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TEORIA DOS CONJUNTOS
RAFAEL DE MOURA MOREIRA
Sumário
INTRODUÇÃO ������������������������������������������������� 3
CONCEITO DE TEORIA DE CONJUNTOS �������� 4
Representando conjuntos ���������������������������������������������������� 5
Elementos de um conjunto ��������������������������������������������������� 9
Operações entre conjuntos ������������������������������������������������ 10
Subconjuntos ���������������������������������������������������������������������� 14
APLICAÇÕES DE TEORIA DE CONJUNTOS �� 17
Conjuntos numéricos especiais ����������������������������������������� 17
Intervalos numéricos ���������������������������������������������������������� 24
Intervalos abertos e fechados ������������������������������������������� 24
Resolvendo problemas de conjuntos �������������������������������� 26
CONSIDERAÇÕES FINAIS ����������������������������32
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS &
CONSULTADAS ��������������������������������������������33
2
INTRODUÇÃO
Nesta disciplina trabalharemos com alguns con-
ceitos matemáticos que são fundamentais para
as mais diversas áreas de conhecimento�
Nosso principal objetivo é que você seja capaz de
utilizar esses conceitos para compreender melhor
outras disciplinas ao longo de seu curso, bem como
resolver problemas na sua vida e em seu trabalho�
Sendo assim, não se restrinja à leitura dos concei-
tos teóricos e definições. Ao invés disso, procure
sempre praticar os conceitos após estudá-los por
meio dos exercícios propostos�
Neste e-book conheceremos um pouco a Teoria
dos Conjuntos� Começaremos formalizando con-
juntos, estudando as relações existentes entre
eles e as operações que podemos realizar entre
conjuntos� Também conheceremos maneiras de
representá-los graficamente. Por fim, estudaremos
alguns conjuntos especiais na matemática e en-
tenderemos como utilizar os conceitos aprendidos
para resolver alguns problemas reais�
3
CONCEITO DE TEORIA DE
CONJUNTOS
Desde cedo, todos nós desenvolvemos uma noção
intuitiva de conjuntos� Mesmo quem nunca estudou
Teoria de Conjuntos consegue imaginar alguma
espécie de agrupamento ou coleção de objetos ao
escutar a palavra “conjunto”. Por exemplo, quando
citamos um “conjunto musical”, muitas pessoas
imediatamente imaginam um grupo de músicos�
Podemos ter conjuntos de praticamente tudo:
números, palavras, pessoas, ou até mesmo outros
conjuntos� Conjuntos podem, inclusive, não ter
qualquer tipo de objeto: um conjunto vazio ainda
é um conjunto�
Formalmente, um conjunto é uma coleção de ele-
mentos� Um detalhe para se atentar é que em um
conjunto todo elemento é único� Sendo assim, o
conjunto de todos os dígitos que formam o número
2022 contém apenas dois elementos: o dígito “0”
e o dígito “2”�
Conjuntos podem conter uma quantidade finita de
elementos ou uma quantidade infinita de elementos.
Vejamos alguns exemplos de possíveis conjuntos:
y Conjunto de estudantes matriculados na FAM;
y Conjunto de números divisíveis por 3;
y Conjunto de cidades de um estado;
4
y Conjunto de números ímpares divisíveis por 2�
Note que o segundo conjunto é infinito. Se partirmos
do número 3, podemos somar 3 a ele infinitamente,
e a cada operação teremos um novo elemento dis-
tinto que obedece à regra de formação do conjunto�
Já o quarto conjunto é claramente um conjunto
vazio: pela definição, um número ímpar jamais
será divisível por 2� Logo, o conjunto não possui
elementos�
REPRESENTANDO CONJUNTOS
Enumeração
Conjuntos podem ser representados de diferentes
maneiras. A forma mais simples é por meio da enu-
meração de seu conteúdo. Para isso, utilizaremos
chaves para delimitar o conjunto e separaremos seus
elementos por vírgula. Vejamos alguns exemplos:
A={3,6,9,12,15,18 …}
B={0,2}
C={a,e,i, o,u}
D= { }
E= Ø
5
Tanto o conjunto D quanto o conjunto E represen-
tam o conjunto vazio. Podemos representá-lo tanto
por meio do símbolo Ø(vazio) quanto das chaves
vazias (mas não combinando ambos: {Ø}).
