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Prótese fixa
São aparelhos utilizados em substituição aos dentes ausentes restaurando a forma função e estética. Nós temos quatro tipos de próteses: próteses totais, próteses parciais removíveis, próteses parciais fixas e próteses sobre implantes. 
Prótese fixa é a restauração parcial ou total da coroa clínica dos dentes perdidos confeccionada com materiais biocompatíveis e capaz de restabelecer a saúde e conforto além de sua forma original, função e estética ela recebe esse nome por se apresentar fixa nos dentes Pilares não podendo ser removidas pelos pacientes. Tem como indicações amplas destruições, dentes com más formações, fraturas de cúspides e reabilitações funcionais. A total tem como restauração Extra coronária que envolve todas as faces de um dente podendo ser unitária (reabilitando um elemento) múltipla (reabilitando mais de um elemento. E a parcial é a restauração intra coronária que envolve parte das faces de um dente sendo elas: inlay (restauração intra coronária que não envolve cúspides), onlay (restauração intra coronária que envolve parte das cúspides), overlay (restauração intra coronária que envolve recobrimento Total das cúspides) e facetas laminados restauração confina camada de cerâmica na face vestibular).
Endrocrowns tem indicação para pacientes com altura de coroa acrílica muito curta, sem espaço inteiro na oclusal suficiente para preparar o dente e vir com uma coroa. É necessário fazer um preparo interno usando a câmera pulpar para conseguir aumentar a área de adesão e aumentar a retenção de uma coroa muito curta. 
Table tops são peças utilizadas no restabelecimento de dimensão vertical, elas vão recobrindo oclusão dos dentes e em algumas ocasiões a vestibular também por isso são muito utilizadas em reabilitações
Temos classificação de acordo com o material: prótese metálicas próteses metaloplásticas, próteses metalocerâmicas e prótese cerâmicas
Temos componentes dentes pilares ou suportes que são os dentes que receberão os retentores, espaço protético que é o espaço sem dente que será ocupado pelo pontico, os retentores que a parte da prótese que se encarrega da fixação dos outros pilares, ponticos a parte da prótese que substitui o dente ausente e restabelece a morfologia, estética e função e os conectores que é a área de união entre os ponticos e retentores. Etapas do tratamento protético: anamnese (será entrevista inicial com paciente verificando a condição geral de sua saúde os medicamentos utilizados, expectativa e grau de exigência do paciente fecha parentes), exame clínico extra bucal (avaliação clínica da face que envolve verificar presença ou não de referências de normalidade extratropicais, analisar também simetria facial, linha de sorriso, forma, volume e postura labiais além disso analisar exame de pele como textura, presença de manchas, Harmonia entre a cor da pele e a cor dos dentes naturais, passam muscular e articular por meio de toque manual) e intrabucal (avaliação dos parâmetros biológicos, funcionais e estéticos no qual compreende A análise de higiene bucal, lesões cariosas, restaurações, dentes fraturado, periodonto, presença de próteses, A análise da relação cêntrica da distância vertical da curvatura de Wilson, problemas oclusais além de análise de sorriso, Harmonia de cor de pele e biotipo gengival), exames complementares (radiografias periapicais, panorâmicas, lesões periodontais, tratamento endodôntico, dentes inclusos e a proporção coroa e raiz dos dentes), fotografias extra e intrabucais (são dados como condição inicial do caso, detalhes anatômicos, perfil gengival, forma, cor, textura dental além disso dá para analisar o sorriso e face), modelo de estudo (deve ser a reprodução do dente presente e dos textos adjacentes para as referências importantes não faltando planejamento e não formar bolhas, nódulos, defeito e ausência de base), montagem em ASA (importante para avaliar as posições mandibulares auxiliando na análise da oclusão e planejamento deve ser realizada em relação cêntrica com ajuda do jig de Lúcia e cera 7), enceramento diagnóstico (analise oclusal que permite a elaboração de um plano de tratamento), ensaio restaurador (avaliação de parâmetros biológicos, funcionais e estéticos) e definição das opções de tratamento (após o enceramento de diagnóstico e tomada de decisão por qual tipo de tratamento será realizado se inicia o preparo dos dentes sendo eles quando de provisória prepara para proteger dentina exposta e permitir recuperação de tecido gengival do trauma, moldagem na técnica de casquete com o registro de mordida em intercuspidação após isso será realizado a prova clínica, seleção de cor, aplicação de cerâmica na estrutura metálica, prova clínica estética inclusão, cimentação e por fim a prótese parcial fixa. Essas etapas se aplicam praticamente em todos os tipos de restauração desde uma simples até uma reabilitação em todos os dentes só ocorreram alguma diferença relação ao grau de complexidade do caso clínico e também de acordo com o material selecionado para confecção de reabilitação.
· Princípio dos preparos com finalidade protética
Preparo dental é um processo de desgaste estratégico do esmalte ou da dentina que obedece aos passos operatórios pré estabelecidos, é importante que o preparo realizado sobre o dente Pilar respeite o espaço mínimo requerido pelo futuro material restaurador obtendo características mecânicas ou adesivos necessários além de estabilidade da construção protética lembrando sempre de definir o terminp cervical adequado e bem localizado. 
· Princípios biomecânicos dos preparos preservação da estrutura dental
É a estrutura remanescente é importante para favorecer técnicas adesivas em reconstruções coronárias e o radiculares, diminui o risco de fratura no dente Pilar, manter a longevidade do trabalho restaurador, importante fator para dentes desvitalizados a quantidade ideal de desgaste deve ser guiada por um planejamento que envolve tanto a escolha prévia conta sua licitações funcionais e estéticas desta restauração lembrando sempre de compreender além de substituir a estrutura dental ausente protegendo a estrutura dental remanescente.
· Princípios mecânicos dos preparos preservação do periodonto e integridade marginal 
É o selamento marginal do preparo dependente de uma boa adaptação cervical da peça protética do modo que a localização e a qualidade do término devem ser compreendidas para que a saúde gengival seja preservada 
Desenho do termino cervical é a forma do término que será definida pela ponta ativa da broca a ser utilizada essa escolha se faz em função do material restaurador escolhido. Tipos de términos: ombro ou degrau (posso ir ângulo de 90 graus entre parede e gengival e axial, não é muito utilizado será usado apenas em adesão e para coroas de porcelana, as brocas são cilíndricas ou tronco cônicas com extremidade plana, e tem vantagem e excelente resultado estético possibilitando o espaço para um bom contorno da restauração porém como desvantagem o preparo requer a habilidade do operador o que dificulta o escoamento do cimento e a adaptação da margem e a crítica), ombro ou degrau biselado ( ângulo de 130 graus entre parede gengival que é inclinada e parede axial, tem indicação para coroas metalocerâmicas usando brocas cilíndricas ou troncocônicas com ponta em formato ogival, tem como vantagens o formato da broca que é possível chegar próximo ao suco gengival sem provocar sangramento a boa precisão e como desvantagens a confecção da prótese exige habilidade do técnico e possibilidade de Supra e contorno cervical porque o metal e a cerâmica precisam permanecer próximos à linha do término), chanfrado ou chanfro (segmento de círculo entre a parede axial e gengival tem como indicação coroas metalocerâmicas, metaloplásticas e coroas cerâmicas e parciais utiliza-se broca cilíndricas ou tronco cônicas com pontas arredondadas a vantagem é que o termino é nítido e fácil de ser confeccionado e desvantagem o acabamento é crítico na cervical porque pode ter uma aresta irregular de esmalte no ângulocavo superficial o que vai prejudicar a adaptação clínica da infraestrutura) e chanferete (Segmento de círculo entra para axial e gengival de pequena dimensão metade do chanfrado a indicação é para a coroa Total metálica e faces palatinas ou linguais de metal cerâmicas, brocas cilíndrica ou tronco cônica com pontas arredondadas e tem como vantagem e preservação da estrutura dentária e desvantagens o termino não fica bem definido quando a broca é empregado e maior profundidade).
