Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
FACETAS DIRETAS EM RC 
 
São feitas diretamente na boca com resina composta, 
a mesma resina que se utiliza para classe 1, 2, etc. 
Se fosse indireta, seria feita uma etapa do preparo 
para mandar para o laboratório pra a restauração ser 
confeccionada em cerâmica para depois cimentar, ou seja, 
são materiais bem diferentes. 
As restaurações diretas envolvem a parte do preparo, 
procedimento adesivo e inserções de incrementos, como 
em qualquer outra restauração. 
 
CASOS CLÍNICOS 
 
CASO 1 
 
 
Essa foto mostra um preparo para coroa total. Todas 
as faces são preparadas com a finalidade de substituir o 
tecido dentário que foi perdido pra esse dente receber 
uma coroa total. 
Isso envolve um desgaste muito grande da estrutura 
dentária, há uma redução considerável de dente para ter 
espaço para colocar o material e a coroa. 
Em alguns casos, a melhor abordagem será a 
confecção da coroa, mais conservador do que fazer a 
extração do dente e colocar implante, então existem 
indicações, porém não vamos partir direto para a indicação 
da coroa quando se tem a possibilidade de uma abordagem 
mais conservadora. 
Por exemplo, dentes que tem alterações de cor e 
forma, não justifica a indicação de um preparo como esse 
da foto, vamos para o clareamento ou faceta, em último 
caso partiríamos para a coroa. 
 
CASO 2 
 
 
Esse é um caso em que o clareamento por si só não 
seria capaz de equalizar esse dente, em relação ao 21, 
então foi realizada a faceta, um procedimento bem mais 
conservador do que o preparo para coroa total 
 
 
Foi feito o desgaste bem mais conservador, para que 
possamos inserir o material restaurador e executar a 
restauração, mas não se compara ao desgaste da primeira 
foto. 
 
 
Para então chegarmos nesse resultado. Lembrando 
que essa mancha branca no dente 21 continua ali, porque 
essa não era a queixa da paciente, não incomodava quanto 
o escurecimento severo do dente 11. Esse é outro ponto, o 
desejo do paciente, não é necessário impormos 
tratamentos desnecessários se não incomodar o paciente. 
 
INDICAÇÕES 
 
Embora as técnicas para restaurações direitas e 
indiretas sejam parecidas, nós temos particularidades em 
relação aos materiais, pois temos materiais totalmente 
diferentes. Não pensar na resina composta como 
alternativa para o paciente que não tem condições de fazer 
uma cerâmica, por ter um custo menor. 
 
DENTES COM ALTERAÇÕE S DE COR 
 
Podendo ser alterações leves, moderadas e severas, 
sempre levando em consideração qual o tratamento mais 
conservador possível. Um exemplo é o clareamento, se 
você optou por ele e não obteve um bom resultado, ai sim 
você pode partir para uma faceta (uma restauração que irá 
recobrir toda a face vestibular), por exemplo. 
 
FECHAMENTO DE DIASTE MAS 
 
Pode ser resolvido muitas vezes, somente 
adicionando resina composta onde se faz necessário para 
fechar o diastema. 
Quando associado ao diastema, se tem outras 
situações, como aumentar o comprimento do dente ou 
alterações de forma, então recobre-se mais a superfície 
vestibular. 
 
DENTES COBÓIDES 
 
Incisivos laterais superiores, são os dentes que mais 
apresentam alteração de forma, uma delas são os dentes 
conóides, que é caracterizado pela porção incisal ser mais 
estreita do que a cervical em formato de cunha, como 
teríamos em um dente sem alteração de forma, com a 
incisal mais larga do que a porção cervical. 
Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
HIPOPLASIAS OU OUTROS TIPOS DE MANCHAS 
BRANCAS 
 
