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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER 
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL 
GRADE UNIFICADA – EAD A PARTIR DE 2021/02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURITIBA 
2022 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER 
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL 
PROF. ME. MARCOS ANTONIO KLAZURA 
 
 
 
 
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO 
SOCIAL – GRADE UNIFICADA EAD 
 
 
 
 
 
 
 
CURITIBA 
2022 
 
 
 
 SUMÁRIO 
 
CAPÍTULO I ................................................................................................................ 4 
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL .......... 4 
CAPÍTULO II ............................................................................................................... 4 
DOS CONCEITOS E OBJETIVOS ............................................................................. 4 
CAPÍTULO III .............................................................................................................. 5 
DA ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR 
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO E OBRIGATÓRIO .................................. 5 
CAPÍTULO IV .............................................................................................................. 9 
ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DOS SUJEITOS NO PROCESSO DE 
ESTÁGIO 9 
CAPÍTULO V ............................................................................................................. 16 
DA AVALIAÇÃO ....................................................................................................... 16 
CAPÍTULO VI ............................................................................................................ 21 
DA DOCUMENTAÇÃO ............................................................................................. 21 
CAPÍTULO VII ........................................................................................................... 22 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS ................................................... 22 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 22 
APÊNDICES ............................................................................................................. 23 
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO ............................................................ 24 
CARTA DE APRESENTAÇÃO DE ESTAGIÁRIO .................................................... 27 
QUADRO DE FASES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO – MODALIDADE EAD 28 
FICHA DE FREQUÊNCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO .................................... 29 
DECLARAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO .................................................. 31 
PLANO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO ....................................................................... 32 
RELATÓRIO QUADRIMESTRAL DE ATIVIDADES .............................................. 34 
DIÁRIO DE CAMPO - FUNDAMENTADO ............................................................. 35 
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO PRÉ PROJETO DE INTERVENÇÃO ..... 36 
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO ............ 38 
MODELO DO RELATÓRIO PROCESSUAL DESCRITIVO ................................... 41 
MODELO - RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO .. 42 
MODELO - RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO . 43 
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO ........................................................................ 46 
FICHA DE VISITA A CAMPO DE ESTÁGIO ........................................................ 48 
DECLARAÇÃO DE CONVALIDAÇÃO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO PARA 
O ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DE SERVIÇO SOCIAL ................... 49 
4 
 
 
CAPÍTULO I 
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SERVIÇO SOCIAL 
 
Art.1º Esse regulamento dispõe sobre o Estágio Supervisionado do Curso de 
Bacharelado em Serviço Social do Centro Universitário Internacional UNINTER e 
objetiva: 
 
I. Normatizar o Estágio Supervisionado Obrigatório e Não Obrigatório; 
II. Conferir as competências cabíveis à Coordenação de Estágio Supervisionado 
do Curso de Bacharelado em Serviço Social desta Unidade de ensino, aos 
Supervisores Acadêmicos, Supervisor Acadêmico – Orientador de Estágio e 
Supervisores de Campo, bem como aos estudantes estagiários do curso; 
III. Determinar a composição, organização e competências da Coordenação de 
Estágio do Curso de Serviço Social do Centro Universitário Internacional 
UNINTER. 
 
CAPÍTULO II 
DOS CONCEITOS E OBJETIVOS 
 
 Art. 2º O estágio supervisionado obrigatório do curso de Bacharelado em 
Serviço Social é pré-requisito para o processo de formação acadêmica dos alunos e 
está em conformidade com a Lei N°11.788, de 25 de setembro de 2008, a qual 
estabelece as definições sobre o processo de estágio entre a Unidade de Ensino e 
as Unidades concedentes de campos de estágio, pelo qual o educando tenha 
contato com o ambiente de trabalho e desenvolva suas competências e habilidades 
em conformidade com a proposta pedagógica do curso de Bacharelado em Serviço 
Social. 
Art. 3º O processo de estágio supervisionado em Serviço Social tem como 
referência a Lei 8662/93 (Lei de Regulamentação da Profissão), o Código de Ética 
do Profissional, Resolução Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) nº 273/93 
de 13 de março de 1993, as Diretrizes Curriculares da Associação Brasileira de 
Ensino Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) de 1996, a Resolução CFESS nº 533 
de setembro de 2008 e a Política Nacional de Estágio da ABEPSS de 2010. 
Art. 4º O referido documento prevê duas modalidades de estágio curricular 
supervisionado: uma obrigatória, cuja carga horária é requisito para a integralização 
da matriz curricular e respectiva obtenção do diploma, e outra não obrigatória, 
desenvolvida de forma opcional pelo aluno, além da carga horária regular e 
obrigatória. Ambas são implementadas no curso de Bacharelado em Serviço Social 
do Centro Universitário Internacional UNINTER. 
Art. 5 º São objetivos do Estágio do curso de Bacharelado em Serviço Social 
do Centro Universitário Internacional UNINTER: 
5 
 
I. proporcionar ao aluno condições técnico-operativas adequadas para a 
aprendizagem do processo de ensino aprendizagem; 
II. propiciar ao aluno a aproximação com as unidades Concedentes de Campo 
de Estágio para a compreensão da unidade teórico-prática; 
III. promover no aluno a formação de uma postura profissional crítica e ética 
frente às diferentes realidades de intervenção profissional; 
IV. contribuir para que a formação do aluno esteja pautada e orientada pelos 
princípios e fundamentos do Código de Ética do Assistente Social. 
V. Desenvolver competências e habilidades em conformidade com o processo 
de formação da identidade profissional do aluno. 
 
CAPÍTULO III 
DA ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR 
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO E OBRIGATÓRIO 
 
Art.6º O Estágio Curricular Supervisionado não Obrigatório ocorre por 
iniciativa do estudante e tem o objetivo favorecer o processo de aprendizagem por 
promover o efetivo aprimoramento, por meio da aproximação do cotidiano 
profissional. 
 
Art. 7 São pressupostos para essa atividade: 
I. Deverá ser observado que a inserção do estudante nas atividades de 
Estágio não Obrigatório esteja articulada com o currículo do curso; 
II. O estudante deverá desenvolver atividades em que a sua prática 
apresente coerência com a teoria, contemplada por meio dos 
componentes curriculares e matriz curricular do curso de graduação, 
sendo permitido seu ingresso no campo de Estágio não Obrigatório 
depois da conclusão de, no mínimo, 06 (seis) disciplinas específicas do 
curso ou 1 ano (ciclo) concluído. 
 
Art. 8 O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório em Serviço Social 
terá carga horária total de 522 1 horas até o final do curso, sendo organizadapedadogicamente em seis (6) etapas (disciplinas) do estágio. Em cada etapa 
(disciplina) o estudante realiza 70 horas de atividades supervisionadas no campo de 
estágio (Unidade Concedente de Estágio) e 20 horas de supervisão direta presencial 
(Supervisão Acadêmica) no Polo de Apoio Presencial, comprovadas por meio de 
documentação ao final da unidade curricular, além da disponibilização de conteúdos 
(vídeo aulas e livro) que são subsídios para a elaboração dos trabalhos de 
sistematização da prática, e das avaliações (provas: objetiva e discursiva). Destaca-
se que o estágio obrigatório é processual sendo que, a aprovação em uma etapa é 
 
1 A carga horária de estágio deve ser de no mínimo 15% das 3.000 horas definidas pela 
Resolução do CNE, CES, MEC, de nº 02/2007. 
6 
 
pré-requisito para cursar a etapa seguinte. Assim, de modo algum as disciplinas 
(etapas) de estágio serão cursadas concomitantemente. As etapas de estágio são: 
Estágio Supervisionado: Aproximações da Realidade; Pré-Projeto de Intervenção; 
Projeto de Intervenção; Execução do Projeto de Intervenção; Avaliação do Projeto 
de Intervenção; e Relatório Final. 
Parágrafo único: As atividades de campo devem ser realizadas de forma 
processual durante a vigência da disciplina, ou seja, a carga horária de estágio 
deverá ser distribuída durante as semanas de vigência do módulo, de acordo com os 
prazos avaliativos da disciplina. Caso haja horas de estágio excedentes, estas serão 
consideradas apenas para o módulo em que foram realizadas. Tais horas não 
poderão ser (re)utilizadas em módulos de estágios posteriores; sendo que, o aluno, 
ao iniciar cada módulo/ etapa de estágio, iniciará sua carga horária do "zero". 
Art. 9 São pressupostos para essa atividade para os alunos: 
I. O estudante da modalidade EaD deverá desenvolver atividades em 
que a sua prática apresente coerência com a teoria, contemplada por 
meio dos componentes curriculares e matriz curricular do curso de 
graduação, sendo permitido seu ingresso no campo de Estágio 
Obrigatório depois de cursar o CICLO 1 e 2 (1º e 2º ano do curso), 
sendo necessário ter cursado 24 disciplinas regulares, considerando a 
obrigatoriedade de aprovação nas disciplinas de Ética Profissional do 
Serviço Social e Fundamentos Históricos Teóricos Metodológicos do 
Serviço Social: Dimensão Metodológica que são pré-requisitos para 
ingresso em estágio, conforme orientação Política Nacional de Estágio 
da ABEPSS (2010). 
 
Art. 10 O estágio obrigatório ocorre por Módulo sempre compreendendo o 
período de inclusão os meses de Fevereiro / Junho e Setembro, conforme datas 
do calendário acadêmico, para o início dos respectivos módulos: A, B e C. 
Art.11 Para a execução do estágio curricular supervisionado obrigatório, que 
tem início a partir do terceiro ano, o acadêmico deve estar regularmente matriculado 
no curso e ter cursado os Ciclos I e II organizado em 24 disciplinas regulares 
considerando a obrigatoriedade de aprovação nas disciplinas de Ética Profissional 
do Serviço Social e Fundamentos Históricos Teóricos Metodológicos do Serviço 
Social Dimensão Metodológica, conforme critérios já mencionados no Artigo 9. 
 
