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Prof. Rafaela Von Ancken
BIOQUÍMICA
Aula 1-2
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MACROMOLÉCULAS
Sua massa é constituída quase 
que totalmente por apenas seis 
elementos:
→ carbono (C), hidrogênio 
(H), oxigênio (O), nitrogênio 
(N), fósforo (P) e enxofre (S);
https://1.bp.blogspot.com/-Xm0gNttW5jc/XvDHl5ZXOhI/AAAAAAAACPA/oxm4IkO_8dsJENC1eXkownT9qzD0YUSRQCK4BGAsYHg/s480/macromol%25C3%25A9culas.jpg
MACROMOLÉCULAS → são POLÍMEROS (poli = muitos; mers = 
partes) → moléculas grandes formadas por inúmeras moléculas 
menores repetidas → MONÔMEROS (mono = um)
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CARBOIDRATOS
• Constituídos de átomos de carbono,
hidrogênio e oxigênio;
• Principal e imediata fonte de energia
para as atividades celulares; 
Incluem açúcares e polímeros de açúcar;
Os carboidratos mais simples são
monossacarídeos, ou açúcares simples;
4
4
CARBOIDRATOS
FUNÇÕES: 
• Energética (principal fonte energética dos seres 
vivos);
• Reserva energética (ex. amido, glicogênio..)
• Estruturais (ex. celulose, quitina, glicocálix) ..
Os carboidratos podem ser classificados como 
monossacarídeos, dissacarídeos e 
polissacarídeos;
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MONOSSACARÍDEOS
• Fonte de energia;
• Parte da estrutura do DNA e do RNA;
• Cada molécula contém de três a sete 
átomos de carbono; 
• n = 3 (C3H6O3): triose; 
• n = 4 (C4H8O4): tetrose;
• n = 5 (C5H10O5): pentose;
• n = 6 (C6H12O6): hexose;
• n = 7 (C7H14O7): heptose. 
https://static.todamateria.com.br/upload/ri/bo/riboseedesoxirribose-cke.jpg?auto_optimize=low
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DISSACARÍDEOS
• Os monossacarídeos ligam-se entre si formando DISSACARÍDEOS 
por síntese por desidratação, 
• União entre um grupo hidroxila de uma molécula de açúcar e o 
carbono anomérico (C1) de outra; 
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DISSACARÍDEOS
Têm nomes terminados com o sufixo ose. 
• Maltose (glicose + glicose) → produto da hidrólise do amido;
• Sacarose (glicose + frutose) → é o açúcar da cana-de-açúcar; 
• Lactose (glicose + galactose) → é o açúcar do leite; 
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POLISSACARÍDEOS
• AMIDO: encontrado nas raízes como batatas, 
em cereais como milho e o arroz e até 
mesmo em frutos; Reserva energética das
plantas;
• GLICOGÊNIO: polissacarídeo de reserva, 
presente em animais e algumas bactérias;
• CELULOSE: elemento estrutural em paredes
celulares de plantas e da maioria das algas e é 
insolúvel em água;
• QUITINA: desempenha a função estrutural, 
fornecendo suporte extracelular para animais, 
formando exoesqueletos em crustáceos e insetos 
e constituindo a parede celular da maioria dos 
fungos;
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LIPÍDEOS
• Conhecidos como gorduras; 
• Altamente energético → 1g = 9 Kcal 
• Formados por átomos de carbono, 
hidrogênio e oxigênio;
• São insolúveis em água e apolares;
FUNÇÕES: 
• Estrutura das membranas celulares; → regulação da 
entrada de substâncias/nutrientes;
• Reserva energética; 
• Função hormonal; 
• Isolante térmico e físicos;
• Etc...
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TIPOS DE LIPÍDEOS
• São classificados em diferentes tipos;
TIPO CARACTERÍSTICA
TRIACILGLICERÓIS Em animais (manteiga, sebo – sólidos em temperatura 
Ambiente) e óleos vegetais (óleo de soja, de milho – líquidos em 
Temperatura ambiente); 
CERÍDEOS Impermeabilizantes (ex. impedindo que as folhas percam água para o 
ambiente; permitem que aves aquáticas nadem);
GLICEROFOSFOLIPÍDEOS, 
ESFINGOLIPÍDEOS E 
ESTERÓIS
Lipídeos estruturais de membrana; 
ESFINGOMIELINAS E 
GLICOESFINGOLIPÍDEOS
Funções de revestimento e isolamento em alguns neurônios
Por conterem fosfato são considerados fosfolipídeos (moléculas anfipáticas);
ESTERÓIS Função regulatória, ação hormonal (colesterol) e estão também presentes nas 
membranas plasmáticas de plantas (estigmaesterol) e de animais, nos sais 
biliares;
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LIPOPROTEÍNAS
São responsáveis pelo transporte dos lipídios pela circulação;
QUILOMÍCRONS: é a lipoproteína maior e menos densa, 
apresentando o maior conteúdo de triglicerídeos se 
comparada com as demais. Transporta lipídios do intestino 
delgado para a circulação linfática.
