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Anatomia da Pele e Anexos

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Introdução da anatomia 
da pele e Anexos 
Anatomia e Fisiologia da Pele e 
Anexos 
Dr Jauru de Freitas 
Coordenador do Grupo de Dermatologia 
Avançada 
Presidente da Academia Brasileira de Laser 
Fotomedicina 
Academiabrasileiradelaser.blogspot.com.br 
 
ANATOMIA DA PELE 
 A pele é a estrutura que cobre o nosso 
organismo, tem uma extensão aproximada de 
2m2 e constitui 15% do peso corporal, 
representando assim, o maior órgão do 
corpo. 
 A pele é praticamente idêntica em todos os 
grupos étnicos, diferenciando-se entre eles 
pela atividade dos melanócitos. 
 Nos indivíduos de pele mais escura os 
melanócitos produzem mais melanina que nos 
de pele clara, porém seu número é 
semelhante. 
 
ANATOMIA DA PELE 
 Na sua superfície, encontram-se as 
estruturas filiformes ou pêlos que têm 
distintas denominações: 
 Cabelo (couro cabeludo); 
 Pêlo sexual (axilas, virilhas); 
 Pêlo corporal (restante). 
 
Funções da pele 
 Controlar a entrada de substâncias 
nocivas; 
 Evitar as radiações; 
 Regular a perda de calor; 
 Fazer síntese de vitamina D. 
Estrutura da pele 
A pele apresenta ANEXOS CUTÂNEOS 
(pêlos, glândulas sebáceas e sudoríparas e 
as unhas) e possui três camadas: 
 Epiderme 
 Derme 
 Hipoderme 
Epiderme 
 Nela consideramos várias camadas. De baixo 
para cima: 
 Camada BASAL: é a área ativamente 
reprodutora da epiderme, há mitose 
(formação de células) de maneira constante, 
as novas células vão subindo para superfície 
da pele, empurradas pelas que vão 
formando-se depois. 
 À medida que migram até a superfície vão 
sofrendo um processo fisiológico de 
queratinização; 
 
Epiderme 
 As principais células da epiderme são os 
queratinócitos, que nascem na camada 
basal e sintetizam uma substância 
denominada queratina. A epiderme 
protege o organismo dos agentes 
externos. 
 
Estrutura da Pele 
 
SISTEMA PIGMENTAR E A FORMAÇÃO DE 
MELANINA 
 
 A melanina é a estrutura responsável pela 
pigmentação. 
 É uma proteína com função de proteger 
os tecidos contra os efeitos nocivos dos 
raios solares. 
 Absorve energia nas faixas do ultravioleta 
(UV), visível (V) e infravermelho (IV), e 
age como radicais livres não reativos, 
capaz de neutralizar os radicais livres 
produzidos pela pele, quando esta é 
exposta à luz solar. 
 
 
SISTEMA PIGMENTAR E A FORMAÇÃO DE 
MELANINA 
 
 As estruturas responsáveis pela síntese de 
melanina são os MELANÓCITOS, localizados no 
limite dermo epidérmico, na camada BASAL, 
entre os queratinócitos (ou ceratinócitos). 
 Os MELANÓCITOS possuem em seu interior os 
MELANOSSOMAS, responsáveis pelo acúmulo de 
melanina. 
 Após sintetizados, os grânulos de melanina são 
transferidos para células vizinhas, os 
queratinócitos. 
 Na sequência, os grânulos são degradados e a 
melanina é eliminada na superfície da pele ou dos 
pêlos. 
 
 
Derme 
 Camada intermédia entre a epiderme (acima) e hipoderme 
(abaixo), responsável pela elasticidade e resistência da 
pele, composta por: 
 TECIDO CONJUNTIVO – formado por substância amorfa que 
contém fundamentalmente mucopolissacarídeos, ácido 
hialurônico, sulfato de condroitina, água, sais minerais e 
proteínas; 
 CÉLULAS: fibroblastos, mastócitos, macrófagos; 
 FIBRAS de três tipos: 
 Colágeno - fibra protéica. Apresenta principalmente 
colágeno do tipo I (80%); 
 Elastina; 
 Reticulares. 
 
Derme 
 Topograficamente: 
 Camada papilar: mais 
superficial, em contato 
com a epiderme, 
formada 
fundamentalmente por 
colágeno tipo I, fibras 
elásticas e fibroblastos; 
 Camada reticular: mais 
profunda, predomínio de 
fibras colágenas, 
principalmente do tipo I. 
 
 
Hipoderme 
 Camada de pele que vai desde a derme 
reticular até o tecido muscular. É 
fundamentalmente constituída por células 
de gordura, os ADIPÓCITOS, envolvidas 
por tecido conjuntivo. 
 As funções da hipoderme são proteção de 
traumas físicos, reserva energética, 
isolante térmico e fixação de órgãos. 
 
Hipoderme 
 
ANEXOS CUTÂNEOS 
O Pêlo 
 
 O pêlo 
O pêlo 
 O pêlo é formado por células epiteliais 
queratinizadas. Cada pêlo provém de uma 
invaginação tubular da epiderme, que se 
funde na derme e denomina-se folículo piloso. 
 O folículo piloso apresenta uma dilatação 
terminal, o bulbo piloso em cujo vértice fica 
cravado à papila. No bulbo piloso há uma 
massa de células epiteliais que denominam-
se matriz. É nessa área que estão as células 
germinativas que produzem o pêlo. 
 
