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<p>ESTRATÉGIAS, BENEFÍCIOS E AÇÕES DE VACINAÇÃO</p><p>dos</p><p>Varíola: a grande mazela dos</p><p>séculos passados</p><p>Varíola Registros históricos da varíola</p><p>Surgimento da vacinação</p><p>• Criador do conceito das vacinas:</p><p>Edward Jenner</p><p>• Em maio de 1796, Jenner inoculou no</p><p>braço de uma criança material de pústulas</p><p>de tetas de vacas com varíola bovina</p><p>(vaccinia)</p><p>https://www.gettyimages.com.br/fotos/edward-jenner-and-the-innocula</p><p>tion?family=creative&license=rf&phrase=Edward%20jenner%20and%20t</p><p>he%20innoculation&sort=mostpopular#license</p><p>http://www.gettyimages.com.br/fotos/edward-jenner-and-the-innocula</p><p>http://www.gettyimages.com.br/fotos/edward-jenner-and-the-innocula</p><p>Em 1980, a varíola foi erradicada</p><p>• A varíola foi considerada erradicada pela Organização Mundial de Saúde</p><p>Poliomielite</p><p>Doença viral capaz de levar à perda de locomoção e má-formação</p><p>Poliomielite</p><p>A doença apresenta</p><p>vacinas eficazes que</p><p>tiveram impacto no</p><p>número de casos</p><p>Albert Sabin</p><p>Poliomielite</p><p>A poliomielite ainda permanece</p><p>https://media.gettyimages.com/photos/middle-east-persian-g</p><p>ulf-and-pakistanafganistan-region-map-iii-picture-id15753002</p><p>9?k=6&m=157530029&s=612x612&w=0&h=t9upGKK_QZgOlA</p><p>3ma5PVT7hxFWP82Cn5dCHvWPpyCQI=</p><p>Tríplice viral - MMR</p><p>1971 - Vírus atenuados de sarampo, caxumba e rubéola</p><p>Benefícios da vacinação</p><p>para a sociedade</p><p>Por que a vacinação é tão importante?</p><p>● Redução do número de casos de doenças infecciosas em toda a comunidade,</p><p>uma vez que a transmissão é diminuída;</p><p>● Diminuição do número de hospitalizações;</p><p>● Redução de gastos com medicamentos;</p><p>● Redução da mortandade;</p><p>● Erradicação de doenças.</p><p>Calendário de vacinação</p><p>No Brasil, a grande maioria das vacinas é disponibilizada pelo SUS. Várias vacinas são administradas</p><p>com uma ou mais doses reforço.</p><p>OBRIGADA!</p><p>Profa. Dra. Jordana Grazziela Coelho dos Reis</p><p>jordanareis@ufmg.br</p><p>REQUISITOS TÉCNICOS E LEGISLAÇÃO APLICADOS</p><p>À VACINAÇÃO</p><p>Profa. Josélia Frade</p><p>Papel dos farmacêuticos na</p><p>imunização</p><p>Tradicional</p><p>•pesquisa</p><p>•produção</p><p>•seleção</p><p>•planejamento</p><p>•distribuição e demais</p><p>etapas do ciclo logístico de</p><p>imunobiológicos</p><p>•vigilância de saúde</p><p>•Programa Nacional de</p><p>Imunizações (PNI)</p><p>Recentemente</p><p>•prestar o serviço de</p><p>vacinação</p><p>Regulamentados</p><p>NECESSIDADES DE SAÚDE DO PACIENTE, FAMÍLIA E COMUNIDADE</p><p>Serviços de</p><p>apoio ao</p><p>diagnóstico</p><p>A</p><p>n</p><p>á</p><p>lis</p><p>e</p><p>s</p><p>c</p><p>lí</p><p>n</p><p>ic</p><p>a</p><p>s</p><p>A</p><p>n</p><p>á</p><p>lis</p><p>e</p><p>s</p><p>to</p><p>x</p><p>ic</p><p>o</p><p>ló</p><p>g</p><p>ic</p><p>a</p><p>s</p><p>SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>Grupos de serviços e procedimentos farmacêuticos</p><p>Serviços diretamente relacionados ao paciente, à família e à</p><p>comunidade</p><p>Cuidado farmacêutico (modelo de prática) Práticas</p><p>Integrativas e</p><p>complementares</p><p>Homeopatia</p><p>Acupuntura</p><p>Serviços</p><p>relacionados</p><p>ao</p><p>medicamento</p><p>P</p><p>&</p><p>D</p><p>,</p><p>p</p><p>ro</p><p>d</p><p>u</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>G</p><p>e</p><p>s</p><p>tã</p><p>o</p><p>lo</p><p>g</p><p>ís</p><p>ti</p><p>c</p><p>a Rastreamento em saúde</p><p>Educação em saúde</p><p>Manejo de problema de</p><p>saúde autolimitado</p><p>Dispensação de</p><p>medicamentos</p><p>Conciliação de</p><p>medicamentos</p><p>Monitorização terapêutica</p><p>de medicamentos</p><p>Revisão da</p><p>Farmacoterapia</p><p>Acompanhamento</p><p>farmacoterapêutico</p><p>Gestão da condição de</p><p>saúde</p><p>Fitoterapia</p><p>Floralterapia</p><p>Antroposofia</p><p>Atividades-meio ou de apoio nas</p><p>redes de atenção à saúde</p><p>Atividades-fim nas redes de atenção à saúde</p><p>Serviço de</p><p>vacinação</p><p>Panorama mundial</p><p>https://www.fip.org/file/4751</p><p>Estados Unidos, Canadá, Austrália,</p><p>Suíça, Suécia, Reino Unido,</p><p>Argentina, Portugal, entre outros</p><p>FIP, 2019</p><p>https://www.fip.org/file/4699</p><p>http://www.fip.org/file/4751</p><p>http://www.fip.org/file/4699</p><p>Legislações e notas técnicas</p><p>Apresentam diretrizes para que o serviço de</p><p>vacinação seja oferecido conforme padrões</p><p>técnicos, legais e de estrutura adequados.</p><p>Marcos do processo histórico</p><p>1973</p><p>Lei nº 5.991</p><p>2000</p><p>Portaria Conjunta</p><p>Anvisa/Funasa</p><p>nº 1</p><p>2009</p><p>RDC/Anvisa</p><p>nº 44</p><p>2010</p><p>Carta de</p><p>Itapema</p><p>Marcos do processo histórico</p><p>2011</p><p>Diretrizes de</p><p>Boas Práticas</p><p>Farmacêuticas</p><p>da FIP/OMS</p><p>2013</p><p>Resolução/CFF</p><p>nº 574</p><p>2014</p><p>Lei nº</p><p>13.021</p><p>2013</p><p>Resoluções/CFF</p><p>nº 585 e 586</p><p>Marcos do processo histórico</p><p>2014 a 2020</p><p>Legislações e</p><p>notas técnicas</p><p>municipais e</p><p>estaduais (SC,</p><p>PR, SP, DF, AM)</p><p>2017</p><p>RDC/Anvisa</p><p>nº 197</p><p>2018</p><p>Declaração de</p><p>Astana sobre</p><p>Cuidados de</p><p>Saúde</p><p>Primários/OMS</p><p>Nota Técnica</p><p>Anvisa GRECS-</p><p>GGTES nº 01</p><p>2018</p><p>Resolução</p><p>/CFF</p><p>nº 654</p><p>Portaria Anvisa Funasa</p><p>01/2000 REVOGADA em 2018</p><p>Marcos do processo histórico</p><p>2020</p><p>PORTARIA SAES/MS nº 844</p><p>código 03.01.05.011-2, referente ao</p><p>procedimento administração de</p><p>imunoderivados</p><p>(oral e/ou parenteral)</p><p>CBO farmacêutico</p><p>2020</p><p>RDC nº</p><p>430/Anvisa</p><p>2020</p><p>Portaria</p><p>nº</p><p>1.645/GM</p><p>/MS</p><p>Marcos do processo histórico</p><p>2023</p><p>Lei nº 14.675</p><p>Outras ações do CFF</p><p>•Adaptação de livro da Ordem dos</p><p>farmacêuticos de Portugal</p><p>•Curso Cuidado farmacêutico (módulo</p><p>vacinação)</p><p>Outras ações do CFF</p><p>• Divulgado experiências de farmacêuticos na área de vacinação</p><p>• Participação de audiências públicas (Anvisa/Câmara dos Deputados)</p><p>www.covid19.cff.org.br</p><p>http://www.covid19.cff.org.br/</p><p>Clínicas de vacinação de</p><p>propriedade de farmacêuticos</p><p>www.covid19.cff.org.br</p><p>VacinaClean/TO</p><p>Vacynlife/PR</p><p>Farmácia independente</p><p>Drogaria Longa Vida – Cuiabá/MS</p><p>Farmácia de rede</p><p>Considerações finais</p><p> A regulação da prestação de serviços de vacinação por farmacêuticos no</p><p>Brasil representou grande oportunidade, mas também desafios e novas</p><p>responsabilidades.</p><p> Foi o resultado da coragem dos líderes da profissão, da articulação política,</p><p>de intensos debates, da vontade e da capacidade de profissionais e</p><p>gestores e tem permitido maior visibilidade para a profissão, além de</p><p>reafirmar o papel dos farmacêuticos na promoção da saúde e na</p><p>prevenção de doenças.</p><p>COMPLEMENTAÇÃO</p><p>Atenção!</p><p>Após a gravação da aula a lei Lei nº 14.675/2023 foi sancionada,</p><p>por isso decidiu-se incluir os slides subsequentes e anexar o pdf</p><p>da lei.</p><p>Lei nº 14.675</p><p>Consolidação de que farmacêuticos e enfermeiros, além de médicos, estão</p><p>aptos a assumir responsabilidade técnica dos estabelecimentos.</p><p>Necessidade de comprovação de capacitação periódica quanto aos temas da</p><p>referida legislação.</p><p>Autorização para execução de vacinação extramuros pelos serviços</p><p>habilitados para tal.</p><p>Lei nº 14.675</p><p>Obrigação dos serviços vacinadores:</p><p>• garantir estrutura física,</p><p>• equipamentos,</p><p>• insumos;</p><p>• gerenciamento de processos e tecnologias;</p><p>• assegurar qualidade da cadeia de frio;</p><p>• registro de maneira legível em comprovantes das informações</p><p>referenciadas pela lei; entre outras.</p><p>Lei nº 14.675</p><p>DIREITOS DO PACIENTE quanto ao serviço de vacinação (e estes, devem ser expostos</p><p>de maneira ostensiva e visível ao público, junto aos calendários) - artigo 8ª</p><p>I - acompanhar a retirada do material a ser aplicado do seu local de refrigeração ou</p><p>armazenamento;</p><p>II - conferir o nome e a validade do produto que será aplicado;</p><p>III - receber informações relativas a contraindicações;</p><p>IV - receber orientações relativas à conduta no caso de eventos adversos pós-</p><p>vacinação;</p><p>V - ser esclarecido sobre todos os procedimentos realizados durante a vacinação.</p><p>OBRIGADA!