LDL (LIPOPROTEÍNA DE DENSIDADE BAIXA): é composta 
especialmente por colesterol. Levam os lipídios para os 
tecidos do corpo;
HDL (LIPOPROTEÍNA DE DENSIDADE ALTA): é composta principalmente por 
proteína. Responsável por fazer uma varredura dos lipídios, levando-os da 
circulação de volta ao fígado, conhecido também como transporte reverso do
colesterol.
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https://wp.ufpel.edu.br/renataabib/files/2016/04/DISLIPIDEMIAS-1.pdf
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AMINOÁCIDOS
São unidades estruturais que formam as 
proteínas;
• Formados por um grupo carboxila (-
COOH), um grupo amino (-NH2), um 
átomo de hidrogênio e um grupo lateral 
(grupo R); todos ligados ao mesmo átomo 
de carbono (carbono alfa); 
O grupo lateral poderá ser:
• Uma cadeia linear 
• Cadeia ramificada de átomos 
• Estrutura em anel;
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Existem nove aminoácidos que os 
seres humanos não conseguem
sintetizar, denominados de 
aminoácidos essenciais:
(fenilalanina, histidina, isoleucina, 
leucina, lisina, metionina, treonina, 
triptofano e valina)
→ a ingestão por dieta se torna 
indispensável; 
GRUPO R: influenciam:
→ Influenciam na solubilidade dos 
aminoácidos em água;
→ Na sua capacidade de sofrer
transformações;
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FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS
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FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS
• Catálise enzimática;
• Transporte;
• Armazenamento de moléculas e 
íons;
• Estrutura e sustentação celular;
• Coordenação e regulação de 
atividades celulares;
• Proteção imunitária;
FUNÇÃO EXEMPLO
Catalisadores Enzimas
Transporte Hemoglobina
Contráteis Actina e 
miosina
Hormônios Insulina 
Proteção Anticorpos
Estruturais Colágeno
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As proteínas podem ser:
• Dipeptídeo; (ligação de dois aminoácidos)
• Tripeptídeo; (ligação de três aminoácidos)
• Tetrapetídeo; (ligação de quatro aminoácidos)
• Pentapeptídeo; (ligação de cinco aminoácidos)
• Polipetídeo;
→ quando até cinco aminoácidos se ligam pode ser
chamada de oligopeptídeo;
As proteínas podem ser SIMPLES (constituídas apenas 
por aminoácidos), e podem ser CONJUGADAS 
(glicoproteínas, lipoproteínas), apresentando uma parte 
proteica e uma não proteica (carboidrato ou lipídio); → 
grupo prostético.
https://static.biologianet.com/2020/05/sintese-de-peptideo.jpg
4
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EXEMPLOS:
GLICOPROTEÍNAS: funções de 
reconhecimento celular..
LIPOPROTEÍNAS: transportadoras de 
lipídeos entre células, fígado e sangue: 
• high density lipoproteins (HDL);
• low density lipoproteins (LDL);
• very low density lipoproteins (VLDL);
https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/conteudo/images/lipoproteina.jpg
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FORMA
• FIBROSAS → função de estrutura;
(colágeno do tecido conjuntivo, 
queratina dos cabelos, miosina dos 
músculos etc.) 
• PROTEÍNAS GLOBULARES; - 
cadeias polipeptídicas dobradas em 
forma esférica ou globular;
Ex. Hemoglobina;
https://static.significados.com.br/foto/proteinas-tipos.jpg
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SOLUBILIDADE
INFLUENCIADA POR:
• pH;
• Temperatura;
• Polaridade de seus grupos R;
Influenciado pela temperatura, 
processo de fermentação e 
alteração de pH (pH reduzindo → 
precipitam proteínas → 
consistência mais espessa)
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NÍVEIS ESTRUTURAIS
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CURIOSIDADE
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ENZIMAS
• São proteínas especializadas em 
acelerar processos bioquímicos;
• Agem como catalisadoras das reações 
bioquímicas;
• Nomenclatura: terminam em “ases”
• Sem elas, a velocidade das reações 
seria muito lenta; 
IMPORTANTE LEMBRAR: Toda enzima
é uma proteína, porém nem toda
proteína é uma enzima. 
