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<p>Próteses totais</p><p> Com a prótese, devolvemos a função</p><p>mastigatória e a função estética para o</p><p>paciente</p><p> Também “devolvemos” os dentes e</p><p>devolvemos o volume alveolar (através dos</p><p>flancos/gengiva da prótese)</p><p> Cerca de 60% dos Brasileiros idosos que</p><p>tem entre 65 e 74 anos utilizam algum</p><p>tipo de prótese</p><p>o Implante</p><p>o Prótese fixa</p><p>o Prótese total</p><p>o Prótese parcial removível</p><p> Se o paciente não usa prótese, e não tem</p><p>os dentes, algumas mudanças no seu</p><p>rosto começam a ocorrer:</p><p>o Falta de suporte na região</p><p>perioral</p><p>o O queixo vai para frente</p><p>o A ponta do nariz cai</p><p> Isso ocorre com o passar</p><p>dos anos mesmo com os</p><p>dentes, pois temos uma</p><p>remodelação óssea,</p><p>reestruturação da</p><p>musculatura e dos tecidos,</p><p>pois eles precisam se</p><p>adaptar com essas</p><p>mudanças que ocorrem</p><p>com o tempo</p><p>O que buscamos ao instalarmos uma prótese</p><p>total?</p><p> Restabelecer a função mastigatória</p><p> Com a reposição dos dentes perdidos,</p><p>as próteses permitem ao paciente</p><p>edêntulo triturar os alimentos</p><p> Precisamos ter eficiência e habilidade</p><p>mastigatória</p><p> Eficiência mastigatória – forma objetiva</p><p>de mensurar a mastigação.</p><p> É um parâmetro objetivo medido pelo</p><p>grau de trituração de um alimento em</p><p>determinado tempo ou quantidade de</p><p>ciclos mastigatórios</p><p> É quando consigo olhar para o paciente</p><p>e peço para ele mastigar uma bolacha,</p><p>e depois peço para ele fazer a</p><p>regurgitação dessa bolacha (mastiga e</p><p>cospe) – visualizamos o quanto o</p><p>paciente conseguiu triturar o alimento</p><p> Visualizamos o grau de trituração do</p><p>alimento e quantos ciclos mastigatórios o</p><p>paciente fez.</p><p> Consigo responder se o paciente teve ou</p><p>não a eficiência mastigatória</p><p> Consigo quantificar</p><p> Habilidade mastigatória – fator subjetivo</p><p> É um parâmetro subjetivo que trata da</p><p>percepção que o indivíduo tem em</p><p>relação à sua mastigação</p><p> Peço ao paciente se ele acha que tem a</p><p>habilidade de ter uma boa mastigação</p><p>Restabelecer a deglutição</p><p> Paciente consiga deglutir de forma</p><p>correta</p><p> Pedaços pequenos</p><p> Em oclusão os dentes e rebordos devem</p><p>proporcionar a língua e a mandíbula um</p><p>apoio correto, para que a deglutição</p><p>ocorra de forma correta e confortável</p><p>Restabelecer a fonética</p><p> Ter uma fonética adequada</p><p> Alturas corretas dos dentes – dentes</p><p>grandes invadem o espaço fonético e o</p><p>paciente tem dificuldade em pronunciar</p><p>as palavras</p><p> Principalmente em sons sibilantes (sons de</p><p>“S”)</p><p> Os dentes, rebordo, lábios, palato ou a</p><p>combinação deles servem de obstáculos</p><p>na passagem de ar, fazendo com que os</p><p>sons saiam corretos</p><p>Restabelecer a estética e a harmonia facial</p><p> Devolvemos os dentes</p><p> Devolvemos o volume</p><p> Suporte aos tecidos</p><p>Próteses totais</p><p> Quando perdemos os dentes, temos</p><p>reabsorções do rebordo alveolar – falta</p><p>de apoio dentoalveolar</p><p>o No arco superior - parte anterior,</p><p>perto da ponta do nariz tende a</p><p>reabsorver drasticamente</p><p>o No arco inferior se dá de uma</p><p>maneira mais vertical, perdemos</p><p>tamanho em toda a extensão do</p><p>rebordo</p><p>Componentes e classificação</p><p> Componentes: Base e Dentes</p><p>BASE</p><p>o Flancos labiais</p><p> Região de incisivos</p><p>centrais (sup./inf.) a Canino</p><p> Está em baixo do lábio,</p><p>dando suporte ao lábio</p><p>o Flancos bucais</p><p> Região lateral de PM e M</p><p>(sup./inf.)