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 Unidirecional, continua 
 Baixa voltagem (100 volts) 
 Média amperagem (50Ma) 
 Usada de forma terapêutica 
 Usa-se eletrodos em água (esponja) 
 Ocorre excesso de elétrons no catodo (polo 
negativo) e deficiência de elétrons no ânodo 
(polo positivo) 
 Formas de utilização: galvanização, 
eletroendesmose, iontoforese 
 
 Intensidade: máxima 80mA, ideal é aquela 
suportada pelo paciente. 
 Tempo de duração do pulso: infinito. 
 Tempo de repouso: zero, frequência nula. 
 Forma de pulso: polarizada. 
 Ciclo on/off: ausente. 
 Rise/decay, rampa: ausente. 
 Tolerância e tamanho dos eletrodos variam a 
dosagem 
 
 Quando colocamos eletrodos para aplicar uma 
corrente polar forte no tecido, provocamos 
embaixo destes eletrodos formação de ácido 
embaixo do positivo e base no negativo 
 Base é mais agressiva que o ácido = eletrodo 
negativa mais agressivo que positivo 
 Efeitos ocorrem embaixo dos eletrodos 
 Teoria de Cohen: justifica o deslocamento de 
água do polo positivo para o negativo 
 Água é apolar, mas no corpo apresenta 
características positivas, assim sendo atraída 
pelo polo negativo 
 A presença da força osmótica, deve-se ao fato 
de em geral, as cargas positivas presentes em 
nosso organismo estarem associadas a 
estruturas mais leves do que aquelas de cargas 
negativas. 
 Devido a isso: acúmulo de moléculas mais 
rapidamente no polo negativo do que no polo 
positivo (mais fácil deslocar as moléculas 
positivas do que as negativas) 
 Isso faz a água ir de encontro a região de 
maior concentração de soluto: polo negativo. 
 
 Solução aquoso com íons submetida a um 
campo elétrico 
 Migração de íons de acordo com suas cargas 
para um eletrodo especifico 
 
 
 Uso da corrente galvânica para promover o 
deslocamento de líquido de uma região para 
outra no tecido 
 Facilita a drenagem de edema 
 Técnica de aplicação 
 Utilização de eletrodos especiais 
(esponjoso embebido em água) 
 Eletrodo positivo: em cima do edema 
 Eletrodo negativo: região vascularizada e 
proximal. 
 Eletrodo preferencialmente maior ou igual 
à área a ser drenada. 
 Intensidade da corrente: suficiente para 
promover um formigamento na pele do 
paciente e deve durar de 10 a 15 minutos. 
 Esta técnica não deve ser utilizada para 
resolver a situação de edema do paciente, e 
sim facilitar uma drenagem 
 
 Utilização da corrente direta para facilitar 
introdução de drogas via tecido cutâneo 
 Justificativa: utilização de drogas polares, 
conseguimos aumentar sua penetração devido 
a presença da corrente elétrica, e também, 
relata-se que a corrente utilizada aumenta a 
permeabilidade cutânea. 
 Três vias pelas quais a droga vai penetra 
1. Folículos pilosos 
2. Extrato córneo 
3. Poros das glândulas sudoríparas; é a 
principal delas (apresenta impedância 
elevada à passagem da corrente) 
 Dose utilizada varia conforme alguns fatores: 
tempo de aplicação, a intensidade da corrente 
e a carga do íon 
 Dose sugerida: 80mA/min (20min – 4Ma) 
 Densidade de corrente: 0,3 a 0,5 mA/cm2 
 Diluição: entre 1% e 10% 
 Eletrodos: tipo esponjoso 
 Valores geralmente vêm determinados quando 
se adquire a droga para uso na iontoforese 
 A partir daí, coloca o medicamento em um dos 
polos: se a carga for positiva, coloca junto 
com o polo positivo, para que ele seja atraído 
pelo outro polo e assim penetre na pele. 
 
 Função não bem explorada por não se saber 
seu mecanismo de ação, embora encontramos 
explicações que relatem duas explicações para 
este fenômeno 
1. Corrente galvânica promove analgesia 
devido à hiperemia provocada por esta 
corrente, o que induz ao aumento da 
absorção de substâncias que poderiam estar 
causando esta dor; 
2. Corrente aumenta o limiar dos receptores. 
 Técnica de aplicação 
 Colocação de dois eletrodos esponjosos 
embebido em água 
 Eletrodo negativo em cima do local da dor 
 Corrente suficiente para provocar um 
formigamento leve. 
 Tempo: em torno de 10 minutos 
 
 Nunca ligar o aparelho com os eletrodos 
posicionados no paciente 
 Não desligar aparelho antes de zerar 
intensidade 
 Evitar o contato direto do metal com a pele 
 Usar esponjas adequadas 
 Não cruzar os cabos 
 Não usar sobre implantes metálicos 
 Testar a sensibilidade do paciente 
 Colocar os eletrodos uniforme à pele 
 Lavar as esponjas após usá-las 
 Cuidar com o efeito cauterizador (efeito 
Joule), pode queimar o paciente se exceder o 
tempo e intensidade. 
 Intensidade e tempo de passagem de corrente 
que não podem exceder 1mA por cm de área 
 
 Atua sobre os vasos, provoca dilatação e 
hiperemia (polo-) em estruturas profundas 
 Aumento do fluxo sanguíneo, metabolismo, 
quantidade de substancias metabolizadas (ex: 
histamina) 
 Produz relaxamento vasodilatação das 
arteríolas e capilares. 
 Melhora a nutrição das células 
 Facilita a reparação tecidual. 
 
 Produção de calor: dissociação molecular 
(íons positivos se dirigem para polo negativo; 
catodo e negativos para o positivo; anodo) 
 Maior o tamanho dos eletrodos = maior a 
concentração da reação química 
 Alterações vasomotoras: devido a passagem 
de corrente continua obtém-se calor e 
constante vasodilatação. 
 Modificação de excitabilidade: barreira 
exercida pelas membranas celulares provoca 
acumulo de cargas em sua superfície, tornando 
mais lento o fluxo e mudando a polaridade 
 Polo positivo: diminuição da excitabilidade 
 Polo negativo: aumento excitabilidade 
 
 Ausência de sensibilidade; 
 Presença de placas de metal no paciente; 
 Marca-passo; 
 Excitação espástica em paresias espásticas 
cerebrais. 
 Enfermidades cutâneas;