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ENGENHARIA CIVIL 
 
 
 
 
 
 
ESTRUTURAS METÁLICAS E ESTRUTURAS DE 
MADEIRA 
 
 
Caderno de Exercícios e Formulário da disciplina de 
Estruturas Metálicas e Estruturas de Madeira do 
Curso de Engenharia Civil da Facsul. 
 
Professor: Eng. Civil Esp. Talles Mello 
www.tallesmello.com.br 
eng.tallesmello@gmail.com 
 
 
Acadêmico: 
 
 
 
 
 
 
Campo Grande – MS 
 
1ª Edição 
2 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 
 
 
 
 
Solicita-se aos usuários deste trabalho a 
apresentação de sugestões que tenham por 
objetivo aperfeiçoa-lo ou que se destinem à 
supressão de eventuais incorreções. 
 
As observações apresentadas, mencionando a 
página, o parágrafo e a linha do texto a que se 
referem, devem conter comentários apropriados 
para seu entendimento ou sua justificação. 
 
A correspondência deve ser enviada 
diretamente ao autor, por meio do e-mail: 
eng.tallesmello@gmail.com 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha Catalográfica 
 
Mello, Talles. 
Estruturas Metálicas e Estruturas de Madeira / Talles Taylor dos Santos 
Mello – Campo Grande, MS, 2018. 
52 p. : il. color. – (Material didático) 
 
 
Caderno de aula de exercícios da disciplina de Estruturas Metálicas e 
Estruturas de Madeira, do Curso de Engenharia Civil da Facsul, de Campo 
Grande/MS. 
 
 
1. Engenharia Civil – composição, proporção, etc. 2. Projeto estrutural. 3. 
Apostila. I. Facsul. Curso de Engenharia Civil. II. Título. 
 
 
CDD (20) 720.7 
3 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
1. ESTRUTURAS DE MADEIRA 4 
1.1. RESISTÊNCIA DE CÁLCULO (RESISTÊNCIA DO MATERIAL ) 4 
1.2. DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS 7 
1.3. AÇÕES 7 
1.4. TRAÇÃO 8 
1.5. COMPRESSÃO 8 
1.5.1. COMPRESSÃO (PEÇA CURTA ) 8 
1.5.2. COMPRESSÃO (MEDIANAMENTE ESBELTA ) 9 
1.5.3. COMPRESSÃO (PEÇAS ESBELTAS) 9 
1.6. FLEXÃO SIMPLES (VIGAS) 10 
1.6.1. CISALHAMENTO LONGITUDINAL 10 
1.7. L IGAÇÕES 11 
1.8. EXERCÍCIOS 14 
2. ESTRUTURAS METÁLICAS 19 
2.1. CONSTANTES FÍSICAS DOS AÇOS : 19 
2.2. AÇÕES E SEGURANÇA 21 
2.3. TRAÇÃO 23 
2.4. LIGAÇÕES COM CONECTORES 25 
2.5. SOLDAS DE ENTALHE 26 
2.6. SOLDAS DE FILETE: 27 
2.7. RESISTÊNCIA DAS SOLDAS 28 
2.8. COMPRESSÃO 30 
2.9. FLEXÃO (VIGAS DE ALMA CHEIA ) 35 
2.10. BARRAS SUBMETIDAS A ESFORÇOS COMBINADOS DE MOMENTO FLETOR , FORÇA 
AXIAL E FORÇA CORTANTE 45 
2.11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 45 
2.12. EXERCÍCIOS 46 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
1. Estruturas de Madeira 
1.1. Resistência de cálculo (resistência do material) 
��� = ���� ��	 
�� 
Onde: ��� é o valor característico da resistência; ���� é o coeficiente de modificação que leva em consideração os efeitos da duração do carregamento, da 
umidade do meio ambiente e da qualidade do material; 
�� é o coeficiente de ponderação de segurança do material. 
 
Os coeficientes de modificação, ����, afetam os valores de cálculo das propriedades da 
madeira em função da classe de carregamento da estrutura, da classe de umidade admitida, e do 
eventual emprego de madeira de 2ª qualidade. O coeficiente de modificação ����é formado 
pelo produto: ���� = ����
 . ����� . ����� 
 
Valores dos coeficientes de ponderação da resistência para estado limite último (ELU): 
��
= 1,4 ���= 1,8 ���= 1,8 
Onde: 
��
= 1,4 para tensões de compressão paralelas às fibras; 
���= 1,8 para tensões de tração paralelas às fibras e 
���= 1,8 para tensões de cisalhamento paralelas às fibras 
 
Valor dos coeficiente de ponderação da resistência para estado limite de serviço (ELS): 
��= 1,0 
 
Tabela 1 – Classes de Umidade 
Classes de Umidade 
Umidade Relativa do 
Ambiente (Uamb) 
Umidade de Equilíbrio da 
Madeira (Ueq) 
1 ≤ 65% 0,12 
2 65%˂ Uamb ≤ 75% 0,15 
3 75%˂ Uamb ≤ 85% 0,18 
4 
Uamb ˃ 85% 
 durante longos períodos 
≥ 25% 
 
 
5 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Tabela 2 – Valores de kmod,1 
 
Tabela 3 – Valores de kmod,2 
 
Tabela 4 – Valores de kmod,3 
(*) t é a espessura das lâminas e r é o menor raio de curvatura das lâminas 
 
Tabela 5 – Classes de Carregamento 
 
 
 
 
 
