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<p>Aparelho Reprodutor</p><p>Feminino</p><p>Funções→ produção de hormônios e gametas, transporte de</p><p>gametas, fertilização, crescimento e desenvolvimento do</p><p>embrião, parto.</p><p>Ovários→ formato varia de acordo com a espécie. Tem</p><p>dois tipos de função:</p><p>• Endócrina→ produção de hormônios;</p><p>• Exócrina→ produção de gametas</p><p>Tubas Uterinas→ iniciam nos cornos uterino e</p><p>terminam junto aos ovários. Tem como função: captação</p><p>dos óvulos, condução dos óvulos e espermatozoides em</p><p>direções opostas, fertilização e clivagem, nutrição e</p><p>proteção ao embrião.</p><p>Útero→ possui um corpo e dois cornos. Tem como</p><p>função: transporte espermático, mecanismos luteolíticos,</p><p>implantação e gestação, parto e involução pós-parto.</p><p>Cérvix→ localizado na parte inferior do útero, projeta-</p><p>se na parte superior da vagina. Tem como função:</p><p>facilita o transporte espermático para o útero,</p><p>reservatório de espermatozoide, seleção de</p><p>espermatozoides viáveis, proteção fetal.</p><p>Vagina→ estrutura tubular de epitélio escamoso. Tem</p><p>como função: recepção do pênis, em algumas espécies</p><p>deposição espermática, passagem do feto no nascimento,</p><p>ducto excretor de secreções</p><p>Folículos Pré-Antrais→ folículos ovarianos em</p><p>estágios iniciais de desenvolvimento antes da</p><p>formação do antro (cavidade cheia de líquido). Inclui</p><p>os folículos primordiais, primários e secundários.</p><p>Folículos Antrais→ folículos ovarianos mais</p><p>desenvolvidos que possuem uma cavidade cheia de</p><p>líquido chamada antro. Essa cavidade é resultado do</p><p>acúmulo de fluido folicular. Se dividem em terciários</p><p>e de GRAAF.</p><p>Fertilização</p><p>Fecundação→ encontro dos gametas</p><p>feminino e masculino. Penetração do</p><p>espermatozoide no oócito no interior da</p><p>tuba uterina.</p><p>Capacitação Espermática→ a presença de</p><p>fluidos no trato genital feminino</p><p>desencadeia mudanças na membrana</p><p>plasmática dos espermatozoides. Isso</p><p>resulta na hiperativação espermática,</p><p>caracterizada por alterações no movimento</p><p>da cauda, bem como no fluxo de colesterol</p><p>da membrana plasmática. Essas alterações</p><p>incluem um aumento nos níveis</p><p>intracelulares de cálcio e uma maior fluidez</p><p>na membrana. Consequentemente, a</p><p>afinidade dos espermatozoides com a zona</p><p>pelúcida é ampliada, facilitando a</p><p>fertilização.</p><p>Fases da Fecundação:</p><p>LIGAÇÃO DO</p><p>SPTZ A ZONA</p><p>PELÚCIDA</p><p>REAÇÃO</p><p>ACROSSOMAL</p><p>LIGAÇÃO E</p><p>FUSÃO COM A</p><p>OOLEMA</p><p>BLOQUEIO A</p><p>POLIESPERNIA</p><p>FUSÃO DO</p><p>SPTZ COM O</p><p>ÓVULO</p><p>ATIVAÇÃO DO</p><p>OÓCITO</p><p>Resultados da Fertilização→ término da 2 divisão</p><p>meiótica, restaura o número diploide, promove a</p><p>variabilidade de espécies, determina o sexo do</p><p>embrião, causa ativação metabólica do ovócito, dá</p><p>início a clivagem.</p><p>Desenvolvimento</p><p>Embrionário</p><p>Clivagem→ a primeira célula com 46 cromossomos chamada de</p><p>BLASTÔMERO começa a se dividir. Depois de atingir 8 células</p><p>ela começa a se compactar.</p><p>Mórula→ quando atinge 32 células.</p><p>Blastocisto→ ocorre a diferenciação das células da borda</p><p>(TROFOBLASTO) e células interna (MASSA CELULAR</p><p>INTERNA).</p><p>Trofoblasto→ secreta fluidos e forma a blastocele que dará origem</p><p>a placenta.</p><p>Massa Celular Interna→ forma o botão embrionário que dará</p><p>origem ao embrião.</p><p>Particularidades dos</p><p>Equinos→ chegada no útero no</p><p>dia 6 após a fecundação como</p><p>mórula ou blastocisto inicial,</p><p>retenção de oócitos no oviduto,</p><p>cápsula acelular entre a zona</p><p>pelúcida e as células do</p><p>trofoblasto, essa cápsula fica até</p><p>aproximadamente o vigésimo</p><p>dia, não precisa de zona</p><p>pelúcida, a ICSI não forma</p><p>cápsula.</p><p>Reconhecimento Materno da</p><p>Gestação</p><p>• Se os embriões NÃO se mantiverem viáveis entre 13-16 dias</p><p>pós ovulação há regressão do CL e o início do ciclo estral</p><p>subsequente. Se o embrião se mantiver nesse período o CL</p><p>persiste.</p><p>• Depende de→ prolongamento da funcionalidade do CL</p><p>periódico, CL gravídico secreta progesterona, inibição de</p><p>luteólise, previne a secreção de PGF2 alfa, altera a distribuição</p><p>de PGF2 alfa, secreta substancia que compete com os efeitos</p><p>PGF2 alfa.