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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Secretaria de Estado de Saúde
Subsecretaria de Redes de Atenção à Saúde
Nota Técnica nº 8/SES/SUBRAS/2024
PROCESSO Nº 1320.01.0108886/2024-40
Nota Técnica nº 8/SES/SUBRAS/2024
 
Assunto: Descrição sobre o papel do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP) Jorge Vaz na
Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Minas Gerais.
 
A presente nota técnica, estabelece princípios e diretrizes de atendimento após a cessação
de periculosidade das pessoas custodiadas no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico
(HCTP) Jorge Vaz, localizado no município de Barbacena/MG e no Centro de Apoio Médico
Pericial (CAMP), em Ribeirão das Neves, que possuem algum transtorno ou sofrimento mental, de
acordo com os fluxos estabelecidos para o encaminhamento e acompanhamento, a fim de
estimular o respeito às singularidades, garantir o direito à atenção humanizada e de qualidade e
direcionar o cuidado compartilhado entre as equipes socioeducativas e equipes de saúde da Rede
de Atenção Psicossocial (RAPS).
A atenção e o cuidado em saúde devem ser pensados de forma ampliada, ou seja,
considerando os determinantes sociais da saúde nos quais estão relacionados às condições em
que uma pessoa vive e trabalha.
A oferta de assistência em saúde ocorre mediante os princípios do Sistema Único de Saúde
(SUS), da universalidade, integralidade e equidade. No cuidado em saúde mental é de suma
importância a corresponsabilização e o cuidado compartilhado, visto que a reabilitação
psicossocial desses indivíduos ocorre nos diversos ambientes territoriais onde convivem. Dessa
forma, a rede de atenção à saúde tem um papel fundamental como articulador das ações e
implementação de intervenções com os diversos atores envolvidos, entre eles, a família, os
profissionais de saúde e da rede intersetorial.
 
A incorporação do direito à saúde na Constituição Federal brasileira corresponde a um longo
processo de mobilização de movimentos sociais e profissionais da saúde, iniciado na década de
1970. Na estratégia de apresentação de propostas legislativas, os/as atores e atrizes
nomeados/as sanitaristas reivindicaram, através de intensa participação na construção da agenda
constitucional, a disposição deste direito em caráter ampliado: todas as pessoas devem ter o
acesso à saúde de forma integral garantido por lei, mediante compartilhamento e integração de
ações nos três níveis da federação (Conselho Nacional de Justiça, 2023).
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), considerando as demandas de saúde mental
da população, a Secretaria de Estado de Saúde tem instituída a Política Estadual de Saúde
Mental, Álcool e outras Drogas, instituída pela Resolução SES/MG nº 5.461, de 19 de outubro de
2016, aprovada em Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e pelo Conselho Estadual de Saúde
(CES) preconiza que o cuidado em saúde mental às pessoas com sofrimento ou transtorno mental
e/ou necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas deve ser realizado
1. INTRODUÇÃO 
2. A GARANTIA DO DIREITO À SAÚDE 
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nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), do Sistema Único de Saúde (SUS), de
referência do município. Portanto, o SUS dispõe de serviços territoriais que oferecem assistência
em saúde mental à população de acordo com sua demanda, respeitando a singularidade dos
usuários.
O arcabouço técnico jurídico no que tange o cuidado em saúde mental para todo cidadão
que apresente sofrimento/transtorno mental e/ou necessidades decorrentes do uso prejudicial de
álcool e outras drogas, segue abaixo:
As Leis nº 8.080/1990 e nº 8.142/1990 determinam princípios e diretrizes para a
implementação do direito à saúde e regulamentam as condições para sua promoção e
proteção, bem como para todo o funcionamento e gestão do SUS, de suas redes,
serviços e equipamentos. Ainda, tratam da dinâmica de participação social na
construção da política deste direito social.
 
Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001 que dispõe sobre direitos das pessoas portadoras
de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial à saúde em saúde mental.
 
Lei Estadual nº 11.802, de 18 de janeiro de 1995 que dispõe sobre a promoção da
saúde e da reintegração social do portador de sofrimento mental.
 
Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019 que altera as Leis n° 11.343, de 23 de agosto de
2006; nº 7.560, de 19 de dezembro de 1986; nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995; nº
9.532, de 10 de dezembro de 1997; nª 8.981, de 20 de janeiro de 1995; nº 8.315, de 23
de dezembro de 1991; nº 8.706, de 14 de setembro de 1993; nº 8.069, de 13 de julho de
1990; nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; e nº 9.503, de 23 de setembro de 1997; os
Decretos-Lei nº 4.048, de 22 de janeiro de 1942; nº 8.621, de 10 de janeiro de 1946; e
nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre o Sistema Nacional de Políticas
Públicas sobre Drogas e as condições de atenção aos usuários ou dependentes de
drogas e para tratar do financiamento das políticas sobre drogas.
 
Deliberação CIB-SUS/MG nº 3.767, de 22 de março de 2022 que aprova as diretrizes
gerais dos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Estado de Minas
Gerais, que são cofinanciados pela Política Estadual de Saúde Mental, Álcool e outras
Drogas e pela Política de Atenção Hospitalar - Valora Minas, no âmbito do Estado de
Minas Gerais e dá outras providências.
 
Portaria de Consolidação nº 3, de 28 de setembro de 2017 , dispõe sobre a
consolidação das normas sobre as redes do Sistema Único de Saúde, dispõe sobre a
Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) voltada às pessoas com sofrimento ou transtorno
mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no
âmbito do Sistema Único de Saúde.
A Rede de Atenção Psicossocial de Minas Gerais (RAPS) é uma rede de serviços
regionalizada de base territorial e comunitária, onde a atenção deve ser realizada o mais próximo
possível do usuário. Esses serviços devem atuar de forma articulada, inclusive com outras áreas,
como assistência social, educação e direitos humanos, para garantir o cuidado efetivo ao usuário
em sofrimento ou transtorno mental e/ou com necessidades de saúde decorrentes do uso de
álcool e drogas.
 
Compreendemos que a lógica de cuidado dos casos de saúde mental, perpassa pelo
acolhimento e acompanhamento nos diversos serviços da RAPS em consonância com a demanda
do usuário. Neste contexto, a RAPS é composta por serviços da Atenção Primária à Saúde (APS),
 
3. A REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
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da Atenção Especializada e da Atenção Hospitalar, destacamos os seguintes serviços:
 
Atenção Primária à Saúde (APS): As equipes de Atenção Primária à Saúde configuram-
se como um serviço de saúde formado por equipe multiprofissional responsável por um
conjunto de ações de saúde, de âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a
proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a
redução de danos e a manutenção da saúde. A APS tem, entre suas responsabilidades,
desenvolver ações de promoção de saúde mental, prevenção e cuidado dos pacientes com
transtornos mentais, ações de redução de danos e cuidado para pessoas com necessidades
decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas, compartilhadas, sempre que
necessário, com os demais pontos da rede. A APS atua, portanto, enquanto porta de
entrada para os usuários e famílias com sofrimento ou transtornos mentais, incluindo
aqueles que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas. Para tal, neste ponto de
atenção, devem ser trabalhados os atributos do acesso, da integralidade do cuidado, da
oferta de cuidado ao longo do tempo (longitudinalidade) e da coordenação do cuidado para
além de um processo de triagem e encaminhamento.
 
Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) em suas diversas modalidades:
constituído por equipe multiprofissional, realiza atendimento prioritário àspessoas
com sofrimento ou transtornos mentais graves e persistentes, incluindo àquelas
com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas ou outras
situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos
de vida. Há diversas modalidades de CAPS ou Centro de Referência em Saúde
Mental (CERSAM), sendo que todos devem atender adultos, crianças e
adolescentes, respeitando o previsto no Estatuto da Criança e Adolescente.
Contudo, há municípios que dispõem de modalidades específicas (CAPS I, CAPS
II, CAPS III, CAPS AD, CAPS AD III, CAPS i).
 
