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Breve pesquisa FOTOGRAFIA

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Cah Souza

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Breve pesquisa sobre FOTOGRAFIA
Hist. fotografia
Intro –
A fotografia provou ser um dos maiores e mais importantes inventos da história, nos dando um novo meio de nos recordarmos dos acontecimentos da vida.
A origem etimológica de “fotografia” vem do grego, “fós” significa luz e “grafis” estilo/pincel. Mas o significado completo é: desenhar com luz e contraste.
O bom de conhecer a historia da fotografia é importante para entender como usar a luz para criar imagens que nos proporcionou tanta evolução até os dias de hoje. Atualmente temos a facilidade para tirar uma foto perfeita, coisa que antigamente não era tão fácil fotografar.
A fotografia, essencialmente é um a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa. 
A primeira fotografia reconhecida remota ao ano de 1826 e é atribuída ao Frances Joseph Nicéphore Niépce, que foi o inventor responsável por criar uma das primeiras fotografias que também criou entre outras invenções. Ele começou seus experimentos fotográficos em 1793, mas as imagens desapareciam rapidamente. Então conseguiu que imagens demorassem a desaparecer em 1824 e o primeiro exemplo de uma imagem permanente ainda existente foi tirada em 1826. Ele chamava o processo de heliografia e demorava oito horas para gravar uma imagem.
Mas a invenção da fotografia não é obra de só um autor, o processo de acumulou avanços por parte de muitas pessoas trabalhando juntas por anos.
A Historia da Fotografia estuda as imagens produzidas a partir da exposição de material fotossensível e também as modernas captadas pelas lentes e máquinas fotográficas digitais. Atualmente a fotografia ocupa diferentes aparelhos a reter a imagem.
Historia –
Entrar no mundo do conhecimento na historia da fotografia vai nos fazer voltar a pensar em como as coisas antigamente eram e como foi a evolução para chegar onde chegaram hoje.
Quando desconhecida, guardar uma imagem de um acontecimento parecia uma coisa mágica no inicio do século XIX (19). 
1 Aparições 
No século 11 astronomos usavam câmeras para traçar o caminho das estrelas, a famosa câmera escura. 
A criação de uma câmera é provavelmente a parte mais importante da história da fotografia moderna. Acontece que muitos anos antes da construção da primeira câmera nos moldes semelhantes ao que conhecemos seu protótipo inicial já havia sido inventado.
A primeira descrição de algo semelhante à uma maquina fotografia,por volta do século x , foi feita pelo árabe Alhaken de Basora, ele descobriu que imagens se formavam no interior de sua tenda quando a luz do sol passava pelas frestas do tecido. Até então, a câmara escura havia sido descoberta, mas não oficialmente relatada e explicada. Tal fato aconteceu apenas anos mais tarde, em 1558, quando o napolitano Giovanni Battista della Porta voltou a descrever as características da câmara escura em seu livro
Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos semelhantes. Colocou expostos à luz do sol algumas folhas de árvores e asas de insetos sobre papel e couro branco sensibilizados com prata. Conseguiu silhuetas em negativo e tentou de diversas maneiras torná-las permanentes. Porém, não tinha como interromper o processo, e a luz continuava a enegrecer as imagens. Em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Já 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base metálica.
Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à energia das ondas de luz. 
. A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de ouro e prateada estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéiaiodo A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", que pode ser entendido como “gravura com a luz do Sol”. Sua 1 fotografia
Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". 
Apesar de tudo, Niépce não conseguiu registrar seu invento. Isso aconteceu porque, em uma viagem para a Inglaterra, Niépce se recusou a descrever por completo o processo de fotografia para a Royal Society. Mesmo assim, quase dois séculos depois Niépce é tido como o pai da fotografia.Niépce veio a falecer em 1833, deixando sua obra aos cuidados de Daguerre, que por muitos é considerado o segundo pai da fotografia. Que foi responsável por melhorar a obra de Niépce.
Daguerre teve a ideia de levar a fotografia para mais pessoas e, para isso, iniciou estudos sobre os métodos de Niépce para que qualquer pessoa, independente do seu nível intelectual, pudesse utilizar os mecanismos de uma fotografia.
Uma visão acima de seu tempo, visto que já planejava que qualquer cidadão pudesse capturar momentos para que eles pudessem durar para sempre.
Da combinação entre Daguerre e do governo surgiu o daguerreótipo, que nada mais é do que uma máquina fotográfica que pôde, pela primeira vez na história da fotografia, ser comercializado em escala. Pronto! Este foi o marco inicial da era atual da fotografia. 
A PRIMEIRA MÁQUINA FOTotgafic
Primeira Câmera Fotográfica do Mundo, desenvolvida por Daguerre.
Daguerrótipo, primeiro dispositivo fotográfico, aperfeiçoado a partir da Câmara Escura de Niépce.
Criação lentes
Inicialmente muito longos, os tempos de exposição encurtaram devido às pesquisas de Friedrich Voigtländer e John F. Goddard em 1840, estes criaram lentes com abertura maior e ressensibilizavam a placa com bromo.
Como foi o processo de obter copias e fotos pasada ao papel da fotografia
William Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio. 
O calótipo foi a primeira fase na linha de desenvolvimento da fotografia moderna um processo fotográfico pioneiro, antecessor da atual fotografia empregando negativo/positivo., o daguerreótipo conduziria à fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e jornais
Resolvida a questão da fotocópia, as pesquisas se voltaram a encontrar um papel para os negativos que pudesse ser rapidamente impresso.
Quem alcançou esse mérito foi o inglês Frederick Scott Archer, em 1848, que inventou o processo de colódio úmido, que é um composto de éter e álcool em uma solução de nitrato e celulose.
O colódio funcionou como uma substância que dava liga para conseguir aderir o nitrato de prata fotossensível à chapa de vidro, que era a base do negativo. Com isso, Archer encontrou um meio da foto ser revelada logo após a fotografia.
Então a primeira fotografia foi tirada, deram um jeito de comercializá-la entre os povos da mais alta hierárquia e descobriram como imprimi-la e copiá-la. Tudo isso foi um importante marco na história da fotografia.
Evokuçao fotográficos
A primeira fotografia colorida seria criada alguns anos depois, em 1861, pelo físico escocês James Clerk Maxwell (1831-1879).
Contribuíram nesta empreitada Gabriel Lippman (1845-1921), os irmãos Auguste (1862-1954) e Louis Lumière (1864-1948). Mais tarde, os irmãos conseguiriam colocar as imagens em movimento, fato que daria origem ao cinema.
Por fim, o francês Ducos du Hauron (1837-1920) desenvolveu uma forma de imprimir três negativos com filtros coloridos em vermelho e azul.
Em 1871, o método de emulsão seca de brometo de prata em colódio foi aperfeiçoado pelo médico inglês Richard Leach Maddox (1816-1902), que substituiu o colódio por placas secas de gelatina.
A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um discurso de marketing onde todos podiam tirar suas fotos,do ano de 1839 - foi anunciada e apresentada ao mundo a tal Fotografia - desenvolvida pelo francês Louis M. Daguérre.
Que tal comemorar tirando uma foto agora mesmo? É um bom jeito de homenagear essa colorida, divertida e tão valiosa descoberta. Diga xiiiiis!
O Dia Mundial da Fotografia comemora-se anualmente no dia 19 de Agosto. A celebração da data tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.
Mais tarde, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo mais sofisticado e, e em 19 de Agosto do mesmo ano, o Governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente “grátis para o mundo”.
Outro processo fotográfico – o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot, fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.
Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem.
Existe uma grande confusão e diversas controvérsias em relação as datas que celebram o Dia da Fotografia. No Brasil, celebramos no dia 8 de janeiro, enquanto no resto do mundo é no dia 19 de agosto. Qual a diferença?
O Dia Mundial da Fotografia é celebrado no dia 19 de agosto em virtude da apresentação pública do Daguerreótipo na Academia de Ciências da França, Paris, em 1839.
No Brasil, a data é celebrada no dia 8 de janeiro, que seria o dia da chegada do Daguerreótipo ao país, em 1840. Trazido por Louis Compte, o dispositivo foi apresentada no Rio de Janeiro ao Imperador Dom Pedro II.
Dia do Fotógrafo ou Dia da Fotografia?
Com as duas datas, as coisas ficaram um pouco confusas por aqui. É comum algumas pessoas pensarem que uma data se refere ao Dia do Fotógrafo e a outra ao Dia da Fotografia. Porém, não existe no Brasil essa separação e a data de 8 de janeiro é utilizada para celebrar ambos os casos, sendo o Dia Nacional da Fotografia e do Fotógrafo. A comemoração internacional no entanto, não faz referência ao Dia do Fotógrafo, mas apenas ao Dia Mundial da Fotografia. Em inglês existe apenas a definição World Photography Day e em francês Journée Mondiale de la Photographie.
Controvérsias
A primeira controvérsia a respeito da celebração no Brasil, se refere ao dia exato da chegada de Louis Compte ao Rio de Janeiro. Alguns artigos apontam que a data correta seria no dia 16 de janeiro. Alguns sites apontam ainda a data de 8 de julho como sendo o Dia do Fotógrafo. Porém, não foi encontrado qualquer calendário oficial ou base teórica que justificasse essa escolha.
Outra polêmica a respeito da data comemorativa é que segundo o historiador Bóris Kossoy, antes mesmo do Daguerreótipo ter sido anunciado na França, o pesquisador franco-brasileiro Hércules Florence já teria descoberto a fotografia e foi a primeira pessoa a usar o termo, em 15 de agosto de 1832, em Campinas, interior de São Paulo.
O Dia Mundial da Fotografia é comemorado anualmente em 19 de agosto.
A fotografia é uma das invenções mais extraordinárias da história da humanidade e que revolucionou a sociedade a partir de meados do século XIX, assim como a cultura, a economia, as arte e etc.
Normalmente, durante este dia, acontecem palestras, workshops e demais atividades relacionadas à fotografia.
As fotografias podem ser utilizadas para informar, recordar ou como uma expressão artística.
Sejam fotógrafos profissionais ou amadores, no Dia Mundial da Fotografia, todos os amantes desta arte comemoram a data fazendo muitas fotos.
Os brasileiros ainda celebram o dia 8 de janeiro como o Dia Nacional da Fotografia, também conhecido como o “Dia do Fotografo”.
Origem do Dia Mundial da Fotografia
A escolha do dia 19 de agosto para celebrar esta data é uma homenagem à invenção do daguerreótipo, o antecessor das câmeras fotográficas. Foi em 19 de agosto de 1839 que a Academia Francesa de Ciências anunciava mundialmente a nova invenção.
Este aparelho foi desenvolvido pelo francês Louis Daguerre (1787-1851), em 1837, graças aos estudos de Joseph Niépce (1765-1833), que havia criado a héliographie alguns anos antes.
Em 1839 também foi inventado o calótipo, um outro sistema de captura de imagens, criado por William Fox Talbot (1800-1877). Por causa dessas incríveis invenções, 1839 se consagrou como o Ano da Invenção da Fotografia.
Guia GUIA FOGFR aprender fotografia
Por Caroline Hecke
Fotografia é uma arte apreciada por muitos, e para começar a falar dela, o melhor é explicar sua etimologia: “Foto-Grafia. Escrever com luz”. Mais especificamente, do grego “fós” (“luz”), e ”grafis” ou “grafê” (“pincel”), ou algo como desenhar com a iluminação. Assim, você já pode entender a essência da arte de fotografar.
Até pouco tempo atrás, a importância da luz era algo mais óbvio na fotografia, já que o uso dos filmes (e sua sensibilidade à iluminação) deixava isso bastante claro. Hoje, com a popularização das imagens digitais, a criação da fotografia dentro da câmera virou algo muito mais abstrato. Ainda assim, a luz é o ponto essencial para criar uma imagem – e você já vai entender o porquê.
Como funciona a câmera fotográfica
Poderíamos passar um bom tempo detalhando o funcionamento de uma câmera, mas vamos direto ao ponto que vai ajudar você a entender melhor como tudo acontece. Na hora do clique, a luz do local passa pela lente e é enviada ao sensor – no caso das analógicas, para o filme. Tudo o que estiver iluminado o suficiente vai aparecer, formando a imagem.
A quantidade de luz que entra na câmera é o que determina se ela terá uma exposição apropriada ou se ficará superexposta ou subexposta. Para definir isso, o fotógrafo precisa levar em conta três variáveis, sempre considerando a iluminação do ambiente: ISO, abertura do diafragma e velocidade do obturador. Todas elas podem ser alteradas em equipamentos que contam com o modo M (manual).
ISO
Também chamado como "velocidade do filme", o ISO é o que determina a sensibilidade do filme perante a luz. Nas câmeras analógicas, é preciso escolher o ISO na hora de comprar um filme. Os mais sensíveis e mais indicados para ambientes escuros são os de ISO mais alto, como o ISO 800. Os menos sensíveis e indicados para lugares com muita luz são os de baixo ISO, como o ISO 100.
Filmes de diferentes ISO. Imagem: Reprodução/Lomography
O mesmo conceito foi levado para a fotografia digital: em uma câmera, você pode determinar o grau de sensibilidade do sensor à luz. Ao escolher um ISO mais alto, porém, a granulação na imagem também aumenta.
Como configurar?
Os menus variam a cada marca e modelo de câmera. Por isso, no modo manual de seu equipamento, procure pelo ISO nos menus de ajuste. Quanto mais alto o número, mais sensível seu sensor ficará.
Obturador
O obturador é um dispositivo da câmera que determina por quanto tempo o filme ou o sensor digital será exposto à luz. O obturador só é aberto com o acionamento do botão de disparo, fazendo com que a luz entre no equipamento.
Para entender melhor a relação do obturador com o resultado da imagem, imagineo seguinte: um fotógrafo está parado e se prepara para fotografar um objeto em movimento. O objeto então atravessa o quadro determinado pelo fotógrafo, horizontalmente, até sair de cena.
Se a velocidade de abertura do obturador for baixa e o mecanismo permanecer aberto por mais do que uma fração de segundo, a imagem será captada continuamente, enquanto o objeto passa por frente da câmera. O resultado seria uma imagem borrada.
Como configurar?
O tempo de exposição se mede em frações de segundo. Em uma câmera comum, ele pode variar entre 30s até 1/4000. Algumas câmeras também contam com o modo “B” (bulb), que deixa o obturador aberto pelo tempo em que o botão de disparo estiver pressionado.
O número indicado no display da câmera é sempre a parte de baixo da fração, ou seja: na exposição 1/3000, a câmera deve exibir apenas o número 3000. Ao passar para os segundos, o equipamento passa a usar apóstrofes para indicar o tempo (2’ para dois segundos, por exemplo).
Diafragma
O diafragma é o que define a quantidade de luz que entrará na câmera, indicando a intensidade com a qual o sensor (ou o filme) receberá a luz. Enquanto o obturador determina por quanto tempo o sensor será exposto, o diafragma é o que faz com que o equipamento receba muita ou pouca luz.
Imagem: Reprodução/PhotoCentral
Ao contrário do obturador, que abre e fecha a cada disparo, o diafragma fica sempre aberto na posição indicada pelo fotógrafo. O diafragma forma uma dupla inseparável com o obturador: o fotógrafo sempre precisa ajustar ambos os elementos para obter a imagem desejada.
Por exemplo: você pode aumentar a abertura do diafragma para fazer imagens nítidas de um objeto em movimento em um ambiente menos iluminado. O diafragma fica na própria lente e a sua capacidade de abertura varia conforme o modelo escolhido.
Como configurar?
