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Prévia do material em texto

201) 
História do Brasil para Concurso Nacional Unificado - 2024
https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3JGrt
Ordenação: Por Matéria e Assunto (data)
www.tecconcursos.com.br/questoes/2534720
MS CONCURSOS - Vest (UEMG)/UEMG/Tradicional/2023
História - Questão da Escravidão
Leia o fragmento, analise os itens e assinale a alternativa correta.
 
“Na segunda metade do século XIX, houve um aumento do número de revoltas escravas. [...]
A Revolta dos Malês em 1835, por seu grau de organização e pela disposição de
enfrentamento com as autoridades, já indicava que a ação dos escravos na luta pela sua
liberdade mudava paulatinamente de conteúdo. Não se restringia à fuga, mas à contestação
da própria existência da escravidão.” (DOLHNIKOFF, M. História do Brasil Império. São
Paulo: Contexto, 2019, p. 117).
 
I- Os escravizados tiveram papel fundamental na luta pela abolição da escravidão.
 
II- A resistência à escravidão iniciou-se no Brasil no século XIX.
 
III- As estratégias de formação de quilombos, fugas e revoltas, somaram-se ao
movimento abolicionista.
 
https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3JGrt
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2534720
202) 
IV- As revoltas escravas não tiveram impacto na escravidão, a pressão inglesa foi o mais
determinante para a Abolição.
a) Somente os itens I e II estão corretos.
b) Somente os itens I e III estão corretos.
c) Somente os itens II e III estão corretos.
d) Somente os itens II e IV estão corretos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2460626
FCC - Vest (UNILUS)/UNILUS/Medicina/2022
História - Questão da Escravidão
A dificuldade da manutenção do sistema escravista foi um dos fatores históricos que contribuíram
para a crise do sistema imperial monárquico no Brasil, a partir da década de 1870 e advinha
a) do impacto político derivado da promulgação da Lei do Ventre Livre e da crescente organização
dos movimentos antiescravistas, responsável por fundar a Confederação Abolicionista.
b) da oposição à escravidão exercida pelos fazendeiros republicanos do Oeste Paulista, que
disseminaram o sistema de colonato nas suas fazendas como forma de fomentar a imigração de
trabalhadores europeus para as lavouras de café, desestabilizando um dos pilares do Império.
c) do aumento das taxas alfandegárias que recaíam sobre a importação de escravizados, após a
criação da Tarifa Alves Branco, elevando demasiadamente o preço para os fazendeiros e produzindo
novas formas de relação trabalhista, como os “escravos de ganho”.
d) do incremento na aquisição de alforrias, às custas dos esforços de arrecadação de irmandades e
grupos abolicionistas, acompanhado da expansão do número de quilombos, sendo o maior deles, o
Quilombo dos Palmares.
e) da forte atuação da imprensa abolicionista na sociedade e do prestígio político alcançado por ex-
escravizados que se tornaram proeminentes intelectuais como José do Patrocínio, André Rebouças e
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2460626
203) 
Cruz e Souza, figuras expoentes na luta pelo fim da escravidão e da monarquia.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2554101
CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2022
História - Questão da Escravidão
"O fator mais negativo para a cidadania foi a escravidão. Os escravos começaram a ser importados
na segunda metade do século XVI. A importação continuou ininterrupta até 1850, 28 anos após a
independência. Calcula-se que até 1822 tenham sido introduzidos na colônia cerca de 3 milhões de
escravos. Na época da independência, numa população de cerca de 5 milhões, incluindo 800 mil índios,
havia mais de 1 milhão de escravos. Embora concentrados nas áreas de grande agricultura exportadora e
de mineração, havia escravos em todas as atividades, inclusive urbanas." (CARVALHO, Cidadania no
Brasil: o longo caminho, 2014, p. 25-26). Ainda segundo as características da escravidão da colônia ao
Império no Brasil:
 
I. O escravo era aquele que, juridicamente, estava vinculado a um proprietário, seja de terras, minas
ou qualquer outro meio de produção.
 
II. O escravo era aquele ser incapaz de produzir uma cultura elevada, sendo potencialmente
perigoso, responsável pela criminalidade e o temor dos senhores.
III. O escravo era aquele destituído de propriedade, inclusive sobre si mesmo, era a força de
trabalho fundamental na monocultura em grande escala destinada ao mercado externo.
 
IV. O escravo era aquele cuja etnia poderia ser indígena, negra, mestiça ou branca, cujos direitos
civis lhe propiciava amparo jurídico na lei do Império.
 
Marque a alternativa INCORRETA:
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2554101
204) 
205) 
a) Estão incorretas as alternativas I, II e III.
b) Estão incorretas as alternativas I e II.
c) Estão incorretas as alternativas III e IV.
d) Estão incorretas as alternativas II e IV.
e) Estão incorretas as alternativas II, III e IV.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2017394
Instituto AOCP - Ass Leg I (CM Bauru)/CM Bauru/2022
História - Questão da Escravidão
Dentre as ações ocorridas no período do Segundo Reinado, que perdurou entre os anos de 1840 e
1889, está
a) a Guerra dos Farrapos, revolução que aconteceu no estado do Rio Grande do Sul.
b) o início da Guerra da Cisplatina, conflito que aconteceu entre o Brasil e o Uruguai.
c) a decretação da Lei Eusébio de Queiróz que proibia o tráfico de escravos.
d) a Noite das Garrafadas – conflitos de rua ocorridos na cidade do Rio de Janeiro.
e) a reunião da Assembleia Geral Constituinte e Legislativa do Brasil, com intuito de criar a primeira
constituição brasileira.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2562203
UFMT - AAdm (Pref Nobres)/Pref Nobres/2022
História - Questão da Escravidão
A resistência dos escravizados na América Portuguesa deu origem aos mocambos e aos quilombos.
O primeiro termo significa esconderijo. Já o segundo era utilizado em algumas regiões do continente
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2017394
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2562203
206) 
africano para designar um acampamento militarizado e fortificado. No entanto, a formação de quilombos
não foi a única forma de resistência dos escravizados. Assinale a alternativa que identifica corretamente
outras formas de resistência:
a) Capoeira e apadrinhamento.
b) Suicídio e sabotagem.
c) Candomblé e miscigenação.
d) Sincretismo e formação de famílias.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2194614
FGV - APPGG (Pref S André)/Pref Santo André/2022
História - Questão da Escravidão
Durante o período colonial e imperial, a sociedade e a economia criadas no Brasil estavam
vinculadas à escravidão de grande parte da força de trabalho. No século XVI, prevaleceu a escravização
dos povos nativos, mas numerosos fatores combinaram-se para que, aos índios, sucedessem os africanos
na virada para o século XVII.
 
Os fatores listados a seguir motivaram a substituição do trabalho escravo indígena pelo africano no
contexto indicado, à exceção de um. Assinale-o.
a) O decréscimo acelerado da população indígena por guerras, fugas, pestes e epidemias.
b) A multiplicação de engenhos que dependiam de mão de obra cativa para a sua produção,
sobretudo no recôncavo baiano.
c) O repúdio da Holanda em relação à escravidão indígena e sua campanha abolicionista a partir de
Pernambuco.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2194614
207) 
d) A alta lucratividade obtida com o tráfico negreiro, que envolvia a elite comercial lusa e dirigentes e
comerciantes africanos.
e) A pressão dos missionários jesuítas para que a Coroa restringisse as iniciativas dos colonos de
escravização dos indígenas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2514383
SUCONS UEMA - Vest (UEMA)/UEMA/PSS UEMA 60+/2022
História - Questão da Escravidão
Leia o trecho abaixo da obra intitulada Cultura e Opulência do Brasil (1711), do jesuíta João
Antonil, com relação ao tratamento dispensado aos sujeitos escravizados na sociedade colonial brasileira.
 
No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários três PPP, a saber, pau, pão e pano. E,
posto que comecem mal, principiando pelo castigoque é o pau, contudo, prouvera a Deus que tão
abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o castigo, dado por qualquer causa pouco
provada, ou levantada; e com instrumentos de muito rigor [...], de que se não usa com os brutos
animais [...]
 
ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil. 3. ed. Belo Horizonte: Itatiaia/Edusp, 1982, p.37.
 
Com base nas palavras de Antonil, os três PPP, no cotidiano da escravidão, significavam que os
escravizados
a) eram providos de alimentação e de vestuário suficientes para sua sobrevivência, enquanto o
castigo era moderado para mantê-los na disciplina do trabalho.
b) recebiam pão em abundância devido às riquezas da colônia, mas, em contrapartida, havia a
violência do castigo para evitar as fugas.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2514383
208) 
c) tinham excesso de trabalho e de castigo, enquanto a alimentação e o vestuário eram insuficientes
para suprir as suas necessidades.
d) faziam as suas moradias com as madeiras fornecidas pelos senhores, contudo, as roupas e os
alimentos adequados para a sua subsistência, eram produzidos por eles próprios.
e) tinham pão e pano fornecidos pelos padres como forma de caridade cristã, os quais não
reprovavam o rigor dos castigos físicos em caso de desobediência dos cativos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1698300
VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - Questão da Escravidão
Artigo 1º – Todos os escravos, que entrarem no território ou portos do Brasil, vindos de fora, ficam
livres [...].
 
Artigo 2º – Os importadores de escravos no Brasil incorrerão na pena corporal do artigo cento e setenta
e nove do Código Criminal, imposta aos que reduzem à escravidão pessoas livres [...].
 
(Lei de 7 de novembro de 1831. https://camara.leg.br.)
 
A Lei de 7 de novembro de 1831, também conhecida como “Lei Feijó”,
a) proporcionou a imediata superação da escravidão no Brasil, que se consolidou com a entrada
maciça de imigrantes europeus a partir da década de 1870.
b) teve efeito reduzido, pois o tráfico internacional de escravos e a entrada de mão de obra africana
no território brasileiro persistiram nos governos sucessivos do país até a metade do século XIX.
c) foi promulgada por pressão da Coroa inglesa, que determinou que navios britânicos apreendessem
todas as embarcações suspeitas de tráfico de escravizados.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1698300
209) 
210) 
d) proibiu a escravidão no Brasil, embora a escassez de mão de obra assalariada tenha levado à
manutenção do emprego de mão de obra de escravizados até a década de 1880.
e) resultou da guinada ocorrida no Período Regencial, quando o Brasil assumiu diretrizes liberais e
ilustradas na condução da política econômica e no reconhecimento dos direitos humanos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1930027
FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2021
História - Questão da Escravidão
O fim da escravidão trouxe uma sociedade que queria outros valores. No entanto, podemos afirmar
que:
a) A instalação do trabalho assalariado contribuiu para a rápida industrialização da região Sul.
b) As mudanças não transformaram profundamente a sociedade da época.
c) A permanência do autoritarismo aconteceu e os ex-escravos se fixaram nas cidades.
d) Os grupos econômicos dominantes sobreviveram devido às produções de tecidos no Sudeste.
e) A falta de liberdade foi idêntica aos séculos anteriores.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2205184
VUNESP - Vest (FICSAE)/FICSAE/2021
História - Questão da Escravidão
O movimento abolicionista, no Brasil Império,
a) incorporou ideias iluministas e contou com a participação de intelectuais, proprietários de terras,
escravos e libertos.
b) baseou-se primordialmente em ideais de igualdade social e contribuiu para a queda da monarquia
e a instalação de uma república democrática.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1930027
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2205184
211) 
c) resumiu-se à ação da família real brasileira e desembocou na assinatura de leis que gradualmente
encerraram a escravidão no país.
d) foi influenciado pelo positivismo e defendeu o princípio de que o país só progrediria se vivesse sob
uma ordem racialmente igualitária.
e) contou com ampla mobilização nos meios urbanos e enfrentou oposição e resistência armada em
todas as regiões produtoras de café.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2196838
COMVEST UNICAMP - Vest (UNICAMP)/UNICAMP/Vestibular Unicamp (VU)/2021
História - Questão da Escravidão
A casa de morar nas fazendas ou o palacete foram em geral construídos a partir de 1870.
Representavam o poderio econômico e político do proprietário, assim como o gênero da pintura de
paisagem que, segundo o historiador Rafael Marquese, foi mobilizado pela classe senhorial do Vale do
Paraíba como uma resposta direta à crise da escravidão negra no Império do Brasil.
 
(Adaptado de Ana Luiza Martins, “Representações da economia cafeeira: dos barões aos ‘Reis do café’, em Wilma
Peres Costa e Ana Betraiz Demarchi Barel (orgs.), Cultura e Poder entre o Império e a República. São Paulo:
Alameda, 2018, p. 195.)
 
A partir do texto acima, é correto afirmar:
a) Os senhores do café incrementaram um sistema de produção cafeeiro moderno que atendia o
mercado internacional. Desde a instalação da corte joanina no Brasil, eles investiram nas formas de
morar como capital simbólico.
b) Na crise capitalista da década de 1870, os produtores de café no Brasil alavancaram o tráfico de
escravizados vindos de África e investiram na riqueza simbólica de suas propriedades.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2196838
212) 
c) No Segundo Reinado, com a intensa crise na obtenção de escravizados para as plantações de café
e a acirrada disputa na definição das políticas migratórias, os cafeicultores redefiniram seu capital
simbólico.
d) O investimento nas casas de fazenda e na pintura de paisagem reafirmava a importância social da
classe senhorial. Era uma reação política contra a reforma agrária estabelecida na Lei de Terras de
1850.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1924479
VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - Questão da Escravidão
Real alicerce da sociedade, os escravos chegaram a constituir, em regiões como o Recôncavo, na
Bahia, mais de 75% da população. Desde o século XVI e até a extinção do tráfico, em 1850, o regime
demográfico adverso verificado entre os cativos – em razão das mortes prematuras e da baixa taxa de
nascimento – levou a uma taxa de crescimento negativo [...].
 
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
 
A variação demográfica indicada no excerto provocou
a) a proibição das punições físicas e a melhoria no tratamento destinado aos escravizados.
b) o surgimento de leis destinadas à redução do uso de escravizados nas lavouras de cana.
c) o apoio da Coroa portuguesa ao apresamento e à escravização de indígenas.
d) a necessidade constante de importação de mão de obra de africanos escravizados.
e) o estímulo à imigração e a transição para o trabalho assalariado nas cidades e no campo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1802713
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1924479
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1802713
213) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Digital/2021
História - Questão da Escravidão
Escravo fugido. Jornal Correio Paulistano, 13 de abril de 1879. Disponível em: http://bndigital.bn.gov.br. Acesso em:
2 ago. 2019 (adaptado).
 
No anúncio publicado na segunda metade do século XIX, qual a estratégia de resistência escrava
apresentada?
a) Criação de relações de trabalho.
b) Fundação de territórios quilombolas.
c) Suavização da aplicação de normas.
d) Regularização das funções remuneradas.
214) 
215) 
e) Constituição de economia de subsistência.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1760627
DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2021
História - Questão da Escravidão
“Depois de tanta pressão, a Inglaterra finalmente conseguiu que o governo de D. Pedro II
promulga-se, em 04 de setembro de 1850, a Lei Eusébio de Queirós”…:(COTRIM, 2016. p. 472).
 
