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Slides - Estudo de Pré-Formulação

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Estudos de Pré Formulação 
para Desenvolvimento 
Farmacêutico
Prof. Anderson Carniel
Desenvolvimento de Produto
• Multi e Interdisciplinaridade (Liebermann)
• Desenvolvimento → Gestão da Inovação
• “Fases”
• Aspectos de Biofarmácia
• Estudos de Pré-Formulação
• Insumos
• Formulações
• Estabilidade
• Scale up´s → Pilotos → Semi-Industrial→ Lote
Desenvolvimento de Produto
• BRAIN STORMING → coletivo
“Recebemos determinada substância, considerada 
eficaz e segura”....- Do it!!!
E agora???
Pensar num produto.....finalidade..........e mercado/ demanda....
Desenvolvimento de Produto
• Após Brain Storming, questionário de uma determinada 
Equipe ou Time de Projeto – gerente de produto ou novo 
produto:
1) Que objetivos o produto pretende atingir?
2) Ele melhorará a qualidade de um conjunto?
3) Haverá diminuição de custos?
4) O produto de integrará à linha de produtos da empresa?
5) Qual poderia ser a demanda aparente pelo produto?
Desenvolvimento de produto
6)Os seus usos seriam numerosos ou restritos?
7) Podemos esperar que o produto seja um líder do
mercado?
8)Seria possível vender esse produto através dos 
canais de distribuição que a empresa usa?
9)Seria necessária a contratação de novos 
vendedores/promotores/representantes?
10) Qual o custo aproximado na nova força de
distribuição?
Desenvolvimento de Produto
11)O Produto seria vendido simultaneamente aos
demais da linha da empresa?
12) O Produto poderia ser elaborado de modo
competitivo?
13)Quanto tempo seria necessário para a 
concorrência copiar o produto?
14) O produto é tecnicamente viável?
15) Quanto tempo entre a finalização do produto e a
comercialização?
Desenvolvimento de Produto
16) O produto poderia ser fabricado nas instalações
atuais?
17) Caso contrário, qual seria a necessidade de instalação?
18) As matérias primas são facilmente disponíveis?
19) Estas matérias primas já existem na empresa?
20) Variadas dosagens ou apresentações?
21) Embalagem já disponível na empresa?
Desenvolvimento de Produto
22) A empresa dispõe de pessoal qualificado disponível?
23) Caso negativo, é fácil contratar?
24) Quanto custaria a fabricação?
25) Quanto custaria o lançamento?
26) Qual o tempo para amortização do investimento?
27) Qual o tempo para rentabilidade do produto?
28) O ciclo de vida é de longa ou curta duração?
LET´S DO IT!!!!
Desenvolvimento de Produto
→ Os conceitos farmacocinéticos e 
biofarmacêuticos são usados durante o ciclo de 
vida do fármaco/medicamento.
Desenvolvimento de Produto
→ No desenvolvimento da molécula:
* absorção
* metabolismo de primeira passagem
* metabólitos ativos
* meia-vida plasmática
* toxicidade (DL50)
Desenvolvimento de Produto
→Na fase de comercialização do medicamento: 
conhecimentos farmacocinéticos adquiridos
Previsão de eventos de interação entre fármacos 
Possibilidade de permuta baseada em
biodisponibilidades relativas
Desenvolvimento de Produtos
“Fase” Não-laboratorial laboratorial
Pré-Briefing Parcerias com insumos, 
qualificação de 
fornecedores, Mkt/ 
imagem, budget
Estudos de pré-
formulação
Briefing Contratos com parceiros Manipulação, 
padronizações de 
técnicas, estudos de 
estabilidade
Pós Farmacovigilância Estabilidade follow-up/ 
funcionalidade/ 
seguimento
ESTUDOS DE PRÉ-
FORMULAÇÃO
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
• ANTES.... Conhecimento das propriedades físico-
químicas do fármaco (diálogo P&D c/ químico-
farmacêutico)
• Conhecer mercado...devido target
• Opções de formas farmacêuticas
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
• O principal objetivo do delineamento de formas 
farmacêuticas é obter uma resposta terapêutica 
previsível em relação a um fármaco incorporado 
em uma formulação, passível de ser preparado em 
ampla escala, com qualidade reprodutível (Aulton, M. 
