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ANALYTICS APLICADO AO 
MARKETING DIGITAL
W
B
A
04
24
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1.
0
2
Manuel Borges Itapura de Miranda
Londrina 
Editora e Distribuidora Educacional S.A. 
2020
ANALYTICS APLICADO AO MARKETING DIGITAL
1ª edição
3
2020
Editora e Distribuidora Educacional S.A.
Avenida Paris, 675 – Parque Residencial João Piza
CEP: 86041-100 — Londrina — PR
e-mail: editora.educacional@kroton.com.br
Homepage: http://www.kroton.com.br/
Presidente
Rodrigo Galindo
Vice-Presidente de Pós-Graduação e Educação Continuada
Paulo de Tarso Pires de Moraes
Conselho Acadêmico
Carlos Roberto Pagani Junior
Camila Braga de Oliveira Higa
Carolina Yaly
Giani Vendramel de Oliveira
Henrique Salustiano Silva
Juliana Caramigo Gennarini
Mariana Gerardi Mello
Nirse Ruscheinsky Breternitz
Priscila Pereira Silva
Tayra Carolina Nascimento Aleixo
Coordenador
Tayra Carolina Nascimento Aleixo
Revisor
Otávio Daros
Editorial
Alessandra Cristina Fahl
Beatriz Meloni Montefusco
Gilvânia Honório dos Santos
Mariana de Campos Barroso
Paola Andressa Machado Leal
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)__________________________________________________________________________________________ 
Miranda, Manuel Borges Itapura de.
M672a Analytics aplicado ao marketing digital/ Manuel Borges 
Itapura de Miranda. – Londrina: Editora e Distribuidora 
Educacional S.A., 2020.
 42 p.
 ISBN 978-65-87806-31-0
1. Marketing 2. Marketing por banco de dados 3. 
Comportamento do consumidor I. Título.
 
CDD 658.8
____________________________________________________________________________________________
Raquel Torres – CRB 6/2786
© 2020 por Editora e Distribuidora Educacional S.A.
Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser 
reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, 
eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de 
sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, 
por escrito, da Editora e Distribuidora Educacional S.A.
4
SUMÁRIO
Como funciona o analytics e sua configuração ______________________ 05
Como configurar vistas com filtros e usar as metas para avaliar objetivos 
de negócios _________________________________________________________ 21
Como navegar no analytics e visualizar relatórios de visão geral ___ 34
Visualização de relatórios de público-alvo, aquisição e comportamento 
______________________________________________________________________ 47
ANALYTICS APLICADO AO MARKETING DIGITAL
5
Como funciona o analytics e sua 
configuração
Autoria: Manuel Borges Itapura de Miranda
Leitura crítica: Otávio Daros
Objetivos
• Configurar uma conta no Analytics.
• Apresentar as principais funcionalidades da 
plataforma.
• Configurar e visualizar filtros.
6
Introdução
Nesta aula, você terá uma visão do que é o Analytics, como acessar sua 
conta e os principais filtros. O objetivo é dar subsídios práticos no que 
diz respeito a ferramenta, com intuito de acelerar o aprendizado sobre o 
assunto. Vamos lá?
1. Configurar uma conta
Para que você possa usufruir da plataforma do Google Analytics é 
preciso de uma conta de e-mail do Gmail. Tendo isso, faça login no 
Google Analytics.
Para iniciar, acesse “Administrador” (canto inferior esquerdo) e na 
primeira coluna “conta”, selecione “+ Criar conta” no topo do menu.
Em “Configuração da conta” insira um “Nome da conta” (use um nome 
específico e descritivo, para que você saiba exatamente do que se trata 
e não fique perdido caso tenha diversas contas), depois mantenha a 
configuração padrão para adicionar a conta à sua organização atual.
Na etapa seguinte, selecione “web” ou “Google apps” para avaliar seu 
website ou seu aplicativo, respectivamente. Ou, se for o caso de querer 
avaliar os dois, selecione “Aplicativos e Web”.
Em “Como configurar sua propriedade”, insira o nome do site ou do 
aplicativo (use um nome específico e descritivo para aplicativos, também 
inclua o número da edição ou versão).
Caso tenha selecionado a opção “web”, insira o URL do website e 
verifique a sua formatação do URL para que não haja problema.
7
Na sequência, selecione uma “Categoria do setor” e depois o “Fuso 
horário do relatório”. Clique “criar” no final da página e você irá receber 
um “ID de acompanhamento”, exemplo: UA-123456789-0. Este ID é 
o código identificador que fará parte da “tag de site global” que será 
alocada no seu website ou aplicativo. Pronto, conta feita! Instale a tag no 
seu sistema e navegue um pouco pela plataforma para se familiarizar.
Caso você tenha várias contas, propriedades ou visualizações 
configuradas, poderá alternar facilmente entre elas clicando 
no menu que fica no canto superior esquerdo.
Figura 1 – Visualização da página inicial do Google Analytics
Fonte: captura de tela de Analytics.
Ao clicar nele, você pode selecionar por conta, propriedade ou exibição 
(ver Figura 1). Para sair, clique em qualquer lugar na tela fora da janela.
Na imagem a seguir (Figura 2), fica mais claro a estrutura do Analytics 
em “organização”, “propriedades (websites)” e “visualizações”.
8
Figura 2 – Estrutura do Analytics
Fonte: captura de tela de Analytics.
2. Navegar pela plataforma
Vamos passar por alguns campos e links importantes da plataforma 
visando facilitar sua navegação.
2.1 Ícone de alerta 
Ao clicar no ícone de campainha no canto superior direito, este lhe 
mostrará alertas sobre suas propriedades e visualizações do Google 
Analytics. Por exemplo, se sua tag está com problema e não está 
fornecendo informações para serem analisadas.
Figura 3 – Ícone de alerta
 
Fonte: captura de tela de Analytics.
9
Ou se alguma meta não está sendo atingida ou, ainda, se suas 
conversões estão abaixo do esperado.
Figura 4 – Notificações
Fonte: captura de tela de Analytics.
2.2 Comentários, Ajuda e Configurações
No canto superior direito da visualização do Google Analytics, há mais 
dois ícones (vide Figura 3).
10
O ícone “ponto de interrogação” permite enviar comentários ao Google 
Analytics ou pesquisar artigos de Ajuda e o ícone do usuário permite 
alternar entre diferentes contas do Google, gerenciar sua conta atual do 
Google ou sair dela.
