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<p>CASOSCASOS</p><p>CLÍNICOSCLÍNICOS</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>Este conteúdo é destinado para uso e exibição de caráter</p><p>privado. Não é autorizado a:</p><p>Comercialização, distribuição ou reprodução do</p><p>conteúdo.</p><p>Se o material for compartilhado (por qualquer meio ou</p><p>formato) será classificado como pirataria, conforme o art.</p><p>184 do Código Penal. Caso haja pirataria do material, a</p><p>pessoa que adquiriu os resumos poderá responder</p><p>judicialmente e, conforme o artigo 184 do Código Penal</p><p>com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa de</p><p>até 10x o valor do produto adquirido (segundo o artigo 102</p><p>da Lei nº 9.610).</p><p>VENHA CONHECER NOSSA PÓS GRADUAÇÃO</p><p>EM ANÁLISES CLÍNICAS E MEDICINA</p><p>LABORATORIAL</p><p>Olá pessoal tudo bem? Seja bem-vinda e bem-vindo ao nosso material didático!</p><p>Espero que você aproveite e aprenda muito.</p><p>SAIBA MAIS CLICANDO AQUI</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>https://wa.me/message/FOADE4B5G3XYI1</p><p>Paciente J.M.C., sexo feminino, 29 anos, procurou o profissional médico</p><p>ginecologista com queixa de corrimento vaginal amarelo-esverdeado, bolhoso, com</p><p>odor fétido, irritação vulvovaginal, dor no baixo ventre e ardência ao urinar. Relata ter</p><p>vida sexual a 10 anos, sem proteção. Ao exame especular médico, notou-se a</p><p>presença do corrimento bolhoso, hiperemia e cérvice com aspecto de morango</p><p>(Figura 1).</p><p>O médico realizou coleta de Papanicolau para análise, onde teve-se o seguinte</p><p>resultado:</p><p>parasitologia</p><p>CASO 1</p><p>Figura 1. Cérvice com aspecto de morango e corrimento espumoso</p><p>presença de trofozoítos de Trichomonas</p><p>vaginalis</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>A respeito do caso, responda os seguintes questionamentos:</p><p>1) Qual hipótese diagnóstica?</p><p>2) Descreva como ocorre o ciclo biológico do parasito e mecanismos de transmissão.</p><p>3) Como ocorre a patogênese da doença?</p><p>4) A infecção também pode ocorrer nos homens? Se sim... quais são os sintomas</p><p>apresentados?</p><p>5) Como deve ser realizado o tratamento para essa parasitose?</p><p>CASO 2</p><p>Paciente V.M.C., sexo masculino, 12 anos, internado no decurso de quadro clínico de</p><p>febre alta e dor abdominal, com nove dias de evolução; referia a ingestão de</p><p>água não tratada. Ao exame físico destacava-se a presença de hepatomegalia e dor</p><p>à palpação no hipocôndrio direito. Analiticamente apresentava parâmetros sugestivos</p><p>de infecção com leucocitose e proteína C reativa elevada. A ecografia abdominal à</p><p>entrada evidenciou lesão ocupando espaço com 5.6x5.2 cm nos segmentos VI e VII</p><p>do lobo direito hepático, compatível com abcesso (Figura 2). A Tomografia</p><p>Computadorizada (TC) abdominal confirmou existência de massa nodular volumosa</p><p>sugestiva de lesão inflamatória/infecciosa circunscrita (Figura 1).</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>Figura 1 - TC abdominal realizada no primeiro dia de internamento (9 dias após inicio da sintomologia)</p><p>imagem de lesão nodular volumosa (50x40x22) nos segmentos VI e VII do lobo direito do fígado.</p><p>Figura 2 - Ecografias abdominais: a) antes do inicio de terapêutica com metronidazol (primeiro dia de</p><p>internamento), lesão com 5.6x5.2 cm; b) após terminar 15 dias de terap~eutica com metronidazol, lesão com</p><p>2.93x2.12 cm)</p><p>A sorologia positiva para Entamoeba histolytica (pesquisa de anticorpo por</p><p>imunofluorescência) e o exame parasitológico das fezes com abundante presença de</p><p>cistos permitiram o diagnóstico etiológico (Figura 3).