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<p>Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I</p><p>DIREITO INTERNACIONAL 7340-60_54501_R_E1_20242 CONTEÚDO</p><p>Usuário mariana.vitalino @aluno.unip.br</p><p>Curso DIREITO INTERNACIONAL</p><p>Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE I</p><p>Iniciado 12/09/24 20:39</p><p>Enviado 12/09/24 20:42</p><p>Status Completada</p><p>Resultado da</p><p>tentativa</p><p>3 em 3 pontos</p><p>Tempo decorrido 3 minutos</p><p>Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas</p><p>respondidas incorretamente</p><p>Pergunta 1</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>d.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Acerca do Direito Internacional atinente à nacionalidade e à extradição, assinale a opção</p><p>correta.</p><p>Considere que, durante uma viagem de navio, um casal de argentinos,</p><p>que deixara seu país rumo a um passeio pelo Caribe, tenha uma criança</p><p>no momento em que o navio transite no mar territorial brasileiro. Nessa</p><p>situação, a criança terá nacionalidade brasileira.</p><p>A perda da nacionalidade brasileira somente poderá ocorrer caso haja</p><p>aquisição de outra nacionalidade por naturalização voluntária.</p><p>A extradição é um ato estatal que obriga o estrangeiro a sair do território</p><p>nacional, ao qual não poderá mais retornar.</p><p>Nacionalidade é o vínculo entre o indivíduo e a nação.</p><p>Considere que, durante uma viagem de navio, um casal de argentinos,</p><p>que deixara seu país rumo a um passeio pelo Caribe, tenha uma criança</p><p>no momento em que o navio transite no mar territorial brasileiro. Nessa</p><p>situação, a criança terá nacionalidade brasileira.</p><p>A nacionalidade brasileira originária poderá ser perdida a qualquer</p><p>tempo sem restrições.</p><p>UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>http://company.blackboard.com/</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_360686_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_360686_1&content_id=_4116302_1&mode=reset</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Resposta: D</p><p>Comentário: segundo previsão do artigo 12, inciso I, "a", da Constituição</p><p>Federal de 1988: “São brasileiros natos: a) os nascidos na República</p><p>Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não</p><p>estejam a serviço de seu país”.</p><p>Pergunta 2</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>De acordo com a jurisprudência atual da Corte Europeia de Direitos</p><p>Humanos em matéria de extradição, não se exige que um Estado Parte da</p><p>Convenção Europeia de Direitos Humanos leve em consideração o risco de</p><p>violação grave de direitos humanos do extraditando pelo Estado</p><p>Requerente que não seja parte da Convenção, uma vez que os direitos</p><p>protegidos na Convenção Europeia de Direitos Humanos não vinculam</p><p>Estados terceiros.</p><p>Conforme a Convenção Interamericana sobre o Cumprimento de</p><p>Sentenças Penais no Exterior, o Estado sentenciador conservará sua plena</p><p>jurisdição para a revisão das sentenças proferidas por seus tribunais, mas</p><p>cabe ao Estado receptor do indivíduo transferido a faculdade de conceder</p><p>indulto, anistia ou perdão à pessoa sentenciada.</p><p>O acordo de extradição do Mercosul não prevê a denegação da extradição</p><p>por delitos políticos, em virtude do paradigma da con�ança que deve</p><p>imperar na cooperação jurídica internacional em blocos de integração</p><p>econômica.</p><p>De acordo com a jurisprudência atual da Corte Europeia de Direitos</p><p>Humanos em matéria de extradição, não se exige que um Estado Parte da</p><p>Convenção Europeia de Direitos Humanos leve em consideração o risco de</p><p>violação grave de direitos humanos do extraditando pelo Estado</p><p>Requerente que não seja parte da Convenção, uma vez que os direitos</p><p>protegidos na Convenção Europeia de Direitos Humanos não vinculam</p><p>Estados terceiros.</p><p>De acordo com o Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal entre</p><p>o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados</p><p>Unidos da América, a assistência será prestada ainda que o fato sujeito a</p><p>inquérito, investigação ou ação penal não seja punível na legislação de</p><p>ambos os Estados.</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>O Estado brasileiro não rati�cou o Tratado de Viena que permite</p><p>extradição por delitos políticos.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário: segundo previsão da Convenção Europeia de Direitos</p><p>Humanos, os direitos ali vinculados não obrigam Estados-Terceiros.