In: Delineamento de Formas Farmacêuticas)
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
→NATUREZA DA SINTOMATOLOGIA CLÍNICA:
Fatores como a necessidade de terapia sistêmica ou
local, a duração do efeito requerido e a emergência
do uso do fármaco devem ser considerados
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
O fármaco PODE SER VEICULADO em 
formas farmacêuticas diferentes
visando satisfazer preferências 
particulares do paciente ou do médico 
como as necessidades específicas de uma 
dada situação clínica
Ex.: muitos pacientes asmáticos utilizam aerossóis de inalação, numa emergência, o 
fármaco é rapidamente absorvido para a circulação sistêmica,
enquanto, para a terapia crônica da asma, produtos de administração oral são
utilizados.
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA = Versatilidade
• Prednisolona: Base x Acetato x Fosfato sódico
• Diclofenaco: Na x K x Dietilamônio x
Colestiramina
• Produtos “Sugar-Free”
• Produtos “Paraben-Free”
• Produtos “alcohol-Free”
Prof. Anderson Carniel
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
• Quando um fármaco é administrado, utilizando-se 
uma forma farmacêutica destinada à liberação 
bucal, respiratória, retal, intramuscular ou 
subcutânea, ele passa do tecido de absorção 
diretamente para a corrente sangüínea...
• mas a via intravenosa é a mais direta de todas
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
• Quando o fármaco é administrado pela via oral, o 
início do efeito pode ser retardado, devido ao 
tempo de trânsito gastrintestinal necessário, ao 
processo de absorção e às características de 
circulação sangüínea hepatoentérica
• Formas Tópicas devem ser dotadas de boa
adesividade → biodisponibilidade ‘tópica’
Prof. Anderson Carniel
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
AUMENTO DA ADESÃO TERAPÊUTICA
X
AUMENTO DA AUTOMEDICAÇÃO
- Flavorizantes, edulcorantes, aromatizantes
- Mudança da geometria molecular
- Cápsulas e comprimidos revestidos
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA
Relacionar com perfil de cor e sabor
- cítricos: sabor azedo ou ácido
- adocicados: sabor amargo, uso pediátrico
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
Sabor Flavolizante
Doce Baunilha, frutas, uva, tutti-frutti e 
frutas silvestres
Ácido Limão, lima, laranja, cereja, grapefruit,
framboesa
Salgado Amêndoas, manteiga, malte, especiarias
Amargo Anis, café, chocolate, menta, grapefruit, 
cereja, pêssego, framboesa, limão, laranja ou
lima
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FORMA FARMACÊUTICA em função do tempo de absorção:
• Segundos → Injetáveis EV
• Minutos →Injetáveis IM e SC, comprimidos não 
revestidos, aerossóis e gases
• Minutos a horas → depot de lib. curta, suspensões,
comprimidos, pós, grânulos e cápsulas
• Horas → liberação entérica
• Dias → depot, implantes, patches, tópicas
Prof. Anderson Carniel 
Planejamento e Desenvolvimento de Formulações
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
→Informações essenciais para concepção das fases 
de pré-formulação:
I – Identificação do composto
II – Estrutura/ Peso molecular
III – Indicação terapêutica
* dose provável para humanos
* forma farmacêutica desejada
* modelos de biodisponibilidade
* produtos competitivos
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
CONT...informações essenciais
IV.– Potenciais problemas
* hidrólise, oxidação, racemização,
polimerização.
V.– Métodos analíticos
* faixa de fusão
* solubilidade
* tamanho de partícula, polimorfismo
* doseamento, via de síntese
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
CONT....informações essenciais
VI.– Estudo crítico das matérias-primas e 
Incompatibilidades dos excipientes*
VII.– Problemas da manipulação (desenvolvimento) –
padronizaçãode técnicas
VIII.– Verificação de possibilidade de scale-up
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
TERMO DISCRITIVO PARTES DE SOLVENTES PARA DISSOLVER UMA 
PARTE DE SOLUTO
MUITO SOLUVEL MENOS DE 1 PARTE
FACILMENTE SOLUVEL DE 1 A 10 PARTES
LIGEIRAMENTE SOLUVEL DE 10 A 30 PARTES
POUCO SOLUVEL DE 100 A 1000 PARTES
MUITO POUCO SOLUVEL DE 1000 A 10000 PARTES
PRATICAMENTE INSOLUVEL OU INSOLUVEL MAIS DE 10000 PARTES
A) SOLUBILIDADE: Geralmente expressa como gramas de soluto dissolvidos em mililitros 
de solventes ou partes de solvente para dissolver uma parte de soluto.
