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(10) Técnicas Anestésicas Maxilares
Anestesiologia Em Odontologia (Centro Universitário de João Pessoa)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
(10) Técnicas Anestésicas Maxilares
Anestesiologia Em Odontologia (Centro Universitário de João Pessoa)
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
lOMoARcPSD|31557910
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Técnicas Anestésicas Maxilares 
 
Tipos de Injeção de Anestésico 
Local 
 
Infiltração local:​ Infiltrado próximo a pequenas 
terminações nervosas na área do tratamento. 
A incisão é realizada na mesma área na qual 
o anestésico local foi depositado. 
Ex: Papila interproximal antes do alisamento 
radicular, biópsia de tecidos moles. 
Anestesia Terminal 
 
 
Bloqueio de campo:​ Infiltrado próximo aos 
ramos nervosos terminais maiores. A incisão 
é realizada na área distante do local da 
injeção do anestésico. 
Ex: Injeções maxilares administradas acima 
do ápice do dente. 
Anestesia Terminal 
 
 
Bloqueio de nervo:​ Infiltrado próximo a um 
tronco nervoso principal, geralmente distante 
do local de intervenção operatória. 
Ex: Injeções nos nervos alveolar superior 
posterior, alveolar inferior, maxilar. 
Anestesia por Bloqueio 
 
 
Técnicas Anestésicas Maxilares 
 
1. Supraperiosteal 
2. Bloqueio do nervo alveolar superior 
posterior (NASP) 
3. Bloqueio do nervo alveolar superior médio 
(NASM) 
4. Bloqueio do nervo alveolar superior anterior 
(NASA) 
5. Bloqueio do nervo palatino maior 
6. Bloqueio do nervo nasopalatino 
7. Bloqueio do nervo maxilar 
 
Técnicas anestésicas complementares 
1. Injeção intraóssea 
2. Injeção intraligamentar 
3. Injeção intrasseptal 
4. Injeção intrapulpar 
5. Injeção submucosa 
 
Injeção Supraperiosteal 
 
Técnica de bloqueio de campo, popularmente 
chamada de​ “infiltração local”,​ ou 
“anestesia infiltrativa”. Técnica de escolha 
para a maioria dos procedimentos na ​maxila. 
 
 
 
Áreas anestesiadas 
Toda a região inervada pelos grandes ramos 
terminais desse plexo: polpa e área da raiz do 
dente, periósteo vestibular, tecido conjuntivo e 
mucosa. 
 
 
@ODONTOALIZANDO 
Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
lOMoARcPSD|31557910
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=10-tecnicas-anestesicas-maxilares
Técnica 
1. É recomendada agulha curta de calibre 27 
(BR – calibre 30). 
2. Área de introdução: acima do ápice do 
dente a ser anestesiado. 
3. Área-alvo: região apical do dente a ser 
anestesiado. 
4. Segurar a seringa paralela ao longo eixo do 
dente e introduzir a agulha na altura da prega 
mucovestibular sobre o dente-alvo. 
5. Avançar a agulha até que o bisel esteja na 
região apical do dente ou acima desta. 
6. Aspirar. 
7. Caso a aspiração seja negativa, injetar 
aproximadamente 0,6 ml (um terço de um 
tubete) lentamente. (Não deixe os tecidos 
inflarem como um balão.) 
 
Indicações 
● Anestesia pulpar dos dentes 
superiores, quando o tratamento é 
limitado a um ou dois dentes. 
● Anestesia dos tecidos moles para 
procedimentos cirúrgicos em área 
circunscrita. 
 
Contraindicações 
● Infecção ou inflamação na área 
de injeção. 
● Osso denso recobrindo os ápices 
dentários. 
 
Vantagens 
● Alta taxa de sucesso (>95%). 
● Injeção tecnicamente fácil. 
● Em geral é totalmente atraumática. 
 
Desvantagens 
● Não recomendada para grandes áreas 
devido à necessidade de múltiplas 
introduções da agulha e de 
administração de volumes totais 
maiores do anestésico local. 
 
