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III CONGRESSO INTERNACIONAL DO CURSO DE DIREITO DA 
UNIVERSIDADE CEUMA, XXVIII JORNADA JURÍDICA & II SIMPÓSIO 
INTERNACIONAL DO MESTRADO PROFISSIONAL EM DIREITO E 
AFIRMAÇÃO DE VULNERÁVEIS 
 
Grupo de Trabalho 4 GT4 – Direito à saúde, bioética, biodireito, biossegurança, direito 
ambiental, sustentabilidade e direito dos animais 
 
O CHIP DA BELEZA E A VULNERABILIDADE DA MULHER: uma análise da 
responsabilidade civil do fabricante e do prescritor 
 
 
Palavras-chave: Chip da Beleza; Indústria Farmacêutica; Responsabilidade Civil. 
 
INTRODUÇÃO 
 
 O Gestrinona é um esteróide sintético derivado da 19-nortestosterona (nandrolona). Foi 
introduzido para uso médico no tratamento de endometriose em apresentação de uso oral. No 
Brasil esse hormônio recebeu registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(ANVISA) para o mesmo fim. No entanto, tal registro encontra-se vencido e atualmente 
cancelados (“Registro ANVISA n 1112402040010 – GESTRINONA [s.d]”). Além disso, 
foram realizados estudos sobre o implante desse hormônio para reposição hormonal e como 
método contraceptivo. Em contrapartida, em nenhum desses contextos seus benefícios se 
mostraram relevantes em comparação aos possíveis efeitos adversos, especialmente quando 
comparados a outros medicamentos mais eficazes. 
 No Brasil, atualmente, o Gestrinona é utilizado para fins estéticos, em virtude das suas 
propriedades androgênicas, antiestrogênicas e anti-progestogênicas, por mulheres que buscam 
uma vida ativa, com mais energia e saúde (PUBCHEM, s.d). É um implante subcutâneo 
popularmente conhecido como “chip da beleza”. Entretanto, segundo a Associação Brasileira 
de Medicina (AMB), o implante de gestrinona não é uma opção terapêutica reconhecida e 
 
 
recomendada por instituições médicas respeitadas como a Endocrine Society (Sociedade de 
Endocrinologia Americana), a North American Menopause Society (Sociedade Americana de 
Menopausa - NAMS) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia 
(FEBRASGO). 
 A ementa do Processo de Consulta Nº 28/2022 do Conselho Regional de Medicina de 
Santa Catarina (CRM-SC) denota que a partir da análise da Nota Técnica das Câmaras Técnicas 
de Endocrinologia e Metabologia e de Ginecologia e Obstetrícia do CRM-SC verifica-se a 
inexistência, no momento, de embasamento científico que justifique a utilização clínica de 
implantes de gestrinona para qualquer finalidade (SBEM, 2021). 
Entretanto, há uma exceção para estudos científicos devidamente registrados em 
Comissão de Ética em Pesquisa conforme as regulamentações aplicáveis para a condução ética 
de pesquisas clínicas envolvendo seres humanos no Brasil. Destaca-se que o emprego de 
medicamentos sem registro no país, em apresentações e vias de administração não estudadas 
para a indicação proposta, contraria as normas sanitárias e éticas vigentes no território nacional. 
 Entretanto, é possível observar uma crescente e intensa divulgação desse implante tanto 
nos consultórios médicos quanto nas redes sociais. O que contribui cada vez mais para a 
intensificação de um problema que tem sido difundido na atual sociedade: a medicalização sem 
a presença de enfermidades. No cenário atual, a busca pelo padrão estético propagado pelas 
mídias tem contribuído significativamente para o crescimento desse fenômeno, levando 
mulheres insatisfeitas com seus corpos ou que desejam mantê-los a buscar meios para alcançar 
esse objetivo. Um desses meios tem sido o consumo de medicamentos mesmo estando 
saudáveis, a exemplo do chip da beleza. 
 Diante disso, tem-se uma propagação do uso inadvertido da substância com fins 
estéticos. Com um vasto leque de medicamentos, princípios ativos, tratamentos e prevenções 
disponíveis para tais fins, visando o lucro, muitas vezes não se dá a devida consideração aos 
efeitos que suas ações podem causar a um indivíduo. Com isso, a discussão sobre a Gestrinona 
e sua aplicação estética levanta questões complexas sobre a responsabilidade civil do médico 
prescritor e da indústria farmacêutica, com respaldo em normativas e legislações específicas. 
 No âmbito do Direito Civil, o conceito de responsabilidade é a ideia de que é toda pessoa 
que está intrinsecamente submetida a obrigação de reparar ou de sofrer uma penalização 
(FARIAS, 2015), tendo em vista que frente a práticas consideradas ilegais, há a necessidade de 
responsabilizar o que foi posto sob encargo e/ou cuidados de outrem. Nesse sentido, a ampla 
difusão do chip da beleza na indústria farmacêutica e nos consultórios médicos, sendo utilizado 
majoritariamente para fins estéticos, relaciona-se diretamente com a responsabilidade civil, 
 