Farmacopéia Brasileira Vªed.
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
FATORES QUE INFLUENCIAM A SOLUBILIDADE
* Estrutura e propriedades químicas
•presença de grupos polares (- COOH, OH, CHO, COH, CHOH)
•forma de sais
•pH= a maioria dos fármacos são ácidos fracos ou base fracas
•Temperatura = aumenta a solubilidade e vel. de dissolução
Ex: Sacarose dissolve mais rápido sob aquecimento
Parabenos dissolvem em água sob aquecimento
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
CONT...fatores
* Tamanho das partículas
quanto menor o tamanho mais rápida a dissolução
•Agitação
aumenta a velocidade de dissolução
•Uso de co-solventes e solubilizantes
álcool, propilenoglicol, iodeto de potássio
* Blend de polióis
Partículas maiores Partículas menores
Fórmulasorais Não absorvível Absorvível
Fórmulas Injetáveis Ação prolongada Ação simples
Fórmulas tópicas/ oftálmicas Irritação/ Esfoliação Biocompatibilidade
TAMANHO DAS PARÍTICULAS
•Quanto menor o tamanho da partícula, maior a área superficial e a tendência às 
partículas se aglomerarem.
* Partículas hidrofóbicas podem sofrer flutuação
Polaridade - SOLVENTES
POLIÓIS
GLICERINA
•solvente auxiliar em mistura com água e álcool
•Conservante
PROPILENOGLICOL
•solvente auxiliar em mistura com água e álcool
•reduzir a quantidade de água
SORBITOL
* poder edulcorante
POLIETILENOGLICOL
* até 400
PENTILENOGLICOL
Menos tacking que propilenoglicol
COMPOSTOS MILILITROS DE ÁGUA NECESSÁRIOS PARA DISSOLVER 1g DO COMPOSTO
Benzeno 1430
Ácido benzóico 275
Álcool benzílico 25
Fenol 15
Ácido Salicílico 460
Metilparabeno 400
Propilparabeno 2000
SOLUBILIDADE EM ÁGUA DE ALGUNS COMPOSTOS ORGÂNICOS
COMPOSTO ÁGUA ÁLCOOL
Atropina 455 2
Sulfato de atropina 0,5 5
Codeína 120 2
Sulfato de codeína 30 180
Fosfato de codeína 2,5 325
Fenobarbital 1000 8
Fenobarbital sódico 1 10
Procaína 200 Solúvel
Cloridrato de procaína 1 15
SOLUBILIDADE EM ÁGUA E ÁLCOOL DE ALGUNS ÁCIDOS FRACOS 
E BASES FRACAS E SEUS SAIS
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
B) POLIMORFISMO
* A morfologia de superfície das partículas pode variar 
durante ou antes do processo de desenvolvimento 
(logística....quarentena)
* Afeta solubilidade e estabilidade
* Capacidade para cristalizar adaptando mais de uma 
forma cristalina com estruturas internas variadas
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
CONT....polimorfismo
* os polimorfos podem ser:
- Enantiotrópicos: um se transforma num 
outro devido alterações de temperatura p.ex 
Enxofre
- Monotrópicos: instável em qualquer variação
de temperatura p.ex MEG
ESTUDOS DE PRÉ-FORMULAÇÃO
C) HIGROSCOPIA
*absorção de umidade = cloreto de sódio
* deliquescimento = mentol + cânfora
* interfere em solubilidade, escoamento,
compactibilidade, estabilidade química
*o ganho de H2O deve ser monitorado a intervalos
de tempo representativos do manuseio ( 0 – 24hs) e
da armazenagem (0 – 12 semanas)
Incompatibilidades: EXCIPIENTES
• Adjuvantes ao(s) fármaco(s)
• Melhoria/alteração da perfomance do(s) fármaco(s)
• Mudança de parâmetros da formulação
• Melhoria/ aumento da estabilidade da formulação
Incompatibilidades: EXCIPIENTES
PODEM ATRAPALHAR?
Sim.....depende de sua concentração de uso e
interações/incompatibilidades
INCOMPATIBILIDADES
• Compreendem os efeitos recíprocos entre dois ou
mais componentes de uma preparação
farmacêutica, com propriedades antagônicas entre
si, que frustram ou colocam em dúvida a finalidade
para qual foi concebido o medicamento - VOIGT
INCOMPATIBILIDADES
• Podem prejudicar a atividade, impedir a dosagem
exata do medicamento para o paciente e interferir
no aspecto da formulação, tornando inaceitável até
mesmo do ponto de vista estético.