Pontos de atenção de urgência e emergência : são responsáveis, em seu
âmbito de atuação, pelo atendimento pré-hospitalar (SAMU 192), acolhimento,
classificação de risco e cuidado nas situações de urgência e emergência
referentes a crise em saúde mental, sendo importante realizar articulação com os
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), os quais realizam o acolhimento e o
cuidado das pessoas em fase aguda do transtorno mental, seja ele decorrente ou
não do uso de álcool e outras drogas.
 
Atenção Hospitalar: O cuidado a ser ofertado deve ser em situação de crise e
com critérios clínicos bem definidos, por intermédio do CAPS, de maneira
pontual, no território do usuário e em articulação com os demais pontos de
atenção. A internação é realizada até a estabilidade clínica do usuário. Devem
realizar ações e articulações com os CAPS dos territórios.
 
Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral: Oferecer suporte
hospitalar em atenção às pessoas com sofrimento ou transtornos
mentais e com necessidades de saúde decorrentes do uso de álcool e
outras drogas até a estabilidade clínica do usuário em articulação com
o CAPS. Atende adultos ou crianças e adolescentes, considerando as
normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente que apresentem
necessidade de oferta de atenção hospitalar, de acordo com
avaliação da equipe do CAPS.
 
Serviço Residencial Terapêutico (SRT): O Serviço Residencial Terapêutico tem
caráter reparatório aos usuários institucionalizados em longa permanência com
anuência do poder público. Nesse sentido, não cabe de forma geral indicar
encaminhamento de todos os usuários a serem desinstitucionalizados do HPCT-
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JV para SRT. De acordo com a Portaria nº 106 do Ministério da Saúde, de 11 de
fevereiro de 2000, podem ser acolhidos em SRT pessoas com internação de
longa permanência (dois anos ou mais ininterruptos) e sem vínculo familiar.
 
 
4. TRANSFERÊNCIA DO CUIDADO PARA A RAPS
 
Atualmente, as pessoas em sofrimento mental grave que, durante uma crise, infringem a lei
(consideradas inimputáveis, ou seja, incapazes de entender o caráter ilícito de seus atos) são
encaminhadas pela justiça para cumprir medida de segurança de internação nos Hospitais de
Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTPs).
 
Após o cumprimento da medida e o deferimento da cessação de periculosidade, há uma articulação
cuidadosa entre cada área responsável (SES e SEJUSP) para que o usuário seja encaminhado à Rede de
Atenção Psicossocial (RAPS) e possa continuar seu tratamento psicológico, já iniciado nos HCTPs, nos
serviços comunitários e abertos da rede. Nesse sentido, importante mencionar que o quadro funcional foi
reforçado com profissionais de saúde designados para prestarem serviços no HPJJV, em decorrência do
Edital de Processo Seletivo Simplificado - Sejusp Nº 01/2023, que regulou a seleção para a contratação
temporária e imediata, destinadas ao preenchimento de vagas autorizadas das carreiras de Médico da Área de
Defesa Social (MADS), nas funções Clínico Geral e Psiquiatra; Analista Executivo de Defesa Social
(ANEDS), nas funções de Enfermeiro, Farmacêutico, Assistente Social, Psicólogo, Dentista, Terapeuta
Ocupacional, Fisioterapeuta, Pedagogo e Analista Técnico Jurídico; e Assistente Executivo de Defesa Social
(ASEDS), nas funções de Técnico de Enfermagem, Técnico em Farmácia e Auxiliar de Consultório
Dentário.
 
Inicialmente, o usuário será direcionado ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), onde
será acolhido e reavaliado no âmbito psicossocial para um direcionamento eficaz do seu
tratamento dentro da rede, tal como a readequação do seu Projeto Terapêutico Singular (PTS), já
construído no HCTPs, ou construção de um novo. Insta ressaltar que os atores envolvidos no
processo de articulação para a transferência de cuidado do usuário trabalham baseados em
princípios humanizados que visam garantir autonomia, direitos, assistência e convívio social.
 
A avaliação em saúde mental é realizada por meio de anamnese e deve ser priorizada uma
avaliação criteriosa das condições mentais e comportamentais, seguida por uma avaliação das
condições clínicas e físicas visando a detecção ou não de condições concomitantes e/ou
agravantes do quadro mental.
 