Parágrafo único: O documento de formalização do estágio obrigatório é o 
Termo de Compromisso de Estágio que deve ser preenchido e gerado na disciplina 
de Estágio Supervisionado no Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA; depois 
deve-se coletar as assinaturas dos atores do estágio: estudante, supervisor de 
campo e supervisor acadêmico (Orientador de Estágio do Polo), no caso dos 
supervisores de campo e acadêmico deve-se indicar além da assinatura, o número 
de registro profissional; depois o termo deve ser digitalizado e postado na disciplina 
de estágio, no campo trabalhos para a análise da Central de Estágios. Após o 
7 
 
Deferimento do termo o estudante pode iniciar no campo de estágio. Nos casos em 
que há termos próprios da Unidade Concedente de estágio, deve-se respeitar os 
prazos indicados pela Coordenação de Estágio, o termo também deve ser postado 
na disciplina de estágio. 
Art.12 O estudante que estiver apto ao estágio obrigatório, conforme critérios 
dos Artigos 9 e 11 deste regulamento, poderá convalidar o estágio não obrigatório 
para o estágio curricular obrigatório, desde que respeite os seguintes requisitos: 
I. O estudante precisa estar regularmente vinculado no estágio não 
obrigatório com termo de compromisso de estágio (contrato, termo 
aditivo) VIGENTE e DEFERIDO pela Central de Estágios UNINTER – 
via Univirtus – AVA; 
II. A postagem dos Documentos de Convalidação do estágio não 
obrigatório para o estágio obrigatório acontecerá no mesmo período da 
postagem do termo de compromisso de estágio obrigatório – conforme 
calendário da disciplina de estágio. 
III. A carga horária do estágio obrigatório (70h por etapa) deve ser 
registrada de forma processual durante a vigência do módulo; (ex: na 
ficha de frequência do estágio obrigatório deve-se considerar 06h a 
08h semanais, respeitando os critérios da Lei 11.788/2008 sobre a 
carga horária do estágio, para comprovar a carga horária do estágio 
obrigatório, abrangendo de 10 a 12 semanas do módulo de estágio); 
IV. O/A Supervisor/a de Campo deve concordar que o/a estudante 
desenvolva os documentos e trabalhos de sistematização da prática de 
estágio obrigatório, no campo, como: a ficha de frequência, plano 
individual de estágio, relatório quadrimestral, projeto de intervenção, 
relatório processual descritivo, diário de campo, relatórios de execução 
e avaliação do projeto de intervenção e relatório final, a depender a 
etapa em que o estudante estará cursando; 
V. O/A Supervisor/a Acadêmico (Orientador/a de Estágios do Polo) deve 
acompanhar o processo de estágio atendendo as orientações sobre a 
supervisão direta conforme Resolução 533/2008 do CFESS; 
VI. Deve-se formalizar em cada módulo (em cada etapa de estágio 
obrigatório) a Declaração de convalidação do estágio não obrigatório 
para o estágio curricular obrigatório de Serviço Social, modelo no 
anexo, indicando as datas de vigência da disciplina de estágio na 
etapa, em que a prática de estágio será convalidada; depois de 
preenchida e assinada, a declaração deverá ser postada no AVA; 
VII. A Declaração de convalidação do estágio não obrigatório para o 
estágio curricular obrigatório de Serviço Social é um documento 
pedagógico, para fins de controle da concordância entre os atores do 
estágio: estudante, supervisor/a de campo e supervisor/a acadêmico 
(Orientador de Estágio do Polo) no processo de convalidação do 
estágio. A declaração formaliza que o estudante validará 70 horas de 
8 
 
prática de estágio para fins de comprovação da carga horária do 
estágio curricular obrigatório. 
VIII. No início do Módulo de estágio – período de postagem do termo de 
compromisso de estágio obrigatório – o/a estudante deverá acessar a 
disciplina de estágio obrigatório de sua etapa – no link trabalhos – 
Documentos de Convalidação do Estágio e postar três documentos: 1- 
contrato do estágio não obrigatório com todas as assinaturas; 2- termo 
de aceite de estágio; 3- a declaração de convalidação do estágio não 
obrigatório para o estágio curricular obrigatório de Serviço Social. 
IX. Neste caso da convalidação, não há necessidade da postagem no item 
Termo de Compromisso de Estágio da etapa do estágio obrigatório. 
X. Caso haja finalização do termo de compromisso do estágio não 
obrigatório (contrato, termo aditivo) durante a vigência da disciplina do 
estágio obrigatório, havendo renovação, o estudante terá que repostar 
os documentos de convalidação do estágio com o novo termo aditivo 
do estágio não obrigatório. Caso o estágio não obrigatório seja 
encerrado durante o módulo da disciplina do estágio obrigatório, o 
processo de convalidação para o estágio obrigatório será cancelado. 
 
Parágrafo único: O estágio não obrigatório realizado em períodoanterior ao 
ingresso do/a estudante no estágio obrigatório, e/ou realizado fora do período de 
vigência das disciplinas do estágio obrigatório, não será convalidado. Sendo assim, 
não há dispensa das disciplinas de estágio obrigatório. Ainda, se o/a estudante 
ingressar no estágio não obrigatório após o período de postagem dos documentos 
de convalidação do estágio obrigatório, só poderá realizar o processo de 
convalidação do estágio não obrigatório para obrigatório no módulo de estágio 
seguinte. 
Art.13 O tempo máximo de duração do estágio na mesma Unidade 
Concedente não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aluno 
com deficiência, isso vale para ambas as modalidades, conforme orienta a Lei 
11.788/2008. 
Parágrafo único: Os acadêmicos do Curso de Bacharelado em Serviço 
Social deverão cumprir a carga horária de estágio curricular supervisionado 
obrigatório, de acordo com a matriz curricular do curso, não podendo iniciá-lo sem 
cumprir as condicionalidades definidas nesta matriz. 
Art.14 A carga horária de supervisão direta no estágio curricular 
supervisionado obrigatório se dará da seguinte forma: 
Turma Quadrimestral EAD2 
Disciplina de Estágio Supervisionado em Serviço Social Campo Acadêmica 
Estágio Supervisionado: Aproximações à realidade 70 horas 20 horas 
Estágio Supervisionado: Pré-Projeto de Intervenção 70 horas 20 horas 
 
2 As horas referentes a preenchimento, entrega e, devolutiva do Termo de Compromisso serão contabilizadas na 
carga horária da etapa correspondente. 
9 
 
Estágio Supervisionado: Projeto de Intervenção 70 horas 20 horas 
Estágio Supervisionado: Execução do Projeto de Intervenção 70 horas 20 horas 
Estágio Supervisionado: Avaliação do Projeto de Intervenção 70 horas 20 horas 
Estágio Supervisionado Relatório Final 70 horas 20 horas 
 
Art.15 A operacionalização do Estagio Supervisionado em Serviço Social 
pressupõe a supervisão direta, que se configura como competência e atribuição 
privativa do profissional do (a) Assistente Social tanto nas Unidades Concedentes de 
campo de estágio, através da supervisão direta do supervisor de campo como no 
Polo através da supervisão acadêmica. 
Parágrafo único: É mister identificar as atribuições específicas dos sujeitos 
envolvidos, a fim de garantir o cumprimento das tarefas definidas ao longo da 
formação do aluno em seu processo de estágio. As atribuições dos supervisores, 
acadêmico e de campo, e dos acadêmicos estão vinculadas às orientações 
consoantes nas seguintes legislações: Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, 
Lei de Regulamentação da Profissão (Lei nº 8.662/93) e a Resolução do CFESS, nº 
533, de 29 de setembro de 2008. 
 
CAPÍTULO IV 
ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DOS SUJEITOS NO PROCESSO DE 
ESTÁGIO 
 
Art. 16 A Coordenadoria de Estágio será exercida por um docente escolhido pela 
Coordenação do Curso de Bacharelado em Serviço Social e homologada pelo 
Colegiado de Curso. 
 
Art. 17 Compete à Coordenação de Estágio ( Modalidade EaD e Presencial) 
I. Propor normas e diretrizes gerais para a operacionalização de uma política 
de estágio condizente com os critérios e objetivos da formação 
profissional, com a participação de docentes, discentes e supervisores de 
campo; 
II. Acompanhar o desenvolvimento acadêmico dos alunos da modalidade 
presencial que estão concluindo o CICLO II e identificar os que irão 
ingressar o estágio obrigatório; 
III. Acompanhar e avaliar o desenvolvimento do Estágio, objetivando o 
alcance dos objetivos propostos; 
IV. Realizar, a cada semestre na modalidade presencial contato com as 
instituições campos de estágio e assistentes sociais, obedecendo aos 
critérios para a abertura, ampliação e/ ou manutenção das vagas de 
estágio, objetivando oferecer um leque de opções para os estudantes. Em 
10 
 
casos especiais, o (a) estudante, professor (a) ou assistente social que 
tenha interesse em alguma instituição para campo de estágio deverá 
dirigir-se à Coordenação de Estágio, em tempo hábil, para que ela efetue 
a análise do projeto e a abertura oficial do campo de estágio. 
V. Realizar visitas sistemáticas nos campos de estágio na modalidade 
presencial, pelo menos uma por semestre, contribuindo para o processo 
de formação profissional do aluno e promovendo a aproximação entre a 
Unidade de Ensino e a Unidade Concedente de Campo de Estágio; 
VI. Organizar e participar de reuniões, encontros, seminários e outras 
atividades que se fizerem necessárias, com os supervisores de campo na 
unidade de ensino para atualizações acerca de demandas da profissão, 
qualificação do processo de formação e o exercício profissional, e do 
aprofundamento teórico sobre temáticas pertinentes à efetivação da 
supervisão direta; 
VII. Propor/rever modelos de documentação: Plano de Estágio; Projeto de 
Ação Profissional; Roteiro de Avaliação de Relatório; Avaliação pelo 
supervisor, do processo de aprendizagem do estudante no campo de 
estágio; Avaliação, pelos professores, do processo de estágio; Avaliação 
do estudante quanto ao processo de estágio; 
VIII. Favorecer contatos, parcerias e troca de informações das instituições 
campos de estágio dos estudantes do curso e dos supervisores com a 
Coordenação de Estágio e professores, visando estabelecer canais de 
comunicação contínua (encontros, reuniões, seminários, visitas, etc.); 
IX. Promover reuniões entre os professores da disciplina de estágio 
supervisionado e prática de estágio objetivando a democratização e a 
discussão das questões referentes ao estágio; a troca de informações e 
experiências entre os professores; a busca de unidade no 
encaminhamento da disciplina; a articulação do processo de estágio com 
a proposta curricular; 
X. Discutir e encaminhar, em conjunto com o supervisor acadêmico e 
supervisor de campo, o desligamento ou a transferência de estudantes do 
estágio, desde que sejam detectados problemas relacionados à extinção 
de programas/ projetos; 
XI. Publicizar e possibilitar o acesso dos estudantes e supervisores ao 
material produzido pela Coordenação, relativo ao estágio e áreas 
temáticas, de interesse desses segmentos; 
XII. Organizar na modalidade presencial em conjunto com os supervisores 
acadêmicos, a apresentação dos campos de estágio e/ ou experiências 
de práticas profissionais, objetivando a democratização de experiências 
entre os estudantes deste Centro Universitário, principalmente com os 
futuros estagiários a ser realizada ao longo da vida acadêmica; 
XIII. Promover, em caráter permanente, curso de Capacitação de Supervisores 
(podendo ser oferecido como atividade de extensão EAD) e a 
11 
 