 
Classes de Carregamento 
Tipos de Madeira 
Madeira Serrada, Madeira 
Laminada Colada, Madeira 
Compensada 
Madeira Recomposta 
Permanente 0,6 0,3 
Longa Duração 0,7 0,45 
Média Duração 0,8 0,65 
Curta Duração 0,9 0,9 
Instantânea 1,1 1,1 
Classes de Umidade 
Madeira Serrada, 
Madeira Laminada 
Colada, Madeira 
Compensada 
Madeira Recomposta 
Madeira Serrada 
Submersa 
(1) e (2) 1,0 1,0 0,65 
(3) e (4) 0,8 0,9 
Coníferas 0,8 
Dicotiledôneas de 1ª Categoria 1,0 
Peças de 2ª Categoria 0,8
Madeira laminada colada Peças retas 1,0
Peças curvas 1-2000 (t/r) (* ) 
Classe de Carregamento 
Ação variável principal da combinação 
Duração Acumulada 
Ordem de grandeza da duração 
acumulada da ação 
característica 
Permanente Permanente Vida útil da construção 
Longa Duração Longa Duração Mais de 6 meses 
Média Duração Média Duração Uma semana a 6 meses 
Curta Duração Curta Duração Menos de uma semana 
Duração Instantânea Duração Instantânea Muito curta 
6 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Tabela 6 – Fatores de Combinação e Utilização (Ψi) 
* Admite-se Ψ2=0 quando a ação variável principal corresponde a um efeito sísmico 
A NBR 7190/1997 definiu classes de resistência para possibilitar o emprego de 
madeiras com propriedades padronizadas, mesmo que de espécies florestais diferentes, 
orientando a escolha do material para a elaboração de projetos estruturais. 
Tabela 7 – Classes de Resistência Coníferas 
Coníferas 
(Valores na condição padrão de referência U = 12%) 
Classes fcok (MPa) fvk (MPa) Eco,m (MPa) 
(*) ρ bas, m 
(kg/m3) 
ρ aparente 
(kg/m3) 
C 20 20 4 3500 400 500 
C 25 25 5 8500 450 550 
C 30 30 6 14.500 500 600 
(*) como definida em 5.1.2 
Tabela 8 – Classes de Resistência Dicotiledôneas 
Dicotiledôneas 
 (Valores na condição padrão de referência U = 12%) 
Classes fcok (MPa) fvk (MPa) Eco,m (MPa) 
(*) ρ bas, m 
(kg/m3) 
ρ aparente 
(kg/m3) 
C 20 20 4 9500 500 650 
C 30 30 5 14.500 650 800 
C 40 40 6 19.500 750 950 
C 60 60 8 24.500 800 1000 
(*) como definida em 5.1.2 
 
 
 
 
Ações em estruturas correntes Ψ0 Ψ1 Ψ2 
-Variações uniformes de temperatura em relação à média 
anual local 0,6 0,5 0,3 
-Pressão dinâmica do vento 0,5 0,2 0 
Cargas Acidentais dos Edifícios Ψ0 Ψ1 Ψ2 
-Locais em que não há predominância de pesos de 
equipamentos fixos, nem de elevadas concentrações de 
pessoas 
0,4 0,3 0,2 
-Locais onde há predominância de pesos de 
equipamentos fixos, ou de elevadas concentrações de 
pessoas 
0,7 0,6 0,4 
-Bibliotecas, arquivos, oficinas e garagens 
0,8 0,7 0,6 
Cargas móveis e seus efeitos dinâmicos Ψ0 Ψ1 Ψ2 
-Pontes de pedestres 0,4 0,3 0,2* 
-Pontes rodoviárias 0,6 0,4 0,2* 
-Pontes ferroviárias (ferrovias não especializadas) 
0,8 0,6 0,4* 
7 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
1.2. Disposições Construtivas 
 
Dimensões mínimas das seções transversais: 
- peças principais - A > 50 cm² e b > 5 cm 
- peças secundárias - A > 18 cm² e b > 2,5 cm 
- peças principais múltiplas – A > 35 cm² e b > 2,5 cm 
- peças secundárias múltiplas - A > 18 cm² e b > 1,8 cm 
 
Esbeltez máxima: 
- peças comprimidas - L0sua média, ao longo de toda a vida útil da construção. As ações 
permanentes são divididas em: 
a) Ações permanentes diretas: são constituídas pelo peso próprio da estrutura, dos 
elementos construtivos fixos, das instalações e outras como equipamentos e empuxos. 
b) Ações permanentes indiretas: são constituídas por deformações impostas por 
retração do concreto, fluência, recalques de apoios, imperfeições geométricas e protensão. 
• Ações variáveis; 
• Ações excepcionais. 
• Para cargas variáveis de curta duração consideradas como ação variável 
principal, a NBR7190/97 permite a redução para 75% da solicitação no estado limite último. 
Logo, a combinação última normal é 
 
Fd = ��FG,k + ��* 0,75 * FQ,k 
Onde: ���,	, é o valor característico das ações permanentes 
���,	, , é o valor característico da ação variável considerada principal em um determinado caso 
de carregamento. 
8 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
1.4. Tração 
• Tração paralela às fibras ���� = ���� 
Obs: a tensão solicitante de projeto deve ser calculada considerando a área líquida da 
seção, sendo descontadas as áreas projetadas dos furos e entalhes executados na madeira para a 
instalação dos elementos de ligação. 
 
• Tração normal às fibras 
Não se considera a resistência a tração normal às fibras para fins de projeto estrutural 
 
1.5. Compressão 
 
���� = ������ � = !���� 
 
onde: " = índice de esbeltez 
imin = raio de giração mínimo da seção transversal 
 
1.5.1. Compressão (Peça curta) 
 
Para as peças curtas, definidas pelo índice de esbeltez " ≤ 40, que na situação de 
projeto são admitidas como solicitadas apenas à compressão simples, dispensa-se a 
consideração de eventuais efeitos de flexão. 
Para as peças curtas, que na situação de projeto são admitidas como solicitadas à flexo-
compressão, as condições de segurança são as especificadas em 6.3.6, com os momentos 
fletores determinados na situação de projeto. 
 �
�� = �
�� 
 
 
1.5.1.1. Compressão normal as fibras 
 �
�� = 0,25 . �
�� 
 
9 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
1.5.2. Compressão (Medianamente esbelta) 
 
Para as peças medianamente esbeltas, definidas pelo índice de esbeltes 40 	]�3 − [*5	 + (	] �AB�8CB + �DB�8CBTalles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
A espessura convencional t deve ser obtida segundo a configuração da ligação. 
No caso de duas peças de madeira, correspondente a corte simples, t será a menor das 
espessuras t1 e t2 das peças a serem unidas, de acordo com a figura 
 
No caso de três peças, correspondente a corte duplo, será adotado o menor dos valores 
entre t1 , t2 /2 e t3 , conforme indica a figura 
 
Espaçamento entre pinos 
 
 
14 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 
 
1.8. Exercícios 
 
1) Projetar uma peça de madeira, Classe C60, sem classificação, U = 
12%, com seção retangular submetida a uma ação permanente composta por uma 
força axial de 700 kgf e a uma ação variável composta de uma força concentrada no 
ponto médio do vão livre igual a 75 kgf e uma força distribuída igual a 45 kgf/m. 
 
