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<p>Objetivos</p><p>Unidade 1 – Proteção Radiológica</p><p>• 1.1) Penetração das radiações na matéria</p><p>• 1.2) Radioproteção (proteção radiológica)</p><p>• 1.3) Grandezas e unidades radiológicas</p><p>• 1.4) Limites radiológicos</p><p>• 1.5) Exposição e contaminação</p><p>• 1.6) Como se proteger das radiações –</p><p>Dosimetria</p><p>• 1.7) Monitoração / monitoramento</p><p>• 1.8) Regras práticas de radioproteção</p><p>• 1.9) Dosimetria</p><p>• 1.10) Princípios da dosimetria interna</p><p>• 1.11) Dosimetria (radiação externa)</p><p>• 1.12) Detectores de radiações</p><p>• 1.13) Radiações diretamente ionizantes</p><p>• 1.14) Radiações indiretamente ionizantes</p><p>Objetivos</p><p>Unidade 1 – Proteção Radiológica</p><p>• 1.1) Penetração das radiações na matéria</p><p>• 1.2) Radioproteção (proteção radiológica)</p><p>• 1.3) Grandezas e unidades radiológicas</p><p>• 1.4) Limites radiológicos</p><p>• 1.5) Exposição e contaminação</p><p>• 1.6) Como se proteger das radiações –</p><p>Dosimetria</p><p>• 1.7) Monitoração / monitoramento</p><p>• 1.8) Regras práticas de radioproteção</p><p>• 1.9) Dosimetria</p><p>• 1.10) Princípios da dosimetria interna</p><p>• 1.11) Dosimetria (radiação externa)</p><p>• 1.12) Detectores de radiações</p><p>• 1.13) Radiações diretamente ionizantes</p><p>• 1.14) Radiações indiretamente ionizantes</p><p>Objetivos</p><p>Unidade 2 – Noções básicas sobre as</p><p>normas e regulamentos da CNEN</p><p>• 2.1) Norma CNEN-NE-3.01, Diretrizes</p><p>básicas de radioproteção</p><p>• 2.2) Norma CNEN-NE-6.05, Gerência de</p><p>rejeitos radioativos em instalações</p><p>radiativas</p><p>• 2.3) Norma CNEN-NE-3.02, Serviços de</p><p>radioproteção</p><p>• 2.4) Norma CNEN-NN-3.03, Certificação da</p><p>qualificação de supervisores de</p><p>radioproteção</p><p>• 2.5) Norma CNEN-NN-6.01, Requisitos para</p><p>o registro de pessoas físicas para o preparo,</p><p>uso e manuseio de fontes radioativas</p><p>• 2.6) Norma CNEN-NE-6.02, Licenciamento</p><p>de instalações radiativas</p><p>• 2.7) Norma CNEN-NE-3.05, Requisitos de</p><p>radioproteção e segurança para serviços de</p><p>medicina nuclear</p><p>• 2.8) Norma CNEN-NE-3.06, Requisitos de</p><p>radioproteção e segurança para serviços de</p><p>radioterapia</p><p>• 2.9) Análise da Portaria Federal No 453, de</p><p>1 de junho de 1998.</p><p>Contatos</p><p>www.profclaitonmontanha.wix.com/portaldoaluno</p><p>claiton@radiologia.com.br</p><p>(55)99194-6788</p><p>https://www.facebook.com/claiton.montanha</p><p>Portaria 453/98</p><p>"Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico</p><p>Médico e Odontológico“</p><p>Estabelece os requisitos básicos de proteção radiológica</p><p>em radiodiagnóstico;</p><p>Disciplina a prática com os raios-x para fins diagnósticos</p><p>e intervencionistas;</p><p>Visa a defesa da saúde dos pacientes, dos profissionais</p><p>envolvidos e do público em geral.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Motivo principal:</p><p>Há uma expansão do uso das radiações ionizantes na</p><p>medicina e odontologia no País;</p><p>Riscos inerentes ao uso das radiações ionizantes e por isso</p><p>há uma necessidade de uma política nacional de proteção</p><p>radiológica.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Outros Motivos:</p><p>Exposições radiológicas para fins de saúde constituem a</p><p>principal fonte de exposição da população a fontes</p><p>artificiais de radiação ionizante;</p><p>É necessário de garantir a qualidade dos serviços de</p><p>radiodiagnóstico prestados à população, e de assegurar os</p><p>requisitos mínimos de proteção radiológica aos pacientes,</p><p>aos profissionais e ao público em geral;</p><p>Padronização, a nível nacional, dos requisitos de</p><p>proteção radiológica para o funcionamento dos</p><p>estabelecimentos que operam com raios-x diagnósticos.</p><p>Portaria 453/98</p><p>PRINCÍPIOS BÁSICOS</p><p>1. Justificação da prática e das exposições médicas</p><p>individuais.</p><p>2. Otimização da proteção radiológica.