As consequências dessa nova lei foram:
a) O barateamento da mão de obra escrava e um intenso tráfico interno.
b) A libertação dos filhos de escravos nascidos a partir daquela data e o encarecimento da mão de
obra escrava.
c) A diminuição do tráfico negreiro com a África e o barateamento da mão de obra escrava.
d) O crescimento do tráfico negreiro interno e a liberação de capitais para outras atividades
econômicas.
e) A vinda de imigrantes europeus e o barateamento da mão de obra escrava.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1702598
FUVEST - Vest (USP)/USP/2021
História - Questão da Escravidão
[No Brasil], a transição da predominância indígena para a africana na composição da força de
trabalho escrava ocorreu aos poucos ao longo de aproximadamente meio século. Quando os senhores de
engenho, individualmente, acumulavam recursos financeiros suficientes, compravam alguns cativos
africanos, e iam acrescentando outros à medida que capital e crédito tornavam-se disponíveis. Em fins do
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1760627
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1702598
216) 
século XVI, a mão de obra dos engenhos era mista do ponto de vista racial, e a proporção foi mudando
crescentemente em favor dos africanos importados e sua prole.
Stuart Schwartz, Segredos internos. São Paulo: Companhia das Letras, 1988, p.68.
 
Com base na leitura do trecho e em seus conhecimentos, podese afirmar corretamente que, no Brasil,
a) a implementação da escravidão de origem africana não fez desaparecer a escravidão indígena,
pois o emprego de ambas podia variar segundo épocas e regiões específicas.
b) do ponto de vista senhorial, valia a pena pagar mais caro por escravos africanos porque estes
viviam mais do que os escravos indígenas, que eram mais baratos.
c) o comércio de escravos africanos foi incompatível com o comércio de indígenas porque eram
exercidos por diferentes traficantes, que concorriam entre si.
d) havia créditos disponíveis para a compra de escravos africanos, mas não de escravos indígenas,
pois a Igreja estava interessada na manutenção de boas relações com os nativos.
e) a escravização dos indígenas pelos portugueses foi inviabilizada pelo fato de que os povos nativos
americanos eram contrários ao aprisionamento de seres humanos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1802710
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Digital/2021
História - Questão da Escravidão
TEXTO I
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1802710
EIGENHEER, E. M. Lixo: a limpeza urbana através dos tempos. Porto Alegre: Gráfica Palloti, 2009.
 
TEXTO II
 
A repugnante tarefa de carregar lixo e os dejetos da casa para as praças e praias era geralmente
destinada ao único escravo da família ou ao de menor status ou valor. Todas as noites, depois das dez
horas, os escravos conhecidos popularmente como “tigres” levavam tubos ou barris de excremento e lixo
sobre a cabeça pelas ruas do Rio.
 
KARASCH, M. C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro, 1808-1850. Rio de Janeiro: Cia. das Letras, 2000.
 
A ação representada na imagem e descrita no texto evidencia uma prática do cotidiano nas cidades no
Brasil nos séculos XVIII e XIX caracterizada pela
a) valorização do trabalho braçal.
b) reiteração das hierarquias sociais.
c) sacralização das atividades laborais.
d) superação das exclusões econômicas.
e) ressignificação das heranças religiosas.
217) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2246279
CPV UFRR - Vest (UFRR)/UFRR/Indígena/2021
História - Questão da Escravidão
Leia o excerto abaixo e assinale a alternativa correta:
“Indígenas e africanos podiam ser encontrados em todos os lugares nas eras quinhentista e seiscentista.
Juntos e misturados estavam nas lavouras canavieiras, naquelas de alimentos, pastoreando gado e/ou
transportando mercadorias. As diferenças eram basicamente demográficas, posto que no início houvesse
mais indígenas. Segundo Schwartz, nos engenhos baianos os cativos africanos tinham tanto ocupações
especializadas como preços mais valorizados. Ao mesmo tempo em que a produtividade indígena era
criticada com a falsa ideia da suposta não adaptação à escravidão, o preço dos africanos subia.
Analisando inventários entre 1572 e 1574, Schwartz anotou que o valor médio de um africano era de 20
mil-réis, enquanto os índios adultos apareciam em média por 7 mil-réis”.
 
SCHWARCZ, Lilia Moritz; GOMES, Flávio dos Santos.
Dicionário da escravidão e da liberdade: 50 textos críticos. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 261.
 
a) Os indígenas e os africanos trabalhavam juntos nas lavouras canavieiras, de alimentos,
pastoreando ou transportando mercadorias. Contudo, os primeiros eram mais valorizados que os
segundos.
b) Os índios e os africanos não trabalhavam juntos, pois a produtividade dos indígenas era menor
que a dos africanos, de forma que, ao perceber isso, os colonizadores passaram a explorar apenas a
mão de obra africana.
c) As diferenças demográficas, as quais o texto se refere, expressam que havia mais indígenas no sul
da colônia do que no norte colonial.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2246279
218) 
d) Os indígenas e os africanos trabalhavam juntos na empresa colonial, contudo os africanos eram
mais valorizados, sendo comercializados com um valor quase três vezes maior que o dos indígenas,
nos engenhos baianos.
e) O período ao qual o texto faz referência, expressa, apenas, os dados do século XVIII.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1626728
NC UFPR (FUNPAR) - Sold (PM PR)/PM PR/2021
História - Questão da Escravidão
O Exército da época tinha grande proporção de negros e mulatos entre as praças. Como não havia
serviço militar obrigatório, as praças eram recrutadas quase à força entre a população pobre das cidades
e do campo. Esta população era, em sua maioria, não branca.
 
(CARVALHO, José Murilo de. Pontos e bordados – Escritos de história e de política. Belo Horizonte:
UFMG, 1998. p. 340. Adaptado.)
 
O mecanismo de recrutamento vigente no final do século XIX conferiu ao Exército uma composição que
foi importante para apoiar a:
a) reivindicação do industrialismo.
b) eclosão do Tenentismo.
c) defesa do Positivismo.
d) abolição da escravatura.
e) proclamação da República.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2090839
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1626728
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2090839
219) 
220) 
FUNDEP - Sold (CBM MG)/CBM MG/2021
História - Questão da Escravidão
O sistema acabou tarde e de maneira conservadora. Apenas depois de uma série de leis graduais,
como a Lei do Ventre Livre (que libertava os filhos mas não as mães, e ainda garantia ao senhor o direito
de optar entre ficar com os libertos até 21 anos e entregá-los ao governo), a Lei dos Sexagenários, de
1885 (que manumitia escravos precocemente envelhecidos e muitas vezes impossibilitados de trabalhar,
representando despesas em vez de lucros para o proprietário), e finalmente a Lei Áurea de 13 de maio
de 1888. [...]
 
SCHWARCZ, Lila Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 29-30.
 
As leis abolicionistas, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários e Lei Áurea tiveram caráter conservador
porque
a) beneficiavam mais os senhores do que os próprios escravos, aliviando gastos sem retorno
econômico.
b) deixavam os filhos de escravas nascidos livres e os escravos idosos entregues à própria sorte.
c) mantiveram o sistema escravista intacto até a data limite imposta pelas determinações da Lei
Áurea.
d) pretendiam esfacelar o núcleo da família escrava, separando os recém-nascidos e os mais velhos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1699101
VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - Questão da Escravidão
O quilombo significou uma alternativa concreta à ordem escravista — e, por isso, tornou-se um
problema real e bastante amedrontador para a sociedade colonial e para as autoridades, que precisavam
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1699101
221) 
combatê-lo de modo sistemático. Mas, ao mesmo tempo, o quilombo era parteda sociedade que o
reprimia, em função dos diversos vínculos que tinha com os diferentes setores desta. Tais vínculos, de
natureza muito variada, incluíam a criação de toda sorte de relações comerciais com as populações
vizinhas, a formação de redes mais ou menos complexas para obtenção de informações e, como não
poderia deixar de ser, o cultivo de um sem- -número de laços afetivos e amorosos que se entrecruzavam
nas periferias urbanas e nas fazendas.
 
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
 
Os quilombos existentes no Brasil colonial podem ser caracterizados como espaços
a) de permanência provisória, a que os fugitivos recorriam até que conseguissem alforria ou
pudessem escapar para países vizinhos, onde a escravidão já havia sido abolida.
b) tolerados pelos organismos policiais e repressivos da colônia, pois continham áreas importantes de
produção de alimentos, que contribuíam para alimentação dos escravizados.
c) articulados à ordem estabelecida da sociedade colonial, pois resultavam da lógica do escravismo e,
ao mesmo tempo, mantinham conexões regulares com comunidades e cidades próximas.
d) de refúgio, que conseguiam sustentar-se e garantir a sobrevivência daqueles que neles se
abrigavam, a partir da autossuficiência econômica e do completo isolamento.
e) de extrema violência, cujos moradores sofriam tanto com os ataques sistemáticos de bandeirantes
quanto com a tirania dos chefes, que reproduziam internamente a lógica escravista da sociedade.
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CPV UFRR - Vest (UFRR)/UFRR/Prova Integral (PI)/2021
História - Questão da Escravidão
“Se algum dia conversou por mais tempo com um escravo, Castro Alves, por pudor, prudência ou
receio de parecer bisbilhoteiro, não lhe pôs perguntas sobre o passado. Nem sobre sua vida e seus
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222) 
valores, que provavelmente teria dificuldade de entender. Bastava-lhe saber que os negros sofriam
violência e degradação. Se tivesse ouvido um escravo falar de sua terra natal, ou do que dela contaram
seus pais, certamente não teria descrito a África sem qualquer amparo na realidade, a repetir as imagens
tiradas do orientalismo romântico francês e a estender para o sul do Saara as paisagens do deserto. [...]
Essa percepção equivocada da África de onde foram trazidos os escravos negros para o Brasil não afeta a
sinceridade e a força das palavras de denúncia, que queimam no quinto movimento de ‘O navio negreiro’,
nem a grandeza monumental daquele poema que geralmente é citado em sua companhia, como se fosse
a outra aba do retábulo: ‘Vozes d’África’.
 
(Adaptado de COSTA E SILVA, Alberto da. “Imagens da África”. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 1, n.
12, Set/2006, pp. 26-31.)
 
A crítica feita pelo autor às imagens apresentadas nos poemas de Castro Alves diz respeito a certas vozes
de denúncia contra o sistema escravista brasileiro que:
a) Incrementaram as fugas dos escravizados, bem como o retorno destes para o continente africano.
b) Tenderam a reduzir a condição do escravizado simplesmente à violência física que sofriam.
c) Contribuíram para o reconhecimento da diversidade e pluralidade culturais dos vários povos
africanos escravizados.
d) Interditaram a campanha abolicionista iniciada na América portuguesa por comerciantes ingleses.
e) Promoveram o reconhecimento e a normatização legal das religiosidades africanas, contribuindo
para o sincretismo religioso.
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COMVEST UNICAMP - Vest (UNICAMP)/UNICAMP/Vestibular Indígena (VI)/2021
História - Questão da Escravidão
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Em 1758, na décima edição da sua obra O sistema natural, Lineu ampliou a nomenclatura científica e
estendeu suas rígidas classificações ao reino vegetal e a todo o reino animal, inclusive ao homo sapiens.
Dividiu-o então em quatro grandes “tipos”, com suas intrínsecas e imutáveis características físicas,
culturais, políticas e morais. O homem branco foi assim apresentado: “cabelos louros, abundantes; olhos
azuis; leve, fino, engenhoso; usa roupas estreitas; é regido pelas leis”. Os demais, é claro, ganharam
notas mais baixas. O asiático foi apresentado como melancólico, severo, acumula dinheiro, “regido pela
opinião”. O americano seria vermelho, com cabelos negros, lisos e abundantes, narinas amplas, queixo
quase sem pelos; “teimoso, alegre, erra em liberdade; pinta-se de linhas curvas vermelhas; é regido
pelos costumes”. O africano, sempre mais perseguido, teria por sua vez cabelos crespos, lábios grossos,
pele oleosa e nariz de símio; seria “de costumes dissolutos (...) vagabundo, preguiçoso e negligente (...)
regido pelo arbítrio”.
 
(Adaptado de Renato da Silveira, Os selvagens e a massa: papel do racismo científico na montagem da hegemonia
ocidental. Afro-Ásia, 23, 1999, 87-144, p. 99.)
 
Glossário
Símio: relativo a macaco.
 
A classificação proposta por Lineu para os tipos humanos indica, no século XVIII, bases para o
pensamento racista. Este pensamento estabelecia que:
a) diferenças genéticas implicavam fenótipos que poderiam ser corrigidos pela ciência.
b) povos de diferentes origens geográficas, uma vez vivendo no mesmo ambiente, atingiriam
rapidamente o mesmo nível civilizacional.
c) diferenças físicas e culturais existentes entre os povos justificavam as hierarquias e as formas de
dominação.
d) traços físicos dos povos não-brancos não estavam relacionados a seus costumes.
223) 
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FGV - Vest (FEMPAR)/FEMPAR/Medicina/2021
História - Questão da Escravidão
A expansão marítima e comercial europeia mudou a história da humanidade ao unir a Europa, a
África e a América. Os europeus organizaram todo um aparato político, econômico e militar que lhes
garantiu o controle sobre o Atlântico. Do século XVI ao XIX, foram retirados da África 12,5 milhões de
pessoas, em uma das maiores migrações forçadas da História.
 
Sobre o comércio atlântico de escravos, assinale a afirmativa correta.
a) Ocorreu, predominantemente, no Atlântico Norte, para fornecer mão de obra para as plantations
do Caribe e do sul dos Estados Unidos.
b) Foi realizado, primeiramente, pelo império português e permitiu o enriquecimento de suas elites
metropolitanas, que se beneficiavam com o exclusivo comercial.
c) Estimulou a corrida pela colonização do continente africano, iniciada pelos países europeus que
tinham pouca participação no volume do tráfico, desde o século XVI.
d) Atendeu à demanda crescente por mão de obra, nos séculos XVIII e XIX, em função do
desenvolvimento do sistema fabril na Europa e nos Estados Unidos.
e) Declinou no século XIX, em razão do encarecimento do preço dos escravos e do fluxo de
imigrantes livres, que oferecia uma mão de obra mais farta e barata.
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STRIX - Vest (UNIDOMPEDRO)/UNIDOMPEDRO/Medicina/2021
História - Questão da Escravidão
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224) Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
(...)
Que a fé tá na mulher
A fé tá na cobra coral
Ô-ô
 
Num pedaço de pão
A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
 
Na luz, na escuridão
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
(...)
A fé tá na manhã
A fé tá no anoitecer
Ô-ô
 
No calor do verão
A fé tá viva e sã
A fé também tá pra morrer
Ô-ô
 
Triste na solidão
 
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
(...)
Certo ou errado até
A fé vai onde quer que eu vá
Ô-ô
 
A pé ou de avião
Mesmo a quem não tem fé
A fé costuma acompanhar
Ô-ô
 
Pelo sim pelo não.
Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma "faiá"
 
GIL, Gilberto. Anadar com Fé. Disponível em: <https://www.vagalume.com.br>.
Acesso em: mai. 2021.
 