2.3 Personalização
Na coluna da esquerda, em “Personalização” é possível criar relatórios 
personalizados, específicos para seus negócios – vamos detalhar melhor 
mais adiante nesta aula.
Figura 5 – Personalização
Fonte: captura de tela de Analytics.
No menu logo abaixo, para navegar entre os relatórios, você usará a 
navegação à esquerda. Vamos comentar sobre cada um.
Figura 6 – Menu “Relatórios”
Fonte: captura de tela de Analytics.
11
2.4 Relatórios em tempo real
No primeiro link você conseguirá visualizar os relatórios em tempo real 
para que você analise o comportamento do usuário em tempo real 
no seu site, por exemplo, como e de onde eles vêm e se sua vinda ao 
website está convertendo em vendas.
Figura 7 – Relatórios em tempo real
Fonte: captura de tela de Analytics.
2.5 Relatórios de público-alvo
Os relatórios de público-alvo mostram características sobre seus 
usuários, como idade e sexo, de onde são, seus interesses, o quão 
engajados eles eram, se são usuários novos ou recorrentes e qual 
tecnologia estão usando. Utilizando estes dados é possível ajustar seus 
produtos e suas campanhas para direcionar melhor a mensagem para o 
público visitante. 
Figura 8 – Relatórios de público-alvo
Fonte: captura de tela de Analytics.
2.6 Relatórios de aquisição
Os relatórios de aquisição contribuem também para você entender 
melhor sobre seu público-alvo, mostram de onde veio seu visitante, qual 
o canal que trouxe ele até seu website:
• Orgânico: pesquisa não paga. Exemplo: Google Search, Bing, Yahoo 
etc.
12
• CPC: pesquisa paga ou “custo por clique”. Exemplo: Google Ads.
• Referência: Tráfego de outro site. Exemplo: web banners.
• Social: rede social. Exemplo: Facebook, YouTube.
• Outro:agrupamento de fontes de tráfego de baixo volume.
Figura 9 – Relatórios de aquisição
Fonte: captura de tela de Analytics.
2.7 Relatórios de comportamento
Os relatórios de comportamento mostram o engajamento que os 
visitantes têm no seu website, incluindo as páginas que visualizaram e as 
páginas de entrada e saída.
Figura 10 – Relatórios de comportamento
 
Fonte: captura de tela de Analytics.
2.8 Relatórios de conversão
Os relatórios de conversão permitem acompanhar as metas do site com 
base nos seus objetivos de negócios. Vamos discutir metas mais adiante. 
Figura 11 – Relatórios de conversão 
Fonte: captura de tela de Analytics.
13
2.9 Administrador
Em “Administrador” é possível verificar todas as suas configurações 
do Google Analytics, como permissões de usuário, código de 
acompanhamento, configurações de visualização e filtros.
Figura 12 – Administrador
Fonte: captura de tela de Analytics.
3. Configuração e visualização de filtros
Agora, vamos iniciar a configuração das vistas (formas de coletar os 
dados). Dentro de cada vista, você pode determinar diferentes filtros e 
assim navegar entre uma e outra vista para analisar melhor os dados 
coletados. Clique na guia “Administrador” (Figura 13), selecione a conta e 
propriedade desejadas. Note que ao criar uma propriedade, o Analytics 
configura automaticamente uma vista “crua”, sem filtros denominada 
“Todos os dados do site”. Esta contém os dados brutos da propriedade. 
14
Para alterar o nome desta vista, basta clicar em “configurações da vista 
da propriedade”, digite o novo nome no campo “nome da vista” e clique 
em “Salvar”.
Figura 13 – Filtros
Fonte: captura de tela de Analytics.
Antes de criar uma vista definitiva é importante testar as 
configurações da vista; então, vamos criar uma “visão de teste”. A 
vista teste é importante para certificar de que irá captar todas as 
informações que precisa. Para configurar uma visualização de teste, 
vá em “Administrador” (Figura 13), em seguida selecione “+Criar 
Vista”. Preencha os campos em “Configurações da vista da propriedade”. 
Recomendamos adicionar uma configuração que filtre seus dados para 
o tráfego automatizado de bot e spider – robôs que acessam websites 
15
para extrair informações – para que você tenha números reais de acesso 
ao seu website (Figura 15). 
Figura 14 – Filtragem
Fonte: captura de tela de Analytics.
3.1 Criando uma vista mestre
A vista mestre será sua visão principal para todos os relatórios e 
análises. Se preferir, você pode simplesmente copiar a visualização 
de teste e renomear – mas sugerimos que teste antes. Para copiar 
a visualização, no canto superior direito, clique em “Copiar Vista de 
Propriedade”. Altere o nome da vista para “Visão Mestre”.
16
Figura 15 – Criando uma vista mestre
Fonte: captura de tela de Analytics.
3.2 Filtros adicionais
Agora que temos nossas vistas criadas, vamos adicionar filtros para 
determinar quais dados queremos que o Analytics exiba em cada 
seleção.
Na “Vista Teste”, sugerimos excluir o tráfego IP interno, para que se 
avalie o comportamento on-line somente de clientes externos, sem a 
influência de acesso de pessoas da própria empresa.
Para isso, acesse o interior do item “Vista”, selecione “Filtros” e em 
seguida “adicionar filtros. Na sequência, dê um nome para seu filtro (ex.: 
excluir tráfego interno), selecione “Predefinido” e as opções: “Excluir” > 
“tráfego dos endereços de IP” > “que contém” > Insira o endereço de IP. 
Clique em “Salvar”.
17
Figura 16 – Filtros adicionais
Fonte: captura de tela Analytics.
Vale entender a diferença entre filtros: “Predefinido” e “Personalizado”. 
Os predefinidos são modelos mais comuns que você usará, que 
envolvem incluir e excluir informações, como o IP. Os filtros 
personalizados permitem que você também selecione itens como 
“nome da campanha’, “origem da campanha”, “navegador”, “item 
comercializado” dentre outras opções. Desta forma é possível definir 
precisamente o que você deseja e não deseja visualizar nos relatórios.
Observe que o filtro que acabamos de criar agora aparece na lista de 
filtros.
18
Figura 17 – Lista de filtros
Fonte: captura de tela de Analytics.
Uma vez que o filtro está salvo e aplicado a um ponto de vista, o Google 
Analytics irá verificar os endereços IP de tráfego para a propriedade web 
e irá excluir aqueles que correspondem ao filtro. Demora um pouco 
para o filtro capturar todo o tráfego. Para testar se o filtro está excluindo 
o tráfego interno, clique em “Relatórios”. Em seguida, clique em “Tempo 
real” no menu de navegação à esquerda. Agora clique em “Visão geral”.