ENZIMA FUNÇÃO
Amilase/Ptialina Digestão do amido
Pepsina Digestão de PTN
Isomerases Transferência de grupos 
dentro da mesma molécula 
para formar isômeros
Lactase Digestão da Lactose
Lipases Digestão de Lipídeos
Sacarase Digestão da Sacarose
Maltase Digestão da Maltose
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EXEMPLO:
COMOAS ENZIMAS FUNCIONAM? 
Complexo enzima substrato
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CHAVE FECHADURA: 
a enzima é 
complementar ao 
substrato; (conceito 
anterior)
ENCAIXE ENDUZIDO: o 
substrato induz uma 
mudança conformacional 
na enzima;
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INFLUENCIADORES 
DAS ATIVIDADE 
DAS ENZIMAS
• Temperatura;
• pH;
• Concentração de substrato;
• Presença de inibidores; https://artigos.natusvita.com.br/wp-content/uploads/2018/10/quebra-da-lactose.jpg
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• pH: Cada enzima possui um pH ótimo de atividade (abaixo 
ou acima desse valor há menor atividade da enzima); 
• Altas temperaturas: as enzimas aumentam sua atividade 
de reação até que seja atingida a velocidade máxima; → As 
enzimas podem sofrer desnaturação e perder suas 
propriedades catalíticas; 
• Baixas temperaturas: a velocidade da reação começa a 
decrescer → início da inativação das enzimas;
4
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• [ ] substrato: à medida que a [ ] do substrato 
aumenta, a atividade enzimática também se eleva 
até as enzimas ficarem saturadas;
• Presença de inibidores: podem levar as células a 
pararem de funcionar e morrer – algumas drogas 
(antidepressivos e reguladores de apetite) são 
formuladas com base nesse fator inibitório 
enzimático. 
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VITAMINAS
Lipossolúveis Hidrossolúveis
• prevenção contra doenças;
• precursoras de hormônios;
• fatores de crescimento ou coenzimas (cofatores orgânicos 
requeridos por certas enzimas, para seu funcionamento);
apresentam moléculas apolares, 
são absorvidas no intestino; 
vitaminas A, D, E e K
apresentam moléculas polares e função de 
coenzima; vitaminas do complexo B 
(tiamina-B1, riboflavina-B2, ácido 
panteônicoB5, piridoxina-B6, cobalamina-
B12), ácido ascórbico (C) e biotina (H)
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METABOLISMO
Nome dado aos processos 
pelos quais os sistemas 
vivos realizam suas 
reações bioquímicas; 
Adquirem e usam energia.
https://g3i5r4x7.rocketcdn.me/wp-content/uploads/2020/05/metabolismo-o-que-e-definicao-caracteristicas-funcoes-e-tipos-principais-1-1024x768.png
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GLICOSE
A maioria dos organismos vivos oxida 
carboidratos como sua fonte primária de 
energia celular → GLICOSE → fornecedor 
de energia mais comum;
GLICÓLISE
ATP
A glicólise é o primeiro passo no catabolismo de carboidratos.
4
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POSSIBILIDADES
GLICOSE
ARMAZENAMENTO
FORMAÇÃO DE 
PIRUVATO
SÍNTESE DE POLÍMEROS 
ESTRUTURAIS
RIBOSE 5 FOSFATO
Amido, glicogênio...
Oxidação pela glicóliseOxidação pela via pentose fosfato
Matrix extracelular e 
polissacarídeos da parede celular
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• A glicólise acontece no líquido citoplasmático 
(citosol);
• Não requer oxigênio;
• É obtida em uma série de dez reações 
químicas, cada uma catalisada por uma 
enzima diferente; 
• Dividida em duas fases 
(investimento/pagamento) 
• Pontos de reações irreversíveis dessa via → 
regulação da mesma 
• NAD+ carrega H+ e elétrons para a cadeia 
transportadora de elétrons.