</p><p>Pergunta 3</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Com relação aos tratados internacionais, assinale a opção correta à luz da Convenção de</p><p>Viena sobre Direito dos Tratados, de 1969.</p><p>Uma parte não pode invocar as disposições de seu direito interno para</p><p>justi�car o inadimplemento de um tratado.</p><p>Uma parte não pode invocar as disposições de seu direito interno para</p><p>justi�car o inadimplemento de um tratado.</p><p>Reserva constitui uma declaração bilateral feita pelos Estados ao</p><p>assinarem um tratado.</p><p>Apenas o chefe de Estado pode celebrar tratado internacional.</p><p>Ainda que a existência de relações diplomáticas ou consulares seja</p><p>indispensável à aplicação de um tratado, o rompimento dessas relações,</p><p>em um mesmo tratado, não afetará as relações jurídicas estabelecidas</p><p>entre as partes.</p><p>O Brasil não é signatário da Convenção de Viena sobre Direitos dos</p><p>Tratados por ser contrário aos interesses nacionais.</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário: segundo artigo 46, do Decreto n. 7030/2009 - quanto ao</p><p>direito interno sobre competência para concluir Tratados -, o Estado não</p><p>pode invocar o fato de que seu consentimento em se obrigar por um</p><p>tratado foi expresso em violação de uma disposição de seu direito interno</p><p>sobre competência para concluir tratados, a não ser que essa violação</p><p>fosse manifesta e dissesse respeito a uma norma de seu direito interno de</p><p>importância fundamental. Uma violação é manifesta se for objetivamente</p><p>evidente para qualquer Estado que proceda, na matéria, de conformidade</p><p>com a prática normal e de boa fé.</p><p>Pergunta 4</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, os países costeiros</p><p>têm direito a declarar uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE). É delimitada por uma linha</p><p>imaginária situada a:</p><p>200 milhas marítimas da costa.</p><p>50 milhas marítimas da costa.</p><p>150 milhas marítimas da costa.</p><p>200 milhas marítimas da costa.</p><p>500 milhas marítimas da costa.</p><p>1.000 milhas marítimas da costa.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário: o artigo 57, da CNUDM, declara que a largura da zona</p><p>econômica exclusiva não se estenderá além de 200 milhas marítimas</p><p>das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar</p><p>territorial.</p><p>Pergunta 5</p><p>Resposta Selecionada: a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>Dentre os enunciados, somente estão corretos:</p><p>I - A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar reconhece, na zona econômica</p><p>exclusiva, os direitos do Estado costeiro para exploração e aproveitamento, conservação e</p><p>gestão dos recursos naturais, vivos ou não vivos das águas sobrejacentes ao leito do mar,</p><p>do leito do mar e seu subsolo, bem como sua jurisdição no tocante à colocação e à</p><p>utilização de ilhas arti�ciais.</p><p>II - O Estado costeiro, de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do</p><p>Mar, possui o direito de perseguição que só poderá ter início de execução quando o navio</p><p>infrator estiver nas águas internas, no mar territorial ou na zona contígua, podendo</p><p>continuar e terminar no mar territorial de terceiro Estado desde que a perseguição tenha</p><p>sido contínua e não tiver sido interrompida.</p><p>III - De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, em caso de</p><p>abalroamento</p><p>entre navios mercantes em alto-mar, a jurisdição penal pode ser exercida</p><p>pelo Estado da bandeira de qualquer um dos navios envolvidos ou ainda por Estado</p><p>terceiro em cujo porto os navios buscaram abrigo após o incidente.</p><p>IV - De acordo com a convenção sobre infrações e certos outros atos praticados a bordo de</p><p>aeronaves, o Estado contratante que não for o da matrícula da aeronave pode exercer sua</p><p>jurisdição penal em relação à infração cometida a bordo, caso tal exercício de jurisdição</p><p>seja necessário para cumprir obrigações internacionais multilaterais.</p><p>I e IV.</p><p>I e IV.</p><p>I, III e IV.</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Todos estão corretos.</p><p>II e III.</p><p>Todos estão incorretos.</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário: estão previstas, de forma expressa na Convenção das</p><p>Nações Unidas sobre Direito de Mar, as condições a�rmadas nas opções</p><p>I e IV no que tange ao exercício do direito à zona econômica exclusiva e</p><p>jurisdição para cumprimento de obrigações internacionais.</p><p>Pergunta 6</p><p>Resposta Selecionada: b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Em razão de sua natureza descentralizada, o Direito Internacional público se desenvolveu</p><p>no sentido de admitir fontes de Direito diferentes daquelas admitidas no Direito interno.