A fé tem sido um dos elementos constitutivos da história das sociedades humanas nas suas diversas
formas de representação, seja através de instituições religiosas ou das manifestações sem uma estrutura
institucionaldefinida.
 
Guerras, conflitos, animosidades têm sido estabelecidas em nome da fé, assim como mensagens de
reconstrução, de esperança e de um novo tempo de justiça e harmonia.
 
A presença de expressões de fé no desenrolar dos fatos históricos pode ser identificada
a) na expansão do cristianismo, entre a camada trabalhadora e oprimida das sociedades da
Antiguidade Oriental, contribuindo para a passividade e aceitação da condição de escravidão, base
econômica do modo de produção asiático, em decorrência da crença na vida após a morte, o que
pode ser expresso nos versos A fé tá na manhã / A fé tá no anoitecer
b) no caráter transcendental e metafísico da religião greco-romana, possibilitando a unidade cultural
e política do mundo clássico e a crença na helenização do mundo bárbaro germânico, que progrediu
com o abandono das religiões pagãs e a incorporação do monoteísmo, o que pode ser expresso nos
versos Certo ou errado até / A fé vai onde quer que eu vá
c) na unificação dos povos árabes por meio da mensagem de paz e irmandade estabelecida pelo
Islamismo, possibilitando a unificação cultural, linguística e política da civilização muçulmana, que se
refletiu na formação do pan-arabismo e na supressão dos conflitos internos no mundo maometano, o
que pode ser expresso nos versos A fé tá na maré / Na lâmina de um punhal
d) na luta pela preservação da identidade cultural dos africanos e africanas escravizados no Brasil,
possibilitando uma circularidade cultural manifestada na formação da Irmandade de Nossa Senhora
do Rosário dos Homens Pretos, assim como, por influência da pastoral afro-brasileira, na louvação de
Nossa Senhora Aparecida como “Mãe Quilombola”, o que pode ser expresso nos versos Na luz, na
escuridão / Andar com fé eu vou, / que a fé não costuma "faiá"
e) no fortalecimento das religiões de caráter neopentecostais por meio de mensagens de fé e de
otimismo, e na superação da crise econômica e social provocada pela pandemia da covid-19 que
assolou a sociedade mundial atual, em decorrência da ausência de respostas científicas para a
solução dos problemas no âmbito da saúde, o que pode ser expresso nos versos Mesmo a quem não
tem fé / A fé costuma acompanhar
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - Questão da Escravidão
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225) 
226) 
O luxo e a corrupção nasceram entre nós antes da civilização e da indústria. E qual será a causa
principal de um fenômeno tão espantoso? A escravidão, senhores, a escravidão. Porque o homem que
conta com os trabalhos diários de seus escravos vive na indolência, e a indolência traz todos os vícios
após si.
 
(José Bonifácio de Andrada e Silva, 1825. Apud: Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil
afrodescendente, 2017. Adaptado.)
 
A manifestação de uma das principais lideranças do país, logo após a independência política, revela a
a) justificativa para a adoção, no Primeiro Reinado, de políticas agressivas de estímulo à imigração.
b) disposição, majoritária nos setores que participaram do processo emancipacionista, de eliminar
gradualmente a escravidão.
c) campanha abolicionista sistemática, iniciada ainda no período colonial, dos cafeicultores paulistas.
d) rejeição, de clara influência liberal-iluminista, da ideia de que os homens são desiguais por
natureza.
e) crítica, voltada aos setores social e politicamente hegemônicos do Brasil, à dependência do
trabalho obrigatório.
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - Questão da Escravidão
[...] as irmandades de negros eram espaços permitidos dentro da legalidade, nos quais o escravo
podia manifestar- -se fora de suas relações de trabalho. [...] Em certo sentido, era através da religião
católica que o escravo encontrava algum lenitivo para sua situação. Tudo indica que a permissão para a
criação das irmandades de negros tenha sido dada com o intuito de obter melhores resultados na
cristianização dos escravos [...].
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227) 
 
Paradoxalmente, os negros utilizaram as irmandades para resguardar valores culturais, em especial suas
crenças religiosas. [...] Tudo leva a crer que, a partir da realidade vivida naquela época, bem como
considerando as dificuldades, o negro recriou e reinterpretou a cultura dominante, adequando- a à sua
maneira de ser.
 
(Ana Lúcia Valente. “As irmandades de negros: resistência e repressão”. In: Horizonte, v. 9, no 21, 2011.)
 
Segundo o excerto, as irmandades religiosas de negros, no Brasil colonial, eram
a) organizações culturais destinadas à difusão do catolicismo e, paralelamente, à valorização do
sincretismo religioso.
b) confrarias em que era proibido, por ordens metropolitanas, o contato direto entre escravizados.
c) templos em que era permitida, pelas autoridades coloniais, a realização de cultos religiosos de
origem africana.
d) espaços de imposição de princípios europeus aos escravizados e, simultaneamente, de
manifestação de traços culturais de matriz africana.
e) instituições de apoio e auxílio aos escravizados, criadas e mantidas por meio da atuação
catequizadora dos jesuítas espanhóis.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2021
História - Questão da Escravidão
A colonização portuguesa contou com a mão-de-obra escrava. Essa força de trabalho era:
a) Fundamental para exploração da cana de açúcar.
b) Negociada nos portos da Espanha e da Itália.
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228) 
c) Dotada de certas liberdades durante todo o século XVIII.
d) Explorada com pouca violência na região de Pernambuco.
e) Especializada apenas na produção de açúcar.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2020
História - Questão da Escravidão
Atente para o seguinte excerto a respeito da abolição da escravatura no Brasil: “[…] a abolição da
escravatura não eliminou o problema do negro. A opção pelo trabalhador imigrante, nas áreas regionais
mais dinâmicas da economia, e as escassas oportunidades abertas ao ex-escravo, em outras áreas,
resultaram em uma profunda desigualdade social da população negra. Fruto em parte do preconceito,
essa desigualdade acabou por reforçar o próprio preconceito contra o negro. Sobretudo nas regiões de
forte imigração, ele foi considerado um ser inferior, perigoso, vadio e propenso ao crime; mas útil quando
subserviente”.
 
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2013, p. 169.
 
Considerando o processo histórico de abolição da escravatura no Brasil, é correto afirmar que
a) foi, além de muito rápido, suficiente para acabar com o escravismo e logo inserir o ex-escravo, de
forma igualitária, nos diversos espaços da sociedade brasileira.
b) além de lento, considerando-se o lapso temporal entre a Lei Eusébio de Queirós, de cunho
abolicionista, de 1850, e a Lei Áurea, de 1888, não representou o fim da marginalização da população
negra.
c) o país, por ser pioneiro na abolição da escravatura, encontrou grande dificuldade, pois, não
havendo exemplos a serem seguidos, obrigou-se a construir seu próprio modelo de inclusão social
para os ex-escravos.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1778427
229) 
d) como nos EUA, onde os ex-escravos foram plenamente aceitos na sociedade por sua capacidade
de produção, os ex-escravos brasileiros também tiveram oportunidade de ingressar no mercado de
trabalho e experimentar chances iguais para vencer na vida.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Digital/2020
História - Questão da Escravidão
Lei n. 3 353, de 13 de maio de 1888
 
A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o Senhor D. Pedro II, faz saber a
todos os súditos do Império que a Assembleia-Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:
 
Art. 1º: É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil.
 
Art. 2º: Revogam-se as disposições em contrário.
 
Manda, portanto,a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer,
que a cumpram, e façam cumprir e guardar tão inteiramente como nela se contém.
 
Dada no Palácio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1888, 67º ano da Independência e do Império.
 
Princesa Imperial Regente.
 
Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 6 fev. 2015 (adaptado).
 
Um dos fatores que levou à promulgação da lei apresentada foi o(a)
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1681286
230) 
a) abandono de propostas de imigração.
b) fracasso do trabalho compulsório.
c) manifestação do altruísmo britânico.
d) afirmação da benevolência da Corte.
e) persistência da campanha abolicionista.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2020
História - Questão da Escravidão
A escravidão segurou a economia colonial brasileira, criando uma sociedade desigual e violenta.
Nesse contexto, os escravos:
a) trabalhavam apenas nos engenhos de açúcar.
b) eram colaboradores ativos na produção da arte sacra.
c) conseguiam resistir e fugir dos engenhos causando transtornos.
d) não organizaram rebeldias expressivas e viviam em cabanas.
e) tinham presença na região do café, sendo pouco numerosos na produção do açúcar.
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231) 
CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2019
História - Questão da Escravidão
(URCA/2020.1) “A ruptura com Portugal, em 1822, iniciou longo período de discussões, confrontos
e definições acerca do liberalismo a ser implantado no país independente. A proliferação da imprensa
ampliou a difusão e o debate dos preceitos liberais, delineando-se, ao menos até o início do Segundo
Reinado, as principais características do liberalismo no Brasil. Durante esse período, momentos de maior
restrição política e de frustrações de expectativas geraram descontentamentos e, por vezes, revoltas,
lideradas por elementos das elites, como como outros movimentos, de acento mais popular, que também
eclodiram em várias partes do país, principalmente durante as regências”
 
(FONSECA, Thais Nivia de lima e. História & Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2003, p. 43).
 
Considerando o texto acima, assinale o que for correto sobre o que se sucedeu após a independência no
processo de formação do Estado Nacional Brasileiro.
a) Muitos movimentos que ocorreram após a independência se justificavam pela amplitude ao direito
de voto e abolição da escravidão propostas por D. Pedro I à Assembleia Constituinte por ele
convocada;
b) O primeiro reinado fundou práticas políticas típicas da elite política brasileira que se mantiveram
até o século XX, como à defesa da propriedade privada e da igualdade jurídica e política;
c) O fato de os pensadores brasileiros serem absolutamente contrários ao pensamento liberal gerou
a cultura do cidadão produtivo e obediente ás leis, mas impedido de exercer seus direitos políticos;
d) Enquanto na Europa a preocupação era em manter os descendentes de escravos do período
feudal excluídos dos processos educacionais e culturais, no Brasil o problema que a elite deveria
enfrentar era a inclusão dos trabalhadores no sistema de ensino;
e) A exclusão social brasileira era marcada pela escravidão e por todas as implicações jurídicas,
econômicas, políticas e simbólicas que ela acarretava.
232) 
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2019
História - Questão da Escravidão
 Nem existia Brasil no começo dessa história. Existiam o Peru e o México, no contexto pré-
colombiano, mas Argentina, Brasil, Chile, Estados Unidos, Canadá, não. No que seria o Brasil, havia gente
no Norte, no Rio, depois no Sul, mas toda essa gente tinha pouca relação entre si até meados do século
XVIII. E há aí a questão da navegação marítima, torna-se importante aprender bem história marítima,
que é
ligada à geografia. [...] Essa compreensão me deu muita liberdade para ver as relações que Rio,
Pernambuco e Bahia tinham com Luanda. Depois a Bahia tem muito mais relação com o antigo Daomé,
hoje Benin, na Costa da Mina. Isso formava um todo, muito mais do que o Brasil ou a América
portuguesa. [...]
 
 Nunca os missionários entraram na briga para saber se o africano havia sido ilegalmente escravizado
ou não, mas a escravidão indígena foi embargada pelos missionários desde o começo, e isso também é
um pouco interesse dos negreiros, ou seja, que a escravidão africana predomine. [...] A escravização tem
dois processos: o primeiro é a despersonalização, e o segundo é a dessocialização.
 
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(Luiz Felipe de Alencastro. Entrevista a Mariluce Moura. “O observador do Brasil no Atlântico Sul”. In:
Revista Pesquisa Fapesp, no 188, outubro de 2011.)
 
O texto estabelece a formação do Brasil a partir da navegação marítima, o que implica reconhecer a
importância
a) da imposição de uma lógica global de comércio e da dissolução das fronteiras entre os territórios
colonizados na América.
b) do domínio colonial de Portugal sobre o litoral africano e da intermediação espanhola no tráfico
escravagista.
233) 
c) do controle das rotas marítimas por navegadores italianos e da conformação do conceito
geográfico de Ocidente.
d) da constituição do espaço geográfico do Atlântico Sul e da relação estabelecida entre os
continentes americano e africano.
e) do surgimento do tráfico de africanos escravizados e das relações comerciais do Brasil com a
América espanhola.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2019
História - Questão da Escravidão
Atente para o que disse o jesuíta André João Antonil sobre a escravidão no Brasil:
 
“No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários três PPP, a saber, pau, pão e pano. E,
posto que comecem mal, principiando pelo castigo que é o pau, contudo, prouvera a Deus que tão
abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o castigo, dado por qualquer causa pouco
provada, ou levantada; e com instrumentos de muito rigor(...), de que se não usa com os brutos animais,
fazendo algum senhor mais caso de um cavalo que de meia dúzia de escravos...”
 
ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil. 3. ed. Belo Horizonte: Itatiaia/Edusp, 1982, p.37. (Coleção
Reconquista do Brasil). Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraFor m.do?
select_action=&co_obra=1737
 
Com base no trecho acima e no que se sabe sobre o sistema escravista ocorrido no Brasil, é correto
dizer que
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234) 
a) a visão do jesuíta Antonil apresenta uma perspectiva da colonização portuguesa em que a
escravidão aparece de uma forma humanizada, pois eram garantidos aos escravos o alimento e as
vestimentas.
b) não há, no texto de Antonil, qualquer crítica ao sistema escravista, aos castigos físicos dados aos
escravos nem a sua desvalorização como ser humano.
c) o sistema escravista, centrado no trabalho compulsório, no tráfico de africanos para a colônia e
em uma rígida estrutura de controle e punição, foi a base da economia colonial e criou uma sociedade
desigual.
d) apesar de aparentar opressão e violência, o sistema escravista foi positivo para os africanos
trazidos ao Brasil, pois possibilitou a eles acesso a uma cultura superior e a uma religião organizada,
já que, na África, viviam primitivamente.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Tradicional/2019
História - Questão da Escravidão
A escravidão na sociedade brasileira atingiu parte expressiva da população, fortalecendo
preconceitos e desigualdades. Mas, na contemporaneidade, podemos afirmar que, no Brasil, as relações
de trabalho escravo:
 
1) ainda persistem, embora mais brandas e discretas, na maioria das regiões agrícolas.
2) podem ser vistas, sobretudo, no setor canavieiro do Nordeste.
3) extinguiram-se no final do Império com a lei Áurea.
4) estãovinculadas, embora disfarçadamente, às condições de raça e de classe social determinantes.
 