O pêlo 
 A matriz é regulada pelo sistema nervoso 
e hormonal. 
 Os pêlos estão distribuídos por toda a 
superfície da pele em número, 
comprimento e espessura variáveis, com 
exceção de certas regiões como: 
 palmas e plantas dos pés, lateral dos 
dedos, lábios, clitóris, lábios menores, 
glande. 
 
 O pêlo 
A estrutura do pêlo 
 2 partes: RAIZ – interna; HASTE – externa; 
 2 tipos: LANUGO OU VELUS (fino, curto, claro como por 
ex.: pêlo no rosto das mulheres); TERMINAL (mais 
espessos, pigmentados, longos, como: barba, axilar, 
púbicos, cabelos). 
 3 Camadas: MEDULA (mais interna), CÓRTEX E CUTÍCULA 
(mais externa). 
 A melanina dá a coloração ao pêlo. É produzida pelos 
melanócitos na base do pêlo. Pode apresentar-se como 
eumelanina, feomelanina e eritromelanina. A cor do pêlo é 
definida conforme a predominância de cada um deles: 
negro ou castanho, predomina-se a eumelanina; amarelo, a 
feomelanina; ou vermelho, a eritromelanina. O branco 
caracteriza-se pela ausência de pigmento. 
 A velocidade normal de produção da haste do pêlo é de 
0,35mm/dia. Essa velocidade vai depender da localização, 
sexo, idade. 
 
O pêlo 
FASES DO PELO 
 
Fases do pêlo 
 ANÁGENA: fase de atividade mitótica da 
matriz e crescimento do pêlo que dura 
aproximadamente 2-5 meses; cerca de 85% 
dos pêlos estão nesta fase. 
 Na fase Anágena os pêlos estão próximos das 
células da matriz, já nas outras fases os pêlos 
estão mais separados da papila e das células 
da matriz, portanto: OS PÊLOS SÃO MELHOR 
ELIMINADOS NA FASE ANÁGENA, quando 
existe uma maior concentração de melanina e 
contato com as células da matriz, o que 
permite a sua destruição. 
 
 
Fases do pêlo 
 CATÁGENA: fase de latência; dura 
aproximadamente três semanas; nesta 
fase o pêlo está sendo expulso; 1-2% dos 
pêlos estão na fase catágena. O pêlo se 
afasta da papila. 
 
 
Fases do pêlo 
 TELÓGENA: fase de repouso. O bulbo se 
aproxima da superfície e toma uma forma 
arredondada desprendendo-se facilmente ao 
menor puxão. Este período tem uma duração 
de aproximadamente 2-5 meses; 13-14% dos 
pêlos estão nesta fase. O folículo nesta fase 
está inativo ou adormecido até que se inicie 
uma nova fase anágena e o estimule, 
repetindo assim o CICLO: ANÁGENA – 
CATÁGENA - TELÓGENA. 
 . 
 
 Fases do Pelo 
Densidade de fios 
 Existem cerca de 65 a 85 folículos 
pilosos/cm2 em axilas, púbis, 
extremidades e cerca de 350 folículos/cm2 
no couro cabeludo. 
 Após a fase de repouso, um novo pêlo 
volta a crescer no mesmo folículo, cada 
pêlo tem o seu ciclo próprio 
 
 Área Corporal 
 Densidade do 
Folículo 
Profundidade do 
Folículo 
 Couro Cabeludo 350/cm2 5-7 mm 
 Barba 500/cm2 2-4 mm 
 Buço 500/cm2 1-2.5 mm 
 Axilas 65/cm2 4-5 mm 
 Peito/Costas 70/cm2 2-5 mm 
 Seios 70/cm2 2-4 mm 
 Braços 80/cm2 2-4 mm 
 Pernas 60/cm2 2-4.5 mm 
Região Púbica/ 
Bikini 
70/cm2 4-5 mm 
ANEXOS CUTÂNEOS 
As glândulas 
Glândula Sebácea 
 Trata-se de um elemento inseparável do 
folículo piloso, por esta razão, é também 
chamada de “folículo ou complexo pilo 
sebáceo”. Segrega uma substância 
denominada sebo. 
 Existem complexos pilo sebáceos em todo o 
corpo exceto nas palmas das mãos e plantas 
dos pés. 
 Encontram-se em maior número no couro 
cabeludo e rosto. 
 Anatomicamente relacionado com o folículo 
encontra-seo músculo eretor do pêlo, 
responsável pelo reflexo de arrepio. 
 
Glândulas Sudoríparas 
 São glândulas especializadas na secreção 
de suor. Existem dois tipos: apócrinas 
que são também anexas ao folículo piloso 
e estão desenvolvidas fundamentalmente 
nas axilas e virilhas; e as glândulas 
sudoríparas écrinas que estão 
distribuídas por toda a superfície cutânea, 
sendo mais abundantes nas palmas das 
mãos e plantas dos pés e não têm relação 
com o folículo piloso. 
 
Glândulas Sudoríparas 
 São glândulas especializadas na secreção 
de suor. Existem dois tipos: apócrinas 
que são também anexas ao folículo piloso 
e estão desenvolvidas fundamentalmente 
nas axilas e virilhas; e as glândulas 
sudoríparas écrinas que estão 
distribuídas por toda a superfície cutânea, 
sendo mais abundantes nas palmas das 
mãos e plantas dos pés e não têm relação 
com o folículo piloso. 
 
