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<p>Bem vindos alunos!!</p><p>Apresentação da disciplina Gestão de</p><p>Negócios e Liderança</p><p>Prof. Jader Costa Mendes</p><p>Teoria geral da</p><p>administração. Jonas</p><p>Lobato Niterói, . RJ:</p><p>UNIVERSO, 2010, págs.</p><p>127 - 138</p><p>Noções Gerais de Gestão</p><p>Empresarial</p><p>Origens da Teoria Comportamental.</p><p>Concepções da Teoria Comportamental.</p><p>Conflito entre os objetivos organizacionais e os</p><p>objetivos individuais.</p><p>Teorias da motivação.</p><p>Mesmo a Teoria Comportamental não</p><p>concordando com o mecanicismo orientado</p><p>para a execução de tarefas, representado</p><p>pela abordagem clássica da administração,</p><p>omitindo o aspecto comportamental, critica</p><p>a Teoria das Relações Humanas por ter se</p><p>dedicado a demonstrar que a abordagem</p><p>clássica não estava correta em suas ideias e</p><p>princípios para a obtenção da máxima</p><p>eficiência no trabalho, ao invés de ter se</p><p>dedicado a verificar o que era correto em</p><p>relação a ideias e princípios para o aumento</p><p>da eficiência no trabalho. Afinal, tanto o</p><p>esforço em relação à tarefa quanto ao</p><p>comportamento estão corretos e se</p><p>complementam.</p><p>Fayol (1975), por exemplo,</p><p>formulou o princípio da “unidade</p><p>de comando”, que não se</p><p>harmoniza com o princípio da</p><p>especialização.</p><p>Portanto, a cada chefe se</p><p>reportam vários operários com</p><p>tarefas que podem requerer</p><p>especializações variadas e,</p><p>consequentemente, exigindo a</p><p>orientação técnica especializada</p><p>de mais de um nível de chefia de</p><p>especialização técnica na</p><p>empresa.</p><p>Unidade de comando - Método pelo qual cada subordinado só pode</p><p>recorrer a um único chefe e dele receber ordens.</p><p>Especialização - Método pelo qual cada subordinado realiza uma</p><p>pequena parcela repetitiva e especializada do trabalho ou do bem</p><p>inteiro a ser produzido.</p><p>Você deve estar se perguntando: de que modo os operários</p><p>portadores de várias especializações diferentes podem receber</p><p>orientação de um único chefe de autoridade hierárquica na cadeia</p><p>escalar da organização?</p><p>Na realidade do dia-a-dia, os operários especializados, ao</p><p>necessitarem de orientação especializada devido à pressa com</p><p>que as tarefas necessitam ser realizadas, acabam por recorrer a</p><p>mais de um chefe, ou seja, adotam o princípio da “supervisão</p><p>funcional”, apresentado por Taylor (1978). Como acabamos de</p><p>constatar, na própria abordagem clássica, na qual Taylor e Fayol</p><p>foram os maiores expoentes, existem contradições.</p><p>Mesmo a Teoria Comportamental</p><p>não concordando com o</p><p>mecanicismo orientado para a</p><p>execução de tarefas, representado</p><p>pela abordagem clássica da</p><p>administração, omitindo o aspecto</p><p>comportamental, critica a Teoria das</p><p>Relações Humanas por ter se</p><p>dedicado a demonstrar que a</p><p>abordagem clássica não estava</p><p>correta em suas ideias e princípios</p><p>para a obtenção da máxima</p><p>eficiência no trabalho, ao invés de</p><p>ter se dedicado a verificar o que era</p><p>correto em relação a ideias e</p><p>princípios para o aumento da</p><p>eficiência no trabalho</p><p>A Teoria Comportamental dá um novo sentido à</p><p>Teoria da Administração ao se preocupar em</p><p>aproveitar o que é relevante de cada uma das</p><p>teorias anteriores – trata-se de uma teoria</p><p>agregadora das boas ideias apresentadas</p><p>anteriormente.</p><p>Iniciando um novo modo de apresentar as ideias, ou</p><p>seja, ao invés de ser uma abordagem normativa ou</p><p>impositiva, adotou uma abordagem que descreve e</p><p>explica, sendo por isso uma teoria não impositiva.</p><p>Processo</p><p>Decisório</p><p>O “pai do processo decisório” da</p><p>Teoria Comportamental foi o</p><p>economista americano Herbert</p><p>Simon, que a influenciou bastante</p><p>mediante uma abordagem sobre</p><p>o processo decisório da</p><p>administração. Considerado um</p><p>dos maiores autores dessa teoria,</p><p>Simon publicou pelo menos três</p><p>livros nos Estados Unidos que</p><p>prestaram relevante contribuição</p><p>à Teoria Comportamental.</p><p>No funcionamento do processo de</p><p>alcance de seus propósitos, tanto a</p><p>organização formal quanto a</p><p>organização informal interagem. A</p><p>organização é definida pela relação de</p><p>pessoas que decidem participar</p><p>cooperativamente, à medida que esta</p><p>cooperação resulte em benefícios</p><p>mútuos, ou seja, atendam à obtenção</p><p>do objetivo comum, tanto para as</p><p>pessoas quanto para a empresa.</p><p>Organização formal - aquela que é baseada na</p><p>estrutura, nas normas e nos procedimentos em</p><p>relação aos cargos e tarefas, definida, oficializada</p><p>por escrito e comunicada pela administração para</p><p>todos os níveis hierárquicos.</p><p>Organização informal - aquela formada pelo</p><p>conjunto dos grupos informais, aqueles que se</p><p>formam espontaneamente por laços de afinidade e</p><p>lealdade no trabalho.</p><p>Nesse sentido, a cooperação</p><p>ou participação dos esforços</p><p>no trabalho resulta de um</p><p>processo racional dos</p><p>indivíduos, em que são</p><p>avaliados os resultados</p><p>favoráveis e os resultados</p><p>desfavoráveis dos esforços a</p><p>serem realizados. Os conflitos</p><p>são entendidos como</p><p>naturais e devem ser</p><p>negociados quando surgirem.</p><p>Os objetivos da empresa ou da organização são:</p><p>lucro, aumento do lucro, rentabilidade,</p><p>crescimento do número de produtos vendidos,</p><p>crescimento do faturamento, redução dos custos,</p><p>aumento da qualidade e da produtividade etc.</p><p>Já os objetivos dos indivíduos no trabalho são:</p><p>maiores salários, promoção ou crescimento</p><p>profissional, reconhecimento, satisfação social no</p><p>relacionamento com os colegas de trabalho.</p><p>NATUREZA HUMANA – Homem</p><p>Administrativo</p><p>• As teorias Clássica, das Relações Humanas e da</p><p>Burocracia, conforme foram abordadas nas unidades</p><p>anteriores, consideraram a natureza humana como:</p><p>econômica, social e organizacional, respectivamente.</p><p>• A Teoria Comportamental considerou a natureza</p><p>humana como administrativa, ou seja, o “Homem</p><p>Administrativo” - um indivíduo que no dia-a-dia de seu</p><p>trabalho, para decidir, necessita de dados e</p><p>informações atualizados, o que quase sempre não se</p><p>obtém devido à pressa com que as decisões precisam</p><p>ser tomadas.</p><p>1. Definição do</p><p>problema que</p><p>requer uma decisão</p><p>para a solução;</p><p>2. Busca de dados e</p><p>informações sobre o</p><p>problema;</p><p>3. Definição das</p><p>possíveis</p><p>alternativas para a</p><p>tomada de decisão;</p><p>4. Análise</p><p>comparativa das</p><p>alternativas obtidas;</p><p>5. Seleção da</p><p>melhor alternativa;</p><p>6. Tomada de</p><p>decisão;</p><p>7. Avaliação dos</p><p>resultados</p><p>decorrentes da</p><p>decisão tomada.</p><p>Existem inúmeros modelos de processo decisório na administração</p><p>propostos por estudiosos da Teoria Comportamental. Sendo assim,</p><p>vejamos um modelo simples e prático adotado pelos administradores:</p><p>Conflito entre os objetivos organizacionais</p><p>e os objetivos individuais</p><p>MOTIVO, INCENTIVO E MOTIVAÇÃO</p><p>Motivo é uma necessidade interior que conduz o indivíduo a realizar</p><p>esforços para atingir resultados (objetivos e metas) para a organização e,</p><p>em contrapartida, para ele próprio;</p><p>Incentivo é um benefício relacionado ao cargo, dependente do indivíduo</p><p>ocupante do cargo e que é controlado pela administração da empresa.</p><p>Serve para corresponder ao motivo do indivíduo e consequentemente</p><p>impulsioná-lo para alcançar objetivos e metas do cargo;</p><p>Motivação é a maneira pela qual indivíduos e grupos são estimulados a</p><p>realizar esforços para atingir objetivos e metas da organização e, em</p><p>contrapartida, os seus próprios resultados.</p><p>Pirâmide das necessidades de</p><p>Maslow</p><p>Planejamento estratégico. LIMA, Kenya. ; revisão</p><p>Natália Barci de Souza e Marcus Vinicius da Silva.</p><p>Niterói, RJ: EAD/UNIVERSO, 2012. p. 13 – 28</p><p>Processo de</p><p>Planejamento</p><p>Estratégico</p><p>Processo de Planejamento</p><p>Estratégico.