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235) 
Estão corretas apenas:
a) 1, 2 e 4
b) 2, 3 e 4
c) 1, e 4
d) 2 e 3
e) 1 e 3
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STRIX - Vest (EBMSP)/EBMSP/Medicina/2019
História - Questão da Escravidão
"Acharam a cidade baixa em uma perfeita anarquia; toda casa de português era arrombada e toda
a família vítima do furor, todas as vendas e armazéns eram igualmente arrombados, tiradas as torneiras
das pipas de todos os líquidos, quebradas as prateleiras, rasgadas e jogadas à rua todas as fazendas e
mortos os donos ou caixeiros que eram achados."
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1871816
As cenas descritas no texto e na charge relacionam-se aos conflitos ocorridos na cidade de Salvador, em
1831, denominados como "mata maroto", que então expressavam
a) o protesto contra a presença de comerciantes ingleses na Bahia que, por serem protestantes em
sua maioria, eram acusados de hereges e inimigos do país.
b) as práticas de perseguição aos escravos negros, fugitivos de propriedades rurais, e que
procuravam refúgio em cortiços das áreas comerciais na cidade de Salvador.
c) o incentivo à caça aos remanescentes de soldados ingleses e franceses que lutaram ao lado das
tropas lusitanas para impedir o abastecimento da cidade de Salvador.
d) o sentimento de anti-lusitanismo das camadas populares ao acusarem os comerciantes
portugueses de serem responsáveis pelos altos preços dos gêneros d9 comércio varejista local.
e) as ações de proteção dadas pelas comunidades pobres da periferia da cidade de Salvador aos
soldados brasileiros que lutavam contra os portugueses pela independência do Brasil.
236) 
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2019
História - Questão da Escravidão
Nem existia Brasil no começo dessa história. Existiam o Peru e o México, no contexto pré-
colombiano, mas Argentina, Brasil, Chile, Estados Unidos, Canadá, não. No que seria o Brasil, havia gente
no Norte, no Rio, depois no Sul, mas toda essa gente tinha pouca relação entre si até meados do século
XVIII. E há aí a questão da navegação marítima, torna-se importante aprender bem história marítima,
que é
ligada à geografia. [...] Essa compreensão me deu muita liberdade para ver as relações que Rio,
Pernambuco e Bahia tinham com Luanda. Depois a Bahia tem muito mais relação com o antigo Daomé,
hoje Benin, na Costa da Mina. Isso formava um todo, muito mais do que o Brasil ou a América
portuguesa. [...]
 
 Nunca os missionários entraram na briga para saber se o africano havia sido ilegalmente escravizado
ou não, mas a escravidão indígena foi embargada pelos missionários desde o começo, e isso também é
um pouco interesse dos negreiros, ou seja, que a escravidão africana predomine. [...] A escravização tem
dois processos: o primeiro é a despersonalização, e o segundo é a dessocialização.
 
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(Luiz Felipe de Alencastro. Entrevista a Mariluce Moura. “O observador do Brasil no Atlântico Sul”. In:
Revista Pesquisa Fapesp, no 188, outubro de 2011.)
 
A “despersonalização” e a “dessocialização” dos escravizados podem ser associadas, respectivamente,
a) ao fato de que os escravos eram identificados por números marcados a ferro e à interdição do
contato entre os cativos e seus senhores.
b) à noção do escravo como mercadoria e ao fato de que os africanos eram extraídos de sua
comunidade de origem.
237) 
c) à noção do escravo como tolerante ao trabalho compulsório e ao fato de que ele era proibido de
fazer amizades ou constituir família.
d) ao fato de que os escravos eram etnologicamente indistintos e à proibição de realização de festas
e cultos.
e) à noção do escravo como desconhecedor do território colonial e ao fato de que ele não era
reconhecido como brasileiro.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2019
História - Questão da Escravidão
Leia atentamente o seguinte trecho do Regimento de Feitor-mor de engenho:
 
“O castigo que se fizer ao escravo não há-de ser com pau nem tirar-lhe com pedras ou tijolos e quando o
merecer o mandará botar sobre um carro e dar-se-lhe-á com um açoite seu castigo; e, depois de bem
açoitado, o mandará picar com navalha ou faca que corte bem e dar-se-lhe-á com sal, sumo de limão e
urina e o meterá alguns dias na corrente. [...]”
 
João Fernandes Vieira. Regimento de feitor-mor de
engenho. Apud ALVES FILHO, Ivan. Brasil, 500 anos em
documentos. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 1999.
 
Considerando o excerto acima e o conhecimento que se tem a respeito da escravidão no Brasil, é
correto afirmar que
a) os castigos a que o texto se refere configuram-se como exceção, pois, nessa época, a regra era a
proibição de maus tratos físicos aos escravos.
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238) 
b) o uso do trabalho escravo e a desvalorização do homem, implícita nele, não tiveram impactos na
sociedade brasileira atual.
c) durante o período colonial e imperial brasileiro, o trabalho escravo foi a base da economia, razão
pela qual era normatizado.
d) a escravidão indígena ou africana só era possível como forma de penalização a grupos que se
revoltaram contra a coroa portuguesa.
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COMVEST UNICAMP - Vest (UNICAMP)/UNICAMP/Vestibular Unicamp (VU)/2019
História - Questão da Escravidão
Os números indicam que antes da abolição de 1888 restavam pouco mais de setecentos mil
escravos no Brasil. Conforme estimativa do censo de 1872, elaborada pelo IBGE, a população total do
país era de 9.930.478 habitantes. Isso indica que grande parte da população de cor (pretos e pardos) já
havia adquirido a liberdade por seus próprios meios antes da Lei Áurea.
 
(Adaptado de Wlamyra Albuquerque, A vala comum da ‘raça emancipada’: abolição e racialização no Brasil, breve
comentário. História Social, Campinas, n. 19, p. 99, 2010.)
 
Com base no excerto e nos conhecimentos sobre a história da liberdade no Brasil, assinale a alternativa
correta.
a) A maioria da população negra já era liberta antes de 1888, porque as províncias escravistas do
Sudeste, almejando abrirem-se para a imigração italiana, vinham adotando medidas abolicionistas
desde o fim do tráfico, em 1850.
b) Em termos globais, o grande percentual da população livre de cor reflete o peso demográfico da
população liberta concentrada nas províncias pouco dependentes da escravidão, como Santa Catarina
e Paraná.
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239) 
c) A maioria da população africana e seus descendentes já era livre quando a Lei Áurea foi aprovada,
porque vinha obtendo alforrias através de uma multiplicidade de estratégias, desde o período colonial.
d) O alto número de libertos antes de 1888 reflete o impacto da abolição dos escravos por parte do
Imperador D. Pedro II, pois a família real era a maior proprietária de cativos durante o século XIX, na
região do Vale do Paraíba.
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VUNESP - Alun Of (PM SP)/PM SP/2019
História - Questão da Escravidão
Mesmo depois de inaugurado o regime republicano, nunca, talvez, fomos envolvidos, em tão breve
período, por uma febre tão intensa de reformas como a que se registrou precisamente nos meados do
século [XIX] e especialmente nos anos de 51 a 55. Assim é que em 1851 tinha início o movimento de
constituição das sociedades anônimas; na mesma data funda-se o segundo Banco do Brasil [...]; em
1852, inaugura-se a primeira linha telegráfica na cidade do Rio deJaneiro. [...] Em 1854 abre-se ao
tráfego a primeira linha de estradas de ferro do país.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, 1995)
Pode-se explicar essa intensificação das atividades econômicas do período pela
a) política de emissão de papel-moeda concedida pelo governo às instituições financeiras estatais.
b) expansão do mercado consumidor interno com a adoção progressiva do trabalhoassalariado.
c) disponibilidade de capitais para novos investimentos devido à abolição do tráfico internacional de
escravos.
d) suspensão das dívidas dos fazendeiros com os fornecedores internacionais de implementos
agrícolas.
e) abolição da mão de obra escrava acompanhada de indenizações estatais às empresas escravistas.
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240) 
241) 
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2019
História - Questão da Escravidão
Em Maceió, os denominados “africanos livres” foram utilizados, sobretudo, como mão de obra
subalterna em repartições do poder público. Essa categoria de trabalhadores, criada pelo Parlamento
imperial brasileiro, em 1831, era composta por
a) escravos libertos por sua participação na guerra dos Cabanos liderada por Vicente de Paula.
b) africanos encontrados em embarcações apreendidas pelos ingleses em águas brasileiras.
c) escravos alforriados, por indulgência de autoridades da província, para trabalhar em obras
públicas.
d) africanos chegados à província após a extinção do tráfico determinada pelos britânicos.
e) indígenas oriundos das Matas do Norte alagoano, conhecidos como “ negros da terra”.
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CPV UFRR - Vest (UFRR)/UFRR/Prova Integral (PI)/2019
História - Questão da Escravidão
Diversos projetos abolicionistas invadiram a cena política brasileira no último quarto do século XIX.
O de André Rebouças foi um dos mais radicais. Talvez, por isso, tenha acabado derrotado. [...] Dedicado
a compreender os mecanismos que emperravam o desenvolvimento do país, chegou à conclusão de que
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2261309
vivíamos um bloqueio estrutural para a emergência de indivíduos livres. E que a libertação dos escravos,
por si só, não seria suficiente.
 
(CARVALHO, Maria Alice Rezende de. “Liberdade é terra”. In FIGUEIREDO, Luciano (org.).
A era da escravidão. Rio de Janeiro: Sabin, 2009. (Coleção Revista de História no Bolso;3), p. 85).
 
A trajetória e as ideias do engenheiro baiano André Rebouças – mulato e filho de um relevante membro
da elite política monárquica no Brasil – demonstram a diversidade do movimento abolicionista no século
XIX.
 
Sobre as lutas pela abolição do sistema escravocrata brasileiro, assinale a alternativa CORRETA.
a) A luta radical pela extinção imediata da escravidão, no século XIX, comprova a existência de uma
elite aristocrática abolicionista ligada à agroexportação cafeeira em permanente enfrentamento com a
Coroa brasileira, desde os tempos da assembleia constituinte de 1823.
b) A defesa da abolição da escravidão, da reforma agrária e da consequente transformação dos
exescravos em pequenos produtores rurais independentes comprova a presença de um ideário
modernizante nas lutas abolicionistas no Brasil.
c) O projeto de abolição radical, que compreendia a libertação dos escravizados, mas também a
democratização do acesso à terra, teve o apoio de setores da alta cúpula do Exército, a despeito da
manutenção do respeito hierárquico à função estatal de punir as fugas de escravizados no Brasil.
d) A proposta de promoção da cidadania política plena aos ex-escravos acompanhou o debate
abolicionista brasileiro, atenuando, ao longo do século XIX, o crescimento das revoltas escravas e,
consequentemente, arrefecendo o preconceito racial no Brasil monárquico.
e) A ala radical do movimento abolicionista consolidou a articulação de todos os senadores do
Império, ao defender a inserção dos ex-escravos na sociedade e a desobediência civil contra a “Lei
Saraiva-Cotegipe” aprovada pelo Parlamento brasileiro, na segunda metade do século XIX.
242) 
243) 
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2018
História - Questão da Escravidão
Com relação à transição do trabalho escravo para o trabalho livre, durante o Segundo Reinado (
1840- 1889), é correto afirmar que \
a) o braço escravo foi substituído pelos imigrantes europeus no trabalho das fazendas.
b) o governo imperial indenizou todos os fazendeiros pela perda de seus escravos através da Lei
Áurea.
c) a contratação de imigrantes chineses foi a opção mais rentável devido a sua experiência no plantio
do café.
d) o movimento abolicionista não exerceu influência no processo de emancipação da mão de obra
escrava brasileira.
e) os latifundiários permi1iram que a maioria dos escravos se beneficiasse com as leis do Ventre
Livre e dos Sexagenários.
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FCC - Vest (IBMEC)/IBMEC/Administração/2018
História - Questão da Escravidão
Sobre a história da escravidão no Brasil, é correto afirmar que o sistema escravista
a) impactou pouco os grupos étnicos existentes no continente africano, uma vez que incidiu
exclusivamente sobre os Bantos.
b) foi um regime em larga escala praticado milenarmente pelos próprios africanos, portanto pouco
diferente do sistema implementado pelos portugueses.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1763323
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/988462
244) 
c) perdurou ao longo de séculos, sendo o Brasil um dos últimos países das Américas, ao lado de
Cuba, a abolir a escravidão.
d) enfrentou diversos obstáculos, uma vez que os portugueses consideraram os povos africanos,
comparáveis aos indígenas da América do Sul, inaptos ao trabalho braçal.
e) foi desintegrado no momento da Lei Áurea, uma vez que a severidade das leis e do controle
governamental impediu a sobrevivência do trabalho escravo após 1888
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DSEA UERJ - Vest (UERJ)/UERJ/2018
História - Questão da Escravidão
Quando chegar o feliz momento da abolição, não será devido nunca à inclinação sincera do povo
ou do governo, a menos que venham a sofrer grande mudança. Pois quase me aventuraria a dizer que
não há dez pessoas em todo o Império que considerem esse comércio um crime ou o encarem sob outro
aspecto que não seja o de ganho e perda, de simples especulação mercantil, que deve continuar ou
cessar conforme for vantajoso ou não. Acostumados a não fazer nada, os brasileiros em geral estão
convencidos de que os escravos são necessários como animais de carga, sem os quais os brancos não
poderiam viver.
 
HENRY CHAMBERLAIN, agente diplomático britânico, em 31/12/1823. Adaptado de SOUSA, O. T.
Fatos e personagens em torno de um regime. Rio de Janeiro: José Olympio, 1960.
 
Após a emancipação política do Império do Brasil, o debate sobre o fim do tráfico intercontinental de
escravos e da escravidão esteve em pauta, como abordado por Henry Chamberlain em 1823.
 
Naquele contexto, de acordo com o diplomata britânico, as resistências à abolição do tráfico e da
escravidão estavam associadas à conjuntura de:
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245) 
a) desqualificação do trabalho braçal
b) vigência da sociedade burguesa
c) instabilidade do regime jurídico
d) decadência da estrutura agrária
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2018
História - Questão da Escravidão
“Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914, em Sacramento, Minas Gerais. De família pobre, ela
cursou somente os primeiros anos do primário, e se mudou para São Paulo em 1937, onde trabalhou
como doméstica e catadora de papel. Nesse período, ela mantinha consigo inúmeros diários onde
relatava o seu dia a dia como moradora da favela do Canindé. Em 1958, ao fazer uma reportagem no
Canindé, o jornalista Audálio Dantas conheceu Carolina e leu seus 35 diários. Dois anos depois, ele
publicou um dos diários com o título de Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. A obra vendeu mais
de 100 mil exemplares em 40 países e foi traduzida em 13 línguas. Em 1961, Carolina de Jesus lançou
Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-favelada e, no ano seguinte, publicou Pedaços da Fome, seu único
romance. Depois de desentendimentos com editores, em 1969, a escritora saiu de São Paulo e mudou-se
para um sítio.
 
