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<p>DIREITO ADMINISTRATIVO</p><p>ATOS ADMINISTRATIVOS</p><p>Introdução:</p><p>Tudo aquilo que fazemos nosso dia a dia chamamos de atos. Alguns</p><p>atos, em especial, produzem efeitos jurídicos, ou seja, interessam ao</p><p>estudo do Direito. São os atos jurídicos sempre manifestações da</p><p>vontade humana. Uma espécie desses é o ato administrativo.</p><p>O que é um ATO ADMINISTRATIVO?</p><p>O ato administrativo é o modo de expressão das decisões tomadas por</p><p>órgãos e autoridades da Administração Pública, que produz efeitos</p><p>jurídicos, modificando, extinguindo direitos, ou impondo restrições e</p><p>obrigações.</p><p>Os atos administrativos são espécie do gênero atos jurídicos que se</p><p>caracterizam por serem os mesmos praticados pela administração</p><p>pública na prática de suas atividades. Se diferem dos atos legislativos e</p><p>dos atos judiciais por sua natureza, conteúdo, forma e atribuições a</p><p>que se destinam. São praticados pelos órgãos executivos, da</p><p>Administração Direta ou por dirigentes das pessoas da Administração</p><p>Indireta.</p><p>..</p><p>O ato administrativo deve ser editado com observância do princípio da</p><p>legalidade. Para ser válido, além da observância ao princípio da</p><p>legalidade, o ato administrativo precisa ser editado pelo agente</p><p>competente, ter forma adequada, objeto definido, precisa ser</p><p>motivado e possuir uma finalidade.</p><p>Conceito:</p><p>Os atos administrativos são “toda manifestação unilateral de vontade</p><p>da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim</p><p>imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar</p><p>direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria”.</p><p>Esse conceito foi elaborado pelo renomado jurista Hely Lopes</p><p>Meirelles!!</p><p>Qual é a relação entre os atos administrativos e o setor público?</p><p>Em primeiro lugar, temos essa organização chamada Administração</p><p>Pública. Pra entender o que é isso, imagine a construção de uma ponte.</p><p>Aqui, é preciso criar uma lei, permitindo que o gestor público use</p><p>recursos nessa área e que alguém tome providências de execução,</p><p>como contratar a construtora, fiscalizar a obra, controlar os gastos etc.</p><p>Por fim, se houver desentendimentos sobre a lei, uma terceira pessoa</p><p>tem de julgar quem está com a razão.</p><p>Como os atos administrativos funcionam na prática?</p><p>No exercício dessa função administrativa, o gestor público emite proibições,</p><p>determinações ou permissões. É o caso, por exemplo, de promover um</p><p>servidor que teve bom desempenho, deixar alguém colocar uma banca de</p><p>jornais na calçada, aplicar uma multa ou até automatizar um sinal de trânsito</p><p>pra indicar a hora de parar o carro.</p><p>Perceba que, nesses casos, não há um acordo de vontades, mas uma decisão</p><p>que parte da Administração Pública: daí os atos administrativos</p><p>serem expressões unilaterais de vontade. E mais! Veja que os comandos vão</p><p>produzir efeitos do ponto de vista do Direito. Eles criam, retiram ou</p><p>modificam os direitos e deveres das pessoas.</p><p>Os atos administrativos também são responsáveis por orientar as ações e</p><p>decisões dos destinatários. O sinal vermelho manda o motorista parar o</p><p>carro, e a permissão de funcionamento de uma loja diz que agora o</p><p>comerciante pode abrir as portas. Logicamente, as diretrizes podem trazer</p><p>punições se a pessoa descumprir.