A localização do termino cervical influencia diretamente a adaptação dos provisórios, os procedimentos de moldagem, modelo de trabalho, construção e ajuste de peça protética e procedimento de fixação, então quanto mais profundo termo cervical dentro do suco gengival mais dificuldade de higienização. Lembrando que o espaço biológico é a distância entre o limite coronário do epitélio juncional e o topo da Crista óssea e é uma área que deve ser preservada para a manutenção da saúde gengival. Para ter um termino cervical localizado com segurança é necessário medir o suco gengival em toda sua extensão com auxílio de uma sonda periodontal proteger o espaço biológico com fio retrator realizar aprofundamento intra sulcular do termo cervical como a broca escolhida mediante a proteção do tecido gengival com os protetores metálicos. Supragengival é o preparo que fica acima da margem, gengival é o que fica no nível da margem e intrasucular é o termo que fica dentro do suco gengival e sempre que possível término cervical deve ficar supragengival.
Quanto qualidade do termo cervical, o acabamento e a linha de término deve ser nítido e uniforme, contorno deve ser o do dente natural para evitar futuros problemas periodontais, o subcontorno pode desenvolver em uma área de retração gengival, o sobrecontorno pode provocar uma área de inflamação gengival que pode evoluir dependendo da sua localização para a retração gengival o busca horizontal, e com uma sonda periodontal é necessário medir o suco gengival antes de iniciar o preparo do término isso deve ser realizado com protetor e gengivais auxiliando na manutenção da integridade tecidual além de proteger o suco gengival com o fio até os preparos serem concluídos. 
Para avaliar o pilar é importante ver a força através de ponticos, conectores e retentores eles sendo avaliados na proporção coroa raiz (é uma medida que vai da crista óssea alveolar até a superfície oclusal comparando o comprimento da raiz intra óssea, é a medida que o osso alveolar se aproxima da região apical o braço da alavanca aumenta gerando forças prejudiciais aos dentes pilares, a proporção ideal seria de um para dois mas é pouco encontrado a que mais é encontrada é a de 2 para 3 e a mínima aceitável de um para um), configuração radicular (é um fator importante para avaliação periodontal de um dente Pilar, raízes concepção irregular oferecem mais resistência do que concepção arredondada, dentes multirradiculares com raízes divergente apresentam mais capacidade de suporte do que aqueles com raízes fusionadas, os dentes podem ser avaliados qualitativamente em sete grupos do maior para menor qualidade primeiros molares superiores, segundo os molares superiores e primeiros e segundos molares inferiores, caninos superiores, primeiros pré-molares superiores, segundo pré-molares superiores e caninos inferiores, incisivos centrais superiores e pré-molares inferiores e incisivos laterais superiores, incisivos inferiores terceiros molares superiores e inferiores) e área de superfície periodontal (para a área que não tem dente ser restaurada sua extensão e capacidade dos dentes pilares tem que resistir a carga adicional então a soma do perímetro radicular do segundo molar e do segundo pré-molar é maior do que do primeiro molar a ser recolocado, o ligamento periodontal dos dois dentes é capaz de suportar a carga adicional de um dente ausente, os dois dentes pilares podem suportar carga adicional porém se aproximam do limite funcional, qualquer prótese que substitua mais de dois dentes devem ser considerada um trabalho de alto risco)
Quanto é estética é importante considerar a localização, visibilidade do dente marcada, a altura da linha de sorriso, espessura da margem gengival, presença de pinos e núcleos metálicos, a cor do substrato dos dentes adjacentes e a presença da área incisão translúcidas são variáveis além disso o desenho final do preparo deve prever essas variáveis fazendo com excelência detalhes anatômicos, cor, textura e caracterização adequada. 
Para que o trabalho protético desenvolva em harmonia com longevidade é necessário que a prótese resista a força resultantes ao movimentos funcionais então é importante realizar um preparo dental e o e o desenho final do preparo vai determinar se a prótese vai permanecer ou não na boca depois de cimentada, na utilização que a gente cimentando convencionais, retenção e estabilidade do trabalho protético dependem diretamente do paralelismo da superfícies e o da incorporação de meios auxiliares como sulcos e caixas.
 Quanta retenção o impede o deslocamento da prótese e no sentido contrário a sua via de inserção levando em consideração grau de inserção ou conexidade (paredes mais paralelas com retenção exagerada o que prejudicará a remoção da prótese durante os sucessivos ajustes além de dificultar a fixação adequada da peça a inclinação deve ser discreta de 6 graus o que vai possibilitar o melhor visão do preparo evitando desgastes profundos e compensando impressões no procedimentos de execução laboratorial), a área de superfície (é calculada pela quantidade de estrutura preparada que ficará sobre a prótese, quanto maior a área preparada maior a retenção, sucos e caixas aumentam essa área o que também vai ocorrer quando se condicionam quimicamente o esmalte a dentina porque mais prismas e tubos dentários estarão expostos durante os procedimentos adesivos), eixo de inserção ( linha imaginária pela qual restauração será inserida ou retirado do preparo, durante o preparo todas as paredes axiais, caixas e sucos devem estar paralelos a esse eixo e de modo a se obter uma única trajetória de inserção para todos os pilares, para definir o eixo de inserção posicionam-se a broca perpendicular ao plano oclusal com o eixo definido a broca será conduzida para a face vestibular e apenas a porção inferior da broca toca o dentes a ser preparado, se a broca for apoiada na face vestibular o eixo de inserção passa a considerar a anatomia dessa fase e não mais o plano oclusal, o resultado desse eixo será um preparo demasiado expulsivo prepara os exageradamente cônicos apresentam a possibilidade de vários eixos de inserção favorecendo o deslocamento de prótese quando submetido a mastigação isso contendo uma menor retenção) e rugosidade de superfície (aumenta o imbricamento entre o cimento e a superfície o que melhora a efetividade da fixação, fosfato de zinco tem desempenho influenciado pelo princípio do imbricamento mecânico) e a resistência ou estabilidade (impede o deslocamento da prótese diante das forças oclusais quanto a altura e paralelismo em dentes curtos existem uma redução adequada de superfície oclusal mas em dentes longos existe facilidade de estabelecer princípios mecânicos necessários porque existe uma área suficiente a ser preparada, quanto aos meios auxiliares a confecção de sucos e caixas aumenta a estabilidade e retenção no preparo diminuindo assim a possibilidade de deslocamento do trabalho protético diante das forças oclusais, esse pode ser explicado pela presença de áreas de travamento de se formam quando se utiliza esses recursos outra coisa é o sulco que impede que a prótese gire ao redor de uma das suas margens. 
Solidez estrutural se dá em promover o mínimo desgaste da estrutura dentária se deve possibilitar que a prótese restaure adequadamente a forma com a espessura mínima de material suficiente para resistir as forças mastigatórias sem que haja de formação de sua estrutura, os fatores que influenciam nessa solidez é o preparo da face oclusal que deve seguir os planos inclinadosda superfície oclusal considerando-se um maior desgaste nas custas com retenção cêntrica para que possam ser reproduzidas anatomicamente e estruturalmente as áreas que serão submetidas as cargas funcionais, sendo a função oclusal um dente que vai ser preparado vai receber uma restauração protética vai ser submetida a função mastigatória então forças oclusais lembrando sempre que depende da posição de máxima intercuspidação, posição de relação sempre e as guias de desoclusão realizando sempre a mensuração do provisório e utilizando especímetro para medir a espessura e a profundidade de preparo que tem que ser adequado sendo calculada em função do tipo de material restaurador e a forma anatômica lembrando sempre que a ponta ativa da broca determina o desenho do término não pode invadir o espaço biológico.