Avaliação 
 : Exame Objetivo ک
 Inspeção 
 Palpação 
Pinçamento Digital 
Digito-pressão ou Vitro-pressão 
Compressão Linear 
 
 :Exame Subjetivo ک
 
Sintomas: Prurido? 
 Ardência? 
Sensibilidade? 
 
 Anamnese ک
 
Exame Objetivo 
○ Feito em sala bem iluminada, com luz solar ou fluorescente. 
 
○ A luz deve vir por trás do examinador 
 
○ Inicialmente examinar a(s) lesão(ões) de longe para se ter uma visão geral. 
 
○ Depois aproximar-se (20 a 30cm) de distância. 
 
 
Obs: Para se ter uma avaliação mais detalhada, pode-se usar uma lupa. 
 
 
INSPEÇÃO 
Exame Objetivo 
PALPAÇÃO 
○ Presença de lesões sólidas 
 
○ Localização 
 
○ Volume 
PINÇAMENTO DIGITAL 
○ Espessura 
 
○ Consistência 
Exame Objetivo 
DIGITOPRESSÃO OU VITROPRESSÃO 
○ Pela pressão dos dedos ou com uma lâmina de vidro, provoca-se uma 
 isquemia local. 
○ Responsável pela diagnose diferencial de um eritema da púrpura 
 ou outras manchas vermelhas. 
○ Importante também na diagnose do Nêvus Anêmico. 
COMPRESSÃO LINEAR 
○ Através da depressão provocada, nos permite reconhecer 
ou confirmar um edema. 
○ Permite avaliar um dermografismo. 
Histórico 
Sempre orientada pelo Exame Objetivo 
Perguntas gerais: 
Quando teve início 
Localização inicial 
Característica original 
Modo de extensão 
Evolução contínua ou por surtos 
Tratamentos prévios, tópicos ou sistêmicos 
Antecedentes: 
Antecedentes familiares (quadro similar) 
Doenças e Cirurgias anteriores 
Medicamentos usados 
Antecedentes familiares de atopia (asma, renite, eczema) 
Reações adversas aos medicamentos usados rotineiramente 
ou ocasionalmente. 
Há quadro similar no ambiente de trabalho, escola, clube 
esportivo ou academia. 
Interrogatório 
Geral e Especial: 
Estado geral do paciente 
Doenças em tratamento 
Anotar todos os medicamento utilizados rotineira ou 
esporadicamente. 
 
Exame Físico 
Geral e Especial: 
 
Nunca deixar de averiguar a Pressão Arterial 
Nunca se olivar do exame das mucosas. 
Quando indicado verificar os linfonodos, os nervos periféricos 
e o abdome. 
Lesões Elementares - Classificação 
☺ Alterações de cor 
 
☺ Formações Sólidas 
 
☺ Coleções Líquidas 
 
☺ Alterações de Espessura 
 
☺ Perdas e Reparações Teciduais 
 
Mácula ou Mancha - É toda e qualquer alteração da cor da pele, sem relevo, 
 independente de sua natureza, causa ou mecanismo. 
 - É plana 
 - Mácula 2cm. 
 
Tipos: 
 
Mancha vásculo-sanguínea – por vasodilatação 
 por vasoconstrição 
 pelo extravasamento de hemácias 
 
Manchas Pigmentares – pelo aumento de melanina 
 pela diminuição da melanina 
 pelo depósito de outros pigmentos na derme 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(mancha ou mácula) 
 ₪Manchas Vásculo-Sanguíneas 
 
∞ Eritema: Determinada pelo sangue que circula nos vasos da derme. 
 Pela Cor, Temperatura, Localização, Extensão e Evolução, o Eritema é 
 classificado da seguinte forma: 
 
 □ Cianose – eritema arroxeado, por congestão passiva ou venosa. Há uma diminuição 
 da temperatura local. 
 