O diafragma é medido por um valor determinado pela letra “f”. Quanto menor o valor de f, mais aberto estará o seu diafragma. Como já citamos, a capacidade de abertura do diafragma vai depender da lente utilizada. Lentes consideradas “mais claras” podem ter aberturas a partir de f/1.4, por exemplo, enquanto as lentes comuns partem de f/2.8, chegando até ao f/11 ou f/22.
O fotômetro e a exposição ideal
Para quem está começando, o “cálculo” para determinar cada elemento pode parecer um pouco confuso. Por isso, você vai precisar ficar sempre de olho em um dos elementos mais importantes do equipamento: o fotômetro.
O mecanismo ajuda os fotógrafos a perceberem se a imagem terá a exposição adequada, mesmo antes de fazer o clique. O fotômetro interpreta a luz do local conforme as configurações determinadas pelo usuário, indicando o quão próximo da exposição “perfeita” ela ficará.
Marcação do fotômetro
Sua medição aparece em uma pequena régua, como a da imagem acima. Se a seta estiver no meio, significa que a exposição é a ideal. Se ela estiver pendendo para o lado esquerdo, a fotografia ficará muito escura. Se ela pender para o lado direito, significa que há luz em excesso entrando na câmera, o que poderá deixar a foto muito clara. Nos casos mais extremos, a imagem subexposta ficará completamente preta, enquanto a superexposta ficará totalmente branca.
Balanço de branco
A luz que bate nos objetos e é refletida para dentro da câmera pode aparecer em diversas cores. Isso muda conforme a fonte de iluminação usada e a cor dos próprios objetos, que podem refletir tons diferentes. Para que as cores sejam apresentadas da maneira correta, é preciso manter o ajuste sempre da forma adequada para cada situação.
Imagem: Tradução/Exposure Guide
A diferença nos tons é medida por algo chamado temperatura de cor, que é medida em Kelvins. Para entender um pouco melhor, você pode conferir a medição na tabela acima.
Como configurar?
Existem diversas formas de ajustar isso: algumas câmeras contam com o controle manual e outras trazem o balanço pré-definido e você só precisa escolher opções entre “Sol”, “Luz incandescente”, por exemplo.
Sua câmera também deve contar com o modo automático (AWB). Ele pode ser uma boa opção para quem não quer perder tempo com o ajuste, mas tende a deixar as imagens sem vida. Se for o caso, você também pode fazer as correções necessárias posteriormente, por meio de softwares de edição, porém, isso já é uma missão para os mais experientes.
Nem todas as câmeras contam com o ajuste de balanço de branco manual, mas, se ele existir, procure no manual o caminho do menu para chegar até ele. Com isso, é hora de “bater o branco”.
Escolha uma superfície de cor cinza não muito escura e pouco refletiva (muitos fotógrafos preferem carregar um cartão cinza 18% especificamente para isso) e faça a nova medição. Na falta do cartão cinza, escolha uma superfície branca, porém, essa não é a melhor opção.
Foco
Nem sempre uma foto sai completamente nítida, o que pode indicar que ela tenha ficado fora de foco. O foco pode ser uma arma poderosa para quem quer criar belas imagens. Escolhendo qual objeto vai ganhar destaque, você pode mudar completamente a sua fotografia.
Como ajustar?
O foco pode ser ajustado de forma manual, girando o anel de foco da lente até que você visualize o assunto completamente nítido na tela. Se preferir, você pode deixar a câmera no modo manual e o próprio equipamento vai interpretar o que precisa ganhar destaque na imagem.
Profundidade de campo
Baixa profundidade de campo deixa elementos mais distantes desfocados. Imagem: Caroline Hecke
A profundidade de campo, também conhecida como DOF (“depth of field” em inglês) é o que define o quanto os objetos próximos do foco da imagem também estarão focados. Quanto maior o DOF, mais coisas ao redor do objeto ficarão focados. Com um DOF menor, tudo ao redor do seu objeto principal poderá perder o foco.
Como controlar?
Existem duas formas de controlar a profundidade de campo: mudando a abertura do diafragma e mudando a sua posição perante o objeto fotografado. Com uma maior abertura (f/1.4, por exemplo) o DOF será menor, o que deixará o fundo da imagem mais desfocado; com uma abertura menor, a profundidade de campo aumenta.
Para lentes mais simples, com menor abertura, você pode aumentar a profundidade de campo ao se aproximar do objeto. Quanto mais perto do objeto fotografado, mais desfocado ficará o fundo, porém, o efeito não é tão impressionante quando com o ajuste feito pelo diafragma.
É hora de praticar
Depois que você já conhecer bem o funcionamento da sua câmera, o primeiro passo é observar imagens que você considera bonitas e tentar entender como elas foram criadas. Isso ajuda a aumentar o domínio das técnicas e também auxilia na criação de uma linguagem própria.
Em alguns grupos específicos de discussão ou redes como o Flickr, você encontra detalhes sobre as fotografias, como as configurações de ISO, velocidade e abertura utilizadas. Em alguns casos, os relatos do fotógrafo também podem detalhar o trabalho.
Você pode tentar recriar imagens com a sua própria câmera, encontrando a sua própria versão daquilo que gosta. Após algum tempo, você será capaz de trilhar seu próprio caminho usando a criatividade ao somar técnicas e criar seu próprio estilo.
Profissão Fotógrafo: curso, salário e mercado de trabalho
A profissão fotógrafo é o sonho de muitas pessoas que se identificam com a possibilidade de expressar sua visão dos ambientes e pessoas, conhecer muitos lugares diferentes e ser reconhecido pelo seu trabalho.
É muito comum lembrar apenas das festas e glamour envolvido com quem trabalha nesse ramo. No entanto, como a maioria das profissões, existem diversos segmentos diferentes de atuação e muitos desafios ao longo da carreira.
Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a profissão fotógrafo e descobrir como realmente é trabalhar com fotografia.
Profissão Fotógrafo: o que faz?
Fotógrafo é o profissional que utiliza um equipamento fotográfico, digital ou analógico, para registrar imagens. Além disso, ele pode também ser responsável pelo tratamento e pós-produção, revelação e ampliação, e a curadoria do material fotográfico.
Qual o perfil profissional?A pessoa que deseja seguir a profissão fotógrafo deve gostar de lidar com pessoas, saber se comunicar bem, ter muita criatividade e ser proativo. Além disso, é preciso ser organizado, saber controlar seu tempo e resolver problemas.
É essencial que tenha um bom senso estético e disposição para desenvolver seu talento. As técnicas fotográficas podem ser aprendidas com cursos e estudo, mas o dom para a fotografia é o que fará você se tornar um excelente profissional.
O que estuda o curso de Fotografia?
Existem dois tipos de curso superior de Fotografia, o tecnólogo e o bacharelado.
O tecnólogo tem duração de dois anos. Trata-se de um curso mais compacto e direcionado. Já o bacharelado possui duração de quatro anos e o curso procura estimular o desenvolvimento de trabalhos autorais e a linguagem fotográfica. Dessa forma, cada profissional é capaz de desenvolver seu talento e descobrir seu espaço no mercado profissional.
As disciplinas dos cursos de fotografia variam de acordo com a modalidade de formação. Geralmente elas contemplam as áreas de: história da arte e fundamentos da fotografia, linguagem cinematográfica e fotográfica, processos digitais, gestão estratégica em fotografia, editoração para fotografia, fotojornalismo, tratamento da imagem fotográfica, entre muitas outras.
Mercado de trabalho
A profissão fotógrafo une o talento com aprendizado técnico. Os nichos de mercado são variados e os tipos de negócio também.
O fotógrafo profissional pode ser contratado de uma empresa, como um estúdio ou empresa de comunicação, ou então ser empresário e gerenciar seu próprio negócio.
Sobre os ramos de atuação as possibilidades são infinitas. Um profissional de fotografia pode atuar com festas e eventos, arquitetura, moda, gastronomia, publicidade, decoração, família, paisagens, turismo, e muitos outros ramos.
Novas possibilidades para a carreira de fotógrafo
O mercado de fotografia está sempre se reinventando, apesar de não perder o seu glamour inicial. Diante da entrada de novos profissionais e do aumento da concorrência, a criatividade precisa vir a tona e é necessário oferecer serviços diferentes.
Hoje em dia os segmentos de fotografia de eventos e família ainda são os mais procurados. Porém, já surgiram variações interessantes, como a fotografia de pets e newborn, por exemplo, que viraram moda.
Alguns profissionais se especializam em curadoria e trabalham organizando e promovendo exposições de trabalhos fotográficos em museus e galerias.
Outra possibilidade dessa profissão é venda de fotografias para bancos de imagens na internet. Rende um bom valor quando sua imagem é muito requisitada.
Quanto ganha o fotógrafo?
Isso vai depender do seu ramo de atividade e da forma de trabalho. Se você for contratado por uma empresa com assistente de fotógrafo receberá, em média, R$ 1.460,00 por mês.
Mas se você optar por ser empresário ou trabalhar por conta própria, as possibilidades de ganho são maiores, apesar de não haver garantia de salário e você ter que buscar oportunidades para ganhar seus recursos.
Um fotógrafo de casamento em início de carreira, por exemplo, pode cobrar entre R$ 1.500,00 e R$ 3.500,00 por evento em grandes cidades. Os profissionais com vasta experiência e fama podem cobrar valores acima de R$ 20.000,00.
6 qualidades essenciais para ser um fotógrafo de destaque
Escrito por Moises Ribeiro em 14 de novembro de 2017
Ser um profissional que se destaca em sua área é algo que todo fotógrafo almeja.
Ter a capacidade de fazer seu nome crescer em um mercado tão competitivo é o que separa os sonhadores dos vencedores.
Para se tornar um vitorioso de sucesso é importante que você descubra quais qualidades você deve possuir e como colocar em prática.
Por esta razão, compartilho com você 6 qualidades essenciais que pode fazê-lo um fotógrafo de destaque.
#Confiança
É natural que qualquer profissional em algum momento venha a passar por situações incomodas, que não estavam nos planos.
O mais importante nesta hora é não entrar em desespero. Parte do trabalho de um bom profissional é saber encarar o problema de frente e resolver.
Por mais difícil que venha a ser a situação, manter o nível de confiança é fundamental para que você tenha toda a concentração necessária para alcançar seus objetivos de curto, médio e longo prazo.
#Comprometimento
Se você quer se destacar no mercado, precisará mostrar pelo exemplo.
Ver seu trabalho produzir resultados é tão motivador que naturalmente você estará instigando outros profissionais a seguir o mesmo exemplo.
Um trabalho sério com profissionalismo permite que você ganhe o respeito do mercado.
Se você planejou por exemplo metas de curto prazo, mantenha seu foco em realizar.
Este tipo de iniciativa cria em você um habito de comprometimento, de respeito com o seu trabalho.
#Ética
Em estabelecer que a honestidade e a ética sejam valores presentes em seu dia a dia, seu cliente e seus concorrentes irão reconhecer o qual responsável você é em elevar seu padrão.
O autopoliciamento diário permite que você promova ao seu redor um ambiente harmonioso, amigável e útil para executar com qualidade seu trabalho.
#Inspiração
Permita que todo cliente sinta que ele é sua fonte de inspiração para desenvolver o melhor trabalho.
Quando o cliente identifica esta mensagem, o mesmo se sentirá valorizado e passará a lhe ajudar com maior intensidade em tudo que você precisar.
#Criatividade
Nem tudo que você imaginou vai sair como planejado. As vezes temos que dar um passo para trás para poder dar dois para frente.
É nesta hora que você deve usar sua experiência a favor da criatividade.
Em vários momentos você vai ter que pensar fora da caixa para decidir qual o melhor caminho a seguir.
Uma dica: Anote todas as possibilidades e imagine diversas situações para todas elas. Neste momento de reflexão e concentração seu lado criativo vai aflorar e mostrará o direcionamento que você deve percorrer.
#Intuição
Não ter medo de explorar novas áreas, por mais que ela proporcione riscos e uma maior pressão.
Ter intuição é usar toda sua experiência e conhecimento para aprender a confiar nos seus passos e nos desafios que estarão por vir.
Dica: Nunca deixe de confiar em você.
Se você quer trabalhar com fotografia, mas não faz ideia do que é preciso resolver para começar, esse artigo vai te ajudar muito! Eu separei aqui algumas dicas prática se fáceis que vão te ajudar a trabalhar ainda hoje.
Normalmente, se começa como um hobby, pois a fotografia pode ser até mesmo uma atividade terapêutica. Mas logo se enxerga que há um amplo mercado por trás desse lazer: uma chance de transformá-lo em profissão.
O mercado está cada vez mais propício para quem quer se tornar fotógrafo pois existem várias empresas – e não param de surgir novas – que fazem uso dos seus serviços, o que significa uma alta demanda por eles e, consequentemente, torna esse um negócio bastante lucrativo.
Fotografia é uma profissão já estabelecida no mercado há muito tempo, o que a torna uma profissão já bastante tradicional – em todo o mundo! E não é à toa, pois não existe uma pessoa que não se encante com os trabalhos desses profissionais, não é verdade?
Quando pensamos em trabalhar com fotografia, nossa primeira grande dúvida é como começar, como ingressar nessa área como um profissional. Se essa é também a sua dificuldade no momento, me acompanhe neste artigo, pois é justamente sobre isso que vim falar aqui hoje!
Então, todos e todas amantes dessa arte que é a fotografia, embarquem comigo para os próximos tópicos!
Como trabalhar com fotografia: Invista no seu conhecimento profissional!
Se você quer ganhar dinheiro com fotografia, é indispensável que você invista em capacitação – sim, conhecimento específico, voltado para a área em que você irá atuar.
Mesmo com toda intuição do mundo, ou até mesmo tendo “dom”, para fotografar, existem técnicas que precisam ser aprendidas, assim como conhecimentos que são essenciais sobre os equipamentos a serem utilizados (e eles são muitos) – mesmo que você não vá, não precise ou não queira utilizar nem metade deles.A equipe do Montar um Negócio indica o Curso online que ensina a trabalhar com fotografia, porque além de ter um conteúdo maravilhoso que vai te ajudar, ele é todo online, então você faz na hora que puder, de onde quiser!
Dê uma olhada no curso porque ele pode ser o passo a mais que você precisa para começar a ganhar dinheiro o quanto antes e fazer seu nome nesse mercado.
Só para que você compreenda melhor a necessidade de um investimento no seu conhecimento profissional, vou separar alguns motivos decisivos em dois pontos importantes:
#1 – Conhecer bem os equipamentos que envolvem a fotografia
Sobre os equipamentos: na hora de um encontro com um cliente, você precisa entender o que ele está falando e, como um profissional da área, não soa nada “profissional” não conhecer os termos e funcionamentos dos equipamentos que ele pode acabar mencionando.
Lembrando que eu nem estou falando de montar um estúdio fotográfico, estou falando do trabalho autônomo inicial mesmo!
Além disso, você pode até não utilizar os equipamentos sobre os quais irá aprender agora, mas poderá (o que é provável de acontecer, inclusive) precisar deles em algum momento.
Nesse caso, se você não tem conhecimento deles, você provavelmente ficará perdido, sem saber nem mesmo do que que você precisa usar para essa fotografia específica.
Lembre-se: você estará trabalhando com fotografia, e não mais fazendo isso por lazer, o que implica em precisar atender as necessidades dos seus clientes. Esse conhecimento vai permitir que você tenha os melhores resultados.
#2 – Aprender técnicas e ângulos: a visão de fotógrafo sobre o espaço
Quanto a aprender sobre a fotografia em si: intuição e dom ajudam muito para você que gosta de fotografar por lazer ou até mesmo para parentes e amigos, às vezes.
