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<p>PROPOSTA PRELIMINAR DE PROJETO – PPP (1º ao 6º semestre)</p><p>PROPOSTA PRELIMINAR</p><p>DE PROJETO</p><p>Título do Projeto:</p><p>Desafios do paciente com Transtorno do Espectro Autista nos atendimentos de saúde na Atenção Primária</p><p>Nome e logomarca da equipe: Um ângulo diferente</p><p>Tópico:</p><p>· Estratégias para promoção, prevenção e proteção da saúde</p><p>· Assistência e recuperação da saúde nos diversos ciclos de vida e grupos tradicionais específicos.</p><p>Componentes da equipe</p><p>Professora Orientadora: Érica Tupiniquim Freitas de Abreu</p><p>e-mail institucional: eabreu.ssa@ftc.edu.br</p><p>Líder (Especialista 1): Antônio Marcos Pinho Santos de Oliveira</p><p>Telefone: (71) 98683-7399</p><p>e-mail institucional: pinho.oliveira1@ftc.edu.br</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso): http://lattes.cnpq.br/3628840770018772</p><p>Vice-líder Especialista 2:Thalia Vitoria Xavier dos Santos</p><p>Telefone: (71) 98517-6826</p><p>e-mail institucional: thaliavictooriaxavier70@gmail.com</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso): https://lattes.cnpq.br/0224016007151391</p><p>Especialista 3: Alisson Henrique de Jesus Sodré</p><p>Telefone: (71) 99678-3699</p><p>e-mail institucional: zm.alisson.sodre@gmail.com</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso):http://lattes.cnpq.br/8268303380194498</p><p>Especialista 4: Ana Cristina Reis dos Santos</p><p>Telefone: (71) 98617-1045</p><p>e-mail institucional: anareisdossantos@gmail.com</p><p>Profissão/Curso: Enfermagem</p><p>Lattes (link acesso):</p><p>Especialista 5: Ananda Barreto Dos Santos Cova</p><p>Telefone: (71) 99219-4254</p><p>e-mail institucional: ananda.barreto@yahoo.com.br</p><p>Profissão/Curso: Farmácia</p><p>Lattes (link acesso): http://lattes.cnpq.br/6009293294034056</p><p>Especialista 6: Fernando Xerxes Araújo Avelar</p><p>Telefone: (71) 992729433</p><p>e-mail institucional: fernandoxerxes@gmail.com</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso):</p><p>Especialista 7: Lizete Caroline Gomes Maia</p><p>Telefone: (71) 98912-0342</p><p>e-mail institucional: lizetecarolinemaia@gmail.com</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso): http://lattes.cnpq.br/0278092798297143</p><p>Especialista 8: Luisa Santos Paranhos do Nascimento</p><p>Telefone: (71) 99270-8702</p><p>e-mail institucional: luisaspn192@hotmail.com</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso):https://lattes.cnpq.br/3297757976974402</p><p>Especialista 9: Simone da Silva Cedraz Borges</p><p>Telefone: (71) 999454044</p><p>e-mail institucional: simonecedraz@yahoo.com.br</p><p>Profissão/Curso: Psicologia</p><p>Lattes (link acesso): http://lattes.cnpq.br/9337239255430674</p><p>Problema priorizado:</p><p>A falta de conhecimento e a presença de estigma também podem impossibilitar que sejam oferecidos serviços apropriados. O aumento da compreensão pública do autismo, portanto, pode levar a um melhor acesso aos serviços de diagnóstico e tratamento e à participação social de indivíduos com autismo, para isso é necessário primeiramente compreender: Quais os estereótipos e estigmas da sociedade para pessoas com TEA e como interferem na qualidade de vida dessas pessoas?”</p><p>Objetivos da proposta de intervenção:</p><p>Geral</p><p>· Investigar e propor estratégias para enfrentar os desafios específicos enfrentados por pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos atendimentos de saúde na Atenção Primária, visando melhorar sua qualidade de vida e acesso a cuidados adequados.</p><p>Específicos</p><p>· Identificar os estereótipos e a visão da sociedade através de aplicação de questionário.</p><p>· Analisar como esses estigmas podem impactar o atendimento primário em pessoas com TEA.</p><p>· Elaborar possibilidades de cuidado em saúde interdisciplinar.</p><p>· Elaborar um E-book de cuidado para pessoas com TEA que possa ser utilizado por familiares, profissionais de saúde e toda sociedade.</p><p>Metodologia e seu processo de integração:</p><p>A metodologia central adotada para alcançar esse objetivo foi a pesquisa de extensão, com coleta de dados, abordagem quantitativa e qualitativa, transversal. Para isso foi realizada uma breve revisão bibliográfica para embasamento teórico sobre o tema e a partir do aprofundamento do tema serão coletados dados sobre “Desafios do paciente com Transtorno do Espectro Autista nos atendimentos de saúde na Atenção Primária” através de formulário eletrônico estruturado através da plataforma Google Forms, disponível através do link: https://docs.google.com/forms/d/1Xm-4O6xu19wNikvu0GZzzc4PIAUqfiQfztodHJmAZcA/edit.