 
 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(mancha ou mácula) 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=13952&moduleID=6&moduleGroupID=133&groupindex=0&passedArrayIndex=3
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(manchas ou máculas) 
□ Rubor: Eritema rubro por vasocongestão ativa, arterial ou aumento da temperatura. 
□ Exantema: Eritema disseminado, agudo e de curta duração. 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(manchas ou máculas) 
□ Enantema: Eritema em mucosa 
□ Eritrodermia: Eritema generalizado, crônico e persistente. 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(manchas ou máculas) 
∞ Mancha Lívida: 
Mancha de cor plúmbea 
– do pálido ao azulado – 
sua temperatura é fria, 
por isquemia. 
∞ Mancha Anêmica: Mancha branca, permanente, 
 Causada por agenesia vascular. 
 Geralmente são bem delimitadas. 
 A diascopia da área circunjacente iguala sua 
 coloração à da mancha mostrando haver diminuição 
 ou ausência de vasos sanguíneos. 
∞ Mancha Angiomatosa: Cor vermelha, 
permanente, aparece em decorrência de 
neoformação vascular na derme. 
É uma lesão eritematosa que regride, 
quase que totalmente, à digito ou 
vitropressão. 
 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(manchas ou máculas) 
∞ Telangiectasia: Dilatação permanente de vasos sanguíneos 
preexistentes (capilares, arteríolas, vênulas), criando pequenas lesões vermelhas focais, 
usualmente na pele ou membranas mucosas. 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=21236&moduleID=20&moduleGroupID=603&groupindex=0&passedArrayIndex=9
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(manchas ou máculas) 
∞ Púrpura: 
 Mancha vermelha por extravasamento 
de hemácias na derme. Não desaparece 
pela vitropressão. 
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(mancha ou mácula) 
 ₪Manchas Pigmentares ou Discromias 
۵ Leucodermia: Mancha branca por Diminuição ou Ausência de melanina. São elas: 
 Hipocromia – devido à ة
diminuição da melanina. 
Possui uma cor branco-nácar 
 Acromia – Falta total de melanina. Cor branco-marfim ة
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=15252&moduleID=11&moduleGroupID=284&groupindex=0&passedArrayIndex=5
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(mancha ou mácula) 
۵ Hipercromia: Cor variável por aumento de melanina ou outros pigmentos. 
- Mancha melanodérmica ou Melanodermia: Aumento da melanina. Encontra-se 
sob várias tonalidades de castanho: claro, escuro, azulado-castanho e preto. 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=15374&moduleID=11&moduleGroupID=287&groupindex=1&passedArrayIndex=23
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=15702&moduleID=11&moduleGroupID=296&groupindex=0&passedArrayIndex=1
Lesões Elementares – Alterações de Cor 
(mancha ou mácula) 
-Mancha preta: Causada pelo acúmulo de hemossiderina. 
-Mancha amarela: Causada por pigmentos biliares, lípides, 
caroteno. 
Lesões Elementares – Formações Sólidas 
Quando os processos inflamatórios ou neoplásicos atingem, isoladamente 
ou conjuntamente, a epiderme, a derme e a hipoderme resultam em Lesões 
de formações Sólidas. 
Ω Pápula: Lesão circunscrita, elevada e menor que 1 cm de diâmetro. A epiderme, a 
derme ou ambas são atingidas por processos patológicos . Ex.: comedão fechado 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=15413&moduleID=11&moduleGroupID=288&groupindex=0&passedArrayIndex=6
Lesões Elementares – Formações Sólidas 
Ω Nódulo: Lesãocircunscrita, de 1 a 3 cm , firme com superfície elevada . 
O Processo patológico encontra-se na epiderme e derme e/ou hipoderme. Ex. nevo dérmico 
Lesões Elementares – Formações Sólidas 
Ω Placa : Lesão elevada, maior que 1cm, geralmente de superfície plana. As bordas 
podem ser bem definidas ( ex.: psoríase) ou misturar-se gradualmente com a pele 
circundante (ex. :dermatite eczematosa). A superfície da placa pode ser também 
descamativa, crostosa, queratinizada ou macerada. 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=3770&moduleID=19&moduleGroupID=586&groupindex=0&passedArrayIndex=1
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=23321&moduleID=17&moduleGroupID=507&groupindex=3&passedArrayIndex=44
Lesões Elementares – Formações Sólidas 
Ω Nodosidade ou Tumor: 
Crescimento sólido, elevado, > 3 cm. 
Ω Verrucosidade: Elevada, superfície dura, inelástica e 
amarelada, por hiperceratose. 
Lesões Elementares – Coleções Líquidas 
São lesões com conteúdo líquido, podendo ser por serosidade, sangue ou pus. 
Ω Vesícula: lesão pequena, preenchida por líquido , > 1cm, elevada. Em geral, o 
líquido é visível, e as lesões costumam ser translúcidas. O conteúdo inicialmente 
claro (seroso), pode-se tornar turvo ( purulento) ou rubro ( hemorrágico). 
http://www.dermnet.com/image.cfm?passedArrayIndex=43&moduleID=21&moduleGroupID=615
Lesões Elementares – Coleções Líquidas 
Ω Bolha ou Flictena: Elevação circunscrita contendo líquido claro, 
maior que 1 cm.Seu conteúdo pode-se tornar turvo-amarelado 
(bolha purulenta) ou vermelho escuro (bolha hemorrágica) 
Lesões Elementares – Coleções Líquidas 
Ω Pústula: Elevação circunscrita até 1 cm de tamanho, Contendo pus. 
Lesões Elementares – Coleções Líquidas 
Ω Abscesso: Formação circunscrita, de tamanho variável, proeminente ou não. 
Há líquido purulento na pele ou tecidos subjacentes. Maior de 1cm. 
Há calor, dor e flutuação e, eventualmente, rubor. 
Lesões Elementares – Coleções Líquidas 
Ω Hematoma: Formação circunscrita, tamanho variável, proeminente ou não, 
por derrame de sangue na pele ou tecidos subjacentes. 
- Cor vermelha inicial que, posteriormente, 
torna-se arroxeada e verde-amarelada. 
- Pode-se infectar, passando a apresentar 
calor e dor. O conteúdo torna-se hemorrágico 
Purulento. 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Ω Ceratose: Espessamento da pele, duro, inelástico, amarelado e 
de superfície eventualmente áspera por aumento da camada córnea. 
Ω Liquenificação: Espessamento da pele com acentuação dos 
sulcos e da própria cor, com espessamento 
quadriculado. Ocorre um aumento 
da camada espinhosa. 
 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Ω Edema: Aumento de espessura, Depressível,, com a cor própria da pele 
ou rósea-branca, por extravasamento de plasma na derme e/ou hipoderme. 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Ω Infiltração: Alteração da espessura e aumento da 
consistência da pele, com menor evidência dos sulcos, 
limites imprecisos e, eventualmente, com cor rósea. Resulta de 
infiltrado celular na derme às vezes com edema e vasodilatação. 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Ω Atrofia: Diminuição da espessura de pele que se torna 
adelgaçada e pregueavel. É devida à redução do número 
e volume dos constituintes teciduais. 
Lesões Elementares - Alterações de Espessura 
Ω Esclerose: Alteração da espessura com aumento da consistência da pele. A pele pode 
estar espessada ou afilada. Não é depressível e o pregueamento é difícil ou impossível. 
Resulta de fibrose do colágeno. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Escama: Por alteração da queratinização, forma-se uma 
massa furfurácea, micácea ou foliácia, que se desprende 
da superfície cutânea.. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Erosão ou Exulceração: Perda superficial, 
somente da epiderme 
Ω Escoriação: Erosão traumática, geralmente pelo ato de coçar. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
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Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Ulceração: Perda circunscrita de epiderme e 
derme, podendo atingir a hipoderme e tecidos 
adjacentes. 
Ω Úlcera: Ulceração crônica. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Fissura ou Ragádia: Perda linear da epiderme e derme, no contorno de orifícios naturais 
ou em área de pregas ou dobras. 
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Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Crosta: É uma concreção de cor amarelo-clara, esverdeada ou vermelha 
escura que se forma em área de perda tecidual. Resulta de dessecamento de serosidade, 
pus ou sangue misturados com restos epiteliais. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Escara: Área de cor lívida ou preta, limitada, 
por necrose tecidual. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
Ω Cicatriz: Resulta da reparação de processo destrutivo da pele e associa atrofia, 
fibrose e discromia. Seu aspecto é variável podendo ser saliente ou deprimida, móvel, 
retrátil ou aderente. Não tem sulcos, poros e pêlos. 
- Cicatriz Atrófica: cicatriz fina, pregueada e papirácea. 
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Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
-Cicatriz Hipertrófica: cicatriz nodular, elevada, vascular, com excessiva proliferação fibrosa. 
Tem tendência à regressão. Ela é limitada à área do trauma. 
Lesões Elementares 
Perdas e Reparos Teciduais 
- Quelóide: cicatriz nodular, elevada, vascular, com excessiva proliferação fibrosa. 
Alastra-se além da área de trauma. 
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Escamas 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=3501&moduleID=19&moduleGroupID=580&groupindex=1&passedArrayIndex=13
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=39&moduleID=8&moduleGroupID=171&groupindex=0&passedArrayIndex=1
Tumores Cutâneos 
O termo Tumor ou Neoplasia é usado quando há 
uma proliferação anormal das células, com 
completa desorganização estrutural e 
incordenação funcional com o tecido normal. 
 