</p><p>• FASES BÁSICAS – primeiros 10 dias existe um bloqueio dos</p><p>receptores de estrógeno e de ocitocina pela progesterona –</p><p>depois de 10 dias se o embrião não estiver estável há um</p><p>aumento de receptores de estrógeno e de ocitocina, a ocitocina</p><p>induz a produção de prostaglandina.</p><p>• Perda Embrionária→ falha no desenvolvimento embrionário,</p><p>ambiente uterino desfavorável, falha na sinalização concepto-</p><p>maternal</p><p>• 3 maneiras para não ocorrer luteólise – o concepto previne a</p><p>secreção de prostaglandina, o concepto altera a distribuição de</p><p>prostaglandina, o concepto secreta uma substancia que compete</p><p>com a prostaglandina no CL.</p><p>• Mecanismo de Luteólise – no começo o CL não apresenta</p><p>receptores para a prostaglandina (5 dias para começar a</p><p>responder), comunicação feto-mãe, falhas no desenvolvimento</p><p>embrionário, anormalidade cromossômicas, anormalidades no</p><p>ambiente uterino, incapacidade do embrião de bloquear a</p><p>luteólise.</p><p>• Luteólise nas espécies- vaca e ovelha (anastomose de veia e</p><p>artéria e uterina), porca e égua (parte do útero e parte sistêmica).</p><p>Espécie Dias Particularidade</p><p>Ruminantes Cabra e ovelha – 12º</p><p>ao 13º dia,</p><p>Vaca – 14º ao 16º dia</p><p>O Interferon T produzida em grande quantidade quando o</p><p>blastocisto começa a se alongar, atua diretamente nas células</p><p>endometriais</p><p>Suínos 15º após a ovulação Estrógeno de origem embrionário (principal fator), deve haver no</p><p>mínimo a presença de 4 embriões, a presença de estrógeno faz</p><p>com que a liberação de prostaglandina seja contrária, liberação</p><p>intrauterina onde é destruída o que evita a luteólise.</p><p>Equinos 12º a 14º dia O embrião libera substancias para que a tuba uterina se abra e o</p><p>embrião desce para o útero, passagem apenas de embriões e não</p><p>de oócitos pela prostaglandina E. As uteroferrinas produzida em</p><p>resposta a alta do estrógeno (produzido pelo embrião) atua como</p><p>fator de inibição de PGF2 alfa, movimentação embrionária no</p><p>interior do útero auxilia no reconhecimento materno (só acontece</p><p>devido ao formato esférico, presença de capsula acelular,</p><p>orientação longitudinal das dobras endometriais e tônus uterino.</p><p>Ainda não se sabe qual a substancia exata que o embrião libera</p><p>para haver o reconhecimento.</p><p>• Reconhecimento Imunológico – redução da expressão de antígenos de</p><p>histocompatibilidade I e II na superfície do concepto, secreção de substancias</p><p>pelos tecidos maternos e trofoblasto que inibem a replicação de linfócitos e a</p><p>atividade celular fagocítica, PGE2 e Interferon Ƭ produzidos pelo trofoblasto e</p><p>endométrio inibem a proliferação e a função de linfócitos T;</p><p>Implantação</p><p>• Contato entre o útero e o concepto, depois da</p><p>dissolução da zona pelúcida. É mediado por –</p><p>citocinas, hormônios, enzimas, fatores de</p><p>crescimento. Duas coisas que envolvem diretamente –</p><p>remoção da zona pelúcida e redução de receptores de</p><p>mucina. Dois tipos de implantação – não invasiva e</p><p>adesão tardia.</p><p>Espécies Dias</p><p>Bovinos 11 a 40 dias</p><p>Ovinos 10 a 20 dias</p><p>Equinos 30 a 35 dias</p><p>Placentação</p><p>• Funções dos Envoltórios Fetais→ proteger contra traumatismos, desidratação e</p><p>variações de temperatura, permitir crescimento e movimentação do feto, promover</p><p>dilatação da cérvix, vagina e vulva no parto, lubrificação da vagina durante o parto,</p><p>inibir o crescimento bacteriano e aderências.</p><p>• Placentação→ dividida em 3 classes – anatomia, histologia e descolamento.</p><p>Classes Tipos Espécies</p><p>Anatômica difusa, zonaria, cotiledonária,</p><p>discoidal</p><p>Equinos e Suínos – difusa.</p><p>Ruminantes – cotilenodária</p><p>Histológica Epiteliocorial, sindesmocorial,</p><p>endoteliocorial, hemocorial</p><p>Equinos e Suínos – epiteliocorial.</p><p>Ruminantes – sindesmocorial.</p><p>Descolamento Descídua, adescídua Ruminantes, Equinos e Suínos –</p><p>adescídua.</p><p>• Funções da Placenta</p><p>1. Nutrição – transferência seletiva de metabólitos;</p><p>2. Respiração – troca gasosa por difusão pela artéria ovariana, uterina e vagina (o ducto</p><p>arterioso impede que o sangue vá para o pulmão e fígado);</p><p>3. Filtração – consegue evitar que algumas substancias cheguem</p><p>ao feto;</p><p>4. Secreção Hormonal – produção de p4, estrógenos, gonadotrofinas (hcg, e ecg);</p><p>5. Imunoproteção – produção de citocinas que reduzem a ativação linfocítica.