 
 
 
 
 
 
Bloqueio do Nervo Alveolar 
Superior Posterior 
 
 
Áreas anestesiadas 
● Polpas do terceiro, segundo e primeiro 
molares superiores (todo o dente = 
72%; raiz mesiovestibular do primeiro 
molar superior não anestesiada = 
28%). 
● Tecido periodontal vestibular e osso 
sobrejacente a estes dentes. 
 
 
 
Técnica 
1. Uma agulha curta de calibre 27 é 
recomendada (BR – calibre 30). 
2. Área de introdução: altura da prega 
mucovestibular acima do segundo molar 
superior. 
3. Assumir a posição correta, de frente para o 
paciente. NASP esquerdo em posição 10h e 
NASP direito em posição 8h. 
4. Retrair a mucosa jugal do paciente (para 
melhorar a visibilidade). 
@ODONTOALIZANDO 
Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
lOMoARcPSD|31557910
5. Introduzir a agulha na altura alta da prega 
mucovestibular sobre o segundo molar – 
ângulo de 45º. 
6. Avançar a agulha lentamente para cima, 
para dentro e para trás em um só movimento. 
7. No adulto de tamanho normal, a 
penetração deve ir até uma profundidade de 
16 mm. 
8. Aspirar 2x. Girar agulha. 
9. Lentamente, depositar 0,9 a 1,8 ml de 
solução de anestésico. 
 
 
 
 
Indicações 
● Tratamento de dois ou mais molares 
superiores. 
● Quando a injeção supraperiosteal está 
contraindicada (p. ex., na presença de 
infecção ou inflamação aguda). 
● Quando a injeção supraperiosteal foi 
ineficaz. 
 
Contraindicações 
● Quando o risco de hemorragia é muito 
grande (como no hemofílico), caso no 
qual é recomendada a injeção 
supraperiosteal ou do LPD. 
 
Vantagens 
● Atraumático; quando o bloqueio do 
nervo ASP é executado corretamente, 
em geral o paciente não sente dor. 
● Taxa de sucesso elevada (> 95%) 
● Número mínimo de injeções é 
necessário a. Uma injeção em 
comparação com a opção de três 
infiltrações. 
● Minimiza o volume total de solução 
anestésica local administrada. 
 
Desvantagens 
● Risco de hematoma, que geralmente é 
difuso. 
● Técnica até certo ponto arbitrária: não 
há pontos de referência ósseos 
durante a injeção. 
● É necessária uma segunda injeção 
para o tratamento do primeiro molar 
(raiz mesiovestibular). 
 
Bloqueio do Nervo Alveolar 
Superior Médio 
 
Áreas anestesiadas 
● Polpas do primeiro e segundo 
pré-molares superiores, raiz 
mesiovestibular do primeiro molar 
superior. 
● Tecidos periodontais vestibulares e 
osso sobre estes mesmos dentes. 
 
 
 
Técnica 
1. Uma agulha curta ou longa de calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: altura da prega 
mucovestibular acima do segundo pré-molar 
superior. 
3. Assumir a posição correta, de frente para o 
paciente. NASM direito em posição 10h e 
NASM esquerdo em posição 8 ou 9h. 
@ODONTOALIZANDO 
Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=10-tecnicas-anestesicas-maxilares4. Distender o lábio superior do paciente para 
tensionar os tecidos e obter visibilidade. 
5. Introduzir a agulha na altura da prega 
mucovestibular acima do segundo pré-molar. 
6. Penetrar a mucosa e avançar a agulha 
lentamente até que sua extremidade esteja 
localizada acima do ápice do segundo 
pré-molar. 
7. Aspirar. 
8. Depositar lentamente 0,9 a 1,2 ml (de 
metade a dois terços do tubete) da solução. 
 
 
 
 
Indicações 
● Quando o bloqueio do nervo 
infraorbitário não produzir anestesia 
pulpar distal ao canino superior. 
● Procedimentos dentários envolvendo 
apenas os pré-molares superiores. 
 
Contraindicações 
● Infecção ou inflamação na área da 
injeção ou de depósito do fármaco. 
 