</p><p> Em contato com a</p><p>bochecha</p><p>o Flancos linguais</p><p> Região interna, onde a</p><p>língua se acomoda (inf.)</p><p>o Flancos distolinguais</p><p> Parte mais posterior, atrás</p><p>do 2º/3º molares (inf.)</p><p>o Palato</p><p> Parte superior</p><p>DENTES</p><p>o Resina: mais utilizados</p><p>o Porcelana</p><p> Classificação das próteses totais:</p><p>LOCALIZAÇÃO</p><p>o Bimaxilar</p><p>o Arco superior – prótese total de maxila</p><p>ou prótese total superior</p><p>o Arco inferior – prótese total de</p><p>mandíbula ou prótese total inferior</p><p>MECANISMOS DE RETENÇÃO E SUPORTE</p><p>o Prótese total removível</p><p>(Convencional)</p><p>o Tirar e colocar para poder</p><p>higienizar</p><p>o É suportada e retida por meio</p><p>do contato com a mucosa</p><p>o Sobredentadura (Overdenture)</p><p>o Próteses removíveis que são</p><p>fixadas (dentorretidas ou</p><p>implantorretidas), que são</p><p>muco suportadas</p><p>o Suportadas pela mucosa, com</p><p>encaixe em raízes ou implantes</p><p>o Prótese total fixa (Protocolo)</p><p>o Fixa sobre os implantes</p><p>o Paciente não consegue</p><p>remover, só nas manutenções</p><p>com o dentista</p><p>o Não se apoia em mucosa</p><p>MOMENTO DA INSTALAÇÃO</p><p>o Imediata – paciente veio e já instalamos</p><p>o É instalada imediatamente após</p><p>uma exodontia</p><p>o Vai ter a cicatrização da gengiva</p><p>e uma perda de volume do</p><p>rebordo alveolar, então dentro de</p><p>alguns meses precisamos substituir</p><p>ou reembasar</p><p>o Mediata – paciente já usa uma prótese,</p><p>e chega para fazer uma nova prótese</p><p>o Leva um período para ser</p><p>instalada. Forma tardia</p><p>o Geralmente feita em 90 dias ou</p><p>mais após a perda dos dentes</p><p>naturais – quando ocorre a</p><p>cicatrização gengival e o</p><p>reparo ósseo dos alvéolos</p><p>o É a mais comum</p><p>TIPO DO MATERIAL DA PARTE INTERNA DA</p><p>BASE</p><p>o Base Rígida – mais comum</p><p>o Base de acrílico do palato</p><p>o Mais durável e possibilita a</p><p>manutenção e higienização serem</p><p>mais fáceis</p><p>o Base Macia – soft, macio, resiliente</p><p>o Camada interna da base da</p><p>prótese que fica em contato com</p><p>o rebordo é de material macio</p><p>o Quando o paciente fez alguma</p><p>cirurgia e precisamos usar esse</p><p>material resiliente na base da</p><p>prótese</p><p>o Implantes e precisamos esperar o</p><p>efeito de osseointegração, para</p><p>poder ficar os implantes, então na</p><p>PT usamos esse material para não</p><p>ativar esses implantes recém</p><p>instalados</p><p>o Quando preciso tratar o paciente</p><p>com alguma patologia no</p><p>rebordo alveolar</p><p>COR DA RA DA BASE DA PRÓTESE</p><p>o Simples – PT toda base rosa</p><p>o Palato/lingual incolor – aspecto de</p><p>leveza ao aparelho e facilitando a</p><p>identificação de possíveis regiões de</p><p>compressão da mucosa que precisam