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<p>1</p><p>QUALIFICAÇÃO PARA INSPETOR DE PINTURA INDUSTRIAL Nível 1</p><p>Módulo Exercícios</p><p>QUALIFICAÇÃO</p><p>PARA INSPETOR DE</p><p>PINTURA INDUSTRIAL</p><p>Nível 1</p><p>Normas Petrobras</p><p>Parceiro credenciado:</p><p>SUMÁRIO</p><p>N-0002 Revestimento anticorrosivo de equipamento industrial</p><p>N-0009 Tratamento de superfícies de aço com jato abrasivo e hidrojateamento</p><p>N-0013 Requisitos técnicos para serviços de pintura</p><p>N-0442 Pintura externa de tubulações em instalações terrestres</p><p>N-1021 Pintura de aço galvanizado, aço inoxidável, aço-liga, ferro fundido, ligas não ferrosas,</p><p>materiais compósitos poliméricos e termoplásticos</p><p>N-1192 Pintura de embarcações</p><p>N-1219 Cores</p><p>N-1277 Tinta de fundo epóxi rica em zinco</p><p>N-1374 Aplicação de revestimento anticorrosivos para manutenção de unidades marítimas de</p><p>exploração e de produção</p><p>N-1503 Cores para pintura de embarcações</p><p>N-1514 Tinta indicadora de alta temperatura</p><p>N-1550 Pintura de estrutura metálica</p><p>N-1661 Tinta de zinco etil - silicato</p><p>N-1735 Pintura de máquinas, equipamentos elétricos e instrumentos</p><p>N-1812 Estruturas oceânicas</p><p>N-1841 Shop Primer de zinco etil - silicato</p><p>N-2037 Pintura de equipamentos submersos em água do mar</p><p>N-2104 Pintura de sonda terrestre</p><p>N-2231 Tinta de etil - silicato de zinco - alumínio</p><p>N-2238 Reparo de revestimento anticorrosivo externo de dutos e tubulações enterrados em</p><p>operação</p><p>N-2288 Tinta de fundo epóxi pigmentada com alumínio</p><p>N-2628 Tinta epóxi poliamida de alta espessura</p><p>N-2630 Tinta de fundo epóxi de alta espessura</p><p>N-2677 Tinta de poliuretano acrílico</p><p>N-2680 Tinta epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies molhadas</p><p>N-2841 Revestimentos anticorrosivos de invólucros para conjuntos de manobra e controle</p><p>N-2843 Revestimento interno de tubos</p><p>N-2911 Inspeção e reparo em revestimento anticorrosivo externo de tubos durante a construção</p><p>e montagem de dutos terrestres</p><p>N-2912 Tinta epóxi “NOVOLAC”</p><p>N-2913 Revestimento anticorrosivo para tanque, esfera e cilindro de armazenamento</p><p>N-2941 Competências pessoais em atividades de inspeção</p><p>N-2943 Revestimento anticorrosivos</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 10 páginas, Índice de Revisões e GT</p><p>Revestimento Anticorrosivo de</p><p>Equipamento Industrial</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer</p><p>reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa</p><p>autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação</p><p>pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades</p><p>cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de</p><p>Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade</p><p>industrial.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar o procedimento para a seleção do esquema de revestimentos</p><p>anticorrosivos internos e externos de equipamentos industriais terrestres e marítimos.</p><p>NOTA 1 Para revestimentos anticorrosivos das áreas internas e externas de tanques, esferas e</p><p>cilindros de armazenamento em instalações terrestres utilizar a PETROBRAS N-2913.</p><p>NOTA 2 Para execução de pintura de manutenção em instalações marítimas utilizar a</p><p>PETROBRAS N-1374</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais,</p><p>constituem requisitos para este documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as</p><p>edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido</p><p>documento (incluindo emendas).</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e</p><p>Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-1374 - Revestimentos Anticorrosivos para Unidades Marítimas de</p><p>Exploração e de Produção;</p><p>PETROBRAS N-1514 - Tinta Indicadora de Alta Temperatura;</p><p>PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco - Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2288 - Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2630 - Tinta de Fundo Epóxi de Alta Espessura;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>PETROBRAS N-2913 - Revestimentos Anticorrosivos para Tanque, Esfera e Cilindro de</p><p>Armazenamento;</p><p>PETROBRAS N-2943 – Revestimentos Anticorrosivos;</p><p>ABNT NBR 14847 - Inspeção de Serviços de Pintura em Superfícies Metálicas;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfície de Aço por Compostos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1374</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1514</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2231</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2288</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2630</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e em suas</p><p>participações societárias nas quais a RCC seja desdobrada, devendo ser</p><p>usada pelos seus fornecedores de bens e serviços, conveniados ou</p><p>similares conforme as condições estabelecidas em Licitação, Contrato,</p><p>Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>2</p><p>Sumário</p><p>1 Escopo ..................................................................................................................................................4</p><p>2 Referências Normativas .......................................................................................................................4</p><p>3 Termos e Definições .............................................................................................................................6</p><p>4 Condições Gerais .................................................................................................................................6</p><p>4.1 Plano de Treinamento da Mão-de-Obra .................................................................................6</p><p>4.2 Procedimento de Aplicação de Pintura da Executante ...........................................................6</p><p>4.3 Procedimento de Inspeção .....................................................................................................7</p><p>4.4 Plano de Calibração de Instrumentos .....................................................................................7</p><p>4.5 Armazenamento ......................................................................................................................8</p><p>4.6 Prazo de Validade (“Shelf Life”) e Critérios para Revalidação de Tintas ...............................8</p><p>4.7 Preparação de Superfícies ......................................................................................................9</p><p>4.8 Mistura, Homogeneização e Diluição das Tintas ....................................................................9</p><p>4.9 Aplicação de Tintas .............................................................................................................. 10</p><p>5 Condições Específicas ...................................................................................................................... 13</p><p>5.1 Tintas .................................................................................................................................... 13</p><p>5.2 Processo de Aplicação ......................................................................................................... 14</p><p>6 Inspeção ............................................................................................................................................ 16</p><p>6.1 Recebimento de Tintas e Diluentes ..................................................................................... 16</p><p>6.2 Preparo de Superfície .......................................................................................................... 17</p><p>6.3 Perfil de Rugosidade ............................................................................................................ 17</p><p>6.4 Umidade Relativa do Ar e Temperatura............................................................................... 17</p><p>6.5 Película ................................................................................................................................. 17</p><p>6.6 Espessura de Película Úmida (EPU) ................................................................................... 18</p><p>6.7 Espessura de Película Seca (EPS) ...................................................................................... 18</p><p>6.8 Descontinuidade ................................................................................................................... 19</p><p>6.9 Teste de Aderência por Tração (“Pull Off”) .......................................................................... 19</p><p>7 Critérios de Aceitação e Rejeição ..................................................................................................... 20</p><p>7.1 Recebimento de Tintas e Diluentes ..................................................................................... 20</p><p>7.2 Preparo de Superfície ..................................................................................................................... 21</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>3</p><p>7.3 Perfil de Rugosidade ............................................................................................................ 21</p><p>7.4 Umidade Relativa do Ar e Temperatura............................................................................... 21</p><p>7.5 Película ................................................................................................................................. 21</p><p>7.6 Espessura de Película Úmida (EPU) ................................................................................... 21</p><p>7.7 Espessura de Película Seca (EPS) ...................................................................................... 22</p><p>7.8 Descontinuidade ................................................................................................................... 22</p><p>7.9 Teste de Aderência por Tração (“Pull-Off”) .......................................................................... 22</p><p>8 Segurança / Coleta, Armazenamento e Descarte de Resíduos ....................................................... 23</p><p>Figura</p><p>Figura 1 - Tipos de Falhas de Aderência .............................................................................................. 22</p><p>Tabelas</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”) ................... 24</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>9</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis na aplicação e controle da qualidade de esquemas de</p><p>pintura em equipamentos industriais (ver PETROBRAS N-2), tubulações e dutos (ver PETROBRAS</p><p>N-442 e N-2843), pintura de superfícies galvanizadas, ligas ferrosas e não ferrosas, materiais</p><p>compósitos e poliméricos (ver PETROBRAS N-1021), unidades marítimas de exploração e de</p><p>produção (ver PETROBRAS N-1374), estruturas metálicas (ver PETROBRAS N-1550), embarcações</p><p>(ver PETROBRAS N-1192), máquinas, equipamentos elétricos e de instrumentação (ver</p><p>PETROBRAS N-1735), pintura de equipamentos submersos em água do mar (ver PETROBRAS</p><p>N-2037), pintura de sonda terrestre (ver PETROBRAS N-2104), torre galvanizada (ver PETROBRAS</p><p>N-2441), revestimentos à base de tinta em pó (ver PETROBRAS N-2841), tanques, esferas e</p><p>cilindros de armazenamento (ver PETROBRAS N-2913), revestimentos anticorrosivos (ver</p><p>PETROBRAS N-2943).</p><p>1.2 Esta Norma abrange, também, condições para armazenamento e recebimento de tintas e</p><p>diluentes e requisitos de segurança.</p><p>1.3 Nas tintas fica proibida a utilização de pigmentos à base de cromatos (Cromo VI), sulfatos de</p><p>chumbo, molibdatos de chumbo e sulfocromatos de chumbo e quaisquer outras substâncias que</p><p>contenham chumbo.</p><p>1.4 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.</p><p>1.5 O prazo efetivo para implementação desta Norma em substituição à revisão anterior é de 180</p><p>dias a partir da data de sua publicação. Caso a unidade da Petrobras que está aplicando a Norma</p><p>entenda que não é possível implementá-la neste prazo, deve registrar neste prazo um Plano de</p><p>Implementação definindo as ações necessárias e os respectivos prazos.</p><p>1.6 A definição do prazo efetivo de implementação dos requisitos desta norma, quando esta é</p><p>referenciada em contratos de prestação de serviços e aquisição de bens, é prerrogativa exclusiva da</p><p>Petrobras.</p><p>1.7 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais,</p><p>constituem requisitos para este documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as</p><p>edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido</p><p>documento (incluindo emendas).</p><p>PETROBRAS N-2 - Revestimento Anticorrosivo de Equipamento Industrial;</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e</p><p>Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-442 - Pintura Externa de Tubulação em Instalações Terrestres;</p><p>PETROBRAS N-1021 - Pintura de Superfícies Galvanizadas, Ligas Ferrosas e não</p><p>Ferrosas, Materiais Compósitos e Poliméricos;</p><p>PETROBRAS N-1192 - Pintura de Embarcações;</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0002</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0442</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1021</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1192</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>5</p><p>PETROBRAS N-1277 - Tinta de Fundo Epóxi-Zinco Poliamida;</p><p>PETROBRAS N-1374 - Revestimentos Anticorrosivos para Unidades Marítimas de</p><p>Exploração e de Produção;</p><p>PETROBRAS N-1550 - Pintura de Estrutura Metálica;</p><p>PETROBRAS N-1661 - Tinta de Zinco Etil-Silicato;</p><p>PETROBRAS N-1735 - Pintura de Máquinas, Equipamentos Elétricos e Instrumentos;</p><p>PETROBRAS N-1841 - “Shop Primer” de Zinco Etil-Silicato;</p><p>PETROBRAS N-2037 - Pintura de Equipamentos Submersos em Água do Mar;</p><p>PETROBRAS N-2104 - Pintura de Sonda Terrestre;</p><p>PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco - Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2288 - Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2441 - Pintura para Torre Galvanizada;</p><p>PETROBRAS N-2628 - Tinta Epóxi Poliamida de Alta Espessura;</p><p>PETROBRAS N-2630 - Tinta Epóxi - Fosfato de Zinco de Alta Espessura;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2841 - Qualificação e Aplicação de Revestimentos Anticorrosivos, à Base</p><p>de Tintas em Pó;</p><p>PETROBRAS N-2843 - Revestimento Interno de Tubos;</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>PETROBRAS N-2913 - Revestimentos Anticorrosivos para Tanque, Esfera e Cilindro de</p><p>Armazenamento;</p><p>PETROBRAS N-2941 - Competências Pessoais em Atividades de Inspeção;</p><p>PETROBRAS N-2943 - Revestimentos Anticorrosivos;</p><p>ABNT NBR 10443 - Tintas e Vernizes - Determinação da Espessura da Película Seca sobre</p><p>Superfícies Rugosas;</p><p>ABNT NBR 15156 - Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR 15218 - Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Pintura</p><p>Industrial;</p><p>ABNT NBR 15442 - Pintura Industrial - Inspeção de Recebimento de Recipientes Fechados;</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ABNT NBR 15877 - Pintura industrial — Determinação da resistência à tração em sistemas</p><p>de pintura e outros revestimentos anticorrosivos;</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1277</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1374</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1550</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1661</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1735</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1841</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2037</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2104</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2231</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2288</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2441</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2628</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2630</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2680</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2841</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2843</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2913</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2941</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2943</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=RkgwTHJxWWFnUDVjWlF0OERSSW5iNExvYjJBTlVSVXJqRkVuM0tRaWFOZz0=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=WmFGT0RENG55dk9ZRmdBbEJvRUJxMzhLcXRwZFhPVTBpNWlnOEdWNXlaYz0=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=czRJR1NTeE1yZEpNYnBLTmZuUk1OWFh4Y1RrNkJhUGVlQmpSOTRjd24vOD0=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=ckV5U1R1akkvSkUyV0k1R1crWDJySjQ5Y05OV3BZZkU=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=VXhZMUJmc1F3bkVBc2YvUDgvV09iZDdtektkTzhpcFo=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=TlZDT3RtV1FnWmlUMjlLblBRSjYwRzdhS3Z3bHpYbkE3dEhGbjF4Wlh1Zz0=</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>6</p><p>ABNT NBR 16172 - Revestimentos Anticorrosivos - Determinação de Descontinuidades em</p><p>Revestimentos Anticorrosivos Aplicados sobre Substratos Metálicos;</p><p>ABNT NBR 16378 - Critérios para Qualificação e Certificação de Pintores Industriais,</p><p>Jatistas e Hidrojatistas;</p><p>ABNT NBR 16761 - Pintura Industrial - Medição de Condutividade para Avaliação de Sais</p><p>Solúveis em Superfícies para a Aplicação de Sistemas de Pintura – Método Bresle;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after</p><p>Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 17025 - General Requirements for the Competence of Testing and Calibration</p><p>Laboratories;</p><p>ASTM D4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers;</p><p>SSPC-SP 11 - Power Tool Cleaning to Bare Metal.</p><p>3 Termos e Definições</p><p>Para os efeitos deste documento se aplicam os termos e definições da ABNT NBR 15156.</p><p>4 Condições Gerais</p><p>4.1 Plano de Treinamento da Mão-de-Obra</p><p>4.1.1 A mão de obra deverá atender os requisitos contratuais de qualificação pessoal de execução.</p><p>4.1.2 Na ausência deste, deve haver um plano de treinamento da mão de obra, com avaliação</p><p>teórica e prática baseado na ABNT NBR 16378 ou norma similar reconhecida internacionalmente,</p><p>incluindo ainda treinamento de SMS e Normas Regulamentadoras (NR) .</p><p>4.1.3 Antes de iniciar o serviço de pintura, toda mão-de-obra deve receber treinamento do</p><p>procedimento de execução de pintura do serviço a ser realizado. O treinamento deve ser realizado</p><p>por inspetor de pintura Nível 1 (com experiência comprovada de 24 meses) ou Nível 2 da</p><p>ABNT NBR-15218. Equivalência como indicando na PETROBRAS N-2941 é aceitável.</p><p>4.1.4 A periodicidade do treinamento no procedimento de execução da pintura deve ser conforme</p><p>contrato, sendo minimamente anual. A contratada pode, a seu critério, realizar a reciclagem em maior</p><p>frequência.</p><p>4.2 Procedimento de Aplicação de Pintura da Executante</p><p>4.2.1 O procedimento de aplicação dos esquemas de pintura de equipamentos e partes a pintar deve</p><p>conter, no mínimo, as seguintes informações:</p><p>a) objetivo, informando a que se destina o procedimento;</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=OGg0MnpvOXhNWGFrZUxYK05vZU44QW91bnpicDl2RUdISnBFdmhRV0JuND0=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=QnpyWWorcVhZTHRXamVLZ0oxMElqNldSdVZHWThQT28wVm5kdkUzQ1BJdz0=</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?Q=RGRydjZRMi9nS1BWNlN6S0VVdGdCa3c5NE1wT1FQc3NVblVieUdhRXVRYz0=</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NMCJACAAAAAAAAAA?qid=637826100802320230&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=943291641</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PLQVCGAAAAAAAAAA?qid=637826100849744972&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=943379771</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/UUPECGAAAAAAAAAA?qid=637826101741524148&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027,4%7C51580&docid=943287366</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637826102608650864&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941972877</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>7</p><p>NOTA O procedimento deve ser específico ao objeto e local de execução do serviço.</p><p>b) normas e documentos de referência aplicáveis;</p><p>c) especificação do esquema de pintura a ser usado; cores aplicáveis para cada caso;</p><p>d) especificação das tintas a serem usadas, incluindo fornecedores, respectivas referências</p><p>comerciais e boletim técnico;</p><p>NOTA Quando solicitado, deve ser apresentado o certificado de produto comprovando o</p><p>atendimento aos critérios de desempenho estabelecidos, emitido por entidade de terceira parte. Esta</p><p>deve ser reconhecida pelo INMETRO (Brasil) ou por entidade signatária "acreditada e/ou</p><p>reconhecida" ou de “notória competência" no país de localização.</p><p>e) instruções de recebimento e armazenamento de tintas, diluentes e produtos correlatos;</p><p>f) sequência de execução e aplicação do esquema de pintura (incluindo equipamentos</p><p>aplicáveis);</p><p>g) processo de preparo do aço e preparo de superfície;</p><p>h) processo de aplicação das tintas;</p><p>i) plano de controle de qualidade;</p><p>j) instruções para a realização de retoques no esquema de pintura; requisitos de qualidade</p><p>para retoque.</p><p>4.3 Procedimento de Inspeção</p><p>O procedimento de inspeção dos esquemas de pintura deve conter, no mínimo, as seguintes</p><p>informações:</p><p>a) objetivo;</p><p>b) normas e documentos de referência aplicáveis;</p><p>c) procedimento de execução da inspeção ou instrução técnica específica de inspeção;</p><p>d) critérios de amostragem e inspeções a serem realizadas;</p><p>e) aparelhagem e instrumentos;</p><p>f) critério de aceitação ou rejeição, e tratamento da anomalia;</p><p>g) formulários utilizados para registros de resultados.</p><p>4.4 Plano de Calibração de Instrumentos</p><p>4.4.1 Medições que afetam a qualidade do produto somente devem ser realizadas com instrumentos</p><p>e dispositivos de medição devidamente calibrados e dentro da validade de sua calibração.</p><p>4.4.2 Os instrumentos utilizados nas inspeções devem ter certificado de calibração emitido por</p><p>laboratórios da Rede Brasileira de Calibração acreditados pelo INMETRO. Também são aceitos</p><p>laboratórios reconhecidos internacionalmente que atendam aos requisitos da ISO 17025.</p><p>4.4.3 Deve ser elaborado um plano de calibração de instrumentos, o qual deve conter, no mínimo, as</p><p>seguintes informações:</p><p>a) identificação do instrumento;</p><p>b) data da calibração;</p><p>c) número do certificado de calibração;</p><p>d) frequência de calibração;</p><p>e) prazo de validade da calibração;</p><p>f) data da próxima calibração.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>8</p><p>4.5 Armazenamento</p><p>4.5.1 Os locais de armazenamento das tintas, vernizes, solventes e diluentes devem ser cobertos,</p><p>bem ventilados, não sujeitos ao calor excessivo, protegidos contra centelhas, descargas atmosféricas</p><p>e raios diretos do sol. Devem ser locais exclusivos e providos de sistemas de combate a incêndio.</p><p>4.5.2 O empilhamento máximo dos recipientes deve levar em consideração o tipo de embalagem e</p><p>de produto armazenado, bem como estar de acordo com as recomendações das FISPQ dos</p><p>respectivos produtos. Na ausência dessa informação, é prática recomendada não exceder as</p><p>seguintes quantidades:</p><p>a) 20 galões;</p><p>b) 5 baldes;</p><p>c) 3 tambores (200L).</p><p>4.5.3 O armazenamento deve ser feito de forma tal que possibilite a retirada, em primeiro lugar, do</p><p>material mais antigo no almoxarifado e permita uma movimentação que evite danos.</p><p>4.6 Prazo de Validade (“Shelf Life”) e Critérios para Revalidação de Tintas</p><p>4.6.1 As tintas com prazo de validade ultrapassado e que não tenham sido revalidadas não podem</p><p>ser utilizadas, devendo ser devidamente segregadas no almoxarifado e identificadas de forma a evitar</p><p>sua utilização acidental.</p><p>4.6.2 O uso de tintas revalidadas não é permitido para pintura de:</p><p>a) Superfícies internas de equipamentos e tubulações;</p><p>b) Superfícies externas submetidas a altas temperaturas (acima de 80 ºC) com ou sem</p><p>isolamento térmico;</p><p>c) Superfícies sujeitas à condensação permanente ou intermitente;</p><p>d) Superfícies que trabalham imersas (pinturas internas e externas).</p><p>4.6.3 Para pintura de superfícies não enquadradas nos casos previstos em 4.6.2, as tintas podem,</p><p>desde que autorizado previamente por escrito pela PETROBRAS, ser revalidadas até duas vezes. A</p><p>revalidação é de responsabilidade do fabricante da tinta, o qual deve emitir um novo certificado de</p><p>análise específico para revalidação, baseado em requisitos técnicos próprios do fabricante, contendo</p><p>no mínimo as seguintes informações:</p><p>a) identificação do lote;</p><p>b) data de fabricação;</p><p>c) data de validade original;</p><p>d) data e validade da primeira revalidação;</p><p>e) data e validade da segunda revalidação, quando aplicável;</p><p>f) identificação do profissional responsável pela revalidação.</p><p>4.6.4 Quando tintas revalidadas forem utilizadas, no Relatório de Inspeção de Pintura deve constar</p><p>essa informação em campo apropriado.</p><p>4.6.5 As embalagens de tintas revalidadas devem ser identificadas, com uso de etiquetas que</p><p>contenham a nova data de validade e a informação de que aquele lote de tinta foi revalidado pelo</p><p>fabricante da tinta e atestado pelo inspetor de pintura. As tintas revalidadas devem ser armazenadas</p><p>de maneira segregada no almoxarifado e priorizadas para uso.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>9</p><p>4.7 Preparação de Superfícies</p><p>4.7.1 A preparação de superfícies, bem como os materiais utilizados, deve estar de acordo</p><p>com o</p><p>especificado e com os requisitos descritos na PETROBRAS N-9.</p><p>4.7.2 Os graus de limpeza das superfícies metálicas, bem como as condições da superfície, são</p><p>aqueles definidos nas normas PETROBRAS, ou documentação aplicável, específicos para cada</p><p>esquema de pintura.</p><p>4.7.3 As superfícies usinadas de flanges e conexões devem ser protegidas do jateamento abrasivo</p><p>por meio de um tampo de madeira, pelo envolvimento de uma lona plástica ou outro material que se</p><p>mostre adequado para essa finalidade.</p><p>4.7.4 Deve ser previsto isolamento para proteção das áreas recém pintadas, quando da execução de</p><p>serviços em áreas adjacentes, independentemente do tipo de tratamento da superfície utilizado. Tais</p><p>serviços só devem ser executados quando a película de tinta estiver seca ao toque, ou em estágio de</p><p>secagem adequado, de tal forma que não haja a possibilidade de impregnação ou contaminação da</p><p>película por abrasivos, poeira ou outras partículas sólidas.</p><p>4.8 Mistura, Homogeneização e Diluição das Tintas</p><p>4.8.1 Toda tinta deve ser homogeneizada antes e durante a aplicação, a fim de manter o pigmento</p><p>em suspensão. Nas tintas de dois ou mais componentes, estes devem ser homogeneizados</p><p>separadamente antes de se fazer a mistura. Após a mistura, não devem ser observados veios ou</p><p>faixas de cores diferentes e a aparência deve ser uniforme.</p><p>4.8.2 A homogeneização deve se processar no recipiente original, não devendo a tinta ser retirada</p><p>do recipiente enquanto toda a fração de tinta sedimentada não estiver totalmente dispersa.</p><p>Entretanto, admite-se que uma fração não sedimentada da tinta possa ser retirada temporariamente</p><p>para facilitar o processo de homogeneização. Casa haja dificuldade na dispersão do pigmento</p><p>sedimentado, a tinta não deve ser utilizada, a embalagem segregada e identificada para destinação</p><p>adequada.</p><p>4.8.3 A mistura e a homogeneização da tinta devem ser feitas por misturador mecânico, admitindo-se</p><p>a mistura manual para recipiente com capacidade de até 3,6 L sendo que as tintas pigmentadas com</p><p>alumínio devem ser misturadas manualmente. No caso das tintas ricas em zinco (PETROBRAS</p><p>N-1277, N-1661, N-1841 e N-2231), a mistura deve ser sempre mecânica.</p><p>4.8.4 A operação de mistura e homogeneização de tinta em recipientes abertos deve ser feita em</p><p>local bem ventilado, distante de centelhas ou chamas, e sobre uma bandeja, ou recipiente, com</p><p>tamanho suficiente para conter eventuais respingos ou derramamentos.</p><p>4.8.5 A utilização de fluxo de ar sob a superfície da tinta, com a finalidade de misturá-la ou</p><p>homogeneizá-la, não é permitida em nenhum caso.</p><p>4.8.6 Caso se tenha formado nata, pele ou espessamento, em lata recentemente aberta, a tinta deve</p><p>ser rejeitada. A embalagem, com todo seu conteúdo, deve ser identificada e segregada para</p><p>destinação adequada.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>10</p><p>4.8.7 Quando a homogeneização for manual e seja constatada presença de sedimentação, a fração</p><p>não sedimentada da tinta deve ser despejada para um recipiente limpo. Em seguida, deve-se</p><p>dispersar o material do fundo do recipiente por meio de uma espátula larga adequada, até a</p><p>homogeneização completa dos componentes.</p><p>NOTA A parte não sedimentada retirada temporariamente deve ser reincorporada à tinta, sob</p><p>agitação, de modo a obter uma composição homogênea.</p><p>4.8.8 A mistura, homogeneização e diluição só devem ser feitas por ocasião da aplicação.</p><p>4.8.9 As tintas não devem permanecer nos depósitos dos pulverizadores e baldes dos pintores de</p><p>um dia para o outro. Somente as tintas de um componente podem ser aproveitadas. Neste caso, as</p><p>sobreas de tinta devem ser recolhidas para um recipiente, que deve ser fechado, e novamente</p><p>misturadas e/ou homogeneizadas antes de serem usadas novamente.</p><p>4.8.10 As tintas a serem pulverizadas podem requerer diluição quando não for possível, por meio de</p><p>ajuste ou regulagem do equipamento de pulverização e de pressão de ar, obter aplicação satisfatória.</p><p>4.8.11 Quando houver necessidade de diluição das tintas, desde que previamente notificado por</p><p>escrito para a PETROBRAS, deve ser utilizado apenas o diluente especificado pelo fabricante da</p><p>tinta, não sendo permitido ultrapassar o percentual máximo de diluição definido no boletim técnico do</p><p>produto, em função do método de aplicação a ser utilizado. No Relatório de Inspeção de Pintura</p><p>devem constar informações sobre a diluição efetuada, incluindo a quantidade de tinta diluída,</p><p>quantidade de diluente utilizado, bem como o lote do diluente utilizado.</p><p>4.8.12 Nas tintas de dois ou mais componentes de cura química, devem ser respeitados o tempo de</p><p>indução, quando aplicável, e o tempo de vida útil da mistura (“pot life”), conforme indicado no boletim</p><p>técnico do fabricante da tinta.</p><p>4.8.13 Não é permitida a adição à tinta de qualquer substância, de qualquer natureza, que não esteja</p><p>prevista no boletim técnico do fabricante da tinta.</p><p>4.9 Aplicação de Tintas</p><p>4.9.1 O esquema de pintura deve ser sempre aplicado com tintas de um mesmo fabricante, inclusive</p><p>na pintura de fábrica e em canteiro. Quando não for possível manter o mesmo fabricante para todas</p><p>as tintas a serem aplicadas, principalmente quando se tratar da última demão de acabamento, os</p><p>fabricantes dos materiais deverão ser consultados.</p><p>4.9.2 A pintura promocional ou de fábrica (“shop primer”) porventura aplicada, deve ser removida</p><p>imediatamente antes da aplicação dos esquemas de pintura especificados, salvo nos casos em que o</p><p>fabricante assegure a integridade e o desempenho do esquema de pintura.</p><p>4.9.3 É permitida a execução do preparo da superfície e aplicação de tintas, total ou parcial, nas</p><p>instalações do fabricante ou no canteiro de obras (instalações terrestres ou marítimas), desde que</p><p>seja aceito pela PETROBRAS e acompanhado por um inspetor de pintura certificado.</p><p>4.9.4 Em equipamentos, tubulações ou estruturas a serem soldados durante a montagem, deve ser</p><p>deixada uma faixa de 5 cm a partir de ambos os lados da borda a ser soldada, as quais devem</p><p>receber preparo de superfície e pintura após a soldagem e testes.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>11</p><p>4.9.5 Após a preparação da superfície e antes da aplicação da tinta de fundo, as superfícies devem</p><p>ser inspecionadas segundo a PETROBRAS N-9 quanto a pontos de corrosão, presença de óleo e</p><p>graxa, umidade, salinidade e outros contaminantes.</p><p>4.9.6 Frestas e depressões devem ser vedados por meio de solda, quando aplicável, massa epóxi ou</p><p>materiais específicos para essa finalidade aprovados pela PETROBRAS.</p><p>4.9.6.1 A vedação por meio de soldas deve ser executada antes da pintura.</p><p>4.9.6.2 A vedação por meio de massa epóxi pode ser executada após a preparação de superfície ou</p><p>logo após a aplicação da tinta de fundo. Quando utilizados outros materiais para essa finalidade, deve</p><p>ser seguida a orientação do fabricante.</p><p>4.9.7 Toda a superfície, antes da aplicação de cada demão de tinta, deve sofrer um processo de</p><p>limpeza por meio de aspirador, escova, sopro com ar seco ou pano úmido para remover a poeira. O</p><p>processo de limpeza deve ser definido em função das condições específicas de cada trabalho.</p><p>4.9.8 Não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta quando a temperatura ambiente for inferior a</p><p>5 ºC, exceto quando se tratar de tintas cujo mecanismo da formação de película seja exclusivamente</p><p>por evaporação de solventes. Tais tintas podem ser aplicadas desde que a temperatura ambiente</p><p>seja igual ou superior a 2 ºC.</p><p>4.9.8.1 Nenhuma tinta deve ser aplicada se houver a expectativa de que a temperatura ambiente</p><p>possa cair até 0 ºC antes de a tinta estar seca à pressão.</p><p>4.9.8.2 Não deve ser aplicada tinta em superfícies metálicas cuja temperatura seja inferior à</p><p>temperatura de ponto de orvalho + 3 ºC ou em superfícies com temperatura superior a 52 ºC.</p><p>NOTA 1 No caso de tintas a base de etil silicato</p><p>de zinco a temperatura da superfície metálica não</p><p>deve exceder a 40 ºC.</p><p>NOTA 2 As tintas formuladas especificamente para aplicação sobre superfícies com condensação</p><p>de umidade ou com umidade residual não estão sujeitas às restrições do ponto de orvalho</p><p>NOTA 3 No caso de tintas específicas para aplicação em superfícies que estejam fora das faixas de</p><p>temperatura mencionadas, devem ser seguidas as recomendações do fabricante e suas</p><p>instruções de uso.</p><p>4.9.8.3 Não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta em tempo de chuva, nevoeiro ou bruma ou</p><p>quando a umidade relativa do ar for superior a 85 %, nem quando haja expectativa deste valor ser</p><p>alcançado.</p><p>NOTA 1 No caso de tintas à base de etil silicato de zinco, a umidade relativa do ar deve estar entre</p><p>60 % e 85 % para garantir a cura adequada da tinta. Havendo necessidade da avaliação do</p><p>grau de cura, deve ser utilizado o procedimento descrito na norma ASTM D 4752, ou outro</p><p>sob orientação do fabricante da tinta. Nenhuma demão subsequente de tinta deve ser</p><p>aplicada sem ser constatada a cura adequada da tinta de etil silicato de zinco.</p><p>NOTA 2 As tintas formuladas especificamente para aplicação sobre superfícies com condensação de</p><p>umidade ou com umidade residual não estão sujeitas às restrições de umidade relativa.</p><p>4.9.9 A demão de reforço (“stripe coat”) nos pontos críticos, tais como regiões soldadas, cantos</p><p>vivos, cavidades e fendas, alvéolos e pites, flanges e válvulas flangeadas, bordas e quinas de vigas,</p><p>deve ser executada obrigatoriamente com trincha.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>12</p><p>4.9.9.1 A quantidade de demãos de reforço dependerá da quantidade de demãos do esquema</p><p>especificado. Em esquemas com mais de uma demão, deve ser aplicada uma demão de reforço a</p><p>menos do que a quantidade total de demãos do esquema de pintura. Em sistemas de demão única,</p><p>deve ser aplicada, igualmente, uma demão de reforço.</p><p>4.9.9.1.1 Em obras novas, feitas em canteiro, recomenda-se que a demão de reforço seja feita</p><p>diretamente sobre o substrato, imediatamente após a preparação de superfície.</p><p>4.9.9.1.2 Em pintura de manutenção, ou feitas em ambientes onde exista possibilidade de se perder</p><p>o padrão de preparação de superfície, recomenda-se que seja aplicada a primeira demão do sistema</p><p>de pintura em toda a superfície antes da aplicação da primeira demão de reforço.</p><p>4.9.9.2 Não deve ser aplicada demão de reforço de tintas inorgânicas ricas em zinco.</p><p>4.9.9.3 Revestimentos aplicados em demão única, com cura rápida, e com espessuras iguais ou</p><p>maiores que 2 000 µm, aplicadas em vários passes, tais como poliuréias e poliuretanos</p><p>elastoméricos, terão a demão de reforço aplicada como um dos passes realizados durante a</p><p>aplicação, não necessitando de uma demão adicional para essa finalidade específica.</p><p>4.9.9.4 Tintas com propriedades de retenção nas arestas (edge retentive) podem ser utilizadas para</p><p>aplicação do stripe coat por meio de pistola sem ar nos cantos vivos, flanges e válvulas flangeadas,</p><p>bordas e quinas de vigas.</p><p>4.9.10 Cada demão de tinta deve ter espessura uniforme de película seca, isenta de defeitos como</p><p>os citados no item 6.5 desta Norma.</p><p>4.9.11 As espessuras recomendadas são aquelas mencionadas nas normas PETROBRAS, ou</p><p>documentação aplicável, para cada esquema de pintura.</p><p>4.9.12 Os intervalos de tempo (máximo e mínimo) entre demãos deve ser aqueles citados nos</p><p>boletins técnicos de cada tinta utilizada, dando especial atenção à temperatura ambiente do local</p><p>onde está sendo feita a aplicação.</p><p>4.9.13 Os equipamentos, estruturas metálicas e tubulações pintados antes da montagem não devem</p><p>ser manuseados sem ter sido alcançado o tempo mínimo de secagem para repintura.</p><p>4.9.14 O manuseio após o tempo de secagem mencionado em 4.9.13 deve ser efetuado de forma a</p><p>minimizar danos à pintura, utilizando-se cabos de aço, apenas com proteção, ou cabos e cintas</p><p>poliméricas para pequenas peças.</p><p>4.9.15 Os danos na pintura, decorrentes dos processos de montagem e/ou transporte, devem ser</p><p>retocados utilizando-se o esquema originalmente especificado.</p><p>NOTA Para as tintas PETROBRAS N-1661 e N-2231 deve ser observado o prescrito em 5.1.1.5.</p><p>4.9.16 As regiões soldadas após a montagem devem receber a mesma tinta de fundo do esquema</p><p>original. O tratamento da superfície deve ser feito por meio de jateamento abrasivo, padrão Sa 2 1/2</p><p>da ISO 8501-1, jateamento abrasivo úmido ao padrão WAB-2 da SSPC-SP 10, ou hidrojateamento</p><p>com abrasivo. Na impossibilidade do uso do jato abrasivo, a preparação de superfície deve ser</p><p>realizada por ferramentas mecânico-rotativas conforme a SSPC-SP 11.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>13</p><p>4.9.17 No caso de tintas epóxi, quando os intervalos para repintura forem ultrapassados, a demão</p><p>anterior deve receber um tratamento utilizando lixamento manual, escova rotativa, lixadeira, ou</p><p>jateamento abrasivo, seco ou úmido, para quebra de brilho, ou ainda o hidrojateamento equivalente,</p><p>em toda a superfície seguido de limpeza conforme a Norma ABNT NBR 15158 para permitir a</p><p>ancoragem da demão subsequente.</p><p>NOTA No caso das tintas ricas em zinco conforme a Norma PETROBRAS N-1661, devem apenas</p><p>ser lavadas usando água doce sob pressão (1 500 a 3 000 psi).</p><p>4.9.18 Durante a aplicação e a secagem da tinta deve-se tomar todo o cuidado para evitar a</p><p>contaminação da superfície por cinzas, sal, poeira e outros contaminantes.</p><p>4.9.19 As superfícies usinadas e outras que não deve ser pintadas, mas que exijam proteção, devem</p><p>ser recobertas com uma camada de verniz destacável, ou outro tipo de proteção adequada aprovada</p><p>previamente pela PETROBRAS.</p><p>4.9.20 As estruturas metálicas, as tubulações e os equipamentos pintados, ainda não montados,</p><p>devem ser mantidos afastados entre si e do solo, e devem ser posicionados de modo a minimizar a</p><p>quantidade de locais coletores de água de chuva, terra, contaminação ou deterioração da película da</p><p>tinta. Nestes casos as superfícies devem ser limpas ou retocadas com a(s) tinta(s) exigida(s) sempre</p><p>que isso for necessário à manutenção da integridade da película.</p><p>4.9.21 Os equipamentos, tubulações, ou estruturas que estejam em contato com sistemas em</p><p>operação, recém pintadas não devem ser postos em operação antes de decorrido o intervalo de</p><p>tempo recomendado pelo fabricante.</p><p>4.9.22 Em pintura de manutenção deve ser removida somente a pintura que apresente fendimento</p><p>ou não possua aderência satisfatória quando não for determinada a repintura total, em face de uma</p><p>análise técnico-econômica.</p><p>NOTA A pintura antiga que for deixada sobre a superfície metálica deve encontrar-se de tal modo</p><p>aderida que não possa ser levantada mediante a introdução de uma espátula cega sob o</p><p>revestimento, com ângulo máximo de 45° e pressão moderada.</p><p>4.9.22.1 Todas as bordas da pintura anterior com a área a ser pintada devem ser chanfradas ou</p><p>desbastadas por meio de lixamento para garantir uma transição suave entre a pintura nova e a antiga</p><p>remanescente.</p><p>4.9.22.2 A repintura parcial deve ser feita de modo a minimizar qualquer dano à parte da pintura que</p><p>se encontre em boas condições. As tintas utilizadas devem ser compatíveis com o esquema original e</p><p>fornecidas por um mesmo fabricante, mas não necessariamente o mesmo que forneceu as tintas do</p><p>esquema original.</p><p>5 Condições Específicas</p><p>5.1 Tintas</p><p>5.1.1 Tintas Ricas em Zinco (PETROBRAS N-1277, N-1661, N-1841 e N-2231)</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>14</p><p>5.1.1.1 A mistura e homogeneização devem ser feitas com a maior uniformidade. Para as tintas à</p><p>base de silicatos, caso o pó de zinco seja fornecido em embalagem separada, deve-se adicionar o pó</p><p>de zinco, de forma lenta, ao veículo e com agitação constante, a fim de se obter uma mistura</p><p>uniforme.</p><p>5.1.1.2 Após a mistura e homogeneização a tinta deve ser passada por peneira</p><p>nº 80 a nº 100, salvo</p><p>nos casos em que o equipamento de aplicação possua peneira adequada que separe apenas os</p><p>contaminantes sem separar o pigmento.</p><p>5.1.1.3 A pulverização somente deve ser feita com equipamentos de pintura que disponham de</p><p>agitação mecânica durante toda a aplicação.</p><p>5.1.1.4 As tintas à base de etil silicato de zinco (PETROBRAS N-1661, N-1841 e N-2231) não devem</p><p>ser aplicadas por meio de trincha ou rolo.</p><p>5.1.1.5 As tintas à base de etil silicato (PETROBRAS N-1661 e N-2231) não devem ser retocadas</p><p>com o mesmo produto. Neste caso, deve-se utilizar, como substituta, a tinta de fundo epóxi-zinco</p><p>poliamida (PETROBRAS N-1277) somente para o caso de temperaturas de operação de até 120 °C.</p><p>NOTA Para temperaturas acima de 120 °C deve-se remover a tinta aplicada e repetir o esquema</p><p>original.</p><p>5.1.2 Tinta de Acabamento Epóxi sem Solvente (PETROBRAS N-2629, N-2680 e N-2912, Tipos II e</p><p>III)</p><p>Sempre que operacionalmente possível, a segunda demão deve ser aplicada assim que a primeira</p><p>demão estiver seca ao toque. Caso não seja operacionalmente possível, seguir respeitando os</p><p>intervalos mínimo e máximo recomendados pelo fabricante de tinta.</p><p>NOTA No caso de ser adotada a sistemática acima não é necessária fazer a medição de</p><p>espessura de película seca na primeira demão.</p><p>5.2 Processo de Aplicação</p><p>Todas as tintas devem ser aplicadas, preferencialmente, por meio de pistola de pulverização sem ar</p><p>(“air less”), a exceção das tintas ricas em zinco (PETROBRAS N-1661, N-1841 e N-2231) que devem</p><p>ser aplicadas por equipamentos de pintura com agitação mecânica.</p><p>5.2.1 Pistola de pulverização sem ar (“Air Less”)</p><p>5.2.1.1 Deve ser usada na aplicação de tintas com baixo (80 % de sólidos ou mais) ou nenhum teor</p><p>de solvente ou de elevada tixotropia, principalmente quando se deseja alta produtividade e elevada</p><p>espessura por demão.</p><p>5.2.1.2 Os bicos devem ser os recomendados pelo fabricante da tinta a ser aplicada.</p><p>5.2.1.3 O equipamento de pintura deve possuir reguladores e medidores de pressão de ar.</p><p>5.2.1.4 A pressão da bomba pneumática do equipamento de pintura deve ser ajustada em função do</p><p>tipo de tinta a ser aplicada.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>15</p><p>5.2.1.5 Durante a aplicação, a pistola deve ser mantida perpendicular à superfície e a uma distância</p><p>constante que assegure a deposição de uma demão úmida de tinta, devendo a tinta chegar à</p><p>superfície ainda pulverizada.</p><p>5.2.1.6 Para se obter uma pintura uniforme, cada passe deve sobrepor o anterior em 50 % da</p><p>largura.</p><p>5.2.1.7 Para aplicação de tintas com pot life curto (abaixo de 30 minutos na temperatura do</p><p>ambiente) deverá ser utilizado equipamento de mistura automática no bico (plural component).</p><p>5.2.2 Pistola Convencional</p><p>5.2.2.1 O ar comprimido utilizado na pistola deve ser isento de água e óleo. O equipamento deve</p><p>operar em linha de ar comprimido provida de filtros adequados, contendo sílica gel e carvão ativado,</p><p>para retirada de água e de óleo, respectivamente. Os filtros devem ser drenados periodicamente</p><p>durante a operação de pintura.</p><p>5.2.2.2 O equipamento de pintura deve possuir reguladores e medidores de pressão de ar e da tinta.</p><p>5.2.2.3 As capas de ar, bicos e agulhas devem ser os recomendados pelo fabricante de tinta para a</p><p>tinta a ser pulverizada.</p><p>5.2.2.4 A pressão sobre a tinta no depósito e a pressão do ar na pistola devem ser ajustadas em</p><p>função da tinta que está sendo pulverizada.</p><p>5.2.2.5 A pressão sobre a tinta no depósito deve ser ajustada sempre que necessário, para</p><p>compensar as variações da elevação da pistola acima do depósito. Para tintas à base de etil silicato</p><p>de zinco, a pistola e o tanque de pressão devem estar aproximadamente no mesmo nível.</p><p>5.2.2.6 A pressão de ar na pistola deve ser suficientemente alta para atomizar a tinta, porém não tão</p><p>alta que venha causar excessiva pulverização, excessiva evaporação do solvente ou perdas elevadas</p><p>por excesso de pulverização.</p><p>5.2.2.7 Durante a aplicação, a pistola deve ser mantida perpendicular à superfície e a uma distância</p><p>constante que assegure a deposição de uma demão úmida de tinta, devendo a tinta chegar à</p><p>superfície ainda pulverizada.</p><p>5.2.2.8 Este método de aplicação não deve ser usado em locais onde existam ventos fortes e em</p><p>estruturas extremamente delgadas que levem a perdas excessivas de tinta.</p><p>5.2.2.9 Para uma pintura uniforme cada passe deve sobrepor o anterior em 50 % da largura.