GLICÓLISE
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• Nicotinamida Dinucleotídeo Adenina (NAD)
• Dinucleotídeo Adenina Flavina (FAD)
• São agentes oxidantes; 
• Suas formas reduzidas (NADH / FADH2) são 
oxidados nas cristas mitocondriais →
reciclando NAD+ e FAD+;
• A fermentação também promove a reciclagem 
do NAD+
NAD E FAD: ACEPTORES 
INTERMEDIÁRIOS DE ELÉTRONS
FORMA 
OXIDADA
FORMA 
REDUZIDA
NAD+ NADH+H+
NADP+ NADPH+H+
FAD+ FADH2
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37 COMO 
FUNCIONA?
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ATENÇÃO AS FASES
Preparatório/investimento; Compensatório/pagamento; 
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ETAPA3
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ETAPA4
Observe que essa 
molécula tem 6 carbonos.
Observe que após as reações 
cada uma das moléculas 
formadas tem 3 carbonos.
Apenas o Gliceraldeído-3-
fosfato dá continuidade.
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Finalizada a fase de investimento/preparação.
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ETAPA6
Início da fase de pagamento/compensatória.
Formação de NADH+H+
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Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª 
Edição, 2014. Ed. Artmed.
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Saldo da glicólise:
IMAGEM: https://cdn.blog.estrategiavestibulares.com.br/vestibulares/wp-content/uploads/2019/08/respiracao-celular-saldo-energetico-da-gligolise-1024x401.png
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O processo de geração de energia deve continuar. 
Após a glicólise ...
GLICÓLISE PIRUVATO
RESPIRAÇÃO 
CELULAR
FERMENTAÇÃO
COM 
O2
SEM 
O2
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Fermentação
Processo metabólico que não requer O2. 
Importante para regeneração do NAD+ (oxidado)
Espécies de microorganismos produz diferentes tipos de fermentação 
→ alcóolica, acética;
No organismo humano: 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0a/LDH_reaction.png
SEM 
O2
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Etapa intermediária
Oxidação do piruvato à Acetil coA;
COM O2
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• Ocorre na matriz mitocondrial; 
• Tem inicio com a entrada do 
Acetil coA; 
• Ocorre produção de agentes 
redutores NAD e FAD;
• Produção de moléculas 
intermediárias para outra vias 
metabólicas;
CICLO DE KREBS
https://registrodemarca.arenamarcas.com.br/wp-content/uploads/2020/05/qual-e%CC%81-a-
func%CC%A7a%CC%83o-da-mitoco%CC%82ndria.jpg
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• São agentes oxidantes; 
• Suas formas reduzidas (NADH / FADH2) são oxidados 
nas cristas mitocondriais → reciclando NAD+ e FAD+;
• A fermentação também promove a reciclagem do 
NAD+
NAD E FAD: ACEPTORES 
INTERMEDIÁRIOS DE ELÉTRONS
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Saldo do ciclo de Krebs:
https://cdn.blog.estrategiavestibulares.com.br/vestibulares/wp-content/uploads/2019/08/respira%C3%A7%C3%A3o-celular-ciclo-de-krebs-2.png
GTP
GTP
2 GTP
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• Nessa etapa utiliza-se todos os NADH+H+ e
FADH2 que foram produzidos na glicólise e 
no Ciclo de Krebs para transferir a energia
carreada para produção de ATP;
• Tem como aceptor final de elétrons o O2;
CADEIRA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS
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O movimento dos 
prótons de volta ao 
interior da matriz 
mitocondrial é um 
processo passivo, a favor 
do gradiente 
eletroquímico, que libera 
energia (força próton 
motriz) capaz de levar à 
síntese de ATP. 
H+ H+
H+ H+
H+
H+
NADH+H+ = 3 ATPs
FADH2 = 2 ATPS
COMPLEXO I: NADH 
Coenzima Q Redutase
Recebe e- do NADH
UBIQUINONA: Coenzima Q 
Recebe e- do complexo I e II
COMPLEXO II: 
Succinato Coenzima 
Q10 redutase
Recebe e- do FADH2
COMPLEXO III: Citocromo C 
oxi-redutase
Recebe e- da coenzima Q
COMPLEXO IV: 
Citocromo C oxidase 
Doa e- para o O2 , 
formando H2O
CITOCROMO C:
Conecta o complexo III 
ao IV e transportam e-
Reduzido Oxidado
MATRIZ MITOCONDRIAL
A transferência de elétrons pelos quatro complexos, 
além do CoQ e do citocromo c, é possível pois todos 
eles são capazes de ser reduzidos e oxidados. As- 
sim, ao receberem um elétron do componente anterior 
da cadeia, reduzem-se; transferindo o elétron para o 
componente seguinte, oxidam-se e estão aptas a 
receber elétrons novamente. 