</p><p>3. Limitação de doses individuais.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Justificação:</p><p>A Justificação estabelece que nenhuma prática deve ser</p><p>autorizada a menos que se produza suficiente benefício</p><p>para o indivíduo exposto, de modo a compensar o</p><p>detrimento que possa ser causado pela radiação.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Otimização</p><p>„As exposições médicas de pacientes devem ser otimizadas ao</p><p>valor mínimo necessário para obtenção do objetivo radiológico</p><p>compatível com os padrões aceitáveis de qualidade de imagem.</p><p>„No processo de otimização de exposições médicas deve-se</p><p>considerar:</p><p>a) A seleção adequada do equipamento e acessórios.</p><p>b) Os procedimentos de trabalho.</p><p>c) A garantia da qualidade.</p><p>d) Os níveis de referência de radiodiagnóstico para paciente</p><p>Portaria 453/98</p><p>LIMITAÇÃO DE DOSES INDIVIDUAIS</p><p>As doses individuais de trabalhadores e de indivíduos do público</p><p>não devem exceder os limites anuais de dose equivalente</p><p>estabelecidos na Norma CNEN-NE 3.01.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Grandeza Órgão Individuo</p><p>ocupacionalmente</p><p>exposto (IOE)</p><p>Indivíduo</p><p>Público (IP)</p><p>Dose Efetiva Corpo Inteiro 20 mSv/ano 1 mSv/ano</p><p>Dose</p><p>Equivalente</p><p>Cristalino 20 mSv</p><p>(Alterado pela Resolução CNEN</p><p>114/2011)</p><p>15 mSv</p><p>Pele 500 mSv 50 mSv</p><p>Mãos e Pés 500 mSv -</p><p>Limites de Doses Anuais</p><p>Portaria 453/98</p><p>REQUISITOS OPERACIONAIS</p><p>REGISTRO</p><p>Todos os equipamentos de radiodiagnóstico médico ou</p><p>odontológico comercializados devem ter registro no Ministério de</p><p>Saúde.</p><p>Portaria 453/98</p><p>REQUISITOS OPERACIONAIS</p><p>LICENCIAMENTO</p><p>Nenhum serviço de radiodiagnóstico pode funcionar sem estar</p><p>devidamente licenciado pela autoridade sanitária local;</p><p>O licenciamento de um serviço de radiodiagnóstico segue o</p><p>seguinte processo:</p><p>a) Aprovação, sob os aspectos de proteção radiológica, do</p><p>projeto básico e construção das instalações.</p><p>b) Emissão de alvará de funcionamento.</p><p>Portaria 453/98</p><p>LICENCIAMENTO</p><p>Projeto básico de arquitetura das instalações e áreas adjacentes,</p><p>conforme portaria 1884/94 do Ministério da Saúde incluindo:</p><p>(i) planta baixa e cortes relevantes;</p><p>(ii) classificação das áreas do serviço;</p><p>(iii) descrição técnica das blindagens (porta, paredes)</p><p>(iv) Relação dos equipamentos de raios-x;</p><p>(v) Relação dos exames a serem praticados, com estimativa da</p><p>carga de trabalho semanal máxima;</p><p>Portaria 453/98</p><p>QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL</p><p>Nenhum indivíduo pode administrar, intencionalmente, radiações</p><p>ionizantes em seres humanos a menos que:</p><p>a) Seja médico ou odontólogo qualificado para a prática, ou que</p><p>seja um técnico, enfermeiro ou outro profissional de saúde</p><p>treinado e que esteja sob a supervisão de um médico ou</p><p>odontólogo.</p><p>b) Possua certificação de qualificação que inclua os aspectos</p><p>proteção radiológica, exceto para indivíduos que estejam</p><p>realizando treinamentos autorizados.</p><p>Portaria 453/98</p><p>TREINAMENTOS PERIÓDICOS</p><p>Os titulares de serviços devem implementar um programa de</p><p>treinamento anual, com pelo menos, os seguintes tópicos:</p><p>a) Procedimentos de operação dos equipamentos, uso das</p><p>tabelas de exposição e procedimentos em caso de acidentes.</p><p>b) Uso de vestimenta de proteção individual para pacientes,</p><p>equipe e eventuais acompanhantes.</p><p>c) Procedimentos para minimizaras exposições médicas e</p><p>ocupacionais.</p><p>d) Uso de dosímetros individuais.</p><p>Portaria 453/98</p><p>CONTROLE DE ÁREAS DO SERVIÇO</p><p>Os ambientes de serviço devem ser delimitados e classificados</p><p>em áreas livres ou em áreas controladas;</p><p>As salas onde se realizam os procedimentos radiológicos e a sala</p><p>de comando devem ser classificadas como áreas controladas;</p><p>NÍVEIS QUE DEVEM SER ADOTADOS:</p><p>a) 5 mSv/ano em áreas controladas,</p><p>b) 0,5 mSv/ano em áreas livres.