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M1M_Meio Ambiente e Educacao

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Prévia do material em texto

Educação Ambiental 
DA ESCOLA PARA A COMUNIDADE
Meio Ambiente e Educação 
Um curso para Amazônia Paraense
FICHA TÉCNICA
GOVERNO DE ESTADO
Helder Zahluth Barbalho
Governador do Estado do Pará
Hanna Ghassan Tuma
Vice-governadora do Estado do Pará
Rossieli Soares da Silva
Secretário de Estado da Educação
Júlio César Meireles de Freitas
Secretário Adjunto de Educação Básica - SAEB
Patrick Tranjan
Secretário Adjunto de Planejamento e 
Finanças - SAPF
Tiago Lima e Silva
Secretário Adjunto de Gestão de Pessoas - SAGEP
Arnaldo Dopazzo
Secretário Adjunto de Infraestrutura - SAI
Belmiro Neto
Secretário Adjunto de Logística - SAL
DIRETORIAS E COORDENAÇÕES
Carla de Araújo Reis e Souza
Diretoria de Educação Infantil e Ensino Fundamental I
Elisângela de Castro dos Santos
Coordenadoria de Educação Infantil
Maura Ruth Costa Fonseca
Coordenadoria de Ensino Fundamental I
Regina Celli Santos Alves
Diretora do Ensino Fundamental II e Ensino Médio
Emilly Hanna Souza da Silva
Assessoria de Educação Ambiental
Mauro Márcio Tavares da Silva
Assessoria de Educação Ambiental
Higor Kyuzo da Silva Okada
Coordenadoria de Ensino Médio
Mari Elisa Santos de Almeida
Coordenadoria de Ensino Técnico e Profissional e 
Educação em Tempo Integral
Adriana de Jesus Silva Souza
Coordenadoria de Ensino Fundamental II
Ronaldo de Arruda Feio
Núcleo de Esporte e Lazer
Felipe Lisboa Linhares
Diretoria de Diversidade e Inclusão
Amilton Gonçalves Sá Barreto 
Coordenadoria de Educação Quilombola e 
Promoção da Igualdade Racial
Giovana do Socorro dos Santos Costa 
Coordenadoria de Fortalecimento da Gestão 
Democrática
Joana Carmem do Nascimento Machado 
Coordenadoria de Educação do Campo, das Águas e 
das Florestas
Veraneize dos Anjos Alves
Coordenadoria de Educação Escolar Indígena
Céli Denise Corrêa da Costa
Coordenadoria de Educação Especial
Ana Cláudia de Moraes Neves
Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos
Francisco Augusto Lima Paes
Diretoria de Formação
Dionísio José da Costa Sá
Coordenadoria de Formação dos Profissionais de Apoio
Leila Cristina da Conceição Santos
Coordenadoria de Formação do Magistério
Cláudia Regina Bezerra Ferreira
Diretoria de Gestão Escolar
Beatriz Morrone Novaes 
Gabriela Bonffim
Assessoria Estratégica do Gabinete da Secretaria de 
Estado de Educação
Milena Monteiro da Silva 
Raimundo Correa de Oliveira
Assessoria Estratégica do Gabinete da Secretária 
Adjunta de Educação Básica
EQUIPE FGV DGPE
Coordenação Geral
José Henrique Paim Fernandes
Romeu Weliton Caputo
Manuelita Falcão Brito
Juliana Abadia da Silva Rocha
Mirna França da Silva Araújo
Coordenação Pedagógica do 
Projeto
Mirna França da Silva Araújo
Jilmara Abadia da Silva 
Renata Marinho
Equipe Pedagógica do Projeto
Lívia Gonçalves de Oliveira 
Jacilene Ribeiro Lustoza
Equipe Gerencial do Projeto
Renilda Peres de Lima Renata
Kuniy Aguirre 
Kerolayne Ancelmo da Silva
Elzilane Silva Pereira
Equipe Operacional do Projeto
Samara Delgado de Resende 
Evelyn Ester
Rodrigues Galdêncio
Jeanne de Oliveira Sousa Rocha
João Pedro de Sousa
Projeto Gráfico e Diagramação
Paulo Alves
Bárbara Lopes
Revisão Textual
Pollyana dos Santos Silva Costa
REDATORES(AS)
Kelly Araújo Ferreira Krauzer
Meio Ambiente e Educação
Ciências da Natureza
Sandra Rodrigues Sampaio Campêlo
Linguagem
Fernanda Rodrigues Neves Reinholtz
Ciências Humanas
Sandra Rodrigues Sampaio Campêlo
Linguagem
Joana Kelly Souza Santos
Matemática
Elaine Cristina Rossi Pavani
Meio Ambiente e Educação
Fabiana Negreli Passos Moreira
Aprendizagem socioemocional
FICHA TÉCNICA
Políticas Públicas e Educação Ambiental
Sumário
Navegue pelas unidades
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
1.1
1.2
1.3
Histórico da Educação Ambiental
Educação Ambiental no Novo Milênio
Mobilização Paraense pela Educação Ambiental
Emergência Climática
2.1
2.2
2.3
Carbono
Novos modelos de desenvolvimento
Escolas como lugares seguros
Todo mundo faz parte da solução
3.1
3.2
3.3
Referências de boas práticas
Relação entre as mudanças climáticas e o desempenho escolar
Seminário de práticas locais
Apresentação do módulo
Este módulo aborda as principais temáticas 
referentes à Educação Ambiental formal e não 
formal voltadas para as questões da 
emergência climática global. 
O módulo discute os seguintes temas: a COP 
30, os valores e as atitudes que refletem a 
conscientização a respeito dos problemas 
ambientais e os desafios enfrentados nas 
escolas, no âmbito da Educação Ambiental e 
no processo de formação dos alunos. 
As professoras Elaine e Kelly irão nos 
acompanhar neste módulo.
Vídeo aula de abertura
Olá, queridos(as) cursistas!
O Meio Ambiente, o planeta Terra é a nossa casa, a nossa escola, o lugar que chamamos 
de “meu”. Então vamos planejar o nosso trabalho educacional pensando em ações para a 
promoção da aprendizagem e a formação dos sujeitos ecológicos. 
Nesta videoaula, vamos apresentar algumas temáticas como a COP 30, os valores e 
atitudes que refletem a sensibilização a respeito dos problemas ambientais e os desafios 
enfrentados nas escolas, no âmbito da Educação Ambiental e no processo de formação 
dos sujeitos ecológicos. 
Assista a videoaula aqui
https://www.youtube.com/watch?v=6rZcXbzdLJc
01 02 03
Na unidade 01, iremos 
conhecer o histórico da 
Educação Ambiental e 
compreender a evolução 
dos Objetivos do 
Desenvolvimento do 
Milênio (ODM) até os 
Objetivos de 
Desenvolvimento 
Sustentável (ODS). Bem 
como aprofundar os 
conhecimentos sobre as 
ações de mobilização na 
Amazônia Paraense em 
prol das causas 
ambientais.
Na unidade 02, nós 
vamos compreender 
como a emissão de 
carbono na atmosfera 
está diretamente 
relacionado com as 
mudanças climáticas. 
Vamos conhecer 
modelos de 
desenvolvimento 
sustentável e analisar as 
escolas como produtoras 
de Sujeitos Ecológicos.
Na unidade 03, vamos 
apresentar experiências 
exitosas em práticas 
ambientais em diferentes 
regiões brasileiras, 
relacionar as mudanças 
climáticas ao 
desempenho escolar e 
realizar um seminário de 
boas práticas paraenses 
na área da Educação 
Ambiental.
Unidade 1:
Políticas Públicas e 
Educação Ambiental
1
1.1 Histórico da Educação Ambiental
O mundo, como conhecemos hoje, não foi sempre assim, não é mesmo?
Você consegue se lembrar de 5 diferenças sociais, 
tecnológicas, demográficas, políticas e climáticas que 
aconteceram no planeta nos últimos séculos?
Pensa aí! É importante refletirmos sobre o ritmo em 
que essas mudanças e transformações vêm ocorrendo 
e como isso afeta a vida no planeta.
Nosso planeta naturalmente já passou por grandes mudanças climáticas?
Há muitas mudanças pela frente. E a humanidade influencia nesse contexto?
VOCÊ SABIA?
Desde que o ser humano adquiriu técnicas e tecnologias, utilizando-as em 
processos industriais para se beneficiar, de forma econômica e política, as 
mudanças no planeta vêm acontecendo bem rápido, e temos sentido as 
consequências desses processos na atualidade. Assista esse documentário para 
conhecer melhor as consequências das nossas ações!
SAIBA MAIS
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=7K4fVzLAVfM
Considerando o vídeo que assistimos, sobre os principais impactos das 
mudanças do clima no planeta, vamos pensar como os currículos escolares 
podem e precisam contribuir para a mudança desse cenário? 
VAMOS REFLETIR
O currículo escolar compreende as expectativas de aprendizagem para os 
estudantes a cada ano e em cada campo de experiências, área de 
conhecimento e componente curricular ao longo da sua trajetória na Educação 
Básica. O objetivo do currículo é coordenar e orientar as ações dos professores, 
de forma que, ao final da sua trajetória, os alunos tenham desenvolvido 
plenamente as competências e habilidades especificadas pela BNCC e pelo 
currículo, em uma progressão lógica de aprendizagens.
No estado do Pará, foi a Lei n.º 9.981/2023 que instituiu a Política de 
Educação Formal para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e Clima, 
vinculada à Secretaria de Estado de Educação (SEDUC). 
Documentoaprovado pelo Conselho Estadual de Educação do Pará 
nos termos da Resolução nº. 769 (20/12/2018), Edição revisada e 
publicada pela Secretaria de Estado de Educação do Pará em 2019.
 LEIA AQUI
O Documento Curricular Etapa Ensino Médio-Vol. II, 
do Estado do Pará/DCEPA. 
 LEIA TAMBÉM
 LEIA TAMBÉM
https://fep.if.usp.br/~profis/arquivo/docs_curriculares/PA/Para_Documento_Curricular_Ed_Infantil_Ensino_Fundamental_2019.pdf
https://www.seduc.pa.gov.br/site/public/upload/arquivo/probncc/ProBNCC_DCEPA-12072021_compressed-3b8b0.pdf
https://www.semas.pa.gov.br/legislacao/normas/view/322681
Podemos contar como a Educação Ambiental começou, lembrando um pouco 
do contexto histórico e geopolítico da época...Vamos lá? Vamos voltar no tempo 
um pouquinho... Lá na década de 1940, um período em que, na Europa e na 
América do Norte, ferviam alguns movimentos sociais decorrentes das 
consequências da Guerra Fria, da Segunda Guerra e do bombardeio de 
Hiroshima e Nagasaki, o movimento anti-guerra foi se fortalecendo 
politicamente, até que, em 1962, uma bióloga, chamada Rachel Carson, lançou 
o livro “Primavera Silenciosa” que se tornou o marco ambientalista no mundo.
SAIBA MAIS
“Refiro-me às pessoas que primeiro protestaram contra o imprudente e 
irresponsável envenenamento do mundo que os seres humanos compartilham 
com todas as outras criaturas, e que estão travando ainda agora milhares de 
pequenas batalhas que, no fim, trarão a vitória da lucidez e do bom senso em 
nossa acomodação ao mundo que nos cerca” Rachel Carson, 1962.
Assista ao vídeo que conta um 
pouquinho da história de Rachel Carson 
e do movimento ambientalista:
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=UTEqZEzb7Do
Agora, reflita sobre as cinco ideias-chave que o livro “Primavera Silenciosa” teve para o 
movimento ambientalista de 1962 e a sua aplicabilidade para o ano de 2024.
O seres humanos não têm controle sobre a natureza, são apenas uma de suas partes. 
A sobrevivência de uma parte depende da saúde de todos na teia da vida.1
A industrialização, em geral, e o setor químico, em particular, estão provocando sério 
e crescente impacto negativo sobre o ambiente.2
Os pesticidas e herbicidas não apenas causam danos ao ambiente, mas também 
prejudicam o corpo humano que é permeável e está constantemente exposto a toxinas.3
Os cidadãos não deveriam confiar cegamente em empresas nem em governos que 
trabalham visando seus próprios interesses, mas, sim, interpelar ambos, caso pareça 
que estão sendo mal dirigidos.
4
Deveríamos ser prudentes e não supor que substâncias fazem bem só porque são 
legais, lucrativas ou desenvolvidas para o progresso da ciência.5
Para saber mais sobre esse clássico da 
literatura, conheça o livro clicando aqui:
SAIBA MAIS
https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://biowit.files.wordpress.com/2010/11/primavera_silenciosa_-_rachel_carson_-_pt.pdf&ved=2ahUKEwjLlY_4nqmFAxUlp5UCHUJwAsIQFnoECCcQAQ&usg=AOvVaw38lktNXrUeZVyjVSN85dE5
No início, a Educação Ambiental não era uma 
Política dos governos, como temos atualmente 
em muitos lugares do mundo e no Brasil. Alguns 
professores já usavam o termo nas 
universidades europeias desde 1945, mas ele se 
tornou conhecido a partir de 1965, na 
Conferência da Educação que aconteceu na Grã 
Bretanha, na Universidade de Keele. Porém, foi 
ganhando força quando o Clube de Roma, em 
1968, que era um grupo de cientistas, se reuniu 
para discutir a crise ambiental.
Você já tinha ouvido falar do 
Clube de Roma?
Eles inauguraram uma era de eventos que reúne pessoas para discutir temas/ situações 
relacionadas às crises ambientais. Elaboraram um relatório intitulado “Limites do 
crescimento”, que apontava a necessidade de mudanças urgentes em relação à crise 
ambiental.
E os problemas ambientais acabaram com essa cúpula comunicando sobre a crise 
ambiental? 
Não quer dizer que os problemas ambientais acabaram, mas a importância dos eventos 
está na concentração de chefes de estado e suas delegações, que têm a oportunidade de 
refletir e discutir os principais problemas socioambientais, e, em alguns casos, gerar 
documentos de referências com metas a serem cumpridas, que são importantes para 
buscarmos a sustentabilidade. Vamos ver um pouco dessa história?
Educação Ambiental
1972
1987
1992
1999
2000
2002
2005
2012
2012
2015
2023
Linha do tempo da 
Educação Ambiental
DCNEA SEDUC
PAPNEA
Conferência de Estocolmo (Conferências das Nações Unidas sobre Meio 
Ambiente - onde ocorreram as primeiras discussões sobre desenvolvimento e 
ambiente). 
Criação do Programa Internacional de Educação Ambiental (PIEA), pela 
UNESCO, em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o meio 
ambiente, em Belgrado, na Iugoslávia.
Conferência Intergovernamental em Educação Ambiental, em Tbilisi, na 
Geórgia. Foram lançados os objetivos a serem alcançados pela Educação 
Ambiental e os princípios orientadores da EA o que remarca seu caráter 
interdisciplinar, crítico, ético e transformador.
1972
1975
1977
Congresso Internacional sobre Educação Ambiental e Formação Relativa ao 
Meio Ambiente, em Moscou, capital da Rússia. Avaliação do período desde 