</p><p>Características dos atos administrativos</p><p>Diferentemente dos contratos administrativos, os atos administrativos</p><p>são unilaterais e dependem apenas da vontade da administração</p><p>pública ou dos particulares que estejam exercendo prerrogativas</p><p>públicas. Além disso, eles têm o condão de gerar efeitos jurídicos,</p><p>independentemente de qualquer interpelação. Mas estão sujeitos ao</p><p>controle do Poder Judiciário. Eles também possuem como finalidade o</p><p>interesse público e se sujeitam ao regime jurídico de direito público.</p><p>Características dos atos administrativos : Unilateralidade, função</p><p>administrativa, legalidade e finalidade pública</p><p>Espécie de Atos Administrativos</p><p>Existem 5 espécies de atos administrativos que se diferenciam pelo conteúdo do</p><p>ato emanado. As espécies dos atos administrativos são representadas pelo seguinte</p><p>mnemônico:</p><p>NONEP =</p><p>Normativo</p><p>Ordinatório</p><p>Negocial</p><p>Enunciativo</p><p>Punitivo</p><p>Não basta apenas decorar, é preciso entender o que significa cada uma dessas</p><p>espécies, bem como os atos administrativos que as compõem. Isso porque em</p><p>questões de prova muitas vezes é apresentado um conceito ou um ato</p><p>administrativo, sendo perguntado a qual espécie de ato ele está relacionado.</p><p>Atributos do ato administrativo</p><p>Conceito de ATRIBUTOS</p><p>Os atributos conferidos por Lei SÃO PRERROGATIVAS DE PODER</p><p>PÚBLICO presentes no ato administrativo, em decorrência do Princípio</p><p>da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado.</p><p>Ressalta-se que o Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o</p><p>Privado é baseado do regime jurídico administrativo. Em razão dele, o</p><p>ato administrativo goza de prerrogativas designadas pela doutrina de</p><p>atributos os quais serão estudados.</p><p>Presunção de legitimidade e veracidade</p><p>A presunção de legitimidade significa que os atos foram realizados em</p><p>conformidade com a lei. Já a presunção de veracidade significa que os atos,</p><p>por serem alegados pela administração, presumem-se verdadeiros. Logo,</p><p>isso significa que para gerar celeridade aos processos, os atos produzirão</p><p>efeitos e são válidos até que se prove o contrário.</p><p>Esses atos são considerados válidos e verdadeiros até que se prove o</p><p>contrário. Por exemplo, não é o Detran que tem de provar que a multa está</p><p>correta: o motorista precisa mostrar que a punição foi indevida.</p><p>Prerrogativa presente em todos os atos administrativos! Até prova em</p><p>contrário- uma vez que a presunçãi é relativa ou júris tantum (o ato goza de</p><p>fé pública)</p><p>...</p><p>A presunção de veracidade diz respeito a fatos e causa a inversão do</p><p>ônus da prova dos fatos alegados no ato administrativo. Logo, o estado</p><p>não tem o dever de provar todas as situações fáticas descritas no ato,</p><p>devendo o particular lesado comprovar a falsidade das disposições.</p><p>Exemplo: No caso de multa de trânsito quem foi multado deve</p><p>comprovar que não cometeu a infração.</p><p>Imperatividade</p><p>A imperatividade traz a possibilidade de os atos administrativos serem impostos a terceiros</p><p>independentemente da concordância destes. Mas não são todos os atos administrativos</p><p>que são dotados deste atributo.</p><p>Esse atributo do ato administrativo dispõe que a Administração pode impor obrigações a</p><p>terceiros. Vale ressaltar que por depender de expressa previsão em lei, esse atributo não</p><p>está presente em todos os atos administrativos.</p><p>A imperatividade se fundamenta na supremacia do interesse público sobre o privado e está</p><p>presente nos atos que impõem obrigações ou restrições. Por outro lado, ele não está</p><p>presente nos Atos que concedem direitos (como a concessão de licença, autorização,</p><p>permissão, admissão) ou os atos enunciativos (certidão, atestado, parecer) e nos Atos</p><p>negociais.