemática para compreender e melhorar a sociedade. O positivismo é uma corrente filosófica que enfatiza a importância do método científico para compreender o mundo. Ele busca aplicar os princípios da ciência, como observação, experimentação e análise, para investigar fenômenos naturais e sociais, visando encontrar leis universais que governam o funcionamento da realidade.
	Depois do ponto pé de Comte, Durkheim considerado por muitos o pai da sociologia, investiu sua carreira para torna a sociologia uma ciência reconhecida pelas academias. 
1. Explique por que Auguste Comte considerou importante transformar a sociologia em uma ciência.
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2. Descreva o papel da Revolução Francesa e da Revolução Industrial na formação da Sociologia, conforme descrito no texto.
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3. O que Auguste Comte propôs em relação à aplicação do método científico na análise dos fenômenos sociais?
a) Que deveria ser descartado em favor de métodos filosóficos tradicionais.
b) Que deveria ser aplicado apenas em situações específicas.
c) Que deveria ser amplamente utilizado para encontrar leis gerais que explicam o funcionamento da sociedade.
d) Que deveria ser ignorado em favor de abordagens religiosas.
4. O surgimento da Sociologia foi propiciado pela necessidade de:
a) manter a interpretação mágica da realidade, como patrimônio de um restrito círculo sacerdotal. 
b) manter uma estrutura de pensamento mítica para a explicação do mundo. 
c) condicionar o indivíduo, através dos rituais, a agir e a pensar conforme os ensinamentos transmitidos pelos deuses. 
d) considerar os fenômenos sociais como propriedade exclusiva de forças transcendentais. 
e) observar, medir e comprovar as regras que tornassem possível, através da razão, prever e controlar os fenômenos sociais.
 
5. Qual é a ênfase principal do positivismo de acordo com o texto?
a) A importância da filosofia especulativa.
b) A valorização da subjetividade na análise social.
c) A aplicação do método científico para compreender o mundo.
d) A rejeição da ciência como base para o conhecimento.
Émile Durkheim 
Émile Durkheim é considerado nosso primeiro sociólogo. Durkheim foi o pesquisador que emancipou a Sociologia das Ciências Sociais e lhe deu o status de disciplina científica, ele deu a primeira aula de sociologia da história.
 O livro As regras do método sociológico, publicado em 1895, é uma obra que contém com clareza o tipo de acontecimento sobre o qual a Sociologia deveria se debruçar: o fato social. É a maneira de uma sociedade agir, pensar ou sentir. Significa dizer que é um padrão de comportamento social. Para entendermos melhor Durkheim coloca três características para a identificação do fato social, são elas:: 
Coerção: força que os fatos exercem sobre os indivíduos; 
Exterioridade: os fatos sociais existem e atuam sobre os indivíduos, independentemente de sua vontade ou de sua adesão consciente, ou seja, eles são exteriores aos indivíduos; 
Generalidade: é social todo fato que se repete em todos os indivíduos ou pelo menos na maioria deles.
Para Durkheim, uma vez identificados os fatos sociais, o cientista deve agir com objetividade, analisando-os como “coisas”, e não só explicar, a partir deles, a sociedade, mas também encontrar remédios para a vida social, pois a sociedade, como todo organismo, apresenta estados normais e patológicos, isto é, saudáveis e doentios, e a partir da nossa análise, podemos identificar eventos e relações que nos permitem diagnosticar esses momentos. 
Exemplo de um fato social, ou seja, uma coisa que a Sociologia pode estudar: O casamento possui generalidade. A maioria das pessoas pensa em se casar; o casamento possui exterioridade, pois tem algumas pessoas em nossa sociedade que não pensam em casar, mas nem por isso o casamento deixa de existir na sociedade; e o casamento tem coercitividade, pois as pessoas que não se casam em nossa sociedade com o passar do tempo sofrem discriminação e pressão do tipo “ficou pra titia”, “encalhada”, que acontecem de maneira jocosa. 