</p><p>Portaria 453/98</p><p>LEVANTAMENTO RADIOMÉTRICO</p><p>É um programa de monitoração de área que deve ser</p><p>implantado para:</p><p>1-comprovar os níveis de radiação;</p><p>2-verificar as blindagens, e</p><p>3-assegurar o funcionamento dos dispositivos de segurança;</p><p>Medidas em cada 4 anos</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>EQUIPAMENTOS PARA OS LEVANTAMENTOS RADIOMÉTRICOS</p><p>Portaria 453/98</p><p>FUGA DE CABEÇOTE</p><p>A Fuga do cabeçote visa determinar zonas onde os níveis de</p><p>radiação em torno do cabeçote sejam maiores que 100 mR/h a 1</p><p>m de distância.</p><p>Portaria 453/98</p><p>MONITORAÇÃO INDIVIDUAL</p><p>Os titulares devem estabelecer um programa rotineiro de</p><p>monitoração individual para:</p><p>(i) obter uma estimativa de dose efetiva</p><p>(ii) em caso de exposição acidental envolvendo altasdoses,</p><p>fornecer informações para investigação e suporte para</p><p>acompanhamento médico e tratamento.</p><p>(iii) Todo indivíduo que trabalha com raios-x diagnóstico deve</p><p>usar, durante sua jornada de trabalho e enquanto permanecer em</p><p>área</p><p>controlada, dosímetro individual, trocado mensalmente.</p><p>Portaria 453/98</p><p>DOSÍMETROS TERMOLUMINESCENTES</p><p>Alta sensibilidade ~ 0,2 mSv a 20 Sv</p><p>Pouca dependência da Energia</p><p>Baixo desvanecimento da dose</p><p>Num. Atômico próximo do corpo humano</p><p>Diversos modos de uso</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>Uso do Dosímetro</p><p>O dosímetro individual é de uso exclusivo do usuário do</p><p>dosímetro no serviço para o qual foi designado.</p><p>O dosímetro deverá ser usado na altura do tórax durante o</p><p>trabalho próximo a uma fonte de radiação ionizante.</p><p>O dosímetro deverá ser guardado em local livre de radiação</p><p>sempre que o usuário não estiver trabalhando.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Guarda dos Dosímetros</p><p>Durante a ausência do usuário, os dosímetros individuais devem</p><p>ser mantidos em local seguro, com temperatura amena, umidade</p><p>baixa e afastados de fontes de radiação ionizante, junto ao</p><p>dosímetro padrão.</p><p>Se houver suspeita de exposição acidental, o dosímetro</p><p>individual deve ser enviado para leitura de urgência.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Laudo de Doses</p><p>Portaria 453/98</p><p>Controle de Qualidade – CQ</p><p>Todo equipamento de raios-x diagnósticos deve ser mantido em</p><p>condições adequadas de funcionamento e submetido</p><p>regularmente a verificações de desempenho.</p><p>Atenção particular deve ser dada aos equipamentos antigos.</p><p>Qualquer deterioração na qualidade das radiografias deve ser</p><p>imediatamente investigada e o problema corrigido.</p><p>O Programa de Qualidade inclui: Testes bianuais, anuais, testes</p><p>semestrais, e semanais.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Alguns motivos para o CQ</p><p>1. Imagens de baixa qualidade podem induzir diagnósticos</p><p>errados;</p><p>2. Imagens de baixa qualidade dificultam o diagnóstico;</p><p>3. Imagens de baixa qualidade muitas vezes são rejeitadas,</p><p>implicando em repetição do procedimento, desta forma elevando</p><p>os custos do serviço;</p><p>4. Em muitos casos a imagem inadequada implica em maior</p><p>exposição ao paciente, técnicos e médicos à radiação, bem como</p><p>a uma redução da vida média dos tubos de raios-x.</p><p>Portaria 453/98</p><p>CQ – Testes Bianuais</p><p>(i) valores representativos de dose dada aos pacientes em</p><p>radiografia e TC realizadas no serviço;</p><p>(ii) valores representativos de taxa de dose dada ao paciente em</p><p>fluoroscopia e do tempo de exame, ou do produto dose-área.