</p><p>Josélia Frade</p><p>joselia@cff.org.br</p><p>Assessora da Presidência/CFF</p><p>REQUISITOS TÉCNICOS E LEGISLAÇÃO APLICADOS</p><p>À VACINAÇÃO</p><p>Prof. Jauri Siqueira</p><p>RDC 197 Anvisa, dez 2017</p><p>• Dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação</p><p>humana</p><p>• Se aplica a todos os serviços [...] públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares</p><p>– Farmácia privadas ou públicas, clínicas, unidades básicas de saúde, laboratórios, hospitais, dentre</p><p>outros</p><p>• Capacitação periódica obrigatória para os profissionais envolvidos nos diferentes</p><p>processos de vacinação - Manter registros</p><p>O estabelecimento deve</p><p>• Estar licenciado para o serviço de vacinação por autoridade sanitária</p><p>competente</p><p>• Estar inscrito e manter seus dados atualizados no Cadastro Nacional de</p><p>Estabelecimentos de Saúde – CNES</p><p>• Ter um responsável técnico e um substituto</p><p>RDC 197 Anvisa - 2017</p><p>O estabelecimento deve</p><p>• Contar com profissional legalmente habilitado para desenvolver as atividades de</p><p>vacinação, enquanto</p><p>o serviço de vacinação estiver sendo oferecido</p><p>– A habilitação é dada pelos conselhos profissionais ou por lei (Nota técnica Anvisa, 01/2018)</p><p>– A RDC 197 não obriga presença enquanto o estabelecimento funcionar mas outras normas,</p><p>que disciplinarem o tema, devem ser cumpridas (Nota técnica Anvisa, 01/2018)</p><p>RDC 197 Anvisa - 2017</p><p>Responsabilidade Técnica</p><p>• O RT do estabelecimento de saúde pode ser o mesmo do serviço de vacinação</p><p>– Precisa ser habilitado para as 2 funções e designado formalmente pelo responsável legal</p><p>• O RT deve ter um substituto (para casos de ausência como férias, licença)</p><p>• Qualquer profissional legalmente habilitado para vacinação pode executar este serviço</p><p>e não somente o RT</p><p>• O RT pelo serviço deve necessariamente ser profissional de nível superior</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>Profissional legalmente habilitado:</p><p>“formação superior ou técnica com suas competências</p><p>atribuídas por lei“ – RDC nº 197 da Anvisa</p><p>Resolução 654, CFF (2018): Estabelece os requisitos necessários à</p><p>prestação do serviço de vacinação pelo farmacêutico</p><p>• serviço de vacinação deve ser prestado exclusivamente por</p><p>farmacêutico devidamente apto</p><p>• presença obrigatória durante todo o período de funcionamento</p><p>do estabelecimento</p><p>Farmacêutico</p><p>apto</p><p>Mínimo de 12 meses de</p><p>experiência de atuação em</p><p>serviços de vacinação</p><p>Farmacêutico: apresentar os documentos</p><p>comprobatórios que atestem sua experiência</p><p>Confirmação ao CRF</p><p>Curso de</p><p>formação</p><p>complementar</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>Portaria 49, CFF (2018)</p><p>Farmacêutico apto</p><p>Experiência Curso de formação</p><p>complementar</p><p>Credenciado pelo CFF</p><p>Oferecido por Instituição de</p><p>ensino credenciada pelo MEC</p><p>Oferecido em pos-graduação</p><p>Oferecido pelo PNI</p><p>Atender aos</p><p>requisitos</p><p>mínimos*</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>Portaria 49, CFF (2018)</p><p>Requisitos mínimos para curso de formação</p><p>• Contemplar os referenciais mínimos obrigatórios (anexo res 654)</p><p>• Ter critérios claros de avaliação e aprovação que alcancem objetivos de</p><p>aprendizagem relativos aos</p><p>– Referenciais teóricos</p><p>– Referenciais práticos</p><p>• Carga horária mínima de 40 horas, sendo no mínimo 20 presenciais</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>Portaria 49, CFF (2018)</p><p>Recomendações ao farmacêutico apto para</p><p>prestar serviço de vacinação</p><p>• Realizar, no mínimo, atualização anual relativa aos conteúdos teóricos afins ao</p><p>serviço de vacinação pelo farmacêutico e ao Programa Nacional de</p><p>Imunização.</p><p>• Realizar curso de Suporte Básico de Vida. Resolução 654, CFF (2018)</p><p>Estabelecimento que realiza serviço de</p><p>vacinação - RDC 197/2017 Anvisa</p><p>• Instalações físicas [...] de acordo com RDC 50/2002 ou a que o</p><p>substituir:</p><p>– “Sala de imunização com 6 m2” e Água Fria Corrente</p><p>• Ter área de recepção dimensionada de acordo com a demanda e</p><p>separada da sala de vacinação</p><p>• Ter sanitário</p><p>• Calendário Nacional de Vacinação do SUS, afixado em local visível</p><p>ao usuário</p><p>Atividades de vacinação e de serviços</p><p>farmacêuticos podem ser realizadas no</p><p>mesmo ambiente.</p><p>Desde que observadas cumulativamente</p><p>as exigências sanitárias para cada</p><p>atividade.</p><p>Não é obrigatório sistema de</p><p>climatização (RDC 50 não exige).</p><p>Importante considerar condições</p><p>adequadas para serviço e saúde</p><p>ocupacional.</p><p>Farmácias localizadas em galerias de</p><p>shoppings podem compartilhar áreas</p><p>comuns destinadas para sanitário</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018.</p><p>Área de metragem mínima da sala</p><p>de 6 m² (RDC nº 50/2002).</p><p>Sala de vacinação</p><p>RDC 197/2017 Anvisa</p><p>a) pia de lavagem;</p><p>b) bancada;</p><p>c) mesa;</p><p>d) cadeira;</p><p>g)local para a guarda dos materiais para</p><p>administração das vacinas;</p><p>h)Recipientes (identificados) para descarte de</p><p>materiais perfurocortantes e de resíduos biológicos;</p><p>i) maca.</p><p>* Área de recepção.</p><p>Sala de vacinação</p><p>RDC 197/2017 Anvisa</p><p>f) Equipamento de refrigeração exclusivo para guarda e conservação</p><p>de vacinas</p><p>• com termômetro de momento com máxima e mínima</p><p>• regularizado perante a Anvisa (consulta via portal da Anvisa na</p><p>aba produtos regularizados e depois produtos para saúde)</p><p>Infraestrutura para conservação das vacinas</p><p>• Deve ter meios para garantir armazenamento adequado mesmo diante de falha</p><p>de energia</p><p>– Um gerador é uma alternativa (mas não é obrigatório segundo a RDC 197)</p><p>– O estabelecimento deve ter um plano de contingência</p><p>• Obrigatório refrigerador regularizado pela Anvisa a partir de dez de 2019</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>Sala de vacinação</p><p>RDC 197/2017 Anvisa</p><p>e) caixa térmica de fácil</p><p>higienização</p><p>j) termômetro de momento,</p><p>com máxima e mínima, com</p><p>cabos extensores para as</p><p>caixas térmicas</p><p>RDC 197, quanto ao gerenciamento de</p><p>tecnologias e processos</p><p>• instituir meios eficazes para o armazenamento das vacinas, garantindo sua conservação,</p><p>eficácia e segurança, mesmo diante de falha no fornecimento de energia elétrica.</p><p>• registrar diariamente “temperatura máxima e da temperatura mínima dos equipamentos</p><p>destinados à conservação das vacinas, utilizando instrumentos devidamente calibrados</p><p>que possibilitem monitoramento contínuo da temperatura.”</p><p>• adotar “procedimentos para preservar a qualidade e a integridade das vacinas quando</p><p>houver necessidade de transportá-las.”</p><p>Manuais Rede de Frio, 2017 e 2014</p><p>Qualquer vacina pode ser aplicada</p><p>Num estabelecimento privado, vacinas não contempladas no Calendário Nacional de</p><p>Vacinação do SUS, somente poderão ser administradas mediante apresentação de</p><p>prescrição médica.</p><p>A dispensação deve necessariamente estar vinculada a administração da vacina.</p><p>Manter no serviço, acessíveis à autoridade sanitária, documentos que comprovem a</p><p>origem das vacinas utilizadas.</p><p>RDC 197 Anvisa - 2017</p><p>Vacinas constantes no calendário oficial</p><p>de vacinação</p><p>• Vacinas do calendário oficial do PNI fazem parte de uma política de saúde</p><p>pública.</p><p>• Exigência de prescrição para não constantes ocorria na Portaria 01/2000</p><p>Funasa/Anvisa.</p><p>• Para imunobiológicos especiais oferecidos nos CRIEs é necessário prescrição</p><p>médica e relatório clínico.