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<p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Tutorial 4 - módulo de metabolismo</p><p>Metabolismo (Universidade Cesumar)</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Tutorial 4 - módulo de metabolismo</p><p>Metabolismo (Universidade Cesumar)</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-cesumar/metabolismo/tutorial-4-modulo-de-metabolismo/14402721?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-cesumar/metabolismo/4575313?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-cesumar/metabolismo/tutorial-4-modulo-de-metabolismo/14402721?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-cesumar/metabolismo/4575313?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>1) Definir macro e micronutrientes, destacando sua importância</p><p>Fonte: Fisiologia do exercício; McArdle</p><p>MACRONUTRIENTES: carboidratos, lipídios e proteínas.</p><p>CARBOIDRATOS</p><p> fórmula geral: (CH2O)n, onde n varia de 3 a 7 átomos de carbono,</p><p>com átomos de hidrogênio e oxigênio ligados por ligações simples</p><p>MONOSSACARIDIOS</p><p> unidade básica de um carboidrato</p><p> ex: glicose, frutose e a galactose</p><p>Glicose:</p><p> 6 carbonos (hexose) C6H12O6</p><p> dextrose ou açúcar do sangue</p><p> formada naturalmente no alimento ou no corpo por meio da digestão</p><p>de carboidratos mais complexos</p><p> glicogênese: processo que ocorre no corpo para produzir novas</p><p>moléculas de açúcar, ocorre principalmente no fígado a partir dos</p><p>resíduos de carbono de outros compostos (aminoácidos, glicerol,</p><p>piruvato e lactato)</p><p> após sua absorção pelo intestino delgado, a glicose pode seguir uma</p><p>das três vias: 1. Torna-se disponível</p><p>como fonte de energia para o metabolismo celular</p><p>2. forma glicogênio para armazenamento no fígado e nos músculos</p><p>3. é convertida em gordura (triacilglicerol) para uso subsequente</p><p>como energia</p><p>Frutose:</p><p> açúcar das frutas ou levulose</p><p> encontrada nas frutas e no mel</p><p> em geral direciona-se rápida e diretamente do sistema digestório para</p><p>o sangue, sendo convertida rapidamente em gordura, mas também</p><p>em glicose no fígado</p><p>Galactose:</p><p> não existe livremente na natureza, ela se combina com a glicose para</p><p>formar o açúcar nas glândulas mamarias durante a lactação.</p><p> o corpo transforma a galactose em glicose para o uso no metabolismo</p><p>energético</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>OLIGOSSACARIODIOS</p><p> 2 a 10 monossacarídeos</p><p>Dissacarídeos</p><p>Sacarose: glicose + frutose</p><p>Lactose: glicose + galactose</p><p>Maltose: glicose + glicose</p><p>POLISSACARIDIOS</p><p> 3 ou mais moléculas de açúcar</p><p> Formados por síntese por desidratação</p><p>Polissacarídeos vegetais: amido</p><p>fibras</p><p>AMIDO: amilose</p><p>amilopectina</p><p> Os amidos com uma quantidade relativamente grande de amilopectina</p><p>são digeridos e absorvidos mais rapidamente, enquanto os que tem</p><p>alto conteúdo de amilose são degradados (hidrolisados) mais</p><p>lentamente.</p><p>FIBRAS:</p><p>o ocorrem exclusivamente nas espécies do reino vegetal, constituem a</p><p>estrutura das folhas, caules, raízes, sementes e casca das frutas</p><p>o As fibras retêm muita água e conferem “volume” aos resíduos</p><p>alimentares no intestino</p><p>o A ingestão de fibras reduz moderadamente o colesterol sérico nos</p><p>seres humanos, visto que diminui a fração de LDL-colesterol. As fibras</p><p>mucilaginosas e hidrossolúveis são particularmente efetivas, como a</p><p>casca das sementes de Psyllium, β-glicana, pectina e goma guar</p><p>presente em aveias, feijões, arroz integral, ervilhas, cenouras, casca</p><p>de milho e muitas frutas. As fibras dietéticas não exercem efeito sobre</p><p>as lipoproteínas de alta densidade</p><p>o As fibras insolúveis na água, como a celulose, muitas hemiceluloses</p><p>e a lignina, e os produtos ricos em celulose (farelo de trigo) não</p><p>reduzem o colesterol</p><p>o