</p><p>Figura 2 - Cisto de E. histolytica</p><p>Com relação ao caso apresentado, responda os seguintes questionamentos:</p><p>1. Qual diagnóstico da parasitose? Descreva as características gerais da</p><p>doença.</p><p>2. Por que a doença pode causar abcessos hepáticos? Explique sua resposta.</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>Paciente, masculino, 21 a nos de idade, foi admitido na emergência do Hospital</p><p>de clínicas de Porto Alegre, relatando dor abdominal do tipo cólica, além de</p><p>prurido anal noturno recorrente e enterite catarral. Não relatou alteração do</p><p>hábito intestina l, vômitos ou febre. O médico, suspeitando do diagnóstico de</p><p>enterobíase, solicitou o correto exame laboratorial. O paciente, após ser</p><p>submetido ao exame, teve o diagnóstico confirmado.</p><p>a) O médico pode ter solicitado exame parasitológico de fezes para o</p><p>diagnóstico desta parasitose? Justifique sua resposta.</p><p>b) Quais cuidados devem ser tomados pelo paciente antes da realização do exame?</p><p>c) Qual dos ovos a seguir foi encontrado pelo profissional responsável pelo exame?</p><p>parasitologia</p><p>3. É possível que o paciente tenha se contaminado através da água não tratada? Por</p><p>quê?</p><p>4. Descreva as características morfológicas desse parasito.</p><p>5. Como é realizado o tratamento da doença? O tratamento é eficaz mesmo em</p><p>casos que contenham abscessos hepáticos?</p><p>CASO 3</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>d) Enterobíase é uma parasitose caracterizada como ‘’ doença de mãos sujas’’,</p><p>já que os ovos de Enterobius vermicularis não precisam passar pelo solo para</p><p>maturação . Diante disso, descreva as seguintes formas de infecção:</p><p>CASO 4</p><p>Paciente, 5 anos, feminina, em situação de fragilidade social, foi admitida no</p><p>pronto atendimento infantil de sua cidade, apresentando vômitos repetitivos,</p><p>desnutrição e desidratação, diarreia, dor, febre e significativa distensão abdominal.</p><p>A mãe da criança relata a eliminação oral de 4 vermes, aos quais chamou</p><p>popularmente de ‘’lombrigas’’. O médico, para a confirmação do diagnóstico e com o</p><p>intuito de realizar o tratamento farmacológico adequado, solicitou um exame</p><p>parasitológico de fezes. O farmacêutico, ao receber o material fecal, realizou o</p><p>método de HPJ e ao microscópio deparou-se com as seguintes estruturas:</p><p>Com base nas informações descritas acima, pergunta-se:</p><p>a) Qual o diagnóstico laboratorial?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>b) Os ovos encontrados pertencem à mesma espécie ou o paciente está coinfectado</p><p>com outro parasito? Cite algumas diferenças entre eles.</p><p>c) A mãe explica ao médico que não entende como a criança contraiu a verminose.</p><p>Quais são as possíveis formas de infecção? Quais orientações o médico poderia</p><p>indicar para que uma reinfecção não ocorra?</p><p>d) quais medicamentos poderiam ser usados neste caso?</p><p>CASO 5</p><p>a) Qual sua hipótese diagnóstica?</p><p>b )Qual seus diagnósticos diferenciais?</p><p>c) Qual seria o exame confirmatório?</p><p>d)O que poderia ter sido perguntado ao paciente para reforçar sua hipótese</p><p>diagnóstica?</p><p>e) Há parasita envolvido? Qual parasita? Como é seu ciclo biológico?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>CASO 6</p><p>Soldado de 25 anos retornou recentemente de uma missão de 6 meses no Iraque.</p><p>Ele reportou uma história de 2 meses de feridas ulcerativas no lobo auricular,</p><p>pescoço e cotovelo, que foram tratadas com antibióticos tópicos e, depois, sistêmicos</p><p>sem melhora das lesões. Ele relatou, também, haver dormido em abrigos a céu</p><p>aberto expostos a picadas de mosquitos. O exame clínico revelou ulceração indolor e</p><p>leve inflamação dos linfonodos periféricos. Não foram relatados outros sintomas.</p><p>a) Qual a principal hipótese diagnóstica?