</p><p>Nota Técnica Anvisa nº 01-2018</p><p>Vacinação extramuros</p><p>Segundo a RDC 197, vacinação Extramuros de Serviços Privados</p><p>é “atividade vinculada a um serviço de vacinação licenciado,</p><p>que ocorre de forma esporádica, isto é, através de sazonalidade</p><p>ou programa de saúde ocupacional, praticada fora do</p><p>estabelecimento, destinada a uma população específica em um</p><p>ambiente determinado e autorizada pelos órgãos sanitários</p><p>competentes das secretarias estaduais ou municipais de saúde”</p><p>• O farmacêutico deverá comunicar o referido serviço ao CRF</p><p>de sua jurisdição, informando data, período de realização e</p><p>local</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>Vacinação extramuros</p><p>• Somente por estabelecimentos que têm</p><p>licença para serviço de vacinação sob</p><p>autorização do órgão competente por ações de</p><p>vigilância</p><p>– Dentro do mesmo município</p><p>– Cidades que não tenham serviço privado, a</p><p>vigilância local deve definir critérios para</p><p>autorizar estabelecimentos de outro município</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>Vacinação extramuros versus campanha de</p><p>vacinação pública</p><p>Extramuros de serviços privados</p><p>• Atividade vinculada a serviço de vacinação licenciado</p><p>• Fora do estabelecimento</p><p>• Destinada uma população específica em ambiente determinado (p ex escolas,</p><p>empresas)</p><p>• De forma esporádica (sazonalidade ou programa de saúde ocupacional)</p><p>• Temporária (curta duração)</p><p>Campanha Vacinação Pública</p><p>• Faz parte de estratégia de órgãos públicos</p><p>• Vacinar determinado número de pessoas em curto espaço de tempo</p><p>• Objetiva o controle de determinada doença</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>Vacinação em residências</p><p>• Pode ser feita em situações excepcionais, em que a pessoa esteja</p><p>impossibilitada de acesso a serviço de saúde</p><p>• Artigo 19 (RDC 197) “aplicação de vacinas pode ser realizada no</p><p>ponto de assistência ao paciente”</p><p>– Ponto de assistência: local onde ocorrem simultaneamente as presenças do</p><p>paciente,</p><p>profissional de saúde e prestação de assistência ou tratamento</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>Vacinações realizadas por todos os</p><p>serviços de vacinação serão válidas para</p><p>fins legais em todo o território nacional</p><p>Capacitação acerca de conduta a ser adotada frente a</p><p>intercorrências</p><p>O serviço deve garantir atendimento imediato às possíveis intercorrências (art</p><p>13 da RDC 197):</p><p>• in loco (procedimentos clínicos e estrutura como materiais, equipamentos,</p><p>profissionais capacitados) para realizar o primeiro atendimento</p><p>Ou</p><p>• Através de plano de contingência que contemple serviço de remoção e um</p><p>serviço de saúde para cumprir este requisito</p><p>O serviço deve conferir a respectiva capacitação a depender da estratégia</p><p>adotada</p><p>Nota Técnica NOTA TÉCNICA GRECS-GGTES nº 01-2018</p><p>São atribuições do farmacêutico apto</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>I.- Elaborar Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) relacionados à prestação</p><p>do serviço de vacinação.</p><p>II.– Notificar ao sistema de notificações da Anvisa, ou outro que venha a</p><p>substitui-lo, a ocorrência de incidentes, eventos adversos pós-vacinação (EAPV) e</p><p>queixas técnicas (QT), relacionados à utilização de vacinas, investigando eventuais</p><p>falhas relacionadas em seu gerenciamento de tecnologias e processos</p><p>São atribuições do farmacêutico apto</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>III - Fornecer ao paciente/usuário a declaração do serviço prestado, nos termos da</p><p>legislação vigente, contendo, ainda, as seguintes informações:</p><p>a) nome da vacina</p><p>b)informações complementares, tais como nome do fabricante, número de lote e prazo de</p><p>validade da vacina administrada;</p><p>c) orientação farmacêutica quando couber;</p><p>d)data, assinatura e identificação do farmacêutico responsável pelo serviço prestado,</p><p>incluindo número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia (CRF) da sua jurisdição;</p><p>e) data da próxima dose, quando couber</p><p>São atribuições do farmacêutico apto</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>IV.– Registrar as informações referentes às vacinas aplicadas no cartão de vacinação</p><p>do paciente/usuário, no sistema de informação definido pelo Ministério da Saúde e</p><p>no prontuário individual do paciente/usuário</p><p>V.– Enviar à Secretaria Municipal de Saúde, mensalmente, as doses administradas</p><p>segundo modelos padronizados no Sistema de Informação do Programa Nacional de</p><p>Imunização (SIPNI) ou outro que venha a substituí-lo</p><p>São atribuições do farmacêutico apto</p><p>Resolução 654, CFF (2018)</p><p>VI.– Utilizar, preferencialmente, um sistema informatizado</p><p>como o REGISTRE do Conselho Federal de Farmácia ou outro</p><p>que venha a substituí-lo</p><p>VII.- Elaborar Plano de Gerenciamento de Resíduos de</p><p>Serviços de Saúde (PGRSS) relacionado à prestação do</p><p>serviço de vacinação</p><p>OBRIGADO!</p><p>Farm. Esp. Jauri Siqueira – @jauri.jr e jauri.jr@gmail.com</p><p>Farmacêutico, Professor e Consultor em Serviços de Saúde, Inovação em Tecnologia da Saúde</p><p>e Gestão Estratégica Farmacêuticas</p><p>mailto:jauri.jr@gmail.com</p><p>As fake news e a hesitação vacinal</p><p>Profa. Renata Aline de Andrade – renata.andrade@ufvjm.edu.br</p><p>VACINAÇÃO</p><p>3 milhões de mortes são evitadas ao ano por meio das vacinas. Contudo,</p><p>outras 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura vacinal</p><p>global tivesse um alcance maior.</p><p>https://informe.ensp.fiocruz.br/noticias/45247</p><p>PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES</p><p>O Brasil é o país que tem um dos programas nacionais de imunizações mais completos e</p><p>capilarizados do mundo</p><p>BAIXAS COBERTURAS VACINAIS</p><p>BAIXAS COBERTURAS VACINAIS</p><p>AS FAKE NEWS</p><p>Qualquer informação errada, distorcida ou descontextualizada que induz o</p><p>público a tomar decisões erradas</p><p>As notícias falsas se difundem</p><p>mais e também mais rápido que</p><p>as notícias verdadeiras devido</p><p>ao forte apelo emocional</p><p>As FAKE NEWS</p><p>“Uma mentira</p><p>repetida mil vezes, torna-se</p><p>verdade”.</p><p>Joseph Goebbels, ministro da</p><p>Alemanha nazista, 1933-1944</p><p>HESITAÇÃO VACINAL</p><p>Quando o indivíduo deixa de ir ou atrasa a vacinação</p><p>influenciado por três fatores: a confiança, a complacência e a</p><p>conveniência</p><p>baixas coberturas vacinais</p><p>Proteger a sociedade das falsas informações e combater a hesitação vacinal</p><p>e, assim, contribuirmos para a proteção das doenças imunopreveníveis no</p><p>nosso país.</p><p>NOBRE DESAFIO</p><p>OBRIGADA!</p><p>Profa. Renata Aline de Andrade – renata.andrade@ufvjm.edu.br</p><p>ISSN 2527-1091</p><p>Cada família</p><p>tem seu cuidado.</p><p>A vacina cuida</p><p>de todos.</p><p>Uma iniciativa da Comissão</p><p>da Saúde do CNMP</p><p>EXPEDIENTE</p><p>Série MPT em Quadrinhos</p><p>ISSN 2527-1091</p><p>Coordenação: Ministério Público do Trabalho</p><p>no Estado do Espírito Santo (@mpt.es)</p><p>Gerência: Wendell Luís Táboas</p><p>(@wendell.taboas) – MPT/ES</p><p>Roteiro: Sinopse e Roteiro: Silvio Alencar</p><p>(@silvioalencar e linktr.ee/silvioalencar)</p><p>Ilustrações, Cor, Balões, Revisão</p><p>Ortográfica, Diagramação e Editoração:</p><p>DF Marketing Direto (@jeandiazart)</p><p>Colaboraram: Luciano Leivas (Procurador do Trabalho</p><p>no MPT/SC e Vice-Coordenador Nacional da CODEMAT/</p><p>MPT); Cirlene Luiza Zimmermann (Procuradora do</p><p>Trabalho no MPT/RS e Coordenadora Nacional Adjunta</p><p>da CODEMAT/MPT); Luciana Tostes de Guadalupe e Silva</p><p>(Procuradora do Trabalho no MPT/RJ; Jayme Martins de</p><p>Oliveira Neto (Conselheiro Nacional/CNMP e Presidente</p><p>da Comissão da Saúde/CNMP); Jairo Bisol (Promotor de</p><p>Justiça do MPDFT e Membro auxiliar da Comissão da</p><p>Saúde/CNMP); Antonio Sergio Almeida Fonseca (Médico</p><p>infectologista e sanitarista da Rede de Informações e</p><p>Comunicação sobre a exposição ao SARS-CoV-2 em</p><p>trabalhadores no Brasil - CESTEH/ENSP/FIOCRUZ); Carla</p><p>Fagundes Moreira (Servidora do CNMP/Comissão da</p><p>Saúde); Giovana Bruna dos Santos Passos (Assessora</p><p>da Comissão da Saúde/CNMP); Rosângela Maria Justo</p><p>(Enfermeira e Assessora técnica do Ministério da Saúde);</p><p>Liege Nunes Nogueira Labuto (Assessora-chefe da</p><p>Assessoria de Comunicação do MPT/ES), Josué Rego da</p><p>Silva (Tradutor e Intérprete de Libras do IFES - Campus</p><p>Serra/ES), a equipe do Departamento do Programa</p><p>Nacional de Imunizações (DPNI/SVSA) e o Núcleo de</p><p>Comunicação da Secretaria de Vigilância em Saúde</p><p>e Ambiente (Nucom/SVSA) do Ministério da Saúde.</p><p>Apoio: Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio</p><p>Ambiente do Trabalho e da Saúde do Trabalhador e da</p><p>Trabalhadora – CODEMAT (#codemat @mptrabalho e</p><p>@seguranca_e_saude_nas_escolas), Conselho Nacional</p><p>do Ministério Público - CNMP (@cnmpoficial),</p><p>Ministério da Saúde do Brasil (@minsaude),</p><p>Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ (@oficialfiocruz</p><p>e @cesteh_ensp), Comissão da Saúde do CNMP</p><p>e Secretaria de Comunicação Social do CNMP.