Os alimentos que contêm fibras dietéticas diminuem a velocidade de</p><p>digestão dos carboidratos, minimizando aumentos nos níveis de</p><p>glicemia</p><p>Polissacaridios vegetais:</p><p>GLICOGÊNIO:</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>o é o carboidrato de armazenamento no músculo e no fígado dos</p><p>mamíferos. O glicogênio constitui-se como um grande polímero</p><p>polissacarídico sintetizado da glicose no processo de glicogênese</p><p>(catalisado pela enzima glicogênio sintase)</p><p>PAPEL DOS CARBOIDRATOS NO ORGANISMO</p><p>1. Fonte de energia</p><p>A energia proveniente do catabolismo da glicose transportada pelo sangue</p><p>e do glicogênio muscular aciona os componentes contráteis do músculo,</p><p>assim como outros tipos de trabalho biológico. O consumo diário suficiente</p><p>de carboidratos para indivíduos fisicamente ativos mantém as reservas</p><p>corporais de glicogênio relativamente limitadas. Quando as células</p><p>alcançam sua capacidade máxima de armazenamento do glicogênio, os</p><p>açúcares em excesso são convertidos em gordura e assim armazenados.</p><p>2. Preservação de proteínas</p><p>O consumo adequado de carboidratos ajuda a preservar as proteínas</p><p>teciduais. Em condições normais, a proteína é vital na manutenção, no</p><p>reparo e no crescimento dos tecidos e, em grau consideravelmente menor,</p><p>atua como fonte nutritiva de energia. A depleção das reservas de glicogênio</p><p>– que ocorre rapidamente com a inanição, a redução da ingestão energética</p><p>e/ou de carboidratos e o exercício extenuante prolongado – afeta</p><p>significativamente a mistura metabólica das fontes de energia. Além de</p><p>estimular o catabolismo das gorduras, a depleção de glicogênio</p><p>desencadeia a síntese de glicose a partir do reservatório lábil de</p><p>aminoácidos (proteínas). Essa conversão gliconeogênica proporciona uma</p><p>opção metabólica para aumentar a disponibilidade de carboidratos (e</p><p>manter os níveis plasmáticos de glicose), mesmo na existência de reservas</p><p>insuficientes de glicogênio. O preço pago recai sobre os níveis corporais de</p><p>proteína, particularmente a proteína muscular. Em condições</p><p>extremas, isso reduz a massa de tecido magro e leva a sobrecarga de</p><p>solutos para os rins, forçando-os a excretar os subprodutos nitrogenados do</p><p>catabolismo proteico.</p><p>3. Iniciador metabólico/prevenção da cetose</p><p>Os componentes do catabolismo dos carboidratos atuam como substrato</p><p>“iniciador” (primer) para oxidação das gorduras. A degradação insuficiente</p><p>dos carboidratos – seja em consequência de limitações no transporte da</p><p>glicose para dentro da célula (p. ex., diabetes melito, em que a produção de</p><p>insulina diminui ou a resistência à insulina aumenta), seja pela depleção de</p><p>glicogênio causada por dieta inadequada ou exercício prolongado – faz com</p><p>que a mobilização das gorduras ultrapasse sua</p><p>oxidação. A ausência de subprodutos adequados do catabolismo do</p><p>glicogênio produz degradação incompleta da gordura, com acúmulo de</p><p>corpos cetônicos (acetoacetato e β-hidroxibutirato, subprodutos</p><p>semelhantes à acetona da degradação incompleta das gorduras). Quando</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ</p><p>WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>presentes em excesso, as cetonas aumentam a acidez dos líquidos</p><p>corporais, produzindo uma condição ácida potencialmente prejudicial,</p><p>denominada acidose, ou, especificamente no que concerne à degradação</p><p>das gorduras, cetose.</p><p>4. Combustível para o sistema nervoso central</p><p>O sistema nervoso central necessita de um fluxo ininterrupto de</p><p>carboidratos para seu funcionamento adequado. Em condições normais, o</p><p>encéfalo metaboliza quase exclusivamente a glicose do sangue como fonte</p><p>de energia. No diabetes melito inadequadamente regulado, durante a</p><p>inanição ou em caso de baixa ingestão prolongada de carboidratos, o</p><p>encéfalo adapta-se depois de cerca de 8 dias e metaboliza quantidades</p><p>maiores de gordura (sob a apresentação de cetonas) para obter energia. As</p><p>dietas prolongadas com baixo conteúdo de carboidratos e ricas em gordura</p><p>também induzem adaptações no músculo estriado esquelético, que</p><p>aumentam a utilização da gordura durante a atividade física de nível baixo</p><p>a moderado, preservando o glicogênio muscular.