Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>1</p><p>Português</p><p>Exercícios sobre Concordância Verbal</p><p>Exercícios</p><p>1. Na edição 2177, de 11/08/2010, a revista Veja publicou a reportagem Falar e escrever bem: rumo à</p><p>vitória, com dicas para não “tropeçar” no idioma durante uma entrevista de emprego.</p><p>Identifique a alternativa que apresenta uma explicação INADEQUADA para a correção feita.</p><p>a) Houve algumas dificuldades: o verbo “haver”, no sentido de “existir” é impessoal e não admite</p><p>flexão.</p><p>b) O chefe bloqueou meu último pagamento: deve-se empregar um sinônimo, pois o verbo “reter” é</p><p>defectivo.</p><p>c) Seguem anexos dois trabalhos: é preciso estar atento à concordância verbal e nominal.</p><p>d) Já faz cinco anos: quando indica tempo decorrido, o verbo “fazer” deve permanecer no singular.</p><p>e) Se eu dispuser de uma boa equipe: o verbo “dispor” deve seguir a conjugação do verbo “pôr”.</p><p>2</p><p>Português</p><p>2. (Enem 2011) “Há certos usos consagrados na fala, e até mesmo na escrita, que, a depender do estrato</p><p>social e do nível de escolaridade do falante, são, sem dúvida, previsíveis. Ocorrem até mesmo em</p><p>falantes que dominam a variedade padrão, pois, na verdade, revelam tendências existentes na língua</p><p>em seu processo de mudança que não podem ser bloqueadas em nome de um “ideal linguístico” que</p><p>estaria representado pelas regras da gramática normativa. Usos como ter por haver em construções</p><p>existenciais (tem muitos livros na estante), o do pronome objeto na posição de sujeito (para mim fazer</p><p>o trabalho), a não concordância das passivas com se (aluga-se casas) são indícios da existência, não</p><p>de uma norma única, mas de uma pluralidade de normas, entendida, mais uma vez, norma como</p><p>conjunto de hábitos linguísticos, sem implica- juízo de valor.”</p><p>CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). Ensino de gramática: descrição e uso. São</p><p>Paulo: Contexto, 2007 (fragmento).</p><p>Considerando a reflexão trazida no texto a respeito da multiplicidade do discurso, verifica-se que</p><p>a) Estudantes que não conhecem as diferenças entre língua escrita e língua falada empregam,</p><p>indistintamente, usos aceitos na conversa com amigos quando vão elaborar um texto escrito.</p><p>b) Falantes que dominam a variedade padrão do português do Brasil demonstram usos que</p><p>confirmam a diferença entre a norma idealizada e a efetivamente praticada, mesmo por falantes</p><p>mais escolarizados.</p><p>c) Moradores de diversas regiões do país que enfrentam dificuldades ao se expressar na escrita</p><p>revelam a constante modificação das regras de emprego de pronomes e os casos especiais de</p><p>concordância.</p><p>d) Pessoas que se julgam no direito de contrariar a gramática ensinada na escola gostam de</p><p>apresentar usos não aceitos socialmente para esconderem seu desconhecimento da norma</p><p>padrão.</p><p>e) Usuários que desvendam os mistérios e sutilezas da língua portuguesa empregam formas do</p><p>verbo ter quando, na verdade, deveriam usar formas do verbo haver, contrariando as regras</p><p>gramaticais.</p><p>3. (IFAL) Texto:</p><p>Em Alagoas, 24% da população vive à revelia da leitura e da escrita.</p><p>“[...] Nesse “universo paralelo” dos que vivem à revelia da leitura e da escrita, [1] restam o mercado</p><p>informal como sobrevida, e o distanciamento exponencial de uma sociedade cada vez mais gráfica,</p><p>onde a necessidade de se [2] decifrar os velhos e os novos códigos da língua, como a informática, por</p><p>exemplo, vem transformando a educação formal, ao longo dos tempos, num verdadeiro funil de acesso</p><p>ao mundo sócio, econômico e culturalmente ativo.”</p><p>O Jornal, de 17/10/2010, seção Cidades, pág. A17.</p><p>Com relação à concordância verbal, apenas uma alternativa está errada. Marque-a.</p><p>a) O verbo pode ficar no singular, concordando com o termo preposicionado “da população”, após a</p><p>expressão numérica na manchete.</p><p>b) Segundo a norma gramatical, o verbo, ainda nessa manchete, poderia ficar no plural, concordando</p><p>com o número percentual, que é o núcleo do sujeito.</p><p>c) A concordância do verbo “viver”, nesse trecho, está correta, o que se pode justificar com o seguinte</p><p>exemplo: “Somente 1% dos objetos roubados foi recuperado.”</p><p>d) O verbo “restar” (ref. 1) poderia ficar no singular, concordando com o sujeito mais próximo: “o</p><p>mercado informal”.</p><p>e) O verbo “decifrar” (ref. 2) deveria estar no plural, concordando com o sujeito composto: “os velhos</p><p>e os novos códigos da língua”.</p><p>3</p><p>Português</p><p>4. (Enem 2010) Maurício e o leão chamado Millôr - Livro de Flavia Maria ilustrado por cartunista nasce</p><p>como um dos grandes títulos do gênero infantil “Um livro infantil ilustrado por Millôr há de ter alguma</p><p>grandeza natural, um viço qualquer que o destaque de um gênero que invade as livrarias (2 mil títulos</p><p>novos, todo ano) nem sempre com qualidade. Uma pegada que o afaste do risco de fazer sombra ao</p><p>fato de ser ilustrado por Millôr:” Maurício - O Leão de Menino (CosacNaify, 24 páginas, R$ 35), de Flavia</p><p>Maria, tem essa pegada.</p><p>Disponível em: http://www.revistalingua.com.br. Acesso em: 30 abr. 2010 (fragmento).</p><p>Como qualquer outra variedade linguística, a norma padrão tem suas especificidades. No texto,</p><p>observam-se marcas da norma padrão que são determinadas pelo veículo em que ele circula, que é a</p><p>Revista Língua Portuguesa. Entre essas marcas, evidencia-se</p><p>a) A obediência às normas gramaticais, como a concordância em “um gênero que invade as livrarias”.