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INFECÇÕES SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS - IST
DISCENTES:
DÉBORA DE SOUZA JÁCOME
LAURA BATISTA BRILHANTE
LUCAS FORTES RIBEIRO HOLANDA
SAWANNA SOUSA MELO DE ALBUQUERQUE
21/06/2022
O QUE SÃO INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS? 
As Infecção Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada, da mãe para o filho na gestação ou amamentação, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
Algumas IST são de fácil tratamento e de rápida resolução. Outras, contudo, têm tratamento mais difícil ou podem persistir ativas, algumas IST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até a morte.
HIV - CAUSA
HIV e a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana.
A AIDS é causada pela infecção do organismo humano pelo vírus do HIV.
O HIV compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, impedindo-o de executar adequadamente sua função de proteger o organismo contra as agressões externas, tais como: bactérias, outros vírus, parasitas e células cancerígenas.
HIV - TRANSMISSÃO
O vírus HIV é transmitido por meio de relações sexuais (vaginal, anal ou oral) desprotegidas (sem camisinha) com pessoa soropositiva.
Compartilhamento de objetos perfuro cortantes contaminados, como agulhas, alicates, etc.
De mãe soropositiva, sem tratamento, para o filho durante a gestação, parto ou amamentação.
HIV - SINAIS E SINTOMAS
Os primeiros sintomas da infecção pelo HIV podem surgir cerca de 2 semanas após o contato com o vírus e podem ser semelhantes aos da gripe, como por exemplo: Dor de cabeça; Febre; Cansaço excessivo; Ínguas inflamadas; Garganta inflamada; Aftas ou feridas na boca; Suores noturnos; Diarreia.
Algumas pessoas a infecção pelo HIV não causa nenhum sinal ou sintoma, podendo essa fase assintomática durar até 10 anos. Mas sim de que o vírus está se multiplicando silenciosamente, afetando o funcionamento do sistema imune e posterior surgimento da AIDS.
HIV - TRATAMENTO
Ainda não existe cura para a AIDS.
O tratamento é feito também por meio de medicamentos antirretrovirais que impedem a multiplicação do vírus no organismo, ajudando a combater a doença e a fortalecer o sistema imunológico, apesar de não serem capazes de eliminar o vírus do organismo.
HIV - PREVENÇÃO 
O meio mais simples e acessível de prevenção ao HIV é o uso de preservativos masculino e feminino em todas as relações sexuais. 
Optar por seringas e agulhas descartáveis;
Utilizar objetos cortantes descartáveis ou esterilizados.
SÍFILIS - CAUSA
É uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária).
SÍFILIS - TRANSMISSÃO 
A sífilis pode ser transmitida por relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada, ou ser transmitida para a criança durante a gestação ou parto.
SÍFILIS PRIMÁRIA - SINAIS E SINTOMAS
Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele), que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio. 
Normalmente, ela não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha.
Essa ferida desaparece sozinha, independentemente de tratamento.
SÍFILIS SECUNDÁRIA - SINAIS E SINTOMAS
Os sinais e sintomas aparecem entre 6 seis semanas há 6 seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial.
Podem surgir manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias.
Pode ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça, ínguas pelo corpo.
As manchas desaparecem em algumas semanas, independentemente de tratamento, trazendo a falsa impressão de cura.
SÍFILIS TERCIÁRIA - SINAIS E SINTOMAS
Pode surgir entre 1 e 40 anos após o início da infecção.
Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.
Uma pessoa pode ter sífilis e não saber, isso porque a doença pode aparecer e desaparecer, mas continuar latente no organismo. Por isso é importante se proteger, fazer o teste e, se a infecção for detectada, tratar da maneira correta.
SÍFILIS LATENTE - SINAIS E SINTOMAS
Não aparecem sinais ou sintomas.
É dividida em: latente recente (até um ano de infecção) e latente tardia (mais de um ano de infecção).
A duração dessa fase é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária.
SÍFILIS - TRATAMENTO
O tratamento da sífilis é realizado com a penicilina benzatina. A dose de penicilina que deve ser utilizada vai depender do estágio clínico da sífilis.
Após o tratamento completo, é importante continuar o seguimento com coleta de testes não treponêmicos para ter certeza da cura.
Quando a sífilis é detectada na gestante, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, com a penicilina benzatina. Esse é o único medicamento capaz de prevenir a transmissão vertical (passagem da sífilis da mãe para o bebê).
SÍFILIS - PREVENÇÃO
O uso correto e regular da camisinha feminina e/ou masculina é a medida mais importante de prevenção da sífilis, por se tratar de uma Infecção Sexualmente Transmissível.