de</p><p>ajustes</p><p>o Próteses caracterizadas – características</p><p>de uma dentição natural em uma prótese</p><p>o Diferentes tonalidades de</p><p>gengiva</p><p>o Bossas dentais</p><p>o Elevações de raíz na parte</p><p>superior</p><p>Área basal</p><p> É a área que suportará a base da</p><p>prótese</p><p> É dividida em regiões:</p><p>ZONA 1 (PRIMÁRIA/PRINCIPAL) DE</p><p>RESISTÊNCIA AOS ESFORÇOS</p><p>MASTIGATÓRIOS</p><p> Região da crista do rebordo</p><p>o Onde tinham os dentes</p><p>o Devem estar centralizadas as</p><p>cargas mastigatórias que são</p><p>transmitidas ao rebordo pelos</p><p>dentes artificiais</p><p>ZONA 2 (SECUNDÁRIA) DE RESISTÊNCIA</p><p>AOS ESFORÇOS MASTIGATÓRIOS</p><p> Vertentes ou flancos do rebordo</p><p>o Está apoiado na prótese</p><p> Flancos labiais, bucais e</p><p>linguais</p><p>o Distribuindo o apoio pela a</p><p>mucosa</p><p>o Sua principal função não é a</p><p>resistência as cargas</p><p>mastigatórias verticais, mas sim</p><p>tem importância na resistência ao</p><p>deslocamento da prótese em</p><p>sentido horizontal</p><p>REGIÕES DE ALÍVIO</p><p> Áreas que podem sofrer uma</p><p>reabsorção/remodelação acelerada por</p><p>muita compressão as estruturas de</p><p>suporte</p><p>o Áreas de nervos</p><p> Nasopalatino</p><p> Mentual</p><p>o Tecido ósseo revestido por</p><p>mucosa fina</p><p> Rafe mediana</p><p> Tórus</p><p> Linha oblíqua interna</p><p> Rebordo em lâmina de</p><p>faca</p><p> Espículas ósseas</p><p>SELADO PERIFÉRICO</p><p> Tem a intenção de no término do flanco</p><p>criar um menisco com uma película de</p><p>saliva e impedir que o ar penetre lá</p><p>dentro e solte a prótese</p><p>o Região marginal (parte de trás,</p><p>bordas) da área basal – limites</p><p>o Tem que ter um contato estrito</p><p>com a prótese com a mucosa</p><p>o Cria um vedamento periférico</p><p>o Se entrar ar, causa perda de</p><p>retenção e deslocamento da</p><p>prótese</p><p>o Contorna a base da prótese</p><p>formando uma película de saliva</p><p> Mapeamento da área Basal</p><p>Freios: se não estiver desenhado na moldeira e</p><p>na prótese, quando o paciente estiver falando,</p><p>vai fazer com que haja uma tração e vai</p><p>derrubar a prótese. OBS: freio lingual deve ser</p><p>aliviado para não traumatizar a mucosa do</p><p>paciente</p><p>Região de travamento posterior: também pode</p><p>ser chamado de selado periférico posterior.</p><p>Quando o paciente morder com os IC a parte</p><p>posterior não deve cair</p><p>Regiões de alivio: Superior – rugas palatinas</p><p>(mais flácido) e Rafe palatina (mais duro e liso).</p><p>Por que devemos aliviar? Pois pode funcionar</p><p>como uma região mais dura e fazer a báscula</p><p>de prótese. Inferior – região de forame mentual</p><p>(existem pacientes que tem uma reabsorção tão</p><p>intensa do rebordo que o rebordo está quase</p><p>no mesmo nível do forame mentoniano, e se esta</p><p>região não for aliviada o paciente vai ser um</p><p>desconforto muito grande quando estiver</p><p>mastigando –leves choques- e vai deixar de usar</p><p>a prótese.