</p><p>b) A presença de vocabulário arcaico, como em “há de ter alguma grandeza natural”.</p><p>c) O predomínio de linguagem figurada, como em “um viço qualquer que o destaque”.</p><p>d) O emprego de expressões regionais, como em “tem essa pegada”.</p><p>e) O uso de termos técnicos, como em “grandes títulos do gênero infantil”.</p><p>5. “Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia</p><p>mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M</p><p>maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje,</p><p>quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor</p><p>Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se</p><p>abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia</p><p>contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra</p><p>fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e</p><p>Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse</p><p>a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com</p><p>breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e</p><p>duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu</p><p>pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado* e olhei</p><p>atônito para um tipo de chiru*, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os</p><p>olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: - Pois é! Não</p><p>vê que eu sou o sereno...”</p><p>Mário Quintana, As cem melhores crônicas brasileiras.</p><p>* Glossário:</p><p>estremunhado: mal acordado.</p><p>chiru: que ou aquele que tem pele morena, traços acaboclados (regionalismo: Sul do Brasil).</p><p>Considerando que “silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas</p><p>com seu sentido, com a ideia que elas representam”, indique o fragmento em que essa figura de</p><p>linguagem se manifesta.</p><p>a) “olha o mormaço”.</p><p>b) “pois devia contar uns trinta anos”.</p><p>c) “fomos alojados os do meu grupo”.</p><p>d) “com os demais jornalistas do Brasil”.</p><p>e) “pala pendente e chapéu descido sobre os olhos”.</p><p>4</p><p>Português</p><p>6.</p><p>Considerando as frases</p><p>a seguir:</p><p>I. “Minha nova bolsa da Luiz Vitão”.</p><p>II. “Pelo tamanho, deve caber todos os seus sonhos”.</p><p>a) Na frase II, “tamanho” é um pronome demonstrativo, pois substitui o substantivo “bolsa”.</p><p>b) Na frase II, segundo a norma padrão, é inadequada a concordância de número entre o sujeito e o</p><p>verbo.</p><p>c) Na frase I, as palavras “nova” e “minha” são, respectivamente, advérbio e pronome.</p><p>d) Na frase I, é inadequada a concordância do pronome possessivo com o substantivo “Luiz Vitão”.</p><p>e) Na frase II, o pronome “seus” faz referência a um terceiro personagem que não aparece na tira.</p><p>5</p><p>Português</p><p>7. Observe a charge.</p><p>I. Em discurso direto, quanto à concordância, a primeira fala da charge estaria corretamente redigida</p><p>da seguinte forma: Depois dizem: "Os brasileiros não têm incentivo ao esporte."</p><p>II. Na primeira fala, a expressão “ao esporte” poderia ser substituída por à práticas esportivas.</p><p>III. Na segunda fala, a forma verbal está no plural concordando com o sujeito 200 toneladas.</p><p>Está CORRETO o que se afirma em:</p><p>a) I apenas.</p><p>b) III apenas.</p><p>c) I e II apenas.</p><p>d) II e III apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>6</p><p>Português</p><p>Gabarito</p><p>1. B</p><p>Verbos defectivos são aqueles que não possui conjugação em algumas pessoas. Nesse sentido, não</p><p>podemos dizer que é o caso do verbo reter, já que o problema, na questão, é o fato de ele estar conjugado</p><p>de maneira incorreta. Por fim, poderíamos reescrever a frase (sem precisar substituir por um sinônimo)</p><p>da seguinte forma: Inclusive, o chefe reteve meu último pagamento.</p><p>2. B</p><p>O texto trabalha a ideia de que, na língua, há a língua idealizada (a que segue as regras propostas pela</p><p>gramática normativa) e a que, de fato, é praticada, já que até as pessoas que dominam a variedade</p><p>padrão cometem desvios em relação à norma.</p><p>3. C</p><p>No texto, a forma do verbo “viver” aparece no singular, concordando com o termo preposicionado, o que</p><p>não acontece em “1% dos objetos roubados foi recuperado” já que o verbo concorda com a expressão</p><p>numérica.</p><p>4. A</p><p>Até por ser um trecho veiculado em uma revista da língua, podemos desconfiar que se trata de um</p><p>fragmento que corresponde às regras gramaticais. Além disso, as demais alternativas trazem</p><p>informações incorretas sobre o trecho.</p><p>5. C</p><p>Em “fomos alojados os do meu grupo” existe uma silepse de pessoa, já que o verbo “fomos” se refere à</p><p>1ª pessoa do plural e o sujeito está na 3ª pessoa do plural (“os do meu grupo”).</p><p>6. B</p><p>Existe problema de concordância já que o sujeito está no plural (“todos os seus sonhos”) e, por isso, o</p><p>verbo deve estar no plural (“devem caber”).</p><p>7. A</p><p>Está correto apenas o que se afirma na afirmativa I, já que, nesse contexto, não caberia a substituição</p><p>por “práticas esportivas” e o verbo “conseguem” está concordando com o sujeito “vocês”.</p><p>1</p><p>Português</p><p>Concordância nominal</p><p>Teoria</p><p>Concordância nominal</p><p>A concordância é o princípio pelo qual certos termos se adaptam a algumas categorias gramaticais de outros.</p><p>Em outras palavras, a concordância nominal diz respeito ao acordo do nome em relação ao sujeito, sendo que</p><p>o primeiro deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª e 3ª) com o segundo.