</p><p>Contato: quadrinhos@mpt.mp.br</p><p>Website: www.quadrinhos.mpt.mp.br</p><p>Facebook: www.facebook.com/quadrinhosmpt</p><p>A série “MPT em Quadrinhos” teve início em junho</p><p>de 2012 dentro do projeto “O MPT, a Sociedade e o</p><p>Cidadão”, vinculado à Coordenadoria Nacional de</p><p>Estágio do MPT, coordenada, à época, pelas Dras.</p><p>Guadalupe Louro Turos Couto (MPT-PRT Rio de</p><p>Janeiro/RJ) e Daniele Corrêa Santa Catarina (à época</p><p>no MPT-PRT Vitória/ES e atualmente no TRT/ES).</p><p>Esta edição foi publicada na gestão do Procurador-</p><p>Geral do Trabalho, Dr. José de Lima Ramos Pereira.</p><p>Esta obra poderá ser reproduzida ou utilizada</p><p>mediante comunicação ao Ministério</p><p>Público do Trabalho e citação da fonte.</p><p>Vitória/ES - junho/2023</p><p>Brígida, sempre nos</p><p>lembrando dos nossos</p><p>deveres com a saúde.</p><p>Ai, meu Deus,</p><p>que vergonha, Alex.</p><p>Peço desculpas,</p><p>Brígida.</p><p>Faz parte do</p><p>trabalho de uma</p><p>agente comunitária</p><p>de saúde.</p><p>Tudo bem,</p><p>Dona Graça.</p><p>Não</p><p>quero levar</p><p>agulhada,</p><p>vó!</p><p>Sobre</p><p>vacinação?</p><p>Isso.</p><p>Boa tarde,</p><p>Dona Graça! Você</p><p>está sabendo do evento</p><p>aberto à comunidade que</p><p>vai ter na escola neste</p><p>fim de semana?</p><p>Pode contar com a</p><p>gente, Brígida. Minha</p><p>filha vai estar de</p><p>plantão no hospital, mas</p><p>eu levo as crianças.</p><p>Ninguém vai ser vacinado</p><p>no evento, Alex. Vamos ter</p><p>várias atividades legais para</p><p>falar da importância das</p><p>vacinas. Leve também o</p><p>Pedrinho, vocês vão se</p><p>surpreender.</p><p>3</p><p>Não disse que</p><p>vinha? E trouxe</p><p>convidados. Estes</p><p>são Bete e Otávio,</p><p>pais do Pedrinho.</p><p>Certo, certo,</p><p>vamos acabar</p><p>logo com isso.</p><p>Sejam muito</p><p>bem-vindas e</p><p>bem-vindos. Meu</p><p>nome é Margareth,</p><p>sou servidora da</p><p>Anvisa.</p><p>1</p><p>Posso</p><p>começar? Eu</p><p>não acredito</p><p>nessa história</p><p>de vacinas.</p><p>Hoje, vamos bater</p><p>um papo sobre a importância</p><p>das vacinas e, principalmente,</p><p>desmentir as fake news que</p><p>circulam por aí. Tenho</p><p>certeza de que muitos aqui</p><p>já ouviram diversas</p><p>delas.</p><p>Que bom que</p><p>vieram! Eu sou Chris,</p><p>diretora da escola.</p><p>Espero que gostem</p><p>das atrações.</p><p>As crianças vão ter</p><p>várias atividades</p><p>enquanto mães, pais e</p><p>responsáveis</p><p>participam de palestras</p><p>sobre as vacinas.</p><p>No fim de semana.</p><p>1. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): https://bit.ly/HQ69a</p><p>4</p><p>Cobertura vacinal 4</p><p>Casos con�rmados de sarampo 3</p><p>Aliás, penso</p><p>que seja só para</p><p>Enriquecer a</p><p>indústria</p><p>farmacêutica.</p><p>Olha, eu sou</p><p>bem informada.</p><p>Recebo notícias o</p><p>tempo todo no</p><p>celular.</p><p>Sei bem que</p><p>não existem mais</p><p>casos de pólio e</p><p>de sarampo</p><p>no Brasil. Por que</p><p>precisamos</p><p>continuar</p><p>tomando vacina?</p><p>Respeito a</p><p>opinião de quem vacina</p><p>os filhos, mas não é a</p><p>minha. Pedro só veio</p><p>porque o pai insistiu.</p><p>Acho absurdo alguns</p><p>destinos de viagem</p><p>exigirem vacinas.</p><p>Não é à toa a</p><p>exigência, Dona Bete.</p><p>Vacinas não são</p><p>achismos. São um modo</p><p>eficaz e comprovado de</p><p>prevenir doenças</p><p>perigosas.</p><p>A falta de uma boa</p><p>cobertura vacinal nos</p><p>últimos anos levou a OPAS</p><p>5</p><p>a incluir o Brasil na lista de</p><p>países que estão sob alto</p><p>risco de retorno desta</p><p>doença. Já o sarampo tinha</p><p>sido eliminado em 2016, mas</p><p>tivemos diversos casos nos</p><p>últimos anos.</p><p>3</p><p>E não é uma decisão</p><p>individual. Se uma pessoa</p><p>não se vacina, ela arrisca todo</p><p>o processo de erradicação de</p><p>uma doença, porque o</p><p>patógeno, ou seja, a bactéria</p><p>ou vírus, continua circulando</p><p>e evoluindo.</p><p>É justamente porque</p><p>continuamos vacinando</p><p>que não há casos de</p><p>poliomielite, a paralisia</p><p>infantil, desde 1989 no</p><p>Brasil, Bete.</p><p>Mas, infelizmente, há países</p><p>que ainda possuem casos, Como</p><p>Afeganistão, Madagascar, Malawi,</p><p>Moçambique, Israel, Paquistão e</p><p>República Democrática</p><p>do Congo.</p><p>2</p><p>2. https://bit.ly/HQ69J</p><p>3. https://bit.ly/HQ69c</p><p>4. http://glo.bo/3MgjOfV</p><p>5. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</p><p>5</p><p>E a</p><p>varíola?</p><p>Está erradicada no mundo</p><p>desde 1979, graças a uma forte</p><p>campanha de vacinação. Hoje,</p><p>não precisamos mais nos</p><p>vacinar contra ela.</p><p>A desinformação</p><p>prejudica demais o</p><p>programa Nacional de</p><p>Imunização. dados apontam</p><p>que, em 2021, houve uma</p><p>grande queda nas coberturas</p><p>vacinais de poliomielite</p><p>e tríplice viral.</p><p>6</p><p>De acordo com a</p><p>OMS</p><p>7</p><p>, após dois anos de</p><p>pandemia da Covid-19, foi</p><p>registrada a maior queda</p><p>contínua nas vacinações</p><p>infantis dos últimos 30</p><p>anos em todo o mundo.</p><p>Segundo o Fundo das</p><p>Nações Unidas para a</p><p>Infância (Unicef), o Brasil</p><p>está entre os dez países no</p><p>mundo com a maior</p><p>quantidade de crianças com</p><p>a vacinação atrasada.</p><p>6. Dados do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), da</p><p>Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde.</p><p>7. Organização Mundial da Saúde (OMS)</p><p>A</p><p>N</p><p>O</p><p>2013</p><p>2022</p><p>0,00%</p><p>25,00%</p><p>50,00%</p><p>75,00%</p><p>100,00%</p><p>1ª DOSE (%) 2ª DOSE (%)</p><p>Cobertura vacinal da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)</p><p>2013</p><p>2022</p><p>0,00%</p><p>25,00%</p><p>50,00%</p><p>75,00%</p><p>100,00%</p><p>Cobertura vacinal da poliomielite</p><p>6</p><p>Vacinas são seguras,</p><p>passam por um processo</p><p>rigoroso de testagem e</p><p>fabricação, são reguladas</p><p>por órgãos internacionais</p><p>e aqui no país ainda</p><p>precisam do crivo da Anvisa,</p><p>que é muitíssimo criteriosa</p><p>e competente.</p><p>Independentemente disso,</p><p>Margareth, sou muito manteiga</p><p>derretida pelo meu filhote Pedro.</p><p>Ver o terror nos olhos dele pela</p><p>agulha da injeção acaba comigo.</p><p>Se ele não quiser tomar vacina,</p><p>não sei se consigo forçá-lo...</p><p>Desculpem… é que</p><p>ouvimos e lemos tantas</p><p>coisas que nos mandam…</p><p>de pessoas que</p><p>confiamos e gostamos.</p><p>Acabamos acreditando</p><p>sem pensar.</p><p>A desinformação</p><p>age assim. Por isso, é</p><p>sempre importante checar</p><p>o conteúdo antes de</p><p>confiar ou até de</p><p>repassar.</p><p>Ser pai é fazer o</p><p>que é melhor para seus</p><p>filhos, Otávio. Não é melhor</p><p>ver seu filho tomando uma</p><p>picadinha do que com uma</p><p>doença grave?</p><p>Acho que já</p><p>teve provas</p><p>suficientes, né,</p><p>amor?</p><p>Não é assim…</p><p>reações à vacina são</p><p>normais, previsíveis e</p><p>sob controle,</p><p>formadas por sintomas</p><p>fracos e passageiros,</p><p>como leve dor no braço</p><p>ou febre ligeira.</p><p>Mas muitas</p><p>vacinas causam a</p><p>doença ou sintomas</p><p>até piores que a</p><p>doença… não sei se</p><p>isso é bom…</p><p>7</p><p>... Ele é um dos responsáveis</p><p>pela defesa do nosso corpo</p><p>contra vírus e bactérias.</p><p>Bom dia, crianças!</p><p>Quero apresentar o</p><p>Glóbulo Branco</p><p>para vocês...</p><p>Olá, crianças. Meu</p><p>nome é Ivan. Vocês</p><p>gostam de jogos</p><p>de computador?</p><p>Já, sim. Nossa, uma</p><p>droga isso. Mas tem</p><p>macete para evoluir</p><p>rápido, sabia?</p><p>Já jogaram</p><p>aqueles games em que</p><p>começamos no primeiro</p><p>nível de personagem?</p><p>Que nem armadura</p><p>temos e que qualquer</p><p>coisa nos mata?</p><p>É claro</p><p>que sim!</p><p>Sério,</p><p>qual?</p><p>Ei, Antônio, deixa</p><p>que assumo esse</p><p>grupo.</p><p>Que tal me</p><p>acompanharem até</p><p>o cérebro para</p><p>falarmos disso,</p><p>crianças?</p><p>Ora, então</p><p>pra que</p><p>precisamos de</p><p>vacinas?</p><p>Olá,</p><p>Pessoal!!!</p><p>enquanto isso,</p><p>no pátio da escola...</p><p>8</p><p>Humano</p><p>Nível Um</p><p>Guerreiro</p><p>Nível 3</p><p>O pessoal chama de</p><p>“farmar”. Você coloca seu</p><p>personagem para treinar</p><p>com monstros mais fracos</p><p>até pegar itens poderosos</p><p>e aumentar as habilidades.</p><p>Daí fica mais fácil</p><p>enfrentar os chefes.</p><p>Você sabia que é</p><p>exatamente isso que</p><p>as vacinas fazem em</p><p>nossos corpos?</p><p>Você quer me</p><p>enganar para</p><p>poder tomar</p><p>agulhada, tio?</p><p>É sério! Nosso</p><p>corpo não é bobo.</p><p>Ele tem vários</p><p>jeitos de nos</p><p>defender de</p><p>perigos.