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<p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>1</p><p>Pré-Natal de Alto Risco</p><p>PROFESSORA KELLY COELHO</p><p>Morte perinatal</p><p>ou intrauterina;</p><p>Nuliparidade e</p><p>grande multiparidade;</p><p>Síndrome Hellp;</p><p>Diabetes mellitus</p><p>Gestacional;</p><p>Parto pré-termo</p><p>Anterior;</p><p>Abortamento</p><p>Habitual;</p><p>Esterilidade; Infertilidade.</p><p>Principais fatores de risco relacionados à</p><p>história reprodutiva anterior (BRASIL, 2012b)</p><p>Hipertensão arterial;Polidrâmnio; Oligoidrâmnio;</p><p>Neoplasias; Diabetes mellitus gestacional; Gemelaridade;</p><p>Cardiopatias;</p><p>Pré-eclâmpsia</p><p>e eclampsia.</p><p>Principais fatores de risco relacionados</p><p>à gravidez atual (BRASIL, 2012b)</p><p>1. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UERJ/CEPUERJ/2020) São considerados sinais</p><p>indicativos de encaminhamento à urgência/emergência obstétrica as gestantes, em pré-natal</p><p>na Atenção Básica, que apresentarem:</p><p>a) idade gestacional a partir de 41 semanas confirmadas; cefaleia intensa e súbita; história</p><p>prévia de doença hipertensiva da gestação.</p><p>b) diabetes mellitus gestacional; alta suspeita clínica de câncer de mama; situação familiar</p><p>insegura e não aceitação da gravidez.</p><p>c) oligodrâmnio; pressão arterial maior que 140 x 90mmHg associada à proteinúria; vômitos</p><p>inexplicáveis no terceiro trimestre.</p><p>d) crise aguda de asma; dor no membro inferior com sinais flogísticos; adolescentes com</p><p>fatores de risco psicossocial.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>Polidrâmnio</p><p>corresponde ao</p><p>aumento do volume de</p><p>líquido amniótico,</p><p>baixa do líquido</p><p>amniótico na gravidez</p><p>alto isco</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>2</p><p>2. (HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2019) Constitui fator de risco que pode indicar</p><p>encaminhamento ao pré-natal de alto risco:</p><p>a) Idade menor do que 15 e maior do que 35 anos.</p><p>b) Evidência laboratorial de proteinúria.</p><p>c) Microssomia fetal.</p><p>d) Idade gestacional a partir de 41 semanas confirmadas.</p><p>e) Oligoidrâmnio.</p><p>Vejamos as principais características das síndromes hipertensivas da gestação (BRASIL, 2012):</p><p>• HAS registrada ANTES da gestação, no período que precede a 20ª</p><p>SEMANA de GRAVIDEZ ou além de 12 semanas depois do parto.</p><p>• HAS detectada DEPOIS DA 20ª SEMANA, SEM PROTEINÚRIA,→</p><p>chamada de “transitória” (quando ocorre normalização depois do</p><p>parto) ou “crônica” (quando persistir a hipertensão).</p><p>Hipertensão</p><p>gestacional</p><p>HAS crônica</p><p>• Aparecimento de HAS e PROTEINÚRIA (> 300 mg/24h) depois da 20ª</p><p>SEMANA de gestação em mulheres previamente normotensas.</p><p>Pré-</p><p>eclâmpsia</p><p>Síndromes hipertensivas da gestação</p><p>• Elevação aguda da PA → se agregam proteinúria, trombocitopenia ou</p><p>anormalidades da função hepática, em gestantes portadoras de HAS</p><p>crônica com idade gestacional superior a 20 semanas.</p><p>• Pré-eclâmpsia complicada por CONVULSÕES que não podem ser</p><p>atribuídas a outras causas.</p><p>Eclâmpsia</p><p>Pré-eclâmpsia</p><p>superposta à</p><p>HAS crônica</p><p>É importante ficarmos atentos à definição de pré-eclâmpsia, pois a presença da proteinúria</p><p>é dispensável no diagnóstico da pré-eclâmpsia se a paciente já apresentar níveis</p><p>pressóricos que caracterizem comprometimento de órgãos-alvo (FEBRASGO, 2018;</p><p>AMERICAN COLLEGE OF OBSTETRICIANS AND GYNECOLOGISTS, 2013).</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>3</p><p>3. (Residência Multiprofissional em Saúde da Família-UEFS/UEFS/2020) A enfermeira da</p><p>Unidade de Saúde durante a consulta de pré-natal mostra-se preocupada com uma paciente</p><p>gestante, com 22 semanas de gestação, que apresenta um quadro de edema em mãos e face,</p><p>pressão arterial de 140 x 90 mmHg e com presença de proteinúria. A situação descrita</p><p>caracteriza um quadro de:</p><p>a) Pré-eclâmpsia.</p><p>b) Apenas hipertensão crônica.</p><p>c) Gravidez de baixo risco.</p><p>d) Gravidez ectópica.</p><p>e) Eclâmpsia.</p><p>4. (HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2019) G.A.S, primigesta, com idade gestacional de 28 semanas,</p><p>é encontrada por vizinhos em sua casa, em quarto escuro, inconsciente, convulsionando</p><p>intermitentemente. Solicitada a equipe do SAMU, que ao chegar ao local constatou a pressão</p><p>arterial da gestante era de 180 X 120 mmHg e foi informado por familiares que a gestação de</p><p>G.A.S. vinha evoluindo sem intercorrências até começar a apresentar “manifestações</p><p>espirituais” há algumas horas. Os sinais e sintomas apresentados são sugestivos de</p><p>a) eclâmpsia.