</p><p>Regra básica</p><p>Como vimos acima, o verbo, termo essencial em uma oração, concorda com o sujeito em número e pessoa.</p><p>Mas, o que são esses atributos? Vejamos abaixo:</p><p>Quanto à pessoa</p><p>Sujeito simples: O verbo concorda com o sujeito, sendo singular ou plural, e pode estar colocado antes ou</p><p>depois do sujeito.</p><p>Exemplo: O menino é um jogador extraordinário.</p><p>(Menino = sujeito simples / É = Verbo)</p><p>Sujeito composto</p><p>Neste caso, as regras de concordância exigem avaliar a posição do sujeito.</p><p>Exemplo: Estão em reunião: o presidente, os ministros e os deputados.</p><p>(O presidente, os ministros e o deputado = sujeito composto / Estão = verbo no plural)</p><p>Sujeito anteposto</p><p>O presidente e os ministros estão em reunião.</p><p>Sujeito posposto:</p><p>Estão em reunião o presidente e os ministros;</p><p>Estão em reunião o presidente e os ministros. (concordância com o núcleo mais próximo)</p><p>2</p><p>Português</p><p>Uso do “se”</p><p>Partícula apassivadora</p><p>Dentro da concordância verbal, o uso da palavra “se” é encontrado como partícula apassivadora, ou seja, faz</p><p>com que o objeto direto da frase assuma a função de sujeito numa oração na voz passiva, em que o sujeito</p><p>sofre a ação verbal. Assim, a concordância verbal deve ser feita sempre com o sujeito paciente, ou quem</p><p>recebe a ação, podendo ficar em ambas pessoas.</p><p>Exemplo: Venderam-se livros. (Livros foram vendidos)</p><p>Partícula de indeterminação do sujeito</p><p>O uso do pronome oblíquo “se” como indeterminador do sujeito exige que o verbo se mantenha na 3ª pessoa</p><p>do singular.</p><p>Exemplo: Precisa-se de trabalhadores. (Alguém/Algo precisa de trabalhadores)</p><p>3</p><p>Português</p><p>Exercícios</p><p>1. Observe a concordância verbal:</p><p>1 – Algum de vós conseguirei a bolsa de estudo?</p><p>2 – Sei que pelo menos um terço dos jogadores estavam dentro do campo naquela hora.</p><p>3 – Os Estados Unidos são um país muito rico.</p><p>4 – No relógio do Largo da Matriz bateu cinco horas: era o sinal esperado.</p><p>a) Somente a frase 1 está errada.</p><p>b) Somente a frase 2 está errada.</p><p>c) As frases 2 e 3 estão erradas.</p><p>d) As frases 1 e 4 estão erradas.</p><p>e) As frases 2 e 4 estão certas.</p><p>2. Qual a alternativa em que as formas dos verbos “bater”, “consertar” e “haver” nas frases abaixo, são</p><p>usadas na concordância correta?</p><p>- As aulas começam quando ____ oito horas.</p><p>- Nessa loja ____ relógios de parede.</p><p>- Ontem ____ ótimos programas na televisão.</p><p>a) batem – consertam-se – houve</p><p>b) bate – consertam-se – havia</p><p>c) bateram – conserta-se – houveram</p><p>d) batiam – conserta-se-ão – haverá</p><p>e) batem – consertarei – haviam</p><p>3. Considere as afirmativas a seguir:</p><p>I. Na frase “Ela trabalha de segunda à sexta-feira”, está correto o emprego do acento indicativo de</p><p>crase, porque sempre ocorre crase antes de dias da semana.</p><p>II. Na frase “A construção das pirâmides egípcias envolveram milhares de trabalhadores e técnicas</p><p>sofisticadas”, há erro quanto à concordância verbal, porque o verbo envolver deveria estar na</p><p>terceira pessoa do singular.</p><p>III. Tanto na palavra saúde quanto na palavra açaí, o acento gráfico sinaliza a existência de hiato.</p><p>IV. Na frase “A primeira cirurgia, transcorreu sem maiores problemas”, está correta a pontuação, uma</p><p>vez que se deve separar com vírgula o sujeito do verbo.</p><p>V. Está correta a concordância nominal na frase “Ela comprou óculos e bolsa caríssimos”, porque o</p><p>adjetivo se refere a ambos os substantivos.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA.</p><p>a) Somente III e V são verdadeiras.</p><p>b) Somente I, III e IV são verdadeiras.</p><p>c) Somente II e III são verdadeiras.</p><p>d) Somente I, IV e V são verdadeiras.</p><p>e) Somente II, III e V são verdadeiras.</p><p>4</p><p>Português</p><p>4. Já ___ anos, ____ neste local árvores e flores. Hoje, só ____ ervas daninhas.</p><p>a) fazem; havia; existe</p><p>b) fazem; havia; existe</p><p>c) fazem; haviam; existem</p><p>d) faz; havia; existem</p><p>e) faz; havia; existe</p><p>5. Leia o texto e responda à questão a seguir:</p><p>Cientistas americanos apresentaram ontem resultados preliminares de uma vacina contra o fumo. O</p><p>medicamento impede que a nicotina - componente do tabaco que causa dependência - chegue ao</p><p>cérebro. Em ratos vacinados, até 64% da nicotina injetada deixou de atingir o sistema nervoso central.</p><p>(O Globo,18/12/99)</p><p>Com relação à concordância verbal no último período do texto, é correto afirmar que</p><p>a) o verbo teria de ficar no plural concordando com o número percentual, que é núcleo do sujeito e</p><p>está no plural.</p><p>b) é admissível a concordância</p><p>no singular, porque o substantivo que especifica o número está no</p><p>singular. c) a concordância só é admitida no singular, haja vista “nicotina” ser o núcleo do sujeito.</p><p>c) a concordância no singular está errada, uma vez que o sujeito é “Em ratos vacinados”.</p><p>d) o verbo fica necessariamente no plural, independente da flexão do substantivo que o especifique,</p><p>se o sujeito é um número percentual acima de 1%.</p><p>5</p><p>Português</p><p>Gabarito</p><p>1. D</p><p>“Quais de vós”, “quantos de nós”, “alguns de nós”, etc. admitem as seguintes concordâncias. Assim, o</p><p>verbo concorda com o pronome indefinido ou interrogativo, ficando na 3ª pessoa do plural ou concorda</p><p>com o pronome pessoal. Porém, se o pronome estiver no singular o verbo ficará na 3ª pessoa do singular.