</p><p>“Esse é o nosso sistema imunológico</p><p>de nível 1. Se ele enfrentar de cara uma</p><p>doença sem conhecê-la, as chances de</p><p>vencer são bem reduzidas.”</p><p>“Por isso, nós o colocamos</p><p>para enfrentar partes</p><p>fracas desse monstro.”</p><p>Mas, para</p><p>isso, ele precisa</p><p>aprender a se</p><p>defender. Por</p><p>isso, usamos as</p><p>vacinas.</p><p>“Assim, quando acontecer</p><p>de encontrá-lo, o sistema</p><p>imunológico vai ter as</p><p>armas certas para</p><p>enfrentar seus ataques.”</p><p>9</p><p>Hepatite</p><p>0 1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7 8</p><p>9</p><p>10</p><p>Penta</p><p>8</p><p>8. Penta: Hepatite B; Tétano; Coqueluche; Infecções da bactéria Haemophilus B; Difteria.</p><p>Poliomielite</p><p>Tuberculose / BCG</p><p>Para uma relação completa das vacinas, acesse o site</p><p>do Ministério da Saúde: https://bit.ly/HQ69e</p><p>10</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>17</p><p>18</p><p>Caxumba</p><p>rubéola</p><p>sarampo</p><p>Influenza e Covid</p><p>HPV</p><p>E é assim por</p><p>toda nossa vida, vamos</p><p>ficando mais velhos e os</p><p>perigos mudam. Meio que</p><p>passamos de nível, sabe?</p><p>São chefões diferentes</p><p>para enfrentar.</p><p>Hepatite</p><p>0 1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7 8</p><p>9</p><p>10</p><p>Penta</p><p>8</p><p>8. Penta: Hepatite B; Tétano; Coqueluche; Infecções da bactéria Haemophilus B; Difteria.</p><p>Poliomielite</p><p>Tuberculose / BCG</p><p>Para uma relação completa das vacinas, acesse o site</p><p>do Ministério da Saúde: https://bit.ly/HQ69e</p><p>11</p><p>9. Ver MPT em Quadrinhos n. 61, 62 e 63.</p><p>Convido vocês</p><p>agora a participarem das</p><p>demais atividades. Cada sala</p><p>tem a sua. Filmes, bate-papos,</p><p>pinturas, palestras… tudo</p><p>sobre vacinas. Sugiro que</p><p>participem de todas para se</p><p>informarem melhor.</p><p>Queria</p><p>perguntar</p><p>outra coisa,</p><p>mas tenho</p><p>vergonha...</p><p>É uma iniciativa</p><p>do projeto Segurança e</p><p>Saúde nas Escolas, Pedro.</p><p>A galera se junta para ajudar</p><p>a pensar formas de prevenir</p><p>acidentes e doenças na</p><p>escola. Meu irmão Miguel</p><p>é cipeiro escolar.</p><p>É muito legal.</p><p>pedrinho, não precisa</p><p>ter vergonha, ninguém nasce</p><p>sabendo. A sua dúvida pode</p><p>ser importante para outra</p><p>pessoa. Vai lá.</p><p>Ei, Alex, o</p><p>que é CIPA</p><p>Escolar?</p><p>O assunto é muito importante! Vou</p><p>sugerir para incluirmos no</p><p>cronograma de ações da CIPA</p><p>Escolar</p><p>9</p><p>, talvez até criar um</p><p>Exército pela Vacina para poder</p><p>ajudar na conscientização da</p><p>comunidade escolar.</p><p>12</p><p>Sim, um pouco,</p><p>mas vai por mim, é bem</p><p>melhor do que</p><p>enfrentar os efeitos</p><p>de uma doença que</p><p>pode até matar, né?</p><p>Sim. Eu</p><p>tive</p><p>poliomielite quando</p><p>tinha três anos. Por isso, ando</p><p>desse jeito. Os mais antigos</p><p>conviviam com um monte de gente</p><p>que teve paralisia infantil. Hoje</p><p>não vemos mais pessoas com essa</p><p>doença. Sabe por quê?</p><p>Tiiiiio,</p><p>agulha</p><p>dói?</p><p>Você</p><p>teve…?</p><p>Por causa</p><p>da vacina?</p><p>13</p><p>Tá bom,</p><p>quando tiver</p><p>vacinação, eu</p><p>vou tomar</p><p>sem medo.</p><p>E até</p><p>vou pedir pra</p><p>atualizar minha</p><p>carteira de</p><p>vacinas.</p><p>Exatamente.</p><p>E, na real, a vacina nem dói</p><p>tanto. É mais medo do que</p><p>dor. Se tiver medo, você pode</p><p>segurar a mão de sua mãe</p><p>ou de seu pai. Tenho certeza</p><p>de que sentirão muito</p><p>orgulho de você.</p><p>fim</p><p>14</p><p>Faça parte do Pacto nacional pela consciência vacinal</p><p>Somente com a cooperação de todos</p><p>poderemos vencer a desinformação e</p><p>promover a saúde e o bem-estar</p><p>da população.</p><p>Acesse: https://bit.ly/HQ69-PACTO</p><p>Acompanhe o</p><p>calendário vacinal</p><p>brasileiro pelo aplicativo</p><p>Conecte SUS ou pelo site</p><p>do Ministério da Saúde:</p><p>Acesse o QR Code</p><p>para baixar o aplicativo:</p><p>https://bit.ly/HQ69e</p><p>www.quadrinhos.mpt.mp.br</p><p>Realização</p><p>Apoio</p><p>SEGURANÇA OCUPACIONAL E GERENCIAMENTO DE</p><p>RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>Profa. Beatriz Pinto Coelho Lott</p><p>Segurança ocupacional</p><p>Para a OMS, uma injeção segura “não causa dano ao recebedor;</p><p>não expõe o provedor a qualquer risco evitável; e não resulta</p><p>em qualquer entulho que seja perigoso para outras pessoas”.</p><p>É um risco permanente aos</p><p>profissionais de saúde.</p><p>Há possibilidade de transmissão de</p><p>agentes infecciosos, como os vírus</p><p>HIV, hepatite B e hepatite C.</p><p>Pode ocorrer por meio de um</p><p>acidente percutâneo com a agulha</p><p>ou no contato do sangue ou de</p><p>outros fluidos corporais</p><p>contaminados com:</p><p>• Uma lesão cutânea</p><p>• Membrana mucosa</p><p>Exposição acidental a material</p><p>biológico potencialmente contaminado</p><p>• Profissionais de saúde devem estar com a</p><p>vacinação contra hepatite B em dia.</p><p>• Utilizar materiais perfurocortantes com</p><p>dispositivo de segurança (tecnologia</p><p>capaz de reduzir o risco de acidente).</p><p>• Nunca reencapar agulhas após o uso.</p><p>• Nunca desconectar agulhas após o uso.</p><p>• Descartar seringa e agulha imediatamente</p><p>no coletor de descarte de perfurocortantes,</p><p>que deve estar próximo e acessível.</p><p>Recomendações fundamentais</p><p>• Elaborar e implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de</p><p>Saúde.</p><p>• Segundo a NR 32, “a capacitação deve ser assegurada pelo empregador, feita</p><p>antes do início das atividades e de forma continuada”.</p><p>• Os profissionais de saúde devem, obrigatoriamente, ser capacitados sobre as</p><p>medidas a adotar para evitar acidentes e sobre o que fazer quando eles</p><p>acontecem.</p><p>São recomendados</p><p>• Fechar e substituir o coletor de perfurocortantes quando atingir o limite indicado</p><p>pelo fabricante.</p><p>• Ao utilizar luvas de procedimento:</p><p>– Fazer higiene das mãos antes e depois do preparo e da aplicação.</p><p>– Fazer uso único das luvas.</p><p>– Evitar contato de superfícies e outros objetos com luvas usadas.</p><p>São recomendados</p><p>Sobre Equipamento de Proteção</p><p>Individual (EPI)</p><p>• Os cabelos devem estar presos.</p><p>• Nenhum adorno, como brincos, pulseiras, relógios e anéis, deve ser usado</p><p>durante os procedimentos.</p><p>• A higienização correta das mãos é a mais importante forma de prevenção e</p><p>controle de infecções e NÃO deve ser substituída pelo uso das luvas.</p><p>• O uniforme deve ser usado APENAS no ambiente de trabalho.</p><p>Sobre Equipamento de Proteção</p><p>Individual (EPI)</p><p>• O primeiro atendimento pós-exposição de risco ao HIV e às hepatites B e C tem</p><p>que ser tratado como urgência:</p><p>– A profilaxia deve ser iniciada logo após a ocorrência do acidente.</p><p>– Não há benefício da profilaxia ao HIV após 72 horas da exposição.</p><p>– A imunoglobulina anti-hepatite B como profilaxia tem benefício comprovado</p><p>quando feita no máximo até 7 dias após a exposição percutânea, mas</p><p>preferencialmente deve ser realizada nas primeiras 48 horas.</p><p>• Há um alto índice de subnotificação e de abandono do tratamento pelos</p><p>profissionais após a notificação de acidente.</p><p>Medidas pós-exposição de risco</p><p>ao HIV e hepatites</p><p>1. Suspender de imediato o procedimento (retirar as luvas, se for o caso).</p><p>2. Fazer a limpeza da área afetada, sendo:</p><p>- Se acidente percutâneo: deixar a lesão sangrar livremente (por ação da gravidade) e lavar</p><p>abundantemente com água e sabão ou solução salina (nunca esfregar, massagear ou</p><p>pressionar)</p><p>- Se contato cutâneo: lavar abundantemente com água e sabão a área afetada e em</p><p>seguida desinfetá-la com álcool a 70%</p><p>- Se exposição sobre alguma mucosa (como boca, olhos): lavar a área afetada</p><p>imediatamente, durante cerca de 10 minutos, com água abundante ou soro fisiológico</p><p>3. Dirigir-se o mais rápido possível a um estabelecimento de saúde, como serviços de</p><p>urgência/emergência, unidades básicas de saúde, clínicas e hospitais da rede pública e</p><p>privada, para o atendimento inicial.</p><p>Sequência de medidas</p><p>pós-exposição de risco</p><p>4. A partir das informações coletadas (sobre o acidente, pessoa-fonte e vacinação prévia),</p><p>definem-se as intervenções.</p><p>- Não se deve atrasar e nem condicionar o atendimento do acidentado à presença da</p><p>pessoa-fonte</p><p>5. Atendimentos posteriores são realizados nos centros de referência especializados, com</p><p>acompanhamento clínico-laboratorial por alguns meses.