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MAPA – Material de Avaliação Prática da Aprendizagem 
Acadêmico:GISLEINE FERREIRA R.A.24428534-5 
Curso: FÁRMACIA 
Disciplina: SAÚDE COLETIVA 
 
Instruções Institucionais para Realização da Atividade 
 
1. Todos os campos acima deverão ser devidamente preenchidos; 
2. É obrigatória a utilização deste formulário para a realização do MAPA; 
3. Esta é uma atividade individual. Caso identificado cópia de colegas, o 
trabalho de ambos sofrerá decréscimo de nota; 
4. Utilizando este formulário, realize sua atividade, salve em seu computador, 
renomeie e envie em forma de anexo no campo de resposta da atividade 
MAPA; 
5. Formatação exigida para esta atividade: documento Word, Fonte Arial ou 
Times New Roman tamanho 12, Espaçamento entre linhas 1,5, texto 
justificado; 
6. Ao utilizar quaisquer materiais de pesquisa, a referência deve ser citada 
conforme as normas da ABNT; 
7. Critérios de avaliação: Utilização do template; atendimento ao Tema; 
Constituição dos argumentos e organização das Ideias; Correção Gramatical 
e atendimento às normas ABNT. 
 
Em caso de dúvidas, entre em contato com seu Professor Mediador. Bons 
estudos! 
 
 
***Assista ao vídeo de orientação para a 
realização da atividade. Link de acesso: 
https://www.youtube.com/watch?v=R
BPYuCsPmJc copie e cole o link no seu 
navegador de internet ou utilize o 
QRcode. 
https://www.youtube.com/watch?v=RBPYuCsPmJc
https://www.youtube.com/watch?v=RBPYuCsPmJc
 
 
 
O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentado em valores como igualdade, democracia 
e emancipação. Ele está inserido na Constituição Federal, na legislação ordinária e em 
normas técnicas e administrativas. Para garantir sua operacionalização no Brasil, adotou-se 
a descentralização de atribuições e recursos, ampliando a oferta e o acesso aos serviços de 
saúde, impactando positivamente os níveis de saúde da população. 
Essa diretriz constitucional, que prevê comando único em cada esfera de governo, foi 
implementada em menos de uma década para as 27 unidades da federação e quase 5.600 
municípios, garantindo a participação da comunidade por meio de conferências, conselhos 
e instâncias de pactuação, como as comissões intergestoras tripartite e bipartite. Esse 
processo de construção do SUS tem gerado entusiasmo e compromisso por parte dos 
trabalhadores da saúde, vinculados tanto às secretarias quanto ao Ministério da Saúde, 
apesar dos desafios enfrentados na gestão dos serviços públicos. 
 
Fonte: https://www.scielo.br/j/csc/a/Qg7SJFjWPjvdQjvnRzxS6Mg/?format=pdf&lang=pt. 
Acesso em: 20 fev. 2024. 
 
Diante desse cenário, a partir do levantamento das necessidades reais da população, foram 
criadas diversas políticas públicas de saúde para minimizar ou resolver problemas sociais. 
Essas políticas devem estruturar planos de ação específicos, organizando as intervenções 
de acordo com o público-alvo, como saúde da mulher, saúde da criança e do adolescente, 
saúde do adulto e do idoso, populações vulneráveis e saúde mental, entre outras. 
 
QUESTÃO 1 
Em 2004, foi elaborada a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher 
(PNAISM), com o objetivo de atender às necessidades reais das mulheres brasileiras e, 
assim, reduzir índices de morbidade e mortalidade por causas evitáveis. APRESENTE 10 
ações estratégicas da PNAISM que contribuem para essa redução. 
RESPOSTA: A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER 
(PNAISM) TEM COMO OBJETIVO GARANTIR A SAÚDE DAS MULHERES EM TODAS 
AS FASES DA VIDA, COM ENFOQUE NA PROMOÇÃO, PREVENÇÃO, ASSISTÊNCIA E 
RECUPERAÇÃO DA SAÚDE, REDUZINDO A MORBIDADE E A MORTALIDADE POR 
CAUSAS EVITÁVEIS. AS10 AÇÕES ESTRATÉGICAS DA PNAISM QUE CONTRIBUEM 
PARA REDUÇÃO DESSES ÍNDICES SÃO: Atenção ao planejamento reprodutivo: 
Disponibilização de métodos contraceptivos e orientação sobre saúde sexual e reprodutiva. 
1. Assistência humanizada ao parto e ao nascimento: Promoção do parto normal e 
redução das cesarianas desnecessárias. 
2. Prevenção e tratamento do câncer de colo do útero e de mama: Ampliação do 
acesso a exames como Papanicolau e mamografia. 
3. Atenção à saúde da mulher em situação de violência: Atendimento 
multidisciplinar e implementação de serviços de acolhimento. 
4. Atenção à saúde mental da mulher: Suporte psicológico e psiquiátrico, incluindo a 
atenção a mulheres no período perinatal. 
 