Solidariedade Mecânica e Orgânica
 
Durkheim tem uma visão evolucionista das sociedades, ele acredita que as sociedades saem de formas mais simples até chegarem em formas mais complexas, como nossa sociedade atual. Ele viveu em um momento de muitas transformações e evoluções sociais, passagem para a ideia de democracia, consolidação do sistema capitalista com a revolução industrial, em plena ebulição, e comportava no mesmo lugar, devido às grandes migrações com a revolução industrial, e a necessidade de se alocar nos novos postos de trabalho de trabalho criado pelas fábricas, Durkheim buscou entender como essa sociedade continuava unida, sem se romper e entrar em conflito total, esse fenômeno ele chama de solidariedade. 
A solidariedade mecânica, para Durkheim, era aquela que predominava nas sociedades pré-capitalistas, nas quais os indivíduos se identificavam por meio da família, da religião, da tradição e dos costumes, permanecendo, em geral, independentes e autônomos em relação à divisão do trabalho social. A consciência coletiva exerce aqui todo seu poder de coerção sobre os indivíduos. Ou seja, a sociedade permanecia unida pela semelhança entre os indivíduos.
	Já nas sociedades capitalistas modernas, somos muito diferentes entre nós, na religião, nos costumes entre outros, então o que nos mantém unidos, se não é a nossa semelhança? Para o autor é a solidariedade orgânica, fruto das diferenças sociais, já que são essas diferenças que unem os indivíduos pela necessidadede troca de serviços e pela sua interdependência. Os membros da sociedade onde predomina a solidariedade orgânica estão unidos pelo trabalho. 
EXERCÍCIO: 
1. Explique as três características que Émile Durkheim utiliza para identificar um fato social em sua obra "As regras do método sociológico" e dê um exemplo de fato social com base nessas características. (Não pode ser o do texto)
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2. O que é solidariedade segundo Durkheim? Quais são os principais elementos que mantêm a coesão social em cada uma das formas de solidariedade que ele apresenta?
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Max Weber
Para Max Weber, as motivações e ideias humanas são as forças por detrás da mudança. Considerava o indivíduo e suas ações como ponto chave da investigação, evidenciando o que para ele era o ponto de partida para a sociologia: a compreensão e a percepção do sentido que a pessoa atribui à sua conduta. Durkheim acredita em uma força social que age sobre o indivíduo, Weber acredita que precisamos olhar para as ações dos indivíduos para estudar a sociedade e que podemos caracterizar com fins metodológicos tipos de ações sociais.
Para Weber, o objeto de estudo da sociologia é a ação humana tendo sentido, que deve ser percebido pelo grupo que o indivíduo se encontra.
Embora Weber reconhecesse que os indivíduos tinham certa autonomia em suas ações, ele também destacava a influência da cultura e das normas sociais na maneira como as pessoas pensavam e agiam. Para ele, as ações sociais eram construídas sobre uma base cultural historicamente constituída. Por exemplo, usar roupas adequadas a cada situação social, ou seja, o ser humano nunca vai a um casamento trajando a roupa que usou quando foi ao parque. O indivíduo leva o grupo em consideração ou atua em direção desse ou contrário a ele. Assim, molda seus próprios atos com o objetivo de influenciar os outros, ou de comunicar-se com eles, elogiá-los, criticá-los, enganá-los, fazê-los rir, chorar ou todas as diversas coisas que as pessoas fazem umas em relação às outras
Dentro desse contexto, Weber identificou três tipos de ações sociais: a tradicional, a emotiva e a racional. Cada uma dessas formas de ação refletia diferentes motivações e razões para o comportamento humano, contribuindo para a compreensão da complexidade das interações sociais. Ele criou três “tipos ideais” de ação social: 
Tradicional –É quando uma pessoa age de acordo com os costumes, tradições ou hábitos estabelecidos em uma sociedade, sem questionar ou refletir sobre eles. Por exemplo, celebrar determinadas festas religiosas todos os anos porque é o que sempre foi feito pela família.
 Emotiva – são as emoções, não havendo razão, por exemplo, abraçar alguém que está triste para confortá-lo.
Racional com relação a fins – pensar, planejar antecipadamente o comportamento de acordo com os outros. Por exemplo, estudar para obter boas notas em um exame.
Racional com relação a valores - É quando uma pessoa age de acordo com os costumes, tradições ou hábitos estabelecidos em uma sociedade, sem questionar ou refletir sobre eles. Por exemplo, celebrar determinadas festas religiosas todos os anos porque é o que sempre foi feito pela família.