</p><p>6. Notificação: SINAN e CAT.</p><p>Sequência de medidas</p><p>pós-exposição de risco</p><p>• Os profissionais que atuam em vacinação devem saber qual é o estabelecimento</p><p>de saúde de referência para o atendimento inicial.</p><p>• É importante manter registro visível na sala de vacinação com informações sobre:</p><p>– condutas pós-exposição</p><p>– endereço do estabelecimento de referência para o atendimento inicial</p><p>– medidas de prevenção de acidentes</p><p>Medidas pós-exposição de risco</p><p>ao HIV e hepatites</p><p>• A elaboração do Plano de GRSS de um estabelecimento de saúde deve seguir o</p><p>preconizado na RDC/Anvisa nº 222, Resolução/CONAMA nº 358 e às legislações</p><p>do estado e do município</p><p>• O PGRSS:</p><p>– é um documento único para todo o estabelecimento e deve contemplar</p><p>todas as atividades realizadas</p><p>– Deve ser dinâmico, podendo sofrer mudanças sempre</p><p>– Tem que ser adaptado segundo as mudanças de tecnologias, alteração de</p><p>estrutura física, atividades desenvolvidas no estabelecimento e alterações de</p><p>legislações</p><p>Gerenciamento de Resíduos</p><p>de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>O gerador dos resíduos é responsável pela elaboração,</p><p>implantação, implementação e monitoramento do</p><p>plano, sendo que a elaboração, implantação e</p><p>monitoramento podem ser terceirizados.</p><p>Gerenciamento de Resíduos</p><p>de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>• Em caso de dúvida sobre a classificação de um resíduo, deve-se levar em</p><p>consideração a periculosidade dos grupos. Sempre classificar o resíduo no grupo</p><p>mais perigoso.</p><p>• No serviço de vacinação, os resíduos gerados pertencem aos grupos A</p><p>(subgrupo A1), grupo D e grupo E.</p><p>Classificação de Resíduos</p><p>de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>• “Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos,</p><p>atenuados ou inativados incluindo embalagens de vacinas vencidas, com</p><p>conteúdo inutilizado ou com restos do produto, e seringas, quando</p><p>desconectadas da agulha, devem ser tratados antes da disposição final</p><p>ambientalmente adequada”.</p><p>• “As agulhas e o conjunto seringa-agulha utilizados na aplicação de vacinas,</p><p>quando não desconectadas, devem atender às regras de manejo dos resíduos</p><p>perfurocortantes”.</p><p>Segundo a RDC/Anvisa nº 222</p><p>Etapas do Gerenciamento de Resíduos</p><p>de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Segregação</p><p>Acondicionam</p><p>ento</p><p>Identificação</p><p>Armazename</p><p>nto</p><p>temporário</p><p>Armazename</p><p>nto externo</p><p>Tratamento</p><p>Disposição</p><p>final</p><p>• Durante a coleta e o transporte dos resíduos, deve-se utilizar técnicas que garantam a</p><p>preservação das condições de acondicionamento.</p><p>• É fundamental a integridade de todos os trabalhadores envolvidos, da população e do meio</p><p>ambiente, durante todas as etapas do GRSS.</p><p>• Tratamento:</p><p>– é aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos</p><p>resíduos</p><p>– vai reduzir ou eliminar o risco de contaminação, de acidentes</p><p>ocupacionais ou de dano</p><p>ao meio ambiente</p><p>– pode ser aplicado no próprio estabelecimento que gerou o resíduo ou em outro local,</p><p>devendo existir condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento</p><p>gerador e o local que fará o tratamento</p><p>Gerenciamento de Resíduos</p><p>de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>1. Alertar os outros profissionais do estabelecimento.</p><p>2. Se o profissional entrou em contato com a vacina, enxaguar imediatamente a área exposta</p><p>com água e sabão.</p><p>3. Se houve contaminação da roupa ou de algum EPI, ele deve ser retirado e descartado junto</p><p>aos resíduos do grupo A.</p><p>4. Calçando luvas, deve-se remover os pedaços de vidro, utilizando pinça ou pá, e descartá-los</p><p>na caixa coletora de material perfurocortante.</p><p>5. Cobrir o material derramado com papel-toalha e deixar absorver por 20 minutos.</p><p>6. Remover os papéis e descartá-los junto aos resíduos do grupo A.</p><p>7. Limpar o ambiente com desinfetante adequado para inativar os agentes presentes na vacina.</p><p>Medidas em caso de</p><p>derramamento de vacina</p><p>Referências</p><p>• BRASIL. Portaria Nº 485 de 11 de novembro de 2005 Aprova a Norma Regulamentadora no 32 (Segurança e Saúde no Trabalho</p><p>em Estabelecimentos de Saúde). In: EMPREGO MDTE, editor. Brasília, 2005.</p><p>• BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE CONAMA. Resolução Nº 358, de 29 de</p><p>abril de 2005 Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.</p><p>BRASÍLIA, 2005.</p><p>• BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução Nº 222 de 28 de março de 2018. Regulamenta</p><p>as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Brasília, 2018.</p><p>• BRASIL. Ministério do Trabalho e do Emprego. PORTARIA Nº 1.748, DE 30 DE AGOSTO DE 2011. Brasília, 2011.</p><p>• BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância PeCdIST, do HIV/Aids e das</p><p>Hepatites Virais,. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para profilaxia pós-exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, IST e</p><p>hepatites virais. 2017.</p><p>• CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Fascículo XIII: Cuidado farmacêutico em vacinação. Conselho</p><p>Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. São Paulo, 2019.</p><p>OBRIGADA!</p><p>Beatriz Pinto Coelho Lott - Consultora ad hoc/Conselho Federal de Farmácia (CFF)</p><p>Contato: beatrizlott@gmail.com</p><p>mailto:beatrizlott@gmail.com</p><p>COMO ORGANIZAR UMA CAMPANHA DE VACINAÇÃO COM O</p><p>MODELO DE PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA</p><p>Prof. Roberto Canquerini</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>Farmácias privadas: ampliação da capilaridade e distribuição geográfica</p><p>Farmacêutico: competência profissional e disponibilidade em horário integral</p><p>Frequentemente a primeira possibilidade</p><p>de acesso da população ao cuidado em saúde</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>• Evitar que a vacinação de pacientes que não estejam com suspeita de Covid-19</p><p>ocorra no mesmo ambiente que os pacientes sintomáticos ou suspeitos de</p><p>contaminação, uma vez que este grupo vai deixar de circular nas unidades de</p><p>saúde</p><p>• Colaboração das farmácias privadas com o restante do sistema de saúde,</p><p>reduzindo a sobrecarga das unidades de urgência e emergência, bem como o</p><p>risco de contaminação daqueles que as procuram</p><p>• Ampliação do acesso e aumento da cobertura vacinal no país</p><p>BENEFÍCIOS</p><p>• Farmácias privadas cumprem com rigorosos requisitos sanitários necessários para a</p><p>realização dos serviços farmacêuticos.</p><p>• A capilaridade faz com que estejam presentes especialmente em regiões descentralizadas</p><p>nas cidades, mais próximas das residências dos pacientes.</p><p>• Contam com acessibilidade e com horários alternativos de funcionamento, muito além</p><p>dos horários usuais dos postos de saúde, como à noite e em finais de semana.</p><p>• Diferentemente das Unidades Básicas de Saúde, não são a porta de entrada de casos</p><p>suspeitos de Covid-19 na organização da rede de serviços de saúde.</p><p>COMO FAZER</p><p>• A farmácia precisa estar legalmente habilitada nos termos da legislação vigente para o</p><p>serviço de vacinação, ou seja, ter autorizado este serviço no alvará sanitário.</p><p>• O farmacêutico deve formalizar, por meio de um ofício dirigido à secretaria de saúde do</p><p>município, a intenção da farmácia em participar da Campanha de Vacinação do SUS.</p><p>• Uma reunião presencial entre os farmacêuticos da farmácia privada e os representantes</p><p>do poder público pode ser importante para o estreitamento dos laços e o delineamento</p><p>da parceria.</p><p>• Assinatura de um termo de cooperação entre as partes, que estabeleça as regras e</p><p>condições da parceria proposta.</p><p>TERMO DE COOPERAÇÃO</p><p>• Definição do quantitativo de insumos que serão repassados para a farmácia.</p><p>• Obrigação das partes em relação ao descarte dos resíduos gerados na</p><p>Campanha de Vacinação.</p><p>• Definição sobre a responsabilidade do uso e da aquisição de EPIs.</p><p>• Definição sobre os grupos prioritários a serem imunizados e como será feita a</p><p>comprovação das doses aplicadas.</p><p>• Lançamento no sistema oficial do quantitativo de doses aplicadas.</p><p>• Definição de como serão realizadas as notificações dos Eventos Adversos</p><p>Pós-Vacinal.