Morreu em 1977, aos 62 anos,de volta à pobreza. (BBC-Brasil: Negros e negras brasileiros que deveriam
ser mais estudados nas escolas. Cap. no endereço: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42033622)
Considerando a situação dos povos negros no Brasil em fins do século XIX e primeiras décadas do século
XX, assinale a alternativa correta:
a) A campanha pela abolição da escravidão reuniu um grande contingente de apoiadores entre várias
classes sociais. Contudo, após a assinatura da Lei Áurea, as populações negras foram entregues à
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246) 
própria sorte não havendo qualquer política de integração ou transição do trabalho escravo ao livre,
sendo os senhores eximidos de qualquer responsabilidade para com os libertos.
b) A partir da década de 1870, incentivou-se a entrada do trabalhado imigrante, sobretudo, o
europeu para trabalhar nas lavouras do Sudeste, sendo que no último decênio daquele século, uma
grande quantidade de imigrantes já havia entrado no país e o contato entre esses e a população de
trabalhadores escravizados, posteriormente libertos, foi fundamental para a integração dos negros em
novos postos de trabalho e melhoria de vida.
c) Após a abolição da escravidão, milhares de libertos procuraram os centros urbanos em busca de
trabalho e melhores condições de vida. Cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, passaram por
grandes reordenamentos urbanos, no começo do século XX, para melhor receber essas populações
que foram abrigadas em casas nos subúrbios recém construídos dessas cidades.
d) A produção cultural, artística e intelectual negra, foi inexpressiva em termos mais amplos da
sociedade brasileira.
e) João Cândido, que ficou conhecido como o Almirante Negro, liderou um importante movimento
armado no centro do Rio de Janeiro, contra a campanha de vacinação da varíola.
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2018
História - Questão da Escravidão
Leia o texto para responde a questão.
 
As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de
povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas
paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam
às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato
de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam
ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os
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povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das
leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se
converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.
 
(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)
 
O texto caracteriza
a) o mercado atlântico de africanos escravizados em seu período de maior intensidade e o controle
do tráfico pelas Companhias de Comércio.
b) o avanço gradual da presença europeia na África e a conformação de um modelo de exploração
da natureza e do trabalho.
c) as estratégias da colonização europeia e a sua busca por uma exploração sustentável do
continente africano.
d) o caráter laico do Estado português e as suas ações diplomáticas junto aos reinos e às sociedades
organizadas da África.
e) o pioneirismo português na expansão marítima e a concentração de sua atividade exploradora nas
áreas centrais do continente africano.
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IAUPE - Sold (PM PE)/PM PE/2018
História - Questão da Escravidão
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247) “Embora não tivessem sido as únicas formas de resistência coletiva sob a escravidão, a revolta e a
formação de quilombos foram das mais importantes. Apesar de muitos quilombos terem se formado aos
poucos, através da adesão de fugitivos individuais ou agrupados, outros tantos resultaram de fugas
coletivas iniciadas em revoltas. Tal parece ter sido, por exemplo, o caso de Palmares.”
(REIS, João José. Quilombos e revoltas escravas no Brasil.)
Certamente o quilombo do Palmares foi e ainda é considerado um marco da resistência escrava em
Pernambuco, por todo significado e simbologia que existe em relação a ele. Todavia, ele não foi a única
forma de resistência que os escravos africanos desenvolveram em solo pernambucano.
Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que
a) as atividades atribuídas a alguns escravos acabavam por facilitar uma possível fuga. Um escravo
que trabalhava vendendo mercadorias precisava de maior mobilidade e flexibilidade em relação ao
horário, possuindo maiores chances de se distanciar, antes que o dono soubesse o que, de fato, havia
acontecido.
b) o quilombo do Catucá, que se localizava nas proximidades das cidades do Recife e Olinda, foi um
dos maiores problemas para as autoridades provinciais durante quase toda a segunda metade do
século XIX.
c) apesar de a capoeira ser vista hoje como uma luta, ela não era praticada pelos escravos como
forma de resistência. Nessa época, estava muito mais ligada ao lado lúdico e de diversão.
d) o processo de catequese pelos quais passavam os escravos africanos permitiu que a religião
africana praticamente desaparecesse do Brasil, no período imperial. Poucos eram os escravos que
resistiam e continuavam a homenagear os orixás.
e) ao contrário do medo existente entre os habitantes da Bahia e do Rio de Janeiro, a população de
Pernambuco não estava assombrada por um grande levante de escravos, aos moldes do que ocorreu
no Haiti. Isso se justificava pela enorme repressão exercida contra os escravos rebeldes na capitania
de Pernambuco.
248) 
249) 
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FCC - Vest (IBMEC)/IBMEC/Direito/2018
História - Questão da Escravidão
São exemplos de revoltas organizadas pelos escravos africanos e afrodescendentes durante o
século XIX brasileiro:
a) a Cabanagem no Pará, a Sabinada no Maranhão e a Revolta dos Búzios na Bahia.
b) a Revolta Praieira em Pernambuco, a Guerra de Canudos na Bahia e o Quilombo do Jabaquara em
São Paulo.
c) a Rebelião dos Malês na Bahia, a Revolta de Chico Rei em Minas Gerais e a Revolta dos Caifazes
em São Paulo.
d) a Greve dos Jangadeiros no Ceará, a Balaiada no Maranhão e a Revolução dos Farrapos no Rio
Grande do Sul.
e) a Revolta de Carrancas em Minas Gerais, a Rebelião dos Malês na Bahia e a Revolta de Manuel
Congo no Rio de Janeiro.
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VUNESP - Vest (FAMERP)/FAMERP/2018
História - Questão da Escravidão
Leia o texto para responder à questão.
 
Apenas em 1865, ano do término da Guerra Civil, algumas questões que estavam presentes no período
colonial e na Independência (como a escravidão) seriam parcialmente resolvidas. Parcialmente porque,
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1409343
250) 
como é lógico notar, o fim da escravidão em 1865 não significou o fim do racismo ou da violência contra
os negros.
 
(Leandro Karnal. Estados Unidos: a formação da nação, 2015.)
 
A afirmação de que “o fim da escravidão em 1865 não significou o fim do racismo ou da violência contra
os negros” pode ser exemplificada
a) pela conquista da paridade salarial entre trabalhadores negros e brancos somente no início do
século XX e pelas denúncias de racismo ainda hoje.
b) pelo alistamento obrigatório de negros na Primeira Guerra Mundial e pela proibição de práticas
segregacionistas somente após esse conflito.
c) pelo surgimento, no século XIX, de sociedades racistas e pelas lutas dos negros, na segunda
metade do século XX, pela obtenção de direitos civis.
d) pela existência, no século XIX, de calçadas exclusivas para os brancos e pela aprovação legal,
somente no início do século XX, da igualdade no tratamento racial.
e) pela persistência, até a Segunda Guerra, de formasde trabalho análogas à escravidão e pela
restrição legal à contratação de negros, ainda hoje, nas grandes empresas.
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História - Questão da Escravidão
Leia o texto para responde a questão.
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As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de
povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas
paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam
às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato
de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam
ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os
povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das
leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se
converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.
 
(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)
 
De acordo com o texto,
a) a motivação da conquista europeia da África foi essencialmente religiosa, destituída de caráter
econômico.
b) os líderes políticos africanos apoiavam a catequização dos povos nativos pelos conquistadores
europeus.
c) os africanos aceitavam a escravização e não resistiam à presença europeia no continente.
d) os povos africanos reconheciam a ação europeia no continente como uma cruzada religiosa e
moral.
e) a escravização foi muitas vezes justificada pelos europeus como uma forma de redimir e salvar os
africanos.
251) 
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IAUPE - Sold (PM PE)/PM PE/2018
História - Questão da Escravidão
Ao sair da província de Pernambuco, Darwin, cientista inglês, escreveu em diário, que
posteriormente daria origem ao livro “A Origem das Espécies”: “No dia 19 de agosto, finalmente
deixamos a costa do Brasil. Eu agradeço a Deus, nunca mais ter que visitar um país escravista.”
(Charles Darwin).
A história do Brasil está marcada pela presença da mão de obra escrava e de tudo o que ela representou
para seu desenvolvimento econômico e cultural.
Em relação ao tráfico de escravos para as terras pernambucanas, é CORRETO afirmar que
a) na primeira metade do século XIX, a dinâmica do tráfico atlântico de escravos envolvia uma série
de produtos, que eram levados pelos navios saídos da província de Pernambuco, rumo aos portos
africanos. Dentre esses produtos, havia, inclusive, artigos das manufaturas europeias e norte-
americana.
b) a Lei de 7 de novembro de 1831, que declarava livre todos os escravos vindos de fora a partir
daquela data, não impactou o comércio escravista de Pernambuco, pois estes continuaram sendo
desembarcados nos portos desta província, sem qualquer fiscalização.
c) os dados sobre a importação de escravos entre os anos de 1815 e 1824 sugerem que tanto a
Insurreição Pernambucana de 1817 como a Confederação do Equador (1824) diminuíram
consideravelmente a entrada da mão de obra escrava. Em 1817, por exemplo, houve uma queda de
cinquenta por cento em relação a 1815.
d) os tratados de 1826 assinados entre Brasil e Inglaterra previam o fim do comércio atlântico de
escravos em três anos. A partir daí, o número de importações cairia até não se registrar mais a
entrada de africanos escravizados pós 1850.
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252) 
e) após várias revisões historiográficas, hoje é possível se afirmar que, ao menos na capitania de
Pernambuco, o único fator que contribuiu para o fim do tráfico atlântico de escravos foi a pressão
internacional.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2018
História - Questão da Escravidão
A poetisa Emília Freitas subiu a um palanque, nervosa, pedindo desculpas por não possuir títulos
nem conhecimentos, mas orgulhosa ofereceu a sua pena que “sem ser hábil, é, em compensação, guiada
pelo poder da vontade". Maria Tomásia pronunciava orações que levantavam os ouvintes. A escritora
Francisca Clotilde arrebatava, declamando seus poemas. Aquelas “angélicas senhoras”, “heroínas da
caridade”, levantavam dinheiro para comprar liberdades e usavam de seu entusiasmo a fim de convencer
os donos de escravos a fazerem alforrias gratuitamente.
 
MIRANDA, A. Disponível em: www.opovoonline.com.br. Acesso em: 10 jun.2015.
 
As práticas culturais narradas remetem, historicamente, ao movimento
a) feminista.
b) sufragista.
c) socialista.
d) republicano.
e) abolicionista.
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253) 
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STRIX - Vest (EBMSP)/EBMSP/Medicina/2018
História - Questão da Escravidão
• A diversidade cultural são diferenças que existem entre os seres humanos, tais como: linguagem,
dança, vestuário, religião e outras manifestação populares. A diversidade cultural é algo associado à
dinâmica do processo associativo.
• A desigualdade social, no mundo contemporâneo, é um fenômeno que ocorre em quase todos os
países do globo terrestre, guardadas suas proporções e dimensões, e é desencadeado, principalmente,
pela má distribuição de renda – em uma população na qual se concentra a maioria dos recursos em
mãos de uma minoria abastada da sociedade – e falta de investimentos na área social, como educação e
saúde.
 
A relação entre os conceitos de diversidade cultural e desigualdade social se expressa, no Brasil, em uma
situação social específica representada
a) por afrodescendentes, cuja precária situação socioeconômica relaciona-se, em grande parte, com
o preconceito e a discriminação que sofrem em decorrência de suas origens culturais e do papel que
representaram na sociedade brasileira até o fim do século XIX.
b) por portadores de deficiência física e mental, tratados desigualmente quando pleiteiam o acesso a
setores sociais específicos, a exemplo da educação e do emprego.
c) por grupos identificados como LGBT, obrigados a se refugiarem em áreas periféricas dos centros
urbanos, acusados de transmitirem, por suas opções sexuais, doenças incuráveis e contagiosas às
diferentes classes sociais.
d) por grupos religiosos evangélicos que, por adotarem moda, alimentação e estruturas familiares
consideradas bizarras, são facilmente reconhecidos e preteridos no acesso ao mercado de trabalho.
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254) 
255) 
e) pelos imigrantes asiáticos e seus descendentes, por formarem grupos fechados que resistem à
integração na cultura brasileira, apesar de alcançarem altos índices de prosperidade econômica no
Brasil
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2018
História - Questão da Escravidão
Algumas das formas mais conhecidas de resistência escrava, durante o período colonial brasileiro,
foram a fuga e a formação de quilombos. Contudo, a historiografia recente sobre esta temática
evidenciou outras formas de resistência que ocorriam no cotidiano dos cativos, podendo-se destacar:
a) as greves que reivindicavam direitos trabalhistas e liberdade.
b) a preservação de hábitos culturais que remetiam à sua ancestralidade.
c) a recusa em aceitar a catequização pelas ordens religiosas missionárias.
d) a proibição da entrada de brancos nos movimentos abolicionistas.
e) associações escravas que atuavam nos tribunais portugueses.
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2018
História - Questão da Escravidão
Sobre a utilização da mão de obra escrava no Brasil, pode-se afirmar que
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1763337
256) 
a) embora predomine no período colonial, a mão de obra escrava negra foi utilizada somente na
agricultura canavieira, no primeiro século da colonização portuguesa no Brasil.b) por meio do tráfico negreiro, chegaram ao Brasil indivíduos trazidos, principalmente, do norte da
África islamizada.
c) apesar da utilização da mão de obra escrava negra na colônia, os portugueses nunca participaram
da comercialização de escravos, pois essa atividade era exclusiva dos holandeses.
d) o tráfico negreiro foi legalmente extinto no Brasil com a Lei Eusébio de Queirós ( 1850); já a Lei
Áurea, que abolia definitivamente a escravidão, só foi assinada anos depois ( 1888).
e) a opção pela mão de obra escrava negra deveu-se ao fato de os indígenas serem extremamente
rebeldes, e os africanos aceitarem com passividade o cativeiro.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2017
História - Questão da Escravidão
O movimento abolicionista, que levou à libertação dos escravos pela Lei Áurea em 13 de maio de
1888, foi a primeira campanha de dimensões nacionais com participação popular. Nunca antes tantos
brasileiros se haviam mobilizado de forma tão intensa por uma causa comum, nem mesmo durante a
Guerra do Paraguai. Envolvendo todas as regiões e classes sociais, carregou multidões a comícios e
manifestações públicas e mudou de forma dramática as relações políticas e sociais que até então
vigoravam no país.
 
GOMES, L. 1889. São Paulo: Globo, 2013 (adaptado).
 
O movimento social citado teve como seu principal veículo de propagação o(a)
a) imprensa escrita.
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257) 
b) oficialato militar.
c) corte palaciana.
d) clero católico.
e) câmara de representantes.
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IAUPE - Sold (CBM PE)/CBM PE/2017
História - Questão da Escravidão
"O quilombo constitui questão relevante desde os primeiros focos de resistência dos africanos ao
escravismo colonial, reaparece no Brasil/república com a Frente Negra Brasileira (1930/40) e retorna à
cena política no final dos anos 70, durante a redemocratização do país. Trata-se, portanto, de uma
questão persistente, tendo na atualidade importante dimensão na luta dos afro-descendentes."
 