A jaula de ferro 
A industrialização foi alcançada através de avanços na ciência e na engenharia, e o capitalismo que a acompanhou clamava por decisões puramente racionais baseadas na eficiência e na análise de custo- -benefício. Se por um lado a ascensão do capitalismo trouxe incontáveis benefícios materiais, por um lado a ascensão do capitalismo trouxe incontáveis benefícios materiais, por outro também causou inúmeros retrocessos sociais. A cultura tradicional e os valores espirituais foram suplantados pela racionalização, que trouxe consigo um sentimento que Weber chamava de desencanto, a medida que o lado místico da vida diária de muitas pessoas foram substituídas por um cálculo frio.
Weber reconhecia as mudanças positivas produzidas por um maior conhecimento e pela prosperidade que resultavam das decisões lógicas em vez das ditadas por autoridades religiosas. Mas a racionalização também estava mudando a administração da sociedade através do crescente nível de burocracia em todos os tipos de organização. A burocracia, achava Weber, era tanto inevitável quanto necessária na sociedade industrial moderna. Sua eficácia e eficiência, próximas das de uma máquina, são o que capacita a sociedade a prosperar economicamente, o que quer dizer que seu crescimento em escopo e poder era, aparentemente, irreversível. 
Nesse sentido, Weber analisou que o protestantismo iniciado por Martinho Lutero, muito mais racional e com a ideia da predestinação calvinista, foi importante para o surgimento e consolidação do capitalismo. Isso se deve ao fato de que o protestantismo criou uma nova cultura, valorizando o esforço físico no trabalho, algo que não era tão enfatizado no Catolicismo. Além disso, promoveu a ideia de que a riqueza e a prosperidade nesta terra eram sinais de que uma pessoa era escolhida por Deus. Essa análise está alinhada com a teoria de Weber, que enfatiza a intenção das ações individuais como um motor das mudanças sociais, algo que os cientistas devem analisar cuidadosamente
EXERCÍCIO 
1 - Qual a diferença entre o pensamento de Weber em relação ao de Durkheim sobre a maneira de estudar a sociedade?
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2 - O que é uma ação social? 
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3- Explique o conceito de "desencanto" de acordo com Max Weber. Como esse conceito se relaciona com o processo de racionalização da sociedade moderna?
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4- Qual dos seguintes tipos de ação social é exemplificado por uma pessoa que estuda diligentemente para obter boas notas em um exame?
a) Ação tradicional
b) Ação emotiva
c) Ação racional com relação a fins
d) Ação racional com relação a valores
5 - De acordo com Max Weber, o conceito de "jaula de ferro" refere-se a:
a) Uma estrutura de metal utilizada na indústria pesada.
b) O colapso da economia devido à racionalização excessiva.
c) A crescente burocratização e racionalização da sociedade moderna.
d) Um movimento de protesto contra a industrialização.
6 - Qual é a principal diferença entre ação racional com relação a fins e ação emotiva, conforme discutido por Max Weber?
a) A ação racional é motivada por emoções, enquanto a ação emotiva é baseada na lógica e no planejamento.
b) A ação emotiva é motivada por emoções, enquanto a ação racional é baseada na lógica e no planejamento.
c) Ambas são motivadas por emoções, mas a ação racional envolve um planejamento cuidadoso.d) Ambas são baseadas na lógica, mas a ação emotiva é mais reflexiva. 
7 - Como Max Weber conceituou a ideia de “ação social”?
a) Uma ação social é toda ação tomada de forma coordenada e com outros sujeitos.
b) Uma ação social é toda ação voltada para a remediação de problemas sociais.
c) Uma ação social é toda ação que se configura em meio coletivo e sempre com um sentido político.
d) Uma ação social é qualquer ação realizada por um sujeito em um meio social que possua um sentido determinado por seu autor.