No diagnóstico, faz-se necessário identificar o recurso assistencial necessário ao caso e
encaminhamento corresponsável a serviço da rede, repassar orientações ao(a) usuário(a) e/ou
seu representante legal. Portanto, a orientação e diretriz é que todo(a) cidadão e cidadã, devem
ser acolhidos(as) nos serviços da RAPS do território no qual a unidade prisional esteja adstrita,
seguindo as diretrizes e fluxos estabelecidos pela Rede de Atenção à Saúde.
A atenção às crises tem sido apontada como um elemento decisivo e estratégico em todo
processo de Reforma Psiquiátrica. A amplitude, a qualidade, a efetividade e humanização da
assistência lograda nesse campo definem o poder de intervenção e o alcance dos processos de
Reforma Psiquiátrica a partir da constituição de redes de cuidado e reabilitação psicossocial que
contemplem as necessidades de atenção dos problemas de saúde mental e uso prejudicial de
álcool e outras drogas na população.
Definimos o Projeto Terapêutico Singular (PTS) como um conjunto de propostas de
condutas terapêuticas articuladas, para um sujeito individual ou coletivo, resultado da discussão
coletiva de uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial se necessário. Essa conceituação
também foi incorporada à Resolução CNJ n. 487/2023, que destaca o PTS como projeto centrado
4.1 PROJETO TERAPÊUTICO SINGULAR (PTS) 
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na “singularidade da pessoa em tratamento, de modo a contribuir para a estratégia compartilhada
de gestão e de cuidado, possibilitando a definição de objetivos comuns entre equipe e sujeito em
acompanhamento em saúde.” (art. 2º, VI). Assim, o PTS é ferramenta central no processo do
cuidado e, no âmbito da saúde mental, é ainda mais cara sua função, pois organiza a
contratualização de interesses da pessoa com as possibilidades do serviço e demais atores e
atrizes envolvidos/as nas ações de atenção psicossocial e garantia de direitos (Conselho Nacional
de Justiça, 2023). Nesse ínterim, por ser dinâmico, o PTS deve ser construído de modo
compartilhado em reuniões, encontros e discussões. Nesse documento precisa ser contemplado
as principais demandas, dificuldades, identificação das vulnerabilidades do caso, orientação sobre
a operacionalização das ações e estratégias discutidas entre os atores envolvidos, pactuação das
ações com prazos e os responsáveis pela realização de reuniões sistematizadas para
acompanhamento.
 
A pactuação na forma de PTS informa que não se trata de a pessoa se adequar ao serviço
e aos desejos de trabalhadores/as, mas sim de se estabelecer, numa ética do cuidado, um
processo de mão dupla, estando os desejos do/a usuário/a em primeiro plano. Esse projeto
orienta tudo que se torna afeito à vida da pessoa, inclusive os enredamentos com o Sistema de
Justiça, dentro de cujos procedimentos espera-se que o PTS encontre ressonância e validade
institucional (Conselho Nacional de Justiça, 2023).
 
 
Para que a Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG) se organize e responda às
demandas relacionadas à Resolução CNJ Nº 487/23 (desinstitucionalização dos pacientes do
Hospital Psiquiátrico de Custódia e TratamentoJorge Vaz – HPCT JV), é relevante destacar a
robustez, a capilaridade e o volume dos nossos serviços da RAPS/MG apresentados acima. Além
disso, consideramos importante pontuar a quantidade de atores e setores envolvidos no processo
de desinstitucionalização desses pacientes. Nesse sentido, tornou-se necessário estabelecer um
fluxo contínuo de comunicação com toda a nossa rede, bem como com demais atores relevantes
afetados pelo processo de desinstitucionalização, tais como a Secretaria de Estado de
Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDESE/MG), a Secretaria de Estado de Justiça e
Segurança Pública (SEJUSP/MG), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa de Atenção Integral ao Paciente judiciário (PAI-PJ).
 
