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<p>NEMATODOS Ascaris lumbricoides Trichuris trichuria Enterobius vermiculares</p><p>Filo Nematoda Nematoda Nematoda</p><p>Classe Sacernentea Adenophorea Sacernentea</p><p>Sub Família Ascaridoidea Trichuroidea Ascaridíase</p><p>Família Ascarididae Tricuridae Oxyuridae</p><p>Gênero Ascaris Trichuris Enterobius</p><p>T Adulto M: 20-30 cm</p><p>F: 30-40 cm</p><p>M: 3 cm</p><p>F: 4 cm</p><p>M: 5 mm</p><p>F: 1 mm</p><p>Forma adulto M: posterior circular e 2</p><p>espículas</p><p>F:posterior reta, boca</p><p>trilobulada e frente afilada</p><p>M: cauda enrolada, 1</p><p>espícula</p><p>F: cauda reta</p><p>Alças cefálicas- órgão sensorial de</p><p>expansão da boca</p><p>M: cauda , eliminado após a</p><p>fecundação</p><p>F: cauda</p><p>Ovo: MI e E + camada proteica,</p><p>produzida no oviduto.</p><p>Fértil:</p><p>Infértil:</p><p>MExterna (massas</p><p>mucólicas) + duas I.</p><p>± 50 μm X 22 μm</p><p>± 50 μm X 20 μm</p><p>5 a 16 mil ovos embrionado postados</p><p>pela fêmea no RETO</p><p>T. Larva ± 50 μm X 22 μm</p><p>Tipos de larva L1; L2 E L3 (infectantes); L4 e L5</p><p>já após perfurar pulmão</p><p>Ciclo Monoxênico (ciclo de vida</p><p>apenas no hosp. D) e</p><p>estenoxênico (apenas numa</p><p>espécie)</p><p>Monoxênico</p><p>Estenoxênico</p><p>Geohelminto (passa por</p><p>fase que se desenv. na</p><p>terra)</p><p>Monoxênico</p><p>Explicação ciclo Fezes => ambiente =></p><p>embrionam se férteis => L1 =></p><p>L2 => L3 => infecção =></p><p>intestino, sangue, fígado,</p><p>coração D, pulmão, traqueia,</p><p>laringe => L5</p><p>Fezes c/ ovo fértil n</p><p>embrionado => embriona</p><p>no solo => L. infectante</p><p>=> ingere => eclode no</p><p>intestino direto (É</p><p>ANAEROBIA</p><p>FACULTATIVA)</p><p>Ingestão de ovos (amadurecem 4-6 h)</p><p>=> digestão da casca => reprodução</p><p>=> após um mês as fêmeas vao para a</p><p>parte peri-anal</p><p>Doença ascarídiase</p><p>Patogenia L – problemas pulmonares</p><p>A – espoliação, falta de</p><p>nutrientes.</p><p>Maiores: úlcera e abcesso</p><p>Maçiças: anemia e</p><p>prolapso retal</p><p>Prurido anal, enterite catarral, ovarite,</p><p>salpingite, vaginite</p><p>Sintomas: Cólica, má digestão, náusea,</p><p>meningite, irritabilidade,</p><p>convulão.</p><p>Prurido anal, náusea, dor epigastrica</p><p>Tratamento Albendazol, Invermectina,</p><p>Tetramizole, Piperazina</p><p>Albendazol, Invermectina,</p><p>Tetramizole, Piperazina</p><p>Albendazol (400 mg), Pirantel ,</p><p>Mebendazol, Piperazina (Doses de 50</p><p>a 75mg por cinco dias)</p><p>Profilaxia Educação sanitária e</p><p>tratamento doentes</p><p>Educação sanitária e</p><p>tratamento doentes</p><p>Tratar coletividade, cuidado com</p><p>roupa, cortar unha e limpar com</p><p>aspirador</p><p>Epidemio. Áreas tropicais Zona urbana Cosmopolita de locais frios.</p><p>Trasmissão Ingestão de ovos contaminados Ingestão de ovos Hetero: de alguém doente</p><p>Autoinf externa: coça, mão, boca</p><p>Autoinfec interna: qdo ovos rompem</p><p>antes ( no intestino)</p><p>Retroinfeccção: qdo rompe antes de</p><p>chegar ao reto</p><p>Indireta:</p><p>Diagnóstico EPF – método de LUTZ. Pesquisa com fita adesiva gomada</p><p>Características + Os ovos não precisam ser</p><p>fertilizados, mas devem ser</p><p>férteis e embrionados. –</p><p>inférteis tem cerca de 60</p><p>micrometros, de camada</p><p>granulosa.