</p><p>LIPÍDIOS</p><p> contém os mesmos elementos estruturais de um carboidrato, porém</p><p>difere na ligação e no número de átomos</p><p> grupo heterogêneo de compostos, incluem óleos, gorduras, ceras e</p><p>compostos relacionados</p><p>Lipídios simples</p><p> consistem principalmente em triacilgliceróis</p><p> Os ácidos graxos saturados ocorrem principalmente nos produtos</p><p>animais – carnes de boi, carneiro, porco, galinha, gema de ovo e</p><p>gorduras lácteas do creme, leite, manteiga e queijo. Os ácidos graxos</p><p>saturados do reino vegetal incluem os óleos de coco, de palma, de</p><p>sementes de palma – frequentemente denominados óleos tropicais –</p><p>gordura vegetal e margarina hidrogenada; os bolos, as tortas e os</p><p>doces industrializados contêm grandes quantidades de ácidos graxos</p><p>saturados</p><p> Os ácidos graxos insaturados contêm uma ou mais ligações duplas ao</p><p>longo de sua cadeia principal de carbonos.</p><p>Lipídios compostos</p><p> (triacilgliceróis combinados com outras substâncias químicas)</p><p>representam cerca de 10% da gordura corporal total</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p> incluem os fosfolipídios, os glicolipídios (ácidos graxos ligados a</p><p>carboidratos e nitrogênio) e as lipoproteínas hidrossolúveis (esferas</p><p>de proteínas formadas principalmente no fígado, quando uma</p><p>molécula de proteína se une com triacilgliceróis ou fosfolipídios)</p><p>PAPEL DOS LIPÍDIOS NO ORGANISMO</p><p>1. Fonte e reserva de energia.</p><p>2. Proteção dos órgãos vitais.</p><p>3. Isolamento térmico.</p><p>4. Carreador de vitaminas e supressor da fome.</p><p>PROTEÍNAS</p><p> ligações peptídicas unem os aminoácidos em cadeias</p><p> combinação de mais de 50 aminoácidos forma uma proteína</p><p> As funções bioquímicas e as propriedades de cada proteína dependem</p><p>da sequência dos aminoácidos específicos</p><p>TIPOS DE PROTEÍNAS</p><p> O corpo não é capaz de sintetizar oito aminoácidos, motivo pelo qual</p><p>os indivíduos precisam consumir alimentos que os contenham.</p><p>Constituem os denominados aminoácidos essenciais (ou</p><p>indispensáveis) – isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina,</p><p>treonina, triptofano e valina. Além disso, o corpo sintetiza cistina a</p><p>partir de metionina e tirosina a partir de fenilalanina. Os lactentes não</p><p>são capazes de sintetizar histidina, e as crianças têm capacidade</p><p>reduzida de sintetizar arginina.</p><p> O organismo produz os outros nove aminoácidos não essenciais. O</p><p>termo não essencial não indica falta de importância; na verdade, são</p><p>sintetizados a partir de outros compostos já presentes no organismo,</p><p>em uma taxa capaz de suprir as necessidades do organismo para</p><p>crescimento normal e reparo dos tecidos</p><p> As proteínas completas (algumas vezes referidas como proteínas de</p><p>qualidade superior) provêm de alimentos que contêm todos os</p><p>aminoácidos essenciais na quantidade e razão corretas para manter o</p><p>equilíbrio nitrogenado e possibilitar o crescimento e o reparo dos</p><p>tecidos.</p><p> Uma proteína incompleta carece de um ou mais dos aminoácidos</p><p>essenciais. Uma dieta contendo proteínas incompletas acaba levando</p><p>à desnutrição proteica, independentemente de as fontes alimentares</p><p>conterem ou não a quantidade adequada de energia ou proteína.