 
 
 
 
 
 
2) Uma viga de madeira de 7,5 cm de espessura apóia-se sobre uma viga 
de concreto de 12 cm de espessura. Sabendo-se que a reação de apoio da viga de 
madeira é de 36 kN (valor de cálculo), verificar a compressão normal localizada. 
Adotar madeira classe C40 e Kmod = 0,56. 
 
 
 
 
 
 
 
3) Um pontalete curto de madeira (seção 7,5 x 7,5 cm) está sujeito a uma força 
de compressão axial. Determinar a máxima força de cálculo que o pontalete pode 
suportar. Adotar madeira classe C25 e Kmod = 0,56. 
 
 
 
 
 
 
 
15 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 
 
4) Calcular a altura necessária para uma viga, cuja largura é de 6cm, e 
está submetida a um carregamento permanente, uniformemente distribuída, de 82 
N/m, e a uma carga concentrada permanente de 160 N, no ponto médio do vão de 
5,80m, conforme a figura. Dados: 
· Madeira: Folhosa C40, 
· Umidade classe (3). 
 
 
 
 
 
 
 
5) Determinar a força de compressão máxima que pode ser aplicada sobre 
um pilar curto de madeira de seção 10x6cm, sabendo-se que γg = 1,3 e fcd = 18,0 
MPa. 
 
 
 
 
 
 
 
6) Determinar a força de compressão normal às fibras máxima que pode 
ser aplicada sobre um pilar curto de madeira de seção 5x5cm, sabendo-se que γq = 
1,4 e fcnd = 4,0 MPa. 
 
 
 
 
 
16 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 
 
7) Dimensionar a espessura mínima de um montante de madeira de uma 
cobertura, sabendo-se que está sujeito a uma força de tração F = 10 kN. 
Dados: γg = 1,4, ftd = 12,0 MPa e largura da peça de 8 cm. 
 
 
 
 
 
 
 
8) Determine a máxima carga de tração F, paralela às fibras, que o 
contraventamento de um pórtico suporta. 
 Dados: Madeira Conífera C30, umidade classe 1, seção de 8x4cm, madeira 
recomposta e γq = 1,4. e fcd = 16,0 MPa. 
 
 
 
 
 
 
 
9) Determine a máxima carga de tração F, paralela às fibras, que o 
contraventamento de um pórtico suporta. 
Dados: Madeira Conífera C30, umidade classe 1, seção de 8x4cm, madeira 
recomposta e γq = 1,4. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 
 
10) Uma ponte é suportada por 6 pilares de madeira serrada que ficam 
submersos. Considere γg = 1,4 (esforços permanentes), γq = 1,4 (esforços variáveis) e 
madeira dicotiledônea C60 de segunda categoria. Ainda, considere que os esforços 
são distribuídos igualmente para todos os 6 pilares, e que estes são curtos. 
Dimensione os pilares conforme os esforços: 
a) Pilares de seção quadrada, com peso próprio P = 90,0 kN (carga 
permanente); 
b) Pilares de seção circular, com impacto vertical de veículos Q = 150,0 kN 
(carga de curta duração). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11) Uma ponte de madeira para pedestres possui vários pequenos pilares 
de madeira recomposta, cada um recebendo um esforço de compressão normal às 
fibras, de curta duração, com valor igual a 6,5 kN. Considerando a madeira empregada 
dicotiledônea C40, de primeira categoria, classe de umidade 3 e γq = 1,4, dimensione 
uma seção quadrada para esses pilares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
12) Determinar a quantidade de parafusos para a ligação perpendicular 
abaixo. Dados: Madeira: Conífera C30, Umidade classe (1), Parafusos: fy,k = 600 
MPa. 
 
 
 
 
13) Calcular a quantidade de pregos para efetuar a ligação entre as peças 
com seções, respectivas, de (6X12) cm2 e (4X12) cm2, conforme a figura. 
Dados: 
· Madeira: Folhosa C40, 
· Umidade classe (1). 
· Pregos: fy,k = 600 MPa. 
 
 
 
 
14) Calcule a carga e dimensione as peças, dos pilares e da treliça 
abaixo. A carga é a somatória dos dígitos do RA do aluno 
 
 
19 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
2. Estruturas Metálicas 
2.1. Constantes Físicas dos aços: 
Constante Física Valor 
Módulo de elasticidade longitudinal, E 200 000 MPa 
Coeficiente de Poisson, v 0,3 
Módulo de elasticidade transversal, G 77 000 MPa 
Coeficiente de dilatação térmica, β 12 x 10-6 oC -1 
Massa específica, ρ 7850 kg/m3 
 
 
Aços ABNT para uso estrutural: 
 
 
 
ABNT NBR 7007 
 
ABNT NBR 6648 
 
ABNT NBR 6649 / ABNT NBR 6650 
Aços- carbono e micro ligados para 
uso estrutural e geral 
Chapas grossas de aço- 
carbono para uso estrutural 
Chapas finas (a frio/a quente) de 
aço-carbono para uso estrutural 
Denominação 
fy 
MPa 
fu 
MPa Denominação fy 
MPa 
fu 
MPa 
Denominação fy 
MPa 
fu 
MPa 
MR 250 
AR 350 
AR 350 COR 
AR 415 
250 
350 
350 
415 
400-560 
450 
485 
520 
CG-26 
CG-28 
255 
275 
410 
440 
CF-26 
CF-28 
CF-30 
260/260 
280/280 
---/300 
400/410 
440/440 
---/490 
ABNT NBR 5000 ABNT NBR 5004 ABNT NBR 5008 
 
Chapas grossas de aço de baixa 
liga e alta resistência mecânica 
 
Chapas finas de aço de baixa 
liga e alta resistência mecânica 
Chapas grossas e bobinas grossas, 
de aço de baixa liga, resistentes à 
corrosão atmosférica, para uso 
estrutural 
Denominação 
fy 
MPa 
fu 
MPa Denominação fy 
MPa 
fu 
MPa 
Denominação fy 
MPa 
fu 
MPa 
G-30 
G-35 
G-42 
G-45 
300 
345 
415 
450 
415 
450 
520 
550 
F-32/Q-32 
F-35/Q-35 
Q-40 
Q-42 
Q-45 
310 
340 
380 
410 
450 
410 
450 
480 
520 
550 
 