INCOMPATIBILIDADES
Prejuízos....
→ paciente
→ farmacêutico/farmácia/indústria
→médico
INCOMPATIBILIDADES
Caracterizam-se pela transformação parcial ou total
das substâncias associadas, formando compostos
secundários, com novas propriedades químicas e,
conseqüentemente novas propriedades 
farmacodinâmicas.
TIPOS
• Incompatibilidades Físicas
• Incompatibilidades Químicas
• Incompatibilidades Terapêuticas
EXEMPLOS
• Mentol + Cânfora → deliquescimento
fundamento: ponto de fusão
prevenção: rever técnica
* estética (ganho de umidade) em talcos,
sachet para banho
* Ex.: AAS, hidrato de cloral, fenol, timol.
* Utilizar algum pó absorvente: amido, lactose, óxido de magnésio
EXEMPLOS
• Água de cristalização intramolecular podem liberá-
la durante a manipulação e provocar o fenômeno 
do deliquescimento.
CuSO4 . 5 H2O
• Ex: sulfito de sódio, alúmen, sulfato de atropina, cafeína, 
lactato de cálcio, ácido cítrico, codeína, sulfato ferroso, 
carbonato de sódio.
Utilizar substâncias anidro
EXEMPLOS
• Algumas substâncias que absorvem a umidade do 
ar durante a manipulação ou quando são 
armazenadas em área úmida
• Ex: : amônio (salino), cloreto de cálcio, sulfato de
efedrina, hidróxido de sódio.
EXEMPLOS
• Ácido Fólico + agentes oxidantes
+ íons metálicos
complexação
rever sistema quelante
EXEMPLOS
• Substâncias multivalentes
Ca++, Al+++, Fe++
Complexação 
Inativação
Cuidado com sistemas quelatos
EXEMPLOS
Parabenos + PEG (Carbowax, Macrogol)
Complexação → inativação
alteração para pirulitos, pastilhas, balas
EXEMPLOS
• Povidona (Kollidon, PVP K30) + corantes metálicos
complexos
(ex. corantes aniônicos ou catiônicos) ou com determinados 
fármacos (cloridrato de clorpromazina, cloranfenicol)
Problemas para granulados via úmida
EXEMPLOS
• Amido + Ácido Benzóico
• Amido + Ácido Salicílico
Complexação
* regra se aplica a ácidos de mesmo grau de ionização
* Observação em talcos (pós via tópica)
EXEMPLOS
• Bicarbonatos ou carbonatos + ácidos
liberação de CO2 → no caso de pirulitos ou gomas ou 
pastilhas pode precipitar carbonatos, deixando 
opacificidade ou formação de bolhas ou espuma
liberação de CO2 → para cápsulas e granulados
efervecentes → efeito pillow
→Pulverizar separadamente, secar à 40º-50ºC para então misturá-los
EXEMPLOS
• Agentes oxidantes (enxofre, alguns açúcares) + 
agentes redutores (nitrato de prata, 
permanganatos)
de oxi-redução, exotermia, possibilidade deReações 
explosão
EXEMPLOS
• Quando o pó possuir em sua formulação essências, 
tinturas, extratos e óleos essenciais deve-se usar 
absorventes
• Ex: carbonato de cálcio, caolim, óxido de magnésio,
talco
pode-se haver formação de fase líquida
EXEMPLOS → ESPECIFÍCAS
• CaCO3 → Sais de amônia
• Silicato de Ca → mitos...s/ incompatibilidades
• CMC → sais de Fe e Zn, complexa com Gelatina e 
Colágeno. Incompatível com goma xantana. 
Demais excipientes devem estar bem dessecados.