 
tendo em vista que esta possui um importante papel na atuação contra práticas antiéticas e que 
inviabilizam a concretização dos princípios basilares da responsabilidade civil. 
 
OBJETO E OBJETIVOS 
 
 A presente pesquisa tem como objeto de estudo a responsabilidade civil e a sua 
intrínseca relação com a indústria farmacêutica e o médico prescritor diante do implante do chip 
da beleza. Para isso, objetivou-se analisar a responsabilidade civil sob a perspectiva da 
culpabilização do fabricante e do prescritor do chip da beleza. 
 
METODOLOGIA 
 
 A pesquisa adotou uma abordagem metodológica fundamentada em pesquisa 
bibliográfica e documental. A natureza da pesquisa é analítica, buscando investigar as relações 
entre a responsabilidade civil, a indústria farmacêutica e os médicos prescritores, considerando 
o contexto do uso estético da Gestrinona, também conhecido como "chip da beleza" 
 O cenário da pesquisa abrangeu a análise da literatura jurídica, ética médica e 
regulamentações sanitárias no Brasil, com foco na Gestrinona e sua utilização estética. O local 
da pesquisa é virtual, considerando a natureza textual e informativa do diálogo, sem a 
necessidade de deslocamento físico para a obtenção dos dados. A análise dos dados foi realizada 
de forma qualitativa, envolvendo a interpretação e síntese das informações coletadas. 
 
RESULTADOS 
 
 O Art. 1ª do Código Civil de 2002 prescreve que “toda pessoa é capaz de direitos e 
deveres na ordem civil”, especificando que à medida que o indivíduo adquire direitos, também 
possui deveres, seja como pessoa natural ou jurídica. Por consequência, considerando o 
presente objeto de estudo, pode-se afirmar que a indústria farmacêutica possui a 
responsabilidade, ou seja, a obrigação, de cumprir determinados deveres e assumir encargos 
visando o pleno bem-estar dos seus consumidores, um desses deveres está diretamente ligado 
com os princípios da precaução que deve ser intrinsicamente atribuído as instituições que 
desenvolvem atividades de risco, visto que ao se relacionarem a situações onde há incertezas 
científicas é responsabilidade tomar medidas preventivas para evitar danos graves, mesmo que 
a relação de causa e efeito não esteja totalmente estabelecida. 
 
 
 A somar-se a isso, denota Farias et. al (2015): 
Na hipermodernidade, as atividades potencialmente lesivas afetam milhares de pessoas, 
em dimensão global, podendo mesmo os efeitos danosos alcançarem as gerações 
futuras. Nesse contexto somente uma concepção de justiça voltada à indução da virtude 
– leia-se aqui, prevenção – será capaz de convidar os atores sociais à adoção de uma 
justificativa moral para que todos tenham uma “vida boa” (FARIAS et. al, 2015, p. 60). 
 
 Além disso acrescenta-se a tais atribuições a concepção de não elaborar e vender produtos 
farmacêuticos que visem apenas o lucro excessivo e possam contribuir negativamente para a 
degradação da qualidade de saúde dos seus consumidores, a exemplo do chip da beleza 
direcionado para as mulheres. Devido a sua ineficácia comprovada, o chip da beleza acentua 
problemas de saúde (físicos e psicológicos) das mulheres e perpetua um padrão irreal de beleza 
que supostamente só pode ser alcançado e mantido por meio dessamedicação. 
 Nesse cenário, a indústria farmacêutica exime-se da sua responsabilidade civil no que 
tange à produção e venda do chip da beleza. Entretanto, entende-se que tal produto é utilizado 
e prescrito, também, por médicos de forma errônea em detrimento da sua comercialização e 
ampla difusão causada pela indústria. 
Deslocando-se o objeto da responsabilidade para o cuidado com outrem, vulnerável e 
frágil, será possível responsabilizar alguém como sujeito capaz de se designar por seus 
próprios atos – portanto agente moral apto a aceitar regras –, como substituir a ideia 
de reparação pela de precaução, na qual o sujeito será responsabilizado pelo apelo à 
virtude da prudência (FARIAS et. al, 2015, p. 7). 
 
