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Epidemiologia
PATOGENIA
Diagnóstico
TRATAMENTO E CONTROLE
Grupos de ovos são espalhados
quando o animal se coça;
Imunidade não é o suficiente
para evitar reinfecção;
Ocorre em animais de estábulos
e campo;
L4 se alimenta da mucosa
formando pequenas úlceras,
ceco, cólon e processos
inflamatórios;
Inflamação perianal causada por
fêmeas adultas durantes a
ovoposição;
Mordidas e arranhões formam
feridas e infecções;
Equino estressado se alimenta
inadequadamente;
Ovos raramente encontrados em
exames de fezes;
Exame de imprinting com fita
adesiva no ânus onde os ovos
ficarão aderidos a fita;
Análise no microscópico; 
Limpeza e higiene do períneo
caudal;
Uso de anti-helmínticos de
amplo-espectro (invermectina+
praziquantel);
Limpeza das instalações;
Impedir contaminação de água e
alimentos;
Principais Características Características- Ovo 
Ciclo Biológico Infecção 
Sinais Clínicos 
Filo Nematoda 
Ordem Oxyurida
Superfamília Oxyruroidea
Espécie: Oxyuris equi
Fêmeas são maiores que os machos
São brancas acinzentadas.
Possuem ovos por todo o corpo.
Cauda longa e fina
Machos com espículo, asa caudal.
Dois pares de papilas grandes, várias pequenas
Apresentam um opérculo.
Um dos lados lingeiramente.
côncavo
São oval.
Cor Amarelada 
 OBS: período pré-patente
é o tempo desde a
penetração do estágio
infectante do parasita no
hospedeiro até o
aparecimento de ovos,
larvas e oocisto 
Ciclo direto;
Ingestão ovo com L3 (1);
A larva L3 é liberada no intestino delgado
(2);
A L3 passa a L4 e L5 no intestino grosso e se
alimenta da mucosa intestinal (3);
A fêmea migra até o ânus, e deposita os ovos
com uma substância acinzentada (4);
Os ovos no ambiente embrionam e 3 a 5 dias até
o estágio infectante (5);
Périodo pré-patente 4 a 5 meses;
Ingerir ovos contende a L3, em
pastagens e água contaminada;
Ingestão na palha da cama;
Mordedura na região anal;
Prurido, coceira intensa o
animal fica se coçando em
cercas e árvores;
Alopecia ( queda de pelo), no
períneo e cauda;
Essa alopecia é chamada de
CAUDA DE RATO
CARACTERISTÍCAS MORFOLÓGICAS CICLO BIOLÓGICO
Enterobius sp
Enterobius vermiculares: humanos e
macacos.
E.anthropopitheci: macaco.
Esôfago com bulbo posterior;
Ovos com um dos lados mais
planos
Fêmeas pequenas e anfidelfas;
Machos com somente um espículo
e extremidade posterior curva;
A fêmea grávida migra até o ânus do Hosp,
deposita ovos embrionados no perianal;
6h após postura os ovos ficam infectantes;
Hosp é parasitado quando ingere ovos com a L3;
Larvas eclodem no duodeno e passam a L4 E L5;
Jovens adultos migram p/ o intestino grosso
(cólon) e se fixa na mucosa;
Machos e fêmeas copulam, fêmeas ficam grávidas
migram até o ânus e recomeçam o ciclo (postura)
Postura é feita a noite;
Roupas intimas ficam contaminadas com pequenos
ovos 
As larvas eclodem na mucosa anal, e a L3
infectante retorna para o intestino grosso
(reinfecção);
CARACTERISTÍCAS GERAIS
CARACTERISTICAS MORFOLÓGICAS 
Habronema majus 
CICLO BIOLÓGICO
Habronema spp. Draschia sp.