 
Esse crescimento anormal forma uma massa 
distinta de tecido, que pode ser benigno (tumor 
benigno) ou maligno (câncer) 
Tumores Cutâneos 
Tumores Benignos: - Crescimento lento 
 - Expansivo (desloca o tecido normal 
 - Ausência de mitoses atípicas 
 - Ausência de metástases 
 
Tumores Malignos: - Crescimento rápido 
 - Infiltrativo (invade e destrói o tecido normal) 
 - Mitoses atípicas 
 - Metástases. 
 
Particularidades: 
Tumores Benignos – Nevo Verrucoso 
- Congênito. 
- Hiperplasia Epidérmica. 
- Caracteriza-se pela Hiperqueratose, Acantose 
e Papilomatose. 
- Há uma degenereção da camada granulosa e 
malpighiana alta. 
- Distribuição linear. 
- Podendo ser único ou múltiplo. 
Tumores Benignos – Nevo Comedônico 
- Anormalidade do desenvolvimento 
do folículo piloso. 
 
- Muitas vezes linear. 
 
- Pápulas, ligeiramente elevadas. 
-Sua parte central se encontra cheia de queratina 
(extrato córneo), semelhante ao comedão. 
 
-Geralmente é unilateral e linear. 
 
- Quando há alteração inflamatória os nevos se 
tornam cicatrizes, com aspecto de acne conglobata. 
-Éa verruga senil. 
 
- Sua característica é o aparecimento 
de lesões verrucosas no tronco, face 
e membros. 
 
- Geralmente são numerosas. 
 
- Há proliferação exofítica de células 
basais uniformes, contendo cistos de 
queratina e grande quantidade de 
melanócitos. 
 
- Afeta ambos os sexos à partir da 4° 
década. 
 
- Não sofre transformação maligna. 
Obs: O aparecimento de ceratoses seborreicas múltiplas de modo eruptivo e abrupto 
corresponde ao sinal de LESSER – TRELAT, que pode associar-se a neoplasias internas. 
Tumores Benignos – Ceratose Seborreica 
Tumores Benignos – Cisto Epidermóide 
- Proliferação de células epidérmicas 
produtoras de queratina no interior da derme. 
-O cisto é formado pela falta de comunicação 
com a superfície, devido a: 
 - oclusão do folículo pilo-sebáceo. 
 - implantação de células epidérmicas na 
derme por traumatismo. 
-Tumoração cística de localização intradérmica 
ou subcutânea. 
- Consistência dura ou mole. 
- Muitas vezes apresenta um punctum central. 
(pode ser espremido - conteúdo caseoso) 
- Sua forma é de nódulo cutâneo ou subcutâneo 
liso, em forma de cúpula. 
- Mais frequente que o cisto sebáceo. 
- Frequente na face, fronte, regiões temporais, 
pescoço e porção superior do tronco. 
Tumores Benignos – Cisto Dermóide 
-Nódulos subcutâneos com tamanho variável de 1 a 5 cm. 
 
- Consistência branda. 
 
- Localizados nas áreas de fendas embrionárias, como: 
 - regiões periorbitárias 
 - pescoço 
 - região supra-esternal 
 - sacral 
 - perineal. 
 