 A espessura mínima de desgaste em oclusal de posteriores deve ser de 1 a 1 mm, um paredes axiais de posteriores de 0,7 a 1 mm e em anteriores de 0,3 a 2 mm 
A coroa total metálica ela é confeccionada totalmente de metais, é indicada para a destruição extensa por cárie ou trauma, acontece em dentes tratados endodonticamente, presença de muitas restaurações necessidades de máxima retenção e resistência, correção do plano oclusal. Tem como contraindicação onde não houver necessidade de retenção máxima e onde a estética foi muito importante ponto tem como vantagens auto resistência, excelente tensão, facilidade de obtenção dos contornos axiais corretos menor e oclusão favorável por ser um metal. As desvantagens tem como grande remoção do tecido dental, restauração antisséptica e existe envolvimento do tecido gengival. 
A coroa metaloplástica é uma liga metálica que é cobre as facetas oclusais linguais e na vestibular é uma combinação de resina tornando mais estética tem como indicação as mesmas situação da total metálica porém com uma restauração mais estética então pode ser indicado em áreas de anteriores, tem como contraindicação à câmara pulpar muito ampla, face vestibular, retentor mais conservador por tecnicamente viável. tem como vantagens a estética satisfatória, custo laboratorial, menor que uma coroa metalocerâmica ou de cerâmica pura ponto às desvantagens é que existe maior remoção de texto dental do que uma coroa Total metálica, ou envolvimento Genival principalmente nas faces vestibulares para onde esconde o colar metálico a resina possa sofrer desgaste com o uso e com a escovação deixando a estética inferior quando compara com a coroa metalocerâmica e com a coroa cerâmica pura.
Coroa metalocerâmica é uma restauração e combina com a liga metálica cerâmica pode ser com cobertura Total ou parcial de cerâmica foi criada para suprir a demanda estética e tem como indicação as mesmas situações da coroa metal plástica e contraindicações as mesmas da coroa metaloplástico. Vantagens é a qualidade estética e também o fato da cerâmica ser utilizado na superfície oclusal dos dentes e desvantagens maior remoção de tecido dental do que a Total metálica com envolvimento de tecido gengival e a cerâmica na superfície oclusal pode provocar desgaste nos dentes antagonistas de paciente com bruxismo.
Coroa cerâmica pura as restaurações protéticas são mais agradáveis esteticamente do que as Total cerâmica ausência da estrutura metálica faz com que não haja bloqueio da transmissão da Luz permitindo a restauração assemelha é uma estrutura dental em termos de translucidez. É indicado quando grandes exigências estéticas por parte do paciente, para estabelecer guia anterior desde que as distribuições favoráveis da carga oclusal, dentes com destruição extensa porcarias profissionais ou trauma. As contraindicações é quando for necessária uma restauração mais resistente a coroa metal cerâmica for indicada distribuição desfavorável da carga oclusal. Vantagens esteticamente é a melhor restauração e promove uma boa resposta tecidual para as margens rivais porém como desvantagens possuem menor resistência quando comparado ao metal cerâmica e é muito friável.
 Quanto aos preparos metade mesial do dente preparada e serve como comparação com a área não preparada possibilitando a operador a visualização da quantidade da profundidade do desgaste realizado. Para os preparos de posteriores é importante definir o sulco de orientações cervicais (estabelece um termino cervical do preparo, utiliza cilindrica possui uma profundidade de meia broca e a inclinação de 45 graus em relação ao longo eixo do dente além de sua localização ser acima da margem gengival em 1 mm), definir o suco de orientações axiais de primeiro e segundo inclinação (estava lá essa é a quantidade de desgaste nossa superfícies axiais utilizando a broca cilíndrica ogival e arredondadas respectivamente com profundidade de meia broca e inclinação perpendicular ao plano oclusal realizando dois sucos 1 no centro e outro na metade da cúspide mesial), definição do sulcos de orientação oclusal (estabelece a quantidade de desgaste na oclusal com a broca cilíndrica ogival com profundidade de um diâmetro de broca acompanhando os planos inclinadas cúspides e com dois sucos de orientação), desgaste na proximal (se coloca a matriz nos dentes ao lado para proteção e com a broca conica elimina a convexidade natural dessa área a inclinação deve ser perpendicular ao plano oclusal acompanhando a margem gengival também é conhecido como slice ou corte em fatia) e união dos sulco de orientação (a broca 32 16 ou 41 38 é feita a união todas as faces vestibulares linguais e unindo os sucos também das faces oclusais fazendo como se fosse um chapéu) e por último a localização e o término de cervical que o termo é em chanfro ou o chanferete a broca é a 32 16 ou 41 38 em vestibular e 3145 na lingual com a inclinação paralela à parede axial e a localização do termo cervical é metade de uma ponta de broca com profundidade que depende do suco gengival. Acabamento e polimento realiza o alisamento das paredes axiais oclusais com as brocas multilaminadas finas e extrafinas as características finais desse preparo deve obter paredes axiais planas e lisas com convergência para oclusal apresentando inclinação dupla desgaste oclusal de um e-mail a dois milímetros, ângulos internos arredondados com redução axial de 1 milímetro e meio, terno no centro ou ombro biselado na área estética no restante do preparo. 
Em dentes anteriores acontece quase tudo igual nos posteriores só mudando alguns detalhes: o suco de orientação na cervical é o mesmo a inclinação tem que ser sempre paralela ao terço médio da face vestibular a broca também são as mesmas e profundidade de meia broca e o restante é tudo igual. As características finais dos dentes anteriores é face vestibular em dois planos, faz palatina em dois planos, área de retenção friccional no terceiro cervical de todo o preparo que vai ser obtida quando os elementos rígidos das próteses seja justapõe de duas ou mais paredes axiais paralelas do dente, ângulos internos arredondados com redução axial de 1,5 mm e com término em chanfro ou chanferete.
 Coroa de cerâmica pura do primeiro ao nono passo é semelhante a metal cerâmica com a broca cilíndrica esferica já no décimo passo o término em chanfro profundo com a broca 4137 com uma inclinação paralela as paredes axiais, localização interno cervical com metade da ponta da broca, profundidade vai depender do suco gengival. as características finais desse preparo são face vestibular também dois planos, faz platina 2 planos, presença de área de retenção friccional no terceiro cervical, ângulos internos arredondados axial de 1,5 MM na face vestibular e termino em chanfro profundo 
Para preparo em caninos a sequência de brocas é 1014 esférica, 32 16 tronco cônica, tronco cônica afilada, 3216, 3118 pera, 4138 na vestibular e 3145 na palatina.
Sequência clínica começando por suco de orientação na cervical, desgaste na cervical com a broca 1014 de orientação nas paredes axiais no vestibular de palatina, desgaste do sucos de orientação com a broca 3216 ou 31 45 com todo o diâmetro da broca, suco de orientação na incisaltambém com a broca 32 16 e 31 45 com uma broca e meia, rompimento do ponto de contato com a broca 3200 para proteger o dente ao lado sempre usar a matriz metálica, União dos sucos de orientação com a broca 32 16 ou 31 45, observar e preparar a outra metade, desgaste da concavidade palatina com a 31 18 término cervical ombro biselado ou chanfro e fazer o acabamento. 
· Preparo para restaurações parciais
As Restaurações indiretas são peças protéticas que restauram áreas dentais perdidas ou comprometidas, situações em que a confecção de restaurações diretas já não e mais possível. Essas restaurações são confeccionada em laboratório no formato de resina ou cerâmica e são unidas ao seu remanescente dental por meio de cimento adesivo, essa é a restauração que mais preserva a estrutura coronária
Como vantagens temos resultados anatômicos e estéticos superiores, boas propriedades mecânicas, superficial, radiopacidade similar a estrutura dental e preservação da estrutura dental. desvantagens dos temas o preparo ele é expulsivo então exige uma revolução da estrutura dentária, além disso tem a necessidade de mais sessões clínicas, confecção de moldes e modelos é mais complicado e existe a necessidade de ajustes após alimentação além de ser frágil. Classificação: onlay, inlay e overlay. Esses preparos não possuem protocolo rígido, necessita de remoção do material restaurador antigo, tecido cariado ou esmalte sem suporte isso é feito através de broca 1046 (amalgama) e broca 1014 (resina), quanto a análise do remanescente dentário em relação à qualidade estima oclusal da cavidade pode exceder um terço da distância intercuspide ou quando a cavidade envolver uma mais cuspide então são indicados para restauração indireta, além disso é importante analisar se todos as cúspides estão presentes e a base dela apresentar no mínimo 2 MM de estrutura dental para fazer uma melhor confecção de uma inlay, a base da cúspide com menos de 2 MM significa envolver a cúspide no preparo resultando em uma restauração onlay e todas as cuspides sendo envolvidas aí será uma overlay, o ideal é remover a área trincada uma vez que essa trinca pode aumentar após a cimentação de restauração resultando assim uma sensibilidade dentária ou comprometimento endodôntico podendo levar até a perda da restauração indireta. Reconstrução prévia com resina composta ela é feita tendo 2 mm de estrutura dental, parede pulpar Nivelada com RC, com o objetivo de fazer com que áreas retentivas se tornem expulsivas, economizando tecido dental.