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SALDO FINAL:
GLICÓLISE
PIRUVATO À ACETIL COA
CICLO DE KREBS
2 NADH2 x 3 ATP = 6 ATP 
2 ATP + 6 ATP = 8 ATPs
2 NADH2 x 3 ATP = 6 ATPs 
6 NADH2 x 3 ATP = 18 ATPs 
2 FADH2 x 2 ATP = 4 ATPs + 2 GTP (ATP)
38 ATPS1 molécula de glicose:
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“Conheça todas as teorias, domine todas as 
técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja 
apenas outra alma humana.”
Carl Jung
Obrigada !
Prof. Rafaela Von Ancken
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Prof. Rafaela Von Ancken
BIOQUÍMICA
Aula 3 - 4
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ÁCIDOS GRAXOS 
SATURADOS E 
INSATURADOS
Ácido graxo (está presente na 
estrutura dos triacilgliceróis, dos 
cerídeos e dos glicerofosfolipídeos 
- ausente nos esteróis);
Ácidos graxos → cadeias de 
hidrocarbonetos com tamanhos 
variando de 4 a 36 carbonos; 
• Podem ser saturados ou 
insaturados;
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Cadeias saturadas: carbonos fazem ligação 
simples uns com os outros; 
• Facilita que eles, os ácidos graxos, se agrupem, 
formando as gorduras que são sólidas em 
temperatura ambiente. 
Cadeias insaturadas: possuem uma ou mais 
ligações duplas entre os átomos de carbono;
• Dificulta o agrupamento dos carbonos, 
apresentando forma líquida em temperatura 
ambiente. 
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ÁCIDO GRAXO
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ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
IMAGEM: https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/23641/3/BreveLevantamentoBibliogr%C3%A1fico.pdf
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GLICÓLISE 
GLICOGÊNESE 
LIPOGÊNESE
SÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS
ESTADO ALIMENTADO
GLICOSE 
• Influência hormonal 
(principalmente Insulina);
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TRIACILGLICERÓIS (TAG):
• Maior reserva energética; 
• Armazenados no TA; 
• Insolúvel em água;
• Mais energético; 
• Sem prejuízo osmótico;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/65/Blausen_0012_AdiposeTissue.png/1200p
x-Blausen_0012_AdiposeTissue.png
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• Influência hormonal 
(principalmente Glucagon);
ESTADO DE JEJUM
GLICOGENÓLISE
LIPÓLISE → BETA OXIDAÇÃO
GLICONEOGÊNESE
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LIPÓLISE
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METABOLISMO DE LIPÍDEOS
• Em determinados momentos do metabolismo os 
triacilgliceróis podem ser utilizados como fonte 
energética;
LIPÓLISE
Processo pelo qual os 
TAG são quebrados em 
ácidos graxos e glicerol;
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Hormônios (adrenalina, glucagon ...) se comunicam com os 
receptores do adipócito, sinalizam a necessidade de quebra de TAG 
→ cascata de reações → atuação das lipases;
TAG
ÁCIDO GRAXO 
+ 
DIACILGLICEROL
ÁCIDO GRAXO 
+ 
MONOACILGLICEROL
ÁCIDO GRAXO 
+ 
GLICEROL
Lipase de TAG
Lipase Hormônio 
Sensível Monoacilglicerol lipase
TECIDO 
ADIPOSO
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Como os ácidos 
graxos vão circular no 
sangue?
O que acontece com o 
glicerol?
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Como os ácidos graxos vão 
circular no sangue?
O que acontece com o glicerol?
• Circula ligado a albumina (proteína); 
GLICEROL GLICEROL 3-FOSFATO
DIHIDROXIACETONA 
FOSFATO
glicerol quinase
Glicerol 3-fosfato 
desidrogenase
No fígado.