O clareamento pode ajudar a resolver essa situação, 
mas muitas vezes a mancha permanece, então a única 
alternativa que teria para mascarar essa mancha, seria 
recobrir com uma restauração, podendo ou não envolver 
um preparo, um desgaste, para se conseguir colocar o 
material restaurador. 
Existem técnicas mais conservadoras do que uma 
faceta, como a infiltração resinosa, e não necessariamente 
fazer a faceta, para recobrir toda a face vestibular. 
Em alguns casos, a micro abrasão já tem uma boa 
resolução das manchas, sem precisarmos desgastar o 
dente para colocarmos uma faceta. 
Vocês sabem que quando envolve preparo e 
desgaste, em algum momento essa restauração irá falhar, 
não durará a vida inteira, então é preciso analisar a 
indicação de cada caso, principalmente se for em pacientes 
jovens, levando a um ciclo de restaurações e em um 
determinado momento não sobra mais estrutura 
remanescente, tendo que partir para uma coroa que 
também em um momento poderá falhar, logo, muito 
cuidado com as indicações. 
 
AMELOGÊNESE IMPERFEITA 
 
É uma indicação, e esses tipos de casos são 
desafiadores por conta da situação do esmalte ser 
diferente, logo para se estabelecer uma adesão adequada, 
é muito importante fazer com critério, para que essa 
restauração não falhe e consigamos resolver de uma 
maneira duradoura. 
 
DENTES TRATADOS ENDODONTICAMENTES COM 
ALTERAÇÃO DE COR 
 
A primeira opção antes de faceta direta em resina 
composta, seria tentar o clareamento interno e 
substituição das restaurações. 
Muitas vezes alguns dentistas optam direto pela 
coroa, por conta do retorno financeiro e técnica, mas não 
é o melhor para o paciente, então sempre analisem isso. 
 
AUMENTAR O COMPRIMENTO DO DENTE 
 
 
SUBSTITUIÇÃO DE FACE TAS OU RESTAURAÇÕES 
EM RESINA COMPOSTA INSATISFATÓRIA 
 
Na manipulação da resina as vezes pode acontecer a 
formação de bolhas, com o polimento e repolimento das 
restaurações de acordo com o tempo, essas bolhas ficam 
evidentes. 
Além disso, deve-se avaliar a qualidade dessa faceta, 
áreas de translucidez, manchamento, pontos de luz, etc. 
 
 
 
DENTES COM AMPLAS RESTAURAÇÕES NA FACE 
VESTIBULAR 
 
Associados ou não a alterações de cor e forma. Ex: 
Classe 4 ou classe 3 que envolva as proximais. A indicação 
entre faceta e coroa, depende do quanto de remanescente 
sobrou para que possamos trabalhar. 
 
VANTAGENS 
 
 POUCO OU NENHUM PREPARO: Um preparo 
reduzido ou mais conservador, o termo “nenhum 
preparo” é complicado, a partir do momento que se 
usa um disco de lixa por exemplo para desgastar um 
pouco, já entende-se por preparo, mas isso pode ser 
mínimo. Outro exemplo é quando se faz a 
restauração para ganhar volume, você só acresce 
material. A ideia do preparo é desgastar o mínimo 
para acrescentar material ali. 
 
 RESULTADO ESTÉTICO: Pacientes jovens com 
alterações de forma e cor, por exemplo, dá-se 
preferência por começar em facetas de resina, e 
depois quando tiverem mais idade, quando for o 
momento de trocar, substituir por outro tipo de 
material, no caso, a cerâmica. 
 
 DESPENSA AS ETAPAS DE MOLDAGEM E 
PROVISÓRIO COM RELAÇÃO AS FACETAS INDIRETAS: 
Pula-se etapas, como moldar, mandar para o 
laboratório, o laboratório vai fazer a faceta e então 
receberemos para cimentar. Além disso, nesse tempo 
de espera, o paciente precisa ficar com uma 
restauração provisória naqueles dentes preparados. 
Em uma restauração direta, conseguimos resolver em 
uma mesma seção, logo outra vantagem é 
 
 TEMPO DE EXECUÇÃO 
 
 POSSIBILIDADE DE REPARO: Se acontecer alguma 
coisa, como perda de brilho, aceitas reparos, não é 
necessário desgastar e colocar uma resina nova por 
cima, pode-se só fazer o repolimento ou adicionar 
material, por exemplo. Em relação a cerâmica já não 
é possível, embora exista materiais para se fazer 
reparo em cerâmica, se houver lascamento ou fratura 
na faceta, não há possibilidade de reparo e sim 
substituição. 
 