organização da agenda do Fórum Permanente de Supervisão de Estágio 
em Serviço Social; 
XIV. Atender às demandas dos Conselhos Regionais (credenciamento das 
Unidades concedentes de Campo de Estágio em conformidade com a 
determinação do CRESS) e garantir o cumprimento da documentação 
exigida pela Resolução N°533/2008 no que se refere às unidades de 
ensino; 
XV. Elaborar e realizar em conjunto com a Coordenação de Curso a 
operacionalização do Fórum Permanente de Supervisão de Estágio em 
Serviço Social e encaminhar o cronograma do Fórum aos PAPs; 
XVI. Acompanhar junto a ESCOLA DE POLOS a contratação de supervisores 
orientadores de estágio Assistentes Sociais dos polos; 
XVII. Informar ao ESCOLA DE POLOS a relação dos polos com alunos aptos 
para o estágio obrigatório até 30 dias após início de cada módulo. 
XVIII. Contatar os PAPs quando for necessário para esclarecer dúvidas sobre o 
estágio supervisionado em Serviço Social. 
XIX. Elaborar material pertinente sobre o processo de supervisão de estágio 
em Serviço Social quando se fizer necessário para divulgação presencial 
ou online; 
XX. Solicitar aos Orientadores Educacionais - Supervisores Acadêmicos a 
relação dos campos de estágio credenciados nos respectivos Conselhos 
Regionaisde Serviço Social; 
XXI. Realizar orientação via aula interativa, telencontro, comunicados via 
SISPAP e chat, para promover a articulação entre a Coordenação e os 
PAPs. 
XXII. Apresentar relatórios quantitativos e qualitativos a Coordenação do Curso 
de Bacharelado em Serviço Social. 
XXIII. Orientar os orientadores de estágio supervisores acadêmicos sobre a 
competência da supervisão direta de estágio. 
XXIV. Organizar e participar de reuniões, encontros, seminários e outras 
atividades que se fizerem necessárias, com os supervisores de campo na 
unidade de ensino para atualizações acerca de demandas da profissão, 
qualificação do processo de formação e o exercício profissional, e do 
aprofundamento teórico sobre temáticas pertinentes à efetivação da 
supervisão direta; 
XXV. Favorecer contatos, parcerias e troca de informações das instituições 
campos de estágio dos estudantes do curso e dos supervisores com a 
Coordenação de Estágio e professores, visando estabelecer canais de 
comunicação contínua (encontros, reuniões, seminários, visitas, etc.); 
 
Art. 18. Compete ao Orientador Educacional Assistente Social - Supervisor (a) 
Acadêmico (a) no PAP: 
 
12 
 
I. A supervisão acadêmica será realizada pelo Orientador de Estágio Assistente 
Social do PAP por turma de orientandos que não exceda grupos de 15 alunos e 
os encontros devem ser semanal ou no máximo quinzenalmente 
obrigatoriamente, cumprindo com atividades que correspondam a no mínimo, 
20 horas por módulo. 
II. Manter número de registro profissional ativo e regular perente ao Órgão de 
Classe, na jurisdição do Polo de Apoio Presencial onde atua como supervisor 
acadêmico; 
III. Estabelecer contato com as diferentes instituições, objetivando analisar sua 
programação, interesse e possibilidade de oferecimento de vagas para estágio; 
Não é necessário estabelecer Convênios com as Instituições para a abertura de 
campo de estágio, no entanto, caso seja exigência da Unidade Concedente de 
Estágio os trâmites serão realizados pela Central de Estágios; 
IV. Socializar com os alunos a oferta dos campos de estágio para que ele possa 
estar se aproximando dos espaços sócio ocupacionais; 
V. Realizar o credenciamento dos campos de estágio junto ao CRESS da região. 
VI. Acompanhar e avaliar o desenvolvimento do Estágio, visando o alcance dos 
objetivos propostos em conformidade com o quadro de etapas do estágio; 
VII. Realizar, a cada semestre, contatos com as instituições campos de estágio e 
assistentes sociais, obedecendo aos critérios para abertura, ampliação e/ ou 
manutenção das vagas de estágio, objetivando oferecer um leque de opções 
para os estudantes. Em casos especiais, o (a) estudante, ou assistente social 
que tenha interesse em alguma instituição para campo de estágio, deverá 
dirigir-se ao PAP, em tempo hábil, para que este supervisor efetue a análise do 
projeto e a abertura oficial do campo de estágio; 
VIII. Ler e socializar com os alunos todas as informações e conhecimentos presente 
neste Regulamento; 
IX. Acompanhar os Comunicados enviados pela Coordenação de Estágio via 
SISPAP e socializar com os estudantes; 
X. Contribuir a cada quadrimestre com a Coordenação de Estágio EAD para o 
levantamento/previsão dos alunos que entrarão em Estágio Supervisionado 
obrigatório. 
XI. Favorecer contatos, parcerias e troca de informações das instituições campos 
de estágio dos estudantes do curso e dos supervisores de Campo com os 
PAPs; 
XII. Discutir e encaminhar, em conjunto com supervisor de campo, o desligamento 
ou a transferência de estudantes do estágio, desde que sejam detectados 
problemas relacionados à extinção de programas/ projetos; 
XIII. Publicizar e possibilitar o acesso dos estudantes e supervisores de campo ao 
material produzido pela Coordenação Geral de Estágio; 
XIV. Atender às demandas dos Conselhos Regionais (credenciamento das Unidades 
concedentes de Campo de Estágio em conformidade com a determinação do 
13 
 
CRESS) e garantir o cumprimento da documentação exigida pela Resolução N° 
533/2008 no que se refere às unidades de ensino; 
XV. Reunir os supervisores de campo para participarem do Fórum de Supervisão de 
Estágio em Serviço Social no PAP, nas datas contidas no cronograma enviado 
pela Coordenação de Estágio. 
XVI. Assinar o termo de compromisso dos alunos, bem como orientá-los neste 
processo (postagem, conferência do deferimento e entrega de uma via ao 
supervisor de campo); 
XVII. Orientar os (as) estagiários (as) na elaboração do Plano de Estágio, Projeto de 
Intervenção, diário de campo e demais elementos de sistematização da prática, 
conjuntamente com os (as) supervisores de campo, de acordo com os objetivos 
acadêmicos, em consonância com o projeto pedagógico e com as demandas 
específicas do campo de estágio; 
XVIII. Supervisionar as atividades desenvolvidas pelos estagiários na Unidade 
Concedente de Campo de Estágio e nas dependências PAP por meio de 
encontros sistemáticos, com horários previamente estabelecidos, contribuindo 
na efetivação da supervisão direta e de qualidade e no preenchimento do 
relatório de supervisão no Polo; 
XIX. Auxiliar o (a) estagiário (a) no processo de sistematização do conhecimento, 
orientando e revisando suas produções teóricas, como também contribuindo no 
processo pedagógico de análise do trabalho profissional; 
XX. Receber, ler, manter sigilo e observar criticamente as sínteses profissionais 
construídas pelos (as) estagiários (as), conduzindo a supervisão embasada em 
pressupostos teóricos, ético, políticos, técnico-operativos que contribuam para 
uma formação integral; 
XXI. Acompanhar a trajetória acadêmica do (a) estagiário (a), no que se refere ao 
processo de estágio, por meio da documentação específica exigida pelo 
processo didático de aprendizagem da unidade de ensino; 
XXII. Orientar, analisar e assinar o controle de frequência, diário de campo, plano de 
estágio, pré-projeto de intervenção, projeto de intervenção, relatórios e demais 
documentos solicitados para a avaliação dos acadêmicos em cada nível de 
estágio conforme descrito na configuração da avaliação da disciplina de estágio 
supervisionado em Serviço Social nos ANEXOS desse regulamento. 
XXIII. Preencher o relatório de supervisão acadêmica individualmente com os alunos 
e fazer as considerações pertinentes, disponibilizando em tempo hábil para que 
os alunos possam postar no AVA durante o período das avaliações das 
disciplinas. 
 
Art. 19 A Supervisão de Campo deve ser realizada por assistente social funcionário 
do quadro de pessoal da instituição concedente de estágio, em conformidade com o 
disposto no parágrafo único, do artigo 3º, da Resolução do CFESS n°. 533/2008, 
que dispõe 1 (um) estagiário para cada 10 (dez) horas semanais de trabalho. 
 
14 
 
Art. 20 Compete ao Supervisor (a) de Campo: 
I. Comunicar ao Supervisor Acadêmico - Orientador Educacional na 
modalidade EaD o número de vagas por semestre/quadrimestre e definir, em 
consonância com o calendário acadêmico o início das atividades de estágio 
do respectivo período, a inserção do estudante no campo de estágio e o 
número de estagiários por supervisor de campo, em conformidade com a 
legislação vigente; 
II. Elaborar e encaminhar ao Supervisor Acadêmico - Orientador Educacional do 
PAP o Plano de Trabalho do Serviço Social com sua proposta de supervisão 
e o respectivo cronograma de realização desta atividade; 
III. Certificar-se de que o campo de estágio está na área do Serviço Social, em 
conformidade com as competências e atribuições específicas, previstas nos 
artigos 4º e 5º da Lei N° 8.662/1993, objetivando a garantia das condições 
necessárias para que o exercício profissional seja desempenhado com 
qualidade e competência técnica e ética, requisitos fundamentais ao processo 
de formação do estagiário; 
IV. Oportunizar condições institucionais para o desenvolvimento das 
competênciase habilidades do (a) estagiário (a), assumindo a 
responsabilidade direta das ações desenvolvidas pelo Serviço Social na 
instituição conveniada; 
V. Disponibilizar ao (à) estagiário (a) a documentação institucional e de 
temáticas específicas referentes ao campo de estágio; 
VI. Participar efetivamente na elaboração do plano de estágio dos 
supervisionados, de acordo com o projeto pedagógico do curso, em parceria 
com o(a) supervisor(a) acadêmico(a) e ou Tutor Supervisor Acadêmico e 
manter cópia do referido documento no local de estágio; 
VII. Realizar encontros sistemáticos, com periodicidade definida (semanal ou 
quinzenalmente), individuais e/ou em grupo, com os (as) estagiários (as), 
para acompanhamento das atividades de estágio e discussão do processo de 
formação profissional e seus desdobramentos, bem como de estratégias 
pertinentes ao enfrentamento das questões inerentes ao cotidiano 
profissional; 
VIII. Orientar o estagiário no preenchimento das documentações proposta em 
cada etapa do Estágio em Serviço Social; 
IX. Participar efetivamente do processo de avaliação continuada do estagiário, 
juntamente com o supervisor acadêmico; 
X. Participar das reuniões, encontros de monitoramento, avaliação e atualização, 
seminários, fóruns de supervisores e demais atividades promovidas pela 
Coordenação de Estágios no PAP para o devido estabelecimento da unidade 
teórico prática, imprescindível ao processo pedagógico inerente ao estágio 
supervisionado; 
15 
 
XI. Manter o controle atualizado da folha de frequência do estagiário, observando 
a carga horária exigida no respectivo nível de estágio e atestando o número 
de horas realizado pelo estagiário; 
XII. Informar qualquer irregularidade evidenciada durante o processo do estágio 
supervisionado ao Orientador Educacional Assistente Social do Polo ou a 
Coordenação Geral do Curso; 
XIII. Decidir, juntamente com a Coordenação de Estágios e supervisão acadêmica, 
sobre os casos de desligamento de estagiários; 
XIV. Avaliar a pertinência de abertura e encerramento do campo de estágio. 
 