 
5. Promoção da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes: Educação e 
orientação para prevenir gravidez precoce e infecções sexualmente transmissíveis 
(ISTs). 
6. Prevenção e tratamento de ISTs e HIV/Aids: Distribuição de preservativos, 
testagem rápida e acompanhamento especializado. 
7. Atenção à saúde da mulher idosa: Promoção do envelhecimento saudável e 
prevenção de doenças como osteoporose e hipertensão. 
8. Atenção à mulher em situação de vulnerabilidade social: Inclusão de políticas 
específicas para mulheres privadas de liberdade, indígenas, negras e LGBTQIA+. 
9. Prevenção e tratamento de doenças crônicas não transmissíveis: 
Monitoramento e cuidado com doenças como hipertensão, diabetes e obesidade. 
Essas ações estratégicas contribuem para a redução de doenças evitáveis e para a 
melhoria da qualidade de vida das mulheres no Brasil. 
 
QUESTÃO 2 
Percebe-se que, ao longo da história, as políticas públicas de saúde voltadas à criança 
foram se transformando, adequando-se tanto ao papel social exercido pela infância quanto 
ao perfil epidemiológico e às demandas de saúde de cada época. Devido ao número 
significativo de nascimentos prematuros e bebês com baixo peso, em 2020, o Ministério da 
Saúde lançou o Método Mãe Canguru – Atenção Humanizada ao Recém-nascido de Baixo 
Peso. EVIDENCIE a vantagem do uso desse método. 
RESPOSTA: O MÉTODO MÃE CANGURU É UMA ESTRATÉGIA DE ATENÇÃO 
HUMANIZADA VOLTADA PARA RECÉM-NASCIDOS DE BAIXO PESO E 
PREMATUROS, BASEADA NO CONTATO PELE A PELE ENTRE O BEBÊ E A MÃE (OU 
OUTRO CUIDADOR). Vantagens do Método Mãe Canguru: 
1. Regulação térmica: O contato pele a pele ajuda a manter a temperatura do bebê, 
reduzindo a necessidade de incubadoras. 
2. Estímulo ao aleitamento materno: Favorece a amamentação precoce e exclusiva, 
melhorando a nutrição e o desenvolvimento do bebê. 
3. Aumento do vínculo afetivo: Fortalece a conexão entre mãe e bebê, promovendo 
segurança e bem-estar emocional. 
4. Desenvolvimento neurológico e cognitivo: Contribui para um melhor 
desenvolvimento cerebral e sensorial do recém-nascido. 
5. Redução do tempo de internação: Bebês que utilizam o método tendem a ter alta 
hospitalar mais rápida. 
6. Menor risco de infecções: O contato direto com a mãe reduz a exposição a 
patógenos hospitalares. 
7. Melhoria na respiração e estabilidade cardíaca: O método auxilia na regulação 
dos batimentos cardíacos e na respiração do bebê. 
8. Redução do estresse e da dor: Proporciona conforto ao bebê, reduzindo a 
liberação de hormônios do estresse. 
9. Apoio à mãe e à família: Envolve os pais no cuidado neonatal, aumentando a 
confiança e a participação no desenvolvimento do bebê. 
 
 
10.Custo reduzido para o sistema de saúde: Diminui a necessidade de 
internações prolongadas e o uso de equipamentos hospitalares. 
Dessa forma, o Método Mãe Canguru é uma abordagem eficaz para melhorar a saúde e o 
desenvolvimento de bebês prematuros, além de humanizar os cuidados neonatais. 
 
QUESTÃO 3 
"Atualmente, o Brasil passa por um processo de transição demográfica e epidemiológica, 
impulsionado pelo crescimento da população idosa em relação às demais faixas etárias. 
Esse fenômeno resulta no envelhecimento populacional e, consequentemente, está 
associado a uma maior prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), em 
detrimento das doenças agudas". 
Fonte: https://www.scielo.br/j/csc/a/97LpXcVCCNwFdZyCLMDPXGd/?format=pdf&lang=pt. 
Acesso em: 20 fev. 2024. 
 
Sobre as DCNT, responda às questões: 
a) O Plano de Ações Estratégicaspara o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não 
Transmissíveis (DCNT) 2011–2022 foi elaborado considerando a dimensão das doenças 
crônicas não transmissíveis no território brasileiro. INDIQUE os principais grupos de DCNT 
que fazem parte desse plano. 
RESPOSTA: OS PRINCIPAIS GRUPOS DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO 
TRANSMISSÍVEIS (DCNT) CONTEMPLADOS DESSE PLANO DE AÇÕES 
ESTRATÉGICA 2011–2022 SÃO: 
1. Doenças cardiovasculares – como hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio 
e acidente vascular cerebral (AVC). 
2. Cânceres – incluindo diversos tipos de neoplasias malignas, como câncer de mama, 
de próstata, de pulmão e de colo do útero. 
3. Doenças respiratórias crônicas – como asma e doença pulmonar obstrutiva 
crônica (DPOC). 
4. Diabetes mellitus – uma das principais doenças metabólicas que afetam a 
população. 
Essas doenças são responsáveis por grande parte da mortalidade e morbidade no Brasil e 
estão associadas a fatores de risco como tabagismo, sedentarismo, alimentação 
inadequada e consumo excessivo de álcool. 
 