</p><p>Fisiologia da Gestação</p><p>Fatores que podem afetar o tempo de gestação</p><p>1. Fatores Maternos – gestações multíparas podem</p><p>adiantar o tempo gestacional, em ovelhas para ter</p><p>gêmeos existem dois fatores: o flushing e o gene</p><p>boorula.</p><p>2. Fatores Fetais – sexo em bovinos e equinos machos</p><p>tendem a ter uma gestação mais prolongada, gêmeos</p><p>(dupla ovulação sincrônica – mais comum na vaca,</p><p>onde o pico de LH é um só, porque tinha dois folículos</p><p>na hora do LH, ou dupla ovulação assincrônica – éguas,</p><p>ovulação em dias diferentes, ou ainda por bipartição –</p><p>éguas, principalmente em animais de ICSI, repartição</p><p>do embrião).</p><p>3. Fatores Genéticos – anormalidades da hipófise</p><p>(bovinos) – gestação prologada devido à falta de</p><p>crescimento do feto, concentração de progesterona –</p><p>para haver o parto é necessário que a P4 baixe, raça –</p><p>pode influenciar diretamente na dupla ovulação,</p><p>principalmente algumas linhagens, raças de vacas</p><p>leiteiras tendem a ter mais dupla ovulação, cruzamento</p><p>de jumento com égua (muar 345-350 dias).</p><p>4. Fatores ambientais – estresse – aumento do cortisol</p><p>pode causar parto prematuro, drogas – anestésicos,</p><p>corticoides pode induzir o parto. Substancia produzida</p><p>no pulmão dos neonatos importante para maturação</p><p>fetal – SULFACTANTE.</p><p>• Período do Ovo→ fecundação = clivagem =blastocisto. Esta é a etapa em que</p><p>o zigoto permanece livre, subsistindo por intermédio do vitelo armazenado no</p><p>ovo, ou do leite uterino. fase dentro da tuba uterina, aonde está acontecendo as</p><p>divisões.</p><p>• Período de Embrião→ corresponde ao período de eclosão do blastocisto,</p><p>formação dos órgãos e sistemas do embrião, e da placenta, mais crítico devido a</p><p>sensibilidade de diminuição de hormônios, estresse, acontece anomalias e</p><p>defeitos teratogênicos.</p><p>• Período do Feto→ é o período em que ocorre a maior parte do crescimento da</p><p>placenta e do feto, e dura até o parto. Nos mamíferos, neste período, são</p><p>estabelecidas as trocas sanguíneas entre a mãe e o feto.</p><p>• Perca embrionária precoce→ antes de 21 dias.</p><p>• Perca embrionária tardia→ doenças, abortos.</p><p>Endocrinologia da Gestação</p><p>Hormônio Produzido por Funções Particularidades</p><p>Progesterona Corpo Lúteo e Placenta Preparo do útero, estimula secreção do leite</p><p>uterino para nutrição do embrião e pré-</p><p>implantação, altera o comportamento materno</p><p>aumentando o apetite, diminui atividade,</p><p>mantém a quiescência uterina, aumenta o tônus</p><p>cervical, ação nas glândulas mamarias</p><p>Equinos - pode aumentar a contração uterina (devido ao</p><p>reconhecimento precisar que o embrião se mova dentro do</p><p>útero).</p><p>Bovinos – corpo lúteo principal, funcional durante toda a</p><p>gestação e a luteólise acontecendo dois dias antes do parto, a</p><p>placenta atua como fonte secundária no final da gestação</p><p>Ovinos – até 60 dias produzido pelo CL, depois a placenta</p><p>produzindo até 5 vezes mais progesterona que o CL..</p><p>Suínos – corpo lúteo elevada durante toda a gestação,</p><p>acontecendo a queda alguns dias antes do parto. Égua –</p><p>durante um tempo pelo CL e depois pela placenta.</p><p>Estrógeno Ovários Prepara o útero para a ação da progesterona,</p><p>proliferação do epitélio e glândulas</p><p>endometriais, secreção uterina e cervicais,</p><p>fluido tubário (leite uterino), glândula mamária</p><p>(prolactina), sínfise púbica (relaxina).</p><p>-</p><p>Prolactina Hipófise e Corpo Lúteo Ação luteotrófica (metabolismo do colesterol),</p><p>lactação, habilidade materna.</p><p>-</p><p>Relaxina Corpo Lúteo e Placenta Relaxamento da cérvix, ligamentos e sínfise</p><p>púbica.</p><p>-</p><p>Ocitocina Hipófise Contração uterina e dos alvéolos mamários,</p><p>ação luteolitica.</p><p>Importante no momento do parto e puerpério, sua ação</p><p>depende da presença de estrógeno</p><p>ECG – Gonodotrofina</p><p>Coriônica Equina</p><p>Cálices endometriais</p><p>prolongamentos que saem</p><p>da placenta e se ligam ao</p><p>útero.</p><p>Fazer as células luteonizarem sem a presença</p><p>de LH, o que aumenta a quantidade de</p><p>progesterona para manter a gestação. O</p><p>secundário nem todas vão ter.