</p><p>Missão e Definição de</p><p>Negócio.</p><p>Construção de Cenários,</p><p>Diagnóstico Estratégico.</p><p>Estabelecimento de</p><p>Objetivos e Metas.</p><p>Interação entre Cenários,</p><p>Missão e Objetivos.</p><p>Existem inúmeras possibilidades</p><p>para se conceituar estratégia. De</p><p>forma muito abrangente</p><p>poderemos visualizá-la como</p><p>sendo uma conspiração para o</p><p>sucesso. Em termos funcionais</p><p>podemos configurá-la como a</p><p>arte de capturar oportunidades,</p><p>neutralizar ameaças, sustentar</p><p>posições conquistadas, além de</p><p>equacionar crises externas ou</p><p>internas à organização.</p><p>A estratégia pode ser visualizada</p><p>como um processo, no qual existe</p><p>uma série de etapas vão ocorrendo,</p><p>desde a captura de informações até a</p><p>implementação de projetos, sucedidos</p><p>pela concretização de ações e</p><p>realizações. O grande</p><p>desafio inerente</p><p>ao próprio processo estratégico é</p><p>jamais descuidarmos do mesmo,</p><p>mantendo-nos, num estado de alerta</p><p>permanente. Em outras palavras, o</p><p>processo estratégico não permite</p><p>descuidos nem distrações, pois o</p><p>preço a pagar é inevitavelmente (e</p><p>sempre) muito alto.</p><p>Os Três Níveis de</p><p>Estratégia</p><p>Para melhor compreender as</p><p>diferentes abordagens</p><p>estratégicas adotadas pelas</p><p>empresas, podemos dividir a</p><p>Estratégia em três níveis:</p><p>• Estratégia Funcional,</p><p>• Estratégia Competitiva (ou</p><p>de Negócios),</p><p>• Estratégia Corporativa (ou</p><p>Empresarial).</p><p>Estratégia Funcional</p><p>Define as atividades de valor da empresa;</p><p>são os métodos operacionais que a</p><p>administração escolhe para a empresa – “O</p><p>QUE”.</p><p>Ter um processo de logística & distribuição eficiente é</p><p>uma estratégia funcional da Coca-Cola e da Souza Cruz,</p><p>por exemplo, embora nenhuma dessas duas empresas</p><p>tenha como atividade principal o transporte de produtos.</p><p>O que acontece é que a venda de bebidas e de cigarros</p><p>depende fundamentalmente da disponibilização dos</p><p>produtos nos pontos de venda.</p><p>Estratégia</p><p>Competitiva (ou de</p><p>Negócios)</p><p>• Estratégias de negócios são os planos de</p><p>batalha utilizados para lutar contra a</p><p>concorrência no setor do qual uma</p><p>empresa participa. Uma vez posta em</p><p>prática em cada uma de suas áreas de</p><p>negócio, define os movimentos que a</p><p>empresa deve realizar para se posicionar</p><p>favoravelmente frente a seus</p><p>concorrentes num dado setor –“COMO”.</p><p>• A estratégia de baixo preço das</p><p>empresas de transporte aéreo, como</p><p>por exemplo, a Gol é um exemplo de</p><p>como ganhar mercado utilizando uma</p><p>estratégia competitiva bem definida.</p><p>Estratégia Corporativa</p><p>(ou Empresarial)</p><p>• Determina as áreas de negócios da</p><p>empresa, levando-a a se introduzir</p><p>em um setor ou se retirar de outro, a</p><p>fim de obter um portfólio equilibrado</p><p>de negócios – “ONDE”.</p><p>Peter Drucker (1998) ressalta que “o planejamento</p><p>não diz respeito a decisões futuras, mas as</p><p>implicações futuras de decisões presentes.”.</p><p>Um dos problemas enfrentados pelo executivo que</p><p>toma decisões não é o que a sua empresa deve</p><p>fazer no futuro, mas sim o que deve fazer hoje para</p><p>a empresa estar preparada para as incertezas do</p><p>futuro.</p><p>O planejamento tem o objetivo de fixar metas</p><p>organizacionais, definindo o rumo que a</p><p>organização quer tomar e para isso, a</p><p>organização deve ter uma visão holística,</p><p>globalizada do ambiente interno e externo,</p><p>que vão influenciar na escolha das estratégias.</p><p>O planejamento estratégico é o processo</p><p>contínuo de, sistematicamente e com o maior</p><p>conhecimento possível do futuro contido,</p><p>tomar decisões atuais que envolvem riscos;</p><p>organizar sistematicamente as atividades</p><p>necessárias à execução dessas decisões e,</p><p>através de uma retroalimentação organizada e</p><p>sistemática, medir os resultados dessas</p><p>decisões em confronto com as expectativas</p><p>alimentadas.</p><p>Segundo OLIVEIRA (1995), o planejamento</p><p>estratégico pode ser definido como um</p><p>processo contínuo que visa estabelecer um</p><p>estado futuro desejado, com a melhor</p><p>concentração de esforços e recursos pela</p><p>empresa, considerando como aspectos</p><p>principais:</p><p>a)Decidir no presente pensando nas</p><p>implicações futuras;</p><p>b) A interrelação de ações que visam alcançar</p><p>os objetivos previamente estabelecidos;</p><p>c) O processo de planejamento é mais</p><p>importante que o seu produto final, ou seja,</p><p>ele deve ser feito pela empresa e não para a</p><p>empresa.</p><p>Missão, Visão e</p><p>Definição de Negócio</p><p>Para se definir o negócio há</p><p>necessidade de perguntarmos qual é</p><p>o nosso negócio? Sua definição será</p><p>dada quanto ao âmbito de sua</p><p>atuação. Esta resposta tem que ser</p><p>ampla e levar em consideração as</p><p>oportunidades e ameaças do meio</p><p>ambiente.</p><p>Missão, Visão e</p><p>Definição de Negócio</p><p>• Algumas perguntas importantes:</p><p>• O que fazemos hoje que devemos</p><p>continuar fazendo no futuro?</p><p>• O que fazemos hoje que não devemos</p><p>mais fazer no futuro?</p><p>• O que não fazemos hoje e que devemos</p><p>começar a fazer para criarmos nosso</p><p>futuro?</p><p>• O que os nossos concorrentes estão</p><p>fazendo que lhes garantirão o sucesso no</p><p>futuro?</p><p>• Quem são e serão nossos clientes?</p><p>Declaração da Visão</p><p>A declaração de visão expressa à</p><p>direção em que a empresa pretende</p><p>seguir. Aponta o caminho para o futuro.</p><p>A Visão é o objetivo, a ideia que se quer</p><p>concretizar. O plano estratégico é o</p><p>instrumento que prevê cada etapa, cada</p><p>passo dessa construção – é tudo que</p><p>uma empresa precisa fazer para que a</p><p>visão de hoje seja realidade amanhã.</p><p>C</p><p>ar</p><p>ac</p><p>te</p><p>rí</p><p>st</p><p>ic</p><p>as</p><p>d</p><p>a</p><p>vi</p><p>sã</p><p>o</p><p>.</p><p>É o que se “sonha” para o negócio.</p><p>É “aonde vamos”.</p><p>Projeta “quem desejamos ser”.</p><p>Deve ter uma data. Quando?</p><p>Estabelece direções e foco</p><p>Energiza a empresa.</p><p>É inspiradora.</p><p>Focalizada no futuro.</p><p>É mutável conforme os desafios.</p><p>É o “Passaporte” para o futuro.</p><p>Declaração de</p><p>Missão</p><p>A declaração de missão</p><p>expressa à razão de ser da</p><p>organização, o que a</p><p>empresa é, bem como o</p><p>que faz, porém não limita</p><p>descrever somente os</p><p>objetivos da empresa em</p><p>termos de produtos e</p><p>clientes; ele capta a alma</p><p>da organização.</p><p>Características da Missão</p><p>• Identifica o negócio.</p><p>• É a partida.</p><p>• Identifica quem somos.</p><p>• Dá rumo à empresa.</p><p>• É motivadora.</p><p>• Foco no presente para o futuro.</p><p>• Vocação para a eternidade.</p><p>• É a “Carteira de identidade” da</p><p>empresa.</p><p>Declaração dos Valores</p><p>A ética empresarial tem girado em torno da</p><p>sobrevivência no mercado. Atenda seus</p><p>clientes, vença a concorrência. Contudo,</p><p>mesmo em um ambiente de negócios</p><p>dominado pelas economias de mercado, pela</p><p>competição global e pelas leis da selva, os</p><p>valores continuam sendo importantes. Os</p><p>valores mantêm todos em sua organização no</p><p>curso certo, caminhando na mesma direção.</p><p>Quando ocorrer o inesperado, você estará</p><p>preparado para reagir rápida e</p><p>decisivamente, baseado numa clara</p><p>compreensão do que realmente importa.</p><p>Construção de</p><p>Cenários, Diagnóstico</p><p>Estratégico</p><p>Devido ao fato do futuro ser</p><p>imprevisível, entre desistir de prever</p><p>o que vai acontecer e conseguir se</p><p>aproximar dos acontecimentos</p><p>futuros, as organizações têm</p><p>escolhido a segunda opção. A criação</p><p>de cenários é uma técnica cada vez</p><p>mais utilizada, porque busca prever</p><p>combinações de variáveis de diversas</p><p>naturezas e origens (econômicas,</p><p>sociais, políticas, mercadológicas,</p><p>entre outras), buscando uma forma</p><p>melhor para lidar com incertezas em</p><p>que as decisões serão tomadas.