Porém, quando falamos de mercado, ou seja, de trabalhar com fotografia mesmo, há algumas exigências específicas, ângulos e técnicas próprias para os tipos de fotografia solicitadas pelos clientes – ainda mais se forem fotos destinadas à publicidade (o que é cerca de 80% do mercado fotográfico atual).
Por fim, não posso deixar de mencionar que essas técnicas irão te ensinar – ou aprimorar – sua capacidade de extrair o melhor de cada imagem, sejam elas pessoas, natureza, insetos, objetos e por aí vai (a lista é grande).
#3 – Diminua a concorrência
Assim como você, muitas pessoas que amam fotografar estão tentando ganhar dinheiro e até fazer carreira nessa área. Ter qualificação se torna um grande diferencial na hora de um cliente escolher o fotógrafo.
A concorrência é razoavelmente ampla, por isso – além de todos os outros motivos que falei acima – é tão importante que você invista em capacitação pessoal.
Embora seja imprescindível que você busque conhecimento na área, isso não deve te assustar nesse momento inicial, pois muitos desses cursos você consegue fazer até mesmo online, como é o caso do Curso Como Lucrar com Fotografia, que ensina tudo para ganhar dinheiro com seu hobby.
Coisa importante: Monte um portfólio!
Para começar a ingressar nessa área da fotografia profissional, você precisará mostrar aos seus clientes seu potencial, bem como seu estilo de trabalho – seu estilo de fotografia.
Também como forma de atrair ou ganhar clientes, você precisará apresentar um portfólio. Apresentar seus trabalhos.
Uma plataforma muito utilizada hoje em dia para esse tipo de trabalho é o https://behance.net, onde você pode se cadastrar e exibir seu trabalho gratuitamente.
Lembre-se: seu portfólio será seu novo currículo, então capriche e não coloque em exibição nada que não esteja profissional ou que esteja inacabado!
3 maneiras diferentes para começar a trabalhar como fotógra
#1 – Trabalhe como fotógrafo freelancer
Chegando agora na questão de “onde vender o seu peixe”, vamos começar com a carreira freelancer.
O trabalho como freelancer é individual, você normalmente não terá e nem precisará de uma equipe, assim como será como um prestador de serviços autônomo – você será seu próprio chefe.
Uma das vantagens de trabalhar com fotografia como freelancer é que dessa forma você poderá prestar seus serviços de forma independente para várias pessoas, ao mesmo tempo.
Por ser iniciante, não vá com muita sede ao pote nem espere que chova clientes nesse primeiro momento. Vá com calma, se dedique bastante aos primeiros clientes que encontrar – sempre fazendo um pouquinho mais do que é pedido, para ganhar esses clientes.
#2 – Monte sua própria loja de fotografia
Uma alternativa bem diferente da anterior é montar uma loja de fotografia.
Nesse tipo de negócio, você precisará fazer todo um planejamento, assim como um investimento inicial e, certamente, também precisará regulamentar sua loja e adquirir um CNPJ.
Claro que isso também tem lados positivos, pois sendo uma empresa com CNPJ, você terá, já de início, uma certa credibilidade e já será visto, de cara, como um profissional do ramo.
#3 – Trabalhe vendendo suas fotos
Você poderá trabalhar vendendo fotos também como um freelancer.
A questão aqui é que você pode optar por, em vez de ser contratado como um fotógrafo que irá até os locais solicitados para tirar fotos para os seus clientes, vender suas próprias fotos, tiradas onde, quando e como você desejou. Em outras palavras, você não estará vendendo seus serviços de fotógrafo, e sim as suas fotos.
Há um leque de opções de onde vender suas fotos, como para jornais, revistas, sites, ou até mesmo para bancos de imagem, como os famosos iStock ou o Shutterstock.
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Comece a trabalhar com fotografia!
Como você pôde ver ao longo deste artigo, transformar esse hobby em trabalho e ganhar dinheiro com fotografia não só é possível, como há várias formas de fazer isso, e você pode optar pela que mais gostar e se sentir confortável trabalhando.
Vou me despedir de você desejando todo sucesso do mundo e te lembrando de que o mais importante para quem quer trabalhar com fotografia, antes de qualquer coisa, é a capacitação profissional!
Você tem desejo de se tornar um fotógrafo profissional, mas não sabe por onde começar? Nós da EPICS iremos passar dez dicas para iniciar a sua carreira como Fotógrafo!
1 – Qualidade é mais importante que quantidade
Você não precisa ter todas as câmeras, lentes e acessórios que estão disponíveis no mercado. Quantidade não é sinônimo de qualidade. Conheça seu equipamento, se familiarize com ele, saiba como explorá-lo ao máximo e faça a diferença, independentemente de modelo ou marca. Ao passo que os trabalhos forem surgindo, a possibilidade de você conseguir adquirir novos equipamentos é maior.
2 – Aprenda a fotografar no modo manual
Se você quer se tornar um fotografo profissional é necessário deixar alguns costumes de comodidade de lado. Fotografar no modo automático é um deles. Deixar a câmera no modo automático significa dar ao equipamento o poder de decidir como a foto será feita, mas o seu equipamento não é tão inteligente quanto você. Esteja sempre no controle, use o modo manual para definir a intensidade da iluminação e a cor que será usada em um determinado ambiente. Esteja na direção!
3 – Aprenda sempre
Aprender nunca é demais. Leia bastante. Explore a internet. Há cursos gratuitos disponíveis em diversos sites e dicas fundamentais sobre fotografia em blogs e canais no Youtube. Leia, assista, anote e pratique!
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4 – Você precisa de um portfólio
Passar confiança para um cliente, seja uma noiva ou dono de empresa, é sempre fundamental. Por isso, tenha um bom portfólio. Selecione as melhores imagens, crie uma apresentação para enviar aos seus clientes. Caso você ainda não tenha trabalhos para apresentar, converse com amigos ou conhecidos sobre a possibilidade de você cobrir o casamento ou evento deles. Se o casal de amigos não for se casar, convide-os para um ensaio!
5 – Seja tudo ao mesmo tempo
No começo da sua carreira como fotógrafo, você não terá pessoas responsáveis por atendimento ao cliente, organização de contratos, orçamentose agendas. Por isso, seja tudo isso você mesmo. Aprenda como atender seu cliente e conquistá-lo, como criar e organizar seus contratos e orçamentos e crie agendas virtuais. Se você não é tão acostumado com as agendas eletrônicas, tenha sempre uma de papel junto com você. A organização e determinação no começo da carreira permitirá que você consiga distribuir as funções no futuro.
6 – Seja paciente e compreensível
Iniciar um negócio significa saber ser paciente. Ninguém nasce sabendo fotografar ou administrar uma empresa. Você escolheu ser dono do seu próprio negócio e precisa aprender a passar pelas turbulências da profissão. Não avalie seu negócio a curto prazo. Pode levar tempo para que tudo dê certo. Se programe, aprenda com os erros e acerte na próxima!
7 – Pergunte sempre
Busque sempre aprender com pessoas que vivem o seu sonho, ou seja: fotógrafos profissionais. Converse ou tire dúvidas pessoalmente, envie e-mails, se disponha para acompanhar um fotógrafo em um casamento ou ensaio, mesmo que não receba dinheiro por isso. É necessário ter oportunidades no começo de qualquer empreitada.
8 – Tenha sempre boas referências
Acompanhe o trabalho dos profissionais que você admira. Analise ensaios, observe a direção de modelos, de casais, a distribuição de objetos, a composição de cenário, a aplicação de cor e luz, o resultado final da edição. Julgue o trabalho, busque os defeitos. É necessário ter a tese e a antítese para criarmos a síntese de algo. Mas lembre-se: usar uma foto ou ensaio de um fotógrafo como referência não significa copiá-lo, mas sim se inspirar para conseguir criar sua própria identidade na fotografia.
9 – Identidade visual
Se importe com a sua própria imagem: tenha seu trabalho sempre disponível para as pessoas, seja por meio de uma conta no Tumblr ou Flickr, uma página no Facebook ou um perfil no Instagram. Tenha um logomarca conceitual que defina seu estilo de trabalho; crie um cartão de visita que passe toda informação sobre seu trabalho e ande sempre com um punhado deles para entregar as pessoas. Não se esqueça que o boca a boca faz toda a diferença.
10 – Se destaque e seja criativo
Seja diferente para conseguir se destacar. Saia do “mais do mesmo”. Busque novas técnicas, novos projetos, novas formas de fotografar e esteja sempre um passo a frente de seus concorrentes.
cursos
1 - Fotografia
Vamos começar pelo tradicional! O curso de Fotografia forma profissionais capacitados a atuarem artisticamente, comercialmente ou de modo documental na transmissão de uma mensagem por meio de imagens. Ao final do curso, o fotógrafo terá conhecimento e domínio sobre os elementos de composição de uma boa imagem, utilizando o enquadramento, foco e iluminação de maneiras adequadas para se expressar...Veja mais
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2 - Design
O curso de Design engloba conceitos visuais para peças gráficas e materiais. Quando desenvolve um produto, se preocupa com forma, funcionalidade, estrutura e estética. Quem optar pela habilitação em Design estará habilitado para criar o conceito de jornais e revistas, interfaces gráficas para mídias digitais, logos e estampas...Veja mais
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3 - Jornalismo
No mercado de trabalho, o jornalista pode atuar em jornais, revistas, emissoras de TV, assessorias de comunicação e portais de internet. Pode exercer sua profissão em diferentes funções, como repórter, fotógrafo, diagramador, redator, editor e até como assessor de imprensa. O jornalista também pode atuar como autônomo e freelancer... Veja mais
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4 - Design Gráfico
O curso de Design Gráfico forma profissionais capazes de criar projetos e sistemas de comunicação visual. O profissional pode atuar em agências de publicidade, editoras, empresas de comunicação, escritórios e estúdios de design, emissoras de TV, gráficas, produtoras e empresas cinematográficas. Veja mais
5 - Publicidade e Propaganda
O curso de Publicidade e Propaganda forma profissionais especializados em campanhas e peças publicitárias. Durante as aulas, o estudante aprende a planejar, criar, produzir, difundir e gerenciar a comunicação publicitária. O profissional desta área também faz a arte de embalagens, cria logomarcas, define os meios de comunicação mais adequados à campanha e ao público-alvo, cria os textos e as imagens e acompanha sua produção...Veja mais
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6 - Design de Interiores
O curso de Design de Interiores forma profissionais capazes de planejar ambientes de acordo com padrões estéticos e de funcionalidade. O designer cria projetos para residências, espaços comerciais e corporativos, além de ambientes promocionais e cenográficos. No mercado de trabalho ele pode atuar em escritórios de engenharia, arquitetura e design, lojas de móveis e interiores, indústria moveleira ou como empreendedor e a fotografia por ser um grande aliado. Veja mais
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7 - Comunicação Social
As habilitações em Comunicação Social podem ser Editoração, Publicidade e Propaganda, Radialismo ou Rádio e TV, Audiovisual, Midialogia, Educomunicação e outros. Apesar de serem da área da Comunicação, os cursos de Jornalismo e Relações Públicas não são mais considerados habilitações, mas formações específicas, o que pode ocorrer com outras habilitações...Veja mais
Onde encontrar os cursos para qu
Oq é preciso 
Atualmente, não há uma regulamentação sobre a carreira de fotógrafo no Brasil. Apesar de não ser um pré-requisito ter um diploma na área, o mestre em Comunicação Social e professor dos cursos de Jornalismo e  Publicidade e Propaganda do Mackenzie, Fernando Pereira, ressalta a importância de fazer o curso de Fotografia para conhecer os aspectos técnicos da atividade. 
Pereira já ministrou aulas de Fotografia na universidade e possui experiência na área de fotojornalismo em redações e empresas, no setor de jornalismo empresarial.
O curso
O curso de Fotografia é oferecido nos graus tecnológico e bacharelado. O bacharelado é oferecido em apenas algumas instituições, nas quais o aluno entra em contato com as principais teorias, técnicas e linguagens de diferentes tipos de fotografia.
Além disso, os estudantes aprendem a administrar acervos e a desenvolver críticas. O bacharelado possui duração média de quatro anos e, para obter o diploma, é necessário apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso.
Já o curso tecnológico possui um conteúdo mais voltado para atividades práticas. Disciplinas como fotojornalismo, fotografia publicitária e direção fotográfica fazem parte da grade curricular. Os conteúdos teóricos incluem disciplinas sobre história da arte, ética e história da fotografia. A duração média do curso é de dois anos. 
Segundo o professor e fotojornalista, porém, a formação do fotógrafo não se limita ao curso. "É [preciso] ler muito, ver exposições de fotografia e ir a museus para conhecer o que os grandes artistas da pintura fazem com a iluminação. É aí que você aprende a iluminar", conta.
Pereira acrescenta, ainda, a importância de conhecer grandes referências da área. "De Cartier-Bresson a Sebastião Salgado, Araquém Alcântara, Steve Mccurry ”.
Mercado de trabalho
O fotógrafo profissional pode atuar em agências de publicidade, estúdios fotográficos e em veículos de comunicação. Contudo, Pereira ressalta que a grande maioria dos fotógrafos atuam por conta própria.
Segundo o professor, para ingressar no mercado é necessário “ficar antenado no que o mercado está precisando ao ler muito, conversar com pessoas da área e ficar ligado na internet sobre o que está rolando nos diferentes mercados”, pois são essas atitudes que proporcionam o reconhecimento do profissional.
Além disso, Pereira destacou quais equipamentossão indispensáveis. "Uma lente básica, que seria uma  18x70, e uma 70x210 porque aí você consegue cobrir uma gama maior de assuntos para fotografar. Ou, se conseguir comprar uma cinquentinha, que também é uma lente maravilhosa para trabalhar, super clara. E um bom flash, da mesma marca que a câmera". 
A qualidade das fotografias valoriza o trabalho do fotógrafo e, consequentemente, o preço do serviço prestado também pode subir. Segundo o professor, alguns fotógrafos chegam a cobrar seis mil por trabalho. 
O segredo, segundo ele, é encontrar "um nicho de mercado, algo que ninguém está fazendo ou que esteja fazendo mas que você faça de uma maneira diferente. Ser o diferencial no mercado, não fazer o que todo mundo faz", conclui.
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image6.jpegsem necessitar de fotografos profissionais com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman.
Detalhe importante: diferentemente de hoje, essa máquina não permitia a substituição do rolo, obrigando o consumidor a comprar uma câmera nova assim que as cem fotos esgotassem.
Anos mais tarde a Kodak foi aprimorando seus modelos, permitindo a substituição do rolo e o não-descartamento da máquina.
Além disso, as câmeras fotográficas da Kodak foram diminuindo de tamanho, se tornando mais portáteis.
A importância da Kodak na história da fotografia é extremamente elevada, pois foi ela a responsável por popularizar as câmeras fotográficas (que na época os de classe baixa ainda não possuíam verba para comprar) e por baratear o custo de todos os componentes da fotografia
. Desde então, o mercado fotográfico teve experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitaram a captação da imagem, melhoraram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.
Muitos foram os pioneiros que pesquisaram como fixar uma imagem no papel. "Tirar fotografia", "fazer um retrato" pois A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema por setores que ainda prestigiam o tradicional filme, e assim, irreversivelmente ampliando o domínio da fotografia digital.
Fotografia P&B
A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo - aproximadamente na década de 1823
 