19
Figura 18 – Visão geral
Fonte: captura de tela de Analytics.
No campo “no momento”, você consegue observar a quantidade de 
usuários atualmente ativos no seu website. Este número deve diminuir 
em mais ou menos meia hora, o que confirma a aplicação do filtro, e 
assim que o filtro entrar em vigor, ele não coletará nenhuma atividade 
interna para o endereço de IP que você marcou.
Uma vez o filtro foi verificado, é possível adicioná-lo à sua 
exibição mestre. Clique na guia “Administrador” novamente. Em 
seguida, selecione o menu suspenso “Exibir”. Vá em “Visualização 
principal”. Agora clique em “Filtros”. Em seguida, clique em “Adicionar 
filtro”. Agora, em vez de “Criar novo filtro”, selecione o botão de opção 
“Aplicar filtro existente”.
Isso permitirá que você selecione de uma lista de filtros que você criou 
anteriormente. Clique em “Salvar”. Agora você pode ver que o filtro é 
aplicado à “Visualização principal”.
20
Importante observar que, se você aplicar vários filtros a uma 
visualização, cada filtro será aplicado na ordem em que aparecerem nas 
configurações dele. Portanto, se você tiver dois filtros, os dados passarão 
pelo primeiro filtro antes de passar pelo segundo. Assim, atente para a 
ordem em que você aplica seus filtros.
Referências Bibliográficas 
GOOGLE ANALYTICS. Disponível em: https://analytics.google.com/. Acesso em: 13 
abr. 2020.
21
Como configurar vistas com filtros 
e usar as metas para avaliar 
objetivos de negócios
Autoria: Manuel Borges Itapura de Miranda
Leitura crítica: Otávio Daros
Objetivos
• Como acompanhar uma campanha.
• Implementar o código de acompanhamento.
• Configurar metas de campanhas.
22
Introdução
O Marketing é uma área que se envolve em praticamente todas as 
etapas do processo de criação, produção e venda de um produto ou 
serviço, mas sempre com a preocupação sobre a aceitação dele por 
parte do mercado – seus consumidores.
O Marketing Digital entra na ponta desta cadeia, na linha de frente com 
o cliente. Como o meio on-line tem a característica de facilitar o acesso 
à informação, o contato e interação entre empresa e cliente é intenso 
e, no nosso caso, o mais importante é mensurável. Assim, cada ponto 
de contato cria-se um dado, uma informação relevante que vale ser 
analisada para melhorar este engajamento e consequentemente criar 
valor – preferencialmente para ambos os lados: do lado da empresa 
valor financeiro e do cliente, valor de satisfação.
Agora, vamos entender como acompanhar uma campanha usando 
códigos e metas.
1. Como acompanhar uma campanha
No meio digital, é possível realizar anúncios em diferentes formatos: 
em formato de texto que aparecem em resultados de pesquisas, web 
banners, e-mail marketing ou postagens em redes sociais. Mas, em todos 
os casos, o objetivo é único: comunicar seus produtos e sua marca aos 
clientes. Por isso, é comum usar uma combinação destas ações afim de 
engajar seu cliente e gerar vendas.
23
Figura 1 – Imagem ilustrativa sobre diferentes formatos de anúncios 
on-line
     
Fonte: captura de tela de Analytics.
Então, como funciona a captação de dados de todos estes anúncios em 
formatos diferentes? Utilizando-se de uma tag (um código – informações 
adicionais que você coloca nos links do URL dos materiais de marketing). 
Esta tag inclui parâmetros de acompanhamento seguidos por um sinal 
deigual e termos com e sem hífen.
Quando um cliente acessa qualquer um dos links com a tag, o código 
do Google Analytics resgata esta informação e associa esse cliente 
a sua ação de marketing. Desta forma, você consegue analisar o 
comportamento do cliente, como: de onde veio, quais páginas foram 
acessadas, qual sistema operacional utiliza, dentre outras informações.
Por exemplo, a C&A envia aos clientes um e-mail marketing com links 
para o site da loja. A tag da campanha “e-mail mkt” nesses links permite 
identificar os usuários que chegaram ao site a partir desta ação de 
marketing.
Existem cinco tags diferentes que ajudam a identificar informações 
específicas sobre seu tráfego. As tags “mídia”, “origem” e “campanha” são 
obrigatórias, “conteúdo” e “termo” são opcionais – mas dependendo da 
quantidade de peças de marketing que você criar, elas podem ser úteis 
para ajudar a distinguir uma da outra.
24
• Mídia (source): é o termo do mecanismo (ou forma) que você 
enviou a mensagem para o usuário. Por exemplo, insira “e-mail” se 
você enviou um e-mail marketing.
• Origem (medium): é o termo de onde o usuário veio. A origem 
também diferencia o tipo de mídia. Ou seja, se a mídia for CPC, a 
origem pode ser Google, Bing, Yahoo, entre outros. Se a mídia for 
e-mail, a origem pode ser “boletim”.
• Campanha (campaign): é o nome da sua campanha, como “volta-
as-aulas-2020” ou “promocao-fim-de-ano”. Sempre utilize hífen ou 
o sublinhado para conectar mais de uma palavra ou termo.
• Conteúdo (content): ajuda a diferenciar as versões de uma 
promoção. Isso é útil para testar qual versão de um anúncio 
ou promoção é mais eficaz. Para testar duas versões de um 
boletim informativo, crie as tags “v1-desconto-10reais” e “v2-sem-
desconto”. Assim, elas serão identificadas pelo Google Analytics.
• Termo (term): pode ser usado com uma palavra-chave de alguma 
campanha de pesquisa paga, por exemplo.
2. Acompanhamento de campanhas com 
criador de URL
Para criar uma tag, pode ser por meio de um “URL Builder” encontrado 
on-line ou você pode criar uma planilha. Para tanto, separe as partes em 
colunas e as agrupe usando a função “Concatenar” do Excel. Veja melhor 
na Figura 2:
25
Figura 2 – Planilha Excel para criar uma URL
Fonte: captura de tela de Analytics.
Na hora de criar uma URL, é importante escolher palavras mais 
simples para nomear suas tags. Caso opte por frases, o gerador de URL 
adicionará sublinhados entre as palavras a fim de preencher os espaços. 