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>MICRONUTRIENTES: vitaminas e minerais</p><p>VITAMINAS</p><p> consistem em diferentes complexos orgânicos necessários ao</p><p>organismo em quantidades mínimas</p><p> não apresentam estrutura específica em comum; funcionam como</p><p>nutrientes acessórios, pois não fornecem energia nem contribuem</p><p>substancialmente para a massa corporal</p><p> com exceção da vitamina D, o corpo não consegue produzir as</p><p>vitaminas</p><p> lipossolúveis – vitaminas A, D, E e K</p><p> hidrossolúveis – vitamina C e complexo B: tiamina (B1), riboflavina</p><p>(B2), piridoxina (B6), niacina (ácido nicotínico), ácido pantotênico,</p><p>biotina, ácido fólico (folacina ou folato, sua forma ativa no corpo) e</p><p>cobalamina (B12)</p><p>Vitaminas lipossolúveis</p><p> As vitaminas lipossolúveis se dissolvem e permanecem nos tecidos</p><p>adiposos, eliminando a necessidade de ingeri-las diariamente</p><p> O fígado armazena as vitaminas A, D e K, enquanto a vitamina E</p><p>distribui-se por todos os tecidos adiposos</p><p>Vitaminas hidrossolúveis</p><p> As vitaminas hidrossolúveis atuam essencialmente como coenzimas –</p><p>pequenas moléculas combinadas com um composto proteico maior</p><p>chamado apoenzima para formar uma enzima ativa que acelera as</p><p>interconversões dos compostos químicos. As coenzimas atuam</p><p>diretamente nas reações químicas; uma vez completada a reação, as</p><p>coenzimas permanecem intactas e participam de reações adicionais</p><p> As vitaminas hidrossolúveis se dispersam nos líquidos corporais sem</p><p>serem armazenadas nos tecidos em quantidades apreciáveis.</p><p> Em geral, a ingestão excessiva de vitaminas hidrossolúveis é</p><p>eliminada na urina.</p><p> As vitaminas hidrossolúveis exercem sua influência por 8 a 14 h após</p><p>a ingestão; daí em diante, sua potência diminui de maneira</p><p>ligeiramente exponencial</p><p>PAPEL DAS VITAMINAS</p><p> Elas não contêm energia útil para o organismo; na verdade, funcionam</p><p>como elos essenciais e reguladores nas reações metabólicas que</p><p>liberam energia do alimento.</p><p> Controlam também a síntese tecidual e protegem a integridade da</p><p>membrana plasmática das células.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p> As vitaminas hidrossolúveis desempenham papéis importantes no</p><p>metabolismo energético, a saber:</p><p>- A vitamina B1 facilita a conversão do piruvato em acetil-coenzima A</p><p>(CoA) na degradação dos carboidratos</p><p>- A niacina e a vitamina B2 regulam o metabolismo energético das</p><p>mitocôndrias</p><p>- As vitaminas B6 e B12 catalisam a síntese das proteínas</p><p>- O ácido pantotênico, que faz parte de coenzima A (CoA), participa da</p><p>degradação aeróbica dos macronutrientes representados por carboidratos,</p><p>gorduras e proteínas</p><p>- A vitamina C atua como cofator nas reações enzimáticas, removendo</p><p>radicais livres em processos antioxidativos e como componente nas reações</p><p>de hidroxilação que proporcionam estabilidade nos tecidos conjuntivos e</p><p>possibilitam a cicatrização de feridas.</p><p> As vitaminas participam repetidamente das reações metabólicas sem</p><p>sofrer degradação; as necessidades de vitamina dos indivíduos</p><p>fisicamente ativos não ultrapassam as de seus congêneres</p><p>sedentários.</p><p>-Vitamina A (carotenoides): miúdos, cenoura, melão, batata-doce, abóbora,</p><p>damascos, espinafre, leite, couve, ovos</p><p>-Vitamina C: goiaba, frutas e sucos cítricos, pimentas vermelhas, amarelas e</p><p>verdes, mamão papaia, kiwi, brócolis,</p><p>morangos, tomates, batata-doce e</p><p>batata-inglesa, couve, manga, melão</p><p>-Vitamina D: salmão, atum, sardinhas, cavala, ostras, óleo de fígado de</p><p>bacalhau, gema de ovo, leite fortificado, suco de laranja fortificado, cereais</p><p>matinais fortificados</p><p>-Vitamina E: óleos vegetais, nozes, sementes, espinafre, kiwi, germe de</p><p>trigo</p><p>-Vitamina K: espinafre, couve, repolho, acelga, brócolis, alface-romana</p><p>-Vitamina B1 (tiamina): sementes de girassol, pão enriquecido, cereais,</p><p>massas, grãos integrais, carnes magras, peixe, feijões, ervilhas, milho, soja</p><p>-Vitamina B2 (riboflavina): carnes magras, ovos, legumes, nozes, vegetais</p><p>de folhas