</p><p>Contendo onze questões estratégicas, o formulário foi enviado à população de Salvador/Bahia através de mídias sociais (Instagram, WhatsApp, e-mail), utilizando a metodologia snowball. Abrangendo uma variedade de tópicos relevantes, desde a importância do apoio de saúde adequado até a necessidade de políticas públicas inclusivas.</p><p>Com o questionário finalizado, fizemos uma análise estatística e a divulgação dos resultados, garantindo a coleta de dados de forma ética e anônima, assegurando a privacidade e confidencialidade dos participantes. Após a coleta dos dados, analisamos os gráficos gerados em uma planilha do Excel, enquanto os dados qualitativos foram lidos na íntegra e categorizados de acordo com os temas mais relevantes identificados pela população.</p><p>Com base nos dados obtidos, foi desenvolvido uma e-book educativo abrangente, fornecendo informações, estratégias e recursos para profissionais de saúde, pacientes e cuidadores, visando melhorar a qualidade do atendimento e promover uma abordagem mais inclusiva e eficaz para os indivíduos com TEA que será enviado para população através das redes socias.</p><p>Revisão Bibliográfica:</p><p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é definido pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) como um transtorno neurodesenvolvimento caracterizado por problemas em três áreas principais: interação social, comunicação e comportamentos repetitivos e restritos. A classificação dos indivíduos dentro deste espectro é uma característica importante que frequentemente acompanha o TEA. A prevalência de pessoas com TEA tem aumentado. O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) publicou uma pesquisa que informa o aumento do autismo, onde o número era de uma criança a cada 166 em 2004. Em 2012, esse valor era de 1 em 88. Em 2018, aumentou para 1 em 59. E na publicação mais recente do CDC de 2020, a prevalência era de 1 a cada 54 crianças. Diante disso, com o aumento de indivíduos com o transtorno é importante entender que os rótulos, sejam descritivos ou diagnósticos, podem afetar significativamente as funções funcionais e psicossociais dos indivíduos com TEA. Logo, o objetivo desta pesquisa é investigar os efeitos múltiplos dos rótulos em indivíduos com TEA e como os rótulos podem afetar a forma como as pessoas com TEA recebem apoio e assistência (American Psychiatric Association, 2014).</p><p>Ainda que o TEA tenha um impacto em cada indivíduo, sua influência afeta a sociedade como um todo, moldando comportamentos, percepções e atitudes. Além dos desafios inerentes à condição, os indivíduos com TEA frequentemente enfrentam um outro problema, que é como serem rotulados socialmente. Os rótulos, que são frequentemente baseados em estereótipos e crenças errôneas, podem afetar profundamente e de várias maneiras os aspectos funcionais e psicossociais da vida dos autistas. É fundamental entender como a sociedade lida com o autismo para ajudar as pessoas afetadas a receber apoio e inclusão adequados. A forma como as pessoas com TEA são tratadas e apoiadas pela sociedade pode ser fortemente influenciada pelas percepções sociais e pelo estigma associado ao TEA (Zanella Onzi e Gomes, 2020).</p><p>Os pais das pessoas com TEA geralmente são os primeiros a notar que seu filho está tendo um desenvolvimento diferenciado. Antes do processo de criação e desenvolvimento do diagnóstico, esse é o momento em que começa a busca de ajuda. Os pais podem demonstrar sentimentos negativos como resultado da necessidade de encontrar respostas, pois a etiologia do autismo é pouco definida.</p><p>Essas dificuldades enfrentadas podem causar confusão. Muitas das vezes</p><p>o novo, o inesperado e o futuro incerto dessa criança e sua família causam um choque. (Schmidt, 2013).</p><p>Após o diagnóstico e a comunicação com os pais, começa uma nova etapa: encontrar o melhor tratamento e reabilitação. Um tratamento abrangente e eficaz para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer uma abordagem interdisciplinar. Devido à complexidade do cuidado à criança especial, é necessário treinamento, conhecimento, atenção e qualificação para garantir que um tratamento seja adaptado às necessidades únicas de cada família. No entanto, existem obstáculos e dificuldades que os profissionais da atenção primária enfrentam, como falta de conhecimento, limitações e falta de preparação para lidar com a assistência necessária para a criança e seus responsáveis. Esses problemas atrasam o tratamento e, principalmente, o diagnóstico e impedem que as pessoas recebam o tratamento que é oferecido pela rede de atenção à saúde.