 
Art. 21 Atribuições do Estagiário: 
I. Ler e cumprir as normas e os regulamentos do estágio contidos nesse 
documento; 
II. Dialogar com o Supervisor Acadêmico - Orientador de Estágio do Polo para a 
inserção nos campos de estágio; 
III. Definir, com o Supervisor Acadêmico – Orientador de Estágio do PAP e com 
o Supervisor de Campo, o período e as condições para o cumprimento do 
estágio, respeitando os critérios, orientações e prazos da etapa de estágio; 
IV. Tomar ciência e assinar o Termo de Compromisso de Estágio com a unidade 
concedente e postar no AVA bem como acompanhar o deferimento do termo 
de compromisso antes de iniciar o estágio; 
V. Apresentar toda a documentação escrita, como: diários, plano de estágio, 
ficha de frequência e de avaliação e relatórios para a assinatura dos 
Supervisores acadêmico e de campo, não serão aceitos materiais sem a 
assinatura e, deverá ser realizar a postagem conforme datas que serão 
disponibilizadas via avisos no AVA. 
VI. Respeitar o sigilo da instituição ou unidade concedente do estágio e obedecer 
às normas por elas estabelecidas; 
VII. Observar e zelar pelo cumprimento dos preceitos ético-legais da profissão e 
as normas da instituição campo de estágio; 
VIII. Agir com competência técnica e política nas atividades desenvolvidas no 
processo de realização do estágio supervisionado, requisitando apoio aos 
supervisores, de campo e acadêmico, frente a um processo decisório ou 
atuação que transcenda suas possibilidades; 
IX. Comunicar e justificar, com antecedência, ao Orientador de Estágio do Polo, 
ao supervisor de campo e/ou ao coordenador de estágios, conforme o caso, 
quaisquer alterações, relativas à sua frequência, entrega de trabalhos ou 
atividades previstas; 
X. Caso haja desligamento do campo de estágio, devido ao não cumprimento 
das regras de estágio por parte do estudante, este se torna corresponsável 
em conjunto com o Polo a encontrar novo espaço institucional (campo de 
estágio) para realizar o seu estágio. 
16 
 
XI. Realizar seu processo de estágio supervisionado em consonância com o 
Projeto ético-político profissional. 
 
Parágrafo único: O acadêmico poderá permanecer no campo de estágio por um 
período máximo de 2 anos. As mudanças de campo de estágio durante o ano letivo 
só serão permitidas depois de prévia análise da Coordenação de Estágio e ouvidas 
todas as partes. 
 
Art. 22 Orientadores de Atividades Avaliativas: 
Atribuições: 
I- Participar de capacitação permanente e supervisão técnica sobre o processo 
de estágio e a formação em cada nova etapa do estágio; 
II- Participar das discussões e reflexões sobre os documentos de sistematização 
da prática do estágio supervisionado; 
III- Informar a Coordenação de Estágio as não conformidades encontradas nas 
documentações postadas pelos alunos no AVA; 
IV- Realizar as correções de acordo com o calendário disponibilizado pela 
Coordenação de estágio; 
V- Propor quando julgar necessário um diálogo com os orientadores 
educacionais – assistentes sociais dos polos para a reflexão sobre a 
supervisão direta de estágio e sua função pedagógica e o exercício 
profissional através de ações junto com a Coordenação do Estágio; 
VI- Respeitar os principios éticos da profissão, promovendo a articulação entre os 
atores envolvidos no processo de estágio, sendo estes: os supervisores de 
campo e acadêmico e, os alunos e a Coordenação de estágio. 
 
Parágrafo Único: Cabe a esses profissionais, Assistentes Social, com CRESS 
ativo e especialização específica, realizar as avaliações dos documentos de 
estágio no Ava, realizando as reflexões e considerações pertinentes ao processo 
formativo e emitindo a nota entre 0 a 100. 
 
CAPÍTULO V 
DA AVALIAÇÃO 
 
Art. 23 O acompanhamento das atividades do estagiário será feito 
diretamente pelo Supervisor Acadêmico - Orientador de Estágio nos Polos da 
unidade de ensino para os alunos de EaD. 
Parágrafo único: O controle de frequência do aluno para fins de registro 
curricular será feito pelo Coordenador de Estágio conforme os documentos citados 
17 
 
no Art. 28 deste regulamento, porém o controle para o cumprimento da carga horária 
do estágio será do aluno, lembrando que a carga horária e atividades de estágio 
deverão ser cumpridas durante o módulo (Fevereiro/Junho/Setembro) não podendo 
o aluno concentrar a carga horária em um período inferior à duração do Módulo de 
estágio vigente. 
Art. 24 A avaliação do processo de aprendizagem dos alunos do estágio 
supervisionado será realizada no final de cada módulo atendendo as datas 
divulgadas pela Coordenação de Estágio. 
I. Cabe ao Supervisor de Campo a avaliação qualitativa do acadêmico, 
segundo acompanhamento sistemático das atividades realizadas pelo 
discente no campo de estágio assinando a documentação pertinente. 
II. Cabe ao Supervisor Acadêmico - Orientador de Estágio do PAP a 
avaliação qualitativa do acadêmico, segundo acompanhamento 
sistemático das atividades realizadas pelo discente no campo de 
estágio e a relação com o conteúdo teórico apresentada, bem como o 
preenchendo do relatório de supervisão acadêmica próprio para a 
avaliação, vide anexo deste regulamento. 
Art. 25 A nota na disciplina de Estágio Supervisionado em Serviço Social 
será composta dos seguintes elementos e seus respectivos pesos: 
• Prova Discusiva – 20% 
• Prova Objetiva – 10% 
Elementos Sistematização do Estágio – 70% 
• Ficha de frequência do estágio com o cumprimento de 70 horas e 
declaração do cumprimento de estágio - 30% 
• Relatório da Supervisão Acadêmica – correspondendo a 20 horas – 
10% 
• Documento de estágio 13 – 20% 
• Documento de estágio 2 – 10% 
Para a entrega destes elementos eles deverão estar devidamente assinadas 
e, serem postadas no AVA em data que será divulgada pela Coordenação Geral do 
Estágio via comunicadoe Avisos nas disciplinas específcas de estágio. 
 
3 Para cada etapa de estágio serão dois documentos específicos conforme quadros a seguir. 
18 
 
 A organização das avaliações por etapa do estágio serão organizadas da 
sequinte forma: 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: APROXIMAÇÕES DA REALIDADE 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Plano Individual de Estágio 20% 
d) Relatório quadrimestral 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Plano Individual de Estágio, não se 
aplica RCP. 
 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: PRÉ-PROJETO DE INTERVENÇÃO 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Pré-Projeto de Intervenção 20% 
d) Diário de Campo Fundamentado 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Pré-Projeto de Intervenção, não se 
aplica RCP. 
 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: PROJETO DE INTERVENÇÃO 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
19 
 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Projeto de Intervenção 20% 
d) Relatório Processual descritivo 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Projeto de Intervenção, não se aplica 
RCP. 
 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: EXECUÇÃO DO PROJETO DE 
INTERVENÇÃO 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Relatório de Execução do Projeto de Intervenção 20% 
d) Relatório quadrimestral 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Relatório de Execução do Projeto de 
Intervenção, não se aplica RCP. 
 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: AVALIAÇÃO DO PROJETO DE 
INTERVENÇÃO 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
20 
 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Relatório de Avaliação do Projeto de Intervenção 20% 
d) Relatório quadrimestral 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Relatório de Avaliação do Projeto de 
Intervenção, não se aplica RCP. 
 
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: RELATÓRIO FINAL 
PROVA DISCURSIVA 20% 
PROVA OBJETIVA 10% 
TOTAL 1 30% 
ELEMENTOS DE SISTEMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO 70% 
Termo de Compromisso de Estágio * 
a) Ficha de frequência com 70 horas e declaração do 
cumprimento de estágio com 90 horas 
30% 
b) Relatório de Supervisão Acadêmica (no Polo) 10% 
c) Relatório Final de Estágio 20% 
d) Diário de Campo Fundamentado 10% 
TOTAL 2 70% 
TOTAL 1 e 2 100% 
EXAME DA DISCIPLINA: Postagem da Ficha de Frequência e Relatório Final, não se aplica RCP. 
 
Art. 26 A avaliação indicará a reprovação do estagiário nas seguintes 
situações: 
I. O Aluno que não concluiu as 90 horas de estágio no período letivo na 
modalidade, durante a Unidade Temática (Módulo) não sendo 
permitida a somatória de número de horas e nem a retroação de 
número de horas de um período para outro e, lembrando que, caso 
haja excedente de horas essa não será contabilizada para o próximo 
estágio. 
II. Haverá penalização de reprovação em caso de descumprimento dos 
requisitos legais e regulamentares quanto ao preenchimento dos 
documentos comprobatórios da prática de estágio. 
III. Em casos de fraudes documentais, serão aplicadas medidas 
disciplinares com punição, sem prejuízo de ação penal. 
IV. O aluno reprovado na disciplina de estágio, somente poderá cursar as 
disciplinas subsequentes, após ter cursado em Regime Tutorial as 
disciplinas de estágio no qual obteve reprovação. 
21 
 
V. A disciplina de Estágio Supervisionado, não possui RCP – 
Recuperação de Conceito Pago. Ela contém apenas o processo de 
EXAME, que é aberto na sequência do termino das disciplinas de 
estágio e finaliza antes do início do próximo módulo, conforme 
calendário de postagens à ser divulgado pela Coordenação Geral do 
Estágio. O Exame é realizado através da postagem de dois dos 
trabalhos, que já pertencem a avaliação do módulo, o exame não se 
configura em uma prova. 
 