</p><p>b) hipertensão aguda.</p><p>c) pré-eclâmpsia leve.</p><p>d) pré-eclâmpsia grave.</p><p>e) Hellp Síndrome.</p><p>5. (Residência Multiprofissional-UEPA/UEPA/2020) A pré-eclâmpsia afeta aproximadamente</p><p>4% das gravidezes nos Estados Unidos. É a segunda principal causa de mortalidade materna</p><p>em todo o mundo. No Brasil, é responsável por 15% das mortes maternas, algo entre duas a</p><p>três mulheres por dia. As medições de pressão arterial são rotineiramente utilizadas como</p><p>uma ferramenta de triagem para pré-eclâmpsia, sendo a esfigmomanometria o método</p><p>recomendado para medir a pressão arterial durante o período gravídico. Sobre os cuidados</p><p>para a verificação da pressão arterial durante a consulta de enfermagem da mulher durante a</p><p>gravidez, julgue os itens abaixo em Verdadeiro (V) ou Falso(F).</p><p>( ) A gestante deve estar sentada, com as pernas cruzadas e as costas apoiadas. O braço</p><p>deve estar no nível do átrio direito do coração.</p><p>( ) evitar medir na posição lateral esquerda, pois esta posição diminui falsamente as leituras</p><p>de pressão arterial.</p><p>( ) Se a circunferência do braço do paciente for de 33 cm ou mais, deve-se usar um grande</p><p>manguito de pressão sanguínea.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>4</p><p>5. (Residência Multiprofissional-UEPA/UEPA/2020)</p><p>( ) O diagnóstico de hipertensão seja baseado em medidas de pressão arterial no</p><p>consultório ou no hospital é que todas as mulheres grávidas devem ser avaliadas quanto à</p><p>proteinúria.</p><p>A sequência correta:</p><p>a) V, V, F, V. c) V, V, V, V. e) V, V, V, F.</p><p>b) F, V, V, F. d) V, F, V, V.</p><p>Síndrome HELLP</p><p>Características da HELLP</p><p>Se relaciona a ↑ índices de morbiletalidade materno-fetal;</p><p>Sintomas: mal-estar, epigastralgia ou dor no hipocôndrio</p><p>direito, náuseas, vômitos, perda de apetite e cefaleia;</p><p>Embora acompanhe outras doenças, a síndrome Hellp em Obstetrícia é</p><p>considerada como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia.</p><p>Complicação grave → 4% a 12% de gestantes</p><p>com pré-eclâmpsia ou eclampsia;</p><p>• Conforme disposições atualizadas do Protocolo da Atenção</p><p>Básica: Saúde das Mulheres (2016), deve-se administrar</p><p>dose de ataque de 4g por via intravenosa seguida de dose de</p><p>manutenção de 2g/hora individualizada de acordo com a</p><p>gestante. Monitorar reflexos patelares e débito urinário.</p><p>Prevenção das convulsões com sulfato de magnésio</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>5</p><p>6. (RESMULTI/UFC/2019) As Síndromes Hipertensivas são complicações obstétricas que</p><p>estão entre as causas mais frequentes de morte materna. Entre os tipos presentes na</p><p>gravidez destacam-se as manifestações específicas, isto é, a pré-eclâmpsia e a hipertensão</p><p>gestacional, definidas clinicamente por aumento dos níveis da pressão arterial após a 20ª</p><p>semana de gestação, associado ou não à proteinúria. Assinale a afirmativa correta acerca do</p><p>caso clínico: Primigesta, 15 anos, IG=36 semanas de gestação, admitida em Unidade de</p><p>Internação Obstétrica por Pré-eclâmpsia, iniciou nas últimas horas com quadro de dor</p><p>abdominal e náuseas. O último exame laboratorial apresentava Plaquetopenia, elevação de</p><p>enzimas hepáticas e hemólise, caracterizando quadro de:</p><p>a) Síndrome HELLP.</p><p>b) Síndrome hiperosmolar aguda.</p><p>c) Translocação de membranas fetais.</p><p>d) Descolamento prematuro de placenta.</p><p>7. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UERJ/CEPUERJ/2020) Para a prevenção da</p><p>eclâmpsia, em mulheres com pré-eclâmpsia grave, recomenda-se a administração de sulfato</p><p>de magnésio. Apesar da efetividade dessa medicação anticonvulsivante, seu uso requer</p><p>vigilância sobre o quadro clínico da mulher, pois há risco de toxicidade. O cuidado</p><p>recomendado para a utilização</p><p>segura do sulfato de magnésio é:</p><p>a) verificar e avaliar a pressão arterial, pois a dose de manutenção só poderá ser</p><p>administrada se a pressão arterial for maior ou igual a 160 x 105mmHg.</p><p>b) verificar e avaliar a frequência respiratória, os reflexos tendinosos profundos e a diurese</p><p>horária.</p><p>c) instalar cateter vesical contínuo após a administração da dose de ataque.</p><p>d) administrá-lo somente por meio de bomba infusora.</p><p>8. (CP-CSM-S/MARINHA/2018) De acordo com Rezende (2003), o sulfato de magnésio é</p><p>utilizado na pré-eclampsia grave/eclampsia com qual finalidade?</p><p>a) Controlar a pressão arterial.