</p><p>5.2.3 Trincha</p><p>5.2.3.1 Deve ser construída de fibra natural, vegetal ou animal, de maneira que não haja</p><p>desprendimento de fibras durante a aplicação das tintas. Devem ser mantidas convenientemente</p><p>limpas, isentas de qualquer resíduo.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>16</p><p>5.2.3.2 A ser utilizada para a aplicação da demão de reforço (“Stripe Coating”) e pintura de pequenos</p><p>retoques, regiões soldadas, superfícies irregulares, cantos vivos e cavidades, exceto quando se tratar</p><p>de tintas ricas em zinco a base etil silicato.</p><p>5.2.3.3 A largura deve ser de, no máximo, 125 mm (5”).</p><p>5.2.3.4 A aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente marcas acentuadas de</p><p>trincha após a secagem.</p><p>5.2.3.5 É também utilizada para a correção de escorrimento ou ondulações.</p><p>5.2.4 Rolo</p><p>5.2.4.1 Quando o método de aplicação da tinta prever o uso de rolo, este deve ser do tipo lã de</p><p>carneiro de pelo curto. Os materiais de construção devem possuir resistência adequada aos</p><p>solventes das tintas.</p><p>5.2.4.2 A aplicação da primeira demão deve ser feita em faixas paralelas e a demão seguinte deve</p><p>ser dada em sentido transversal (cruzado) à anterior. Sempre que possível, iniciar a pintura pela parte</p><p>superior.</p><p>NOTA As partes da superfície acidentadas ou inacessíveis ao rolo devem ser pintadas à trincha ou</p><p>pistola.</p><p>5.2.4.3 Entre 2 faixas adjacentes de uma mesma demão deve ser dada uma sobreposição mínima</p><p>de 5 cm.</p><p>5.2.4.4 A aplicação deve ser feita de modo que a película não apresente defeitos tais como bolhas,</p><p>arrancamento da demão anterior ou impregnação de pelos removidos do rolo.</p><p>5.2.4.5 Não deve ser utilizado para a aplicação de tintas com pot life curto (abaixo de 30 minutos na</p><p>temperatura do ambiente) em grandes áreas.</p><p>6 Inspeção</p><p>As inspeções devem ser realizadas por inspetores qualificados e certificados conforme requisitos da</p><p>Norma PETROBRAS N-2941.</p><p>Os resultados das inspeções devem ser registrados pelo inspetor de pintura no relatório de inspeção</p><p>de pintura e as não conformidades registradas no relatório de não conformidades (RNC).</p><p>6.1 Recebimento de Tintas e Diluentes</p><p>6.1.1 Verificar, para cada lote de tinta recebido, se os resultados do certificado de análise emitido</p><p>pelo fabricante estão em conformidade com a tabela dos requisitos do produto pronto para aplicação</p><p>definidos na norma de especificação da tinta. No certificado de análise deve ser informado também o</p><p>tempo de cura total da tinta.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>17</p><p>6.1.2 Verificar se o prazo de validade (“shelf life”) e a marcação da embalagem estão de acordo com</p><p>as normas PETROBRAS específicas para cada tipo de tinta.</p><p>6.1.3 No caso de tintas de dois componentes, verificar se o prazo de validade (“shelf life”) de cada</p><p>componente não foi ultrapassado.</p><p>6.1.4 Verificar se o estado de conservação e o grau de enchimento da embalagem estão em</p><p>conformidade com a ABNT NBR 15442.</p><p>6.1.5 Verificar se o diluente e a tinta são do mesmo fabricante.</p><p>6.2 Preparo de Superfície</p><p>6.2.1 Examinar visualmente se a superfície está isenta de poeira, óleo, pontos de corrosão e outros</p><p>contaminantes de acordo com a PETROBRAS N-9.</p><p>6.2.2 Comparar a superfície com o grau de limpeza especificado no esquema de pintura com o</p><p>respectivo padrão visual da norma especificada, que deve ser utilizado pelo inspetor</p><p>de pintura em</p><p>sua versão impressa original, no local da execução do serviço, não sendo permitidas cópias,</p><p>reproduções ou fotografias.</p><p>6.3 Perfil de Rugosidade</p><p>A determinação do perfil de rugosidade deve ser feita de acordo com as recomendações contidas na</p><p>norma PETROBRAS N-9.</p><p>6.4 Umidade Relativa do Ar e Temperatura</p><p>6.4.1 Efetuar medições de umidade relativa do ar, de temperatura do ambiente e da temperatura do</p><p>substrato antes do início dos trabalhos de aplicação de tintas.</p><p>6.4.2 Fazer o controle das medições de umidade relativa do ar, temperatura ambiente e temperatura</p><p>do substrato em relatório específico, com intervalos de uma hora.</p><p>6.4.3 As medições da umidade relativa do ar e temperatura ambiente devem ser executadas no local</p><p>onde a pintura esteja sendo feita.</p><p>6.4.3.1 Quando houver execução de serviços de preparação de superfície e pintura em mais de uma</p><p>frente de trabalho na mesma planta industrial, deve ser feito o monitoramento e relatório específicos</p><p>para cada localidade.</p><p>6.5 Película</p><p>Examinar se cada demão de tinta (durante a aplicação e após a exposição) está isenta de falhas e/ou</p><p>defeitos, tais como:</p><p>a) escorrimento;</p><p>b) empolamento (bolhas);</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>18</p><p>c) enrugamento;</p><p>d) craqueamento (fendimento)</p><p>e) olho de peixe e crateras;</p><p>f) impregnação de abrasivo e/ou contaminantes;</p><p>g) descolamento (descascamento);</p><p>h) oxidação/corrosão;</p><p>i) inclusão de pelos;</p><p>j) poros;</p><p>k) sangramento;</p><p>l) manchas;</p><p>m) pulverização seca;</p><p>n) empoamento (calcinação ou gizamento);</p><p>o) fervura;</p><p>p) danos mecânicos;</p><p>q) queimas.</p><p>6.6 Espessura de Película Úmida (EPU)</p><p>6.6.1 Durante a aplicação da tinta, a medição da EPU deve ser criteriosamente executada pelo pintor</p><p>e acompanhada pelo inspetor de pintura, de modo a evitar variações inaceitáveis na espessura de</p><p>película seca.</p><p>6.6.2 Em tubulações, deve ser realizada, pelo menos, uma medição para cada 10 m ou fração do</p><p>comprimento.</p><p>6.6.3 Para os demais itens objeto desta Norma, deve ser realizado um número de medições</p><p>correspondente, em valor absoluto, a 20 % da área total pintada. Por exemplo:</p><p>a) para uma área pintada de 25 m2 (20 % de 25 é igual a 5), devem ser feitos, pelo menos,</p><p>5 medições de espessura distribuídas uniformemente por toda a área pintada;</p><p>b) para uma área pintada de 300 m2 (20 % de 25 é igual a 60), devem ser feitos, pelo</p><p>menos, 60 medições de espessura distribuídas uniformemente por toda a área pintada.</p><p>6.7 Espessura de Película Seca (EPS)</p><p>6.7.1 A medição da espessura deve ser efetuada depois de decorrido o tempo mínimo de secagem</p><p>para repintura de cada demão. Deve ser executada conforme a ABNT NBR 10443.</p><p>6.7.2 Em tubulações, deve ser realizada, pelo menos, uma medição para cada 25 m ou fração do</p><p>comprimento.</p><p>6.7.3 Para os demais itens objeto desta Norma, deve ser realizado um número de medições</p><p>correspondente, em valor absoluto, a 10 % da área total pintada. Por exemplo:</p><p>a) para uma área pintada de 25 m2 (10 % de 25 é igual a 2,5), devem ser feitos, pelo</p><p>menos, 3 medições de espessura distribuídas uniformemente por toda a área pintada;</p><p>b) para uma área pintada de 300 m2 (10 % de 300 é igual a 30), devem ser feitos, pelo</p><p>menos, 30 medições de espessura distribuídas uniformemente por toda a área pintada.</p><p>6.7.4 Todas as medições de espessura efetuadas devem constar no RIP, ou em relatório específico</p><p>para tal finalidade.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>19</p><p>6.8 Descontinuidade</p><p>O teste de determinação de descontinuidade deve ser efetuado depois de decorrido, no mínimo, o</p><p>tempo máximo de secagem para repintura da tinta utilizada na última demão do esquema de pintura</p><p>O teste deve ser executado conforme ABNT NBR 16172, modificando o item 3.1 e excluindo o item</p><p>3.2, sempre que a norma ou especificação técnica de pintura dos equipamentos, estruturas e</p><p>tubulações assim determinarem, em 100 % da área, conforme descrição abaixo:</p><p>a) via úmida – instrumento ajustado para tensão de 67,5 V com os seguintes acessórios:</p><p>haste para suporte da esponja, esponja e fio-terra com garra tipo jacaré. Todos os</p><p>acessórios, incluindo a esponja, devem estar em conformidade com as especificações</p><p>do fabricante. Estes instrumentos aplicam-se para revestimentos anticorrosivos com</p><p>espessura inferior ou igual a 300 μm;</p><p>b) via seca - instrumentos com tensão variável, com os seguintes acessórios: eletrodo de</p><p>alta tensão com manopla de segurança para suporte de vassoura metálica, ou mola</p><p>espiral metálica, ou mola metálica e fio-terra com garra tipo jacaré. Os instrumentos com</p><p>faixa de 500 V a 5 000 V são selecionados para revestimentos anticorrosivos com</p><p>espessura de 300 μm a 1 000 μm. Para espessuras acima de 1 000 μm utilizar</p><p>instrumentos com tensão acima de 5 000 V.</p><p>6.9 Teste de Aderência por Tração (“Pull Off”)</p><p>6.9.1 As áreas a serem submetidas ao ensaio devem ser indicadas pela PETROBRAS.</p><p>6.9.2 O teste de aderência por tração (“pull off”) deve ser executado conforme estabelecido na</p><p>ABNT NBR 15877 (Anexo A.2 e A.3) - com acionamento automático ou na ASTM D4541, Método D -</p><p>Equipamento Tipo IV e Método E - Equipamento Tipo V- com acionamento automático. O teste deve</p><p>ser realizado na superfície que foi revestida e, posteriormente, a área danificada deve ser</p><p>adequadamente retocada.</p><p>NOTA 1 Na impossibilidade física de realizar o teste de aderência diretamente na área revestida, a</p><p>fiscalização pode autorizar a realização deste teste em réplicas.</p><p>NOTA 2 Para fins desta Norma uma réplica refere-se a um corpo-de-prova confeccionado com o</p><p>mesmo material e preparação de superfície do substrato a ser revestido, com dimensões</p><p>mínimas de 0,5 m x 0,5 m e 6 mm de espessura.</p><p>NOTA 3 Todo o processo de revestimento da réplica deve ser executado simultaneamente e no</p><p>mesmo local da aplicação do esquema de pintura na estrutura ou equipamento.</p><p>6.9.2.1 Em tubulações, deve ser realizado, pelo menos, um teste a cada 100 m ou fração do</p><p>comprimento.</p><p>6.9.2.2 Para os demais itens, objeto desta Norma, deve ser realizado um número de testes</p><p>correspondente, em valor absoluto, a 1 % da área total pintada. Por exemplo:</p><p>a) para uma área pintada de 25 m2 (1 % de 25 é igual a 0,25) deve ser feito, pelo menos, 1</p><p>ensaio de aderência;</p><p>b) para uma área de 300 m2 (1 % de 300 é igual a 3), devem ser feitos pelo menos 3</p><p>ensaios de aderência, distribuídos uniformemente por toda área pintada.</p><p>6.9.3 Para os itens 6.9.2.1 e 6.9.2.2 considerar:</p><p>a) o critério citado é válido quando a área for pintada pelo mesmo lote de tinta, sobre o mesmo</p><p>padrão de preparação de superfície, e a pintura executada em um mesmo dia, não sendo</p><p>permitida a soma destas áreas para efeito da quantificação do número de testes;</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>20</p><p>b) quando a pintura for executada utilizando lotes diferentes da mesma tinta, sobre padrões de</p><p>preparação de superfície diferentes, e não for executada no mesmo dia, as áreas pintadas</p><p>devem ser identificadas, mapeadas e inspecionadas separadamente de acordo com o critério</p><p>estabelecido neste item;</p><p>c) deve-se priorizar a realização do teste de aderência em áreas consideradas críticas na</p><p>estrutura pintada, como por exemplo áreas próximas à solda e em áreas de difícil acesso,</p><p>nas quais há maior probabilidade de ocorrerem falhas de pintura.</p><p>6.9.4 O ensaio de aderência deve ser realizado após aplicação total do sistema de pintura e</p><p>decorrido o tempo de cura indicado pelo fabricante da tinta.</p><p>6.9.4.1 O fabricante das tintas utilizadas poderá autorizar a realização do teste de aderência em</p><p>tempo menor do que o previsto em 6.9.4.</p><p>6.9.4.2 Caso o ensaio de aderência seja realizado em tempo menor do que o previsto em 6.9.4, e se</p><p>obtenha resultado insuficiente para sua aprovação, o resultado obtido deverá ser devidamente</p><p>registrado, porém não utilizado para aceitação/rejeição da pintura efetuada. Nesse caso, novo ensaio</p><p>deverá ser realizado aguardando-se o tempo originalmente recomendado.</p><p>6.9.4.3 A aprovação do revestimento aplicado no ensaio de aderência não deve ser interpretada</p><p>como liberação para operação.</p><p>6.9.5 A seleção do adesivo para a realização do ensaio deve ser feita levando-se em consideração a</p><p>compatibilidade química entre o adesivo e a tinta na qual o carretel será colado.</p><p>6.10 Ensaio de Salinidade</p><p>6.10.1 Deve ser executado de acordo com a norma ABNT NBR 16761.</p><p>6.10.2 Deve ser realizado imediatamente antes da aplicação de cada demão de tinta, incluindo a</p><p>demão de reforço (stripe coating).</p><p>6.10.3 Ao término do ensaio não deve permanecer resíduo do adesivo da célula Bresle na superfície</p><p>que será pintada.</p><p>6.10.4 Em locais sujeitos à contaminação por sais solúveis, ou sensíveis a isso, tais como áreas</p><p>expostas de plataformas, região interna de equipamentos e tanques, e em unidades próximas à</p><p>costa, deve ser feito em até, no máximo, uma hora antes da aplicação da tinta.</p><p>6.10.5 A amostragem do ensaio deve ser a mesma especificada na PETROBRAS N-9.</p><p>7 Critérios de Aceitação e Rejeição</p><p>7.1 Recebimento de Tintas e Diluentes</p><p>As tintas e diluentes devem atender as exigências do 6.1 desta Norma.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>21</p><p>7.2 Preparo de Superfície</p><p>7.2.1 A superfície examinada não deve apresentar vestígios de materiais citados em 6.2.1.</p><p>7.2.2 A superfície deve apresentar grau de limpeza em conformidade com o exigido nas normas</p><p>PETROBRAS específicas para cada esquema de pintura.</p><p>7.3 Perfil de Rugosidade</p><p>7.3.1 O perfil de rugosidade no substrato metálico deve atender as exigências do item 6.3 desta</p><p>Norma.</p><p>7.4 Umidade Relativa do Ar e Temperatura</p><p>Os serviços de pintura devem ser realizados dentro das seguintes condições de umidade e</p><p>temperatura:</p><p>a) Umidade Relativa do Ar (URA) máxima: 85 %, exceto para tintas a base de etil silicato de</p><p>zinco em que a umidade deve estar entre 60 % e 85 %;</p><p>b) temperatura máxima da superfície: 52 °C, exceto para as tintas de fundo a base de etil</p><p>silicato de zinco que, neste caso, é de 40 °C;</p><p>c) temperatura mínima da superfície: 3 °C acima do ponto de orvalho;</p><p>d) temperatura ambiente: não deve ser feita nenhuma aplicação de tinta quando a</p><p>temperatura ambiente for inferior a 5 °C;</p><p>e) para a tinta PETROBRAS N-2680 não existe restrição com relação ao ponto de orvalho e</p><p>umidade relativa do ar, porém não deve ser aplicada se a temperatura da superfície for</p><p>inferior a 10 °C ou houver expectativa deste fato ocorrer antes de atingir o tempo de</p><p>intervalo mínimo de secagem para repintura.</p><p>7.5 Película</p><p>7.5.1 Não devem ser aceitos falhas e/ou defeitos na película de tinta ou revestimento, tais como</p><p>aqueles citados em 6.5.</p><p>7.5.2 A necessidade da execução do reparo de falhas e defeitos superficiais, sem exposição do</p><p>substrato metálico, deve ser acordada junto à fiscalização da PETROBRAS.</p><p>7.5.3 Defeitos que exponham o substrato metálico devem obrigatoriamente ser reparados.</p><p>7.6 Espessura de Película Úmida (EPU)</p><p>7.6.1 A EPU é obtida pelo resultado da divisão da EPS pelo valor do percentual de Sólidos por</p><p>Volume (SV), multiplicado por 100, de acordo com a fórmula:</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>22</p><p>7.6.2 Qualquer medida encontrada abaixo deste valor deve ser corrigida imediatamente, devendo ser</p><p>verificadas e ajustadas as condições do processo de aplicação da tinta.</p><p>7.7 Espessura de Película Seca (EPS)</p><p>7.7.1 Nenhuma medição de espessura, efetuada conforme descrito em 6.7.1 deve apresentar valor</p><p>inferior à espessura mínima de película seca especificada no esquema de pintura. Onde houver</p><p>constatação de espessura mínima inferior à especificada, a área deve ser mapeada por meio de</p><p>novas medições e em seguida ser aplicada uma demão adicional, ou uma compensação na demão</p><p>seguinte desde que as tintas sejam de mesma natureza química e mecanismo de proteção</p><p>anticorrosiva. Para as tintas ricas em zinco a base de etil silicato (PETROBRAS N-1661, N-1841,</p><p>N-2231), estas devem ser totalmente removidas para nova aplicação.</p><p>7.7.2 São aceitas áreas com aumento de até 40 % da espessura prevista por demão no esquema de</p><p>pintura. Para aumentos superiores a 40 % deve ser consultado o fabricante sobre a possibilidade de</p><p>aceitação. Para as tintas ricas em zinco a base de etil silicato (PETROBRAS N-1661 e N-2231), é</p><p>aceito um aumento de até 20 % da espessura mínima dessas tintas prevista no esquema de pintura.</p><p>7.8 Descontinuidade</p><p>7.8.1 A superfície examinada segundo descrito em 6.8 não deve apresentar descontinuidades.</p><p>7.8.2 O teste de descontinuidade deve ser registrado em relatório apresentando um mapeamento</p><p>das porosidades. Estas porosidades devem ser retocadas, obedecendo ao esquema original ou o</p><p>indicado para retoque, e novo teste de descontinuidade deve ser feito para verificar se os retoques</p><p>foram satisfatórios.</p><p>7.9 Teste de Aderência por Tração (“Pull-Off”)</p><p>Os critérios de aceitação estão definidos no Anexo A.</p><p>7.9.1 A Figura 1 ilustra os tipos de falhas de aderência.</p><p>Figura 1 - Tipos de Falhas de Aderência</p><p>7.9.2 Caso algum teste seja reprovado, deve ser repetido em 4 pontos diametralmente opostos,</p><p>distanciados de 300 mm a partir do local da falha do teste anterior. Estes 4 testes não devem ser</p><p>computados nos critérios descritos em 6.9.2.1 e 6.9.2.2.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>23</p><p>7.9.3 Se os 4 testes forem aprovados reparar a película de tinta nas regiões testadas e o teste é</p><p>considerado aprovado.</p><p>NOTA O reparo deve ser efetuado em uma área circular com raio de 200 mm, considerando cada</p><p>falha como o centro geométrico.</p><p>7.9.4 Se pelo menos um dos 4 testes for reprovado, toda a pintura correspondente a esta inspeção</p><p>deve ser rejeitada.</p><p>7.10 Salinidade</p><p>7.10.1 O ensaio para determinação do teor de sais solúveis no substrato metálico, e entre demãos</p><p>de tinta, deve atender as exigências do item 6.10 desta Norma. O teor de sais solúveis no substrato</p><p>deve atender aos critérios estabelecidos de 7.10.1.1 a 7.10.1.3</p><p>7.10.1.1 Para dutos e estruturas enterradas ou submersas, o teor máximo de sais solúveis no</p><p>substrato deve ser de 2 µg/cm2.</p><p>7.10.1.2 Para áreas internas de equipamentos e tubulações, áreas submersas ou sob isolamento, o</p><p>teor máximo de sais solúveis no substrato deve ser de 3 µg/cm2.</p><p>7.10.1.3 Para os casos não estabelecidos em 7.10.1.1 e 7.10.1.2, o teor máximo de sais solúveis no</p><p>substrato deve ser de 5 µg/cm2.</p><p>8 Segurança / Coleta, Armazenamento e Descarte de Resíduos</p><p>Devem ser observadas as determinações da legislação vigente e as recomendações dos órgãos de</p><p>Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) locais.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>24</p><p>Anexo A - Tabela</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Norma</p><p>PETROBRAS</p><p>Condição Esquema de pintura</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>N-2 Vide Tabela A.1 da N-2</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-2</p><p>N-442 Vide Tabela A.1 da N-442</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-442</p><p>N-1021 Vide Tabela A.1 da N-1021</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-1021</p><p>N-1192</p><p>Interno de tanque</p><p>de carga</p><p>a) Navios Petroleiros:</p><p>- 1a demão: N-2680 (160 µm);</p><p>- 2a demão: N-2680 (160µm).</p><p>b) Navios de Produtos Claros:</p><p>b.1) tanques em que não</p><p>esteja previsto o transporte de</p><p>álcool e nafta:</p><p>- 1ª demão: N-2680 (160 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2680 (160 µm).</p><p>b.2) tanques com previsão de</p><p>carregamento de álcool ou</p><p>nafta:</p><p>- demão única: N-2912 Tipo II</p><p>(450 µm).</p><p>b.3) tanques com</p><p>carregamento de QAV</p><p>- 1ª demão: N-2680 (160 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2680 (160 µm);</p><p>ou</p><p>- demão única: N-2912 Tipo II</p><p>(450 µm).</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>N-1374 Vide Tabela A.1 da N-1374</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-1374</p><p>N-1550</p><p>1</p><p>- 1a demão: N-2630 (100 µm)</p><p>ou N-2680 (100 µm);</p><p>- 2a demão: N-2677 (70 µm).</p><p>- Vide Nota 4</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>2</p><p>- 1a demão: N-2912 Tipo II</p><p>(300 µm) ou N-2680 (150 µm);</p><p>- 2a demão: N-2677 (70 µm).</p><p>- Vide Nota 4</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitida</p><p>somente falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>3</p><p>- 1ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 2ª demão: Revestimento</p><p>"fireproofing".</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Ver nota 2</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>25</p><p>Anexo A - Tabela (Continuação)</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>N-1735</p><p>1</p><p>- 1a demão: N-2630 (100 µm);</p><p>- 2a demão: N-2677 (70 µm);</p><p>ou</p><p>- 1a demão: N-2680 (100 µm);</p><p>- 2a demão: N-2677 (70 µm).</p><p>-Vide Nota 4</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>2</p><p>- 1ª demão: Demão única:</p><p>N-2912 - Tipo II (300 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2677 (70 µm);</p><p>ou</p><p>- 1ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 3º demão: N-2677 (70 µm).</p><p>-Vide Nota 4</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitidas</p><p>falhas tipo B/C</p><p>ou C/D</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>3</p><p>- demão única: N-2912 Tipo II</p><p>(400 µm)</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>4</p><p>- demão única: N-2231 (100</p><p>µm)</p><p>5 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>- 1ª demão: Revestimento</p><p>para “CUI” (150 µm);</p><p>- 2ª demão: Revestimento</p><p>para “CUI” (150 µm).</p><p>2 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>5</p><p>- uma ou duas demãos de</p><p>revestimento para superfícies</p><p>com condensação permanente</p><p>(300 µm)</p><p>7,0 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>6</p><p>- 1a demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 2a demão: N-2680 (150 µm).</p><p>12 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>26</p><p>Anexo A - Tabela (Continuação)</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>7</p><p>- demão única: N-2912 Tipo I</p><p>(100 µm)</p><p>12 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>9</p><p>- 1ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI” (150 µm);</p><p>- 2ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI” (150 µm).</p><p>2 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>N-2037 Vide Tabela A.1 da N-2037</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-2037</p><p>N-2104 Vide Tabela A.1 da N-2104</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-2104</p><p>N-2843</p><p>1</p><p>- demão única: N-2912 -</p><p>Tipo I (150 µm)</p><p>12 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>2</p><p>- demão única: N-2912 -</p><p>Tipo I (300 µm)</p><p>12 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>3</p><p>- demão única: N-2912 -</p><p>Tipos I, II ou III (400 µm)</p><p>12 (Mínimo) Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20 Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>N-2913 Vide Tabela A.1 da N-2913</p><p>Vide Tabela A.1</p><p>da N-2913</p><p>NOTA 1 O equipamento e adesivo devem ser selecionados para atender pelo menos 20 % acima da tensão</p><p>mínima de tração.</p><p>NOTA 2 Para o esquema de pintura estabelecido na condição 3 da PETROBRAS N-1550, realizar o teste</p><p>“pull-off” antes da aplicação da pintura do revestimento "fireproofing".</p><p>NOTA 3 Realizar o teste de aderência na 1ª demão do esquema de pintura.</p><p>NOTA 4 Quando utilizada a tinta N-2677 na cor alumínio, o valor da tensão mínima de tração é 5 MPa,</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B, C, D e E</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. F</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. G</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. H</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. J</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. K</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. L</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. M</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisada</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV.R 04 / 2020</p><p>X</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>SC-14</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>Revestimento Externo de Tubulação em</p><p>Instalações Terrestres</p><p>1a Emenda</p><p>Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-442 REV. R e se destina a modificar o seu texto na parte</p><p>indicada a seguir:</p><p>NOTA 1 A nova página com as alterações efetuadas está colocada na posição correspondente.</p><p>NOTA 2 A página emendada, com a indicação da data da emenda, está colocada no final da norma,</p><p>em ordem cronológica, e não deve ser utilizada.</p><p>CONTEÚDO DA 1ª EMENDA - 04/2020</p><p>- Anexo A (Tabela A.1)</p><p>Alteração da Tabela.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 10 páginas, Índice de Revisões e GT</p><p>Revestimento Externo de Tubulação em</p><p>Instalações Terrestres</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos</p><p>Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar o procedimento para a seleção do esquema de pintura externa</p><p>com tintas líquidas para tubulação, flanges, válvulas, tês, reduções e demais acessórios, fabricados</p><p>em aço carbono e aço carbono galvanizado, em instalações terrestres.</p><p>1.2 Para o caso de pintura em fábrica utilizando tintas em pó, utilizar a norma ABNT NBR-15221-3.</p><p>1.3 Para o caso de pintura em aço Inoxidável, ferro fundido, alumínio, ligas não ferrosas, materiais</p><p>compósitos poliméricos e termopl§sticos, utilizar a PETROBRAS N-1021.</p><p>1.4 Para o caso de pintura de manutenção em instalações marítimas, utilizar a PETROBRAS</p><p>N-1374.</p><p>1.5 Para o caso de tubulações enterradas, utilizar as opções de revestimentos anticorrosivos</p><p>indicadas no capítulo 5 da PETROBRAS N-2238.</p><p>1.6 Esta Norma se aplica a pinturas iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.7 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e</p><p>Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-1021 - Pintura de Aço Galvanizado, Aço Inoxidável, Ferro Fundido, Ligas</p><p>não Ferrosas, Materiais Compósitos Poliméricos e Termoplásticos;</p><p>PETROBRAS N-1374 - Revestimentos Anticorrosivos para Manutenção de Unidades Marítimas</p><p>de Exploração e de Produção;</p><p>PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco - Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2238 - Reparo de Revestimento Anticorrosivo Externo de Dutos e</p><p>Tubulações Enterrados em Operação;</p><p>PETROBRAS N-2288 - Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2630 - Tinta de Fundo Epóxi de Alta Espessura;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfície Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1021</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1374</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2231</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2238</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2288</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2630</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2277</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2680</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>3</p><p>ABNT NBR 14847 - Inspeção de Serviços de Pintura em Superfícies Metálicas - Procedimento;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfícies de Aço por Produtos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR-15221-3 Tubos de aço — Revestimento anticorrosivo externo Parte 3: Epóxi em</p><p>pó termicamente curado</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ISO 4624 - Paints and Varnishes - Pull-Off Test for Adhesion;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 4:</p><p>Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the Determination of</p><p>Surface Profile - Stylus Instrument Procedure;</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 5:</p><p>Replica Tape Method for the Determination of the Surface Profile;</p><p>ISO/IEC 17025 - General Requirements for the Competence of Testing and Calibration</p><p>Laboratories;</p><p>ASTM B117 - Standard Practice for Operating Salt Spray (Fog) Apparatus;</p><p>ASTM D610 - Standard Practice for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel</p><p>Surfaces;</p><p>ASTM D2485 - Standard Test Methods for Evaluating Coatings for High Temperature</p><p>Service;</p><p>ASTM D4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers;</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Very Thorough Cleaning (WJ-2);</p><p>SSPC/NACE VIS-4NACE VIS- 7 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces</p><p>Prepared by Waterjetting;</p><p>SSPC SP11 - Power Tool Cleaning to Bare Metal..</p><p>3 Condições Gerais</p><p>3.1 Os esquemas de pintura descritos nesta Norma são estabelecidos levando-se em consideração</p><p>as condições específicas a que estão sujeitos, a existência ou não de isolamento térmico e a</p><p>temperatura de operação.</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=1962</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=353794</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=116</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=344941</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=154</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/WXTLOFAAAAAAAAAA?qid=637069225186668660&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943096292#he7992338</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HXLNUEAAAAAAAAAA?qid=637069226085458544&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=942249804#h54f842b9</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NWLCYFAAAAAAAAAA?qid=637069227677577756&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941948836#h17eaa82f</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PLQVCGAAAAAAAAAA?qid=637069229257145710&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943379771#h182b15f6</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?B117+18</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D610+08(2019)</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D2485+18</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D4541+17</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/MXFOWEAAAAAAAAAA?qid=637069238491769176&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941465816#h92cb7d02</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637069303008850880&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941651634#h5a399391</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637069303185958590&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941972877#h7fdbe747</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>4</p><p>3.2 No caso de retoque ou pequenos reparos da pintura existente, deve ser repetido o esquema</p><p>original. Caso haja impossibilidade técnica de efetuar-se jateamento abrasivo, devidamente justificada</p><p>e aceita pela PETROBRAS, a preparação da superfície deve ser realizada, por ferramentas</p><p>mecânico-rotativas tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap”, conforme SSPC SP11. Para o caso de</p><p>retoques ou pequenos reparos em serviços de pintura</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2680</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2913</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2943</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=1962</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=353794</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=116</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>3</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ABNT NBR 16172 - Revestimentos Anticorrosivos - Determinação de Descontinuidades em</p><p>Revestimentos Anticorrosivos Aplicados sobre Substratos Metálicos;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 4:</p><p>Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the Determination of</p><p>Surface Profile - Stylus Instrument Procedure;</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 5:</p><p>Replica Tape Method for the Determination of the Surface Profile;</p><p>ASTM D610 - Standard Practice for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel</p><p>Surfaces;</p><p>ASTM D2485 – Standard Test Methods for Evaluating Coatings for High Temperature</p><p>Service;</p><p>ASTM D4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers;</p><p>NACE WAB-2/SSPC-SP 10 (WAB) - Near-White Metal Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Very Thorough Cleaning (WJ-2);</p><p>SSPC SP 11 - Power Tool Cleaning to Bare Metal;</p><p>SSPC VIS-4/NACE VIS 7 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Waterjetting.</p><p>3 Aplicação</p><p>Para o efeito de aplicação desta Norma, são considerados os equipamentos a seguir:</p><p>a) braços de carregamento;</p><p>b) caldeiras;</p><p>c) chaminés;</p><p>d) dessalgadoras;</p><p>e) incineradores;</p><p>f) fornos;</p><p>g) permutadores de calor;</p><p>h) reatores;</p><p>i) regeneradores;</p><p>j) tochas;</p><p>k) torres de processo;</p><p>l) vasos de pressão.</p><p>NOTA Para revestimentos anticorrosivos interno e externo de esferas e cilindro de</p><p>armazenamento, seguir a PETROBRAS N-2913.</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=154</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=316660</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NMCJACAAAAAAAAAA?qid=637287022690129008&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943291641#h90ba096e</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HXLNUEAAAAAAAAAA?qid=637287022906160616&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=942249804#ha0b9ea15</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NWLCYFAAAAAAAAAA?qid=637287024049634964&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941948836#h54781220</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D610+08(2019)</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D4541+17</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/FQPVOFAAAAAAAAAA?qid=637287026788178814&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941523229#h137bb291</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/MXFOWEAAAAAAAAAA?qid=637287027533743368&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941465816#ha0589f5f</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637287028783058300&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941972877#h9bc95794</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637287036570977092&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941651634#h2caa698c</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>4</p><p>4 Condições Gerais</p><p>4.1 Os esquemas de pintura padronizados nesta Norma são estabelecidos levando-se em</p><p>consideração as condições específicas a que estão sujeitos, a existência ou não de isolamento</p><p>térmico e a temperatura de operação.</p><p>4.2 A pintura promocional ou de fábrica (“shop primer”) porventura aplicada, deve ser removida</p><p>imediatamente antes da aplicação dos esquemas de pintura especificados nesta Norma.</p><p>4.3 No caso de retoque de pintura existente, deve ser repetido o esquema original. Caso haja</p><p>impossibilidade técnica de efetuar-se jateamento abrasivo (seco ou úmido) ou hidrojateamento,</p><p>devidamente justificada e aceita pela PETROBRAS, a preparação da superfície deve ser realizada,</p><p>por ferramentas mecânico-rotativas tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap” conforme SSPC-SP 11,</p><p>devendo ser obtido um perfil de rugosidade mínimo de 50 μm. Para o caso de retoques ou pequenos</p><p>reparos em serviços de pintura de manutenção em áreas externas, utilizar a tinta de fundo epóxi</p><p>pigmentada com alumínio, conforme PETROBRAS N-2288, exceto para as condições 2, 3, 6 e 8,</p><p>para as quais deve ser usada no retoque a tinta especificada no esquema original.</p><p>NOTA Quando da execução de retoques deve-se atentar para os aspectos de compatibilidade</p><p>entre a tinta ser aplicada e as existentes, bem como certificar-se de que a tinta usada no</p><p>retoque atende às temperaturas de operação descritas nas condições desta norma.</p><p>4.3.1 Para o caso de retoques ou pequenos reparos em serviços de pintura de manutenção em</p><p>áreas internas, não deve ser executada a preparação de superfície descrita em 4.3, devendo ser</p><p>mantido o esquema de pintura original.</p><p>4.4 Caso seja ultrapassado o intervalo máximo de repintura, deve-se seguir as recomendações</p><p>estabelecidas na PETROBRAS N-13.</p><p>4.5 Antes do preparo da superfície a ser pintada, fazer inspeção visual em toda a superfície, segundo</p><p>as ABNT NBR 14847 e ABNT NBR 15185. Identificar os pontos que apresentem vestígios de óleo,</p><p>graxa ou gordura e outros contaminantes, o grau de intemperismo em que se encontra a superfície</p><p>(A, B, C ou D, de acordo com a ISO 8501-1), assim como os pontos em que a pintura, se existente,</p><p>estiver danificada. Para superfícies já pintadas, identificar os pontos que apresentarem defeitos ou</p><p>falhas de pintura conforme os requisitos da ASTM D610.</p><p>4.6 Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta Norma, submeter à superfície a ser pintada a</p><p>processo de limpeza por produtos químicos, segundo a ABNT NBR 15158, apenas nas regiões onde,</p><p>durante a inspeção, constataram-se vestígios de óleo, graxa ou gordura e outros contaminantes.</p><p>4.7 Efetuar, conforme a Tabela 1, o tratamento da superfície, utilizando jato abrasivo ou</p><p>hidrojateamento.</p><p>NOTA O hidrojateamento deve ser utilizado somente em serviços de manutenção. Em obras</p><p>novas, o hidrojateamento só é permitido se combinado com abrasivos.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>5</p><p>Tabela 1 - Método de Tratamento da Superfície</p><p>Condições</p><p>específicas</p><p>Procedimento</p><p>para</p><p>tratamento da</p><p>superfície</p><p>Grau de</p><p>acabamento</p><p>para o jato</p><p>abrasivo</p><p>(ISO 8501-1)</p><p>Grau de</p><p>acabamento</p><p>para o jato</p><p>abrasivo úmido</p><p>(NACE WAB-</p><p>2/SSPC-SP 10</p><p>(WAB))</p><p>Grau de</p><p>acabamento</p><p>para o</p><p>hidrojateamento</p><p>(NACE WJ-</p><p>2/SSPC-SP WJ</p><p>2)</p><p>Perfil de rugosidade</p><p>(ISO 8503-4 ou</p><p>ISO 8503-5</p><p>ou ABNT</p><p>NBR 15488)</p><p>(Nota 3)</p><p>1,</p><p>2</p><p>(alternativa),</p><p>3, 4, 5, 6,</p><p>7 (alternativa)</p><p>e 8 e 9</p><p>Tratar</p><p>conforme a</p><p>PETROBRAS</p><p>N-9</p><p>Sa 2 1/2</p><p>(mínimo)</p><p>WAB – 2</p><p>(mínimo)</p><p>WJ2</p><p>(mínimo)</p><p>50 μm a 100 μm</p><p>(áreas externas)</p><p>70 μm a 100 μm</p><p>(áreas internas)</p><p>2</p><p>-</p><p>-</p><p>NOTA 1 No caso de tratamento por hidrojateamento deve ser prevista a utilização de</p><p>tinta compatível com o estado do substrato após este tratamento. A aplicação</p><p>deve ser executada sobre superfícies apresentando até “flash rust” leve.</p><p>NOTA 2 Os padrões visuais para o hidrojateamento são estabelecidos na</p><p>SSPC VIS-4/NACE VIS 7.</p><p>NOTA 3 Utilizar o método “Replica Tape” segundo a ISO 8503-5 ou medidor de perfil de</p><p>rugosidade do tipo agulha segundo a ABNT NBR 15488 ou método “stylus”</p><p>segundo a</p><p>ISO 8503-4 e, neste caso, considerando-se o parâmetro Rz DIN ou Ry5 e ter</p><p>natureza angular.</p><p>de manutenção, sem jateamento abrasivo,</p><p>utilizar a tinta de fundo epóxi pigmentada com alumínio, conforme PETROBRAS N-2288.</p><p>NOTA Atentar para os aspectos de compatibilidade entre as tintas usadas no retoque com as tintas</p><p>anteriormente utilizadas.</p><p>3.3 Caso seja ultrapassado o intervalo máximo de repintura, deve-se seguir as recomendações</p><p>estabelecidas na PETROBRAS N-13.</p><p>3.4 No caso de pintura de aço carbono galvanizado, deve ser feito tratamento e condicionamento da</p><p>superfície conforme a PETROBRAS N-1021.</p><p>3.5 Antes do preparo da superfície a ser pintada, fazer inspeção visual em toda a superfície, segundo</p><p>as ABNT NBR 14847 e ABNT NBR 15185. Identificar os pontos que apresentem vestígios de óleo,</p><p>graxa ou gordura e outros contaminantes, o grau de intemperismo em que se encontra a superfície</p><p>(A, B, C ou D), de acordo com a ISO 8501-1, assim como os pontos em que a pintura, se existente,</p><p>estiver danificada. Para superfícies já pintadas, identificar os pontos que apresentarem defeitos ou</p><p>falhas de pintura conforme os requisitos da PETROBRAS N-9 e da ASTM D610</p><p>3.6 Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta Norma, submeter à superfície a ser</p><p>pintada a processo de limpeza por ação físico-química, segundo a ABNT NBR 15158, apenas nas</p><p>regiões em que, durante a inspeção, constatou-se vestígio de óleo, graxa ou gordura. O</p><p>procedimento de tratamento de superfície deve ser conforme a Tabela 1.</p><p>NOTA O hidrojateamento deve ser utilizado somente em serviços de manutenção. Em obras</p><p>novas, o hidrojateamento só é permitido se combinado com abrasivos.</p><p>Tabela 1 - Método de Tratamento da Superfície</p><p>Condições</p><p>específicas</p><p>(Anexo A)</p><p>Procedimento</p><p>para</p><p>tratamento da</p><p>superfície</p><p>Grau de</p><p>acabamento para</p><p>o jato abrasivo</p><p>(ISO 8501-1)</p><p>Grau de</p><p>acabamento para o</p><p>hidrojateamento</p><p>(NACE WJ-2/SSPC-</p><p>SP WJ 2)</p><p>Perfil de rugosidade</p><p>(ISO 8503-4 ou</p><p>ISO 8503-5 ou</p><p>ABNT NBR 15488)</p><p>(Nota 3)</p><p>1,</p><p>2 (alternativa),</p><p>3, 4, 5 e 7</p><p>Tratar</p><p>conforme a</p><p>PETROBRAS</p><p>N-9</p><p>Sa 2 1/2</p><p>(mínimo)</p><p>WJ2</p><p>(mínimo)</p><p>50 µm a 100 µm</p><p>2 -</p><p>NOTA 1 No caso de tratamento por hidrojateamento, deve ser prevista a utilização de tinta</p><p>compatível com o estado do substrato após este tratamento. A aplicação deve ser</p><p>executada sobre superfícies apresentando até “flash rust” leve.</p><p>NOTA 2 Os padrões visuais para o hidrojateamento estão estabelecidos na</p><p>SSPC VIS-4/NACE VIS 7.</p><p>NOTA 3 Utilizar o método “Replica Tape” segundo a ISO 8503-5 ou medidor de perfil de rugosidade</p><p>do tipo agulha segundo a ABNT NBR 15488 ou método “stylus” segundo a</p><p>ISO 8503-4 e, neste caso, considerando-se o parâmetro Rz DIN ou Ry5 e ter natureza</p><p>angular.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>5</p><p>3.7 Na aplicação dos esquemas de pintura e controle da qualidade, devem ser seguidas as</p><p>recomendações da PETROBRAS N-13.</p><p>3.8 Nos cordões de solda e nos trechos em que a tubulação se apoia nos suportes, a aplicação deve</p><p>ser obrigatoriamente à trincha, exceto para a tinta de etil silicato de zinco-alumínio,</p><p>PETROBRAS N-2231.</p><p>3.9 Para identificação do produto transportado, deve ser consultada a PETROBRAS N-1219.</p><p>3.10 O teste de aderência por tração (“pull off”) deve ser realizado após a aplicação total do esquema</p><p>de pintura e decorrido o tempo de cura. A execução do ensaio deve ser conforme definido na</p><p>PETROBRAS N-13, atendendo ao critério de aceitação da Tabela A.1.</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Tubulações sem Isolamento Térmico</p><p>4.1.1 Condição 1</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: de 0 °C até 80 °C.</p><p>4.1.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta de fundo epóxi de alta espessura, PETROBRAS N-2630, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 µm. O intervalo entre</p><p>as demãos deve ser de, no mínimo, 16 horas e, no máximo, 48 horas.</p><p>NOTA Como alternativa aplicar uma demão da tinta epóxi sem solventes tolerante a superfícies</p><p>molhadas, conforme especificada na PETROBRAS N-2680 com espessura mínima de</p><p>película seca de 100 μm. O intervalo para aplicação da tinta de acabamento deve ser de no</p><p>mínimo 12 horas e no máximo 120 horas.</p><p>4.1.1.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme PETROBRAS N-2677, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.1.2 Condição 2</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: acima de 80 °C até 500 °C ou quando a temperatura de operação for</p><p>inferior a 80 °C, mas é prevista a realização de “steam-out”.</p><p>Aplicar revestimento único de uma demão de tinta de etil silicato de zinco e alumínio, conforme</p><p>PETROBRAS N-2231, por meio de pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima</p><p>de película seca de 75 µm.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>6</p><p>NOTA Para temperaturas de operação de 80 °C a 200 °C recomenda-se, como alternativa, a</p><p>aplicação de uma demão da tinta epóxi “Novolac” (Tipo I), especificada na PETROBRAS N-</p><p>2912, com espessura mínima de película seca de 200 m. [Prática Recomendada]</p><p>4.1.3 Condição 3</p><p>Tubulações situadas na orla marítima ou sobre píer. Temperatura de operação: de 0 °C até 80 °C.</p><p>NOTA Aplicável a atmosferas especialmente agressivas localizadas até 500 m da praia ou em</p><p>áreas onde ocorrem predominantemente ventos fortes vindos do mar para o litoral,</p><p>constatando-se presença de areia e/ou alta salinidade do ar (névoa salina). Deve-se</p><p>proceder a uma limpeza entre demãos com água doce à pressão de 3000 psi (mínimo).</p><p>4.1.3.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar demão única com espessura mínima de película seca de 300 µm do revestimento tipo II,</p><p>especificado na PETROBRAS N-2912, obrigatoriamente por meio de pistola sem ar.</p><p>NOTA Como alternativa, aplicar duas demãos da tinta epóxi sem solventes tolerante a superfícies</p><p>molhadas, conforme especificado na PETROBRAS N-2680, com espessura mínima de</p><p>película seca de 150 μm por demão. O intervalo para aplicação da segunda demão deve ser</p><p>na condição de seca ao toque, desde que operacionalmente possível, até 120 horas.</p><p>4.1.3.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme especificada na PETROBRAS N-2677,</p><p>por meio de pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 μm.</p><p>4.2 Tubulações com Isolamento Térmico</p><p>4.2.1 Condição 4</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: de -45 °C a 15 °C.</p><p>Aplicar revestimento único em duas demãos de tinta epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies</p><p>molhadas, especificada na PETROBRAS N-2680, por meio de pistola sem ar, com espessura mínima</p><p>de película seca de 150 m, por demão.</p><p>4.2.2 Condição 5</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: acima de 15 °C até 150 °C.</p><p>Aplicar revestimento único aplicando uma demão de tinta epóxi “Novolac” (Tipo I), especificada na</p><p>PETROBRAS N-2912, por meio de pistola sem ar. A espessura mínima de película seca deve ser de</p><p>200 m.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>7</p><p>4.2.3 Condição 6</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre, em</p><p>serviço contínuo. Temperatura de operação: acima de 150 °C até 500 °C. Neste caso a tubulação</p><p>não recebe esquema de pintura.