</p><p>As principais funções dos cenários</p><p>são:</p><p>• Proporcionar meios seguros para reflexões para as</p><p>possíveis alternativas de evolução do ambiente;</p><p>• Prever o significado que as alternativas de evolução do</p><p>ambiente poderão ter sobre a organização;</p><p>• Preparar a organização para qualquer contingência;</p><p>• Auxiliar a organização na tomada de decisões estratégicas</p><p>que possam contribuir para a obtenção de vantagem para</p><p>a organização, por intermédio da identificação de ameaças e</p><p>oportunidades.</p><p>ERRA, TORRES e TORRES (2003), sugerem seis</p><p>etapas para o processo de formulação de cenários,</p><p>as quais serão descritas a seguir:</p><p>1. Identificação do foco ou da decisão-chave. O foco ou a decisão chave para a elaboração de cenários pode ser</p><p>genérico, relacionado com uma questão ampla da evolução do ambiente, ou específico, correspondente a uma</p><p>determinada decisão que a organização necessita tomar. Identificação das forças motrizes</p><p>2. Esta etapa consiste em identificar os fatores que influenciam e direcionam os cenários relacionados com o</p><p>foco ou a decisão-chave. Estes fatores, em geral, podem ser de origem econômica, social, política, cultural,</p><p>tecnológica, legal ou ecológica. Nesta etapa, convém identificar as tendências dos diversos fatores</p><p>identificados e suas consequências para a organização em termos de ameaças e oportunidades, de modo a</p><p>auxiliar a organização na tomada de decisões. Classificação das forças motrizes</p><p>3. Esta etapa consiste em analisar o inter-relacionamento entre as forças motrizes, classificar as forças</p><p>motrizes quanto ao grau de importância e certeza para o foco ou a decisão-chave. Seleção dos cenários</p><p>4. Esta etapa consiste em selecionar os cenários a serem desenvolvidos. Desenvolvimento</p><p>de cenários</p><p>5. Nesta etapa os cenários são desenvolvidos a partir de suposições que envolvem as forças motrizes.</p><p>Estabelecimento de indicadores</p><p>6. Os cenários descrevem situações possíveis, desta forma, é importante estabelecer um conjunto de indicadores</p><p>que mostre em que direção se está caminhando.</p><p>Análise ambiental</p><p>De acordo com PORTER (1999), a</p><p>competição vem afetando a</p><p>estabilidade dos negócios e a</p><p>dominação dos mercados.</p><p>A competição deve</p><p>ser conscientemente exercida</p><p>uma vez que não se pode evitá-</p><p>la. O estudo da competição</p><p>remete a uma análise da</p><p>organização e as influências</p><p>provenientes do ambiente na</p><p>qual esta se insere. A análise</p><p>ambiental envolve, portanto, o</p><p>diagnóstico do ambiente interno</p><p>e externo.</p><p>Análise SWOT</p><p>A palavra SWOT é um acrônimo</p><p>formado pelas palavras inglesas</p><p>Strengths (forças), Weaknesses</p><p>(fraquezas), Opportunities</p><p>(oportunidades) e Threats (ameaças).</p><p>A SWOT busca mapear ameaças,</p><p>oportunidades, forças e fraquezas.</p><p>É uma análise dinâmica, uma vez que</p><p>as ameaças, oportunidades, forças e</p><p>fraquezas modificam-se dia a dia.</p><p>S: O que a</p><p>empresa faz de</p><p>melhor em relação</p><p>a seus</p><p>competidores.</p><p>W: Aquilo que</p><p>restringe o que a</p><p>empresa pode</p><p>realizar.</p><p>O: Situações onde as</p><p>fortalezas da</p><p>empresa e outros</p><p>fatores externos</p><p>podem ser utilizados</p><p>para ajudar a</p><p>resolver os</p><p>problemas que estão</p><p>sendo enfrentados.</p><p>T: Situações que</p><p>podem impactar</p><p>negativamente a</p><p>habilidade da</p><p>empresa em resolver</p><p>os problemas que</p><p>estão sendo</p><p>enfrentados.</p><p>Cuidados na utilização do Matriz SWOT</p><p>Foco: apesar de interagirem, as forças competitivas</p><p>comportam-se de maneiras distintas ao serem examinadas</p><p>em partes diferentes de um mesmo setor.</p><p>Temporariedade: o Modelo proporciona uma “fotografia”</p><p>estática do setor, devendo ser exercitado periodicamente</p><p>para fins de ajustes na atividade de planejamento (variação</p><p>das forças competitivas no tempo; novos determinantes).</p><p>Após avaliar as forças que afetam a competição na indústria</p><p>e suas causas subjacentes, podem-se identificar as forças e</p><p>fraquezas da empresa com relação a cada uma delas – e à</p><p>sua resultante.</p><p>Estabelecimento</p><p>de Objetivos e</p><p>Metas</p><p>• O planejamento estratégico</p><p>tem relação direta com o</p><p>estabelecimento</p><p>de objetivos estratégicos,</p><p>também denominados de</p><p>objetivos-chave. Tais</p><p>objetivos devem reforçar as</p><p>habilidades exclusivas da</p><p>organização, converter a</p><p>visão da organização em</p><p>alvos específicos, fixar</p><p>marcos pelos quais o</p><p>desempenho desejado é</p><p>definido e fazer com que a</p><p>empresa seja orientada</p><p>pela busca de resultados.</p><p>Interação Entre Cenários,</p><p>Missão e Objetivos</p><p>O objetivo de planejar a</p><p>organização de uma empresa é</p><p>buscar a eficiência, evitar o</p><p>desperdício de tempo, recursos</p><p>humanos etc. Por isso é</p><p>importante que o planejamento</p><p>organizacional seja algo simples,</p><p>que todos dentro da</p><p>empresa entendam e possam</p><p>seguir.</p><p>Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve</p><p>ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais:</p><p>1. Comunicar o projeto de construção do Mapa Estratégico e</p><p>conceitos de gestão estratégica: Para que todos estejam alinhados</p><p>quanto aos conceitos e entendam o projeto que está sendo</p><p>desenvolvido na empresa, evitando ruídos de comunicação;</p><p>Um efetivo plano de comunicação do planejamento</p><p>estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar</p><p>em três pontos fundamentais:</p><p>2. Comunicar a estratégia:</p><p>Comunicar a visão, missão</p><p>de futuro, as metas</p><p>e objetivos estratégicos da</p><p>organização,</p><p>Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve</p><p>ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais:</p><p>3. Comunicar as decisões estratégicas: A cada processo de tomada</p><p>de decisão é de suma importância encaminhar as decisões para</p><p>quem deve implementá-las. Os públicos dentro de uma</p><p>organização são diversos: diretoria, fábrica, áreas de compras,</p><p>finanças, marketing, comercial, etc. É importante que um dos</p><p>objetivos da comunicação seja fazer com que esses diversos</p><p>públicos sintam-se parte integrante do processo e enxerguem</p><p>claramente seu papel e sua contribuição na implementação da</p><p>estratégia, utilizando os meios e a mensagem mais adequada a</p><p>cada um dos públicos identificados.</p><p>SALGADO, Patrícia Figueiredo; COSTA MENDES,</p><p>Jader. Logística e Distribuição; revisão Rafael Dias</p><p>de Carvalho Moraes e Antônia Machado. – Niterói,</p><p>RJ: EAD/UNIVERSO, 2018. p. 14 – 21</p><p>Noções Básicas</p><p>de Logística</p><p>• O que é a Logística</p><p>Empresarial?</p><p>• Objetivos da</p><p>Logística</p><p>Empresarial.</p><p>• Abordagens do</p><p>estudo da logística.</p><p>Ao longo da história do homem, as guerras têm</p><p>sido ganhas e perdidas através do poder e da</p><p>capacidade da logística – ou da falta deles.</p><p>Derrota da Inglaterra na Guerra da</p><p>Independência dos Estados Unidos pode ser, em</p><p>grande parte, atribuída a uma falha logística;</p><p>Na Segunda Guerra Mundial, também a logística</p><p>teve um papel importante. A invasão da Europa</p><p>pelas Forças Aliadas foi um exercício de logística</p><p>altamente proficiente. Entretanto, enquanto os</p><p>generais e marechais dos tempos remotos</p><p>compreenderam o papel crítico da logística</p><p>E no mundo Empresarial?</p><p>Somente num passado recente é que as organizações empresariais</p><p>reconheceram o impacto vital que o gerenciamento logístico pode</p><p>ter na obtenção da vantagem competitiva.</p><p>Em parte, deve-se esta falta de reconhecimento ao baixo nível de</p><p>compreensão dos benefícios da logística integrada.</p><p>Os princípios de gerenciamento logístico levaram uns 70 anos ou</p><p>mais para serem claramente definidos.</p><p>Conceito</p><p>• É o processo de gerenciar estrategicamente a</p><p>aquisição, movimentação e armazenagem de</p><p>materiais, peças e produtos acabados, através da</p><p>organização de seus canais de marketing, de modo</p><p>maximizar o lucro presente e futuro através do</p><p>atendimento dos pedidos ao menor custo possível.