</p><p>Os principais atos administrativos criam obrigações, quer você concorde, goste ou não. Se</p><p>o sinal está vermelho, deve parar, mesmo que não veja mal nenhum em ultrapassar se</p><p>ninguém está na faixa de pedestres.</p><p>Autoexecutoriedade (Auto-executoriedade)</p><p>A autoexecutoriedade significa que o ato pode ser executado independentemente</p><p>de ordem judicial. Mas não confunda! Isso não significa que não pode haver</p><p>controle judicial do ato.</p><p>Além disso, ela pode usar a força por si mesma pra fazer valer o ato. Por exemplo,</p><p>pra tirar um carro da frente da garagem, o dono do imóvel precisaria ligar pra</p><p>guarda municipal. Já esse profissional tem poder pra retirar o veículo ele mesmo,</p><p>chamando o guincho.</p><p>A autoexecutoriedade significa que a administração executa sozinha seus próprios</p><p>atos baseados na lei, independentemente de ordem judicial. Esse atributo depende</p><p>de dois pressupostos: previsão legal e situação de urgência. Exemplo: apreensão de</p><p>mercadorias vencidas em um supermercado.</p><p>Jurisprudência</p><p>TRF-5 - Agravo de Instrumento: AGTR 66796 SE 2006.05.00.004525-5</p><p>JurisprudênciaAcórdãoPublicado em 18/09/2006</p><p>Ementa</p><p>ADMINISTRATIVO. AGTR. MULTA APLICADA PELO TCU. ATO NÃO REVESTIDO DE AUTO-</p><p>EXECUTORIEDADE. IMPOSSIBILIDADE</p><p>DE DESCONTO DA DÍVIDA DIRETAMENTE NA FOLHA</p><p>DE PAGAMENTO. RECURSO PROVIDO. 1. Não pode incidir sobre a remuneração ou</p><p>provento nenhum desconto, salvo se por anuência do servidor, por imposição legal ou por</p><p>mandado judicial. 2. A decisão do Tribunal de Contas da União, de que advenha multa ou</p><p>débito, terá eficácia de título executivo e poderá ser executada mediante processo de</p><p>execução, com a evidente dispensa do processo de conhecimento. 3. A auto-</p><p>executoriedade é atributo de alguns atos administrativos, quando configurada situação</p><p>urgente e com perigo de grave lesão à Administração. 4. A doutrina é uníssona no sentido</p><p>de que a cobrança de multa, quando não paga espontaneamente pelo particular, só poderá</p><p>ser efetivada mediante ação judicial, sendo uma das hipóteses em que a Administração</p><p>não poderá valer-se da auto-executoriedade. 5. AGTR provido.</p><p>https://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/trf-5/240106</p><p>Tipicidade</p><p>A tipicidade prevê que o ato administrativo deve estar definido em lei</p><p>para que se torne apto para produzir determinados resultados.</p><p>Os atos administrativos são previstos em lei. O gestor de uma empresa</p><p>privada pode fazer tudo o que não for proibido nas normas. Já o gestor</p><p>público fica dependendo do que a lei autorizar.</p><p>Elementos (Requisitos) do ato administrativo</p><p>Competência</p><p>Poder legal conferido ao agente para desempenhar as atribuições. Então, de forma</p><p>mais informal, seria o sujeito da realização do ato.</p><p>Se é a lei que define a competência, será que esta pode ser transferida?</p><p>A titularidade da competência é intransferível, mas o exercício de parte das atribuições</p><p>pode ser transferido em caráter temporário. E o meio de realizar essa transferência é</p><p>por delegação ou por avocação.</p><p>...</p><p>O elemento competência, é definido em lei, bem como, em algumas situações</p><p>decorrem de previsão na constituição federal e não pode ser alterado por vontade</p><p>das partes ou do administrador público.