PREPARO DAS PAREDES AXIAIS E PULPAR
Nas PAREDES AXIAIS são expulsivas no sentido gengivo-oclusal, visando a permitir a inserção e a remoção da peça protética, a broca usada é 3131 (tronco-cônica) paralela ao eixo de inserção com ângulos internos arredondados e cavossuperficial nítido (Paredes resultantes serão expulsivas). Nas PAREDES PROXIMAIS utilizar Fita matriz e Lixas metálicas e/ou brocas com ponta fina. a parede pulpar deve ficar plana (broca paralela ao eixo de inserção), caixas proximais devem ser preparadas de acordo com as mesmas orientações descritas. 
Conferência da profundidade do preparo: a espessura mínima deve ser de 1 mm para cerâmica não fraturar essa medição deve ser feita com a sonda periodontal ponto a definição do esmalte do término cervical deve ficar em esmalte no nível ou Supra gengival com termino nitido. As características finais são: redução oclusal de 1,5 mm, redução axial mínima de 1,5 MM, paredes expulsivas com 8 a 15 graus, ângulos internos arredondados, ângulo cabo superficial nítido sem bisel, termino em chanfro e término em estrutura dental Sadia.
 As facetas estéticas são restaurações conservadoras na face vestibular devido à alteração de cor, fraturas e diastemas. tem como vantagens preparos conservadores, resultados anatômicos e estéticos superiores, correção da cor, forma e posição dentária, menos manchamento quando comparadas com faceta de resina composta. Como desvantagem possui maior fragilidade inerente a cerâmicas antes da cimentação, necessidade de confeccionar moldes e modelos e um custo mais alto quando comparados as facetas de resina composta. 
Enceramento diagnóstico e ensaio restaurador- preparo para facetas cerâmicas
Primeiro passo é a delimitação periférica da profundidade: essa é feita através de um suco na face vestibular na área cervical e proximais dos dentes através da broca esférica 1012 com a profundidade de metade de uma broca, região cervical é 1 mm acima da margem gengival, os dentes que apresentam alterações de cor e é possível empregar brocas mais volumosas como 1014, o segundo passo é o desgaste do suco de orientação na face incisal que pode ou não ser feito, quando é feito fazer dois sucos com a broca 2145 inclinada no sentido palatal. O terceiro passo é a realização do suco de orientação axial na face vestibular que acompanha os sucos incisões já existentes, também com a broca 2145 respeitando as três inclinações. O quarto passo é a união desse suco de orientações com a broca 2145 respeitando as inclinações e protegendo o dente adjacente com uma matriz metálica. quinto passo é a localização e definição do término cervical que pode ficar no nível ou discretamente intra-sulcular por causa do escurecimento do substrato necessitando de fios de afastamento. O sexto é o acabamento e polimento com brocas multilaminadas finas ou extrafinas. 
· Retentores intrarradiculares 
São peças protéticas fixas destinadas a reconstruir a base de um dente Pilar para prótese fixa, existe a necessidade de um retentor pois está relacionado à quantidade dura, dental remanescente, bem como as exigências estéticas funcionais, a resistência do dente que necessita ser reconstruído não é melhorada pela instalação de um retentor mas na maioria das vezes é preciso que haja um sistema de reconstrução para que a base seja criada e ofereça a retenção para uma futura prótese. Como características ideais de um retentor intra radicular temos: ser biocompatível, preservar dentista radicular, possuir boa relação custo-benefício, ser resistente à corrosão através de pinos metálicos, evitar tensões demasiadas na raiz e promover União química e mecânica com o material restaurador e ou de preenchimento.
 Aspectos determinantes na escolha e na confecção de retentores intra-radiculares: condição do tratamento endodôntico (independente do retentor a ser utilizado é muito importante para o tratamento de canal seja feito com qualidade e previamente), condição da estrutura dentária remanescente (Quanto mais a estrutura dentária tiver presente maior a possibilidade de utilização de sistemas dependentes de adesão e a medida que essa estrutura vai sendo perdida adesão também vai sendo comprometida o que vai levar muitas vezes o uso do sistema tradicional), localização dos dentes na boca (os dentes anteriores tem maior exigência estética, o uso de sistema estético como pinos de fibra de vidro esta amplamente indicada nessas áreas), extensão do trabalho protético a ser realizado (Em casos envolvendo até três elementos os pinos pré-fabricados tem sido utilizados com sucesso, mas em próteses existentes os núcleos metálicos fundidos permitem a construção de uma base eficaz para a instalação do futuro trabalho reabilitador). Para retentores personalizados utilizar núcleo metálico fundido, para pré-fabricados utilizar não metálicos como pino de fibra de carbono pino de fibra de vidro e pinos de zircônia. 
Indicações para pino de fibra de vidro (dentina coronária com altura e espessura mínima de 2 MM, área com envolvimento estético, reconstruções unitárias, próteses fixas, oclusão favorável) e núcleo metálico fundido (destruições coronárias amplas, área sem comprometimento estético, próteses fixas extensas, oclusão desfavorável).
Núcleos metálicos fundidos são retentores personalizados compostos por uma parte radicular que é o pino que se aloja no intra-radicular previamente realizado e uma porção coronária que é uma base que vai servir de Pilar para futura prótese, tem como contraindicações áreas com alta exigênciaestética, raízes com dilacerações violentas, raízes finas e curvas que não venham a resistir aos esforços mastigatórios como vantagens temos a melhora adaptação clínica em função de ter sido confeccionada a partir de um preparo intra radicular, o fato de ser peça única não precisando preencher a porção da base, radiopacidade e película de cimento menor. como desvantagens nós temos a necessidade de procedimento e cursos laboratoriais o que aumentam as sessões clínicas,Não é estético, possibilidade de corrosão por causa que é metal, pode levar há uma fratura radicular por causa do efeito de Cunha que acontece dentro do canal radicular durante o esforço mastigatório. O passo a passo é: primeiro análise endodôntica (realizar o tratamento adequado fazer uma radiografia periapical inicial para constatar A qualidade do tratamento, avaliar a reflexão completa do canal, compactação adequada da guta persa e lesão apical) segundo passo é a regularização e preparo do remanescente (remoção do dente na cariada o resto do material restaurador eliminando as arestas, retenções e estruturas do esmalte sem o suporte dentário e regularizar a porção coronária), terceiro passo é o esvaziamento endodôntico (realizar o isolamento absoluto da área, no raio x observar o comprimento ideal do pino deve ocupar 2/3 do comprimento radicular desde que esse tratamento mantém a de 4 a 5 mm de material obturador na parte apical, remoção da guta Percha com sonda aquecida até o comprimento desejado ou próximo a ele e isso é feito através do aquecimento da guta empurrando contra a parede do canal e usando uma Lima que é de Hedstroen que serão giradas lentamente para cortar e remover o material), quarto passo é o alargamento (o diâmetro do pino deve apresentar no máximo 1/3 do diâmetro radicular isso deve ser feito através das brocas Largo 1 2 ou 3 que é selecionada através do diâmetro do preparo, essa broca deve ser ativada somente quando estiver dentro do canal e sua porção ativa deve tocar levemente as paredes a serem desgastadas) quinto passo regularização interna das paredes com as Limas, sexto Passo arredondamento dos ângulos vivos com a broca diamantada esférica. 