Outro ponto importante: o Analytics entende maiúsculas e minúsculas 
como sendo informações diferentes, por exemplo: “DESCONTO” e 
“desconto” são campanhas consideradas distintas. Também fique atento 
para colocar nomes que estejam diretamente ligados àquilo que você 
está fazendo. Por exemplo: se você está trabalhando em uma campanha 
de e-mail marketing, use o termo “e-mail” na tag. Isso irá lhe ajudar na 
hora de analisar os dados nos relatórios.
O “Criador de URL” só gera uma URL por vez. Por isso, se você está 
atuando em uma campanha muito grande, vale seguir o modelo da 
planilha para facilitar a geração de tags em escala.
Figura 3 – Imagem ilustrativa – Exemplo de uma URL
Fonte: captura de tela de Analytics.
Após ter gerado suas tags, realize um teste para verificar se o código 
está de acordo com o que você espera, bem como se foi gerado de 
26
forma correta para que não haja problemas na captação dos dados. 
Para realizar o teste, abra uma janela de navegação anônima. Isso pode 
ser feito no browser Chrome, pelo seguinte atalho: Ctrl+Shift+N, ou vá 
no canto direito superior, nas “três bolinhas”, e selecione “Nova Janela 
Anônima”. Insira a tag (URL) gerada no campo de endereço e espere 
carregar. Depois, navegue normalmente como se você fosse um usuário. 
Explicando melhor: se esta tag pedir para você preencher um formulário, 
faça-o; se for para acessar outras páginas, acesse; se for para usar um 
cupom, realize todo o processo de compra utilizando o mesmo.
Ao fazer o teste, os dados serão carregados instantaneamente nos 
“Relatório em tempo real”. Depois vá na seção “Aquisição” para 
acompanhar o tráfego proveniente das tags que você criou.
Se clicar no nome da campanha, você verá os dados das origens e 
mídias que você inseriu no criador de URLs. Se quiser verificar as outras 
tags relacionadas ao URL, adicione uma dimensão secundária, como 
“Conteúdo do anúncio”.
Isso permite visualizar a dimensão principal “Origem/Mídia” detalhada 
pela tag “Conteúdo” adicionada aos seus links. A Google Store 
diferenciou a tag “Conteúdo” dos boletins informativos entre aqueles 
que oferecem promoções e aqueles que não. Com a dimensão 
secundária “Conteúdo do anúncio”, podemos visualizar quais promoções 
foram mais eficazes em atrair usuários.
Se você usar o criador de URLs com os relatórios do Analytics, 
rapidamente entenderá quais campanhas geraram o tráfego de melhor 
qualidade para o seu site.
27
3. Como configurar metas no Analytics
Existem dois tipos de metas no Analytics:
1. Metas do negócio são baseadas em ações que geram conversões. 
Por exemplo, a inscrição em um formulário ou a conclusão de 
compra de um produto.
2. Metas do Analytics são ações que você pode definir para 
acompanhar estas conversões, assim, é possível entender, por 
exemplo, em qual parte do funil de vendas seus usuários estão 
deixando o website e tomar medidas para melhorar este indicador.
Definir um funil de metas (até 20 metas por vista) é interessante para 
que você consiga mensurar cada etapa do processo, pela qual o cliente 
passa para cumprir uma conversão. Esse funil ajuda a identificar em 
que etapa do processo a conversão foi mais interrompida. Identificado 
o gargalo, uma possível ação seria enviar um e-mail marketing para 
este cliente questionando se ele precisa de mais informações sobre o 
produto ou oferecer um desconto para tentar converter este cliente, 
considerando que este não finalizou a compra mas teve que cadastrar 
um perfil no seu website no início do processo.
A utilização de cada tipo de meta varia de acordo com o tipo de negócio, 
então se for um e-commerce é possível estabelecer não só a meta de 
checkout (compra), mas também saber se seu cliente está conseguindo 
concluir todas as etapas deste processo. Outros tipos de negócios 
podem se beneficiar acompanhando as inscrições ou preenchimento de 
formulários de contato: a navegação nas páginas, o número de páginas 
visualizadas em uma sessão ou o tempo que permaneceu no site.
Assim, o primeiro passo é decidir o que você quer mensurar com base 
nos objetivos do seu negócio. A partir disso, você consegue definir quais 
serão as metas aplicadas no seu website.
28
Para começar, acesse a seção “Administrador” > “Vistas” > “Metas” > 
“Nova meta”. A configuração da sua meta pode ser um pouco diferente, 
pois varia de acordo com o tipo de negócio. O Analytics facilita o início 
do processo de cadastro de meta e oferece algumas sugestões de metas 
de negócios, mas, se preferir, você pode “personalizar uma meta”, basta 
seleciona “personalizar” e seguir as etapas (figura 4).
Figura 4 – Administrador (Metas – Personalizado)
Fonte: captura de tela de Analytics.
O código da posição da meta varia de 1 a 20, mas não impacta na coleta 
de dados, servindo apenas para ajudar você a se organizar.
A seguir, o Analytics oferece quatro tipos de meta que são acionados por 
uma ação específica do usuário:
• Destino é uma página específica do seu site que o cliente alcança.
• Duração é o período que o cliente fica em uma sessão.
29
• Páginas/telas é a quantidade de páginas acessadas por um 
cliente.
• Eventos são ações específicas no site, por exemplo a exibição de 
um vídeo.
Atenção para o fato de que para criar um funil de metas, é necessário 
utilizar a opção “destino”.
Figura 5 – Administrador (Metas – Descrição)
Fonte: captura de tela de Analytics.
No campo “Destino”, insira a URL da última página do processo de 
compra. Aquela página que finaliza o processoe que irá gerar o 
indicador de performance “conversão”. Sugestão: ao invés de escrever 
toda a URL, basta inserir o termo ou expressão específica dela que 
permitirá identificá-la. Para isso, selecione “Expressão Regular” no menu 
dropdown e insira o termo (Figura 6).
30
Figura 6 – Administrador (Metas – Detalhes)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Na parte inferior, clicando em “Verificar essa meta”, é possível confirmar 
se a meta consegue ou não captar dados. Caso não apareça nenhuma 
informação, reveja o termo, pois este termo escolhido pode ser parte de 
outro URL dinâmico e isso afetará o processo de captação de dados.