• Quitosana → agentes oxidantes fortes
• Croscarmelose sódica → Sorbitol e manitol
• Ácido ascórbico → Fe, Cu e oxidantes fortes
EXEMPLOS → ESPECÍFICAS
• Lauril sulfato de sódio → ver reologia de pós
• Frutose → pode escurecer em presença de ácidos e
álcalis em pH extremo
• Caolim → vários fármacos com absorção reduzida 
ou anulada (amoxicilina, ampicilina, cimetidina, 
digoxina, lincomicina, fenitoína e tetraciclina e 
clindamicina
• Lactose → aminas primárias e oxidantes fortes
gerando escurecimento (Maillard)
EXEMPLOS → ESPECÍFICAS
• Lactose → anfetaminas*, aminoácidos
• BHT → sais de Fe (descoloração)
• Estearato de Mg → AAS, sais alcalinos
• Maltitol → sem relatos, porém higroscópico
• Xilitol → agentes oxidantes
• Manitol → quelatos de Al, Fe e Cu
• Dióxido de titânio → lipídeos insaturados• Amido → complexos coloridos com Iodo
FORMULAÇÃO
FORMULAÇÕES
O produto final, além do princípio ativo, necessita do emprego de excipientes que garantam 
dentre outras exigências, a estabilidade da formulação:
- Anti-oxidantes
- Sequestrantes
- Co-solventes
- Corretores de pH
- Conservantes antimicrobianos
- Edulcorantes
- Corantes e flavorizantes
- Diluentes
- Espessantes / ag. consistência/ gelificantes - Tensoativos
- Aglutinantes
- Lubrificantes
- A g . s u s p e n s o r
- A g . t o n i c i d a d e
INOVAÇÃO DE PRODUTOS
Desenvolver medicamento com Ivermectina
1. Uso? Oral ou tópico?
2. Hidrólise, oxidação, fotólise?
3. Peculiaridades? Diabético, senil?
4. Polifarmácia?
Ivermectina
CJ CD it htt ps://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/com pound/ivermectin#section=Chemcial-and-Physical-Properties ••• Ô i Ili\ m
«
4 Chemica l and Phys ica l Prope rtie s
O Contents
1 20 Structure
2 30 Status
3 Names and ldent ifiers
e 4 Chemical and Physical Propert ies 
5 RelatedRecords
6 Chemical Vendo rs
7 Orug and Medication lnformat ion
8 Food Additivesand lngredients
9 Pharmacology and Biochemistry
10 Use and Manufacturing
11 Safety and Hazards
12 Toxicity
13 Literature
14 Patents
D
4.1 Co mputed Prope rties
PropertyName
Molecular Weight
HydrogenBond Donor Count
HydrogenBond AcceptorCount
Rotatable BondCount
Complexity
CACTVS Substructure Key Fing erprint
Topological Polar Surface Area
Mono isotopicMass
ExactMass
Property Value
875.106 g/mol
3
14
8
1680
AAADcf88PAAAAAAAAAAAAAAASAAAAAkSJEi 
AAAAAEAAAAAAGgAACAAADVSwgAMCCAAABgCIAi 
DSCAAAAAAgAAAICAEAAAgZFBYAJQAiUAAF4AAPsAP 
K70zQg,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....,-,.,....A
1 70 A" 2
874.508 g/mol
874.508 g/mol
FHid=M+ G;;.;:;;;;.;;;,11a;:;;.a.;;;11.;:;.;;:;p;:..;;.=e;; IIGWSl\111111;;;a;a;.;.11:1:1wm11Rhi8 o vl e rm e ctie x 
CJ CD it htt p s://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/ivermectin#section=Experimental-Pro perties ••• Ô i Ili\ m
O Ivermectin = = = = = = = = = = = = = = = = ! .. Download Share 9 Help O
4.2 Experi m enta l Propert ies
«O Conte nts
1 20 Structure
2 30 Status
3 Names and ldentifiers
e 4 Chemical and Physical Propert ies 
5 Related Records
6 Chemical Vendors
7 Orug and Medication lnformat ion
8 Food Additivesand lngredients
9 Pharmacology and Biochemistry
10 Use and Manufacturing
11 Safety and Hazards
12 Toxicity
13 Literature
14 Patents
4.2.1 Melting Point
155 º(
[J
{rom DrugBank
4.2.2 Solubility
Water Solubility
Insoluble
{rom DrugBank
5 Related Re cords
5.1 Related Compounds with Annotation
Medications (28) Literature (74) 30 Structure (1) Bioactivities(164)