verdes, laticínios, pão enriquecido</p><p>-Vitamina B3 (niacina): laticínios, fígado de vitela, aves, peixes, carnes</p><p>magras, nozes, ovos, pão e cereais enriquecidos</p><p>-Ácido pantotênico: fígado de vitela, cogumelos, sementes de girassol,</p><p>milho, ovos, peixes, leite, laticínios, cereais integrais, feijões</p><p>-Biotina: ovos, peixes, leite, fígado e rim, laticínios, soja, nozes, acelga,</p><p>cereais integrais, feijões</p><p>-Vitamina B6: feijões, bananas, nozes, ovos, carne bovina, aves, peixes,</p><p>batatas, pão fortificado e cereais prontos para comer</p><p>-Vitamina B12: fígado, carne, ovos, aves, peixes (truta e salmão), mariscos,</p><p>leite, laticínios, cereais matinais fortificados</p><p>-Folato (ácido fólico): fígado bovino, vegetais de folhas verdes, abacate,</p><p>ervilhas, pão enriquecido, cereais matinais fortificados.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Minerais</p><p> Os minerais funcionam como componentes das enzimas, dos</p><p>hormônios e das vitaminas. Combinam-se com outras substâncias</p><p>químicas (p. ex., fosfato de cálcio no osso, ferro no heme da</p><p>hemoglobina) ou existem isoladamente (p. ex., cálcio e sódio livres nos</p><p>líquidos corporais)</p><p> A ingestão excessiva de minerais não tem atividade fisiológica útil,</p><p>mas pode produzir efeitos tóxicos</p><p>PAPEL DOS MINERAIS NO CORPO</p><p>1. Proporcionam estrutura aos ossos e dentes em formação.</p><p>2. Ajudam a manter as funções corporais normais (p. ex., ritmo cardíaco,</p><p>contratilidade muscular, condutividade neural, equilíbrio acidobásico).</p><p>3.Regulam o metabolismo ao se tornarem componentes das enzimas e dos</p><p>hormônios que modulam a atividade celular.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Água</p><p> A água representa de 40 a 70% da massa corporal, dependendo de</p><p>idade, sexo e composição corporal</p><p> A água constitui também de 65 a 75% do peso do músculo estriado</p><p>esquelético e cerca de 10% do peso da gordura</p><p> A água funciona como o meio reativo e de transporte do corpo; a</p><p>difusão dos gases processa-se sempre por superfícies umedecidas pela</p><p>água.</p><p> Nutrientes e gases são conduzidos em solução aquosa;</p><p> as escórias deixam o corpo por meio da água existente na urina e nas</p><p>fezes.</p><p> A água, em combinação com as proteínas, lubrifica as articulações e</p><p>protege contra os choques vários órgãos que se “movimentam”, como</p><p>o coração, os pulmões, os intestinos e os olhos.</p><p> A água é incompressível, portanto, confere estrutura e formato ao</p><p>corpo pela turgescência que proporciona aos tecidos corporais.</p><p> A água é extraordinariamente termoestabilizadora, pois consegue</p><p>absorver muito calor com uma pequena mudança na temperatura.</p><p>Essa última qualidade, combinada com o alto ponto de evaporação da</p><p>água, mantém uma temperatura corporal relativamente estável</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>durante o estresse térmico ambiental e a maior carga térmica interna</p><p>produzida pela atividade física.</p><p>Água nos alimentos</p><p> A água dos alimentos representa tipicamente 20% do aporte total</p><p>recomendado de líquido. As frutas e os vegetais contêm muita água;</p><p>em contrapartida, a manteiga, os óleos, as carnes secas e os</p><p>chocolates, assim como os bolos e os doces, têm um conteúdo hídrico</p><p>relativamente baixo. Os seguintes alimentos ultrapassam 90% de água</p><p>em seu peso: alface, morangos crus, pepinos, agrião, acelga suíça,</p><p>abóbora cozida, pimentões verdes, brotos de feijão, repolho cozido,</p><p>vários tipos de melões e melancias, abóbora-moranga enlatada, aipo e</p><p>pêssegos crus.</p><p>Água metabólica</p><p> A degradação das moléculas dos macronutrientes no metabolismo</p><p>energético produz dióxido de carbono e água. Essa água metabólica</p><p>proporciona cerca de 14% da necessidade hídrica diária de uma</p><p>pessoa sedentária. O catabolismo da glicose libera 55 g de água</p><p>metabólica. Uma quantidade maior de água é produto também do</p><p>catabolismo da proteína (100 g) e da gordura (107 g). Além disso,</p><p>cada 1 g de glicogênio une-se a 2,7 g de água quando suas unidades</p><p>de glicose se acoplam; o glicogênio libera essa água retida durante</p><p>sua degradação para a obtenção de energia.