</p><p>Na égua existem três tipos de corpo lúteo, primário –</p><p>ovulação primária responsável pela ovulação que causou a</p><p>gestação, secundário – segundo pico de ovulação que por</p><p>falta de prolactina continuou e acessório – folículos</p><p>luteonizados</p><p>Modificações na Fêmea</p><p>Gestante</p><p>• Expansão do volume sanguíneo materno (10-40%), o feto</p><p>demanda crescente demanda hídrica e de oxigênio,</p><p>aumento do débito cardíaco materno em até 40%, retenção</p><p>de eletrólitos e agua, “anemia gestacional”, exigência</p><p>nutricional extra (25 a 35%), proteínas (40-70%), má</p><p>nutrição – volume sanguíneo menor, vascularização mais</p><p>baixa, neonatos menores, fracos e mal ajustados.</p><p>• Modificações de Órgãos Reprodutivos→ ovário é</p><p>primeira alteração, acontecendo a modificação de cl cíclico</p><p>para cl gravídico, aumento do ovário, o útero vai ter que se</p><p>preparar para a gestação, antes da implantação o</p><p>endométrio já começa a se alterar e aumentar de tamanho,</p><p>sensibilização da P4 há a hipertrofia muscular. Ligamentos</p><p>há um relaxamento durante a gestação devido a ação da</p><p>relaxina. Vulva e vagina vão ficar com mucosa pálida e</p><p>seca e no final pode apresentar edema e aumenta da</p><p>vascularização devido a ação do estrógeno. Cérvix vai ficar</p><p>fechada durante toda a gestação e com tampão cervical.</p><p>Acompanhamento Gestacional</p><p>• Exame ginecológico→ identificação, anamnese, nulípara,</p><p>multípara, data da IA, estado clínico geral (nutrição,</p><p>vacinação, ectoparasitas), exame clínico específico</p><p>(externo), região perineal (coaptação vulvar, posição,</p><p>secreções), glândula mamária, comportamento, exame</p><p>clínico específico (órgãos internos).</p><p>• Modificações externas→ ausência de estro, aumento de</p><p>volume no terço final, comportamento, aumento do</p><p>tamanho do úbere em novilhas.</p><p>• Características uterinas e ovarianas→ aumento de</p><p>tamanho do útero, cornos uterinos assimétricos, conteúdo</p><p>com flutuação e feto, parede fina e dupla, presença de cl</p><p>gravídico.</p><p>• Avaliação Uterina→</p><p>1. Espessura – GI (um dedo), GII (dois dedos), GIII (3-4</p><p>dedos), GIV (o útero ainda pode ser delimitado pela</p><p>mão), GV (ainda se palpa a curvatura maior), GVI (o</p><p>útero não pode mais ser delimitado pela mão).</p><p>2. Simetria – S (cornos simétricos), As (cornos de tamanhos</p><p>diferentes), As+++ (o corno direito é bem maior que o</p><p>esquerdo), +As (cono esquerdo é maior).</p><p>3. Contratilidade – CI (útero relaxado e flácido), CII</p><p>(contractilidade moderada), CIII (contractilidade forte).</p><p>Espécie Particularidades</p><p>Bovinos 1- Fase Embrionária Recente→ ou sem sintomas típicos, 1 aos 30 dias de prenhez,</p><p>ausência de cio e presença de corpo lúteo. Diagnóstico precoce com 21 dias a partir</p><p>do dopler, acima de 45% de vascularização é considerado como prenha.</p><p>2- Fase de Pequena Bolsa→ dos 31 ao 60 dias, assimetria dos cornos, flutuação,</p><p>efeito de parede dupla.</p><p>3- Fase da Grande Bolsa→ dos 61 a 90 dias, maior assimetria, flutuação maior,</p><p>parede dupla. 4 fase de balão baloteamento 91 -150 dias útero com aspecto de</p><p>balão, detecção de placentomas, frêmito da artéria uterina média.</p><p>Equinos Embrião cresce mais rápido e não se fixa do lado da implantação. O ultrassom é</p><p>muito vantajoso porque a partir dos 10 dias se consegue visualizar a vesícula</p><p>embrionária mais facilmente. Vantagens do ultrassom – diagnóstico precoce da</p><p>gestação, determinação precoce da gestação gemelar, identificação precoce de</p><p>morte embrionária., viabilidade fetal (batimentos, movimento, crescimento),</p><p>sexagem fetal. A ultrassonografia transretal permite a avaliação do diâmetro e</p><p>movimentação da vesícula embrionária, batimento cardíaco, biometria fetal,</p><p>visualização do polo caudal da junção útero-placentária (JUP) de éguas gestantes</p><p>Suínos Não retorno ao cio, e a partir de 24 dias já consegue visualizar com o ultrassom</p><p>Ovinos e</p><p>Caprinos</p><p>Observação de retorno ao cio, perdas embrionárias precoces, ultrassonografia</p><p>–</p><p>diagnostico e contagem de número de fetos a partir dos 28 dias, transretal ou</p><p>abdominal.</p><p>Sexagem Fetal→ benefícios – preço do produto de acordo com o sexo, decisão de</p><p>seleção, planejamento do plantel, seguro da mãe e do feto, crescente demanda,</p><p>apenas curiosidade. Duas janelas de oportunidade: tubérculo genital – 50 a 80 dias,</p><p>diferencia pênis de clitóris. Avaliação da gônada – identificação do ovário ou do</p><p>testículo</p><p>Patologias da Gestação</p><p>• Hidropsia dos Envoltórios Fetais→ acúmulo anormal de líquido</p><p>placentário que excedem o volume fisiológico, sendo a espécie bovina</p><p>mais acometida.