 Diante de tais problemas, faz-se necessário ponderar responsabilidade civil nesses dois 
cenários advindos do implante desse hormônio que possui como pressuposto uma ampla 
difusão de padrões estéticos irreais e que contribuem efetivamente para que as mulheres 
busquem formas de alcançar essa utopia, tal qual a utilização de fármacos como o chip da 
beleza. No âmbito do Direito Civil, a responsabilidade é definida como “obrigação de reparar 
danos que infringimos por nossa culpa e em certos casos determinados pela lei; em direito penal, 
pela obrigação de suportar o castigo” (FARIAS et. al, 2015, p. 5). 
 A fim de analisar essa premissa, é essencial compreender o indivíduo responsável . De 
acordo com a doutrina brasileira, este se complementa quando uma pessoa é responsável pelos 
resultados de suas ações e, ao mesmo tempo, pelos outros indivíduos dentro do contexto em 
que estão sob seus encargos ou cuidados. A presente definição engloba a noção de que a 
responsabilidade civil não se restringe apenas às consequências diretas das ações de um 
indivíduo, mas também abrange a preocupação, prevenção e cuidado pelos demais envolvidos 
em uma dada situação, na qual estão diretas ou indiretamente ligados a quem se deve 
responsabilizar. 
 
 
 A responsabilidade civil do médico prescritor torna-se um ponto crucial nesse cenário, 
tendo em vista que é esperado que os profissionais de saúde forneçam informações precisas, 
baseadas em evidências científicas, sobre os tratamentos que estão prescrevendo. No entanto, 
diante da falta de reconhecimento da Gestrinona como opção terapêutica recomendada por 
instituições médicas respeitadas, como a Endocrine Society e a FEBRASGO, questiona-se se 
os médicos estão cumprindo adequadamente seu papel de orientar os pacientes ou reforçando 
de forma irresponsável o lucro da indústria farmacêutico por meio do chip da beleza (SBEM, 
2021). 
 Dessa forma, depreende-se que a partir do momento que o médico prescreve o Gestrinona 
para fins estéticos, mesmo sem respaldo dos registros atualizados da ANVISA, suscita 
preocupações éticas e legais. O médico, ao prescrever um tratamento, deve basear suas decisões 
em evidências científicas e seguir as orientações de órgãos regulatórios e instituições médicas 
respeitadas. A falta de reconhecimento da Gestrinona como opção terapêutica pela Endocrine 
Society, NAMS e FEBRASGO pode ser considerada como um indicativo de que sua utilização 
estética carece de fundamentação legal e que não respeita os pressupostos da responsabilidade 
civil (SBEM, 2021) . 
 O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) também é relevante nesse 
contexto. A indústria farmacêutica, ao disponibilizar produtos no mercado, assume a 
responsabilidade pela segurança e adequação desses produtos. A falta de informações 
suficientes sobre os riscos associados ao uso estético da Gestrinona pode configurar uma falha 
no dever de informação previsto no artigo 6º da referida lei. Ademais, cabe salientar novos 
institutos chamados de princípios da prevenção e precaução que atualmente são considerados o 
cerne da responsabilidade civil, a somar a isso Farias (2015), denota que: 
A prevenção como antonomásia da responsabilidade civil contemporânea. Ao invés 
de agir reativamente ao dano consumado (direito remediador) – pela via da 
indenização ou da compensação –, devemos conservar e proteger bens existenciais e 
patrimoniais (direito proativo). Toda pessoa ostenta um dever ex ante de evitar causar 
um dano injusto, agindo conforme a boa-fé e adotando comportamentos prudentes 
para impedir que o dano se produza ou que se reduza a sua magnitude. Ademais, caso 
o dano já tenha sido produzido, que se evite o seu agravamento (duty to mitigate the 
own loss (p. 58). 
 
 Além disso, na Conferência RIO 92, em 14 de junho de 1992, foi formalmente proposto 
o Princípio da Precaução, definido da seguinte maneira: 
O Princípio da Precaução é a garantia contra os riscos potenciais que, de acordo com o 
estado atual do conhecimento, não podem ser ainda identificados. Este Princípio afirma 
que a ausência da certeza científica formal, a existência de um risco de um dano sério 
ou irreversível requer a implementação de medidas que possam prever este dano. 
 