</p><p>De acordo com as necessidades únicas da criança, a Atenção Primária à Saúde (APS) pode ajudar essa família com cuidado multiprofissional. Como resultado, é fundamental que os profissionais se alinhem com a Política Nacional de Proteção aos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, que garante que as pessoas com transtorno do espectro autista tenham acesso a serviços e ações de saúde que prestem atenção integral às suas necessidades de saúde. Porém a vulnerabilidade da Atenção Primária no atendimento acaba interferindo na saúde dessas crianças, o que explica por que as crianças especiais não utilizam das Unidades Básicas de Saúde para obter atendimento. Nesse ínterim, para garantir a qualidade, capacitação e resolutividade do atendimento, é necessário qualificação profissional. Para isso, é essencial a educação permanente de acordo com as necessidades especiais que podem adentrar nesse local.</p><p>Os tratamentos e intervenções para pessoas com TEA são complementados por profissionais de várias áreas, como enfermagem, farmácia e psicologia. A Psicologia oferece suporte emocional, terapia comportamental e técnicas de gerenciamento de estresse e ansiedade para o indivíduo com autismo e para os que têm relação direta com eles, como por exemplo pais e responsáveis. A enfermagem administra medicamentos, orienta os cuidadores e monitora a saúde física.</p><p>Além disso, as farmácias oferecem acesso a medicamentos específicos e fornecem orientação sobre possíveis interações.</p><p>Como resultado, a cooperação entre esses campos pode resultar em melhores resultados e uma melhor compreensão das necessidades únicas das pessoas com TEA. A cooperação entre várias áreas pode ajudar a aumentar a conscientização e a compreensão do TEA dentro dos profissionais de saúde e na comunidade em geral.</p><p>Resultados Esperados:</p><p>O projeto proposto pela equipe visa criar um E-book informativo direcionado à comunidade. Nossa expectativa é que essa iniciativa gere resultados tangíveis e mensuráveis. Antecipamos que a distribuição do E-book aumentará a conscientização sobre o tema entre os membros da comunidade, promovendo uma compreensão mais profunda e informada. Esperamos também que influencie positivamente o comportamento dos indivíduos, levando a uma adoção de práticas mais saudáveis ou a uma participação mais ativa em iniciativas relevantes. As informações contidas neste material educativo capacitará os membros da comunidade a tomar decisões informadas e a buscar recursos adequados, fortalecendo assim sua capacidade de autodefesa e mobilização. Almejamos que possa contribuir para a redução de estigmas ou equívocos associados ao tema, promovendo uma compreensão mais inclusiva e empática. Planejamos utilizar métricas quantitativas, como o número de downloads juntamente com feedback qualitativo dos destinatários, para medir o impacto do projeto. Em resumo, esperamos que este e-book proposto seja uma ferramenta eficaz para educar, capacitar e inspirar a comunidade, resultando em impactos positivos mensuráveis e contribuindo para o bem-estar e o progresso dessa comunidade.</p><p>Resultados Obtidos</p><p>O questionário realizado com 68 participantes revela dados preocupantes sobre a percepção pública e a disponibilidade de recursos relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). A análise dos resultados evidencia a necessidade urgente de maior conscientização, formação profissional e disseminação de informações confiáveis sobre o TEA.</p><p>Os principais resultados da pesquisa são:</p><p>· Conscientização sobre o TEA</p><p>98% dos participantes acreditam que há uma falta significativa de conscientização sobre o TEA. Esse dado indica uma percepção quase unânime da carência de campanhas e programas educativos que informem a população sobre o autismo.</p><p>· Preconceitos e Estereótipos</p><p>89% dos entrevistados já notaram a existência de preconceitos e estereótipos em relação aos portadores de TEA. Esse resultado destaca a presença de atitudes e crenças errôneas que contribuem para a marginalização e discriminação dos indivíduos com TEA.