</p><p>4.2.4 Condição 7</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre, em</p><p>serviço intermitente ou cíclico. Temperatura de operação: acima de 150 °C até 500 °C, com</p><p>possibilidade de ocorrer corrosão sob isolamento.</p><p>Aplicar 02 demãos da tinta para corrosão sob isolamento térmico, conforme especificado na Tabela</p><p>B.1 do Anexo B, por meio de pistola sem ar. A espessura mínima de película seca deve ser de</p><p>150 m po demão.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>8</p><p>Anexo A – Tabela de Esquemas de pintura</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de pintura</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>1</p><p>1a demão: N-2630 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitida falha do tipo</p><p>B/C</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>1 (alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitida falha do tipo</p><p>B/C</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>2</p><p>Demão única: N-2231 (75 µm)</p><p>5 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>2 (alternativa)</p><p>Demão única: N-2912 tipo I</p><p>(200 µm)</p><p>15 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>3</p><p>1a demão: N-2912 tipo II (300 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitida falha tipo</p><p>B/C</p><p>Acima de 12</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>3 (alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>10 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>9</p><p>4</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>10 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>5</p><p>Demão única: N-2912 tipo I (200</p><p>µm)</p><p>15 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>6 Não recebe esquema de pintura</p><p>-</p><p>-</p><p>7</p><p>1ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI”, conforme Tabela B.1 do</p><p>Anexo B (150 µm)</p><p>2ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI”, conforme Tabela B.1 do</p><p>Anexo B (150 µm)</p><p>2 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>NOTA 1 - Os valores de tensão mínima de tração são referentes ao padrão Sa 2 1/2 da</p><p>ISO 8501-1.</p><p>NOTA 2 - O equipamento e adesivo devem ser selecionados para atender pelo menos 20% acima da</p><p>tensão mínima de tração.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>10</p><p>Anexo B - Revestimento Anticorrosivo para Aplicação sob Isolamento Térmico</p><p>B.1 A tinta deve atender aos requisitos dos ensaios descritos na Tabela B.1.</p><p>B.2 A tinta deve ser pré-qualificada, em atendimento aos critérios de desempenho estabelecidos, por</p><p>laboratórios de ensaios certificados em conformidade com a ISO/IEC 17025. Os laboratórios devem</p><p>ser acreditados no âmbito do IAF ou do INMETRO.</p><p>Tabela B.1 - Características da Película Seca</p><p>Propriedade/Ensaios</p><p>Espessura</p><p>mínima</p><p>Requisitos Normas a Utilizar</p><p>Aplicação sobre Superfícies Quentes (°C) 300 µm</p><p>(2 x 150 µm) 150 °C mínimo PETROBRAS N-13</p><p>Resistência à Névoa salina (2 000 h)</p><p>Corpos-de-prova curados por 3 dias a</p><p>temperatura de 25 °C</p><p>300 µm</p><p>(2 x 150 µm)</p><p>Corrosão a partir do entalhe =</p><p>2,0 mm máximo</p><p>ASTM B117</p><p>ASTM D610</p><p>(Ver Nota 1)</p><p>Grau de Enferrujamento =</p><p>10/9</p><p>Ausência de empolamento,</p><p>craqueamento ou</p><p>descascamento.</p><p>Resistência à Névoa salina (2 000 h)</p><p>Corpos-de-prova expostos a 205 °C por</p><p>96 h antes do teste</p><p>300 µm</p><p>(2 x 150 µm)</p><p>Corrosão a partir do entalhe =</p><p>2,0 mm máximo</p><p>ASTM B117</p><p>ASTM D610</p><p>(Ver Nota 1)</p><p>Grau de Enferrujamento =</p><p>10/9</p><p>Ausência de empolamento,</p><p>craqueamento ou</p><p>descascamento.</p><p>Ciclo de Corrosão sob Isolamento</p><p>(16 ciclos)</p><p>5 dias alternando 8 horas de imersão em</p><p>água destilada a 95 °C e 16 horas a</p><p>205 °C, seguido por: 2 dias a 205 °C</p><p>300 µm</p><p>(2 x 150 µm)</p><p>Ausência de empolamento,</p><p>craqueamento ou</p><p>descascamento do</p><p>revestimento.</p><p>Aquecimento Cíclico:</p><p>205 °C - 8 h</p><p>260 °C - 16 h</p><p>315 °C - 8 h</p><p>370 °C - 16 h</p><p>425 °C - 8 h</p><p>24 horas de exposição à névoa salina</p><p>(ASTM B117)</p><p>300 µm</p><p>(2 x 150 µm)</p><p>Ausência de ataque corrosivo,</p><p>empolamento, craqueamento</p><p>ou descascamento do</p><p>revestimento.</p><p>ASTM D2485</p><p>(Ver Nota 2)</p><p>Aderência (MPa) ver Nota 3 300 µm 2 MPa (Mínimo) ASTM D4541</p><p>NOTA 1 Para os ensaios de resistência à nevoa salina, nos corpos-de-prova revestidos com o produto em teste, o</p><p>entalhe deve ser vertical paralelo à sua maior dimensão.</p><p>NOTA 2 No ensaio de Aquecimento Cíclico, os corpos-de-prova devem ser inspecionados visualmente após cada</p><p>nível de temperatura para avaliação de alguma evidência de falha. Para esta avaliação, as amostras em</p><p>teste devem ser retiradas do forno/mufla e imediatamente resfriadas em água fria 10,0 +/- 2,0 C. Após o</p><p>último nível de temperatura os corpos-de-prova devem ser expostos em câmara de névoa salina</p><p>(ASTM B117) por 24 horas, após o que, serão novamente inspecionados para a avaliação final.</p><p>NOTA 3 O ensaio de aderência por tração(“pull off”) deve ser realizado conforme a ASTM D4541 ou ISO 4624,</p><p>utilizando equipamento pneumático Tipo IV (método de teste D) ou equipamento hidráulico automático</p><p>Tipo V (Método de Teste E). O tipo de falha aceito é o de natureza coesiva, tipo B.</p><p>NOTA 4 Quando não especificado na norma referenciada de ensaio, os corpos-de-prova devem ser fabricados</p><p>em chapa de aço carbono AISI-1020 nas dimensões de 150 mm x 100 mm e espessura de 4 mm. A</p><p>preparação de superfície deve ser feita por meio de jateamento abrasivo ao metal quase branco, grau Sa</p><p>2 1/2 da ISO 8501-1. O perfil de ancoragem deve ser de 50 um a 70 um, do tipo angular.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>IR 1/2</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B, C, D, E, F, G, H, J e K</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. L</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. M</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. N</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. P</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>2 Exclusão da PETROBRAS N-9 e Inclusão da PETROBRAS</p><p>N-2912</p><p>Tabela 1 Revisada</p><p>3.6 Inclusão de Nota</p><p>3.8 Revisada</p><p>3.11 Incluída</p><p>4.2.2 Revisada</p><p>4.2.3 Revisada</p><p>4.2.4 Exclusão</p><p>REV. Q</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>2</p><p>Exclusão das PETROBRAS N-1202, N-1277, N-2628 e</p><p>inclusão das ABNT NBR 15488, ISO 8503-4 , ISO 8503-5,</p><p>ASTM D 610, NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 , SSPC VIS-</p><p>4/NACE VIS 7</p><p>3.2 e 3.5 Revisadas</p><p>Tabela 1 Revisada</p><p>3.9 Exclusão da PETROBRAS N-1661</p><p>3.12 Incluída</p><p>4.1 e 4.2 Revisadas</p><p>Anexo A Incluído</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>IR 2/2</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. R</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>1.1 Inclusão do material da tubulação e dos acessórios.</p><p>1.2 Inclusão de texto contendo referência à ABNT NBR 15221-3</p><p>para pintura em fábrica de tubos utilizando tinta em pó.</p><p>1.3 Inclusão de texto contendo referência à N-1021 para pintura</p><p>de tubos de outros materiais que não o aço-carbono.</p><p>1.5 Inclusão de texto contendo referência à N-2238 para pintura</p><p>de tubulações enterradas.</p><p>2 Inclusão de referências às normas N-2238 e ABNT NBR</p><p>15221-3 e exclusão de referência à norma ABNT NBR 6493.</p><p>4.2.2 Alteração da faixa de temperatura de operação para: 15 °C</p><p>até 150 °C.</p><p>4.2.3 Alteração da faixa de temperatura de operação para: 150 °C</p><p>até 500 °C.</p><p>4.2.4 Alteração da faixa de temperatura de operação para: 150 °C</p><p>até 500 °C.</p><p>Anexo A – Tabela A.1 Alteração da tabela.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>8</p><p>Anexo A – Tabela de Esquemas de pintura</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de pintura</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>1</p><p>1a demão: N-2630 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>1 (Alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20 Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>2</p><p>Demão única: N-2231 (75 µm)</p><p>5 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>2 (alternativa)</p><p>Demão única: N-2912 tipo I</p><p>(200 µm)</p><p>15 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>3</p><p>1a demão: N-2912 tipo II (300 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitida falha tipo</p><p>B/C</p><p>Acima de 12</p><p>Permitida falha do tipo B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>3 (alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>10 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>4</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>10 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>FOLHA EMENDADA EM 04/2020</p><p>NÃO UTILIZAR</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-442 REV. R 10 / 2019</p><p>9</p><p>5</p><p>Demão única: N-2912 tipo I (200</p><p>µm)</p><p>15 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>6 Não recebe esquema de pintura</p><p>-</p><p>-</p><p>7</p><p>1ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI”, conforme Tabela B.1 do</p><p>Anexo B (150 µm)</p><p>2ª demão: Revestimento para</p><p>“CUI”, conforme Tabela B.1 do</p><p>Anexo B (150 µm)</p><p>2 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha, exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>NOTA 1 - Os valores de tensão mínima de tração são referentes ao padrão Sa 2 1/2 da</p><p>ISO 8501-1.</p><p>NOTA 2 - O equipamento e adesivo devem ser selecionados para atender pelo menos 20% acima da</p><p>tensão mínima de tração.</p><p>FOLHA EMENDADA EM 04/2020</p><p>NÃO UTILIZAR</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 14 páginas e Índice de Revisões</p><p>PÚBLICA</p><p>Pintura de Aço Galvanizado, Aço</p><p>Inoxidável, Aço-Liga, Ferro Fundido, Ligas</p><p>não Ferrosas, Materiais Compósitos</p><p>Poliméricos e Termoplásticos</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A unidade do Sistema Petrobras usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>SC – 14</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve</p><p>ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual</p><p>decisão de não a adotar deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser</p><p>aprovada e registrada pela unidade do Sistema Petrobras usuária desta Norma.</p><p>É caracterizada por verbos de caráter impositivo.</p><p>Para adoção da Norma, o prazo efetivo para implementação em substituição à</p><p>revisão anterior é de até 180 dias a partir da data de sua publicação. Caso a</p><p>unidade do Sistema Petrobras que está aplicando a Norma entenda que não é</p><p>possível implementá-la neste prazo, deve registrar em até 180 dias um Plano de</p><p>Implementação definindo as ações necessárias e os respectivos prazos.</p><p>A definição do prazo efetivo de implementação dos requisitos desta Norma,</p><p>quando esta é referenciada em contratos de prestação de serviços e aquisição</p><p>de bens, é prerrogativa exclusiva da Petrobras.</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela unidade do Sistema</p><p>Petrobras usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Para a melhoria contínua da Norma, solicita-se o envio à Subcomissão Autora</p><p>das cópias dos registros das decisões técnico-gerenciais elaboradas pelas</p><p>unidades do Sistema Petrobras que possam contribuir para o aprimoramento</p><p>desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S.A. - PETROBRAS, de uso interno no Sistema Petrobras, e qualquer</p><p>reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa</p><p>autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação</p><p>pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis.</p><p>A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e</p><p>Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade</p><p>industrial.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho (GT),</p><p>formados por especialistas do Sistema Petrobras, comentadas e votadas pelas unidades do Sistema Petrobras e</p><p>aprovadas pelas Subcomissões Autoras (SC). A Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer</p><p>tempo pela SC e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas</p><p>Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>2</p><p>PÚBLICA</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo estabelecer os esquemas de pintura anticorrosivos externos e</p><p>internos, a serem utilizados, quando aplicáveis, na proteção de aço galvanizado, aço inoxidável, aço-</p><p>liga, ferro fundido, alumínio, ligas não ferrosas, materiais compósitos poliméricos e termoplásticos.</p><p>NOTA 1 A necessidade de pintura dos citados materiais depende da avaliação da corrosividade do</p><p>meio no qual estão instalados e das condições operacionais do equipamento.</p><p>NOTA 2 Os painéis elétricos, gabinetes, instrumentos, dutos e caixas de passagem devem ser</p><p>revestidos conforme a PETROBRAS N-2841.</p><p>1.2 Os itens desta Norma que tratam de pintura interna são aplicáveis somente para revestimentos</p><p>internos de equipamentos e tubulações em aço inoxidável. Para pintura interna de equipamentos e</p><p>tubulações de aço carbono, devem ser utilizadas, respectivamente, as normas PETROBRAS N-2 e</p><p>N-2843.</p><p>1.3 Para pintura de aços-liga e ferro fundido devem ser adotados os critérios de preparação de</p><p>superfície e os esquemas de pintura estabelecidos para o aço carbono, em conformidade com as</p><p>Normas Técnicas Petrobras de procedimentos de pintura específicas.</p><p>1.4 A presente revisão desta Norma não se aplica a procedimentos iniciados antes desta publicação.</p><p>1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais,</p><p>constituem requisitos para este documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições</p><p>citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento</p><p>(incluindo emendas).</p><p>NR-26 - Sinalização de Segurança;</p><p>NR-37 - Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo;</p><p>PETROBRAS N-2 - Revestimento Anticorrosivo de Equipamento Industrial;</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-1277 - Tinta de Fundo Epóxi Rica em Zinco;</p><p>PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco – Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2841 - Revestimentos Anticorrosivos de Invólucros (Painéis Elétricos,</p><p>Gabinetes, Instrumentos, Dutos e Caixas de Passagem)</p><p>para Conjuntos de Manobra e</p><p>Controle;</p><p>PETROBRAS N-2843 - Revestimento Interno de Tubos;</p><p>https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-26.pdf</p><p>https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-37-atualizada-2018---prazos-2019.pdf</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0002</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1277</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2231</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2841</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2843</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>3</p><p>PÚBLICA</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>PETROBRAS N-2943 - Revestimentos Anticorrosivos;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfícies de Aço por Produtos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related Products -</p><p>Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation Grades of</p><p>Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of Previous Coatings;</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 4:</p><p>Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the Determination of</p><p>Surface Profile - Stylus Instrument Procedure;</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 5:</p><p>Replica Tape Method for the Determination of the Surface Profile;</p><p>ISO/IEC 17025 - General Requirements for the Competence of Testing and Calibration</p><p>Laboratories;</p><p>NACE VIS 7/ SSPC VIS-4 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Waterjetting;</p><p>NACE VIS 9/SSPC VIS-5 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ2 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of Metals-</p><p>Very Thorough Cleaning (WJ-2);</p><p>SSPC-SP 11 - Power-Tool Cleaning to Bare Metal.</p><p>3 Condições Gerais</p><p>3.1.1 Os esquemas de pintura padronizados nesta Norma são estabelecidos levando-se em</p><p>consideração as condições específicas a que estão sujeitos.</p><p>3.1.2 Na aplicação dos esquemas de pintura e controle de qualidade especificados nesta norma devem</p><p>ser seguidas as recomendações da PETROBRAS N-13.</p><p>3.1.3 Caso seja ultrapassado o intervalo máximo de repintura, deve-se seguir as recomendações</p><p>estabelecidas na PETROBRAS N-13.</p><p>3.1.4 O teste de aderência por tração (“pull off”) deve ser realizado após a aplicação total do esquema</p><p>de pintura e decorrido o tempo de cura. A execução do ensaio deve ser realizada conforme definido na</p><p>PETROBRAS N-13, atendendo ao critério de aceitação da Tabela A.1.</p><p>3.1.5 Nos cordões de solda, peças de geometria complexa, cantos vivos e cavidades, a aplicação da</p><p>tinta de fundo deve ser feita obrigatoriamente a trincha.</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2943</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=353794</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=154</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=22906</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=90144</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=367763</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PLQVCGAAAAAAAAAA?qid=638331607306360636&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=943379771</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637317111450095004&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941654747</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/FNEZVGAAAAAAAAAA?qid=638030735018431840&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=945505810</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637297442335793574&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941972877</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>4</p><p>PÚBLICA</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Pintura de Aço Galvanizado</p><p>As superfícies galvanizadas são classificadas em três categorias, em função da área afetada pela</p><p>corrosão:</p><p>a) superfície galvanizada sem corrosão;</p><p>b) superfície galvanizada com área de corrosão localizada;</p><p>c) superfície galvanizada com área de corrosão generalizada.</p><p>4.1.1 Pintura de Aço Galvanizado sem Corrosão</p><p>4.1.1.1 Efetuar limpeza por produtos químicos, segundo a ABNT NBR 15158, para a remoção dos</p><p>contaminantes, tais como: óleo, graxa, gordura, dentre outros.</p><p>4.1.1.2 Para a remoção de sais solúveis, deve-se efetuar limpeza com água pressurizada limitada à</p><p>5000 psi e, simultaneamente, escovar a superfície para garantir a completa remoção de sais. A água</p><p>doce para limpeza deve apresentar condutividade máxima de 100 μS/cm.</p><p>4.1.1.3 Efetuar jateamento abrasivo seco ou úmido, para promover um perfil de rugosidade de 20 μm</p><p>a 25 μm.</p><p>NOTA 1 Os abrasivos utilizados devem ser inspecionados segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>NOTA 2 Alternativamente ao jateamento abrasivo seco ou úmido, executar tratamento mecânico com</p><p>ferramentas mecânico-rotativas tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap” conforme</p><p>SSPC-SP11.</p><p>4.1.1.4 Deve ser verificado o teor de sais solúveis na superfície a ser revestida segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.1.5 A contaminação por pó da superfície não deve exceder o critério estabelecido na</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.1.6 Aplicar uma demão de tinta promotora de aderência de base epóxi, conforme recomendação</p><p>do fabricante de tinta responsável pelo fornecimento do esquema de pintura, por meio de pistola sem</p><p>ar ou trincha, de maneira a formar sobre a superfície galvanizada uma película com espessura mínima</p><p>de 20 µm.</p><p>4.1.1.7 Após a aplicação da tinta promotora de aderência e decorrido o tempo de repintura</p><p>recomendado pelo fabricante, aplicar o esquema de pintura previsto, conforme as normas de</p><p>procedimento de pintura.</p><p>4.1.2 Superfície de Aço Galvanizado com Área de Corrosão Localizada</p><p>4.1.2.1 Efetuar limpeza por produtos químicos, segundo a ABNT NBR 15158, para a remoção dos</p><p>contaminantes, tais como: óleo, graxa, gordura, dentre outros.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>5</p><p>PÚBLICA</p><p>4.1.2.2 Para a remoção de produtos de corrosão localizada e sais solúveis, deve-se efetuar limpeza</p><p>com água pressurizada e, simultaneamente, escovar a superfície para garantir a completa remoção de</p><p>sais ou efetuar jateamento abrasivo úmido. Ambas as soluções limitadas à 5000 psi. A água doce para</p><p>limpeza deve apresentar condutividade máxima de 100 μS/cm.</p><p>4.1.2.3 Nas regiões que apresentarem corrosão, executar tratamento mecânico com ferramentas</p><p>mecânico-rotativas tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap” conforme SSPC-SP11, com perfil de</p><p>rugosidade, de natureza angular, situado entre 40 μm e 60 μm, medido pelo método contido na</p><p>ABNT NBR 15488.</p><p>NOTA 1 Alternativamente a medição do perfil de rugosidade resultante pode utilizar o método “Replica</p><p>Tape” segundo a ISO 8503-5 ou método “stylus” segundo a ISO 8503-4 e, neste caso,</p><p>considerando-se o parâmetro RzDIN ou Ry5.</p><p>NOTA 2 Especial atenção deve ser dada às regiões submetidas ao tratamento citado no item 4.1.2.3,</p><p>visando à limpeza no interior dos alvéolos e pites.</p><p>NOTA 3 Alternativamente, desde que aprovado pela PETROBRAS, pode ser feito jateamento abrasivo</p><p>seco ou úmido, conforme critérios especificados na PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.2.4 Deve ser verificado o teor de sais solúveis na superfície a ser revestida segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.2.5 A contaminação por pó da superfície não deve exceder o critério estabelecido na</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.2.6 Nas</p><p>regiões que foram submetidas ao tratamento, aplicar uma demão de tinta de fundo Epóxi</p><p>rica em Zinco, especificada na PETROBRAS N-1277, por meio de pistola sem ar, com espessura</p><p>mínima de película seca de 50 µm, procurando evitar sobreposição da tinta sobre a galvanização.</p><p>4.1.2.7 Após a conclusão do descrito em 4.1.2.6 e decorrido o intervalo para aplicação da próxima</p><p>demão com mínimo de 18 horas e máximo de 24 horas, efetuar os procedimentos indicados em 4.1.1.1,</p><p>4.1.1.3 e 4.1.1.5 para a superfície galvanizada sem retoques com N-1277 e os procedimentos indicados</p><p>em 4.1.1.2, 4.1.1.4, 4.1.1.5, 4.1.1.6 e 4.1.1.7 para toda a superfície a ser revestida.</p><p>4.1.3 Superfície de Aço Galvanizado com Área de Corrosão Generalizada</p><p>4.1.3.1 Efetuar limpeza por ação físico-química, segundo a ABNT NBR 15158, para a remoção dos</p><p>contaminantes, tais como: óleo, graxa, gordura, dentre outros.</p><p>4.1.3.2 Efetuar jateamento abrasivo seco ou úmido, no mínimo aos padrões Sa 2 ½ (conforme</p><p>ISO 8501-1) ou WAB-2 (conforme NACE VIS 9 /SSPC VIS 5), respectivamente, de maneira a remover</p><p>toda a galvanização, com perfil de rugosidade, de natureza angular, situado entre 50 μm e 100 μm,</p><p>medido pelo método contido na ABNT NBR 15488.</p><p>NOTA 1 Alternativamente a medição do perfil de rugosidade resultante pode utilizar o método</p><p>“Replica Tape” segundo a ISO 8503-5 ou método “stylus” segundo a ISO 8503-4 e, neste</p><p>caso, considerando-se o parâmetro RzDIN ou Ry5.</p><p>NOTA 2 Alternativamente pode ser utilizado hidrojateamento com abrasivo até atingir, no mínimo, o</p><p>grau NACE WJ-2/SSPC-SP WJ2, com no máximo um “flash rust” leve conforme definido nas</p><p>PETROBRAS N-9 e NACE VIS7/SSPC-VIS 4. Os abrasivos utilizados devem ser</p><p>inspecionados segundo os critérios da PETROBRAS N-9.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>6</p><p>PÚBLICA</p><p>4.1.3.3 Deve ser verificado o teor de sais solúveis na superfície a ser revestida segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.3.4 A contaminação por pó da superfície não deve exceder o critério estabelecido na</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.1.3.5 Aplicar o esquema de pintura previsto, conforme as normas de procedimento de pintura.</p><p>4.1.4 Pintura externa em região de imersão sem isolamento térmico (região sujeita à</p><p>empoçamento)</p><p>Deve ser revestido segundo a condição 3 do item 4.2.2.2.1.4.</p><p>4.2 Pintura de Equipamentos, Máquinas, Tubulações e Estruturas em Aço Inoxidável</p><p>4.2.1 Preparação da Superfície</p><p>4.2.1.1 Efetuar limpeza com produtos químicos segundo as recomendações da ABNT NBR 15158, nas</p><p>regiões contaminadas com óleo, graxa ou gordura.</p><p>4.2.1.2 Efetuar jateamento abrasivo seco ou úmido para promover um perfil de rugosidade de 50 μm a</p><p>100 μm segundo os critérios da PETROBRAS N-9, utilizando abrasivos comerciais tipo inerte</p><p>(Exemplos: aço inoxidável, óxido de alumínio, microesfera de vidro, rocha basáltica, bauxita</p><p>sinterizada).</p><p>NOTA 1 Alternativamente, a medição do perfil de rugosidade resultante pode utilizar o método “Replica</p><p>Tape” segundo a ISO 8503-5 ou método “stylus” segundo a ISO 8503-4 e, neste caso,</p><p>considerando-se o parâmetro RzDIN ou Ry5.</p><p>NOTA 2 Alternativamente, pode ser utilizado hidrojateamento com abrasivo até atingir, no mínimo, o</p><p>grau NACE WJ-2/SSPC-SP WJ2, com no máximo um “flash rust” leve conforme definido nas</p><p>PETROBRAS N-9 e NACE VIS 7/SSPC-VIS 4. Os abrasivos utilizados devem ser</p><p>inspecionados segundo os critérios da PETROBRAS N-9.</p><p>4.2.1.3 Os abrasivos utilizados devem ser inspecionados segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.2.1.4 Deve ser verificado o teor de sais solúveis na superfície a ser revestida segundo os critérios da</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.2.1.5 A contaminação por pó da superfície não deve exceder o critério estabelecido na</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>4.2.2 Pintura externa na região Atmosférica</p><p>4.2.2.1 Superfícies sem Isolamento Térmico</p><p>Quando indicada a necessidade de revestimento anticorrosivo, devem ser aplicados um dos esquemas</p><p>de pintura estabelecidos nas condições 1, 2, 3 ou 4 abaixo descritas.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>7</p><p>PÚBLICA</p><p>4.2.2.1.1 Condição 1</p><p>4.2.2.1.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem até 150ºC, aplicar uma demão de tinta</p><p>epóxi “Novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo I, por meio de pistola sem ar ou trincha,</p><p>com espessura mínima de película seca de 250 µm.</p><p>4.2.2.1.1.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada na PETROBRAS N-2677 por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.2.2.2.1.3 Condição 2</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem até 90ºC, aplicar revestimentos</p><p>elastoméricos (poliuretanos ou poliuréias) de cura rápida e de alta espessura em demão única de 2,0</p><p>mm a 3,0 mm, devendo o perfil mínimo de rugosidade do substrato metálico ser de 70 µm.</p><p>4.2.2.2.1.4 Condição 3</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem até 200ºC, aplicar uma demão de tinta</p><p>epóxi “Novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo III, por meio de pistola sem ar, com</p><p>espessura mínima de película seca de 250 µm.</p><p>4.2.2.2.1.5 Condição 4</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem acima 200ºC, aplicar duas demãos de</p><p>tinta de matriz multipolimérica, especificada na PETROBRAS N-2943 Anexo E, por meio de pistola sem</p><p>ar, com espessura mínima de película seca de 150 µm por demão.</p><p>4.2.2.2 Superfícies com isolamento térmico</p><p>Quando indicada a necessidade de revestimento anticorrosivo, devem ser aplicados um dos esquemas</p><p>de pintura estabelecidos nas condições 5 ou 6 abaixo.</p><p>4.2.2.2.1 Condição 5</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem até 200ºC, aplicar uma demão de tinta</p><p>epóxi “Novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo III, por meio de pistola sem ar, com</p><p>espessura mínima de película seca de 250 µm.</p><p>4.2.2.2.2 Condição 6</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem acima 200ºC, aplicar duas demãos de</p><p>tinta de matriz multipolimérica, especificada na PETROBRAS N-2943 Anexo E, por meio de pistola sem</p><p>ar, com espessura mínima de película seca de 150 µm por demão.</p><p>4.2.2.3 Pintura externa em região de imersão sem isolamento térmico (região sujeita à empoçamento)</p><p>Deve ser revestido segundo a condição 3 do item 4.2.2.2.1.4.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>8</p><p>PÚBLICA</p><p>4.2.3 Pintura Interna</p><p>Quando indicada a necessidade de revestimento anticorrosivo, devem ser aplicados um dos esquemas</p><p>de pintura estabelecidos nas condições 7 ou 8 abaixo descritas.</p><p>4.2.3.1 Condição 7</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem até 80ºC, aplicar uma demão de tinta</p><p>epóxi “Novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo I, por meio de pistola sem ar, com</p><p>espessura mínima de película seca de 400 µm.</p><p>4.2.3.2 Condição 8</p><p>Nas regiões que foram submetidas ao tratamento e que operem acima de 80ºC até 150ºC, aplicar uma</p><p>demão de tinta epóxi “Novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo III, por meio de pistola sem</p><p>ar, com espessura mínima de película seca de 400 µm.</p><p>4.3 Pintura de Alumínio e demais Ligas não Ferrosas</p><p>4.3.1 Pintura Externa de Superfícies em Alumínio (exceto heliponto em unidades marítimas)</p><p>4.3.1.1 Preparação da Superfície</p><p>4.3.1.1.1 Efetuar limpeza segundo as recomendações da ABNT NBR 15158, nas regiões</p><p>contaminadas com óleo, graxa ou gordura.</p><p>4.3.1.1.2 Efetuar jateamento abrasivo ligeiro (seco ou úmido), utilizando abrasivos comerciais tipo</p><p>inerte (Exemplos: óxido de alumínio, microesfera de vidro, rocha basáltica, bauxita sinterizada),com</p><p>perfil de rugosidade, de natureza angular, máximo de 15 µm, medido pelo método contido na</p><p>ABNT NBR 15488.</p><p>NOTA 1 Alternativamente, a medição do perfil de rugosidade resultante pode utilizar o método “Replica</p><p>Tape” segundo a ISO</p><p>8503-5 ou método “stylus” segundo a ISO 8503-4 e, neste caso,</p><p>considerando-se o parâmetro RzDIN ou Ry5.</p><p>4.3.1.2 Esquema de pintura</p><p>4.3.1.2.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta promotora de aderência de base epóxi, conforme recomendação do</p><p>fabricante de tinta responsável pelo fornecimento do esquema de pintura, por meio de pistola sem ar</p><p>ou trincha, de maneira a formar sobre a superfície uma película com espessura mínima de 20 µm.</p><p>4.3.1.2.2 Tinta de Acabamento</p><p>Opção 1:</p><p>Aplicar uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada na PETROBRAS N-2677 por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>9</p><p>PÚBLICA</p><p>Opção 2:</p><p>Aplicar uma demão de tinta de acabamento especificada no Anexo B da PETROBRAS N-2943 por</p><p>meio de pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.3.2 Pintura externa em região de imersão sem isolamento térmico (região sujeita à</p><p>empoçamento)</p><p>Deve ser revestido segundo a condição 3 do item 4.2.2.2.1.4.</p><p>4.4 Pintura de Heliponto em Unidades Marítimas</p><p>A pintura de helipontos de unidades marítimas construídos com chapas de alumínio deve ser executada</p><p>conforme os requisitos estabelecidos em 4.4.1 e 4.4.2.</p><p>4.4.1 Preparação da superfície</p><p>4.4.1.1 Efetuar limpeza com produtos químicos segundo as recomendações da ABNT NBR 15158, nas</p><p>regiões contaminadas com óleo, graxa ou gordura.</p><p>4.4.1.2 Efetuar jateamento abrasivo seco ou úmido para promover um perfil de rugosidade de 50 μm a</p><p>100 μm segundo os critérios da PETROBRAS N-9.</p><p>NOTA 1 Alternativamente, a medição do perfil de rugosidade resultante pode utilizar o método “Replica</p><p>Tape” segundo a ISO 8503-5 ou método “stylus” segundo a ISO 8503-4 e, neste caso,</p><p>considerando-se o parâmetro RzDIN ou Ry5.</p><p>NOTA 2 Alternativamente, pode ser utilizado hidrojateamento com abrasivo até atingir, no mínimo, o</p><p>grau NACE WJ-2/SSPC-SP WJ2, com no máximo um “flash rust” leve conforme definido nas</p><p>PETROBRAS N-9 e NACE VIS 7/SSPC-VIS 4. Os abrasivos utilizados devem ser</p><p>inspecionados segundo os critérios da PETROBRAS N-9.</p><p>4.4.2 Esquema de pintura</p><p>4.4.2.1 Opção 1</p><p>4.4.2.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta epóxi sem solventes tolerante à superfícies úmidas especificada na</p><p>PETROBRAS N-2680, por meio de pistola sem ar, rolo ou trincha, com espessura mínima de película</p><p>seca de 120 µm. Admite-se a aplicação de tinta de fundo na espessura recomendada pelo fabricante</p><p>de Poliuréia, com o objetivo de promover aderência.</p><p>4.4.2.1.2 Revestimento Intermediário</p><p>Aplicar uma demão de revestimento à base de poliuréia pura ou híbrida, por meio de equipamento de</p><p>aplicação especificado pelo fornecedor do revestimento, com espessura de película seca de</p><p>3 a 5 mm.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>10</p><p>PÚBLICA</p><p>4.4.2.1.3 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão da tinta poliaspártico antiderrapante especificada no Anexo F da</p><p>PETROBRAS N-2943, por meio de rolo, com espessura mínima de película seca de 500 µm.</p><p>Aplicar, para fins de demarcação e sinalização, uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada</p><p>na PETROBRAS N-2677, por meio de pistola sem ar, pistola convencional, rolo ou trincha, com</p><p>espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.4.2.2 Opção 2</p><p>4.4.2.2.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de revestimento de poliuretano elastomérico puro ou híbrido diretamente sobre o</p><p>substrato metálico com rugosidade mínima de 70 µm, por meio de equipamento de aplicação</p><p>especificado pelo fornecedor do revestimento, com espessura de película seca de 3 mm a 5 mm.</p><p>NOTA Conforme orientação/aprovação do fabricante do poliuretano, uma demão de tinta de fundo</p><p>pode ser aplicada antes do revestimento de poliuretano com o objetivo de promover</p><p>aderência.</p><p>Para a promoção do efeito antiderrapante, aspergir agregado antiderrapante no poliuretano</p><p>elastomérico ou na tinta de acabamento, em toda a área revestida.</p><p>4.4.2.2.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar, para fins de demarcação e sinalização, uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada</p><p>na PETROBRAS N-2677, por meio de pistola sem ar, pistola convencional, rolo ou trincha, com</p><p>espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.5 Pintura de Materiais Compósitos Poliméricos</p><p>A pintura é requerida para proteção contra raios ultravioletas (UV) e/ou sinalização de segurança</p><p>(NR-26 e NR-37), conforme aplicável.</p><p>NOTA 1 Materiais fornecidos com proteção UV usualmente não necessitam de pintura, cabendo ao</p><p>usuário decidir pela aplicação de pintura de acabamento.</p><p>NOTA 2 Os grupos de resinas mais comuns para construção de equipamentos, tubulações e</p><p>estruturas em plástico reforçado com fibra de vidro na PETROBRAS são as resinas epóxi e</p><p>fenólicas, seguidas das resinas poliéster, vinil éster e isoftálica.</p><p>4.5.1 Preparo da Superfície</p><p>4.5.1.1 Para remoção dos contaminantes, realizar limpeza com detergente e água ou álcool</p><p>isopropílico ou heptano ou hexano. Sempre que possível, o fornecedor dos materiais deve ser</p><p>consultado para definir o método de limpeza adequado. (Prática Recomendada)</p><p>4.5.1.2 Deve-se promover uma quebra de brilho por lixamento leve com lixa # 80 a # 120.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>11</p><p>PÚBLICA</p><p>4.5.1.3 Após o lixamento e retirada de pó, realizar novamente limpeza com álcool isopropílico, heptano</p><p>ou hexano, deixando a superfície limpa e seca.</p><p>4.5.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada na PETROBRAS N-2677 por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>4.6 Pintura de Materiais Termoplásticos</p><p>A pintura é requerida para proteção contra raios ultravioletas (UV) e/ou sinalização de segurança</p><p>(NR-26 e NR-37) de tubulações e equipamentos, conforme aplicável. Os materiais usualmente</p><p>utilizados são: PVC (Policloreto de Vinila), RPVC (Policloreto de Vinila Reforçado) e PEAD (Polietileno</p><p>de Alta Densidade).</p><p>NOTA Materiais fornecidos com proteção UV usualmente não necessitam de pintura, cabendo ao</p><p>usuário decidir pela aplicação de pintura de acabamento.</p><p>4.6.1 Preparo da Superfície</p><p>4.6.1.1 Para remoção dos contaminantes realizar limpeza com detergente e água ou álcool isopropílico</p><p>ou heptano ou hexano. Para solventes disponíveis diferentes dos citados, deve ser avaliado caso a</p><p>caso para definir produto de limpeza.</p><p>4.6.1.2 Deve-se promover uma quebra de brilho por lixamento leve com lixa # 120.</p><p>4.6.1.3 Após o lixamento e retirada de pó, realizar novamente limpeza com álcool isopropílico ou</p><p>heptano ou hexano, deixando a superfície limpa e seca.</p><p>4.6.2 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta promotora de aderência de base epóxi, conforme recomendação do</p><p>fabricante de tinta responsável pelo fornecimento do esquema de pintura, por meio de pistola sem ar</p><p>ou trincha, de maneira a formar sobre a superfície uma película com espessura mínima de 20 µm.</p><p>4.6.3 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta poliuretano acrílico especificada na PETROBRAS N-2677 por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 µm.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>12 PÚBLICA</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração</p><p>(“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Item da</p><p>Norma</p><p>Tensão de</p><p>Tração</p><p>(MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Aço galvanizado sem corrosão 4.1.1 Ver NOTA 1</p><p>Aço galvanizado com área de corrosão localizada 4.1.2 Ver NOTA 1</p><p>Aço galvanizado com área de corrosão generalizada 4.1.3 Ver NOTA 1</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável sem Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 1 - 1ª demão: N-2912-Tipo I (250 µm)</p><p>2ª demão: N-2677 (70 µm)</p><p>4.2.2.1.1</p><p>8 (Mínimo)</p><p>até 12</p><p>Permitido</p><p>falhas tipo</p><p>B/C, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de</p><p>12</p><p>Permitido</p><p>falhas do tipo</p><p>B, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de</p><p>20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável sem Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 2 - Demão única de Revestimento</p><p>Elastomérico (2,0 mm a 3,0 mm).</p><p>4.2.2.2.1.3</p><p>10 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável sem Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 3 - Demão única: N-2912 – Tipo III (250 µm)</p><p>4.2.2.2.1.4</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável sem Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 4 - 1ª demão: N-2943-Anexo E (150 µm)</p><p>2ª demão: N-2943-Anexo E (150 µm)</p><p>4.2.2.2.1.5</p><p>2 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 09 / 2023</p><p>13 PÚBLICA</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração</p><p>(“Pull-Off Test”) - Continuação</p><p>Condição Item da</p><p>Norma</p><p>Tensão de</p><p>Tração</p><p>(MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável com Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 5 - Demão única: N-2912 – Tipo III (250 µm)</p><p>4.2.2.2.1</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável com Isolamento</p><p>Térmico</p><p>Condição 6 - 1ª demão: N-2943-Anexo E (150 µm)</p><p>2ª demão: N-2943-Anexo E (150 µm)</p><p>4.2.2.2.2</p><p>2 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Externa de Aço Inoxidável sem Isolamento</p><p>Térmico (região sujeita à empoçamento)</p><p>Condição 3 - Demão única: N-2912 – Tipo III (250 µm)</p><p>4.2.2.3</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Interna de Aço Inoxidável</p><p>Condição 7 - Demão única: N-2912 – Tipo I (400 µm)</p><p>4.2.3.1</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura Interna de Aço Inoxidável</p><p>Condição 8 - Demão única: N-2912 – Tipo III (400 µm)</p><p>4.2.3.2</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura de Alumínio e demais Ligas Não Ferrosas</p><p>1ª demão: Tinta promotora de aderência (20 µm)</p><p>2ª demão (opção 2): N-2943 - Anexo B (70 µm)</p><p>4.3.1.2.1</p><p>e</p><p>4.3.1.2.2</p><p>8 (Mínimo)</p><p>até 12</p><p>Permitido</p><p>falhas tipo B/C,</p><p>–/Y, Y ou Y/Z</p><p>Acima de 12</p><p>Permitido</p><p>falhas do tipo</p><p>B, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>Pintura de Alumínio e demais Ligas Não Ferrosas</p><p>Pintura externa em região de imersão sem isolamento</p><p>térmico (região sujeita à empoçamento) - Demão única:</p><p>N-2912 - Tipo III (250 µm)</p><p>4.3.2</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo</p><p>de falha</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>14 PÚBLICA</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração</p><p>(“Pull-Off Test”) - Continuação</p><p>Condição Item da</p><p>Norma</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Pintura de Heliponto em Unidades Marítimas (opção 1)</p><p>1ª demão: N-2680 (120 µm)</p><p>2ª demão: Poliuréia (3 mm a 5 mm)</p><p>3ª demão: N-2943 - Anexo F (500 µm) e N-2677 (70 µm)</p><p>4.4.2.1</p><p>10 (Mínimo)</p><p>(Ver Nota 4)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Pintura de Heliponto em Unidades Marítimas (opção 2)</p><p>1ª demão: Poliuretano Elastomérico (3 mm a 5 mm)</p><p>2ª demão: N-2677 (70 µm)</p><p>4.4.2.2</p><p>10 (Mínimo)</p><p>(Ver Nota 4)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto</p><p>tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Materiais compósitos poliméricos 4.5 3 MPa</p><p>(Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Materiais termoplásticos 4.6 3 MPa</p><p>(Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>NOTA 1 Os valores especificados para a tensão mínima e os respectivos critérios de aceitação</p><p>estão detalhados nas normas de procedimento de pintura, conforme os esquemas de</p><p>pintura definidos.</p><p>NOTA 2 Os valores de tensão mínima de tração são referentes ao padrão Sa 2 1/2 da ISO 8501-1.</p><p>NOTA 3 O equipamento e adesivo devem ser selecionados para atender pelo menos 20 % acima</p><p>da tensão mínima de tração.</p><p>NOTA 4 O teste de tração deve ser realizado após a aplicação da demão de Poliuréia ou de PU</p><p>Elastomérico. Quando não houver viabilidade da execução do teste na própria área, o teste</p><p>poderá ser realizado em corpo de prova conforme acordo entre as partes.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>1/2 PÚBLICA</p><p>FORMULÁRIO DE REGISTRO DE IMPACTOS (FRI)</p><p>REV. H</p><p>Potenciais Impactos Gerais das Mudanças:</p><p>- As áreas de projeto e de contratação de serviços devem avaliar projetos e contratos em fase de</p><p>planejamento para verificar eventuais necessidades de ajustes na documentação.</p><p>- As áreas operacionais devem avaliar as eventuais necessidades de ajustes nos Padrões SINPEP e</p><p>Especificações/Documentos Operacionais.</p><p>Item da Norma Mudança Razão para a Mudança Potenciais Impactos</p><p>Folha de rosto</p><p>Inclusão de requisitos</p><p>inerentes ao prazo de</p><p>implementação da</p><p>norma.</p><p>- Possibilitar que os usuários</p><p>da norma tenham tempo hábil</p><p>para implementação dos</p><p>requisitos e gestão das</p><p>mudanças.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, possibilitando ao</p><p>usuário planejar</p><p>adequadamente a</p><p>implementação da norma.</p><p>1.2</p><p>Inclusão de requisito no</p><p>escopo informando que</p><p>a norma se aplica à</p><p>pintura interna de</p><p>equipamentos e</p><p>tubulações em aço</p><p>inoxidável.</p><p>- Necessidade de inclusão na</p><p>norma de requisitos para</p><p>pintura interna de</p><p>equipamentos e tubulações</p><p>em aço inoxidável.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois as</p><p>mudanças têm por objetivo</p><p>garantir a adequada</p><p>proteção anticorrosiva.</p><p>2</p><p>Inclusão das seguintes</p><p>referências normativas:</p><p>N-2843 e N-2943</p><p>- A inclusão da N-2843 foi</p><p>feita pois no item 1.2 houve a</p><p>inserção de requisito</p><p>informando que esta norma</p><p>deve ser utilizada para</p><p>pintura interna de tubulações</p><p>em aço carbono.</p><p>- A inclusão da N-2943 foi</p><p>feita pois foram definidos</p><p>novos esquemas de pintura</p><p>especificando revestimentos</p><p>anticorrosivos estabelecidos</p><p>na mesma.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois as</p><p>mudanças têm por objetivo</p><p>garantir a adequada</p><p>proteção anticorrosiva.</p><p>4.2</p><p>Inclusão de capítulo</p><p>exclusivo para pintura</p><p>externa e interna de</p><p>equipamentos,</p><p>máquinas, tubulações e</p><p>estruturas em aço</p><p>inoxidável</p><p>- Esclarecer melhor a</p><p>aplicabilidade da norma no</p><p>que tange à pintura de aços</p><p>inoxidáveis e definir</p><p>esquemas de pintura</p><p>(preparação da superfície e</p><p>revestimentos anticorrosivos)</p><p>adequados para as</p><p>condições de agressividade</p><p>do meio e operacionais.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois as</p><p>mudanças têm por objetivo</p><p>esclarecer melhor os</p><p>requisitos para pintura do</p><p>aço inoxidável e garantir,</p><p>quando aplicável, a</p><p>adequada proteção</p><p>anticorrosiva.</p><p>4.3</p><p>Inclusão de capítulo</p><p>exclusivo para pintura</p><p>de alumínio e demais</p><p>ligas não ferrosas</p><p>- Esclarecer melhor a</p><p>aplicabilidade da norma no</p><p>que tange à pintura de</p><p>alumínio e ligas não ferrosas</p><p>e definir esquemas de pintura</p><p>(preparação da superfície e</p><p>revestimentos anticorrosivos)</p><p>adequados para a pintura dos</p><p>materiais.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois as</p><p>mudanças têm por objetivo</p><p>esclarecer melhor os</p><p>requisitos para pintura dos</p><p>materiais.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1021 REV. H 10 / 2023</p><p>2/2 PÚBLICA</p><p>Item da Norma Mudança Razão para a Mudança Potenciais Impactos</p><p>4.4</p><p>Inclusão de capítulo</p><p>exclusivo para pintura</p><p>de heliponto em</p><p>alumínio de</p><p>plataformas</p><p>- Padronizar os requisitos de</p><p>preparação de superfície,</p><p>métodos de aplicação e</p><p>revestimentos anticorrosivos</p><p>que vem sendo adotados</p><p>pelas unidades do E&P em</p><p>Especificações</p><p>Técnicas e</p><p>contratos de serviços de</p><p>pintura. Foram inseridos,</p><p>como opção aos</p><p>revestimentos convencionais,</p><p>revestimentos a base de</p><p>poliuréia e o poliuretano</p><p>elastomérico, os quais</p><p>suportam melhor as</p><p>condições operacionais do</p><p>heliponto em função da</p><p>elasticidade do revestimento</p><p>e, consequentemente,</p><p>possibilitando uma maior</p><p>durabilidade.