DESVANTAGENS E LIMITAÇÕES 
 
 MATERIAL: Se no momento o único material 
disponível seja uma resina de esmalte e uma de 
dentina, as vezes não dá pra fazer essa restauração da 
melhor maneira, as vezes é possível, mas casos que 
demandam uma estética muito grande, é preciso ter 
a disposição várias cores de resina, para trabalhar em 
situações diferentes, resinas de efeito, etc. Por isso, é 
necessárioter uma gama de cores e tipos, que 
demanda um custo maior, para que possamos 
Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
trabalhar da melhor maneira, buscando o melhor 
resultado. 
 
 HABILIDADE DO OPERADOR: Pois em restaurações 
diretas o resultado final depende diretamente da 
habilidade do operador, em relação então as facetas 
indiretas existe essa facilidade, de mandar para o 
técnico e depois de pronta cimentar, não quer dizer 
que o sucesso não dependa de você também, porque 
existe outras etapas, mas é mais fácil receber pronta. 
 
 DENTES SEVERAMENTE ESCURECIDOS: Para 
conseguir mascarar um fundo escuro e equalizar com 
o dente vizinho geralmente é um desafio, mas não é 
impossível, é necessário uma quantidade 
considerável de resina composta para se ter um 
resultado, e ai está a chave, se eu preciso de uma 
grande quantidade, eu preciso de espaço, logo, eu 
preciso de um preparo extenso, para colocar todas as 
massas de resina, e muitas vezes esse preparo será 
mais extenso do que o preparo para uma faceta de 
cerâmica por exemplo, então pode ser feito uma 
faceta de cerâmica com menos desgaste, do que se 
fosse uma direta, logo o mais conservador é a faceta 
indireta. 
 
 HÁBITOS PARAFUNCIONAIS: Restaurações feitas sem 
corrigir o mais importante que é a oclusão e o hábito 
parafuncional, muito provavelmente a longevidade 
dessas restaurações está comprometida. Trata-se a 
oclusão antes. 
 
 HÁBITOS DE HIGIENE, FUMANTES E INGESTÃO DE 
CORANTES: A resina depende muito do 
comportamento do paciente, isso tudo causa 
manchamento na resina, a resina tem um 
comportamento muito diferente em relação a 
cerâmica nesse aspecto. O vidro não absorve nenhum 
pigmento, já os polímeros de resina ao longo do 
tempo, sim. Quando manchar é necessário retirar 
toda a restauração? Não, faço repolimento. 
 
 LONGEVIDADE: Depende de vários fatores, trauma, 
dieta, fumante, consumidor de produtos muito 
pigmentados, não tem como prever para o paciente. 
Restaurações que levam mais tempo para serem 
confeccionas tem mais chances de falha após 7 anos 
e isso está diretamente relacionado com jeito que 
essa restauração foi feita, com ou sem isolamento, 
procedimento adesivo. 
 
CLASSIFICAÇÃO 
 
QUANTO A EXTENSÃO 
 
 Parcial: áreas amplas na face vestibular 
 Total: toda face vestibular 
 Total com recobrimento incisal: toda face v com 
redução incisal exemplo da foto 
 
 
 
QUANTO A COR DO DENTE 
 
 Sem alteração de cor 
 Alteração de cor moderada 
 Alteração de cor severa 
Quanto mais severo for o escurecimento, mais 
complexo de se resolver o caso e mais preparo será 
necessário, por conta da maior quantidade de resina que 
usará. 
 
QUANTO A PROFUNDIDADE DO PREPARO 
 
 Sem desgaste: Somente com condicionamento e 
adição 
 Desgaste do esmalte: Preparo restrito ao esmalte 
onde não tem nenhuma alteração de cor 
 Desgaste do esmalte e dentina: Preparos mais 
profundos para criar espaços para o material 
restaurador. 
 