</p><p>Portaria 453/98</p><p>CQ – Testes Anuais</p><p>1. exatidão do indicador de tensão do tubo (kVp);</p><p>2. exatidão do tempo de exposição, quando aplicável;</p><p>3. camada semi-redutora;</p><p>4. alinhamento do eixo central do feixe de raios-x;</p><p>5. rendimento do tubo (mGy / mA min m2);</p><p>6. linearidade da taxa de kerma no ar com o mAs;</p><p>7. reprodutibilidade da taxa de kerma no ar;</p><p>8. reprodutibilidade do sistema automático de exposição;</p><p>9. tamanho do ponto focal;</p><p>10.integridade dos acessórios e vestimentas de proteção</p><p>individual;</p><p>Portaria 453/98</p><p>CQ – Testes Semestrais</p><p>1. exatidão do sistema de colimação;</p><p>2. resolução de baixo e alto contraste em fluoroscopia;</p><p>3. contato tela-filme;</p><p>4. alinhamento de grade;</p><p>5. integridade das telas e chassis;</p><p>6. condições dos negatoscópios;</p><p>7. índice de rejeição de radiografias (com coleta de dados</p><p>durante, pelo menos, dois meses).</p><p>Portaria 453/98</p><p>Testes Mensais</p><p>Mamografia: Em cada equipamento de mamografia deve ser</p><p>realizada, mensalmente uma avaliação da qualidade de imagem</p><p>com um fantoma mamográfico equivalente ao adotado pela ACR</p><p>(American College of Radiology).</p><p>Portaria 453/98</p><p>Testes para Mamografia</p><p>Alinhamento do campo de radiação – item 4.13</p><p>Operação do controle automático de exposição – item 3.52</p><p>Força de compressão – item 3.18</p><p>Imagem de simulador de mama – item 4.19</p><p>Padrão de qualidade de imagem – item 3.55</p><p>Qualidade de imagem com o simulador – item 4.48</p><p>Padrão de desempenho da imagem em mamografia – item 4.49</p><p>Operação da câmara escura – item 4.9</p><p>Qualidade do processamento – item 4.43</p><p>Sensitometria e limpeza dos chassis – item 4.47</p><p>Portaria 453/98</p><p>CQ – Testes Semanais</p><p>1. calibração, constância e uniformidade dos números de CT;</p><p>2. temperatura do sistema de processamento;</p><p>3. sensitometria do sistema de processamento.</p><p>OBSERVAÇÃO:</p><p>Testes relevantes devem ser realizados sempre que houver</p><p>indícios de problemas ou quando houver mudanças, reparos ou</p><p>ajustes no equipamento de raios-x.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>Portaria 453/98</p><p>Conclusão – 1</p><p>Todo profissional , Técnicos e Tecnólogos em Radiologia estão</p><p>sujeitos a um código de ética que inclui responsabilidade pelo</p><p>controle e limitação da exposição à radiação dos pacientes sob</p><p>seus cuidados.</p><p>Sempre usar um dosímetro. Embora o dosímetro não diminua a</p><p>exposição do usuário, a existência de registros precisos a longo</p><p>prazo do dosímetro ajuda na avaliação de um programa de</p><p>segurança radiológica.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Conclusão – 2</p><p>Para reduzir a exposição do paciente:</p><p>1. Repetição mínima de radiografias</p><p>2. Filtração correta</p><p>3. Colimação precisa</p><p>4. Proteção de área especifica (proteção das gônadas)</p><p>5. Proteção para gestantes</p><p>6. Uso de fatores de exposição ótimos e combinações écran-</p><p>filme de alta velocidade.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Conclusões – Portaria</p><p>Entre os aspectos mais importantes estabelecidos pela Portaria</p><p>453/98 está a diminuição da dose de radiação recebida pelos</p><p>pacientes, a limitação das doses ocupacionais, e a prevenção de</p><p>acidentes.</p><p>A Portaria estabelece parâmetros e regulamenta ações para o</p><p>controle das exposições médicas, das exposições ocupacionais e</p><p>das exposições do público, decorrentes das práticas com raios-x</p><p>diagnósticos.</p><p>A Portaria estabelece requisitos para o licenciamento e a</p><p>fiscalização dos serviços que realizam procedimentos radiológicos</p><p>médicos e odontológicos no Brasil.</p><p>Portaria 453/98</p><p>Conclusões – Proteção Radiológica</p><p>A Proteção Radiológica tem por objetivo a proteção do homem</p><p>e de seu meio ambiente contra os possíveis efeitos deletérios</p><p>causados pelas radiações ionizantes provenientes de fontes</p><p>produzidas pelo homem, e de fontes naturais modificadas</p><p>tecnologicamente.”</p>

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