</p><p>b) Quais os dados da anamnese e exame físico sugerem este diagnóstico?</p><p>c) No exame físico, qual é o dado importante que afasta a outra forma desta doença?</p><p>d) Quais exames complementares devem ser solicitados para comprovação do</p><p>diagnóstico e por quê?</p><p>CASO 7</p><p>Mulher branca, 25 anos se apresenta a UBS com corrimento vaginal fétido e prurido</p><p>nos últimos 15 dias. Ela relata que o odor é pior após as relações sexuais e que o</p><p>corrimento é esbranquiçado. A paciente está em uma relação monogâmicaestável e</p><p>nunca engravidou. Ela nega qualquer história médica ou ginecológicasignificativa. A</p><p>paciente relata que esta é a primeira vez que apresentou esses sintomas e está</p><p>preocupada com infecções sexualmente transmissíveis</p><p>(ISTs), porém relata que seu</p><p>companheiro não apresenta nenhum sintoma parecido ou lesão em órgão genital. No</p><p>exame ginecológico apresenta vulva levemente hiperemiada e no exame especular:</p><p>corrimento amarelado e bolhoso e colpite.</p><p>a) Qual a principal hipótese diagnóstica?</p><p>b) Quais exames laboratoriais devem ser feitos para diagnóstico da doença?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>c) No exame físico, qual é o dado importante que afasta a outra forma desta doença?</p><p>d) Quais exames complementares devem ser solicitados para comprovação do</p><p>diagnóstico e por quê?</p><p>CASO 8</p><p>Paciente masculino, branco, 51 anos, procedente de Porto Alegre. Iniciou</p><p>acompanhamento no Ambulatório de Dermatologia Sanitária em outubro de 2001 com</p><p>queixa de lesão ulcerada em mão direita com dois meses de evolução. Negava outras</p><p>patologias, uso de medicações. Sem história de viagens para fora do estado do Rio</p><p>Grande do Sul. Realizado exame anatomopatológico que evidenciou inflamação</p><p>crônica superficial e profunda com fibrose. Sem evidência de vasculites ou</p><p>granulomas, com pesquisa de fungos negativa. Sugeria pioderma gangrenoso (PG).</p><p>Paciente iniciou então tratamento com diversas medicações indicadas para o</p><p>tratamento de PG com pouca ou nenhuma resposta, inclusive com surgimento de</p><p>nova lesão ulcerada em face.</p><p>a) Qual é a hipótese diagnóstica?</p><p>b) Por que essa doença causa esse tipo de lesões?</p><p>c) Qual o tratamento para essa doença?</p><p>d) Qual o prognóstico dessa doença?</p><p>CASO 9</p><p>Uma mulher nigeriana de 42 anos de idade apresenta-se ao médico da unidade</p><p>básica de saúde com uma história de 2 dias de febre, calafrios e sudorese associada</p><p>a cefaleia e mialgia. Ela está febril (38.6 °C) e taquicárdica, mas não há nada digno</p><p>de nota no restante dos exames. Ela recebeu um diagnóstico presuntivo de gripe</p><p>(influenza) e foi aconselhada a retornar se não melhorasse. Dois dias depois, ela se</p><p>apresenta ao pronto- socorro com sintomas parecidos e vômitos frequentes. No</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>exame físico, ela parece doente, refere calafrios, TA 38.8 °C, frequência do pulso de</p><p>120 bpm (taquicárdica), PA 105/60 mmHg e icterícia leve. Uma história posterior</p><p>revela que, recentemente, ela visitou a família na Nigéria por 2 meses e voltou há</p><p>duas semanas antes da consulta médica. Hemograma com 3,8x106 hemácias/mm3 e</p><p>hemoglobina 12, hematócrito 36, leucócitos 12.000/m3, bilirrubina 2 mg/dL. O exame</p><p>hemoscópico mostrou as estruturas abaixo</p><p>a) Qual sua hipótese diagnostica?</p><p>b) Quais exames você solicitaria para confirmar sua hipótese?</p><p>c) Por que essa doença causaria alterações laboratoriais e quais você</p><p>esperaria?</p><p>d) Quais sintomas são esperados?</p><p>e) Essa doença tem tratamento? Qual?</p><p>f) Quais medicações você usaria para tratar os sintomas?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>Paciente do sexo masculino, biólogo, 32 anos, residente da cidade de Viamão/RS.