</p><p>É a Logística que garante a posse do produto, por parte</p><p>do consumidor, no momento desejado.</p><p>• A relação de confiança e parceria entre o consumidor</p><p>e o varejista depende diretamente do desempenho</p><p>logístico da cadeia de suprimento no seu todo.</p><p>O que é a Logística Empresarial?</p><p>• Logística é o processo de planejamento, implantação,</p><p>controle do fluxo eficiente e eficaz de mercadorias,</p><p>serviços e das informações relativas desde o ponto de</p><p>origem até o ponto de consumo com o propósito de</p><p>atender às exigências dos clientes.</p><p>A novidade então está no conceito da gestão Coordenada de</p><p>atividades inter-relacionadas, em substituição à prática</p><p>histórica de administrá-las separadamente, e do conceito de</p><p>que a logística agrega valor a produtos e serviços essenciais</p><p>para a satisfação do consumidor e o aumento das vendas.</p><p>• Hoje, empresas de varejo estão obtendo sucesso no</p><p>compartilhamento de informações com os fornecedores, os</p><p>quais, por sua vez, concordam em manter e gerenciar</p><p>estoques nas estantes dos varejistas. Estoques no canal e</p><p>faltas de produtos são menores. As fábricas que operam em</p><p>esquemas de produção “just-intime” estabelecem</p><p>relacionamentos com fornecedores gerando benefícios para</p><p>ambas as partes através da redução dos estoques.</p><p>Uma Definição da cadeia de suprimentos e da gestão da cadeia</p><p>de suprimentos que refletem esse escopo.</p><p>A evolução da</p><p>logística para</p><p>cadeia de</p><p>suprimentos.</p><p>O gerenciamento da cadeia de</p><p>suprimentos é a integração dessas</p><p>atividades, mediante relacionamentos</p><p>aperfeiçoados na cadeia de suprimentos,</p><p>com o objetivo de conquistar uma</p><p>vantagem competitiva sustentável.</p><p>Depois do cuidadoso estudo das</p><p>várias definições oferecidas a</p><p>respeito, Mentzer et al. propõe a</p><p>seguinte definição:</p><p>Ao longo dos negócios no âmbito da cadeia</p><p>de suprimentos, com o objetivo de</p><p>aperfeiçoar o desempenho a longo prazo das</p><p>empresas isoladamente e da cadeia de</p><p>suprimentos como um todo.</p><p>O gerenciamento da cadeia de suprimentos é</p><p>definido como a coordenação estratégica</p><p>sistemática das tradicionais funções de</p><p>negócios, das táticas ao longo dessas funções</p><p>de negócios e das táticas ao longo dessas</p><p>funções de negócios no âmbito de uma</p><p>determinada empresa.</p><p>Colocar os produtos ou serviços</p><p>certos no lugar certo, no</p><p>momento certo, e nas condições desejadas, dando ao mesmo</p><p>tempo a melhor contribuição possível para a empresa.</p><p>Objetivos da Logística Empresarial</p><p>1.O impacto do projeto do sistema</p><p>logístico em termos de</p><p>contribuição de rendimentos;</p><p>2.o custo operacional e as</p><p>necessidades de capital desse</p><p>projeto.</p><p>Especificamente, o</p><p>propósito é</p><p>desenvolver um</p><p>mix de atividades</p><p>logísticas do qual</p><p>venha a resultar o</p><p>máximo retorno</p><p>possível do</p><p>investimento no</p><p>menor prazo. Essa</p><p>meta tem duas</p><p>dimensões:</p><p>• De preferência, o especialista logístico</p><p>deveria conhecer antecipadamente</p><p>qual seria a receita adicional gerada</p><p>por meio do incremento de melhorias</p><p>na qualidade dos serviços ao cliente.</p><p>Não há, porém, maneira de prever</p><p>essa receita com razoável exatidão.</p><p>• Ao contrário dos lucros, os custos</p><p>logísticos normalmente podem ser</p><p>determinados com toda a exatidão</p><p>permitida pela prática contábil e são</p><p>em geral de dois tipos: Custos</p><p>operacionais e custos de capital.</p><p>Os custos</p><p>operacionais</p><p>São os que ocorrem periodicamente ou</p><p>aqueles que variam diretamente de</p><p>acordo com as oscilações dos níveis das</p><p>atividades. Salários, despesas com</p><p>armazenamento em instalações públicas</p><p>e despesas administrativas e outros</p><p>custos indiretos são exemplos de custos</p><p>operacionais.</p><p>Os custos do</p><p>capital</p><p>São gastos de uma vez</p><p>e não variam com as</p><p>oscilações normais nos</p><p>níveis de atividades.</p><p>Exemplos disto são o</p><p>investimento numa</p><p>frota privada de</p><p>transporte, os custos</p><p>de construção de</p><p>armazéns próprios das</p><p>empresas, e a compra</p><p>de equipamentos de</p><p>manutenção e rolagem</p><p>de materiais.</p><p>Se os efeitos dos níveis de atividade logística sobre as receitas da</p><p>empresa são conhecidos, um objetivo financeiro factível para a</p><p>logística pode ser expresso na equação batizada de RAL (retorno</p><p>sobre ativos logísticos), a saber:</p><p>Administração mercadológica. Moura, Eliane Alves</p><p>de.; revisão de Tatiane Rodrigues de Souza. Niterói,</p><p>RJ: EAD/UNIVERSO, 2011., p. 17 – 37</p><p>Administração</p><p>de Marketing</p><p>Conceitos de</p><p>Marketing.</p><p>Evolução do</p><p>Marketing.</p><p>O mercado de</p><p>trabalho e o perfil</p><p>do profissional.</p><p>Marketing</p><p>Conceitos e evolução;</p><p>Ambiente do Marketing;</p><p>Segmentação de mercado e posicionamento da oferta;</p><p>Produtos Serviços e Marcas;</p><p>Composto de Marketing (4ps);</p><p>Marketing interno;</p><p>Marketing Pessoal;</p><p>Marketing Digital.</p><p>Nomes a serem pesquisados:</p><p>Theodore Levitt;</p><p>Philip Kotler;</p><p>Peter Druker;</p><p>Las casas;</p><p>Richers;</p><p>Cobra...</p><p>Marketing</p><p>Administração de Marketing é:</p><p>“É o processo de planejar e executar a</p><p>concepção, a determinação do preço,</p><p>a promoção e a distribuição de ideias,</p><p>bens e serviços para criar trocas que</p><p>satisfaçam metas individuais e</p><p>organizacionais”</p><p>(Kotler, 2000, p.30)</p><p>Marketing</p><p>“Processo social através do</p><p>qual indivíduos e grupos</p><p>obtém aquilo que</p><p>necessitam e desejam com</p><p>a criação, oferta e livre</p><p>negociação de produtos e</p><p>serviços de valor com</p><p>outros”. Kotler(2000, p.30)</p><p>Marketing</p><p>Marketing é uma palavra em ingles derivada de</p><p>market, que significa mercado. É utilizada para ação</p><p>voltada para o mercado. Assim entende-se que a</p><p>empresa que pratica o marketing tem o mercado</p><p>como a razão e o foco de suas ações.</p><p>Dias, 2003</p><p>Empresas e gestores do mundo</p><p>todo vêm repensando seus</p><p>conceitos e atividades para atender</p><p>a consumidores mais exigentes e</p><p>concorrentes que trazem em suas</p><p>ofertas muita criatividade e</p><p>inovação, tanto em produtos</p><p>quanto em modelos de negócios,</p><p>fazendo com que os</p><p>departamentos de Marketing e</p><p>seus gestores estejam sob forte</p><p>pressão para apresentarem</p><p>resultados concretos das ações de</p><p>Marketing desenvolvidas por suas</p><p>áreas.</p><p>Para Rosenwald (2005), o desperdício e a falta de</p><p>mensurabilidade no Marketing, como em todas as</p><p>demais atividades, é o inimigo do lucro, as</p><p>empresas estão pesquisando toda maneira possível</p><p>para reduzi-lo ou eliminá-lo. Estão utilizando novos</p><p>parâmetros para avaliar aquilo que fazem e</p><p>exigindo mensurabilidade em seu Marketing para</p><p>servir como base de comparação a fim de melhorar</p><p>o desempenho.</p><p>Algumas das mudanças estão na migração do Marketing de massa,</p><p>onde o valor estava nos produtos e nos serviços, para o Marketing de</p><p>interface (face a face) com o consumidor, ou seja, relacionamento. O</p><p>foco antes concentrado no desenvolvimento de marcas com base na</p><p>propaganda e na publicidade moveu-se para as operações mais</p><p>rápidas e diretas, capazes de trazer resultados imediatos.</p><p>Todas essas transformações estão redirecionando as ações de</p><p>Marketing em todas as empresas.</p><p>Além desses desafios, os gestores de Marketing</p><p>devem monitorar constantemente seus clientes e</p><p>concorrentes e aperfeiçoar suas ofertas de valor</p><p>agregado, promovendo a diferenciação. Empresas</p><p>que direcionam suas atividades para ações de curto</p><p>prazo, sem planejamento e visão estratégica, não</p><p>satisfazem a nenhum de seus stakeholders.