Reino: Animalia 
Filo: Nematoda
Ordem: Spirurida
Superfamilia:
Spiruroidea
Cauda do macho enrolada em forma
de espiral;
Ciclos evolutivos indiretos, ou
seja envolvem artrópodes como
hospedeiros intermediários;
Familia:Habronematidae
Gênero: Habronema
Espécies: Habronema muscae (musca
domestica); Habronema majus
(Stomoxys calcitrans); Draschia
megastoma ( Musca domestica);
Habronema muscae 
Helminto pequeno e branco;
É um verme de estômago
Cápsula bucal cilíndrica;
Macho com cauda espiralada, asa
caudal e papilas pedunculadas;
Semelhante ao H.muscae;
A cápsula bucal apresenta um dente
dorsal e outros ventral
(afunilamento);
Machos com cauda espiralada; asa
caudal; papilas pedunculadas;
Espículos desiguais um maior que o
outro;
Draschia megastoma
Menor que as outras espécies;
Somente ela é localizada no
estômago ( parasitam nódulos)
Verme branco, fêmea maior;
Lábios com cápsula bucal em forma
de funil;
machos com cauda espiralada, um
espículos maior que o outro
Ovos larvados de carca fina 
É um verme de estômago que o animal defeca e a
mosca ao ter contato com as fezes se contagia
com a larva e infecta o animal em suas lesões;
Larvas ou ovos larvados eliminados juntos com as
fezes;
São ingeridos por larvas de moscas que se
desenvolvem nas fezes;
O estágio infectante L3 é alcançado quando a L3
da mosca chega em pupa;
Quando as moscas vão se alimentar nos lábios,
orifícios nasais e lesões a L3 nematoide é
liberada;
Moscas são ingeridas acidentalmente na água ou
alimento, e a L3 que está no seu interior é
liberada no tubo digestivo do equino;
CICLO BIOLÓGICO E PATOGENIA
H.muscae e H. majus: não fazem
migração 
Todas ocorrem na luz do estômago;
As L3 chegam ao estômago, passam
L4 L5 (adultos);
Inicia a postura dos ovos ( saem
com as fezes);
Somente as L3 de D. megastoma
penetram na mucosa da parede
estomacal;
Mudam para L4 e L5 e ficam adultos
Produz nódulos grandes;
Etiologia
PATOGENIA
SINAIS CLINICOS 
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
Ingestão das larvas depositadas
nos lábios do equinos;
Ingestão da L3 na água e pastagem
(mosca);
Larvas em feridas expostas;
evoluem apenas larvas que chegam
ao estômago;
Larvas em feridas, mucosas nasal
ou ocular (ERRÁTICA)
Quando o ciclo ocorre normalmente 
a Draschia sp é + patogênica;
Penetram a mucosa estomacal
causando tumores;
As larvas livres no estômago causa 
gastrite catarral crônica,
irritação.
LARVAS ERRÁTICAS (imagem 1): 
Raramente ocorre habronemose
pulmonar ocular; 
Habronemose cutânea, "feridas de
verão" (COMUM);
Lesões oculares: Conjuntivite
granulosa, podder ocorrer no
homem;
Lesões pulmonares: nódulos cinza-
amarelados;
Lesões cutâneas: lesão esponjosa
geralmente no membro, larvas
calcificadas formam nódulos,
larvas se alimentam, migram
aumentando a lesão e impedindo a
cura;
As "feridas de verão", + comuns em
àreas sujeitas a traumatismo;
Ocorre mais no verão + moscas;
No inicio das larvas apresenta
muito prurido;
Forma tecido avermelhado e muito
vascularizado;
Forma fibrose (não cicatriza);
ocorre acima do nível da pele;
CLÍNICO: sinais clínicos "ferida
de verão";
LABORATORIAL: lavagem estomacal
para encontrar ovos e larvas,
necropsia procurando lesão e
presença de verme adultos e
raspado de lesões na presença de
larvas;
Uso de anti-helmintíco;
Lesões cutâneas:cauterização,
bandagens p/ evitar as moscas.