.!. Download
Patents (320)
15 Biomolecular In teractions and
o....+h .. ,.....,r
CASE: EXEMPLO
FÓRMULA PADRÃO
100 mL
R10048 IVERMECTINA 3,500 g 70,000 Kg
R10200 ÁLCOOL BENZÍLICO 6,000 mL 120,000 L
R10059 VITAMINA E ACETATO 0,050 g 1,000 Kg
R10291 ÓLEO DE MAMONA 48,000 g 960,000 Kg
R10114 ÓLEO DE OLIVA q.s.p.(2) 100,000 mL 2000,000 Kg
Encaminhar as 
MP’s para a áreade 
manipulação de 
Injetáveis2
Preenchimento das 
Documentações ( Log-Books,
Reg. Limpeza, ITF)
Conferênciadas 
Matérias Primas
D
is
so
lu
çã
o
d
a
Iv
er
m
ec
ti
n
a 
En
xa
gu
e
d
o
ta
n
q
u
e Adicionar: -Alcool Benzílico – 60 L por vez
-Ivermectina B1a – 40 Kgpor vez
SEPARAR EM 2 ETAPAS
Transferir p ara o tanque
de 200L(IN.TQA.04)
IN.TQA.04
Tacho 100L
Esta solução deverá ser 
transferida para o tanque 
IN.TQA.05
Usar triacetinapara 
enxaguar o tanque
IN.TQA-04
Esta soluçãodev
transferida para o
IN.TQA.05
Et
ap
a
em
p
ar
al
e
lo
co
m
a
Et
ap
a
an
te
ri
o
r
IN.TQA.05
Carregar otanque
(IN.TQA.05)
Óleo de Mamona 
960Kg
- Transferir a solução  do 
Tanque IN.TQA.04
- Transferir a solução
do Tanque IN.TQA.04
- Transferir o restante
da triacetina – 348kg
-Completar Volume 
com Oleo de Oliva –
QSP
-Retirar amostrad
-Enviar paraanális
-Teor
-Densidad
Le
de
P
R
É-
FI
LT
R
A
Ç
Ã
O
IN.TQA.05 IN.TQE.05 IN.TQA.03
03 pré-filtro
0,5µm – 30”
NXT05-30U
01 pré-filtro
1,0µm – 30”
PFY3U010ZJ
Á
re
a 
Es
té
ri
l
Transferir a o produto 
filtrado para os tanques da
áreaestéril
-Iniciar agitação a 30 RPM
-Após adição agitar a 45RPM
55 min. 
agitação
Sob agitação acrescentar:
-Vitamina E – 1Kg
- B.H.T. (Quando6N0emcesinsá.rio)
agitação
5
agi
30 min. 
agitação
30 min. 
agitação
IN.TQA.05
60 min. 
agitação
Após Aprovação 
Realizar a pré-filtr
lote
ENV01 filtro autoclavado 
0,45µm – 10” 
AB1DBL7PH4
FORMULAÇÕES
→ Agitadores magnéticos, misturadores elétricos economizam tempo e 
ajudam a preparar produtos uniformes
→ Um “spray” de álcool (etanol para soluções internas) ajuda a “quebrar” a
espuma, ou um agente antiespumante como o silicone pode ser adicionado
à preparação
→ A filtração de um líquido pode ajudar na obtenção de produtos claros, 
límpidos
→ Um medidor de pH, ajuda na conferência do pH e a prevenção de
incompatibilidades relacionadas a esse pH
→ Remover as barras magnéticas de dentro da vidraria onde o produto está 
sendo preparado, antes de completar o volume
→ Dissolver sais em uma quantidade mínima de água antes de adicioná-lo a
um veículo viscoso
→ Agitar constantemente quando misturar dois líquidos minimiza 
incompatibilidades devido aos efeitos da concentração
ALGUNS CONSELHOS PRÁTICOS:
Soluções
FORMULAÇÃO
→ Quando incorporar um material insolúvel, levigar o pó com umapequena
porção do veículo ou um líquido miscível com o veículo
→ Agitar gentilmente e não chacoalhar o produto para evitar a formaçãode
espuma
→Adicione líquidos de alta viscosidade a líquidos de baixa viscosidadecom 
agitação constante
→ Sempre esteja atento ao pH e concentração alcoólica dos produtos
preparados
→ Quando trabalhar com hidrocolóides, deixar que hidratem lentamente antes 
de qualquer incorporação
→ Quando selecionar um veículo, estudar a LEGISLAÇÃO, concentraçãodo
fármaco, solubilidade, pKa, sabor e estabilidade.
→ Considerações ou estudos sobre o veículo devem incluir pH, aroma e sabor, dulçor,
cor, conservantes, viscosidade, compatibilidade e, se indicado, agentes suspensores e
emulsificantes.