Vantagens 
● Minimiza o número de injeções e o 
volume de solução. 
 
Desvantagens 
● Nenhuma 
Bloqueio do Nervo Alveolar 
Superior Anterior 
 
 
NASA – Técnica do forame infra-orbitário 
 
Áreas anestesiadas 
● Polpas do incisivo central superior até 
o canino superior do lado da injeção. 
● Em cerca de 72% dos pacientes, as 
polpas dos pré-molares superiores e a 
raiz mesiovestibular do primeiro molar. 
● Periodonto vestibular (labial) e osso 
destes mesmos dentes. 
● Pálpebra inferior, lateral do nariz, lábio 
superior. 
 
Técnica 
1. Uma agulha longa de calibre 25 ou 27 é 
recomendada, ou curta de calibre 27, em 
crianças e adultos menores. 
2. Área de inserção: altura da prega 
mucovestibular diretamente sobre o primeiro 
pré-molar superior. 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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3. Área-alvo: forame infraorbitário (abaixo da 
incisura infraorbitária). 
4. Assumir a posição correta, de frente para o 
paciente na posição de 10 horas, para o lado 
direito ou esquerdo. 
5. Posicionar o paciente em posição supina 
ou semissupina, com o pescoço ligeiramente 
estendido. 
6. Localizar o forame infraorbitário. Manter o 
dedo sobre o forame ou marcar a pele neste 
ponto. 
7. Afastar o lábio do paciente, tensionando os 
tecidos na prega mucovestibular e 
aumentando a visibilidade. 
8. Introduzir a agulha na altura da prega 
mucovestibular sobre o primeiro pré-molar. A 
agulha deve ser mantida paralela ao eixo 
longitudinal do dente. 
9. A profundidade aproximada da penetração 
da agulha será de 16 mm. 
10. Aspirar 
11. Depositar lentamente de 0,9 a 1,2 ml 
 
 
Indicações 
● Procedimentos envolvendo mais de 
dois dentes superiores e os tecidos 
vestibulares sobrejacentes. 
● Inflamação ou infecção (que 
contraindica a injeção supraperiosteal) 
● Quando as injeções supraperiosteais 
forem ineficazes devido ao osso 
cortical denso. 
 
Contraindicações 
● Áreas pequenas (apenas um ou dois 
dentes; preferência pela injeção 
supraperiosteal). 
● A hemostasia de áreas localizadas, 
quando desejável, não pode ser 
adequadamente atingida com esta 
injeção; a infiltração local na área do 
tratamento está indicada. 
 
Vantagens 
● Técnica simples 
● Comparativamente segura; minimiza o 
volume de solução utilizado e o 
número de punções necessárias para 
a obtenção da anestesia. 
 
Desvantagens 
● Psicológicas: ​Administrador: pode 
haver um medo inicial de lesar o olho 
do paciente (a experiência com a 
técnica leva à segurança) 
● Psicológicas ​: Paciente: a abordagem 
extraoral do nervo infraorbitário pode 
ser incômoda; contudo, as técnicas 
intraorais raramente representam um 
problema. 
● Anatômica:​ dificuldade em definir 
pontos de referência. 
 
Anestesias no Palato 
 
 
● Tendem a ser mais dolorosas; 
● Técnica para obter uma anestesia 
atraumática: 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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1. Produzir anestesia tópica adequada 
no local de penetração da agulha. 
2. Usar anestesia por pressão no local 
antes e durante a introdução da 
agulha e a deposição da solução. 
3. Manter controle sobre a agulha. 
4. Injetar a solução de anestésico 
lentamente. 
 
Bloqueio do Nervo Palatino 
Maior 
 
 
 
 
Áreas anestesiadas 
● A parte posterior do palato duro e os 
tecidos moles sobrejacentes, 
anteriormente até o primeiro pré-molar 
e medialmente até a linha média. 
 