Sulfato de cobre na lesão e
vaselina ou hipoglós ao redor para
proteger;
PROFILAXIA
Higiene da água e alimento;
Combate às moscas;
Proteção de ferimentos;
Desverminar;
INTRODUÇÃO
ETIOLOGIA
Patogenia
PITIOSE
Espécie: Pytium
insidiosum
É uma dermatopatia infecciosa;
Causada por um oomiceto aquático
Pytium insidiosum;
São atraídos aos tecidos dos
animais;
 Se fixa e forma tubos
germinativos, iniciando a doença;
É uma doença granulomatosa, que
atinge equinos, bovinos, caninos,
felinos e humanos;
Preferência por áreas tropicais,
subtropicais, e temperadas;
EQUINO MAIS ATINGIDO;
Aparece de forma cutânea,
subcutânea e gastrointestinal;
Pantanal Brasileiro maior
ocorrência;
Microrganismo aquático;
Zoósporos ( fungos) liberados
periodicamente;
Os fungos móveis são atraídos para
o pelo do animal;
penetram na pele através de lesões
pré-existentes e causam a doença;
Temperatura ideal 30 a 40 e
acúmulo de água;
Causa lesões cutâneas granulosas e
úlceras nos membros, cabeça,
partes baixas do tórax e abdome;
Material necrótico amarelado que
se desprende do tecido com
facilidade;
SINAIS CLÍNICOS
Emagrecimento;
Úlceras com muito tecido de
granulação na pele;
Lesões 5 a 30 cm;
Intenso prurido;
Localização da lesão é um sinal;
Morte por caquexia;
DIAGNÓSTICO
Observar os sinais clínicos;
Histopatologia;
isolamento com técnicas
sorológicas (ELISA);
PCR;
TRATAMENTO
Cirúrgico;
Vacina (pitiuvac);
Iodeto de potássio +
Triancinolona;
Alta dose de corticóide
PITIOSE X HABRONEMOSE
Pitiose é muito rápida e
agressiva, em uma uma semana a
ferida dobra de tamanho;
Ferida com granulomas elonge da
linha da pele;
Habronemose é mais lenta e
progressiva; 
Hospedeiros
Definitivos: Bovinos, equinos,
cães, aves, humanos;
Intermediários: moscas do gênero
Musca e Fannia;
Caracteristicas Morfológicas
Caracteristicas Morfológicas
Localização 
Ciclo Biológico
Epidemiologia
Sinais clinicos
Diagnostico e tratamento
Thelazia
Helmintos pequenos, brancos e
amarelados;
Fêmeas maiores;
Grande vestíbulo mas não possuem
lábios;
Estrias na cauda;
Macho não tem asa caudal; 
Helmintos pequenos, brancos e
amarelados;
Fêmeas maiores;
Grande vestíbulo mas não possuem
lábios;
Estrias na cauda;
Macho não tem asa caudal; 
Endoparasita da órbita ocular,
localiza-se no saco conjuntival;
Diferente da maioria dos
espiruroides, a larva L1 não é
ingerida pelo animal com as fezes.
Infecção através de moscas que se
alimentam de secreções oculares;
Fêmeas são larvíparas e depositam
as L1 nas secreções lacrimais;
As L1 são ingeridas pelas moscas
quando estas se alimentam dessas
secreções;
As larvas crescem dentro da mosca
até L3 e migram para as peças
bucais do díptero;
Quando a mosca vai se alimentar de
secreções oculares, as larvas são
liberadas e entram na conjuntiva
de novos hospedeiros.;
Elas crescem e alimentam-se no
mesmo local onde alcançam o
estágio adulto
Infecções ligadas a períodos de
atividade máxima das moscas;
 O parasita pode sobreviver nos
olhos por vários anos;
 Apenas os adultos jovens que são
patogênicos;
 Um reservatório da infecção pode
ficar bovinos assintomáticos;
A sobrevivência de larvas também
ocorre nos estágios de pupa das
moscas durante o inverno;
Lacrimejamento, conjuntivite e
fotofobia;
As moscas normalmente agrupam-se ao
redor dos olhos em razão do excesso de
secreção;
Em casos graves, toda a córnea pode
estar opaca e, sem tratamento,
ceratite progressiva e ulceração da
córnea;
Diagnostico identificação do verme
adulto no saco conjuntival,
Exame morfológico para identificação do
parasito;
 O tratamento é realizado com a remoção
mecânica do parasito;
Administração de um antiparasitário
como levamisol ou uma avermectina;
Caracteristicas Morfológicas
Características do Corpo
Características do Corpo
Tipos de ovos
FILO NEMATODA
Vermes de corpo cilíndrico, vermes
redondos.
Parasitas ou de vida livre.
Maioria apresenta dimorfismo sexual (macho
e fêmea externamente);
São ovíparos;
Infecção se dá pela ingestão de L3.
Machos geralmente menores que as fêmeas.
Variam em tamanho (1mm a 8m).
Sistema digestório completo.