</p><p>b) Induzir contrações.</p><p>c) Evitar abortamento.</p><p>d) Prevenir e tratar convulsão.</p><p>e) Realizar profilaxia da toxemia</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>6</p><p>Abortamento;</p><p>1</p><p>º</p><p>m</p><p>et</p><p>ad</p><p>e</p><p>d</p><p>a</p><p>ge</p><p>st</p><p>aç</p><p>ão</p><p>Situações Hemorrágicas na Gravidez</p><p>Descolamento cório-</p><p>amniótico;</p><p>Gravidez ectópica;</p><p>Mola hidatiforme.</p><p>Placenta prévia (PP);</p><p>2</p><p>º</p><p>m</p><p>et</p><p>ad</p><p>e</p><p>d</p><p>a</p><p>ge</p><p>st</p><p>aç</p><p>ão</p><p>Descolamento</p><p>prematuro de placenta</p><p>(DPP);</p><p>Vasa prévia;</p><p>Ruptura uterina.</p><p>Interrupção da gestação até a 22ª semana</p><p>gestacional ou quando o concepto for < de 500g.</p><p>Espontâneo;</p><p>Provocado.</p><p>Ameaça de</p><p>abortamento/aborto</p><p>Evitável;</p><p>Inevitável;</p><p>Retido;</p><p>infectado.</p><p>ABORTAMENTO</p><p>Precoce</p><p>(até a 13ª semana)</p><p>Tardio</p><p>(entre a 13ª e a 22ª semana)</p><p>O abortamento pode ser classificado em várias formas (BRASIL, 2010):</p><p>9. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UERJ/CEPUERJ/2020) São situações hemorrágicas</p><p>gestacionais características da primeira metade da gestação:</p><p>a) neoplasia trofoblástica gestacional benigna e descolamento corioamniótico.</p><p>b) descolamento prematuro da placenta e abortamento.</p><p>c) placenta prévia e gravidez ectópica.</p><p>d) vasa prévia e rotura uterina.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>GRAU</p><p>1,2,3</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>7</p><p>10. (RESMULTI/UFC/2019) M.C.G., 38 anos, G2P0A1, Idade Gestacional = 10 semanas, deu</p><p>entrada na maternidade referindo sangramento transvaginal de cor vermelho-vivo, com</p><p>cólicas intensas. Ao exame físico, o enfermeiro da emergência observa: colo uterino</p><p>permeável, notando-se as membranas herniadas pelo orifício cervical externo. Sobre a</p><p>situação clínica descrita acima, marque a opção correta.</p><p>a) Trata-se de um clássico caso de ameaça de abortamento tardio, requerendo observação</p><p>rigorosa e restrição ao leito.</p><p>b) Trata-se de um clássico caso de ameaça de abortamento completo precoce, estando</p><p>indicado esvaziamento à vácuo.</p><p>c) Trata-se de um clássico caso de abortamento inevitável precoce, com presença dos</p><p>seguintes fatores de risco: idade materna avançada e história de perda anterior.</p><p>d) Trata-se de um clássico caso de abortamento completo tardio, com presença dos seguintes</p><p>fatores de risco: idade materna avançada e história de perda anterior.</p><p>11. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UFF/COREMU/2020) Os sinais e sintomas de</p><p>aborto infectado GRAU III são:</p><p>a) secreção fétida endovaginal, dor pélvica intensa à palpação, calor local e febre e a infecção</p><p>está limitada ao conteúdo da cavidade uterina.</p><p>b) a infecção já expandida até a pelve, febre alta, calafrios, coagulação intravascular</p><p>generalizada, náuseas e dor pélvica.</p><p>c) dor pélvica intensa à palpação, secreção fétida endovaginal, calor local e febre, além de</p><p>comprometimento variável do estado geral, pelviperitonite.</p><p>d) peritonite generalizada e infecção sistêmica, coagulação intravascular generalizada,</p><p>insuficiência renal, falência de múltiplos órgãos e choque séptico.</p><p>12. (RESMULTI/UFC/2020) Durante uma consulta de pré-natal, a enfermeira procede com</p><p>avaliação de uma gestante de 20 anos, com 27 semanas de idade gestacional, antecedentes</p><p>obstétricos de abortamentos de repetição, apresentando dislipidemia e crescimento fetal</p><p>inferior ao previsto. Ao verificar o resultado do teste oral de tolerância à glicose, identificou a</p><p>presença de diabetes mellitus gestacional (DMG). Quais dos fatores acima descritos</p><p>aumentam o risco para DMG?</p><p>a) Dislipidemia.</p><p>b) Idade da gestante.</p><p>c) Abortamentos de repetição.</p><p>d) Crescimento fetal inferior ao previsto.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>COLO ABERTRO</p><p>TECIDO PLACETARIO SEDO</p><p>COLOCADO PRA FORA</p><p>ATEÉ 13 SEMANAS PRECOCE E TARDIO DE 13 A 22 SEMANAS</p><p>A DIABETES M G Q AUMENTA O RISCO</p><p>ACIMA DE 25 ANOS</p><p>MAL PASSADO OBSTETERICO</p><p>A DIABETES Q CAUSA</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>8</p><p>13. (RESMULTI/UFC/2019) O sangramento na gravidez pode comprometer o bem-estar</p><p>materno e fetal. A perda de sangue materna reduz a capacidade de carreamento de oxigênio,</p><p>o que coloca a mulher sob risco de hipovolemia, anemia, infecção e parto prematuro, além</p><p>de afetar a distribuição para o feto. A incidência e o tipo de sangramento podem variar nos</p><p>trimestres gestacionais. Assim, a rápida intervenção pela equipe de saúde é essencial para</p><p>salvar as vidas de ambos, da mulher e de seu bebê (LOWDERMILK, 2012). São manifestações</p><p>clínicas importantes para o diagnóstico diferencial dos distúrbios hemorrágicos gestacionais:</p><p>a) A maioria dos casos de gravidez ectópica tubária é diagnosticada antes da ruptura e</p><p>baseada nos três sintomas clássicos: dor abdominal, atraso menstrual e sangramento vaginal</p><p>anormal.