Regra de formação
No exemplo anterior, note que o conjunto A repre-
senta um conjunto infinito. Os 3 pontos indicam
que o conjunto continua além dos elementos
representados. A ideia intuitiva que temos é que
existe uma regra que podemos generalizar a par-
tir dos elementos dados para gerar os próximos
elementos�
Existe uma maneira mais direta de representar
conjuntos com esse tipo de comportamento. Ao
invés de enumerar seus índices, podemos escrever
a regra de geração do conjunto�
Considere, por exemplo, a inequação abaixo:
Equação 1: exemplo de inequação
2x> 4
Você provavelmente já viu em algum momento a
solução para inequações como essa sendo repre-
sentada na forma de um conjunto, com sua regra
de formação, como no exemplo abaixo:
6
Equação 2: conjunto solução da inequação
S={x ∈ ℝ| x > 2}
A regra acima significa “x pertence aos reais tal que
x é maior do que 2”� Ou seja, qualquer número real
superior a 2 pertence a esse conjunto� Explicaremos
em mais detalhes o significado completo de cada
parte dessa regra, e você será capaz de utilizar
essa notação para representar outros conjuntos�
Diagramas de Venn
Para facilitar a visualização de relações e opera-
ções entre conjuntos, existe uma representação
gráfica bastante conveniente, conhecida como
diagrama de Venn�
Em um diagrama de Venn, conjuntos podem ser
representados por formas geométricas (geralmente
círculos), que podem ser parcialmente ou totalmente
sobrepostos� Regiões de sobreposição represen-
tam elementos que pertencem simultaneamente
a mais de um conjunto�
Na figura a seguir, o círculo azul representa os
elementos de um conjunto A, o círculo vermelho
representa os elementos de um conjunto B e o círculo
verde representa os elementos de um conjunto C�
7
Note que há regiões de sobreposição no diagrama�
A região onde A e B se sobrepõem, por exemplo,
representa os elementos que pertencem simulta-
neamente aos conjuntos A e B. A pequena região
triangular ao centro representa elementos perten-
centes a A, B e C simultaneamente.
Figura 1: exemplo de diagrama de Venn�
A
B C
Fonte: elaboração própria�
Utilizaremos diagramas de Venn para ilustrar as
diferentes operações entre conjuntos e, posterior-
mente, discutiremos como utilizá-los para resolver
problemas�
8
ELEMENTOS DE UM CONJUNTO
A principal relação entre um elemento e um con-
junto é o pertencimento: um elemento pode ou não
pertencer a um conjunto� Quando um elemento
pertence a um conjunto, utilizaremos o símbolo
∈(pertence)� Caso contrário, utilizaremos o símbolo
∉ (não pertence)�
Considere o seguinte conjunto: A={1, 3,5,7,9}�
Podemos afirmar que:
y 1 ∈ A (1 pertence a A).
y 2 ∉ A (2 não pertence a A).
O número de elementos que pertencem a um con-
junto é chamado de cardinalidade do conjunto. A
cardinalidade de um conjunto “A” qualquer pode
ser escrita como |A| (Letra A entre barras verticais).
No exemplo anterior, |A|= 5�
Para o conjunto vazio, representado por { } (chaves
vazias) ou ∅ (símbolo de vazio), dizemos que não
existe elemento que pertence a ele (por exemplo, ∌x
| x ∈ A, literalmente “não existe x tal que x pertença
a A). Portanto, sua cardinalidade sempre será zero.
9
Alguns conjuntos podem ter cardinalidade infinita,
como o conjunto ilustrado na Equação 2�
Utilizaremos diagramas de Venn para ilustrar as
diferentes operações entre conjuntos e posterior-
mente discutiremos como utilizá-los para resolver
problemas�
OPERAÇÕES ENTRE CONJUNTOS
União
A união entre dois conjuntos, denotada por ∪, é
um conjunto formado por todos os elementos
pertencentes a cada um dos conjuntos. Note que,
como conjuntos, não devem possuir elementos
repetidos, um elemento presente nos dois
conjuntos originais aparecerá uma única vez no
conjunto união. Exemplo:
A = {1, 3, 5, 7, 9}
B = {3, 4, 5}
A ∪ B = {1, 3, 4, 5, 7, 9}
10
Figura 2: união entre conjuntos A ∪ B (conjunto união de
A e B).
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Venn0111.svg�
Acesso em: 20 abr. 2022.
IntersecçãoTodo
produto entre 2 números reais negativos resulta em
um número positivo. Portanto, a raiz quadrada de
um número negativo não pode pertencer aos reais�
Esses novos números receberam o nome de nú-
meros imaginários� Como qualquer número real
negativo pode ser escrito como o produto entre
menos 1 e um número real positivo, definimos
uma constante imaginária:
𝑖𝑖 = −1
Surge, assim, uma nova família de números que
precisam de 2 componentes para ser representados:
uma componente real, composta por um número
real puro, e uma componente imaginária, composta
por um número real multiplicado pela constante
imaginária, ou seja, um número c qualquer pode
ser escrito como a = bi, onde a e b são reais�
Assim, podemos definir um novo conjunto numé-
rico, chamado de conjunto dos complexos� Ele é
representado por um C estilizado, ℂ (símbolo dos
números complexos), e sua definição é:
21
ℂ = {a + bi |a,b ∈ ℝ}
Note que todos os números reais podem ser es-
critos nessa forma, adotando b = 0 (b igual a 0)�
Também podemos representar números imaginários
puros nessa forma, adotando a = 0 (a igual a zero)�
Portanto, os números reais são um subconjunto
dos números complexos�
Figura 6: relações entre os conjuntos numéricos�
e πv
√2
1+i√3
i
0
-1
-2
-7/11
1.333...