</p><p>DIA DA VACINAÇÃO</p><p>• Identificar a farmácia de forma adequada para que a população saiba qual vacina está</p><p>sendo disponibilizada e qual grupo está sendo vacinado.</p><p>• A distribuição prévia de senhas pode ajudar a não formar aglomeração dentro do</p><p>estabelecimento, assim como proporcionar maior comodidade ao público-alvo.</p><p>• Aproveitar o momento da vacinação para realizar educação em saúde, orientando as</p><p>pessoas sobre as informações técnicas relacionadas à vacina que está sendo aplicada,</p><p>como reações adversas mais comuns e informações sobre o esquema vacinal.</p><p>OBRIGADO!</p><p>Roberto Canquerini – (51) 98425.2584</p><p>emaildofarmaceutico@gmail.com</p><p>1</p><p>INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES</p><p>• Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medica-</p><p>mentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.</p><p>br/ccivil_03/leis/l5991.htm</p><p>• Lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas.</p><p>Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13021.htm</p><p>• Portaria nº 601/MS, de 15 de julho de 2020. Inclui procedimentos, na Tabela de Procedimentos, Medicamentos,</p><p>Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS, no âmbito do Conjunto Mínimo de Dados, no Repositório de</p><p>Terminologias em Saúde. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/porta- ria-n-601-de-15-de-julho-</p><p>de-2020-269397033</p><p>• RDC/Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, pro-</p><p>gramação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Disponível em:</p><p>https://sbim.org.br/images/legislacao/rdc-2002-50.pdf</p><p>• RDC/Anvisa nº 197, de 26 de dezembro de 2017. Dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos</p><p>serviços de vacinação humana. Disponível em: https://sbim.org.br/legislacao/867-rdc-anvi-Sa -n-197-26-de-de-</p><p>zembro-de-2017i</p><p>• RDC/Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018, Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resídu-</p><p>os de Serviços de Saúde e dá outras providências. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/RDC%20</p><p>ANVISA%20N%C2%BA%20222%20DE%2028032018%20REQUISITOS%20DE%20BOAS%20PR%C3%81TICAS%20</p><p>DE%20GERENCIAMENTO%20DOS%20RES%C3%8DDUOS%20DE%20SERVI%C3%-87OS%20DE%20SA%C3%9ADE.</p><p>pdf</p><p>• RDC/Anvisa nº 430, de 8 de outubro de 2020. Dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de</p><p>Transporte de Medicamentos. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolu- cao-de- diretoria-co-</p><p>legiada-rdc-n-430-de-8-de-outubro-de-2020-282070593</p><p>Módulo 1 - Impacto da vacinação e o papel do farmacêutico</p><p>REGULAMENTAÇÕES</p><p>Sugestão de materiais complementares para aprofundamento do tema abordado nas aulas:</p><p>ttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5991.htm</p><p>ttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5991.htm</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13021.htm</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/porta- ria-n-601-de-15-de-julho-de-2020-269397033</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/porta- ria-n-601-de-15-de-julho-de-2020-269397033</p><p>https://sbim.org.br/images/legislacao/rdc-2002-50.pdf</p><p>https://sbim.org.br/legislacao/867-rdc-anvi-Sa -n-197-26-de-dezembro-de-2017i</p><p>https://sbim.org.br/legislacao/867-rdc-anvi-Sa -n-197-26-de-dezembro-de-2017i</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/RDC%20ANVISA%20N%C2%BA%20222%20DE%2028032018%20REQUISITOS%20DE%20BOAS%20PR%C3%81TICAS%20DE%20GERENCIAMENTO%20DOS%20RES%C3%8DDUOS%20DE%20SERVI%C3%-87OS%20DE%20SA%C3%9ADE.pdf</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/RDC%20ANVISA%20N%C2%BA%20222%20DE%2028032018%20REQUISITOS%20DE%20BOAS%20PR%C3%81TICAS%20DE%20GERENCIAMENTO%20DOS%20RES%C3%8DDUOS%20DE%20SERVI%C3%-87OS%20DE%20SA%C3%9ADE.pdf</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/RDC%20ANVISA%20N%C2%BA%20222%20DE%2028032018%20REQUISITOS%20DE%20BOAS%20PR%C3%81TICAS%20DE%20GERENCIAMENTO%20DOS%20RES%C3%8DDUOS%20DE%20SERVI%C3%-87OS%20DE%20SA%C3%9ADE.pdf</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/RDC%20ANVISA%20N%C2%BA%20222%20DE%2028032018%20REQUISITOS%20DE%20BOAS%20PR%C3%81TICAS%20DE%20GERENCIAMENTO%20DOS%20RES%C3%8DDUOS%20DE%20SERVI%C3%-87OS%20DE%20SA%C3%9ADE.pdf</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolu- cao-de- diretoria-colegiada-rdc-n-430-de-8-de-outubro-de-2020-282070593</p><p>https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolu- cao-de- diretoria-colegiada-rdc-n-430-de-8-de-outubro-de-2020-282070593</p><p>2</p><p>• Resolução/CFF nº 585, de 29 de agosto de 2013. Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico.Disponível</p><p>em: http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf</p><p>• Resolução/CFF nº 586, de 29 de agosto de 2013b. Regula a prescrição farmacêutica. Disponível em: https://</p><p>www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/586.pdf</p><p>• Resolução/CFF nº 654, de 22 de fevereiro de 2018. Dispõe sobre os requisitos necessários à prestação do serviço</p><p>de vacinação pelo farmacêutico e dá outras providências. Disponível em: https://cff-br.implanta.net.br/portal-</p><p>transparencia/#publico/Listas?id=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>• Nota Técnica GRECS/GGTES/Anvisa n 1, de 19 de fevereiro de 2018. Perguntas e respostas - RDC 197/2017</p><p>(serviços de vacinação). Gerência de Regulamentação e Controle Sanitário em Serviços de Saúde. Disponível em:</p><p>https://seesp.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Requisitos-minimos-para-funcionamento-dos-servicos-de-</p><p>-vacinacao-humana-ANVISA.pdf</p><p>• Site de consulta das resoluções do CFF: https://cff-br.implanta.net.br/portaltransparencia/#publico/ Listas?i-</p><p>d=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>• AVAAZ, Sociedade Brasileira de Imunizações. As fake news estão nos deixando doentes? Como a desinformação</p><p>antivacinas pode estar reduzindo as taxas de cobertura vacinal no Brasil. Sociedade Brasileira de Imunizações,</p><p>2019. Disponível em: https://sbim.org.br/images/files/po-avaaz-relatorio-antivacina.pdf. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Agergaard T, Smith M, Nielsen K. Vaccine Assemblages on Three HPV Vaccine-Critical Facebook Pages in</p><p>Denmark from 2012 to 2019. Media and Communication. 2020; 8(2), 339-352. doi:https://doi.org/10.17645/</p><p>mac.v8i2.2858</p><p>• AL-Jalabneh, A.-A. Health Misinformation on Social Media and its Impact on COVID-19 Vaccine Inoculation in</p><p>Jordan. Communication & Society. 2023; 36(1), 185-200. https://doi.org/10.15581/003.36.1.185-200</p><p>PUBLICAÇÕES SOBRE FAKE NEWS E BENEFÍCIOS DA VACINAÇÃO</p><p>http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/586.pdf</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/586.pdf</p><p>https://cff-br.implanta.net.br/portaltransparencia/#publico/Listas?id=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>https://cff-br.implanta.net.br/portaltransparencia/#publico/Listas?id=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>https://seesp.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Requisitos-minimos-para-funcionamento-dos-servicos-de-vacinacao-humana-ANVISA.pdf</p><p>https://seesp.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Requisitos-minimos-para-funcionamento-dos-servicos-de-vacinacao-humana-ANVISA.pdf</p><p>https://cff-br.implanta.net.br/portaltransparencia/#publico/ Listas?id=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>https://cff-br.implanta.net.br/portaltransparencia/#publico/ Listas?id=704808bb-41da-4658-97d9-c0978c6334dc</p><p>https://sbim.org.br/images/files/po-avaaz-relatorio-antivacina.pdf</p><p>https://doi.org/10.17645/mac.v8i2.2858</p><p>https://doi.org/10.17645/mac.v8i2.2858</p><p>3</p><p>• Bricks, LF. Vacina contra poliomielite: um novo paradigma. Rev paul pediatr São Paulo. Junho 2007; 25(2), 172-</p><p>179.</p><p>• Dib F, Mayaud P, Chauvin P, Launay O. Online mis/disinformation and vaccine hesitancy in the era of CO-</p><p>VID-19: Why we need an eHealth literacy revolution. Hum Vaccin Immunother. 2022 Dec 31;18(1):1-3. doi:</p><p>10.1080/21645515.2021.1874218.</p><p>• Taylor LE, Swerdfege Taylor AL, Eslick GD. Vaccines are not associated with autism: an evidence-based</p><p>meta-analysis of case-control and cohort studies. Vaccine. 2014 June;32(29):3623–3629.</p><p>• Centers for Disease Control and Prevention CDC. COVID-19 Benefits of Getting A COVID-19 Vaccine. [23 may</p><p>2023]. Disponível em: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/vaccine-benefits.html. Acesso em:</p><p>22/02/2024.