Meio tom
As fotografias em preto e branco destacam-se pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.
Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -¬ há quem prefira fotografar apenas em preto e branco.
Fotografia Colorida
Logo se seguiram as invenções do escultor inglês Frederick Scott Archer, avançando no que se refere à resolução das imagens e tornando mais barato os custos envolvidos na arte fotográfica.
Do fotógrafo e caricaturista francês Félix Nadar, o primeiro proprietário de um estúdio fotográfico. Também as experimentações do matemático britânico, James Clerk Maxwell, que em 1861 fez os primeiros ensaios de um método para captar imagens coloridas.
Segue, ainda, a história da fotografia moderna com Richard Leach Maddox (médico e fotógrafo entusiasta britânico), responsável por criar uma tecnologia com base numa captura “limpa”, através do uso de gelatina fotográfica nas chapas, ao invés da solução de colódio, o que possibilitava um processo mais simples de revelação das fotos; além da acessibilidade aos negativos.
Tudo isso, até a presença em cena do americano George Eastman e a sua Kodak, em 1880, que, aproveitando-se das descobertas de Maddox, fundou uma companhia de chapas secas, a: Eastman Kodak Company; desenvolvendo a tecnologia de filmes com 20 metros de comprimento, tornando as câmeras fotográficas bem mais baratas e iniciando o processo de popularização em massa da arte fotográfica.
A fotografia colorida só se tornou realmente comercial e viável por volta de 1940, mas ela já existia muito tempo antes disso. Pioneiros do cinema, os irmãos Lumière inventaram os autocromos coloridos, que foram patenteados em 1903 e foram o principal método de captura de imagens coloridas até surgirem os primeiros filmes a cores para as câmeras. O processo de captura dos autocromos era bem trabalhoso e envolvia placas rígidas de vidro com uma solução de fécula de batata e outros componentes químicos. Os cromos não eram como as fotografias reveladas no papel — para vê-los, era preciso usar uma fonte de iluminação traseira.
Os autocromos se tornaram bem populares entre fotógrafos e entusiastas, mas o alto custo e as dificuldades de uso e manutenção eram grandes impedimentos dessa arte de modo comercial. Mesmo assim, centenas de imagens foram produzidas através desse método e impressionam até hoje pela resolução e pela qualidade das cores.
Finalmente, a fotografia colorida!
Depois de aproximadamente 30 anos desde a invenção dos autocromos Lumière, um método mais fácil de produção de imagens coloridas chegou ao mercado. Em 1935 a Kodak lançou os Kodachromes, um tipo de filme diapositivo que permitia tirar fotos coloridas com as câmeras da marca.
O processo de revelação ainda era complexo demais e menos de 25 laboratórios no mundo inteiro possuíam a tecnologia necessária para isso. A qualidade das imagens e das cores é até hoje admirada, sendo que esse tipo de filme é considerado um dos melhores métodos de captura da história. Em 2009, a Kodak deixou de fabricar os Kodachromes.
Em 1936, a companhia alemã Agfa lançou o Agfacolor Neu, um filme colorido que, pela primeira vez na história, podia ser revelado em qualquer laboratório — este lançamento consolidou de vez a fotografia a cores no mercado. Todos os filmes coloridos produzidos posteriormente (até os dias de hoje) usam este método de captura.
A fotografia em preto e branco, no entanto, ainda foi majoritariamente usada até meados dos anos 60, nos Estados Unidos e na Europa, devido aos altos preços dos filmes a cores. A partir dos anos 70, no entanto, a maior parte das fotografias tiradas já eram coloridas e a fotografia já não era mais uma tecnologia de elite — praticamente qualquer pessoa podia ter uma câmera em casa.
Se enxergamos em diversos tons, por qual razão as fotografias precisariam ser necessariamente em preto e branco?
Por esse motivo, a fotografia colorida foi objeto de desejo durante anos e, nesse tempo, no século XIX foi buscada a todo o vapor.
Na verdade, antes mesmo da popularização realizada pela Kodak, o físico escocês James Clerk Maxwell (junto com o assistente Thomas Sutton) tirou a primeira fotografia colorida permanente.
Isso aconteceu em 1861, quando Clerk estava como o olho humano percebe as cores e, baseado nas técnicas de fotografia já existentes, tirou três fotos idênticas de um mesmo objeto através de três filtros diferentes: um vermelho, um verde e outro azul.
Após fazer isso, utilizou lâmpadas com filtros das mesmas cores e projetou todos os resultados em uma única tela. E daí nasceu a primeira fotografia colorida e deste momento que surgiu a tecnologia RGB.
Mas apenas mais de 40 anos depois que foi descoberto um meio de tirar uma fotografia colorida em apenas um clique.
Famosos pelo pioneirismo no cinema, os irmãos Lumière inventaram os autocromos coloridos.
A criação deles, apesar de eficiente, era complexa. Por exemplo, o processo de captura era difícil e envolvia nada menos do que rígidas placas de vidro com uma substância de batata, assim como a presença de diversos componentes químicos.
Além disso, o alto custo impossibilitava a utilização deles de modo comercial.
Apenas em 1935 que foi encontrado um jeito de comercializar e, de novo, a responsável foi a Kodak.
Com o lançamento da Kodachromes, era possível tirar fotografias coloridas em qualquer lugar a preço mais justo.
O problema agora era a revelação, visto que menos de 25 laboratórios em todo o globo terrestre possuíam a tecnologia necessária.
Só no ano seguinte, quando a companhia alemã Agna lançou o Agfacolor Neu, um filme colorido que pode ser revelado em qualquer laboratório, que o problema foi resolvido.
A popularização da fotografia colorida aconteceu por completo a partir da década de 70, quando os custos se equipararam as das fotografiasem preto e branco.
Com isso, as câmeras fotográficas não eram mais um objeto da elite, estando disponível em diversos lares do mundo todo.
Apesar de tamanho avanço tecnológico, as fotografias coloridas não possuem a mesma definição, em escala de tons, do que as fotografias em preto e branco.
A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha - a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.
Popularização da fotografia
Durante o século XIX, a fotografia começa a fazer parte do dia a dia, mas apenas os fotógrafos profissionais, que trabalhavam em estúdios, conseguiam comprar um aparelho.
A fotografia passou a registrar momentos específicos tais quais casamentos, aniversários e solenidades públicas. Para que tudo ficasse perfeito, os fotografados deveriam permanecer imóveis a fim de que a imagem fosse captada e impressa no papel.
Um marco histórico foi o ano de 1901, quando a empresa americana Kodak lançou a Brownie-Kodak, uma câmera comercial e popular.
Em 1935, a Kodak introduziria o Kodachrome, o pioneiro na linha de filmes coloridos. Nesta linha, a também americana Polaroid cria a fotografia colorida instantânea em 1963.
Outra inovação da Kodak seria a criação da câmera digital DCS 100 em 1990, uma máquina digital de fácil manipulação e barata.
Aqui se inicia uma era de gravações digitais de imagens a partir de uma câmera digital ou de telefones celulares. Sem o suporte do papel, as imagens podem ser armazenadas em computadores ou na web, para serem “infinitamente” editadas, impressas e difundidas.
A era dos grandes fotógrafos
Dentre as principais personalidades que surgiram a partir do séc. XX, como os principais representantes da história da fotografia mundial (os mestres do fotojornalismo), estão: Henri Cartier Bresson, francês, nascido em 1908, considerado um gênio do fotojornalismo, por combinar a fotografia jornalística com a mais pura arte do seu século.
Além dele destacam-se o húngaro Robert Capa, considerado um dos maiores fotógrafos de guerra de todos os tempos. Pierre Verger, fotógrafo e etnólogo franco-brasileiro, que viveu boa parte da sua vida em Salvador, capital da Bahia, é conhecido como o mestre da fotografia representativa das culturas e da religião dos povos.
E Jean Manzon, fotógrafo e cineasta francês radicado no Brasil, considerado um mestre na criação fotográfica através das técnicas do cinema, propondo uma arte realista e quase que em movimento.
Não podendo passar despercebida a atuação decisiva dos irmãos Lumiére (os pioneiros do cinema), criadores da tecnologia dos autocromos, que seria uma espécie de fonte inspiradora para a criação dos futuros filmes coloridos para câmeras fotográficas.
Fotografia Digital
Fotografia digital é a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando em um arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites, CD-ROMs, pen drives, etc.
Após a invenção da fotografia colorida, há apenas mais um momento na história da fotografia que marcou época: o desenvolvimento da fotografia digital.
Desenvolvida em 1975 pelo engenheiro elétrico da Kodak, Steve Sasson, a primeira câmera digital utilizava dispositivos analógicos, captava imagens em preto e branco e levava quase 30 segundos para completar o procedimento.
Tais dificuldades descritas acima adiaram a comercialização da primeira câmera digital em 15 anos, quando, em 1990, foi lançada a Kodak DCS 100.
Foram quase dez anos para a fotografia digital ganhar espaço no mercado e isso se deu graças à facilidade de armazenamento e ao baixo custo (ou custo zero) para visualizar as fotografias.
Teoricamente, a fotografia digital funciona a partir da sensibilização de um sensor eletrônico (conhecido como CCD ou CMOS) que transforma a luz captada em um código eletrônico digital.
As imagens, então armazenadas em um cartão de memória, podem ser vistas imediatamente. Com o passar dos anos a fotografia digital migrou das câmeras para os mais diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, tablets, webcams, entre outros.
Outro fator que encantou até os mais conservadores e amantes da fotografia analógica é que, para imprimir uma fotografia digital, menos dinheiro é necessário.
Apesar de baixa a diferença, as câmeras analógicas ainda possuem uma melhor textura e qualidade do que as digitais, mas o número de adeptos desta é tão superior que restam poucas pessoas que ainda preferem o modo antigo.
Com o surgimento da fotografia digital, duas situações podem ser observadas: a primeira é a alta quantidade de fotos tiradas por uma pessoa em um único dia; já a segunda é a a sua forma de divulgação.
Se antes eram necessárias oito horas de exposição a luz solar e era extremamente complicado revelar e copiar, hoje em menos de um minuto a fotografia é tirada e divulgada para o mundo todo.
O lado negativo é a falsificação. Antes era mais complicado manipular uma imagem, tentando passar uma outra ideia. Mas acontecia.
Por exemplo: estudiosos dizem que a lenda do monstro do Lago Ness e os registros de OVNI’s são manipulações, são objetos postos em um ponto estratégico para que aparentasse existir algo que de fato ali não estava.
Com o desenvolvimento do photoshop, por vezes é difícil acreditar se aquela fotografia conta a verdade ou apenas é mais uma história inventada.
No final dos anos 80 e começo dos anos 90 começa a história da fotografia digital. É quando começa a ocorrer o processo de desaparecimento de todo o glamour que envolve a arte de fotografar.
Fábricas de equipamentos analógicos são fechadas, o fotojornalismo se desintegra, gerando várias correntes, identificadas nos veteranos e nostálgicos, nos fotógrafos em processo de adaptação à nova realidade, e nos jovens, entregues de corpo e alma ao modo digital.
Começam a surgir novas polêmicas, dessa vez sobre as diferenças entre a fotografia analógica e a digital, muitos alegando que essa tecnologia teria grandes desvantagens como, por exemplo: seus arquivos, que podem ser facilmente destruídos e sujeitos a fins ilícitos.
Também, que são extremamente suscetíveis às mais diversas manipulações e “melhoramentos” das imagens, que, segundo muitos, elimina a grande mensagem da fotografia, a que ela é o reflexo da realidade; além de outras opiniões que questiona esse tipo de “avanço”.
Tecnicamente a tecnologia digital funciona através da transformação da imagem captada em milhares de sinais eletrônicos, que são arquivadas em um hardware de computador, Cds, pendrives, etc., com a possibilidade de ser enviada quase que instantaneamente através de um computador, para várias partes do mundo.
Já não exigem a necessidade de levar o equipamento até os olhos, podendo ser visualizada, a imagem, através do cristal líquido na tela do aparelho; além de que todo ou boa parte do trabalho de pós-produção da foto pode ser feita no mesmo instante da captura da imagem.
Processos digitais e a evolução da fotografia
Os processos digitais
A história da fotografia digital marca o momento em que se deixou de utilizar as poses de um filme, tornando o processo de captura de imagem bastante barata; além de poder matar, de antemão, a curiosidade do fotógrafo, que já fica sabendo como ficará a foto capturada.
Esse tipo de registro é feito através de um sensor óptico, que substitui os filmes nas câmeras fotográficas, recebendo a luz emitida ponto a ponto e transformada num arquivo de computador. Feito isso, o próximo passo será descarregá-lo no computador e tratar da manipulação artificialda foto.
Para os nostálgicos, é o fim da história da fotografia como a arte de capturar imagens através da qualidade da câmera e do talento do profissional. Já para os mais modernos, as câmeras digitais configuram-se numa necessidade, devido ao fato de que os novos tempos exigem agilidade, perfeição e economia de tempo; sendo, por isso, inadmissível a espera por vários dias para que uma foto seja revelada sem quaisquer garantias prévias do resultado.
Polêmicas à parte, o que se vê é que a pintura continua intacta, como a arte de registrar imagens estáticas de forma lúdica e poética. Que não houve o seu fim, já que são infinitas as possibilidades de um pincel e uma tela em branco. E que a fotografia adequou-se ao seu lugar. O do registro e fixação prática e eficiente da realidade, podendo, também, se utilizar da a arte, tão democrática, para esse nobre e tão humano fim.
Atualmente — apenas 175 anos após o seu nascimento oficial! — qualquer celular tem uma câmera que tira fotos e permite publicar a imagem instantaneamente, sem a necessidade de revelação. Dessa forma, a fotografia deixou de ser apenas uma forma de guardar uma recordação especial para tornar-se um meio de comunicação à parte.
Apesar de todas as mudanças, no entanto, o princípio básico da fotografia ainda é o mesmo e possivelmente não será alterado tão cedo: usar a luz — passando por uma lente e sendo absorvida por uma superfície (cromos, papéis, filtros e sensores) — para capturar o que você está vendo ao seu redor.
Álbuns virtuais
 