- A cápsula é epidérmica com anexos rudimentares; 
 
- A massa cística é composta por sebo e queratina, às 
vezes com pêlos e, excepcionalmente, com cartilagens 
ou osso. 
Tumores Benignos – Cisto Sebáceo 
( Triquilemal ou Piloso) 
- São cistos, clinicamente, semelhantes aos cistos epidérmicos. 
 
- Menos frequente que o cisto epidérmico. 
 
- Origina-se da bainha externa do folículo piloso. 
 
- Pode ser transmitido geneticamente. 
 
- Característica : Nódulos de localização dérmica, 
móveis, com localização principalmente no couro 
cabeludo e ocasionalmente na face , pescoço e tronco. 
 
-Pode apresentar um diminuto orifício central. 
 
- Seu conteúdo apresenta material gorduroso e de 
odor característico 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=23100&moduleID=17&moduleGroupID=499&groupindex=0&passedArrayIndex=4
Tumores Benignos – Mília (Millium) 
- São tumorações minúsculas e esbranquiçadas, de 1 a 2 mm. 
 
- São cistos epidérmicos por obstrução de folículos 
pilossebáceos ou ductos sudoríparos. 
 
- Seu conteúdo possui massa queratinosa. 
 
- Surge particularmente na região peri-orbitária 
e também na genitália. 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=4412&moduleID=1&moduleGroupID=14&groupindex=0&passedArrayIndex=10
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=4409&moduleID=1&moduleGroupID=14&groupindex=0&passedArrayIndex=7
Tumores Benignos – Siringoma 
- São pápulas duras, achatadas, de 1 a 3 mm, 
cor amarelo-rósea, quase idêntica a pele. 
 
- São mais frequentes nas pálpebras inferiores 
e região peri-orbitária; particularmente em 
mulheres adultas. 
 
 
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=18368&moduleID=4&moduleGroupID=115&groupindex=0&passedArrayIndex=11
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=18388&moduleID=4&moduleGroupID=115&groupindex=4&passedArrayIndex=50
http://www.dermnet.com/image.cfm?imageID=18404&moduleID=4&moduleGroupID=115&groupindex=3&passedArrayIndex=45
Tumores cutâneos 
 Dermatose papulosa nigra 
 
 Lesões verrucosas com 
características semelhantes à 
verruga seborreica, mas 
habitualmente com dimensão 
menor 
 Raça negra / parda 
Tumores cutâneos 
 Corno cutâneo 
 Termo clínico aplicado a uma 
lesão de consistência dura, 
saliente, com poucos mm a 
mais de um cm 
 Pode representar: 
 Papiloma viral 
 Queratose actínica 
 Espinocelular 
 Queratose seborreica 
Tumores cutâneos 
 Fibroma pêndulo 
ou acrocordon 
 
 Tumor pediculado mais 
frequente em zonas de 
atrito ou pregas. 
Tumores Benignos – Hemangioma Rubi 
- São pápulas esféricas, de 1 a 5 mm de 
diâmetro. 
 
- Coloração de vermelho-brilhante 
a escura. 
 
- Ocorrem principalmente no tronco. 
 
- Compostos por capilares 
neo-formados e dilatados, sem 
qualquer significação sistêmica. 
Fotocarcinogênese 
 
 
 UVA (320-400nm) 
 UVA1 (340-400) 
 UVA2 (320-340) 
 UVB (290-320nm) 
 
 UVC (200-290nm) 
Lesões Pré-Malignas 
 Ceratose actínica 
 CA espinocelular grau meio 
 Áreas expostas ao sol/ pele clara 
 Começo: melanose actínica 
 Pápulas eritematosas, recobertas 
por escamas, aderidas, amarelas 
a castanho-escuras, sem sinais 
inflamatórios,de 
ulceração com infiltração na borda 
Tumores Malignos – Melanoma 
MELANOSE MALIGNA : Causada pela ação da luz solar sobre os melanócitos epidérmicos. 
 
DA ATIVIDADE 
DOS MELANÓCITOS 
EPIDÉRMICOS 
 
 
 
PROLIFERAÇÃO ATÍPICA 
DE MELANÓCITOS EPIDÉRMICOS 
 
 
LUZ SOLAR 
MELANOSE SOLAR 
MELANOSE MALIGNA 
CONSIDERADA COMO MELANOSE IN SITU 
Melanoma 
 Incidência aumentada, duplicando 
a cada 15 a 
 Oitavo câncer mais prevalente nos 
E.U.A. 
 Atingindo 1:90 em 2000 
 Não há prevalência de sexo 
 Radiação solar + pele clara 
 Desenvolvem-se em nevus 
preexistentes (50%) 
 Síndrome de nevo displásico, 
nevos congênitos > 2cm 
 
Nevus congênito 
Tumores Malignos – Melanoma 
Manifestações Gerais 
-Mancha de cor castanha a negra 
- Se estende lentamente em superfície 
- Após anos, atinge vário centímetros de tamanho. 
- Bordas irregulares 
- Pigmentação não uniforme. 
- Ocorre predominantemente em idosos 
- Localizações predominantes: 
 - face, 
 - pescoço 
 - membros superiores 
Diagnóstico 
 História Clínica 
 
A: Assimetria 
B: Bordas irregulares 
C: Cor não uniforme 
D: Diâmetro > 6mm 
Melanoma 
 ABCDE 
Melanoma – Formas clínicas 
- LENTIGO MALIGNO 
 