</p><p>Na indicação de horas o verbo bater concorda com o número de horas, que normalmente é o sujeito. O</p><p>verbo bater pode ter outra palavra como sujeito, com a qual deve concordar.</p><p>2. A</p><p>O verbo “bater” empregado com referência às horas concorda com o número de horas. Quando há sujeito,</p><p>o verbo concorda com ele. A partícula “se”, na segunda oração, é apassivadora; concorda com o sujeito</p><p>da oração. Por fim, o verbo “haver”, no sentido de existir, ocorrer, conjuga-se na 3ª pessoa do singular.</p><p>3. E</p><p>As afirmativas (I) e (IV) são incorretas, pois: nem sempre ocorre crase antes de dias da semana, nesse</p><p>caso, não há crase já que não há artigo definido antecedendo “sexta-feira”, há somente a preposição “a”;</p><p>a pontuação está incorreta, uma vez que jamais se deve separar o sujeito do verbo.</p><p>4. D</p><p>O verbo “fazer” e “haver”, quando fazem referência a tempo, são impessoais. Portanto, não são</p><p>flexionados de acordo com a pessoa. Já existir é pessoal e concorda, normalmente, com o sujeito.</p><p>5. B</p><p>Ao retomarmos o último período do texto, nos deparamos com a seguinte estrutura “até 64% da nicotina</p><p>injetada deixou de atingir o sistema nervoso central”. O sujeito é, portanto, composto pelo termo “até 64%</p><p>da nicotina injetada”. Assim, é possível estabelecer a concordância verbal tanto com o percentual 64% e,</p><p>portanto, com o verbo no plural, quanto com o substantivo que especifica o número, isto é, “nicotina” e,</p><p>portanto, com o verbo no singular.</p><p>1</p><p>Português</p><p>Concordância Verbal (regra básica, uso do “se” e uso do infinitivo)</p><p>e (expressões partitivas, aproximativas, verbo “ser”)</p><p>Teoria</p><p>Concordância verbal: regra básica, uso do “se” e uso do infinitivo</p><p>A concordância é o princípio pelo qual certos termos se adaptam a algumas categorias gramaticais de outros.</p><p>Em outras palavras, a concordância verbal diz respeito ao acordo do verbo em relação ao sujeito, sendo que</p><p>o primeiro deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª e 3ª) com o segundo.</p><p>Regra básica: Como vimos acima, o verbo, termo essencial em uma oração, concorda com o sujeito em</p><p>número e pessoa. Mas, o que são esses atributos? Vejamos abaixo:</p><p>Quanto à pessoa:</p><p>Sujeito simples: O verbo concorda com o sujeito, sendo singular ou plural, e pode estar colocado antes ou</p><p>depois do sujeito.</p><p>Exemplo: O menino é um jogador extraordinário</p><p>Menino: Sujeito simples</p><p>É: Verbo</p><p>Sujeito composto: Neste caso, as regras de concordância exigem avaliar a posição do sujeito.</p><p>Exemplo: Estão em reunião o presidente, os ministros e os deputados;</p><p>O presidente, os ministros e o deputado: sujeito composto</p><p>Estão: verbo no plural</p><p>Sujeito anteposto:</p><p>O presidente e os ministros estão em reunião.</p><p>Sujeito posposto:</p><p>Estão em reunião o presidente e os ministros;</p><p>Estão em reunião o presidente e os ministros. (concordância com o núcleo mais próximo)</p><p>2</p><p>Português</p><p>Uso do “se”</p><p>Partícula apassivadora: Dentro da concordância verbal, o uso da palavra “se” é encontrado como partícula</p><p>apassivadora, ou seja, faz com que o objeto direto da frase assuma a função de sujeito numa oração na voz</p><p>passiva, em que o sujeito sofre a ação verbal. Assim, a concordância verbal deve ser feita sempre com o</p><p>sujeito paciente, ou quem recebe a ação, podendo ficar em ambas pessoas.</p><p>Exemplo: Venderam-se livros. (Livros foram vendidos)</p><p>Partícula de indeterminação do sujeito: O uso do pronome oblíquo “se” como indeterminador do sujeito exige</p><p>que o verbo se mantenha na 3ª pessoa do singular.</p><p>Exemplo: Precisa-se de trabalhadores. (Alguém/Algo precisa de trabalhadores)</p><p>Uso do infinitivo</p><p>A concordância verbal correta dos verbos no infinitivo ocorre por dois casos: o infinitivo pessoal sendo</p><p>flexionado e o infinitivo impessoal não. Vejamos exemplos:</p><p>• Concordância verbal com infinitivo pessoal: Sempre haverá um sujeito na oração (mesmo que implícito).</p><p>Exemplo: Isso é para nós comermos durante o filme.</p><p>• Concordância verbal com infinitivo impessoal: Sempre que não houver um sujeito definido, verbo regido</p><p>de uma preposição ou casos no imperativo.</p><p>Exemplo: Parar!</p><p>Exemplo: Ser feliz é muito bom!</p><p>Expressões partitivas, aproximativas, verbo “ser”: A concordância verbal ocorre pelo fato do verbo concordar</p><p>com o sujeito. No entanto, há algumas particularidades e exceções acerca dessa questão na língua</p><p>portuguesa em relação à utilização de expressões partitivas, quantidades aproximadas e com o verbo “ser”.</p><p>Veja abaixo:</p><p>Expressões partitivas</p><p>As expressões partitivas são aquelas que indicam uma parte ou quantidade de algo, por exemplo, as</p><p>expressões: “parte de”, “uma porção de”, “o resto de”, “metade de”, entre outras. Assim, quando o sujeito de</p><p>uma frase é estabelecido por uma expressão partitiva e um substantivo ou pronome no plural, o verbo pode</p><p>tanto ir para o singular quanto para o plural.</p><p>A maior parte dos funcionários votou para a diminuição de carga horária.</p><p>A maior parte dos funcionários votaram para a diminuição de carga horária.</p><p>3</p><p>Português</p><p>Expressões aproximativas</p><p>As expressões aproximativas, diferentemente das partitivas, são compostas por palavras númericas ou que</p><p>expressem determinado sentido, por exemplo: “mais de”, “menos de”, “cerca de” e similares. Nesses casos,</p><p>o verbo vai normalmente para o plural.</p><p>Mais de mil pessoas foram ao casamento.