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois os novos</p><p>revestimentos</p><p>especificados possuem</p><p>uma maior durabilidade e</p><p>as</p><p>mudanças visam à</p><p>padronização dos</p><p>requisitos para pintura do</p><p>heliponto.</p><p>Tabela A.1</p><p>Inclusão dos critérios</p><p>de aceitação para o</p><p>ensaio de resistência à</p><p>tração (Pull-Off Test)</p><p>inerentes à pintura do</p><p>aço inoxidável,</p><p>alumínio, ligas não</p><p>ferrosas e heliponto em</p><p>alumínio.</p><p>- A inclusão foi necessária</p><p>para definir os critérios de</p><p>aceitação inerentes ao teste</p><p>de Pull-off para os novos</p><p>revestimentos incluídos na</p><p>norma.</p><p>- Os impactos são</p><p>positivos, pois a definição</p><p>dos critérios de aceitação</p><p>para o ensaio é importante</p><p>para a padronização na</p><p>execução do teste de</p><p>aderência do revestimento</p><p>anticorrosivo aplicado.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 18 páginas, Índice de Revisões e GT</p><p>Pintura de Embarcações</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à</p><p>interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária</p><p>desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções,</p><p>subseções e enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma)</p><p>deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada</p><p>pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por</p><p>verbos de caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a</p><p>possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à</p><p>aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada</p><p>pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por</p><p>verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que</p><p>possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e</p><p>revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de</p><p>redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas</p><p>durante os trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo definir os sistemas de pintura a serem utilizados na proteção</p><p>anticorrosiva das embarcações da PETROBRAS e dos navios da TRANSPETRO, bem como os</p><p>procedimentos a serem seguidos para a pintura, nas fases de construção e manutenção.</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma não se aplica às plataformas e F(P)SOs da PETROBRAS.</p><p>1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>NORMAM 01 - Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto;</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e</p><p>Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-1503 - Cores para Pintura de Embarcações;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>ABNT NBR 14847 - Inspeção de Serviços de Pintura em Superfícies Metálicas -</p><p>Procedimento;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfícies de Aço por Compostos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR 15877 - Pintura Industrial - Ensaio de Aderência por Tração;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 8501-3 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products Visual Assessment of Surface Cleanliness Part 3: Preparation Grades of Welds,</p><p>Edges and Other Areas With Surface Imperfections;</p><p>ISO 8502-3 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paint and Related</p><p>Products - Tests for the Assessment of Surface Cleanliness - Part 3: Assessment of Dust on</p><p>Steel Surfaces Prepared for Painting (Pressure-Sensitive Tape Method);</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1503</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2680</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=1962</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=353794</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=116</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=80224</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NMCJACAAAAAAAAAA?qid=637068235127342728&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943291641#hb819ccc2</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/JSHYIBAAAAAAAAAA?qid=637068235281168116&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941474692#h6c0b8bf8</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/KTJYSFAAAAAAAAAA?qid=637068236087378736&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943252334#h5a4ac84a</p><p>https://www.marinha.mil.br/dpc/sites/www.marinha.mil.br.dpc/files/NORMAM-01_DPC.Mod39.pdf</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>3</p><p>ISO 8502-9 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Tests for the Assessment of Surface Cleanliness - Part 9: Field Method for</p><p>the</p><p>Conductometric Determination of Water-Soluble Salts;</p><p>ISO 8503-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 1:</p><p>Specifications and Definitions for ISO Surface Profile Comparators for the Assessment of</p><p>Abrasive Blast-Cleaned Surfaces;</p><p>ISO 8503-2 - Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 2:</p><p>Method for the Grading of Surface Profile of Abrasive Blast-Cleaned Steel Comparator</p><p>Procedure;</p><p>ISO 8503-3 - Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates -</p><p>Part 3: Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the</p><p>Determination of Surface Profile - Focusing Microscope Procedure;</p><p>ISO/IEC 17025 - General Requirements for the Competence of Testing and Calibration</p><p>Materials;</p><p>SSPC-SP 1 - Solvent Cleaning;</p><p>SSPC-SP 11 - Power-Tool Cleaning to Bare Metal;</p><p>IMO PSPC BWT- IMO Performance Standard for Protective Coatings - Ballast Water Tanks;</p><p>IMO PSPC COT - IMO Performance Standard for Protective Coatings - Cargo Oil Tanks.</p><p>3 Termos e Definições</p><p>Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.</p><p>3.1</p><p>corpo paralelo</p><p>região do casco em que a seção transversal é constante</p><p>3.2</p><p>linha d’água de carga máxima</p><p>linha de flutuação determinada pelos calados obtidos na condição de carregamento máximo</p><p>3.3</p><p>linha d’água de lastro normal</p><p>linha de flutuação determinada pelos calados obtidos na condição de lastro normal de viagem</p><p>3.4</p><p>costado ou “top side”</p><p>toda a área externa do casco situada acima da linha d’água de carga máxima</p><p>3.5</p><p>faixa de variação de linha d’água ou “boottop”</p><p>toda a área externa do casco compreendida entre a linha d’água de carga máxima e a linha d’água de</p><p>lastro normal.</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HDUKCAAAAAAAAAAA?qid=637068237422292224&sr=re-2-10&kbid=4%7C20027&docid=943252269#hdb398a1f</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/SWLNUEAAAAAAAAAA?qid=637068237938713868&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943252332#h501b3b95</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YWLNUEAAAAAAAAAA?qid=637068238981158114&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943090304#hbea8ef50</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/EXLNUEAAAAAAAAAA?qid=637068239538393838&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=942249866#he68912ed</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PLQVCGAAAAAAAAAA?qid=637068240645084508&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943379771#hcb98f91f</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/JYGJSFAAAAAAAAAA?qid=637068241634813476&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943273603#hfc09928c</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637068243848314828&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941972877#hc3ca5adf</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 09 / 2019</p><p>4</p><p>3.6</p><p>fundo</p><p>toda a área externa do casco, abaixo da linha d’água de lastro normal, sendo subdividida em duas</p><p>outras a saber: fundo chato e fundo vertical</p><p>3.6.1</p><p>fundo chato ou “flat bottom”</p><p>toda a área do fundo abaixo da linha d’água na altura das bolinas</p><p>3.6.2</p><p>fundo vertical ou “vertical bottom”</p><p>toda a área do fundo compreendida entre a linha d’água de lastro normal e a linha d’água na altura</p><p>das bolinas</p><p>3.7</p><p>obras mortas</p><p>toda região situada acima da linha d’água em que a embarcação estiver</p><p>3.8</p><p>obras vivas</p><p>toda região situada abaixo da linha d’água em que a embarcação estiver</p><p>4 Condições Gerais</p><p>4.1 A aplicação das tintas deve ser feita por meio de pistola sem ar (“air less”). Para retoques em</p><p>geral ou aplicação de “stripe coat” em quinas, cantos, orifícios e cordões de solda, esses devem ser</p><p>feitos à trincha, devendo o rolo ser usado, única e exclusivamente, na impossibilidade física de se</p><p>usar trincha.</p><p>NOTA As cores das diversas superfícies, locais e regiões devem obedecer a PETROBRAS</p><p>N-1503.</p><p>4.2 O intervalo de tempo para a aplicação de uma demão de qualquer tinta sobre outra já aplicada,</p><p>deve obedecer ao intervalo entre demãos informado nos boletins técnicos do fabricante das tintas.</p><p>4.3 No caso de pintura de manutenção, quando não puderem ser utilizados os esquemas das</p><p>Tabelas A.1, A.2 e A.3 do Anexo A, por razões de compatibilidade entre as tintas ou entre os</p><p>sistemas, utilizar o esquema anteriormente aplicado.</p><p>4.4 As superfícies metálicas não ferrosas, como as de bronze, cobre, latão, alumínio e também o aço</p><p>inoxidável, quando não pintadas, devem ser protegidas por graxa ou óleo, quando esse recurso não</p><p>for prejudicial ao asseio e segurança do ambiente.</p><p>4.5 Não podem ser pintadas as telas de arame e as partes rosqueadas em geral, tais como:</p><p>conexões rosqueadas para mangueiras, graxeiras, pinos dos atracadores (das tampas dos tanques,</p><p>das portas estanques e vigias), assim como cabos de aço e outras peças que devem ser</p><p>conservadas com graxa.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>5</p><p>4.6 Todas as juntas de borracha ou gaxetas de portas, vigias, escotilhas, agulheiros, tampas de</p><p>tubos de sondagem e de qualquer dispositivo de estanqueidade, não podem ser pintadas.</p><p>4.7 Ao pintar turcos, rodetes, roletes, moitões, cadernáis, catarinas, caximbos e garlindéus de</p><p>paus-de-carga e outras peças de movimentação de pesos, como guindastes, os respectivos pinos ou</p><p>copos de lubrificação têm que ser conservados livres de tinta.</p><p>4.8 Antes de iniciar qualquer serviço de tratamento e pintura no casco, todos os anodos devem ser</p><p>devidamente protegidos contra jateamento abrasivo e pintura. Os respingos que, porventura, venham</p><p>a atingir os anodos instalados no casco devem ser cuidadosamente removidos.</p><p>4.9 Na aplicação dos esquemas de pintura e controle de qualidade devem ser seguidas as</p><p>recomendações da PETROBRAS N-13.</p><p>5 Condições Específicas</p><p>5.1 Navios em Construção</p><p>A pintura de navios em construção compreende três fases distintas, a saber:</p><p>a) fase anterior à fabricação;</p><p>b) fase de construção de blocos;</p><p>c) fase de edificação e prontificação de compartimentos, tanques e superfícies no próprio</p><p>navio.</p><p>5.1.1 Para tanques de lastro e tanques de carga de navios petroleiros novos, todas as fases devem</p><p>obedecer aos regulamentos estabelecidos pela IMO PSPC, que são:</p><p>— IMO-PSPC – WBT: "Performance Standard for Protective Coatings for Water Ballast Tanks";</p><p>— IMO-PSPC – COT: “Performance Standard for Protective Coatings for Cargo Oil Tanks”.</p><p>5.1.1.1 A Tabela 1 define os requisitos mínimos exigidos pela PETROBRAS/TRANSPETRO para a</p><p>qualificação dos sistema de pintura de navios, aplicáveis em construções novas.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>6</p><p>Tabela 1 - Especificação do Sistema e Requisitos da PETROBRAS e TRANSPETRO</p><p>Item Requisito</p><p>Normas de referência e</p><p>recomendações</p><p>Primeira Preparação de Superfície:</p><p>1) Jateamento Sa 2 ½</p><p>ISO 8503-1, ISO 8503-2,</p><p>ISO 8503-3</p><p>2) Limite de sais solúveis 30 mg/m2 ou 3 µg/cm2</p><p>ISO 8502-9</p><p>“Shop Primer” (Primer de Pré-Construção):</p><p>1) Tipo de tinta à base de Zinco xxx</p><p>Segunda Preparação de Superfície:</p><p>1) Condição do aço</p><p>Preparação grau P2</p><p>ISO 8501-3</p><p>3 passes de esmeril nas quinas</p><p>2) Pré-lavagem Mandatória SSPC-SP-1</p><p>3a) Limite de sais antes da segunda</p><p>preparação da superfície</p><p> 30 mg/m2 ou 3 µg/cm2 ISO 8502-9</p><p>3b) Limite de sais antes da segunda</p><p>preparação da superfície – para</p><p>tanques de lastro e água doce.</p><p> 30 mg/m2 ou 3 µg/cm2</p><p>ISO 8502-9</p><p>4) Tratamento de superfície</p><p>O “shop primer” deve ser aprovado</p><p>como parte do esquema, segundo a</p><p>IMO-PSPC:</p><p> Sa 2 1/2 no “shop primer”</p><p>danificado (soldas, áreas</p><p>queimadas e danificadas por</p><p>choque mecânico);</p><p> Sa 1 no “shop primer” intacto.</p><p>ISO 8501-1</p><p>Aceitável o “shop primer”</p><p>de espera no bloco</p><p>5) Após edificação</p><p>Juntas soldadas e áreas</p><p>danificadas até 2% devem ser</p><p>tratadas com ferramentas</p><p>mecânico-rotativas tipo “wire</p><p>bristle</p><p>impact” ou “rotary flap” ao</p><p>padrão SSPC SP-11, devendo</p><p>garantir um perfil de rugosidade</p><p>mínimo de 50 µm</p><p> Danos acima de 2% devem ser</p><p>tratados com jateamento</p><p>abrasivo ao padrão Sa 2 1/2 da</p><p>ISO 8501-1</p><p>SSPC – SP11</p><p>ISO 8501-1</p><p>6) Requisito de perfil de rugosidade 50 µm a 80 µm</p><p>ISO 8503-1, ISO 8503-2,</p><p>ISO 8503-3</p><p>7) Poeira “rating 1” ISO 8502-3</p><p>8) Sais após jateamento/ tratamento</p><p>mecânico</p><p> 30 mg/m2 ou 3 µg/cm2 ISO 8502-9</p><p>9) Inclusão de abrasivo Nenhum</p><p>Como visto sem</p><p>ampliação</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>7</p><p>Tabela 1 Especificação do Sistema e Requisitos da PETROBRAS e TRANSPETRO</p><p>(Continuação)</p><p>Item Requisito</p><p>Normas de referência e</p><p>recomendações</p><p>Requisitos de Pintura:</p><p>1) Temperatura mínima da superfície</p><p>Conforme informação do Boletim</p><p>Técnico do fabricante</p><p>Ver o BT do fabricante</p><p>2) Teste de pré-qualificação da tinta</p><p>Por laboratório Independente e</p><p>certificado</p><p>ISO/IEC 17025</p><p>3) Espessura requerida</p><p>Conforme Anexo A (Tabelas)</p><p>-</p><p>4) Tipo de tinta</p><p>Conforme Anexo A (Tabelas)</p><p>-</p><p>5) Número de demãos</p><p>Conforme Anexo A (Tabelas)</p><p>-</p><p>NOTA A PETROBRAS N-13 define os critérios de aceitação e rejeição para defeitos que podem</p><p>ocorrer durante a aplicação e após a secagem da película seca, devendo adicionalmente</p><p>ser atendidos os requisitos abaixo. O não atendimento aos critérios aqui definidos pode</p><p>causar rejeição:</p><p>a) espessura de película seca: considerar -10% a + 20 % da espessura especificada para</p><p>a tinta PETROBRAS N-2680 e o critério 90/10 para as outras tintas;</p><p>b) “lifting” ou “peeling” (descolamento): nenhum permitido;</p><p>c) desumidificação, aquecimento e/ou ventilação insuficiente (função da tinta): nenhum</p><p>permitido;</p><p>5.1.2 Fase de Construção de Blocos</p><p>Mesmo para áreas que não pertençam aos tanques de lastro ou de carga (áreas externas do navio),</p><p>os esquemas de pintura também devem atender aos requisitos informados na Tabela 1. Os</p><p>procedimentos e esquemas de pintura são apresentados no Anexo A, nas Tabelas A.1, A.2 e A.3.</p><p>5.1.2.1 Uma vez prontificados os blocos (estrutura), imediatamente antes da preparação de</p><p>superfície e da aplicação de cada demão de pintura, fazer rigorosa inspeção visual em toda a área a</p><p>ser tratada e pintada segundo a ABNT NBR 14847 e ABNT NBR 15185.</p><p>5.1.2.2 Após a limpeza que se fizer necessária (retirada de poeira ou limpeza por ação</p><p>físico-química conforme a ABNT NBR 15158), o bloco deve ser tratado e pintado segundo o</p><p>especificado na Tabela 1.</p><p>5.1.2.3 No chapeamento de cada bloco, nas extremidades que serão soldadas a outros blocos na</p><p>edificação, deve ser deixada sem pintura uma faixa de 200 mm, a partir dessas extremidades e, de</p><p>300 mm, nos reforços longitudinais (longitudinais de convés, dos costados, do fundo, do teto do</p><p>fundo-duplo e das anteparas longitudinais).</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>8</p><p>Solda de emenda</p><p>de bloco (após</p><p>edificação)</p><p>Trecho a ser soldado</p><p>após a emenda de bloco</p><p>200 mm</p><p>1</p><p>0</p><p>0</p><p>m</p><p>m</p><p>16</p><p>0</p><p>m</p><p>m</p><p>200 mm</p><p>300 mm</p><p>Figura 1 - Emenda de Blocos</p><p>5.1.2.4 Aplicar as demãos subseqüentes, de acordo com os sistemas recomendados nas</p><p>Tabela A.1 (Áreas Externas), Tabela A.2 (Áreas Internas – Superestrutura) e Tabela A.3 (Áreas</p><p>Internas – Praça de Máquinas, etc), do Anexo A, conforme o cronograma da obra.</p><p>5.1.3 Fase de Prontificação de Compartimentos, Tanques e Superfícies no Navio.</p><p>5.1.3.1 Após a edificação dos blocos e prontificados os compartimentos, tanques e superfícies, assim</p><p>como terminadas todas as soldas, fazer rigorosa inspeção visual de limpeza e tratamento como</p><p>descrito em 5.1.2.1 e 5.1.2.2, principalmente nas áreas adjacentes aos cordões de solda</p><p>anteriormente deixados sem pintura e naquelas onde houver corrosão, queima ou avaria por choque</p><p>mecânico.</p><p>5.1.3.2 Tratar e retocar as áreas acima de acordo com o estabelecido na Tabela 1 e aplicar o</p><p>esquema de pintura original. Para as superfícies do fundo do navio e de variação de linha d’água</p><p>(“Boottop”), o tratamento deve ser feito no padrão Sa 2 1/2 da ISO 8501-1, para o qual pode ser</p><p>utilizado equipamento de jateamento abrasivo local “vacuum blast” ou abrasivo envolvido com</p><p>espuma de poliuretano.</p><p>5.1.3.3 Nas áreas do costado, caso haja impossibilidade técnica de efetuar-se jateamento abrasivo,</p><p>devidamente justificada e aceita pela PETROBRAS, a preparação da superfície deve ser realizada,</p><p>por ferramentas mecânico-rotativas tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap” conforme SSPC SP11,</p><p>com perfil de rugosidade mínimo de 50 µm.</p><p>5.1.3.4 Aplicar as demãos subseqüentes de acordo com as Tabelas A.1, A.2 e A.3 do Anexo A,</p><p>certificando-se, porém, que todo trabalho estrutural em ambos os lados das anteparas, conveses e</p><p>chapeamento estejam terminados e aprovados, bem como que todas as redes e seus acessórios,</p><p>estejam devidamente instalados e aprovados.</p><p>5.2 Pintura de Manutenção</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>9</p><p>5.2.1 Fundo Chato, Fundo Vertical e “Boottop”</p><p>5.2.1.1 Durante a docagem, imediatamente após a drenagem do dique, proceder à lavagem das</p><p>áreas acima usando jato de água doce à alta pressão (mínimo 6 000 psi = 414 bar = 422 kgf/cm2) a</p><p>fim de remover as incrustações e outros organismos marinhos, bem como tinta solta. Após a</p><p>lavagem, proceder à inspeção visual identificando as áreas onde será necessária limpeza adicional, a</p><p>ser realizada com o auxílio de raspas.</p><p>NOTA As áreas onde ocorrer raspagem devem ser novamente lavadas com água doce à</p><p>6.000 p.s.i. (mín.).</p><p>5.2.1.2 Fazer rigorosa inspeção visual, em todas as superfícies, segundo a ABNT NBR 14847 e</p><p>ABNT NBR 15185, identificando pontos que apresentem vestígios de óleo, graxa ou gordura e</p><p>pontos ou áreas de corrosão.</p><p>5.2.1.3 Nas áreas onde for constatada a presença de óleo, graxa ou gordura, efetuar a limpeza por</p><p>ação físico-química, de acordo com a ABNT NBR 15158. Nas áreas com corrosão, fazer tratamento</p><p>de superfície por jateamento abrasivo Sa 2 (mín.), conforme a ISO 8501-1, ou hidrojateamento à ultra</p><p>alta pressão, à pressão mínima de 30.000 psi (2.070 bar = 2.110 kgf/cm2), segundo a PETROBRAS</p><p>N-9.</p><p>5.2.1.4 Após o tratamento de superfície, retocar as áreas de acordo com o esquema de pintura</p><p>especificado para cada área na Tabela A.1 do Anexo A, sempre respeitando o intervalo de pintura e</p><p>tempo de secagem informados nos boletins técnicos do fabricante das tintas. Antes de ser iniciada a</p><p>aplicação da pintura, efetuar medições de salinidade nas áreas tratadas, só permitindo o início da</p><p>pintura quando os resultados forem iguais ou inferiores à 50 mg/ m2 (5 μg/cm2).</p><p>5.2.1.5 Após a aplicação da primeira demão, respeitado o intervalo de pintura recomendado e assim</p><p>que todo tratamento de superfície esteja acabado, lavar todo o casco com água doce (mín. 6 000 psi)</p><p>a fim de remover toda poeira e demais impurezas.</p><p>5.2.1.6 Nas áreas anteriormente retocadas com tinta de fundo, aplicar as demãos de tinta</p><p>subseqüentes de acordo com a Tabela A.1 do Anexo A, respeitando os intervalos de tempo entre</p><p>demãos.</p><p>5.2.1.7 Aplicar as demãos de tinta anti-incrustante sem estanho (“tin free”) e previamente aprovada</p><p>pela PETROBRAS/TRANSPETRO, de acordo com o prescrito na Tabela A.1 do Anexo A, respeitando</p><p>os intervalos de tempo entre demãos e de alagamento do dique.</p><p>5.2.2 Costado</p><p>5.2.2.1 Adotar os mesmos procedimentos apresentados em 5.2.1.1 a 5.2.1.3.</p><p>5.2.2.2 Após a operação de tratamento de superfície, retocar as áreas tratadas com o esquema de</p><p>pintura escolhido, conforme a Tabela A.1 do Anexo A.</p><p>5.2.2.3 Após a aplicação da primeira demão, seguir o prescrito em 5.2.1.5.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>10</p><p>5.2.2.4 Aplicar as demãos subseqüentes do esquema, conforme Tabela A.1 do Anexo A.</p><p>5.3 Esquemas de Pintura</p><p>Os esquemas de pintura a utilizar são os descritos nas Tabelas A.1, A.2 e A.3 do Anexo A.</p><p>5.4 Pintura Interna de Tanques de Carga</p><p>4.8 Nas bases dos equipamentos que recebem proteção contra fogo, a superfície metálica deve ser</p><p>jateada por jateamento abrasivo seco ao grau Sa 2 ½, ou jateamento abrasivo úmido ao grau WAB-2,</p><p>ou hidrojateamento à ultra alta pressão ao grau WJ-2 e aplicado uma demão de 150 m da tinta</p><p>epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies molhadas, PETROBRAS N-2680. O intervalo para</p><p>aplicação do revestimento contrafogo deve ser o mesmo exigido para repintura do revestimento</p><p>anticorrosivo PETROBRAS N-2680.</p><p>NOTA Após o jateamento abrasivo (seco ou úmido) e o hidrojateamento, deve-se inspecionar o</p><p>perfil de rugosidade da superfície, o qual deve atender aos requisitos da Tabela 1.</p><p>4.9 Na aplicação dos esquemas de pintura e controle de qualidade devem ser seguidas as</p><p>recomendações da PETROBRAS N-13.</p><p>4.10 Nos cordões de solda, peças de geometria complexa, cantos vivos e cavidades, a aplicação da</p><p>tinta de fundo deve ser feita obrigatoriamente a trincha, exceto para a “tinta de etil silicato de</p><p>zinco-alumínio”, PETROBRAS N-2231.</p><p>4.11 Nos equipamentos cuja temperatura de operação é inferior à 80 °C, mas para os quais se prevê</p><p>a realização de “steam-out”, utilizar o revestimento da Condição 2.</p><p>4.12 O teste de aderência por tração (“pull off”) deve ser realizado após a aplicação total do esquema</p><p>de pintura e decorrido o tempo de cura. A execução do ensaio deve ser realizada conforme definido</p><p>na PETROBRAS N-13, atendendo ao critério de aceitação da Tabela A.1.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>6</p><p>5 Condições Específicas</p><p>5.1 Revestimento Externo</p><p>5.1.1 Equipamentos sem Isolamento Térmico</p><p>5.1.1.1 Condição 1</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: de 0 °C até 80 °C.</p><p>5.1.1.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta de fundo epóxi de alta espessura, PETROBRAS N-2630, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 m. O intervalo entre</p><p>as demãos deve ser de, no mínimo, 16 h e, no máximo, 48 h.</p><p>NOTA Como alternativa aplicar uma demão da tinta epóxi sem solventes tolerante a superfícies</p><p>molhadas, conforme especificada na PETROBRAS N-2680 com espessura mínima de</p><p>película seca de 100 μm. O intervalo para aplicação da tinta de acabamento deve ser de,</p><p>no mínimo, 12 h e, no máximo, 120 h.</p><p>5.1.1.1.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme PETROBRAS N-2677, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 70 m.</p><p>5.1.1.2 Condição 2</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: acima de 80 °C até 500 °C ou quando a temperatura de operação for</p><p>inferior a 80 °C, mas é prevista a realização de “steam-out”.</p><p>Utilizar revestimento único aplicando uma demão de tinta de etil-silicato de zinco-alumínio, conforme</p><p>PETROBRAS N-2231, por meio de pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima</p><p>de película seca de 75 m.</p><p>NOTA Para temperaturas de operação de 80 °C a 200 °C recomenda-se, como alternativa, a</p><p>aplicação de uma demão da tinta epóxi “Novolac” (Tipo I), especificada na</p><p>PETROBRAS N-2912, por meio de pistola sem ar, com espessura mínima de película</p><p>seca de 200 m. [Prática Recomendada]</p><p>5.1.1.3 Condição 3</p><p>Equipamentos construídos de aço-carbono, com revestimento refratário e/ou isolante interno.</p><p>Temperatura de operação: acima de 200 °C.</p><p>Aplicar duas demãos de “tinta indicadora de alta temperatura”, PETROBRAS N-1514, por meio de</p><p>pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de 15 m por demão. O intervalo máximo</p><p>entre demãos deve ser de 24 h para o Tipo I e de 16 h para o Tipo II. Para temperatura de operação</p><p>entre 200 °C e 290 °C usar Tipo II. Para temperatura de operação acima de 290 °C usar Tipo I.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>7</p><p>5.1.1.4 Condição 4</p><p>Equipamento situado na orla marítima ou sobre píer e áreas industriais com umidade extrema e</p><p>atmosfera agressiva. Temperatura de operação: de 0 °C até 80 °C.</p><p>NOTA Aplicável a atmosferas especialmente agressivas localizadas até 500 m da praia ou em</p><p>áreas onde ocorrem predominantemente ventos fortes vindos do mar para o litoral,</p><p>constatando-se presença de areia e/ou alta salinidade do ar (névoa salina). Deve-se</p><p>proceder a uma limpeza entre demãos com água doce à pressão de 3 000 psi.</p><p>5.1.1.4.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar demão única com espessura mínima de película seca de 300 µm do revestimento tipo II,</p><p>especificado na PETROBRAS N-2912, obrigatoriamente por meio de pistola sem ar.</p><p>NOTA Como alternativa, aplicar duas demãos da tinta epóxi sem solventes tolerante a superfícies</p><p>molhadas, conforme especificado na PETROBRAS N-2680 com espessura mínima de</p><p>película seca de 150 μm por demão. O intervalo para aplicação da segunda demão deve</p><p>ser de seca ao toque, desde que operacionalmente possível, até 120 h.</p><p>5.1.1.4.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta de poliuretano acrílico, conforme especificada na PETROBRAS N-2677</p><p>por meio de pistola convencional ou pistola sem ar, com espessura mínima de película seca de</p><p>70 μm.</p><p>5.1.2 Equipamentos com Isolamento Térmico</p><p>5.1.2.1 Condição 5</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: de -45 °C a 15 °C.</p><p>Aplicar revestimento único em duas demãos de tinta epóxi, sem solventes, tolerante a superfícies</p><p>molhadas, especificada na PETROBRAS N-2680, por meio de pistola sem ar, com espessura mínima</p><p>de película seca de 150 m, por demão.</p><p>5.1.2.2 Condição 6</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre.</p><p>Temperatura de operação: acima de 15 °C até 150 °C.</p><p>Aplicar revestimento único aplicando uma demão de tinta epóxi “Novolac” (Tipo I), especificada na</p><p>PETROBRAS N-2912, por meio de pistola sem ar. A espessura mínima de película seca deve ser de</p><p>200 m.</p><p>5.1.2.3 Condição 7</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre, em</p><p>serviço contínuo. Temperatura de operação: acima de 150 °C até 500 °C. Neste caso o</p><p>equipamento não recebe esquema de pintura.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>8</p><p>5.1.2.4 Condição 8</p><p>Ambiente: seco ou úmido, com ou sem salinidade, contendo ou não gases derivados de enxofre, em</p><p>serviço intermitente ou cíclico. Temperatura de operação: acima de 150 °C até 500 °C, com</p><p>possibilidade de ocorrer corrosão sob isolamento.</p><p>Aplicar 02 demãos da tinta para alta temperatura e corrosão sob isolamento térmico, conforme</p><p>especificado no Anexo E da PETROBRAS N-2943, por meio de pistola sem ar. A espessura mínima</p><p>de película seca deve ser de 150 m por demão.</p><p>5.2 Revestimento Interno</p><p>5.2.1 Condição 9</p><p>Revestimento interno de equipamento sujeito a corrosão com elevada taxa de desgaste (acima</p><p>de 0,1 mm/ano). Temperatura de operação: acima de - 15 °C até 150 °C.</p><p>Aplicar, em toda a superfície interna do equipamento, demão única com espessura mínima de</p><p>película seca de 400 µm do revestimento tipo III especificado na PETROBRAS N-2912,</p><p>obrigatoriamente por meio de pistola sem ar, exceto para produtos aplicados por espátula.</p><p>NOTA 1 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 2 Para condições de temperatura de operação acima de 150 °C deve ser avaliada a</p><p>utilização de alternativas existentes no mercado.</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>9</p><p>Anexo A – Tabela</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de pintura</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>1</p><p>1a demão: N-2630 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida</p><p>falhas do tipo</p><p>B, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>A lista com todas as cargas que podem ser transportadas em cada tanque deve ser sempre</p><p>informada ao fabricante das tintas, de forma que este possa verificar a compatibilidade do esquema</p><p>de pintura com cada carga. Com base na lista informada, o fabricante deve emitir outra, conhecida</p><p>como “Lista de Compatibilidade de Cargas”, a qual informa, para cada produto, se esse pode ou não</p><p>afetar o esquema de pintura e o quanto. Por isso, essa lista deve estar sempre disponível a bordo e</p><p>tomada como referência, para suporte às operações do navio.</p><p>5.4.1 Tanques de Carga de Navios Petroleiros</p><p>Os tanques de carga de navios destinados ao transporte de petróleo ou produtos escuros podem ser</p><p>parcialmente pintados, conforme indicado abaixo, a menos dos tanques “Slop”, que são totalmente</p><p>pintados:</p><p>a) áreas do fundo até 1,5 m acima, devem ser tratadas por jateamento abrasivo (grau Sa 2 1/2</p><p>conforme a ISO 8501-1) ou por hidrojateamento à ultra alta pressão (mín 30 000 psi =</p><p>2 070 bar = 2 110 kgf/cm2);</p><p>b) áreas sob o convés principal até 3,0 m abaixo (medido nas anteparas longitudinais laterais)</p><p>devem ser tratadas por jateamento abrasivo (grau Sa 2 1/2 conforme a ISO 8501-1) ou por</p><p>hidrojateamento à ultra alta pressão (mín 30 000 psi = 2 070 bar = 2 110 kgf/cm2);</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>11</p><p>3</p><p>,0</p><p>m</p><p>1</p><p>,5</p><p>m</p><p>3</p><p>,0</p><p>m</p><p>1</p><p>,5</p><p>m</p><p>Transversal de convés Transversal de convés</p><p>C.O.TK. (S)</p><p>W.B.TK. (S)</p><p>C.O.TK. (P)</p><p>W.B.TK. (P)</p><p>NOTA As transversais de convés são totalmente pintadas. Como a conexão de uma transversal</p><p>de convés com uma antepara longitudinal ultrapassa 3,0 m de altura, a área abaixo dos 3,0</p><p>m deve ser também tratada e pintada junto e da mesma forma que a parte alta. Além disso,</p><p>na antepara longitudinal, deve ser igualmente tratada e pintada uma área com cerca de 200</p><p>mm de largura ao redor do “pé” da transversal de convés (conhecida como rodapé).</p><p>Figura 2 - Seção Transversal do Casco</p><p>Convés principal</p><p>Transversal de convés</p><p>Antepara longitudinal</p><p>Transversal de convés</p><p>3</p><p>,0</p><p>m</p><p>2</p><p>0</p><p>0</p><p>m</p><p>m</p><p>200 mm</p><p>200 mm</p><p>NOTA Após o jateamento abrasivo ou hidrojateamento à ultra alta pressão, as áreas devem ser</p><p>pintadas conforme indicado na Tabela A.3. Em geral deve ser aplicado um “stripe coat” por</p><p>demão ou, a menos que a segunda demão seja com tinta tipo “edge retentive”, poderá ser</p><p>aplicado apenas um “stripe coat” entre as demãos.</p><p>Figura 3 - Detalhamento da Pintura nas Anteparas Longitudinais</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>12</p><p>5.4.2 Tanques de Carga de Navios de Produtos Claros</p><p>5.4.2.1 Nesse tipo de navio, os tanques de carga são totalmente pintados, assim como os tanques</p><p>Slop.</p><p>5.4.2.2 Para os tanques em que não esteja previsto o transporte de álcool e nafta, as áreas podem</p><p>ser tratadas empregando-se o jateamento abrasivo (grau ISO Sa 2 1/2 conforme a ISO 8501-1) ou</p><p>hidrojateamento com água doce à ultra alta pressão (30.000 psi mín.), sendo em seguida pintadas</p><p>com duas demãos de 160 µm cada, no mínimo, de tinta PETROBRAS N-2680, desde que</p><p>comprovada a sua resistência química às cargas previstas. Deve ser também aplicado um “stripe</p><p>coat” por demão ou, no caso da segunda demão ser com tinta tipo “edge retention”, aplicar apenas</p><p>um “stripe coat”.</p><p>5.4.2.3 Para os tanques com previsão de carregamento de álcool ou nafta, esses devem ser tratados</p><p>por jateamento abrasivo seco ao grau Sa 2 1/2, conforme a ISO 8501-1, e pintados com uma demão</p><p>de 450 µm d.f.t. de tinta epóxi “Novolac”, PETROBRAS N-2912 Tipo II, por meio de pistola sem ar. Ao</p><p>final deve ser aplicado um “stripe coat”.</p><p>5.4.2.4 Para o carregamento de QAV, os tanques de carga devem ser tratados e pintados conforme</p><p>5.4.2.2 ou 5.4.2.3, mas nunca pintados com tinta de fundo à base de Zinco.</p><p>5.5 Revestimento de Pontos Críticos</p><p>São considerados pontos críticos válvulas, flanges, suportes, parafusos, porcas, arruelas, áreas</p><p>sujeitas a empoçamento e frestas. Estes locais devem receber proteção contra a corrosão por meio</p><p>de revestimentos poliméricos específicos para evitar a exposição direta ao ambiente corrosivo. O</p><p>revestimento deve, obrigatoriamente, apresentar as seguintes propriedades.</p><p>— facilidade de preparação e aplicação, preferencialmente por trincha;</p><p>— efetiva barreira contra ação de meios corrosivos;</p><p>— temperatura de trabalho adequada à condição de operação;</p><p>— apresentar estabilidade dimensional sem apresentar trincas na região de aplicação do</p><p>mesmo;</p><p>— ser compatível com a pintura existente;</p><p>— fácil remoção não interferindo nos processos de montagem e desmontagem das</p><p>estruturas e equipamentos.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>13</p><p>Anexo A 1 - Tabelas</p><p>Onde:</p><p>SP = “shop primer”;</p><p>ZSP = “zinc shop primer”;</p><p>EHP = “epoxy holding primer”;</p><p>ETC = selante epóxi (“epoxy tie coat”) –</p><p>AFTF = tinta anti-incrustante sem estanho;</p><p>TASF = Tinta de Aderência Sugerida pelo Fabricante.</p><p>Tabela A.1.1 - Áreas Externas</p><p>Áreas Externas</p><p>Tratamento de superfície Pintura (Normas PETROBRAS)</p><p>Local Período</p><p>Antes</p><p>do SP</p><p>SP</p><p>Depois do</p><p>SP (ver</p><p>Nota 1)</p><p>1ª demão 2ª demão 3ª demão</p><p>4ª demão</p><p>5ª demão</p><p>Fundo</p><p>chato,</p><p>Fundo</p><p>Vertical e</p><p>Boottop</p><p>(Ver Notas</p><p>2 , 3 e 10)</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm.</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Manutenção 1 xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Manutenção 2 Sa 2</p><p>EHP</p><p>40 µm</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Costado</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção 1 xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção 2 Sa 2</p><p>EHP</p><p>40 µm</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Leme</p><p>Construção</p><p>(externo)</p><p>Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Construção</p><p>(interno)</p><p>Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção 1</p><p>(externo)</p><p>xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Manutenção 2</p><p>(externo)</p><p>Sa 2</p><p>40 µm</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>ETC</p><p>80 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>AFTF</p><p>125 µm</p><p>Manutenção</p><p>(interna)</p><p>xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx xxx</p><p>Caixão do</p><p>leme</p><p>Construção</p><p>Sistema igual ao do Fundo Vertical Manutenção 1</p><p>Manutenção 2</p><p>Conveses</p><p>(ver Nota 4)</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção 1 xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção 2</p><p>SP-11</p><p>Ver</p><p>Nota 8</p><p>xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Paióis de</p><p>convés</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>14</p><p>Tabela A.1 - Áreas Externas (Continuação)</p><p>Áreas Externas</p><p>Tratamento de superfície Pintura (Normas PETROBRAS)</p><p>Local Período</p><p>Antes</p><p>do SP</p><p>SP</p><p>Depois do</p><p>SP (ver</p><p>Nota 1)</p><p>1ª demão 2ª demão 3ª demão</p><p>4ª demão</p><p>(ver Nota 2)</p><p>5ª demão</p><p>(ver Nota 3)</p><p>Equipamentos</p><p>de convés</p><p>(ver Nota 5)</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Balaustres e</p><p>balaustradas</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Mastros e</p><p>guindastes</p><p>Construção</p><p>(opção 1)</p><p>Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Construção</p><p>(opção 2)</p><p>Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>Sa 2 1/2</p><p>Aspersão térmica com zinco + selante + 2 demãos</p><p>de N-2677 (2 x 60 µm dft ) ver Nota 7</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Postes de</p><p>ventilação</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Superestrutura</p><p>gaiuta e</p><p>casarias</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Chaminé</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Ventiladores e</p><p>exaustores</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>xxx</p><p>Tubulações</p><p>de aço-inox,</p><p>CuNi, FRP etc.</p><p>Construção St 2 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>TASF</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>Xxx</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>TASF</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>Xxx</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Tubulações</p><p>galvanizadas</p><p>Construção St-2 xxx WJ-2 TASF</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Tubulações de</p><p>vapor e</p><p>condensado</p><p>Construção Sa 2 1/2 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2912 Tipo</p><p>II</p><p>2 x 225 µm</p><p>ou</p><p>1 x 450 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>+ SP-11</p><p>N-2912 Tipo</p><p>II</p><p>2 x 225 µm</p><p>ou</p><p>1 x 450 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Âncoras</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Amarras</p><p>(ver Nota 6)</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção xxx xxx WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>NOTA 1 Todos processos de lavagem e hidrojateamento devem ser executados utilizando água doce limpa, isenta de</p><p>contaminantes e com pH variando de 6,5 a 7,5.</p><p>NOTA 2 Por AFTF devem ser entendidas as Tintas Anti-incrustantes de Autopolimento e Livres de Estanho ou seja, com as</p><p>propriedades de autopolimento e autoalisamento, apresentando, pelo menos, 5 anos de “track record”. Tintas anti-</p><p>incrustantes do tipo “Controlled Depletion Polymer - CDP” ou tintas anti-incrustantes híbridas estão desconsideradas.</p><p>As tintas devem ser escolhidas dentre aquelas já pré-aprovadas pela TRANSPETRO.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>15</p><p>Tabela A.1 - Áreas Externas (Continuação)</p><p>NOTA 3 Para intervalos de 60 meses (5 anos) entre docagens, devem ser aplicadas duas demãos de tinta AFTF</p><p>(2 x 125 µm d.f.t. mín cada); para intervalos de até 36 meses (3 anos), deve ser aplicada apenas uma demão de tinta</p><p>AFTF (1 x 125 µm d.f.t. mín) e assim, a 5ª demão não é necessária.</p><p>NOTA 4 Inclui o convés principal, convés do tombadilho, convés do castelo, conveses externos da superestrutura e gaiuta,</p><p>passarelas, degraus de todas as escadas verticais e inclinadas etc.</p><p>NOTA 5 Inclui todos os equipamentos de amarração e fundeio, tubulações (exceto as de vapor e condensado), válvulas e</p><p>acessórios, suportes de redes, eletrodutos e caixas de passagem, domos de todos os tanques, caixas de solenóides</p><p>etc.</p><p>NOTA 6 Apenas nas conexões dos quartéis, ou seja, os elos “Kenter” e os elos de malhete nas extremidades dos quartéis,</p><p>em número correspondente ao da quartelada em que estão (conforme a Normam 01 da Diretoria de Portos e</p><p>Costas).</p><p>NOTA 7 A aspersão térmica com alumínio não é mais permitida para áreas externas de navios.</p><p>NOTA 8 Tratamento mecânico SSPC SP-11 deve ser realizado com o uso de equipamento rotativo de cerdas de arame e</p><p>barra aceleradora (preferível) ou com pastilhas de tungstênio, de modo a obter perfil de rugosidade mínimo de</p><p>50 µm.</p><p>NOTA 9 Todas as espessuras são de filme seco (d.f.t. = “dry film thickness”).</p><p>NOTA 10 Como opção, tintas à base de silicone podem ser utilizadas em substituição ao sistema anti-incrustante com</p><p>biocida. na pintura das caixas-de-mar e suas grades.</p><p>Tabela A.2 - Áreas Internas - Superestrutura</p><p>Áreas internas – Superestrutura</p><p>Local Período</p><p>Tratamento de superfície Pintura (normas PETROBRAS)</p><p>Antes do</p><p>SP</p><p>SP</p><p>Depois do SP</p><p>(ver Nota)</p><p>1ª demão 2ª demão 3ª demão</p><p>Anteparas e</p><p>tetos sem</p><p>isolamento</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Anteparas e</p><p>tetos com</p><p>isolamento</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 Xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Pisos sem</p><p>revestimento</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>Anti-</p><p>derrapante</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>Anti-</p><p>derrapante</p><p>Pisos com</p><p>revestimento</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 Xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>xxx xxx xxx</p><p>Câmara</p><p>Frigorífica</p><p>Construção Sa 2 1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>xxx</p><p>NOTA Todos processos de lavagem e hidrojateamento devem ser executados utilizando água doce limpa, isenta</p><p>de contaminantes e com pH variando de 6,5 a 7,5.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>16</p><p>Tabela A.3 - Áreas Internas da Praça de Máquinas (PM), Compartimento da Máquina do</p><p>Leme, Gaiuta, Casa de Bombas (CB), Paiol do Mestre e Tanques de Carga</p><p>e Lastro</p><p>Local Período</p><p>Tratamento de superfície Pintura (normas PETROBRAS)</p><p>Antes</p><p>do SP</p><p>SP</p><p>Depois do SP</p><p>(ver Nota 1)</p><p>1ª demão 2ª demão 3ª demão</p><p>Anteparas e</p><p>tetos sem</p><p>isolamento</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>xxx</p><p>Anteparas e</p><p>tetos com</p><p>isolamento</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx Xxx</p><p>Pisos sem</p><p>revestimento</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>Anti-</p><p>derrapante</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>Anti-</p><p>derrapante</p><p>Pisos com</p><p>revestimento</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>xxx xxx xxx</p><p>Ventiladores e</p><p>exaustores</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>2 x 70 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Tubulações</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Tubulações</p><p>galvanizadas</p><p>Construção St-2 TASF WJ-2</p><p>N-2198</p><p>15 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>N-2677</p><p>60 µm</p><p>Máquinas e</p><p>equipamentos</p><p>Construção xxx xxx xxx xxx xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Porões e</p><p>pocetos da PM e</p><p>da CB</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>2 x 70 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>60 µm</p><p>N-2677</p><p>70 µm</p><p>Tanques da PM</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>xxx</p><p>Chaminé</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>(Al)</p><p>2 x 60 µm</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>3 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2680</p><p>150 µm</p><p>N-2677</p><p>(Al)</p><p>1 x 70 µm</p><p>Espaços vazios</p><p>(“cofferdams”)</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 6)</p><p>xxx</p><p>Manutenção xxx xxx WJ2</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 6)</p><p>xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi + SP-11</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>N-2680</p><p>160 µm</p><p>(ver Nota 6)</p><p>xxx</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>17</p><p>Tabela A.3 - Áreas Internas da Praça de Máquinas (PM), Compartimento da Máquina do</p><p>Leme, Gaiuta, Casa de Bombas (CB), Paiol do Mestre e Tanques de Carga</p><p>e Lastro (Continuação)</p><p>Local Período</p><p>Tratamento de superfície Pintura (normas PETROBRAS)</p><p>Antes</p><p>do SP</p><p>SP</p><p>Depois do SP</p><p>(ver Nota 1)</p><p>1ª demão 2ª demão 3ª demão</p><p>Tanques de</p><p>carga e “slops”</p><p>de navios</p><p>petroleiros</p><p>(ver Nota 2)</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Manutenção xxx xxx WJ2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem à</p><p>6 000 psi + SP-11</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Tanques de</p><p>carga e “slops”</p><p>de navios de</p><p>produtos claros</p><p>(ver Nota 3)</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>Sa 2 ½</p><p>N-2912</p><p>Tipo II</p><p>450 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção xxx xxx Sa 2 1/2</p><p>N-2912</p><p>Tipo II</p><p>450 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>xxx xxx</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem com</p><p>6 000 psi + SP-11</p><p>N-2912</p><p>Tipo II</p><p>450 µm</p><p>(ver Nota 5)</p><p>xxx xxx</p><p>Tanques de</p><p>Lastro</p><p>(ver Nota 4)</p><p>Construção</p><p>Sa 2</p><p>1/2</p><p>ZSP</p><p>15 µm</p><p>WJ-2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Manutenção xxx xxx WJ2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Manutenção SP-11 xxx</p><p>Lavagem com</p><p>6 000 psi + SP-11</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>Vide Anexo</p><p>A.2</p><p>NOTA 1 Todos processos de lavagem e hidrojateamento devem ser executados utilizando água doce limpa, isenta</p><p>de contaminantes e com pH variando de 6,5 a 7,5.</p><p>NOTA 2 Para os tanques de carga, devem ser pintados o chapeamento do fundo e seus elementos estruturais (até</p><p>1,5 m acima), convés principal e seus elementos estruturais (até 3 m abaixo), todas as travessas (área</p><p>superior até 300 mm de altura) e todas as transversais de convés integralmente. Os tanques “Slop” devem</p><p>ser totalmente pintados.</p><p>NOTA 3 Os tanques de carga e “slops” devem ser totalmente pintados.</p><p>NOTA 4 Os tanques de lastro devem ser totalmente pintados.</p><p>NOTA 5 A tinta para primeira demão em tanques de lastro, tanques de carga, “slops” e coferdames deve conter</p><p>aditivos para inspeção com luz ultravioleta.</p><p>NOTA 6 A tinta para a última demão dentro de tanques de lastro, tanques de carga e coferdames deve ser na cor</p><p>branca e deve apresentar, preferencialmente, propriedades de retenção nas bordas (“edge retention”).</p><p>NOTA 7 A tinta PETROBRAS N-2680, quando aplicada em tanques (carga, lastro, água doce, água potável e água</p><p>destilada), coferdames, casco externo (fundo chato, fundo vertical, “boottop” e costado) e portões (Praça</p><p>de Máquinas e Casa de Bombas), deve apresentar um resultado maior ou igual a 12 MPa no ensaio de</p><p>aderência (“pull-off”), segundo a ABNT NBR 15877, com padrão de falha “Y” ou “Z”.