</p><p>Conceitos centrais de Marketing</p><p>“Marketing - Comercialização” (Dicionário Michaelis)</p><p>“Conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação</p><p>de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor.”</p><p>(Dicionário Michaelis).</p><p>“Conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o</p><p>lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado</p><p>consumidor.” (Dicionário Novo Aurélio).</p><p>“Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que</p><p>envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem</p><p>como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a</p><p>organização e seu público interessado.” (AMA – American Marketing</p><p>Association)</p><p>Troca</p><p>- Segundo Kotler (2006), a essência do Marketing é</p><p>uma transação ou uma troca, “que é o conceito</p><p>central do Marketing, envolve a obtenção de um</p><p>produto desejado de alguém oferecendo algo em</p><p>troca”. Segundo o autor, para que o potencial de</p><p>troca possa existir, cinco condições são essenciais:</p><p>1 - Que existam pelo menos duas partes.</p><p>2 - Que todas as partes possuam algo que</p><p>possa ter valor para as outras partes.</p><p>3 - Que todas as partes tenham capacidade de</p><p>comunicação e de entrega.</p><p>4 - Que todas as partes estejam livres para</p><p>aceitar ou recusar a oferta de troca.</p><p>5 - Que todas as partes acreditem ser</p><p>adequado participar da negociação.</p><p>Público</p><p>é aquele que se interessa de forma real ou</p><p>potencial e que de alguma forma impacta</p><p>na capacidade da empresa atingir seus</p><p>objetivos. Pode ser também conceituado</p><p>como componentes de um segmento de</p><p>consumidores que se quer atingir ou</p><p>avaliar.</p><p>Valor</p><p>A oferta será bem sucedida se proporcionar valor e</p><p>satisfação ao comprador-alvo que escolhe entre</p><p>diferentes ofertas, considerando qual parece</p><p>proporcional maior valor, ou seja, aquilo que reflete</p><p>os benefícios e os custos tangíveis e intangíveis</p><p>percebidos pelo comprador. Segundo Kotler (2006</p><p>p. 23), “de maneira primária, o valor pode ser visto</p><p>como uma combinação de qualidade, serviço e</p><p>preço, denominada tríade do valor para o cliente”.</p><p>Assim, existem</p><p>três palavras que</p><p>merecem também</p><p>ser consideradas</p><p>como essenciais e</p><p>compreendidas</p><p>por todos os</p><p>profissionais de</p><p>Marketing, são</p><p>elas:</p><p>Produto</p><p>ou</p><p>Serviço</p><p>Cliente</p><p>Mercado-</p><p>alvo</p><p>Ambientes de Marketing</p><p>O importante é você saber que todos os ambientes de</p><p>Marketing contêm forças capazes de impactar as ações de</p><p>Marketing e precisam ser monitorados constantemente.</p><p>PESQUISA MARKETING MIX PLANEJAMENTO</p><p>DE MARKETING</p><p>Evolução do Marketing</p><p>Estágio orientado para produção</p><p>Estágio orientado para produto</p><p>Estágio orientado para vendas</p><p>Estágio orientado para Marketing</p><p>Estágio orientado para o Marketing holístico</p><p>Mercado de</p><p>trabalho e o</p><p>perfil do</p><p>profissional</p><p>• Ser fascinado pelo mercado e pelas</p><p>pessoas e não apenas desejar atender as</p><p>suas necessidades.</p><p>• Sentir que o cliente é mais importante</p><p>do que o produto ou o lucro.</p><p>• Segmentar seus clientes oferecendo</p><p>produtos e serviços que os façam sentir-</p><p>se únicos;</p><p>• Investir em pesquisa de necessidades e</p><p>comportamento de compra.</p><p>• Ter habilidade para formar parcerias</p><p>estratégicas de longo prazo,</p><p>fortalecendo</p><p>a cadeia de abastecimento.</p><p>• Inovar sempre tanto produtos quanto</p><p>modelos de negócios.</p><p>Artigo</p><p>O marketing de serviços</p><p>nas pequenas e médias</p><p>empresas: uma</p><p>abordagem teórica e</p><p>reflexiva.</p><p>NASCIMENTO, Isidro José</p><p>Bezerra Maciel Fortaleza.</p><p>Revista Inovação. 2012.</p><p>Sobre as dificuldades frequentemente encontradas pelos</p><p>pequenos e médios empresários em aplicar os conceitos e ações</p><p>estratégicas do marketing de serviços em suas empresas visto</p><p>que a maioria da literatura encontrada, seja ela nacional ou</p><p>internacional, trata enfaticamente do marketing para as grandes</p><p>organizações.</p><p>O</p><p>MARKETING</p><p>NAS</p><p>PEQUENAS E</p><p>MÉDIAS</p><p>EMPRESAS</p><p>Causas identificadas para uma</p><p>má utilização do marketing</p><p>A escassez dos recursos (65%), a falta de profissionalismo (06%) e o impacto</p><p>limitado que as empresas de menor porte causam ao seu mercado (29%).</p><p>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO</p><p>MARKETING DE SERVIÇOS</p><p>A Intangibilidade</p><p>A Heterogeneidade</p><p>A Simultaneidade</p><p>A Inseparabilidade</p><p>A Intangibilidade</p><p>Para Eiglier e Langeard: “O serviço é</p><p>imaterial no sentido em que ele existe</p><p>somente à medida que é produzido e</p><p>consumido” (Tradução do autor)3.</p><p>A intangibilidade (BATESON, 1979;</p><p>BERRY, 1980; FLIPO, 1989; LOVELOCK,</p><p>1981) é a condição que torna um</p><p>serviço insensível ao toque e à vista. A</p><p>intangibilidade se traduz pela falta de</p><p>percepção concreta que a empresa</p><p>prestadora de serviços promove à sua</p><p>clientela.</p><p>A Intangibilidade</p><p>Um serviço é de domínio intangível, formado por</p><p>atividades imateriais, impalpáveis e dificilmente</p><p>observáveis por pessoas externas. O risco de compra</p><p>é, portanto, mais elevado para o cliente por causa da</p><p>incapacidade de examinar e avaliar inerente à</p><p>natureza desse tipo de negócios. Resta para o cliente</p><p>somente confiar em uma experiência anterior (sua ou</p><p>de outrem), o que nem sempre é possível.</p><p>O marketing envolve aspectos objetivos e subjetivos</p><p>dos comportamentos e lida com a dimensão</p><p>emocional dos clientes, além dos aspectos</p><p>puramente racionais tais como a avaliação da</p><p>qualidade dos produtos ou dos serviços.</p><p>A Intangibilidade</p><p>As dificuldades em avaliar os serviços e as</p><p>sensações sobre o tratamento que receberam</p><p>na última compra, continuam a influenciar o</p><p>consumidor no momento da busca de um</p><p>outro fornecedor. Frequentemente é o</p><p>profissionalismo da empresa, sua</p><p>acessibilidade e capacidade de fornecer o</p><p>serviço demandado que se tornam</p><p>importantes critérios de compra.</p><p>Nesse caso, os fatores subjetivos e</p><p>emocionais compõem o quadro subreptício</p><p>das influências ao comportamento do cliente.</p><p>A Heterogeneidade</p><p>A Heterogeneidade (EIGLIER, 1977;</p><p>FILIATRAULT, 1987) também definido como</p><p>variabilidade (KOTLER; FILIATRAULT;</p><p>TURNER, 1994), descreve a característica</p><p>incerta de garantir um desempenho</p><p>constante para um prestador de serviço</p><p>como também entre diferentes prestadores</p><p>de um serviço. A variabilidade põe em</p><p>evidência as flutuações possíveis no</p><p>desempenho do pessoal em contato direto</p><p>com a clientela e o nível de interação com</p><p>o cliente.</p><p>A Heterogeneidade</p><p>Em um primeiro momento, não podemos afirmar que todo o pessoal da</p><p>empresa que estabelece um contato com o cliente possua o mesmo nível de</p><p>competência técnica ou interpessoal nem que um indivíduo possa estar</p><p>disposto a fornecer regularmente e com a mesma continuidade o mesmo</p><p>desempenho.</p><p>Em um segundo momento, a dedicação exigida durante o atendimento de</p><p>um cliente pode ser diferente de um prestador de serviços a um outro, e por</p><p>outro lado essa contribuição é geralmente ligada aos objetivos e não</p><p>somente às capacidades ou à vontade do cliente em participar na</p><p>“servuction”1 de um serviço (LOVELOCK; YOUNG, 1979).</p><p>A Simultaneidade</p><p>Para Lejeune “Isso significa simplesmente que um</p><p>serviço é fabricado ou produzido ao mesmo tempo</p><p>em que é consumido” (Tradução do autor)5.</p><p>A simultaneidade (BERRY, 1983; BITNER;</p><p>ZEITHAML, 1987), representa a duração de um</p><p>serviço. Como os serviços não são bens</p><p>transferíveis, o consideramos perecíveis. Outro</p><p>aspecto que devemos considerar da</p><p>simultaneidade, é que, diferentemente dos</p><p>produtos industrializados, os serviços não podem</p><p>ser estocados, dificultando assim sua</p><p>administração em período de maior demanda.