</p><p>Observação: O sujeito formado pelas expressões “mais de um” ou “mais que um”, seguidas de um substantivo,</p><p>o verbo deve permanecer no singular, por exemplo: “Mais de um sujeito correu em busca de donativos.”</p><p>Entretanto, quando essas expressões vêm repetidas ou haja sentido de reciprocidade, o verbo deve ser</p><p>empregado no plural, por exemplo: “Mais de um homem, mais de uma criança não puderam fugir a tempo.”</p><p>Concordância do verbo “ser”</p><p>• Concordância do verbo “ser” com o predicativo do sujeito: Orações iniciadas por pronomes</p><p>interrogrativos (“que?” e “quem?”): “Ele quis saber quem eram seus pais biológicos.”</p><p>Quando o sujeito for um pronome (“isto”, “isso”, “aquilo”, “tudo”) e o predicativo vier expresso por um</p><p>substantivo no plural: “Tudo na vida são verdades.” Por outro lado, não é raro aparecer o verbo no singular,</p><p>em concordância com o pronome demonstrativo ou com o indefinido, por exemplo: “Tudo é flores no</p><p>presente”. Nesse caso, o autor busca realçar um conjunto e não os elementos que o compõem, é, portanto,</p><p>um efeito estilístico.</p><p>Quando o sujeito é uma expressão de sentido coletivo (“o resto”, “o mais”): “O resto são qualidades sem</p><p>importância.”</p><p>Quando a oração for impessoal: “São duas horas da tarde.”</p><p>• Quando o sujeito for nome próprio (pessoa) ou pronome pessoal, o verbo normalmente concorda com</p><p>ele, qualquer que seja o número do predicativo: “Todo eu era olhos e coração.”</p><p>• Quando o sujeito é formado por uma expressão numérica em sua totalidade, o verbo fica no singular:</p><p>“Vinte reais? Não será demais?”</p><p>4</p><p>Português</p><p>Exercícios</p><p>1. Observe a concordância verbal:</p><p>1 – Algum de vós conseguirei</p><p>documentos”.</p><p>10. C</p><p>A forma verbal“estendesse” deveria estar concordando com “providências’, portanto, utilizada no plural.</p><p>1</p><p>Português</p><p>Concordância verbal: regra básica, uso do “se” e uso do infinitivo</p><p>Teoria</p><p>A concordância é o princípio pelo qual certos termos se adaptam a algumas categorias gramaticais de outros.</p><p>Em outras palavras, a concordância verbal diz respeito ao acordo do verbo em relação ao sujeito, sendo que</p><p>o primeiro deve concordar em número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª e 3ª) com o segundo.</p><p>Regra básica</p><p>O verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa.</p><p>- Se o sujeito for simples no singular, o verbo ficará no singular.</p><p>Ex.: O menino foi ao parque.</p><p>- Se o sujeito for simples no plural, o verbo irá para o plural.</p><p>Ex.: Os meninos foram ao parque.</p><p>Uso do “se”</p><p>• Partícula apassivadora:</p><p>Dentro da concordância verbal, o uso da palavra “se” é encontrado como partícula apassivadora, ou seja, faz</p><p>com que o objeto direto da frase assuma a função de sujeito numa oração na voz passiva, em que o sujeito</p><p>sofre a ação verbal. Assim, a concordância verbal deve ser feita sempre com o sujeito paciente, ou quem</p><p>recebe a ação.</p><p>Ex.: Venderam-se livros.</p><p>Vende-se carro.</p><p>• Partícula de indeterminação do sujeito:</p><p>O uso do pronome “se” como indeterminador do sujeito exige que o verbo se mantenha na 3ª pessoa do</p><p>singular.</p><p>Ex.: Precisa-se de trabalhadores. (Alguém/Algo precisa de trabalhadores)</p><p>Número percentual</p><p>A concordância é feita com o número que indica a porcentagem, a menos que seja seguido de substantivo.</p><p>Ex.: 15% votaram a favor.</p><p>1% votou a favor.</p><p>15% da população votou a favor.</p><p>1% dos indivíduos votaram a favor.</p><p>2</p><p>Português</p><p>Expressão “um dos que”</p><p>Recomenda-se que o verbo fique no plural</p><p>Ex.: João foi um dos meninos que tiraram boa nota na prova.</p><p>Nome próprio</p><p>Se houver artigo no plural, o verbo ficará no plural. Caso não haja, o verbo estará no singular, concordando</p><p>com a ideia de “país”.</p><p>Ex.: O Estados Unidos declarou guerra aos seus inimigos.</p><p>Os Estados Unidos declararam guerra aos seus inimigos.</p><p>Pronome relativo “quem”</p><p>O verbo pode ficar na 3ª pessoa do singular ou concordar com o antecedente.</p><p>Ex.: Fui eu quem pediu a conta.</p><p>Fui eu quem pedi a conta.</p><p>Pronome relativo “que”</p><p>O verbo deve concordar com o referente do pronome.</p><p>Ex.: Essa é a planta que cresce muito rápido.</p><p>As plantas que crescem muito rápido pegam sol.</p><p>Sujeito composto anteposto ao verbo</p><p>O verbo vai para o plural, concordando com os núcleos do sujeito.</p><p>Ex.: O gato e o cachorro são animais caseiros.</p><p>Sujeito posposto ao verbo</p><p>O verbo pode ir para o plural ou concordar com o núcleo mais próximo</p><p>Ex.: Foram à praia o pai e os filhos.</p><p>Foi à praia o pai e os filhos.</p><p>Expressões “um e outro” e “nem um nem outro”</p><p>O verbo pode tanto ficar no singular como no plural.</p><p>Ex.: Um e outro sabe o que fazer.</p><p>Nem um nem outro sabem o que fazer.</p><p>Verbo “haver” com sentido de “existir”</p><p>Nesse caso, o verbo “haver” é impessoal. Dessa forma, ficará sempre no singular.</p><p>Ex.: Haverá muitas pessoas na campanha.</p><p>3</p><p>Português</p><p>Verbo “fazer” indicando “tempo decorrido” ou “clima”</p><p>Nesses casos, o verbo “fazer” é impessoal. Assim, ficará sempre no singular.</p><p>Ex.: Faz anos que não nos vemos.</p><p>Faz muito calor no verão carioca.</p><p>Uso do infinitivo</p><p>A concordância verbal correta dos verbos no infinitivo ocorre por dois casos: o infinitivo pessoal sendo</p><p>flexionado e o infinitivo impessoal não. Vejamos exemplos:</p><p>• Concordância verbal com infinitivo pessoal: Sempre haverá um sujeito na oração (mesmo que implícito).