Art. 27 O processo de avaliação do Estágio Supervisionado também deve 
ocorrer mediante a criação de espaços e atividades de socialização de informações 
entre os diferentes campos de estágio, envolvendo, nestes espaços e nestas 
atividades, o Estagiário, o Supervisor Acadêmico - Orientador de Estágio dos Polos 
e os Supervisores de Campo. 
 
CAPÍTULO VI 
DA DOCUMENTAÇÃO 
 
Art. 28 A documentação utilizada durante todo o processo do Estágio 
Supervisionado será assim distribuída: 
I - Administrativa: 
a) Termo de Compromisso de Estágio, 
b) Carta de apresentação do estagiário; 
II - Técnica: 
a) Quadro de fases do estágio supervisionado; 
b) Ficha de Frequência do Estágio Supervisionado; 
c) Declaração de realização do cumprimento do estágio; 
d) Relatório de Supervisão Acadêmica no Polo; 
e) Plano Individual de Estágio; 
f) Relatório Quadrimestral de Atividades; 
g) Diário de Campo Fundamentado; 
h) Roteiro para Elaboração do Pré-Projeto de Intervenção; 
i) Roteiro para Elaboração do Projeto de Intervenção; 
j) Modelo de Relatório Processual Descritivo; 
k) Modelo de Relatório de Execução do Projeto de Intervenção; 
l) Modelo de Relatório de Avaliação do Projeto de Intervenção; 
m) Relatório Final de estágio; 
n) Ficha de Visita de Campo; 
22 
 
o) Declaração de convalidação do estágio não obrigatório para o estágio 
curricular obrigatório de Serviço Social. 
CAPÍTULO VII 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS 
 
Art. 29 Os casos omissos ao presente regulamento serão resolvidos pela 
coordenação do curso em conjunto com as coordenações de estágio e referendado 
pelo colegiado do curso. 
REFERÊNCIAS 
 
ABEPSS- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO E PESQUISA EM SERVIÇO 
SOCIAL. Política Nacional de Estágio da Associação Brasileira de Ensino e 
Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS, maio 2010. Disponível em: 
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/lei_de_Diretrizes_Curriculares_1996.p
df 
 
BRASIL. Lei nº. 11.788, de 25 de agosto de 2008. Dispõe sobre o estágio de 
estudantes. Disponível em: http://planalto.gov.br/ccvil_03/_Ato2007-
2010/2008/Lei/L11788.htm 
 
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Legislação e Resolução sobre o 
Trabalho do/a Assistente Social. Lei de Regulamentação da Profissão (Lei 
n°8.662/93). Brasília: CFESS, 2011. Disponível em: www.cfess.org.br 
 
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Legislação e Resolução sobre o 
Trabalho do/a Assistente Social. Resolução CFESS 533/2008. Regulamenta a 
SUPERVISÃO DIRETA DE ESTÁGIO no Serviço Social. Brasília: CFESS, 2011. 
Disponível em: www.cfess.org.br 
 
MEC/CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. PARECER CNE/CES 492/2001. 
Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais. Brasília, 2001. Disponível em: 
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf 
 
MEC/CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 
1996-LDB.Disponível em: 
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/legislação_graduação_lei.pdf 
 
MEC/CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares para os 
Cursos de Serviço Social. Resolução nº15, de 13 de março de 2002. Disponível em: 
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/legislação_diretrizes_cursos.pdf 
 
 
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/lei_de_Diretrizes_Curriculares_1996.pdf
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/lei_de_Diretrizes_Curriculares_1996.pdf
http://planalto.gov.br/ccvil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm
http://planalto.gov.br/ccvil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm
http://www.cfess.org.br/
http://www.cfess.org.br/
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/legislação_graduação_lei.pdf
http://www.abepss.org.br/briefing/documentos/legislação_diretrizes_cursos.pdf
23 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APÊNDICES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO 
 
 
25 
 
 
26 
 
 
 
 
 
 
27 
 
CARTA DE APRESENTAÇÃO DE ESTAGIÁRIO 
 
(Nome da cidade, dia, mês, ano). 
 
Ilmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) 
 
Na condição de coordenadora do Curso de Bacharelado em Serviço Social do Centro 
Universitário Internacional UNINTER, vimos formalizar a apresentação do (a) aluno(a) regularmente 
matriculado(a) no Curso de Bacharelado em Serviço Social desta Instituição de Ensino Superior 
Nome: _________________________________________________________com registro 
acadêmico n.º _____________ (RU). 
Ainda seguem dois anexos: 
1. cópia da Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que prevê que a 
prática do estágio é complementação do ensino e da aprendizagem e para 
proporcionar ao(s) aluno(s) experiência de trabalho; 
2. Modelo de Termo de compromisso de estágio obrigatório. 
 
Em nome dos alunos e da Reitoria do Centro Universitário Internacional UNINTER, 
agradecemos a inestimável colaboração a ser prestada por Vossa Senhoria criando novas 
oportunidades educacionais e de emprego à região. 
 
 Atenciosamente. 
 
 
 
 
 
 
Prof.ª Ms. Adriane Bührer Baglioli Brun 
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Serviço Social 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
28 
 
 
QUADRO DE FASES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO – MODALIDADE EAD 
 
 
 
 
 
29 
 
FICHA DE FREQUÊNCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
Nome do aluno:_________________________________________________RU:_________________:_____________ 
Supervisor de Acadêmico:______________________________________________________________________ 
Instituição Concedente: ________________________________________________________________________ 
Supervisor de Campo:____________________________________________________________________________ 
DATA / HORÁRIO ANO 202_ 
ASSINATURA DO 
SUPERVISOR DE CAMPO4 
ASSINATURA DO ALUNO 
 
DIA 
(numeral) 
MÊS ENTRADA SAÍDA 
TOTAL 
HORAS POR 
DIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_______________________ _____ ______________________________________ 
 Assinatura do Supervisor de Campo Assinatura Supervisor Acadêmico 
 Carimbo5 e Nº do CRESS Carimbo e Nº do CRESS 
 
 
4 A assinatura da Supervisão de Campo deve ser registada em todos os dias de realização do estágio. 
5 Nos casos que a supervisão de campo e/ou acadêmica não tenham o carimbo, o número do CRESS pode ser 
escrito a caneta, considerando a orientação do conjunto CFESS/CRESS. 
30 
 
 RELATÓRIO DE SUPERVISÃO ACADÊMICA POLO DE APOIO PRESENCIAL 
 
DATA 
CARGA 
HORÁRIA 
ATIVIDADES DE ESTÁGIO6 
DESCRIÇAO DA 
ATIVIDADES 
ASSINATURA DO 
ASSISTENTE SOCIAL DO 
POLO COM CARIMBO E 
Nº DO CRESS 
ASSINATURA 
DO ALUNO 
OBSERVAÇÕES 
O aluno deverá escrever 
uma reflexão considerando a 
atividade realizada na 
supervisão acadêmica. 
 
 
 
2 H 
 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
2 H 
 
 
20 horas 
Carga Horária Total em Supervisão direta no PAP – Polo de Apoio Presencial 
 
6 As atividades de supervisão devem ser realizadas conforme a etapa de estágio do aluno. Ex: em Aproximaçãoes da Realidade, trabalhar o Plano Individual de Estágio, na etapa de Pré-Projeto 
acompanhar a construção do Pré-Projeto, e assim observar cada etapa, conforme os materiais de sistematização da prática. Também devem ser realizadas atividades sobre: Supervisão direta: 
individual e/ou grupos para reflexões sobre o exercício profissional, Estudo supervisionado da Política Nacional de Estágio - Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008, Estudo dirigido da Resolução 
CFESS nº 533/2018. 
31 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
Declaramos que_______________________________ portador(a) do RG 
_______________, CPF_________________, aluno do curso de Bacharelado em 
Serviço Social do Centro Universitário Internacional UNINTER, cumpriu, durante a 
Unidade Temática que compreende o período letivo de ____/____/202_ a 
____/____/202_, um total de ____ horas 7 de Estágio Supervisionado 
na__________________________. 
 
 
 
Curitiba, ___ de _______de 202_ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_____________________________________________ 
Assistente Social Supervisor de Campo 
Carimbo e Nº CRESS 
 
 
 
__________________________________________________ 
 
Assistente Social Supervisor Acadêmico 
Carimbo e Nº CRESS 
 
 
7 A declaração deve ser emitida com o total de 90 horas, que corresponde a soma de 70 horas de estágio em campo e 20 
horas de supervisão acadêmica. 
 
32 
 
 
PLANO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO 
 
1. IDENTIFICAÇÃO 
 
a) Aluno/Estagiário 
Nome: 
RU: 
 
b) INSTITUIÇÃO DE TRABALHO 
Nome: 
Endereço: 
CNPJ: 
Departamento: 
Responsável Legal: 
 
c) ASSISTENTE SOCIAL SUPERVISOR DE CAMPO 
Nome: 
CRESS: 
 
d) ORIENTADOR DE ESTÁGIO DO POLO SUPERVISOR ACADÊMICO 
Nome: 
CRESS: 
 
2. PERÍODO E CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO 
Período de Estágio: 
Horas Diárias: 
Horas Semanais: 
Horas Mensais: 
 
3. HISTÓRIA DA INSTITUIÇÃO 
Histórico da instituição: origem, cultura organizacional, símbolos. 
• Finalidades. 
• Objetivos. 
• Demandas atendidas pela instituição. 
• Principais características da população atendidas pela instituição. 
• Estrutura e funcionamento da organização: hierarquia, organograma, departamentalização, 
políticas socioadministrativas. 
 • Recursos humanos, financeiros e outros necessários para o alcance dos objetivos da 
instituição. 
 • Parcerias e relações interinstitucionais. 
 
4. OBJETIVO DO SERVIÇO SOCIAL NA INSTITUIÇÃO 
Descrever a trajetória do Serviço Social na Instituição desde sua implantação 
 
Origem do Serviço Social na Instituição. • Estrutura e funcionamento: número de assistentes 
sociais presentes na instituição, estrutura física disponível, pessoal de apoio. 
33 
 
 • Finalidades e objetivos. 
 