</p><p>NOTA 8 A tinta PETROBRAS N-2912, Tipo II, para tanques de carga, deve apresentar um resultado maior ou igual</p><p>a 15 MPa no ensaio de aderência (“pull-off”), segundo a ABNT NBR 15877, com padrão de falha “Y” ou</p><p>“Z”.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>18</p><p>Anexo A.2 - Requisitos para Qualificação do Revestimento para Tanques de Carga</p><p>(Produtos Escuros) e Tanques de Lastro</p><p>A.2.1 Requisitos para Aprovação dos Esquemas de Pintura</p><p>A.2.1.1 Os esquemas de pintura devem atender aos requisitos das normas IMO PSPC-WBT (MSC</p><p>215(82)) e IMO PSPC-COT (MSC 288(87)), respectivamente para tanques de lastro e tanques de</p><p>carga, assim como atender aos requisitos adicionais descritos na Tabela A.1. Os laboratórios de</p><p>ensaios devem ser certificados em conformidade com a ISO/IEC 17025.</p><p>Tabela A.1 – Requisitos Adicionais</p><p>Ensaios</p><p>Requisitos Normas a utilizar</p><p>Mín. Máx.</p><p>Aderência, MPa 12 -</p><p>ASTM D4541</p><p>(ver Nota 1)</p><p>Nota 1 O ensaio de aderência por tração(“pull off”) deve ser realizado conforme a ASTM</p><p>D4541 ou ISO 4624, utilizando equipamento pneumático Tipo IV (método de</p><p>teste D) Equipamento Hidráulico Automático Tipo V (Método de Teste E).</p><p>Valores de tensão e critérios de aceitação no ensaio de aderência à tração:</p><p>a) Mínimo 12,0 MPa – Aceitável qualquer falha, exceto falha tipo A/B</p><p>b) > 20,0 MPa - Aceitável qualquer tipo de falha.</p><p>Nota 2 O ensaio de aderência deve ser executado até 14 dias após a aplicação da tinta.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1192 REV. D 10 / 2019</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. B</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. C</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. C</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Tabela 1</p><p>Alteração dos requisitos de preparação de superfície e</p><p>pintura</p><p>Tabela A.3</p><p>Alteração dos esquemas de pintura para áreas internas de</p><p>tanques de carga e de lastro</p><p>Anexo A.2</p><p>Este anexo foi incluído para especificar os requisitos de</p><p>qualificação de revestimentos para tanques de carga</p><p>(produtos claros) e tanques de lastro</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1219 REV. G 12 / 2018</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 3 páginas, 1 formulário e GT</p><p>Cores</p><p>Padronização</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1219 REV. G 12 / 2018</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma padroniza as cores empregadas na pintura de identificação visual de equipamentos,</p><p>estruturas, tubulações e instrumentos das instalações terrestres e marítimas da PETROBRAS.</p><p>1.2 Esta Norma, em alinhamento com os requisitos legais estabelecidos nas Normas</p><p>Regulamentadoras do Ministério do Trabalho NR-26 e NR-30, estabelece na Tabela 1 os padrões de</p><p>cores descritos nas Normas Brasileiras ABNT NBR-7195, NBR-6493, NBR-13193 e NBR-9541.</p><p>1.3 O Manual de Sinalização para ambientes administrativos, industriais e marítimos Petrobras deve</p><p>ser atendido para indicação de percursos, identificação de espaços, informações e alertas para</p><p>situações de emergência e segurança.</p><p>1.4 Nas tintas fica proibida a utilização de pigmentos à base de cromatos (Cromo VI), sulfatos de</p><p>chumbo, molibdatos de chumbo e sulfocromatos de chumbo e quaisquer outras substâncias que</p><p>contenham chumbo.</p><p>1.5 Esta Norma se aplica a padronizações iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.6 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>NR-26 - Sinalização de Segurança;</p><p>NR-30 - Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário;</p><p>ABNT NBR 6493 - Emprego de Cores para Identificação de Tubulações;</p><p>ABNT NBR 7195 - Cores para Segurança;</p><p>ABNT NBR 9541 - Sinalização Aeronáutica de Obstáculos – Padrões e Cores;</p><p>ABNT NBR 13193 - Emprego de Cores para Identificação de Tubulações de Gases</p><p>Industriais.</p><p>3 Termos e Definições</p><p>Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.</p><p>3.1</p><p>padrões fundamentais</p><p>são fixados, como padrões fundamentais os constantes da Tabela 1, conforme as notações dos</p><p>sistemas “Munsell” e ‘RAL”. A notação preferencial é o código Munsell, O código RAL é aplicável</p><p>apenas para as cores onde há codificação indicada</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=400214</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=400214</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=406002</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=406002</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=734</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=734</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=405894</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=405894</p><p>http://ntbnet.engenharia.petrobras.com.br/normadt.aspx?ID=406002</p><p>http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/nr/nr26.htm</p><p>http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/nr/nr26.htm</p><p>http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/nr/nr30.htm</p><p>http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/nr/nr30.htm</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1219 REV. G 12 / 2018</p><p>3</p><p>Tabela 1 - Padrões Fundamentais</p><p>Denominação Notação “Munsell” Notação “RAL”</p><p>Preto N 1</p><p>9004</p><p>(N: 0:9)</p><p>Cinza-Escuro N 3.5 -</p><p>Cinza-Claro N 6.5 -</p><p>Cinza-Gelo N 8 7047</p><p>Branco N 9.5</p><p>9003</p><p>(N: 0: 0,5)</p><p>Cor-de-alumínio - 9006</p><p>Vinho 5 R 2/6 3007</p><p>Vermelho-Segurança 5 R 4/14</p><p>3001</p><p>(7,5: 8,5: 3)</p><p>Óxido de Ferro 10 R 3/6 8012</p><p>Marrom 2.5 YR 2/4 -</p><p>Laranja-Segurança 2.5 YR 6/14 -</p><p>Creme 10 YR 7/6 -</p><p>Amarelo-PETROBRAS 2.5 Y 8/12 1023</p><p>Creme-Claro 2.5 Y 9/4 -</p><p>Amarelo-Segurança 5 Y 8/12</p><p>Effect 290-6</p><p>(2,7: 6,1: 0,8)</p><p>Verde-Segurança 10 GY 6/6 -</p><p>Verde-PETROBRAS 2.5 G 5/10 6037</p><p>Verde-Pastel 5 G 8/4 6019</p><p>Verde-Emblema 2.5 G 3/4 -</p><p>Azul-Segurança 2.5 PB 4/10 -</p><p>Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 Effect 610-4</p><p>Violeta</p><p>10 P 4/10 ou 2.5 RP</p><p>4/10</p><p>-</p><p>Azul-Marinho 5 PB 2/4 -</p><p>Bordô 7.5 R 3/8 -</p><p>Rosa-seco 2.5 R 8/4 -</p><p>Turquesa 7.5 BG 6/8 -</p><p>Lilás 2.5 P 6/18 -</p><p>3.1.1 A cor púrpura, quando citada na NR-30, refere-se a cor violeta.</p><p>3.1.2 A cor alumínio não possui notação de cores, visto tratar-se de cor dada pela adição do elemento</p><p>metálico.</p><p>3.1.3 A cor marrom canalizações, citada nas Normas ABNT de referência, encontra-se nesta norma</p><p>indicada por marrom.</p><p>3.1.4 A cor creme canalizações, citada nas Normas ABNT de referência, encontra-se nesta norma</p><p>indicada por creme.</p><p>http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/nr/nr30.htm</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1219 REV. G 12 / 2018</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B e C</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. E</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Revalidação</p><p>REV. F</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. G</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>-PÚBLICO</p><p>N-1277 REV. E 10 / 2020</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 página</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>SC-14</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>Tinta de Fundo Epóxi Rica em Zinco</p><p>1a Emenda</p><p>Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-1277 REV. E e se destina a modificar o seu texto na(s) parte(s)</p><p>indicada(s) a seguir:</p><p>NOTA 1 A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)</p><p>posição(ões) correspondente(s).</p><p>NOTA 2 A(s) página(s) emendada(s), com a indicação da data da emenda, está(ão) colocada(s) no</p><p>final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizada(s).</p><p>CONTEÚDO DA 1ª EMENDA - 10/2020</p><p>Seção 2</p><p>- Substituição da ISO 3251 pela ASTM D2369;</p><p>- Substituição da ISO 3233-1 pela ABNT NBR-11617.</p><p>Tabela 1</p><p>- Alteração da Tabela.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 8 páginas e Índice de Revisões</p><p>Tinta de Fundo Epóxi Rica em Zinco</p><p>Especificação</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão:</p><p>[Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>../link.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma fixa as características, verificáveis em laboratório, exigíveis no recebimento de tinta</p><p>de fundo epóxi rica em zinco, fornecida em 2 recipientes: 1 contendo a resina epóxi mais pó de zinco</p><p>metálico (Componente A) e o outro o agente de cura (Componente B).</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a especificações iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>ABNT NBR 8094 - Materiais Metálicos Revestidos e Não-Revestidos - Corrosão por</p><p>Exposição à Névoa Salina;</p><p>ABNT NBR 15442 - Pintura Industrial - Inspeção de recebimento de recipientes fechados</p><p>ABNT NBR 15742 - Tintas e Vernizes - Determinação de Vida Útil da Mistura (“Pot-Life”);</p><p>ABNT NBR 15877 - Pintura Industrial - Ensaio de Aderência por Tração;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates After Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ABNT NBR 11617 – Tintas — Determinação do volume dos sólidos por meio do disco de aço</p><p>ISO 4628-8 - Paints and varnishes – Evaluation of Degradation of Coatings - Designation of</p><p>Quantity and Size of Defects, and of Intensity of Uniform Changes in Appearance - Part 8:</p><p>Assessment of Degree of Delamination and Corrosion Around a Scribe or Other Artificial</p><p>Defect;</p><p>ASTM D 562 - Standard Test Method for Consistency of Paints Using the Stormer</p><p>Viscometer;</p><p>ASTM D 1308 - Standard Test Method for Effect of Household Chemicals on Clear and</p><p>Pigmented Organic Finisher;</p><p>ASTM D 1640 - Standard Test Methods for Drying, Curing, for Film Formation of Organic</p><p>Coatings at Room Temperature;</p><p>ASTM D 2247 - Standard Practice for Testing Water Resistance of Coatings in 100 %</p><p>Relative Humidity;</p><p>ASTM D 4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers.</p><p>ASTM D 2369 - Standard Test Method for Volatile Content of Coatings;</p><p>../link.asp?cod=N-0042</p><p>../link.asp?cod=N-0042</p><p>../link.asp?cod=N-0042</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=364274</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HCKANGAAAAAAAAAA?qid=637365381449874984&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027,4%7C51580&docid=944236608#h79d88994</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>3</p><p>3 Condições Gerais</p><p>3.1 Aparência dos Componentes A e B</p><p>Os Componentes A e B devem apresentar-se homogêneos, sem pele e espessamento, em lata</p><p>recentemente aberta.</p><p>3.2 Embalagem</p><p>3.2.1 O formato das latas deve ser cilíndrico circular reto.</p><p>3.2.2 Na vedação das embalagens não deve ser utilizado material passível de causar degradação ou</p><p>contaminação da tinta.</p><p>3.3 Estado e Enchimento dos Recipientes</p><p>3.3.1 Os recipientes que contém os componentes desta tinta, devem apresentar-se em bom estado</p><p>de conservação, devidamente rotulados ou marcados na superfície lateral, conforme as exigências</p><p>desta Norma e da ABNT NBR 15442.</p><p>3.3.2 Os recipientes devem conter, no mínimo, a quantidade correspondente à respectiva indicação.</p><p>3.4 Estabilidade em Armazenagem</p><p>3.4.1 Os componentes A e B devem apresentar estabilidade à armazenagem em recipiente fechado</p><p>a temperatura inferior a 40 °C, que garanta a sua utilização sem alteração de suas características por,</p><p>no mínimo, 6 meses a data de sua fabricação.</p><p>3.4.2 Admite-se a revalidação deste prazo de utilização por 2 períodos adicionais de 6 meses,</p><p>mediante repetição e aprovação prévia dos ensaios executados por ocasião do fornecimento,</p><p>conforme a PETROBRAS N-13.</p><p>3.5 Diluição</p><p>Quando necessário, para facilitar sua aplicação, esta tinta pode ser diluída conforme instruções do</p><p>fabricante. [Prática Recomendada]</p><p>../link.asp?cod=N-0042</p><p>-PÚBLICO</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>4</p><p>3.6 Marcação</p><p>Os recipientes devem trazer no rótulo ou em seu corpo, no mínimo, as seguintes informações, as quais</p><p>não devem ser inscritas na tampa:</p><p>a) os dizeres “PETROBRAS N-1277”;</p><p>b) os dizeres “Tinta de fundo epóxi rica em zinco;</p><p>c) identificação dos componentes A ou B;</p><p>d) diluente a utilizar;</p><p>e) quantidade contida no recipiente, em litros e em kg;</p><p>f) nome e endereço do fabricante;</p><p>g) número ou sinal identificador do lote de fabricação;</p><p>h) data da validade de utilização do produto;</p><p>i) proporção de mistura em massa e volume.</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Requisitos dos Componentes A e B</p><p>4.1.1 Os componentes A e B, quando examinados quanto à sedimentação, quando muito, podem</p><p>apresentar um fundo facilmente homogeneizável (manualmente).</p><p>4.1.2 Para fins de auditoria e/ou verificação, a identificação da resina do componente A e do agente</p><p>de cura pode ser efetuada por métodos analíticos adequados.</p><p>4.2 Requisitos do Produto Pronto para Aplicação</p><p>4.1.1 O produto final, que se obtém após a mistura dos 2 componentes da tinta, deve apresentar</p><p>aparência e consistência uniforme.</p><p>4.2.2 Os requisitos do produto pronto para aplicação, misturados os componentes A e B, constam da</p><p>Tabela 1.</p><p>Tabela 1 - Requisitos do Produto Pronto para Aplicação</p><p>Ensaios</p><p>Espessura</p><p>película</p><p>seca (m)</p><p>Requisitos</p><p>Normas a Utilizar</p><p>Mín. Máx.</p><p>Sólidos por massa, % - 80 - ASTM D 2369</p><p>Sólidos por volume, % - 52 - ABNT NBR 11617</p><p>Tempo de Secagem ao Toque</p><p>(Set-To-Touch Time), min.</p><p>60 a 70 - 30</p><p>ASTM D 1640</p><p>(item 7.2)</p><p>Tempo de secagem para manuseio</p><p>(Dry to Handle), h</p><p>60 a 70 - 8</p><p>ASTM D 1640</p><p>(item 7.7)</p><p>Tempo de Secagem para Repintura</p><p>(Dry to Recoat), h</p><p>60 a 70 18 24</p><p>ASTM D 1640</p><p>(item 7.8)</p><p>Tempo de vida util ("pot-life") da mistura,</p><p>h</p><p>- 4 - ABNT NBR 15742</p><p>Consistência (UK) - 75 110 ASTM D 562</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>5</p><p>4.2.3 Para a realização dos ensaios</p><p>de determinação de sólidos por massa e de sólidos por volume,</p><p>os tempos e temperaturas para secagem e cura da tinta devem ser de 24 horas à 25 (+/- 2) oC e mais</p><p>180 minutos à 105 (+/- 1) oC.</p><p>4.3 Características da Película Seca</p><p>As características da película seca estão estabelecidas na Tabela 2 e os requisitos inerentes aos</p><p>ensaios estão descritos em 4.3.1, 4.3.2, 4.3.3 e 5.2.</p><p>Tabela 2 - Características da Película Seca</p><p>Ensaios</p><p>Espessura</p><p>Película</p><p>Seca (m)</p><p>Requisitos</p><p>Mínimos</p><p>Normas a utilizar</p><p>Aderência, MPa 65 a 75 7</p><p>ABNT NBR 15877,</p><p>Anexo2 ou ASTM</p><p>D 4541, Método D -</p><p>Equipamento Tipo IV, ou</p><p>ASTM D 4541:2009,</p><p>Método E – Equipamento</p><p>Tipo V</p><p>Resistência à Névoa Salina, h 120 a 140 1 000 ABNT NBR 8094</p><p>Resistência a 100 % de UR, h 120 a 140 1 000 ASTM D 2247</p><p>Resistência à Imersão em Água Salgada</p><p>(3,5 % de NaCl), 40 ºC, h 120 a 140 1 000 ASTM D 1308</p><p>Potencial de Eletroquímico, mV 65 a 75 Ver 4.3.1, 4.3.2 e 4.3.3</p><p>4.3.1 Medidas de Potencial Eletroquímico x Tempo</p><p>Os ensaios de medida de potencial eletroquímicos são realizados em uma célula eletroquímica</p><p>montada sobre uma chapa de aço, conforme 5.2.2.1 a 5.2.2.5 e 4.3.1.1 a 4.3.1.3.</p><p>4.3.1.1 Em uma região da face do corpo de prova, adjacente à uma das quinas da chapa, o</p><p>revestimento deve ser completamente removido, expondo o substrato de aço.</p><p>NOTA A área de revestimento removido deve ser a mínima possível para permitir que seja</p><p>efetuada a leitura de potencial eletroquímico.</p><p>4.3.1.2 Centralizado na face revestida do corpo de prova deve ser colado um cilindro de material</p><p>inerte, tal como PVC, vidro ou polipropileno, com diâmetro de aproximadamente 75 mm e altura de</p><p>aproximadamente 100 mm.</p><p>NOTA A fixação do cilindro ao corpo de prova revestido deve ser realizada com material capaz de</p><p>garantir a estanqueidade do recipiente gerado ao longo do período de ensaio.</p><p>4.3.1.3 Após a cura do adesivo, as células eletroquímicas devem ser preenchidas com solução de</p><p>NaCl 3,5% (em massa) até uma altura de, aproximadamente, 50 mm.</p><p>NOTA A altura necessária de líquido pode ser maior em função do eletrodo que estiver sendo</p><p>utilizado.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>6</p><p>4.3.1.4 Para se efetuar as medidas eletroquímicas, deve ser utilizado um eletrodo de calomelano</p><p>saturado.</p><p>NOTA Outros tipos de eletrodo podem ser utilizados, porém os valores devem ser corrigidos para a</p><p>mesma referência.</p><p>4.3.1.5 As medidas de potencial devem ser feitas utilizando-se qualquer equipamento, tal como</p><p>multímetro, que seja capaz de efetuar as medições com resolução de 1 mV DC e precisão de até</p><p>+/- 2% e impedância de entrada de, no mínimo, 1 MΩ.</p><p>4.3.1.6 As medições devem ser realizadas levando-se em consideração que o substrato deve ser</p><p>considerado como polo negativo (terminal preto do multímetro) e o eletrodo de referência como polo</p><p>positivo (terminal vermelho do multímetro).</p><p>4.3.2 Ensaio em corpos de prova com falha intencional</p><p>4.3.2.1 Nas chapas de aço para este ensaio deve ser inserido um defeito intencional, de geometria</p><p>circular, de aproximadamente 17 mm de diâmetro (5% da área exposta)</p><p>4.3.2.2 Devem ser realizadas medidas após decorridas as primeiras 24 horas e após decorridos 30</p><p>dias de imersão.</p><p>4.3.2.3 É recomendado que seja efetuada, no mínimo, uma medida a cada 24 horas. [Prática</p><p>Recomendada]</p><p>4.3.3 Corpos de prova sem Falha Intencional</p><p>4.3.3.1 As chapas de aço para este ensaio devem possuir o revestimento dentro da região do tubo</p><p>de PVC completamente íntegro.</p><p>4.3.3.2 Deve ser realizada medida após decorridas 1 000 horas de imersão.</p><p>4.3.3.3 É recomendado que seja efetuada, no mínimo, uma medida a cada 24 horas. [Prática</p><p>Recomendada]</p><p>5 Inspeção</p><p>5.1 Inspeção Visual</p><p>Verificar se as condições indicadas em 3.1, 3.2, 3.3 e 3.6 estão atendidas e rejeitar o fornecimento</p><p>que não as satisfizer.</p><p>5.2 Ensaios</p><p>5.2.1 Os ensaios a serem executados são os constantes das Tabelas 1 e 2.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>7</p><p>5.2.2 Para a realização dos ensaios indicados nas Tabelas 1 e 2 devem ser observados os requisitos</p><p>estabelecidos em 5.2.2.1 a 5.2.2.14.</p><p>5.2.2.1 A tinta deve ser aplicada diretamente sobre chapa de aço-carbono AISI-1020. A preparação</p><p>da superfície deve ser feita por meio de jateamento abrasivo ao metal branco, grau Sa 3 da ISO</p><p>8501-1. O perfil de ancoragem deve ser de 50 a 70 m, no máximo. As dimensões da chapa devem</p><p>ser de 150 mm x 100 mm, e espessura mínima de 4 mm.</p><p>5.2.2.2 Para cada ensaio a ser realizado, devem ser preparados, no mínimo, três corpos de prova.</p><p>5.2.2.3 A espessura da película seca necessária para a realização de cada um dos ensaios</p><p>encontra-se listada na Tabela 2.</p><p>5.2.2.4 Os ensaios da Tabela 2 devem ser realizados 7 dias após a aplicação da tinta sobre os</p><p>painéis. Durante este período os painéis devem ser mantidos a temperatura de (25 2) °C e umidade</p><p>relativa de (60 5) %.</p><p>5.2.2.5 Os painéis devem ser pintados preferencialmente a pistola. [Prática Recomendada]</p><p>5.2.2.6 Para o ensaio de resistência à névoa salina deve ser feito um único entalhe, com largura de</p><p>0,5 a 2 mm, no centro do corpo-de-prova, paralelo à sua maior dimensão, a uma distância de 30 mm</p><p>das bordas superior e inferior.</p><p>5.2.2.7 O cálculo do avanço de corrosão deve ser realizado da maneira descrita na norma</p><p>ISO 4628-8.</p><p>5.2.2.8 As bordas e o verso dos painéis de ensaio devem ser protegidas adequadamente a fim de</p><p>evitar o aparecimento prematuro de processo corrosivo.</p><p>NOTA Desde que seja resistente às condições de ensaio, a tinta a ser utilizada na proteção das</p><p>bordas e no verso dos corpos de prova pode ser diferente daquela que está sendo avaliada.</p><p>5.2.2.9 O ensaio de aderência deve ser realizado em dois pontos por corpo de prova e, no mínimo,</p><p>em dois corpos de prova diferentes.</p><p>5.2.2.10 No ensaio de aderência à tração, devem ser considerados reprovados os revestimentos que</p><p>apresentarem falha do tipo A/B, em qualquer proporção, em valores de tensão abaixo de 15 MPa.</p><p>5.2.2.11 Para o ensaio eletroquímico realizado no corpo de prova com falha intencional, não deve</p><p>aparecer na falha, nenhuma corrosão do aço após 30 dias de ensaio, e o potencial medido em</p><p>relação ao eletrodo de calomelano saturado, a 25 °C, deve ser mais negativo que - 850 mV. O</p><p>potencial após 24 horas do início do ensaio deve ser mais negativo que -950 mV.</p><p>5.2.2.12 Para o ensaio eletroquímico realizado no corpo de prova sem falha, não deve ser observado</p><p>nenhum tipo de falha após 1 000 horas de imersão, inclusive corrosão do aço, e o potencial</p><p>eletroquímico medido em relação ao eletrodo de calomelano deve ser mais negativo do que -850 mV.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>8</p><p>5.2.2.13 Ao observar os painéis, não deve ser constatada a presença de bolhas ou de pontos de</p><p>corrosão de aço na superfície, nem penetração no entalhe, após decorridas as 1 000 horas de</p><p>ensaio, sob névoa salina.</p><p>5.2.2.14 Não deve haver pontos de corrosão do aço nem formação de bolhas na película após</p><p>decorridos os tempos respectivos estabelecidos para os ensaios de resistência à imersão em água</p><p>salgada e a 100 % de umidade relativa.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A e B</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. C</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Revalidação</p><p>REV. D</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Revalidação</p><p>REV. E</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma fixa as características, verificáveis em laboratório, exigíveis no recebimento de tinta</p><p>de fundo epóxi rica em zinco, fornecida em 2 recipientes: 1 contendo a resina epóxi mais pó de zinco</p><p>metálico (Componente A) e o outro o agente de cura (Componente B).</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a especificações iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos</p><p>relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>ABNT NBR 8094 - Materiais Metálicos Revestidos e Não-Revestidos - Corrosão por</p><p>Exposição à Névoa Salina;</p><p>ABNT NBR 15442 - Pintura Industrial - Inspeção de recebimento de recipientes fechados</p><p>ABNT NBR 15742 - Tintas e Vernizes - Determinação de Vida Útil da Mistura (“Pot-Life”);</p><p>ABNT NBR 15877 - Pintura Industrial - Ensaio de Aderência por Tração;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates After Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 3233-1 - Paints and Varnishes – Determination of The Percentage Volume of Non-</p><p>Volatile Matter - Part 1: Method Using a Coated Test Panel to Determine Non-Volatile Matter</p><p>And to Determine Dry Film Density By the Archimedes Principle;</p><p>ISO 3251 - Paints, Varnishes and Plastics - Determination of Non-Volatile-Matter Content;</p><p>ISO 4628-8 - Paints and varnishes – Evaluation of Degradation of Coatings - Designation of</p><p>Quantity and Size of Defects, and of Intensity of Uniform Changes in Appearance - Part 8:</p><p>Assessment of Degree of Delamination and Corrosion Around a Scribe or Other Artificial</p><p>Defect;</p><p>ASTM D 562 - Standard Test Method for Consistency of Paints Using the Stormer</p><p>Viscometer;</p><p>ASTM D 1308 - Standard Test Method for Effect of Household Chemicals on Clear and</p><p>Pigmented Organic Finisher;</p><p>ASTM D 1640 - Standard Test Methods for Drying, Curing, for Film Formation of Organic</p><p>Coatings at Room Temperature;</p><p>ASTM D 2247 - Standard Practice for Testing Water Resistance of Coatings in 100 %</p><p>Relative Humidity;</p><p>ASTM D 4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1277 REV. E 03 / 2017</p><p>4</p><p>3.6 Marcação</p><p>Os recipientes devem trazer no rótulo ou em seu corpo, no mínimo, as seguintes informações, as</p><p>quais não devem ser inscritas na tampa:</p><p>a) os dizeres “PETROBRAS N-1277”;</p><p>b) os dizeres “Tinta de fundo epóxi rica em zinco;</p><p>c) identificação dos componentes A ou B;</p><p>d) diluente a utilizar;</p><p>e) quantidade contida no recipiente, em litros e em kg;</p><p>f) nome e endereço do fabricante;</p><p>g) número ou sinal identificador do lote de fabricação;</p><p>h) data da validade de utilização do produto;</p><p>i) proporção de mistura em massa e volume.</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Requisitos dos Componentes A e B</p><p>4.1.1 Os componentes A e B, quando examinados quanto à sedimentação, quando muito, podem</p><p>apresentar um fundo facilmente homogeneizável (manualmente).</p><p>4.1.2 Para fins de auditoria e/ou verificação, a identificação da resina do componente A e do agente</p><p>de cura pode ser efetuada por métodos analíticos adequados.</p><p>4.2 Requisitos do Produto Pronto para Aplicação</p><p>4.1.1 O produto final, que se obtém após a mistura dos 2 componentes da tinta, deve apresentar</p><p>aparência e consistência uniforme.</p><p>4.2.2 Os requisitos do produto pronto para aplicação, misturados os componentes A e B, constam da</p><p>Tabela 1.</p><p>Tabela 1 - Requisitos do Produto Pronto para Aplicação</p><p>Ensaios</p><p>Espessura</p><p>película</p><p>seca (m)</p><p>Requisitos</p><p>Normas a Utilizar</p><p>Mín. Máx.</p><p>Sólidos por massa, % - 80 - ISO 3251</p><p>Sólidos por volume, % - 52 - ISO 3233-1</p><p>Tempo de secagem ao toque, mín. 60 a 70 - 30 ASTM D 1640</p><p>Tempo de secagem à pressão, h 60 a 70 - 8 ASTM D 1640</p><p>Tempo de secagem para repintura, h 60 a 70 18 24 ASTM D 1640</p><p>Tempo de vida util ("pot-life") da</p><p>mistura, h</p><p>- 4 - ABNT NBR 15742</p><p>Consistência (UK) - 75 110 ASTM D 562</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 16 páginas e Índice de Revisões</p><p>Aplicação de Revestimentos Anticorrosivos</p><p>para Manutenção de Unidades Marítimas de</p><p>Exploração e de Produção</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários”.</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar os esquemas de pintura e/ou revestimentos anticorrosivos a</p><p>serem utilizados, sobre substrato de aço carbono, na manutenção de unidades marítimas de</p><p>exploração e de produção.</p><p>1.2 Para efeito desta Norma consideram-se unidades marítimas: plataformas fixas e flutuantes,</p><p>navios de exploração e produção e monoboias.</p><p>1.3 Esta Norma fixa as condições exigíveis para procedimentos iniciados a partir da data de sua</p><p>edição.</p><p>1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais,</p><p>constituem requisitos</p><p>para este documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as</p><p>edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido</p><p>documento (incluindo emendas).</p><p>NORMAM 27 - DPC - Registro de Helideques Instalados em Embarcações e em</p><p>Plataformas Marítimas;</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e</p><p>Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-1021 - Pintura de Aço Galvanizado, Aço Inoxidável, Ferro Fundido, Ligas</p><p>não Ferrosas, Materiais Compósitos Poliméricos e Termoplásticos;</p><p>PETROBRAS N-1192 - Pintura de Embarcações;</p><p>PETROBRAS N-1993 - Estruturas Oceânicas – Delimitação da Zona de Transição;</p><p>PETROBRAS N-2037 - Pintura de Equipamentos Submersos em Água do Mar;</p><p>PETROBRAS N-2231 - Tinta de Etil - Silicato de Zinco - Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2288 - Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio;</p><p>PETROBRAS N-2568 - Revestimentos Metálicos Anticorrosivos Depositados por Aspersão</p><p>Térmica;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2912 - Tinta Epóxi “Novolac”;</p><p>PETROBRAS N-2913 - Revestimentos Anticorrosivos para Tanque, Esfera e Cilindro de</p><p>Armazenamento;</p><p>PETROBRAS N-2943 - Revestimentos Anticorrosivos;</p><p>https://www.marinha.mil.br/dpc/sites/www.marinha.mil.br.dpc/files/normam27.pdf</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1021</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1192</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1993</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2037</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2231</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2288</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2568</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2680</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2912</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2913</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2943</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>3</p><p>ABNT NBR 14847 - Inspeção de Serviços de Pintura em Superfícies Metálicas -</p><p>Procedimento;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfície de Aço por Produtos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ABNT NBR 15877 - Pintura industrial - Determinação da resistência à tração em sistemas</p><p>de pintura e outros revestimentos anticorrosivos;</p><p>ABNT NBR 16172 - Revestimentos Anticorrosivos - Determinação de Descontinuidades em</p><p>Revestimentos Anticorrosivos Aplicados sobre Substratos Metálicos;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-cleaned Steel Substrates - Part 4:</p><p>Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the Determination of</p><p>Surface Profile - Stylus Instrument Procedure;</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-cleaned Steel Substrates - Part 5:</p><p>Replica Tape Method for the Determination of the Surface Profile;</p><p>ISO 12944-9 - Paints and Varnishes - Corrosion Protection of Steel Structures by Protective</p><p>Paint Systems - Part 9: Protective Paint Systems and Laboratory Performance Test Methods</p><p>for Offshore and Related Structures;</p><p>ASTM D610 - Standard Practice for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel</p><p>Surfaces;</p><p>ASTM D4541 - Standard Test Method for Pull-Off Strength of Coatings Using Portable</p><p>Adhesion Testers;</p><p>IMO Resolution MSC 215(82) - Performance Standard for Protective Coatings for Dedicated</p><p>Seawater Ballast Tanks in all Types of Ships and Double-Side Skin Spaces of Bulk Carriers;</p><p>IMO Resolution MSC 288(87) - Performance Standard for Protective Coatings for Cargo Oil</p><p>Tanks of Crude Oil Tankers;</p><p>NACE WAB-2/SSPC-SP 10 (WAB) - Near-White Metal Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 - Waterjet Cleaning of Metals - Very Thorough Cleaning;</p><p>SSPC-SP 11 - Power-Tool Cleaning to Bare Metal;</p><p>SSPC VIS-4/NACE VIS 7 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Waterjetting;</p><p>SSPC VIS-5/NACE VIS 9 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Wet Abrasive Blast Cleaning.</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=1962</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=353794</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=116</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=154</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/normavw.aspx?ID=445687</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=316660</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NMCJACAAAAAAAAAA?qid=637287022690129008&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=943291641</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HXLNUEAAAAAAAAAA?qid=637287022906160616&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=942249804</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NWLCYFAAAAAAAAAA?qid=637287024049634964&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941948836</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/LVWZCGAAAAAAAAAA?qid=637334455109580952&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=943414678</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D610+08(2019)</p><p>https://compass.astm.org/EDIT/html_annot.cgi?D4541+17</p><p>http://www.imo.org/en/KnowledgeCentre/IndexofIMOResolutions/Maritime-Safety-Committee-(MSC)/Documents/MSC.215(82).pdf</p><p>http://www.imo.org/en/KnowledgeCentre/IndexofIMOResolutions/Maritime-Safety-Committee-(MSC)/Documents/MSC.288(87).pdf</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/FQPVOFAAAAAAAAAA?qid=637287026788178814&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941523229</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/MXFOWEAAAAAAAAAA?qid=637287027533743368&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941465816</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YPFELFAAAAAAAAAA?qid=637287028783058300&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941972877</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637287036570977092&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941651634</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637334577540914086&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941654747</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>4</p><p>3 Condições Gerais</p><p>3.1 Os esquemas de pintura especificados nesta Norma são estabelecidos levando-se em conta as</p><p>condições específicas a que estão sujeitos e as temperaturas de operação.</p><p>3.2 Os esquemas de pintura (externos e/ou internos) devem ser utilizados nos conveses ("decks"),</p><p>região da zona de transição e acima, módulos de serviço (estruturas metálicas e chaparias),</p><p>tubulações e equipamentos (estáticos, dinâmicos, elétricos e de instrumentação).</p><p>3.3 A pintura de fabricação provisória (“shop primer”), quando existente, deve ser removida</p><p>imediatamente antes da aplicação dos esquemas de pintura previstos nesta Norma.</p><p>3.4 Na pintura de helipontos deve ser aplicada tinta antiderrapante e pintura de demarcação, de</p><p>acordo com a NORMAM 27, capítulo 3.</p><p>3.5 No caso de retoque da pintura existente deve-se, preferencialmente, ser repetido o esquema</p><p>original. Alternativamente, pode-se utilizar a tinta de fundo epóxi pigmentada com alumínio conforme</p><p>PETROBRAS N-2288, observando-se as restrições de aplicação da tinta em função das condições</p><p>operacionais. Caso haja impossibilidade técnica de efetuar-se jateamento abrasivo ou</p><p>hidrojateamento, a preparação da superfície deve ser realizada, por ferramentas</p><p>rotativas de impacto</p><p>tipo “wire bristle impact” ou “rotary flap” conforme SSPC-SP11.</p><p>3.6 Antes do preparo da superfície a ser pintada, fazer inspeção visual em toda a superfície, segundo</p><p>as ABNT NBR 14847 e ABNT NBR 15185. Identificar os pontos que apresentarem vestígios de óleo,</p><p>graxa, gordura ou outros contaminantes, o grau de intemperismo em que se encontra a superfície (A,</p><p>B, C ou D, de acordo com a ISO 8501-1), assim como os pontos em que a pintura, quando existente,</p><p>estiver danificada, conforme as figuras da ASTM D610.</p><p>3.7 Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta norma não deve ser aplicada tinta em</p><p>superfícies metálicas cuja temperatura da superfície seja superior a 52 °C, exceto quando autorizado</p><p>pelo fabricante da tinta.</p><p>3.8 Em qualquer dos esquemas de pintura previstos nesta Norma, submeter a superfície a ser</p><p>pintada a processo de limpeza por produtos químicos, conforme ABNT NBR 15158, nas regiões</p><p>onde, durante a inspeção, constataram-se vestígios de óleo, graxa, gordura ou outros contaminantes.</p><p>Efetuar, conforme a Tabela 1, o tratamento da superfície, utilizando jato abrasivo ou hidrojato com ou</p><p>sem abrasivo.</p><p>NOTA O hidrojato sem abrasivo não gera perfil de rugosidade.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>5</p><p>Tabela 1 - Método de Tratamento da Superfície</p><p>Condições</p><p>especificas</p><p>(Seção 4</p><p>desta</p><p>Norma)</p><p>Procedimento</p><p>para</p><p>tratamento da</p><p>superfície</p><p>Grau de</p><p>acabament</p><p>o para o</p><p>jato</p><p>abrasivo</p><p>(ISO 8501-1)</p><p>Grau de</p><p>acabamento para o</p><p>jato abrasivo</p><p>úmido</p><p>(NACE WAB-2/SSPC-</p><p>SP10)</p><p>Grau de</p><p>acabamento</p><p>para o</p><p>hidrojateamento</p><p>(NACE WJ-2/SSPC-SP</p><p>WJ 2)</p><p>(Nota 7)</p><p>Perfil de</p><p>rugosidade</p><p>(ISO 8503-4 ou</p><p>ISO 8503-5</p><p>ou</p><p>ABNT</p><p>NBR 15488)</p><p>(Nota 4)</p><p>Todas, com</p><p>exceção da</p><p>4.3.3.1 e</p><p>4.3.1.4</p><p>Tratar com jato</p><p>abrasivo ou</p><p>hidrojateamento,</p><p>conforme</p><p>PETROBRAS</p><p>N-9</p><p>Grau Sa 2</p><p>1/2 (Mínimo)</p><p>Grau WAB-2</p><p>(Mínimo)</p><p>Grau WJ-2</p><p>(Mínimo)</p><p>70 μm a 100</p><p>μm (pintura</p><p>interna)</p><p>50 μm a 100</p><p>μm (pintura</p><p>externa)</p><p>Seção</p><p>4.3.3.1 e</p><p>4.3.1.4</p><p>Tratar com jato</p><p>abrasivo</p><p>conforme</p><p>PETROBRAS</p><p>N-9</p><p>Grau Sa 2</p><p>1/2 (Mínimo) - -</p><p>50 μm a 100</p><p>μm</p><p>NOTA 1 No caso de tratamento por hidrojateamento ou jato abrasivo úmido deve ser previsto a</p><p>utilização de tinta compatível com o estado do substrato após este tratamento. A aplicação</p><p>deve ser executada sobre superfícies apresentando até “flash rust” leve.</p><p>NOTA 2 No caso de tratamento por hidrojateamento ou jato abrasivo úmido, com aplicação de tinta</p><p>sobre superfície molhada e/ou umidade relativa acima de 85 %, a tinta a ser utilizada deve ter</p><p>sido prévia e formalmente aprovada pela PETROBRAS.</p><p>NOTA 3 Os padrões visuais para o hidrojateamento são estabelecidos na SSPC VIS-4/NACE VIS 7.</p><p>NOTA 4 Os padrões visuais para o jato abrasivo úmido são estabelecidos na SSPC VIS-5/NACE VIS 9.</p><p>NOTA 5 Utilizar o método “Replica Tape” segundo a ISO 8503-5 ou medidor de perfil de rugosidade do</p><p>tipo agulha segundo a ABNT NBR 15488 ou método “stylus” segundo a</p><p>ISO 8503-4 e, neste caso, considerando-se o parâmetro Rz DIN ou Ry5 e ter natureza angular.</p><p>NOTA 6 Imediatamente antes da aplicação do “primer” é obrigatória a medição de sais solúveis do</p><p>substrato conforme a PETROBRAS N-9.</p><p>NOTA 7 O hidrojateamento à ultra-alta pressão pode ser executado também com abrasivos, conforme</p><p>PETROBRAS N-9.</p><p>3.9 No caso de monoboias em manutenção durante a docagem, após a inspeção visual, deve ser</p><p>realizada a raspagem de organismos marinhos, bem como de restos de tintas soltas e de partes</p><p>corroídas. Em seguida, deve ser feita a lavagem com água doce à pressão mínima de 5 000 psi com</p><p>jateamento em leque. Após essa operação, jatear as áreas corroídas, segundo a PETROBRAS N-9,</p><p>até ser alcançado, no mínimo, o grau Sa 2 1/2 da ISO 8501-1, grau WAB-2 da</p><p>NACE WAB-2/SSPC-SP10 ou hidrojateamento a ultra-alta pressão padrão WJ-2 da</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2. Após este preparo, aplicar o revestimento de base epóxi descrito no</p><p>Anexo A da N-2943, com espessura mínima de película seca de 1 000 m, aplicado em uma ou duas</p><p>demãos, por pistola sem ar ou trincha.</p><p>3.10 Toda pintura deve ser aplicada, preferencialmente, utilizando pistola sem ar (“air less”). Na</p><p>impossibilidade técnica em utilizar a pistola sem ar, outros métodos de aplicação podem ser</p><p>utilizados, desde que aprovados pela PETROBRAS.</p><p>3.11 A demão de reforço à trincha (“stripe coat”) nos pontos críticos, tais como, regiões soldadas,</p><p>cantos, cavidades e frestas, alvéolos e pites, flanges e válvulas flangeadas, bordas e quinas, deve ser</p><p>executada obrigatoriamente para cada demão aplicada.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>6</p><p>3.11.1 Em um esquema de pintura de mais de uma demão, após a aplicação da tinta de acabamento</p><p>não é mandatória a aplicação do “stripe coat”.</p><p>NOTA Dependendo da profundidade e largura de cavidades, frestas, alvéolos e pites, estes devem</p><p>ser preenchidos e nivelados com o substrato antes da pintura, por meio de soldas ou</p><p>revestimento específico para esta finalidade, o que deve ser confirmado pela inspeção</p><p>prévia da superfície, conforme a PETROBRAS N-13.</p><p>3.12 O intervalo de tempo para aplicação de uma demão de qualquer tinta sobre uma outra deve</p><p>considerar o intervalo de repintura recomendado pelo fabricante da tinta já aplicada. Para as tintas à</p><p>base de resina epóxi, caso seja ultrapassado o prazo máximo, deve-se efetuar lixamento manual para</p><p>quebra de brilho em toda a superfície e limpeza com solvente não oleoso, antes da aplicação da</p><p>demão posterior.</p><p>3.13 Na aplicação das tintas e respectivo controle da qualidade de aplicação devem ser seguidas as</p><p>prescrições descritas na PETROBRAS N-13.</p><p>3.14 Quando especificado no esquema de pintura, deve ser feito controle de continuidade da película</p><p>seca com emprego do detector de descontinuidade após a cura total do revestimento aplicado, de</p><p>acordo com a ABNT NBR 16172. Este teste, entretanto, fica dispensado para acessórios forjados ou</p><p>fundidos de tubulação, elétrica e instrumentação, tais como: válvulas, flanges e visores de nível.</p><p>3.15 Para efeito de proteção anticorrosiva a unidade marítima é dividida em 3 zonas, a saber:</p><p>a) zona submersa;</p><p>b) zona de transição (vide PETROBRAS N-1993);</p><p>c) zona atmosférica.</p><p>3.16 Para Unidades Marítimas Fixas devem ser pintadas as zonas de transição e atmosférica.</p><p>3.17 Para Unidades Marítimas Móveis devem ser pintadas as zonas submersa, de transição e</p><p>atmosférica.</p><p>NOTA Toda a região submersa deve ter proteção catódica por anodos galvânicos ou corrente</p><p>impressa.</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Zona Submersa</p><p>4.1.1 Para componentes, estruturas ou equipamentos a serem instalados na zona submersa, o</p><p>revestimento a ser aplicado deve atender aos requisitos de desempenho estabelecidos na Tabela 4</p><p>da ISO 12944-9 (Condições CX e Im4). A espessura mínima total do revestimento deve ser de</p><p>450 m.</p><p>NOTA 1 Deve ser feito controle de continuidade da película com o emprego de detector de</p><p>Descontinuidade (“Holiday Detector”), conforme ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 2 Além dos ensaios estabelecidos na Tabela 4 da ISO 12944-9, deve ser realizado ensaio de</p><p>aderência por tração, conforme a ABNT NBR 15877, usando equipamento pneumático ou</p><p>hidráulico automático, conforme figuras do Anexo A, ou ASTM D4541, utilizando</p><p>equipamento pneumático Tipo IV - Método de Teste D ou Equipamento Hidráulico</p><p>Automático Tipo V - Método de Teste E.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>7</p><p>NOTA 3 Os valores e tipos de falhas aceitáveis no ensaio de aderência por tração são os seguintes:</p><p>a) 10,0 MPa < Falhas B, –/Y, Y ou Y/Z < 20,0 MPa;</p><p>b) > 20,0 MPa - para qualquer tipo de falha.</p><p>4.1.2 Para pintura de manutenção de áreas em submersão, imediatamente após o preparo da</p><p>superfície, aplicar revestimento para superfícies que apresentam condensação permanente, conforme</p><p>estabelecido no Anexo D da PETROBRAS</p><p>N-2943, com espessura mínima total de película seca de</p><p>450 m, em uma ou duas demãos,</p><p>4.2 Zona de Transição</p><p>4.2.1 Alternativa A</p><p>Imediatamente após o preparo da superfície, aplicar massa epóxi poliamida de alta espessura (dois</p><p>componentes) em camada contínua e uniforme, conforme procedimentos definidos pelos fabricantes,</p><p>com espessura compreendida entre 1 mm e 4 mm.</p><p>4.2.2 Alternativa B</p><p>Aplicar revestimento de base epóxi descrito no Anexo A da N-2943, com espessura mínima de</p><p>película seca de 1 000 m, aplicado em uma ou duas demãos, por pistola sem ar ou trincha.</p><p>4.2.3 Retoques</p><p>4.2.3.1 Opção 1</p><p>Os retoques devem ser feitos nas regiões onde o esquema de pintura foi danificado, utilizando-se</p><p>massa epóxi prevista na alternativa A, conforme descrito em 4.2.1, após jateamento abrasivo (seco</p><p>ou úmido) localizado ou por meio de hidrojateamento.</p><p>4.2.3.2 Opção 2</p><p>Os retoques devem ser feitos nas regiões onde o esquema de pintura foi danificado, utilizando-se o</p><p>esquema de pintura estabelecido na Alternativa B do 4.2.2.</p><p>4.3 Zona Atmosférica para Equipamentos e Tubulações sem Isolamento Térmico e Estruturas</p><p>4.3.1 Temperatura de Operação, de 0 °C até 80 °C</p><p>4.3.1.1 Opção 1</p><p>4.3.1.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar três demãos de tinta epóxi, sem solventes, tolerante à superfície molhada, especificada na</p><p>PETROBRAS N-2680, com espessura mínima de película de 150 m por demão. O intervalo para</p><p>aplicação da tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 12 h e, no máximo, 120 h. A tinta deve ser</p><p>aplicada por meio de pistola sem ar ou trincha.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>8</p><p>4.3.1.1.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta de poliuretano acrílico, especificada na PETROBRAS N-2677, com</p><p>espessura mínima de película seca de 70 m. A tinta deve ser aplicada por meio de pistola sem ar ou</p><p>trincha.</p><p>4.3.1.2 Opção 2</p><p>4.3.1.2.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar demão única de revestimento de base epóxi, conforme Anexo A da N-2943, com espessura</p><p>mínima de película seca de 500 m, com teor de sólidos por volume mínimo de 80 %. O revestimento</p><p>deve ser aplicado por meio de pistola sem ar ou trincha. O tempo de cura total deve ser de, no</p><p>máximo, 24 h à temperatura de 25 °C. O intervalo para aplicação da tinta de acabamento deve ser</p><p>de, no mínimo, 8 h e, no máximo, conforme especificação do fabricante.</p><p>4.3.1.2.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar demão única de tinta de acabamento, conforme Anexo B da N-2943, com espessura mínima</p><p>de película seca de 60 m. O revestimento deve ser aplicado por meio de pistola sem ar ou trincha.</p><p>4.3.1.3 Opção 3</p><p>Aplicar revestimentos de cura rápida e de alta espessura à base de poliuréia ou poliuretano</p><p>elastomérico, os quais devem atender aos requisitos definidos em Especificações Técnicas</p><p>aprovadas pela PETROBRAS e específicas para cada tecnologia.</p><p>4.3.1.4 Opção 4</p><p>4.3.1.4.1 Aplicar esquema de pintura com uma demão de tinta de fundo rica em zinco com espessura</p><p>mínima de película seca de 100 m e uma demão de tinta de acabamento conforme Anexo B da</p><p>N-2943, com espessura mínima de película seca de 200 m.</p><p>4.3.1.4.2 A aprovação do esquema de pintura deve ser feita conforme requisitos da ISO 12944-9</p><p>(ambiente CX), devendo ser qualificados em atendimento aos critérios de desempenho estabelecidos</p><p>por laboratórios de ensaios certificados em conformidade com a norma NBR ISO 17025 e acreditados</p><p>pelo INMETRO, ou pelo IAF (International Accreditation Forum).