(LEITE, Ilka Boaventura. Os quilombos no Brasil: questões conceituais e normativas. Etnográfica, Vol. IV (2), 2000,
pp. 333-354).
 
Em relação aos Quilombos dos Palmares e do Catucá, assinale a alternativa CORRETA.
a) A proximidade que o Quilombo do Catucá tinha do Recife, localizado entre as freguesias do Recife,
Paratibe e Paulista, permitiu aos seus moradores elaborarem uma série de táticas de sobrevivência,
que perpassavam pela cooperação da população negra livre e dos escravos dos engenhos próximos.
b) Segundo os historiadores, os quilombos dos Palmares e do Catucá não possuíam elementos que
os pudessem distinguir, até por que tanto as condições socioculturais que os formaram como a
estrutura da Província de Pernambuco permaneciam as mesmas.
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258) 
c) A escassez de documentos que versem a respeito dos quilombos de modo geral torna toda a
literatura existente sobre Palmares e Catucá ilações dos historiadores. Não existem, assim,
informações precisas e verídicas que possibilitem se conhecerem esses locais de resistência escrava.
d) Ao contrário do observado em Palmares, o Catucá não era um quilombo dividido em vários grupos
no meio da floresta. Além disso, o único meio de vida dos quilombolas era a agricultura de
subsistência, não praticando furtos nos engenhos e assaltos nas estradas.
e) Quando finalmente os holandeses conseguiram vencer a resistência luso-brasileira, eles
encontraram várias plantações queimadas, engenhos destruídos e escravos fugidos. Foi justamente
nesse contexto de batalha que foram criadas as condições necessárias para o aparecimento do
Quilombo dos Palmares.
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STRIX - Vest (EBMSP)/EBMSP/Medicina/2017
História - Questão da Escravidão
A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América
 
Houve reações em todos os grupos indígenas, muitos lutando contra os colonizadores até a morte ou
fugindo para regiões mais remotas. Essa reação indígena contra a dominação portuguesa ocorreu pelo
fato de que as sociedades indígenas sul-americanas desconheciam a hierarquia e, consequentemente,
não aceitavam o trabalho compulsório.
 
Disponível em: <http://vestibulareestudos.blogspot.com.br>.
Acesso em: mar. 2017.
 
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259) 
A leitura do texto e os conhecimentos sobre a escravidão africana no Brasil permitem identificar como
elemento comum aos dois sistemas
a) a intensa luta contra a escravidão, com ataques a propriedades, vilas e povoados em áreas de
grande produção agrícola para a exportação.
b) a fuga para locais de difícil acesso, onde organizavam comunidades que reproduziam suas práticas
materiais e culturais.
c) a submissão passiva ao sistema escravista, com participação no processo produtivo nas suas
diversas formas de expressão.
d) a preferência pelas atividades urbanas, onde encontravam oportunidade para reunir recursos para
sua alforria.
e) a aceitação da catequese jesuítica que, por meio da educação, possibilitava a civilização dos
escravos e sua provável libertação.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2017
História - Questão da Escravidão
Sou filho natural de uma negra, africana livre, da Costa da Mina (Nagô de Nação), de nome Luiza
Mahin, pagã, que sempre recusou o batismo e a doutrina cristã. Minha mãe era baixa de estatura,
magra, bonita, a cor era de um preto retinto e sem lustro, tinha os dentes alvíssimos como a neve, era
muito altiva, geniosa, insofrida. Dava-se ao comércio — era quitandeira, muito laboriosa e, mais de uma
vez, na Bahia, foi presa como suspeita de envolver-se em planos de insurreição de escravos, que não
tiveram efeito.
 
AZEVEDO, E. "Lá vai verso". Luiz Gama e as primeiras trovas burlescas de Getulino. In: CHALHOUB, S.; PEREIRA, L.
A. M. A história contada: capítulos de história social da literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998
(adaptado).
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260) 
 
Nesse trecho de suas memórias, Luiz Gama ressalta a importância dos(as)
a) laços de solidariedade familiar.
b) estratégias de resistência cultural.
c) mecanismos de hierarquização tribal.
d) instrumentos de dominação religiosa.
e) limites da concessão de alforria.
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IBFC - Sold (PM BA)/PM BA/2017
História - Questão da Escravidão
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Dentro do universo colonial, é importante destacar o cotidiano das relações escravistas. Embora muitos
proprietários vissem os cativos como simples “coisas” e usassem a força e outros recursos para conservá-
los nessa categoria, _____________________________.
a) os escravos, os libertos e seus descendentes foram agentes passivos mesmo diante das
imposições feitas pelos proprietários
b) os escravos, os libertos e seus descendentes foram grandes parceiros dos indígenas no início da
colonização portuguesa
c) os escravos, os libertos e seus descendentes também foram agentes transformadores de seu
tempo
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261) 
d) os escravos aceitavam as imposições culturais e religiosas da cultura portuguesa e, em razão
disso, não podem ser considerados agentes transformadores de seu tempo
e) os escravos, os libertos e seus descendentes também foram agentes conservadores de seu tempo
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PICSIS - Vest (SLMANDIC)/SLMANDIC/Medicina/Campus Araras/2017
História - Questão da Escravidão
Leia o texto. Entre 1500 e 1856, a cada cinco pessoas no mundo que foram escravizadas, uma
colocou os pés no Rio de Janeiro. Por muito tempo, imaginou-se que pouco mais de um milhão de
escravos desembarcaram na cidade — e mais 2,6 milhões teriam sido levados para outros pontos do
litoral brasileiro. Agora, estudiosos afirmam que o número relativo ao Rio é muitomaior que o estimado
por vários historiadores. Estudos recentes, baseados em minucioso banco de dados criado pela
Universidade de Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, reúnem registros portuários feitos ao longo de
três séculos e meio. Esses dados recentes nos dão a dimensão quantitativa da presença de africanos
escravizados no Brasil.
 
(FRANÇA, Renan. O Globo. Publicado 06-04-2016. Disponível:
https://oglobo.globo.com/rio/pesquisa-americana-indica-que-rio-recebeu-2-milhoes-de-escravos-
africanos-15784551. Adaptado. Acesso: 20 jun. 2017.)
 
A análise citada no texto, vinculada ao Sítio Arqueológico Cais do Valongo, localizado na zona portuária
do Rio de Janeiro e que ganhou o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2017, dá a dimensão da
importância da mão de obra africana escravizada no Brasil. O período citado no texto inclui o início das
políticas de combate ao sistema de exploração de mão de obra escrava iniciado pela Inglaterra, no
princípio do século XIX. O resultado dessas políticas no Brasil foi
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262) 
a) rápido, observado por meio da adoção de medidas legais pelo governo brasileiro, que levaram à
extinção do sistema, ainda na primeira metade do século XIX.
b) gradual, na medida em que as leis decorrentes da pressão inglesa apenas retardaram o término
da escravidão, ocorrida somente no final do século XIX.
c) radical, adotando a Lei do Ventre Livre, que passou a vigorar para todos os escravos que haviam
nascido no Brasil, mesmo antes da referida lei entrar em vigor.
d) ineficaz, já que continuaram a entrar africanos escravizados no Brasil, inclusive por contrabando,
reforçando o uso do sistema escravocrata de trabalho até o século XX.
e) consensual entre a elite brasileira, já que esta para substituir a escravidão, passou a adotar
medidas de assalariamento, absorvendo a maior parte dos ex-escravos como empregados.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2017
História - Questão da Escravidão
O trabalho escravo é crime previsto no Artigo 149 do Código Penal brasileiro, o que não tem
impedido que, cada vez mais, sejamos confrontados com notícias sobre a existência de formas análogas
de escravização no Brasil.
 
Essa realidade, embora distante, no tempo da escravidão legalmente aceita, remete à reflexão acerca do
processo que culminou com a abolição da escravatura no Brasil, sobre o qual é possível salientar que:
a) a extinção do tráfico internacional de pessoas escravizadas através da lei Eusébio de Queirós
diminuiu o preço atribuído aos escravizados no mercado de trabalho.
b) a lei do ventre livre resultou do empenho da Inglaterra em suprimir o trabalho escravo no Brasil.
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263) 
c) a lei dos sexagenários constituiu-se quase que “letra morta”, uma vez que os indivíduos
escravizados dificilmente atingiam essa faixa etária.
d) a participação dos negros no projeto de emancipação escrava se deu através de alforrias
condicionadas à benevolência daqueles que os escravizavam.
e) a princesa Isabel à frente do partido liberal empenhou-se na causa abolicionista.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2017
História - Questão da Escravidão
A existência da escravidão se fez dentro do modelo do regime colonial, a qual:
a) manteve-se até o final do século XVIII.
b) registrou lutas contra a opressão dos senhores.
c) consolidou-se nas cidades, sem repercussões nos serviços domésticos.
d) não era importante para a produção do algodão e do café.
e) trouxe um período de grandes riquezas no século XIX.
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Instituto AOCP - Vest (UNCISAL)/UNCISAL/2017
História - Questão da Escravidão
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264) No Brasil pós-abolição, na virada do século XIX para o século XX, um conjunto de teorias raciais foi
elaborado pelos intelectuais da época com o intuito de explicar a formação nacional brasileira. Dentre as
teorias elaboradas, a que mais ganhou destaque nesse momento foi a do médico Raymundo Nina
Rodrigues (1862-1906), que afirmava a determinação da hereditariedade biológica sobre as instituições
sociais da nação brasileira. É correto afirmar que uma das consequências desse tipo de pensamento se
manifestou
a) na política do branqueamento da população brasileira e na adoção de mão de obra de origem
imigrante europeia na lavoura brasileira no início do século XX.
 
b) no estabelecimento de ações afirmativas e na criação de cotas para a população negra no serviço
público, durante toda a vigência da Primeira República.
c) na defesa do africanismo como sistema cultural brasileiro, amplamente difundido no sistema
escolar da época.
d) no desenvolvimento das chamadas epistemologias do sul no pensamento filosófico produzido no
Brasil no final do Segundo Império.
e) na produção de um código civil segregacionista, instaurando oficialmente o apartheid em todo o
Brasil a partir da proclamação da República.
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FUNDEP - Of BM (CBM MG)/CBM MG/2016
História - Questão da Escravidão
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265) 
266) 
Leia o trecho a seguir.
“A atual Constituição Brasileira estabelece como um dos objetivos fundamentais do Estado promover o
bem estar de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de
discriminação.
Decorre desse princípio o repúdio ao racismo, declarado crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de
reclusão (Art. 5º, XLII) [...].”
COTRIM, Gilberto. História Global Brasil e Geral. Volume único. São Paulo: Ed. Saraiva, 2008, 7ª tiragem. p. 393.
A finalização oficial da escravidão no Brasil percorreu um longo caminho até a Lei Áurea de 1888, e até
hoje ainda se pode vivenciar situações de desrespeitos. Essa luta foi iniciada em 1850, com a lei que
proibia o tráfico de escravos da África para o Brasil.
Essa lei é conhecida como:
a) Tarifa Alves Branco.
b) Lei Eusébio de Queiroz.
c) Lei Bill Aberdeen.
d) Lei Nabuco de Araújo.
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COMVEST UNICAMP - Vest (UNICAMP)/UNICAMP/Vestibular Unicamp (VU)/2016
História - Questão da Escravidão
O documento abaixo foi redigido pelo governador de Pernambuco, Caetano de Melo e Castro, em
18 de agosto de 1694, para comunicar ao Rei de Portugal a tomada da Serra da Barriga.
 
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“ (...) Não me parece dilatar a Vossa Majestade da gloriosa restauração dos Palmares, cuja feliz vitória
senão avalia por menos que a expulsão dos holandeses, e assim foi festejada por todos estes povos com
seis dias de luminárias. (...) Os negros se achando de modo poderosos que esperavam o nosso exército
metidos na serra (....), fiando-se na aspereza do sítio, na multidão dos defensores. (...) Temeu-se muito a
ruína destas Capitanias quando à vista de tamanho exército e repetidos socorros como haviam ido para
aquela campanha deixassem de ser vencidos aqueles rebeldes pois imbativelmente se lhes unir-se os
escravos todos destes moradores (....)”.
 
(Décio Freitas, República de Palmares – pesquisa e comentários em documentos históricos do século XVII.
Maceió: UFAL, 2004, p. 129.)
 
Sobre o documento acima e seus significados atuais, é correto afirmar que
a) foi escrito por uma autoridade da Coroa na colônia e tem como principal conteúdo a
comemoração da morte de Zumbi dos Palmares. A data de 20 de novembro, como referência ao líder
do quilombo, tem uma conotação simbólica para a população negra em contraponto à visão oficial do
13 de maio de 1888.
b) o feito da tomada de Palmares, em 1694, pelos exércitos da Coroa, é entendido como menos
glorioso quando comparado à expulsão dos holandeses de Pernambuco, em 1654. Os dois eventos
históricos não têm o mesmo apelo para a formação da sociedade brasileira na atualidade.
c) o texto de Caetano de Meloe Castro indica que Palmares não gerou temor às estruturas coloniais
da Capitania de Pernambuco. A comemoração oficial do Dia da Consciência Negra é uma invenção
política do período recente.
d) o Quilombo de Palmares representou uma ameaça aos poderes coloniais, já que muitos eram os
rebeldes que se organizavam ou se aliavam ao quilombo. A data é celebrada, na atualidade, como
símbolo da resistência pelos movimentos negros.
267) 
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2016
História - Questão da Escravidão
As convicções religiosas dos escravos eram entretanto colocadas a duras provas quando de sua
chegada ao Novo Mundo, onde eram batizados obrigatoriamente “para a salvação de sua alma” e deviam
curvar-se às doutrinas religiosas de seus mestres. Iemanjá, mãe de numerosos outros orixás, foi
sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, e Nanã Buruku, a mais idosa das divindades das águas,
foi comparada a Sant’Ana, mãe da Virgem Maria.
 
VERGER, P. Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo. São Paulo: Corrupio, 1981.
 
O sincretismo religioso no Brasil colônia foi uma estratégia utilizada pelos negros escravizados para
a) compreender o papel do sagrado para a cultura europeia.
b) garantir a aceitação pelas comunidades dos convertidos.
c) preservar as crenças e a sua relação com o sagrado.
d) integrar as distintas culturas no Novo Mundo.
e) possibilitar a adoração de santos católicos.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2016
História - Questão da Escravidão
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268) 
269) 
O processo de extinção do tráfico de escravos do Brasil foi marcado por uma forte interferência dos
ingleses, o que pode se explicar, entre outras motivações, pelo seu interesse em
a) ampliar o mercado consumidor brasileiro em relação às mercadorias da Inglaterra.
b) converter africanos aos princípios defendidos pelo Protestantismo.
c) intensificar o comércio de escravos nas colônias inglesas.
d) implantar um novo sistema financeiro no Brasil.
e) implementar a produção manufatureira no Brasil. 
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FUVEST - Vest (USP)/USP/2015
História - Questão da Escravidão
Examine o gráfico.
 