 CGR 400 
CGR 500 e 
CGR 500A 
 
250 
 
370 
 
380 
 
490 
ABNT NBR 5920/ABNT NBR 5921 ABNT NBR 8261 
Chapas finas e bobinas finas (a frio/a 
quente), de aço de baixa liga, resistentes à 
corrosão atmosférica, para uso estrutural 
Perfil tubular, de aço-carbono, formado a frio, com e sem 
costura, de seção circular ou retangular para usos 
estruturais 
 
Denominação 
 
fy 
MPa 
 
fu 
MPa 
 
Denominação 
Seção circular 
Seções quadrada e 
retangular 
fy 
MPa 
fu 
MPa 
fy 
MPa 
fu 
MPa 
CFR 400 
CFR 500 
---/250 
310/370 
---/380 
450/490 
B 
C 
290 
317 
400 
427 
317 
345 
400 
427 
a Para limitações de espessura, ver norma correspondente. 
20 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Aço ASTM para uso estrutural: 
Classificação Denominação Produto 
Grupo de 
Perfil a b ou 
faixa de 
espessura 
disponível 
Grau fy 
MPa 
fu 
MPa 
Aços - Carbono 
A36 
Perfis 1, 2 e 3 
- 250 400 a 550 Chapas e 
Barrasc t ≤ 200mm 
A500 Perfis 4 
A 230 310 
B 290 400 
Aços de baixa 
liga e alta 
resistência 
mecânica 
A572 
Perfis 
1, 2 e 3 
42 290 415 
50 345 450 
55 380 485 
1 e 2 
60 415 520 
65 450 550 
Chapas e 
Barras c) 
t ≤ 150mm 42 290 415 
t ≤ 100mm 50 345 450 
 t ≤ 50mm 55 380 485 
 t ≤ 31,5mm 
60 415 520 
65 450 550 
A992d Perfis 1, 2 e 3 - 345 a 450 450 
Aços de baixa 
liga e alta 
resistência 
mecânica. 
Resistentes à 
corrosão 
atmosférica. 
A242 
Perfis 
1 - 345 485 
2 - 315 460 
3 - 290 435 
Chapas e 
Barras c) 
t ≤ 19mm - 345480 
19mm ˂ t ≤ 
37,5mm - 315 460 
37,5mm ˂ t ≤ 
100mm - 290 435 
A588 
Perfis 1 e 2 - 345 485 
Chapas e 
Barrasc 
t ≤ 100mm - 345 480 
100mm ˂ t ≤ 
125mm - 315 460 
125mm ˂ t ≤ 
200mm - 290 435 
Aços de baixa 
liga temperados 
e auto -
revenidos 
A913 Perfis 1 e 2 
50 345 450 
60 415 520 
65 450 550 
a Grupos de Perfis laminados para efeito de propriedades mecânicas: 
- Grupo 1: Perfis com espessura de mesa inferior ou igual a 37,5mm; 
- Grupo 2: Perfis com espessura de mesa superior a 37,5mm e inferior ou igual a 
50mm; 
- Grupo 3: Perfis com espessura de mesa superior a 50mm; 
- Grupo 4: Perfis tubulares. 
b t corresponde à menor dimensão ou ao diâmetro da seção transversal da barra. 
c Barras redondas, quadradas e chatas. 
d A relação fu/fy não pode ser inferior a 1,18 
21 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
2.2. Ações e Segurança 
Combinações de Ações Últimas: 
Combinações Normais: Sd = Σᵞg*G + ᵞq1*Q1 + ∑ l>���m� * Ψ0i*Qi 
Combinações especiais e construtivas: Sd=Σᵞg*G + ᵞq1*Q1 + ∑ l>���m� *Ψ0i,ef *Qi 
Combinações excepcionais: Sd = Σᵞg*G + E + ∑ l>���m
 *Ψ0i,ef *Qi 
G = Carga permanente; 
Q1 = ação variável principal; 
Qi = demais ações variáveis; 
E = ação excepcional; 
ᵞg = coeficiente de majoração da ação permanente; 
ᵞq1 = coeficiente de majoração da ação variável principal; 
ᵞqi = coeficientes de majoração das demais ações variáveis; 
Ψ0i = fatores de combinação; 
Ψ0i,ef = Ψ0i salvo quando a ação variável principal especial, construtiva ou excepcional tiver um tempo de 
atuação muito pequeno, caso em que Ψ0i,ef pode ser tomado como o fator correspondente de redução Ψ2i. 
Coeficientes de Ponderação das Ações: 
Notas: 
a) Os valores entre parênteses correspondem aos coeficientes para as ações permanentes favoráveis 
à segurança; ações variáveis e excepcionais favoráveis à segurança não devem ser incluídas nas combinações. 
b) O efeito de temperatura citado não inclui o gerado por equipamentos, o qual deve ser considerado 
ação decorrente do uso e ocupação da edificação. 
 
 
 
 
 
Combinações 
 Ações permanentes ( ᵞg) 
 
 
Diretas 
 
 
 
 
Indiretas 
 
 
Peso 
próprio 
de 
estruturas 
metálicas 
 
Peso 
próprio 
de 
estruturas 
pré- 
moldadas 
Peso próprio de 
estruturas 
moldadas no 
local e de 
elementos 
construtivos 
industrializados 
e empuxos 
permanentes 
 
Peso próprio de 
elementos 
construtivos 
industrializados 
com adições in 
loco 
 
 
Peso próprio 
de elementos 
construtivos 
em geral e 
equipamentos 
Normais 
1,25 
(1,00) 
1,30 
(1,00) 
1,35 
(1,00) 
1,40 
(1,00) 
1,50 
(1,00) 
1,20 
(0) 
Especiais ou de 
construção 
1,15 
(1,00) 
1,20 
(1,00) 
1,25 
(1,00) 
1,30 
(1,00) 
1,40 
(1,00) 
1,20 
(0) 
Excepcionais 
1,10 
(1,00) 
1,15 
(1,00) 
1,15 
(1,00) 
1,20 
(1,00) 
1,30 
(1,00) 
0 
(0) 
 