Com a popularização da fotografia digital, surgiram páginas da Internet especializadas em armazenar fotografias. Desse modo, suas imagens podem ser vistas por qualquer pessoa do planeta que acesse a rede. Elas ficam organizadas por pastas e podem ser separadas por assuntos a livre escolha.
 
Os álbuns virtuais podem ser usados com vários propósitos, abaixo estão listados alguns exemplos destes:
 
• Portfólio: Muito usado por fotógrafos amadores/profissionais para mostrarem seus trabalhos.
 
• Armazenamento: Quem não deseja ocupar espaço em seu HD pode usar o álbum para armazenar suas fotografias.
 
• Negócios: Outros usam os álbuns para vender seus trabalhos fotográficos.
 
Os controles das câmeras podem incluir:
 
• Foco
 
• Abertura das lentes
 
• Tempo de exposição (ou velocidade de abertura do obturador)
 
• Distância focal das objetivas fixas: (teleobjetiva, normal ou grande-angular), ou variáveis (zoom)
 
• Sensibilidade do filme
 
• Fotômetro
 
Usos da fotografia
 
A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.
 
Fotojornalismo
O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.
 
É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.
 
Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:
 
• As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
• As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
Leia mais: https://pointdaarte.webnode.com.br/news/a-historia-da-fotografia/
• As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
• As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.
Fotografia como arte
A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de opiniões.
 
De acordo com Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório.
 
Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética.
 
Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.
 
 
Amadores e profissionais
 
Quando um determinado autor de fotografias baseia grande parte do seu rendimento nesta atividade, diz-se ser um fotógrafo profissional.
 
Por vezes, o adjetivo profissional é usado erroneamente na fotografia para valorizar uma determinada imagem fotográfica ou perícia de um autor. Na realidade, a qualidade da fotografia nem sempre está relacionada com o fato do seu autor ser ou não profissional. Muitos amadores realizam com regularidade imagens mais bem sucedidas que muitos profissionais.
 
Na realidade "profissional" refere-se apenas à profissão do autor, e não à qualidade do trabalho. Ao mesmo tempo que um profissional pode realizar um trabalho mal feito, pode-se entender melhor, adiante no parte de "arte".
 
O adjetivo amador, quando atribuído a um fotógrafo, pode ter um significado muito vasto. Pessoas que apenas fotografam a sua família e vida, para uso pessoal, consideram-se fotógrafas amadores. Outros fotógrafos amadores chegam a publicar livros, realizar exposições e dedicam uma vida inteira ao estudo da fotografia.
 
Fotografia e memória.
Na fotografia encontra-se a ausência, a lembrança, a separação dos que se amam, as pessoas que já faleceram, as que desapareceram.
 
Para algumas pessoas, fotografar é um ato prazeroso, de estar figurando ou imitando algo que existe. Já para outras, é a necessidade de prolongar o contato, a proximidade, o desejo de que o vínculo persista.
 
A foto faz que as pessoas lembrem do seu passado e que fiquem conscientes de quem são. O conhecimento do real e a essência de identidade individual dependem da memória. A memória vincula o passado ao presente, ela ajuda a representar o que ocorreu no tempo, porque unindo o antes com o agora temos a capacidade de ver a transformação e de alguma maneira decifrar o que virá.
 
A fotografia captura um instante, põe em evidência um momento, ou seja, o tempo que não pára de correr e de ter transformações. Ao olhar uma fotografia é importante valorizar o salto entre o momento em que o objeto foi clicado e o presente em que se contempla a imagem, porém a ocasião fotografada é capaz de conter o antes e depois.
 