5. POPULAÇÃO ALVO DO SERVIÇO SOCIAL 
Descrever as principais características da população alvo do Serviço Social 
 
6. ATIVIDADES DO SERVIÇO SOCIAL NA INSTITUIÇÃO 
Descrever as atividades técnicas do Serviço Social dentro da Instituição 
 
Objeto/especificidade do Serviço Social na Instituição. 
• Conhecimentos específicos necessários para o desenvolvimento da prática profissional. 
• Demandas do Serviço Social. 
• Respostas institucionais e o Serviço Social frente às demandas: política(s) social 
desenvolvida (s), plano (s), programa(s), projeto (s) e ações. 
• Recursos financeiros/materiais disponíveis para o Serviço Social. 
• Instrumental técnico utilizado pelo Serviço Social: visitas domiciliares, reuniões, 
entrevistas. 
• Desafios e perspectivas para o Serviço Social. 
 
 
7. ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO 
 
Descrever as atividades que o estagiárioirá desenvolver durante o período de estágio, 
conforme as competências e atribuições de acadêmico de Serviço Social em formação. 
 
8. AVALIAÇÃO 
 
O que deve ser avaliado pelo Supervisor Acadêmico e Supervisor de Campo: 
 
 
 
 
Cidade, _____, de ______________, de 202_. 
 
 
 
 
 ______________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
 
 
_________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
Carimbo Nº CRESS 
 
 
__________________________________________________ 
Assinatura do Supervisor Acadêmico 
Carimbo Nº CRESS 
 
 
 
34 
 
RELATÓRIO QUADRIMESTRAL DE ATIVIDADES 
 
1. IDENTIFICAÇÃO 
 I. Aluno/Estagiário 
Nome: 
RU: 
 
II. Instituição de Trabalho 
Nome: 
Endereço: 
 
III. Assistente Social Supervisor de Campo 
Nome: 
CRESS: 
2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS (descrever as atividades realizadas 
por você aluno durante o período que desenvolveu o estágio, as quais constam no 
Termo de Compromisso em conformidade com o quadro das fases do estágio que 
constam no Regulamento de Estágio) 
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
_______________________________________________________ 
AVALIAÇÃO (Avaliar o desenvolvimento das atividades descritas no item anterior e 
relatar quais as contribuições para a sua formação profissional. Recomenda-se que 
sejam utilizados referenciais bibliográficos8 para a fundamentação) 
___________________________________________________________________
___________________________________________________________ 
 
Cidade, ______ de ______________ de 202_. 
 
 
_________________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
 
_______________________________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
Carimbo e Nº do CRESS 
 
8 Inserir ao final do relatório todas as referências bibliográficas utilizadas, dentre elas, livros, artigos, legislações 
etc. 
35 
 
DIÁRIO DE CAMPO - FUNDAMENTADO9 
 
 Nome do aluno: _______________________RU: ___________Período: _________________________________________ 
 Local de Estágio: ________________________________________________________________________________________ 
 Supervisor de Campo: ___________________________________CRESS: _________ 
 Supervisor Acadêmico: __________________________________ CRESS: _________ 
 
DATA ATIVIDADE(S) REALIZADA(S) 
(Descrever detalhadamente a atividade realizada) 
OBJETIVO(S) 
(Iniciar com verbo de ação) 
AVALIAÇÃO - FUNDAMENTADA10 
(Impressões/aspectos positivos/dificuldades 
etc. Fundamentar teoricamente aquelas 
atividades mais significativas) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curitiba, ____ de _______________, 20__. 
 
 
_______________________ ___________________________ ____________________________ 
Assinatura do aluno Ass. do Supervisor de Campo Ass. do Supervisor Acadêmico 
Carimbo Nº do CRESS Carimbo Nº CRESS 
 
 
9 Os profissionais Assistentes Sociais de campo o do polo precisarão assinar todas as páginas do diário de campo. Que deve ser digitado e bem fundamentado. 
10 Inserir ao final do relatório todas as referências bibliográficas utilizadas, dentre elas, livros, artigos, legislações etc. 
36 
 
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO PRÉ PROJETO DE INTERVENÇÃO 
Nome:____________________________________________RU:____________ 
Local de Estágio: ___________________________________________________ 
Supervisor de Campo: ______________________CRESS: ____________________ 
 
1. TEMA 
Identificar a expressão da questão social que será objeto de intervenção do estagiário. 
 
2. CARACTERIZAÇÃO DA REALIDADE INSTITUCIONAL 
Caracterizar o contexto da instituição, sua localidade se é uma instituição pública, 
privada, Organização da Sociedade Civil, qual o serviço, equipamento, programas e projetos 
que desenvolve, qual a política pública a qual faz parte, suas principais características. 
 
3. PROBLEMATIZAÇÃO E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 
Contextualizar a delimitação do problema de forma conceitual, realizando as 
aproximações com a expressão da questão social escolhida e definindo em forma de 
pergunta o problema que será investigado. 
Objeto de intervenção inscrito nas transformações sócio-históricas da sociedade 
contemporânea (mudanças no mundo do trabalho, relação do Estado com a sociedade civil, 
repercussões na política social em questão e nas condições de vida da população usuária 
considerada individual ou coletiva) 
 
4. JUSTIFICATIVA 
Deixar claro o porquê escolheu esse tema, qual a relevância para o serviço social, 
para a instituição e para o estagiário e para o usuário. É o discurso daquele que sabe 
argumentar e discutir os contra-argumentos colocados em relação à proposta. Justificar é 
convencer a instituição concedente do campo de estágio, o assistente social supervisor a 
importância da proposta de intervenção, na medida que ela terá um retorno que vai ao 
encontro de suas metas e papel na sociedade. De outro ângulo tem a necessidade de 
justificar socialmente as ações a serem desenvolvidas na perspectiva de defesa dos direitos 
de cidadania e dos valores democráticos. 
 
 5. OBJETIVOS 
 5.1 GERAL – É amplo e define para que realizar a intervenção. Iniciar com verbo ex: 
conhecer, sensiblilizar, instigar, promover, fortalecer, mobilizar, entre outros. Estado de 
realidade, de impacto social que se quer alcançar com a ação proposta pelo projeto como 
um todo. 
 
37 
 
5.2 ESPECÍFICOS – É o desdobramento em atividades específicas para atingir o objetivo 
geral, referem-se às relações que constituem a dimensão da realidade eleita foco do 
trabalho. 
 
6. PÚBLICO ALVO – pessoas a que se destina diretamente o projeto de intervenção 
(usuário, família, gestores) 
7. CRONOGRAMA – Apresentar o planejamento das etapas do pré-projeto 
(exemplo) 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BEHRING, Elaine. Recomendações para a elaboração do projeto de intervenção. In: 
Capacitação em Serviço Social e Política Social. Programa de Capacitação Continuada para 
Assistentes Sociais. Módulo 5 – Intervenção em Serviço Social. Brasília: CFESS/ ABEPSS/ 
CEAD – UnB 2001. 
 
 
 
 
_____________________________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
 
 
____________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
Carimbo Nº do CRESS 
 
 
 
 
 
 
 
 Mês/22 Mês/22 Mês/22 Mês/22 
Identificar o público-alvo, direcionar 
e focalizar o objeto de trabalho. 
X x 
Planejar as atividades que serão desenvolvidas no 
Projeto. 
 X 
Realizar levantamento bibliográfico concernente a temática X x 
38 
 
ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO 
Nome:____________________________________________RU:___________ 
Local de Estágio: ________________________________ 
Supervisor de Campo: __________________CRESS:__________________ 
 
1. TEMA 
Identificar a expressão da questão social que será objeto de intervenção do 
estagiário. 
 
2. CARACTERIZAÇÃO DA REALIDADE INSTITUCIONAL 
Caracterizar o contexto da instituição, sua localidade se é uma instituição pública, 
privada, Organização da Sociedade Civil, qual o serviço, equipamento, programas e 
projetos que desenvolve qual a política pública a qual faz parte, suas principais 
características. 
 
3. PROBLEMATIZAÇÃO E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 
Contextualizar a delimitação do problema de forma conceitual, realizando as 
aproximações com a expressão da questão social escolhida e definindo em forma de 
pergunta o problema que será investigado. 
Objeto de intervenção inscrito nas transformações sócio históricas da 
sociedade contemporânea (mudanças no mundo do trabalho, relação do Estado 
com a sociedade civil, repercussões na política social em questão e nas condições 
de vida da população usuária considerada individual ou coletiva) 
 
4. JUSTIFICATIVADeixar claro o por que escolheu esse tema, qual a relevância para o serviço 
social, para a instituição e para o estagiário. É o discurso daquele que sabe 
argumentar e discutir os contra-argumentos colocados em relação à proposta. 
Justificar é convencer a instituição concedente do campo de estágio, o assistente 
social supervisor a importância da proposta de intervenção, na medida que ela terá 
um retorno que vai ao encontro de suas metas e papel na sociedade. De outro 
ângulo tem a necessidade de justificar socialmente as ações 
 
39 
 
a serem desenvolvidas na perspectiva de defesa dos direitos de cidadania e dos 
valores democráticos. 
 5. OBJETIVOS 
 5.1 GERAL – É amplo e define para que pesquisar. Iniciar com verbo ex: 
conhecer, sensiblilizar, instigar, promover, fortalecer, mobilizar, entre outros. Estado 
de realidade, de impacto social que ser alcançar com a ação proposta pelo projeto 
como um todo. 
 5.2 ESPECÍFICOS – É o desdobramento em atividades específicas para atingir 
o objetivo geral, referem-se às relações que constituem a dimensão da realidade 
eleita foco do trabalho, devem ser iniciados com verbo. 
 