</p><p>Limite posterior da mandíbula: parte mais</p><p>posterior, onde vamos ter as papilas</p><p>retromolares</p><p>Princípios físicos</p><p> Retenção e Estabilidade</p><p>RETENÇÃO</p><p> Condição dinâmica, ou seja, quando</p><p>colocamos a prótese em boca e fazemos</p><p>movimentos de abertura e fechamento,</p><p>ela não deixa a prótese cair. Retenção</p><p>no sentido vertical, abertura e</p><p>fechamento</p><p> É a capacidade da prótese de resistir ao</p><p>deslocamento vertical durante os</p><p>movimentos excursivos</p><p> Temos alguns princípios:</p><p>Adesão: corpos diferentes que estão tendo uma</p><p>relação entre si e nessa relação entre si, geram</p><p>forças intermoleculares entre eles. Quanto maior</p><p>a área de contato, maior será a adesão. Na</p><p>boca temos interação entre 3 corpos: mucosa,</p><p>saliva e base da prótese. Na PT ocorre adesão</p><p>entre a saliva e a mucosa e entre a saliva e a</p><p>base da prótese</p><p>Coesão: Acontece no mesmo corpo. É a atração</p><p>de partículas que elas mantém a integridade</p><p>dos corpos da prótese na saliva e dessa saliva</p><p>na mucosa, fazendo com que fique fixa. Adesão</p><p>e coesão andam juntas. É a força de atração</p><p>entre as partículas próximas, dentro de um mesmo</p><p>corpo até que uma força mais intensa rompa</p><p>essa coesão. Ex: remoção da PT ou da moldeira</p><p>que precisamos entrar com a seringa tríplice</p><p>para soltar.</p><p>Tensão Superficial: Distribuição irregular das</p><p>forças de atração entre as moléculas que vai</p><p>formar a película de saliva mais elástica.</p><p>Quando colocamos a prótese e nas bordas da</p><p>prótese forma um menisco que não deixa o ar</p><p>entrar quando a prótese sofre forças de</p><p>deslocamento. Ocorre mais nas bordas da PT</p><p>Pressão Atmosférica: Contribui para a retenção</p><p>da prótese. A pressão atmosférica junto com a</p><p>saliva e o vedamento periférico, pressionamos a</p><p>PT em boca e ela mantem a posição. A pressão</p><p>salivar e a pressão atmosférica externa ajudam</p><p>a pressionar a prótese, mantendo ela em sua</p><p>posição.</p><p>ESTABILIDADE</p><p> Condição dinâmica, ou seja, quando</p><p>colocamos a prótese em boca e fazemos</p><p>movimentos excursivos (lateralidade e</p><p>protrusivos), ela não deixa a prótese</p><p>cair. Capacidade de resistir as forças</p><p>horizontais.</p><p> Caso não tenha todos os fatores, terei</p><p>uma instabilidade da prótese (falar,</p><p>mastigar)</p><p>Área Basal: Quanto maior a extensão da área</p><p>basal, maior é a retenção e estabilidade da</p><p>prótese quanto ao deslocamento. Isso evita o</p><p>deslocamento da prótese nos movimentos</p><p>excursivos, cobertura máxima dos tecidos pela</p><p>prótese (respeitando os limites fisiológicos). OBS:</p><p>se estendermos a área basal envolvendo o</p><p>lábio, quando o paciente for fazer alguma força</p><p>tipo um beijo, o músculo orbicular da boca vai</p><p>causar uma tensão e vai derrubar a PT, e se</p><p>caso estiver aquém, não vai ter a retenção e</p><p>estabilidade necessárias.</p><p>Condição dos Rebordos: Tipo de fibromucosa.</p><p>Rebordos firmes proporcionam melhor</p><p>estabilidade do que rebordos flácidos. Obs: o</p><p>mais desejável é ter uma fibromucosa resiliente,</p><p>que sofre deformação mas tem a capacidade</p><p>de voltar ao normal</p><p>Formato e tamanho dos Flancos: quanto mais</p><p>altos e verticais forem os flancos melhor, mais</p><p>estabilidade eles proporcionarão, com vertentes</p><p>paralelas.