Tbilissi e lançamento de novas metas para 10 anos.
Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, 
ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, Brasil. Desse evento saiu a Declaração do 
Rio sobre ambiente e desenvolvimento, a agenda 21 os princípios para 
administração sustentável das florestas, a Convenção da Biodiversidade e 
Convenção do Clima. Fórum das ONG’s.
1º Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental, realizado na cidade 
mexicana de Guadalajara.
1987
1992
1994
Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Sociedade: Educação e 
Conscientização Pública para a Sustentabilidade, Tessalônica, Grécia.
3ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças 
Climáticas, realizada em Kyoto, Japão. Assinatura de acordo entre países para 
diminuição dos gases de efeito estufa.
Programa Nacional de Educação Ambiental.
1997
1997
1999
PNEA
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs).
Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento/ 
Encontro da Terra, realizado em Johanesburgo, África do Sul, também 
denominado Rio+10, que teve a finalidade de avaliar as decisões tomadas na 
Conferência do Rio, em 1992.
O documento Plano Internacional de Implementação é resultado de
amplas consultas com as agências das Nações Unidas, governos nacionais, 
organizações da sociedade civil, ONGs e especialistas. A finalização desse 
documento de Implementação foi compartilhada com um Grupo de 
Consultores de Alto Nível que assessora a UNESCO na área de estratégia e 
conteúdo em relação à Década da Educação para o Desenvolvimento 
Sustentável das Nações Unidas.
2000
2002
2005
Leia mais sobre a Década da Educação para o 
Desenvolvimento Sustentável clicando aqui.
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000139937_por
Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, 
realizada no Brasil, também denominada Rio+20, que teve a finalidade de 
avaliar as decisões tomadas na Conferência do Rio+10.
A Coordenação Geral de Educação Ambiental do MEC, por meio da Resolução 
n° 02, de 15 de junho de 2012, estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais 
para a Educação Ambiental.
A Agenda 2030 da ONU é um plano global para atingirmos em 2030 um 
mundo melhor para todos os povos e nações. A Assembleia Geral das Nações 
Unidas, realizada em Nova York, em setembro de 2015, com a participação de 
193 estados membros, estabeleceu 17 objetivos de desenvolvimento 
sustentável.
2012
2012
2015
Conheça as Diretrizes Curriculares Nacionais 
para a Educação Ambiental por meio da 
leitura da Resolução nº 02, clicando aqui
DCNEA
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10988&Itemid=
Após conhecer todo o histórico de como a Educação Ambiental foi se 
constituindo como políticapública no Brasil e no mundo, vamos pensar 
nas ações planejadas pela Secretaria Estadual de Educação do Pará?
Você já conhece o Planejamento Estratégico SEDUC/PA para 2023-2026?
Missão: Reposicionar a educação paraense com foco na melhoria de 
aprendizagem do estudante de forma sustentável e com 
responsabilidade social.
Objetivos estratégicos: 
1) Garantir o acesso e a permanência na Educação Básica.
2) Potencializar a qualidade do ensino-aprendizagem em todas as etapas e 
modalidades.
3) Investir na valorização dos profissionais da educação.
4) Estruturar uma gestão eficiente e integrada da Secretaria de Educação 
e da Rede de Ensino.
5) Fomentar a Educação Ambiental e a sustentabilidade.
2023
SEDUC
PA
Conheça o Planejamento Estratégico da 
SEDUC/PA 2023-2026 completo, clicando aqui
https://drive.google.com/file/d/1E9Ke_UMgCNQeYtODojVv4RHEWpBvdJbB/view
Ouça o podcast sobre os projetos políticos 
pedagógicos como espaços de validação da 
política de Educação Ambiental. De que forma 
as ações socioambientais podem ser incluídas 
nos documentos norteadores escolares.
PODCAST
https://www.spreaker.com/episode/m1m-2-projetos-politicos-pedagogicos--60315138
https://www.spreaker.com/episode/m1m-2-projetos-politicos-pedagogicos--60315138
Assista ao vídeo que conta um pouquinho 
sobre o PPP (Projeto Político Pedagógico).
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=nskND_1KR1Y
Espaços de 
Educação 
Formal 
e Não Formal
A Educação Ambiental não formal refere-se a “ações e práticas educativas 
voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua 
organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente” (Lei n° 
9.795/1999, artigo 13). 
Os poderes públicos federal, estaduais e municipais também devem incentivar a 
difusão de campanhas educativas e informações relacionadas ao meio ambiente, à 
participação das empresas públicas e privadas, meios de comunicação, 
universidades, ONGs, escolas e sociedade na formulação, execução e 
desenvolvimento de programas e atividades vinculadas com a Educação Ambiental 
não formal. 
As empresas e organizações da sociedade civil podem desenvolver programas de 
Educação Ambiental em parceria com as instituições formais de ensino para o 
treinamento e desenvolvimento de Recursos Humanos e outros programas 
direcionados aos estudantes ou comunidades escolares.
Também são consideradas ações não formais de Educação Ambiental a divulgação 
de conteúdos que estimulem a sensibilização e a capacitação da sociedade para a 
importância das Unidades de Conservação, inclusive de suas populações tradicionais 
(indígenas, quilombolas, caboclos, ribeirinhos, pescadores). 
A sensibilização dos agricultores para as questões ambientais e as atividades de 
ecoturismo também estão relacionadas como atividades não formais de Educação 
Ambiental no ensino brasileiro.
Para entender um pouquinho mais sobre a 
educação formal e a educação não formal e 
seus desafios, te convido a ler o texto 
“Educação ambiental formal e não formal”. É 
curtinho e interessante! Clique aqui para ler.
LEIA TAMBÉM
https://comogabaritar.com.br/educacao-ambiental-formal-e-nao-formal/
Você tem a responsabilidade de conduzir seus 
alunos a refletirem sobre o caráter da dimensão 
ambiental dentro do contexto local, 
aproximando-o de modelos da realidade de sua 
localidade e das experiências que podem ser 
vivenciadas!! Inove suas aulas, deixe-as sempre 
com um gostinho de quero mais. Como você 
pode fazer isso em espaços formais e não 
formais de educação na sua cidade? Museus? 
Parques? Praças? Uma sombra de árvore no 
pátio da escola?
VAMOS REFLETIR
Este quadro é parte da pesquisa feita pela prof.ª Elaine durante 
seu mestrado sobre os tipos de educação utilizando os precursores da área.
01 Museu Paraense Emílio Goeldi
02 Museu de Arte Sacra do Pará
03 Museu do Forte do Presépio
04 Museu das Gemas no Pará
05 Centro Cultural João Fona
06 Museu Histórico do Estado do Pará
07 Museu de Geociências Itaituba
08 Museu Municipal Itaituba Aracy Paraguaçu
Conheça alguns Espaços de Educação não Formal para os quais 
vocês podem planejar a ida com os estudantes:
CLIQUE PARA MAIS INFORMAÇÕES COMO LOCALIZAÇÃO, 
AGENDAMENTO DE VISITAS E TOUR VIRTUAL POR ESTES MUSEUS
https://museus.pa.gov.br/
A Terra é a nossa casa e precisamos cuidar dela. A educação, seja ela a formal, não formal e a 
informal, é a forma pela qual construímos os conhecimentos e sensibilizamos as pessoas 
para cuidarem da nossa casa. 
VAMOS REFLETIR
Espaços naturais
01 Parque Estadual do Utinga
02 Mangal das Garças Clique nos espaços para saber mais
Ouça o podcast com a professora Elaine sobre os espaços de Educação Ambiental 
não formal para a práxis da Educação Ambiental. A construção do Sujeito Ecológico 
produzido pelo contato com o meio.
PODCAST
https://www.parquedoutinga.com.br/
https://www.mangaldasgarcas.com.br/
https://www.spreaker.com/episode/m1m-2-projetos-politicos-pedagogicos--60315138
https://www.spreaker.com/episode/m1m-2-projetos-politicos-pedagogicos--60315138
Assista ao vídeo que conta um pouquinho 
sobre Educação Ambiental em espaços não 
formais.
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=xzmlH0eg0G4
A “Carta da Terra” foi elaborada por visionários há mais de vinte anos. É um 
documento com dezesseis princípios que transformam a consciência em ação. 
Procura inspirar, em todas as pessoas, um novo sentido de interdependência global 
e uma responsabilidade compartilhada pelo bem estar de toda a família humana, 
da comunidade de vida e das gerações futuras. É uma visão de esperança e um 
chamado à ação. 
Por isso, utilizaremos trechos da carta ao logo deste módulo. No próximo tópico, 
apresentaremos um pouco da Educação Ambiental no Novo Milênio.
“Confrontamos um momento crítico na história da Terra, uma época em que a 
humanidade deve escolher o seu futuro. À medida em que o mundo se torna 
cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, simultaneamente, 
grandes perigos e grandes promessas.
Para prosseguir, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica 
diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma 
comunidade terrestre com um destino comum. 
Devemos combinar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada 
no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica 
e numa cultura de paz. 
Para atingir este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos a 
nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da 
vida e com as futuras gerações”.
Leia “A Carta da Terra”, completa, clicando aqui.
 LEIA TAMBÉM
Leia “A Carta da Terra para crianças”, completa, clicando aqui.
 LEIA TAMBÉM
https://antigo.mma.gov.br/o-ministerio/quem-e-quem/item/8071-carta-da-terra.html
https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/590850
1.2 Educação 
Ambiental no 
Novo Milênio
1.2 Educação Ambiental no Novo Milênio
Estamos sofrendo muito com o aumento das temperaturas e todas 
as suas consequências. Desde a Revolução Industrial, no século 
XVIII, a temperatura global já aumentou em 1,5º C. As mudanças 
climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de 
temperatura e clima, principalmente causadas por atividades 
humanas, especialmente a queima de combustíveis fósseis.
Em 2001, a ONU aprovou a Declaração do Milênio com oito 
compromissos (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM).
Em 2015, os 193 países que compõem a ONU adotaram uma nova 
agenda de desenvolvimento sustentável global: a Agenda, em 
2030, com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Histórico das Conferência das Partes (COP) que é o encontro da 
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.
Neste Novo Milênio, há uma série de encontros e ações sendo realizados para 
mudar essa situação. Vamos conversar sobre algumas delas?
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
Quando representantes de muitos países se unem em prol de causas essenciais, a 
civilizaçãose mobiliza para alcançá-las. As metas do milênio foram estabelecidas pela 
Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, com o apoio de 191 nações, e ficaram 
conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São eles:
Esses objetivos deveriam 
ser atingidos até 2015, com 
o propósito de “Não deixar 
ninguém para trás”.
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
ASSISTA ASSISTA
Não deixar ninguém para trás O que é a Agenda 2030?
https://www.youtube.com/watch?v=HLG6RIprRzU
https://youtu.be/j8L1CcanjT8?feature=shared
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O mês de setembro de 2015 marcou um momento significativo na busca por um mundo 
mais sustentável com o advento da Agenda 2030, que trouxe consigo os Objetivos do 
Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
ASSISTA
Podemos movimentar todos 
esses objetivos por meio da 
educação, porque a educação 
transforma as pessoas e as 
pessoas mudam o mundo. Veja 
esse vídeo comigo e descubra 
que juntos podemos mais!
https://www.youtube.com/watch?v=T5aGiv0bOQE
ASSISTA
Veja só o que as cinco cidades mais 
sustentáveis do mundo fizeram:
ASSISTA
Você sabe o que são cidades sustentáveis? 
Assista ao vídeo do IBGE para conferir:
https://www.youtube.com/watch?v=W4z9o3Ae5_A
https://www.youtube.com/watch?v=am2WOYu4iFc
Entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), tem-se o de 
assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento 
para todos. Contudo, em importantes estados da Amazônia Legal, a cobertura 
de coleta de esgoto é bem inferior à média nacional. Enquanto no Sudeste 
mais de 80% da população tem rede de esgoto, no Norte esse percentual é 
inferior a 15%. Como superar esse grande desafio na região da Amazônia?
VAMOS REFLETIR
Um movimento da ONU, que teve início no milênio 
passado, mas que vem atuando com muita força 
neste milênio, é a COP. Vocês sabem o que é?
A Conferência das Partes (COP) é o encontro da Convenção-Quadro das 
Nações Unidas sobre Mudança do Clima, realizado anualmente por 
representantes de vários países, com objetivo de debater as mudanças 
climáticas e encontrar soluções para os problemas ambientais que afetam o 
planeta e negociar acordos. A cada ano, é realizada a COP com o respectivo 
número do encontro. A COP1 ocorreu em Berlim, Alemanha, em 1995.
SAIBA MAIS LENDO O ARTIGO COMPLETO AQUI
NAVEGUE PELA TIMELINE DAS COPs E FIQUE POR
DENTRO DO QUE ACONTECEU EM CADA UMA
https://antigo.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris.html
https://antigo.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris.html
Conheça um pouco mais o histórico das COPs:
 