</p><p>Durante a anamnese, relatou que recentemente fez uma longa viagem a trabalho</p><p>para a Amazônia, com o intuito de analisar a flora regional e colher informações para</p><p>um projeto. Procurou a emergência do hospital mais próximo, queixando-se de</p><p>períodos de febre intensa, calafrios, forte cefaléia, vômitos e sonolência. O médico,</p><p>após solicitar alguns exames, constatou também insuficiência renal aguda,</p><p>hepatoesplenomegalia e anemia. Após os resultados e tendo como suspeita</p><p>diagnóstica a infecção por Plasmodium sp solicitou exame de sangue para a</p><p>confirmação. Em esfregaço sanguíneo, foram encontradas as estruturas abaixo.</p><p>parasitologia</p><p>Paciente do sexo masculino, 35 anos, chega ao pronto socorro por apresentar os</p><p>seguintes sintomas, astenia, calafrios intermitentes, sudorese, esplenomegalia e</p><p>hepatomegalia. Refere ter viajado recentemente para as florestas tropicais do Brasil.</p><p>Após a análise, concluiu-se que o paciente apresentava anemia hemolítica.</p><p>a) Qual é o diagnóstico presuntivo neste caso?</p><p>b) Qual é o agente etiológico desta doença?</p><p>c) Qual é o diagnóstico diferencial?</p><p>d) Diga o tratamento de primeira escolha</p><p>e) Diga algumas complicações</p><p>CASO 10</p><p>CASO 11</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>a) Qual a espécie de Plasmodium presente na imagem acima?</p><p>b) Quais os estágios das estruturas A e B?</p><p>c) Quais as possíveis formas de transmissão da doença?</p><p>d) Assinale (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as falsas.</p><p>( )Em geral, toda pessoa pode contrair a doença. Indivíduos que tiveram vários</p><p>episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando</p><p>poucos, ou mesmo nenhum sintoma, no caso de uma nova infecção.</p><p>( ) Em raríssimos casos, a malária pode ser transmitida através da ingestão de água</p><p>contaminada.</p><p>( ) Algumas das medidas de prevenção individual consistem no uso de</p><p>mosquiteiros, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso</p><p>de repelentes.</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>Moisés é membro da comunidade judaica de uma cidade brasileira. Por força</p><p>de suas convicções religiosas, Moisés jamais comeu carne de porco e prefere</p><p>alimentar-se à base de saladas e frutas frescas. No entanto, após um a série</p><p>de consultas médicas, exames revelaram que Moisés apresentava um quadro</p><p>de cisticercose, causada pelo parasita da espécie Taenia solium. Como todos</p><p>sabem esse parasita utiliza os seres humanos, basicamente como hospedeiro</p><p>definitivo.</p><p>a) Como é possível que Moisés tenha contraído cisticercose se ele nunca ingeriu</p><p>carne de porco?</p><p>b) Disserte sobre as possíveis reações orgânicas relacionadas com a</p><p>neurocisticercose.</p><p>c) Fale sobre o diagnóstico desta enfermidade, mencionando possíveis diagnósticos</p><p>diferenciais.</p><p>d) Aborde o tratamento relacionado com a cisticercose e com a teníase.</p><p>CASO 12</p><p>CASO 13</p><p>Um rapaz de 25 anos morava em um pequeno sítio, onde trabalhava</p><p>como agricultor. A privada situava-se na área externa da casa e perto</p><p>desta havia um poço, de onde as famílias que moravam no sítio</p><p>retiravam a água que consumiam. Era verão, estava um calor tremendo,</p><p>quando ele começou a apresentar certos sintomas, tal como febre,</p><p>vômitos e esteatorréia. Essa diarreia foi ficando crônica e o rapaz</p><p>começou a perder peso e apresentar desidratação. Assustado, buscou o</p><p>serviço de saúde. O médico ao identificar os sintomas exacerbados no</p><p>rapaz, suspeitou que além de alguma parasitose, ele apresentava algum</p><p>grau de imunodeficiência. Neste sentido, solicitou exame coproparasitológico e teste</p><p>Elisa HIV. Diante deste quadro, qual seria a principal suspeita diagnóstico parasitária?