</p><p>A Simultaneidade</p><p>Geralmente, no período de maior demanda de</p><p>uma prestação de serviços o gestor da empresa</p><p>vê-se obrigado a contratar, mesmo que</p><p>temporariamente, um determinado número de</p><p>funcionários. Tal fato geralmente implica na</p><p>perda de qualidade dos serviços e na falta de</p><p>padrão, pois o pessoal contratado necessitará de</p><p>treinamentos e certo tempo de adaptação para</p><p>desenvolver a mesma destreza na prestação de</p><p>serviços que os funcionários veteranos.</p><p>A Inseparabilidade</p><p>A inseparabilidade (GRONROOS, 1978; SILPAKIT; FISK, 1985;</p><p>ZEITHAML; PARASURAMAN; BERRY, 1985; EIGLIER;</p><p>LANGEARD, 1987; FILIATRAULT; METCALFE, 1989) coloca em</p><p>evidência o papel indissociável que devem assumir o cliente e</p><p>o prestador de serviços no processo de “produção” do</p><p>serviço. Enquanto que, para os produtos industrializados, o</p><p>sistema de produção, a qualidade do produto acabado e a</p><p>entrega influenciam a percepção dos compradores; para os</p><p>serviços, o equivalente a essas variáveis –desenvolvimento</p><p>dos serviços, rapidez, adequação ao instante e caso – são</p><p>vitais para a adequada prestação.</p><p>A Inseparabilidade</p><p>Um cliente terá sempre o “lazer”</p><p>de escolher um ou outro produto</p><p>disponível, mas esse mesmo</p><p>cliente consumirá um serviço</p><p>somente se o lugar e tempo de sua</p><p>produção coincidam à suas</p><p>expectativas e necessidades. A</p><p>produção e consumo de um</p><p>serviço se fazem simultaneamente,</p><p>tornando a avaliação pré-compra</p><p>impossível.</p><p>A Inseparabilidade</p><p>O Conceito de</p><p>Personalização</p><p>O serviço personalizado’ abrange todos os comportamentos</p><p>inclusos na interação entre o prestador de serviços e o</p><p>cliente que objetivam contribuir com a individualização do</p><p>atendimento. Isto é, o cliente é percebido como ‘foco’ dessa</p><p>relação que busca reconhecer sua individualidade e o</p><p>posicionar acima do status de um simples receptor anônimo</p><p>do serviço (Tradução do autor).</p><p>O Funcionário em Contato e as</p><p>Relações Diádicas</p><p>A prestação do serviço torna-se o objeto de uma díade</p><p>formada pela interação do funcionário em contato com o</p><p>cliente. O funcionário ocupa um local preponderante na</p><p>transação do serviço. Ele terá um impacto na diferenciação</p><p>do serviço, no controle de qualidade, na dinâmica da</p><p>prestação do serviço e necessariamente na satisfação do</p><p>cliente com o qual partilha a elaboração do serviço funcional</p><p>(GRÖNROOS, 1984).</p><p>Artigo</p><p>A evolução do marketing digital: uma</p><p>estratégia de mercado.</p><p>DA COSTA, Lucas Mendes, et al. Revista</p><p>Abepro, 2015.</p><p>Evolução</p><p>do</p><p>marketing</p><p>digital</p><p>O início da internet ocorreu na década de</p><p>70 com a DARPA, Departamento de Defesa</p><p>dos Estados Unidos, com a ajuda da UCLA,</p><p>Universidade da California. A DARPA</p><p>possuia como objetivo interligar 4</p><p>computadores diferentes, para isso criou</p><p>uma rede chamada arpanet, depois</p><p>chamada de internet. Alguns anos depois,</p><p>os 4 computadores se multiplicaram e</p><p>passaram a ser milhares ao redor do</p><p>mundo, tornando a rede caótica. Então, a</p><p>DARPA não se interessou mais em manter a</p><p>rede. Sem a intervenção do governo, a</p><p>popularização tornou-se mais rápida e na</p><p>década de 90 através da world wide web</p><p>(www) já era possivel dizer que a internet</p><p>era um sucesso mundial.</p><p>Outro fator que ajudou a popularizar a internet foram os</p><p>computadores pessoais que estavam sendo desenvolvidos na</p><p>década de 90 por diversas empresas, por exemplo a Apple, e que</p><p>aliados mudaram a forma de ver o mundo, criando assim mais um</p><p>meio de comunição e que tornará uma ferramenta que diminuiria</p><p>as fronteiras ao redor do mundo.</p><p>O marketing, como já dito, é uma maneira de se estudar e</p><p>analisar o mercado para que se possa satisfazer as necessidades</p><p>do consumidor. Esse conceito foi estabelecido na década de 50</p><p>antes do surgimento da internet, logo eram dois mundos distintos</p><p>sem qualquer tipo de relação.</p><p>Evolução do marketing digital</p><p>Com a popularização da internet ao redor do</p><p>mundo aliado a ideia de marketing, se originou</p><p>o conceito de marketing digital ou marketing</p><p>online que, nada mais é que o próprio</p><p>marketing dito como tradicional integrado a</p><p>internet. O marketing digital é uma forma de</p><p>tornar mais fácil tanto a compra quanto a venda</p><p>de um produto ou serviço, e para isso as</p><p>empresas se utilizam de diversas ferramentas</p><p>como: Algoritmos computacionais em redes</p><p>sociais e teorias como os 8Ps do marketing</p><p>digital de Adolpho Conrado, além de diversas</p><p>outras teorias de autores renomados na área de</p><p>marketing</p><p>Primeiro</p><p>banner</p><p>divulgado na</p><p>internet</p><p>Evolução do marketing</p><p>digital</p><p>Contudo, criar um banner não é</p><p>dizer que o marketing digital está</p><p>feito, haja visto que má</p><p>localização do anúncio, o dito</p><p>disperso, ou mal feito a</p><p>probabilidade do consumidor se</p><p>interessar é difícil, pois mesmo</p><p>para uma pessoa leiga no assunto,</p><p>é possível enxergar que não</p><p>houve uma preocupação por</p><p>parte da empresa em formar uma</p><p>estratégia de atrair o consumidor.</p><p>Evolução do marketing digital</p><p>No início do último século, após a explosão da “bolha”, surgia</p><p>o conceito de Web 2.0 que seria o surgimento de novas</p><p>tecnologia no mundo da internet como o Java e Flash, por</p><p>exemplo. Tecnologias essas que aumentariam a interação</p><p>entre as páginas da rede mundial de computadores. Essa</p><p>“nova” internet permitiu o desenvolvimento do e-commerce</p><p>(comércio online), no qual o marketing digital pode se</p><p>aproveitar para aprimorar ainda mais seu mercado.</p><p>Evolução do marketing digital</p><p>Atualmente, a internet é predominantemente, o</p><p>maior meio de comunicação do mundo graças a sua</p><p>incrível história de popularização durante a década</p><p>de 90 nos Estados Unidos e início dos anos 2000 ao</p><p>redor do mundo. O marketing digital se tornou mais</p><p>frequente devido a essa expansão pelo globo com a</p><p>seguinte ideia: Mais pessoas, mais consumidores.</p><p>Evolução do marketing digital</p><p>Não apenas o ambiente, mas a sociedade também</p><p>vem passando por alterações, seja no modo de agir,</p><p>seja no modo de pensar ou até mesmo de se</p><p>relacionar com outras pessoas. De acordo com</p><p>Cavalcante e Silveira (2006) o consumidor está cada</p><p>vez mais exigente, logo a inovação e a tecnologia são</p><p>elementos fundamentais ao bom desempenho das</p><p>organizações e à conquista de clientes.</p><p>O Uso da Big Data</p><p>A publicidade na internet nunca esteve tão pessoal. O</p><p>marketing praticado atualmente consegue saber os</p><p>interesses do consumidor, seus hobbies, trabalho, estilo de</p><p>vida. A ferramenta mais importante para tornar esse</p><p>marketing tão pessoal possível é a Big Data.</p><p>“[..] podemos definir o conceito de Big Data como sendo</p><p>conjuntos de dados extremamente amplos e que, por este</p><p>motivo, necessitam de ferramentas especialmente</p><p>preparadas para lidar com grandes volumes [...]” (ALECRIM,</p><p>2013).</p><p>Big Data</p><p>A definição de Big Data parece vazia e não específica</p><p>à primeira vista, mas é exatamente isto que ela é.</p><p>São dados coletados de várias formas que podem ser</p><p>utilizados em um contexto específico, como as</p><p>informações de localização dos chips SIM ajudaram a</p><p>encontrar pessoas que fugiam do terremoto no Haiti,</p><p>ou as sugestões de produtos baseadas em suas</p><p>compras anteriores em algum site de vendas. As</p><p>aplicações da Big Data não têm limites.</p><p>Big Data</p><p>No marketing digital um dos lugares onde se vê com</p><p>mais frequência o uso da Big Data é nos banners com</p><p>sistema Real-Time-Bidding (RTB). Os dados de</p><p>navegação de um usuário na internet montam o</p><p>perfil deste, gostos, interesses, trabalho. Este perfil</p><p>permite que o sistema RTB identifique o anunciante</p><p>ideal. A busca pelo público alvo na internet ganhou</p><p>uma precisão e efetividade que parecia impossível.