COP22 Marrakesh, Marrocos (2016)
COP23 Bonn, Alemanha (2017)
COP24 Katowice, Polônia (2018)
COP25 Madri, Espanha (2019)
COP26 Glasgow, Escócia (2021)
VOCÊ SABIA?
A COP-27 foi o evento mais importante e o maior já realizado sobre o tema das 
mudanças climáticas. A 27ª edição aconteceu entre os dias 6 e 18 de novembro 
de 2022, em Sharm El Sheikh, no Egito. Durante a COP-27, os participantes 
debateram sobre o cumprimento das regras estabelecidas no Acordo de Paris, o 
uso de fontes renováveis de energia e o avanço da descarbonização, entre 
outros temas sustentáveis.  
SAIBA MAIS
https://www.neoenergia.com/w/cop-27-o-maior-encontro-do-mundo-sobre-mudancas-climaticas#:~:text=A%20COP%2D27%20foi%20o,o%20tema%20das%20mudan%C3%A7as%20clim%C3%A1ticas
VOCÊ SABIA?
A COP28 aconteceu de 30 
de novembro a 13 de 
dezembro, em Dubai, nos 
Emirados Árabes Unidos.  
SAIBA MAIS
A próxima conferência da ONU 
sobre mudanças climáticas, a 
COP29, será em Baku, no 
Azerbaijão, neste ano de 2024.
SAIBA MAIS
O Brasil foi formalmente confirmado como 
sede da COP 30, a 30ª Conferência das Partes 
da Convenção-Quadro das Nações Unidas 
sobre Mudança do Clima, que será realizada 
em Belém, entre 10 e 21 de novembro de 2025.
SAIBA MAIS
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2023/11/qual-e-a-origem-da-cop-uma-das-conferencias-mais-importantes-sobre-mudancas-climaticas#:~:text=A%20COP%20
https://climainfo.org.br/2023/12/10/deja-vu-cop29-acontecera-no-azerbaijao-berco-da-industria-moderna-dos-combustiveis-fosseis/
https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2023/12/11/onu-oficializa-belem-no-para-como-sede-da-cop30-e-baku-no-azerbaijao-para-receber-cop29.ghtml
ASSISTA
Sem dúvida, o maior evento climático do mundo, neste 
milênio, será realizado em Belém (PA), em 2025.
https://www.youtube.com/watch?v=jZv-03NtY5o
1.3 Mobilização 
Paraense pela 
Educação 
Ambiental
Neste tópico, vamos ver como a Educação 
Ambiental é vista na BNCC e nas Diretrizes 
Curriculares do Território Paraense. Vamos 
conhecer a Lei n° 9.981 (06/07/2023), que institui a 
Política de Educação Formal para o Meio Ambiente, 
Sustentabilidade e Clima, vinculada à Secretaria de 
Estado de Educação (SEDUC) e os eixos prioritários 
dessa secretaria como o “Reflorestando Mentes: 
Educação para Sustentabilidade”.
1.3 Mobilização Paraense pela 
Educação Ambiental
A Educação Ambiental, desde a década de 1990, foi tratada como um tema 
transversal até a sua pioneira transformação em Componente Curricular no 
estado do Pará (2024). Confira, no quadro a seguir, esse percurso histórico. 
VOCÊ SABIA?
Documento Parâmetros Curriculares 
Nacionais
Diretrizes Curriculares Nacionais Base Nacional Comum Curricular
Publicação 1997 2013 2017/2018
Denominação Temas Transversais Eixos Temáticos / Norteadores Temas Contemporâneos (Transversais e Integradores)
Quantos são? 6 (seis) Indeterminado (Organizados em 
temas gerais)
15 (quinze)
Caráter normativo Recomendações para a Educação 
Básica. Assuntos que deveriam 
atravessar as mais diversas 
disciplinas.
Recomendação de que eixos 
temáticos propiciem o trabalho 
em equipe, além de contribuir 
para a superação do isolamento 
das pessoas e de conteúdos fixos. 
Os professores com os estudantes 
têm liberdade de escolher temas, 
assuntos que desejam estudar, 
contextualizando-os em interface 
com outros.
Determinação como referência nacional obrigatória 
para a elaboração ou adequação dos currículos e 
propostas pedagógicas. Considerados como conteúdo 
a serem integrados aos currículos da Educação Básica, 
a partir das habilidades a serem desenvolvidas pelos 
componentes curriculares. Ademais, a BNCC 
recomenda incorporar aos currículos e ás propostas 
pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos 
que afetam a vida humana em escala local, regional e 
global, preferencialmente de forma transversal e 
integradora.
E a base legal? Não havia obrigatório vínculo 
uma norma com legislação ou 
específica.
Parecer CNE/CEB n° 
14/2000-Estabelece a interação 
entre a base e a parte 
diversificada, indissociavelmente 
e de forma transversal.
Todos são regidos por marcos legais específicos.
Por que transversal? Os temas devem ser incluídos no currículo como conteúdos flexíveis, que possam ser ministrados sob diferentes abordagens e por 
diversas áreas de conhecimento.
Por que mudar? Em todos os documentos, as modificações representam importantes conquistas para a educação nacional e, principalmente, para 
os Temas Contemporâneos e a Transversalização dos conteúdos, que na BNCC receberam, no currículo escolar, espaço e status 
compatíveis com a sua relevância.
SAIBA MAIS LENDO O DOCUMENTO COMPLETO AQUI
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/cadernos_tematicos/caderno_meio_ambiente_consolidado_v_final_27092022.pdf
O Documento Curricular do Estado do Pará
2.1.2 Educação para a Sustentabilidade Ambiental, Social e Econômica (p. 19-20)
Pensar um currículo que privilegie e avance nas discussões afeitas a uma Educação 
para a Sustentabilidade Ambiental, Social e Econômica, implica, fundamentalmente, 
em propiciar debates acerca de questões manifestas no seio da sociedade que 
apontam para incidentes e crimes ambientais, os quais colocam em risco recursos 
naturais e afetam o bem-estar das gerações. Encontrar soluçõespara prevenção e 
remediação dos danos causados é tarefa de todos. 
É urgente a compreensão, no contexto escolar, da complexidade que envolve o 
desenvolvimento sustentável e, assim, construir um currículo que possibilite 
processos de reelaboração de saberes que contribuam para mudança de atitudes em 
relação ao ambiente.
O Documento Curricular do Estado do Pará foi aprovado pelo Conselho Estadual de 
Educação do Pará nos termos da Resolução n.º 769, de 20 de dezembro de 2018. 2ª 
Edição revisada e publicada pela Secretaria de Estado de Educação do Pará em 2019.
O Brasil, por meio das ações do MEC, vem desenvolvendo ações e política educacional 
consubstanciada, por exemplo, no caso do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), 
que se volta para essas questões e das Conferências sobre meio ambiente ocorridas pelo 
mundo. Em 1972, em Estocolmo, foi construída a Declaração do Meio Ambiente, relevante 
para as questões ambientais, que originou o conceito de ecodesenvolvimento como a 
relação harmônica entre meio ambiente e desenvolvimento, consubstanciada na justiça 
social, eficiência econômica e prudência ecológica (Fogliatti, 2004).
Em 1983, a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento produz o 
relatório ― Nosso Futuro Comum, conhecido por relatório Brundtland, de onde advém o 
conceito de desenvolvimento sustentável, compreendido como a capacidade de ― 
“equacionar os problemas da pobreza, da satisfação das necessidades básicas de 
alimentação, de saúde e habitação, de uma nova matriz energética que privilegie as fontes 
renováveis e do processo de inovação tecnológica” (Fogliatti, 2004, p. 15). É atender as 
demandas atuais sem comprometer o atendimento das necessidades às futuras 
gerações. 
Outro marco importante foi a ECO-92, ocorrida no Rio de Janeiro, que congregou a 
Conferência das Nações Unidas e o Fórum Global, originando um conjunto de 
documentos sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, sendo que o mais extenso é a 
Agenda 21, que se configurou com um plano orientador das ações dos governos para a 
sustentabilidade humana. Em todos esses movimentos, enfatizou-se o esforço de definir 
ações conjuntas dos governos para reformularem propostas voltadas à questão ambiental.
No entanto, apenas no ano de 1981, é estabelecida a Política Nacional do Meio Ambiente, 
por meio da Lei de nº 6.938/1981, alterada pelas Leis de nº 7.804/1989 e nº 7.028/1990, que 
criou o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA); assim, em 1988, a questão 
ambiental é elevada a mandamento constitucional, sendo reservado na Constituição 
Federal, Título III – Da Ordem Social, um capítulo específico para tratar da questão (Brasil, 
1988).
O estudo de leis ambientais e de programas de Educação Ambiental se torna necessidade 
para as regiões do Brasil, em particular, a região Norte, por abrigar, segundo estudos 
realizados por especialistas do setor, a maior floresta tropical do planeta, a maior bacia 
hidrográfica brasileira e, ainda, um desconhecido banco genético.
Com essa responsabilidade em jogo, do presente e do futuro das populações, cabem 
aos governos e à sociedade civil organizada a criação de mecanismos de defesa e 
preservação desse patrimônio e difundi-los no cotidiano das escolas com 
ações/programas/projetos que construam consciências para o eco desenvolvimento e 
o uso sustentável dos recursos naturais.
O Documento Curricular do Estado do Pará
 LEIA TAMBÉM
https://fep.if.usp.br/~profis/arquivo/docs_curriculares/PA/Para_Documento_Curricular_Ed_Infantil_Ensino_Fundamental_2019.pdf
Instituir o componente 
curricular de Educação 
Ambiental, Sustentabilidade 
e Clima para todos os anos e 
séries da educação básica.
1 2 3
Alfabetização Ambiental para 
os 1º e 2º anos do Ensino 
Fundamental.
Repasse de recursos via 
Programa Dinheiro na Escola 
Paraense
Eixo Sustentabilidade 
Ambiental.
SEIS EIXOS PRIORITÁRIOS DA EDUCAÇÃO PARAENSE
Criação de Centro de Inovação 
de Sustentabilidade 
Ambiental da Educação 
Básica (CISEB).
4 5 6
Selo sustentável e premiação 
para escolas estaduais e 
municipais com as melhores 
práticas de Educação 
Ambiental.
Reflorestando mentes
Rede global de jovens líderes 
pela proteção e 
sustentabilidade da Amazônia.
06
O sexto eixo, reflorestando mentes, prevê a criação de uma rede global de jovens 
líderes para Amazônia. 
O planejamento é realizar uma COP infanto juvenil no ano de 2024. Como um 
encontro de valorização das boas práticas que nascem nas comunidade e nas 
escolas, que têm os jovens como protagonistas das ações. Serão convidados 
jovens de todos os estados e países que também compõem o ecossistema da 
Floresta Amazônica.
A expectativa é de reunir mais de 500 jovens e seus acompanhantes, em torno de 
1.200 pessoas para discutir ações ambientais, climáticas e de sustentabilidade a 
fim de produzir um documento que será apresentado na COP 30 em 2025.
Quantos jovens você conhece que possuem protagonismo e espírito 
de liderança? Como você pode incentivá-los a participar dessa 
convivência que vai fazer parte da história do nosso planeta?
VAMOS REFLETIR
João Ambiente - Construindo Uma 
Casa Sustentável para Todos Nós
Você sabia que os pequenos vídeos podem gerar grandes reflexões e deixar suas aulas 
mais atrativas e inovadoras? Experimente, passe, curta e promova o debate, tenho 
certeza de que os estudantes vão gostar. Seguem algumas sugestões:
ASSISTA
VOCÊ SABIA?
Awara Nane Putane
ASSISTA
Caminho de Gigantes
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=mdfi-awWMC0
https://www.youtube.com/watch?v=TklRrRkgJ6A&t=67s
https://www.youtube.com/watch?v=YE1WeW_QIa8
Nesta unidade conhecemos um pouco da história da Educação Ambiental no Brasil e 
no mundo e como as legislações e políticas públicas foram sendo desenvolvidas ao 
longo do tempo em face das mudanças sociais, tecnológicas, demográficas, políticas, 
econômicas e climáticas que foram acontecendo.
Aprendemos que a Educação Ambiental acontece nos espaços de educação formal, 
não formal e também informal. E que, neste Novo Milênio, as questões climáticas são 
uma ponto de sobrevivência e estão movimentando os representantes de todos os 
países do planeta para discutir as ações que as nações precisam tomar para conter o 
aumento da temperatura global. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), 
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as Convenções-Quadro das 
Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP) são exemplos dessa mobilização 
global pelos direitos de todas as pessoas do planeta.
Outros exemplos dessa mobilização acontecem na área da educação para que, no 
Pará, no Brasil e no mundo, as novas gerações possam ser sensibilizadas e informadas 
sobre a gravidade dos processos em curso, e possam, assim, ajudar a construir 
soluções mais sustentáveis para o presente e o futuro.
CONCLUSÃO DA UNIDADE 1
Vejam o que disse António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, 
em 10 de dezembro de 2023, sobre a nossa convivência neste planeta.
SAIBA MAIS
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=b1wXvHM9Fxo&list=PLUZOt6bFc2fghKopTJcswi3GSYntbRsY3&index=1
Unidade 2:
Emergência Climática
2
Unidade 2: Emergência Climática
Nesta unidade nós vamos compreender 
como a emissão de Carbono na 
atmosfera está diretamente relacionada 
com as mudanças climáticas, vamos 
conhecer modelos de desenvolvimento 
sustentável e analisar as escolas como 
produtoras de Sujeitos Ecológicos.
2.1 CARBONO
Neste tópico nós vamos ver como mudamos a química da atmosfera 
terrestre e como isso impacta toda a vida na Terra. Você vai calcular a 
sua pegada ecológica. E demonstraremos também que a quantidade 
de Carbono na atmosfera está diretamente relacionada ao 
Aquecimento Global. Por isso, precisamos da descarbonização do 
planeta e o Acordo de Paris foi um documento muito importante para 
que isso aconteça. Ele só precisa ser colocado em prática!
Você sabe o que é o carbono? O gás carbônico? Como ele é produzido? 
Vamos assistir ao vídeo parater essas e outras respostas.
ASSISTA
VOCÊ SABIA?
https://www.youtube.com/watch?v=y4vU7w8t25A
Como a ação humana está afetando o Ciclo do Carbono?
SAIBA MAIS
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=oh5bt61l85U
Essa mesa redonda tem a duração de uma hora e meia, mas assistir esse vídeo vai 
fazer toda diferença na sua vida. Reserve um momento do seu dia e faça esse 
esforço, vale MUITO a pena. A mesa com o tema: "Emergência ambiental: do 
crescimento infinito à crise existencial" na íntegra, constituída por Ana Toni 
(Secretaria de Mudança de Clima, Ministério do Meio Ambiente), João Marcelo 