 
 
Técnica 
1. Uma agulha curta calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: tecidos moles 
levemente anteriores ao forame palatino 
maior. 
3. Pontos de referência: forame palatino maior 
e junção do processo alveolar maxilar e osso 
palatino. 
4. Assumir a posição correta, para o NPM 
direito, na posição de 7 ou 8 horas, para o 
NPM esquerdo, na posição de 11 horas. 
5. Localizar o forame palatino maior. 
6. Preparar o tecido no local de injeção, 
apenas 1 a 2 mm anterior ao forame palatino 
maior. 
7. Direcionar a seringa para a boca a partir do 
lado oposto, com a agulha aproximando-se do 
local de injeção, em ângulo reto. 
8. Depositar um pequeno volume do 
anestésico no local de injeção - Continuar a 
injetar pequenos volumes durante todo o 
procedimento. 
9. Avançar lentamente a agulha até que toque 
suavemente o osso palatino – 5mm. 
10. Aspirar 
11. Injetar lentamente ¼ a 1/3 do tubete 
anestésico. 
 
Indicações 
● Tratamento restaurador em mais de 
dois dentes (p. ex., em restaurações 
subgengivais e inserção de matriz 
subgengival). 
● Para controle da dor durante 
procedimentos periodontais ou 
cirúrgicos orais envolvendo os tecidos 
palatinos moles e duros. 
● Pequenas áreas de tratamento (um ou 
dois dentes). 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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Contraindicações 
● Inflamação ou infecção no local da 
injeção. 
 
Vantagens 
● Minimiza as penetrações da agulha e 
o volume de solução. 
● Minimiza o desconforto para o 
paciente. 
 
Desvantagens 
● Não há hemostasia, exceto na área 
próxima da injeção. 
● Potencialmente traumático. 
 
Bloqueio do Nervo Nasopalatino 
 
 
 
Áreas anestesiadas 
● Porção anterior do palato duro (tecidos 
moles e duros) bilateralmente desde a 
face mesial do primeiro pré-molar 
direito à face mesial do primeiro 
pré-molar esquerdo. 
 
 
 
 
Técnica 
1. Uma agulha curta calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: mucosa palatina 
imediatamente lateral à papila incisiva. 
3. Área-alvo: forame incisivo, sob a papila 
incisiva. 
4. Trajeto de introdução: aproximar o local de 
injeção em um ângulo de 45 graus em direção 
à papila incisiva 
5. Procedimento: Sentar-se na posição de 9 
ou 10 horas voltado para a mesma direção do 
paciente. 
6. Preparar o tecido imediatamente lateral à 
papila incisiva. 
7. Depositar um pequeno volume do 
anestésico no local de injeção - Continuar a 
injetar pequenos volumes durante todo o 
procedimento. 
8. Avançar lentamente a agulha até que toque 
suavemente o osso - 5mm. 
9. Recue 1mm, aspire. 
10. Injetar lentamente ¼ a 1/3 do tubete 
anestésico. 
11.Observar isquemia. 
 
 
Indicações 
● Anestesia dos tecidos moles palatinos 
para tratamento restaurador em mais 
de dois dentes (p. ex., restaurações 
subgengivais e inserção de matriz 
subgengival). 
● Controle da dor durante 
procedimentos periodontais ou 
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cirúrgicos orais envolvendo os tecidos 
moles e duros do palato. 
 
Contraindicações 
● Inflamação ou infecção no local da 
injeção. 
● Pequenas áreas de tratamento (um ou 
dois dentes). 
 
Vantagens 
● Minimiza as penetrações da agulha e 
o volume de solução. 
● Minimiza o desconforto para o 
paciente. 
 
Desvantagens 
● Não há hemostasia, exceto na área 
próxima da injeção. 
● Potencialmente a injeção intraoral 
mais traumática. 
 
Infiltração Local no Palato 
 
Nervos AnestesiadosRamos terminais dos nervos nasopalatino e 
palatino maior. 
 
Áreas Anestesiadas 
Tecidos moles na vizinhança imediata da 
injeção. 
 
 
 
Indicações 
● Basicamente para obter hemostasia 
durante procedimentos cirúrgicos. 
● Controle da dor palatogengival quando 
são necessárias áreas limitadas de 
anestesia para a aplicação de grampo 
de isolamento absoluto, para adaptar 
o fio de retração no sulco gengival, 
cirurgias menores. 
 