7. PÚBLICO ALVO – pessoas a que se destina diretamente o projeto de 
intervenção (usuário, família, gestores) 
8. METODOLOGIA – detalhar como será feito o projeto, reuniões, folders, 
os procedimentos adotados, o conteúdo que será abordado, a periodicidade das 
ações propostas, os sujeitos envolvidos no processo e a forma de avaliação. Os 
instrumentais utilizados. 
9. METAS – definição de metas de curto e médio prazo (número de 
atividades previstas, sujeitos atingidos etc.), podendo ser expressa em termos 
absolutos e percentuais. Lembre-se que a meta é a expressão numérica que 
representa o que se quer atingir/alcançar, tem ligação direta com o objetivo 
específico. A cada objetivo específico deve ser criada uma meta. 
10. INDICADORES - é uma medida, geralmente estatística, usada para 
traduzir quantitativamente e qualitativamente os objetivos e metas e informar algo 
sobre aspecto da realidade social que se propôs a investigar, visando a formulação, 
monitoramento e avaliação. O indicador representará o desempenho da meta. 
11. MECANISMOS DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO – O processo 
de avaliação deve contemplar os objetivos e, os mecanismos de monitoramento 
(lista de presença, fotos, relatórios entre outros) de cada atividade proposta. 
Conforme exemplo abaixo: 
 
 
Modelo de tabela de avaliação o projeto de intervenção 
40 
 
 
Fonte: Elaborada pela Coordenação de Estágio UNINTER (2018) 
 
12. CRONOGRAMA – (Exemplo) 
 
 
 
13. RECURSOS. 
Humanos, materiais e financeiros. 
REFERÊNCIAS: 
 
BEHRING, Elaine. Recomendações para a elaboração do projeto de intervenção. In: 
Capacitação em Serviço Social e Política Social. Programa de Capacitação 
Continuada para Assistentes Sociais. Módulo 5 – Intervenção em Serviço Social. 
Brasília: CFESS/ ABEPSS/ CEAD – UnB 2001 
 
 
 
_____________________________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
____________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
Carimbo Nº do CRESS 
 
 Mês/22 Mês/22 Mês/22 Mês/22 
Identificar o público alvo, direcionar 
e focalizar o objeto de trabalho. 
X 
Planejar um conjunto de ações articuladas 
junto com os Profissionais do SUAS as informações 
necessárias para as palestras. 
 X 
Estabelecer quais instrumentos serão utilizados na construção do 
trabalho. 
 X 
Elaborar estratégias de ação direcionadas 
ao público alvo. 
 X 
Efetivação das ações: Semana sobre os direitos da Pessoa Idosa e 
Pessoa com deficiência. 
 X 
41 
 
MODELO DO RELATÓRIO PROCESSUAL DESCRITIVO 
Data: __________________________ 
Local: (onde se desenvolveu a atividade) 
Participantes: (Assistente Social, estagiário, psicólogo, entre outros) 
Atividade Desenvolvida: (descrever apenas uma atividade: visita domiciliar, reunião, 
entrevista, entre outros) 
Objetivo: (qual o objetivo da atividade, lembre-se de iniciar com verbo) 
 
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 
O relatório é uma das formas de realizar a sistematização da prática, é o momento 
de relatar com riqueza de detalhes e coerência verbal e gramatical tudo que se observou, 
tendo o cuidado de não utilizar adjetivos, para evitar o juízo de valor, neste tipo de relatório é 
importante citar a fala dos entrevistados acompanhado da expressão entre parênteses “SIU” 
(segundo informação do usuário) e, utilizar nomes fictícios a fim de manter em sigilo a 
identidade dos envolvidos. 
O relatório deve contemplar com riqueza de detalhes o atendimento realizado, 
apresentando através da observação sistemática11 uma descrição do cenário, das falas, dos 
gestos, tanto dos usuários quanto dos profissionais envolvidos, bem como, descrever os 
instrumentais utilizados durante a atividade, com embasamento teórico e de forma clara e 
sem expressar juízo de valor. 
 
AVALIAÇÂO CRÍTICA 
É o momento de fazer as suas observações e considerações sobre o processo 
realizado, aproximando das dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico- 
operativa da profissão, relacionar os conteúdos das disciplinas12, o instrumental do Serviço 
Social com a dimensão investigativa, interventiva e propositiva da profissão. 
Exemplo: quais as percepções, facilidades e dificuldades encontradas pelo aluno no 
desenvolvimento da ação? Conseguiu articular os conhecimentos adquiridos com a 
atividade? Como identificou a operacionalização do instrumental à atividade? Quais as 
questões ético-políticas evidenciadas? Os objetivos propostos foram alcançados na 
atividade desenvolvida? 
_______________________________________ 
 Assinatura do Aluno 
_______________________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo (carimbo e nº do CRESS) 
 
11 Também chamada de observação planejada e controlada, caracteriza-se por ser estruturada, tendo em vista 
objetivos e propósitos definidos. 
12 Inserir ao final do relatório todas as referências bibliográficas utilizadas, dentre elas, livros, artigos, legislações 
etc. 
42 
 
MODELO - RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO 
Nome:____________________________________________RU:____________ 
Local de Estágio: ________________________________ 
Supervisor de Campo: ______________________CRESS: ____________________ 
TEMA:_____________________________________ 
 
1. INTRODUÇÃO 
Inicialmente deve deixar claro qual a intencionalidade do projeto, os objetivos da 
intervenção, quais as ações foram realizadas ao longo do cronograma, apresentar de forma 
resumida as principais atividades que foram executadas para o alcance dos objetivos 
propostos. 
Apresentar o andamento do projeto pontuando as dificuldades, limites e facilidades para 
a sua execução, lembrando que nesta fase do projeto é de suma relevância a clareza das 
atividades propostas e dos recursos utilizados para a sua execução. 
 
2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS 
Descrever de forma detalhada todas as etapas do projeto que constam no 
cronograma, a metodologia utilizada para sua efetivação, lembrando que fazem parte deste 
processo todos os recursos utilizados, seja físico (local, equipamentos, folders entre outros) 
ou humano (palestrantes, equipe interdisciplinar) bem como os instrumentais técnico 
operativos (visitas domiciliares, reuniões, entrevistas, relatórios, cadastros entre outros). 
Algumas vezes durante a execução do projeto podem ocorrer fatos que alterem a 
configuração da proposta inicial, é importante destacar esses acontecimentos se eles 
impactaram na realização da atividade e, pontuar quais as ações propostas para o ajuste do 
cronograma. 
 
3. CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXECUÇÃO DO PROJETO 
Descrever os limites e possibilidades das ações propostas e redimensionar novas 
ações para o andamento do projeto, utilizando fundamentação teórica13 para embasar a 
realidade vivenciada. 
 
___________________________________________________Assinatura do Estagiário 
 
________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
Carimbo Nº do CRESS 
 
13 Inserir ao final do relatório todas as referências bibliográficas utilizadas, dentre elas, livros, artigos, legislações 
etc. 
43 
 
MODELO - RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO 
Nome:____________________________________________RU:____________ 
Local de Estágio: ________________________________ 
Supervisor de Campo: ______________________CRESS: ____________________ 
TEMA:________________________________ 
 
1. APRESENTAÇÃO 
A fase inicial da avaliação do projeto de intervenção é contextualizar a expressão da 
questão social a qual se destinou o projeto, utilizando de embasamento teórico para 
apresentar a problematização do objeto estudado, a instituição a qual se desenvolveu o 
projeto e o público-alvo. Deixar claro os objetivos, a metodologia e as ações que foram 
desenvolvidas durante o processo de execução. 
 
2. DISCUSSÃO TEÓRICA METODOLÓGICA DO OBJETO DE INTERVENÇÃO 
Nesta etapa do relatório o aluno deverá se aprofundar na temática que realizou o 
projeto de intervenção, por exemplo, se você trabalhou com os idosos e pessoas com 
deficiência visto ser esse o público que acessa o Benefício da Prestação Continuada, 
deverá discutir dados sobre essa população, legislações, políticas públicas que tratem da 
questão e a relação com o Serviço social. 
 
3. AVALIAÇÃO DA EXECUÇÃO FACE AOS OBJETIVOS PROGRAMADOS 
O relatório de avaliação do projeto de intervenção deve contemplar aspectos 
qualitativos, tendo como referência a problematização do objeto de intervenção, referencial 
teórico metodológico, os objetivos, geral e específicos, a metodologia proposta, os 
instrumentos técnicos operativos das atividades. Não esqueça de utilizar elementos 
teóricos14 que subsidiem a sua fala. 
Para a avaliação quantitativa deve considerar as metas alcançadas em termos 
absolutos ou percentuais (conforme orientado no modelo do projeto de intervenção) a partir 
dos indicadores e dos mecanismos de monitoramento (lista de presença, fotos, relatórios 
entre outros) de cada atividade proposta. Lembre-se que cada atividade pode desdobrar em 
indicadores que deverão ser analisados tanto quantitativamente como qualitativamente. 
Vamos utilizar como elemento de avaliação quantitativa o exemplo que construímos 
na tabela de avaliação do projeto, considerando o primeiro objetivo: publicizar as 
informações sobre o Benefício da Prestação Continuada no CRAS Vila Alegria. Podemos 
 
14 Inserir ao final do relatório todas as referências bibliográficas utilizadas, dentre elas, livros, artigos, legislações 
etc. 
44 
 
considerar para a avaliação desse objetivo o número de usuários participantes. O gráfico 
abaixo demonstra que o gênero feminino foi maior que o masculino. 
 
 
 
 Fonte: Instrumento de Coleta de Dados (2018) 
 
Conforme gráfico demostrado acima, vamos agora elaborar exemplo de avaliação 
qualitativa. O projeto de intervenção realizado no CRAS da Vila Alegria teve como objetivo 
propor ações concernentes a informações sobre o Benefício de Prestação Continuada 
(BPC) aos usuários da comunidade, conforme cronograma estabelecido. Para alcançar este 
objetivo foram organizadas palestras semanais no CRAS, onde houve a participação da 
comunidade local, totalizando 15 participantes por semana, distribuídos em 10 mulheres e 5 
homens conforme demonstrado no gráfico acima. 
Esse número expressivo do gênero feminino está em conformidade com dados do 
Boletim do Benefício da Prestação Continuada do MDS de 201515 onde salienta que a maior 
procura é do sexo feminino 1.0905.985 (pessoa com deficiência) e 1.293.812 pessoa idosa. 
Houve participação expressiva da comunidade nas palestras e como resultado 
identificamos a diminuição de usuários com dúvidas quanto ao benefício. 
 
4. CONCLUSÃO FINAL 
É o momento de realizar as considerações sobre a avaliação pontuando os avanços, 
os limites e possibilidades da intervenção face as proposições do projeto. Pode ser utilizado 
o grau de eficiência, correlacionado os efeitos do programa e os esforços empreendidos 
para obtê-los, a eficácia que se faz considerando a adequação da ação para o alcance dos 
 
15 http://www.mds.gov.br/webarquivos/arquivo/assistencia_social/boletim_BPC_2015.pdf 
45 
 
objetivos e das metas propostas e a efetividade que estabelece o impacto da execução do 
projeto no público-alvo. 
Considerando aqui a efetividade objetiva, subjetiva e substantiva. Conforme Barreira 
(2000 p. 32) a primeira efetividade se refere ao “critério de aferição de mudança quantitativa 
entre o antes e o depois da execução do projeto,” a segunda “se refere às mudanças 
comportamentais, de crenças de valores da população alvo” e a última é o critério da 
avaliação das mudanças qualitativas significativas e duradouras nas condições sociais de 
vida dos beneficiários”. 
 