 
Ações variáveis ( ᵞq) a d 
 
Efeito da temperatura b 
 
Ação do vento 
Ações 
truncadas 
 
 
e 
Demais ações variáveis, 
incluindo as decorrentes 
do uso e ocupação 
Normais 1,20 1,40 1,20 1,50 
Especiais ou de 
construção 
1,00 1,20 1,10 1,30 
Excepcionais 1,00 1,00 1,00 1,00 
22 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
c) Nas combinações normais, as ações permanentes diretas que não são favoráveis à segurança podem, 
opcionalmente, ser consideradas todas agrupadas, com coeficiente de ponderação igual a 1,35 quando as ações 
variáveis decorrentes do uso e ocupação forem superiores a 5 kN/m2, ou 1,40 quando isso não ocorrer. Nas 
combinações especiais ou de construção, os coeficientes de ponderação são respectivamente 1,25 e 1,30, e nas 
combinações excepcionais, 1,15 e 1,20. 
d) Nas combinações normais, se as ações permanentes diretas que não são favoráveis à segurança 
forem agrupadas, as ações variáveis que não são favoráveis à segurança podem, opcionalmente, ser consideradas 
também todas agrupadas, com coeficiente de ponderação igual a 1,50 quando as ações variáveis decorrentes do uso e 
ocupação forem superiores a 5 kN/m2, ou 1,40 quando isso não ocorrer (mesmo nesse caso, o efeito da temperatura 
pode ser considerado isoladamente, com o seu próprio coeficiente de ponderação). Nas combinações especiais ou de 
construção, os coeficientes de ponderação são respectivamente 1,30 e 1,20, e nas combinações excepcionais, sempre 
1,00. 
e) Ações truncadas são consideradas ações variáveis cuja distribuição de máximos é truncada por um 
dispositivo físico, de modo que o valor dessa ação não possa superar o limite correspondente. O coeficiente de 
ponderação mostrado nesta Tabela se aplica a este valor-limite. 
 
Fatores de Combinação Ψ0 e de Redução Ψ1 e Ψ2 das Ações Variáveis: 
 
Ações 
ᵞf2 
ψ0 ψ1 
d 
ψ2 
e 
 
 
Ações 
variáveis 
causadas pelo 
uso e 
ocupação 
Locais em que não há predominância de pesos e de 
equipamentos que permanecem fixos por longos 
períodos de tempo, nem de elevadas concentrações de 
pessoas b 
 
0,5 
 
0,4 
 
0,3 
Locais em que há predominância de pesos e de 
equipamentos que permanecem fixos por longos 
períodos de tempo, ou de elevadas concentrações de 
pessoas c 
 
0,7 
 
0,6 
 
0,4 
Bibliotecas, arquivos, depósitos, oficinas e garagens e 
sobrecargas em coberturas (a) 
0,8 0,7 0,6 
Vento Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral 0,6 0,3 0 
Temperatura 
Variações uniformes de temperatura em relação à média 
anual local 
0,6 0,5 0,3 
 
Passarelas de pedestres 0,6 0,4 0,3 
Cargas móveis 
e seus efeitos 
Vigas de rolamento de pontes rolantes 1,0 0,8 0,5 
dinâmicos Pilares e outros elementos ou subestruturas que 
suportam vigas de rolamento de pontes rolantes 0,7 0,6 0,4 
Notas: 
a) Nas coberturas comuns (telhados), na ausência de especificação mais rigorosa, deve ser prevista 
uma sobrecarga característica mínima de 0,25 kN/m2, em projeção horizontal. Admite-se que essa sobrecarga englobe 
as cargas decorrentes de instalações elétricas e hidráulicas, de isolamentos térmico e acústico e de pequenas peças 
eventualmente fixadas na cobertura, até um limite superior de 0,05 kN/m2. 
b) Edificações residenciais de acesso restrito. 
c) Edificações comerciais, de escritórios e de acesso público. 
d) Para estado-limite de fadiga (ver Anexo K), usar ψ1 igual a 1,0. 
e) Para combinações excepcionais onde a ação principal for sismo, admite-se adotar para ψ2 o valor zero. 
23 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Coeficientes de ponderação das resistências para o aço estrutural ( γa): 
 
2.3. Tração 
Barras prismáticas, exceto barras com extremidade rosqueada e barras ligadas 
por pinos: 
Escoamento da Seção Bruta: Rop � q�× stuvw 
Ruptura da Seção Líquida: Rop = q�× stuvw 
 Ay = C{ × A| ∅}~�� = d + 3,5mm (furo padrão) I� = I5 − ∑ I-���� 
I� = �Z − ∑�∅-����� + ∑ ��
�5� × e (para chapas) 
Sendo: 
Ag = área bruta; 
An = área líquida; 
d = diâmetro do conector; 
b = largura da chapa; 
t = espessura da chapa. 
 
 Fator de Redução C t: 
a) Quando a força de tração for transmitida diretamente para todos os 
elementos da seção transversal da barra, por soldas ou parafusos: 
Ct = 1,00 
b) Quando a força de tração for transmitida somente por soldas 
transversais: 
�� = I
I5 
Ac = área da seção transversal dos elementos conectados. 
c) Barras com seções transversais abertas quando a força de tração 
for transmitida somente por parafusos ou somente por soldas longitudinais ou ainda 
por uma combinação de soldas longitudinais e transversais para alguns (não todos) 
 
Combinações 
Escoamento, flambagem 
e instabilidade 
γa1 
Ruptura 
γa2 
Normais 1,10 1,35 
Especiais ou de construção 1,10 1,35 
Excepcionais 1,00 1,15 
24 Estruturas de Madeira e Estruturas MetálicasEstruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
2.8. Compressão 
Resistência de cálculo: 
Ro � � ×   × I5 × �j l6
 
Onde: Q é o fator de redução associado à flambagem local; 
X é o fator de redução associado à resistência, à compressão, obtido a partir do índice 
de esbeltez reduzido. 
Q = 1,0 para seções cujos elementos têm relações b/t iguais ou inferiores às dadas na tabela 1. Não se 
cumprindo esta condição, tem-se Q¯_��°_�� + ��Mj À1 + 0,039 «N���� Á± 
Onde: 
_w = �}ÂJÃÄ�ÅÆÇ _� = 5,2 _
 _� + 1 
_� = 0,45 �B − �ÈÏ��È�� � ÐÑaJ
Ña�
Ò, com Ój conforme Nota 9 a seguir 
�� = ÐB − e-� + e-�2 Ò ²12 Ô e-� Z-� � e-� �ÈÏÕe-� Z-� � + e-� �ÈÏÕ Ö 
 
 
 