</p><p>1. Hidroâmnios – distensão abdominal lenta e progressiva, formato</p><p>piriforme e pouco tenso, malformações fetais e placentomas e fetos</p><p>palpáveis.</p><p>2. Hidroalantóide – distensão abdominal rápida, formato arredondado e</p><p>distendido e tenso, não está bem esclarecida, grande quantidade de</p><p>liquido, difícil visualização de feto, produtos fracos, pequenos e</p><p>retenção placentária.</p><p>3. Sinais Clínicos - todos os casos de hidropsias são progressivos</p><p>manifestam-se geralmente no terço final da gestação, podendo ser</p><p>assim divididos: Sem gravidade – ligeiro aumento do perímetro</p><p>abdominal, mas o estado geral e as funções vitais não de alteram (40</p><p>a 80 litros). Gravidade média – ocorre aumento acentuado do</p><p>perímetro abdominal, compressão e deslocamento de órgãos</p><p>abdominais; Grave – distensão exagerada do abdome, dispneia,</p><p>taquicardia, anorexia, desidratação, dificuldade de micção e</p><p>defecação, locomoção penosa, decúbito prolongado ou permanente e</p><p>atonia ruminal (80 a 200 litros).</p><p>4. Diagnóstico Diferencial - timpanismo, deslocamento de abomaso,</p><p>ascite, gestação multipla patológica, gestação gemelar, hidrometra,</p><p>tumores.</p><p>5. Prognostico – reservado a desfavorável.</p><p>6. Tratamento – indução do parto, abortamento, punção, cesariana</p><p>• Gestação Multipla Patológica→ número de fetos maior que o considerado</p><p>normal para a raça ou espécie.</p><p>1. Sinais Clínicos - taquipneia e respiração superficial, perturbações digestivas,</p><p>cardiocirculatórias, enfraquecimento da gestante, alterações mecânicas do</p><p>parto.</p><p>2. Duas formas de gestação gemelar em equinos – dupla ovulação (sincrônica</p><p>ou assincrônica) e embriões de icsi, onde eles fazem bipartição.</p><p>3. Tratamento – separa as vesículas, coloca a menor na ponta do corno e estoura,</p><p>só pode fazer isso até o 17º dia. Aborto dos dois fetos.</p><p>• Torção Uterina→ condição no qual o corno uterino gestante gira em torno do</p><p>eixo longo do útero e não retorna a posição normal.</p><p>1. Fatores predisponentes – espécie, raça, instabilidade anatômica, tamanho do</p><p>feto, nutrição, confinamento, terrenos acidentados.</p><p>2. Pode ser em sentido horário ou anti-horário.</p><p>3. Prognostico – reservado a desfavorável. Tratamento – no pré-parto correção</p><p>via retal, correção via laparotomia ou fazer o rolamento da fêmea.</p><p>Patologias da Gestação</p><p>• Ruptura Uterina→ geralmente ligada a</p><p>distocias, torção de útero, manobras obstétricas</p><p>inadequadas, aderências, hidropsia.</p><p>1. Sinais Clínicos – anorexia, parada ruminal,</p><p>desconforto abdominal, hemorragia interna,</p><p>evisceração, via vaginal, peritonite, choque</p><p>hipovolêmico e morte.</p><p>2. Diagnóstico sinais clínicos, anamnese,</p><p>palpação retal ou vaginal.</p><p>3. Prognostico – desfavorável.</p><p>4. Tratamento – fluidoterapia, transfusão</p><p>sanguínea, antibioticoterapia, cesariana e OSH.</p><p>• Prolapso Vaginal→ Na mucosa exposta podem ocorrer: traumatismos, ressecamento, lacerações</p><p>superficiais ou profundas, necrose de grau variado, perda tecidual e automutilação. O prolapso</p><p>vaginal é mais comum em pluríparas do que em primíparas, e a recidiva em uma gestação</p><p>subsequente é quase certa.</p><p>1. Fatores Predisponentes – relaxamento exagerado do sistema de fixação da vagina,</p><p>principalmente em fêmeas idosas; Piso do estábulo excessivamente inclinado; Transportes em</p><p>que os animais são sacudidos demasiadamente; Defeitos anatômicos, distúrbios hormonais;</p><p>Obesidade, inflamações na região da vulva e do reto; Predisposição hereditária.</p><p>2. Estágio I – só é perceptível no animal deitado. Na fenda vulvar aparece formação semelhante a</p><p>uma maçã, com a superfície lisa, rósea e brilhante. Quando o animal se levanta a tumefação</p><p>desaparece, e a rima vulvar novamente se fecha.</p><p>3. Estágio II - observa-se a saída de um corpo arredondado ou cilíndrico pela vulva. A mucosa</p><p>apresenta-se avermelhada, e sobre a superfície podem ser observadas pequenas lesões. A</p><p>mucosa apresenta-se irritada e inflamada.</p><p>4. Estágio III - quase sempre é permanente, visível tanto no animal em pé como em decúbito.