</p><p>FÊMEAS LIBERAM OS OVOS JÁ COM AS</p><p>LARVAS DENTRO!!!</p><p>NÃO É GEO-HELMINTO!!</p><p>É o que dá coceira anal</p><p>Onde vivem Intestino delgado, jejuno e íleo. Intestino grosso ++ ceco. Ceco ou apêndice cecal</p><p>P. pré patente 2 meses até L3( na</p><p>região torácica) => contamina HD</p><p>ao sugar sangue => L3 vai p vasos</p><p>=> fêmeas são fertilizadas =></p><p>Ciclo pulmonar => adultos</p><p>no ID. => ovo nas fezes =></p><p>larva rabditoide 1-2 dias =></p><p>larva filarioide (solo) 6 sem</p><p>=> penetra pela pele.</p><p>Larva F. de fêmea partenogênica (FP) no solo</p><p>=> penetra pela pele => passa pela cs e</p><p>pulmão => verme adulto de FP no intestino</p><p>=> autofecundação (é 3n) => eclosão no</p><p>intestino na forma de Larva R. => fezes => 3n</p><p>vira filarióide e infecta</p><p>A Larva R. pode ser n (macho de vida livre),</p><p>2n (femea de vida livre) e 3n( FP)</p><p>Macho VL e femea VL cruzam e geram</p><p>rabditoide q podem contaminar</p><p>Doença Elefantíase Ancilostomose/amarelão Strongiloidiase</p><p>Patogenia Filariose linfática – causa edema</p><p>Reações inflamatórias:</p><p>granuloma, inchaço pq mto</p><p>eosinófilos,</p><p>Ações mecânicas: dilatação dos</p><p>vasos</p><p>Acoes irritativa por causa do prod</p><p>do metabolismo.</p><p>Alteração cuanea, aparecimento de larva</p><p>migrans, estrongiloidose disseminada</p><p>Sintomas: Agudo: febre, dor e inflamação</p><p>Cronico: elefantíase</p><p>Coceira(penetração), tosse,</p><p>eosinofilia, dor abdominal,</p><p>anemia e subnutrição.</p><p>Tratamento Albendazol</p><p>Dietil carbamazina: 2mg/kg/ 3</p><p>vezes dia via oral por 12 dias</p><p>Invermectina: dose única de</p><p>100-400 µg/kg</p><p>Antibióticos pois relação de</p><p>simbiose com bactérias.</p><p>Albendazol</p><p>Mebendazol e Pirantel</p><p>Tiabendazol, Cambendazol</p><p>Profilaxia Combater vetor, tratar doente,</p><p>repelente, mosquitos (...)</p><p>Sanemanto, uso de</p><p>calçados, plantio de capim</p><p>cidreira.</p><p>Usar luvas e calçados em contato com o solo</p><p>Epidemio. Africa, Asia, América Sul e Central</p><p>BR: PE e AL</p><p>Regiões quentes e úmidas/ cosmopolita</p><p>Trasmissão HI-HD Mosquito transmite em L3</p><p>HD-HI homem transmite a</p><p>microfilária</p><p>Hetero infecção: tava no solo e contaminou</p><p>Auto infecção – interna:</p><p>Auto infecção – externa: vira filarioide dentro</p><p>do intestino</p><p>Diagnóstico Clínica: febre, eosinofilia,</p><p>adenolinfoma</p><p>Laboratorial: método de Knott</p><p>(usa M de policarbonato)</p><p>pesquisar das 22-2h pq vao estar</p><p>nas VEIAS, ultração</p><p>Método de Faust: flutuação</p><p>usando ZnSO4 já que o ovo</p><p>é MUITO leve</p><p>EPF Teste de Ballman, em que as larvas</p><p>migram por efeito da temperatura;</p><p>intradermorreaçao ou testes imunológicos.</p><p>Características</p><p>+</p><p>NÃO É GEOHELMINTO</p><p>NÃO É ZOONOSE</p><p>É OVOVÍVIPARO</p><p>CONSERVA A BAINHA DURANTE</p><p>TODA A FASE DE MICROFILÁRIA</p><p>FÊMEA PRECISA DO MACHO PRO</p><p>CICLO OCORRER.