39 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 3) O estado-limite FLA aplica-se só à alma da seção U, quando 
comprimida pelo momento fletor. Para seção U, o estado-limite FLM aplica-se somente 
quando a extremidade livre das mesas for comprimida pelo momento fletor. 
 4) Wef é o módulo de resistência mínimo elástico, relativo ao eixo de 
flexão, para uma seção que tem uma mesa comprimida (ou alma comprimida no caso 
de perfil U fletido em relação ao eixo de menor inércia) de largura igual a bef, dada por 
F.3.2, com � igual a fy. Em alma comprimida de seção U fletida em relação ao eixo de 
menor momento de inércia, b = h, t = tw e bef = hef. 
 5) A tensão residual de compressão nas mesas,��, deve ser tomada 
igual a 30% da resistência ao escoamento do aço utilizado. 
 6) Para perfis laminados: )
� � O,Î×3ƛ² U
 , ƛr = 0,83� 3�-aJF»� 
 Para perfis soldados: )
� = O,×O3	Gƛ² U
 , ƛr = 0,95� 3�-aJF»�/	G 
 Com kc conforme F. 2. 
 7) O estado-limite FLT só é aplicável quando o eixo de flexão for o de 
maior momento de inércia. 
 8) b/t é a relação entre largura e espessura aplicável à mesa do perfil; 
no caso de seções I e H com um eixo de simetria, b/t refere-se à mesa comprimida 
(para mesas de seções I e H, b é a metade da largura total, para mesas de seções U, 
a largura total, para seções tubulares retangulares, a largura da parte plana e para 
perfis caixão, a distância livre entre almas). 
 9) Para essas seções, devem ser obedecidas as seguintes limitações: 
 a) 1 9� ≤ Ój ≤ 9 com Ój = �aG�aÙ 
 b) a soma das áreas da menor mesa e da alma deve ser superior à área da 
maior mesa. 
 10) Para seções-caixão: ƛ¹ = 3,76 � 3-a 
 Para seções tubulares retangulares: ƛ¹ = 2,42 � 3-a 
 
 
 
 
40 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Para vigas I e H duplamente simétricas, fletidas em relação ao eixo de 
maior momento de inércia (eixo x), temos: 
 
Características da seção transversal: 
- Zx = módulo resistente plástico da seção 
em relação ao eixo de flexão (eixo x); 
- Wx = módulo resistente elástico da 
seção em relação ao eixo de flexão; 
- h0 = altura da alma, tomada igual à 
distância entre faces internas das mesas nos 
perfis soldados e igual a esse valor menos os 
dois raios de concordância entre mesa e alma 
nos perfis laminados. 
 
Classificação das vigas quanto à esbeltez da alma: 
 - Se 
¶!
�! ≤ 5,7 � 3-a: Viga de alma Não Esbelta; 
 - Se 
¶!�! > 5,7 � 3-a: Viga de alma Esbelta. 
a) Vigas de Alma Não Esbelta (¶!�! ≤ 5,7 � 3-a ): 
a.1) Flambagem Local da Alma (FLA): 
ƛ´ = ¶!�! ƛ´Ú = 3,76 � 3-a ƛ´� = 5,70. � 3-a 
Para MR250: ƛ�¹ = 106,3 e ƛ�� = 161,2. 
 - Se ƛb ≤ ƛbp (alma compacta): Mn = Mp = Zx.fy 
 - Se ƛbp ˂ ƛb ≤ ƛ´� (alma não compacta): Mn = Mp - 
ƛÛJƛÜÝ ƛÜÞJ ƛÜÝ . �)¹ − )��, 
sendo Mr = fy.Wx. 
a.2) Flambagem Local da Mesa Comprimida (FLM): 
 ƛ´ = �È/��È ƛ´Ú = 0,38 � 3-a ƛ´� = ¦. � 3�-aJF»�/	G 
Sendo: �� = 0,3�j (tensão residual); 
Para perfis laminados: K = 0,83 e kc = 1,0; 
Para perfis soldados: K =0,95 e kc = 4/ µℎO/eO; 0,35 ≤ kc ≤ 0,76. 
Para MR250: ƛ�¹ = 10,75. 
41 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
- Se ƛb ≤ ƛbp (mesa compacta): Mn = Mp = Zx.fy 
- Se ƛbp ˂ ƛb ≤ ƛ´� (mesa não compacta): Mn = Mp - 
ƛÛJƛÜÝ ƛÜÞJ ƛÜÝ . �)¹ − )��, sendo Mr 
= (�j − ��).Wx. 
- Se ƛb ˃ ƛ´� (mesa esbelta): Mnß)� = O,Î×.3ƛ�� . U¥ àá¨á à+¨��â �áD�AáBCâ 
)� = O,×O.3.	Gƛ�� . U¥ àá¨á à+¨��â âC�BáBCâ 
a.3) Flambagem Lateral com Torção (FLT): 
ƛ´ = ��a ƛ´Ú = 1,76. � 3-a ƛbr = 
,�£µ�a¿�a.¿.h� °1 + �1 + �¤.¾�.h���a 
Para MR250: ƛ�¹ = 49,8. 
Onde: Lb = comprimento destravado, ou seja, distância entre duas seções contidas à flambagem 
lateral com torção; 
ry = raio de giração da seção em relação ao eixo perpendicular ao eixo de flexão (eixo y); 
Cw = constante de empenamento da seção transversal; 
_w = �}ÂJÃÄ�ÅÆÇ e �� = �a.�¶J�È�²� 
J = constante de torção da seção transversal: J = 
¶!.�!Õ� + 2. �È.�ÈÕ� ; 
Cb é o coeficiente que leva em conta o efeito favorável de o 
momento fletor não ser uniforme no segmento Lb, e é dado por: 
�� = 12,5. )�6¥2,5. )�6¥ + 3. )� + 4. )½ + 3. )¾ ≤ 3,0 
Onde : 
 Mmax é o momento fletor máximo solicitante de cálculo, em módulo, no comprimento 
destravado Lb; MA, MB e MC são os momentos fletores solicitantes de cálculo, em módulo, nas seções 
situadas a Lb/4, Lb/2 e 3.Lb/4 da extremidade esquerda do trecho destravado, respectivamente. Para 
os casos em que uma das mesas encontra-se livre para se deslocar lateralmente e a outra não, 
consultar o item 5.4.2.4. da norma. 
Cb deve ser tomado igual a 1,0 nas seguintes situações: 
• Trechos em balanço entre uma seção com restrição à deslocamento lateral e à 
torção e a extremidade livre; 
• A favor da segurança. 
 Determinação de Mn: 
 - Se ƛb ≤ ƛbp (viga curta): Mn = Mp = Zx.fy 
 - Se ƛbp ˂ ƛb ≤ ƛ´� (viga intermediária): 
 Mn = �� . ¸)¹ − ƛÛJƛÜÝ ƛÜÞJ ƛÜÝ . �)¹ − )�� ¼ ≤ )¹, sendo Mr = (�j − ��).Wx. 
42 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
 - Se ƛb ˃ ƛ´� (viga longa): 
)
� � �� . ��. L. MjN�� °��Mj À1 + 0,039 «. N���� Á ≤ )¹ 
b) Vigas de Alma Esbelta ( ¶!�! > 5,7 � 3-a ): 
 Nestes casos o índice de esbeltez da alma ƛ´ = ℎO eO⁄ não pode 
ultrapassar os valores dados por: 
 ƛb ≤ 260 
 ƛ� ≤ O,��3-a , se 
6¶! > 1,5 
 ƛ´ ≤ 11,7. � 3-a, se 
6¶! ≤ 1,5 
Sendo: a = espaçamento entre enrijecedores. 
Para determinação do momento fletor resistente nominal (Mn), 
utiliza-se o parâmetro kpg abaixo: 
 