 
 
 Em suma, a aplicação dos princípios da prevenção e precaução na responsabilidade civil 
destaca a necessidade de uma postura cuidadosa e preventiva para evitar danos à saúde e bem-
estar da população, especialmente diante do crescente desenvolvimento da humanidade e da 
medicalização sem enfermidade. Dessa forma, diante da análise realizada à luz das condutas da 
indústria farmacêutica e o médico prescritor, conclui-se que, na conjuntura atual, torna-se 
imperativo adotar medidas que previnam a ocorrência de situações que exponham o coletivo ao 
perigo pelos institutos que desenvolvem atividades de risco. Uma das diretrizes essenciais para 
a construção de uma sociedade com menor exposição a riscos reside na adoção de 
responsabilidade fundamentada na prevenção de danos, buscando ativamente inibir potenciais 
malefícios. 
 
CONCLUSÕES 
 
Diante disso, entende-se que a abrangência de uma abordagem proativa não apenas 
resguarda os indivíduos de eventuais consequências prejudiciais, mas também promove uma 
cultura de cuidado e atenção, alinhada aos princípios da responsabilidade civil contemporânea. 
Nesse sentido, é fundamental promover discussões para conseguir realizar uma revisão 
normativa nos parâmetros de fiscalização da liberação de artifícios que possam incidir em danos 
a algum indivíduo. Além disso, é de extrema importância fomentar a conscientização dos 
usuários do chip da beleza para assegurar que práticas inadequadas, como o uso estético da 
Gestrinona, sejam coibidas, preservando a saúde e o bem-estar da população e visando a 
responsabilidade civil. 
 
REFERÊNCIAS PRINCIPAIS 
 
BRASIL, Dos Direitos do Consumidor, Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, 
D.O.U de 12/09/1990, pág. nº 1. 
 
BRASIL, Código civil, Lei Nº 10.406, DE 10 de janeiro de 2002, D.O.U de 11/01/2002, pág. 
nº 1. 
 
Farias, Cristiano Chaves de. Curso de direito civil: responsabilidade civil, volume 3 / 
Cristiano Chaves de Farias; Nelson Rosenvald; Felipe Peixoto Braga Netto. 2. ed. rev., ampl. 
e atual. – São Paulo: Atlas, 2015. 
FEBRASGO. Comissão Nacional Especializada de Climatério da Febrasgo se posiciona 
sobre implante de gestrinona. Disponível em: 
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=1&data=11/01/2002&totalArquivos=192
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=1&data=11/01/2002&totalArquivos=192
 
 
<https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/690-comissao-nacional-especializ>. Acesso 
em: 9 nov. 2023. 
Médicos condenam uso do “chip da beleza”. Disponível em: 
<https://www.camara.leg.br/noticias/989727-medicos-condenam-uso-do-chip-da-beleza/>. 
Acesso em: 14 nov. 2023. 
Posicionamento da SBEM sobre o uso (e abuso) de implantes de gestrinona no Brasil. 
Disponível em: <https://www.apm.org.br/radar/posicionamento-da-sbem-sobre-o-uso-e-
abuso-de-implantes-de-gestrinona-no-brasil/>. Acesso em: 14 nov. 2023. 
PUBCHEM.Gestrinone. Disponível em: 
<https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/Gestrinone>. Acesso em: 9 nov. 2023. 
Registro ANVISA n 1112402040010 - GESTRINONA. Disponível em: 
<https://www.smerp.com.br/anvisa/?ac=prodDetail&anvisaId=1112402040010>. Acesso em: 
14 nov. 2023. 
SANTANA, F. Posicionamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia 
(SBEM) sobre o uso (e abuso) de implantes de gestrinona no Brasil. Disponível em: 
<https://amb.org.br/noticias/posicionamento-da-sociedade-brasileira-de-endocrinologia-e-
metabologia-sbem-sobre-o-uso-e-abuso-de-implantes-de-gestrinona-no-brasil/>. Acesso em: 9 
nov. 2023. 
WEBSIS. Princípio da Precaução. Disponível 
em:<https://antigo.mma.gov.br/biodiversidade/comissao-nacional-de 
biodiversidade/deliberacoes/item/7512-princ%C3%ADpio-da-
precau%C3%A7%C3%A3o.html>. Acesso em: 14 nov. 2023.

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