</p><p>Desenvolve-se de maneira rápida. A vagina projeta-se totalmente através da vulva, e nota-se a</p><p>porção vaginal da cérvix. A mucosa torna-se edematosa e inflamada, irritada, infectada e as</p><p>vezes necróticas. Outros órgãos podem estar incluídos na região do prolapso.</p><p>5. Tratamento - limpeza e desinfecção do local, epidural baixa, esvaziar bexiga, gelo, açúcar,</p><p>glicerol, reposicionar manualmente, casos severo antibiótico (cuidado com a data prevista do</p><p>parto).</p><p>6. Tipos de Sutura – Sutura de Buhner, Sutura de Caslick, Sutura de Flessa, Colchoeiro.</p><p>Patologias da Gestação</p><p>• Ruptura do Tendão Pré-Púbico→ o tendão pré-púbico tem a função</p><p>de ligar os músculos do abdômen ao esqueleto pélvico e, juntamente à</p><p>linha alba, possui uma grande importância nos equídeos, pois realiza a</p><p>sustentação dos órgãos abdominais</p><p>1. Fatores Predisponentes – gestação gemelar, gigantismo fetal,</p><p>hidropsia dos envoltórios fetais, éguas idosas, fraqueza</p><p>músculotendínea, terço final de gestação.</p><p>2. Sinais Clínicos – dor, dificuldade de locomoção, permanecer em</p><p>estação.</p><p>3. Diagnóstico Diferencial – cólica, hérnias, eventração e edema</p><p>acentuado.</p><p>4. Prognóstico – desfavorável para o feto e para a mãe.</p><p>5. Tratamento - não há tratamento eficiente, preconiza-se induzir o</p><p>parto quando o feto estiver a termo ou fazer a cesariana. Pode-se</p><p>colocar cinta envolvendo o abdome com o intuito de alongar a</p><p>gestação. Animais com este problema devem ser descartados.</p><p>• Placentite em Éguas→ acomete 3 a 5% das éguas, desperdício de perda tardia</p><p>de prenhez, estresse emocional do proprietário. A grande maioria é uma</p><p>infecção bacteriana, mas pode acontecer concomitantemente com fúngica.</p><p>1. Ascendente - mais frequente e causada por Streptococcus beta hemolíticos e</p><p>coliformes;</p><p>2. Nocadiforme - Bacilos gram-positivos (Crossiella equi e Amycolatopsis);</p><p>3. Multifocal - padrão de distribuição raro é observada esporadicamente em</p><p>casos isolados em associação com fungos ou bactérias;</p><p>4. Difusa - diagnosticada em casos isolados em associação com bactérias ou</p><p>fungos, ou durante surtos associados com leptospirose;</p><p>5. Sinais Clínicos - desenvolvimento prematuro do útero, descarga vulvar,</p><p>nascimento de potro prematuro.</p><p>6. Diagnóstico - ultrassonografia da JUP; Sinais clínicos (lactação prematura e</p><p>secreção vulvar); Avaliação da placenta do aborto; Diagnóstico definitivo</p><p>(exame anatomopatológico e microbiológico da placenta);</p><p>7. Tratamento - Antibiótico + progestágenos + anti-inflamatórios + estrógenos;</p><p>Perdas Gestacionais</p><p>• Morte Embrionária Precoce – sinal clínico</p><p>repetição de cio. Fatores: genéticos, estresse,</p><p>desequilíbrio endócrino, endometrite, infecções</p><p>• Morte Embrionária Tardia – repetição de cio de</p><p>21 a 45 dias. Fatores – desequilíbrios nutricionais,</p><p>endócrinos, vacinação, agentes infecciosos.</p><p>• Mumificação Fetal – morte do feto e ausência de abortamento.</p><p>1. Hemática - feto se apresenta recoberto por substância de aspecto viscoso e espessa com</p><p>coloração escura (sangue metabolizado);</p><p>2. Papirácea - o feto e a placenta apresentam com aspecto de papiro, devido ao processo de</p><p>desidratação.</p><p>3. Causas: comprometimento do fluxo sanguíneo, deficiência de placentação, infecções</p><p>transplacentária, toxinas na alimentação.</p><p>4. Sinais Clínicos – desconforto abdominal discreto, prolongamento do período gestacional, perda</p><p>gradual das características</p><p>da gestação.</p><p>5. Diagnostico – palpação retal e ultrassonografia.</p><p>• Maceração Fetal – infecção bacteriana, processo séptico de destruição de feto retido no útero.</p><p>1. Sinais Clínicos – desconforto abdominal, corrimento vaginal de coloração variada e com odor</p><p>fétido, anorexia e emagrecimento.</p><p>2. Diagnóstico - na palpação retal pode-se notar crepitação óssea, ausência de frêmito na artéria</p><p>uterina, presença de corpo lúteo, no exame vaginal percebe-se corrimento, alguns com presença</p><p>de ossos, exame radiológico e ultrassonografia (desorganização óssea), eventualmente observa-</p><p>se abortamento de alguns fetos (multípara).</p><p>3. Prognóstico – reservado e desfavorável.</p><p>4. Tratamento - induzir o aborto (estrógeno, prostaglandina, ocitocina), Ovariohisterectomia,</p><p>Antibioticoterapia, Fluidoterapia, Lavagens uterinas com soluções anti-sépticas, Descarte nos</p><p>casos mais graves.