 �¹5 = 1 − 6»
�OO��OO.6» . À¶!�! − 5,7. � 3-aÁ ≤ 1,0 com á� = ¶!.�!�È.�È 
A viga não pode ter ar superior a 10. 
b.1) Escoamento da Mesa Tracionada (EMT): 
Mn = Wx . fy 
b.2) Flambagem Local da Mesa Comprimida (FLM): 
ƛ´ = �È/��È ƛ′´Ú = 0,38 � 3-a 
ƛ′´� = 0,95. � 3O,¤.-a 
kc = 4/ µℎO/eO; 0,35 ≤ kc ≤ 0,76 
 
Para MR250: ƛ′�¹ = 10,75. 
 - Se ƛb ≤ ƛ’bp: Mn = kpg.Wx.fy; 
 - Se ƛ’bp ˂ ƛb ≤ ƛ′´�: Mn = kpg .¸1 − 0,3. Ð ƛÛJƛäÜÝ ƛäÜÞJ ƛäÜÝ Ò¼ .Wx. �j; 
 - Se ƛb ˃ ƛ′´�: )� = O,×O.	º¡.3.	G.å²ƛ�� . 
 
 
43 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
b.3) Flambagem Lateral com Torção (FLT): 
ƛ´ � �
�æ ƛ′´Ú � 1,10 � 3-a ƛ′´� = �. � 3O,¤.-a 
Para MR250: ƛ′�¹ = 31,1 e ƛ′�� = 106,2. 
Onde : 
rT = raio de giração, relativo ao eixo de menor inércia, da seção formada pela mesa comprimida e um terço 
da região comprimida da alma: ç̈ = °�È.�ÈÕ/
��¶!.�!Õ/¤� �È.�È�¶!.�!/Î 
 - Se ƛb ≤ ƛ’bp: Mn = kpg.Wx.fy; 
 - Se ƛ’bp ˂ ƛb ≤ ƛ′´�: Mn = Cb .kpg .¸1 − 0,3. Ð ƛÛJƛäÜÝ ƛäÜÞJ ƛäÜÝ Ò¼.Wx. �j ≤ kpg. Wx. �j; 
 - Se ƛb ˃ ƛ′´�: )� = ¾�.	º¡.��.3.å²ƛ�� ≤ kpg. Wx. �j. 
Esforço Cortante Resistente: 
Para Seções I, H e U fletidasem relação ao eixo pe rpendicular à alma: 
VÍéÆê = ë�ìí� ƛ = ¶!�! ƛÚ = 1,10 �	î.3-a 
ƛ� = 1,37. �	î.3-a 
Sendo:kv = 5,0, para almas sem enrijecedores transversais, 
>¶! > 3 ou , 
>¶! > � �ÎO(¶!/�!=� ²; 
 kv = 5 + 
É(6 ¶!⁄ =² , para todos os outros casos. 
 Com a = distância entre linhas de centro de dois enrijecedores transversais adjacentes. 
Para MR250: ƛ¹ = 31,11. µ�� e ƛ� = 38,75 . µ�� . 
 
Área efetiva de cisalhamento (Aw): Aw = h.t0 
Esforço cortante nominal (Vn): 
 - Se ƛ ≤ ƛp: Vn = Vp = 0,6 Aw.fy; 
 - Se ƛp ˂ ƛ ≤ ƛ�: Vn = 
ƛºƛ . 0,6 Aw.fy; 
 - Se ƛ ˃ ƛ�: Vn = 1,24. �ƛºƛ ��. 0,6 Aw.fy. 
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Para seções tubulares retangulares e caixão fletida s em torno de um eixo 
central de inércia: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 5,0 
Aw = 2h0 .t0 
Onde: h0 é a altura da parte plana das almas nas seções tubulares e a distância entre faces 
internas das mesas nas seções caixão, e t0 é a espessura de uma das almas. 
 
Para seções T fletidas em relação ao eixo perpendic ular à alma: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
Kv = 1,2 
Aw = h.t0 
Onde: h é a altura total da seção transversal e t0 é a espessura da alma, desde que h/ t0 ≤ 260 . 
 
Para seções formadas por duas cantoneiras fletidas em relação ao eixo 
perpendicular ao de simetria: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 1,2 
Aw = 2b.t 
Onde: b é a altura total da seção (largura da aba) e t é a espessura da aba de uma das cantoneiras, 
desde que b/ t ≤ 260 . 
 
Para seções I, H e U fletidas em relação ao eixo pe rpendicular às mesas: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas 
em relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 1,2 
Aw = 2bf .tf 
Onde: bf é a largura da mesa e tf é a espessura média da mesa. 
 
 
45 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
2.10. Barras submetidas a esforços combinados de mo mento fletor, 
força axial e força cortante 
 
Para atuação simultânea da força axial de tração ou 
compressão e de momentos fletores deve ser obedecida a limitação 
fornecida por: 
a) para 
1ï2
1ð2
≥ 0,2: 1ï21ð2 + £× ÐK²,ï2K²,ð2 + Ka,ï2Ka,ð2Ò ≤ 1,0 
b) para 
1ï21ð2em relação ao eixo pe rpendicular à alma: 
VÍéÆê = ë�ìí� ƛ = ¶!�! ƛÚ = 1,10 �	î.3-a 
ƛ� = 1,37. �	î.3-a 
Sendo:kv = 5,0, para almas sem enrijecedores transversais, 
>¶! > 3 ou , 
>¶! > � �ÎO(¶!/�!=� ²; 
 kv = 5 + 
É(6 ¶!⁄ =² , para todos os outros casos. 
 Com a = distância entre linhas de centro de dois enrijecedores transversais adjacentes. 
Para MR250: ƛ¹ = 31,11. µ�� e ƛ� = 38,75 . µ�� . 
 