Contraindicações 
● Inflamação ou infecção no local da 
injeção. 
● Controle da dor em áreas de tecido 
mole envolvendo mais do que dois 
dentes. 
 
Vantagens 
● Produz hemostasia aceitável quando 
um vasoconstritor é utilizado. 
● Produz uma área mínima de 
dormência, minimizando assim o 
desconforto do paciente. 
 
Desvantagens 
● Injeção potencialmente traumática. 
 
*Evitar Norepinefrina. 
 
Técnica 
1. Uma agulha curta calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: gengiva inserida, de 5 
a 10 mm da margem livre da gengiva. 
3. Área-alvo: tecidos gengivais de 5 a 10 mm 
da margem livre da gengiva 
4. Trajeto de introdução: aproximar-se do 
local da injeção em um ângulo de 45 graus. 
5. Procedimento: Sentar na posição de 10 
horas, ficar de frente para o paciente para a 
infiltração do lado direito, e ficar voltado na 
mesma direção que o paciente para a 
infiltração do lado esquerdo. 
6. Preparar o tecido no local de injeção. 
7. Depositar um pequeno volume do 
anestésico no local de injeção - Continuar a 
injetar pequenos volumes durante todo o 
procedimento. 
8. Avançar lentamente a agulha até que toque 
suavemente o osso – 3 a 5 mm. 
@ODONTOALIZANDO 
Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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9. Injetar lentamente até ¼ do tubete 
anestésico. 
10. Observar isquemia. 
 
 
 
Bloqueio do Nervo Maxilar 
 
Áreas anestesiadas 
● Anestesia pulpar dos dentes 
superiores no lado do bloqueio. 
● Periodonto vestibular e osso 
sobrejacente a estes dentes. 
● Tecidos moles e osso do palato duro e 
parte do palato mole, medialmente à 
linha média. 
● Pele da pálpebra inferior, lateral do 
nariz, bochecha e lábio superior. 
 
 
 
Técnica - Abordagem da Tuberosidade Alta 
1. Uma agulha longa de calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: altura da prega 
mucovestibular acima da face distal do 
segundo molar superior 
3. Área-alvo: a. Nervo maxilar, no ponto onde 
ele atravessa a fossa pterigopalatina b. 
Superior e medial à área-alvo do bloqueio do 
nervo ASP. 
4. Assumir a posição correta, de frente para o 
paciente. Lado esquerdo, na posição 10 horas 
de frente para o paciente, lado direito na 
posição de 8 horas de frente para o paciente. 
5. Preparar o tecido na altura da prega 
mucovestibular, na face distal do segundo 
molar superior. 
6. Retrair a mucosa jugal na área da injeção 
com seu dedo indicador para aumentar a 
visibilidade. Inserir e avançar a agulha 
lentamente para cima, para dentro e para 
trás. 
7. Avançar a agulha até uma profundidade de 
30 mm. 
8. Aspirar. 
9. Depositar lentamente 1,8 ml de anestésico. 
 
 
 
Técnica - Abordagem do Canal Palatino Maior 
1. Uma agulha longa de calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: tecidos moles palatinos 
diretamente sobre o forame palatino maior. 
3. Área-alvo: Nervo maxilar, no ponto onde 
ele atravessa a fossa pterigopalatina. 
4. Assumir a posição correta. Lado direito, de 
frente para o paciente, na posição 7 ou 8h. 
Lado esquerdo, sentar-se na mesma direção 
do paciente na posição de 10 ou 11h. 
5. Preparar os tecidos diretamente sobre o 
forame palatino maior. 
6. Depositar um pequeno volume do 
anestésico no local de injeção - Continuar a 
injetar pequenos volumes durante todo o 
procedimento. 
7. A agulha deve ser mantida em um ângulo 
de 45 graus para facilitar a entrada no forame 
palatino maior. 
8. Após localizar o forame, avançar a agulha 
lentamente no canal palatino maior até uma 
profundidade de 30 mm. 
9. Aspirar. 
@ODONTOALIZANDO 
Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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10. Depositar lentamente 1,8 ml de 
anestésico. 
 