A confecção de núcleos metálicos fundidos é a reprodução dos canais radiculares após o preparo podendo ser realizado de duas técnicas: a técnica direta (é um padrão do futuro núcleo sendo obtido em resina acrílica, modelada diretamente sobre o preparo intrarradicular e encaminhado ao laboratório para executar sua fundição em liga metálica) e técnica indireta (que é feito com modelo de gesso obtida a partir de um molde das áreas preparadas, o técnico vai esculpir o padrão de resina sobre o modelo de gesso resultante dessa moldagem e realizar a fundição da peça que confere se o ajuste no modelo antes de enviá-lo para a prova clínica sendo indicada quando necessários vários núcleos na mesma arcada). Para isso é necessário: pinos de moldagem (pinjet), resina acrílica da cor vermelha, gel lubrificante a base da água, espátula 7,pote dappen e pincel. A técnica indireta possui os seguintes passos: prova do pino de acrílico e lubrificação do conduto, colocação de resina acrílica no interior do conduto com auxílio de um pincel posicionamento do pino com resina acrílica e conferência do comprimento, construção e preparo da base do núcleo, padrão modelado em resina, quando forem dois pinos são modelados a partir da lubrificação do preparo intra-radicular, o comprimento dos pinos é conferido e a porção da base é modelada e preparada com auxílio de brocas diamantadas, quando os dentes posteriores apresentam raízes divergentes é necessário confeccionar núcleos bipartidos uma vez que não tem como modelar o núcleo em uma única peça. Já na técnica indireta necessita material de moldagem a silicona leve e pesada começando por: prova do pino acrílico parte interna do preparo é seca com cones de papel absorvente silicone fluido é levado para dentro do preparo com uma broca lentulo, pino em posição até a polimerização do material, silicone fluido levado ao restante do preparo mais silicone pesado na moldeira, o molde é obtido em silicone fluido e pesado, nessa técnica os padrões são encerados pelo técnico e após as fundições dos padrões os núcleos metálicos são ajustados no modelo. prova do núcleo é uma prova clínica para averiguar a adaptação verificando o assentamento no raio-x e realizando acabamento e polimento na porção coronária. A cimentação do núcleo acontece com a desengorduração dos núcleos do álcool, secagem e manter eles em uma gaze seca, secagem do preparo, esse cimento de fosfato de zinco vai ser levado com uma broca lentulo, colocação de cimento no pino, núcleo imediatamente após a cimentação e por fim núcleos cimentados. 
Pinos de fibra de vidro são compostos reforçados por fibras longitudinais, alinhadas paralelamente em voltas em matriz de bisfenol- A glicidil metacrilato (BIS-GMA) que apresentam excelente adesividade e são fáceis de manipular, são fixados com cimentos adesivos e são bons transmissores de luz favorecendo o uso de agentes imitantes de dupla polimeralização, forma a estrutura única (pino/ cimento/dente), proporcionando um bom vedamento do canal e dissipando adequadamente as forças oclusais. Os tipos de fibras de vidros são: paralelas, cônicos, com diferentes diâmetros mas com 19 MM de comprimento e lisos ou serrilhados. Critérios para uso de pinos pré-fabricados: necessita de uma quantidade de estrutura dental remanescente, a localização do dente na arcada por solicitação estética em dentes anteriores são reconstruídos com pinos de fibras de vidro e resina é composta cria um substrato mais favorável do ponto de vista óptico para o sistema cerâmico, o tipo de restauração protética será a cerâmica, oclusão favorável associado a uma quantidade suficiente de remanescentes dental, extensão do trabalho reabilitador que será prótese fixas pequenas. Os passos da cimentação são: prova do pino e corte do disco diamantado, condicionamento do pino em ácido fosfórico de 37%, aplicação do agente cilano na superfície do pino para favorecer a União química do cimento regenoso a resina epóxica do pino, condicionamento do preparo com ácido fosfórico de 37%, secagem do preparo com os cones absorventes após a limpeza do ácido, aplicação do agente adesivo, cimento adesivo sendo inserido no interior do preparo, pino de fibra no preparo, fotopolimerização do cimento adesivo e pino de fibra de vidro cimentado e a base da resina composta o preparo do término cervical será em chanfro. Núcleo anatômico é o emprego de pinos de fibras de vidro modelado com resina composta diretamente sobre o preparo que vai constituir uma técnica de reconstrução radicular podendo ser empregada em dentes com condutos largos e tamanho reduzido de férula (colar coronário que vai melhorar a resistência mecânica do conjunto pino coroa), essa técnica tem sido usado especialmente em dentes anteriores no qual é muito importante a exigência estética. O passo a passo é: seleção do pino de fibra de vidro, preparo da superfície do pino de fibra de vidro, condicionamento ácido, aplicação do agente silano, aplicação do adesivo, foto polimerização resina composta colocada na superfície do pino antes da modelagem pino levado ao preparo isolado com gel lubrificante, fotopolimerização, ajustes feitos com disco de acabamento logo após a remoção do núcleo anatômico, jateamento, condicionamento ácido, a aplicação do agente silano, jateamento levado ao preparo, núcleo atômico levado ao interior do conduto, remoção dos excessos, fotopolimerização por um minuto e preparo coronário; a desvantagem é que possui dificuldade de remoção e altos riscos de desvios e perfurações, normalmente os insucessos clínicos são por problemas de planejamento.
 Os retentores intra-radiculares devolvem ao dente condições de receber preparo protético permitindo uma restauração da sua forma e função, mas não devolvem a resistência perdida pelo dente.
· Provisórios (Próteses Temporárias)
São conhecidas popularmente como provisórios, são próteses detransição confeccionadas com resina acrílica ou bisacrílica, e servem de protótipo para a prótese definitiva. Elas auxiliam no diagnóstico, no planejamento e na devolução da normalidade dos casos, na avaliação dos pilares preparados quanto paralelismo e ao espaço requerido e na manutenção da estabilidade oclusal, na restituição e na avaliação da dimensão vertical, no condicionamento tecidual, mantendo a integridade da arquitetura gengival, além de ajudar na fonética adequada e seleção adequada da cor.
As técnicas para a confecção de próteses temporárias dependem do caso em questão, o tempo de espera entre o preparo e a cimentacão da prótese definitiva é pequeno, a prótese provisória pode ser obtida com resina acrílica, resina bisacrílica ou uma faceta acrílica de estoque. Nos casos de alta complexidade, em que a prótese temporária ficará mais tempo em uso, a prótese temporária deverá ser feita com resinas acrílicas termopolimerizáveis.
1) Técnica direta - Diretamente na cavidade bucal do paciente sendo elas técnica do incremento ou “bolinha”
2) Técnica híbrida - Parte na cavidade bucal e parte em laboratórios
3) Técnica indireta - Realizadas em laboratórios
A técnica direta pode ser como técnica do incremento de resina ou "bolinha". Tem como vantagens fácil confecção, adaptação marginal satisfatória, facilidade de reparo, restabelece o contorno e os contatos proximais, boa estética inicial e baixo custo. E tem como desvantagens a alteração de cor em curto prazo, alta porosidade, durabilidade limitada, pode provocar reação pulpar, integridade marginal pouco durável, menos resistente sob esforços oclusais, maior tempo clínico.