</p><p>Ex.: Isso é para nós comermos durante o filme.</p><p>• Concordância verbal com infinitivo impessoal: Sempre que não houver um sujeito definido, verbo regido</p><p>de uma preposição ou casos no imperativo.</p><p>Ex.: Ser feliz é muito bom!</p><p>4</p><p>Português</p><p>Exercícios</p><p>1. Observe a concordância verbal:</p><p>1. Algum de vós conseguirei a bolsa de estudo?</p><p>2. Sei que pelo menos um terço dos jogadores estavam dentro do campo naquela hora.</p><p>3. Os Estados Unidos são um país muito rico.</p><p>4. No relógio do Largo da Matriz bateu cinco horas: era o sinal esperado.</p><p>a) Somente a frase 1 está errada.</p><p>b) Somente a frase 2 está errada.</p><p>c) As frases 2 e 3 estão erradas.</p><p>d) As frases 1 e 4 estão erradas.</p><p>e) As frases 2 e 4 estão certas.</p><p>2. Qual a alternativa em que as formas dos verbos “bater”, “consertar” e “haver” nas frases abaixo, são</p><p>usadas na concordância correta?</p><p>As aulas começam quando ____ oito horas.</p><p>Nessa loja ____ relógios de parede.</p><p>Ontem ____ ótimos programas na televisão.</p><p>a) batem – consertam-se – houve</p><p>b) bate – consertam-se – havia</p><p>c) bateram – conserta-se – houveram</p><p>d) batiam – conserta-se-ão – haverá</p><p>e) batem – consertarei – haviam</p><p>3. Considere as afirmativas a seguir:</p><p>I. Na frase “Ela trabalha de segunda à sexta-feira”, está correto o emprego do acento indicativo de</p><p>crase, porque sempre ocorre crase antes de dias da semana.</p><p>II. Na frase “A construção das pirâmides egípcias envolveram milhares de trabalhadores e técnicas</p><p>sofisticadas”, há erro quanto à concordância verbal, porque o verbo envolver deveria estar na</p><p>terceira pessoa do singular.</p><p>III. Tanto na palavra saúde quanto na palavra açaí, o acento gráfico sinaliza a existência de hiato.</p><p>IV. Na frase “A primeira cirurgia, transcorreu sem maiores problemas”, está correta a pontuação, uma</p><p>vez que se deve separar com vírgula o sujeito do verbo.</p><p>V. Está correta a concordância nominal na frase “Ela comprou óculos e bolsa caríssimos”, porque o</p><p>adjetivo se refere a ambos os substantivos.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA.</p><p>a) Somente III e V são verdadeiras.</p><p>b) Somente I, III e IV são verdadeiras.</p><p>c) Somente II e III são verdadeiras.</p><p>d) Somente I, IV e V são verdadeiras.</p><p>e) Somente II, III e V são verdadeiras.</p><p>5</p><p>Português</p><p>4. Já ___ anos, ____ neste local árvores e flores. Hoje, só ____ ervas daninhas.</p><p>a) fazem; havia; existem</p><p>b) fazem; havia; existe</p><p>c) fazem; haviam; existem</p><p>d) faz; havia; existem</p><p>e) faz; havia; existe</p><p>5. Cientistas americanos apresentaram ontem resultados preliminares de uma vacina contra o fumo. O</p><p>medicamento impede que a nicotina - componente do tabaco que causa dependência - chegue ao</p><p>cérebro. Em ratos vacinados, até 64% da nicotina injetada deixou de atingir o sistema nervoso central.</p><p>(O Globo,18/12/99)</p><p>Com relação à concordância verbal no último período do texto, é correto afirmar que</p><p>a) o verbo teria de ficar no plural concordando com o número percentual, que é núcleo do sujeito e</p><p>está no plural.</p><p>b) é admissível a concordância no singular, porque o substantivo que especifica o número está no</p><p>singular.</p><p>c) a concordância só é admitida no singular, haja vista “nicotina” ser o núcleo do sujeito.</p><p>d) a concordância no singular está errada, uma vez que o sujeito é “Em ratos vacinados”.</p><p>e) o verbo fica necessariamente no plural, independente da flexão do substantivo que o especifique,</p><p>se o sujeito é um número percentual acima de 1%.</p><p>6. No que se refere à concordância verbal, observe as frases abaixo.</p><p>I. Espera-se muitas novidades no campo da informática educacional este ano.</p><p>II. Em todos os países, faz-se muitas promessas aos fabricantes de mídias digitais.</p><p>III. Choveram reclamações sobre o novo celular disponibilizado nas lojas do ramo.</p><p>IV. Houveram-se muito bem os expositores da Feira de Tecnologia do Anhembi.</p><p>Assinale a opção correta:</p><p>a) Apenas as afirmativas I, II e IV estão de acordo com a norma culta.</p><p>b) Apenas as afirmativas II, III e IV estão de acordo com a norma culta.</p><p>c) Apenas as afirmativas I, III e IV estão de acordo com a norma culta.</p><p>d) Apenas as afirmativas</p><p>I e II estão de acordo com a norma culta.</p><p>e) Apenas as afirmativas III e IV estão de acordo com a norma culta.</p><p>6</p><p>Português</p><p>7. Em “Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância (...).”, a concordância verbal, de acordo com a</p><p>variedade padrão da língua, é feita na 3ª pessoa do singular. Em que opção isso também deve ocorrer?</p><p>a) Cresce, no mundo, os casos de rejeição à leitura e consequente valorização de outros meios.</p><p>b) Nas escolas, assiste-se a mudanças no que diz respeito ao prazer de pensar a partir da experiência</p><p>da linguagem.</p><p>c) Devia existir mais programas de incentivo à leitura, uma vez que ela ensina a desenvolver</p><p>raciocínios.</p><p>d) Do lado de fora da sala, ouvia-se os gritos dos alunos, extasiados com a história lida pela</p><p>professora.</p><p>e) Já é comum, na vida cotidiana, os meios tecnológicos de comunicação.</p><p>8. A concordância verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:</p><p>a) O peão e o agricultor, por motivo de força maior, plantará o milho aqui.</p><p>b) Falta setenta dias para começar a colheita do café nas encostas.