</p><p>b) No diagnóstico diferencial dos tipos de abortamento espontâneo, a ameaça de aborto se</p><p>caracteriza por manchas de sangue, cólicas uterinas moderadas podem ocorrer e colo uterino</p><p>dilatado.</p><p>c) Dentre as manifestações clínicas da mola hidatiforme, no início da gravidez, o útero de</p><p>cerca de 50% das mulheres afetadas é significativamente menor do que o esperado para a</p><p>idade gestacional.</p><p>d) Os sintomas clássicos da placenta prévia incluem sangramento vaginal, dor abdominal,</p><p>sensibilidade uterina e contrações. A dor é localizada sobre uma região uterina ou difusa com</p><p>abdome em “tábua”.</p><p>14. (HUAP-UFF/EBSERH/IBFC/2016) O abortamento é uma das condições clínicas mais</p><p>frequentes que se apresentam com hemorragias do primeiro trimestre de gestação. Segundo</p><p>a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abortamento se caracteriza como perda do</p><p>concepto de _______, _____ de peso ou _______ de comprimento. Preencha as lacunas e a</p><p>seguir assinale a alternativa correta.</p><p>a) Até 12 semanas completas; 300 gramas; 12,5 centímetros.</p><p>b) Até 22 semanas completas; 500 gramas; 16,5 centímetros.</p><p>c) Até 16 semanas incompletas; 400 gramas; 14,5 centímetros.</p><p>d) 12 a 20 semanas completas; 300 a 500 gramas; 12,0 a 16,0 centímetros.</p><p>e) Até 24 semanas completas; 1000 gramas; 30,0 centímetros.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>FECHADO</p><p>MAIOR</p><p>NÃO TEM DOR</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>9</p><p>Descolamento prematuro da placenta (DPP) X placenta prévia (PP)</p><p>Principais diferenças entre o descolamento</p><p>prematuro da placenta e a placenta prévia</p><p>Descolamento Prematuro</p><p>da Placenta (DPP)</p><p>Separação da placenta ≥ 20</p><p>semanas;</p><p>Sangramento vermelho-</p><p>escuro com coágulos;</p><p>Dor; hipertonia;</p><p>Sinais de choque;</p><p>sofrimento fetal agudo.</p><p>I</p><p>II</p><p>III</p><p>IV</p><p>Placenta Prévia (PP)</p><p>Implantação da placenta no</p><p>segmento inferior do útero;</p><p>Sangramento vermelho-vivo,</p><p>sem coágulos;</p><p>Indolor; tônus</p><p>uterino normal;</p><p>Sem sinais de choque e sofrimento</p><p>fetal agudo.</p><p>I</p><p>II</p><p>III</p><p>IV</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>10</p><p>15. (RESMULTI/UFC/2019) De acordo com as urgências e emergências obstétricas,</p><p>correlacione as colunas abaixo, enumerando-as de cima para baixo. Assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>(1) Deslocamento Prematuro</p><p>(2) Placenta Prévia</p><p>( ) Hemorragia externa, cor vermelho- vivo.</p><p>( ) Útero mole, tônus normal.</p><p>( ) Útero hipertônico, lenhoso.</p><p>( ) Batimentos cardíacos fetais irregulares ou ausentes.</p><p>( ) Sangramento com dor forte.</p><p>a) 1, 2, 1, 2, 1.</p><p>b) 2, 2, 1, 1, 2.</p><p>c) 2, 1, 1, 2, 2.</p><p>d) 2, 2, 1, 1, 1.</p><p>16. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UERJ/CEPUERJ/2020) As hemorragias</p><p>na</p><p>gestação constituem uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal.</p><p>Gestantes que apresentem dor abdominal intensa, aumento do tônus uterino, com</p><p>sangramento genital de quantidade variável, têm como diagnóstico:</p><p>a) descolamento prematuro de placenta.</p><p>b) descolamento corioamniótico.</p><p>c) placenta prévia.</p><p>d) rotura uterina.</p><p>17. (Residência de Enfermagem/C-EENF/MARINHA/2016) Assinale as afirmativas abaixo,</p><p>com relação à placenta prévia, e assinale a seguir a opção correta.</p><p>I - O exame de urina é normal.</p><p>II - O exame de urina apresenta proteinúria.</p><p>III - Seu início é tempestuoso, com instalação frequentemente subitânea.</p><p>IV - A hemorragia é indolor, exceto durante as contrações uterinas do trabalho de parto.</p><p>a) Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.</p><p>b) Apenas as afirmativas I e IV são verdadeiras.</p><p>c) Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras.</p><p>d) Apenas as afirmativas II e IV são verdadeiras.</p><p>e) Apenas a afirmativa IV é verdadeira.