</p><p>2) Relacionar os macro e micronutrientes com os grupos alimentares</p><p>Fonte: Ministério da saúde; Guia de alimentação para a população</p><p>brasileira</p><p>Harvard</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Pirâmide alimentar:</p><p>Para entender melhor a pirâmide você deve conhecer os 8 grupos e quais</p><p>alimentos fazem parte de cada grupo. Na lista abaixo você tem todas estas</p><p>informações, confira!</p><p> Grupo 1 (Carboidratos) – Os alimentos deste grupo são arroz, pão,</p><p>batata, massa, mandioca, cereais, etc.</p><p> Grupo 2 (Verduras e Legumes) – Os alimentos deste grupo são</p><p>brócolis, couve, repolho, abobrinha, etc.</p><p> Grupo 3 (Frutas) – Os alimentos deste grupo são: abacaxi, maçã,</p><p>banana, caju, acerola, etc.</p><p> Grupo 4 (Leite e derivados) – Os alimentos deste grupo são queijo,</p><p>leite, iogurtes, etc.</p><p> Grupo 5 (Carnes e Ovos) – Os alimentos deste grupo são peixe, frango,</p><p>ovos, etc.</p><p> Grupo 6 (Leguminosas e Oleaginosas) – Os alimentos deste grupo são</p><p>feijão, soja, lentilha, grão de bico, castanhas, etc.</p><p> Grupo 7 (Óleos e Gorduras) – Os alimentos deste grupo são azeite,</p><p>manteiga, óleo de soja, etc.</p><p> Grupo 8 (Açúcares e Doces) – Os alimentos deste grupo são chocolate,</p><p>sorvete, bolo, etc.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>Além dos grupos e alimentos, é importante saber dividi-los de acordo com</p><p>sua atuação no organismo. Para isso temos quatro categorias que são:</p><p> Grupo 1 – Alimentos Energéticos</p><p> Grupo 2 e 3 – Alimentos Reguladores</p><p> Grupo 4,5 e 6 – Alimentos Construtores</p><p> Grupo 7 e 8 – Alimentos Energéticos Extras</p><p>ÁGUA: para os especialistas, a água é a mais importante de todas, ou seja,</p><p>ela é a base de tudo. Os nutricionistas informam que a ingestão de água</p><p>diária seja de pelo menos 2 litros.</p><p>MUDANÇAS:</p><p>Alimentação Adequada e Saudável é a prática alimentar apropriada aos</p><p>aspectos biológicos e socioculturais dos indivíduos, bem como ao uso</p><p>sustentável do meio ambiente.</p><p>• Deve estar em acordo com as necessidades de cada fase do curso da vida</p><p>e com as necessidades alimentares especiais;</p><p>• Referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e</p><p>etnia;</p><p>• Acessível do ponto de vista físico</p><p>e financeiro;</p><p>• Harmônica em quantidade e qualidade;</p><p>• Baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis;</p><p>• Quantidades mínimas de contaminantes físicos, químicos e biológicos.</p><p>O Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da</p><p>Saúde do Brasil em parceira com a Organização Pan-Americana da</p><p>Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e a Universidade de São</p><p>Paulo (USP), oferece várias dicas de combinações saudáveis para o café da</p><p>manhã, almoço, jantar e lanches, respeitando as diferenças regionais e</p><p>sugerindo alimentos e bebidas de fácil acesso para os brasileiros.</p><p>1) Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados.</p><p>2) Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades.</p><p>3) Limite o consumo de alimentos processados.</p><p>4) Evite alimentos ultraprocessados, que são aqueles que sofrem muitas</p><p>alterações em seu preparo e contêm ingredientes que você não conhece.</p><p>5) Coma regularmente e com atenção. Prefira alimentar-se em lugares</p><p>tranquilos e limpos e na companhia de outras pessoas.</p><p>6) Faça suas compras em locais que tenham uma grande variedade de</p><p>alimentos in natura. Quando possível, prefira os alimentos orgânicos e</p><p>acroecológicos.</p><p>7) Desenvolva suas habilidades culinárias. Coloque a mão na massa,</p><p>aprenda e compartilhe receitas.