Borges (Instituto Unibanco) e Natalie Unterstell (Instituto Talanoa), com mediação 
de Lívia Menezes Pagotto (Instituto Arapyaú/Uma Concertação pela Amazônia). 
VAMOS REFLETIR
ASSISTA
https://youtu.be/YwPWKxlul50?feature=shared
ONG Global Footprint Network calcula a pegada ecológica da humanidade
SAIBA MAIS
ASSISTA
https://youtu.be/SD4zArzv96s?feature=shared
Calcule sua pegada ecológica clicando na imagem abaixo
VAMOS PRATICAR
https://www.footprintcalculator.org/sponsor/wb/wb_pt
O efeito estufa é um processo natural em que a Terra fica mais quente devido à 
retenção de calor na atmosfera.
Quando a luz solar atinge o planeta, parte dela é absorvida e transformada em calor. 
Outra parte é refletida de volta ao espaço como radiação ultravioleta.
Esse fenômeno é importante para manter a temperatura do planeta adequada para a 
vida. Sem o efeito estufa, a temperatura seria muito fria, dificultando a sobrevivência 
das espécies.
Entretanto, as atividades humanas, como a indústria e a pecuária, têm aumentado o 
efeito estufa. Isso faz com que a temperatura do planeta fique mais elevada do que o 
necessário, é o chamado aquecimento global.
EFEITO ESTUFA E AQUECIMENTO GLOBAL
Aquecimento GlobalEfeito Estufa
 LEIA AQUI LEIA TAMBÉM
https://www.significados.com.br/efeito-estufa/
https://www.significados.com.br/aquecimento-global/
ASSISTA
O que causa o aquecimento global
ASSISTA
O futuro que queremos
SAIBA MAIS
https://www.youtube.com/watch?v=Oe0npq64-LI
https://www.youtube.com/watch?v=dr5dueiANhI
Emergência climática: soluções 
existem, mas é preciso agir agora.
DESCARBONIZAÇÃO
Para frear de vez o aquecimento do planeta, segundo o Painel Intergovernamental sobre 
Mudança do Clima (IPCC), o mundo precisa se tornar “carbono neutro” por volta de 2050 
(para estabilizar o aquecimento em 1,5ºC ou 2070 (para o limite de 2ºC).
A NDC (Contribuição Nacional Determinada) brasileira, atualizada em 2023, 
estabelece que o Brasil deve reduzir as suas emissões em 48% até 2025 e 53% até 
2030, em relação às emissões de 2005.
Entenda melhor o que é a 
descarbonização
ASSISTA LEIA TAMBÉM
https://www.youtube.com/watch?v=zlGr69mEQfM
https://bioeconomia.fea.usp.br/emergencia-climatica-solucoes-existem-mas-e-preciso-agir-agora/#:~:text=Para%20frear%20de%20vez%20o,para%20o%20limite%20de%202%C2%BAC
BRASIL - COMPROMISSOS DE MITIGAÇÃO: LIDERAR PELO EXEMPLO
Nossas metas de redução de emissão de gás carbônico são ambiciosas e 
necessárias. Vamos mobilizar toda sociedade para atingi-la. 
Acompanhe as ações que estão sendo realizadas clicando aqui
 LEIA AQUI
A promessa do Brasil para o Acordo de Paris está na redução dos gases do efeito 
estufa em 43% até 2030. Para atingir essa meta, o país anunciou compromissos 
como o combater o desmatamento ilegal até 2030, reflorestar 12 milhões de 
hectares e ter uma matriz energética composta por 45% de fontes renováveis. No 
próximo tópico, vamos conhecer novos modelos de desenvolvimento. 
https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/desenvolvimento-sustentavel/resultados/emissoes-evitadas
Acordo de Paris
Mudanças Climáticas: o nosso amanhã começa hoje
Por que o Acordo de Paris é considerado um marco histórico na pauta 
das mudanças climáticas?
Acordo de Paris: os 5 anos do pacto climático que mudou o mundo
Separamos alguns textos que apresentam as ações que 
estão sendo implementadas após o Acordo de Paris. Veja:
SAIBA MAIS
https://exame.com/esg/acordo-de-paris-os-5-anos-do-pacto-climatico-que-mudou-o-mundo/
https://exame.com/esg/por-que-o-acordo-de-paris-e-considerado-um-marco-historico-na-pauta-das-mudancas-climaticas/
https://www.petrobras.com.br/sustentabilidade/mudancas-climaticas
https://antigo.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris.html
Carecemos urgentemente de uma visão comum de valores básicos para 
proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. 
Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, todos 
interdependentes, visando um modo de vida sustentável como critério comum, 
através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, 
governos e instituições transnacionais será guiada e avaliada.
2.2 NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO
Neste novo modelo econômico, mais consciente e responsável 
do ponto de vista ambiental e social, o Brasil é protagonista. 
Para se ter uma ideia, o país lidera o setor de energias 
renováveis na América Latina, tem potencial para encabeçar a 
descarbonização do mundo e é apontado como o principal polo 
de produção do “combustível do futuro”, o hidrogênio verde.
Neste tópico vamos conhecer os empregos verdes, a 
geração de energia limpa e a produção livre de carbono.
O que é o emprego verde?
Um emprego verde é aquele que atua de forma sustentável, com o objetivo de reduzir 
os impactos ambientais de empresas.
Isso acontece a partir de ações como a redução de emissão de carbono e do consumo 
de recursos naturais e investimento em projetos de preservação, por exemplo.
Como consequência, esses postos de trabalho contribuem para:
 preservar o ecossistema.
 reduzir o desperdício de materiais.
 ampliar o uso de recursos renováveis.
 aumentar o consumo consciente de energia e matérias-primas.
 Ecologista
 Biólogo
 Consultor de energia
 Engenheiro Florestal
 Engenheiro de energia renovável
 Eco construtor
 Especialista em EHS*
 Corretor de créditos de carbono
 Instalador de painéis solares
 Técnico de instalação de reciclagem
 Gerente de sustentabilidade
 Engenheiro de drones
 Engenheiro de carros elétricos
 Cientista ambiental
 Monitor de natureza
 Instalador de caldeiras de biomassa
OS TRABALHOS QUE AJUDAM O MEIO AMBIENTE 
(EXEMPLOS DE EMPREGOS VERDES)
*EHS é a sigla para Environment, Health and Safety. O profissional especialista na 
área fica responsável por planejar e implementar políticas de saúde, segurança e 
meio ambiente nas organizações, com o objetivo de prevenir acidentes e garantir 
que as empresas estejam em conformidade com as legislações vigentes. 
Leia as matérias e produza um folder na folha de papel sulfite A4 informando 
sobre o que são os empregos verdes, as profissões que estão em alta e sua 
importância para um novo modelo de desenvolvimento sustentável. Faça o 
upload do folder na plataforma e depois faça ele circular pelas suas redes sociais, 
ajude a divulgar essa ideia:
VAMOS PRATICAR
EMPREGOS VERDES: CONHEÇA 8 
PROFISSÕES QUE ESTÃO EM ALTA
O FUTURO DO EMPREGO É VERDE
EMPREGOS VERDES
O QUE É EMPREGO VERDE? VEJA A 
IMPORTÂNCIA E CENÁRIO NO BRASIL
ECONOMIA VERDE: CRESCEM VAGAS 
PARA TRABALHAR PELO MEIO 
AMBIENTE EM MERCADO ONDE 
BRASIL É REFERÊNCIA
https://blog.manpowergroup.com.br/empregos-verdes-conheca-8-profissoes-em-alta
https://veja.abril.com.br/insights-list/o-futuro-do-emprego-e-verde
https://paineldemudancasclimaticas.org.br/noticia/empregos-verdes
https://www.meioemensagem.com.br/marketing/empregos-verdes
https://exame.com/carreira/economia-verde-crescem-vagas-para-trabalhar-pelo-meio-ambiente-em-mercado-onde-brasil-e-referencia/
Seus alunos, sobrinhos, jovens conhecidos ainda 
querem seguir aquelas profissões tradicionais? Eles já 
ouviram falar dos empregos verdes? Como eles são 
importantes e rentáveis? Que tal apresentá-los para 
seus conhecidos? Vamos lá, utilize os textos do vamos 
praticare mãos à obra.
VAMOS REFLETIR
EMPREGOS VERDES E ENERGIA RENOVÁVEL
Assista aos vídeos para conhecer 
as fontes de energia renováveis 
que prevalecem no Brasil.
ASSISTA ASSISTA ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=MYvpH_1rAkw
https://www.youtube.com/watch?v=xRUheo5GVtU
https://www.youtube.com/watch?v=gRurfw3KLu8
 Energia limpa: o que é, fontes, principais tipos e importância
VOCÊ SABIA?
A energia solar e a energia eólica podem ser consideradas as 
fontes de energia renovável mais limpas. Ambas utilizam 
recursos inesgotáveis para gerar energia (luz solar e ventos, 
respectivamente), possuem um impacto ambiental mínimo e 
não emitem poluentes.
SAIBA MAIS
https://www.portalsolar.com.br/energia-limpa
● O que é o Carbono Zero?
● Quando surgiu esse conceito?
● Qual é o objetivo do Carbono Zero?
● Qual a importância da redução dos gases do efeito estufa (GEE) no planeta?
● Como funciona o programa Carbono Zero no Brasil?
● Quais empresas podem participar do programa?
● Quais as vantagens de participar do programa Carbono Zero?
● Quais empresas que implementam ações para reduzir a emissão de 
carbono?
● Como participar do Carbono Zero?
CARBONO ZERO
Investigando sobre o Carbono Zero, me deparei com mais perguntas do que eu 
tinha antes. E você sabe a resposta para algumas dessas perguntas?
Entenda o que é e como funciona o mercado de Carbono
Carbono Zero: entenda o conceito e como aplicá-lo
Exemplos de agricultura com baixa emissão de Carbono
Agricultura neutra em carbono: como preparar o solo?
Responda as questões do slide anterior, com base nos seguintes textos:
https://ipam.org.br/cartilhas-ipam/o-que-e-e-como-funciona-o-mercado-de-carbono/
https://fia.com.br/blog/carbono-zero/
https://www.embrapa.br/tema-agricultura-de-baixo-carbono/sobre-o-tema
https://blog.jacto.com.br/agricultura-neutra-em-carbono/
● As escolas estão localizadas em lugares seguros?
● As salas de aula possuem condições saudáveis de aprendizagem (iluminação, 
espaço, mobiliário, climatização, materiais pedagógicos, etc.)?
● Será que dá para ter aulas de Educação Física em meio a ondas de calor?
● As crianças são prejudicadas por alagamentos?
● Conseguiremos mudar os modelos mentais das gerações atuais?
● Os estudos e as formações já existentes dão conta de conter as mudanças 
climáticas?
● Como as mudanças climáticas podem afetar a saúde das pessoas?
2.3 ESCOLAS COMO LUGARES SEGUROS
Neste tópico vamos trabalhar a importância dos ambientes climatizados 
para a aprendizagem escolar. O currículo adaptado (Componente 
Curricular Educação para o Meio Ambiente, a Sustentabilidade e o Clima) e 
a Rede Global de Jovens Lideranças pela Sustentabilidade e a Amazônia 
(estudantes e educadores).
● Construção de escolas em locais planos, baixos, distantes de áreas de alagamentos e 
deslizamentos de encostas.
● Preferencialmente em áreas arborizadas e com pátios cobertos.
● Salas de aulas térreas, amplas, bem iluminadas e climatizadas.
● Serviços de vigilância e limpeza com ótimo padrão de qualidade. 
● Espaços de aprendizagem adequados como bibliotecas, refeitórios, laboratórios, 
quadras cobertas e pátios.
● Sala de planejamento para os professores com equipamentos e internet.
● Sala de reuniões para atender a comunidade.
● Merenda escolar com cardápio regional, acompanhado por nutricionais, com 
preparo diário e por turno, em quantidade per capta adequada à faixa etária dos 
estudantes.
● Uso dos uniformes para identificação dos estudantes.
● Materiais didáticos, pedagógicos, ferramentas tecnológicas, softwares, internet em 
quantidade e qualidade compatível com o números de estudantes e servidores que 
atuam na unidade de ensino.
● Formação continuada da equipe para melhoria da aprendizagem.
CARACTERÍSTICAS DE ESCOLAS COM BONS AMBIENTES DE APRENDIZAGEM
Todas as características apresentadas anteriormente contribuem para termos 
um bom ambiente de aprendizagem, mas nada substitui os processos de 
construção do conhecimento entre professores e alunos! Por isso é 
importante o professor ser participativo, ter boa didática, participar das 
formações continuadas em serviço, apropriar-se das competências 
socioemocionais e utilizá-las em aula!
CARACTERÍSTICAS DE ESCOLAS COM BONS AMBIENTES DE APRENDIZAGEM
As altas temperaturas afetam não só o aprendizado dos 
alunos como a saúde dos mesmos e dos profissionais da 
educação. Defender a melhoria do ensino público passa pela 
qualidade no ambiente de trabalho e conforto dos servidores 
e alunos para cumprimento das metas.
SAIBA MAIS
Ambientes escolares climatizados melhoram o rendimento 
dos alunos. Durante o período escolar, os alunos passam 
grande parte do seu dia dentro das salas de aula. Para que o 
aprendizado flua da melhor forma possível, atenção e foco, 
sem interrupções ou distrações são fundamentai. 
Acesse o link e confira o artigo!
COMPONENTE CURRICULAR EDUCAÇÃO PARA O 
MEIO AMBIENTE, A SUSTENTABILIDADE E O CLIMA
No estado do Pará, a Lei n.º 9.981/2023 instituiu a Política de 
Educação Formal para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e 
Clima, vinculada à Secretaria de Estado de Educação 
(SEDUC), e revogou a Lei Estadual n.º 5.600, de 15 de junho 
de 1990, que dispõe sobre a promoção da Educação 
Ambiental em todos os níveis, de acordo com o art. 225, 
inciso IV da Constituição Estadual do Pará. Acesse o link do 
para saber mais e conheça a lei na íntegra.
https://www.semas.pa.gov.br/legislacao/normas/view/322681
COMPONENTE CURRICULAR EDUCAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE, A 
SUSTENTABILIDADE E O CLIMA
O componente curricular de Educação Ambiental, Sustentabilidade e Clima será 
ofertado para todos os anos e séries da Educação Básica da rede estadual de ensino do 
Pará de forma obrigatória a partir de 2024. E para os alunos da rede municipal de ensino 
a oferta se fará por meio da adesão dos municípios à política pública estadual.
É um componente que tem uma carga horária de 40 horas anuais, divididas por 4 
bimestres, são aproximadamente 10 horas aulas por bimestre. Entendemos que ainda 
talvez seja pouco, mas, pela potencialidade que isso pode trazer, acreditamos que 
certamente essas horas aula na escola se transformem em várias horas na comunidade, 
compartilhadas no dia a dia, na rotina dos alunos e da comunidade escolar.
Os materiais para implementação do currículo do componente Educação para o Meio 
Ambiente, Sustentabilidade e Clima (online e impressos) compreendem: material para o 
estudante e para o professor dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Materiais 
elaborados pela Rede e Consultores) para os Anos Finais do Ensino Fundamental (Rede 
e IUNGO) e para o Ensino Médio (Customizados a partir dos IAM).
 