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O gráfico fornece elementos para afirmar:
a) A despeito de uma ligeira elevação, o tráfico negreiro em direção ao Brasil era pouco significativo
nas primeiras décadas do século XIX, pois a mão de obra livre já estava em franca expansão no país.
b) As grandes turbulências mundiais de finais do século XVIII e de começos do XIX prejudicaram a
economia do Brasil, fortemente dependente do trabalho escravo, mas incapaz de obter fornecimento
regular e estável dessa mão de obra.
c) Não obstante pressões britânicas contra o tráfico negreiro em direção ao Brasil, ele se manteve
alto, contribuindo para que a ordem nacional surgida com a Independência fosse escravista.
d) Desde o final do século XVIII, criaram-se as condições para que a economia e a sociedade do
Império do Brasil deixassem de ser escravistas, pois o tráfico negreiro estava estagnado.
e) Rapidamente, o Brasil aderiu à agenda antiescravista britânica formulada no final do século XVIII,
firmando tratados de diminuição e extinção do tráfico negreiro e acatando as imposições favoráveis
ao trabalho livre.
270) 
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COPEVE (UFAL) - Vest (UNCISAL)/UNCISAL/2015
História - Questão da Escravidão
Apesar de apoiados por africanos não muçulmanos, que também entraram na luta, os malês foram
os responsáveis por planejar e mobilizar os rebeldes. Suas reuniões – feitas nas casas de libertos, nas
senzalas urbanas, nos cantos de trabalho – misturavam conspiração, rezas e aulas em que se
exercitavam a recitação, a memorização e a escrita de passagens do Corão, o livro sagrado do islamismo.
O próprio levante foi marcado para acontecer no final do mês sagrado do Ramadã, o mês do jejum dos
muçulmanos. Os malês foram para as ruas guerrear usando um abadá branco, espécie de camisolão
tipicamente muçulmano, além de também carregar em volta do pescoço e nos bolsos amuletos
protetores, que eram cópias em papel de rezas e passagens do Corão dobradas e enfiadas em bolsinhas
de couro ou pano.
REIS, João J. A Revolta dos Malês em 1853.
Universidade Federal da Bahia. 2008, p. 4. Disponível em:
<http://www.centroislamico.com.br/docs/revolta_males.doc>. Acesso em: 09 nov. 2015.
A coesão dos negros na Revolta dos Malês, segundo o texto, foi decorrente da sua
a) origem africana.
b) visão ideológica.
c) crença religiosa.
d) prática esotérica.
e) identidade étnica.
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271) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2015
História - Questão da Escravidão
Estimativa do número de escravos africanos desembarcados no Brasil entre os anos de
1846 a 1852
Ano
Número de
escravos
africanos
desembarcados
no Brasil
1846 64 262
1847 75 893
1848 76 338
1849 70 827
1850 37 672
1851 7 058
1852 1 234
 
Disponível em: www.slavevoyages.org. Acesso em: 24 fev. 2012 (adaptado).
 
A mudança apresentada na tabela é reflexo da Lei Eusébio de Queiróz que, em 1850,
a) aboliu a escravidão no território brasileiro.
b) definiu o tráfico de escravos como pirataria.
c) elevou as taxas para importação de escravos.
d) libertou os escravos com mais de 60 anos.
272) 
e) garantiu o direito de alforria aos escravos.
 
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2015
História - Questão da Escravidão
TEXTO I
 
Em todo o país a lei de 13 de maio de 1888 libertou poucos negros em relação à população de cor. A
maioria já havia conquistado a alforria antes de 1888, por meio de estratégias possíveis. No entanto, a
importância histórica da lei de 1888 não pode ser mensurada apenas em termos numéricos. O impacto
que a extinção da escravidão causou numa sociedade constituída a partir da legitimidade da propriedade
sobre a pessoa não cabe em cifras.
 
ALBUQUERQUE, W. O jogo da dissimulação: Abolição e cidadania negra no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras,
2009 (adaptado).
 
TEXTO II
 
Nos anos imediatamente anteriores à Abolição, a população livre do Rio de Janeiro se tornou mais
numerosa e diversificada. Os escravos, bem menos numerosos que antes, e com os africanos mais
aculturados, certamente não se distinguiam muito facilmente dos libertos e dos
pretos e pardos livres habitantes da cidade. Também já não é razoável presumir que uma pessoa de cor
seja provavelmente cativa, pois os negros libertos e livres poderiam ser encontrados em toda parte.
 
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273) 
CHALHOUB, S. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Cia. das
Letras, 1990 (adaptado).
 
Sobre o fim da escravidão no Brasil, o elemento destacado no Texto I que complementa os argumentos
apresentados no Texto II é o(a)
a) variedade das estratégias de resistência dos cativos.
b) controle jurídico exercido pelos proprietários.
c) inovação social representada pela lei.
d) ineficácia prática da libertação.
e) significado político da Abolição.
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CEPERJ - Prof (Saquarema)/Pref Saquarema/MG 1A/2015
História - Questão da Escravidão
Os africanos foram de grande importância para a economia brasileira nos períodos Colonial e
Imperial. Também contribuíram de forma significativa para a construção da identidade do povo brasileiro.
As influências africanas presentes na cultura brasileira devem-se, principalmente, ao seguinte
acontecimento histórico:
a) abertura dos portos brasileiros a outros povos, como os africanos
b) longo período de escravidão no Brasil
c) processo de industrialização a partir do Segundo Reinadod) vinda de imigrantes para o trabalho nas lavouras brasileiras
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274) 
e) vinda para o Brasil de degredados das colônias portuguesas na África
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2015
História - Questão da Escravidão
"A reunião de fatores favoráveis - Tarifa Alves Branco, abolição do tráfico e ascensão do café -
estimulou uma onda de empreendimentos urbanos. O historiador Nelson Werneck Sodré contabiliza:
fundaram-se 62 empresas industriais, 14 bancos, 3 caixas econômicas, 20 companhias de navegação a
vapor, 23 de seguros, 4 de colonização, 8 de mineração, 3 de transportes urbanos, 2 de gás, 8 estradas
de ferro".
(KÓSHIBA, L. / PEREIRA, D.M.F. 8" ed. - História do Brasil no contexto da história ocidental. São Paul o, Atual, 2003, p.
301 ).
 
De acordo com o texto acima, a lei Euzébio de Queiroz que pôs fim ao tráfico internacional de escravos,
o aumento das taxas de importação pela Tarifa Alves Branco e a expansão do cultivo de café na região
sudeste provocaram um surto de modernização no país.
 
Escolha entre as alternativas abaixo aquela que contém o nome do principal e mais rico empresário
capitalista brasileiro nessa época e cujo patrimônio só era superado pelo Império.
a) Visconde de Itaboraí.
b) Barão de Mauá.
c) Rui Barbosa.
d) Visconde do Uruguai.
e) Marquês de Barbacena.
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275) 
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2015
História - Questão da Escravidão
A escravidão foi fundamental para Portugal manter-se no Brasil e construir um sistema de
exploração da cana-de-açúcar. Os escravos:
 
1) trabalhavam na agricultura, sem frequentar os centros urbanos.
 
2) fizeram movimentos de rebeldia que merecem um destaque histórico.
 
3) tiveram grande apoio das instituições filiadas à Igreja Católica.
 
4) lutaram pela sua libertação, sobretudo, na zona açucareira da região sudeste.
 
Está(ão) correta(s) apenas:
a) 1
b) 2
c) 1 e 3
d) 2 e 4
e) 3 e 4
www.tecconcursos.com.br/questoes/1154641
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1172256
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1154641
276) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2014
História - Questão da Escravidão
Passada a festa da abolição, os ex-escravos procuraram distanciar-se do passado de escravidão,
negando-se a se comportar como antigos cativos.
 
Em diversos engenhos do Nordeste, negaram-se a receber a ração diária e a trabalhar sem remuneração.
 
Quando decidiram ficar, isso não significou que concordassem em se submeter às mesmas condições de
trabalho do regime anterior.
 
FRAGA, W.; ALBUQUERQUE, W. R. Uma história da cultura afro-brasileira.
São Paulo: Moderna, 2009 (adaptado).
 
Segundo o texto, os primeiros anos após a abolição da escravidão no Brasil tiveram como característica
o(a)
a) caráter organizativo do movimento negro.
b) equiparação racial no mercado de trabalho.
c) busca pelo reconhecimento do exercício da cidadania.
d) estabelecimento do salário mínimo por projeto legislativo.
e) entusiasmo com a extinção das péssimas condições de trabalho.
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277) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2014
História - Questão da Escravidão
No dia 16 de agosto passado fugiu da Companhia de Mineração do Cuiabá o escravo de nome
Severino de 19 anos de idade, cabra, claro, estatura mais que regular, boa figura, bons dentes, e tem um
sinal de cortadura de uma polegada pouco mais ou menos na testa. Levou chapéu de palha trançado, 1
par de calças azuis, paletó preto, camisa branca, e outras roupas. Está armado de uma pistola pequena
de algibeira e uma faca de ponta. Gratifica-se com quantia acima de 100$000 a quem o apreender e
levá-lo a seu senhor. residente em Sabará, ou o puser em qualquer cadeia da província.
 
Sabará, 2 de outubro de 1880.
 
Jornal A Província de Minas. Ouro Preto, edição 26, 18 dez. 1880.
 
O anúncio de jornal sobre a fuga do escravo Severino mostra um aspecto importante do escravismo
brasileiro. Qual das seguintes afirmações expressa tal aspecto?
a) As alforrias no sistema escravista brasileiros eram obtidas tanto pelo livre consentimento do
senhor quanto pela compra.
b) As fugas de escravos eram duramente reprimidas pelo Estado e pelos senhores de escravos.
c) O movimento abolicionista teve papel fundamental para o fim da escravidão.
d) O paternalismo da escravidão brasileira gerava a preocupação do senhor em conseguir encontrar o
seu escravo em fuga.
e) Os quilombos eram organizações revolucionárias voltadas para o combate ao sistema escravista
brasileiro.
278) 
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FUMARC - Of BM (CBM MG)/CBM MG/2014
História - Questão da Escravidão
Em 13 de maio de 2013, a Lei Áurea completou 125 anos, fruto das pressões internas da sociedade
imperial brasileira e da pressão externa por uma maior dignidade e incremento do comércio
internacional.
 
São consequências diretas da lei de abolição da escravatura, EXCETO:
a) Proclamação da República.
b) A monarquia brasileira perdeu apoio político dos latifundiários.
c) Maior integração de afrodescendentes da sociedade da primeira república.
d) A mão de obra assalariada no Brasil se transformou na principal forma de trabalho por meio de
uma lei.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2014
História - Questão da Escravidão
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279) 
 
A imagem está relacionada à situação social dos negros no Brasil, após a abolição da escravidão, em 13
de maio de 1888, e é reflexo de 
a) uma lei que ratificou a libertação dos escravos, impedindo a difusão do preconceito e da
discriminação aos libertos.
b) um ato da Princesa Isabel, que resultou no fim de mais de três séculos de escravidão e possibilitou
uma vida digna aos negros.
c) uma lei que libertou os escravos, mas sem viabilizar a inserção destes na sociedade e seu acesso a
direitos sociais básicos.
d) um movimento que se desenvolveu no Brasil e que garantiu condições de acesso de forma
igualitária aos negros no mercado de trabalho.
e) um processo que, apesar de lento e gradual, garantiu a cidadania aos ex-escravos, na medida em
que pôs fim à hedionda instituição da escravidão.
 
 
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2014
História - Questão da Escravidão
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280) 
De volta do Paraguai
 
Cheio de glória, coberto de louros, depois de ter derramado seu sangue em defesa da pátria e libertado
um povo da escravidão, o voluntário volta ao seu país natal para ver sua mãe amarrada a um tronco
horrível de realidade!...
 
AGOSTINI. Avida fluminense, ano 3, n. 128, 11 jun. 1870. In: LEMOS, R. (Org.).
Uma história do Brasil através da caricatura (1840-2001). Rio de Janeiro:
Letras & Expressões, 2001 (adaptado).
 
Na charge, identifica-se uma contradição no retorno de parte dos “Voluntários da Pátria" que lutaram na
Guerra do Paraguai (1864-1870), evidenciada na
281) 
a) negação da cidadania aos familiares cativos.
b) concessão de alforrias aos militares escravos.
c) perseguição dos escravistas aos soldados negros.
d) punição dos feitores aos recrutados compulsoriamente.
e) suspensão das indenizações aos proprietários prejudicados.
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NC UFPR (FUNPAR) - Cad (PM PR)/PM PR/2014
História - Questão da Escravidão
Se, durante décadas, o dia 13 de maio foi comemorado como a data da abolição da escravidão,
recentemente o dia 20 de novembro foi instituído no Brasil como o Dia da Consciência Negra. Sobre os
sentidos dessas duas datas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
 
( ) O 13 de maio simboliza uma libertação conquistada pelos escravos e pelos abolicionistas juntoao
Império, que instituiu políticas de reparação aos ex-escravos e aos seus descendentes.
 
( ) O 20 de novembro tem se firmado como uma data que relembra a resistência escrava, pois a
abolição da escravidão não ocorreu sem a luta de parte dos escravos, seja de forma coletiva
organizada (quilombos), seja de forma individual (suicídio, fuga, abandono do trabalho).
 
( ) O 13 de maio foi resultado tanto da resistência dos escravos quanto da atuação dos
abolicionistas, porém a abolição da escravidão foi um processo lento que seguiu a situação e as
vontades política e econômica das elites.
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282) 
 
( ) A razão pela demora em se estabelecer o 20 de novembro como uma data comemorativa deveu-
se à escassez de indícios que confirmassem a luta política dos abolicionistas, visto que Rui Barbosa,
então ministro da Fazenda do início da República, incinerou os documentos que comprovavam essas
ações.
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
a) F – V – F – V.
b) F – F – V – V.
c) F – V – V – F.
d) V – F – V – V.
e) V – V – F – F.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2014
História - Questão da Escravidão
Os escravos, obviamente, dispunham de poucos recursos políticos, mas não desconheciam o que
se passava no mundo dos poderosos. Aproveitaram-se das divisões entre estes, selecionaram temas que
lhes interessavam do ideário liberal e anticolonial, traduziram e emprestaram significados próprios às
reformas operadas no escravismo brasileiro ao longo do século XIX.
 
REIS, J. J. Nos achamos em campo a tratar da liberdade: a resistência negra no Brasil
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1154633
283) 
oitocentista. In: MOTA, C. G. (Org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira
(1500-2000). São Paulo: Senac, 1999.
 