</p><p>8) Planeje seu tempo. Distribua as responsabilidades com a alimentação na</p><p>sua casa. Comer bem é tarefa de todos.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>9) Ao comer fora, prefira locais que façam a comida na hora.</p><p>10) Seja crítico. Existem muitos mitos e publicidade enganosa em torno da</p><p>alimentação. Avalie as informações que chegam até você e aconselhe seus</p><p>amigos e familiares a fazerem o mesmo.</p><p>HARVARD</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>3) Compreender as fibras (definir, classificar, importância)</p><p>Fonte: Krause Alimentos, Nutrição e Dietoterapia</p><p>Fibra Dietética e Fibra Funcional</p><p> fibra dietética refere-se aos componentes vegetais intactos que não</p><p>são digeridos pelas enzimas gastrointestinais (GIs)</p><p> fibra funcional refere-se a carboidratos não digeridos que foram</p><p>extraídos ou produzidos a partir de vegetais. Ambos os tipos de fibras</p><p>mostraram ter funções fisiológicas benéficas no trato gastrointestinal e</p><p>na redução do risco de certas doenças.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Papel da Fibra na Digestão e Absorção</p><p>o O papel da fibra no sistema GI varia de acordo com sua solubilidade</p><p>o Os oligossacarídeos e as fibras não absorvíveis possuem um efeito</p><p>importante sobre a fisiologia humana.</p><p>o As fibras insolúveis, tais como a celulose, aumentam a capacidade de</p><p>retenção de água do material não digerido, levando ao aumento do</p><p>volume fecal, ao aumento da frequência de evacuações diárias e ao</p><p>trânsito intestinal diminuído. Por outro lado, as fibras solúveis formam</p><p>géis, desaceleram o tempo de trânsito gastrointestinal, ligam outros</p><p>nutrientes, tais como colesterol e sais minerais, e diminuem a sua</p><p>absorção.</p><p>o Certos oligossacarídeos não digeríveis (OND), que são fermentados</p><p>pelas bactérias intestinais, estimulam a absorção intestinal e a</p><p>retenção de alguns minerais, como o cálcio, o magnésio, o zinco e o</p><p>ferro</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>o A ingestão adequada da fibra total é de 38 g/dia para homens e 25</p><p>g/dia para mulheres</p><p>4) Definir metabolismo basal</p><p>Fonte: Bioquímica ilustrada Harper</p><p>Fisiologia do exercício</p><p> O gasto energético pode ser calculado diretamente pela determinação</p><p>do calor gerado pelo corpo; entretanto é normalmente estimado por</p><p>meios indiretos a partir do consumo de oxigênio. Existe um gasto</p><p>energético de ~20 KJ/L de oxigênio consumido, independentemente de</p><p>o combustível metabolizado ser carboidrato, gordura ou proteína. O</p><p>cálculo da razão entre o volume de dióxido de carbono produzido e o</p><p>volume de oxigênio consumido (quociente respiratório, QR) fornece</p><p>uma indicação da mistura de combustíveis metabólicos oxidados.</p><p> A taxa metabólica basal (TMB) é o gasto energético do corpo em</p><p>repouso, mas não durante o sono, em condições controladas de</p><p>neutralidade térmica, medido durante cerca de 12 h após a última</p><p>refeição. A TMB depende do peso, da idade e do sexo do indivíduo. O</p><p>gasto energético total depende da TMB, da energia necessária para a</p><p>atividade física e do custo energético na síntese de reservas no estado</p><p>alimentado. Portanto, e possível calcular as necessidades energéticas</p><p>de um indivíduo com base no seu peso corporal, na idade, no sexo e</p><p>no nível de atividade física.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>5) Correlacionar metabolismo basal com as necessidades nutricionais</p><p>basais e suas variáveis</p><p>Fonte: Bioquímica ilustrada Harper</p><p>Fisiologia do exercício</p><p> O peso corporal afeta a TMB, visto que existe uma maior</p><p>quantidade de tecido ativo em um corpo mais volumoso. A</p><p>redução da TMB com a idade, mesmo quando o peso corporal</p><p>permanece constante, resulta da substituição do tecido muscular</p><p>por tecido adiposo, que é metabolicamente menos ativo. De</p><p>forma semelhante, as mulheres apresentam uma TMB</p><p>significativamente mais baixa do que os homens com o mesmo</p><p>peso corporal e idade, visto que os corpos das mulheres contém</p><p>uma quantidade proporcionalmente maior de tecido adiposo.