</p><p>Perguntas</p><p>1. Qual o papel das proteínas da zona pelúcida?</p><p>R= A ZP atua como uma barreira física que regula a entrada de</p><p>espermatozoides no ovócito, permitindo a entrada de apenas um</p><p>espermatozoide, As proteínas da ZP desencadeiam a reação</p><p>acrossômica no espermatozoide, que envolve a liberação de</p><p>enzimas a partir do acrossomo (uma estrutura na cabeça do</p><p>espermatozoide) para facilitar sua penetração na ZP e fertilização</p><p>do ovócito, As proteínas da ZP também estão envolvidas na</p><p>ativação da fusão entre a membrana plasmática do espermatozoide</p><p>e a membrana plasmática do ovócito, permitindo a entrada do</p><p>espermatozoide no interior do ovócito.</p><p>2. O que acontece com o espermatozoide na capacitação?</p><p>R= Algumas proteínas presentes no espermatozoide são removidas</p><p>da sua superfície, tornando-o mais capaz de penetrar na zona</p><p>pelúcida do ovócito, se torna mais móvel e adquire uma motilidade</p><p>hiperativa, o que o ajuda a nadar através das secreções cervicais e</p><p>alcançar o ovócito, a membrana plasmática do espermatozoide</p><p>passa por mudanças que a tornam mais receptiva aos sinais do</p><p>ovócito, preparando-a para a fusão após a penetração na zona</p><p>pelúcida.</p><p>3. Quais são os passos da fertilização?</p><p>R= Capacitação e transporte do espermatozoide - Penetração na</p><p>zona pelúcida - Fusão entre as membranas plasmáticas - Bloqueio</p><p>da polispermia – Formação do Zigoto.</p><p>4. Como funciona a motilidade embrionária nos</p><p>equinos?</p><p>R= Essencialmente um fenômeno de sobrevivência. O</p><p>embrião equino, após a fertilização, passa por um processo</p><p>chamado migração tubária. Durante essa migração, o</p><p>embrião é transportado das tubas uterinas até o útero, onde</p><p>irá se implantar na parede uterina. A motilidade é</p><p>impulsionada por movimentos peristálticos das tubas uterinas</p><p>e atividade ciliar ao longo das paredes das tubas. Esses</p><p>movimentos ajudam a empurrar o embrião através do sistema</p><p>reprodutivo feminino em direção ao útero.</p><p>5. Qual estrutura facilita o movimento do embrião</p><p>equino?</p><p>R= Vesícula embrionária, também conhecida como</p><p>blastocisto. Após a fertilização, o embrião equino passa por</p><p>várias divisões celulares, formando uma estrutura oca cheia</p><p>de fluido chamada blastocisto. O blastocisto é essencial para</p><p>o transporte do embrião através das tubas uterinas. Sua forma</p><p>oca e fluida permite que ele seja empurrado pelo líquido</p><p>tubário e pelos movimentos peristálticos das tubas. Além</p><p>disso, o blastocisto secreta substâncias que podem facilitar</p><p>seu próprio transporte e proteção durante a migração tubária.</p><p>Perguntas</p><p>6. Porque a placenta sindesmocorial perdeu esse nome?</p><p>R= Devido a uma revisão taxonômica e nomenclatural. A</p><p>classificação das placentas foi modificada para refletir com mais</p><p>precisão a diversidade e complexidade das estruturas placentárias</p><p>encontradas em diferentes espécies. O termo "sindesmocorial"</p><p>anteriormente usado para descrever um tipo de placenta foi</p><p>substituído por nomes mais específicos e descritivos, que refletem</p><p>melhor as características estruturais e funcionais das placentas em</p><p>questão.</p><p>7. De qual estrutura embrionária é formada a placenta?</p><p>R= A placenta é formada a partir do córion, que é uma das</p><p>membranas fetais. No desenvolvimento embrionário, o córion se</p><p>funde com o tecido endometrial (revestimento interno do útero</p><p>materno) para formar a placenta. Essa fusão é essencial para a troca</p><p>de nutrientes, oxigênio e resíduos entre a mãe e o feto durante a</p><p>gestação.</p><p>8. Quais as funções da placenta?</p><p>R= Nutrição – transferência seletiva de metabólitos;</p><p>Respiração – troca gasosa por difusão pela artéria ovariana, uterina</p><p>e vagina (o ducto arterioso impede que o sangue vá para o pulmão e</p><p>fígado);</p><p>Filtração – consegue evitar que algumas substancias cheguem ao</p><p>feto;</p><p>Secreção Hormonal – produção de p4, estrógenos, gonadotrofinas</p><p>(hcg, e ecg);</p><p>Imunoproteção – produção de citocinas que reduzem a ativação</p><p>linfocítica</p><p>9. Onde é produzida a progesterona na vaca, porca e</p><p>égua?</p><p>R= Vaca: Na vaca, a progesterona é produzida</p><p>principalmente pelo corpo lúteo, que é uma estrutura</p><p>temporária no ovário formada após a liberação do óvulo</p><p>durante a ovulação. O corpo lúteo é responsável por manter a</p><p>produção de progesterona durante a fase luteal do ciclo</p><p>estral, que é essencial para manter a gestação.