Fotografa-se para recordar, porque os acontecimentos terminam e as fotografias permanecem, porém não sabemos se esses momentos foram significativosem si mesmos ou se tornaram
História da fotografia no Brasil
Surgimento da fotografia no Brasil
Ao mesmo tempo que Louis Daguerre realiza seus experimentos, outro francês, radicado em Campinas (SP), busca fixar as imagens numa superfície. Trata-se de Antoine Hercule Romuald Florence (1804-1879), um viajante que participou da expedição científica de Langsdorff e que decidiu fazer do Brasil seu novo lar.
Graças às pesquisas do historiador Boris Kossoy, sabemos que Florence utilizou, inclusive, a palavra "fotografia" em 1832, bem antes que muitos dos seus colegas europeus.
Desta maneira, vemos que a fotografia não foi um invenção isolada, mas fruto de vários pesquisadores, que perseguiam o mesmo objetivo ao mesmo tempo.
Incentivo de Dom Pedro II à fotografia
Oficialmente, porém, a fotografia chega ao Brasil em 1840, apenas um ano após a invenção do daguerreótipo na França.
O abade francês Louis Compte fez demonstrações ao então jovem imperador Dom Pedro II, que fica maravilhado com o invento. O soberano passou a colecionar daguerreótipos, posava constantemente para retratos e inclusive teve diversos fotógrafos oficiais que deixaram inúmeros registros da família imperial e do Brasil.
A partir da urbanização e do crescimento das grandes cidades, a fotografia ganha seu espaço na sociedade brasileira. Podemos citar o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923) que realizou inúmeros registros e ainda hoje é uma referência de profissional do século XIX.
No entanto, a fotografia no Brasil serviu para deixar registrados momentos dramáticos como a Guerra do Paraguai (1865-1870) e a Guerra de Canudos (1895). Ambos os conflitos passaram pelas lentes de Flávio de Barros.
A fotografia chegou no Brasil em 16 de janeiro em 1840, trazida pelo Abade  Louis Compte, no Rio de Janeiro.
No mesmo ano, Abade  Louis Compte dava uma demonstração especial de um daguerreótipo para o Imperador D .Pedro II, registrando alguns aspectos da fachada do Paço e algumas vistas ao seu redor.
Desde o dia que Abade Louis Compte registrou as primeiras imagens no Rio de Janeiro, D Pedro II se interessou profundamente pela fotografia, sendo o primeiro fotografo brasileiro com menos que 15 anos de idade.
Tornou-se praticante e colecionador da fotografia. Trouxe os melhores fotógrafos da Europa, patrocinou grande exposições, promoveu a arte fotográfica brasileira e difundiu a nova técnica pelo país, sendo uma peça importante na história da fotografia no Brasil.
A Fotografia nos Dias Atuais
A história da fotografia explicou incríveis fenômenos que explicam a sociedade atual.
Em questões de evolução das câmeras e das fotografias tudo foi resolvido, mas qual o seu legado?
Podemos dizer que é tudo. Indiretamente, a fotografia está presente em todos os lugares. Se olharmos para dentro de nossas casas, comprovaremos isso.
Olhemos a televisão, por exemplo. Como existiria vídeo sem a fotografia, sendo que o vídeo é um compilado de dezenas de fotos por segundo?
E na cozinha, ao pegar qualquer alimento?
Provavelmente ele veio embalado em um recipiente que possui uma foto ou imagem que, sem nenhuma dúvida, foi digitalizada e passou pelo processo de photoshop (em que seu nome contém a palavra “foto”).
A história da fotografia nos apresentou que nossa sociedade atual é totalmente dependende da foto. Mais do que isso, a foto deixou de ser apenas uma arte e se tornou um meio de comunicação.
É possível se comunicar ou passar uma mensagem apenas por fotos? O ditado “uma imagem vale mais do que mil palavras” talvez responda essa dúvida.
Estudiosos da sociologia apontam que a sociedade atual é imagética, onde tudo depende da imagem e imagem, mesmo existente antes de Niépce tirar a primeira foto, já existia, mas foi com a fotografia que a imagem se difundiu ao mundo.
O legado de Niépce, Daguerre, Kodak e de todos os outros participantes da história da fotografia é muito maior do que pode ser contado. Apenas podemos observar que a fotografia está em tudo.
Conclusão: História da Fotografia
Desde de a criação da fotografia, muito mudou. Todavia há algo que jamais irá se alterar: a fotografia continua sendo um jogo de luzes.
E esperamos que nos anos seguintes venham novos fotógrafos e equipamentos para acrescentar mais valor a essa arte que de muito nos ajudou a chegar onde hoje estamos.
Curiosidades sobre a fotografia
· Considerado o maior colecionador de fotografias do século XIX, Dom Pedro II não teve tempo de levar sua preciosa coleção para o exílio. Meses mais tarde, doou seu acervo de mais de 25 mil imagens à Biblioteca Nacional, com uma condição: que o conjunto levasse o nome da Imperatriz Teresa Cristina.
· O dia da Fotografia é celebrado em 19 de agosto quando o francês Louis Daguerre apresenta seu invento na Academia de Ciências da França, em 1839. No mesmo ano, o Estado francês declara o daguerreótipo como um bem de domínio público.
ternizar momentos tem se tornado cada vez mais comum, a fotografia tem entrado cada vez mais na vida das pessoas. Fotógrafos vem ganhando grandes destaques e oportunidades de crescimento no mercado profissional, o que incentiva várias pessoas buscarem pela profissão. Existem aqueles amantes da fotografia e que sentem um enorme desejo de ter ela como profissão, você é um deles? Prepare-se para conhecer algumas curiosidades incríveis sobre ela.
· Em 1826 foi registrada a primeira fotografia do mundo. Ela foi tirada pelo francês Joseph Nicéphore Niépce e mostra a comunidade francesa de  Le Gras vista de uma janela;
· Charles Louis Chevalier foi o responsável por criar as primeiras lentes fotográficas do mundo em 1826, a pedido de Joseph Nicéphore;
· Em 1838 foi feita a primeira fotografia que registrava uma pessoa, ela foi tirada por Louis Daguerre e foi intitulada de “Boulevard du temple” ela mostra um homem limpando suas botas ao longe;
· Já a primeira selfie da história foi do norte-americano Robert Cornelius e foi registrada em 1839. Como naquela época as câmeras ainda estavam no começo e para que a fotografia fosse feita, demorava um bom tempo, Robert teve que ficar parado entre 3 e 15 minutos;
· Você sabe por que muitas vezes nossos olhos saem vermelho nas fotos? Bom, quando estamos em um ambiente que contém pouca luz, nossas pupilas se dilatam e facilitam a entrada de qualquer luminosidade, assim, quando o flash é disparado e a luz entra nos nossos olhos, ele reflete os vasos sanguíneos;
· Em 1900 foi construída a maior câmera fotográfica do mundo que tinha 4 metros de comprimento e pesava 640 quilos;
· A Sony foi a responsável por lançar a primeira máquina fotográfica com tecnologia digital. O lançamento aconteceu em 1981, a máquina custava “somente” US$ 12 mil e tinha capacidade de armazenar até 50 fotografias;
· Estima-se que atualmente cerca de 250 milhões de fotografias sejam publicadas dia no Facebook e 40 milhões no Instagram;
· Charles Louis Chevalier foi o responsável por criar as primeiras lentes fotográficas do mundo em 18
· Eternizar momentos tem se tornado cada vez mais comum, a fotografia tem entrado cada vez mais na vida das pessoas.
· Manoel Netto/Tricurioso
· Fotógrafos vem ganhando grandes destaques e oportunidades de crescimento no mercado profissional, o que incentiva várias pessoas buscarem pela profissão.
· Existem aqueles amantes da fotografia e que sentem um enorme desejo de ter ela como profissão, você é um deles? Prepare-se para conhecer algumas curiosidades incríveis sobre ela.
· Em 1826 foi registrada a primeira fotografia do mundo. Ela foi tirada pelo francês Joseph Nicéphore Niépce e mostra a comunidade francesa de  Le Gras vista de uma janela.
· Charles Louis Chevalier foi o responsável por criar as primeiras lentes fotográficas do mundo em 1826, a pedido de Joseph Nicéphore.
· Em 1838 foi feita a primeira fotografia que registrava uma pessoa, ela foi tirada por Louis Daguerre e foi intitulada de “Boulevard du temple” ela mostra um homem limpando suas botas ao longe.
· Já a primeira selfie da história foi do norte-americano Robert Cornelius e foi registrada em 1839.Como naquela época as câmeras ainda estavam no começo e para que a fotografia fosse feita, demorava um bom tempo, Robert teve que ficar parado entre 3 e 15 minutos.
· Você sabe por que muitas vezes nossos olhos saem vermelho nas fotos? Bom, quando estamos em um ambiente que contém pouca luz, nossas pupilas se dilatam e facilitam a entrada de qualquer luminosidade, assim, quando o flash é disparado e a luz entra nos nossos olhos, ele reflete os vasos sanguíneos.
Curiosidades sobre fotografia
Mesmo que, às vezes, precisamos tirar mil fotos para salvar apenas uma, todos nós amamos uma selfie, né non? Mas você já parou para pensar quem tirou a primeira selfie da história? Ou como surgiu a câmera digital? Nós contamos para vocês agora, mores.
1) Primeira selfie da história
A primeira pessoa que teve a ideia de tirar uma selfie foi o norte-americano Robert Cornelius, em outubro de 1839. E não foi tão simples manas: ele teve que ficar de 3 a 15 minutos como uma estátua esperando a foto, pois a câmera era bem primitiva. Olha o resultado: https://goo.gl/wmzQp6?
2) Olhos vermelhos em fotografias
É tão comum olhos vermelhos em fotos, que nem nos perguntamos o porquê. Mas é por um motivo bem simples: com pouca luz, nossas pupilas se dilatam e facilitam a entrada de luminosidade, com isso, ao disparar o flash, a luz entra em nossos olhos e reflete os vasos sanguíneos. Babado, né?
3) A fotografia na era digital
Olha que loucura manas, se fossemos revelar a quantidade de fotos postada diariamente nas redes sociais, seriam necessários aproximadamente 7 milhões de rolos de filme de 36 poses. Aja foto!?
4) Primeira câmera digital
Foi criada por Steve Sasson, em 1975, e levava 23 segundos para formar as imagens que poderiam ser gravadas em fita cassete e exibidas na TV. Um pouco mais trabalhoso que hoje em dia, né non?
1. O daguerreótipo, inventado em 1837, foi o primeiro processo fotográfico prático, pois exigia menos tempo de exposição à luz solar e era mais barato, estando ao alcance de todos.
1- Por que dia 19 de agosto é o dia da fotografia?
Esse dia foi escolhido quando a Academia Francesa de Ciências reconheceu mundialmente a invenção de Louis Daguerre em 1839, o daguerreótipo (o antecessor da câmera).
No Brasil, costumamos comemorar essa data no dia 8 de janeiro, e apelidamos de dia nacional da fotografia ou dia do fotógrafo, pois foi data que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.
2- O que significa fotografia?
Fotografia é uma palavra que veio do grego e significa “desenhar com luz e contraste”
3-  A primeira fotografia do mundo!
A primeira fotografia foi tirada pelo  francês Joseph Nicéphore Niépce em 1826, e demorou cerca de 8 horas de exposição solar para ela ser realizada! A foto foi tirada através da janela da casa de Joseph e ficou conhecida como “Point de Vue Du Gras”!
4- A maior câmera do mundo!
A maior câmera do mundo é conhecida como Mammoth Camera (câmera mamute) e ela foi inventada pelo George Raymond Lawrence e construída pelo J. A. Anderson. Na época custava 5.000 dólares, pesava 640kg e precisava de 15 homens para mover e operar a câmera. O intuito dela era fotografar em grande plano o comboio estrela da Chigago & Alton Railway.
5- A primeira câmera digital!
Steve Sasson, foi quem criou a primeira câmera digital no laboratório da famosa Kodak, em 1975. Cada foto demorava cerca de 23 segundos para formar a imagem, foi algo realmente revolucionário na época!
A kodak foi muito importante para fotografia, e até hoje ela não parou de se inovar, conheça mais sobre a sua história AQUI!
Não vivemos sem tirar foto…
A cada 2 minutos, o mundo tira mais fotos do que todos os clicks do século XIX, isso não é novidade já que o aplicativo instagram divulgou que possui 800 milhões de usuários ativos por mês e 500 milhões ativos por dia! Imagina a quantidade de foto que é postada diariamente!
A fotografia mais cara do mundo!
Esse recorde de foto mais cara do mundo vai ao fotógrafo e paisagista Peter Link, com sua foto que chama “Phantom” (fantasma). Leva esse nome devido a forma humana “fantasmagórica” criada pelo efeito da luz ao incidir na poeira do interior do Canyon. Ela foi vendida por 6,5 milhões de dólares.
Por que saímos com olhos vermelhos?
Você com certeza já viu alguma foto, em que a pessoa saiu com os olhos vermelhos… Isso acontece devido a nossa pupila estar bem dilatada e ao disparar o flash, a luz entra em nossos olhos e reflete os vasos sanguíneos de nossa retina. Hoje em dia, esse problema é resolvido em segundos no photoshop e sem estresse!
- A foto mais conhecida do mundo!
A foto mais conhecida foi tirada pelo Charles “Chuck” O’Rear, ele foi o responsável por tirar o famoso papel de parede padrão do Windows XP, e que a Microsoft chamou de “Bliss”. A foto foi tirada na região do Vale do Napa, em 1996 e só foi usada pela Microsoft anos depois.
1. 05. A primeira imagem da Terra, registrada do espaço, foi registrada por uma câmera 35mm instalada no foguete V-2, em 1946. Neste mesmo ano, o astronauta Gherman Titov foi a primeira pessoa a fotografar o nosso planeta do espaço, usando uma câmera e carretéis de 300 mm.
2. 06. A maior fotografia de filme mede 34 metros de largura e 9,8 de altura, que registrou a torre de controle da marinha dos Estados Unidos, em 2006. A equipe transformou um hangar em um câmera pinhole gigante e fez a imagem com 35 minutos de exposição. O filme utilizado media aproximadamente 9×34 metros!
· 07. O livro Guinness World Record registrou a maior coleção da câmeras fotográficas do mundo em 2013, que pertence ao fotojornalista Dilish Parekh e reúne, simplesmente, 4.425 câmeras! E você aí pensando que é viciado em equipamentos, hein?
· 08. A fotografia mais cara da história é o retrato de Brad Pitt e Angelina Jolie com seus gêmeos (Vivienne e Knox), após três semanas do nascimento. A imagem apareceu na capa da revista People em 1998 e custou apenas 6,08 milhões de dólares!
1. Atualmente, mais de 250 milhões de fotografias são publicadas diariamente no Facebook, e 40 milhões entram no Instagram todos os dias. E este número só tende a aumentar com o tempo.
· Se você é pelo menos um pouco curioso, com certeza deve ter se perguntado em que circunstância foi capturada a foto de Albert Einstein mostrando a língua. Esse é um dos retratos mais conhecidos da história e tornou o cientista ainda mais conhecido e admirado em nossa época. Mas como teria surgido essa fotografia?
· Entre as curiosidades da fotografia de hoje vamos discorrer um pouco sobre o ocorrido. Segundo algumas especulações a foto foi registrada no dia 14 de março de 1951, aniversário de 72 anos do físico. Durante a festa, um fotógrafo teria sugerido a Albert Einstein sorrir para sair bem na foto. Como forma de protesto o ganhador do Nobel de Física franziu a testa e mostrou a língua. Mal sabia ele que essa foto teria tanta repercussão.
3. Dia mundial da fotografia
 