</p><p> Ocorre um aumento considerável da taxa metabólica depois de</p><p>uma refeição (termogênese induzida pela dieta). Uma</p><p>pequena parte é representada pelo custo energético da secreção</p><p>das enzimas digestivas e do transporte ativo dos produtos da</p><p>digestão; a maior parte resulta da síntese das reservas de</p><p>glicogênio, triacilgliceróis e proteínas.</p><p>CONCEITO DE TAMANHO METABÓLICO</p><p>As experiências realizadas no final do século 19 mostraram que o gasto</p><p>energético em repouso variava proporcionalmente à área superficial do</p><p>corpo. Uma série de experiências cuidadosamente conduzidas determinou o</p><p>metabolismo energético de um cão e de um homem durante um período de</p><p>24 h. O calor total gerado pelo homem (maior) ultrapassava o metabolismo</p><p>energético do cão em cerca de 200%. Ao expressar a produção de calor em</p><p>relação à área superficial, reduzia-se a diferença metabólica entre o homem</p><p>e o cão para apenas 10%. Isso proporcionou a base para a prática comum</p><p>de enunciar a taxa metabólica basal ou de repouso) (gasto energético) em</p><p>termos de área superficial corporal (em metros quadrados) por hora</p><p>(kcal/m2/h). Essa expressão leva em conta a relação fundamental entre</p><p>produção de calor e tamanho corporal que se tornou conhecida como a “lei</p><p>da área superficial“.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>6) Associar o estilo de vida com o processo de saúde e doença</p><p>Fonte: Qualidade de vida, estilo de vida e saúde: um artigo de revisão,</p><p>2012 Revista Amazônia</p><p>Estilo de vida pode ser entendido como um conjunto relativamente</p><p>integrado de práticas individuais que estão voltadas para necessidades</p><p>utilitárias do como agir ou quem ser, que consistem em ações</p><p>aparentemente automáticas, relativas a hábitos de comer, se vestir, formas</p><p>de morar e modos de deslocar-se em espaços e ambiente diversos</p><p>Se este indivíduo possui hábitos de vida que desfavorecem a</p><p>manutenção</p><p>da saúde como ser fumante ou sedentário, ou ainda, sofre os</p><p>efeitos do estresse, ou possui composição corporal fora dos níveis</p><p>desejados, possivelmente não é possível caracterizá-lo como saudável.</p><p>Esse conjunto de fatores indica que tal indivíduo pode estar acometido</p><p>das chamadas doenças crônicodegenerativas, como a hipertensão arterial,</p><p>a diabetes mellitus e algumas cardiopatias que atuam silenciosamente, cujo</p><p>sintomas só serão notados quando em estágio avançado. Portanto, o</p><p>indivíduo que apresenta o perfil acima não estaria efetivamente saudável,</p><p>embora não sejam visíveis os sintomas de doenças.</p><p>Os estudos a respeito da influência da atividade física sobre a saúde, até</p><p>o presente momento, têm gerado inúmeras pesquisas capazes de elucidar</p><p>as relações entre os níveis diferenciados de exercício físico e as dimensões</p><p>físicas, emocionais, cognitivas, sociais, componentes da qualidade de vida”.</p><p>Conceitualmente, a atividade física é compreendida como qualquer</p><p>movimento corporal de um músculo esquelético que resulte em um gasto</p><p>calórico acima dos níveis observados quando em repouso. A atividade física</p><p>pode ser realizada em diferentes ambientes da vida humana, tais como o</p><p>local de trabalho, de lazer, de estudos ou doméstico. Essa diversidade de</p><p>ambientes possíveis à prática da atividade física é benéfica para influenciar</p><p>a população e incentivar a adesão da prática regular de atividade física.</p><p>Baixado por MAYCON LUIZ WINTER (A) (ra-23043912-2@alunos.unicesumar.edu.br)</p><p>lOMoARcPSD|29362323</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=tutorial-4-modulo-de-metabolismo</p><p>Pirâmide alimentar:</p>