</p><p>A Big Data só está começando a mostrar seu</p><p>potencial. Os processos estão sendo simplificados e a</p><p>tecnologia utilizada está cada vez melhor e barata. O</p><p>uso no marketing digital, já se mostrou consolidado e</p><p>em franca evolução, uma ferramenta que mostrou</p><p>que o futuro do marketing é a precisão. A Big Data</p><p>demonstra que definitivamente conhecimento é</p><p>poder.</p><p>Marketing e mídias sociais</p><p>Segundo Santos (2010 apud TORRES, 2009), as mídias sociais</p><p>tratam-se de sites da internet que possibilitam a criação e o</p><p>compartilhamento de informações entre as pessoas, permitindo</p><p>que o usuário seja produtor e consumidor da informação, ao</p><p>mesmo tempo. As mídias recebem esse nome, pois são livres e</p><p>abertas à colaboração e interação de todos. Assim, com o</p><p>crescente advento dos smartphones e aumento significativo do</p><p>uso de redes sociais, sobretudo de sites como Facebook, Twitter</p><p>e atualmente Instagram e Tik Tok, as empresas sentiram,</p><p>principalmente nos últimos anos, a necessidade de se adequar</p><p>ao atual cenário econômico e a fazer parte da esfera em que vive</p><p>o consumidor.</p><p>Segundo Okada e Souza (2011), a utilização do marketing digital como</p><p>estratégia de negócio pode transformar-se em um processo de</p><p>aprendizado e interação contínua entre clientes e o mercado, facilitando,</p><p>dessa forma, a comunicação entre eles. As 10 redes sociais mais usadas</p><p>no Brasil em 2023 são:</p><p>1. WhatsApp (169 mi)</p><p>2. YouTube (142 mi)</p><p>3. Instagram (113 mi)</p><p>4. Facebook (109 mi)</p><p>5. TikTok (82 mi)</p><p>6. LinkedIn (63 mi)</p><p>7. Messenger (62 mi)</p><p>8. Kwai (48 mi)</p><p>9. Pinterest (28 mi)</p><p>10.Twitter (24 mi)</p><p>Marketing e mídias sociais</p><p>Para atrair um maior número de clientes, muitas</p><p>empresas utilizam as redes sociais com o intuito de</p><p>mostrar que os consumidores estão cada vez mais</p><p>inseridos no âmbito comercial e participam ativamente</p><p>do projeto dos produtos que desejam adquirir. Dessa</p><p>forma, empresas que possuem grande renome no setor</p><p>comercial passaram a utilizar perfis em redes sociais.</p><p>Marketing digital na estratégia</p><p>empresarial</p><p>Segundo Araújo e Rios (2010), a internet já faz parte da cultura</p><p>contemporânea, mesmo que a maior parte das pessoas não tenha</p><p>conhecimentos tão profundos sobre ela. O mercado, mesmo receoso</p><p>após as experiências erradas com a internet, não pôde mais ignorar o</p><p>crescimento da rede.</p><p>A entrada no marketing on-line não foi fácil para grande parte das</p><p>empresas. Achar o modelo atual de comunicação com o cliente</p><p>demandou várias tentativas, algumas causando até incômodos aos</p><p>usuários como o spam. Foram feitos muitos estudos sobre o marketing</p><p>na internet que geraram algumas estratégias para ganhar relevância.</p><p>Marketing digital na estratégia</p><p>empresarial</p><p>A ferramenta que mais ganhou fama foi a Search Engine</p><p>Optimization (SEO). Segundo Okada e Souza (2011) SEO é</p><p>um conjunto de técnicas que utilizam marcadores e tags</p><p>para que determinada página na web tenha uma colocação</p><p>melhor em sites de busca. A importância da posição no</p><p>ranking de sites de buscas é essencial para obter relevância</p><p>na internet que estamos hoje onde o principal navegador</p><p>usado (Google Chrome) tem embutido o sistema de busca</p><p>do Google. O SEO se tornou tão utilizado que logo em</p><p>seguida surgiu o temo Search Engine Marketing (SEM), que</p><p>se referia ás estratégias que envolviam o SEO.</p><p>Marketing digital na estratégia</p><p>empresarial</p><p>A estratégia na internet atualmente está no marketing</p><p>dentro do contexto do conteúdo, não existe lógica em ter</p><p>um anúncio de maquiagem em um site esportivo, por</p><p>exemplo, e isso vem dado certo significantemente,</p><p>porém uma evolução desta estratégia está se delineando</p><p>na rede.</p><p>Hoje a internet está cheia de formadores de opinião e</p><p>dominada por eles, que possuem um uma legião de fãs,</p><p>este fenômeno chamou a atenção de grandes marcas</p><p>que agora ligam seu produto não apenas ao contexto</p><p>mas também se tornam o conteúdo.</p><p>Marketing digital na estratégia</p><p>empresarial</p><p>A estratégia utilizando o marketing digital está em</p><p>constante evolução assim como o meio em que ela</p><p>está. O feedback imediato do consumidor é a arma</p><p>mais poderosa para a análise do mercado, o sucesso</p><p>de uma ação na internet depende da recepção dos</p><p>internautas, dando à estes um poder sobre os</p><p>movimentos do mercado. A estratégia agora passa</p><p>por um novo desafio, se soltar das amarras e</p><p>conseguir fluir diante das mudanças da internet.</p><p>Artigo</p><p>As estratégias de precificação e o</p><p>desempenho das empresas, Revista Adm.</p><p>Rev. eletrôn. adm. (Porto Alegre) vol.22.</p><p>Milan, Gabriel Sperandio</p><p>et al.2 Porto Alegre</p><p>mai./ago. 2016</p><p>Introdução</p><p>Na década de 70, Oxenfeldt (1973) já defendia a</p><p>criação de procedimentos sistemáticos para o</p><p>desenvolvimento de estratégias de preços</p><p>(precificação), estruturando as decisões de preços.</p><p>Como os mercados mudam e as empresas alteram</p><p>seus respectivos planos de marketing para</p><p>aproveitar oportunidades e minimizar ameaças,</p><p>gerando lucro e rentabilidade, dentre outras</p><p>decisões, isto obriga aos gestores a adotarem</p><p>estratégias e decisões de preços mais adequadas</p><p>(LANCIONI; SCHAU; SMITH, 2005).</p><p>O preço é um dos principais</p><p>aspectos determinantes para a</p><p>escolha dos produtos pelos</p><p>compradores. Fatores como</p><p>maior diferenciação dos</p><p>produtos, desenvolvimentos</p><p>tecnológicos e globalização da</p><p>economia fizerem com que o</p><p>preço ganhasse importância,</p><p>pois é um dos elementos chave</p><p>para alcançar o volume de</p><p>vendas desejado e por impactar</p><p>nos lucros e na rentabilidade das</p><p>empresas.</p><p>Definição de Preços e a Decisão dos</p><p>Objetivos de Preço</p><p>Dentre os conceitos de preço encontrados na literatura</p><p>existem vários que não são conflitantes, mas</p><p>complementares entre si. Para Churchill Jr. e Peter (2013), o</p><p>preço é conceituado como a quantidade de dinheiro que</p><p>deve ser dada em troca para se adquirir a propriedade ou o</p><p>direito ao consumo ou à utilização de um produto ou</p><p>serviço. O preço estabelece uma base para culminar uma</p><p>troca entre as partes envolvidas, o que pode representar</p><p>uma perspectiva para os compradores e outra para os</p><p>vendedores.</p><p>Definição de Preços e</p><p>a Decisão dos</p><p>Objetivos de Preço</p><p>O preço não é um conceito único, mas</p><p>multidimensional com diferentes significados e</p><p>aplicações para o partícipes de uma negociação</p><p>(HOLLENSEN, 2006; SAXENA, 2009).</p><p>As decisões de preço de uma empresa são</p><p>influenciadas por fatores organizacionais,</p><p>internos, que incluem os objetivos de</p><p>marketing da empresa, as estratégias do mix</p><p>de marketing, os custos e a organização como</p><p>um todo, enquanto os fatores ambientais</p><p>externos incluem a natureza do mercado e da</p><p>demanda, a concorrência e outros elementos</p><p>ambientais (INGENBLEEK; VAN DER LANS,</p><p>2013).</p><p>Não existe, portanto, uma única forma de solucionar e</p><p>organizar a precificação. Antes de definir o preço, a empresa</p><p>deve decidir qual será sua estratégia para a sua oferta, e</p><p>quais serão os objetivos a serem alcançados, pois quanto</p><p>mais claros forem mais fácil será o estabelecimento de</p><p>preços (HINTERHUBER; LIOZU, 2012; 2014).</p><p>Então, para desenvolver um planejamento de preços requer</p><p>que uma empresa se comprometa com um conjunto de</p><p>objetivos, que podem ser expressos em termos de variações</p><p>percentuais de aumento no volume de negócios</p><p>(faturamento, vendas), de participação de mercado (market</p><p>share), de margens de contribuição, de lucro, de</p><p>rentabilidade e de retorno sobre investimentos</p><p>(HINTERHUBER, 2004; LANCIONI, 2005; KOHLI; SURI, 2011).