O Analytics também permite que você estabeleça um valor monetário 
para a meta de conversão. Basta ativar a opção “valor” e digitar o 
valor de cada conversão. Por exemplo, se você entende que para 
cada cadastro realizado sua empresa deveria ganhar R$ 10, isso será 
analisado no final com o valor somado de todos os cadastros realizados.
Após verificar as configurações, ative a opção do funil para adicionar 
etapas. Desta forma, você conseguira analisar se o cliente está passando 
por cada etapa e você associar valores monetários para avaliar quanto 
você está deixando de ganhar caso o cliente deixe seu website em 
alguma etapa do processo. Assim, cada etapa representa uma ação que 
31
precisa ser realizada no seu website para atingir uma meta. Por isso, é 
importante dar um nome para cada etapa e inserir o termo exclusivo 
(expressão regular) da URL das páginas. Caso a etapa seja obrigatória, 
ative a opção obrigatória. Caso não seja, por exemplo, você dá um link 
que para clientes que já tem um pré-cadastro.
Figura 7 – Administrador (Metas – Detalhes2)
Fonte: captura de tela de Analytics.
O fato de ter selecionado uma etapa como obrigatória no funil não 
impacta na operação do website. Esta opção afeta somente o relatório de 
“Conversões”.
Para ver as métricas, vá no relatório “Conversões”, clique em “Metas” e, 
em seguida, “Visão geral”. Desta forma, você pode acompanhar os dados 
de metas em praticamente todos os relatórios.
Para visualizar as atividades dos usuários em cada etapa do funil e 
quantos usuários passaram por elas, vá em “Conversões” > “Visualização 
32
do Funil”. Se houver uma variação muito grande nos números em 
qualquer etapa, cabe verificar o motivo, pois pode ter ocorrido algum 
problema técnico que esteja impedindo o usuário de seguir no processo.
Figura 8 – Funil de vendas
Fonte: captura de tela de Analytics.
As metas sempre servirão de ferramentas fundamentais para uma boa 
gestão e o no Analytics não é diferente. Para se ter uma boa análise 
de dados é preciso de parâmetro e medidas de referência. As metas 
funcionam para isso. Mesmo porque o volume de informações aos quais 
estamos expostos “induziu a necessidade de utilização de ferramentas 
de análise e de gestão necessárias à sua transformação em informação 
33
útil para as organizações, com o objetivo de criar valor para os seus 
negócios” (OLIVEIRA, 2019, [s.p.]).
Assim, os sistemas e ferramentas de análise de dados atualmente são 
vistos por parte das organizações como a principal área de investimento 
tecnológico, com o objetivo de ampliar os seus recursos para responder 
ao rápido crescimento das tecnologias de informação e ao aparecimento 
de elevadas quantidades de dados e informações (OLIVEIRA, 2019).
Referências Bibliográficas
OLIVEIRA, Filipe António Santos. Produção de informação de suporte à decisão 
utilizando uma ferramenta de BI. Dissertação de Mestrado, Universidade de 
Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão. 2019.
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Como navegar no analytics e 
visualizar relatórios de visão geral
Autoria: Manuel Borges Itapura de Miranda
Leitura crítica: Otávio Daros
Objetivos
• Entender os relatórios.
• Compartilhar relatórios.
• Criar dashboards. 
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Introdução
Neste tema, vamos detalhar um pouco mais os relatórios, assim como 
entender como compartilhá-los e ainda criar dashboards para que você 
consiga acessar as principais informações contidas no Analytics sem que 
você precise ficar procurando distintamente em cada relatório.
Navegar pelos relatórios pode parecer simples, mas é importante 
destinar um certo tempo para isso, visto que depois que você sabe 
onde estão localizadas as informações, fica fácil acessá-las sempre que 
precisar.
Invariavelmente, você precisará compartilhar as informações do 
Analytics com alguém, seja seu chefe, seu cliente ou parceiro de 
negócios. Aqui, neste tema, também vamos trabalhar esta questão. 
Vamos lá?
1. Como navegar pelos relatórios
A vista “Visão Geral” sintetiza as dimensões mostradas como métricas de 
“Aquisição”, “Comportamento” e “Conversão”. Isso facilita a interpretação 
delas no contexto do funil de vendas.
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Figura 1 – Relatório Comportamento (visão geral)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Vamos analisar alguns relatórios.
Figura 2 – Relatório Público-alvo (Geográfico – Idioma)
Fonte: captura de tela de Analytics.
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No relatório Público-alvo > Geográfico > Idioma, temos um menu 
padrão:
• Dados resumidos que mostram o resumo das informações 
contidas neste relatório.
• Uso do site mostra métricas de comportamento: usuários, 
duração média e páginas por sessão.
• Conjunto de metas exibe métricas com base nas metas 
configuradas. Só será exibido se você tiver definido alguma meta 
relacionada a esta métrica.
• Comércio eletrônico traz métricas que podem ser aplicadas para 
o contexto de comércio eletrônico, no Analytics.
A seguir, a principal tabela de dados aparece na sequência do gráfico, 
como podemos observar na Figura 3, que mostra o relatório Público-alvo 
> Geográfico > Local. Na primeira coluna temos a dimensão “País”, mas 
é possível visualizar por cidade, continente e subcontinente clicando nos 
links acima da tabela de dados.
Se achar pertinente, adicione outra dimensão à tabela para uma análise 
ainda mais específica, ou dimensão secundária como o Analytics 
denomina. Por exemplo, você pode adicionar “categoria de dispositivo” 
ao relatório de local, para ver que tipos de dispositivos foram usados por 
pessoas de diferentes países, para acessar seu site.
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Figura 3 – Relatório Público-alvo (Geográfico – local)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Observe que cada linha da tabela representa uma parte diferente do 
tráfego na dimensão “País”. Você pode analisar de diversas maneiras 
a tabela de dados. Ao clicar na coluna da tabela, você pode classificar 
os dados em ordem crescente ou decrescente. A seta no cabeçalho da 
coluna mostra a coluna atualmente analisada. Por padrão, no Analytics, 
os relatórios são classificados por usuário.
Isso se faz útil para filtrar tabelas e exibir segmentos de tráfego 
importantes. Na parte superior da tabela, você pode utilizar os filtros 
para incluir apenas itens que contêm o termo na dimensão principal. 
Mais à direita do campo de pesquisa, há diferentes opções de 
visualização ao lado de “Avançado”:
• Tabela de dados: formato padrão de visualização na maioria dos 
relatórios. Os dados são classificados na forma de uma tabela, que 
contém indicadores de aquisição, comportamento e conversão 
para audiências e relatórios de aquisição.