FORMULAÇÃO
→ Quando preparar elixires, dissolver os constituintes solúveis em álcool no álcoole
os constituintes solúveis na água, em água. Adicione a solução aquosa à solução 
alcoólica, com agitação, para manter alta a concentração do álcool, o mais possível.
→ Talco pode ser usado para remover óleos essenciais em excesso. Isso é obtidopela 
adição de 1-2 g de talco por 100 ml de solução e filtra-se. Durante a filtração, as
primeiras porções do filtrado são devolvidas ao filtro até obtenção de um filtrado
límpido (repassar o filtrado).
→ Sistemas co-solventes, misturas de água, álcool, glicerina e propilenoglicol podem 
ajudar na clarificação de soluções que são pouco límpidas, devido a insolubilidadeem 
água.
→ A velocidade de dissolução pode ser aumentada colocando-se o becker em um 
banho ultra-sônico
→ Partículas pequenas dissolvem-se mais rápido que partículasgrandes
→ Agitação aumenta a velocidade de dissolução do fármaco
→ Geralmente, quanto mais solúvel for o fármaco, mais rápida será a sua velocidade
de dissolução
FORMULAÇÃO
→ Quando trabalhar com um líquido viscoso, a velocidade de dissoluçãodo
fármaco é diminuída
→Um aumento na temperatura geralmente permite um aumentona 
solubilidade e na velocidade de dissolução de um fármaco. Algumas 
exceções são o Hidróxido de Cálcio e Metilcelulose
→ Um alcalóide base ou uma base nitrogenada de peso molecular 
relativamente alto é geralmente pouco solúvel, a menos que o pH do meio 
seja diminuído (conversão a sal).
→ A solubilidade de uma substância ácida pouco solúvel é aumentada 
quando o pH do meio é aumentado (conversão a sal)
→ A efetividade de um conservante pode estar relacionadaao pH. Por 
exemplo: Parabenos são geralmente utilizados na faixa de 4 a8,
Clorobutanol requer pH menor que 5 e, o Benzoato de sódio é mais efetivo
em pH ao redor de 4.
FORMULAÇÃO
Suspensões
→ Reduzir pós a partículas muito finas antes de suspendê-los
→ Molhar os pós com um líquido hidrofílico antes de adicioná-los ao 
veículo quando preparar uma suspensão aquosa
→ Se os pós são lipófilos, um tensoativo deve ser usado para ajudar na
molhabilidade desses pós antes de adicionar um veículo.
→ Formulações de Metilcelulose são melhor preparadas pela dispersão 
em cerca de 1/3 a ½ do total do volume de água, seguido da adição do 
restante da água.
→ Muitos polímeros são facilmente dispersos quando agitados com um 
solvente hidrofílico, como glicerina, antes de adicioná-los a um veículo 
aquoso.
→ A dispersão dos polímeros pode ser facilitada, quando são 
polvilhados sobre água em agitação rápida.
FORMULAÇÃO
Emulsões
→Dissolver os componentes solúveis em óleo na fase oleosa e os componentes solúveis 
em água na fase aquosa
→ Adicionar as fases aquosa e oleosa sob agitação constante
→ Quando usar aquecimento, a fase aquosa deverá estar um pouco mais aquecida que a
fase oleosa.
→Um umectante como glicerina, propilenoglicol, sorbitol 70% ou PEG 300 ou
400, adicionados a um creme, minimizam a evaporação.
→Óleos voláteis podem ser adicionados somente após o resfriamento da
preparação. Se soluções alcoólicas de aromatizantes serão adicionadas,
resfriar a preparação abaixo do ponto de ebulição do álcool.
→ A determinação do tipo de emulsão (O/A ou A/O) poderá ser efetuada, 
colocando uma gota da emulsão ou creme em uma superfície de água. Se a 
gota se espalhar, é do tipo O/A. Isso ocorre porque a fase externa da emulsão é 
miscível com água. Se permanece intacta como uma “bola”, é provavelmente 
do tipo A/O porque sua fase externa não é miscível com água.
→Geralmente, a quantidade de tensoativo requerida para preparar uma boa
emulsão está na faixa de 0,5 a 5% do volume total.
FORMULAÇÃO
Pomadas
→ Plastibase ™ não deve ser aquecida
→A técnica da diluição geométrica deve ser utilizada
→ Algumas gotas de óleo mineral ou outro solvente adequado pode melhorar a 
manipulação de fármacos que desenvolvem forças eletrostáticas
→Não usar solventes voláteis quando levigar pós, pois o solvente poderá evaporar e 
carregar cristais do fármaco com ele.