A testagem e acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal contribui para o controle da sífilis congênita. 
HEPATITE B - CAUSA
É uma doença infecciosa que agride o fígado, sendo causada pelo vírus B da hepatite (HBV).
O HBV está presente no sangue e secreções, é também classificada como uma infecção sexualmente transmissível. 
HEPATITE B - TRANSMISSÃO
Relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada;
Contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas, seringas e outros objetos para uso de drogas (cachimbos);
Compartilhamento de materiais de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam);
Na confecção de tatuagem e colocação de piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam às normas de biossegurança;
Por contato próximo de pessoa a pessoa (presumivelmente por cortes, feridas e soluções de continuidade).
HEPATITE B - SINAIS E SINTOMAS
Quando presentes, são comuns às demais doenças crônicas do fígado e costumam manifestar-se apenas em fases mais avançadas da doença, na forma de cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre e dor abdominal. 
A ocorrência de pele e olhos amarelados é observada em menos de um terço dos pacientes com hepatite B.
HEPATITE B - TRATAMENTO
O tratamento é realizado com antivirais específicos, disponibilizados no SUS, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite B.
Os tratamentos disponíveis atualmente não curam a infecção pelo vírus da hepatite B, mas podem retardar a progressão da cirrose, reduzir a incidência de câncer de fígado e melhorar a sobrevida em longo prazo.
HEPATITE B - PREVENÇÃO 
A vacinação é a principal medida de prevenção contra a hepatite B, sendo extremamente eficaz e segura.
Usar preservativo em todas as relações sexuais.
Não compartilhar objetos de uso pessoal – tais como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings.
FÍGADO SAUDÁVEL
FÍGADO COM HEPATITE B
HEPATITE C - CAUSA
É um processo infeccioso e inflamatório, causado pelo vírus C da hepatite (HCV) e que pode se manifestar na forma aguda ou crônica.
A hepatite crônica pelo HCV é uma doença de caráter silencioso, que evolui sorrateiramente e se caracteriza por um processo inflamatório persistente no fígado.
HEPATITE C - TRANSMISSÃO 
Contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas,seringas e outros objetos para uso de drogas (cachimbos);
Reutilização ou falha de esterilização de equipamentos médicos ou odontológicos;
Falha de esterilização de equipamentos de manicure;
Reutilização de material para realização de tatuagem;
Relações sexuais sem o uso de preservativos (menos comum);
HEPATITE C - SINAIS E SINTOMAS 
Sintomas que pode manifestar-se por queixas inespecíficas como letargia (níveis de energia abaixo do normal), mal-estar geral, febre, problemas de concentração; queixas gastrintestinais como perda de apetite, náusea, intolerância ao álcool, dores na zona do fígado ou o sintoma mais específico que é a icterícia. Muitas vezes, os sintomas não são claros, podendo-se assemelhar aos de uma gripe. 
O portador crónico do vírus pode mesmo não ter qualquer sintoma, sentir-se saudável e, no entanto, estar a desenvolver uma cirrose ou um cancro hepático (câncer).
HEPATITE C – TRATAMENTO
O tratamento da hepatite C é feito com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais 95% e são realizados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. Os DAA revolucionaram o tratamento da hepatite C, possibilitando a eliminação da infecção.
HEPATITE C – PREVENÇÃO
Não existe vacina contra a hepatite C. Para evitar a infecção, é importante:
Não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente etc.);
Usar preservativo nas relações sexuais;
Toda mulher grávida precisa fazer, no pré-natal, os exames para detectar as hepatites B e C, o HIV e a sífilis. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas. O tratamento da hepatite C não está indicado para gestantes, mas após o parto a mulher deverá ser tratada.
VAGINOSE BACTERIANA/GARDENERELLA – CAUSA
A Gardnerella vaginalis é uma bactéria que provoca a vaginose bacteriana, uma infecção que acontece na região da vagina. Esta bactéria faz parte da flora normal (conjunto de micro-organismos que habitam a vagina sem causar doenças ou sintomas) do organismo da mulher, principalmente das que são sexualmente ativas. 
Neste tipo de infecção genital há um aumento exagerado e variado das bactérias potencialmente patogénicas (que provocam doença) e uma diminuição dos Lactobacillus (bactérias que promovem a proteção da vagina), podendo estar associado a sintomas da área genital.
VAGINOSE BACTERIANA - SINAIS E SINTOMAS
Corrimento vaginal com odor fétido (semelhante a “peixe podre”), mais acentuado após a relação sexual e durante o período menstrual. 