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• Gráfico de pizza: apresenta os mesmos dados da tabela, mas 
em formato de gráfico. Desta forma, fica melhor comparar 
porcentagens gerais, como usuários em computadores, tablets e 
telefones celulares, por exemplo. Você também pode usar o menu 
suspenso “Contribuição total” para selecionar as métricas que o 
relatório exibirá no gráfico.
• Desempenho: gráfico de barras com os dados com porcentagem. 
Isso permite uma comparação de segmentos lado a lado, como o 
país que gera mais tráfego, por exemplo. Assim como no gráfico, 
você pode selecionar os indicadores a serem analisados.
• Comparação: onde pode-se analisar rapidamente o desempenho 
de cada indicador na tabela em relação à média do site.
• Dinâmico: opção para criar uma tabela com linhas e colunas que 
exibamdiferentes valores de dimensão para comparação.
2. Como compartilhar relatórios
O Analytics oferece algumas maneiras para compartilhar os relatórios. 
Para isso basta selecionar dentre as opções Salvar, Exportar ou 
Compartilhar (Figura 4):
• Ao optar por Salvar, a configuração atual e todas as 
personalizações, incluindo segmentos avançados, dimensões 
secundárias, classificação etc., serão aplicadas sempre que 
visualizar o relatório salvo.
• Caso desejar Exportar, você irá gerar um relatório em arquivo com 
extensões pdf, csv, xlsx ou planilhas do Google.
• Selecionando Compartilhar, abrirá uma janela com os campos 
para você inserir o e-mail do destinatário, definir o título do 
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arquivo, o formato (pdf, csv ou xlsx) e um campo para escrever 
uma breve mensagem. Além disso, você também poderá sinalizar 
com qual frequência quer compartilhar este relatório: Uma vez, 
Diariamente, Semanal, Mensalmente, Trimestral.
Figura 4 – Comportamento (visão geral)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Importante salientar que o Analytics processa muitos dados 
simultaneamente para gerar os relatórios e, por isso, às vezes 
analisa apenas uma amostra dos dados coletados pelo processo de 
amostragem – ou seja, uma estimativa com base em uma quantidade 
dos dados. Por isso, ao analisar os dados, verifique o volume de dados 
analisados clicando no ícone ver, ao lado do nome do relatório (Figura 5).
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Figura 5 – Público-alvo
Fonte: captura de tela de Analytics.
Você pode optar por uma “Resposta mais rápida” do relatório ou “maior 
precisão”. Na primeira opção, você conseguirá gerar um relatório mais 
rápido, porém com menos dados, já que ele utilizará uma quantidade 
menor para agrupar os dados. E o segundo garante 100% de coleta dos 
dados, que possibilitará trabalhar melhor sua base de dados e tomada 
de decisão.
3. Painéis e atalhos
Você certamente notará que, ao analisar os relatórios, ficará visível que 
alguns dados, métricas e dados coletados serão mais úteis para a sua 
empresa do que outra. Para isso, vamos entender um pouco sobre 
painéis e atalhos, que podem agilizar a busca pela informação mais certa 
para o seu negócio.
Os painéis podem ser usados para diversos propósitos, para formatar 
resumos dos relatórios com widget em uma única página, por exemplo. 
Ou se desejar, você pode compilar rapidamente uma lista de indicadores 
básicos que refletem o status da sua empresa ou exibir relatórios 
diferentes lado a lado para comparação.
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Para criar um painel, vá em Personalização > Criar, conforme Figura 6:
Figura 6 – Personalização
Fonte: captura de tela de Analytics.
A primeira escolha a ser feita é a seguinte: começar do zero e escolher 
manualmente as métricas, ou optar pelo Painel de Controle de Partida, 
que já vem desenvolvido com alguns gráficos e tabelas pré-definidas. 
Existe também a opção de “importar da galeria”, que são versões de 
painéis criados por usuários do Analytics e que compartilham o modelo 
de painel (somente o modelo, pois os dados serão do seu website).
Figura 7 – Criar painel controle
Fonte: captura de tela de Analytics.
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Ao optar pela “Tela em Branco”, abrirá algumas opções de widget para 
você começar a montar seu painel. Nele, você pode atribuir um nome 
específico, como desejar, e selecionar o formato de visualização (gráfico, 
tabela, pizza etc.).
Caso queira adicionar outro widget posteriormente, basta acessar 
“adicionar widget” no menu, logo abaixo do título do seu relatório, e 
adicioná-lo.
Depois de criar um painel, é também possível “Personalizar painel de 
controle” (Figura 8) a fim de obter uma melhor distribuição dos widgets 
ou deslocar, arrastando e soltando outros para mover o widget no layout. 
Ao lado do título do widget, você pode clicar no ícone de edição para 
editar ou remover as informações do widget.
Figura 8 – Opções de layout
Fonte: captura de tela de Analytics.
Assim como os “Relatórios”, os “Painéis” são passiveis de 
compartilhamento, tanto por e-mail quanto por exportar em pdf ou 
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gerar um link, que permita acesso somente ao modelo do seu painel 
(Figura 9). Inclusive você pode “Compartilhar na Galeria de Soluções do 
Analytics” para que outros usuários possam usufruir também (Figura 
10). Lembrando que você não compartilhará seus dados, somente o 
formato do painel, da mesma forma que é possível aproveitar para 
importar um painel da “Galeria de Soluções do Analytics” pronto e que 
seja interessante.
Figura 9 – Personalização (Painéis)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Outro ponto importante: é possível criar até 20 painéis privados e 50 
painéis compartilhados por vista. No caso dos painéis compartilhados, 
o usuário que receber o compartilhamento tem a liberdade de alterá-lo, 
sem afetar o formato ou dados do seu painel original.
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Figura 10 – Personalização (Painéis – Compartilhar)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Como pudemos analisar, o Analytics oferece diversas maneiras para ter 
acesso às informações mais importantes e de forma rápida. Isso facilita 
o acesso às informações dentro da ferramenta e, também, permite que 
o usuário compartilhe as informações com parceiros interessados.
O Analytics também permite criar alertas (simples notificações). Ao 
acessar a plataforma, é possível programar para disparar e-mails se o 
volume de acessos no website ficar abaixo de uma certa quantidade de 
usuários, por exemplo. Para criar alertas, acesse Adminitrador > Vista 
> Alertas Personalizados. Dê um nome, programe o e-mail, acerte para 
qual vista ele servirá, qual a frequência que o usuário quer receber as 
notificações e a condições do alerta (métricas).