→Quando preparar bases para pomadas, aquecer os componentes com ponto de 
fusão mais alto primeiramente, seguido da adição dos componentes com menor 
ponto de fusão, em ordem, até que todos tenham sido adicionados.
→ O aquecimento pode ser usado para amolecer pomadas antes de serem 
acondicionadas em potes ou tubo, facilitando o trabalho. Deve ser feito com cuidado 
para evitar a estratificação dos componentes
→ Quando colocar pomadas liquefeitas em tubos ou potes, resfriar a pomada até 
poucos graus acima do ponto de solidificação. Isso minimiza a formação de camadas 
de pomadas no acondicionamento
FORMULAÇÃO
Pastas
→ O uso de aquecimento na preparação e manipulação de pastas facilita o trabalho
→ Levigar pós insolúveis com uma quantidade de base fundida
Géis
→ A adição de álcool a alguns géis diminui sua viscosidade e limpidez
→Quando usar um propelente para preparar um gel, mantenha o propelente no fundo do recipiente
para minimizar a incorporação de ar no produto.
→ Resinas de carbômeros são dispersas facilmente quando polvilhadas no vórtex de um líquido 
em agitação vigorosa
→ Remova todo ar incorporado nas dispersões de carbômeros antes de adicionar um agente 
espessante. Bolhas de ar podem ser removidas deixando-se o produto descansar por 24 horas ou 
colocando-o em um banho ultra-sônico. Um antiespumante como silicone pode ser útil
→ O pH é muito importante para determinar a viscosidade de um gel de carbômero
→ Géis de gelatina são preparados por dispersão da gelatina em água quente e resfriados em 
seguida. O procedimento pode ser simplificado pela mistura da gelatina com líquidos orgânicos 
como álcool etílico ou propilenoglicol, adição de água quente e resfriamento do gel.
FORMULAÇÃO
Supositórios
→Quando moldar supositórios com as mãos, polvilhar uma pequena quantidade de talco nas 
mãos ou sobre a pedra-mármore para facilitar o trabalho com o material do supositório.
→Quando verter a massa fundida nos moldes, começar por uma das extremidades e continuar o 
enchimento até terminar, sem interrupção. Não passe para outro molde até que todo o primeiro 
tenha sido preenchido. Um pequeno excesso deve permanecer sobre a cavidade e após 
resfriamento e contração, a cavidade estará preenchida.
→A quantidade máxima de fármaco e excipiente a ser incorporado ao supositório geralmente é
cerca de 30% do peso total do supositório
→Quando usar moldes plásticos descartáveis, esteja certo que a temperatura da base fundida é 
menor que a temperatura que funde o molde.
→Supositórios são embalados com elegância em moldes descartáveis
→Extratos vegetais quando umedecidos por levigação com uma pequena quantidade de base 
fundida, são facilmente distribuídos pela base.
→Para incorporar materiais cristalinos, duros, pulverizar finamente ou dissolver em pequena 
quantidade de solvente e combinar a solução com a base.
→Uma grande quantidade de pós pode ser adicionado de algumas gotas de óleo mineral ou um
líquido miscível com água, como a glicerina, para facilitar sua incorporação em algumas bases
FORMULAÇÃO
Pós
→ Pós com tamanho de partículas e características de densidade iguais podem ser 
misturados em saco plástico usando uma espátula. Isso minimiza a quantidade de pó 
que pode se espalhar na área de trabalho
→Máscaras contra pó devem ser usadas se o pó é excessivamente leve e escapa da 
área de trabalho
→Estearato de magnésio, menos que 1% do peso total da mistura, pode ser usado para 
reforçar a lubrificação e fluxo, característicos dos pós.
→ Lauril sulfato de sódio, acima de 1%, pode ser adicionado aos pós para neutralizar 
as forças eletrostáticas de pós que tendem a se espalhar no ar ou são de difícil 
manuseio.
→ Cuidado com misturas incompatíveis como as eutéticas, explosivas ou oxidantes
“NÃO TENHA MEDO DOS CONFRONTOS, POIS 
DOS CONFRONTOS ENTRE PLANETAS É QUE 
SURGEM AS NOVAS ESTRELAS”
Charles Chaplin
Prof. Anderson Carniel
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