A data passou a ser comemorada a partir do ano de 1839, como reconhecimento à invenção do daguerreótipo por Louis Daguerre. Apesar de essa invenção ter sido realizada em 1837, ela só foi apresentada e reconhecida como um presente para o mundo dois anos depois. Este reconhecimento e a criação de outros processos fotográficos tornaram o ano de 1839 reconhecido oficialmente como o “ano da fotografia”.
Nos dias atuais comemora-se o surgimento da fotografia no dia 19 de Agosto. Tradicionalmente, nesta data são ministrados cursos e workshops gratuitos do segmento. Vale destacar ainda como mais umas das curiosidades da fotografia, mas desta vez aqui no Brasil, que também comemoramos o Dia Nacional da Fotografia ou Dia do Fotógrafo em 8 de Janeiro.
Primeira câmera digital
 A tecnologia de imagem digital, assim como muitos outros avanços tecnológicos, teve o seu ápice durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse período, exércitos e cientistas buscavam métodos para ultrapassar a concorrência nas batalhas e investiam em estudos tecnológicos.
A primeira câmera digital foi a All-Sky da Fairchild Imaging. O equipamento fotográfico desenvolvido pelaUniversidade de Calgary, no Canadá, foi o primeiro a ter um micro computador embutido. Por isso, foi considerado o protótipo da câmera digital tal como conhecemos hoje.
Em 1981, no entanto, a Sony revolucionou o mercado de fotografia a lançar a primeira máquina fotográfica com tecnologia digital para o consumidor. Ela custava US$ 12 mil dólares e armazenava até 50 fotografias.
5. Fotografia em série
Para somar às curiosidades da fotografia que vimos até agora, chegou a vez das fotos em série. Com certeza, você já deve ter aproveitado este recurso na câmera e sabe que ele foi o propulsor para o cinema de hoje, não é mesmo?
Contudo, o primeiro registro da fotografia em série foi fruto de uma aposta, dá para acreditar? Um americano rico e apostador em corridas de cavalos, defendeu para um grupo de amigos que em determinado momento o cavalo ficava suspenso no ar, sem que nenhuma de suas patas tocasse o solo.
Para provar tal teoria, o rico contratou Muybridge, um fotógrafo inglês. No percurso do cavalo foram instaladas 14 câmeras, ao se movimentar o animal cortava o fio e acionava as câmeras. Assim, foi provada a teoria do Americano que ganhou a aposta.
Significado de fotografia
Não podemos negar que este termo se tornou muito comum nos dias de hoje, mas você sabe o que significa fotografia ? Essa palavra veio do grego e pode ser definida como “desenhar com luz e contraste” e não tem melhor definição que essa, não é mesmo?
A fotografia é um processo para criar imagens que são impressas em uma superfície sensível, o que acontecia com os famosos filmes, por exemplo. No entanto, para que essa criação seja possível é preciso expor a câmera a uma grande quantidade de luz.
8.  O fim da Kodak
Uma empresa multinacional e com quase 130 anos de história. O império da Kodak teve alto impacto no mundo da fotografia, especialmente na popularização desta arte. Em 1888 foi lançada a câmera Kodak, pioneira no mercado de fotografia popular.
Infelizmente, entre as curiosidades da fotografia não estão os feitos da Kodak, mas a sua possível ruína. O advento das câmeras digitais massacrou a companhia segundo especialistas e a empresa de George Eastman, também criador do filme fotográfico, chegou a declarar falência em 2013.
Mesmo perdendo milhões de dólares e buscando se recuperar de uma intervenção jurídica, a Kodak se recusa a entregar os pontos. Para contornar o problema e tentar se reerguer, a multinacional vendeu patentes de produtos e agora entrou no segmento de impressão comercial e smartphones.
E você, o que achou dessas curiosidades da fotografia? Já conhecida essas informações ou tem outra curiosidade para compartilhar conosco? Então, deixe o seu comentário abaixo!
1- Por que o dia 19 de agosto é o dia da fotografia?
Esse dia foi escolhido quando a Academia Francesa de Ciências reconheceu mundialmente a invenção de Louis Daguerre em 1839, o daguerreótipo (o antecessor da câmera). No Brasil, costumamos comemorar essa data no dia 8 de janeiro, e apelidamos de dia nacional da fotografia ou dia do fotógrafo, pois foi a data em que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.
É comum algumas pessoas pensarem que uma data se refere ao Dia do Fotógrafo e a outra ao Dia da Fotografia. Porém, não existe no Brasil essa separação e a data de 8 de janeiro é utilizada para celebrar ambos os casos, sendo o Dia Nacional da Fotografia e do Fotógrafo. A comemoração internacional, no entanto, não faz referência ao Dia do Fotógrafo, mas apenas ao Dia Mundial da Fotografia. Em inglês existe apenas a definição World Photography Day e em francês Journée Mondiale de la Photographie.
2- O que significa fotografia?
A palavra grega é formada a partir da junção de dois elementos: phos ou photo, que significa “luz”, egraphein, que quer dizer “marcar”, “desenhar” ou “registrar”.
Fotografia é uma palavra que significa “desenhar com luz e contraste” ou simplesmente “escrever com a luz”.
3- Qual foi a primeira fotografia do mundo?
A primeira fotografia foi tirada pelo francês Joseph Nicéphore Niépce em 1826, e demorou cerca de 8 horas de exposição solar para ser realizada. A foto foi tirada através da janela da casa de Joseph e ficou conhecida como “Point de Vue Du Gras”.
4- Qual a maior câmera do mundo?
A maior câmera fotográfica do mundo foi construída em 1900, nos Estados Unidos. Foi batizada de Mammoth Camera (câmera mamute), inventada por George Raymond Lawrence, construída por J. A. Anderson. Na época custava 5.000 dólares, pesava 640 kg e precisava de 15 homens para mover e operá-la. O intuito dela era fotografar em grande plano o comboio estrela da Chigago & Alton Railway.
5 – Qual foi a primeira foto registrada do espaço?
A primeira imagem da Terra, registrada do espaço, foi produzida por uma câmera 35mm instalada no foguete V-2, em 1946. Neste mesmo ano, o astronauta Gherman Titov foi a primeira pessoa a fotografar o nosso planeta do espaço, usando uma câmera e carretéis de 300 mm.
6 – Qual foi a primeira câmera digital?
Steve Sasson foi quem criou a primeira câmera digital no laboratório da famosa Kodak, em 1975. Cada foto demorava cerca de 23 segundos para formar a imagem. Foi considerado algo realmente revolucionário para a época.
7- Como foi a primeira foto colorida?
Produzida em 1861 por James Maxwell e seu assistente Thomas Sutton, ele utilizou filtros de diferentes cores (vermelho, verde e azul) nas fotos em preto e branco, e após isso utilizou lâmpadas das mesmas cores para projetar os resultados numa tela, dando origem à primeira fotografia colorida.
8- Não vivemos sem tirar foto…
A cada 2 minutos, o mundo tira mais fotos do que todos os clicks do século XIX. Isso não é novidade já que o aplicativo Instagram divulgou que possui 800 milhões de usuários ativos por mês e 500 milhões ativos por dia. Imagina a quantidade de foto que é postada diariamente!
9- Qual foi a fotografia mais cara do mundo?
Esse recorde de foto mais cara do mundo vai ao fotógrafo e paisagista Peter Link, com sua foto que chama “Phantom” (fantasma). Leva esse nome devido a forma humana “fantasmagórica” criada pelo efeito da luz ao incidir na poeira do interior do Canyon. Ela foi vendida por 6,5 milhões de dólares.
10- Por que ficamos com os olhos vermelhos nas fotos?
Você com certeza já viu alguma foto, em que a pessoa saiu com os olhos vermelho, certo? Isso acontece devido a nossa pupila estar bem dilatada e ao disparar o flash, a luz entra em nossos olhos e reflete os vasos sanguíneos de nossa retina. Hoje em dia, esse problema é resolvido em segundos no Photoshop. Mas antigamente não era bem assim.
11- Qual a foto mais conhecida do mundo?
A foto mais conhecida foi tirada pelo Charles “Chuck” O’Rear. Ele foi o responsável por tirar o famoso papel de parede padrão do Windows XP, que a Microsoft chamou de “Bliss”. A foto foi tirada na região do Vale do Napa, em 1996 e só foi usada pela Microsoft anos depois.
12- Quais são as três fotografias mais famosas da história?
Para se chegar ao resultado, a revista Bula fez uma compilação de listas publicadas por sites especializados em fotografia, cultura pop e história. Em ordem classificatória, abaixo seguem as três fotografias selecionadas baseadas nas publicações pesquisadas.
1 – Os Beatles atravessando a Abbey Road (1969)
Uma das fotografias mais famosas da história foi feita no dia 8 de agosto de 1969. A fotografia que imortalizou o fotógrafo escocês Iain Macmillan foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road, em Londres. Foram feitas seis fotos. Reza a lenda que o fotógrafo só teve dez minutos para clicar os músicos atravessando a faixa de pedestres da famosa rua londrina. Lennon teria dito: “Vamos tirar logo essa foto e sair daqui, deveríamos estar gravando o disco e não posando pra fotos idiotas”. McCartney aparece de pés descalços na fotografia, fato que alimentou a lenda de que ele estaria morto, vítima de um acidente de carro três anos antes.
3 – Menina afegã (1984)
Sharbat Gula tinha 12 anos quando foi fotografada durante uma reportagem da “National Geographic” sobre a ocupação soviéticano Afeganistão. Se tornou uma das fotografias mais conhecidas do mundo. Em 2002, o fotógrafo Steve McCurry, autor da fotografia, reencontrou Gula, então, com 30 anos, numa região remota do Afeganistão. Ela não tinha a menor ideia do impacto que sua foto causou na civilização ocidental. Fotografia: Steve McCurry
Foto significa Luz, e grafia, escrita. Obviamente, a junção dessas duas palavras forma: fotografia. Portanto, podemos deduzir que fotografia é escrita com luz. O processo que deu origem à forma até chegar às fantásticas imagens em 3D dos dias de hoje, percorreu um longo caminho. O francês Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833), considerado o pai da fotografia, tentando fixar imagens sobre pedras litográficas, acabou por criar o primeiro processo de obtenção de imagens por intermédio da luz (1826). Batizando-o de heliografia.
Alguns anos depois (1872), surge a primeira fotografia colorida do mundo. Uma paisagem da cidade de Angulema-França Meridional, de autoria do fotógrafo Louis Ducos dü Hauron. Proponente do método conhecido como "subtrativo", aperfeiçoado somente em 1930 para fins comerciais.
Em 19/08/1839, na Academia de Ciências da França, em Paris, a fotografia é anunciada oficialmente ao mundo, consagrando o processo "Daguerreótipo", desenvolvido pelo francês Louis M. Daguérre. Este processo chegou ao Brasil em Janeiro de 1840, determinado o dia 08 de Janeiro como o Dia Nacional da Fotografia ou Dia Nacional do Fotógrafo. Data cercada de controvérsias, ja que calendários dão conta que a comeração se dá dia 6, 7 , 8, e até 9 de Janeiro. E o dia 19 de Agosto, seria consagrado como o dia mundial da fotografia. Mas há comemorações no dia 15. Por fim, 2 de Setembro, seria o dia dedicado ao repórter fotográfico.
Segundo a história, um Abade chamado Louis Compte, foi quem apresentou ao Imperador D. Pedro II o processo "daguerreótipo", tido oficialmente como o primeiro fotógrafo brasileiro. Porém, segundo o historiador Bóris Kossoy, existiu um pesquisador chamado Hércules Florence já teria descoberto a fotografia seis anos antes do anuncio feito por Daguérre. Florence teria sido "a primeira pessoa a usar o termo, em 15 de Agosto de 1832, em Campinas-SP". 
Pencil of Nature (The Pencil of Naure), é o título do primeiro livro ilustrado com fotografias. Henry Fox Talbot, autor, o publicou em Londres entre 1844 e 1846, ocasião em que anunciava em suas páginas "o início de uma nova arte" demonstrando as possíveis aplicações em ciência e tecnologia. 
Em 1866, o escocês Allan Pinkerton fundou a fotografia forense. Pinkerton se mudara os EUA, e se tornou o primeiro detetive de Chicago. Seu objetivo era mostrar detalhes que escapavam à inspeção criminal. 
A primeira câmera fotográfica popular a ser comercializada, foi produzida pela Companhia Eastman Kodak, em 1888. Permitia tirar até 100 fotos, cuja bobina de filme deveria ser apresentada para revelação. "Você aperta o botão, nós fazemos o resto", era o slogan de venda da câmera.
Um estudo realizado realizado em 2002 pela Universidade de Birmingham, Reino Unido, comprovou que as crianças revelam talento natural como fotógrafos. Os pesquisadores descobriram também que o "fotógrafo criança" evolui com a idade. Até os 4 anos escolhe elementos emocionais, como seus pais e imagens de cores brilhantes. Depois dos 11, a preferência é por espaços abertos e elementos naturais. Na adolescência optam por imagens que refletem atividades sociais que os ajudem a interagir com os amigos.
Robert Capa, o mais famoso fotógrafo de guerra do século XX, é autor de uma fotografia que ficou conhecida mundialmente. A foto "O soldado Tombando" (também conhecida como "O oldado caído", ou "O Soldado caindo"), foi feita na guerra civil espanhola, no front de Córdoba em 5 de Setembro de 1936. Mostra um miliciano chamado Federico Borrell Muriano Colina, no momento em que é baleado mortalmente por um franco atirador. A foto virou símbolo contra o fascismo.  
Um professor de psicologia da Universidade de Nova York, chamado Arthur Aron, explorando o cérebro de 15 voluntários através da ressonância magnética, constatou que ao olharem a foto do seu parceiro, expontaneamente ativavam certas áreas cerebrais produzindo o paracetamol em até 44%. Deduzindo que, olhar a foto da pessoa amada reduz qualquer tipo de dor.
Dia Mundial da Fotografia: histórias e curiosidades
Dia Mundial da Fotografia: 19 de agosto
Você sabe o que originou o Dia Mundial da Fotografia? Nós vamos contar: a data foi implementada no dia 19 de agosto em homenagem ao primeiro protótipo de uma câmera fotográfica, o daguerreótipo, uma invenção que foi apresentada pela Academia Francesa de Ciências nesse dia. O ano era 1839.
Estranho o nome daguerreótipo, não é? Bem, o aparelho levou esse apelido estranho devido ao seu inventor, o francês Louis Daguerre. Hoje, ninguém discorda: a invenção da máquina fotográfica causou uma verdadeira revolução na sociedade a partir do século 19.
Afinal, até hoje ela simboliza um equipamento que nos permite fazer algo incrível: eternizar momentos em papel por muitos e muitos anos.
O que torna a fotografia – e a própria máquina fotográfica – tão fantásticas é que elas não somente nos permitem clicar momentos para recordar – principalmente os em família -, mas também registrar fatos históricos, expressar emoções, criar arte, documentar realidades diferentes, celebrar memórias e histórias.
É por isso que a fotografia é sinônimo de amor.
Truques fotográficos para testar no Dia da Fotografia
Então, gostou de aprender um pouquinho mais sobre as origens do Dia Mundial da Fotografia? Agora, é hora de aproveitar toda essa inspiração para colocar a mão na massa e aprender novos truques que vão deixar seus cliques ainda mais incríveis.
Aqui no Fanfoto, você encontra diversas matérias feitas com muito carinho, ensinando como arrasar nas suas fotos.
Nesta aqui sobre efeitos de luz e sombra, ensinamos você a compor cliques para ressaltar a silhueta ou criar imagens com um toque mais poético, que podem até ser transformadas em um foto quadro para decorar a casa.
Você não possui um equipamento de ponta para compor imagens com aspecto profissional? Saiba que não é necessário! Nesta matéria aqui, ensinamos você a compor fotos inacreditáveis usando apenas o smartphone, através de 8 gambiarras que podem ser feitas com itens de casa mesmo.
E não para por aí. Que tal aproveitar o Dia Mundial da Fotografia para ir além e se aventurar na tentativa de compor cliques super profissionais, com efeitos sensacionais? Nesta matéria aqui, compartilhamos 5 segredos de efeitos impressionantes para suas fotos, incluindo a exposição longa, o efeito bokeh e o panning, a contraluz e a golden hour.
Então, gostou das nossas dicas para o Dia Mundial da Fotografia? Aproveite para compartilhar este artigo com seus amigos e amigas que também são apaixonados por fotos!
A fotografia é uma das invenções mais extraordinárias da história da humanidade. É uma expressão de arte, um registro da realidade e uma forma de eternizar um momento. 
 Acredito que a fotografia tem o poder de contar histórias, inspirar gerações e criar impactos positivos no mundo.
Korske Ara, Fundador do World Photo Day
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Na série Por Trás das Lentes, alguns dos melhores fotógrafos do mundo apresentam seus trabalhos e compartilham histórias exclusivas; confira as entrevistas com os profissionais divididos por modalidades!
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Dia Mundial da Fotografia
O Dia Mundial da Fotografia, celebrado anualmente em 19 de agosto é uma homenagem a invenção do daguerreótipo, o antecessor das câmeras fotográficas, afinal, foi em 19 de agosto de 1839 que a Academia Francesa de Ciências anunciava mundialmente a nova invenção. Hoje, a fotografia está mais popular do que nunca com dispositivos de todos os tipos de fácil acesso. No Brasil, também é comemorado o "Dia do Fotógrafo" em 8 de janeiro.
Fotografia pode mudar o mundo
Uma curiosidade é que 19 de agosto também é o Dia Mundial Humanitário pela ONU, com isso a World Photo Day faz uma campanhapara inspirar positivamente as comunidades através da fotografia. "Acredito que a fotografia tem o poder de contar histórias, inspirar gerações e criar impactos positivos no mundo" - afirma Korske Ara (Fundador, World Photo Day)
A data escolhida para a comemoração do Dia Internacional da Fotografia tem sua origem no ano de 1839, quando, em 7 de janeiro, na Academia de Ciências da França, foi anunciada a descoberta da daguerreotipia, um processo fotográfico desenvolvido por Joseph Nicèphore Niépce (1765-1833) e Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851). Cerca de sete meses depois, em 19 de agosto, durante um encontro realizado no Instituto da França, em Paris, com a presença de membros da Academia de Ciências e da Academia de Belas-Artes, o cientista François Arago, secretário da Academia de Ciências, explicou o processo e comunicou que o governo francês havia adquirido o invento, colocando-o em domínio público e, dessa forma, fazendo com que o “mundo inteiro” tivesse acesso à invenção. Em troca, Louis Daguerre e o filho de Joseph Niépce, Isidore, passaram a receber uma pensão anual vitalícia do governo da França, de seis mil e quatro mil francos, respectivamente.
A velocidade com que a notícia do invento do daguerreótipo chegou ao Brasil é curiosa: cerca de 4 meses depois do anúncio da descoberta, foi publicado no Jornal do Commercio, de 1º de maio de 1839, sob o título “Miscellanea”, na segunda coluna, um artigo sobre o assunto – apenas 10 dias após de ter sido assunto de uma carta do inventor norte-americano Samuel F. B. Morse (1791 – 1872), escrita em Paris em 9 de março de 1839 para o editor do New York Observer, que a publicou em 20 de abril de 1839.
 