JOVENS LIDERANÇAS E SUSTENTABILIDADE
A sustentabilidade não é apenas uma responsabilidade, mas 
também uma oportunidade. Os jovens podem se tornar agentes 
de mudança, moldando um futuro mais sustentável. Sua energia, 
paixão e determinação são ativos inestimáveis nesse percurso.
Pensando em todo esse entusiasmo e paixão dos jovens, a 
SEDUC/PA planeja realizar uma COP infanto juvenil no ano de 
2024. Como um encontro de valorização das boas práticas que 
nascem nas escolas, onde os jovens são protagonistas das 
ações. Serão convidados jovens de todos os estados e países 
que também possuem o ecossistema da floresta amazônica. 
Acesse o link para ver como os jovens podem ser 
protagonistas em relação a sustentabilidade.
https://globalattitude.org.br/como-os-jovens-podem-ser-protagonistas-em-relacao-a-sustentabilidade/
JOVENS LIDERANÇAS E SUSTENTABILIDADE
Falar hoje sobre mudanças climáticas e automaticamente 
não pensar em Greta Thunberg é quase impossível. A 
ativista sueca de 19 anos é uma das mais conhecidas líderes 
ambientais jovens, tendo assumido esse papel de destaque 
após organizar, em 2018, uma greve escolar pelo clima em 
Estocolmo, em frente ao parlamento. 
Existem tantas outras jovens lideranças por aí fazendo 
um trabalho incrível, sabia?! Veja um monte dessas 
lideranças jovensque já estão causando um impacto 
global com suas vozes, clicando aqui.
SAIBA MAIS
https://capricho.abril.com.br/comportamento/lideres-socioambientais-jovens-e-brasileiras-para-conhecer-e-seguir/
O carbono é um elemento químico presente no nosso planeta com grande 
importância para manutenção da vida, pois ele faz parte da estrutura das moléculas 
orgânicas. Além disso, é utilizado por alguns seres vivos para fotossíntese e perpassa 
pela cadeia alimentar. No ciclo geomorfológico, o carbono auxilia na decomposição de 
rochas, ao se diluir com água, permitindo que novas composições químicas façam 
parte dos ambientes. Porém, vimos que a sua emissão em excesso na atmosfera 
amplia as temperaturas, alterando o equilíbrio natural no clima do planeta. 
Também estudamos como podemos ter um modelo de desenvolvimento econômico, 
com ações com menos emissão de carbono e como as escolas podem ser ambientes 
mais adequados à aprendizagem e fomentar estratégias para alcançarmos um novo 
modelo para sociedades sustentáveis.
Visto isso, vamos para nossa próxima unidade? Nossa próxima etapa de estudo nos 
ajuda na mobilização “Todos fazemos parte da solução”.
CONCLUSÃO DA UNIDADE 2
Unidade 3:
Todo mundo faz 
parte da solução
3
Unidade 3  
Nesta unidade vamos apresentar experiências 
exitosas em práticas ambientais em diferentes 
regiões brasileiras, relacionar as mudanças 
climáticas ao desempenho escolar e realizar 
um seminário de boas práticas paraenses na 
área da Educação Ambiental.
Todo mundo faz parte da solução
3.1 REFERÊNCIAS DE BOAS PRÁTICAS
Neste tópico vamos conhecer 
experiências exitosas de 
práticas ambientais no Brasil e 
no mundo (instituições, OCIPs, 
escolas, etc). Os Centros de 
Educação Ambiental e os 
observatórios e centros de 
controle e monitoramento das 
questões climáticas.
3.1 REFERÊNCIAS DE BOAS PRÁTICAS
CONHEÇA AS 7 REGIÕES QUE 
LIDERAM OS HÁBITOS DE CONSUMO 
SUSTENTÁVEL NO BRASIL E 
AQUELAS QUE ESTÃO ATRÁS
 LEIA TAMBÉM
9 PROJETOS SUSTENTÁVEIS
 NO BRASIL
https://umsoplaneta.globo.com/sociedade/noticia/2023/04/13/conheca-as-7-regioes-que-lideram-os-habitos-de-consumo-sustentavel-no-brasil-e-aquelas-que-estao-atras.ghtml
https://exchangedobem.com/projetos-sustentaveis-no-brasil/
Listamos abaixo algumas das práticas consideradas sustentáveis. 
Destacamos que muitas outras podem ser elencadas e seguidas, sendo essa 
questão bastante abrangente.
● Descarte adequado do lixo e dos rejeitos tanto domésticos quanto 
industriais.
● Separação correta do lixo orgânico e não orgânico, além da realização da 
coleta seletiva e práticas de reciclagem.
● Utilização de energias limpas e renováveis, como é o caso das energias 
solar, eólica e hidrelétrica.
● Adoção de meios alternativos de transporte que sejam menos poluentes ou, 
ainda, a priorização do transporte coletivo em detrimento do individual. 
QUAIS SÃO AS PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS MAIS REALIZADAS NO BRASIL?
● Utilização de produtos que sejam biodegradáveis, evitando o uso de artigos feitos 
com plástico e outros materiais que levam muito tempo para se decompor na 
natureza e podem, dessa forma, poluir ecossistemas terrestres e marinhos.
● Evitar o desperdício de água.
● Economizar energia elétrica.
● Praticar o consumo consciente, atentando-se à certificação ambiental e 
procedência dos produtos.
● Redução do desmatamento e da prática de queimadas.
● Criação de áreas de proteção ambiental e realização da fiscalização devida.
● Promoção de ações de reflorestamento.
QUAIS SÃO AS PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS MAIS REALIZADAS NO BRASIL?
Saiba mais sobre "Desenvolvimento sustentável", clicando aqui
 