</p><p>Que fonte, entre as listadas a seguir, não pode ser considerada fonte de Direito</p><p>Internacional?</p><p>Decisões de Tribunais Constitucionais dos Estados.</p><p>Tratado.</p><p>Decisões de Tribunais Constitucionais dos Estados.</p><p>Costume.</p><p>Princípios gerais de Direito.</p><p>Convenções.</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário: segundo o artigo 38, do Estatuto da Corte Internacional de</p><p>Justiça (CIJ), são fontes do Direito Internacional: as convenções</p><p>internacionais, os costumes internacionais e os princípios gerais do</p><p>Direito. A doutrina e a jurisprudência são meios auxiliares, não</p><p>constituindo fontes em sentido técnico.</p><p>Pergunta 7</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>e.</p><p>Em relação aos sujeitos de Direito Internacional público, assinale a opção correta.</p><p>Dada a natureza da personalidade jurídica das organizações</p><p>internacionais, considera-se reconhecida sua personalidade mesmo por</p><p>Estados que não tenham rati�cado seu tratado constitutivo.</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Não é possível que organizações internacionais participem do processo</p><p>de criação de outras organizações internacionais, pois a iniciativa da</p><p>criação desse tipo de organização cabe aos Estados.</p><p>Dado o elenco dos elementos constitutivos de um Estado constante da</p><p>Convenção Interamericana sobre Direitos e Deveres dos Estados de</p><p>Montevidéu, é correto a�rmar que o reconhecimento de um governo</p><p>pelos Estados signatários dessa convenção implica no reconhecimento de</p><p>um Estado a ele relacionado.</p><p>A jurisprudência do TST reconhece a imunidade absoluta de jurisdição</p><p>dos Estados estrangeiros.</p><p>A imunidade de execução dos Estados estrangeiros é prevista em regras</p><p>costumeiras internacionais.</p><p>Dada a natureza da personalidade jurídica das organizações</p><p>internacionais, considera-se reconhecida sua personalidade mesmo por</p><p>Estados que não tenham rati�cado seu tratado constitutivo.</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário: as organizações internacionais são sujeitos secundários do</p><p>Direito Internacional público, logo, são entidades criadas a partir da</p><p>vontade de Estados, para defender seus interesses, e só então adquirem</p><p>personalidade jurídica derivada deles.</p><p>Pergunta 8</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>No que concerne à perda e à reaquisição da nacionalidade brasileira, assinale a opção</p><p>correta.</p><p>Brasileiro naturalizado que, em virtude de atividade nociva ao Estado,</p><p>tiver sua naturalização cancelada por sentença judicial só poderá</p><p>readquiri-la mediante ação rescisória.</p><p>A reaquisição de nacionalidade brasileira é conferida por lei de iniciativa</p><p>do presidente da República.</p><p>Em nenhuma hipótese, brasileiro nato perde a nacionalidade brasileira.</p><p>Brasileiro naturalizado que, em virtude de atividade nociva ao Estado,</p><p>tiver sua naturalização cancelada por sentença judicial só poderá</p><p>readquiri-la mediante ação rescisória.</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Eventual pedido de reaquisição de nacionalidade feito por brasileiro</p><p>naturalizado será processado no Ministério das Relações Exteriores.</p><p>Segundo Tratado Internacional que o Brasil é signatário, não há</p><p>possibilidade de perda de nacionalidade brasileira.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário: segundo o artigo 20, da Constituição Federal de 1988, as</p><p>situações que promovem a perda da nacionalidade são apenas duas:</p><p>I. Cancelamento da naturalização por sentença judicial, em virtude de</p><p>atividade nociva ao interesse nacional;</p><p>II. Aquisição de outra nacionalidade.</p><p>Pergunta 9</p><p>I. Em relação ao Direito dos Tratados e ao ordenamento jurídico</p><p>brasileiro, a formulação de reservas é, via de regra, facultada ao</p><p>Estado que assina, rati�ca, aceita, aprova ou adere a um tratado,</p><p>mas o próprio tratado pode proibi-las. Exempli�ca tal vedação o</p><p>Estatuto de Roma, que criou o Tribunal Penal Internacional.</p><p>II. Em relação ao Direito dos Tratados e ao ordenamento jurídico</p><p>brasileiro, a regra que veda ao Estado invocar o fato de que seu</p><p>consentimento em se obrigar por um tratado foi expresso em</p><p>violação de uma disposição de seu direito interno sobre</p><p>competência para concluir tratados não admite exceção.</p><p>III. Em relação ao Direito dos Tratados e ao ordenamento jurídico</p><p>brasileiro, a Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados,</p><p>concluída em 23 de maio de 1969, somente foi promulgada sem</p><p>reservas, no Brasil, em 14 de dezembro de 2009, pelo Decreto n.