</p><p>Segundo Hinterhuber (2004), o objetivo de preços pode</p><p>variar conforme o tipo de produto e/ou serviço</p><p>comercializado, e ao longo do tempo, mesmo dentro de uma</p><p>empresa ou unidade de negócios, em âmbito regional,</p><p>nacional ou internacional, se for o caso. Embora os objetivos</p><p>de preço se configure como um processo prévio para se</p><p>determinar uma estratégia de preço, a qual será uma base</p><p>para decisões lucrativas e rentáveis a médio e a longo prazo,</p><p>as estratégias de preço são sempre específicas ao contexto</p><p>em análise e, deste modo, os gestores podem ser forçados a</p><p>modificá-las, ou seja, dependem das condições do mercado,</p><p>do comportamento de compradores e competidores e dos</p><p>objetivos de marketing da empresa.</p><p>A Figura abaixo, de forma ilustrativa, traz as nove estratégias</p><p>preço-qualidade possíveis, considerando, como referência, os</p><p>níveis de qualidade do produto e/ou serviço (alta, média e baixa)</p><p>em comparação aos níveis de preço (alto, médio e baixo).</p><p>Relação entre</p><p>as Estratégias</p><p>de Preço (ou de</p><p>Precificação) e</p><p>o Desempenho</p><p>do Negócio</p><p>De todas os elementos disponíveis aos</p><p>gestores de marketing, o preço é o que</p><p>possui maior impacto nos resultados (ou</p><p>desempenho) das empresas. As empresas</p><p>trabalham no sentido de reduzir e, se</p><p>possível, eliminar custos, enquanto que o</p><p>aumento de 1% nos preços de venda pode</p><p>trazer resultados expressivos, desde que</p><p>partindo-se do pressuposto de que este</p><p>aumento não afetará o volume de vendas,</p><p>assim como o contrário também é</p><p>verdadeiro, pois qualquer oscilação nas</p><p>vendas pode afetar a lucratividade e a</p><p>rentabilidade das empresas, fazendo dos</p><p>preços uma decisão crítica (KOHLI; SURIB,</p><p>2011; COPPOOLSE, 2013).</p><p>Noções de</p><p>Empreendedorismo</p><p>Não deixe de assistir:</p><p>As 10 características do bom</p><p>empreendedor, vídeo Sebrae:</p><p>https://youtu.be/xfIU6oukqes</p><p>Passo a passo para elaborar o plano de</p><p>negócios de sua empresa, vídeo Sebrae:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0D</p><p>cKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg</p><p>%C3%B3ciosLucrativos</p><p>https://youtu.be/xfIU6oukqes</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0DcKKjDJQ9M&ab_channel=PequenosNeg%C3%B3ciosLucrativos</p><p>Não deixe de assistir:</p><p>Empreendedorismo Digital! Vídeo G1:</p><p>https://www.youtube.com/watch?time_continue=50&v=cCYgmetAva</p><p>M&feature=emb_title</p><p>Cases de Empreendedorismo digital:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=8j4gqhErnpA</p><p>Final do conteúdo para V1</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4: Noções Gerais de Gestão Empresarial</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11: Processo Decisório</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16: NATUREZA HUMANA – Homem Administrativo</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27: Estratégia Funcional</p><p>Slide 28: Estratégia Competitiva (ou de Negócios)</p><p>Slide 29: Estratégia Corporativa (ou Empresarial)</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33: Missão, Visão e Definição de Negócio</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35: Declaração da Visão</p><p>Slide 36: Características da visão.</p><p>Slide 37: Declaração de Missão</p><p>Slide 38: Características da Missão</p><p>Slide 39: Declaração dos Valores</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42: ERRA, TORRES e TORRES (2003), sugerem seis etapas para o processo de formulação de cenários, as quais serão descritas a seguir:</p><p>Slide 43: Análise ambiental</p><p>Slide 44: Análise SWOT</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47: Cuidados na utilização do Matriz SWOT</p><p>Slide 48: Estabelecimento de Objetivos e Metas</p><p>Slide 49: Interação Entre Cenários, Missão e Objetivos</p><p>Slide 50: Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais:</p><p>Slide 51: Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais:</p><p>Slide 52: Um efetivo plano de comunicação do planejamento estratégico deve ser um instrumento permanente e atuar em três pontos fundamentais:</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54: Noções Básicas de Logística</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56: E no mundo Empresarial?</p><p>Slide 57: Conceito</p><p>Slide 58: O que é a Logística Empresarial?</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60: A evolução da logística para cadeia de suprimentos.</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63: Colocar os produtos ou serviços certos no lugar certo, no momento certo, e nas condições desejadas, dando ao mesmo tempo a melhor contribuição possível para a empresa.</p><p>Slide 64: Objetivos da Logística Empresarial</p><p>Slide 65</p><p>Slide 66: Os custos operacionais</p><p>Slide 67: Os custos do capital</p><p>Slide 68: Se os efeitos dos níveis de atividade logística sobre as receitas da empresa são conhecidos, um objetivo financeiro factível para a logística pode ser expresso na equação batizada de RAL (retorno sobre ativos logísticos), a saber:</p><p>Slide 69</p><p>Slide 70</p><p>Slide 71: Administração de Marketing</p><p>Slide 72: Marketing</p><p>Slide 73: Nomes a serem pesquisados:</p><p>Slide 74: Marketing</p><p>Slide 75: Marketing</p><p>Slide 76: Marketing</p><p>Slide 77</p><p>Slide 78</p><p>Slide 79</p><p>Slide 80</p><p>Slide 81: Conceitos centrais de Marketing</p><p>Slide 82: Troca</p><p>Slide 83</p><p>Slide 84:</p><p>Público</p><p>Slide 85: Valor</p><p>Slide 86: Assim, existem três palavras que merecem também ser consideradas como essenciais e compreendidas por todos os profissionais de Marketing, são elas:</p><p>Slide 87: Ambientes de Marketing</p><p>Slide 88: O importante é você saber que todos os ambientes de Marketing contêm forças capazes de impactar as ações de Marketing e precisam ser monitorados constantemente.</p><p>Slide 89: Evolução do Marketing</p><p>Slide 90: Mercado de trabalho e o perfil do profissional</p><p>Slide 91</p><p>Slide 92</p><p>Slide 93: O MARKETING NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS</p><p>Slide 94: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO MARKETING DE SERVIÇOS</p><p>Slide 95: A Intangibilidade</p><p>Slide 96: A Intangibilidade</p><p>Slide 97: A Intangibilidade</p><p>Slide 98: A Heterogeneidade</p><p>Slide 99: A Heterogeneidade</p><p>Slide 100: A Simultaneidade</p><p>Slide 101: A Simultaneidade</p><p>Slide 102: A Inseparabilidade</p><p>Slide 103: A Inseparabilidade</p><p>Slide 104: A Inseparabilidade</p><p>Slide 105</p><p>Slide 106: O Conceito de Personalização</p><p>Slide 107: O Funcionário em Contato e as Relações Diádicas</p><p>Slide 108</p><p>Slide 109</p><p>Slide 110: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 111</p><p>Slide 112: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 113: Primeiro banner divulgado na internet</p><p>Slide 114: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 115: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 116: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 117: Evolução do marketing digital</p><p>Slide 118: O Uso da Big Data</p><p>Slide 119: Big Data</p><p>Slide 120: Big Data</p><p>Slide 121</p><p>Slide 122: Marketing e mídias sociais</p><p>Slide 123</p><p>Slide 124: Marketing e mídias sociais</p><p>Slide 125: Marketing digital na estratégia empresarial</p><p>Slide 126: Marketing digital na estratégia empresarial</p><p>Slide 127: Marketing digital na estratégia empresarial</p><p>Slide 128: Marketing digital na estratégia empresarial</p><p>Slide 129</p><p>Slide 130: Introdução</p><p>Slide 131</p><p>Slide 132: Definição de Preços e a Decisão dos Objetivos de Preço</p><p>Slide 133: Definição de Preços e a Decisão dos Objetivos de Preço</p><p>Slide 134</p><p>Slide 135</p><p>Slide 136: A Figura abaixo, de forma ilustrativa, traz as nove estratégias preço-qualidade possíveis, considerando, como referência, os níveis de qualidade do produto e/ou serviço (alta, média e baixa) em comparação aos níveis de preço (alto, médio e baix</p><p>Slide 137</p><p>Slide 138</p><p>Slide 139</p><p>Slide 140: Relação entre as Estratégias de Preço (ou de Precificação) e o Desempenho do Negócio</p><p>Slide 141: Noções de Empreendedorismo</p><p>Slide 142</p><p>Slide 143: Final do conteúdo para V1</p>