- EXTENSIVO SUPERFICIAL 
 
- NODULAR 
 
- LENTIGINOSO ACRAL 
Tumores Malignos – Melanoma 
LENTIGO MALÍGNO 
- Surge sobre a melanose maligna 
- É a forma menos comum, apenas 5% 
- Surgem 1 ou mais nódulos irregulares pigmentados 
 (ninho de melanócitos invadindo a derme) 
- É o de melhor prognóstico por ter origem nos melanócitos epidérmicos. ( 85% é a sobrevida em 5 anos) 
Tumores Malignos – Melanoma 
EXTENSIVO SUPERFICIAL 
- É a forma mais frequente de melanoma, represesntando 70% 
- É mais frequente na 4°e 5° décadas de vida 
- Lesão leve e francamente elevada, 
 arqueada (pelo menos em parte), 
 margens denteadas e irregulares 
- Apresenta grandes variações de cores: desde acastanhada a negra, 
com áreas azuladas, esbranquiçadas, acinzentadas e até vermelha. 
- 65% é a sobrevida em 5 anos. 
Melanoma 
NODULAR 
-É a mais frequente após a forma extensiva superficial. 
- Representa 15 a 30% dos melanomas. 
- É uma lesão em nódulo ou em placa ou mesmo polipóide. 
- De coloração negro-azulado ou com frisos acastanhados 
- Evolução rápida. 
- Localizações preferenciais: - tronco nos homens 
 - perna nas mulheres 
- Geralmente ocorre na 5° década 
- Caracteriza-se por agressão predominantemente 
dérmica a partir da junção dermoepidérmica. 
-A epiderme é atingida secundariamente levando a 
um prognóstico mais grave. 
- Sobrevida de 40% 
Tumores Malignos – Melanoma 
LENTIGINOSO ACRAL 
- Mais comuns em negros e asiáticos. 
- Ocorre com mais frequencia em indivíduos da 6° década 
- Ocorre nas regiões palmares 
 plantares (localização clássica) 
 falanges distais 
 podendo ser periungueais ou subungeais 
- Grande potencial de metástases. 
- Essas lesões também ulceram. 
Obrigados! 
CLASSIFICAÇÃO DA PELE 
Dr Jauru de Freitas 
Coordenador do Grupo de Dermatologia Avançada – Rj 
Presidente da Academia Brasileira de Laser e Fotomedicina 
Identificação do fototipo 
 
 Fototipo é a caracterização da pele quanto 
sua coloração e reação à exposição solar. 
 O fototipo de uma pessoa é definido 
genéticamente, onde os melanócitos são mais 
ou menos ativos que vai definir a quantidade 
de melanina na pele. 
 Os fototipos são classificados em 6 tipos. 
 A identificação do fototipo é fundamental para 
segurança em tratamentos, pois de acordo 
com ele determinaremos parâmetros de 
trabalho expectativas de resultados. 
 
Identificação do fototipo 
 
 Comumente ocorrem dúvidas na 
classificação do fototipo II e III. 
 Lembre-se que o fototipo II é bastante 
sensível ao sol, queima mais do que 
bronzeia e o fototipo III tem sensibilidade 
média ao sol, bronzeia com a mesma 
frequência que queima. 
 
Identificação do fototipo 
 FOTOTIPOS 
DESCRIÇÃO 
DEFINIÇÃO 
 REAÇÃO AO SOL 
 BRONZEADO 
I Pele: 
Branca, 
muito clara 
Tipo 
Céltico 
(2%) 
Sempre, 
severas 
Nunca. apenas 
vermelhidão e 
queimaduras. 
II Pele: 
Branca 
Tipo 
Europeu 
(12%) 
Severas e 
doloridas 
Raramente, queima mais 
do que bronzeia. 
 
III Pele: 
Branca ou 
morena 
clara 
Tipo 
Europeu 
(78%) 
Menos 
frequentes, 
ligeiras 
Médio, queima tanto 
quanto bronzeia. 
IV Pele: 
Morena 
clara 
Tipo 
Mediterrân
i-co 
(8%) 
Raras Rápido e profundo, 
bronzeia mais do que 
queima. 
 
V Pele: 
Morena 
escura 
Raças 
Magrebí e 
Indianas 
Raríssimas Rápido e profundo. 
VI Pele: Negra Raças 
Negras 
Nunca Rápido e profundo. 
ENVELHECIMENTO 
CUTÂNEO 
Envelhecimento cutâneo e parâmetros de classificação 
O Envelhecimento da Pele 
 
Como ocorre o processo do 
Envelhecimento da Pele? 
 
 O principal fator do controle biológico para 
o ciclo vital celular em todo organismo é o 
nosso sistema genético: Os genes. 
Como ocorre o processo do 
Envelhecimento da Pele? 
 
 Essa atividade é realizada por um 
complexo ciclo de relações entre o DNA e 
a celula ,onde os Hormônios ,tem 
importância fundamental. 
Existem outras causas para o 
Envelhecimento da Pele? 
 
 Sim,A interação do homem com o meio 
em que vive pode proporcionar outros 
agentes causadores do Envelhecimento 
em todo o organismo e na pele tambem! 
 
Quais os fatores que afetam 
e ou aceleram o processo 
do Envelhecimento a pele? 
 
A causa principal tem sido atribuida a ação 
dos radicais livres no organismo ao longo 
do ciclo da vida. 
Tratam-se de moléculas em desequilíbrio 
que facilitam o envelhecimento precoce 
das células. “Isso, conseqüentemente, 
leva ao envelhecimento de todo o corpo e 
naturalmente da pele.” 
 