</p><p>c) O engenheiro ou arquiteto visitará o loteamento amanhã.</p><p>d) São uma hora e quarenta e nove minutos precisamente.</p><p>e) Vende-se terras extensas naquelas regiões longínquas.</p><p>9. Em relação à norma culta da língua portuguesa, a concordância verbal está incorreta em:</p><p>a) Fui eu que pagou a conta.</p><p>b) A maioria dos congressistas aprovaram o projeto.</p><p>c) Alagoas impressiona pela beleza de suas praias.</p><p>d) Tu e teus primos conduzireis a cerimônia.</p><p>e) Havia muitas garotas na festa.</p><p>10. Assinale a frase com erro de concordância verbal:</p><p>a) Que me importavam as questões complexas e extensas?</p><p>b) Nem a mentira nem o dinheiro o aproximaram de seu pai.</p><p>c) Não faltará, para a festa de Ana, pessoas que gostem dela.</p><p>d) Proibiu-se a venda direta e lojas de produtos importados na movimentada avenida.</p><p>7</p><p>Português</p><p>Gabarito</p><p>1. D</p><p>“Quais de vós”, “quantos de nós”, “alguns de nós”, etc. admitem o verbo no plural e no singular. Assim, o</p><p>verbo concorda com o pronome indefinido ou interrogativo, ficando na 3ª pessoa do plural ou concorda</p><p>com o pronome pessoal. Porém, se o pronome estiver no singular, o verbo ficará na 3ª pessoa do singular.</p><p>Na indicação de horas o verbo bater concorda com o número de horas, que normalmente é o sujeito. O</p><p>verbo bater pode ter outra palavra como sujeito, com a qual deve concordar.</p><p>2. A</p><p>O verbo “bater” empregado com referência às horas concorda com o número de horas. Quando há sujeito,</p><p>o verbo concorda com ele. A partícula “se”, na segunda oração, é apassivadora; concorda com o sujeito</p><p>da oração. Por fim, o verbo “haver”, no sentido de existir, ocorrer, conjuga-se na 3ª pessoa do singular.</p><p>3. E</p><p>As afirmativas (I) e (IV) são incorretas, pois: nem sempre ocorre crase antes de dias da semana, nesse</p><p>caso, não há crase já que não há artigo definido antecedendo “sexta-feira”, há somente a preposição “a”;</p><p>a pontuação está incorreta, uma vez que jamais se deve separar o sujeito do verbo.</p><p>4. D</p><p>O verbo “fazer” e “haver”, quando fazem referência a tempo, são impessoais. Portanto, não são</p><p>flexionados de acordo com a pessoa. Já existir é pessoal e concorda, normalmente, com o sujeito.</p><p>5. B</p><p>Ao retomarmos o último período do texto, nos deparamos com a seguinte estrutura “até 64% da nicotina</p><p>injetada deixou de atingir o sistema nervoso central”. O sujeito é, portanto, composto pelo termo “até 64%</p><p>da nicotina injetada”. Assim, é possível estabelecer a concordância verbal tanto com o percentual 64% e,</p><p>portanto, com o verbo no plural, quanto com o substantivo que especifica o número, isto é, “nicotina” e,</p><p>portanto, com o verbo no singular.</p><p>6. E</p><p>As afirmativas [I] e [III] deveriam ser, respectivamente: “Esperam-se muitas novidades no campo da</p><p>informática educacional este ano”; “Em todos os países, fazem-se muitas promessas aos fabricantes de</p><p>mídias digitais”.</p><p>7. B</p><p>A partícula “se” é um índice de indeterminação do sujeito. Assim, o sujeito é indeterminado, ou seja, deve-</p><p>se utilizar o verbo na terceira pessoa do singular. As demais alternativas estão incorretas, pois: a</p><p>concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é plural; a concordância</p><p>verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é plural (“mais programas de incentivo</p><p>à leitura”); a concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, “se” é partícula</p><p>apassivadora e, assim, a frase pode ser lida como “Gritos dos alunos são ouvidos”, portanto, “gritos dos</p><p>alunos” é sujeito; a concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é</p><p>plural (“os meios tecnológicos de comunicação”).</p><p>8</p><p>Português</p><p>8. C</p><p>O sujeito do verbo “plantar” é plural: “o peão e o agricultor”. Dessa forma, a oração deveria ser: “O peão e</p><p>o agricultor, por motivo de força maior, plantarão o milho aqui”; O sujeito do verbo “faltar” é “setenta dias”,</p><p>que está no plural, portanto, a oração deveria ser: “Faltam setenta dias para começar a colheita do café”;</p><p>O sujeito do verbo “ser” é “uma hora e quarenta e nove minutos”, portanto, a oração deveria ser: “É uma</p><p>hora e quarenta e nove minutos precisamente”. O verbo “vender” está na sua forma passiva. Passando-</p><p>se para ativa tem-se: Terras extensas são vendidas. Dessa forma, “terras extensas” é sujeito do verbo</p><p>“vender” e este deve então ser conjugado no plural: Vendem-se terras extensas naquelas regiões</p><p>longínquas.</p><p>9. A</p><p>Tendo em vista que a frase faz referência a um “eu” e, portanto, está na primeira pessoa, os verbos</p><p>deveriam estar em concordância com a primeira pessoa. Assim, a forma “fui” está correta, mas “pagou”</p><p>quebra a concordância, pois está conjugado na terceira pessoa. Para manter a concordância seria</p><p>necessário produzir o período “Fui eu que paguei a conta”.</p><p>10. C</p><p>O sujeito posposto está no plural (“pessoas”), porém o verbo foi conjugado no singular (“faltará”). As</p><p>demais alternativas estão corretas, pois: o sujeito “as questões” concorda com o verbo “importavam”; o</p><p>sujeito composto apresenta seus núcleos acompanhados por “nem” e o verbo, portanto, é conjugado no</p><p>plural; a construção na voz passiva sintética atende os padrões normativos, uma vez que o verbo é</p><p>transitivo direto, em concordância com o sujeito (“a venda”).</p>I e II estão de acordo com a norma culta. 
e) Apenas as afirmativas III e IV estão de acordo com a norma culta. 
 