ℕ
ℤ
ℚ
ℝ
ℂ
Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Number-
SetinC�svg. Acesso em: 20 abr. 2022.
22
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:NumberSetinC.svg
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:NumberSetinC.svg
Devido ao alto grau de abstração dos problemas que
levaram ao descobrimento dos números imaginários (e,
possivelmente, da infelicidade na escolha de seu nome),
muitas pessoas acreditam que eles são apenas uma
“invenção” e não existem “de verdade”�
Uma maneira mais clara de entender como números
complexos podem representar fenômenos reais é pensar
em um vetor� Quando descrevemos o movimento de um
corpo em um plano, por exemplo, esse corpo pode estar
se movendo simultaneamente em 2 dimensões (horizontal
e vertical)� É como pressionar o botão direcional de um
controle de videogame para a diagonal. Para descrever
o movimento do corpo, não podemos utilizar apenas 1
número� É necessário usar 2 números, um para cada
componente de seu movimento�
Números complexos nada mais são do que números
com 2 componentes� Eles surgem ao trabalharmos com
eletromagnetismo (por exemplo, para modelar o com-
portamento de circuitos elétricos em corrente alternada),
em diversas equações modelando campos e partículas
na física moderna e até mesmo em sistemas de controle
e técnicas de processamento digital de sinais, onde o
sinal pode representar diversos fenômenos, como sons,
imagens, temperatura, velocidade etc�
FIQUE ATENTO
23
INTERVALOS NUMÉRICOS
Nós podemos formar conjuntos numéricos arbitrá-
rios montando uma regra dizendo de qual conjunto
especial nossos números virão, bem como os
valores de início e fim de um intervalo.
Focaremos em intervalos de números reais� Seria
bastante difícil definir por enumeração um con-
junto contendo todos os números reais entre 3 e
6, incluindo o 3, por exemplo, afinal, no conjunto
dos reais, existem infinitos números entre dois
números quaisquer. Porém, por meio de uma regra
de formação, é possível descrever o conjunto na
forma de um intervalo:
s = {x ∈ ℝ | 3y Forma de conjunto: 𝑆𝑆 = 𝑥𝑥 ∈ ℝ 𝑥𝑥 >
1
5 }
30
y Forma de intervalo: 𝐼𝐼 = ] %
&
, ∞ [ ou 𝐼𝐼 = ( %
&
, ∞ )
y Reta numérica:
Figura 11: reta numérica, exemplo 2�
0 0,2 1 2 ...
ℝ
Fonte: elaboração própria�
Note que mantivemos a bolinha aberta em 0,2 (ou
seja, um quinto), pois o resultado que obtivemos é
que x deve ser MAIOR, e não maior ou igual.
Pelo mesmo motivo, na notação de intervalo uti-
lizamos o colchete virado para fora� Como esse
intervalo vai até o infinito, também mantivemos o
colchete virado para fora no outro extremo, afinal,
intervalos até o infinito sempre são considerados
abertos�
31
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Chegamos ao fim de nossos estudos sobre teoria
dos conjuntos, coleções de elementos únicos�
Aprendemos a representar conjuntos por meio
da enumeração, onde listamos todos os seus
elementos entre chaves, bem como pela regra de
formação, onde utilizamos símbolos para descrever
uma condição para que um elemento pertença ao
conjunto�
Em seguida, estudamos como utilizar diagramas de
Venn para compreender relações entre conjuntos�
Utilizamos os diagramas para nos auxiliar confor-
me aprendemos a realizar diferentes operações,
como a união, a intersecção e a diferença entre
os conjuntos�
Por fim, utilizamos esse básico de teoria de con-
juntos para definir alguns conjuntos numéricos
muito importantes na matemática, conhecemos
uma notação enxuta para representar conjuntos
formados por números sequenciais, conhecida
por intervalo e, por fim, abordamos exemplos de
problemas reais utilizando tudo o que foi aprendido�
Lembre-se de fazer exercícios para praticar todo
esse conteúdo!
32
Referências Bibliográficas
& Consultadas
AXLER, S. Pré-cálculo: uma preparação para
o cálculo com manual de soluções para o
estudante. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN/LTC, 2016.
[Minha Biblioteca].
GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos
para a Ciência da Computação: Matemática
Discreta e suas aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro:
GEN/LTC, 2017. [Minha Biblioteca].