A técnica da faceta do dente de estoque tem como indicação para dentes anteriores e com maior exigência estética. Os materiais necessários: espátula 7, dappen, DENCOR, resina acrílica (pó + líquido), pincel, espátula resina n1, fresa minicut ou maxicut, kit clínico, fresa 701,702,703 (peça reta), polidores de resina acrílica (3 granulações), dente de estoque (anterior). Passo a passo: 1. Selecionar um dente de estoque com a cor, a forma e o tamanho desejados. 2. Remoção da face palatina com o auxílio de uma broca de tungstenio (Maxicut). 3. Prova da faceta no preparo. Apesar de encaixada ao preparo, a faceta é maior no sentido gengivoincisal. 4. Desgaste do dente de estoque na região cervical com uma broca de tungstênio. 5. Desgaste concluído. 6. Resina acrílica preparada para a técnica de Nealon (técnica do pincel). 7. Lubrificação do preparo. 8. Resina levada à faceta. 9. Resina levada ao preparo. 10. Faceta posicionada sobre o preparo. 11. Fechamento da face palatina com resina acrílica. 12. Faceta preenchida. Após isso resina posicionada no término cervical para o reembasamento, após isso os excessos grosseiros são removidos com uma espátula. Fazer provisório logo após o reembasamento, área referente ao sulco gengival é marcada com um grafite 0.5 mm para auxiliar no recorte dos excessos. O recorte é realizado com uma broca de tungstênio e o perfil de emergência deve ser feito durante o recorte, fazer acabamento e polimento e por fim provisório concluído.
A técnica do incremento de resina (Técnica da bolinha) tem como indicação e não tem referência para confecção. Começando com manipulação da resina acrílica até atingir a fase plástica fazendo logo bolinha de resina, colocando a bolinha de resina no preparo, pede para o paciente ocluir, adaptação por vestibular, adaptação por palatina, verificar excesso no corredor bucal, delimitar término e área de contato proximal, remover excessos com maxicut, marcar referência da face oclusal, linhas de cúspides V e P e região de arestas proximais, na face V e P marcar perfil de emergência do dente terminar nas arestas demarcadas, dividir o dente em terços por V e P, arredondamento das arestas dos terços médio e oclusal, por vestibular dente tem três Inclinações-remover excesso no terço oclusal por V e P, marcar terço cervical, desgaste dos excessos no terço cervical, adaptação da coroa, acabamento da anatomia, marcar pontas de cúspides e arestas transversais e longitudinais e cristas marginais (mesa oclusal), arredondamento das arestas oclusais, delimitar sulco oclusal, verificar adaptação marginal, vaselina no preparo e dentes adjacentes, resina acrílica e monômero, molhar pincel no monômero e colocar no pó de resina para formando uma bolinha de resina, levar resina acrílica no término, molhar porção interna do provisório com monômero, levar em posição e em oclusão até polimerização, delimitar término marginal, remover excessos fora dos limites demarcados, verificar adaptação, polimento com borrachas polidoras de resina nas três granulações, adaptação proximal, finalização da coroa provisória pela técnica da bolinha
A técnica híbrida ou técnica da matriz (silicona pesada) tem como vantagens permitir o ajuste da posição dos dentes, do plano e das relações oclusais e menos ajuste clínico. Tem como desvantagens o custo elevado, maior tempo para confecção. Começando com imagem inicial do caso, enceramento diagnóstico, remoção da prótese fixa por corte, preparos após a remoção da prótese fixa, modelo de enceramento, moldagem do modelo com silicone pesado, molde de silicone recortado e posicionado na boca, provisório dentro do molde para ser levado em boca, reembasamento do provisório, remoção dos excessos do reembasamento até a linha marcada com uma broca Maxicut, abertura das ameias com um disco de aço, polimento com escova para polimento, prótese fixa temporária concluída. Técnica da matriz - Silicona pesada com resina bisacrílica, aplicação de lubrificante à base de água sobre os preparos, resina bisacrilica (Protemp) levada ao interior do molde, resina bisacrílica (Protemp) à área cervical dos dentes preparados, o molde carregado é posicionado sobre preparos até o seu assentamento completo, remoção dos excessos de resina bisacrílica, prótese provisória logo após a remoção do molde, acabamento e polimento da resina bisacrílica e prótese provisória concluída.
A técnica indireta é uma técnica com resina acrílica termopolimerizável, que tem como vantagens ter qualidade superior quando comparadas com próteses provisórias obtidas por técnica direta, estética, resistência e durabilidade melhores, possibilita a reabilitação de arcadas completas, ajustes clínicos reduzidos, permite visualização e modificações durante o enceramento e menos quantidade de monômero livre. E tem como desvantagens o custo alto em função das etapas laboratoriais. Essa técnica começa com imagem inicial do caso, preparos após a remoção das próteses, jogo de provisórios prensados, infraestrutura metálica, prótese temporária instalada na boca.
MOLDAGEM E MODELOS em Protese fixa
Moldagem: A moldagem é um conjunto de procedimentos clínicos realizados com a finalidade de se obter a reprodução negativa dos dentes preparados e estruturas adjacentes, por meio de um material moldável. A moldeira é o dispositivo utilizado para realizar o ato da moldagem. O molde é o produto resultante da moldagem, enquanto o modelo é resultante do molde. Como o material de moldagem não tem capacidade para promover o afastamento lateral do tecido gengival, torna-se necessário o emprego de técnicas de afastamento gengival.
Técnicas de afastamento gengival
Expor a região cervical do dente preparado e criar espaço para que o material de moldagem tenha espessura suficiente e não se rasgue durante a remoção, permitindo a reprodução dos detalhes dessa área. 
Afastamento mecânico: Envolve deslocamento fisico do tecido gengival por colocação de material dentro do sulco. Muitos pos de material podem ser u lizados, embora o mais comum seja os fios ou cordões de algodão e casquetes.
Afastamento mecânico-químico: fio retrator+ substâncias químicas (SUBSTÂNCIA VASOCONSTRITORA ou SUBSTÂNCIA ADSTRINGENTE)
Isquemia temporária Contração dos tecidos por precipitação de proteínas da membrana celular FINALIDADE: Afastar tecidos gengivais, Controlar sangramento e exsudato
Fio retrator+ substância vasoconstritora:Epinefrina Hipertensos, cardiopatas, diabéticos e hipertireoidismo 
Fio retrator + substância adstringente: Sulfato de alumínio, cloreto de alumínio (Não interferir na cura dos silicones por adição e não provocar manchamento) e sulfato férrico 
DESVANTAGENS: Inflamação, Necrose, Recessão gengival-perda de inserção DANO AOS TECIDOS DEPENDE: Extensão subgengival; Agente químico empregado; Tempo de permanênciado fio no sulco
Moldagem definitiva 
PROPRIEDADES IDEAIS DE UM MATERIAL DE MOLDAGEM 
Facilidade de uso clínico. Tempo de trabalho e polimerização razoáveis. Estabilidade dimensional e memória elástica após a presa. Boa elas cidade, escoamento e resistência à remoção. Vida útil longa. Características favoráveis de manipulação. Facilidade de vazamento e compatibilidade com os materiais para vazamento.
PRINCIPAIS MATERIAIS DE MOLDAGEM Poliéteres
 Hidrofilicos – absorvem água - tempo de trabalho reduzido; 
- Rasgam facilmente; 
- Gosto desagradável; 
Silicones de condensação
- Subproduto: álcool etilico 
- Alteração dimensional 
MASSA DENSA + polímero em pasta, depois na placa a silicona leve
Silicones de adição
 Processo de polimerização alterado na presença de enxofre. 
- Não usar luvas de látex - alteração de sua consistência rígida para uma consistência borrachoide 
Massa densa e polímero denso, depois a seringa pra silicona leve 
Moldagem definitiva
Técnica do casquete
Método mecânico de afastamento gengival não traumático ao periodonto de proteção. Utiliza-se um casquete em resina acrílica que promove o afastamento gengival por meios mecânicos
MATERIAIS UTILIZADOS: Polieter
INDICAÇÕES: Moldagem de múltiplos preparos. Áreas gengivais recém-operadas. Áreas gengivais finas. Sulcos gengivais rasos.