</p><p>Para praticar o ato administrativo, não basta ostentar a qualidade de agente</p><p>público, devendo ter competência definida em lei para tanto:</p><p>Não obstante a competência seja elemento do ato, irrenunciável pela autoridade</p><p>competente, é possível a sua delegação e a vocação, nos moldes definidos em lei.</p><p>Nesses termos, não se deve confundir renúncia com delegação e a vocação de</p><p>competência permitidas por lei, desde que de forma temporária e excepcional,</p><p>devendo ser justificadas de acordo com as disposições contidas na Lei n. 9784/99</p><p>( Lei que dispõe sobre o processo administrativo no âmbito da Administração</p><p>Federal direta e indireta)</p><p>...</p><p>A delegação é a atribuição para terceiro, com ou sem hierarquia, do</p><p>exercício de atribuição do delegante. Pode ser realizada, exceto se</p><p>houver vedação legal. Por exemplo, não pode haver delegação de: ato</p><p>de competência exclusiva, atos normativos e recursos administrativos.</p><p>Já a avocação é atrair para si competência de subordinado. Logo, existe</p><p>hierarquia. Além disso, em regra, não pode ser realizado, exceto se for</p><p>excepcional, por motivos relevantes e justificados e for temporária.</p><p>Finalidade</p><p>A finalidade geral do ato administrativo é satisfazer ao interesse</p><p>público. Já a finalidade específica, por sua vez, é aquela que a lei elegeu</p><p>para o ato em específico. Como não se concebe que o ato não satisfaça</p><p>ao interesse público ou da finalidade prevista em lei, é um elemento</p><p>vinculado.</p><p>Motivo</p><p>É a situação de fato e de direito que gera a vontade do agente que</p><p>pratica o ato. Mas não o confunda com motivação, já que esta é</p><p>definida como a exposição desse motivo. Logo, todo ato deve ter um</p><p>motivo, mas nem todo ato precisa da exposição dele. Por exemplo, a</p><p>exoneração de ocupante de cargo de provimento em comissão não</p><p>precisa de motivação, mas precisa de motivo.</p><p>Em síntese, o MOTIVO é a causa imediata do ato, aquilo que levou a</p><p>sua prática. A MOTIVAÇÃO, por outro lado, é a demonstração escrita do</p><p>motivo e está relacionada ao requisito forma.</p><p>Atenção!</p><p>Vale ressaltar também que a teoria dos motivos determinantes afirma</p><p>que uma vez motivado o ato, o motivo se vincula a ele. Então em caso</p><p>de inexistente ou falho, o ato é nulo, independentemente de a</p><p>motivação ser obrigatória ou não.</p><p>MOTIVAÇÃO DE ATO DISCRICIONÁRIO – TEORIA DOS MOTIVOS</p><p>DETERMINANTES. Quando a Administração Pública declara a motivação</p><p>de um ato administrativo discricionário, a validade do ato fica vinculada</p><p>à existência e à veracidade dos motivos por ela apresentados como</p><p>fundamentação.</p><p>Forma</p><p>A forma é o modo de exteriorização do ato, a maneira de se manifestar</p><p>no mundo externo. Por exemplo, o edital é a forma de se tornar pública</p><p>a realização do concurso público. Em sentido amplo, também se</p><p>incluem como forma as exigências procedimentais para realização do</p><p>ato. Já que as formalidades estão previstas em lei e devem ser</p><p>seguidas, também se considera a forma como elemento vinculado dos</p><p>atos administrativos.</p><p>Objeto/conteúdo</p><p>Considerando que a finalidade é o resultado mediato desejado para o</p><p>ato, considera-se que o objeto é o fim imediato do ato. Assim sendo,</p><p>representa o resultado prático a que determinado ato administrativo</p><p>conduz.</p><p>Vícios dos atos administrativos</p><p>O vício mais conhecido de competência é o excesso de poder. O sujeito tem a competência</p><p>legal para prática de alguns atos, mas excede os limites dessa competência. Ainda assim é</p><p>possível a convalidação do ato, se a autoridade competente ratificar o ato da autoridade</p><p>incompetente. Entretanto não é possível a convalidação no caso de competência exclusiva.