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Vol� 1�
6. ed. Rio de Janeiro: GEN; LTC, 2018. [Minha
Biblioteca].
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, Vol� 2�
6. ed. Rio de Janeiro: GEN; LTC, 2018. [Minha
Biblioteca].
MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O.
Introdução ao Cálculo para Administração,
Economia e Contabilidade. 2. ed. São Paulo:
Saraiva, 2018. [Minha Biblioteca].
RODRIGUES, A. C. D.; SILVA, A. R. H. S. Cálculo
diferencial e integral a várias variáveis. Curitiba:
InterSaberes, 2016. [Biblioteca Virtual Pearson].
ROGAWSKI, J.; COLIN, A. Cálculo. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2018. [Minha Biblioteca].
SILVA, P. S. D. Cálculo Diferencial e Integral� 1�
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. [Minha Biblioteca].
Introdução
Conceito de Teoria de Conjuntos
Representando conjuntos
Elementos de um conjunto
Operações entre conjuntos
Subconjuntos
Aplicações de Teoria de Conjuntos
Conjuntos numéricos especiais
Intervalos numéricos
Intervalos abertos e fechados
Resolvendo problemas de conjuntos
Considerações finais
Referências Bibliográficas & Consultadasy Forma de conjunto: 𝑆𝑆 = 𝑥𝑥 ∈ ℝ 𝑥𝑥 >
1
5 }
30
y Forma de intervalo: 𝐼𝐼 = ] %
&
, ∞ [ ou 𝐼𝐼 = ( %
&
, ∞ )
y Reta numérica:
Figura 11: reta numérica, exemplo 2�
0 0,2 1 2 ...
ℝ
Fonte: elaboração própria�
Note que mantivemos a bolinha aberta em 0,2 (ou
seja, um quinto), pois o resultado que obtivemos é
que x deve ser MAIOR, e não maior ou igual.
Pelo mesmo motivo, na notação de intervalo uti-
lizamos o colchete virado para fora� Como esse
intervalo vai até o infinito, também mantivemos o
colchete virado para fora no outro extremo, afinal,
intervalos até o infinito sempre são considerados
abertos�
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Chegamos ao fim de nossos estudos sobre teoria
dos conjuntos, coleções de elementos únicos�
Aprendemos a representar conjuntos por meio
da enumeração, onde listamos todos os seus
elementos entre chaves, bem como pela regra de
formação, onde utilizamos símbolos para descrever
uma condição para que um elemento pertença ao
conjunto�
Em seguida, estudamos como utilizar diagramas de
Venn para compreender relações entre conjuntos�
Utilizamos os diagramas para nos auxiliar confor-
me aprendemos a realizar diferentes operações,
como a união, a intersecção e a diferença entre
os conjuntos�
Por fim, utilizamos esse básico de teoria de con-
juntos para definir alguns conjuntos numéricos
muito importantes na matemática, conhecemos
uma notação enxuta para representar conjuntos
formados por números sequenciais, conhecida
por intervalo e, por fim, abordamos exemplos de
problemas reais utilizando tudo o que foi aprendido�
Lembre-se de fazer exercícios para praticar todo
esse conteúdo!
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Referências Bibliográficas
& Consultadas
AXLER, S. Pré-cálculo: uma preparação para
o cálculo com manual de soluções para o
estudante. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN/LTC, 2016.
[Minha Biblioteca].
GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos
para a Ciência da Computação: Matemática
Discreta e suas aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro:
GEN/LTC, 2017. [Minha Biblioteca].
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Vol� 1�
6. ed. Rio de Janeiro: GEN; LTC, 2018. [Minha
Biblioteca].
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, Vol� 2�
6. ed. Rio de Janeiro: GEN; LTC, 2018. [Minha
Biblioteca].
MORETTIN, P. A.; HAZZAN, S.; BUSSAB, W. O.
Introdução ao Cálculo para Administração,
Economia e Contabilidade. 2. ed. São Paulo:
Saraiva, 2018. [Minha Biblioteca].
RODRIGUES, A. C. D.; SILVA, A. R. H. S. Cálculo
diferencial e integral a várias variáveis. Curitiba:
InterSaberes, 2016. [Biblioteca Virtual Pearson].
ROGAWSKI, J.; COLIN, A. Cálculo. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2018. [Minha Biblioteca].
SILVA, P. S. D. Cálculo Diferencial e Integral� 1�
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. [Minha Biblioteca].
Introdução
Conceito de Teoria de Conjuntos
Representando conjuntos
Elementos de um conjunto
Operações entre conjuntos
Subconjuntos
Aplicações de Teoria de Conjuntos
Conjuntos numéricos especiais
Intervalos numéricos
Intervalos abertos e fechados
Resolvendo problemas de conjuntos
Considerações finais
Referências Bibliográficas & Consultadas