</p><p>NOTA Também são aceitos para a qualificação do esquema de pintura, os relatórios de ensaios</p><p>realizados por laboratórios que façam parte de universidades públicas, ou particulares, bem</p><p>como de institutos de pesquisas nacionais ou estaduais, mesmo que não atendam ao</p><p>descrito no item 4.3.1.4.2.</p><p>4.3.2 Temperatura de Operação Entre 80 °C e 150 °C</p><p>Aplicar uma demão da tinta epóxi “novolac”, especificada na PETROBRAS N-2912 tipo II com</p><p>espessura mínima de película de 400 m. O revestimento deve ser aplicado por meio de pistola sem</p><p>ar ou trincha.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>9</p><p>4.3.3 Temperatura de Operação entre 150 °C e 500 °C</p><p>4.3.3.1 Opção 1</p><p>Utilizar revestimento único aplicando uma demão de tinta etil-silicato de zinco e alumínio,</p><p>especificada na PETROBRAS N-2231, por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou</p><p>pistola sem ar (com agitação mecânica), com espessura mínima de película seca de 100 m.</p><p>NOTA Para reparos localizados utilizar opção 2.</p><p>4.3.3.2 Opção 2</p><p>Aplicar duas demãos do revestimento especificado no Anexo E da PETROBRAS N-2943, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 150 µm por demão.</p><p>4.3.3.3 Opção 3</p><p>Aspersão Térmica com alumínio sobre tratamento de superfície por jateamento abrasivo padrão Sa 3</p><p>da ISO 8501-1, conforme a PETROBRAS N-2568.</p><p>4.3.4 Revestimentos para Áreas Críticas</p><p>Os revestimentos devem atender aos requisitos constantes do Anexo C da PETROBRAS N-2943.</p><p>4.3.5 Revestimentos para Tubulações com Condensação Permanente</p><p>O esquema de pintura para aplicação sobre superfícies que apresentam regime de condensação</p><p>permanente deve utilizar demão única com espessura mínima de película seca de 300 m da tinta</p><p>especificada no Anexo D da PETROBRAS N-2943.</p><p>4.4 Zona Atmosférica para Equipamentos e Tubulações com Isolamento Térmico</p><p>4.4.1 Temperatura de Operação: - 45 °C até 15 °C</p><p>Aplicar demão única da tinta epóxi novolac Tipo II, conforme PETROBRAS N-2912, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película de 300 m .</p><p>4.4.2 Temperatura de Operação: acima de 15 °C até 80 °C</p><p>4.4.2.1 Opção 1</p><p>Aplicar demão única da tinta epóxi novolac Tipo II, conforme PETROBRAS N-2912, por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 300 m, por demão.</p><p>4.4.2.2 Opção 2</p><p>Aplicar duas demãos do revestimento de base epóxi especificado no Anexo E da PETROBRAS</p><p>N-2943, com espessura mínima de película seca de 150 m por demão.. O revestimento deve ser</p><p>aplicado por pistola sem ar ou trincha. O tempo de cura total deve ser de, no máximo, 24 h à</p><p>temperatura de 25 °C.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>10</p><p>4.4.3 Temperatura de Operação: de 80 °C até 500 °C</p><p>4.4.3.1 Temperatura de Operação: de 80 °C até 200 °C</p><p>Aplicar demão única da tinta epóxi Novolac Tipo II, conforme PETROBRAS N-2912, com espessura</p><p>mínima de película seca de 300 m, por meio de pistola sem ar ou trincha.</p><p>4.4.3.2 Temperatura de Operação: de 80 °C até 500 °C</p><p>Aplicar duas demãos do revestimento especificado no Anexo E da PETROBRAS N-2943 por meio de</p><p>pistola sem ar ou trincha, com espessura mínima de película seca de 150 µm por demão.</p><p>4.5 Pintura de Pisos</p><p>As opções 1,2 e 4 são obrigatórias para serem utilizadas em rotas de fuga e helipontos. A critério da</p><p>unidade podem ser aplicadas também em locais sujeitos a derramamento de óleo, produtos químicos</p><p>e outras situações que tornem o piso escorregadio [Prática Recomendada]. O restante das áreas de</p><p>piso deve ser revestido utilizando o esquema de pintura estabelecido em 4.5.3.</p><p>4.5.1 Opção 1</p><p>4.5.1.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão de tinta epóxi, sem solvente, tolerante a superfícies molhadas, especificada na</p><p>PETROBRAS N-2680, com espessura mínima de película de 150 µm, por meio de pistola sem ar, rolo</p><p>ou trincha. O intervalo para aplicação da tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 12 h e, no</p><p>máximo, 120 h. Caso seja ultrapassado o prazo máximo para aplicação da tinta de acabamento, a</p><p>demão anterior deve receber um lixamento leve (quebra de brilho) seguida de limpeza com solventes</p><p>não oleosos para permitir a ancoragem da demão subsequente.</p><p>NOTA Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>4.5.1.2</p><p>falha</p><p>1 (alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (100 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 10</p><p>Permitida</p><p>falhas do tipo</p><p>B, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>2 Demão única: N-2231 (75 µm)</p><p>5 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>2 (alternativa)</p><p>Demão única: N-2912 tipo I</p><p>(200 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo te</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>3</p><p>1a demão: N-1514 (15 µm)</p><p>2a demão: N-1514 (15 µm)</p><p>5 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>4</p><p>1a demão: N-2912 tipo II (300 µm)</p><p>2a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo) até</p><p>12</p><p>Permitido falhas</p><p>tipo B/C, –/Y, Y</p><p>ou Y/Z</p><p>Acima de 12</p><p>Permitido</p><p>falhas do tipo</p><p>B, –/Y, Y ou</p><p>Y/Z</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>- PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 06 / 2020</p><p>10</p><p>Anexo A – Tabela (Continuação)</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de pintura</p><p>Tensão de</p><p>Tração (MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>4 (alternativa)</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>3a demão: N-2677 (70 µm)</p><p>8 (Mínimo) até</p><p>12</p><p>Permitido falhas</p><p>tipo C/D, –/Y, Y</p><p>ou Y/Z</p><p>Acima de 12</p><p>Permitido</p><p>falhas dos</p><p>tipos B, C, –</p><p>/Y, Y ou Y/Z</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>5</p><p>1a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>2a demão: N-2680 (150 µm)</p><p>12 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>6</p><p>Demão única: N-2912 (Tipo I) (200</p><p>µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>7 Equipamento não recebe pintura</p><p>8</p><p>Demão única: Tinta para</p><p>corrosão sob isolamento térmico -</p><p>Anexo E da N-2943 (300 µm )</p><p>2 (Mínimo) até</p><p>20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>9</p><p>Demão única: N-2912 tipo III</p><p>(400 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>até 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>NOTA O equipamento de ensaio e o adesivo devem ser selecionados para atender pelo</p><p>menos 20 % acima da tensão mínima de tração.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-2 REV. N 05 / 2020</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B, C, D, E, F, G e H</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. J</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. K</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. L</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>1.4 Inclusão da indicação de Prática Recomendada</p><p>2 Exclusão da PETROBRAS N-9</p><p>Tabela 1 Revisada</p><p>4.11 Revisada</p><p>5.1.1.5 Alteração da temperatura de 120° para 500 °C</p><p>5.1.2.2 Revisada</p><p>5.1.2.3 Revisada</p><p>5.2.1 Notas revisadas</p><p>REV. M</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. N</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 12 páginas e Índice de Revisões</p><p>PÚBLICA</p><p>Tratamento de Superfícies de Aço com</p><p>Jato Abrasivo e Hidrojateamento</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e em suas</p><p>participações societárias nas quais a Regra Corporativa Comum (RCC)</p><p>seja desdobrada, devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e</p><p>serviços, conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas</p><p>em Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>http://nortec.engenharia.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>7</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar o procedimento para preparação de superfícies de aço</p><p>carbono, para a aplicação de esquemas de pintura ou de outros revestimentos anticorrosivos, por</p><p>meio de jateamento abrasivo seco, jateamento abrasivo úmido ou hidrojateamento (com ou sem</p><p>abrasivos).</p><p>NOTA Verificar as determinações legais descritas no 4.1.</p><p>1.2 As prescrições desta Norma se aplicam aos procedimentos iniciados a partir da data de sua</p><p>edição.</p><p>1.3 O prazo efetivo para implementação desta Norma em substituição à revisão anterior é de 180</p><p>dias a partir da data de sua publicação. Caso a unidade da Petrobras que está aplicando a Norma</p><p>entenda que não é possível implementá-la neste prazo, deve registrar neste prazo um Plano de</p><p>Implementação definindo as ações necessárias e os respectivos prazos</p><p>1.4 A definição do prazo efetivo de implementação dos requisitos desta norma, quando esta é</p><p>referenciada em contratos de prestação de serviços e aquisição de bens, é prerrogativa exclusiva da</p><p>Petrobras.</p><p>1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais,</p><p>constituem requisitos para este documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as</p><p>edições citadas. Para</p><p>Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta antiderrapante, conforme especificações contidas no Anexo F da</p><p>PETROBRAS N-2943, por meio de pistola sem ar (com agitação mecânica), rolo ou trincha, com</p><p>espessura mínima de película seca de 500 µm.</p><p>NOTA Para demarcação de helipontos, sobre a pintura antiderrapante deve ser aplicada uma</p><p>demão de 70 µm de espessura seca de tinta poliuretano acrílico PETROBRAS N-2677.</p><p>4.5.2 Opção 2</p><p>4.5.2.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar demão única de revestimento de base epóxi, especificado no Anexo A da PETROBRAS</p><p>N-2943, com espessura mínima de película seca de 500 m. O revestimento deve ser aplicado por</p><p>meio de pistola sem ar, rolo ou trincha.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>11</p><p>4.5.2.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta antiderrapante, conforme especificações contidas no Anexo F da</p><p>PETROBRAS N-2943, por meio de pistola sem ar (com agitação mecânica), rolo ou trincha, com</p><p>espessura mínima de película seca de 500 µm.</p><p>NOTA Para demarcação de helipontos, sobre a pintura antiderrapante deve ser aplicada uma</p><p>demão de tinta poliuretano acrílico PETROBRAS N-2677, com espessura mínima de</p><p>película seca de 70 µm, por meio de rolo ou trincha.</p><p>4.5.3 Opção 3</p><p>4.5.3.1 Tinta de Fundo</p><p>Aplicar uma demão do revestimento epóxi especificado no Anexo A da N-2943, por meio de pistola</p><p>sem ar, rolo ou trincha com espessura mínima de película de 500 µm por demão. O intervalo para</p><p>aplicação da tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 8 h e, no máximo, conforme especificação</p><p>do fabricante.</p><p>Caso seja ultrapassado o prazo máximo para aplicação da tinta de acabamento, a demão anterior</p><p>deve receber um lixamento leve (quebra de brilho) seguida de limpeza com solventes não oleosos</p><p>para permitir a ancoragem da demão subsequente.</p><p>4.5.3.2 Tinta de Acabamento</p><p>Aplicar uma demão de tinta poliuretano acrílico conforme PETROBRAS N-2677 com espessura</p><p>mínima de película seca de 70 µm, por meio de rolo ou trincha.</p><p>NOTA Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>4.5.4 Opção 4</p><p>Aplicar revestimentos de cura rápida e de alta espessura à base de poliuréia ou poliuretano</p><p>elastomérico, os quais devem atender aos requisitos definidos em Especificações Técnicas</p><p>aprovadas pela PETROBRAS e específicas para cada tecnologia.</p><p>4.6 Pintura Interna</p><p>4.6.1 Pintura Interna de Tanques</p><p>4.6.1.1 Tanque de Lastro</p><p>O esquema de pintura deve atender aos requisitos da norma IMO Resolution MSC 215(82).</p><p>NOTA 1 O tanque de lastro deve ser totalmente pintado.</p><p>NOTA 2 Aplicar demão de reforço (“stripe coat”) à trincha a cada demão aplicada.</p><p>NOTA 3 Recomenda-se o uso de tintas que possuam propriedade de retenção nas bordas</p><p>(“edge retention”). Neste caso, permitindo-se que as demãos de reforço sejam à airless.</p><p>[Prática Recomendada]</p><p>NOTA 4 Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>12</p><p>NOTA 5 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 6 Caso a tinta possua pigmentos opticamente ativos, a inspeção por “holiday detector” pode</p><p>se restringir apenas às regiões onde falhas foram reveladas.</p><p>4.6.1.2 Tanque de Slop</p><p>Aplicar tinta epóxi Novolac, conforme a PETROBRAS N-2912, Tipo III em uma espessura total de</p><p>800 µm em uma ou duas demãos por meio de pistola sem ar ou trincha. Para necessidade principal</p><p>de resistência por barreira ou impermeabilidade, a resina deve ser reforçada com flocos de vidro. Em</p><p>caso de necessidade principal de resistência à abrasão, a resina deve ser reforçada com cargas</p><p>cerâmicas.</p><p>NOTA 1 O tanque de “slop” deve ser totalmente pintado.</p><p>NOTA 2 Aplicar demão de reforço (“stripe coat”) à trincha a cada demão aplicada.</p><p>NOTA 3 Recomenda-se o uso de tintas que possuam propriedade de retenção nas bordas</p><p>(“edge retention”). Neste caso, permitindo-se que as demãos de reforço sejam à airless.</p><p>[Prática Recomendada]</p><p>NOTA 4 Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>NOTA 5 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 6 Caso a tinta possua pigmentos opticamente ativos, a inspeção por “holiday detector” pode</p><p>se restringir apenas às regiões onde falhas foram reveladas.</p><p>4.6.1.3 Tanque de Carga</p><p>O esquema de pintura deve atender aos requisitos da norma IMO Resolution MSC 288(87).</p><p>NOTA 1 O tanque de carga deve ser pintado conforme o 5.4.1 da PETROBRAS N-1192</p><p>(figuras 2 e 3), conforme análise técnica efetuada pela unidade operacional, com base no</p><p>“Basic Sediments and Water” (BSW), podendo ser estabelecidas alturas superiores para a</p><p>pintura.</p><p>NOTA 2 Aplicar demão de reforço (“stripe coat”) à trincha a cada demão aplicada.</p><p>NOTA 3 Recomenda-se o uso de tintas que possuam propriedade de retenção nas bordas</p><p>(“edge retention”). Neste caso, permitindo-se que as demãos de reforço sejam à airless.</p><p>[Prática Recomendada]</p><p>NOTA 4 Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>NOTA 5 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 6 Caso a tinta possua pigmentos opticamente ativos, a inspeção por “holiday detector” pode</p><p>se restringir apenas às regiões onde falhas foram reveladas.</p><p>4.6.1.4 Tanque de Água Potável</p><p>Aplicar esquema com uma ou duas demãos de tinta epóxi sem solventes, certificada para utilização</p><p>com água potável, por meio de pistola sem ar ou trincha com espessura mínima de película total de</p><p>400 µm. O intervalo para aplicação da tinta de acabamento deve ser de, no mínimo, 12 h e, no</p><p>máximo, 72 h. Caso seja ultrapassado o prazo máximo para aplicação da demão seguinte, a demão</p><p>anterior deve receber um lixamento leve (quebra de brilho) seguida de limpeza com solventes não</p><p>oleosos para permitir a ancoragem da demão subsequente.</p><p>NOTA 1 O fornecedor deve apresentar certificado de aprovação da tinta para utilização com água</p><p>potável, emitido por entidade credenciada.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>4</p><p>13</p><p>NOTA 2 Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>NOTA 3 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 4 Caso a tinta possua pigmentos opticamente ativos, a inspeção por “holiday detector” pode</p><p>se restringir apenas às regiões onde falhas foram reveladas.</p><p>4.6.2 Pintura Interna de Equipamentos de Processo (Vasos Separadores, Dessalgadoras,</p><p>Tratadores de Óleo etc.)</p><p>Aplicar tinta epóxi Novolac, conforme a PETROBRAS N-2912, Tipo III com espessura total de 800 µm</p><p>em uma ou duas demãos por meio de pistola sem ar ou trincha. Para necessidade principal de</p><p>resistência por barreira ou impermeabilidade, a resina deve ser reforçada com flocos de vidro. Em</p><p>caso de necessidade principal de resistência à abrasão, a resina deve ser reforçada com cargas</p><p>cerâmicas.</p><p>NOTA 1 Aplicar demão de reforço (“stripe coat”) a cada demão aplicada.</p><p>NOTA 2 Recomenda-se o uso de tintas que possuam propriedade de retenção nas bordas</p><p>(“edge retention”). [Prática Recomendada]</p><p>NOTA 3 Os intervalos de repintura e cura total podem ser reduzidos de acordo com instruções</p><p>técnicas do fabricante.</p><p>NOTA 4 Deve ser feito controle de continuidade da película com emprego de detector de</p><p>descontinuidade (“holiday detector”) de acordo com as PETROBRAS N-13 e</p><p>ABNT NBR 16172.</p><p>NOTA 5 Nas áreas de difícil acesso, em que não seja possível a</p><p>aplicação por pistola sem ar, o</p><p>método de aplicação deve ser acordado entre a PETROBRAS e o aplicador.</p><p>NOTA 6 Caso a tinta possua pigmentos opticamente ativos, a inspeção por “holiday detector” pode</p><p>se restringir apenas às regiões onde falhas foram reveladas</p><p>4.6.3 Pintura Interna de Tanques em Aço Carbono para Armazenamento de Produtos não</p><p>Relacionados nessa Norma</p><p>Para pintura interna de tanques de produtos não relacionados nesta Norma, utilizar o procedimento</p><p>da PETROBRAS N-2913.</p><p>4.6.4 Pintura Externa de Aço Galvanizado, Aço Inoxidável, Ferro Fundido, Alumínio, Ligas não</p><p>Ferrosas, Materiais Compósitos Poliméricos e Termoplásticos</p><p>Para pintura de aço galvanizado, aço inoxidável, ferro fundido, alumínio, ligas não ferrosas, materiais</p><p>compósitos poliméricos e termoplásticos, utilizar o procedimento da PETROBRAS N-1021.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>14</p><p>Anexo A</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de Pintura</p><p>Tensão de Tração</p><p>(MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Zona de transição -</p><p>alternativa B</p><p>- Demão única do</p><p>revestimento de base epóxi</p><p>descrito no Anexo A da</p><p>N-2943 (1 000 µm)</p><p>10 (Mínimo) até 20</p><p>Permitido falhas</p><p>tipo B,</p><p>–/Y, Y ou Y/Z,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico -</p><p>Zona atmosférica -</p><p>temperatura de 0 °C até</p><p>80 °C (Opção 1)</p><p>- 1ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 3ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 4ª demão: N-2677 (70 µm).</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo D/E</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico -</p><p>Zona atmosférica -</p><p>temperatura de 0 °C até</p><p>80 °C (Opção 2)</p><p>-1ª demão: revestimento de</p><p>base epóxi conforme Anexo A</p><p>da N-2943 (500 µm);</p><p>-2ª demão: tinta de</p><p>acabamento conforme Anexo</p><p>B da N-2943 (60 µm).</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha</p><p>tipo B/C</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico -</p><p>Zona atmosférica -</p><p>temperatura de 0 °C até</p><p>80 °C (Opção 3)</p><p>- Revestimento de cura rápida</p><p>e de alta espessura à base de</p><p>poliuréia ou poliuretano</p><p>elastomérico</p><p>- -</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico -</p><p>Zona atmosférica -</p><p>temperatura de 80 °C</p><p>até 150 °C</p><p>- Demão única: N-2912 Tipo II</p><p>(400 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico -</p><p>Zona atmosférica -</p><p>temperatura de 150 °C</p><p>até 500 °C (Opção 1)</p><p>- Demão única: N-2231</p><p>(100 µm)</p><p>5 (Mínimo)</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha, exceto tipo</p><p>A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido</p><p>qualquer tipo de</p><p>falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações sem</p><p>Isolamento Térmico - Zona</p><p>atmosférica -</p><p>temperatura de</p><p>150 °C até 500 °C</p><p>(Opção 2)</p><p>- 1ª demão: Revestimento</p><p>conforme Anexo E da N-2943</p><p>(150µm);</p><p>- 2ª demão: Revestimento</p><p>conforme Anexo E da N-2943</p><p>(150µm).</p><p>2 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Equipamentos e</p><p>Tubulações com</p><p>Isolamento Térmico –</p><p>Zona atmosférica –</p><p>temperatura de</p><p>- 45 °C até 15 °C</p><p>- Demão única de N-2912 Tipo II</p><p>(300 m)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>15</p><p>Anexo A (Continuação)</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de Pintura</p><p>Tensão de Tração</p><p>(MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Equipamentos e Tubulações</p><p>com Isolamento Térmico –</p><p>Zona atmosférica –</p><p>temperatura de</p><p>15 °C até 80 °C (Opção 1)</p><p>- Demão única de N-2912 Tipo II</p><p>(300 m)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Equipamentos e Tubulações</p><p>com Isolamento Térmico –</p><p>Zona atmosférica –</p><p>temperatura de</p><p>15 °C até 80 °C (Opção 2)</p><p>- 2 demãos do revestimento</p><p>conforme Anexo E da N-2943</p><p>(300 µm)</p><p>2 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Equipamentos e Tubulações</p><p>com Isolamento Térmico –</p><p>Zona atmosférica –</p><p>temperatura de</p><p>80 °C até 200 °C</p><p>- Demão única: N-2912 Tipo II</p><p>(300 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Equipamentos e Tubulações</p><p>com Isolamento Térmico –</p><p>Zona atmosférica</p><p>– temperatura de</p><p>80 °C até 500 °C</p><p>- 1ª demão: Revestimento</p><p>conforme Anexo E da N-2943</p><p>(150 µm);</p><p>- 2ª demão Revestimento</p><p>conforme Anexo E da N-2943</p><p>(150 µm).</p><p>2 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura de Pisos</p><p>(Opção 1)</p><p>- 1ª demão: N-2680 (150 µm);</p><p>- 2ª demão: Tinta Antiderrapante</p><p>conforme Anexo F da N-2943</p><p>(500 µm).</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Ver Nota 1</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura de Pisos (Opção 2 )</p><p>- 1ª demão: revestimento de base</p><p>epóxi conforme Anexo A da N-</p><p>2943 (500 µm);</p><p>- 2ª demão: Tinta Antiderrapante</p><p>conforme Anexo F da N-2943</p><p>(500 µm).</p><p>10(Mínimo)</p><p>(Ver Nota 1)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura de Pisos (Opção 3)</p><p>- 1ª demão: Revestimento epóxi</p><p>conforme Anexo A da</p><p>N-2943 (500 µm);</p><p>- 2ª demão: N-2677 (70 µm).</p><p>8 (Mínimo)</p><p>Permitido falha tipo</p><p>B/C</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura de Pisos (Opção 4)</p><p>- Revestimento de cura rápida e</p><p>de alta espessura à base de</p><p>poliuréia ou poliuretano</p><p>elastomérico</p><p>_ _</p><p>Pintura interna de tanque de</p><p>lastro</p><p>Conforme Norma</p><p>IMO Resolution MSC 215(82)</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>16</p><p>Anexo A (Continuação)</p><p>Tabela A.1 - Critério de Aceitação para o Teste de Aderência a Tração (“Pull-Off Test”)</p><p>Condição Esquema de Pintura</p><p>Tensão de Tração</p><p>(MPa)</p><p>Critério de</p><p>Aceitação</p><p>Pintura interna de tanque de</p><p>slop</p><p>Demão única ou 2 demãos:</p><p>N-2912 Tipo III (800 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura interna de tanque de</p><p>carga</p><p>Conforme Norma</p><p>IMO Resolution MSC 288(87)</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura interna de tanque de</p><p>água potável</p><p>Demão única ou 2 demãos:</p><p>Tinta certificada (400 µm)</p><p>12 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Pintura interna de</p><p>equipamentos de processo</p><p>Demão única ou 2 demãos:</p><p>N-2912 Tipo III (800 µm)</p><p>15 (Mínimo)</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha,</p><p>exceto tipo A/B</p><p>Acima de 20</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>Áreas Críticas</p><p>Conforme Anexo C da</p><p>PETROBRAS N-2943.</p><p>Conforme</p><p>Especificação do</p><p>Fabricante</p><p>Conforme</p><p>Especificação do</p><p>Fabricante</p><p>Tubulações com</p><p>Condensação Permanente</p><p>Demão única da tinta</p><p>especificada no Anexo D da</p><p>PETROBRAS N-2943 (300 m)</p><p>8 (Mínimo) até 10</p><p>Permitido falhas</p><p>tipo B, B/C, –/Y,</p><p>Y ou Y/Z, exceto</p><p>falha tipo A/B.</p><p>Acima de 10</p><p>Permitido qualquer</p><p>tipo de falha</p><p>NOTA 1 Realizar o teste de aderência na 1ª demão do esquema de pintura.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1374 REV. J 08 / 2020</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B, C, D e E</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. F</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Revalidação</p><p>REV. G</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. H</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. J</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503</p><p>REV. F 12 / 2014</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 19 páginas, Índice de Revisões e GT</p><p>Cores para Pintura de Embarcações</p><p>Padronização</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de</p><p>caráter impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,</p><p>devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,</p><p>conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em</p><p>Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a</p><p>cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são</p><p>elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas</p><p>sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>../link.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo fixar diretrizes para o uso da cor nos navios petroleiros, navios de</p><p>gás, rebocadores e barcos de apoio da PETROBRAS e da TRANSPETRO.</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>PETROBRAS N-1219 - Cores.</p><p>3 Cores a Utilizar</p><p>As cores a serem empregadas na pintura dos navios petroleiros, navios de gás, rebocadores e barcos</p><p>de apoio, apresentadas na PETROBRAS N-1219, estão relacionadas na Tabela 1.</p><p>Tabela 1 - Cores a Utilizar</p><p>Código segundo</p><p>PETROBRAS</p><p>N-1219</p><p>Denominação</p><p>Notação</p><p>“Munsell”</p><p>0010 Preto N 1</p><p>0095 Branco N 9.5</p><p>0170 Alumínio -</p><p>1547 Vermelho-Segurança 5 R 4/14</p><p>1733 Óxido de Ferro 10 R 3/6</p><p>1822 Marrom-Canalizações 2.5 YR 2/4</p><p>1867 Alaranjado-Segurança 2.5 Y R 6/14</p><p>2386 Amarelo-PETROBRAS 2.5 Y 8/12</p><p>0065 Cinza-Claro N 6.5</p><p>3355 Verde-PETROBRAS 2.5 G 5/10</p><p>3582 Verde-Pastel 5 G 8/4</p><p>3583 Verde-Emblema 2.5 G 3/4</p><p>4845 Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>4882 Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>NOTA A Notação “Munsell”, sendo um padrão internacional, serve de</p><p>referência para a identificação das tonalidades das cores ao se</p><p>adquirir tintas fora do território nacional.</p><p>../link.asp?cod=N-1219</p><p>../link.asp?cod=N-1219</p><p>../link.asp?cod=N-1219</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>3</p><p>4 Condições Específicas</p><p>4.1 Emprego das Cores em Geral</p><p>Em 4.1.1 a 4.1.13 são definidos os locais em que são empregadas as cores relacionadas na Tabela 1</p><p>desta Norma.</p><p>4.1.1 Preto (“Munsell” N 1) - Área de Aplicação</p><p>a) casco externo: costado;</p><p>b) chaminé: parte superior (borda interna/externa), incluindo a área externa do piso</p><p>superior;</p><p>c) âncoras de serviço e sobressalente;</p><p>d) interior dos tubos escovém;</p><p>e) informações na proa das baleeiras, em ambos os bordos: nome do navio, porto de</p><p>registro, dimensões principais (comprimento, boca e pontal) e capacidade máxima</p><p>(número máximo de pessoas que comporta, de acordo com o projeto do fabricante). O</p><p>nome do navio em toda a palamenta flutuante;</p><p>f) paus-de-carga: todas as peças do poleame, assim como as inscrições informando sua</p><p>capacidade máxima de trabalho (SWL) e ângulo máximo de trabalho da lança;</p><p>g) guindastes: todas as peças do poleame, assim como as inscrições informando sua</p><p>capacidade máxima de trabalho (SWL) e ângulo máximo de trabalho da lança;</p><p>h) gatos: de turcos, pontes-rolantes, paus-de-carga e guindastes;</p><p>i) chapas de suporte do gato de turcos, pontes-rolantes, paus-de-carga e guindastes -</p><p>fazer listras em Amarelo-PETROBRAS nas chapas de suporte do gato;</p><p>j) luzes de navegação em geral: interior das caixas e respectivas partes metálicas das</p><p>lanternas;</p><p>k) tomadas principais de carga e descarga no convés e reduções (onde são conectados os</p><p>mangotes) nos navios de óleo cru e/ou de produtos escuros;</p><p>l) tomadas de abastecimento de óleo combustível no convés (onde são conectados os</p><p>mangotes);</p><p>m) volantes de abertura/fechamento das tampas dos domos dos tanques de carga (somente</p><p>nos navios de óleo cru e produtos escuros);</p><p>n) volantes de abertura/fechamento das tampas dos domos dos tanques de óleo</p><p>combustível;</p><p>o) corpo das válvulas de pressão e vácuo dos tanques de carga dos navios de óleo cru e</p><p>produtos escuros (somente o corpo das válvulas).</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>4</p><p>4.1.2 Branco (“Munsell” N 9.5) - Área de Aplicação</p><p>a) casco externo: nome do navio, porto de registro, marcas divisórias de tanques, marcas</p><p>de borda-livre, marcas de calado, demarcação de áreas para rebocadores, símbolos de</p><p>proa bulbosa, símbolos de propulsores auxiliares e qualquer outro símbolo ou indicação;</p><p>b) chaminé: letras e moldura do símbolo BR;</p><p>c) todas as anteparas externas: do Convés do Castelo, Superestrutura (mesmo abaixo do</p><p>Convés do Tombadilho), Gaiuta da Máquina, Casa de Bombas e de todos os paióis de</p><p>convés - inclui as redes (com suas válvulas, suportes e acessórios) que estejam fixadas</p><p>nessas anteparas, excetuando as redes de incêndio, vapor e condensado que tem cor</p><p>própria.</p><p>d) área externa de dutos de ventilação;</p><p>e) todas as portas externas (lados externo e interno) da superestrutura, Gaiuta da Máquina,</p><p>Casa de Bombas e paióis de convés;</p><p>f) anteparas, tetos e pés de carneiro dentro do Paiol do Mestre, Casa de Bombas, Praça</p><p>de Máquinas, Gaiuta da Máquina, Compartimento da Máquina</p><p>do Leme e de todos os</p><p>paióis/compartimentos de convés e Superestrutura;</p><p>g) mastro de vante, mastro principal (do radar), pau da bandeira, pau do “Jack”, guindastes</p><p>e lanças, paus-de-carga e lanças, monotrilho e todos os turcos (das baleeiras, do bote</p><p>de resgate e das escadas de portaló);</p><p>h) postes de ventilação (“vent posts”) dos tanques de carga (corpo das válvulas de</p><p>pressão-vácuo à parte);</p><p>i) áreas sob: conveses, plataformas e degraus de todas as escadas inclinadas no Paiol do</p><p>Mestre, Casa de Bombas, Superestrutura e Gaiuta da Máquina;</p><p>j) todos os cogumelos e cachimbos de ventilação nos conveses da Superestrutura e</p><p>Gaiuta da Máquina;</p><p>k) ventiladores e exaustores da Praça de Máquinas, Gaiuta da Máquina e Casa de</p><p>Bombas;</p><p>l) balaústres e corrimãos das balaustradas dos conveses e das escadas inclinadas</p><p>(dependências externas);</p><p>m) corrimões e balaustres das balaustradas e das escadas inclinadas de todas as áreas</p><p>externas;</p><p>n) balaústres das balaustradas das dependências internas (exceto e apenas o corrimão,</p><p>que é Amarelo-PETROBRAS - ver o 4.1.8.b);</p><p>n) área externa e interna dos defletores de vento nos conveses do Passadiço e Tijupá;</p><p>o) cabos elétricos e caminhos mecânicos no interior do Paiol do Mestre, Casa de Bombas,</p><p>Praça de Máquinas, Gaiuta da Máquina e Compartimento da Máquina do Leme;</p><p>p) todos os tanques não estruturais incluindo, quando o forem, os tanques de sedimentação</p><p>de O.C., de serviço de O.C. e de serviço de O.L.;</p><p>q) tubulações, válvulas, suportes e acessórios de redes dentro do Paiol do Mestre, Casa de</p><p>Bombas (acima de estrados), Praça de Máquinas (acima de estrados) Gaiuta da</p><p>Máquina, Compartimento da Máquina do Leme, Superestrutura e paióis de convés,</p><p>excetuando as redes de incêndio, vapor e condensado, que tem cor própria;</p><p>r) estrutura da ponte rolante no interior da Praça de Máquinas;</p><p>s) áreas internas das baleeiras;</p><p>t) ampolas de ar de partida do MCP e MCAs (ver o 4.1.12 para complemento);</p><p>u) interior das caixas de incêndio.</p><p>NOTA Em todas as anteparas de aço, externas ou internas, deve ser pintado um rodapé com</p><p>150 mm de altura, a partir do respectivo convés (ou plataforma), e na cor desse convés (ou</p><p>plataforma).</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>5</p><p>4.1.3 Óxido de Ferro (“Munsell” 10 R 3/6) - Área de Aplicação</p><p>Áreas externas do navio:</p><p>a) conveses: Principal, do Castelo, do Tombadilho, incluindo passarelas, degraus das</p><p>escadas verticais e a parte de cima dos degraus das escadas inclinadas nesses</p><p>conveses;</p><p>b) todas as tubulações nos conveses acima (exceto as de incêndio, de vapor e de</p><p>condensado), incluindo suas válvulas, acessórios e suportes de redes;</p><p>c) caminho seguro (ver Nota 2);</p><p>d) área interna do chapeamento da borda-falsa e seus reforços;</p><p>e) teto da Casa de Bombas e dos paióis no Convés Principal;</p><p>f) equipamentos e acessórios nos conveses Principal, do Castelo e do Tombadilho;</p><p>g) molinetes, guinchos e acessórios (incluindo jazentes, suportes, saias, sarilhos, etc);</p><p>h) todos os dispositivos de amarração (incluindo buzinas, tamancas, rodetes, roletes,</p><p>frades, cabeços, cunhos, etc);</p><p>i) braçolas e tampas (externamente) dos domos de todos os tanques (carga, lastro e O.C.);</p><p>j) caixas de solenóides no Convés Principal (externamente) – ver o 4.1.10.d para</p><p>complemento;</p><p>k) caixas de comando de válvulas no Convés Principal (externamente) – ver o 4.1.10.e para</p><p>complemento;</p><p>l) eletrodutos, caixas de passagem e calhas nos conveses Principal, do Castelo e do</p><p>Tombadilho;</p><p>m) barras de contenção de óleo no Convés Principal;</p><p>n) sondas (externamente) de todos os tanques (carga, lastro e O.C.);</p><p>o) tubos de sondagem (externamente) de todos os tanques (carga, lastro e O.C.);</p><p>NOTA 1 Nos conveses, uma faixa com cerca de 2,0 m de largura deve ser pintada em volta dos</p><p>molinetes e todos os guinchos, com tinta antiderrapante na cor Óxido de Ferro.</p><p>NOTA 2 No Convés Principal deve haver uma passarela com 800 mm de largura, pintada com tinta</p><p>antiderrapante também na cor Óxido de Ferro, ladeada por 2 faixas de 100 mm de largura</p><p>cada, na cor Amarelo-PETROBRAS. A largura total da passarela é de 1 000 mm.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>6</p><p>4.1.4 Cinza Claro (“Munsell” N 6.5) - Área de Aplicação</p><p>4.1.4.1 Áreas externas do navio:</p><p>a) conveses: da Superestrutura e da Gaiuta da Máquina, incluindo passarelas, degraus das</p><p>escadas verticais e a parte de cima dos degraus das escadas inclinadas;</p><p>b) equipamentos e acessórios nos conveses da Superestrutura e da Gaiuta da Máquina;</p><p>c) todas as tubulações nos conveses da Superestrutura e da Gaiuta da Máquina (exceto as</p><p>de incêndio, vapor e condensado), incluindo suas válvulas, acessórios e suportes de</p><p>redes;</p><p>d) eletrodutos, caixas de passagem e calhas nos conveses da Superestrutura e da Gaiuta</p><p>da Máquina;</p><p>e) interior de todas as bandejas de suspiros de tanques (óleo combustível, diesel e</p><p>lubrificante) no Convés Principal, do Tombadilho, conveses externos da Superestrutura e</p><p>da Gaiuta da Máquina;</p><p>f) interior das bandejas nas tomadas de carga.</p><p>4.1.4.2 Áreas internas do navio:</p><p>a) todos os pisos (conveses, plataformas, estrados, degraus das escadas verticais e a parte</p><p>de cima dos degraus das escadas inclinadas) dentro do Paiol do Mestre, Casa de</p><p>Bombas, Superestrutura, Praça de Máquinas, Gaiuta da Máquina e Compartimento da</p><p>Máquina do Leme;</p><p>b) pisos de todos os paióis (Convés Principal, Superestrutura, Praça de Máquinas, etc);</p><p>c) todas as áreas compreendidas entre as plataformas e respectivos estrados dentro da</p><p>Casa de Bombas, Praça de Máquinas e Gaiuta da Máquina, incluindo todos os jazentes</p><p>de equipamentos, redes, suportes de redes, válvulas e acessórios;</p><p>d) todas as áreas de porões e pocetos na Praça de Máquinas e Casa de Bombas, até a</p><p>altura do estrado, incluindo todos os jazentes de equipamentos, redes, suportes de</p><p>redes, válvulas e acessórios;</p><p>e) interior de todas as bandejas dentro da Praça de Máquinas e Casa de Bombas;</p><p>f) quadros elétricos, painéis e consoles elétricos dentro do Paiol do Mestre, Casa de</p><p>Bombas, Praça de Máquinas, Gaiuta da Máquina e qualquer outro compartimento;</p><p>g) eletrodutos, caixas de passagem e calhas que não estejam nos conveses Principal, do</p><p>Castelo e do Tombadilho.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>7</p><p>4.1.5 Vermelho-Segurança (“Munsell” 5 R 4/14) - Área de Aplicação</p><p>a) todas as tubulações, válvulas e acessórios das redes de combate a incêndio;</p><p>b) hidrantes;</p><p>c) bombas de uso exclusivo para combate a incêndio;</p><p>d) caixas de alarme de incêndio;</p><p>e) sirenes de alarmes de incêndio;</p><p>f) caixa para roupa de bombeiros;</p><p>g) caixas com cobertores para abafar chamas;</p><p>h) extintores portáteis de incêndio e suas localizações;</p><p>i) indicações de extintores (visível à distância, dentro da área de uso do extintor);</p><p>j) localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no carretel, suporte,</p><p>moldura da caixa ou nicho);</p><p>k) equipamentos de combate a incêndio;</p><p>l) equipamentos de transporte com dispositivos de combate a incêndio;</p><p>m) tanque de espuma;</p><p>n) caixas de incêndio e caixas dos equipamentos de espuma;</p><p>o) garrafas de CO2, redes de CO2 e difusores;</p><p>p) caixa para guarda do plano de segurança no convés principal do navio;</p><p>q) portas de saídas de emergência;</p><p>r) painel de fechamento das válvulas do tipo "Quick Closing";</p><p>s) painel de fechamento remoto dos “dampers” de ventilação;</p><p>t) todo o dispositivo não listado acima, mas com emprego direto no combate a incêndio.</p><p>NOTA 1 As áreas externas dos itens acima devem ser totalmente pintadas na cor Vermelho-</p><p>Segurança.</p><p>NOTA 2 Os sensores de incêndio não podem ser pintados.</p><p>NOTA 3 A cor Vermelha não deve ser usada para assinalar perigo.</p><p>NOTA 4 A cor Vermelha deve ser usada excepcionalmente com o sentido de advertência de perigo,</p><p>nos casos definidos abaixo:</p><p>a) nas luzes a serem colocadas em barricadas, tapumes de construções e quaisquer outras</p><p>obstruções temporárias;</p><p>b em botões interruptores</p><p>de circuitos elétricos para paradas de emergência.</p><p>NOTA 5 Embora não sejam pintadas, nos equipamentos de soldagem oxiacetilênica, a mangueira</p><p>de acetileno deve ser na cor Vermelha e a de oxigênio na cor Verde.</p><p>4.1.6 Alumínio (não há código “Munsell”) - Área de Aplicação</p><p>a) todas as tubulações, válvulas e acessórios das redes de vapor e condensado (com ou</p><p>sem isolamento térmico);</p><p>b) drenagens das redes de vapor e de condensado;</p><p>c) dutos de descarga de gases (com ou sem isolamento térmico) de MCP, MCAs e</p><p>caldeiras: dentro da Praça de Máquinas, da Gaiuta da Máquina, da chaminé e fora desta;</p><p>e) chaminé: todo o seu interior incluindo equipamentos, acessórios e escadas;</p><p>f) escadas de portaló e acessórios;</p><p>g) invólucro de turbinas a vapor;</p><p>h) condensadores e aquecedores com temperatura de operação maior ou igual a 80 °C.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>8</p><p>4.1.7 Alaranjado-Segurança (“Munsell” 2.5 YR 6/14 ) - Área de Aplicação</p><p>a) áreas externas das baleeiras;</p><p>b) bóias salva-vidas;</p><p>c) bote de resgate;</p><p>d) combate à poluição - “Kit SOPEP” (ver Nota 2);</p><p>e) partes móveis e perigosas de máquinas e equipamentos;</p><p>f) dispositivos de corte, bordas de serras, prensas.</p><p>NOTA 1 Cor empregada para indicar “PERIGO”, podendo ser utilizada em partes móveis e perigosas</p><p>de máquinas ou equipamentos.</p><p>NOTA 2 Deve estar escrito nos tambores ou containers a expressão “Kit SOPEP”, em PRETO.</p><p>4.1.8 Amarelo-PETROBRAS (“Munsell” 2.5 Y 8/12 ) - Área de Aplicação</p><p>a) parte externa da chaminé e interior do logotipo (ver Anexo A);</p><p>b) corrimãos: apenas os das balaustradas e das escadas inclinadas dentro do Paiol do</p><p>Mestre, Casa de Bombas, Praça de Máquinas, Gaiuta da Máquina e Compartimento da</p><p>Máquina do Leme (em todas as áreas externas a cor dos corrimões é BRANCA – ver o</p><p>4.1.2.m);</p><p>c) faixa na extremidade de todos os degraus de todas as escadas inclinadas, com 30 mm</p><p>de largura na horizontal - na vertical, na altura do flange do degrau (ver Figura 1);</p><p>d) área de contorno no piso e parte inferior de escada, quando apresentarem risco -</p><p>sinalização de cuidado;</p><p>e) pontes-rolantes (pintar as quinas inferiores na parte de vante e de ré);</p><p>f) partes baixas de escadas portáteis;</p><p>g) corrimãos, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem risco;</p><p>h) bordos desguarnecidos de aberturas no piso;</p><p>i) bordas horizontais de portas de elevadores que fechem verticalmente;</p><p>j) faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de carregamento;</p><p>k) desníveis no piso, onde haja necessidade de chamar atenção;</p><p>l) anteparas no fundo de corredores sem saída;</p><p>m) vigas instaladas à baixa altura;</p><p>n) fundos de letreiros e avisos de advertência;</p><p>o) vigas e partes salientes de estruturas e equipamentos em que se possa esbarrar;</p><p>p) tomada da rede de VECS nas estações de carga (escrever “VAPOR” em PRETO no</p><p>flange cego) – MARPOL, Anexo VI – Regra 15.</p><p>NOTA Cor empregada para indicar “CUIDADO !”</p><p>30 mm</p><p>Pintar na cor</p><p>Amarelo-PETROBRAS</p><p>Figura 1 - Identificação dos Degraus de Escadas Inclinadas</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>9</p><p>4.1.9 Verde-PETROBRAS (“Munsell” 2.5 G 5/10 ) - Área de Aplicação</p><p>a) fundo parcial do logotipo na chaminé;</p><p>b) suspiros dos tanques de lastro (somente o corpo do suspiro, a peça de penetração no</p><p>tanque até o flange de conexão com o suspiro é na cor Óxido de Ferro);</p><p>c) volantes de abertura/fechamento das tampas dos domos de todos os tanques de lastro.</p><p>4.1.10 Verde-Pastel (“Munsell” 5 G 8/4 ) - Área de Aplicação</p><p>a) todos os equipamentos, de qualquer tamanho, no Paiol do Mestre, Casa de Bombas</p><p>(acima do estrado), Praça de Máquinas (acima dos estrados), Gaiuta da Máquina,</p><p>Compartimento da Máquina do Leme e Superestrutura - inclui MCP, MCAs, geradores,</p><p>motores elétricos, bombas, resfriadores, compressores, máquinas do leme, unidades</p><p>hidráulicas, painéis de controle (não elétricos), equipamentos de controle da máquina,</p><p>equipamentos de navegação e todo o equipamento/dispositivo cujas cores não estejam</p><p>explicitadas nesta Norma;</p><p>b) condensadores e aquecedores, quando a temperatura de operação é inferior a 80 ºC;</p><p>c) holofotes e equipamentos de comunicação na parte externa do navio;</p><p>d) interior de todas as caixas de solenoides;</p><p>e) interior de todas as caixas de comando de válvulas.</p><p>4.1.11 Verde-Emblema (“Munsell” 2.5 G 3/4) - Área de Aplicação</p><p>a) localização de caixas de equipamentos de primeiros socorros;</p><p>b) caixas de equipamentos de primeiros socorros;</p><p>c) caixas contendo máscaras contra gases;</p><p>d) chuveiros de emergência e lava-olhos;</p><p>e) localização de macas;</p><p>f) quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de segurança e outros</p><p>relacionados;</p><p>g) localizações de EPI;</p><p>h) caixas contendo EPI;</p><p>i) dispositivos de segurança.</p><p>NOTA Cor usada para caracterizar “SEGURANÇA”.</p><p>4.1.12 Azul-Segurança (“Munsell” 2.5 PB 4/10 ) - Área de Aplicação</p><p>a) ampolas de ar comprimido para ar de partida do MCP e MCAs: indicação através de uma</p><p>cinta de 100 mm de largura, pintada na seção transversal a meio comprimento da</p><p>ampola;</p><p>b) ampolas de ar comprimido para ar de controle e ampolas para ar de serviços gerais;</p><p>c) purgadores, instrumentos pneumáticos de medição e controle e outros acessórios.</p><p>4.1.13 Marrom-Canalizações (“Munsell” 2.5 YR 2/4 ) - Área de Aplicação</p><p>a) identificação, por faixas, nas redes de carga de navios de produtos claros (ver 4.2.2);</p><p>b) volantes das válvulas das redes de carga dos navios de produtos claros;</p><p>c) corpo das válvulas de pressão e vácuo dos tanques de carga dos navios de produtos</p><p>claros;</p><p>d) volantes de abertura/fechamento das tampas dos domos dos tanques de carga dos</p><p>navios de produtos claros.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>10</p><p>4.2 Emprego de Cores na Identificação de Fluidos</p><p>4.2.1 Denomina-se “cor base” àquela em que a rede encontra-se totalmente pintada.</p><p>4.2.2 A identificação das tubulações é feita sobre a cor base, por intermédio de faixas de 150 mm de</p><p>largura, na cor correspondente ao fluido que se quer identificar (chamada “cor primária”). Havendo</p><p>necessidade de uma identificação mais detalhada, essa identificação deve ser feita por intermédio de</p><p>uma faixa de 50 mm de largura, na cor indicada na Tabela 3 (chamada “cor secundária”), pintada no</p><p>centro da faixa com a cor primária. A Figura 2 exemplifica tal identificação. Tubulações dentro de</p><p>tanques não são identificadas. Dentro da Praça de Máquinas, Casa de Bombas, Gaiuta da Máquina,</p><p>Compartimento da Máquina do Leme, Paiol do Mestre e qualquer outro local onde haja tubulações</p><p>que necessitem identificação, esta deve ser feita em posições tais que sejam facilmente visualizadas</p><p>pelo usuário de diversos pontos do compartimento. No convés principal, as identificações devem ser</p><p>feitas num espaçamento máximo de 10 m.</p><p>NOTA Quando houver coincidência da cor especificada para a pintura total da tubulação ou</p><p>acessórios, com a cor primária, deve ser utilizada apenas a identificação por faixas de</p><p>largura 50 mm, referentes à cor secundária.</p><p>50 50 5050 50 50</p><p>10 000</p><p>Cor primária Cor primária</p><p>Cor secundária</p><p>(se Houver)</p><p>Cor secundária</p><p>(se Houver)</p><p>Cor base</p><p>NOTA Cotas em mm</p><p>Figura 2 - Esquema de Aplicação de Faixas para Identificação de Tubulações</p><p>4.2.3 A identificação de válvulas, quando necessária apenas a cor primária, é feita pintando-se o</p><p>volante e os raios na cor primária.</p><p>4.2.4 No caso de válvulas, onde também é necessária a identificação com cor secundária (Tabela 4),</p><p>o volante é pintado na cor primária e os raios na cor secundária, conforme esquema mostrado na</p><p>Figura 3.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>11</p><p>Volante - Cor primária</p><p>Raio - Cor secundária</p><p>Figura 3 - Esquema de Aplicação de Cores para Identificação de Válvulas</p><p>4.3 Uso das Cores Base (Itens Totalmente Pintados)</p><p>As cores a serem utilizadas na pintura total de tubulações e acessórios estão descritas</p><p>na Tabela 2.</p><p>Tabela 2 - Cores para Pintura Total de Tubulações e Acessórios</p><p>Item Cor base</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Tubulações, válvulas e acessórios das redes de incêndio.</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Tubulações, válvulas e acessórios das redes de vapor,</p><p>condensado e seus drenos (suportes na cor da área onde estão</p><p>fixados).