Área efetiva de cisalhamento (Aw): Aw = h.t0 
Esforço cortante nominal (Vn): 
 - Se ƛ ≤ ƛp: Vn = Vp = 0,6 Aw.fy; 
 - Se ƛp ˂ ƛ ≤ ƛ�: Vn = 
ƛºƛ . 0,6 Aw.fy; 
 - Se ƛ ˃ ƛ�: Vn = 1,24. �ƛºƛ ��. 0,6 Aw.fy. 
44 Estruturas de Madeira e Estruturas Metálicas | Profº Talles Mello | www.tallesmello.com.br 
 
Para seções tubulares retangulares e caixão fletida s em torno de um eixo 
central de inércia: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 5,0 
Aw = 2h0 .t0 
Onde: h0 é a altura da parte plana das almas nas seções tubulares e a distância entre faces 
internas das mesas nas seções caixão, e t0 é a espessura de uma das almas. 
 
Para seções T fletidas em relação ao eixo perpendic ular à alma: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
Kv = 1,2 
Aw = h.t0 
Onde: h é a altura total da seção transversal e t0 é a espessura da alma, desde que h/ t0 ≤ 260 . 
 
Para seções formadas por duas cantoneiras fletidas em relação ao eixo 
perpendicular ao de simetria: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas em 
relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 1,2 
Aw = 2b.t 
Onde: b é a altura total da seção (largura da aba) e t é a espessura da aba de uma das cantoneiras, 
desde que b/ t ≤ 260 . 
 
Para seções I, H e U fletidas em relação ao eixo pe rpendicular às mesas: 
Aplica-se o mesmo procedimento indicado para seções I, H e U fletidas 
em relação ao eixo perpendicular à alma, com: 
kv = 1,2 
Aw = 2bf .tf 
Onde: bf é a largura da mesa e tf é a espessura média da mesa. 
 
 
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2.10. Barras submetidas a esforços combinados de mo mento fletor, 
força axial e força cortante 
 
Para atuação simultânea da força axial de tração ou 
compressão e de momentos fletores deve ser obedecida a limitação 
fornecida por: 
a) para 
1ï2
1ð2
≥ 0,2: 1ï21ð2 + £× ÐK²,ï2K²,ð2 + Ka,ï2Ka,ð2Ò ≤ 1,0 
b) para 
1ï21ð2 < 0,2: 1ï2�1ð2 + ÐK²,ï2K²,ð2 + Ka,ï2Ka,ð2Ò ≤ 1,0 
Onde: 
 NSd é a força axial solicitante de cálculo; 
NRd é a força axial resistente de cálculo; 
Mx,Sd e My,Sd são os momentos fletores solicitantes de cálculo em relação 
ao eixos x e y; 
Mx,Rd e My,Rd são os momentos fletores resistentes de cálculo em relação 
ao eixos x e y. 
Para a atuação de força cortante na direção de um dos eixos centrais de 
inércia a verificação deve ser feita da mesma forma que para este efeito 
isolado (vigas). 
 
2.11. Referências Bibliográficas 
ABNT; NBR 8800: Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e 
concreto de edifícios. ABNT, 2008. 
PFEIL, M.; PFEIL, W.; Estruturas de Aço : Dimensionamento Prático. 8 
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 
 
 
 
 
 
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2.12. Exercícios 
 
1) Calcular a espessura necessária de uma chapa de 100 mm de 
largura, sujeita a um esforço axial de 100 kN (10 tf) de cálculo, resolver o 
problema para o aço MR250. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2) Uma chapa de 
� ­ 5"(1,27x12,7cm) de a¸co A36 (MR250) é 
solicitada `a tracao. Ela está conectada `a uma chapa gusset por quatro 
parafusos de diâmetro 
É
£”(15,875mm). Determine o esforço de tração resistente 
pelo método dos estados limites. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3) Calcular o diâmetro do tirante capaz de suportar uma carga 
permanente especial axial de 150 kN de um equipamento, sabendo-se que a 
transmissão de carga será feita por um sistema de roscas e porcas. Admitindo-
se aço MR250 (ASTM A36). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4) Duas chapas de 22x300 mm são emendadas por meio de talas, 
também de 22x300 mm, com 2x8 parafusos de diâmetro 7/8”(aproximadamente 
22,2 mm). Verificar se as dimensões das chapas são satisfatórias, admitindo-se 
aço MR250 (ASTM A36), for¸carga permanente de 300 kN (equipamentos) 
tracionando as chapas e B = 300 mm. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5) Calcule a resistência à compressão axial da coluna da estrutura 
treliçada abaixo. Perfil soldado IP 220 de aço MR250 (fy = 25 kN/cm2 e fu = 40 
kN/cm2) . Combinação normal de ações. Dados do perfil: A = 33,4 cm2; Ix= 
2772 cm4; Iy= 205 cm4 ,rx= 9,11 cm; ry= 2,48 cm. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6) Dimensionar a solda de filete necessária para resistir a um 
esforço atuante de cálculo de 422 kN. Considere aço MR250 (fy = 25 kN/cm2 e 
fu = 40 kN/cm2), eletrodo E60 (fw = 41,5 kN/cm2) e combinação normal de 
ações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7) Calcular a resistência da ligação parafusada abaixo para 
combinação normal de ações. A barra da treliça é constituída por dois perfis U 
250 X 29,8 kg/m, prendendo-se a uma chapa gusset de 12,7 mm (1/2") por 
meio de parafusos com diâmetro d = 3/4", ASTM A307. Aço do perfil e da 
chapa ASTM A36 (fy = 25 kN/cm2 e fu = 40 kN/cm2) . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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8) Verificar a viga constituída de um perfil VS 
550 x 88 em aço MR 250 da figura abaixo. Apenas os 
apoios são travados lateralmente. A carga majorada já 
inclui o peso próprio. Flexão em torno do eixo 
perpendicular à alma e combinação normal de ações.

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