Simetria bilateral;
Revestido por camada incolor, translúcida
(Cutícula); 
Hipoderme localizada abaixo da cutícula;
Fibras musculares (músculos liso e
segmentado que realizam a locomoção por
contração 
Sistema digestório: composto por boca, vestíbulo oral,
lábios, esôfago, faringe, intestino e ânus ou abertura
anal;
Esôfago muscular e com diferentes formas;
Fêmeas de parasitas o intestino termina no ânus;
Machos há uma cloaca que funciona como ânus;
Sistema reprodutor
Feminino:ovário, oviduto e útero didélficos ou
monodélficos, ovoejetor, vagina e vulva (que pode
ser localizada em diferentes regiões do corpo):
 Opistodélficas: vulva região anterior
 Anfidélficas: vulva na região medial
 Prodélficas: vulva na região posterior
Masculino: testículo, ducto deferente, canal
ejaculador, espículos (estrutura quitinizada para a
condução do sêmen a abertura genital), gubernáculo
(pode ser ausente e tem a função de orientar os
espículos na cópula), bolsa copuladora (abraça a
 fêmea durante a cópula).
Simples: casca lisa e sem protuberâncias.
Ex: Ancylostoma
Operculado: protuberância em uma das
extremidades.Ex. Oxyuris
Bioperculado: duas protuberâncias, uma em
cada extremidade. Ex.Trichuris
Larvado: com larva no interior. Ex.
Strongyloides
 Tipos de Fêmeas
Ovovivíparas: postura dos ovos já com um
embrião ou larva formada no seu
interior;
Ovíparas: postura da fêmea de ovos no
primeiro estágio (sem segmentação);
Vivíparas: as fêmeas fazem a postura de
larvas.
Meios de Infecção:
Picada de insetos;
Ingestão de ovos;
Ingestão de larvas;
Ingestão do hospedeiro intermediário (HI);
Infecção cutânea (penetração).
Características Gerais
Características Morfológicas
Características Morfológicas
Ciclo evolutivo
Superfamília Ascaridoidea
Maiores nematoides
Parasitam a maioria dos animais doméstico;
É importante na medicina veterinária pois
causa problema em animais jovens;
Parasita o intestino delgado;
Infecção pela ingestão de ovos contendo a L2;
Ciclo pode ter hospedeiros de transporte e
hospedeiros intermediário;
Vermes grandes, brancos e cor creme opacos;
Boca simples;
Machos com duas espículas mas não tem bolsa;
Se alimentam de quimo intestinal;
Tamanho de 15 a 40cm
Fêmeas colocam até 20 mil ovos por dia;
Ascaris suum
25 cm machos, fêmeas 40cm;
Fêmeas opistodélficas;
Boca trilabiada (três lábios);
Hospedeiro definitivo: suínos
Local: intestino delgado
Sinais Clínicos
Anemia no leitão;
Pulmões: hemorragia;
Fígado: Fibrose hepática;
Intestino delgado: obstrução intestinal,
diarréia ou retenção de fezes;
Convulsões;
Relatos de casos em bovinos em terras
adubadas com fezes de suínos infectados
(fatal);
Epidemiologia
Distribuição mundial;
Maior taxa ocorre entre o nascimento e
primeiros 4 meses de idade;
Maior incidência no verão;
Diagnóstico e Tratamento
Detecção de ovos redondos, com casca grossa e
irregular nas fezes por técnicas de flutuação
(técnica de Willis-Mollay);
Necrópsia;
Benzimidazóis fornecidos na ração por vários
dias;
Ivermectina e levamizol injetável;
Vermifugação de suínos jovens entre 3 a 4
semanas e repetir após 8 semanas;
Controle e Profilaxia
Higiene das pocilgas (soda cáustica, cresol,
fenol, cloro);
Higiene das porcas antes do parto (banho);
Tratamento das porcas antes da reprodução (7
a 10 dias antes a cobertura) e antes do
parto.
Características Morfológicas
Ciclo evolutivo
Patogenia/sinais clínicos:
Diagnóstico
Tratamento
Ascaris lumbricoides
Fêmeas opistodélficas;
Machos com parte posterior do corpo curvada
ventralmente e com extremidade da cauda
romba;
Hospedeiro definitivo: homem.
Local: intestino delgado.
Monoxeno.
Ovos eliminados tornam-se ovo L3 em 15 dias;
Temperatura de 30 a 35 °C;
Depois de chegarem ao intestino delgado,
atingem maturidade sexual em 60 dias;
 Longevidade de 1 a 2 anos;
Sinais clínicos: Tosse, febre, eosinofilia,
alergias, dispinéia, dor torácica, má
digestão, sono intranquilo, ranger dentes a
noite, perda do apetite, vômitos e
emagrecimento;
Detecção de ovos nas fezes por técnicas de
sedimentação (técnica de Lutz);
Pesquisa de larvas no escarro;
Albendazol, mebendazol, levamisol,
pamoato de pirantel, ivermectina.

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