 
 
Nesse esquema, podemos ver as várias 
profundidades, cada caso tem sua individualidade, mas 
quando se trata de dentes claros ou com substrato 
favorável, que não é necessário muita quantidade de 
material para mascarar uma mancha, é um preparo bem 
mais conservador e limitado ao esmalte 
No caso de dentes escuros ou com o substrato 
desfavorável, é necessário um desgaste maior, na região 
cervical onde se tem uma espessura mais delgada de 
esmalte, muitas vezes o preparo chega em dentina, em 
outras partes uma espessura muito fina e isso já fica crítico 
em relação a adesão, logo quanto mais dentina tiver ali 
para promover a adesão, pior é. O ideal é que em situações 
em que esse preparo chegue em dentina, ao menos as 
margens precisam ter esmalte, que é onde eu quero que 
tenha mais adesão pra conseguir um bom selamento. Em 
casos de escurecimentos severos há redução da incisal 
para construir os efeitos de opalescência e translucidez em 
um fundo que não seja escuro. 
 
PROTOCOLO CLÍNICO 
 
Consideraremos nesse protocolo clínico um dente 
que não tem uma alteração severa de cor, logo, será um 
preparo menos profundo e sem redução do bordo incisal. 
Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
1. PLANEJAMENTO DO CASO COM ENCERAMENTO 
DIAGNÓSTICO 
 
 
 
É importante, porque faremos guias que nos 
orientarão na hora do preparo. Não é obrigatório em todos 
os procedimentos de faceta direta fazer o enceramento, 
pode-se fazer o ensaio da restauração sem o procedimento 
adesivo, chamamos de mockup direto. O enceramento é 
indicado também quando a restauração é feita em um 
grupo de dentes, exemplo canino a canino, em que você 
molda e manda para o laboratório com as referências do 
paciente (fotos, altura do paciente, medidas) para que 
esse enceramento seja feito. 
 
2. CONFECÇÃO DE GUIAS 
 
 
 
São feitas com silicone, de preferência de adição, 
porque o de condensação não tem uma estabilidade 
grande, não fica tão rígido e tende a deformar. É feita uma 
guia vertical, que precisa copiar toda palatina e vestibular, 
não só do dente. 
 
3. SECÇÃO DA GUIA PARA VISUALIZAR A METADE 
DO DENTE 
 
 
 
É importante para se ter a referência de onde eu 
quero chegar, lembrando que a guia foi feita com 
enceramento. Se a guia estiver batendo no dente, quer 
dizer que ele ainda precisa de preparo e de espaço para 
acomodar o material. 
 
4. CONFECÇÃO DA GUI HORIZONTAL 
 
 
 
Copa somente a vestibular. Essa guia é fatiada, com 
três fatias, você vai cortando em vários níveis na vestibular. 
Tem por finalidade orientar no momento do preparo 
também e ver se já não está com muita resina. 
 
5. PREPARO 
 
Utiliza-se pontas diamantadas esféricas (1012) 
dependendo da profundidade de preparo e tronco-cônicas 
(2135) granulação grossa fina e extra-fina. 
Por onde começamos? 
 
 
 
 
I. CANALETA NA CERVICAL QUE ACOMPANHARÁ 
TODO O PERÍMETRO DA VESTIBULAR SEM ENTRAR NAS 
PROXIMAIS: Aqui usamos uma 1012, logo, sabemos que a 
profundidade de preparo será em torno de 1,2mm se 
aprofundarmos toda a broca, e não é esse o objetivo, 
porque eu quero um preparo de 0,5mm, logo utilizo 
metade da ponta ativa, de forma inclinada, como 
estratégia, pois quando chegar na metade, a haste tocará 
no dente, travando a broca. A canaleta começa na 
vestibular e se estende a toda proximal da vestibular, sem 
entrar nas proximais propriamente dita. Quando não há 
alteração de cor importante, o término fica na margem 
gengival, ao contrário de quando o dente tem alteração 
de cor, que entraremos no sulco gengival no término do 
preparo para não aparecer o substrato escurecido. A 
mesma ideia segue para a face proximal que veremos mais 
à frente. 
 
Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
 
 
II. SULCO VERTICAL COM VÁRIAS INCLINAÇÕES 
(2135): Posicionar de forma que a trabalhemos com a 
ponta e respeitar as inclinações dos terços do dente, 
trabalhando no terço cervical, médio e incisal (respeitar as 
3 inclinações). Com metade da broca de profundidade, 
prestando atenção sempre para não desgastar o bordo 
incisal que foi preservado. Fazer 2 ou 3 sulcos de 
orientação vertical para depois uni-los até chegar a 
profundidade da canaleta que foi feita anteriormente. 
 
 
 
III. CONFERENCIA DA ESPESSURA COM A SONDA 
MILIMETRADA E GUIA 
 
 
IV. PREPARO DA PAREDE PROXIMAL: É necessário 
fazer o preparo para que não fique aparecendo a união, por 
isso envolve-se a proximal, chamada de área de 
visibilidade dinâmica, que é a porção da proximal que 
enxergamos quando a pessoa está falando. Utiliza-se a 
2135 entrando primeiramente perpendicular, levando o 
término do preparo para a proximal. Porém, chega o 
momento que não é mais possível levar o preparo sem 
encostar no dente do lado, logo, nessa hora protege-se o 
dente com uma tira metálica e muda a posição da ponta, 
entrando com meia ponta de profundidade. Cuidado para 
nãoromper o ponto de contato. Isso é feito dos dois 
lados. 
 
V. ANALISAR UNIFORMIDADE, PROFUNDIDADE E 
PROXIMAL com as guias 
 
VI. ACABAMENTO DO PREPARO COM AS PONTAS FF, 
DISCOS DE LIXA PARA ACABAMENTO OU BORRACHAS 
ABRASIVAS: Somente ter cuidado ao usar as brocas e os 
discos para não desgastar mais, lembrar de trabalhar com 
os discos mantendo a curvatura das paredes, senão elas 
ficarão retas. 
 
6. RESTAURAÇÃO 
 
1. Pode-se fazer o ensaio restaurador sem adesivo para 
analisar cor e quantidade, se estão adequadas. 
 
2. Dá pra fazer uma faceta direta com isolamento 
absoluto? Dá, porém deve-se prestar bastante 
atenção no térmico cervical, utilizar amarria para 
expor bem o término, para não ficar com espaços 
vazios que não foram preenchidos por resina. Outra 
alternativa é o isolamento absoluto modificado, que 
une os furos de pré a pré, para controlar melhor a 
umidade, do que com o relativo, por exemplo. 
 
3. Proteger os dentes vizinhos 
 
4. Condicionamento ácido total, pois estamos 
trabalhando em esmalte e lembrar sempre de 
condicionar bem a incisal 
 
5. Lavar 
 
6. Secar 
 
7. Sistema adesivo 
 
RESINA COMPOSTA 
 
8. Primeira massa de resina a ser acrescentada: 
Resina de dentina para dar o corpo da 
restauração. Cuidado, pois estamos trabalhando 
em uma espessura fina, senão haverá pouco 
espaço para o esmalte, a resina de dentina tem 
uma translucidez bem mais baixa do que a de 
esmalte e no final terá o aspecto mais opaco, 
porque tem muito pouco de esmalte, por outro 
lado se colocar muito pouca dentina e muito 
esmalte, a resina de esmalte sendo mais 
translucida em uma espessura grande, dá 
aparência acinzentada, por isso é interessante 
realizar o ensaio restaurador. Não precisa 
colocar a resina de dentina de pouquinho em 
pouquinho, pois isso gera várias interfaces de 
resina, é mais interessante colocar uma 
Dentística Estágio I - Aula 13 – Facetas diretas em resina composta 
 
 
quantidade e acomodar e espalhar, dando o 
formato e respeitando as inclinações do terço 
cervical, médio e incisal e remover os excessos. 
 