Corrimento vaginal de cor branco-acinzentada, de aspecto fluido ou cremoso e algumas vezes bolhoso.
VAGINOSE BACTERIANA - TRATAMENTO
Geralmente é feito com o uso de antibióticos, como (por exemplo, metronidazol ou clindamicina), que podem ser aplicados diretamente no local, na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral. 
O uso do antibiótico deve ser feito durante 7 dias ou de acordo com a indicação do ginecologista e não deve ser interrompido com a melhora dos sintomas.
VAGINOSE BACTERIANA - PREVENÇÃO
Evite duchas vaginais; 
Não utilize perfumes na vulva;
Evite roupas justas e de material sintético; 
Acostume-se a dormir sem calcinha, pois a vagina precisa “respirar”;
 Não utilize sabonetes comuns, que têm pH diferente;
 Para limpar a região genital, opte por sabonetes íntimos;
Mulheres que usam algum dispositivo intrauterino, como DIU, têm mais risco de apresentar vaginose.
DONOVANOSE - CAUSA
É uma infecção causada pela bactéria Klebsiella granulomatis, que afeta a pele e mucosas das regiões da genitália, da virilha e do ânus. 
Causa úlceras e destrói a pele infectada. É pouco frequente, ocorrendo na maioria das vezes em climas tropicais e subtropicais. 
DONOVANOSE - TRANSMISSÃO 
A transmissão ocorre pelo sexo desprotegido com uma pessoa infectada.
Após o contágio, aparece uma lesão que se transforma em ferida ou caroço vermelho.
DONOVANOSE - SINAIS E SINTOMAS
Incluem caroços e feridas vermelhas e sangramento fácil. Após a infecção, surge uma lesão nos órgãos genitais que lentamente se transforma em úlcera ou caroço vermelho. 
Essa ferida pode atingir grandes áreas, danificar a pele em volta e facilitar a infecção por outras bactérias. 
Como as feridas não causam dor, a procura pelo tratamento pode ocorrer tardiamente, aumentando o risco de complicações.
DONOVANOSE - TRATAMENTO
É feito de acordo com a orientação médica, sendo normalmente recomendado o uso de antibióticos, como Azitromicina por até 3 semanas. Em alternativa à Azitromicina, o médico pode indicar o uso de Doxiciclina, Ciprofloxacino ou Trimetoprim-sulfametoxazol.
DONOVANOSE – PREVENÇÃO 
É feita através do uso de preservativo em qualquer tipo de contato íntimo. 
É importante verificar se o ferimento está protegido com o preservativo, pois se a ferida exposta entrar em contato com o parceiro, é possível haver a transmissão da bactéria responsável pela doença.
CANDIDIASE - CAUSA
A candidíase genital é uma infecção causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans na região genital, um tipo de fungo que é normal nessa região, mas que pode se desenvolver em excesso devido ao enfraquecimento do sistema imunológico 
A candidíase é Fatores que podem causar a candidíase vulvaginal: Gravidez; Obesidade; Uso de antibióticos; Alterações na resposta imunológica Hábitos de higiene e vestuário que aumentem a umidade e o calor local; Contato com substancias alergênicas e/ou irritantes (ex.: talcos, perfumes, sabonetes ou desodorantes íntimos); Infecção pelo HIV.
CANDIDIASE - SINAIS E SINTOMAS
Nas Mulheres
Corrimento branco, em grumos, parecido com a nata do leite;
Ardor local e para urinar;
Dor durante as relações sexuais.
Nos homens
Pequenas manchas vermelhas no pênis;
Edema leve;
Lesões em forma de pontos;
Prurido (coceira). Em casos mais graves distúrbios gastrointestinais, respiratórios e outros problemas dermatológicos podem aparecer.
CANDIDIASE - TRATAMENTO
Pode ser feito com o uso de medicamentos antifúngicos na forma de comprimidos, óvulos vaginais ou pomadas, prescritos pelo médico de acordo com o local afetado pela candidíase, que geralmente pode ocorrer na região vaginal, intestinal ou na pele.
CANDIDIASE - PREVENÇÃO
Para afastar a ameaça da candidíase vaginal, a higiene da região deve ser feita com sabonete de pH neutro. 
Dar preferência, é melhor optar pela calcinha de algodão, não usar absorvente íntimo todo os dias e evitar roupas muito justas ou molhadas por tempo prolongado. 
Não abrir mão da camisinha nas relações sexuais previne o contágio entre os parceiros. 