4
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ADIPÓCITO
GLUCAGON ADRENALINA
Lipase de TAG
Lipase Hormônio Sensível
Monoacilglicerol lipase
ÁCIDO GRAXO + 
DIACILGLICEROL
ÁCIDO GRAXO 
+ MONOACILGLICEROL
ÁCIDO GRAXO 
+ GLICEROL
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ATIVAÇÃO DO ÁCIDO GRAXO
https://slideplayer.com.br/slide/1704270/6/images/25/Convers%C3%A3o+do+%C3%A1cido+graxo+em+acil-CoA+%2C+para+que+entre+ma+mitoc%C3%B4ndria..jpg
ENZIMA: ACIL-COA SINTETASE
ÁCIDO 
GRAXO
ACIL COA 
GRAXO
4
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Entrada do ácido graxo na mitocôndria;
Acil coA graxo sofre ação da 
CARNITINA ACIL TRANSFERASE I 
= Acyl carnitina graxo
Acil carnitina graxo sofre ação da 
CARNITINA ACIL TRANSFERASE II = 
Acil coA graxo
Acil 
coA 
graxo Acil 
carnitina 
graxo
Acil coA 
graxo
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... continuando
Marzzoco, Anita. Bioquímica Básica, 3a edição. Guanabara Koogan. BETA OXIDAÇÃO
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ÁCIDO GRAXO DE CADEIAS 
INSATURADAS E CADEIA ÍMPAR
Ácidos graxos insaturados: 
2 enzimas extras: isomerase e redutase; 
Cadeia ímpar: 
3 enzimas extras: propinoil coA carboxilase, metilmalonil coA 
epimerase, metilmalonil coA mutase; 
Também são convertidos em acetil-CoA para entrarem 
no Ciclo de Krebs.
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RENDIMENTO ENERGÉTICO
Exemplo: rendimento energético de um ácido graxo com 16 carbonos, o qual 
originará 8 moléculas de acetil-CoA e 7 voltas no ciclo; 
• Oxidação completa do ácido graxo em questão: 
Beta oxidação Produto de 8 acetil 
coA no ciclo de 
Krebs
Total (beta 
oxidação + ciclo 
de krebs)
ATP formados
8 acetil coA
7 NADH 24 NADH 31 NADH 93
7 FADH2 8 FADH2 15 FADH2 30
8 GTP 8 GTP 8 
131 – 2 ATP = 129
O custo energético de ativar um ácido graxo é equivalente a 2 ATP. 
Considerando NADH = 3 ATP e FADH = 2 ATP → 131 ATPs
ATENÇÃO - diferentes referências: NADH = 2,5 ATP e FADH = 1,5 ATP; 
4
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INFLUÊNCIA HORMONAL
DISPONIBILIDADE DE 
GLICOSE
LIBERAÇÃO DE 
INSULINA
GLICÓLISE E 
GLICOGÊNESE, 
LIPOGÊNESE
BAIXA DISPONIBLIDADE 
DE GLICOSE
LIPÓLISE, BETA 
OXIDAÇÃO, 
GLICONEOGÊNESE...
LIBERAÇÃO DE 
GLUCAGON
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BIOSSÍNTESE DE 
ÁCIDOS GRAXOS
BALANÇO ENERGÉTICO POSITIVO
DIMINUI INTENSIDADE DO CICLO DE KREBS
DIMINUI UTILIZAÇÃO DE CITRATO
ACÚMULO DE CITRATO DENTRO DA MITOCÔNDRIA
4
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CITRATO
ACETIL COA
CITOSOL
Citrato liase
MALONIL COA
Acetil coA carboxilase
MALONIL COA
+ 
ACETIL COA
ÁCIDO GRAXO
Ácido 
graxo 
sintase
NADPreduzido
NADPoxidado
= Ácido graxo é produto do excesso 
de glicose; Inibe beta oxidação;
Reações de alongamento; Formação de TAG 
e armazenamento do TA;
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BIOSSÍNTESE DE TRIACILGLICERÓIS
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92 METABOLISMO 
DE PROTEÍNAS
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grupos amino
METABOLISMO DE PROTEÍNAS
As proteínas são constantemente recicladas; 
PTN da dieta PTN endógenas
AMINOÁCIDOS
esqueleto carbônico
síntese de glicose 
ou glicogênio síntese de ag
respiração celular
ciclo da ureia
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LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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TRANSAMINAÇÃO
O que ocorre: A transferência do 
grupamento amina para o L-Glutamato.
Aminoácidos envolvidos: alanina, 
arginina, aspartato, cisteína, fenilalanina, 
isoleucina, leucina, tirosina, triptofano e 
valina;
Os grupamentos amino são transferidos 
para o alfa-cetoglutarato, que é convertido 
em glutamato.