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>Um senhor de 48 anos, há muito desejava viajar para Curitiba e aproveitar aquele</p><p>friozinho gostoso. Na viagem de volta, de ônibus, em uma das paradas, aquela</p><p>fome!! Haviam parado em um posto, com restaurante, onde o Senhor se deliciou com</p><p>um churrasquinho mal passado e uma salada verde. Após algumas semanas, o</p><p>Senhor começou a sentir-se um pouco estranho, a ter dores abdominais, sensação</p><p>de fome e tonturas. Ficava irritado, e com o tempo, passou a perder peso. Além</p><p>disso, sintomas pulmonares também estavam presentes (dor torácica, tosse,</p><p>intolerância ao exercício). De início ele se recusava a ir ao médico, mas com</p><p>receio de que fosse algo que pudesse transmitir para os seus filhos aceitou a</p><p>ideia e foi ao posto de saúde. Logo que o médico fez a anamnese dele e ouviu os</p><p>sintomas relatados, desconfiou que fosse alguma parasitose e encaminhou-o para</p><p>fazer exame de fezes.</p><p>a) Que parasito(s) foi/foram provavelmente encontrado(s) no(s) exames?</p><p>b) Como ele pode ter adquirido este parasito?</p><p>c) Qual o habitat do parasito no hospedeiro humano?</p><p>Por que houve perda de peso?</p><p>d) Esses sintomas podem ser apresentados em infecções por outros parasitos?</p><p>e) Qual o método diagnóstico utilizado na rotina para este parasito?</p><p>CASO 14</p><p>CASO 15</p><p>MNF, sexo feminino, 3 anos de idade, com antecedentes pessoais irrelevantes. Foi</p><p>levada para consulta de Pediatria por apresentar corrimento vaginal recorrente desde</p><p>há 3 meses e prurido. História clínica: Desde há 3 meses apresenta desconforto</p><p>vulvovaginal e prurido; leucorreia escassa; sem melhoria com as medidas de higiene</p><p>específicas. A família nega queixas urinárias ou alterações do trânsito intestinal, sem</p><p>alterações do estado geral, emagrecimento, polidipsia ou polifagia; sem infeções</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>recentes. Nega história de possível corpo estranho, nega possível abuso sexual.</p><p>Quando questionada, a mãe referia agravamento das queixas à noite, com prurido</p><p>intenso perianal.</p><p>Ao exame clínico: Apresentava rubor vulvar e vaginal com escoriações (aparentes</p><p>lesões de coceira) perineais.</p><p>a) Qual é a suspeita diagnósticas?</p><p>b) Quais exames podem ser realizados?</p><p>c) Quais são as medidas para solucionar o problema?</p><p>CASO 16</p><p>CBCP, 18 anos, sexo feminino. Menarca aos 14 anos de idade e inicio da atividade</p><p>sexual aos 16 anos. Se encontra com um novo parceiro sexual há aproximadamente</p><p>1 mês. Procurou atendimento por apresentar corrimento purulento com 1 semana de</p><p>evolução, com desconforto vulvar, disúria.</p><p>Exame clínico mostrou leucorréia esverdeada, fétido e com evidente processo</p><p>inflamatório vaginal.</p><p>a) Qual é a suspeita diagnósticas?</p><p>b) Quais exames podem ser realizados?</p><p>c) Quais são as medidas para solucionar o problema?</p><p>CASO 17</p><p>Uma criança de 1 ano de idade, residente em Sete Lagoas (MG), apresentou episódio</p><p>súbito de vômito com a presença de vermes cilíndricos grandes (28cm). Como</p><p>informação adicional a mãe relata que a criança não evacua há aproximadamente 5</p><p>dias.</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>a) Qual a possível parasitose em questão?</p><p>b) Qual(ais) alimento(s) poderia estar relacionados com esta parasitose no processo</p><p>de infecção e qual seria a forma evolutiva do parasito encontrada nestes alimentos?</p><p>c) Qual a possível explicação para a criança não estar evacuando?</p><p>CASO 18</p><p>L. P. O., um menino de 9 ano, foi levado a um posto de saúde por</p><p>sua mãe. A criança apresentava diarreia mucossanguinolenta intercalada por</p><p>período de constipação intestinal, febre, tosse e queixava-se de dor abdominal.