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>ABDDOMEN TABUA</p><p>1º METADE</p><p>BRANDEL= UTERO APRESENTA DEFORMIDADES</p><p>NA PRÉ- ECLAPSIA</p><p>DESDP DO INICIO DA</p><p>GRAVIDEZ</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>11</p><p>18. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UECE/COREMU/2020) A Placenta Prévia (PP) é</p><p>fator de risco para a gravidez e está associada a morbiletalidade materna/fetal com episódios</p><p>hemorrágicos que exaurem, a gestante durante a gravidez e/ou após o parto. São condições</p><p>que podem estar associadas a PP:</p><p>a) Acretismo Placentário ou vasa prévia. c) Sangramento intra-parto interno.</p><p>b) Placenta Prévia Total. d) Secundamento precipitado ou demorado.</p><p>19. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UECE/COREMU/2020) O descolamento</p><p>prematuro da placenta (DPP) é um quadro hemorrágico de natureza grave por se tratar de</p><p>perda de sangue oculto ou com hemorragia externa. A separação aparente da placenta</p><p>prejudica o suprimento de O2 e nutrientes, podendo causar o óbito fetal, sendo o</p><p>deslocamento amplo de 40 a 50%. São fatores de risco para DPP:</p><p>a) Traumas psicológicos na gestação.</p><p>b) Tabagismo, hipertensão, gravidez gemelar, pré-eclampsia.</p><p>c) Gravidez na adolescência precoce.</p><p>d) Miomas uterinos.</p><p>20. (HUAP-UFF/EBSERH/IBFC/2016) Entre as urgências e emergências obstétricas, é correto</p><p>afirmar que, no Descolamento de Placenta Prévia, ocorre:</p><p>a) Sangramento com dor forte.</p><p>b) Hemorragia indolor.</p><p>c) Útero mole, tônus normal.</p><p>d) Contorno uterino conservado no trabalho de parto.</p><p>e) Hemorragia externa, cor vermelho-vivo.</p><p>21. (HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2019) Enfermeiro realiza o Acolhimento da Gestante D.Y.K.</p><p>com o quadro clínico de: dor abdominal e persistência da dor entre as contrações no trabalho</p><p>de parto, sangramento genital de quantidade variável, história de hipertensão, hipertonia</p><p>uterina, monitoração fetal apresenta padrão não tranquilizador e palpação abdominal com</p><p>contrações tetânicas. Realizado Ultrassom com a visualização de hematomas</p><p>retroplacentários de tamanhos variados. O conjunto de sinais e sintomas e exame</p><p>ultrassonográfico descritos é compatível com o quadro emergencial obstétrico denominado</p><p>a) placenta prévia.</p><p>b) bolsa rota.</p><p>c) descolamento prematuro de placenta.</p><p>d) Hellp Síndrome.</p><p>e) prenhez ectópica.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>10% PODE APRESENTAR NA PP</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>12</p><p>22. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UECE/COREMU/2020) O líquido amniótico,</p><p>entre outras funções, é elemento importante para o crescimento, desenvolvimento e</p><p>proteção do feto. O oligodrâminio é a redução do volume com valores inferiores a 300 ml e</p><p>envolve fatores maternos e fetais. As condições desfavoráveis ao feto por oligodrâminio mais</p><p>comuns são:</p><p>a) Crescimento intrauterino restrito (CIUR), atresia esofágica, pós-datismo.</p><p>b) Transfusão feto-fetal, hipertensão, diabetes.</p><p>c) Ruptura prematura das membranas, prematuridade, crescimento intra- uterino restrito.</p><p>d) Síndrome de POTTER, hipoplasia pulmonar, apresentação fetal anômalas.</p><p>Diagnóstico adequado</p><p>e precoce da doença;</p><p>Início imediato da terapêutica;</p><p>Rígido controle glicêmico</p><p>na gestação;</p><p>Diagnóstico das repercussões</p><p>fetais do DMG;</p><p>Momento da resolução</p><p>da gestação.</p><p>Acompanhar as medidas</p><p>preventivas no pós-parto.</p><p>O tratamento adequado do DMG está diretamente relacionado aos seguintes pontos (OPAS,</p><p>2019):</p><p>+</p><p>+</p><p>+</p><p>Diabetes mellitus gestacional (DMG)</p><p>23. (RESMULTI/UFC/2019) As alterações no metabolismo materno são importantes para</p><p>suprir as demandas do feto. Entretanto, mulheres que engravidam com algum grau de</p><p>resistência à insulina, como nos casos de sobrepeso/obesidade, obesidade central e</p><p>síndrome dos ovários policísticos, associado à ação dos hormônios placentários anti-</p><p>insulínicos favorece o quadro de hiperglicemia de intensidade variada, caracterizando o</p><p>diabetes mellitus gestacional (DMG) e levando a efeitos adversos maternos e fetais. A</p><p>respeito do diabetes mellitus gestacional é correto afirmar:</p><p>a) Na DMG a via de parto recomendada é a cesárea.</p><p>b) O aleitamento materno por períodos maiores que 3 meses não está relacionado com a</p><p>redução do risco de desenvolvimento de DM2 após a gestação.</p><p>c) A realização do TOTG com 75g de glicose, dez semanas após o parto, é considerado o</p><p>padrão ouro para o diagnóstico de diabetes após a gestação.