A reinserção das pessoas presentes no HPCT- JV à sociedade deve ser entendido não
somente como uma referenciação e acolhimento na RAPS de qualquer município do estado, mas
sim, como um processo humanizado que visa garantir autonomia, direitos, assistência e convívio
social. Nesse sentido, a desinstitucionalização envolve informações sociais anteriores a
internação e atuais de saúde, avaliação de critério para direcionamento ao dispositivo do Serviço
Residencial Terapêutico (SRT) ou acolhimento familiar, benefícios financeiros, atividades de
desenvolvimento intelectual e físico e não menos importante, a adaptação desse a “nova
realidade” – o que torna o processo orgânico e muitas vezes, imprevisível a qualquer fluxo
proposto.
 
Por fim, segue em anexo a planilha com a análise quantitativa dos SRT's a serem implantados em
Minas Gerais (94753045). A planilha inclui não apenas o número de usuários que atendem aos critérios para
acolhimento nesse dispositivo, mas também a quantidade daqueles que necessitarão de equipamentos de
moradia, além dos que retornarão para o seio familiar. Esse documento visa proporcionar uma visão
abrangente do cenário, facilitando a gestão e a alocação de recursos necessários para a implementação e
acompanhamento dos serviços.
 
 
BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Manual da política antimanicomial do Poder judiciário
5. PROCESSO DE FECHAMENTO DO HCTP JORGE VAZ 
REFERÊNCIAS 
Nota Técnica 8 (96590214) SEI 1320.01.0108886/2024-40 / pg. 5
[recurso eletrônico]: Resolução CNJ nº 487 de 2023 / Conselho Nacional de Justiça, Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Ministério da Saúde; coordenação de Luís Geraldo
Sant’Ana Lanfredi ... [et al.]. Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção em Saúde Mental. Belo Horizonte,
2006. 238 p.1. Saúde mental – Assistência - Organização. 2. Rede de Atenção à Saúde Mental. 3
Programa Saúde em Casa. I. Título.
 
 
 
Paloma Bianca Santos Soares
Estagiária
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Núbia Cristina da Silva Freitas
Estagiária
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Fernando Augusto Gonçalves Gontijo
Apoio Técnico
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Maíra Marques Maia
Referência Técnica | EPPGG
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Renan Ferreira da Trindade
Referência Técnica | EPPGG
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
William Ávila de Oliveira Silva
Referência Técnica | EPGS
Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Taynara Fátima Silva de Paula
Coordenadora de Saúde Mental, Álcool e outras drogas
Raquel Guieiro Cruz
Diretora de Políticas Estratégicas
Gabriela Cintra Januário
Superintendente de Atenção Especializada
Camila Moreira Castro
Subsecretaria de Redes de Atenção à Saúde
Documento assinado eletronicamente por Camila Moreira de Castro , Subsecretário(a), em
05/09/2024, às 13:52, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto
nº 47.222, de 26 de julho de 2017.
Documento assinado eletronicamente por Raquel Guieiro Cruz, Diretor (a), em 05/09/2024, às 14:19,
conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 47.222, de 26 de
julho de 2017.
Documento assinado eletronicamente por Paloma Bianca Santos Soares , Estagiário(a), em
05/09/2024, às 14:44, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto
nº 47.222, de 26 de julho de 2017.
Nota Técnica 8 (96590214) SEI 1320.01.0108886/2024-40 / pg. 6
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Documento assinado eletronicamente por Nubia Cristina da Silva Freitas , Estagiário(a), em
05/09/2024, às 14:45, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto
nº 47.222, de 26 de julho de 2017.
Documento assinado eletronicamente por Renan Ferreira da Trindade , Servidor (a) Público (a) , em
05/09/2024, às 14:48, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto
nº 47.222, de 26 de julho de 2017.
Documento assinado eletronicamente por Fernando Augusto Gonçalves Gontijo , Empregado
Público., em 05/09/2024, às 15:28, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, §
1º, do Decreto nº 47.222, de 26 de julho de 2017 .
Documento assinado eletronicamente por Taynara Fátima de Paula , Coordenador(a), em 05/09/2024,
às 16:35, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 47.222, de
26 de julho de 2017.
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