Alfa-cetoácido:pode ser o piruvato ou o 
oxaloacetato;
B6
C
I
T
O
S
O
L
 D
O
S
 H
E
P
A
T
Ó
C
I
T
O
S
LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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TGO (Transaminase Glutâmica Pirúvica) E 
TGP (Transaminase Glutâmica Oxalacética)
Alanina + Alfa 
cetoglutarato
Piruvato + 
Glutamato
Aspartato + Alfa 
cetoglutarato
Oxaloacetato + 
Glutamato
Grupamento amina do aminoácido é transferido 
para o alfa cetoglutarato = cetoácido + glutamato
Bioquímica Ilustrada - 7.ed. Ferrier, Denise R.
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DESAMINAÇÃO
O que ocorre: Retirada do 
grupamento amina.
Obs. O glutamato libera seu grupo 
amino na forma de amônia no 
fígado;
Bioquímica Ilustrada - 7.ed. Ferrier, Denise R.
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CICLO DA UREIA/ORNITINA
LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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Cabamoil fosfato perde um P e 
dá origem a Citrulina pela 
enzima ORNITINA 
TRANSCARMILASE
A citrulina é convertida a 
arginina succinato pela 
ARGININA SUCCINATO 
SINTASE – faz isso em duas 
reações
A arginina succinato dá origem 
a arginina através da ação da 
ARGININA SUCCINATO 
LIASE
A arginina é convertida à ornitina 
através da ação da ARGINASE 
(ocorrendo a hidratação e 
liberação de ureia)
Ornitina vai para 
matriz mitocondrial 
e recomeça o ciclo;
LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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EIXO ARGININA SUCCINATO/BICICLETA DE KREBS
LEHNINGER, T. M., NELSON, D. L. & COX, M. M. Princípios de Bioquímica. 6ª Edição, 2014. Ed. Artmed.
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VAMOS PRATICAR?
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
Lipogênese é o nome do processo que consiste em produzir novas 
moléculas de lipídeos. Quais são os substratos para este processo? 
a) Glicogênio hepático 
b) Acetil-coa produzidos através de glicose apenas;
c) Acetil- coa produzido através de glicose e de triglicerídeos;
d) Acetil-coa produzidos através do excesso de glicose e de alguns 
aminoácidos;
e) Fosfolipídeos e corpos cetônicos;
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
Lipogênese é o nome do processo que consiste em produzir novas 
moléculas de lipídeos. Quais são os substratos para este processo? 
a) Glicogênio hepático 
b) Acetil-coa produzidos através de glicose apenas;
c) Acetil- coa produzido através de glicose e de triglicerídeos;
d) Acetil-coa produzidos através do excesso de glicose e de alguns 
aminoácidos;
e) Fosfolipídeos e corpos cetônicos;
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
Uma pessoa está em jejum há 7 horas. Qual das 
vias abaixo está mais ativa nesse momento?
a) Lipogênese / glicólise
b) Lipólise/ glicogenólise
c) Lipólise/ glicogênese 
d) Lipogênese/glicogenólise 
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
Uma pessoa está em jejum há 7 horas. Qual das 
vias abaixo está mais ativa nesse momento?
a) Lipogênese / glicólise
b) Lipólise/ glicogenólise
c) Lipólise/ glicogênese 
d) Lipogênese/glicogenólise 
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
A presença de insulina faz com que a entrada de 
glicose na célula aconteça, dessa forma 
estimulando: 
a) o processo de glicólise, gliconeogênese, beta oxidação e 
lipólise
b) o processo de glicólise, glicogênese e lipogênese
c) o processo de beta oxidação, glicogênese e lipogênese
d) o processo de glicogênese, glicólise e gliconeogênese
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QUESTÕES DE CONTEXTUALIZAÇÃO
A presença de insulina faz com que a entrada de 
glicose na célula aconteça, dessa forma 
estimulando: 
a) o processo de glicólise, gliconeogênese, beta oxidação e 
lipólise
b) o processo de glicólise, glicogênese e lipogênese
c) o processo de beta oxidação, glicogênese e lipogênese
d) o processo de glicogênese, glicólise e gliconeogênese
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“Conheça todas as teorias, domine todas as 
técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja 
apenas outra alma humana.”
Carl Jung
Obrigada !
Prof. Rafaela Von Ancken
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