Referências Bibliográficas 
BARREIRA, Maria Cecília Roxo Nobre. Avaliação Participativa de Programas 
Sociais. São Paulo. Editora Veras. 2000. 
 
 
 
_____________________________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
 
 
 
 
____________________________________________ 
Assinatura do Supervisor de Campo 
 Carimbo Nº do CRESS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
46 
 
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO 
 
Nome:____________________________________________RU:_______________ 
Local de Estágio: _____________________________________________________ 
Supervisor de Campo: ______________________CRESS: ____________________ 
Supervisor Acadêmico: _____________________ CRESS: ____________________ 
 
1. APRESENTAÇÃO 
Especificar o período que desenvolveu as atividades do estágio, os espaços sócios 
ocupacionais que conheceu e fazer um breve relato temporal, contemplando a 
contextualização institucional e do Serviço Social durante o período. 
 Para compor o relatório final do estágio supervisionado em Serviço Social o aluno 
deverá retomar todas as fases do estágio16 e fazer uma análise crítica considerando o 
desenvolvimento das habilidades e competências do processo de ensino aprendizagem. 
 
2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA INSTIUIÇÃO 
 Deve considerar a experiência em todos os espaços sócio ocupacionais os quais 
desenvolveu o estágio, descrevendo-as e articulando a análise de conjuntura, estrutura, as 
políticas públicas as quais teve proximidade, a rede de serviços sócio assistenciais, os 
programas, projetos e serviços ofertados aos usuários. 
 Caracterizar os usuários dos serviços, como ele participa da instituição e dos 
serviços por ela prestado (como depositário do serviço? Como fonte de informação e 
consulta? Como elemento que influência nas decisões? Como grupo de pressão?), 
expresse como o usuário visualiza a ação da instituição: como um direito, uma ajuda um 
serviço. 
 
3. O SERVIÇO SOCIAL COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 
 No que tange ao Serviço Social realizar avaliação do processo de trabalho do 
assistente social através das dimensões teórico-metodológicas, ético-política e técnico-
operativa da profissão em consonância com o Projeto Ético Político. Neste processo, deve 
considerar a Lei que regulamenta a profissão, o Código de Ética profissional e as Diretrizes 
Curriculares de 1996. 
 Contextualize o Serviço Social nos diversos espaços em que realizou o estágio, fale 
do plano de trabalho do assistente social, seus objetivos, o público alvo, o trabalho 
multidisciplinar ou interdisciplinar; apresente os programas, projetos e serviços que você 
conheceu e acompanhou durante o processo do estágio supervisionado. 
 
16 Consultar o quadro das fases do estágio que constam no regulamento. 
47 
 
 Importante falar sobre os desafios impostos a profissão, as limitações e dificuldades 
vivenciadas, bem como os momentos de superação. O Serviço Social consegue imprimir 
suaidentidade profissional nas ações desenvolvidas? Você conseguiu identificar o marco 
teórico adotado? Quais as ações ético-política e técnico-operativas foram observadas e 
identificadas durante a realização do estágio supervisionado? 
 
4. O PROCESSO DE SUPERVISÃO 
O processo de supervisão deve ser avaliado, considerando a supervisão de campo e 
acadêmica bem como as disciplinas de estágio em conformidade com as orientações da 
Política Nacional de Estágio da ABEPSS e do Regulamento de Estágio em Serviço Social 
UNINTER. 
Considere para a avaliação os seguintes questionamentos: a supervisão de estágio 
realizada tanto nos campos de estágio como na Instituição de Ensino contribuíram para 
desenvolver as habilidades e competências propostas? A supervisão foi realizada em 
conformidade com a resolução 533/2008? Conseguiu identificar o processo pedagógico e 
formativo do estágio? Faça uma análise crítica do seu processo de supervisão direta de 
estágio se contribuiu para sua formação. 
 
5. AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO 
Por fim deve considerar como foi a vivência nos espaços de estágio, sua evolução, 
percepção da realidade, considerando os aspectos positivos e negativos, potencialidades e 
limitações durante o processo de formação. 
 
 
 
Cidade, ____ de ______________ de 202_. 
 
 
 
 
_____________________________________________________ 
Assinatura do Estagiário17 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 No relatório final apenas o aluno estagiário assina o documento. 
48 
 
 
FICHA DE VISITA A CAMPO DE ESTÁGIO 
 
Estagiário_________________________________________Estágio/Etapa_______________________________ 
Instituição: ________________________________________________________________________________________ 
Endereço: _________________________________________________________________________________________ 
Município:______________________________CEP______________________________________________________ 
Telefone: ___________________________ E-mail:_____________________________________________________ 
Esfera: ( ) Pública ( ) Privada ( ) Terceiro Setor 
 Área de Atuação_________________________________________________________________________________ 
Público-alvo: _____________________________________________________________________________________ 
Coordenador_____________________________________________________________________________________ 
Telefone:____________________________ E-mail:____________________________________________________ 
Supervisores de Campo: _______________________________________________________________________ 
Carga Horária: __________________________________________________________________________________ 
Tel. _____________________________ E-mail__________________________________________________________ 
 
 
 
DATA DA VISITA OBSERVAÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Data: ____/______/________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
49 
 
DECLARAÇÃO DE CONVALIDAÇÃO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO PARA O 
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DE SERVIÇO SOCIAL 
 
A Declaração de convalidação do estágio não obrigatório para o estágio curricular 
obrigatório de Serviço Social é um documento pedagógico, para fins de controle da 
concordância entre os atores do estágio: estudante, supervisor/a de campo e supervisor/a 
acadêmico (Orientador de Estágio do Polo) no processo de convalidação do estágio. A 
declaração formaliza que o estudante validará 70 horas de prática de estágio para fins de 
comprovação da carga horária do estágio curricular obrigatório. 
Deve-se observar alguns requisitos: 
1- O estudante precisa estar regularmente vinculado no estágio não obrigatório com 
termo de compromisso de estágio (contrato, termo aditivo) VIGENTE e DEFERIDO 
pela Central de Estágios UNINTER – via Univirtus – AVA; 
2- A postagem dos Documentos de Convalidação do estágio não obrigatório para o 
estágio obrigatório acontecerá no mesmo período da postagem do termo de 
compromisso de estágio obrigatório – conforme calendário da disciplina de estágio. 
3- A carga horária do estágio obrigatório (70h por etapa) deve ser registrada de forma 
processual durante a vigência do módulo; (ex: na ficha de frequência do estágio 
obrigatório deve-se considerar 06h a 08h semanais, respeitando os critérios da lei 
11.788/2008 sobre a carga horária do estágio, para comprovar a carga horária do 
estágio obrigatório, abrangendo de 10 a 12 semanas do módulo de estágio). 
4- O/A Supervisor/a de Campo deve concordar que o/a estudante desenvolva os 
documentos e trabalhos de sistematização da prática de estágio obrigatório, no 
campo, como: a ficha de frequência, plano individual de estágio, relatório 
quadrimestral, projeto de intervenção, relatório processual descritivo, diário de 
campo, relatórios de execução e avaliação do projeto de intervenção e relatório final, 
a depender a etapa em que o estudante estará cursando; 
5- O/A Supervisor/a Acadêmico (Orientador/a de Estágios do Polo) deve acompanhar o 
processo de estágio atendendo as orientações sobre a supervisão direta conforme 
Resolução 533/2008 do CFESS; 
6- Essa declaração deverá ser formalizada a cada módulo (em cada etapa de estágio 
obrigatório) indicando as datas de vigência da disciplina de estágio na etapa, em que 
a prática de estágio será convalidada; depois de preenchida e assinada, a 
declaração deverá ser postada no AVA. 
7- No início do Módulo de estágio – período de postagem do termo de compromisso de 
estágio obrigatório – o/a estudante deverá acessar a disciplina de estágio obrigatório 
de sua etapa – no link trabalhos – Documentos de Convalidação do Estágio – e 
postar três documentos: 1- contrato do estágio não obrigatório com todas as 
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assinaturas; 2- termo de aceite de estágio; 3- a declaração de convalidação do 
estágio não obrigatório para o estágio curricular obrigatório de Serviço Social. 
8- Neste caso da convalidação, não há necessidade da postagem no item Termo de 
Compromisso de Estágio da etapa do estágio obrigatório. 
9- Caso haja finalização do termo de compromisso do estágio não obrigatório (contrato, 
termo aditivo) durante a vigência da disciplina do estágio obrigatório, havendo 
renovação, o estudante terá que repostar os documentos de convalidação do estágio 
com o novo termo aditivo do estágio não obrigatório. Caso o estágio não obrigatório 
seja encerrado durante o módulo da disciplina do estágio obrigatório, o processo de 
convalidação para o estágio obrigatório será cancelado. 
 
Se todos os atores do estágio: estudante, supervisor/a de campo e supervisor/a 
acadêmico (Orientador de Estágio do Polo) concordarem com os termos da declaração, 
deve-se preencher os dados abaixo e, ao final da declaração realizar as assinaturas e 
indicar o número do registro profissional, no caso dos supervisores de campo e acadêmico. 
 
NOME DO/A ESTUDANTE: 
 
RU: 
NOME DA UNIDADE CONCEDENTE DE ESTÁGIO (CAMPO DE ESTÁGIO): 
 
SETOR EM QUE REALIZA O ESTÁGIO 
 
NOME DO/A SUPERVISOR/A DE CAMPO RESPONSÁVEL PELA SUPERVISÃO DIRETA 
 
NÚMERO DO REGISTRO PROFISSIONAL (CRESS): 
NOME DO SUPERVISOR/A ACADÊMICO (ORIENTADOR DE ESTÁGIO DO POLO): 
 
NÚMERO DO REGISTRO PROFISSIONAL (CRESS): 
INDIQUE O MÓDULO: ( ) MÓDULO A ( ) MÓDULO B ( ) MÓDULO C 
DATA DO MÓDULO: 
DIAS E HORÁRIOS DE ESTÁGIO NO CAMPO: 
 
 
 
 
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Cidade, _____, de ______________, de 202_. 
 
 
 ______________________________________ 
Assinatura do Estagiário 
 
 
_________________________________________ 
Assinatura do/a Supervisor/a de Campo e Carimbo Nº CRESS 
 
 
__________________________________________________ 
Assinatura do/a Supervisor/a Acadêmico e Carimbo Nº CRESS

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