VANTAGENS: Dispensa o uso do fio no afastamento, o que diminui o risco de sangramento. • Técnica econômica. • Possibilita a visualizacão do molde do sulco gengival pela resina antes da moldagem propriamente ditas. • A moldagem pode ser realizada em cada preparo individualmente
DESVANTAGENS: Técnica crítica que depende da experiência do operador. • Exige vazamento imediato em função da presença do alginato. • Presença de uma linha de união entre diferentes materiais de moldagem, o que pode criar um defeito no modelo definitivo.
Começa com CONFECÇÃO DO CASQUETE após isso, MOLDAGEM COM POLIÉTER e finalizando com REMOÇÃO DO CASQUETE COM ALGINATO
Modelo de gesso preparado --> Alívio com cera --> Modelode gesso lubrificadoe colocaçãode resina acrílica para confecçãodo casquete --> Casquete --> Provado casquete em boca --> Lubrificaçãodo preparo --> Resina acrílica dura ley no término cervical do preparo --> Reembasamento com leve pressão digital --> Sulco gengival copiado --> Delimitação do término cervical --> Remoção dos excessos com broca de tungstênio --> Alívio interno com broca esférica
MOLDAGEM PROPRIAMENTE DITA
1. Casquete pronto
2. Poliéter (Impregum) – base / catalisador / adesivo
3. Placa de vidro
4. Espátula 24
5. Espátula de denas4ca
6. Moldeiras para dentados
7. Alginato
Aplicação do adesivo Material de moldagem na moldeira e no preparo Moldeiras em posição Após polimerização fazer a união das moldeiras com resina Molde obtido
FIO RETRATOR
INDICAÇÕES Moldagem de inlays, onlays, overlays, coroas e facetas
VANTAGENS: Técnica prática e rápida. O vazamento pode ser executado entre 1 h e até 14 dias após o procedimento de moldagem (silicona de adição). O molde pode sofrer múltiplos vazamentos (silicona de adição). O modelo obtido apresenta uma superficie uniforme. O cartucho de automistura garante a proporcão correta de base e catalizador. O material apresenta-se em consistências variadas
DESVANTAGENS: técnica mais onerosa em função da quantidade de material. Necessidade do uso de dois fios para promover um afastamento efetivo. O posicionamento do fio pode promover sangramento, o que dificulta a moldagem. Fios impregnados com químicos podem favorecer o surgimento de recessões gengivais, em função de uso inadequado. Não há como saber se o afastamento foi efetivo antes da moldagem. O ato clínico exige dois operadores quando a técnica da dupla mistura é utilizada
MATERIAL DE MOLDAGEM: Silicone de condensação e Silicone de adição (podendo ser dois passos ou passo único
Moldeira de estoque + Fio retrator + Silicone
TÉCNICA DOIS PASSOS
1º Moldagem com material pesado
2 º Moldagem com material leve (reembasamento)
Posicionamento do fio retrator Moldeira com silicona pesada
PRIMEIRA MOLDAGEM - MATERIAL PESADO: Seleciona moldeiras; Manipula material pesado; Preenche a moldeira; leva em posição; Tempo de presa – 5 a 6 min e Remove e alivia áreas desejadas
SEGUNDA MOLDAGEM (REEMBASAMENTO): A área aliviada no molde é coberta por uma fina camada do material leve; Fio retrator é removido; Injeção do material leve no sulco gengival; Remove-se a moldeira com movimento único
TÉCNICA PASSO ÚNICO: Material pesado e leve usados simultaneamente
Posicionamento do primeiro fio retrator Posicionamento do segundo fio retrator (maior calibre). Aguardar de 7 a 8 min para
abertura do sulco gengival O segundo fio é removido lentamente e o material de moldagem fluido é injetado simultaneamente. Todo o preparo é recoberto pelo material fluido Material de moldagem pesado acomodado na moldeira pré-selecionada Molde obAdo. Sulco gengival copiado.
Desinfeção dos moldes: Lavar moldes em água corrente para eliminar restos de saliva e sangue. Desinfeção com spray de hipoclorito de sódio a 1% e mantidos em umidificador por 10 min e nova lavagem dos modelos.
VAZAMENTO DOS MOLDES E OBTENÇÃO DOS MODELOS: Gesso especial tipo IV manipulado com auxilio de espátula de cera n. 7; Inserir pequenas quantidades de gesso sobre molde para diminuir a retenção de ar; Vazar sobre o vibrador de gesso. Ao final do preenchimentos de todos os dente colocar mais gesso para dar formato a base;
Modelo de trabalho: É obtido a partir da moldagem. Sobre esse modelo será construída a futura prótese, portanto, é preciso que ele apresente resistência, detalhes e qualidade.
REQUISITOS: Superficie resistente e lisa, Espessura suficiente, Não apresentar bolhas e deformações e Possibilitar recorte e troquelamento para acesso do término cervical
Troquéis: São modelos individuais do dente preparado que fazem parte do modelo de trabalho e têm por objetivo permitir ao técnico o acesso ao termino cervical para a confeccão de um enceramento adequado e adaptação das margens da peça protética
REQUISITOS: Ter pinos ou dispositivos que permitam o retorno à sua posição original; Manter-se estável no modelo, inclusive se este for invertido; Possibilitar o recorte para dar acesso ao término cervical
SELEÇÃO DE COR
VITAPAN® Clássica: Padrão de referência mundial em seleção visual. Porém, ela não oferece uma distribuição ordenada e uniforme de cores e apresenta limitações quanto ao valor (brilho da cor).
MATIZES (nome da cor) Os números que acompanham as letras (de 1 a 4) correspondem à quantidade crescente de saturação. Recomenda-se que a seleção de cores inicie com dentes da escala que apresentam matizes diferentes com saturação média (A2, B2, C2 e D2). Uma vez escolhido o matiz, seleciona-se o croma, ou seja, se o dente possui mais ou menos saturação ( A - A1, A2, A3 e A4).
1 = menor croma4cidade, maior valor
4 =maior cromaticidade, menor valor
SELEÇÃO VISUAL DA COR: Para minimizar as limitacões inerentes as escalas de cores, alguns cuidados devem ser observados durante a seleção da cor:
• Selecionar a cor no início do procedimento, quando os dentes não se encontram desidratados e o profissional está descansado.
•seleção com rapidez, aceitando sempre a primeira decisão, pois pode ocorrer fadiga visual após 5 a 7 min. O paciente deve manter-se ereto para facilitar o posicionamento da escala em boca.
• Manter a escala no mesmo plano dos dentes anteriores, para que a luz que incide nesses dentes possa ser refletida no mesmo plano do observador.
•O paciente deve ser preparado com um protetor de cor clara, para que as cores das suas roupas não confundam o operador. Umedecera escala e os dentes para facilitar a reflexão da luz.
• Durante a selecão da cor, descanse a visão olhando para um fundo cinza neutro entre as observações.
• Preparar um ambiente com quantidade e qualidade de luz adequada para a seleção. Após a seleção com fonte de luz natural indireta (entre 11 e 14h), reavalie o comportamento optico da cor escolhida em iluminantes artificiais diferentes (luz incandescente e luz fluorescente), com o intuito de identificar uma possível alteração.
• Registar a cor escolhida de cada área dental e possíveis caracterizações em mapas cromáticos ou fotografias digitais, com o objetivo de minimizar problemas decorrentes da falta de comunicação adequada com o técnico.
Cimentação em prótese fixa
A cimentação é um procedimento operatório que visa a fixação de um ou mais elementos protéticos aos dentes devidamente preparados, através de um agente cimentante previamente selecionado, 
CLASSIFICAÇÃO: Temporária ou Definitiva
CIMENTAÇÃO temporária: Ato clínico que tem como objetivo fixar temporariamente próteses provisórias, possibilitando ao operador realizar sua remoção, quando necessário.
VANTAGENS: Controle da saúde pulpar e periodontal, Controle do equilíbrio oclusal, Aceitação foné0ca, esté0ca e psicológica, Acomodação dos elementos suporte, Motivação do paciente em relação à higiene
DESVANTAGENS: Solubilidade e desintegração, Deslocamento ou queda da peça, Contaminação do complexo den0napolpa
MATERIAIS MAIS UTILIZADOS: Cimento à base de óxido de zinco com ou sem eugenol, Cimentos à base de hidróxido de cálcio ou Cimentos de hidróxido de cálcio
INDICAÇÃO: Em preparos de dentes vitalizados
CONTRAINDICAÇÕES: Na cimentação temporária de próteses definitivas com infraestrutura metálica, quando cimentadas sobre núcleos metálicos.