</p><p>Após pedido de hemograma, constatou-se intensa eosinofilia (superior a 1000</p><p>eosinófilos por mm 3).</p><p>a) Qual sua suspeita clínica? Justifique.</p><p>b) Esse paciente poderia ter adquirido a infecção por meio da ingestão de alimentos</p><p>e água contaminada? Justifique.</p><p>c) Relacione os sintomas clínicos citados com a patogenia da infecção.</p><p>d) Qual a técnica parasitológica indicada para confirmar sua suspeita?</p><p>e) Qual seria sua conduta terapêutica?</p><p>CASO 19</p><p>Paciente do sexo feminino, 51 anos , trabalhadora rural, com queixas de dor</p><p>epigástrica, melenas e astenia com 3 semanas de evolução, sem outra</p><p>sintomatologia, culminando com um episódio de lipotimia que motivou a admissão</p><p>hospitalar. Trata-se de uma doente sem história de viagens ao estrangeiro e</p><p>residente em habitação com boas condições sanitárias. Laboratorialmente</p><p>apresentava anemia ferropriva (Hb 5,7 g/ dl, VGM 78 fl, leucograma</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>normal, ferro sérico 22mg/dl e ferritina 12 ng/ml), sem outras alterações. Após suporte</p><p>transfusional realizou endoscopia digestiva alta e colonoscopia que não revelaram</p><p>alterações. A enteroscopia por vide cápsula identificou no íleo vários parasitas</p><p>filiformes com cerca de 6mm, ancorados à mucosa e com conteúdo hemático no seu</p><p>interior.</p><p>a) Qual o parasito encontrado?</p><p>b) Cite um método de diagnóstico parasitológico.</p><p>c) Quais as formas evolutivas desse parasito?</p><p>parasitologia</p><p>CASO 20</p><p>Após visita de uma semana de duração a uma cidade no interior de Minas</p><p>Gerais, um vendedor de 31 anos de idade pro cura o pronto-socorro</p><p>queixando-se de paroxismos de esteatorréia e dor abdominal em cólica,</p><p>acompanhadas de náuseas e eructação. Vem utilizando antidiarréícos e</p><p>antieméticos desde que os sintomas surgiram, há um mês, porém os sintomas</p><p>vêm piorando nos últimos dias. O paciente também apresentou perda de peso. Não</p><p>há presença de catarro, pus ou sangue nas fezes. (Temperatura corporal: 36,5°C).</p><p>a) Qual(is) sua(s) suspeita(s) diagnóstica(s)? Por quê?</p><p>b) Tendo em vista que no EPF (MIF= 3 amostras diferentes de material fecal),</p><p>o resultado foi negativo, cite um motivo pelo qual isso pode ter ocorrido?</p><p>c) Qual(is) outro(s) exame(s) complementar(es) poderia(iam) ser(em) feito(s)?</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>d) Qual a relação entre a viagem feita pelo paciente e a ocorrência da parasitose?</p><p>e) Qual o tratamento indicado para este paciente?</p><p>Uma mulher de 36 anos relata que há 2 meses começou a apresentar</p><p>diarréia de início insidioso, com 3 a 6 evacuações nas 24 horas e fezes</p><p>pastosas e/ou líquidas. Após a realização de uma colonoscopia fez diagnóstico</p><p>de uma retocolite ulcerativa. Mesmo fazendo uso do tratamento indicado, o</p><p>seu quadro diarréico continuou piorando progressivamente, apresentando agora</p><p>10 a 15 evacuações nas 24 horas, com fezes liquidas acompanhadas</p><p>frequentemente de muco e sangue, além de fraqueza e emagrecimento.</p><p>a) Qual sua suspeita diagnóstica?</p><p>b) Por que o paciente está apresentando estes sintomas?</p><p>c) Que investigações deveriam ser feitas para confirmar seu diagnóstico? Se tratando</p><p>de exame parasitológico das fezes, qual forma evolutiva você esperaria encontrar?</p><p>Justifique.</p><p>CASO 21</p><p>CASO 22</p><p>Um farmacêutico recém formado atende em sua fármacia um homem relatando ter</p><p>feito exames de fezes e neste apresentou "cistos de Entamoeba coli e Entamoeba</p><p>nana". A receita médica prescrevia medicação para amebíase. Está correta esta</p><p>prescrição médica? Justifique.