</p><p>• Organização Mundial da Saúde. Temas de Salud. Poliomelitis. Disponível em: https://www.who.int/es/health-</p><p>-topics/poliomyelitis#tab=tab_1. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Organização Panamericana da Saúde, Organização Mundial da Saúde. Sarampo. Disponível em https://www.</p><p>paho.org/pt/topicos/sarampo. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Sociedade Brasileira de Imunizações SBIm. Família: Perguntas e respostas. Disponível em: https://familia.sbim.</p><p>org.br/vacinas/perguntas-e-respostas. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Sociedade Brasileira de Imunizações SBIm. Posicionamento: Pesquisa do CFM sobre a obrigatoriedade da vaci-</p><p>nação de crianças de 6 meses a menores de 5 anos contra covid 19. Publicado em 12/01/2024. Disponível em:</p><p>https://sbim.org.br/notícias/1857-posicionamento-pesquisa-do-cfm-sobre-a-obrigatoriedade-da-vacinação-de-</p><p>-crianças-de-6-meses-a-menores-de-5-anos-contra-acovid-19. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• World Health Organization. Vaccination greatly reduces disease, disability, death and inequity worldwide. Dis-</p><p>ponível em: https://www.pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18297. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Ministério da Saúde: https://www.gov.br/saude/pt-br</p><p>https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/vaccine-benefits.html</p><p>https://www.who.int/es/health-topics/poliomyelitis#tab=tab_1</p><p>https://www.who.int/es/health-topics/poliomyelitis#tab=tab_1</p><p>https://www.paho.org/pt/topicos/sarampo</p><p>https://www.paho.org/pt/topicos/sarampo</p><p>https://familia.sbim.org.br/vacinas/perguntas-e-respostas</p><p>https://familia.sbim.org.br/vacinas/perguntas-e-respostas</p><p>https://sbim.org.br/notícias/1857-posicionamento-pesquisa-do-cfm-sobre-a-obrigatoriedade-da-vacinação-de-crianças-de-6-meses-a-menores-de-5-anos-contra-acovid-19</p><p>https://sbim.org.br/notícias/1857-posicionamento-pesquisa-do-cfm-sobre-a-obrigatoriedade-da-vacinação-de-crianças-de-6-meses-a-menores-de-5-anos-contra-acovid-19</p><p>https://www.pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18297</p><p>https://www.gov.br/saude/pt-br</p><p>4</p><p>• Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA. Protocolo de higiene das mãos. Disponível em: https://bvs-</p><p>ms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/seguranca_paciente_servicos_saude_higienizacao_maos.pdf. Acesso em:</p><p>22/02/2024.</p><p>• Conselho Federal de Farmácia CFF. Uso dos Equipamentos de proteção individual (EPI’s) pelos farmacêuticos</p><p>e demais profissionais de saúde: Covid-19. Conselho Federal de Farmácia, [2020]; 20 p. Disponível em: http://</p><p>covid19.cff.org. br/wpcontent/uploads/2021/02/EPIs_atualizado_120221.pdf. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Pro-</p><p>filaxia Pós-Exposição (PEP) de Risco à Infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais. Brasília, 2021 Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/pcdts/2021/hivaids/prot_clinico_diretrizes_terap_pep_-</p><p>-risco_infeccao_hiv_ist_hv_2021.pdf. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Organização Panamericana da Saúde, Organização Mundial da Saúde OPAS/OMS. Precauções básicas: Higieni-</p><p>zação das mãos (2022). Disponível em: https://www.campusvirtualsp.org/pt-br/curso/covid-19-precaucoes-basi-</p><p>cashigienizacao-das- maos- 2020. Acesso em: 22/02/2024.</p><p>• Santana et al. A Supervisão do Enfermeiro sobre o uso de Luvas pela equipe de enfermagem da Unidade Bási-</p><p>ca de Saúde. 2020. Disponivel em http:/www: mastereditora.com.br/bjscr. Acesso em: 22/02/2024</p><p>PROTOCOLOS</p><p>VÍDEOS INFORMATIVOS</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/seguranca_paciente_servicos_saude_higienizacao_maos.pdf</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/seguranca_paciente_servicos_saude_higienizacao_maos.pdf</p><p>http://covid19.cff.org. br/wpcontent/uploads/2021/02/EPIs_atualizado_120221.pdf</p><p>http://covid19.cff.org. br/wpcontent/uploads/2021/02/EPIs_atualizado_120221.pdf</p><p>https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/pcdts/2021/hivaids/prot_clinico_diretrizes_terap_pep_-risco_infeccao_hiv_ist_hv_2021.pdf</p><p>https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/pcdts/2021/hivaids/prot_clinico_diretrizes_terap_pep_-risco_infeccao_hiv_ist_hv_2021.pdf</p><p>https://www.campusvirtualsp.org/pt-br/curso/covid-19-precaucoes-basicashigienizacao-das- maos- 2020</p><p>https://www.campusvirtualsp.org/pt-br/curso/covid-19-precaucoes-basicashigienizacao-das- maos- 2020</p><p>http:/www: mastereditora.com.br/bjscr</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=hqU_Yf-wm88</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=XTPvHdxRfdw</p><p>5</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=Gb8nvwgrqgQ</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=2V9ON0h13hE</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=SEQ7k3-qbNk</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=LjytAR93bLY</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=7B2PNO_m5Xs&list=PLR3_tmYi7H3wNy4yxsjTc95tv-LrEe9p3&index=7</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=x_NNMDzm808</p><p>6</p><p>• Give it a shot: Expanding immunisation coverage</p><p>through pharmacists</p><p>INTERNATIONAL PHARMACEUTICAL FEDERATION (FIP)</p><p>• An overview of pharmacy’s impact on</p><p>immunisation coverage - a global survey</p><p>• Vaccination of special-risk groups. A toolkit for</p><p>pharmacists</p><p>• Serviços farmacêuticos em imunização: contribui-</p><p>ções, experiências e implementação na Região das</p><p>Américas</p><p>https://www.fip.org/file/4699</p><p>https://www.fip.org/file/4751</p><p>https://eswi.org/cnt/article/vaccination-special-risk-groups-toolkit-pharmacists-international-pharmaceutical</p><p>https://www.fip.org/file/5078</p><p>7</p><p>MATERIAIS EDUCATIVOS</p><p>• Universidade Estadual de Ciências da Saúde de</p><p>Alagoas. O cartão de vacinas. Nº1, Edição especial.</p><p>• Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Ala-</p><p>goas. O cartão de vacinas Livro para colorir Nº1,</p><p>Edição especial.</p><p>• Fundação Oswaldo Cruz FIOCRUZ. Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde.</p><p>Sonia Rosa. Livro Maria Rosa, o amor e as vacinas. 1ª Edição: Portinho Live, 2023.</p><p>https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/585675/1/O_CARTAO_DE_VACINAS_HISTORIA_EM_QUADRINHOS.pdf</p><p>https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/585675/2/O_CARTAO_DE_VACINAS_LIVRO_PARA_COLORIR.pdf</p><p>https://portolivre.fiocruz.br/sites/portolivre.fiocruz.br/files/livros_pdf/Maria%20Rosa%2C%20o%20Amor%20e%20as%20Vacinas_final%20Portinho%20Livre_0.pdf</p><p>8</p><p>• Livro: “Administração de vacinas e medicamentos</p><p>injetáveis por farmacêuticos”:</p><p>Capítulo 8 - Aspectos legais do serviço de vacinação.</p><p>Disponivel em: https://www.cff.org.br/userfiles/ADMINIS-</p><p>TRACAO_VACINAS%2</p><p>PUBLICAÇÃO RESULTANTE DA PARCERIA ENTRE O CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA</p><p>E A ORDEM DOS FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/ADMINISTRACAO_VACINAS%2</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/ADMINISTRACAO_VACINAS%2</p><p>https://www.cff.org.br/userfiles/ADMINISTRACAO_VACINAS%2</p><p>Slide 1: SEGURANÇA OCUPACIONAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Profa. Beatriz Pinto Coelho Lott</p><p>Slide 2: Segurança ocupacional</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4: Exposição acidental a material biológico potencialmente contaminado</p><p>Slide 5: Recomendações fundamentais</p><p>Slide 6: São recomendados</p><p>Slide 7: São recomendados</p><p>Slide 8: Sobre Equipamento de Proteção Individual (EPI)</p><p>Slide 9: Sobre Equipamento de Proteção Individual (EPI)</p><p>Slide 10: Medidas pós-exposição de risco ao HIV e hepatites</p><p>Slide 11: Sequência de medidas pós-exposição de risco</p><p>Slide 12: Sequência de medidas pós-exposição de risco</p><p>Slide 13: Medidas pós-exposição de risco ao HIV e hepatites</p><p>Slide 14: Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Slide 15: Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17: Classificação de Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Slide 18: Segundo a RDC/Anvisa nº 222</p><p>Slide 19: Etapas do Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Slide 20: Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (GRSS)</p><p>Slide 21: Medidas em caso de derramamento de vacina</p><p>Slide 22: Referências</p><p>Slide 23: OBRIGADA! Beatriz Pinto Coelho Lott - Consultora ad hoc/Conselho Federal de Farmácia (CFF) Contato: beatrizlott@gmail.com</p>