9. Nesse incremento de dentina é que eu vou começar a 
trabalhar os efeitos na incisal, então essa dentina não 
pode ser colocada até o bordo incisal, deve-se deixar 
o espaço para reproduzir o formato dos mamelos, 
que são feitos pela resina de dentina. Então, com um 
instrumento fininho, você vai separando e dando o 
formato dos mamelos, demarcando principalmente 
os 3, que pode ir se ramificando, mas principalmente 
os 3 mamelos. O que me guia nessa hora é o que eu 
vejo no dente do lado do paciente, se estiver fazendo 
duas facetas e não tiver referencias, cria-se baseado 
no que é o anatômico. 
 
10. Feita a parte da dentina, coloca-se a guia de novo para 
analisar. Se tiver tocando na guia, significa que não 
sobra espaço para o esmalte, além de conseguir ver a 
quantidade de espaço que se tem ainda para os 
outros incrementos. 
 
11. Polimerização do incremento. 
 
12. Resina de efeito opalescente: Com a finalidade de 
reproduzir o efeito opalescente do bordo incisal, a 
melhor opção pra reproduzir isso é utilizar o material 
que tem essa propriedade, ou seja, a resina que tenha 
opalescência, para ficar mais natural. Essa resina vai 
preencher justamente os espaços que eu deixei ali 
entre a resina de dentina e o que eu tenho lá no 
fundo, que pode ser dente ou no caso da redução 
incisal, resina de esmalte palatal. Essa resina de efeito 
só preenche os espaços que ficaram, ficando no 
mesmo volume da dentina. A quantidade colocada é 
que vai definir se vai ser um efeito muito mais 
pronunciado ou menos evidente. Não tem problema 
utilizar marcas diferentes, mas para a reprodução do 
efeito é interessante utilizar a resina opalescente. Os 
corantes entram nesse momento de fazer o efeito 
opalescente, somente no bordo incisal. Para 
opalescência, utilizaria-se o corante azul, já a contra- 
opalescência um tom caramelo. Opinião pessoal: Não 
está errado utilizar corante, porém, ele é uma tinta, 
logo vai literalmente pintar a superfície e isso gera um 
efeito ótico estático, com uma resina opalescente que 
tenha essa propriedade, isso fica mais natural. 
 
13. Última camada: Resina de esmalte da mesma forma, 
com 1 incremento, acomodando para depois retirar o 
excesso se for necessário, do que por de pouco em 
pouco. Na hora de polir interfere e a superfície não 
ficara totalmente lisa, por conta de colocar de pouco 
em pouco. Cuidar sempre a anatomia final e 
inclinações. Pode usar espátulas e pincel para 
acomodar e definir melhor os sulcos e cristas 
 
14. Colocar a guia novamente para analisar se está 
faltando resina, até finalizar a restauração. 
 
 
 
15. Acabamento inicial: Após a restauração 
principalmente na cervical, remover os excessos, se 
utilizou fio retrator, retire o fio e remover os excessos 
mais grosseiros. Nos casos de redução oclusal, fazer a 
demarcação do contato e analisar se está tudo certo. 
Fio dental para analisar se não está enroscando 
 
16. Acabamento e polimento de toda a restauração 
 
CUIDADO COM AS ÁREAS DO DENTE 
 
 
 
 
 
BLACK SPACE 
 
Tomar cuidado principalmente quando é o caso de 
diastemas, depende do ponto de contato e ameias. 
Quando o ponto de contato está localizado muito embaixo 
ou distante da crista óssea provavelmente não haverá 
formação da papila. Quando o ponto de contato está 
localizado até 5mm da crista óssea a chance de ter a 
formação da papila e do preenchimento desse espaço é 
maior. Alargar muito o dente e perder a proporção de 
largura não é a melhor opção, nem sempre então, dá pra 
resolver 100% desse espaço.

Mais conteúdos dessa disciplina