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Referências Bibliográficas
GOGLE ANALYTICS. Disponível em: http://analytics.google.com. Acesso 
em: 19 abr. 2020.
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Visualização de relatórios 
de público-alvo, aquisição e 
comportamento
Autoria: Manuel Borges Itapura de Miranda
Leitura crítica: Otávio Daros
Objetivos
• Analisar e entender os relatórios de público-alvo.
• Analisar e entender os relatórios de aquisição.
• Analisar e entender os relatórios de comportamento.
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1. Relatórios público-alvo
Os relatórios de público-alvo mostram características dos visitantes no 
seu website: localização, idioma, sistema operacional do aparelho usado 
para acessar seu website, idade, sexo, interesses, tempo que ficou no 
seu website.
Depois do relatório de “Visão Geral”, vemos o relatório de “Usuários 
Ativos” que apresenta quantos usuários fizeram pelo menos uma 
sessão no seu site no último dia ou nos últimos 7, 14 e 30 dias, também 
denominado de “alcance do site” ou “retenção”. Se o conteúdo do 
seu website faz com que as pessoas o acessem e retornem ao site, o 
indicador de usuários ativos em cada período deve crescer.
Figura 1 – Relatório de “Visão Geral” (Usuários Ativos)
Fonte: captura de tela de Analytics.
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Na sequência, temos os relatórios de “Valor” da vida útil, “Análise de 
coorte” e “Públicos” que ainda estão em versão Beta e, portanto, não 
vamos detalhá-los aqui.
A seguir, temos os relatórios de “Informações Demográficas” (Figura 2) 
que apresentam informações sobre idade e sexo.
Figura 2 – Relatório “Público-Alvo” (“Informações Demográficas – 
Visão Geral”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Acessando o relatório específico de idade, vemos informações mais 
detalhadas, inclusive uma linha do tempo da quantidade de sessões por 
dia e respectivas faixas etárias que acessaram seu website.
Na tabela logo a seguir, também é possível analisar quantidade de novos 
usuários, sessões, taxa de rejeição, quantidade de páginas acessadas 
e transações por faixa etária. Estas informações podem contribuir 
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para seu planejamento de marketing caso deseje segmentar mercado, 
adequar algum produto ou serviço para uma determinada faixa etária.
É possível realizar uma análise similar, mas segmentado pelo “Sexo”.
Figura 3 – Relatório “Público-Alvo” (“Informações Demográficas – 
Idade”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
O relatório “Interesses”contribui para ampliar o entendimento sobre 
seu usuário com informações de preferência de conteúdo: TV, Música, 
Viagens e Tecnologia, Negócios, Beleza etc. Com estes dados é possível 
verificar se o que você está oferecendo está alinhado com os interesses 
daquele que está lhe visitando. Com isso, é possível direcionar melhor 
suas ações de marketing e comunicação para atrair as pessoas certas 
para seu website.
Para visualizar estes dados é preciso que configure em Administrador > 
Propriedade > Configurações de Propriedade > Recursos de Publicidade 
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e ative “Relatórios de dados demográficos e interesse” (Figura 4). 
Importante: após a ativação, pode levar cerca de 24 horas para que 
consiga visualizar os dados e, se o volume de tráfego no seu website for 
muito baixo, é possível que não consiga visualizar nenhuma informação 
nestes relatórios.
Figura 4 – Administrador (“Configurações da Propriedade”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
O relatório “Geográfico” é considerado um dos mais utilizados pois 
lhe informa o continente, subcontinente, país e cidade do usuário 
por meio do endereço de IP usado em seu navegador. Com isso, você 
pode identificar novos mercados e até atuar na forma como “recebe” 
os usuários no seu website com produtos, serviços ou simplesmente 
adequar mensagens que tenham maior apelo na região de onde vivem.
O mapa permite uma visão ampliada da origem dos usuários e se você 
selecionar “Porcentagem de novas sessões”, por exemplo, é possível 
identificar potenciais mercados com base no tráfego de origem.
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Logo abaixo do mapa, tem uma tabela que ajuda a identificar as áreas 
que tem maiores conversões, transações, mas com taxas baixas de 
tráfego.
Outra forma de identificar as regiões onde você tem um público-alvo 
potencial é avaliar regiões que tem uma taxa de rejeição acima da 
média, ou para usuários que abandonaram seu site. Desta forma, é 
possível otimizar a mensagem do anúncio – ou do website – a fim de 
reduzir o abandono.
Abaixo do relatório “Geográfico”, há vários relatórios de 
“Comportamento” que mostram a frequência com que os usuários 
acessaram e voltaram para o seu website (Figura 5).
Figura 5 – Comportamento (“Usuários Novos x Recorrentes”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
O primeiro relatório dentro do “Comportamentos: Novos x recorrentes” 
apresenta as métricas de aquisição, comportamento e conversão. 
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Analisar esta comparação regularmente é importante para entender 
as mudanças de engajamento dos usuários. Porém, sempre tenha em 
mente os objetivos do site e das suas atividades de marketing ao avaliar 
a relação de usuários novos e recorrentes.
Nos relatórios seguintes, “Frequência” e “Tempo para Retorno” e 
“Engajamento” é possível analisar a quantidade de sessões que são 
provenientes de usuários que retornaram àquela página e o tempo 
médio que cada sessão durou, respectivamente.
Em “Tecnologia”, conseguimos visualizar dados do sistema 
operacional utilizado para acessar seu website. Isso pode útil se estiver 
desenvolvendo um plugin, uma extensão para algum browser, ou mesmo 
um aplicativo e com esta informação você consegue entender quem 
utiliza mais seu website. No entanto, é mais comum que sirva para que 
você realize ajustes no seu website para melhorar a experiência de 
navegação do usuário.
Também é útil entender se os usuários estão acessando seu website 
mais pelo celular do que pelo computador e, com isso, você consegue 
adequar melhor as funcionalidades para este tipo de visualização.
No relatório “Dispositivos móveis”, você encontra detalhes do tráfego 
em versões de smartphones, tablets e computadores assim como nome 
e marca, sistema operacional e outras dimensões, como resolução da 
tela. Use este relatório para identificar se há algum dispositivo que seja 
relevante para seu negócio e, desta forma, traçar estratégias para atuar 
de acordo com este perfil de usuários.