</p><p>É GEOHELMINTO</p><p>Se via oral n precisa de</p><p>ciclo pulmonar</p><p>É GEOHELMINTO</p><p>NÃO É ZOONOSE ( ela existe apenas em</p><p>vertebrados)</p><p>Onde vivem Interior dos vasos linfáticos Intestino delgado Intestino delgado</p><p>P. pré patente 7-9 meses</p><p>P. incubação: 2-10 anos</p><p>+++ Fases:</p><p>Linfangiectasia: obstrução</p><p>Linfagite: inflama</p><p>Edema linfático: ++ liq</p><p>Esclerose da derme: enrigece</p><p>Hipertrofia da derme:</p><p>Elefantíase</p><p>120 milhões de pessoas</p><p>infectadas nos 80 países</p><p>endêmicos</p><p>LARVA RABDITOIDE:</p><p>vestíbulo bocal longo e</p><p>primórdio genital pequeno</p><p>-- esôfago encurvado.</p><p>LARVA FILARIOIDE:</p><p>(infectante): terminação</p><p>afilada -- esôfago reto</p><p>1000 a 3500 parasitas</p><p>perde 250 mLsangue/dia</p><p>=> para necator é fatal</p><p>LARVA FILARIÓIDE: cauda truncada e já</p><p>infectante</p><p>LARVA RABDITOIDE: 200 microm – vestíbulo</p><p>bocal curto, primórdio genital nítido</p><p>--- Se tratado com corticoide faz liberar um</p><p>metabólito que aumenta a formação da</p><p>filarióide ainda dentro do intestino –</p><p>autoinfecc interna – esternolioide</p><p>oportunista.</p><p>PLATELMINTOS Taenia solium Taenia saginata Hymenolepsis nana Echinococcus granulosus</p><p>Filo Platelminto = Platelminto Platelminto</p><p>Classe Cestoidea = Cestoidea Cestoidea</p><p>Ordem: Cyclophyllida = Ciclophyllida Cyclophyllida</p><p>Sub Família</p><p>Família Teniidae = Hymenolepdidae Teniidae</p><p>Gênero Taenia = Hymenopsis Echinococcus</p><p>T Adulto 3 -8 m 3-12 m 2-5 cm 3-8mm</p><p>Forma adulto - 4 ventosas e 1</p><p>rostro com</p><p>GANCHOS</p><p>- Partes mais finais</p><p>do corpo são as</p><p>proglotes grávidas</p><p>q são</p><p>hermafroditas e</p><p>formam o ovo</p><p>EMBRIONADO</p><p>- dendriticas e com</p><p>espaços em</p><p>branco!!!</p><p>- Escólex</p><p>- Colo</p><p>-Estróbilo</p><p>- 4 ventosas</p><p>apenas</p><p>- =</p><p>-proglotes</p><p>grávidas SEM</p><p>ESPAÇO, retas!!</p><p>- Escólex</p><p>- Colo</p><p>-Estróbilo</p><p>100 a 200 proglotes</p><p>Escólex com 4 ventosas e</p><p>rostro retrátil armado com</p><p>GANCHOS</p><p>Estróbilo contem as proglotes</p><p>imaturas, maduras e as</p><p>grávidas, sendo elas</p><p>hermafroditas.</p><p>500-800 ovos</p><p>Apenas ultima proglote grávida</p><p>Rostro com duas filas de acúleos</p><p>Hermafrodita</p><p>Escólex: fixação</p><p>APENAS NO CÃO!!!</p><p>Ovo: +- 30 microm</p><p>forma esférica),</p><p>com embrióforo</p><p>(membrana</p><p>externa) e</p><p>oncosfera (embrião</p><p>infectante)</p><p>40-50 microm</p><p>Transparente, incolor</p><p>M. externa: delgada; M</p><p>interna: envolve a ooncoosfera</p><p>E. interm: cheio de grânulos</p><p>32-38 microm</p><p>Viável durante 3 sem fora do H</p><p>Resiste desinfetante</p><p>T. Larva 500 microm</p><p>Tipos de larva cisticerco Larva cisticercoide com</p><p>escólex invaginado</p><p>Ciclo Monoxênico Monoxênico Heteroxênico ( HD e HI –</p><p>humanos e roedores)</p><p>Monoxênico (HD roedores)</p><p>Heteroxênico</p><p>Explicação ciclo Ingere carne mal</p><p>cozida => escólex</p><p>gruda no intestino</p><p>=> cresce proglotes</p><p>e solta => fezes no</p><p>solo => HI (porco</p><p>ou humano -causa</p><p>a cisticercose-) =></p><p>Ingere carne mal</p><p>cozida => escólex</p><p>gruda no</p><p>intestino do HD</p><p>(homem) =></p><p>cresce proglotes</p><p>e solta => fezes</p><p>no solo => HI</p><p>(boi)em contato</p><p>=> ingere carne</p><p>mal cozida</p><p>Fezes => ovos ingeridos por</p><p>insetos (H?) – larva</p><p>cisticercoide se desenvolve no</p><p>inseto ou ingestão direta (H?)