</p><p>Porca: Nas porcas, a progesterona é produzida</p><p>principalmente pelo corpo lúteo, assim como nas vacas. O</p><p>corpo lúteo secreta progesterona durante a fase luteal do</p><p>ciclo estral para apoiar a gravidez.</p><p>Égua: Nas éguas, a progesterona também é produzida</p><p>principalmente pelo corpo lúteo, que se forma após a</p><p>ovulação. O corpo lúteo produz progesterona para manter a</p><p>gestação.</p><p>10. Qual o papel da relaxina?</p><p>R= Relaxamento da cérvix, ligamentos e sínfise púbica.</p><p>Perguntas</p><p>11. Quando posso realizar o diagnóstico de gestação nas espécies</p><p>domésticas?</p><p>R= Em bovinos, o diagnóstico de gestação pode ser realizado por</p><p>ultrassonografia transretal a partir de cerca de 28 a 35 dias após a</p><p>inseminação artificial ou monta natural. Além da ultrassonografia, testes de</p><p>sangue específicos para detecção de hormônio da gestação (por exemplo, o</p><p>hormônio relaxina) também podem ser utilizados para confirmar a gestação</p><p>em bovinos.</p><p>O diagnóstico de gestação em éguas pode ser realizado por ultrassonografia</p><p>transretal a partir de cerca de 14 a 16 dias após a ovulação. A palpação retal</p><p>também pode ser realizada em éguas, mas é menos precisa e é geralmente</p><p>usada apenas em estágios mais avançados da gestação.</p><p>O diagnóstico de gestação em porcas pode ser realizado por</p><p>ultrassonografia transabdominal a partir de cerca de 28 a 35 dias após a</p><p>inseminação artificial ou cobertura natural. Exames de ultrassonografia são</p><p>mais comuns e precisos para o diagnóstico precoce de gestação em porcas.</p><p>12. O que encontro em cada fase da gestação?</p><p>R= Estágio inicial: Este estágio compreende o período após a concepção até</p><p>aproximadamente metade da gestação. Durante este período, ocorre a</p><p>implantação do embrião no útero e a formação dos principais órgãos e</p><p>sistemas do feto.</p><p>Estágio intermediário: Este estágio abrange a segunda metade da gestação,</p><p>quando o feto continua a crescer e se desenvolver. Neste ponto, os órgãos e</p><p>sistemas do feto estão se tornando mais desenvolvidos e funcionais.</p><p>Estágio final: Este estágio ocorre nas últimas semanas ou dias antes do</p><p>parto, quando o feto está completamente desenvolvido e pronto para o</p><p>nascimento. Durante este período, ocorrem mudanças físicas na mãe, como</p><p>o relaxamento dos ligamentos pélvicos e a produção de leite.</p><p>13. Como seria uma endometrite subclínica em vacas?</p><p>R= Inflamação do útero que pode não apresentar sintomas óbvios, mas</p><p>ainda assim pode prejudicar a saúde reprodutiva e a fertilidade do animal.</p><p>A endometrite subclínica em vacas pode não apresentar sintomas visíveis,</p><p>como corrimento vaginal anormal, febre ou redução na produção de leite.</p><p>No entanto, pode ser detectada por exames específicos, como exame de</p><p>citologia vaginal, culturas bacterianas do útero ou avaliação</p><p>ultrassonográfica</p><p>do útero.</p><p>14. Porque a endometrite atrapalha o produtor rural?</p><p>R= A endometrite subclínica pode reduzir a taxa de concepção e aumentar</p><p>o número de serviços por gestação, o que resulta em custos adicionais para</p><p>o produtor. Além disso, pode aumentar o intervalo entre partos, reduzindo</p><p>a eficiência reprodutiva do rebanho e diminuindo a produção de leite por</p><p>vaca ao longo do tempo. Em casos mais graves, a endometrite subclínica</p><p>pode evoluir para uma endometrite clínica, que é mais facilmente</p><p>identificada devido aos sintomas óbvios e pode requerer tratamento</p><p>específico, aumentando ainda mais os custos para o produtor.</p><p>14. Qual o impacto de um acumulo de líquido em uma receptora de</p><p>embriões?</p><p>R= Pode interferir na implantação do embrião no útero receptivo,</p><p>dificultando a fixação adequada e o desenvolvimento subsequente do</p><p>embrião. Além disso, o acúmulo de líquido pode levar à compressão do</p><p>embrião em desenvolvimento, causando danos ao embrião e diminuindo</p><p>suas chances de sobrevivência. Em casos graves, o acúmulo de líquido</p><p>pode levar à perda do embrião e à falha da gestação, resultando em perdas</p><p>econômicas para o produtor, especialmente se forem utilizados embriões</p><p>de alto valor genético.</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p>