 
 
 
 
Indicações 
● Controle da dor antes de 
procedimentos cirúrgicos extensos, 
periodontais ou restauradores. 
● Quando uma inflamação ou infecção 
impede o uso de outros bloqueios 
regionais ou da injeção 
supraperiosteal. 
● Procedimentos diagnósticos ou 
terapêuticos para neuralgias ou tiques 
da segunda divisão do nervo trigêmeo. 
 
Contraindicações 
● Profissional inexperiente 
● Pacientes pediátricos 
● Inflamação ou infecção dos tecidos 
sobrejacentes ao local da injeção 
● Risco de hemorragia (p. ex., em um 
hemofílico). 
● Incapacidade de conseguir acesso ao 
canal; obstruções ósseas. 
 
Vantagens 
● Técnica usualmente atraumática. 
● Alta taxa de sucesso (> 95%). 
● Minimiza o número de perfurações da 
agulha. 
● Minimiza o volume total de solução 
anestésica. 
 
Desvantagens 
● Risco de hematoma, principalmente 
com a abordagem da tuberosidade 
alta. 
● A abordagem pela tuberosidade alta é 
relativamente arbitrária. 
● Ausência de hemostasia 
● Dor: a abordagem do canal palatino 
maior é potencialmente traumática. 
 
 
Técnicas Anestésicas 
Complementares 
 
Técnicas Suplementares 
Injeção intra-óssea 
● Intraóssea 
● Intraligamentar 
● Intrasseptal 
 
Injeção intrapulpar 
 
Injeção submucosa 
 
Injeção Intra-óssea 
 
● Injeção da solução no tecido 
esponjoso, entre camadas corticais da 
mandíbula ou da maxila, tornando 
mais rápida a difusão da solução 
anestésica; 
● Risco de lesar raízes dentais; 
● Penetra-se o tecido ósseo com broca 
e insere a agulha no local, 
depositando a solução anestésica; 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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● Indicação:​ Controle da dor para 
tratamentos dentários num único 
dente ou em múltiplos dentes num 
quadrante – Endodontia. 
 
 
Técnica 
1. Aplicar anestésico tópico no local da 
injeção para anestesiar os tecidos moles. 
2. Enquanto a broca é mantida em posição 
perpendicular à lâmina cortical, empurrá-la 
gentilmente através da gengiva inserida até 
que sua extremidade repouse contra o osso. 
3. Ativar a peça de mão e pressionar a broca 
em “pulsos curtos” até sentir uma perda 
súbita de resistência. 
4. Retirar a broca. 
5. Introduzir a agulha anestésica no orifício e 
injetar o volume de anestésico local 
apropriado ao procedimento (1/4 a 1/3 do 
tubete). 
 
Áreas Anestesiadas: 
● Osso, tecidos moles e estrutura 
radicular. 
 
Vantagens 
● Ausência de anestesia do lábio e da 
língua (apreciada por muitos 
pacientes). 
● Início de ação imediato (<30 
segundos). 
 
Desvantagens 
● Gosto amargo do fármaco anestésico 
(se houver vazamento) 
● Dificuldade ocasional em se colocar a 
agulha do anestésico no orifício 
previamente feito. 
● Ocorrência frequente de palpitações 
com o uso de anestésicos locais com 
vasoconstritores (67% dos pacientes – 
lidocaína 2% com epinefrina 
1:100.000. 
 
 
Injeção Intraligamentar 
 
Injeção Peridental 
● Recomendada para auxiliar outras 
técnicas ou em casos de tratamentos 
limitados a um dente, podendo ser 
realizada na maxila ou mandíbula. 
● A agulha (extra-curta, calibre 30) 
deverá ser introduzida através do 
sulco gengival e ligamento periodontal 
e, então, injeta-se sob pressão, 
pequena quantidade da solução 
anestésica. 
 