Câmara de daguerreótipo Succe Frères, de 1839 / Westlicht Photography Museum, em Viena, na Áustria
 
Um daguerreótipo consiste em uma imagem única e positiva, formada diretamente sobre placa de cobre, revestida com prata e, em seguida, polida e sensibilizada por vapores de iodo. Depois de exposta na câmera escura, a imagem é revelada por vapores de mercúrio e fixada por uma solução salina.
 
O ateliê do artista: um daguerreótipo realizado, em 1837, pelo inventor do processo, Louis Jacques Mandé Daguerre / Sociedade Francesa de Fotografia
 
Para comemorar a data, a Brasiliana Fotográfica apresenta a seus leitores um glossário de técnicas e processos fotográficos do século XIX, adaptado de sua publicação original no catálogo da exposição “Panoramas: a paisagem brasileira na coleção Moreira Salles”, em 2011. As ilustrações são detalhes de fotografias e impressões em processos fotomecânicos que exemplificam cada técnica.
 
Glossário de algumas técnicas e processos fotográficos do século XIX
 
Colotipia
Processo fotomecânico de impressão introduzido em 1870 e utilizado até hoje em pequena escala. Uma base de metal ou vidro recoberta com gelatina bicromatada é exposta à luz, em contato com um negativo, e produz uma matriz para impressão de imagens em pigmento. O endurecimento e a reticulação da gelatina, em função da exposição à luz, permitem a absorção diferencial de tinta pela matriz correspondente à gradação tonal da imagem fotográfica no negativo e posterior impressão de cópias (em geral utilizadas para ilustrações de publicações ou cartões-postais).
Fotogravura
Processo de impressão fotomecânica desenvolvido por Henry Talbot em 1850 e aperfeiçoado pelo tcheco Karl Klic em 1879, também conhecido como “heliogravura”. Utiliza a luz para formar uma imagem fotográfica em uma chapa de cobre que, após ser tratada em ácido, recebe tinta e é impressa em papel de algodão. A chapa, recoberta por gelatina bicromatada fotossensível, é texturizada, como uma água-tinta, pelo depósito de grãos de resina. Em seguida, o cobre é mergulhado em sucessivos banhos de ácido, deixando a chapa pronta para ser entintada.
Fotolitografia 
Processo de impressão litográfica em que o desenho é transferido para a pedra por meio da fotografia. Derivada dos experimentos com substâncias asfálticas, a pedra litográfica era revestida em betume fotossensível e exposta à luz em contato com a matriz fotográfica. A pedra revestida era lavada em terebentina, tingida e impressa, produzindo imagens em meio-tom. Alphonse Poitevin empregou o albúmen dicromatado, que era lavado em água para produzir uma superfície planográfica. O processo foi a base para a transferência fotolitográfica e a cromolitografia. Também levou à fotozincografia, em que se usa uma placa de zinco, posteriormente adaptada à litografia off-set.
Negativo / Colódio Úmido
Introduzido em 1851 por Frederick Scott Archer. A placa de vidro recebia uma camada de colódio (nitrato de celulose dissolvido em éter e álcool) contendo iodeto de potássio. Em seguida, era imersa num banho de nitrato de prata. A exposição devia ser feita com a placa ainda úmida, e o negativo era revelado imediatamente depois, numa solução ácida de sulfato de ferro, sendo em seguida fixado numa solução de cianeto de potássio. Os primeiros fotógrafos a utilizar esse processo enfrentavam uma série de dificuldades, como o inglês Roger Fenton, que, ao fotografar a Guerra da Crimeia, teve problemas devido à temperatura excessivamente alta, que secava suas placas antes que pudesse fazer os registros.
Negativo / Gelatina
Introduzido em 1871 pelo inglês R.L.Maddox, era também conhecido como placa seca, em oposição às precedentes placas de colódio úmido, que deviam ser expostas à luz logo após o banho de sensibilização em solução de nitrato de prata. As placas de vidro, emulsionadas com gelatina, eram de manuseio mais fácil, pois podiam ser compradas já pré-sensibilizadas e expostas na câmera diretamente, sem nenhuma intervenção maior do fotógrafo. O preparo das emulsões de gelatina já contendo haletos de prata fotossensíveis para posterior aplicação sobre diversos suportes (vidro, papel, filme flexível) permitiu o desenvolvimento da indústria fotográfica tal qual a conhecemos hoje.
Papel Albuminado
Introduzido pelo francês Louis Désiré Blanquart-Evrard em 1850, tornou-se o papel mais utilizado em cópias fotográficas até 1890. tem esse nome porque recebia uma camada de albúmen contendo cloreto de sódio e era sensibilizado em seguida com nitrato de prata. Obtido diretamente da clara do ovo de galinha, o albúmen é uma substância composta por várias proteínas e outros constituintes. Forma a camada adesiva transparente que mantém em suspensão sobre a superfície do papel a substância formadora da imagem fotográfica processada, isto é, a prata metálica. Fez sucesso devido a sua superfície bastante uniforme e regular, o que proporcionava uma fineza de detalhes superior à dos papéis usados até então (saltpapers).
Papel de Gelatina e Prata
Introduzido comercialmente por volta de 1880, permanece em uso desde então. Os dois principais tipos são: aqueles em que a imagem é produzida pela ação direta da luz (printing-out paper); e aqueles em que, após uma exposição de curta duração, a imagem latente é revelada quimicamente (development papers), e que possuem sensibilidade suficiente para permitir ampliações de negativos. Esse fato, no final do século XIX, revolucionou não só a prática de laboratório (não acondicionando mais a produção de cópias exclusivamente à exposição por contato dos negativos originais), como permitiu o desenvolvimento de câmeras e filmes fotográficos de pequeno formato.
Platinotipia
Processo fotográfico para obtenção de cópias em papel que utiliza sais de ferro fotossensíveis e platina precipitada para a formação da imagem final. A imagem obtida é depositada diretamente sobre as fibras do papel, apresentando uma escala tonal rica e de extrema fineza. É um dos processos fotográficos considerados permanentes.
Diga xiiiis! Xis e parabéns pela a fotografia!
Aposto que você deve ter um monte delas.
É legal ter fotos dos amigos, da gente na praia, nas festas, com as pessoas da família.
Mais legal ainda, é ver as fotos depois de ter registrado todos esses momentos.
E essa diversão só é possível hoje porque há muito tempo atrás, em Paris, no dia 19 de agosto