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Figura 6 – Dispositivos Móveis (“Dispositivos”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
2. Relatórios aquisição
Para comparar o desempenho de diferentes canais de marketing e saber 
a origem das conversões e do tráfego de melhor qualidade, acesse os 
relatórios de “Aquisição”. Por meio deles, você conseguirá ajustar suas 
ações de marketing e entender de onde vem o fluxo de usuários do 
website.
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Figura 7 – Relatório Aquisição (“visão geral”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Mas, antes, já se perguntou como o Analytics identifica a origem dos 
usuários? Ele utiliza dimensões que incluem a mídia, a origem e o nome 
da campanha de marketing. Pense na mídia como o meio que levou seu 
usuário para o website, que pode ser: Orgânica, CPC, Referência, E-mail e 
Nenhuma:
• Orgânica: tráfego gerado por pesquisas não pagas, como o 
resultado de uma Pesquisa Google, por exemplo.
• CPC: ou Custo por Clique, indica tráfego gerado por uma 
campanha de pesquisa paga, como anúncios do Google Ads.
• Referência: identifica tráfego gerado quando o usuário clica em 
um website que não é um mecanismo de pesquisa.
• E-mail: indica tráfego de e-mail marketing.
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• (Nenhuma): são usuários que digitaram seu URL direto no 
navegador.
Figura 8 – Identificação de mídia (CPC, Orgânica e Referência)
Fontes: adaptada de https://www.vendamais.com.br e https://www.google.com. Acesso 
em: 20 maio 2020.
A fim de identificar as origens de tráfego úteis, basta ver as combinações 
origem/mídia com mais usuários, o que não significa necessariamente o 
melhor tráfego, pois, para identificar o melhor tráfego, é preciso avaliar 
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a qualidade, ou seja, os usuários provenientes dessas origens interagem 
com o website – e isso converte em vendas? Assim, vale relacionar a 
origem/mídia com a taxa de rejeição para entender se o usuário que 
entra de fato se engaja com o conteúdo proposto.
Vamos analisar o caso do Google Store, que tinha em 2015 a maior 
origem de tráfego via pesquisa orgânica do Google, mas com uma taxa 
de rejeição relativamente baixa em comparação a outras origens. A 
segunda origem de tráfego mais usada era o tráfego direto e em terceiro 
vindo do YouTube, mas com uma das maiores taxas de rejeição.
Para entender melhor usamos a visualização de comparação e 
selecionamos a métrica “Taxa de rejeição” para comparar cada 
combinação de origem/mídia com a média do site. Na Figura 9 a seguir, 
é possível ver que o tráfego do YouTube tinha uma rejeição muito maior 
que a média do site. Assim, foi preciso analisar se o tráfego do YouTube 
não estava sendo direcionado para uma página de destino valiosa na 
visão dos usuários.
Figura 9 – Taxa de rejeição
Fonte: captura de tela de Analytics.
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Para ver apenas as origens de tráfego dos outros canais, acesse o 
relatório “Canais” e clique no nome do canal que abrirá uma lista 
com detalhamento do tráfego. Por exemplo, na Figura 10, ao clicar 
em “Referência” conseguimos visualizar o tráfego proveniente de 
outros websites, no qual havia um link ou um anúncio que direcionou 
para o Google Store. As páginas (URLs) que aparecem no relatório 
“Referencias”, além de indicar a origem do tráfego, abre a oportunidade 
para você fazer parcerias.
Figura 10 – “Aquisição Visão Geral” (detalhes de cada origem)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Então, já entendemos quem é o nosso público-alvo e de onde ele vem, 
agora vamos analisar, no item a seguir, o comportamento dele no seu 
website.
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3. Relatórios comportamento
Neste relatório você consegue, por exemplo, analisar a métrica «Total de 
exibições de página» que é a soma dos carregamentos das páginas.
Vamos analisar o relatório “Todas as páginas”, localizado em “Conteúdo 
do site” (Figura 11).
Figura 11 – Relatório Comportamento (“Conteúdo do site”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
• A métrica “Visualizações de página” exibe a frequência com 
que suas páginas foram visualizadas. Por padrão, os dados são 
exibidos por URI, que é a parte do URL após o nome de domínio na 
barra de endereços do navegador. Ao alterar adimensão principal 
para “Título da página”, você verá esse relatório pelo título listado 
no HTML da página da Web (Figura 12).
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• Outras métricas desse relatório, como “Tempo médio na página” e 
“Taxa de rejeição”, indicam o envolvimento dos usuários com cada 
página do site. Use essas métricas para ver o desempenho das 
páginas e, assim, orientar suas decisões futuras.
Figura 12 – Relatório de Comportamento (“Conteúdo do site” – 
“todas as páginas”)
Fonte: captura de tela de Analytics.
Se quiser aprofundar a análise sobre o comportamento do usuário em 
seu website, acesse “Detalhamento do conteúdo”. Neste relatório, as 
páginas estão agrupadas de acordo com a estrutura de diretório do 
site. Ao clicar em qualquer um deles você conseguirá analisar como 
as páginas do seu website se comportam, e isso poderá lhe ajudar a 
entender o desempenho do conteúdo em uma sessão específica. Caso 
altere para o gráfico de pizza, é possível ver quais sessões são mais 
acessadas.
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O relatório seguinte, “Páginas de destino”, informa sobre as primeiras 
páginas exibidas. Este relatório serve para você monitorar o número de 
rejeições e a taxa de rejeição de cada página de destino. Caso este valor 
seja alto, pode ser que o conteúdo não seja relevante para aqueles que 
estão chegando no seu website.
Por outro lado, o relatório “Páginas de saída” mostram em qual página 
os usuários saíram do seu website. Se você tiver um e-commerce é 
importante analisar se os usuários estão abandonando seu website em 
páginas importantes como o checkout – mas, sem efetuar a compra, 
obviamente. Talvez exista um gargalo que precise ser retificado para que 
haja a conversão.
O relatório “Eventos” acompanha o modo como os usuários interagem 
com elementos específicos do seu website. Por exemplo, é possível usar 
esse relatório para acompanhar os cliques de usuários em um vídeo 
ou em um link para download. No entanto, para acompanhamento de 
eventos é preciso implementar informações adicionais, além do código 
de acompanhamento do Google Analytics.
Referências Bibliográficas
GOOGLE ANALYTICS. Disponível em: http://analytics.google.com. Acesso 
em: 18 mai. 2020.
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Bons estudos!

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