</p><p>· Recursos e Informações</p><p>79% das pessoas relataram dificuldade em encontrar recursos ou informações confiáveis para ajudar a lidar com as dificuldades do TEA. Isso aponta para uma lacuna significativa na disponibilização de materiais informativos e de apoio, essenciais para pais, cuidadores e educadores.</p><p>· Suporte em Unidades de Atenção Primária</p><p>80% dos participantes já buscaram suporte em uma unidade de atenção primária em saúde. Contudo, a eficácia desse suporte é questionada pelos resultados subsequentes.</p><p>· Contato com Portadores de TEA</p><p>94% dos entrevistados já tiveram contato com alguém com TEA, o que sugere uma alta incidência de interação com indivíduos dentro do espectro, mas também sublinha a necessidade de melhorar a qualidade desse contato por meio de uma maior compreensão e suporte adequado.</p><p>· Preparação dos Profissionais de Saúde</p><p>86% das pessoas acreditam que os funcionários das unidades de saúde não estão preparados para lidar com o TEA. Essa percepção revela uma falha significativa na formação dos profissionais de saúde, refletindo a necessidade de programas de treinamento específicos.</p><p>· Materiais Educativos e Programas de Conscientização</p><p>91% dos participantes afirmaram que sua unidade de saúde não oferece materiais educativos nem programas de conscientização para familiares e profissionais de saúde. Este dado evidencia a ausência de recursos educacionais que poderiam melhorar o manejo do TEA.</p><p>· Conhecimento sobre o TEA</p><p>30% dos entrevistados admitiram não ter conhecimento suficiente sobre o TEA, demonstrando a necessidade de ampliar as iniciativas de educação pública.</p><p>· Necessidade de Programas Educacionais e Informativos</p><p>95% das pessoas sentem que há uma necessidade urgente de mais programas educacionais e materiais informativos sobre o TEA. Este resultado reflete um consenso quase unânime sobre a importância de expandir as atividades educacionais para melhor atender as necessidades da comunidade.</p><p>Em conclusão, os resultados desta pesquisa apontam para uma série de desafios e deficiências no atual sistema de apoio e conscientização sobre o TEA. A implementação de programas de treinamento para profissionais de saúde, a criação de materiais educativos abrangentes e a promoção de campanhas de conscientização pública são ações imprescindíveis para melhorar a qualidade de vida das pessoas com TEA e suas famílias.</p><p>Cronograma de execução semanal:</p><p>AÇÃO</p><p>FEV/MARÇO</p><p>ABRIL 24</p><p>MAIO 2024</p><p>JUNHO 2024</p><p>Formar equipes interprofissionais</p><p>x</p><p>Delinear território para intervenção</p><p>x</p><p>Realizar diagnóstico situacional em saúde</p><p>x</p><p>Identificar problema de saúde priorizado</p><p>x</p><p>x</p><p>Elaborar proposta inovadora para intervenção sobre o problema identificado</p><p>x</p><p>x</p><p>x</p><p>Finalizar o PPP</p><p>x</p><p>Evidenciar o processo construindo um resumo simples</p><p>x</p><p>Sintetizar o processo de trabalho da equipe e a</p><p>produção realizada por meio de um vídeo</p><p>x</p><p>Publicar o resumo simples e o link do vídeo na página de projeto</p><p>x</p><p>Referências Bibliográficas</p><p>AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais-DSM-V. Porto Alegre: Artmed, 2014.</p><p>BERTAGLIA, Bárbara. Uma a cada 44 crianças é autista, segundo o CDC - Autismo e realidade. São Paulo, 2022.</p><p>DILMA ROUSSEFF, José Henrique Paim Fernandes, Miriam Belchior. LEI Nº 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Brasília, 27 de dezembro de 2012, 191º da Independência e 124º da República.</p><p>SCHMIDT, Carlo. Autismo, educação e transdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2013.</p><p>ONZI, Franciele Zanella & DE FIGUEIREDO GOMES, Roberta. Transtorno do espectro autista: A importância do diagnóstico e reabilitação. Caderno pedagógico, Lajeado, 2015.</p><p>FRANÇA DE ALMEIDA, S. C.; AMADO RIVERA, G. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE ESTIGMA EM RELAÇÃO AO PORTADOR DE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA. Revista Coopex., [S. l.], v. 12, n. 1, p. 1–8, 2021. DOI: 10.61223/coopex.v12i1.24. Disponível em: https://editora.unifip.edu.br/index.php/coopex/article/view/24. Acesso em: 21 abr. 2024.</p><p>image1.jpg</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p>

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