</p><p>Eclosão do ovo depende da</p><p>pancreatina (deglutição da casca)</p><p>Doença Cisticercose se</p><p>ingere LARVAS</p><p>Teníase</p><p>Teníase Himenolepíase HOMEM (HI): Hidaditose</p><p>CÃO: (HD) Equinococose</p><p>Patogenia C: depende do local</p><p>T: espoliação,</p><p>reações tóxicas</p><p>T: espoliação,</p><p>reações tóxicas</p><p>Diarreia, desconforto abd,</p><p>ataque epiletiforme, anorexia</p><p>e irritabilidade.</p><p>Sintomas: Diarreia, náusea =</p><p>Tratamento Praziquantel</p><p>(Cestox®) -</p><p>Niclosamida</p><p>(Yomesan®,</p><p>Atenase®) –</p><p>Cisticercose +</p><p>cirurgia</p><p>= Praziquantel e Niclosamida. Equinococose: tenicidas</p><p>Hidaditose: Mebendazol em</p><p>doses prolongadas e Cirurgia</p><p>Profilaxia Cozer ou congelar</p><p>carnes, sanitarismo</p><p>= Combate ao HI (insetos),</p><p>proteção dos alimentos, água,</p><p>ambiente limpo.</p><p>Interrupção e educação sanitária</p><p>Epidemio. Depende da</p><p>alimentação</p><p>= RS maior incidência Área rural/ sul do RS</p><p>Ciclo cão- ovino- cão</p><p>Transmissão Interna: causada</p><p>por</p><p>retroperistaltismo,</p><p>já q a casca vai ser</p><p>digerida e as</p><p>proglotes não saem</p><p>Externa: come coco</p><p>infectado</p><p>Heteroinfecção:</p><p>= Externa: Ovo liberado na fezes</p><p>Insetos q liberam as larvas</p><p>Interna: ocorre se a proglote</p><p>estoura dentro do intestino</p><p>Diagnóstico aterial da região</p><p>anal e, através do</p><p>microscópio,</p><p>diferencia-se</p><p>morfologicamente</p><p>os ovos da tênia</p><p>dos demais</p><p>parasitas. Os</p><p>estudos sorológicos</p><p>específicos (fixação</p><p>do complemento,</p><p>imunofluorescência</p><p>e hemaglutinação)</p><p>no soro e líquido</p><p>cefalorraquiano</p><p>= EPF por método de filtração</p><p>pois ovos leves; Faust; Willis,</p><p>sendo necessário repetir</p><p>algumas vezes pois a soltura</p><p>dos ovos é irregular.</p><p>EPF do cão, Raio X e métodos de</p><p>imunodiagnóstico humano.</p><p>Características</p><p>+</p><p>É UMA ZOONOSE</p><p>HUMANOS SÃO HI E CÃO É HD</p><p>Onde vivem Intestino delgado Intestino delgado</p><p>P. pré patente</p><p>P. incubação: C: 15 dias a anos</p><p>T: 3 meses</p><p>5-20 anos – se conecta e recobre</p><p>com o tecido do corpo msm.</p><p>+++ Cisticerco: ingere</p><p>LARVA da taenia</p><p>solium, ficando no</p><p>tec do HI, como</p><p>cérebro, olhos,</p><p>coração ---</p><p>ENFERMIDADE</p><p>SOMÁTICA</p><p>LARVA: Vesícula</p><p>translúcida, ovóide</p><p>ou alongada, cheia</p><p>de líquido no</p><p>interior</p><p>receptaculum</p><p>capitis</p><p>Se a larva possuiu</p><p>proscolex é</p><p>cisticerco da</p><p>saginata e n</p><p>causa doença em</p><p>humanos</p><p>Característica de AUTOXENIA:</p><p>fase larval e adulta no mesmo</p><p>H., se em pessoa há chances</p><p>de ter imunidade adquirida</p><p>quando criança</p><p>Roedores agem como HD</p><p>Formação do cisto hidático, que</p><p>guarda VÁRIAS capsulas prolígeras -</p><p>Cama cuticular + camada</p><p>germinativa = cisto mãe, que forma</p><p>brotinhos que originam a cápsula</p><p>prolígera --- gera a cápsula filha,</p><p>que só há no HD, havendo o</p><p>protoscólice (cada forma um bicho)</p><p>dentro.</p><p>NÃO HÁ PROTOSCOLICE DENTRO</p><p>DO HI</p>