</p><p>d) Os valores do teste oral de tolerância a glicose (TOTG) que confirmem o diagnóstico é:</p><p>jejum, em 1 e 2 horas, que são ≥ 92 mg/dL, ≥ 180 mg/dL e ≥ 153 mg/dL, respectivamente.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>PÓS TERMO</p><p>O FETO ROUBA DO OUTRO</p><p>O QUE CAUSA O OLIGODRAMIO</p><p>SIM</p><p>ALTERAÇÃO RENAL</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>13</p><p>A sífilis congênita pode causar aborto,</p><p>má formação do feto e/ou morte ao nascer.</p><p>Depende do estágio da doença: primária, secundária e</p><p>terciária. Inicialmente com úlcera indolor (ou pouco dolorosa)</p><p>e autolimitada.</p><p>Treponema pallidum.</p><p>Prática sexual desprotegida, por transfusão de sangue</p><p>contaminado ou da mãe infectada para o bebê durante</p><p>a gestação ou o parto.</p><p>Agente Etiológico</p><p>Transmissão</p><p>Atenção pré-natal</p><p>Manifestações</p><p>clínicas</p><p>Sífilis</p><p>Fonte: BRASIL, 2019.</p><p>Estadiamento Esquema terapêutico</p><p>ALTERNATIVA*</p><p>(exceto para</p><p>gestantes)</p><p>SEGUIMENTO</p><p>(teste não</p><p>treponêmico)</p><p>Sífilis recente: sífilis</p><p>primária, secundária e</p><p>latente recente (com</p><p>até 1 ano de evolução).</p><p>Penincilina G Benzatina, 2,4</p><p>milhões UI, intramuscular,</p><p>dose única (1,2 milhão UI</p><p>em cada glúteo).</p><p>Doxiciclina 100</p><p>mg, 12/12h, via</p><p>oral, por 15 dias</p><p>(exceto em</p><p>gestantes).</p><p>Teste não</p><p>treponêmico</p><p>trimestral.</p><p>Sífilis tardia: sífilis</p><p>latente tardia (com mais</p><p>de um ano de evolução)</p><p>ou latente com duração</p><p>ignorada e sífilis</p><p>terciária.</p><p>Benzilpenicilina benzatina</p><p>2,4 milhões UI, IM,</p><p>1x/semana (1,2 milhão UI</p><p>em cada glúteo) por 3</p><p>semanas**. Dose total: 7,2</p><p>milhões UI, IM.</p><p>Doxiciclina 100</p><p>mg, 12/12h, via</p><p>oral, por 30 dias</p><p>(exceto em</p><p>gestantes).</p><p>Teste não</p><p>treponêmico</p><p>Trimestral (em</p><p>gestantes, o</p><p>controle deve ser</p><p>mensal).</p><p>Vejamos, na tabela abaixo, as orientações atualizadas para o tratamento e o monitoramento</p><p>da sífilis (BRASIL, 2020):</p><p>*A benzilpenicilina benzatina é a única opção segura e eficaz para o tratamento adequado das</p><p>gestantes.</p><p>**A regra é que o intervalo entre as doses seja de 7 dias para completar o tratamento. No</p><p>entanto, caso esse intervalo ultrapasse 14 dias, o esquema deve ser reiniciado (WHO, 2016).</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>14</p><p>Estadiamento Esquema terapêutico</p><p>ALTERNATIVA*</p><p>(exceto para</p><p>gestantes)</p><p>SEGUIMENTO</p><p>(teste não</p><p>treponêmico)</p><p>Neurossífilis.</p><p>Penincilina G cristalina, 18 a</p><p>24 milhões UI/dia, via</p><p>endovenosa, doses de 3 a 4</p><p>milhões UI a cada 4 horas</p><p>ou por infusão contínua</p><p>durante 14 dias.</p><p>Ceftriaxona, 2 g,</p><p>intravenoso, por</p><p>10 a 14 dias.</p><p>Exame de LCR de</p><p>6/6 meses até</p><p>normalização.</p><p>*A benzilpenicilina benzatina é a única opção segura</p><p>e eficaz para o tratamento adequado das</p><p>gestantes.</p><p>**A regra é que o intervalo entre as doses seja de 7 dias para completar o tratamento. No</p><p>entanto, caso esse intervalo ultrapasse 14 dias, o esquema deve ser reiniciado (WHO, 2016).</p><p>Fonte: BRASIL, 2020.</p><p>Reação de</p><p>Jarisch-Herxheimer</p><p>Caracteriza-se por uma reação que pode ocorrer nas 24</p><p>horas que se seguem à primeira dose de penicilina, em</p><p>especial nas fases primária ou secundária; por exacerbação</p><p>das lesões cutâneas - com eritema, dor ou prurido, mal-estar</p><p>geral, febre, cefaleia e artralgia que regridem</p><p>espontaneamente após 12 a 24 horas, sem a necessidade</p><p>da descontinuidade do tratamento;</p><p>Fonte: BRASIL, 2018.</p><p>Gestantes que apresentam essa reação podem ter</p><p>risco de trabalho de parto prematuro.</p><p>Sífilis</p><p>24. (Residência de Enfermagem/C-EENF/MARINHA/2020) A sífilis é uma infecção bacteriana,</p><p>de evolução crônica, causada pelo Treponema pallidum. Sobre a doença, avalie as</p><p>informações abaixo:</p><p>I - A transmissão pode ser sexual e vertical.</p><p>II - É classificada em sífilis primária, secundária e terciária.</p><p>III - A penicilina G benzatina é o medicamento de escolha para o tratamento, sendo</p><p>administrada sempre em três doses.</p><p>IV - O diagnóstico pode ser feito por testes treponêmicos, sendo Veneral Disease Research</p><p>Laboratory.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>15</p><p>24. (Residência de Enfermagem/C-EENF/MARINHA/2020)</p><p>V - As lesões da sífilis primária e secundária são altamente infecciosas.