</p><p>Relações maxilares/maxilomandibulares: como o</p><p>arco superior se inter-relaciona com o arco</p><p>inferior. Não devemos ter discrepâncias muito</p><p>grandes (normalmente temos uma leve</p><p>discrepância, pois as condições ósseas do arco</p><p>superior são diferentes do arco inferior), pois se</p><p>a discrepância for muito grande, aumenta a</p><p>possibilidade de deslocamento por forças</p><p>mastigatórias e musculares (língua, lábios e</p><p>bochechas)</p><p>Oclusão: precisa ser balanceada bilateral</p><p>(movimentos de lateralidade o paciente precisa</p><p>tocar ambos os lados, caso contrário, terá uma</p><p>desestabilidade, pois durante os movimentos,</p><p>somente a mucosa está suportando).</p><p>Diagnóstico em pt</p><p> Anamnese</p><p>o Deve ser minuciosa</p><p>o Ter paciência</p><p>o Linguagem adequada (que eles</p><p>entendam)</p><p>o Nome</p><p>o Idade</p><p>o Grau de instrução</p><p> Adequar linguagem</p><p>o Ocupação</p><p> Hábitos parafuncionais. Ex:</p><p>Costureira coloca alfinete no</p><p>meio dos dentes da prótese,</p><p>causa desgaste na ATM e nos</p><p>dentes anteriores</p><p>o Histórico médico</p><p> Comorbidades</p><p>o Uso de medicações</p><p>o Limitações físicas</p><p>o Dependência dos familiares</p><p>o Queixa principal</p><p> Deixar o paciente me contar o</p><p>que ele quer, o que veio fazer,</p><p>quais são as expectativas, o</p><p>que ele espera</p><p>o Qualidades e defeitos da prótese</p><p>antiga</p><p>o Tentativas prévias de solução do</p><p>problema</p><p>o Opinião sobre as causas do</p><p>paciente</p><p> Exame clínico</p><p>Extra bucal</p><p>o Alterações de pele e face</p><p>o Ângulos da boca</p><p> Queilite angular – caracteriza por</p><p>perda de DV</p><p> Perfil – fotografar</p><p>o Avaliar se a prótese teve perda de volume</p><p>o Suporte labial</p><p>o Desgaste dos dentes</p><p>o Palpar gânglios linfáticos, cervicais e</p><p>submentuais</p><p>o Palpar músculos da face e mm da</p><p>mastigação</p><p>o Sustentação dos lábios com e sem a PT</p><p>o Sempre fotografar para registar, e</p><p>poder fazer um planejamento completo</p><p>e poder mostrar o antes e depois</p><p>Exame intrabucal</p><p>o Olhar a quantidade e qualidade das</p><p>glândulas salivares</p><p>o Deficiência de salivação derivada de</p><p>medicações</p><p>o Hiperplasias</p><p>o Estomatites</p><p>o Úlcera traumática</p><p>o Tumor</p><p>o Mancha branca</p><p>o Espaço interoclusal</p><p> Perda ou não de DV e DVO</p><p>o Condição de higiene das próteses</p><p>o Rebordos residuais</p><p> Altura</p><p> Espessura</p><p> Formato</p><p> Retenção mecânica</p><p> Tórus</p><p> Grau de reabsorção excessiva</p><p> Discrepâncias</p><p>o Movimentos excursivos</p><p>o Desvios de aberturas</p><p>o MM e ATM</p><p>o Áreas de compressão</p><p> Exames radiográficos</p><p>o Para PT é a panorâmica a mais</p><p>escolhida</p><p> Temos uma visão geral –</p><p>dentes inclusos, raízes</p><p>residuais, quantidade</p><p>óssea, investigar tumores</p><p>o Em caso de dúvidas posso pedir</p><p>um RX periapical da região ou</p><p>uma TCFC (tomografia</p><p>computadorizada de feixe</p><p>cônico)</p><p> Visão mais fidedigna e</p><p>precisão e também altura</p><p>e espessura adequada do</p><p>osso na região</p><p> Exames Complementares</p><p>o Cirurgia ou comorbidade</p><p>sistêmica</p><p> Hemograma Completo</p><p> Glicemia de Jejum</p><p> Creatinina</p><p> Fosfatase alcalina</p>

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