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/desenvolvimento-sustentavel.htm#:~:text=Praticar%20o%20consumo%20consciente%2C%20atentando,Promo%C3%A7%C3%A3o%20de%20a%C3%A7%C3%B5es%20de%20reflorestamento
Não são apenas desafios políticos e econômicos que estão relacionados com à 
sustentabilidade no Brasil. 
O país conta com três obstáculos centrais, o que inclui o desinteresse, a 
desinformação e a desigualdade social. Entenda:
 
Desinteresse - mesmo que as empresas, governos e pessoas tenham informação 
de alguma necessidade da preservação ambiental, existem aqueles que não se 
importam com as consequências dos impactos ambientais causados pelas pessoas, 
pois não se sentem impactados pelas mudanças.
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE NO BRASIL? 
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE NO BRASIL? 
Saiba mais sobre o assunto clicando aqui 
 
Desinformação - o maior desafio, sem dúvidas, é não entender a urgência de se 
começar a repensar nos hábitos de consumo e nas formas de produção, afinal, o 
conhecimento sobre o tema infelizmente não faz parte da realidade de muitas pessoas. 
Desigualdade social - é o momento em que a pessoa compreende a necessidade de 
realizar mudanças, porém não tem recursos básicos para isso, como alimentação, 
moradia, água, energia e condições para pagar transporte público. 
https://observatorio3setor.org.br/observatorio-em-movimento/sustentabilidade-no-brasil-quais-sao-os-desafios-e-solucoes/
OS CENTROS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Baixe o arquivo em PDF clicando aqui e faça a leitura dos slides para ficar por 
dentro de tudo que os Centros de Educação Ambiental devem ter. 
 