</p><p>Alumínio -</p><p>Toda a tubulação (incluindo suportes, válvulas e acessórios)</p><p>fixadas nos conveses Principal, do Castelo, do Tombadilho, tetos</p><p>(área externa) da Casa de Bombas e dos paióis de convés</p><p>(exceto as redes de incêndio, vapor e condensado).</p><p>Óxido de</p><p>Ferro</p><p>10 R 3/6</p><p>Todas as tubulações (incluindo suportes, válvulas e acessórios)</p><p>fixadas nas anteparas externas da Superestrutura (mesmo</p><p>abaixo do Convés do Tombadilho), Gaiuta da Máquina, Casa de</p><p>Bombas, Convés do Castelo e paióis de convés (exceto as redes</p><p>de incêncio, vapor e condensado).</p><p>Branco N 9.5</p><p>Toda a tubulação (incluindo suportes, válvulas e acessórios)</p><p>dentro do Paiol do Mestre, paióis de convés, Casa de Bombas</p><p>(acima de estrados), Praça de Máquinas (acima de estrados),</p><p>Compartimento da Máquina do Leme, Gaiuta da Máquina e</p><p>Superestrutura (exceto as redes de incêndio, vapor e</p><p>condensado).</p><p>Branco N 9.5</p><p>Toda a tubulação abaixo de estrados e dentro de porões na</p><p>Praça de Máquinas e Casa de Bombas (exceto as redes de</p><p>incêndio, vapor e condensado).</p><p>Cinza Claro N 6.5</p><p>Toda a tubulação (incluindo suportes, válvulas e acessórios)</p><p>fixadas nos conveses externos da Superestrutura e Gaiuta da</p><p>Máquina (exceto as redes de incêndio, vapor e condensado).</p><p>Cinza Claro N 6.5</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>12</p><p>4.4 Identificação de Fluidos por Cores Primária e Secundária em Tubulações</p><p>A identificação de tubulações através de faixas de cores codificadas, segundo o fluido que está</p><p>escoando, deve ser feita conforme os requisitos da Tabela 3.</p><p>Tabela 3 - Identificação de Tubulações Através de Faixas</p><p>Tubulações</p><p>Faixa na cor</p><p>primária</p><p>(150 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Faixa na cor</p><p>secundária</p><p>(50 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Água salgada:</p><p>Água de lastro</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 - -</p><p>Água para limpeza de tanques</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Preto N.1</p><p>Água de arrefecimento</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Alumínio -</p><p>Água de circulação</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Água de serviços gerais</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Cinza-Claro N 6.5</p><p>Água doce:</p><p>Água doce em geral Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 - -</p><p>Água de alimentação de</p><p>caldeira</p><p>Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Água destilada Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Água hidrofórica quente Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Água hidrofórica fria Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Água de arrefecimento de</p><p>motores</p><p>Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 Alumínio -</p><p>Água potável Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Ar comprimido:</p><p>Ar de serviços gerais Azul-Segurança 2.5 PB 4/10 - -</p><p>Ar de partida (30 kgf/cm2) Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Ar de controle (7 kgf/cm2) Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Extinção de incêndio:</p><p>Por água</p><p>(borrifo ou alagamento)</p><p>- -</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Por CO2 - - Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Por espuma - - Preto N.1</p><p>Por halon - -</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>13</p><p>Tabela 3 - Identificação de Tubulações Através de Faixas (Continuação)</p><p>Tubulações</p><p>Faixa na cor</p><p>primária</p><p>(150 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Faixa na cor</p><p>secundária</p><p>(50 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Vapor e condensado:</p><p>Vapor superaquecido - -</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Vapor saturado - - - -</p><p>Condensado - - Cinza Claro N 6.5</p><p>Dreno de vapor - - - -</p><p>Óleo pesado e esgoto:</p><p>Óleo de carga nos navios de</p><p>óleo cru e de produtos</p><p>escuros</p><p>Preto N.1 - -</p><p>Óleo combustível Preto N.1 - -</p><p>Esgoto de porão Preto N.1</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Água servida / sanitária Preto N.1 Cinza-Claro N 6.5</p><p>Drenos e embornais Preto N.1 Verde-Pastel 5 G 8/4</p><p>Matéria fecal Preto N.1</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Produtos claros:</p><p>Redes de carga dos navios</p><p>de produtos claros</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4 - -</p><p>Óleo Diesel</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4 Preto N.1</p><p>Óleo Lubrificante</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Óleo Hidráulico</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Óleo Térmico</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Gases no estado gasoso (exceto ar):</p><p>VECS</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 - -</p><p>Acetileno</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Verde Emblema 2.5 G 3/4</p><p>Oxigênio</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Gás inerte</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Gás refrigerante</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>GN / GP</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Preto N.1</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>14</p><p>Tabela 3 - Identificação de Tubulações Através de Faixas (Continuação)</p><p>Tubulações</p><p>Faixa na cor</p><p>primária</p><p>(150 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Faixa na cor</p><p>secundária</p><p>(50 mm)</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Gases no Estado Líquido (Exceto Ar):</p><p>GNL / GLP</p><p>No caso de gases liquefeitos (Gás Natural Liquefeito ou Gás</p><p>Liquefeito de Petróleo), uma quarta faixa de 50 mm de largura</p><p>será pintada a jusante das 3 faixas indicadoras do gás</p><p>(considerando o sentido de descarga do navio para o terminal),</p><p>i.e., se durante a descarga o gás liquefeito flui da esquerda para</p><p>a direita, serão pintadas, da esquerda para a direita, 4 faixas de</p><p>50 mm nas cores:</p><p>Amarelo-PETROBRAS + PRETO + Amarelo-PETROBRAS +</p><p>Alumínio.</p><p>NOTA A largura e o distanciamento entre as faixas de identificação devem estar em</p><p>conformidade com a Figura 2.</p><p>4.5 Identificação de Fluidos por Cores Primária e Secundária em Válvulas</p><p>A identificação de válvulas através de cores codificadas, segundo o fluido que está escoando, deve</p><p>ser feita conforme os requisitos da Tabela 4.</p><p>Tabela 4- Identificação de Válvulas</p><p>Válvulas</p><p>Cor primária</p><p>Volante</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Cor secundária</p><p>Raios</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Água Salgada:</p><p>Água de lastro</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 - -</p><p>Água para limpeza de tanques</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Preto N.1</p><p>Água de arrefecimento</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Alumínio -</p><p>Água de circulação</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Água de serviços gerais</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10 Cinza-Claro N 6.5</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>15</p><p>Tabela 4- Identificação de Válvulas (Continuação)</p><p>Válvulas</p><p>Cor primária</p><p>Volante</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Cor secundária</p><p>Raios</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Água Doce:</p><p>Água doce em geral Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 - -</p><p>Água de alimentação de caldeira Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Água destilada Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Água hidrofórica quente Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Água hidrofórica fria Azul-Pastel 2.5 PB 8/4</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Água de arrefecimento de</p><p>motores</p><p>Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 Alumínio -</p><p>Água potável Azul-Pastel 2.5 PB 8/4 Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Ar comprimido:</p><p>Ar de serviços gerais Azul-Segurança 2.5 PB 4/10 - -</p><p>Ar de partida (30 kgf/cm2) Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Ar de controle (7 kgf/cm2) Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Extinção de incêndio:</p><p>Por água (borrifo ou alagamento) - -</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Por CO2 - - Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Por espuma - - Preto N.1</p><p>Por halon - -</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Vapor e condensado:</p><p>Vapor superaquecido - -</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Vapor</p><p>saturado - - - -</p><p>Condensado - - Cinza Claro N 6.5</p><p>Dreno de vapor - - - -</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>16</p><p>Tabela 4- Identificação de Válvulas (Continuação)</p><p>Válvulas</p><p>Cor primária</p><p>Volante</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Cor secundária</p><p>Raios</p><p>Código</p><p>“Munsell”</p><p>Óleo Pesado e Esgoto:</p><p>Óleo de carga nos navios de óleo</p><p>cru e de produtos escuros</p><p>Preto N.1 - -</p><p>Óleo combustível Preto N.1 - -</p><p>Esgoto de porão Preto N.1</p><p>Verde-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 G 5/10</p><p>Água servida / sanitária Preto N.1 Cinza-Claro N 6.5</p><p>Drenos e embornais Preto N.1 Verde-Pastel 5 G 8/4</p><p>Matéria fecal Preto N.1</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Produtos claros:</p><p>Redes de carga dos navios de</p><p>produtos claros</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4 - -</p><p>Óleo Diesel</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4 Preto N.1</p><p>Óleo Lubrificante</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Óleo Hidráulico</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>Óleo Térmico</p><p>Marrom-</p><p>Canalizações</p><p>2.5 YR 2/4</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Gases no estado gasoso (exceto ar):</p><p>VECS</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 - -</p><p>Acetileno</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Verde Emblema 2.5 G 3/4</p><p>Oxigênio</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Vermelho-</p><p>Segurança</p><p>5 R 4/14</p><p>Gás inerte</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Azul-Segurança 2.5 PB 4/10</p><p>Gás refrigerante</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12</p><p>Alaranjado-</p><p>Segurança</p><p>2.5 YR 6/14</p><p>GN / GL</p><p>Amarelo-</p><p>PETROBRAS</p><p>2.5 Y 8/12 Preto N 1</p><p>Gases no estado líquido (exceto ar):</p><p>GNL / GLP</p><p>No caso de gases liquefeitos (Gás Natural Liquefeito ou Gás</p><p>Liquefeito de Petróleo), no centro do volante será pintado um</p><p>circulo menor, em Alumínio, ficando as cores conforme segue:</p><p>- Volante em Amarelo-PETROBRAS;</p><p>- Raios em PRETO;</p><p>- Centro em Alumínio.</p><p>NOTA A pintura das válvulas devem estar em conformidade com a Figura 3.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>17</p><p>4.6 Pintura da Chaminé</p><p>4.6.1 As cores a serem utilizadas na pintura da chaminé e no logotipo da PETROBRAS devem ser</p><p>conforme estabelecido no Anexo A desta Norma.</p><p>4.6.2 As dimensões do logotipo da PETROBRAS devem manter uma proporcionalidade em relação</p><p>às dimensões da chaminé, em conformidade com o Anexo A desta Norma. Contudo, devido às mais</p><p>diversas formas de chaminé, podem ser necessários ajustes à dimensão do logotipo.</p><p>4.6.3 Para a construção do logotipo da PETROBRAS podem ser utilizados os padrões corporativos</p><p>estabelecidos pela área de Comunicação Institucional da PETROBRAS. [Prática Recomendada]</p><p>4.7 Elos para Identificação dos Quartéis das Amarras</p><p>4.7.1 A presente prática tem por finalidade facilitar o reconhecimento rápido do número de quartéis</p><p>de amarras arriados.</p><p>4.7.2 A prática em questão que, por sua simplicidade, dispensa figura ou desenho, consiste no</p><p>seguinte:</p><p>a) os elos “Kenter” que fazem a conexão entre os quartéis de amarras devem ser pintados</p><p>em Vermelho-Segurança;</p><p>b) os elos adjacentes a cada elo “Kenter”, antes e depois deste, devem ser pintados em</p><p>branco, em número correspondente ao quartel que assinalam;</p><p>c) seguido o critério acima, o elo “Kenter” que conecta o 1o quartel ao 2o quartel, deve ter 1</p><p>elo vizinho, de cada lado, pintado em Branco, indicando assim, o fim da 1a quartelada e</p><p>inicio da 2a quartelada;</p><p>d) da mesma forma, o elo “Kenter” que conecta o 2o quartel ao 3o quartel, deve ter 2 elos</p><p>vizinhos, de cada lado, pintados em Branco, indicando assim, o fim da 2a quartelada e o</p><p>início da 3a quartelada;</p><p>e) o elo “Kenter” que conecta o 3o quartel ao 4o quartel, deve ter 3 elos vizinhos, de cada</p><p>lado, pintados em Branco, indicando assim, o fim da 3a quartelada e o início da 4a</p><p>quartelada, e assim sucessivamente.</p><p>4.7.3 Os elos a serem pintados devem ser, primeiramente, tratados ao padrão ISO St-3, bem lavados</p><p>com água doce (6.000 psi mín.), secos, escovados e pintados com tinta anticorrosiva na cor indicada</p><p>na Subseção 4.7.2.</p><p>4.8 Embarcações para Combate à Poluição no Mar por Óleo</p><p>Este tipo de embarcação deve ser pintada nas cores definidas a seguir, de acordo com a</p><p>PETROBRAS N-1219.</p><p>4.8.1 Partes externas:</p><p>a) costado em Azul-Segurança;</p><p>b) conveses em Alaranjado-Segurança;</p><p>c) superestrutura em Alaranjado-Segurança;</p><p>d) mastros em branco;</p><p>e) área submersa pintada com tinta anti-incrustante em Vermelho (neste caso, não é</p><p>necessário satisfazer a PETROBRAS N-1219).</p><p>../link.asp?cod=N-1219</p><p>../link.asp?cod=N-1219</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>18</p><p>4.8.2 Parte interna:</p><p>a) anteparas em Branco;</p><p>b) conveses em Cinza-Claro.</p><p>4.8.3 Outras partes - conforme definido para os navios.</p><p>-PÚBLICO-</p><p>N-1503 REV. F 12 / 2014</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B e C</p><p>Não existem índices de Revisões.</p><p>REV. D</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. E</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisadas</p><p>REV. F</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>4.1.2 a 4.1.5, Revisadas</p><p>4.1.8 Revisada</p><p>4.1.10 Revisada</p><p>4.1.12 Revisada</p><p>Tabela 2 Revisada</p><p>PROPR</p><p>C</p><p>Comissã</p><p>Pintura</p><p>An</p><p>Esta é</p><p>modifica</p><p>NOTA 1</p><p>NOTA 2</p><p>CONTE</p><p>- Seção</p><p>Exclusã</p><p>Inclusão</p><p>- Subse</p><p>Alteraçã</p><p>- Subse</p><p>Alteraçã</p><p>CONTE</p><p>- Seção</p><p>Exclusã</p><p>Inclusão</p><p>- Subse</p><p>Cancela</p><p>- Subse</p><p>Alteraçã</p><p>- Tabela</p><p>Alteraçã</p><p>- Subse</p><p>Cancela</p><p>RIEDADE DA</p><p>ONTEC</p><p>ão de Normaliz</p><p>Técnica</p><p>SC-14</p><p>a e Revestime</p><p>nticorrosivos</p><p>a 2a Emend</p><p>ar o seu texto</p><p>1 As novas</p><p>correspond</p><p>2 As página</p><p>norma, em</p><p>EÚDO DA 1</p><p>o 2</p><p>ão da norma</p><p>o da norma I</p><p>eção 6.5.2.2</p><p>ão do texto.</p><p>eção 7.3</p><p>ão do texto.</p><p>EÚDO DA 2</p><p>o 2</p><p>ão das PETR</p><p>o da ABNT N</p><p>eção 6.2</p><p>ado.</p><p>eção 6.3</p><p>ão de texto.</p><p>a 2</p><p>ão de texto.</p><p>eção 6.5.2.3</p><p>ado.</p><p>N</p><p>A PETROBRA</p><p>C</p><p>zação</p><p>ntos</p><p>a da PETRO</p><p>o nas partes</p><p>s páginas</p><p>dentes.</p><p>as emendada</p><p>m ordem cron</p><p>1ª EMENDA</p><p>ABNT NBR</p><p>SO 8501-1.</p><p>2ª EMENDA</p><p>ROBRAS N-1</p><p>NBR 15442 e</p><p>-1514</p><p>AS</p><p>Tinta In</p><p>OBRAS N-15</p><p>indicadas a</p><p>com as a</p><p>as, com a in</p><p>nológica, e nã</p><p>A - 08/2008</p><p>5915.</p><p>A - 02/2014</p><p>288, N-1318</p><p>e ISO 3233.</p><p>REV.</p><p>ndicado</p><p>514 REV. B</p><p>seguir:</p><p>alterações e</p><p>dicação da d</p><p>ão devem se</p><p>8, N-1358 e A</p><p>B</p><p>ora de A</p><p>2a Emend</p><p>, que incorp</p><p>efetuadas e</p><p>data da eme</p><p>er utilizadas.</p><p>ABNT NBR 5</p><p>Alta Tem</p><p>da</p><p>ora a 1a em</p><p>estão coloc</p><p>enda, estão</p><p>5840.</p><p>-PÚ</p><p>02 /</p><p>mperatu</p><p>menda, e se</p><p>cadas nas</p><p>colocadas n</p><p>ÚBLICO-</p><p>2014</p><p>4 páginas</p><p>ra</p><p>destina a</p><p>posições</p><p>no final da</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 6 páginas e Índice de Revisões</p><p>TINTA INDICADORA DE ALTA</p><p>TEMPERATURA</p><p>Especificação</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o</p><p>responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo</p><p>Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:</p><p>“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da</p><p>PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:</p><p>“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter</p><p>não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>SC - 14</p><p>Cópias dos registros das</p><p>“não-conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o</p><p>item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.</p><p>As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução</p><p>para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa</p><p>autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação</p><p>pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades</p><p>cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de</p><p>Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade</p><p>industrial.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas</p><p>Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs</p><p>(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e</p><p>as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das</p><p>Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a</p><p>revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para</p><p>ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em</p><p>conformidade com a norma PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas</p><p>Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>../link.asp?cod=N-0001</p><p>eelr</p><p>público</p><p>PREFÁ</p><p>Esta N</p><p>PETRO</p><p>1 OBJ</p><p>1.1 Es</p><p>de tinta</p><p>1.2 Es</p><p>1.3 Es</p><p>2 DOC</p><p>Os doc</p><p>para a</p><p>3 APL</p><p>3.1 A</p><p>localiza</p><p>equipam</p><p>refratár</p><p>mudan</p><p>3.2 Sã</p><p>mudan</p><p>ÁCIO</p><p>Norma PE</p><p>OBRAS N-1</p><p>JETIVO</p><p>sta Norma fi</p><p>a indicadora</p><p>sta Norma s</p><p>sta Norma c</p><p>CUMENTOS</p><p>cumentos r</p><p>presente N</p><p>PETRO</p><p>ABNT N</p><p>ABNT N</p><p>ISO 323</p><p>ISO 850</p><p>ASTM D</p><p>ASTM D</p><p>ASTM D</p><p>LICAÇÃO</p><p>tinta objet</p><p>ado no ex</p><p>mentos, aq</p><p>rio ou no is</p><p>ça perceptí</p><p>ão previstos</p><p>ças de cor,</p><p>N</p><p>TROBRAS</p><p>514 REV. A</p><p>ixa os carac</p><p>a de alta tem</p><p>se aplica a e</p><p>contém som</p><p>S COMPLE</p><p>relacionados</p><p>orma.</p><p>BRAS N-16</p><p>NBR 5839</p><p>NBR 15442</p><p>33</p><p>01-1</p><p>D 562</p><p>D 1005</p><p>D 1640</p><p>to desta N</p><p>xterior de</p><p>quecimento</p><p>solamento t</p><p>ível na cor d</p><p>s 2 tipos d</p><p>como desc</p><p>-1514</p><p>N-1514</p><p>A DEZ/2001</p><p>cterísticos,</p><p>mperatura.</p><p>especificaçõ</p><p>mente Requi</p><p>MENTARE</p><p>s a seguir</p><p>661 - Tin</p><p>- Co</p><p>- Pin</p><p>rec</p><p>- Pa</p><p>vo</p><p>co</p><p>to</p><p>pri</p><p>- Pre</p><p>Pa</p><p>- Sta</p><p>Me</p><p>Ty</p><p>- Sta</p><p>Th</p><p>- Sta</p><p>Fo</p><p>Norma se</p><p>reatores,</p><p>o este que</p><p>érmico des</p><p>da pintura a</p><p>de tinta, em</p><p>crito na TAB</p><p>REV.</p><p>2</p><p>REV. B M</p><p>1, incluindo</p><p>verificáveis</p><p>ões iniciada</p><p>isitos Técni</p><p>ES</p><p>são citado</p><p>nta de Zinco</p><p>oleta de Am</p><p>ntura indu</p><p>cipientes fe</p><p>aints and va</p><p>olume of no</p><p>oated test p</p><p>determine</p><p>inciple;</p><p>reparation o</p><p>aints and Re</p><p>andard Te</p><p>easuring Kr</p><p>ype Viscome</p><p>andard Te</p><p>hickness of</p><p>andard Tes</p><p>ormation of</p><p>destina a</p><p>vasos de</p><p>e pode ser</p><p>stes equipam</p><p>aplicada ext</p><p>m função d</p><p>BELA 1.</p><p>B</p><p>AR/2007 é</p><p>sua Emend</p><p>s em labora</p><p>as a partir d</p><p>cos.</p><p>os no texto</p><p>o Étil-Silicat</p><p>mostras de T</p><p>strial - In</p><p>echados;</p><p>arnishes - D</p><p>n-volatile m</p><p>anel to det</p><p>e dry film</p><p>of Steel Su</p><p>elated Prod</p><p>est Method</p><p>rebs Unit (K</p><p>eter;</p><p>est Method</p><p>Organic Co</p><p>st Methods</p><p>Organic Co</p><p>ser utilizad</p><p>pressão,</p><p>r decorrent</p><p>mentos. Ne</p><p>ternamente</p><p>das temper</p><p>é a Reva</p><p>da de NOV/</p><p>tório, exigív</p><p>a data de s</p><p>e contêm</p><p>to;</p><p>Tintas e Ver</p><p>nspeção de</p><p>Determinatio</p><p>matter - Par</p><p>ermine non</p><p>density b</p><p>bstrates Be</p><p>ucts;</p><p>d for Cons</p><p>KU) Viscosit</p><p>d for Mea</p><p>oatings Usin</p><p>s for Drying</p><p>oatings at R</p><p>da para in</p><p>dutos, tub</p><p>e de falha</p><p>estes casos</p><p>.</p><p>raturas nas</p><p>-PÚ</p><p>MAR</p><p>alidação da</p><p>/2005.</p><p>veis no rece</p><p>sua edição.</p><p>prescrições</p><p>rnizes;</p><p>e recebim</p><p>on of the pe</p><p>rt 1: Method</p><p>n-volatile ma</p><p>by the Arc</p><p>efore Appli</p><p>sistency o</p><p>ty using a S</p><p>asuring of</p><p>ng Microme</p><p>g, Curing,</p><p>Room Temp</p><p>ndicar aque</p><p>bulações e</p><p>as no reve</p><p>s, deve oco</p><p>s quais oco</p><p>ÚBLICO-</p><p>/ 2007</p><p>a norma</p><p>ebimento</p><p>s válidas</p><p>ento de</p><p>ercentage</p><p>d using a</p><p>atter and</p><p>chimedes</p><p>cation of</p><p>of Paints</p><p>Stormer -</p><p>f Dry-Fil</p><p>tres;</p><p>for Film</p><p>erature.</p><p>ecimento</p><p>e outros</p><p>estimento</p><p>orrer uma</p><p>orrem as</p><p>../link.asp?cod=N-1661</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>3</p><p>TABELA 1 - MUDANÇA DE COR EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA</p><p>Faixa de Variação da Cor Tipo 1 Tipo 2</p><p>cor até 180 ºC azul escura</p><p>cor até 260 ºC verde escura</p><p>entre 20 ºC e 230 ºC mudança de cor para azul-claro esverdeado</p><p>em 36 h a 60 h</p><p>a 260 ºC mudança para cor clara em algumas horas,</p><p>tornando-se branco em 24 h</p><p>a 290 ºC deslocação observada após</p><p>3 semanas</p><p>a 315 ºC deslocação perceptível após</p><p>18 h</p><p>a 400 ºC mudança de cor para</p><p>branco após 3 h</p><p>3.3 Esta tinta deve ter sua aplicação compatível com tinta de zinco etil-silicato (norma</p><p>PETROBRAS N-1661), usada como tinta de fundo.</p><p>4 CONDIÇÕES GERAIS</p><p>4.1 Aparência</p><p>A tinta deve se apresentar homogênea, sem depósito, pele e espessamento, em lata</p><p>recentemente aberta.</p><p>4.2 Unidades de Fornecimento e Embalagem</p><p>4.2.1 As unidades de fornecimento e embalagem devem ser estabelecidas de comum</p><p>acordo entre o comprador e o fornecedor.</p><p>4.2.2 O formato das latas deve ser cilíndrico circular reto.</p><p>4.2.3 É proibido o uso de cortiça para vedação das tampas das latas.</p><p>4.3 Estado e Enchimento dos Recipientes</p><p>Os recipientes devem se apresentar em bom estado de conservação, devidamente</p><p>rotulados ou marcados na superfície lateral, conforme as exigíveis desta Norma. Os</p><p>recipientes devem conter, no mínimo, a quantidade correspondente à respectiva indicação.</p><p>4.4 Diluição</p><p>Quando necessário, para facilitar sua aplicação esta tinta pode ser diluída, com um solvente</p><p>adequado e indicado pelo fabricante.</p><p>../link.asp?cod=N-1661</p><p>eelr</p><p>público</p><p>4.5 Ma</p><p>Os rec</p><p>informa</p><p>5 CON</p><p>5.1 Es</p><p>homog</p><p>5.2 Es</p><p>sua ut</p><p>temper</p><p>5.3 Os</p><p>5.4 Es</p><p>ou pis</p><p>sedime</p><p>diluição</p><p>geleific</p><p>6 INSP</p><p>6.1 Ca</p><p>indicad</p><p>satisfiz</p><p>6.2 CA</p><p>6.3 Pa</p><p>a norm</p><p>arcação</p><p>cipientes d</p><p>ações, as q</p><p>a) norm</p><p>b) tinta</p><p>c) tipo 1</p><p>d) solve</p><p>e) nome</p><p>f) quan</p><p>g) data</p><p>h) núme</p><p>i) núme</p><p>NDIÇÕES E</p><p>sta tinta,</p><p>eneizável.</p><p>sta tinta dev</p><p>ilização até</p><p>ratura máxim</p><p>s requisitos</p><p>sta tinta pod</p><p>tola, com</p><p>entação, a t</p><p>o da tinta, d</p><p>cadas.</p><p>PEÇÃO</p><p>abe ao com</p><p>das nos iten</p><p>er.</p><p>ANCELADO</p><p>ara a verifica</p><p>a ABNT NB</p><p>N</p><p>devem traz</p><p>uais não de</p><p>ma PETROB</p><p>indicadora</p><p>1 ou 2;</p><p>ente a utiliza</p><p>e e endereç</p><p>tidade cont</p><p>da validade</p><p>ero ou sinal</p><p>ero e data d</p><p>ESPECÍFICA</p><p>quando e</p><p>ve apresent</p><p>é 10 mese</p><p>ma de 35 C</p><p>quantitativo</p><p>de ser diluíd</p><p>o solvente</p><p>inta deve s</p><p>deve apres</p><p>mprador ve</p><p>ns 4.2, 4.3</p><p>O - 2a Emen</p><p>ação das co</p><p>BR 15442.</p><p>-1514</p><p>er no rótu</p><p>evem ser ins</p><p>BRAS N-151</p><p>de alta tem</p><p>ar e quantid</p><p>ço do fabrica</p><p>tida no recip</p><p>e de utilizaç</p><p>identificado</p><p>da Autorizaç</p><p>AS</p><p>xaminada</p><p>ar estabilid</p><p>es de seu</p><p>C.</p><p>os desta tint</p><p>da com até 5</p><p>e indicado</p><p>er facilmen</p><p>entar consi</p><p>erificar na</p><p>3 e 4.5 estã</p><p>da - 02/201</p><p>ondições in</p><p>REV.</p><p>4</p><p>ulo ou em</p><p>scritas na ta</p><p>14;</p><p>mperatura;</p><p>dade máxim</p><p>ante;</p><p>piente, litros</p><p>ção do prod</p><p>or do lote d</p><p>ção de Forn</p><p>quanto à</p><p>ade à arma</p><p>fornecimen</p><p>ta constam</p><p>5 % sobre o</p><p>pelo fabr</p><p>te homoge</p><p>istência uni</p><p>fábrica ou</p><p>ão atendida</p><p>14.</p><p>dicadas no</p><p>B</p><p>seu corp</p><p>ampa:</p><p>ma permitida</p><p>s e em kg;</p><p>uto;</p><p>de fabricaçã</p><p>necimento d</p><p>à sedimen</p><p>azenagem e</p><p>nto, devend</p><p>da TABELA</p><p>o volume or</p><p>icante. Apó</p><p>neizável. O</p><p>forme, sem</p><p>no local d</p><p>as e rejeita</p><p>s itens 4.2,</p><p>po, no mín</p><p>a;</p><p>ão;</p><p>de Material</p><p>tação, dev</p><p>em lata fech</p><p>do a tinta</p><p>A 1 e dos it</p><p>riginal, para</p><p>ós a diluiç</p><p>material qu</p><p>m espessam</p><p>de entrega</p><p>ar o fornec</p><p>4.3 e 4.5 d</p><p>-PÚ</p><p>MAR</p><p>nimo, as s</p><p>(AFM).</p><p>ve ser fa</p><p>hada, que p</p><p>ser armaz</p><p>tens 5.4</p><p>e 6</p><p>a aplicação</p><p>ção, no en</p><p>ue se obtém</p><p>mento, pele</p><p>a, se as c</p><p>cimento que</p><p>deve ser em</p><p>ÚBLICO-</p><p>/ 2007</p><p>seguintes</p><p>acilmente</p><p>permita a</p><p>zenada à</p><p>6.5.3.</p><p>a trincha</p><p>nsaio de</p><p>m após a</p><p>e partes</p><p>ondições</p><p>e não as</p><p>mpregada</p><p>6.4 Am</p><p>6.4.1 C</p><p>método</p><p>anterio</p><p>nesta o</p><p>6.4.2 O</p><p>entend</p><p>6.5 En</p><p>6.5.1 O</p><p>Sólidos</p><p>Consis</p><p>Tempo</p><p>Tempo</p><p>Espess</p><p>6.5.2 P</p><p>indicaç</p><p>6.5.2.1</p><p>25 m </p><p>6.5.2.2</p><p>nas dim</p><p>deve s</p><p>norma</p><p>6.5.2.3</p><p>6.5.3 O</p><p>indicad</p><p>coloraç</p><p>que es</p><p>dispost</p><p>mostragem</p><p>Cabe ao fo</p><p>o da norm</p><p>rmente sol</p><p>ocasião a pr</p><p>O laboratór</p><p>imento prév</p><p>nsaios</p><p>Os ensaios</p><p>TAB</p><p>Ens</p><p>s por volume</p><p>stência, UK</p><p>o de secagem</p><p>o de secagem</p><p>sura por dem</p><p>Para a real</p><p>ções aprese</p><p>As películ</p><p> 2 m.</p><p>Os painéi</p><p>mensões de</p><p>er feita por</p><p>ISO 8501-1</p><p>CANCELA</p><p>Os painéis</p><p>das na TA</p><p>ção nas faix</p><p>stá sendo</p><p>to no item 3</p><p>N</p><p>ornecedor f</p><p>ma ABNT</p><p>icitado para</p><p>resença do</p><p>rio escolhid</p><p>vio entre o f</p><p>a serem ex</p><p>BELA 2 - CA</p><p>saios</p><p>e, %</p><p>m ao toque, h</p><p>m para repin</p><p>mão, m</p><p>lização dos</p><p>entadas nos</p><p>as secas p</p><p>s de ensai</p><p>e 150 mm</p><p>r meio de j</p><p>1. O perfil d</p><p>ADO - 2a Em</p><p>de ensaio</p><p>BELA 1, e</p><p>xas dos nív</p><p>examinado</p><p>3.2 e na TAB</p><p>-1514</p><p>formar a a</p><p>NBR 5839</p><p>a assisti-la</p><p>inspetor da</p><p>do para a</p><p>fornecedor</p><p>xecutados s</p><p>ARACTERÍS</p><p>m</p><p>h</p><p>tura, h</p><p>s ensaios i</p><p>s itens 6.5.2</p><p>ara os ensa</p><p>o devem s</p><p>x 100 mm</p><p>ateamento</p><p>e ancorage</p><p>menda - 02/</p><p>com a tint</p><p>em função</p><p>veis de temp</p><p>. As colora</p><p>BELA 1.</p><p>REV.</p><p>5</p><p>mostra par</p><p>, na pres</p><p>e em segu</p><p>a PETROBR</p><p>realização</p><p>e a PETRO</p><p>são os cons</p><p>STICAS DA</p><p>Re</p><p>Tipo 1</p><p>mín. máx</p><p>46,0 -</p><p>60,0 70,0</p><p>- 4,0</p><p>- 24,0</p><p>25 -</p><p>ndicados n</p><p>2.1 a 6.5.2.3</p><p>aios referid</p><p>ser fabricad</p><p>e espessu</p><p>abrasivo a</p><p>em deve ser</p><p>/2014.</p><p>ta aplicada</p><p>do tipo,</p><p>peratura at</p><p>ações obse</p><p>B</p><p>ra os ensa</p><p>sença do</p><p>uida remetê</p><p>RAS para a</p><p>o dos ensa</p><p>OBRAS.</p><p>stantes da T</p><p>A TINTA CO</p><p>equisitos</p><p>Tipo</p><p>x. mín.</p><p>45,0</p><p>0 65,0</p><p>0 -</p><p>0 -</p><p>25</p><p>na TABELA</p><p>3.</p><p>os na TABE</p><p>dos em cha</p><p>ura de 4 mm</p><p>ao metal qu</p><p>r de 50 μm</p><p>devem se</p><p>devendo-se</p><p>ingidos, con</p><p>ervadas de</p><p>aios, em co</p><p>inspetor</p><p>ê-la ao labo</p><p>ssistir à for</p><p>aios fica n</p><p>TABELA 2 e</p><p>OMO RECE</p><p>Mo 2</p><p>máx.</p><p>- ISO</p><p>70,0 AST</p><p>0,5 AST</p><p>16,0 AST</p><p>- AST</p><p>A 2 devem</p><p>ELA 2 deve</p><p>apa de aço-</p><p>m. A prepa</p><p>ase branco</p><p>a 70 μm, do</p><p>r submetido</p><p>e observar</p><p>nforme o tip</p><p>evem estar</p><p>-PÚ</p><p>MAR</p><p>onformidade</p><p>da PETR</p><p>oratório, so</p><p>rmação da a</p><p>na dependê</p><p>e do item 6.</p><p>EBIDA</p><p>Método a U</p><p>(Normas</p><p>O 3233</p><p>TM D 562</p><p>TM D 1640</p><p>TM D 1640</p><p>TM D 1005</p><p>ser observ</p><p>em ter espe</p><p>-carbono A</p><p>aração da s</p><p>o, grau Sa</p><p>o tipo angu</p><p>os às temp</p><p>r as muda</p><p>po da tinta</p><p>r de acordo</p><p>ÚBLICO-</p><p>/ 2007</p><p>e com o</p><p>ROBRAS,</p><p>olicitando</p><p>amostra.</p><p>ência de</p><p>5.3.</p><p>tilizar</p><p>s)</p><p>vadas as</p><p>essura de</p><p>AISI-1020</p><p>superfície</p><p>2 1/2 da</p><p>lar.</p><p>peraturas</p><p>anças de</p><p>(1 ou 2),</p><p>o com o</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>6</p><p>7 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO</p><p>7.1 Simplesmente à vista do resultado da inspeção geral, nos termos do Capítulo 6 desta</p><p>Norma, o comprador deve aceitar ou rejeitar a partida ou lote de fabricação.</p><p>7.2 Se o resultado da inspeção de que trata o Capítulo 6 desta Norma for satisfatório, o</p><p>inspetor deve retirar as amostras de acordo com o item 6.4 e enviá-las ao laboratório para</p><p>proceder aos ensaios constantes do item 6.5.</p><p>7.3 Caso todos os ensaios satisfaçam às exigências do Capítulo 6 desta Norma, o lote deve</p><p>ser aceito; caso 1 ou mais desses ensaios não satisfaçam às referidas exigências, o lote</p><p>deve ser rejeitado.</p><p>______________</p><p>eelr</p><p>público</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>IR 1/1</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. B</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Revalidação</p><p>_____________</p><p>eelr</p><p>público</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>2</p><p>PREFÁCIO</p><p>Esta Norma PETROBRAS N-1514 REV. B MAR/2007 é a Revalidação da norma</p><p>PETROBRAS N-1514 REV. A DEZ/2001, incluindo sua Emenda de NOV/2005.</p><p>1 OBJETIVO</p><p>1.1 Esta Norma fixa os característicos, verificáveis em laboratório, exigíveis no recebimento</p><p>de tinta indicadora de alta temperatura.</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a especificações iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.</p><p>2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES</p><p>Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas</p><p>para a presente Norma.</p><p>PETROBRAS N-1288 - Inspeção de Recebimento de Recipientes Fechados;</p><p>PETROBRAS N-1318 - Aplicação de Películas de Tinta com Pincel a Painéis</p><p>de Ensaio;</p><p>PETROBRAS N-1358 - Sólidos por Volume - Determinação pelo Disco de Aço;</p><p>PETROBRAS N-1661 - Tinta de Zinco Étil-Silicato;</p><p>ABNT NBR 5839 - Coleta de Amostras de Tintas e Vernizes;</p><p>ABNT NBR 5840 - Exame Prévio e Preparação para Ensaios de</p><p>Amostras de Tintas e Vernizes;</p><p>ABNT NBR 5915 - Chapas Finas a Frio de Aço Carbono para</p><p>Estampagem;</p><p>ASTM D 562 - Standard Test Method for Consistency of Paints</p><p>Measuring Krebs Unit (KU) Viscosity using a Stormer -</p><p>Type Viscometev;</p><p>ASTM D 1005 - Standard Test Method for Measuring of Dry-Fil</p><p>Thickness of Organic Coatings Using Micrometres;</p><p>ASTM D 1640 - Standard Test Methods for Drying, Curing, for Film</p><p>Formation of Organic Coatings at Room Temperature.</p><p>3 APLICAÇÃO</p><p>3.1 A tinta objeto desta Norma se destina a ser utilizada para indicar aquecimento</p><p>localizado no exterior de reatores, vasos de pressão, dutos, tubulações e outros</p><p>equipamentos, aquecimento este que pode ser decorrente de falhas no revestimento</p><p>refratário ou no isolamento térmico destes equipamentos. Nestes casos, deve ocorrer uma</p><p>mudança perceptível na cor da pintura aplicada externamente.</p><p>3.2 São previstos 2 tipos de tinta, em função das temperaturas nas quais ocorrem as</p><p>mudanças de cor, como descrito na TABELA 1.</p><p>../link.asp?cod=N-1288</p><p>../link.asp?cod=N-1318</p><p>../link.asp?cod=N-1358</p><p>../link.asp?cod=N-1661</p><p>erct</p><p>08/2008</p><p>eelr</p><p>público</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>5</p><p>6.4 Amostragem</p><p>6.4.1 Cabe ao fornecedor formar a amostra para os ensaios, em conformidade com o</p><p>método da norma ABNT NBR 5839, na presença do inspetor da PETROBRAS,</p><p>anteriormente solicitado para assisti-la e em seguida remetê-la ao laboratório, solicitando</p><p>nesta ocasião a presença do inspetor da PETROBRAS para assistir à formação da amostra.</p><p>6.4.2 O laboratório escolhido para a realização dos ensaios fica na dependência de</p><p>entendimento prévio entre o fornecedor e a PETROBRAS.</p><p>6.5 Ensaios</p><p>6.5.1 Os ensaios a serem executados são os constantes da TABELA 2 e do item 6.5.3.</p><p>TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS DA TINTA COMO RECEBIDA</p><p>Requisitos</p><p>Tipo 1 Tipo 2 Ensaios</p><p>mín. máx. mín. máx.</p><p>Método a Utilizar</p><p>(Normas)</p><p>Sólidos por volume, % 46,0 - 45,0 - PETROBRAS N-1358</p><p>Consistência, UK 60,0 70,0 65,0 70,0 ASTM D 562</p><p>Tempo de secagem ao toque, h - 4,0 - 0,5 ASTM D 1640</p><p>Tempo de secagem para repintura, h - 24,0 - 16,0 ASTM D 1640</p><p>Espessura por demão, m 25 - 25 - ASTM D 1005</p><p>6.5.2 Para a realização dos ensaios indicados na TABELA 2 devem ser observadas as</p><p>indicações apresentadas nos itens 6.5.2.1 a 6.5.2.3.</p><p>6.5.2.1 As películas secas para os ensaios referidos na TABELA 2 devem ter espessura de</p><p>25 m 2 m.</p><p>6.5.2.2 A tinta deve ser aplicada diretamente sobre a chapa de aço-carbono laminada a frio,</p><p>de superfície A, com acabamento f, de 1 mm de espessura, de acordo com a especificação</p><p>da norma ABNT NBR 5915, sem fosfatização.</p><p>6.5.2.3 Os painéis devem ser pintados a pincel de acordo com a</p><p>norma PETROBRAS N-1318.</p><p>6.5.3 Os painéis de ensaio com a tinta aplicada devem ser submetidos às temperaturas</p><p>indicadas na TABELA 1, em função do tipo, devendo-se observar as mudanças de</p><p>coloração nas faixas dos níveis de temperatura atingidos, conforme o tipo da tinta (1 ou 2),</p><p>que está sendo examinado. As colorações observadas devem estar de acordo com o</p><p>disposto no item 3.2 e na TABELA 1.</p><p>../link.asp?cod=N-1358</p><p>../link.asp?cod=N-1318</p><p>erct</p><p>08/2008</p><p>eelr</p><p>público</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>6</p><p>7 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO</p><p>7.1 Simplesmente à vista do resultado da inspeção geral, nos termos do Capítulo 6 desta</p><p>Norma, o comprador deve aceitar ou rejeitar a partida ou lote de fabricação.</p><p>7.2 Se o resultado da inspeção de que trata o Capítulo 6 desta Norma for satisfatório, o</p><p>inspetor deve retirar as amostras de acordo com o item 6.4 e enviá-las ao laboratório para</p><p>proceder aos ensaios constantes do item 6.5.</p><p>7.3 Caso todos os ensaios satisfaçam às exigências do Capítulo 5 desta Norma, o lote deve</p><p>ser aceito; caso 1 ou mais desses ensaios não satisfaçam às referidas exigências, o lote</p><p>deve ser rejeitado.</p><p>______________</p><p>erct</p><p>08/2008</p><p>eelr</p><p>público</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>2</p><p>PREFÁCIO</p><p>Esta Norma PETROBRAS N-1514 REV. B MAR/2007 é a Revalidação da norma</p><p>PETROBRAS N-1514 REV. A DEZ/2001, incluindo sua Emenda de NOV/2005.</p><p>1 OBJETIVO</p><p>1.1 Esta Norma fixa os característicos, verificáveis em laboratório, exigíveis no recebimento</p><p>de tinta indicadora de alta temperatura.</p><p>1.2 Esta Norma se aplica a especificações iniciadas a partir da data de sua edição.</p><p>1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.</p><p>2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES</p><p>Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas</p><p>para a presente Norma.</p><p>PETROBRAS N-1288 - Inspeção de Recebimento de Recipientes Fechados;</p><p>PETROBRAS N-1318 - Aplicação de Películas de Tinta com Pincel a Painéis</p><p>de Ensaio;</p><p>PETROBRAS N-1358 - Sólidos por Volume - Determinação pelo Disco de Aço;</p><p>PETROBRAS N-1661 - Tinta de Zinco Étil-Silicato;</p><p>ABNT NBR 5839 - Coleta de Amostras de Tintas e Vernizes;</p><p>ABNT NBR 5840 - Exame Prévio e Preparação para Ensaios de Amostras</p><p>de Tintas e Vernizes;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates Before Application of</p><p>Paints and Related Products;</p><p>ASTM D 562 - Standard Test Method for Consistency of Paints</p><p>Measuring Krebs Unit (KU) Viscosity using a Stormer -</p><p>Type Viscometer;</p><p>ASTM D 1005 - Standard Test Method for Measuring of Dry-Fil</p><p>Thickness of Organic Coatings Using Micrometres;</p><p>ASTM D 1640 - Standard Test Methods for Drying, Curing, for Film</p><p>Formation of Organic Coatings at Room Temperature.</p><p>3 APLICAÇÃO</p><p>3.1 A tinta objeto desta Norma se destina a ser utilizada para indicar aquecimento</p><p>localizado no exterior de reatores, vasos de pressão, dutos, tubulações e outros</p><p>equipamentos, aquecimento este que pode ser decorrente de falhas no revestimento</p><p>refratário ou no isolamento térmico destes equipamentos. Nestes casos, deve ocorrer uma</p><p>mudança perceptível na cor da pintura aplicada externamente.</p><p>3.2 São previstos 2 tipos de tinta, em função das temperaturas nas quais ocorrem as</p><p>mudanças de cor, como descrito na TABELA 1.</p><p>../link.asp?cod=N-1288</p><p>../link.asp?cod=N-1318</p><p>../link.asp?cod=N-1358</p><p>../link.asp?cod=N-1661</p><p>eelr</p><p>público</p><p>EI0P</p><p>Emenda</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>4</p><p>4.5 Marcação</p><p>Os recipientes devem trazer no rótulo ou em seu corpo, no mínimo, as seguintes</p><p>informações, as quais não devem ser inscritas na tampa:</p><p>a) norma PETROBRAS N-1514;</p><p>b) tinta indicadora de alta temperatura;</p><p>c) tipo 1 ou 2;</p><p>d) solvente a utilizar e quantidade máxima permitida;</p><p>e) nome e endereço do fabricante;</p><p>f) quantidade contida no recipiente, litros e em kg;</p><p>g) data da validade de utilização do produto;</p><p>h) número ou sinal identificador do lote de fabricação;</p><p>i) número e data da Autorização de Fornecimento de Material (AFM).</p><p>5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS</p><p>5.1 Esta tinta, quando examinada quanto à sedimentação, deve ser facilmente</p><p>homogeneizável.</p><p>5.2 Esta tinta deve apresentar estabilidade à armazenagem em lata fechada, que permita a</p><p>sua utilização até 10 meses de seu fornecimento, devendo a tinta ser armazenada à</p><p>temperatura máxima de 35 C.</p><p>5.3 Os requisitos quantitativos desta tinta constam da TABELA 1 e dos itens 5.4 e 6.5.3.</p><p>5.4 Esta tinta pode ser diluída com até 5 % sobre o volume original, para aplicação a trincha</p><p>ou pistola, com o solvente indicado pelo fabricante. Após a diluição, no ensaio de</p><p>sedimentação, a tinta deve ser facilmente homogeneizável. O material que se obtém após a</p><p>diluição da tinta, deve apresentar consistência uniforme, sem espessamento, pele e partes</p><p>geleificadas.</p><p>6 INSPEÇÃO</p><p>6.1 Cabe ao comprador verificar na fábrica ou no local de entrega, se as condições</p><p>indicadas nos itens 4.2, 4.3 e 4.5 estão atendidas e rejeitar o fornecimento que não as</p><p>satisfizer.</p><p>6.2 Para a verificação das condições indicadas no item 4.1, a inspeção deve ser conduzida</p><p>em conformidade com o método da norma ABNT NBR 5840.</p><p>6.3 Para a verificação das condições indicadas nos itens 4.2, 4.3 e 4.5 deve ser empregada</p><p>a norma PETROBRAS N-1288.</p><p>../link.asp?cod=N-1288</p><p>eelr</p><p>público</p><p>EI0P</p><p>Emenda</p><p>N-1514 REV. B MAR / 2007</p><p>5</p><p>6.4 Amostragem</p><p>6.4.1 Cabe ao fornecedor formar a amostra para os ensaios, em conformidade com o</p><p>método da norma ABNT NBR 5839, na presença do inspetor da PETROBRAS,</p><p>anteriormente solicitado para assisti-la e em seguida remetê-la ao laboratório, solicitando</p><p>nesta ocasião a presença do inspetor da PETROBRAS para assistir à formação da amostra.</p><p>6.4.2 O laboratório escolhido para a realização dos ensaios fica na dependência de</p><p>entendimento prévio entre o fornecedor e a PETROBRAS.</p><p>6.5 Ensaios</p><p>6.5.1 Os ensaios a serem executados são os constantes da TABELA 2 e do item 6.5.3.</p><p>TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS DA TINTA COMO RECEBIDA</p><p>Requisitos</p><p>Tipo 1 Tipo 2 Ensaios</p><p>mín. máx. mín. máx.</p><p>Método a Utilizar</p><p>(Normas)</p><p>Sólidos por volume, % 46,0 - 45,0 - PETROBRAS N-1358</p><p>Consistência, UK 60,0 70,0 65,0 70,0 ASTM D 562</p><p>Tempo de secagem ao toque, h - 4,0 - 0,5 ASTM D 1640</p><p>Tempo de secagem para repintura, h - 24,0 - 16,0 ASTM D 1640</p><p>Espessura por demão, m 25 - 25 - ASTM D 1005</p><p>6.5.2 Para a realização dos ensaios indicados na TABELA 2 devem ser observadas as</p><p>indicações apresentadas nos itens 6.5.2.1 a 6.5.2.3.</p><p>6.5.2.1 As películas secas para os ensaios referidos na TABELA 2 devem ter espessura de</p><p>25 m 2 m.</p><p>6.5.2.2 Os painéis de ensaio devem ser fabricados em chapa de aço-carbono AISI-1020</p><p>nas dimensões de 150 mm x 100 mm e espessura de 4 mm. A preparação da superfície</p><p>deve ser feita por meio de jateamento abrasivo ao metal quase branco, grau Sa 2 1/2 da</p><p>norma ISO 8501-1. O perfil de ancoragem deve ser de 50 μm a 70 μm, do tipo angular.</p><p>6.5.2.3 Os painéis devem ser pintados a pincel de acordo com a norma PETROBRAS</p><p>N-1318.</p><p>6.5.3 Os painéis de ensaio com a tinta aplicada devem ser submetidos às temperaturas</p><p>indicadas na TABELA 1, em função do tipo, devendo-se observar as mudanças de</p><p>coloração nas faixas dos níveis de temperatura atingidos, conforme o tipo da tinta (1 ou 2),</p><p>que está sendo examinado. As colorações observadas devem estar de acordo com o</p><p>disposto no item 3.2 e na TABELA 1.</p><p>eelr</p><p>público</p><p>EI0P</p><p>Emenda</p><p>../link.asp?cod=N-1358</p><p>../link.asp?cod=N-1318</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1550 REV. G 11 / 2022</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 6 páginas, Índice de Revisões e GT</p><p>Pintura Externa de Estruturas Metálicas em</p><p>Aço Carbono de Instalações Terrestres</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve</p><p>ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual</p><p>resolução de não segui-la (“não conformidade” com esta Norma) deve ter</p><p>fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade</p><p>da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada</p><p>referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido</p><p>documento (incluindo emedas).