</p><p>As alternativas corretas são:</p><p>a) I-II-III c) I-II-IV e) I-II-V</p><p>b) I-III-IV d) II-III-V</p><p>25. (Residência Multiprofissional-UPE/UPE/2019) Sobre o rastreamento e o tratamento de</p><p>sífilis no pré-natal, assinale a alternativa CORRETA.</p><p>a) Se o Teste Rápido (TR) para sífilis for positivo, deve-se tratar com primeira dose de</p><p>penicilina e agendar retorno em 7 dias para teste não treponêmico. Não precisa aguardar</p><p>VDRL para iniciar tratamento.</p><p>b) Na ocorrência de Sífilis tardia (latente e terciária) em gestantes, o tratamento deve ser</p><p>penicilina benzatina, 2.400.000 UI, intramuscular, repetida após 1 semana, sendo a dose total</p><p>de 4.800.000 UI.</p><p>c) A penicilina e a eritromicina são as únicas drogas treponemicidas que atravessam a</p><p>barreira placentária e, portanto, tratam também o feto.</p><p>d) Com a instituição do tratamento correto para a sífilis, o teste não treponêmico (VDRL)</p><p>tende a se negativar dentro de 40 dias.</p><p>e) A reação de Jarisch-Herxheimer é a exacerbação das lesões cutâneas e a presença de febre</p><p>com outros sintomas gerais que geralmente têm início após tratamento da sífilis com</p><p>penicilina. Portanto, justifica a interrupção do tratamento e deve ser investigado um possível</p><p>processo alérgico à droga.</p><p>26. (Residência de Enfermagem/C-EENF/MARINHA/2020) No tratamento da sífilis, após a</p><p>primeira dose de penicilina, a paciente pode apresentar exacerbação das lesões cutâneas</p><p>com eritema, dor ou prurido, as quais regridem espontaneamente após doze a vinte e quatro</p><p>horas, sem a necessidade da descontinuidade do tratamento. Assinale a opção que</p><p>corresponde a esta manifestação clínica.</p><p>a) Síndrome de Leyll.</p><p>b) Síndrome de Stevens-Johnson.</p><p>c) Reação treponêmica.</p><p>d) Reação de Jarisch-Herxheimer.</p><p>e) Síndrome do homem vermelho.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>3 semanas</p><p>vai diminuir</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>16</p><p>27. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UERJ/CEPUERJ/2020) Para evitar transmissão</p><p>vertical no bebê, o tratamento da sífilis materna é considerado adequado quando há:</p><p>a) finalização do tratamento em até 30 dias antes do parto.</p><p>b) administração do antibiótico doxicilina em caso de alergia à penicilina.</p><p>c) menos de três espiroquetas por campo no exame de microscopia direta.</p><p>d) suspensão antigênica menor que 1/8 no líquido cefalorraquiano do recém-nascido.</p><p>28. (Residência em Enfermagem Obstétrica-UECE/COREMU/2020) No tocante às Infecções</p><p>Sexualmente Transmissíveis (IST) na gravidez, assinale a alternativa que apresenta dois</p><p>importantes micro-organismos sexualmente transmissíveis e seus respectivos tratamentos</p><p>específicos para gestantes:</p><p>a) Candida albicans e Treponema pallidum; miconazol a 2%, creme vaginal (por 7 dias) e</p><p>Penicilina G benzatina, 1.200.000 UI, IM, em cada glúteo, totalizando 2.400.000 UI (em dose</p><p>única).</p><p>b) Gardnerella vaginalis e Papilomavírus humano; Estearato de eritromicina, 500mg, VO, de</p><p>6h/6h, por sete dias, ou ceftriaxona, 250mg, IM, em dose única e Podofilina durante qualquer</p><p>fase da gravidez.</p><p>c) Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae; Azitromicina, 1g, VO, em dose única, ou</p><p>estearato de eritromicina, 500mg, VO, de 6h/6h, por 7 dias e Ceftriaxona, 250mg, IM, em</p><p>dose única.</p><p>d) Gardnerella vaginalis e Neisseria gonorroeae; Clotrimazol a 1%, creme vaginal (durante 6 a</p><p>12 dias); ou clotrimazol, óvulos de 100mg (por 7 dias) e Metronidazol, 2g (em dose única), ou</p><p>400mg, 12h/12h, por 7 dias.</p><p>29. (HC-UFU/EBSERH/VUNESP/2019) M.C.B., 27 anos, secundigesta, 34 semanas,</p><p>compareceu a UBS para consulta quinzenal de pré-natal. Seu Cartão de Gestante apontava</p><p>testagem NEGATIVA tanto para o teste Treponêmico (VDRL) como o Não Treponêmico no</p><p>primeiro e segundo trimestre de gestação. Entretanto o resultado da coleta do exame do</p><p>terceiro trimestre o Teste Treponêmico (VDRL) foi POSITIVO com titulação 1/8. Ao exame</p><p>físico a paciente apresentava-se assintomática. Nessa situação, a conduta deverá ser:</p><p>a) realizar exame confirmatório antes de instituir tratamento.</p><p>b) tratar a paciente independente da titulação do exame ou presença de sintomatologia.</p><p>c) não tratar a paciente assintomática pois sem clínica não se trata.</p><p>d) aguardar resultado do exame do parceiro para instituir tratamento do casal.</p><p>e) não tratar a paciente com titulação menor que 1/16.