 
 
 
 
b) ENUMERE os fatores de risco modificáveis e comuns às DCNT. 
 
 
RESPOSTA: Entre os fatores modificáveis, estão a hipertensão arterial, a 
ingestão de álcool em grandes quantidades, o diabetes mellitus, o 
tabagismo, o sedentarismo, o estresse, a obesidade e o colesterol 
elevado. 
1. Alimentação inadequada – consumo excessivo de gorduras saturadas, açúcar e 
sódio, além da baixa ingestão de frutas, verduras e fibras. 
2. Inatividade física – falta de prática regular de atividades físicas. 
3. Consumo excessivo de álcool – ingestão abusiva de bebidas alcoólicas. 
4. Obesidade e sobrepeso – consequência de má alimentação e sedentarismo. 
5. Estresse crônico – impacto psicológico que pode contribuir para o desenvolvimento 
das DCNT. 
6. Exposição à poluição do ar – fator relevante para doenças respiratórias crônicas. 7 
7. Tabagismo – uso do cigarro e outros produtos derivados do tabaco. 
Esses fatores podem ser prevenidos ou controlados com mudanças no estilo de vida, 
reduzindo significativamente o risco de desenvolver DCNT. 
QUESTÃO 4 
O termo “envelhecimento ativo” passou a ser utilizado no final dos anos 1990 para expandir 
a compreensão sobre os fatores que afetam o envelhecimento para além da saúde. A partir 
dessa perspectiva, as políticas públicas passaram a incluir ações voltadas para a 
alimentação saudável, prática de atividade física, combate às situações de violência familiar 
e urbana, redução do consumo de tabaco e álcool, entre outras estratégias. Em outubro de 
2006, foi aprovada a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI). APRESENTE a 
finalidade principal dessa política. 
RESPOSTA: A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI), aprovada em 
outubro de 2006, tem como finalidade principal a promoção do envelhecimento ativo e 
saudável, garantindo atenção integral à saúde da população idosa no Brasil. 
Seus objetivos incluem: 
Prevenção e controle de doenças mais comuns nessa faixa etária, como hipertensão, 
diabetes e osteoporose. 
Promoção da autonomia e independência dos idosos. 
Fortalecimento da atenção primária para garantir um acompanhamento contínuo e 
humanizado. 
Estimulação da participação social dos idosos, incentivando seu envolvimento em 
atividades comunitárias. 
Capacitação dos profissionais de saúde para atender melhor às necessidades 
específicas desse público. 
Essa política busca garantir qualidade de vida e dignidade para a pessoa idosa, 
respeitando seus direitos e promovendo um envelhecimento com mais saúde e bem-estar. 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
FURTADO, Marcela Demitto; OLIVEIRA, Raquel Gusmão. Saúde Coletiva. Maringá: 
Unicesumar, 2019. Reimp. 2024. 152 p. 
PAIM, Jairnilson Silva. Sistema Único de Saúde (SUS) aos 30 anos. Ciência & Saúde 
Coletiva, v. 23, n. 6, p. 1723-1728, 2018. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/csc/a/Qg7SJFjWPjvdQjvnRzxS6Mg/?format=pdf&lang=pt. Acesso 
em: 21 fev. 2025. 
BORGES, Marina Miranda; CUSTÓDIO, Luciana Alves; CAVALCANTE, Denise de Fátima 
Barros; PEREIRA, Antonio Carlos; CARREGARO, Rodrigo Luiz. Custo direto de 
internações hospitalares por doenças crônicas não transmissíveis sensíveis à 
atenção primária em idosos. Ciência & Saúde Coletiva, v. 28, n. 1, p. 231-240, 2023. 
Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/csc/a/97LpXcVCCNwFdZyCLMDPXGd/?format=pdf&lang=pt. Acesso 
em: 21 fev. 2025. 
	FURTADO, Marcela Demitto; OLIVEIRA, Raquel Gusmão. Saúde Coletiva. Maringá: Unicesumar, 2019. Reimp. 2024. 152 p.
	PAIM, Jairnilson Silva. Sistema Único de Saúde (SUS) aos 30 anos. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, n. 6, p. 1723-1728, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/Qg7SJFjWPjvdQjvnRzxS6Mg/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 21 fev. 2025.
	BORGES, Marina Miranda; CUSTÓDIO, Luciana Alves; CAVALCANTE, Denise de Fátima Barros; PEREIRA, Antonio Carlos; CARREGARO, Rodrigo Luiz. Custo direto de internações hospitalares por doenças crônicas não transmissíveis sensíveis à atenção primária em i...

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