O Centro de Educação Ambiental  é toda iniciativa pedagógica de educação formal, 
não formal e informal, que disponha, no mínimo, das seguintes qualidades: espaços e 
equipamentos educativos, equipe educativa, Projeto Político-Pedagógico (PPP) e 
Plano de Sustentabilidade.
Sabia que existe uma rede de Centros de 
Educação Ambiental? Clique aqui e acesse 
VOCÊ SABIA?
FAÇA O DOWNLOAD 
https://smastr16.blob.core.windows.net/portaleducacaoambiental/sites/201/2023/08/apresentacao-centros-de-ea-denise-scabin.pdf
http://www.redeceas.esalq.usp.br/centros.htm
ASSISTA
Vamos assistir como é o funcionamento desses dois Centros aqui. Quem 
sabe a gente não vai trabalhar em um deles? Já pensou?
ASSISTA
SAIBA MAIS
https://www.youtube.com/watch?v=ox2PgGLR6vw
https://www.youtube.com/watch?v=kiTRA0rDSMs
Os observatórios e centros de controle e monitoramento das questões climáticas 
coletam dados primários e secundários e os transformam em informações por meio 
de análises, sínteses e comparações que são compiladas em relatórios para fins 
científicos e de planejamento. Vejamos agora alguns deles aqui no Brasil.
OS OBSERVATÓRIOS E CENTROS DE 
CONTROLE/MONITORAMENTO DAS 
QUESTÕES CLIMÁTICAS
O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, IPCC, foi criado pelo Programa 
das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) e pela Organização 
Meteorológica Mundial (OMM), em 1988, com o objetivo de fornecer aos formuladores 
de políticas avaliações científicas regulares sobre a mudança do clima, suas 
implicações e possíveis riscos futuros, bem como de propor opções de adaptação e 
mitigação. Atualmente, o IPCC possui 195 países membros, entre eles, o Brasil.
PAINEL INTERGOVERNAMENTAL SOBRE 
MUDANÇA DO CLIMA (IPCC)
Conheça o Painel Intergovernamental sobre 
Mudanças do Clima, clicando aqui 
 
SAIBA MAIS
https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/cgcl/paginas/painel-intergovernamental-sobre-mudanca-do-clima-ipcc
Outro Centro de observação, o Centro de Síntese em Mudanças Ambientais e 
Climáticas (SIMAClim), lançado em 2023 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e 
Inovação (MCTI), tem papel fundamental para produzir informações baseadas em 
evidências científicas voltadas aos tomadores de decisão. O projeto vai produzir 
informações que subsidiarão a tomada de decisão. Com sede na Universidade 
Federal de Pernambuco (UFPE), o SIMAClim será conduzido pela Rede CLIMA (Rede 
Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais), que reúne cerca de 150 
cientistas. A Rede de Pesquisas vinculada ao MCTI é um instrumento institucional 
para atuação da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e tem como 
finalidade impulsionar a geração de conhecimentoe o avanço científico e 
tecnológico na área de mudança do clima.
CENTRO DE SÍNTESE EM MUDANÇAS 
AMBIENTAIS E CLIMÁTICAS (SIMAClim)
 Conheça mais sobre o SIMAClim, clicando aqui
 
SAIBA MAIS
https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2023/02/centro-de-sintese-em-mudancas-ambientais-e-climaticas-vai-gerar-informacoes-para-reduzir-impactos-climaticos-no-brasil
O INPE lidera a Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais – 
Rede CLIMA, instituída pelo MCTI com o objetivo de gerar e disseminar 
conhecimento e tecnologia para que o Brasil possa responder às demandas e aos 
desafios provocados pelas mudanças climáticas globais. Também coordena o 
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas. 
INSTITUTO NACIONAL DE 
PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)
Saiba mais sobre o INPE, clicando aqui
 
SAIBA MAIS
http://www.inpe.br/faq/index.php?pai=9
O Observatório Parlamentar de Mudanças Climáticas e Transição Justa 
(OPCC) é uma rede de colaboração e cooperação formada por líderes 
parlamentares de vários países da América Latina e do Caribe, cujo principal 
objetivo é construir uma agenda para fortalecer a ambição climática e a 
transição justa na região. A presente plataforma do Observatório constitui-se 
como uma ferramenta de informação partilhada sobre o estado da legislação e 
do tratamento parlamentar ambiental na região.
OBSERVATÓRIO PARLAMENTAR DE MUDANÇAS 
CLIMÁTICAS E TRANSIÇÃO JUSTA
Saiba mais sobre o OPCC, clicando aqui
 
SAIBA MAIS
https://opcc.cepal.org/pt-br/monitor/marco-mudanca-climatica/pais?q=bra
O Observatório de Clima e Saúde realiza um inventário de dados ambientais, 
climáticos, socioeconômicos e de saúde disponibilizados por variadas fontes 
para contribuir com a compreensão da relação entre os processos de mudanças 
ambientais e climáticas globais e seus efeitos na saúde. Esses dados dizem respeito a 
aspectos das mais diversas localidades do território brasileiro e provêm de bases de 
dados de instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Departamento de Informática 
do Sistema Único de Saúde (Datasus), além de diversas outras instituições 
governamentais e de ensino e pesquisa.
OBSERVATÓRIO DE CLIMA E SAÚDE
Confira como é interessante essa relação entre os processos de mudanças 
ambientais e climáticas globais e seus efeitos na saúde. Acesse agora para 
compreender melhor o assunto que vamos discutir no próximo tópico, sobre as 
relações entre as mudanças climáticas e o desempenho escolar. Clique aqui
OBSERVATÓRIO DE CLIMA E SAÚDE
https://climaesaude.icict.fiocruz.br/pagina/apresentacao
3.2 RELAÇÃO ENTRE AS MUDANÇAS 
CLIMÁTICAS E O DESEMPENHO ESCOLAR
Neste tópico vamos acompanhar pesquisas recentes sobre os impactos do 
clima na aprendizagem e a ansiedade climática. Você já ouviu falar em 
ansiedade climática?
Vamos salientar a importância da formação continuada dos profissionais 
da educação na perspectiva socioambiental. E ver como os cursos 
profissionalizantes nas áreas da bioeconomia, turismo ecológico, biojóias, 
etc. estão em alta. Vamos lá?
Não é novidade pra ninguém que os impactos negativos ao meio ambiente são 
capazes de gerar inúmeras consequências para o mundo e para a sociedade. 
No entanto, para além das mudanças climáticas, e os riscos econômicos 
ocasionados pela poluição, pesquisadores da FGV, em Brasília, investigam o 
impacto que a qualidade ambiental pode ocasionar na capacidade cognitiva das 
pessoas, sobretudo no desempenho escolar de crianças e adolescentes. 
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O 
DESEMPENHO ESCOLAR
Nessa pesquisa a qualidade ambiental é representada por quatro fatores: poluição 
do ar, áreas verdes, variações climáticas e queimadas florestais. 
Confira a pesquisa completa, nela você vai encontrar o link de um repositório com 
vários artigos recentes sobre a relação entre qualidade ambiental e desempenho 
escolar dos alunos de Ensino Médio no Brasil.
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O 
DESEMPENHO ESCOLAR
Acesse a pesquisa, clicando aqui
 
SAIBA MAIS
https://rededepesquisa.fgv.br/noticia/poluicao-pode-impactar-no-desempenho-escolar-dos-estudantes-diz-pesquisa-da-fgv
Eventos climáticos extremos, como enchentes ou períodos de seca, afetam a vida 
escolar de crianças e jovens, impedindo o acesso à escola, aumentando a 
insegurança alimentar e obrigando muitos a abandonarem os estudos para ajudar 
na renda familiar. 
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O 
DESEMPENHO ESCOLAR
Seus alunos são atingidos direta ou indiretamente por eventos climáticos 
extremos? A escola onde atua já serviu de apoio a desalojados por 
inundações? Você se vê como parte do problema ou da solução para conter 
os avanços das mudanças climáticas?
Saiba mais, clicando aqui
 
VAMOS REFLETIR
https://lunetas.com.br/emergencia-climatica-impactos-educacao/
A crise climática afeta os mais pobres e pode estar relacionada às 
questões de interseccionalidade. Você sabe o que é isso? Não? 
Então assista ao vídeo para descobrir:
ASSISTA
https://www.youtube.com/watch?v=wIghuxxsdyc
BRASIL ENTRE OS MAIS AFETADOS
Calor excessivo, secas e chuvas torrenciais: por que o Brasil poder ser um dos 
países mais afetados pela mudança climática? Saiba mais, clicando aqui
 
O Brasil é o país que mais vai sofrer aumento na variabilidade de 
temperatura: 20% em relação à média histórica.
SAIBA MAIS
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clmp08dj43vo
Você pode estar se perguntando o que exatamente é a ansiedade climática. 
Simplificando, é uma sensação de medo, preocupação ou tensão ligada às 
mudanças climáticas.
Enquanto cientistas, ativistas e políticos alertam sobre os efeitos adversos do 
aumento da temperatura global e das transformações geradas há décadas – ondas 
de calor, secas, inundações, tudo isso está sendo noticiado e aparece nos feeds de 
mídia social.
Isso levou à criação do termo “ansiedade climática ou eco-ansiedade”, apresentado 
em 2017 pela American Psychology Association (APA) que descreve o termo como 
“o medo crônico de sofrer um cataclismo ambiental que ocorre ao observar o 
impacto, aparentemente irrevogável, das mudanças climáticas gerando uma 
preocupação associada ao futuro de si mesmo e das gerações futuras”. Para 
conhecer mais sobre o assunto, acesse os links a seguir. 
ANSIEDADE CLIMÁTICA
Mudanças climáticas afetam futuro de jovens
 
LEIA AQUI
ANSIEDADE CLIMÁTICA
Casos de eco-ansiedade aumentam diante 
dos impactos do aquecimento global 
LEIA AQUI
https://codex.com.br/mudancas-climaticas-afetam-futuro-de-jovens/
https://www.ecycle.com.br/casos-de-eco-ansiedade-aumentam-diante-dos-impactos-do-aquecimento-global-a-revela-pesquisa/
A formação continuada de professores em Educação Ambiental não apenas 
atualiza os educadores sobre práticas e pesquisas recentes, mas também contribui 
para o desenvolvimento de metodologias diversificadas, fomenta a ecocidadania e 
possibilita um papel mais ativo na implementação de políticas públicas, servindo 
como uma ponte entre o currículo formal e as necessidades específicas da 
comunidade. 
Destaca-se, para a efetivação dessa integração, a necessidade de três elementos: a 
estrutura curricular, os materiais didáticos e a colaboração entre a Secretaria de 
Educação e outras secretarias, como a do Meio Ambiente.
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 
EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Desafios socioambientais e o papel da 
formação continuada de professores 
em Educação Ambiental 
 
Depois deste percurso para compreender que as mudanças climáticas 
interferem no rendimento escolar e causam ansiedade climática, vamos ver 
porque os professores precisam de formação continuada em Educação 
Ambiental. Leia estes dois artigos para saber mais:
 ARTIGO 1
FORMAÇÃO CONTINUADA DE 
PROFESSORES EM EDUCAÇÃO 
AMBIENTAL
Educação Ambiental e a educação 
continuada de professores(as)
 
 ARTIGO 2
https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/15980
https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/13/13/educaccedilatildeo-ambiental-e-a-educaccedilatildeo-continuada-de-professoresasSujeito ecológico: a dimensão subjetiva da ecologia
 
Nós, professores, podemos contribuir para uma 
nova forma de ser um “sujeito ecológico”.
LEIA TAMBÉM
FORMAÇÃO CONTINUADA DE 
PROFESSORES EM EDUCAÇÃO 
AMBIENTAL
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload.do?select_action=&co_obra=193843&co_midia=2
Saiba mais sobre o PlanBio, clicando aqui
 
Não é apenas na área da Educação que o Governo do Pará dá exemplo para o 
restante do país ao inserir um componente curricular de Educação 
Ambiental, Sustentabilidade e Clima para todos os estudantes da Educação 
Básica, mas, ele se destaca também ao lançar, em 2022, o Plano Estadual de 
Bioeconomia do Pará (PlanBio). Confira o documento!
 LEIA AQUI
BIOECONOMIA E TURISMO ECOLÓGICO 
https://www.semas.pa.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Plano-da-Bioeconomia-vers%C3%A3o-FINAL_01_nov.pdf
Confira a reportagem na íntegra, clicando aqui
 
