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<p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>Sistema Complemento</p><p>“O sistema complemento consiste em proteínas séricas e de superfície que interagem umas com as outras e com outras moléculas do sistema imunológico de maneira altamente regulada para gerar produtos que eliminem os micro-organismos.”</p><p>Quando opsoniza, a proteína do complemento fica depositada na superfície do antígeno quando ela se liga ao receptor para complemento (o receptor pode estar no antígeno ou na célula de defesa), vem então o anticorpo e se liga nela Aspectos gerais:</p><p>· A ativação do complemento envolve proteólise sequencial de proteínas para gerarem enzimas com atividade proteolítica (zimogênios)</p><p>· Os produtos de ativação do complemento se tornam ligados covalentemente às superfícies das células microbianas (receptor para complemento – CRs) ou a anticorpos ligados a microrganismos e a outros antígenos</p><p>· A ativação do complemento é inibida por proteínas reguladoras que estão presentes nas células dos hospedeiros normais e ausentes nos microrganismos</p><p>*convertase é um zimogênio</p><p>Quando a convertase entra em contato com antígeno ela é clivada (quebrada no meio) e faz a imunomarcação para o receptor do macrófago, por exemplo.</p><p>Os receptores (CRs):</p><p>CR31: expresso na superfície de monócitos, macrófagos, neutrófilos e eritrócitos – se liga diretamente a opsonina (C3b é a opsonina padrão do sistema imune)</p><p>CR2: expresso somente na célula B ou plasmócito – se liga a opsoninas modificadas</p><p>CR3: expresso na superfície de monócitos, macrófagos, neutrófilos e NK (essas células tem em comum grânulos ácidos) – tipo de opsonina que precisa de mudança de pH a curto prazo</p><p>CR4: expresso em monócitos, macrófagos, neutrófilos, células dendríticas e NK</p><p>CRIg: muito específico para o macrófago, reconhece opsonina padrão e modificada</p><p>Esses receptores enviam sinais para o núcleo, que alteram a transcrição e passam a produzir citocinas que modulam a resposta imune</p><p>Anafilotoxinas: a principal é a C3a</p><p>O receptor para C3a (CD88) é menor que a de C5a</p><p>O sinal da C5a é mais rápido pois o receptor é maior (sinal é acoplado mais rapidamente para o núcleo)</p><p>Se a C5a fosse ativada primeiramente a variação de pressão arterial seria muito grande -> controle do processo de permeabilidade vascular</p><p>*quando falamos em C3a falamos de anafilotoxinas, quando falamos de C3b falamos de opsonização CD91 (C1q) x CÂNCER</p><p>Está relacionado com a eliminação de células tumorigeneas (atraem a calreticulina, proteína relacionada com a ação do cálcio, 	tira 	a 	calreticulina 	de 	dentro 	do 	retículo endoplasmático e ativa o CD91) é um sinal para que o fagócito destrua a célula que não foi destruída pela NK</p><p>Etapas:</p><p> Via alternativa: é a mais básica, não precisa de um preparo para sua ativação</p><p> Via clássica: depende de anticorpos</p><p> Via das lectinas: ativada por açucares de superfície O que elas tem de diferente? As subunidades estruturais</p><p>O que elas tem em comum? Nas 3 vias, na etapa inicial, é</p><p>necessário a formação de convertase 3- C3a (inflamação) e C3b (opsonização)</p><p>O final da via também é comum, marcado pela formação de convertase 5 (C5a- inflamação e C5b- permanece na via atraindo proteínas que formarão o complexo de ataque à membrana)</p><p>VIA ALTERNATIVA:</p><p>Qualquer tipo de bactéria, fungo, parasito, começa por essa via. Ocorre sobre superfícies microbianas (LPS) e não sobre as células dos mamíferos</p><p>C3 entra direto na via (não há preparação)</p><p>C3a não permanece na via, vai para os fluidos</p><p>C3b se liga a receptor de opsonina (por exemplo o receptor CR1) ativando a via e recrutando outra subunidade do complemento, a subunidade de proteínas B (se liga por uma ligação tioéster no antígeno). Quando o fator B se liga, ele ativa outro fator que é a serinoprotease, que acaba quebrando a proteína B (gerando Bb que fica no complexo e o Ba vai para inflamação). Tenho então C3b e Bb, entra então outra C3, que é clivada liberando mais C3a para inflamação, e a porção C3b que é maior permanece na via. Proteína properdina garante a mudança de fase permitindo que a fase tardia se inicia ao perceber que há C3b, Bb, C3b, permitindo assim a ligação de C5.</p><p>VIA CLÁSSICA:</p><p>Primeira característica é a preparação de anticorpos IgM e IgG. Precisa de apenas 1 IgM para ativar C1, na fase aguda da doença, em um processo crônica precisa de no mínimo dois IgG. Essa via é ativada quando as subunidades r e s do C1 vão girando, fazendo a transformação de outras convertases presentes ali. Quando C1r2s2 gira, cliva C4 e C2 ao mesmo tempo. C4 em C4a (vai para inflamação- anafilotoxina) e C4b permanece. C2 que são procilinas (causam edema) cliva em C2a, permanece na via e C2b, é a procilina mais potente para causar edema que vai migrar pelo corpo</p><p>Fase preparatória: 1 anticorpo ligado a C1qrs, C4b e C2a</p><p>*não posso falar que a via alternativa diretamente causa edema, pois ela não tem C2</p><p>Antígeno</p><p>C1</p><p>Ig</p><p>VIA DA LECTINA:</p><p>Ocorre na ausência de anticorpos, por meio da ligação a lectina ligadora de manose MBL</p><p>MASP1 e MASP2 são componentes do receptor de manose</p><p>Quando o receptor preso ao antígeno envia um sinal para o MASP2, a estrutura MASP2 estimula o giro e ocorre a clivagem de C4 e C2. C2a permanece na via, C4b também permanece na via e atraem C3, C3a sai para inflamação e C3b continua na via</p><p>O complexo de ataque a membrana é formado a partir do momento que tenho C3b (principal molécula regulatória). C3b estando formada atrai C5, que sofre clivagem proteolítica, originando C5a (vai para inflamação) e C5b (permanece). C5b atrai C6 ao lado, que se desloca para cima para o C7 se ligar, e atrai agora o C8, formando uma rede de sustentação até chegar C9 que é a principal unidade transmembranar.</p><p>Quando a cauda poly C-9 chega o antígeno pode morrer por desiquilíbrio osmótico</p><p>*CD59 é a protagonista para bloquear o complemento, pois ela compete com o sítio de ligação da poly-C9</p><p>*C5A é a mais perigosa para causar efeitos adversos para o nosso corpo</p><p>Obs: vírus do HIV é capaz de copiar o genoma da CD59, expressar em todo seu envelope, bloqueando o sistema complemento de funcionar efetivamente não formando o complexo de ataque a membrana. Vírus HIV não causa imunossupressão só pelo linfócito TCD4, mas sim por modulação do sistema complemento também</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>image4.jpg</p><p>image5.jpg</p><p>image6.png</p><p>image7.jpg</p><p>image8.jpg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpg</p><p>image11.jpg</p><p>image12.jpg</p><p>image13.jpg</p><p>image14.jpg</p><p>image1.jpg</p><p>image2.jpg</p><p>image3.jpg</p><p>image15.png</p>

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