</p><p>Já o vício principal da finalidade é o desvio de poder. É quando o ato não atende a</p><p>finalidade do interesse público, e muitas vezes atende a necessidades particulares.</p><p>Os dois vícios vistos acima, o excesso de poder e o desvio de poder, são espécies do</p><p>Gênero abuso de poder. Segue esquema para não haver confusão:</p><p>...</p><p>Espécies do abuso de poder</p><p>No elemento forma, há o vício quando não é atendida a forma prevista</p><p>em lei ou o procedimento necessário para o cumprimento do ato.</p><p>Já no elemento motivo, quando este é falso, inexistente ou</p><p>juridicamente inadequado, temos o vício.</p><p>No elemento objeto, pode-se invalidar um ato quando o mesmo for</p><p>proibido ou não previsto em lei ou ainda ser imoral, impossível ou</p><p>incerto.</p><p>...</p><p>Classificação dos atos administrativos</p><p>Quanto à liberdade de ação e quanto à formação da vontade administrativa.</p><p>Quanto à liberdade de ação, o ato pode ser discricionário ou vinculado. Quando há uma margem de</p><p>liberdade, o ato é discricionário. Mas, esta liberdade é limitada, já que os elementos competência,</p><p>finalidade e forma são definidos de forma vinculada sem margem para alteração. Assim, há</p><p>liberdade apenas nos elementos motivo e objeto. Em contraponto, o ato vinculado tem todos os</p><p>elementos do ato administrativo definidos em lei, sem margem de liberdade.</p><p>Quanto à formação da vontade administrativa, o ato pode ser simples, complexo ou composto. O</p><p>ato simples tem a manifestação de vontade de apenas um órgão formando apenas um ato. Já o</p><p>complexo, tem a manifestação de vontade de dois ou mais órgãos e se forma apenas um ato. E o</p><p>composto tem a formação da vontade por meio de dois atos, um principal e o outro acessório.</p><p>Extinção dos atos administrativos</p><p>Formas de extinção dos atos</p><p>A caducidade acontece quando o ato está baseado em uma legislação e</p><p>uma lei superveniente revoga a lei anterior. Por isso, pela nova lei,</p><p>aquele ato já não faz mais sentido no mundo jurídico.</p><p>E a contraposição também ocorre com a mudança no mundo jurídico,</p><p>mas através de um novo ato que se contrapõe ao ato anterior. Assim</p><p>sendo, a diferença entre a caducidade e a contraposição é que a</p><p>caducidade é com base em nova lei e a contraposição com base em</p><p>novo ato.</p><p>A cassação é a forma de extinção do ato por culpa do beneficiário, já</p><p>que ele descumpriu condições que deveria manter.</p><p>A anulação é o desfazimento de ato ilegal e a revogação é a extinção de</p><p>ato válido, mas que deixou de ser conveniente e oportuno.</p><p>E então vale a pena descrever a súmula 473 do STF:</p><p>“A administração</p><p>pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os</p><p>tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los,</p><p>por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos</p><p>adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.”</p><p>https://www.google.com/search?sca_esv=6efbeb0f0e2294b8&hl=pt-</p><p>BR&sxsrf=ADLYWIKmsE3jhPyzp3CQnIWmFMLQcmmsZw:1723433093311&q=mapa+mental+direito+</p><p>administrativo+ato+administrativo&source=lnms&fbs=AEQNm0AuaLfhdrtx2b9ODfK0pnmi046uB92f</p><p>rSWoVskpBryHTrdWqiVbaH6EqK0Fq9hkAkrHwD43XnkR6-LN05i09gTs4-InPlmDJsIo-</p><p>fe67InYDNJGYwCNduUAwMfU7Zo_K013ySpRaENQvBilmqiSGGw1dxCa9NXfz7U5gNwD-</p><p>PdRBLH6aHHgah0FPXW8NdJp3zQ36tMf3itG0POyjN8N-</p><p>5a3vGjyMw&sa=X&ved=2ahUKEwjYssjKwO6HAxUcLrkGHSMYAOEQ0pQJegQIExAB&biw=1229&bih=</p><p>556&dpr=1.56#fpstate=ive&vld=cid:e02e3e84,vid:Q86DrLbnCxo,st:0</p>