</p><p>CASO 23</p><p>A.N.P., masculino, 50 anos, casado, ambulante, natural de Pernambuco. Internado</p><p>em 04 de março de 1970. Referiu se o paciente que sua doença começou há cerca</p><p>de um ano, por dor abdominal tipo cólica, de moderada intensidade, localizada</p><p>sobretudo na parte superior do abdome e acompanhada de fezes ora aspecto</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>Homem de 33 anos, trabalhador da zona rural, procurou o pronto atendimento do</p><p>hospital se queixando de fraqueza ao realizar tarefas diárias que já durava dois</p><p>meses, e sangue nas fezes. Devido sua palidez e pele amarelada, foram pedidos</p><p>exames laboratoriais, cujo resultados estão descritos abaixo:</p><p>Hemograma</p><p>parasitologia</p><p>aquoso, muco sanguinolento, com numerosas evacuações nas 4 horas, ora aspecto</p><p>pastoso, de cor cinzenta, brilhantes, com duração de 7 a 10 dias. Ao mesmo tempo,</p><p>começou a apresentar astenia, fatigabilidade fácil, palidez progressiva, tonturas,</p><p>zumbidos, emagrecimento ( cerca de 11 kg), edema indolor, mole, ao nível dos M.I.</p><p>(até os joelhos) e aumento do volume abdominal. Por essa ocasião foi recomendado</p><p>a permanecer em repouso absoluto no leito, dieta hipossódica, e medicado com</p><p>diuréticos, vitaminas, sais de ferro e antiespasmódicos, conseguindo melhora clínica,</p><p>Entretanto, há 3 meses os sintomas reapareceram e devido ao seu precário estado</p><p>de saúde procurou internação.</p><p>Reside em casa de taipa, não possuindo sanitário e banheiro; etilista inveterado;</p><p>banhos em rios a qualquer hora do dia, principalmente entre 11 e 13 horas, desde a</p><p>infância, não referindo prurido após os mesmos.</p><p>Exame fisico - paciente com estado geral e de nutrição precários, caquético aparenta</p><p>estar cronicamente doente, marcha e fala normais, panículo adiposo escasso, edema</p><p>(+++) frio, mole, indolor,</p><p>em ambos os M.I. até o nível dos joelhos.</p><p>Exames de laboratório - urina: densidade 1.018. pH 6, vestígios de albumina;</p><p>parasitológico das fezes (método de Hoffman): numerosas larvas degeneradas,</p><p>(método de Baerman-Moraes): numerosas larvas rabditoides. Várias larvas filarióides</p><p>no escarro.</p><p>a) Qual a hipótese diagnóstica? Justifique.</p><p>CASO 24</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>Bioquímica</p><p>Diante dos resultados desses exames, foi solicitado Exame Parasitológico de Fezes</p><p>(EPF):</p><p>Parasitologia</p><p>parasitologia</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p><p>parasitologia</p><p>Paciente A. M. S. C., 45 anos, morador da cidade de Imperatriz - MA, deu entrada na</p><p>UPA 24hrs, com os sintomas de pequenas pápulas na pele, onde a maioria já</p><p>avançava para ulceração e processos inflamatórios na região do nariz e boca. O</p><p>mesmo relata a ocorrência destes sintomas por mais de 3 semanas. Este foi</p><p>encaminhado para testes laboratoriais no dia seguinte, sendo que antes de fazê-los</p><p>teve que se ausentar da cidade por intermédio da morte de sua mãe, em RondonPA,</p><p>ao voltar a cidade natal, alguns dias depois, voltou a Unidade de Saúde com</p><p>reclamações de Febre Intermitente, que varia de três a quatro dias, com picos de</p><p>40°C, o médico novamente, encaminha-o para testes sanguíneos, entre eles o exame</p><p>direto de esfregado e gota espessa. Nestes, foram encontrados formas promastigota</p><p>de Leshimania braziliensis e formas trofozoitos de Plamodium falciparum.</p><p>a) Detalhe os procedimentos de diagnostico para os parasitos citados, detalhando</p><p>uma discussão sobre as patologias e parasitos citados.</p><p>b) Qual o tratamento mais eficaz para o paciente? Caso medicamentos, detalhe</p><p>também os mecanismos de ação de cada medicamento utilizado.</p><p>CASO 25</p><p>cursau - cursaucursos@gmail.com - IP: 177.73.104.5</p>