8 - Qual é a principal diferença entre a perspectiva de Max Weber e a de Émile Durkheim em relação à compreensão das forças que impulsionam a mudança social?
a) Weber enfatiza a importância das forças sociais externas, enquanto Durkheim destaca o papel das motivações individuais.
b) Durkheim acredita na autonomia completa do indivíduo em suas ações sociais, enquanto Weber argumenta que as ações são moldadas por normas sociais.
c) Weber enfatiza a compreensão do sentido atribuído pelo indivíduo a suas ações, enquanto Durkheim acredita na influência das instituições sociais.
d) Durkheim considera a cultura e as normas sociais como determinantes das ações individuais, enquanto Weber destaca a importância das forças econômicas na sociedade.
9 - OPINIÃO - O que você pensa sobre a burocratização da vida cotidiana? 
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Karl Marx e a Exploração do trabalho
Segundo ele, para viver, os homens têm de, inicialmente, transformar a natureza, ou seja, comer, construir abrigos, fabricar utensílios, etc. o que podemos chamar de TRABALHO, sem o que não poderiam existir como seres vivos. Sendo assim, o estudo de qualquer sociedade deveria partir justamente das relações sociais que os homens estabelecem entre si para utilizar os meios de produção e transformar a natureza. Essas relações sociais de produção são a base que condiciona todo o resto da sociedade. A partir dessa visão, é criado um método de compreensão da realidade, denominado materialismo histórico e dialético.
A luta de classes é a expressão máxima das contradições de um modo de produção e a mola propulsora das transformações ou, como diria Marx, a história de toda a sociedade até hoje tem sido a história da luta de classes, pois desde o surgimento da propriedade privada, existe o confronto entre as classes, e, desde a consolidação do capitalismo, está expressa no conflito burguesia x proletariado. 
Ao vender sua força de trabalho, o operário (PROLETÁRIO) recebe em troca uma certa remuneração na forma de salário que deverá ser suficiente para reproduzir as condições básicas de sua sobrevivência. Por conta disso, pode-se afirmar que a força de trabalho (capacidade de realizar trabalho) transforma-se no capitalismo em uma mercadoria. Embora a força de trabalho seja considerada uma mercadoria, ela se destaca das demais, pois, ao ser consumida, gera um valor superior ao seu. No ambiente fabril, por exemplo, o capitalista investe certa quantia de dinheiro (capital) comprando mercadorias (matéria prima) , máquinas e força de trabalho. Realizada a produção, novas mercadorias são criadas e vendidas, ou seja, transformadas em dinheiro.
 Em uma determinada jornada de trabalho, parte dela é destinada pelo operário à criação de valores correspondentes ao seu montante de salário, e o restante é apropriado pelo capitalista na forma de mais-valia (LUCRO), para Marx, o dono da empresa só consegue obter lucro através da Mais-Valia, ou seja, se apropriando do valor produzido pelo operário, pois a matéria prima usada é repassada em um valor muito próximo ao que o capitalista a comprou. 
Segundo Marx, o trabalho deveria dignificar o homem e nos ajudar a evoluir enquanto ser humano, mas no capitalismo somos engessados e alienados do processo produtivo completo, o que nos dificulta entender o que produzimos e limita nossa capacidade de pensar sobre o que produzimos. Exemplo: Um professor do ensino médio não decide o currículo, ou seja, o conteúdo dado em sala de aula, ele recebe um planejamento de conteúdo pronto, o que o aliena de parte do processo de trabalho e decisão do que ele considera importante para os alunos. 
1- Explique o que Karl Marx entende por "luta de classes"?
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2- Explique o conceito de mais-valia segundo a teoria marxista e como ela é gerada no processo de produção capitalista.
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3- Por que Marx considera que o trabalho no capitalismo aliena o trabalhador do processo produtivo?
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4- Qual é o conceito central que Marx usa para descrever a exploração dos trabalhadores pelo capitalista no sistema capitalista?
a) Mais-valia
b) Luta de classes
c) Salário mínimo
d) Mais-trabalho
Verdadeiro ou falso:
( ) Segundo Karl Marx, a história de toda a sociedade até hoje tem sido a história da luta de classes.
( ) No capitalismo, a força de trabalho se transforma em uma mercadoria que é comprada e vendida.
( ) Karl Marx defendia que o trabalho no capitalismo eleva a dignidade do ser humano e promove sua evolução pessoal.
( ) Marx acreditava que o lucro do capitalista era obtido através da mais-valia, ou seja, da apropriação do valor produzido pelo trabalhador.
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