</p><p>7.030.</p><p>IV. Com relação ao estatuto jurídico dos tratados internacionais no</p><p>Direito brasileiro, os tratados internacionais se incorporam ao</p><p>ordenamento jurídico brasileiro com o status de emenda</p><p>constitucional.</p><p>V. Acerca do processo de incorporação, vigência e extinção dos</p><p>tratados internacionais relativos a direitos humanos no</p><p>ordenamento jurídico brasileiro, tratados internacionais relativos a</p><p>direitos humanos podem conter autorização expressa para</p><p>formulação de quaisquer reservas que o Estado-parte considere</p><p>apropriadas, desde que tais reservas não sejam incompatíveis com</p><p>o objeto e o �m do tratado, não estando sujeitas à aceitação</p><p>ulterior dos demais Estados contratantes.</p><p>Sobre Tratados Internacionais, identi�que como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes</p><p>a�rmativas:</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>Resposta Selecionada: b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.</p><p>V, F, F, F, V.</p><p>V, V, V, V, F.</p><p>V, F, F, F, V.</p><p>F, V, F, F, V.</p><p>F, F, F, F, F.</p><p>V, F, F, V, F.</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário: sobre o tema formas de incorporação de tratados no</p><p>ordenamento jurídico brasileiro, bem como sobre o direito de reserva, as</p><p>a�rmações I e V estão corretas, consoante previsão legal quando a</p><p>matéria objeto do tratado se referir a direitos humanos.</p><p>Pergunta 10</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>“Até hoje, o sistema legislativo internacional é de forma horizontal, não havendo nenhum</p><p>órgão legislativo da sociedade internacional. [...] Não há autoridade legislativa que adote</p><p>uma legislação universalmente vinculativa e não há corte internacional com jurisdição</p><p>compulsória. [...] Já que não existe uma constituição da sociedade internacional que possa</p><p>esclarecer as fontes do direito internacional, as cortes internacionais têm tentado</p><p>determinar as suas regras de aplicação. Essa questão é geralmente tratada como fontes do</p><p>direito internacional” (Hee Moon Jo. Introdução ao Direito Internacional. 2. ed. São Paulo: LTr,</p><p>2004, p. 77-8 – com adaptações).</p><p>A respeito do assunto abordado nesse fragmento de texto, assinale a opção correta,</p><p>considerando que CIJ se refere à Corte Internacional de Justiça.</p><p>Jus cogens são normas imperativas de Direito Internacional geral, aceitas e</p><p>reconhecidas pela comunidade internacional dos Estados como um todo,</p><p>que não podem ser derrogadas ou modi�cadas, salvo por norma ulterior</p><p>de Direito Internacional geral</p><p>da mesma natureza, e que podem ter</p><p>fundamento tanto convencional quanto consuetudinário.</p><p>Jus cogens são normas imperativas de Direito Internacional geral, aceitas e</p><p>reconhecidas pela comunidade internacional dos Estados como um todo,</p><p>que não podem ser derrogadas ou modi�cadas, salvo por norma ulterior</p><p>de Direito Internacional geral da mesma natureza, e que podem ter</p><p>fundamento tanto convencional quanto consuetudinário.</p><p>Dada sua soberania, os Estados podem, no que se refere aos atos</p><p>unilaterais autonormativos, voltar atrás quanto a declarações ou</p><p>manifestações formuladas expressamente, não havendo de se falar em</p><p>vinculação ao conteúdo daquilo que formalmente expressaram.</p><p>0,3 em 0,3 pontos</p><p>Quinta-feira, 12 de Setembro de 2024 20h42min35s GMT-03:00</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>O Estatuto da CIJ enumera um rol de fontes que a Corte pode utilizar para</p><p>cumprir sua função de decidir as controvérsias que lhe forem submetidas,</p><p>mas não, do ponto de vista doutrinário, um rol de fontes para o Direito</p><p>Internacional.</p><p>A opinio juris do costume internacional representa uma atividade estatal</p><p>que é normativamente obrigatória, de forma que, conforme já decidido</p><p>pela CIJ, pode-se inferir que há uma norma proibitiva de determinado agir</p><p>quando os Estados não agirem de determinada forma.</p><p>Conforme já decidido pela CIJ, a norma consuetudinária será absorvida ou</p><p>revogada pela norma de tratado internacional se ambas regularem o</p><p>mesmo conteúdo.</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário: o jus cogens compreende o conjunto de normas aceitas e</p><p>reconhecidas pela comunidade internacional, que não podem ser objeto</p><p>de derrogação pela vontade individual dos Estados, de forma que essas</p><p>regras gerais só podem ser modi�cadas por outras de mesma natureza.</p><p>← OK</p>