 Pessoas com a imunidade comprometida, como portadores de HIV ou em tratamento contra o câncer, precisam de cuidados extras para prevenir a infecção pelo fungo. Lembre-se: a candidíase é uma doença oportunista. 
HPV - CAUSA 
 HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que infecta a pele ou mucosas (oral, genital ou anal) das pessoas, provocando verrugas ano genitais (na região genital e ânus) e câncer, a depender do tipo de vírus.
HPV - TRANSMISSÃO 
Se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada. 
A principal forma é pela via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. 
Assim sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal.
HPV - SINAIS E SINTOMAS 
Lesões clínicas apresentam-se como verrugas na região genital e no ânus (denominadas tecnicamente condilomas acuminados e popularmente conhecidas como "crista de galo", "figueira" ou "cavalo de crista").
 Podem ser únicas ou múltiplas, de tamanho variável, achatadas ou papulosas (elevadas e sólidas). Em geral, são assintomáticas, mas pode haver coceira no local. Essas verrugas, normalmente, são causadas por tipos de HPV não cancerígenos.
Lesões subclínicas (não visíveis ao olho nu) – podem ser encontradas nos mesmos locais das lesões clínicas e não apresentam sinais/sintomas.
HPV - TRATAMENTO
Nãohá cura para o vírus.
O objetivo do tratamento das verrugas ano genitais (região genital e ânus) é a destruição das lesões. 
Independentemente da realização do tratamento, as lesões podem desaparecer, permanecer inalteradas ou aumentar em número e/ou volume.
Podem ser usados laser, eletro cauterização, ácido tricloroacético (ATA) e medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo.
HPV - PREVENÇÃO 
Vacinar-se contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS, o uso de preservativo (camisinha) nas relações sexuais é outra importante forma de prevenção do HPV. 
Contudo, o seu uso, apesar de prevenir a maioria das IST, não impede totalmente a infecção pelo HPV, pois muitas vezes as lesões estão presentes em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, períneo ou bolsa escrotal). 
HERPES GENITAL - CAUSA
Tendo com agente vírus do herpes simples (HSV), que provoca lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculinos e femininos. 
Uma vez dentro de um organismo, dificilmente esse vírus será eliminado, porque se aproveita do material fornecido pelas células do hospedeiro para sua replicação.
HERPES GENITAL - TRANSMISSÃO
É transmitido através do contato com a pele ou mucosa infectada, secreções da vagina, pênis ou ânus ou fluido oral de alguém infectado pelo vírus. 
Isso inclui tocar, beijar e contato sexual (vaginal, anal, peniano e oral).
HERPES GENITAL - SINTOMAS
Infecção pode causar ardor, coceira (prurido), formigamento, gânglios inflamados, seguida surgem as bolhas características do herpes. São pequenas vesículas que se distribuem em forma de buquê nos genitais masculinos e femininos.
 As lesões costumam regredir espontaneamente, mesmo sem tratamento, nos indivíduos imunocompetentes. 
HERPES GENITAL - TRATAMENTO
O aciclovir é a principal medicamento usada para o tratamento do herpes genital. 
Ele necessita da ação enzimática do vírus para destruí-lo ou impedir que mantenha sua cadeia de replicação. 
No entanto, quando o vírus está recolhido no gânglio neural, esse remédio não faz efeito.
HERPES GENITAL – PREVENÇÃO 
A melhor maneira de prevenir a doença é usar preservativo nas relações sexuais e evitar múltiplos parceiros .
Não tocar nas lesões, pois elas carregam grande quantidade de vírus. 
Se você tocar nas lesões ou nos fluidos da região, lave as mãos imediatamente com água e sabão.
CANCRO MOLE - CAUSA
O cancro mole é uma Infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Haemophilus ducreyi, que, apesar do nome sugerir, sendo caracterizada por feridas na região genital, de formato irregular, que podem surgir até 3 a 10 dias após uma relação desprotegida. 
CANCRO MOLE - TRANSMISSÃO 
É altamente contagiosa capaz de penetrar a pele através de microscópicas feridas, como aquelas causadas pelo atrito do ato sexual. Não é preciso haver ejaculação para que ocorra a transmissão. A bactéria pode ser transmitida através do sexo pela via anal, vaginal ou oral.
CANCRO MOLE - SINAIS E SINTOMAS
Os primeiros sintomas de cancro mole surgem até 10 dias após a infecção pela bactéria e, geralmente, incluem: Caroços e ínguas avermelhadas na região genital, desenvolvimento de feridas abertas, dor constante na região íntima, dor ou queimação ao urinar, corrimento anormal pela uretra ou sangramento ao urinar.