VANTAGENS: Auxilia na dessensibilização da dentina após o preparo, Não interfere na polimerização da resina autopolimerizável e Promove um bom selamento marginal
DESVANTAGENS: E solúvel aos fluidos bucais, Possui baixa resistência, A limpeza da prótese provisória é dificultada pela grande espessura da película de cimento, Pode oxidar em contato com superfícies metálicas.
CIMENTO DE OXIDO DE ZINCO
INDICAÇÃO: Em preparos de dentes vitalizados e desvitalizados
VANTAGENS: Fácil aplicação em meio úmido; Promove um bom selamento marginal.
DESVANTAGENS: O eugenol dificulta a polimerização da resina acrílica, existem versões sem eugenol.
Prótese fixa provisória com superficies externas polidas Fio dental adaptado ao provisório para auxiliar na remoção dos excessos de cimento. Cimento temporário é colocado nas margens do provisório. Após a presa do cimento, os excessos são removidos com sonda exploradora. Excessos são removidos com fio dental Após a presa do cimento, os excessos são removidos com sonda exploradora e fio dental. Prótese provisória após a remoção dos excessos de cimento.
CIMENTAÇÃO definitiva: Consiste na fixação da restauração protética ao pilar preparado, por tempo indeterminado, com um agente cimentante.
PROPRIEDADES IDEAIS: Não ser tóxico; Isolamento térmico e elétrico; Contribuir para a fixação da peça; Ser suficientemente fluido; Impedir infiltração marginal; Baixa solubilidade nos fluidos bucais
MATERIAIS MAIS UTILIZADOS: Fosfato de zinco – Cuidado com acidez, Cimentos resinosos e CIV (C e modificados por resina)
CUIDADOS: Limpeza da peça, Isolamento da área para cimentação e Pressão de cimentação
FALHAS: Falta de assentamento – quantidade excessiva de cimento devido a falta
de pressão correta, Contaminação por umidade e Restos de cimento.
CIMENTAÇÃO FOSFATO DE ZINCO
INDICAÇÃO: Coroa total metálica, coroa metalocerâmica e núcleos metálicos fundidos.
Aumentar o pH do material - Ao tocar o cimento com a espátula, forma-se um fio de aproximadamente 2 mm e se rompe (fluidez correta) Prótese fixa preparada para a cimentação Manipulação do cimento de fosfato de zinco (no maior espaço possível da placa – 1min e 30s) O cimento é levado aos preparos com espátula n. 1 Peça inserida lentamente para permitir escape do cimento. Manter pressão digital sobre a peça por 5 a 9 min Remoção dos excessos de cimento com sonda exploradora e fio dental. O cimento é levado aos preparos com espátula n. 1 Peça inserida lentamente para permiPr escape do cimento. Manter pressão digital sobre a peça por 5 a 9 min Remoção dos excessos de cimento com sonda exploradora e fio dental. Inicial e final – Prótese metalocerâmica concluída
· Cimentação Adesiva
CARACTERÍSTICAS: Alta resistência à solubilidade, Boa resistência à compressão e a tração, Espessura mínima de película: permitindo completo assentamento das restaurações, Elevada fluidez, Variedade de cores e Elevada adesão a superficie dental condicionada
INDICAÇÃO: Laminados, Blocos cerâmicos (Inlay, onlay, overlay), Coroas de cerâmica pura, Pinos de fibra de vidro (cimento dual)
CLASSIFICADOS em Ativados quimicamente, Fotoativados e Duais
CIMENTOS RESINOSOS Ativados quimicamente
Utilizado quando não for possível a adequada fotoa0vação, como em casos de peças indiretas muito espessas (2,5 mm), na cimentação de restaurações metalocerâmicas, núcleos e pinos. Disponibilizados na forma de duas pastas.
VANTAGEM: O alto grau de conversão
DESVANTAGEM: Estética deficiente (oxida), tempo de trabalho (reação química)
CIMENTOS RESINOSOS Fotoativados
Indicado para fixação de peças que permitam a passagem da luz e a adequada fotoativação do cimento, como no caso das facetas. O fotoiniciador desses cimentos é a canforoquinona.
VANTAGEM: Tempo de trabalho é totalmente controlado e estabilidade de cor
DESVANTAGEM: Necessidade de permitir a passagem de luz através do material restaurador para polimerização
CIMENTOS RESINOSOS Duais
Desenvolvidos para conciliar as caracterís0cas favoráveis dos cimentos foto e quimicamente ativados, resultando em um material que permite um bom tempo de trabalho e capaz de a0ngir um alto grau de conversão.
Indicados quando não for capaz de garantir a adequada fotoativação, como em caso de peças com espessura média (2,0 mm), restauraçõe s muito opacas e na cimentação de núcleos e pinos.
VANTAGEM: Versatilidade de uso e maior grau de conversão dos cimentos, devido aos dois tipos de reações de polimerização
DESVANTAGEM: Apresentam a característica de estabilidade química incerta, uma vez que não se pode afirmar quanto de cada reação de polimerização ocorreu no cimento. Menor tempo de trabalho do que o fotoativado. Cimentação Adesiva
PROVA CLÍNICA DA PEÇA
Posicionar a restauração sobre o preparo atentando-se para não fazer pressão excessiva sobre ela.
Ajustes proximais podem ser necessários, realizados com borrachas abrasivas.
Ajustes oclusais discretos devem ser feitos preferencialmente após a cimentação.
Limpeza da área interna das peças com jato de óxido de alumínio após a prova clínica. Condicionamento da superficie com ácido fluorídrico 5 ou 10%, seguido por lavagem abundante com água e secagem. Restaurações de cerâmicas Feldspáticas ou vítreas (Favorece a interação entre cimento e cerâmica) Aplicação do agente silano na superficie limpa e mantida até a volatilização do solvente. Aplicação do adesivo na superficie, com aspiração do excesso (Não deve ser fotopolimerizado para não inteferir no assentamento da peça) Isolamento absoluto dos dentes para garantir uma cimentação adesiva segura e livre de umidade. Preparos limpos para não interferir na adesão. Limpeza com pedra-pomes ou jateamento com oxido de aluminio. Condicionamento com ácido fosfórico a 37% no preparo. Lavagem e secagem Aplicação do agente adesivo nos preparos limpos e secos Cimento adesivo (NX3, Kerr, EUA) colocado no interior da restauração cerâmica. Assentamento das restaurações sobre os preparos dentais. Remoção dos excessos grosseiros de cimento com auxílio dos fios dentais e de um instrumento com ponta de borracha. Fotopolimerização após a remoção cuidadosa dos excessos de cimento. Utilização de uma lâmina de bisturi n° 12 para remover os excessos discretos de cimento nas áreas proximais. Margens da restauração/preparopolidas com um disco de borracha (Diapol, EVE, Alemanha). Restaurações cerâmicas cimentadas (visão oclusal e lateral). 
ONLAY CERÂMICO Cimentação Adesiva
Imagem inicial do caso Cavidade após a remoção da restauração Preparo para onlay cerâmico Prótese provisória instalada. Observe a adaptação perfeita do provisório Molde obtido Peça cerâmica obtida no modelo. Aplicação do ácido fluorídrico. Lavagem da peça para a remoção do ácido. Aplicação do agente silano. Isolamento absoluto da área para cimentação. Condicionamento ácido total. Area lavada e seca após o condicionamento ácido. Secar dentina com algodão para não secar demais. Preparo após a aplicação do agente adesivo Fotopolimerização do agente adesivo. Peça cerâmica levada em posição durante a cimentação. Dente 46 logo após a cimentação do onlay cerâmico
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