</p><p>Portaria do Ministério do Trabalho no 99 de 19/10/2004 - Proíbe o processo de trabalho de</p><p>jateamento que utilize areia seca ou úmida como abrasivo;</p><p>Norma Regulamentadora no 15 (NR-15) - Atividades e Operações Insalubres;</p><p>ABNT NBR 7348 - Pintura industrial - Preparação de superfície de aço com jateamento</p><p>abrasivo ou hidrojateamento</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfícies de Aço por Produtos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR 15239 - Tratamento de Superfícies de Aço com Ferramentas Manuais e</p><p>Mecânicas;</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ABNT NBR 16267 - Pintura industrial - Determinação de granulometria de abrasivos para</p><p>jateamento;</p><p>ABNT NBR 16761 - Pintura industrial - Medição de condutividade para avaliação de sais</p><p>solúveis em superfícies para aplicação de sistemas de pintura - Método Bresle;</p><p>https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2004/portaria_99_jateamento_de_areia.pdf</p><p>https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/norma-regulamentadora-no-15-nr-15</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=370251</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=116</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=435</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=435</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=154</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=311632</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=311631</p><p>https://www.abntcolecao.com.br/petrobras/normavw.aspx?ID=311631</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>3</p><p>PÚBLICA</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation</p><p>Grades of Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of</p><p>Previous Coatings;</p><p>ISO 8501-3 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 3: Preparation Grades of Welds,</p><p>Edges and other Areas with Surface Imperfections;</p><p>ISO 8502-3 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Tests for the Assessment of Surface Cleanliness - Part 3: Assessment of Dust on</p><p>Steel Surfaces Prepared for Painting (pressure-Sensitive Tape Method);</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of steel substrates before application of paints and related</p><p>products - Surface roughness characteristics of blast-cleaned steel substrates - Part 4:</p><p>Method for the calibration of ISO surface profile comparators and for the determination of</p><p>surface profile - Stylus instrument procedure</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of steel substrates before application of paints and related</p><p>products - Surface roughness characteristics of blast-cleaned steel substrates - Part 5:</p><p>Replica tape method for the determination of the surface profile</p><p>ISO 8504-2 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Preparation Methods - Part 2: Abrasive Blast-Cleaning;</p><p>ISO 12944-2 - Paints and varnishes - Corrosion protection of steel structures by protective</p><p>paint systems - Part 2: Classification of environments</p><p>ASTM D610 - Standard Test Method for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel</p><p>Surfaces;</p><p>ASTM D4285 - Standard Test Method for Indicating Oil or Water in Compressed Air;</p><p>ASTM D4940 - Standard Test Method for Conductimetric Analysis of Water Soluble Ionic</p><p>Contamination of Blasting Abrasives;</p><p>ASTM D7393 - Standard Practice for Indicating Oil in Abrasives;</p><p>NACE WAB-1/SSPC-SP 5 (WAB) - White Metal Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WAB-2/SSPC-SP 10 (WAB) - Near-White Metal Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WAB-3/SSPC-SP 6 (WAB) - Commercial Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WAB-4/SSPC-SP 7 (WAB) - Brush-Off Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE WJ-1/SSPC-SP WJ 1 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Clean to Bare Substrate (WJ-1);</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Very Thorough Cleaning (WJ-2);</p><p>NACE WJ-3/SSPC-SP WJ 3 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Thorough Cleaning (WJ-3);</p><p>NACE WJ-4/SSPC-SP WJ 4 - Joint Surface Preparation Standard Waterjet Cleaning of</p><p>Metals-Light Cleaning (WJ-4);</p><p>NACE VIS 7/SSPC-VIS 4 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Waterjetting;</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NMCJACAAAAAAAAAA?qid=636863562699209984&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=943291641</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/JSHYIBAAAAAAAAAA?qid=637135673098189816&sr=re-2-10&kbid=4%7C20027&docid=941474692</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/RBLHJBAAAAAAAAAA?qid=637135670443084308&sr=re-2-10&kbid=4%7C20027&docid=943252714</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/HXLNUEAAAAAAAAAA?qid=637834738452735272&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=942249804</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/NWLCYFAAAAAAAAAA?qid=637834772047244722&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941948836</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/ERMMKAAAAAAAAAAA?qid=636863566236963712&sr=re-2-20&kbid=4%7C20027&docid=943288080</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/KKQUCGAAAAAAAAAA?qid=637834781498479848&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=943371633</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/SSEVGGAAAAAAAAAA?qid=636862838968856832&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=943872052</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/SODXQFAAAAAAAAAA?qid=636862839637563776&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=943273601</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/SODXQFAAAAAAAAAA?qid=636862839637563776&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=943273601</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/SXHDRGAAAAAAAAAA?qid=637834782849894988&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=944672085</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/CQPVOFAAAAAAAAAA?qid=637116627939293926&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941523307</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/FQPVOFAAAAAAAAAA?qid=637116635959535948&sr=re-5-10&kbid=4%7C20027&docid=941523229</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/ZPPVOFAAAAAAAAAA?qid=637116636589318926&sr=re-1-10&kbid=4%7C20027&docid=941523224</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/TPPVOFAAAAAAAAAA?qid=637116637294809480&sr=re-3-10&kbid=4%7C20027&docid=941523225</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/FASNMGAAAAAAAAAA?qid=637279034534603460&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=944192540</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/MXFOWEAAAAAAAAAA?qid=636862841975557504&sr=re-2-20&kbid=4%7C20027&docid=941465816</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/ZBVGXEAAAAAAAAAA?qid=636862843925212544&sr=re-2-20&kbid=4%7C20027&docid=941465857</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/JXFOWEAAAAAAAAAA?qid=636862844524852480&sr=re-2-20&kbid=4%7C20027&docid=941465856</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/PTPLIBAAAAAAAAAA?qid=636862845024322432&sr=re-1-20&kbid=4%7C20027&docid=941651634</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>4</p><p>PÚBLICA</p><p>NACE VIS 9/SSPC-VIS 5 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Wet Abrasive Blast Cleaning.</p><p>3 Termos e Definições</p><p>Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.</p><p>3.1</p><p>abrasivo</p><p>material granulométrico (exceto areia) utilizado na preparação de superfícies, com a finalidade de</p><p>limpeza e/ou de abrir perfil de rugosidade</p><p>3.2</p><p>jateamento abrasivo seco</p><p>método de preparação de superfícies de aço para aplicação de pintura ou outros revestimentos, pelo</p><p>emprego de abrasivos (exceto areia), impelidos por meio de ar comprimido ou através de força</p><p>centrífuga</p><p>3.3</p><p>jateamento abrasivo úmido</p><p>método de preparação de superfícies de aço para aplicação de pintura ou outros revestimentos, pelo</p><p>emprego de abrasivos</p><p>por verbos de caráter</p><p>impositivo.</p><p>SC - 14</p><p>Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições</p><p>previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de</p><p>alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A</p><p>alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da</p><p>PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter</p><p>não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].</p><p>Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam</p><p>contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a</p><p>CONTEC - Subcomissão Autora.</p><p>Pintura e Revestimentos</p><p>Anticorrosivos</p><p>As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -</p><p>Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a</p><p>seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a</p><p>justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os</p><p>trabalhos para alteração desta Norma.</p><p>“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO</p><p>S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e em suas</p><p>participações societárias nas quais a Regra Corporativa Comum (RCC) seja</p><p>desdobrada, devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e</p><p>serviços, conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas</p><p>em Licitação, Contrato, Convênio ou similar.</p><p>A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos</p><p>governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos</p><p>próprios usuários.”</p><p>Apresentação</p><p>As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho</p><p>- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são</p><p>comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas</p><p>Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as</p><p>Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos</p><p>representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS</p><p>está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada</p><p>5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas</p><p>em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as</p><p>Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0001</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1550 REV. G 11 / 2022</p><p>2</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta Norma fixa o procedimento para seleção dos esquemas de pintura externa de estruturas</p><p>metálicas de aço carbono em instalações terrestres, tais como:</p><p>a) berços de equipamentos;</p><p>b) estruturas de galpões;</p><p>c) estruturas principais e auxiliares de sustentação de tubulação (“pipe-racks”- Vide NOTA);</p><p>d) pisos, plataformas, parapeitos, passadiços, corrimãos (guarda-corpo) e escadas;</p><p>e) estruturas de sustentação de equipamentos, não cobertos pela PETROBRAS N-2913;</p><p>f) torres para telecomunicações;</p><p>g) torres de queimadores da tocha.</p><p>NOTA Os suportes de tubulação (tais como patins e berços) devem ser pintados conforme a</p><p>PETROBRAS N‐442</p><p>1.1.1 No caso de pintura de aço carbono galvanizado deve ser feito tratamento e condicionamento da</p><p>superfície conforme PETROBRAS N-1021.</p><p>1.2 A presente revisão desta Norma não se aplica a procedimentos iniciados antes desta publicação.</p><p>1.3 O prazo efetivo para implementação desta Norma em substituição à revisão anterior é de 180 dias</p><p>a partir da data de sua publicação. Caso a unidade da Petrobras que está aplicando a Norma entenda</p><p>que não é possível implementá-la neste prazo, deve registrar neste prazo um Plano de Implementação</p><p>definindo as ações necessárias e os respectivos prazos.</p><p>1.4 A definição do prazo efetivo de implementação dos requisitos desta norma, quando esta é</p><p>referenciada em contratos de prestação de serviços e aquisição de bens, é prerrogativa exclusiva da</p><p>Petrobras.</p><p>1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.</p><p>2 Referências Normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para</p><p>referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,</p><p>aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.</p><p>PETROBRAS N-9 - Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e Hidrojateamento;</p><p>PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;</p><p>PETROBRAS N-442 - Revestimento Externo de Tubulação em Instalações Terrestres;</p><p>PETROBRAS N-1021 - Pintura de Aço Galvanizado, Aço Inoxidável, Ferro Fundido, Ligas</p><p>não Ferrosas, Materiais Compósitos Poliméricos e Termoplásticos;</p><p>PETROBRAS N-1277 - Tinta de Fundo Epóxi-Zinco Poliamida;</p><p>PETROBRAS N-1756 - Projeto e Aplicação de Proteção Passiva Contra Fogo em Instalações</p><p>Terrestres;</p><p>PETROBRAS N-2677 - Tinta de Poliuretano Acrílico;</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0009</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0013</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-0442</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1021</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1277</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-1756</p><p>http://nortec.petrobras.com.br/nortec/frame.asp?cod=N-2677</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-1550 REV. G 11 / 2022</p><p>3</p><p>PETROBRAS N-2680 - Tinta Epóxi, sem Solventes, Tolerante a Superfícies Molhadas;</p><p>PETROBRAS N-2913 - Revestimentos Anticorrosivos para Tanque, Esfera e Cilindro de</p><p>Armazenamento;</p><p>PETROBRAS N-2943 – Revestimentos Anticorrosivos;</p><p>ABNT NBR 8094 - Material Metálico Revestido e não Revestido - Corrosão por Exposição à</p><p>Névoa Salina;</p><p>ABNT NBR 14847 - Inspeção de Serviços de Pintura em Superfícies Metálicas - Procedimento;</p><p>ABNT NBR 15158 - Limpeza de Superfícies de Aço por Produtos Químicos;</p><p>ABNT NBR 15185 - Inspeção de Superfícies para Pintura Industrial;</p><p>ABNT NBR 15488 - Pintura Industrial - Superfície Metálica para Aplicação de Tinta -</p><p>Determinação do Perfil de Rugosidade;</p><p>ISO 8501-1 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related Products -</p><p>Visual Assessment of Surface Cleanliness - Part 1: Rust Grades and Preparation Grades of</p><p>Uncoated Steel Substrates and of Steel Substrates after Overall Removal of Previous</p><p>Coatings;</p><p>ISO 8503-4 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products - Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 4:</p><p>Method for the Calibration of ISO Surface Profile Comparators and for the Determination of</p><p>Surface Profile - Stylus Instrument Procedure;</p><p>ISO 8503-5 - Preparation of Steel Substrates before Application of Paints and Related</p><p>Products Surface Roughness Characteristics of Blast-Cleaned Steel Substrates - Part 5:</p><p>Replica Tape Method for the Determination of the Surface Profile;</p><p>ASTM D610 - Standard Practice for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel Surfaces;</p><p>NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2 - Waterjet Cleaning of Metals-Very Thorough Cleaning (WJ-2);</p><p>NACE VIS 9/SSPC-VIS 5 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Wet Abrasive Blast Cleaning;</p><p>NACE VIS 7/SSPC-VIS 4 - Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared</p><p>by Waterjetting;</p><p>NACE WAB-2/SSPC-SP10 (WAB) - Near-White Metal Abrasive Blast Cleaning;</p><p>SSPC-SP11 - Power-Tool Cleaning to Bare Metal.</p><p>3 Condições Gerais</p><p>3.1 A pintura promocional ou de fábrica (“shop primer”) porventura aplicada, deve ser removida</p><p>imediatamente antes da aplicação dos esquemas de pintura especificados nesta Norma, salvo nos</p><p>casos em que o fabricante assegure a integridade e o desempenho do esquema de pintura.</p><p>3.2 No caso de retoque de pintura existente, deve ser repetido o esquema original. Caso haja</p><p>impossibilidade técnica de efetuar-se jateamento abrasivo</p><p>molhados (exceto areia), impelidos por meio de ar comprimido. Neste</p><p>processo, a mistura de água e abrasivo deve ser feita no interior do equipamento</p><p>3.4</p><p>hidrojateamento sem abrasivo</p><p>método de preparação de superfícies de aço para pintura pelo emprego de água sob ultra alta</p><p>pressão [acima de 210 MPa (30 000 psi)]</p><p>NOTA Este processo não abre perfil de ancoragem.</p><p>3.5</p><p>hidrojateamento com abrasivo</p><p>método de preparação de superfícies de aço para pintura pelo emprego de água sob ultra-alta</p><p>pressão [acima de 210 MPa (30 000 psi)] utilizando abrasivos comerciais (exceto areia) com a</p><p>finalidade de abrir perfil de ancoragem e/ou remover carepa de laminação aderente (chapas de aço</p><p>com graus de intemperismo A ou B, conforme ISO 8501-1</p><p>3.6</p><p>graus de intemperismo e de preparação de superfícies de aço</p><p>o grau de intemperismo de uma superfície de aço refere-se às condições em que esta se encontra</p><p>antes da execução do processo de limpeza; já o grau de preparação de superfície corresponde ao</p><p>padrão de limpeza final da superfície antes da aplicação da pintura ou outros revestimentos</p><p>3.6.1</p><p>graus de intemperismo de superfícies de aço sem pintura</p><p>baseado nas definições descritas na ABNT NBR-7348 e padrões visuais da ISO 8501-1</p><p>Grau A - superfície de aço completamente coberta de carepa de laminação intacta e</p><p>aderente, com pouca ou nenhuma corrosão;</p><p>Grau B - superfície de aço com princípio de corrosão da qual a carepa de laminação tenha</p><p>começado a desagregar;</p><p>https://ewb.ihs.com/#/document/YTPLIBAAAAAAAAAA?qid=637834786970877086&sr=re-1-100&kbid=4%7C20027&docid=941654747</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>5</p><p>PÚBLICA</p><p>Grau C - superfície de aço da qual a carepa de laminação tenha sido removida pela</p><p>corrosão ou possa ser retirada por meio de raspagem, podendo ainda apresentar</p><p>alguns alvéolos visíveis;</p><p>Grau D - superfície de aço da qual a carepa de laminação tenha sido removida pela</p><p>corrosão e que apresenta corrosão alveolar de severa intensidade.</p><p>3.6.2</p><p>graus de intemperismo de superfícies pintadas</p><p>Grau 8 - pintura existente quase intacta. Menos de 0,1 % da área superficial pode se</p><p>apresentar afetada pela corrosão;</p><p>Grau 6 - pintura de acabamento “calcinada”, podendo apresentar tinta de fundo exposta; é</p><p>admissível leve manchamento ou empolamento após o tratamento das manchas.</p><p>Menos de 1 % da área superficial pode se encontrar afetada por corrosão,</p><p>descascamento e tinta solta ou com fraca aderência;</p><p>Grau 4 - pintura totalmente “calcinada”, empolada ou com manchas de oxidação, podendo</p><p>ter até 10 % de sua superfície com corrosão, bolhas de oxidação, tinta solta e</p><p>pequena incidência de pites (corrosão puntiforme);</p><p>Grau 2 - pintura totalmente “calcinada”, empolada ou com manchas de oxidação, podendo</p><p>ter até 33 % de sua superfície com corrosão, bolhas, tinta solta e pequena</p><p>incidência de pites (corrosão puntiforme);</p><p>Grau 0 - presença intensa de corrosão acima de 50 % da área superficial, tinta sem</p><p>aderência e formação severa de corrosão por pites e alvéolos.</p><p>NOTA 1 Os percentuais de corrosão foram especificados em conformidade com a ASTM D610.</p><p>NOTA 2 A distribuição dos pontos de falha na pintura definidos na ASTM D610 deve ser considerada</p><p>na avaliação.</p><p>3.6.3</p><p>graus de preparação de superfícies de aço por meio de jateamento abrasivo seco</p><p>conforme as ISO 8501-1 e ISO 8504-2</p><p>Grau Sa 1 - jateamento abrasivo ligeiro: a superfície, quando vista a olho nu, deve</p><p>estar isenta de óleo, graxa, sujidades, carepa de laminação com fraca</p><p>aderência (vide item 4.3), ferrugem, tinta e material estranho com fraca</p><p>aderência. A aparência final deve corresponder às gravuras com</p><p>designação Sa 1. Esta limpeza não se aplica a superfícies que</p><p>apresentem Grau A de intemperismo. Para os demais graus, os padrões</p><p>de limpeza são: BSa 1, CSa 1 e DSa 1;</p><p>Grau Sa 2 - jateamento abrasivo comercial: a superfície, quando vista a olho nu,</p><p>deve estar isenta de óleo, graxa, sujidades, de quase toda a carepa de</p><p>laminação, ferrugem e material estranho. A superfície deve apresentar,</p><p>então, coloração acinzentada e corresponder, em aparência, às gravuras</p><p>com designação Sa 2. Esta limpeza não se aplica a superfícies que</p><p>apresentem Grau A de intemperismo. Para os demais graus, os padrões</p><p>de limpeza são: BSa 2, CSa 2 e DSa 2;</p><p>Grau Sa 2 1/2 - jateamento abrasivo ao metal quase branco: a superfície, quando vista</p><p>a olho nu, deve estar isenta de óleo, graxa, sujidades, carepa de</p><p>laminação, ferrugem e material estranho de maneira tão perfeita que seus</p><p>vestígios apareçam somente como manchas tênues ou estrias. A</p><p>superfície deve apresentar, então, aspecto correspondente às gravuras</p><p>com designação Sa 2 1/2. Os padrões de limpeza são: ASa 2 ½, BSa 2 ½,</p><p>CSa 2 ½ e DSa 2 ½;</p><p>Grau Sa 3 - jateamento abrasivo ao metal branco: a superfície, quando vista a olho</p><p>nu, deve estar isenta de óleo, graxa, sujidades, carepa de laminação,</p><p>ferrugem e material estranho. A superfície deve apresentar, então,</p><p>coloração metálica uniforme, correspondente, em aparência, às gravuras</p><p>com designação Sa 3. Os padrões de limpeza são: ASa 3, BSa 3, CSa 3 e</p><p>DSa 3.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>6</p><p>PÚBLICA</p><p>NOTA Dependendo da cor do abrasivo, é comum a superfície apresentar, para um mesmo grau de</p><p>limpeza visual, uma coloração mais clara ou mais escura, em relação à dos padrões visuais da norma</p><p>ISO 8501-1.</p><p>3.6.4</p><p>graus de preparação de superfície por meio de jateamento abrasivo úmido</p><p>conforme a NACE WAB-1/SSPC-SP 5 (WAB), NACE WAB-2/SSPC-SP 10 (WAB), NACE WAB-</p><p>3/SSPC-SP 6 (WAB) e NACE WAB-4/SSPC-SP 7 (WAB) e NACE VIS 9/SSPC-VIS 5</p><p>NOTA 1 No Guia NACE VIS 9/SSPC-VIS 5 são apresentadas, para fins ilustrativos, orientativos e</p><p>como suplemento às definições descritas nesta norma, fotografias referentes aos graus de</p><p>limpeza NACE WAB-2/SSPC-SP 10 (WAB) e NACE WAB-3/SSPC-SP 6 (WAB),</p><p>considerando-se os graus de intemperismo C e D das superfícies de aço carbono. Também</p><p>são apresentados, para a mesma finalidade, fotografias correspondentes aos graus de flash</p><p>rust leve (L), moderado (M) e severo (H) para os dois graus de limpeza mencionados.</p><p>NOTA 2 Os graus de limpeza visual WAB-6 e WAB-10, previstos no Guia NACE VIS 9/SSPC-VIS 5,</p><p>estão relacionados às normas NACE WAB-3/SSPC-SP 6 (WAB) e NACE WAB-2/ SSPC-SP</p><p>10 (WAB), respectivamente.</p><p>NOTA 3 É importante ressaltar que as definições descritas nesta norma são o fator decisivo na</p><p>avaliação correta dos dois graus de limpeza de superfície. As fotografias apresentadas no</p><p>Guia, se usadas em conjunto com as definições correspondentes, constituem-se numa</p><p>“ferramenta” auxiliar importante no processo de avaliação.</p><p>NACE WAB-1 - jateamento abrasivo úmido ao metal branco: A superfície, quando vista a olho nu,</p><p>deve estar livre de toda contaminação visível, tais como óleo, graxa, poeira, sujeira,</p><p>carepa de laminação, ferrugem, pintura ou revestimento, produtos de corrosão e</p><p>outras matérias estranhas.</p><p>NACE WAB-2 - jateamento abrasivo úmido ao metal quase branco: A superfície, quando vista a</p><p>olho nu, deve estar livre de toda contaminação visível, tais como óleo, graxa, poeira,</p><p>sujeira, carepa de laminação, ferrugem, pintura ou revestimento, produtos de</p><p>corrosão e outras matérias estranhas. Áreas aleatórias com “manchamento” devem</p><p>ser limitadas, no máximo, a 5% de cada unidade de área da superfície,</p><p>(aproximadamente 5 800 mm2 [9,0 inchl2], ou seja, um quadrado de 76 mm x 76 mm</p><p>[3,0 inch x 3,0 inch), e podem consistir de sombras leves, listras leves ou pequenas</p><p>descolorações causadas por manchas de ferrugem, manchas de carepa de</p><p>laminação ou manchas de pintura ou revestimento previamente aplicado (Ver NOTA</p><p>2).</p><p>NACE WAB-3 - jateamento abrasivo úmido ao grau comercial: A superfície, quando vista a olho</p><p>nu, deve estar livre de toda contaminação visível, tais como óleo, graxa, poeira,</p><p>sujeira, carepa de laminação, ferrugem, pintura ou revestimento, produtos de</p><p>corrosão e outras matérias</p><p>estranhas. Áreas aleatórias com “manchamento” devem</p><p>ser limitadas, no máximo, a 33% de cada unidade de área da superfície,</p><p>(aproximadamente 5.800 mm2 [9,0 inchl2], ou seja, um quadrado de 76 mm x 76 mm</p><p>[3,0 inch x 3,0 inch), e podem consistir de sombras leves, listras leves ou pequenas</p><p>descolorações causadas por manchas de ferrugem, manchas de pintura ou de outro</p><p>revestimento previamente existente (Ver NOTA 2).</p><p>NACE WAB-4 - jateamento abrasivo úmido ao grau “brush-off”: A superfície, quando vista a olho</p><p>nu, deve estar isenta de contaminantes visíveis, tais como óleo, graxa, sujeira, poeira,</p><p>carepa de laminação solta (fraca aderência), ferrugem e pintura ou revestimento com</p><p>fraca aderência. Carepa de laminação, ferrugem e pintura que estiverem firmemente</p><p>aderidos ao substrato podem permanecer na superfície.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>7</p><p>PÚBLICA</p><p>3.6.5</p><p>graus de preparação de superfície por meio de hidrojateamento</p><p>conforme a NACE WJ-1/SSPC-SP WJ 1, NACE WJ-2/SSPC-SP WJ 2, NACE WJ-3/SSPC-SP WJ 3,</p><p>NACE WJ-4/SSPC-SP WJ 4 e NACE VIS 7/SSPC VIS 4</p><p>WJ-1: A superfície metálica, quando vista a olho nu, deve apresentar acabamento fosco e totalmente</p><p>isenta de óleo, graxa, sujeira, pó, ferrugem e outros produtos de corrosão, pintura e outros</p><p>revestimentos previamente existentes e materiais estranhos (Ver NOTAS 4 a 6).</p><p>WJ-2: A superfície metálica, quando vista a olho nu, deve apresentar acabamento fosco e totalmente</p><p>isenta de óleo, graxa, sujeira, pó, ferrugem e outros produtos de corrosão. São aceitas áreas</p><p>com manchas de oxidação e de outros produtos de corrosão, dispersas aleatoriamente, de</p><p>revestimentos previamente existentes e de materiais estranhos firmemente aderidos à</p><p>superfície metálica, desde que a área nestas condições não seja superior a 5 % de cada</p><p>unidade de área da superfície (5.800 mm2 [9,0 inchl2], ou seja, um quadrado de 76 mm x 76</p><p>mm [3,0 inch x 3,0 inch] (Ver NOTAS 4 a 6).</p><p>WJ-3: A superfície metálica, quando vista a olho nu, deve apresentar acabamento fosco e isenta de</p><p>óleo, graxa, sujeira, pó, ferrugem e outros produtos de corrosão. São aceitas áreas com</p><p>manchas de oxidação e de outros produtos de corrosão e de revestimentos previamente</p><p>existentes e materiais estranhos firmemente aderidos ao substrato metálico, desde que a área</p><p>nestas condições não seja superior a 33 % de cada unidade de área da superfície (5.800 mm2</p><p>[9,0 inchl2], ou seja, um quadrado de 76 mm x 76 mm [3,0 inchl x 3,0 inchl] (Ver NOTAS 4 a 6).</p><p>WJ-4: A superfície metálica, quando vista a olho nu, deve apresentar-se isenta de óleo, graxa e de</p><p>materiais “soltos” ou com fraca aderência ao substrato metálico (ver NOTA, item 4.3), tais</p><p>como: pó, sujidades, ferrugem e outros produtos de corrosão e pintura e revestimentos</p><p>previamente existentes. Todos os materiais remanescentes devem estar firmemente aderidos</p><p>ao substrato (Ver NOTAS 4 a 6).</p><p>NOTA 4 No Guia NACE VIS 7 /SSPC VIS 4 são apresentadas, para fins ilustrativos, orientativos e</p><p>como suplemento às definições descritas nesta norma, fotografias referentes aos graus de</p><p>limpeza WJ-1, WJ-2, WJ-3 e WJ-4 considerando-se os graus de intemperismo C e D das</p><p>superfícies de aço carbono sem pintura. Também são apresentados, com a mesma</p><p>finalidade, fotografias correspondentes aos graus de flash rust leve (L), moderado (M) e</p><p>severo (H) para os diferentes graus de limpeza mencionados, considerando-se as</p><p>condições iniciais das superfícies.</p><p>NOTA 5 É importante ressaltar que as definições descritas nesta norma são o fator decisivo na</p><p>avaliação correta do grau de limpeza da superfície. As fotografias apresentadas no Guia, se</p><p>usadas em conjunto com as definições correspondentes, constituem-se numa “ferramenta”</p><p>auxiliar importante no processo de avaliação.</p><p>NOTA 6 O hidrojateamento a ultra alta pressão não apresenta a mesma coloração do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido. A coloração metálica fosca do aço limpo após o hidrojateamento</p><p>se torna ligeiramente amarelada. Em superfícies de aço antigas que possuam áreas com e</p><p>sem tintas, a coloração do acabamento fosco pode variar mesmo que todo material</p><p>superficial tenha sido removido.</p><p>3.7</p><p>“flash rust”</p><p>oxidação superficial que ocorre após o jateamento abrasivo úmido ou hidrojateamento e, dependendo</p><p>do tempo de exposição, pode ser classificada como leve (L), moderada (M) ou severa (H), de acordo</p><p>com os padrões fotográficos das normas NACE VIS 9/SSPC-VIS 5 e NACE VIS 7/SSPC-VIS 4,</p><p>respectivamente</p><p>3.7.1</p><p>“flash rust” leve (L)</p><p>A superfície de aço, quando vista a olho nu, apresenta-se com uma finíssima camada de oxidação,</p><p>com coloração amarelada ou levemente alaranjada. Neste grau de “flash rust”, a condição inicial da</p><p>superfície é facilmente visualizável. A oxidação pode se apresentar distribuída de forma uniforme ou</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>10</p><p>através de manchas localizadas. Em ambos os casos, a oxidação possui boa aderência ao substrato</p><p>e é de difícil remoção por meio de pano, quando este é esfregado levemente sobre a superfície. É</p><p>recomendável o uso de panos de algodão, de cor branca</p><p>3.7.2</p><p>“flash rust” moderado (M)</p><p>A superfície de aço, quando vista a olho nu, apresenta-se com uma fina camada de oxidação, com</p><p>coloração que pode variar desde amarelada até alaranjada. Neste grau de “flash rust”, a camada de</p><p>oxidação obscurece a condição inicial da superfície. A oxidação pode se apresentar distribuída de</p><p>forma uniforme ou através de manchas localizadas. Em ambos os casos, a oxidação possui razoável</p><p>aderência ao substrato, causando ligeiras manchas de oxidação em um pano quando este é</p><p>esfregado levemente sobre a superfície. É recomendável o uso de panos de algodão, de cor branca.</p><p>3.7.3</p><p>“flash rust” severo (H)</p><p>A superfície de aço, quando vista a olho nu, apresenta-se com uma camada de oxidação intensa,</p><p>com coloração que pode variar desde alaranjada até marrom. Neste grau de “flash rust”, a camada de</p><p>oxidação esconde completamente a condição inicial da superfície. A oxidação pode se apresentar</p><p>distribuída de forma uniforme ou através de manchas localizadas. Além disso, possui fraca aderência</p><p>e coesão deixando marcas significativas em um pano, quando este é esfregado levemente sobre a</p><p>superfície. É recomendável o uso de panos de algodão, de cor branca.</p><p>4 Condições Gerais</p><p>4.1 Conforme Portarias do Ministério do Trabalho no 99 e NR-15, o processo de trabalho que utilize</p><p>areia seca ou úmida está proibido em todo o território brasileiro. Em contratos de obras, realizados</p><p>fora do Brasil, deve ser atendida a legislação vigente do país no qual a obra está sendo executada.</p><p>4.2 Nos casos onde a aplicação da pintura não for realizada imediatamente após o tratamento de</p><p>superfície e limpeza, deve-se utilizar inibidor de corrosão do tipo flash rust após os processos de</p><p>jateamento abrasivo seco, jateamento abrasivo úmido e/ou hidrojateamento (com ou sem abrasivo).</p><p>4.2.1 Antes da aplicação do inibidor a superfície deve estar livre de contaminantes tais como sais</p><p>solúveis, oleosidade e partículas soltas.</p><p>4.2.2 Características do inibidor de flash rust a ser utilizado:</p><p>a) Deve ser produto químico líquido, alcalino, solúvel em água e capaz de impedir a</p><p>formação de corrosão do tipo flash rust, em aço carbono exposto, por pelo menos 24</p><p>horas ambiente CX (ISO 12944-2).</p><p>b) Deve ser aplicável em superfícies com temperatura entre 15 e 50 ºC.</p><p>c) Não deve requisitar enxágue após aplicação.</p><p>d) Deve possuir pH da solução diluída com água doce (potável) entre 8 e 10, na faixa de</p><p>diluição do produto recomendada pelo fabricante;</p><p>e) Deve ser compatível com esquemas de pintura para proteção contra corrosão</p><p>atmosférica, sem que haja a necessidade de enxágue para a remoção de resíduos do</p><p>inibidor previamente à aplicação do esquema de pintura.</p><p>4.3 Os procedimentos de execução do jateamento abrasivo seco ou úmido e do hidrojateamento</p><p>devem conter pelo</p><p>menos as seguintes informações:</p><p>a) grau de preparação da superfície de aço;</p><p>b) indicação dos produtos químicos e materiais utilizados na execução da limpeza prévia</p><p>segundo a ABNT NBR 15158;</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>9</p><p>PÚBLICA</p><p>c) tipo de equipamento a ser utilizado no preparo da superfície, incluindo citação dos filtros</p><p>separadores e bicos;</p><p>d) tipo e granulometria do material abrasivo novo, em função dos perfis de rugosidade a</p><p>serem obtidos;</p><p>e) qualidade da água a ser usada (pH, condutividade elétrica, contaminantes, entre outros);</p><p>f) quando utilizados inibidores de flash rust deve-se informar o tipo e a faixa de diluição</p><p>permitida conforme ficha técnica do produto, bem como as demais informações</p><p>relevantes tais como: método de aplicação (jato à baixa pressão, aspersão ou diluído na</p><p>água utilizada no tratamento úmido), características originais do produto e após diluição</p><p>para aplicação, entre outros.</p><p>g) métodos para avaliação da condutividade referentes aos contaminantes iônicos</p><p>presentes no abrasivo novo e reutilizado, conforme a ASTM D4940, e critérios de</p><p>aceitação conforme Tabela 1.</p><p>h) procedimentos de limpeza final após o preparo da superfície, antes da aplicação dos</p><p>sistemas de pintura;</p><p>i) determinação do teor de sais sobre a superfície jateada ou hidrojateada, antes do início</p><p>da pintura, conforme estabelecido na ABNT NBR 16761,</p><p>NOTA Outros métodos de determinação do teor de sais podem ser utilizados, desde que acordados</p><p>previamente entre as partes.</p><p>k) descrição dos equipamentos de segurança a serem utilizados nos processos, bem como</p><p>os equipamentos de proteção individual (EPIs) e equipamentos de proteção coletiva</p><p>(EPCs) para os serviços de jateamento seco ou úmido e hidrojateamento.</p><p>4.4 As etapas a serem seguidas na execução da preparação da superfície estão descritas de 4.4.1 a</p><p>4.4.5:</p><p>4.4.1 Remover terra, salpicos de cimento, limo e qualquer outro contaminante (salvo graxa, óleo e</p><p>sais ) mediante ação de escovas de fibra ou arame, pela raspagem, por hidrojateamento, ou pela</p><p>aplicação de soluções de limpeza alcalinas, com posterior enxágue com água doce, ou pelo emprego</p><p>de uma combinação desses métodos.</p><p>NOTA Quando existir a presença de corrosão em placas é conveniente removê-la com o emprego</p><p>de ferramentas manuais ou mecânicas conforme a ABNT NBR 15239. O objetivo desta</p><p>remoção prévia é facilitar a ação solvente em contaminantes tais como sais, óleos e graxas</p><p>escondidos pelas placas. [Prática Recomendada]</p><p>4.4.2 Remover óleo, graxa, sais e outros contaminantes em conformidade com os métodos</p><p>estabelecidos na ABNT NBR 15158.</p><p>4.4.3 No caso de imperfeições superficiais devem ser adotados os padrões de acabamento P3 da</p><p>ISO 8501-3.</p><p>4.4.4 A remoção da carepa de laminação, corrosão, pintura antiga e contaminantes, deve ser</p><p>realizada de acordo com o grau de preparação especificado no esquema de pintura (ver 3.5.3 a 3.5.5)</p><p>por um dos seguintes processos:</p><p>a) jateamento seco ou úmido com abrasivos adequados para a execução do preparo da</p><p>superfície, com granulometria que confira à superfície o perfil de rugosidade indicado na</p><p>Tabela 2 ou no procedimento de pintura;</p><p>b) hidrojateamento à ultra alta pressão (apenas para o caso da superfície já ter sofrido</p><p>algum tipo de jateamento abrasivo seco ou úmido);</p><p>c) hidrojateamento à ultra alta pressão com abrasivos:</p><p>— os abrasivos devem apresentar granulometria adequada de modo a conferir à</p><p>superfície o perfil de rugosidade indicado na Tabela 2 ou no procedimento de pintura.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>10</p><p>PÚBLICA</p><p>4.4.4.1 Após o jateamento abrasivo seco, a superfície deve ser limpa imediatamente com ar</p><p>comprimido limpo e seco, aspirador ou escova limpa.</p><p>4.4.4.2 No caso de hidrojateamento ou jateamento abrasivo úmido, a superfície deve ser</p><p>rigorosamente limpa por meio de jato de água doce, de forma a remover, antes do início da pintura, o</p><p>abrasivo, sais solúveis, e outros resíduos presentes na superfície.</p><p>4.4.4.3 No caso do hidrojateamento ou jateamento abrasivo úmido, a superfície pode apresentar-se</p><p>seca, com umidade residual ou molhada, em todos os casos podendo apresentar oxidação superficial</p><p>[“flash rust” leve (L)].</p><p>4.4.5 Antes da aplicação da primeira demão de tinta, a superfície a ser pintada deve ser examinada</p><p>quanto à presença de traços de óleo, graxa, sujeira e sais, que devem ser removidos de acordo com</p><p>as exigências da ABNT NBR 15158.</p><p>4.5 O ar comprimido utilizado nos processos de jateamento abrasivo seco ou úmido, quando avaliado</p><p>de acordo com a norma ASTM D4285, deve ser isento de isento de água e de óleo. O compressor de</p><p>ar e as linhas de ar comprimido devem ser providas de filtros e separadores de água e óleo, ou</p><p>prover aquecimento e resfriamento do ar para a retirada de água e óleo. A avaliação deve ser feita,</p><p>no mínimo, uma vez a cada turno de trabalho.</p><p>4.6 Os trabalhos de preparação de superfície por meio de jateamento abrasivo seco ou úmido e</p><p>hidrojateamento devem ser feitos de modo a não causar danos às etapas do trabalho já executadas.</p><p>O reinício dos serviços de preparo de superfície só deve ser feito quando a tinta aplicada nas áreas</p><p>adjacentes estiver no estágio mínimo de secagem no qual não haja possibilidade de impregnação de</p><p>abrasivos ou outras partículas sólidas.</p><p>4.7 Não devem ser iniciados trabalhos de jateamento abrasivo seco quando houver expectativa de</p><p>chuva, nevoeiro ou bruma ou quando as superfícies não estiverem a uma temperatura pelo menos</p><p>3 °C acima do ponto de orvalho, ou quando a umidade relativa do ar for superior a 85 %.</p><p>4.8 No jateamento abrasivo seco, a aplicação da tinta de fundo deve ser feita no menor prazo de</p><p>tempo possível e enquanto a superfície jateada estiver atendendo ao padrão especificado. Com o</p><p>passar do tempo, a superfície tende a oxidar, podendo haver a necessidade de novo jateamento,</p><p>dependendo do padrão especificado, para o grau de preparação de superfície.</p><p>4.9 No hidrojateamento e no jateamento abrasivo úmido, a aplicação da tinta de fundo deve ser feita</p><p>considerando-se o estado de oxidação da superfície antes da pintura. Quanto ao flash rust, admite-se</p><p>que a aplicação da tinta de fundo possa ser feita somente sobre o grau leve (L). O intervalo de tempo</p><p>decorrido entre a lavagem da superfície com água doce e a aplicação da tinta de fundo, deve ser o</p><p>menor possível, visando diminuir, em ambientes agressivos (marinho e industrial marinho), a</p><p>concentração de cloretos e outras substâncias indesejáveis na superfície e, também, a intensidade da</p><p>oxidação superficial (“flash rust”). Caso ocorra oxidação superficial (“flash rust”) moderada ou severa,</p><p>a superfície deve receber um tratamento análogo ao inicial, antes de receber a tinta de fundo. No</p><p>caso de hidrojateamento, a pressão deve ser suficiente para que a superfície atinja o grau de limpeza</p><p>especificado</p><p>5 Inspeção e Critérios de Aceitação</p><p>As inspeções devem ser realizadas conforme as Tabelas 1 e 2, seguindo os critérios de aceitação</p><p>nelas estabelecidos.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>11</p><p>PÚBLICA</p><p>Tabela 1 - Antes do Jateamento Abrasivo Seco ou Úmido e Hidrojateamento</p><p>Inspeção a realizar Método Quando Critérios de aceitação</p><p>Imperfeições</p><p>superficiais</p><p>ISO 8501-3</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido e</p><p>hidrojateamento</p><p>P3</p><p>Limpeza da superfície ABNT NBR 15185</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido e</p><p>hidrojateamento</p><p>Superfície isenta de óleo,</p><p>graxa, gordura, sais ou outros</p><p>contaminantes, em toda a área</p><p>a ser tratada</p><p>Grau de intemperismo</p><p>da superfície sem</p><p>pintura</p><p>ISO 8501-1</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido e</p><p>hidrojateamento</p><p>Não aplicável. Porém, deve-se</p><p>registrar a condição inicial da</p><p>superfície em relatório de</p><p>inspeção de pintura.</p><p>Grau de intemperismo</p><p>da superfície pintada</p><p>Item 3.5.2</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido e</p><p>hidrojateamento</p><p>Não aplicável. Porém, deve-se</p><p>registrar a condição inicial da</p><p>superfície em relatório de</p><p>inspeção</p><p>de pintura</p><p>Granulometria do</p><p>abrasivo novo</p><p>ABNT NBR 16267</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido ou</p><p>hidrojateamento com</p><p>abrasivo</p><p>A granalha nova deve atender</p><p>ao especificado para os tipos</p><p>de abrasivos descritos na</p><p>ABNT NBR 16267. Caso o</p><p>abrasivo fornecido não esteja</p><p>especificado na</p><p>ABNT NBR 16267, este deve</p><p>estar em conformidade com às</p><p>características técnicas do</p><p>produto fornecido,</p><p>estabelecidas no boletim</p><p>técnico, ou com àquelas</p><p>acordadas entre as partes por</p><p>ocasião do processo de</p><p>compra.</p><p>Granulometria do</p><p>abrasivo reutilizado</p><p>Vide nota 1</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido ou</p><p>hidrojateamento com</p><p>abrasivo</p><p>Vide nota 1</p><p>Impurezas no abrasivo</p><p>novo ou reutilizado</p><p>Observação</p><p>visual</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido ou</p><p>hidrojateamento com</p><p>abrasivo</p><p>Deve estar Isento de</p><p>impurezas</p><p>Contaminação Iônica</p><p>no Abrasivo novo ou</p><p>reutilizado</p><p>ASTM D4940</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido</p><p>Condutividade elétrica máxima:</p><p>1000 µmho/cm</p><p>Nota: 1 µmho/cm = 1 µS/cm</p><p>Análise de óleo em</p><p>abrasivos reutilizados</p><p>ASTM D7393</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco ou úmido ou</p><p>hidrojateamento com</p><p>abrasivo</p><p>Deve estar isento de óleo</p><p>Oxidação no abrasivo</p><p>novo ou reutilizado</p><p>(granalha de aço)</p><p>Observação</p><p>visual</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco</p><p>Deve estar isento de oxidação.</p><p>Qualidade da água -</p><p>Antes do hidrojateamento e</p><p>do jateamento abrasivo</p><p>úmido</p><p>Limpa, doce, isenta de</p><p>contaminantes, pH variando de</p><p>6,0 a 9,5 e condutividade</p><p>máxima de 100 µS/cm (vide</p><p>nota 2)</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>12</p><p>PÚBLICA</p><p>Inspeção a realizar Método Quando Critérios de aceitação</p><p>Condições ambientais e</p><p>determinação do ponto</p><p>de orvalho</p><p>-</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo seco</p><p>- Umidade Relativa do Ar</p><p>(URA): inferior a 85 %;</p><p>- Temperatura da superfície:</p><p>pelo menos 3 °C acima da</p><p>temperatura de ponto de</p><p>orvalho.</p><p>Condições do ar</p><p>comprimido</p><p>ASTM D4285</p><p>Antes do jateamento</p><p>abrasivo</p><p>Isento de óleo e/ou água.</p><p>Nota 1 No caso de abrasivos reutilizados, a distribuição granulométrica deve permitir a obtenção do perfil</p><p>de rugosidade especificado. Abrasivo novo deve ser adicionado à mistura em uso, sempre que</p><p>necessário, para atender à faixa de perfil de rugosidade especificada.</p><p>Nota 2 Caso a condutividade elétrica da água esteja superior a 100 µS/cm, esta água poderá ser utilizada</p><p>desde que a medição de sais solúveis em água na superfície esteja dentro do critério de aceitação</p><p>estabelecido.</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>13</p><p>Tabela 2 - Após o Jateamento Abrasivo Seco ou Úmido ou Hidrojateamento</p><p>Inspeção a realizar Método Quando Critérios de aceitação</p><p>Limpeza da superfície</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo úmido ou</p><p>hidrojateamento</p><p>Superfície isenta de</p><p>“flash rust” ou no</p><p>máximo grau leve</p><p>(L)</p><p>Superfície isenta de</p><p>óleo, graxa, gordura,</p><p>tintas ou outros</p><p>contaminantes em toda</p><p>a área a ser tratada</p><p>Avaliação do nível</p><p>de oxidação superficial</p><p>(“flash rust”)</p><p>Conforme definições do</p><p>item 3.6</p><p>NACE VIS 7/SSPC-VIS 4</p><p>NACE VIS 9/SSPC-VIS 5</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo úmido ou</p><p>hidrojateamento</p><p>Superfície isenta de</p><p>“flash rust” ou no</p><p>máximo grau leve (L)</p><p>Grau de preparação</p><p>da superfície</p><p>ISO 8501-1</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo seco</p><p>O grau de limpeza deve</p><p>atender aos requisitos</p><p>estabelecidos nas</p><p>normas PETROBRAS</p><p>descritas no item 1.1 da</p><p>PETROBRAS N-13 ou à</p><p>Especificação Técnica</p><p>do sistema de pintura</p><p>aprovado pela</p><p>PETROBRAS.</p><p>NACE WAB-1/SSPC-</p><p>SP 5 (WAB)</p><p>NACE WAB-2/</p><p>SSPC-SP 10 (WAB)</p><p>NACE WAB-3/</p><p>SSPC-SP 6 (WAB)</p><p>NACE WAB-4/</p><p>SSPC-SP 7 (WAB)</p><p>NACE VIS 9/SSPC-VIS 5</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo úmido</p><p>NACE WJ-1/</p><p>SSPC-SP WJ 1</p><p>NACE WJ-2/</p><p>SSPC-SP WJ2</p><p>NACE WJ-3/</p><p>SSPC-SP WJ3</p><p>NACE WJ-4/</p><p>SSPC-SP WJ 4</p><p>NACE VIS 7/SSPC VIS 4</p><p>Após o</p><p>hidrojateamento</p><p>Perfil de rugosidade Ver Nota 1</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo seco ou</p><p>úmido ou</p><p>hidrojateamento</p><p>com abrasivo</p><p>(Ver Nota 2)</p><p>Ver Nota 3</p><p>Contaminação por pó (vide</p><p>nota 4)</p><p>ISO 8502-3</p><p>Após o jateamento</p><p>abrasivo seco ou</p><p>úmido</p><p>Máximo: o padrão da</p><p>Classe 2 (distribuição e</p><p>tamanho da partícula)</p><p>da norma ISO 8502-3</p><p>Concentração de sais</p><p>solúveis em água</p><p>na superfície (vide nota 5)</p><p>ABNT NBR-16761</p><p>Imediatamente</p><p>antes da aplicação</p><p>da tinta de fundo.</p><p>(“primer”)</p><p>Valores máximos:</p><p>-2 µg/cm2: Para dutos</p><p>enterrados, dutos</p><p>submersos e áreas</p><p>internas de</p><p>equipamentos e</p><p>tubulações,</p><p>-5 µg/cm2: Para região</p><p>atmosférica.</p><p>PÚBLICA</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>2</p><p>14</p><p>6 Segurança / Coleta, Armazenamento e Descarte de Resíduos</p><p>Devem ser observadas as recomendações dos órgãos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS)</p><p>locais.</p><p>NOTA 1 Efetuar medição do perfil de rugosidade no primeiro m2 da área jateada ou no primeiro metro</p><p>linear (m), no caso de tubulações ou perfis; prosseguir com as medições para cada 30 m2 ou</p><p>30 m lineares, respectivamente. Utilizar o método “Replica Tape” segundo a ISO 8503-5 ou</p><p>medidor de perfil de rugosidade do tipo agulha segundo a ABNT NBR 15488 ou método “stylus”</p><p>segundo a ISO 8503-4 e, neste caso, considerando-se o parâmetro Rz DIN ou Ry5 e ter</p><p>natureza angular.</p><p>NOTA 2 Como alternativa ao jateamento abrasivo, o hidrojateamento à ultra alta pressão, com abrasivos,</p><p>pode ser utilizado para abrir perfil de ancoragem e/ou remover carepa de laminação aderente,</p><p>como nos casos de superfícies de aço carbono com graus de intemperismo A ou B da norma</p><p>ISO 8501-1.</p><p>NOTA 3 O perfil de rugosidade deve atender aos requisitos especificados nas Normas Petrobras</p><p>descritas no item 1.1 da PETROBRAS N-13 ou à Especificação Técnica aprovada pela</p><p>Petrobras.</p><p>NOTA 4 Efetuar o teste de “contaminação” por pó a cada 30 m2 de área a ser inspecionada, ou a cada</p><p>30 m lineares, no caso de tubulações ou perfis.</p><p>NOTA 5 Efetuar a medição do teor de sais solúveis em água conforme a seguir:</p><p>- Áreas imersas, enterradas ou submersas: 1(uma) medição à cada 20 m2, ou a cada 20 m</p><p>lineares no caso de tubulações ou perfis;</p><p>- Regiões atmosféricas próximas à orla marítima ou em instalações offshore: 1(uma) medição a</p><p>cada 25 m2, ou a cada 25 m lineares no caso de tubulações ou perfis;</p><p>- Regiões atmosféricas em instalações terrestres fora da orla marítima: 1(uma) medição à cada</p><p>50 m2; ou a cada 50 m lineares no caso de tubulações ou perfis.</p><p>PÚBLICA</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-9 REV. J 03 / 2022</p><p>IR 1/1</p><p>PÚBLICA</p><p>ÍNDICE DE REVISÕES</p><p>REV. A, B, C e D</p><p>Não existe índice de revisões.</p><p>REV. E</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Toda Revisada</p><p>REV. F</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Toda Revisada</p><p>REV. G</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Toda Revisada</p><p>REV. H</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>1.1</p><p>Inclusão no escopo da norma do processo de jateamento</p><p>abrasivo úmido</p><p>2</p><p>Inclusão das normas NACE WAB relativas aos padrões de</p><p>jateamento abrasivo úmido</p><p>3.2 Inclusão da definição de jateamento abrasivo úmido</p><p>3.5.4 Inclusão das definições dos padrões NACE WAB</p><p>Tabela 1 Revisão geral da tabela</p><p>Tabela 2 Revisão geral da tabela</p><p>Anexo A – Tabela A.1 Exclusão de tabela</p><p>REV. J</p><p>Partes Atingidas Descrição da Alteração</p><p>Todas Revisada</p><p>-PÚBLICA-</p><p>N-13 REV. M 03 / 2022</p><p>PROPRIEDADE DA PETROBRAS 26 páginas e Índice de Revisões</p><p>Requisitos Técnicos para</p><p>Serviços de Pintura</p><p>Procedimento</p><p>Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.</p><p>Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do</p><p>texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a</p><p>responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e</p><p>enumerações.</p><p>CONTEC</p><p>Comissão de Normalização</p><p>Técnica</p><p>Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que</p><p>deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma</p><p>eventual resolução de não segui-la (“não conformidade” com esta Norma) deve</p><p>ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela</p><p>Unidade da PETROBRAS</p>