CANCRO MOLE - TRATAMENTO
Normalmente, o tratamento do cancro mole é feito com a o uso de antibióticos receitados pelo médico, que podem ser feitos em dose única, ou durante um período de 3 a 15 dias, de acordo com os sintomas e grau da infecção.
CANCRO MOLE - PREVENÇÃO
É recomendado manter os cuidados básicos de higiene, lavando a região com água morna e, se necessário, com um sabão para a região genital, para evitar possíveis infecções. 
Deve-se também evitar o contato íntimo durante o tratamento, já que existe um risco elevado de transmitir a bactéria, mesmo com o uso de preservativo.
TRICOMONÍASE - CAUSA
A tricomoníase uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis. 
Ela atinge tanto homens como mulheres, afetando principalmente a vagina e Trato urinário. 
TRICOMONÍASE - TRANSMISSÃO 
Sua transmissão ocorre por meio das relações sexuais ou contato íntimo com secreções de uma pessoa contaminada. 
Pode ser transmitida por mulher/homem e mulher/mulher. Em geral, afeta mais as mulheres.
TRICOMONÍASE - SINAIS E SINTOMAS
Corrimento amarelado, amarelo-esverdeado ou acinzentado com mau cheiro, geralmente lembrando peixe.
Às vezes ocorre prurido, sangramento após relação sexual, dor durante relação sexual e dor ao urinar.
A tricomoníase pode ser assintomática, mas é um facilitador para a transmissão de outros agentes infecciosos agressivos, como gonorreia e infecção por clamídia, e na gestação, quando não tratada, pode evoluir para rompimento prematuro da bolsa.
TRICOMONÍASE - TRATAMENTO
Metronidazol ou tinidazol oral
Tratamento dos parceiros sexuais
Metronidazol ou tinidazol, 2 g, por via oral, em dose única, cura até 95% das mulheres com tricomoníase se os parceiros sexuais forem tratados simultaneamente. A efetividade de esquemas de única dose em homens não é evidente, de modo que o tratamento geralmente é feito com metronidazol ou tinidazol, 500 mg por via oral duas vezes/dia durante 5 a 7 dias.
Uso correto e regular de preservativos, evitar práticas sexuais inseguras, tais como trocar de parceiros sexuais com frequência ou ter relações sexuais com desconhecidos ou parceiros que possuem outros parceiros sexuais.
Diagnóstico e tratamento imediatos da infecção (para impedir a transmissão para outras pessoas).
TRICOMONÍASE - PREVENÇÃO 
CLAMÍDIA/GONORREIA - causa
Ocasionada pela bactéria (Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, respectivamente). 
Clamídia e gonorreia são infecções causadas por bactérias que podem atingir os órgãos genitais masculinos e femininos. A clamídia é muito comum entre os adolescentes e adultos jovens, podendo causar graves problemas à saúde. A gonorreia pode infectar o pênis, o colo do útero, o reto (canal anal), a garganta e os olhos.
CLAMÍDIA/GONORREIA - transmissão 
Pode ser transmitida através do sexo vaginal, anal e oral. Também pode ser passado aos olhos por uma mão ou outra parte do corpo umedecida com secreções infectadas.
 A clamídia pode ser transmitida de uma mulher infectada com clamídia para seu bebê durante o parto.
CLAMÍDIA/GONORREIA - SINAIS E Sintomas
Os sintomas mais frequentes causados por essa infecções são:
 Mulher: corrimento vaginal com dor no baixo ventre na mulher.
 Homens: corrimento no pênis e dor ao urinar.
 No entanto, é muito comum que as infecções causadas por essas bactérias sejam assintomáticas na maioria dos casos.
CLAMÍDIA/GONORREIA - TRATAMENTO
É recomendado o uso de antibióticos tanto para o paciente afetado como para os parceiros sexuais dele. 
A triagem de outras informações sexualmente transmissíveis também deve ser realizada. 
CLAMÍDIA/GONORREIA - prevenção 
Pratique sexo seguro.
Evite o contato sexual com múltiplos parceiros.
Procure o médico, assim que manifestar algum sintoma que possa sugerir uma doença sexualmente transmissível. 
Siga criteriosamente a orientação do médico sobre a duração do tratamento e as doses dos medicamentos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/infeccoes-sexualmente-transmissiveis-0
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-sao-ist/tricomoniase
http://www.aids.gov.br/pt-br/sintomas-das-ist
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/infeccoes-sexualmente-transmissiveis/sifilis
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