A Secretaria de Turismo também está antenada com a bioeconomia 
e atua no desenvolvimento do ecoturismo no Pará. Quem sabe você 
não conhece alguém que queira fazer o curso de Condutores 
Ambientais de Trilhas e Caminhadas?
 LEIA AQUI
BIOECONOMIA E TURISMO ECOLÓGICO 
https://agenciapara.com.br/noticia/51926/setur-atua-no-desenvolvimento-do-ecoturismo-no-para
Novo curso do e-Campo aborda a bioeconomia amazônica
 
A bioeconomia inclusiva na Amazônia envolve economias focadas no uso 
sustentável de recursos da biodiversidade, tendo como base o 
conhecimento tradicional e o diálogo com os conhecimentos científico e 
tecnológico em processos produtivos e de manejo, assim como aplicações 
industriais, de melhoramento genético e biotecnologia. Resultam do 
protagonismo de agricultores familiares, povos indígenas e comunidades 
tradicionais no desenvolvimento local e regional com inclusão 
socioprodutiva e conservação ambiental.
 LEIA AQUI
BIOECONOMIA INCLUSIVA
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/85939863/novo-curso-do-e-campo-aborda-a-bioeconomia-amazonica
Potencial da bioeconomia para o desenvolvimento sustentável da 
Amazônia e possibilidades para a atuação do BNDES
 
A Embrapa lançou um novo curso online que aborda a bioeconomia amazônica 
que também é uma boa oportunidade para quem vai ingressar na bioeconomia. 
A capacitação é gratuita e tem oferta contínua. Acesse, clicando aqui
 LEIA AQUI
BIOECONOMIA INCLUSIVA
O curso on-line foi desenvolvido com recursos do projeto Bioeconomia e Sociobiodivesidade de 
cadeias produtivas de importância na agricultura familiar com ênfase nos Biomas Cerrado e Amazônia 
(Ted Bioeconomia), com recursos do programa Bioeconomia Brasil Sociobiodiversidade, por meio de 
parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Embrapa.
https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/bitstream/1408/22024/1/02-BNDES-Revista56-PotencialBioeconomia.pdf
https://ava.sede.embrapa.br/enrol/index.php?id=320
As biojoias fazem parte da bioeconomia e são 
um mercado em ascensão confira as 
reportagens e veja o que tem sido feito no Pará.
BIOJOIAS
Sementes de açaí, bacaba, inajá, macaúba, coco, 
castanha, ouriços da castanha, sementes de vagem 
e bambu, são exemplos de matérias-primas que o 
Instituto Preciosa Amazônia transforma em joias, 
arranjos e peças decorativas.
Biojoias: um mercado em ascensão
 
 LEIA AQUI
BIOJOIAS
Prefeitura começa mais uma turma de 
Produção de Biojoias em Parauapebas
 LEIA AQUI
MEI investe em bioeconomia para 
transformar a vida de mulheres – PA
 LEIA AQUI
https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/biojoias-um-mercado-em-ascensao,7cd654ca74d36810VgnVCM1000001b00320aRCRD
https://parauapebas.pa.gov.br/destaque/prefeitura-comeca-mais-uma-turma-de-producao-de-iojoias-em-parauapebas/
https://pa.agenciasebrae.com.br/cultura-empreendedora/mei-investe-em-bioeconomia-para-transformar-a-vida-de-mulheres/
3.3 SEMINÁRIO DE PRÁTICAS LOCAIS
Sabemos de todo cansaço e correria do dia a dia, mas registrar as suas práticas exitosas 
de ensino e aprendizagem é muito importante para a disseminação dessas práticas. 
São como as flores que plantamos em nosso jardim para atrair as borboletas.
Pensando nisso, pedimos que você baixe o modelo em Word e siga as instruções para 
registrar uma prática de Educação Ambiental que você tenha realizado na escola onde 
atua. Vamos realizar um grande seminário virtual de práticas locais, onde todos os 
cursistas poderão conhecer as práticas uns dos outros. Como um grande jardim, 
repleto de flores e borboletas!
FAÇA O DOWNLOAD AQUI
https://docs.google.com/document/d/1Rn7UXqQCLpGnVKHsUnCdIlVMXO-CBxjG/edit?usp=sharing&ouid=107244651441633230088&rtpof=true&sd=true
Esta unidade se propôs a apresentar experiências que inspirem a todos em relação às 
práticas ambientais em diferentes regiões brasileiras. Apontamos a relação entre as 
mudanças climáticas e o desempenho escolar dos estudantes, bem como a ansiedade 
climática, algo que tem despertado a consciência dos envolvidos no processo 
educativo para ações relacionadas às questões ambientais e climáticas. 
A unidade apresenta, ainda, os Centros de Educação Ambiental, os observatórios e 
centros de controle e monitoramento das questões climáticas que realizam a coleta 
de dados primários e secundários e transformam em informações por intermédio de 
análises, sínteses e comparações compiladas em relatórios com finalidades científicos 
e de planejamento. Essas instituições de pesquisa e divulgação de informações 
colaboram com os governos, para apontar caminhos, bem como vimos, com políticas 
espalhadas por todo o Brasil que contribuem para alcançarmos cidades mais 
sustentáveis. 
CONCLUSÃO DA UNIDADE 3
Fechamos nossa unidade 3, apontando a necessidade de uma pedagogia que inclua a 
Educação Ambiental como trabalho contínuo de mudança para o formação de 
sujeitos ecológicos e a bioeconomia como uma fonte de geração de renda em 
ascensão. Fizemos um convite especial de troca de experiências dentro da rede para 
que possamos fortalecer nossa luta por um ambiente saudável, justo e digno para 
todas as pessoas. 
“Todo mundo faz parte da solução”. E você também entende que é participante deste 
movimento em favor do Meio Ambiente e do Clima?
CONCLUSÃO DA UNIDADE 3
No Brasil e no mundo, os principais problemas ambientais são provocados pelas 
intensas atividades dos seres humanos sobre a natureza. Por isso todo mundo faz 
parte da solução! No módulo Meio Ambiente e Educação, foi feita uma abordagem 
sobre as temáticas mais relevantes referentes à Educação Ambiental formal e não 
formal voltadas para as questões da emergência climática global. 
Este módulo apresentou a discussão sobre os seguintes temas: a Cop 30, os valores e 
atitudes que refletem a sensibilização a respeito dos problemas ambientais e os 
desafios enfrentados nas escolas no âmbito da Educação Ambiental e no processo de 
formação dos estudantes. O módulo perpassa pelas Políticas Públicas de Educação 
Ambiental, percorrendo toda sua linha do tempo, apontando os espaços formais e não 
formais e suas concepções de formação integral dos sujeitos ecológicos. 
CONCLUSÃO DO MÓDULO
Apresentamos a Educação Ambiental no novo milênio por meio das convenções, 
encontros, ações e acordos realizados entre países que compõem a ONU na adoção 
de uma nova agenda de desenvolvimento sustentável global. Mostramos a 
mobilização destes países no estabelecimento das metas para o novo milênio, 
metas estas, que ficaram conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento 
Sustentável (ODS).
Uma jornada foi percorrida por meio da timeline de todas as Conferências das 
Partes (COP), mostrando desde a primeira (COP 1) até a que acontecerá no Brasil em 
2025. Este é um encontro da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança 
do Clima e que vem sendo realizado a cada ano em um país diferente. No ano de 
2025, o Brasil sediará a COP 30, e o estado escolhido para isso é o Pará, que tem 
realizado ações relevantes para o cuidado e a preservação domeio ambiente. 
CONCLUSÃO DO MÓDULO
O estado do Pará implementou o componente curricular Educação Ambiental, 
Sustentabilidade e Clima, a partir de 2024, em todas as séries e anos da Educação 
Básica, sendo assim, o pioneiro a tomar uma atitude importante para a formação de 
sujeitos ecológicos conscientes de que todos fazem parte da solução em relação às 
questões ambientais. 
Foi apresentado como, ao longo dos anos, mudamos a química da atmosfera terrestre 
e como isso tem impactado toda a vida na Terra. Aprendemos a calcular a sua pegada 
ecológica no planeta Terra, e de quantas terras precisamos para sobreviver, se 
continuarmos a produzir e consumir da mesma maneira que fazemos hoje.
CONCLUSÃO DO MÓDULO
Vimos que a quantidade de Carbono na atmosfera está diretamente relacionada ao 
Aquecimento Global, e que este, por sua vez, provoca uma série de eventos climáticos 
extremos. O módulo mostrou um novo modelo de desenvolvimento com trabalhos 
que cooperam com o meio ambiente como os empregos verdes, as energias 
renováveis, o carbono zero e as escolas como lugares seguros. 
Mas, o que as escolas têm a ver com este novo modelo de desenvolvimento? Com o 
aquecimento global, os espaços escolares precisam passar por uma transformação 
não só em seus currículos, como fez o Pará, mas em toda estrutura de suas escolas, 
principalmente nos espaços físicos. Por meio deste módulo, você percebeu 
características de uma escola com ambientes de aprendizagem propício e respeitoso 
como prevê a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
CONCLUSÃO DO MÓDULO
E as lideranças jovens como têm se portado diante a sustentabilidade? Muitos 
entenderam que não é apenas uma responsabilidade, mas também uma 
oportunidade. Moldando um futuro mais sustentável, os jovens podem se tornar 
agentes de mudança. Sua determinação, energia, compromisso e 
corresponsabilidade são ativos inestimáveis nesse percurso. 
Perceberam então como todos fazem parte desta solução? Assim, o módulo trouxe 
na sua unidade final, a referência de boas práticas realizadas por alguns estados 
brasileiros. Você teve a oportunidade de conhecer os centros de educação ambiental, 
observatórios e centros de controle e monitoramento das questões climáticas e 
muito mais.
CONCLUSÃO DO MÓDULO
É importante observar que o aquecimento global tem afetado diretamente a relação 
entre o clima e o desempenho escolar dos estudantes. Neste módulo, você pôde se 
envolver, desenvolver e se comprometer ainda mais com as questões ambientais, 
compreendendo em especial como elas afetam o cotidiano escolar, as relações entre 
os atores envolvidos neste ambiente, a diversidade e inclusão por meio da 
interseccionalidade. 
Compreendeu, ainda, quais políticas públicas já foram implementadas para intervir 
nos problemas ambientais e no clima e o quanto estes assuntos se fazem presentes 
nos fundamentos da educação por meio do processo de ensino aprendizagem. Afinal, 
todo mundo faz ou não parte da solução em prol do meio ambiente? Fica a reflexão! 
Esperamos ter contribuído com a prática diária e pedagógica de cada um de vocês 
que participaram desta formação, através dos conteúdos trabalhados neste módulo de 
Meio Ambiente e Educação e a prática compartilhada com os pares.
CONCLUSÃO DO MÓDULO
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Nossos 
agradecimentos

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