Áreas Anestesiadas 
● Osso, tecidos moles e tecidos apicais 
e pulpares na área da injeção. 
 
Indicações 
● Pacientes nos quais não seja 
desejável uma anestesia residual dos 
tecidos moles. 
● Situações em que a anestesia regional 
está contraindicada. 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=10-tecnicas-anestesicas-maxilares● Como uma técnica adjuvante após a 
anestesia nervosa em bloco na 
presença de uma anestesia parcial. 
 
Vantagens 
● Não há anestesia do lábio, da língua e 
de outros tecidos moles 
● Dose mínima do anestésico local 
necessária para a obtenção da 
anestesia (0,2 ml por raiz). 
 
Desvantagens 
● Dificuldade técnica de inserção da 
agulha; 
● Vazamento da solução anestésica na 
boca: Gosto amargo. 
● Uma pressão excessiva ou uma 
injeção demasiado rápida pode 
quebrar o cartucho de vidro. 
● O desconforto pós-injeção pode 
persistir por vários dias. 
● A aplicação de pressão excessiva e, 
principalmente, grandes quantidades 
de solução anestésica podem 
promover extrusão dental. 
 
Injeção Intrasseptal 
 
● É uma variação da técnica intra-óssea, 
recomendada basicamente para 
técnicas cirúrgicas periodontais. 
● Uma agulha de calibre 23 ou 25 é 
pressionada delicadamente no osso 
intra-septal. 
● A solução é então injetada sob 
pressão no osso esponjoso e então 
reabsorvida pela região do 
pericemento. 
● É necessário que a membrana 
mucosa esteja anestesiada antes da 
introdução intra-septal da agulha. 
 
 
 
Áreas Anestesiadas 
● Osso, tecidos moles, estrutura da raiz 
na área da injeção. 
 
Indicações 
● Casos em que se desejam tanto o 
controle da dor como a hemostasia 
para o tratamento periodontal ósseo e 
de tecidos moles. 
 
 
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Vantagens 
● Ausência de anestesia dos lábios e da 
língua (apreciada por muitos 
pacientes); 
● Necessidade de volumes mínimos do 
anestésico local; 
● Grande redução do sangramento 
durante o procedimento cirúrgico. 
 
Desvantagens 
● Podem ser necessárias múltiplas 
punções do tecido; 
● Gosto amargo do anestésico (se 
ocorrer vazamento); 
● Duração curta da anestesia pulpar; 
área limitada de anestesia dos tecidos 
moles (pode ser necessária uma nova 
injeção); 
● Dificuldade técnica. 
 
Injeção Intrapulpar 
 
● Quando o controle da dor é necessário 
para extirpação pulpar ou algum outro 
tratamento endodôntico na ausência 
de anestesia adequada proveniente de 
outras técnicas. 
● Pulpite aguda irreversível Áreas 
anestesiadas: 
● Extremidades nervosas terminais no 
local da injeção na câmara e nos 
canais da polpa do dente envolvido. 
 
Vantagens 
● Ausência de anestesia do lábio e da 
língua (apreciada pela maioria dos 
pacientes); 
● Necessidade de um volume mínimo da 
solução anestésica; 
● Início de ação imediato. 
 
Desvantagens 
● Traumática; 
● Gosto amargo do anestésico (se 
ocorrer vazamento); 
● Pode ser difícil penetrar em certos 
canais da raiz - Pode ser necessário 
entortar a agulha. 
 
Injeção Submucosa 
 
Indicação: 
● Intervenções em tecidos moles da 
cavidade bucal 
● Biópsias (fibromas, mucoceles, 
papilomas). 
● Gengiva marginal – grampos, 
matrizes. (1/4). 
 
Técnica: 
● Consiste em puncionar a mucosa, 
atravessando a agulha até a 
submucosa próxima da área da 
intervenção. 
● Inserir a agulha 0,5 a 1cm na região a 
ser anestesiada e injetar o anestésico 
lentamente. 
● ½ tubete tende a ser suficiente. 
 
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Baixado por Joice Pimentel (lorapimentel@gmail.com)
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