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>é para verificar sifilis congênita e</p><p>acompanhamento</p><p>estadiamento</p><p>metronidazol</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>17</p><p>Transmissão</p><p>Diagnóstico</p><p>Acompanhamento</p><p>Via sexual (esperma e secreção vaginal), pelo sangue</p><p>(gestação/parto para criança e via parenteral) e pelo</p><p>leite materno.</p><p>Elisa, imonofluorescência indireta, Western-Blot e</p><p>imunoblot, testes rápidos, testes moleculares.</p><p>Carga viral (RNA viral no plasma)</p><p>< 50 cópias/ml ou indetectável.</p><p>LT CD4+ normal de 800 a 1200 células/mm³.</p><p>HIV/Aids</p><p>Fonte: BRASIL, 2017.</p><p>30. (CP-CSM-S/MARINHA/2018) A indicação de terapia antirretroviral (TARV) na gestação</p><p>pode ter dois objetivos: profilaxia da transmissão vertical ou tratamento da infecção pelo HIV</p><p>(BRASIL. Gestação de Alto Risco: Manual Técnico, 2012). Portanto, em gestantes sintomáticas</p><p>ou assintomáticas que possuam contagem de LT-CD4+ menor ou igual a 350 céls./mm é</p><p>indicada a TARV:</p><p>a) a partir da 28ª semana para evitar danos ao feto.</p><p>b) apenas se houver coinfecção por vírus da hepatite C.</p><p>c) durante o trabalho de parto.</p><p>d) entre a 14ª e 28ª semana de gravidez.</p><p>e) em qualquer idade gestacional.</p><p>31. (UFF/COSEAC/2014) Uma gestante, sem acompanhamento pré-natal e sem diagnóstico</p><p>de infecção por HIV, chega à maternidade em trabalho de parto, com 4 cm de dilatação do</p><p>colo uterino e bolsa amniótica íntegra. O enfermeiro realiza o teste rápido anti-HIV, cujo</p><p>resultado é positivo. Diante da situação, o Ministério da Saúde recomenda:</p><p>a) iniciar terapia antirretroviral combinada, preferencialmente, com esquema composto por</p><p>zidovidina + lamivudina + lopinavir.</p><p>b) administrar AZT por via oral, com início, de preferência, nas primeiras duas horas após o</p><p>parto e orientar na adoção de práticas seguras.</p><p>c) que a gestante seja atendida com prioridade, de forma a iniciar o mais brevemente</p><p>possível a infusão endovenosa de AZT durante o trabalho de parto.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>18</p><p>31. (UFF/COSEAC/2014)</p><p>d) que se proceda imediatamente o teste de “Reação de Mantoux” e, se positivo,</p><p>providenciar</p><p>isolamento reverso.</p><p>e) priorizar o parto vaginal, coletar amostra para a realização de teste de carga viral e,</p><p>independentemente do resultado, iniciar imediatamente a terapia antirretroviral.</p><p>Referências</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção</p><p>Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2012a.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações</p><p>Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília: Ministério</p><p>da Saúde, 2012b.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Sírio-libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos da</p><p>Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças</p><p>de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes</p><p>Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical do HIV, Sífilis e Hepatites Virais.</p><p>Brasília: Ministério da Saúde, 2019.</p><p>FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (São Paulo).</p><p>Preparada pela Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Manual</p><p>de Ginecologia Endócrina. São Paulo: FEBRASGO, 2015.</p><p>FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (São Paulo). A</p><p>avaliação da proteinúria na pré-eclâmpsia. São Paulo: FEBRASGO, 2018. Disponível em:</p><p>https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/432-a-avaliacao-da-proteinuria-na-pre-</p><p>eclampsia. Acesso em 01 jun. 2020.</p><p>ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Ministério da Saúde. Federação Brasileira das</p><p>Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Sociedade Brasileira de Diabetes. Tratamento do</p><p>Diabetes Mellitus Gestacional no Brasil. Brasília: OPAS, 2019.</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>19</p><p>Gabarito</p><p>1 - C</p><p>2 - B</p><p>3 - A</p><p>4 - A</p><p>5 - B</p><p>6 - A</p><p>7 - B</p><p>8 - D</p><p>9 - A</p><p>10 - C</p><p>11 - D</p><p>12 - C</p><p>13 - A</p><p>14 - B</p><p>15 - D</p><p>16 - A</p><p>17 - B</p><p>18 - A</p><p>19 - B</p><p>20 - A</p><p>21 - C</p><p>22 - D</p><p>23 - D</p><p>24 - E</p><p>25 - A</p><p>26 - D</p><p>27 - A</p><p>28 - C</p><p>29 - B</p><p>30 - E</p><p>31 - C</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p><p>www.romulopassos.com.br</p><p>CURSO COMPLETO: PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO (E23)</p><p>20</p><p>Eliene dos santos da silva - 07193359304</p>