 
Existem outros fatores que 
afetam e ou aceleram? 
 O stress cotidiano 
 O fumo. 
 O álcool. 
 A Ingestão de 
gordura saturada 
(vinda de fritura, 
por exemplo), 
 Exposição 
demasiada ao Sol 
sem proteção. 
 7 sinais do 
Envelhecimento 
 Linhas finas superficiais 
 Rugas ou texturas 
endurecida e grossa da 
pele 
 Manchas ,sinais e 
variedade de cores na 
face 
 Aumento do tamanho 
do poros 
 Alteracoes da 
hidratacao e oleosidade 
 Flacidez da pele 
 
Classificação de Glogau 
 
Quais os fatores que aceleram 
os sinais do envelhecimento ? 
 Os radicais livres são formados 
naturalmente pelo organismo, mas 
também podem ser originados a partir da 
exposição das células à poluição ao 
excesso de stress e ansiedade. 
 É o seu excesso que leva ao 
envelhecimento precoce! 
Cigarro x Envelhecimento 
 O cigarro causa a 
diminuição da 
circulação do oxigênio 
para a pele, fazendo 
com que ela perca o 
viço, o tônus e a 
renovação celular. 
 Ocorre então o 
envelhecimento precoce 
da pele com uma 
coloração acizentada. 
É possível tratar o 
envelhecimento? 
 
 Sim,é possível. Há terapias para 
Desintoxicação e programas de Redução 
dos danos causados pelo envelhecimento 
precoce. 
 
 
 
A Medicina e o envelhecimento 
A Medicina ,como ciência ,tem como 
objetivo tratar e proporcionar a saúde ao 
ser humano como um todo. 
Nos últimos 20 anos resultados de 
pesquisas tem sido lançados em todo o 
mundo apresentando técnicas 
cientificamente provadas para tratar com 
eficácia : 
 O Fotoenvelhecimento 
 O Envelhecimento cutâneo precoce 
 O Stress crônico 
 
Como prevenir o 
Envelhecimento ? 
 
 
 Podemos prevenir 
reduzindo ou 
eliminando os agentes 
causadores externos. 
 Utilizando 
fotoproteção . 
 Reduzindo a carga do 
Stress 
 Utilizando terapias 
médicas preventivas 
Tratamento doméstico do 
envelhecimento 
 
 Ingerir alimentoscom potencial 
antioxidante. 
 Vinho tinto – 1/2 cálice ao dia (150ml) 
 Utilizando dermocomésticos adequados a 
seu tipo de pele (hidratantes,redutores de 
danos,filtro solar,agentes de limpeza..) 
 
Tratamentos Médicos para o 
envelhecimento 
 
 Eficácia comprovada 
 Sem contra indicação 
 Sem riscos 
 Qualquer idade 
 
 
 
 
Tratamentos Médicos para o 
Envelhecimento cutaneo 
 
 Peelings : reduzem o espessamento da pele 
vit easy peel, peeling diamante, crystal peeling 
 Luz Intensa Pulsada (I.P.L): fotobioestimulação 
 Fotoenvelhecimento, microvarizes e manchas 
 Preenchedores /estimuladores : hidratam e 
reposicionam elementos essenciais da 
constituição celular da derme e epiderme 
 Toxina botulínica : controle da hiperatividade 
muscular reduzindo as linhas e rugas causadas 
pela expressão facial e cervical 
 Existe algo para tratar o 
envelhecimento do 
organismo? 
 
Um dos resumos do PROJETO GENOMA 
finalizado em 2000, resultaram em 
novas terapias voltadas para o 
ENVELHECIMENTO ORGÂNICO : 
 
“ CONTROLE BIOLÓGICO DO 
ENVELHECIMENTO” 
 (Academy American of Anti Aging) 
 
 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
Antes e Depois 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
Procure responder as seguintes 
perguntas : 
 Quais as principais 
funções da pele ? 
 Em quantas 
camadas estão 
dividas a pele e 
quais seus nomes ? 
 Qual a espessura 
média da epiderme 
e da derme ? 
 Qual a função do 
melanócito e qual 
sua localização na 
pele ? 
 O que é 
Eumelanina,feomel
anina e 
eritromelanina ? 
Procure responder as seguintes 
perguntas : 
 Quais são as 
características que 
distinguem a 
mácula de mancha 
? E quais as 
semelhanças ? 
 Qual a diferenças 
da cicatriz atrófica 
e a cicatriz 
hipertrófica e 
quelóides ? 
 Quais são os 
parâmetros que 
podem ser usados 
rotineiramente 
para diferenciar 
uma lesão benigna 
de uma lesão 
maligna (câncer) ? 
Procure responder as seguintes 
perguntas : 
 Cite 3 tipos de 
lesões elementares 
ou tumores 
cutâneos benignos 
que não impedem 
um tratamento 
estético ? 
 Quais são os 
parâmetros que 
podem ser usados 
rotineiramente 
para diferenciar 
uma lesão benigna 
de uma lesão 
maligna (câncer) ? 
Procure responder as seguintes 
perguntas : 
 Qual a classificação 
mais utilizada para 
analisar o 
comportamento da 
quantidade de 
melanina na pele 
humana ? Cite e 
descreva 
 Como se denomina 
a classificação de 
Rugas e 
envelhecimento 
cutâneo ? Cite e 
descreva 
corretamente 
Obrigado ! 
drjaurufreitas@hotmail.com

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