 
 
 
 
 
6 
Português 
 
7. Em “Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância (...).”, a concordância verbal, de acordo com a 
variedade padrão da língua, é feita na 3ª pessoa do singular. Em que opção isso também deve ocorrer? 
a) Cresce, no mundo, os casos de rejeição à leitura e consequente valorização de outros meios. 
b) Nas escolas, assiste-se a mudanças no que diz respeito ao prazer de pensar a partir da experiência 
da linguagem. 
c) Devia existir mais programas de incentivo à leitura, uma vez que ela ensina a desenvolver 
raciocínios. 
d) Do lado de fora da sala, ouvia-se os gritos dos alunos, extasiados com a história lida pela 
professora. 
e) Já é comum, na vida cotidiana, os meios tecnológicos de comunicação. 
 
 
8. A concordância verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em: 
a) O peão e o agricultor, por motivo de força maior, plantará o milho aqui. 
b) Falta setenta dias para começar a colheita do café nas encostas. 
c) O engenheiro ou arquiteto visitará o loteamento amanhã. 
d) São uma hora e quarenta e nove minutos precisamente. 
e) Vende-se terras extensas naquelas regiões longínquas. 
 
 
9. Em relação à norma culta da língua portuguesa, a concordância verbal está incorreta em: 
a) Fui eu que pagou a conta. 
b) A maioria dos congressistas aprovaram o projeto. 
c) Alagoas impressiona pela beleza de suas praias. 
d) Tu e teus primos conduzireis a cerimônia. 
e) Havia muitas garotas na festa. 
 
 
10. Assinale a frase com erro de concordância verbal: 
a) Que me importavam as questões complexas e extensas? 
b) Nem a mentira nem o dinheiro o aproximaram de seu pai. 
c) Não faltará, para a festa de Ana, pessoas que gostem dela. 
d) Proibiu-se a venda direta e lojas de produtos importados na movimentada avenida. 
 
 
 
 
 
7 
Português 
 
Gabarito 
 
1. D 
“Quais de vós”, “quantos de nós”, “alguns de nós”, etc. admitem o verbo no plural e no singular. Assim, o 
verbo concorda com o pronome indefinido ou interrogativo, ficando na 3ª pessoa do plural ou concorda 
com o pronome pessoal. Porém, se o pronome estiver no singular, o verbo ficará na 3ª pessoa do singular. 
Na indicação de horas o verbo bater concorda com o número de horas, que normalmente é o sujeito. O 
verbo bater pode ter outra palavra como sujeito, com a qual deve concordar. 
 
2. A 
O verbo “bater” empregado com referência às horas concorda com o número de horas. Quando há sujeito, 
o verbo concorda com ele. A partícula “se”, na segunda oração, é apassivadora; concorda com o sujeito 
da oração. Por fim, o verbo “haver”, no sentido de existir, ocorrer, conjuga-se na 3ª pessoa do singular. 
 
3. E 
As afirmativas (I) e (IV) são incorretas, pois: nem sempre ocorre crase antes de dias da semana, nesse 
caso, não há crase já que não há artigo definido antecedendo “sexta-feira”, há somente a preposição “a”; 
a pontuação está incorreta, uma vez que jamais se deve separar o sujeito do verbo. 
 
4. D 
O verbo “fazer” e “haver”, quando fazem referência a tempo, são impessoais. Portanto, não são 
flexionados de acordo com a pessoa. Já existir é pessoal e concorda, normalmente, com o sujeito. 
 
5. B 
Ao retomarmos o último período do texto, nos deparamos com a seguinte estrutura “até 64% da nicotina 
injetada deixou de atingir o sistema nervoso central”. O sujeito é, portanto, composto pelo termo “até 64% 
da nicotina injetada”. Assim, é possível estabelecer a concordância verbal tanto com o percentual 64% e, 
portanto, com o verbo no plural, quanto com o substantivo que especifica o número, isto é, “nicotina” e, 
portanto, com o verbo no singular. 
 
6. E 
As afirmativas [I] e [III] deveriam ser, respectivamente: “Esperam-se muitas novidades no campo da 
informática educacional este ano”; “Em todos os países, fazem-se muitas promessas aos fabricantes de 
mídias digitais”. 
 
7. B 
A partícula “se” é um índice de indeterminação do sujeito. Assim, o sujeito é indeterminado, ou seja, deve-
se utilizar o verbo na terceira pessoa do singular. As demais alternativas estão incorretas, pois: a 
concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é plural; a concordância 
verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é plural (“mais programas de incentivo 
à leitura”); a concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, “se” é partícula 
apassivadora e, assim, a frase pode ser lida como “Gritos dos alunos são ouvidos”, portanto, “gritos dos 
alunos” é sujeito; a concordância verbal deveria ser feita na terceira pessoa do plural, pois o sujeito é 
plural (“os meios tecnológicos de comunicação”). 
 
 
 
 
 
 
 
8 
Português 
 
8. C 
O sujeito do verbo “plantar” é plural: “o peão e o agricultor”. Dessa forma, a oração deveria ser: “O peão e 
o agricultor, por motivo de força maior, plantarão o milho aqui”; O sujeito do verbo “faltar” é “setenta dias”, 
que está no plural, portanto, a oração deveria ser: “Faltam setenta dias para começar a colheita do café”; 
O sujeito do verbo “ser” é “uma hora e quarenta e nove minutos”, portanto, a oração deveria ser: “É uma 
hora e quarenta e nove minutos precisamente”. O verbo “vender” está na sua forma passiva. Passando-
se para ativa tem-se: Terras extensas são vendidas. Dessa forma, “terras extensas” é sujeito do verbo 
“vender” e este deve então ser conjugado no plural: Vendem-se terras extensas naquelas regiões 
longínquas. 
 
9. A 
Tendo em vista que a frase faz referência a um “eu” e, portanto, está na primeira pessoa, os verbos 
deveriam estar em concordância com a primeira pessoa. Assim, a forma “fui” está correta, mas “pagou” 
quebra a concordância, pois está conjugado na terceira pessoa. Para manter a concordância seria 
necessário produzir o período “Fui eu que paguei a conta”. 
 
10. C 
O sujeito posposto está no plural (“pessoas”), porém o verbo foi conjugado no singular (“faltará”). As 
demais alternativas estão corretas, pois: o sujeito “as questões” concorda com o verbo “importavam”; o 
sujeito composto apresenta seus núcleos acompanhados por “nem” e o verbo, portanto, é conjugado no 
plural; a construção na voz passiva sintética atende os padrões normativos, uma vez que o verbo é 
transitivo direto, em concordância com o sujeito (“a venda”).

Mais conteúdos dessa disciplina