Ao longo do século XIX, os negros escravizados construíram variadas formas para resistir à escravidão no
Brasil. A estratégia de luta citada no texto baseava-se no aproveitamento das
a) estruturas urbanas como ambiente para escapar do cativeiro.
b) dimensões territoriais como elemento para facilitar as fugas.
c) limitações econômicas como pressão para o fim do escravismo.
d) contradições políticas como brecha para a conquista da liberdade.
e) ideologias originárias como artifício para resgatar as raízes africanas.
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2014
História - Questão da Escravidão
Observe a imagem abaixo:
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https:www.google.eom.br/search?q=charges+sobre+a+republica+velha&rlz+1C1A.VSF_pt-
BRBR558/BR558&es_sm=122&noj=1&tbm=isch&1bo=u&source=univ&sa=X&ei-
lwfYU_f8H7HnsATO7YG4C.C&ved=0CB0QsAQ&biw-1024&.bih=643
 
A promulgação da Lei Áurea pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888 extinguiu, a escravidão no
Brasil. Entretanto, as Leis Abolicionistas podem ser consideradas um sintoma da crise geral da
escravidão, porque o (a) (s)
a) sucesso das experiências de parceria acelerou a emancipação dos escravos.
b) Lei Áurea, iniciativa do império, pretendia garantir o apoio dos setores rurais.
284) 
c) leis emancipacionistas foram paralelas à progressiva substituição do trabalho escravo por homens
livres.
d) Lei do Ventre Livre (1871) representou uma vitória do movimento abolicionista, o que tornou
irreversível o fim da escravidão.
e) Lei Euzébio de Queiroz (J 850) proibiu o tráfico quando a necessidade de escravos já era
declinante, em decorrência da crise no café.
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CESGRANRIO - Prof (SEEC RN)/SEEC RN/História/2011
História - Questão da Escravidão
A escravidão já existia no continente africano antes da chegada dos europeus, na Idade Moderna.
 
A respeito do comércio de escravos entre a África e outras partes do mundo, considere as afirmações
abaixo.
 
I - As guerras eram o principal instrumento que os africanos utilizavam para transformar seus
inimigos em escravos para venda no litoral.
 
II - A venda de escravos para suprir demandas externas já era atividade estabelecida no continente
africano desde o primeiro milênio da Era Cristã.
 
III - O aumento da demanda americana por escravos africanos contribuiu para intensificar e
interiorizar a concorrência entre os diversos tipos de Estados africanos.
 
É correto o que se afirma em
a) I, apenas.
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285) 
b) II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
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CESGRANRIO - Prof (SEEC RN)/SEEC RN/Pedagogia/Sem Especialidade/2011
História - Questão da Escravidão
A crescente participação do café na economia e a necessidade da mão de obra escrava para
derrubar floresta, plantar as mudas e fazer a colheita dificultaram a implementação da Lei Feijó.
Assinada entre o Governo da Regência do Brasil e a Grã- Bretanha em 7 de novembro de 1831, a lei,
em seu artigo 1º, declarava: “Todos os escravos, que entrarem no território ou portos do Brasil,
vindos de fora, ficam livres”.
 
Disponível em: <http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/cafe-no-bolso>. Acesso em 13 out. 2011.
 
A partir da leitura do texto conclui-se que, no referido contexto histórico, os cafeicultores
a) bloquearam a entrada de novos trabalhadores nos portos do Brasil.
b) proibiram a assinatura dos tratados entre a Grã-Bretanha e o Brasil.
c) promoviam ações a favor da abolição da escravatura.
d) participavam mais intensamente da política após a proclamação da República.
e) eram muito poderosos, influenciando os rumos da política do país no século XIX.
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CESGRANRIO - Prof (SEEC RN)/SEEC RN/História/2011
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2058154
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2055733
286) 
287) 
História - Questão da Escravidão
Por seu tamanho, duração e significado, o Quilombo dos Palmares foi o caso mais emblemático de
resistência escrava no Brasil. O período do auge do crescimento da população do Quilombo e a morte de
seu líder Zumbi dos Palmares relacionam-se, respectivamente,
a) à retomada de Angola pelos portugueses e ao Tratado de Methuen
b) às invasões holandesas e ao sertanismo de contrato
c) às invasões holandesas e ao Tratado de Methuen
d) ao aumento das alforrias em Pernambuco e ao sertanismo de contrato
e) ao aumento das alforrias em Pernambuco e à descoberta de ouro
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
História - Questão da Escravidão
(...) O que constitui uma região no espaço colonial? A região só ganha significação quando
percebida à luz de um sistema de relações sociais que articula tanto os elementos que lhe são internos
quanto externos. A região, assim, como uma construção que se efetua a partir da vida social dos
homens, dos processos adaptativos e associativos que vivem, além das formas de consciência social que
lhes correspondem. A região colonial como espaço vivo, em movimento, expressando a dominação
exercida pelo colonizador sobre um território, mas, sobretudo, uma dominação sobre os demais agentes
participantes da aventura colonizadora. (...) Ela recupera por meio da ação do colonizador seu primitivo
valor: “regere”, comandar. Não por outra razão, a contestação de uma dominação deve ganhar também o
conteúdo de contestação da organização espacial que a possibilita: à região colonial contrapõe-se assim
o quilombo negro.
 
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288) 
MATTOS, Ilmar Rohloff de. O Tempo Saquarema. A formação do Estado Imperial. 5a ed. São Paulo:
HUCITEC, 2004: 35-37. (Adaptado)
 
De acordo com o texto, os quilombos constituídos ao longo do processo de colonização na América
portuguesa teriam significado a(o)
a) reificação das hierarquias da sociedade colonial.
b) explicitação do caráter improdutivo do uso predominante do trabalho escravo.
c) desestruturação das atividades econômicasinstituídas no espaço colonial.
d) antagonismo às relações socioeconômicas instauradas nas regiões coloniais.
e) reconhecimento do direito à liberdade das populações escravizadas.
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
História - Questão da Escravidão
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2689447
 
Porteiro — “Queira perdoar, mas ... com aquele negrinho, não pode entrar.
Pedro II — “Mas é que eu não posso separar-me dele: é ele quem me veste,
quem me dá de comer, quem ... quem me serve em tudo, afinal!
Porteiro — “É que ... Enfim, em atenção às ilustres qualidades pessoais de tão
sábio soberano, creio que as nações civilizadas não duvidarão em admiti-lo.
 
TAVORA, Araken. D. Pedro II e o seu mundo através da caricatura. Rio de Janeiro: Editora Documentário , 1976, p.
119.
 
A partir da década de 1870, as críticas à vigência da escravidão na sociedade brasileira tornaram-se mais
frequentes, figurando em jornais e periódicos, como exemplificado na charge acima.
 
Nesse contexto, a condenação da escravidão foi promovida em função da(s)
a) incompatibilidade entre os ideais de ordem e a civilização defendidos pela direção do Estado
imperial e a vigência do liberalismo político no Brasil.
b) difusão de teorias raciais reificadoras dos malefícios da escravidão para as populações negras e
mestiças.
c) inviabilidade de legitimar o escravismo na conjuntura internacional de reconhecimento dos direitos
universais de homens e cidadãos.
d) expansão das propostas de reforma tanto do sistema político brasileiro quanto das condições do
exercício da cidadania.
e) pressões de cafeicultores cuja renda havia diminuído frente à crescente depreciação do valor da
mão de obra escrava.
 
289) 
290) 
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CESGRANRIO - Prof (Pref Manaus)/Pref Manaus/História/2004
História - Questão da Escravidão
Quanto à escravidão em território brasileiro, é INCORRETO afirmar que a(o):
a) Lei Áurea legitimou o reconhecimento jurídico dos direitos dos escravos como cidadãos livres.
b) formação dos latifúndios agro-exportadores e a descoberta de ouro nas Minas Gerais intensificaram
a entrada de mão-de-obra escrava no Brasil.
c) mão-de obra escrava negra era majoritária nas principais atividades econômicas do Brasil.
d) escravidão era uma das principais atividades econômicas no período do Império.
e) tráfico negreiro tornou-se o meio responsável pela penetração da mão-de-obra negra na economia
brasileira.
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DECEx - CFGS (ESA)/ESA/Geral/2021
História - Crise do Estado Monárquico
No final do século XIX a monarquia Brasileira estava desgastada politicamente, o que resultou
numa crise. Sobre os fatos ocorridos durante a crise da monarquia brasileira e Proclamação da República,
pode-se afirmar que:
a) a Igreja Católica foi a única instituição que apoiou o imperador até a sua queda.
b) o Manifesto Republicano já havia sido lançado no final do século XVIII, pela Conjuração Carioca.
c) a proclamação da República foi efetivada sem a participação de militares do Exército.
d) com a abolição da escravidão, muitos senhores de escravos passaram a apoiar a causa
republicana.
e) o governo monárquico não reagiu à situação difícil que se encontrava.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1896643
291) 
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FCC - Ap (SABESP)/SABESP/Assistente Administrativo/2019
História - Crise do Estado Monárquico
Considere o texto.
 
A partir da década de 1870, começaram a surgir uma série de sintomas de crise do Segundo Reinado,
dentre eles, o início do movimento republicano e os atritos do governo imperial com o Exército e a
Igreja.
 
(Adaptado de: FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002, p. 217)
 
 
Os atritos com o Exército e com a Igreja, aos quais se refere o autor, e que contribuíram para a
proclamação da República no Brasil, estiveram relacionados, respectivamente,
a) à crescente influência do positivismo no Exército Brasileiro e à presença de maçons em cargos
políticos importantes ligados ao Imperador, criticados pela Igreja Católica.
b) à derrota dos militares na Guerra do Paraguai e à separação entre Estado e Igreja desde a
Constituição de 1824.
c) à insatisfação dos militares com a proposta de dissolução do Exército por parte da Nobreza e a
proibição, por Dom Pedro II, de padres participarem da política.
d) à reivindicação por melhores salários e certos privilégios, por parte dos oficiais do Exército, e a
contestação do poder e da autoridade religiosa do Papa em território nacional, pelo Imperador.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/897704
292) 
e) às aspirações expansionistas defendidas pelo Exército, que contrariavam a política imperial, e o
casamento do Imperador com uma herdeira dos Bourbon, de religião protestante.
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DECEx - Alun (EsPCEx)/EsPCEx/2019
História - Crise do Estado Monárquico
Ideias republicanas estavam presentes entre os brasileiros há tempos. No século XVIII, inspiraram
movimentos contra o domínio português. Em 1870, um grupo de políticos lançou, no Rio de Janeiro, o
Manifesto Republicano. Os seguintes episódios, ocorridos na segunda metade do século XIX, abalaram o
Império Brasileiro. Considerando os seguintes fatos:
I – Questão Militar.
II – Questão de Fronteiras.
III – Questão Religiosa.
IV – Questão da Cisplatina.
V – Questão Abolicionista.
Assinale abaixo a alternativa em que todas as proposições estão corretas no que se refere às questões
que contribuiram para o fim do período Imperial Brasileiro.
a) I e II.
b) I, II e III.
c) I, III e V.
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293) 
294) 
d) III, IV e V.
e) IV e V.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2019
História - Crise do Estado Monárquico
A queda do império no Brasil não se deu apenas por uma causa, mas por um acúmulo de fatores.
Analise os fatos apresentados a seguir e assinale o que NÃO corresponde a uma causa para o fim da
monarquia no Brasil.
a) Guerra de Canudos, ocorrida em uma comunidade rural no interior da Bahia, que provocou
milhares de mortes e abalou a popularidade do império.
b) Movimento Abolicionista, que provocou o fim da escravidão no império, causando a ira de muitos
latifundiários escravistas.
c) Questão Militar, em que oficiais do exército brasileiro se opuseram à monarquia, o que conduziu
muitos militares aos quadros do movimento republicano.
d) Questão Religiosa, oriunda do choque entre a maçonaria, liderada pelo próprio imperador, e
clérigos da igreja católica, o que agravou a imagem da monarquia.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2155798
IBGP - Vest (UNIPAC)/UNIPAC/Medicina/2018
História - Crise do Estado Monárquico
Sobre o advento da República no Brasil, observe a charge a seguir:
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1794708
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2155798
 
Disponível em: https://www.historiadobrasil.net/resumos/crise_
segundo_reinado.htm. Acesso: 01 out. 2018
 
A charge de Angelo Agostini, publicada na Revista Ilustrada em 1882, retrata CORRETAMENTE:
a) A monarquia perdendo o apoio da Igreja e dos Militares.
b) A crítica do caráter centralizador e hereditário da monarquia.
c) A crítica das propostas republicanas conservadoras, defendendo ampla mobilização popular para
derrubar a monarquia.
d) A representatividade do Imperador D. Pedro II, sendo derrubado do trono pelos republicanos.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2016
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1191671
295) 
História - Crise do Estado Monárquico
“Precauções que aconselhamos à Sua Alteza,
o Sr. Conde D’Eu, quando tiver de visitar escolas.
Se Sua Alteza imitasse o seu augusto sogro, Dom
Pedro II, não teria nunca ocasião de contestar
fatos históricos”.
 
AGOSTINI, A. Revista Illustrada, n. 309, 29 jul. 1882 (adaptado).Segundo a charge, os últimos anos da Monarquia foram marcados por
a) debates promovidos em espaços públicos, contando com a presença da família real.
b) atividades intensas realizadas pelo Conde D'Eu, numa tentativa de salvar o regime monárquico.
296) 
c) revoltas populares em escolas, com o intuito de destituir o monarca do poder e coroar o seu
genro.
d) críticas oriundas principalmente da imprensa, colocando em dúvida a continuidade do regime
político.
e) dúvidas em torno da validade das medidas tomadas pelo imperador, fazendo com que o Conde
D'Eu assumisse o governo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1479414
VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2015
História - Crise do Estado Monárquico
Não há dúvida de que os republicanos de São Paulo e do Rio de Janeiro representavam
preocupações totalmente distintas. Enquanto os republicanos da capital, ou melhor, os que assinaram o
Manifesto de 1870, refletiam as preocupações de intelectuais e profissionais liberais urbanos, os paulistas
refletiam preocupações de setores cafeicultores de sua província. [...] A principal preocupação dos
paulistas não era o governo representativo ou direitos individuais, mas simplesmente a federação, isto é,
a autonomia estadual.
 
(José Murilo de Carvalho. A construção da ordem, 1980.)
 
As diferenças entre os republicanos de São Paulo e do Rio de Janeiro, nas décadas de 1870 e 1880,
podem ser explicadas, entre outros fatores,
a) pelo interesse dos paulistas em reduzir a interferência do governo central nos seus assuntos
econômicos e em concentrar, na própria província, a maior parte dos recursos obtidos com
exportação.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1479414
297) 
b) pela disposição dos intelectuais da capital de assumir o controle pleno da administração política
nacional e de eliminar a hegemonia econômica dos cafeicultores e comerciantes de São Paulo.
c) pela ausência de projetos políticos nacionais comuns aos representantes de São Paulo e do Rio de
Janeiro e pela defesa pragmática dos interesses econômicos das respectivas províncias.
d) pelo esforço dos paulistas em eliminar as disparidades regionais e em aprofundar a unidade do
país em torno de um projeto de desenvolvimento econômico nacional.
e) pela presença dos principais teóricos ingleses e franceses do liberalismo no Rio de Janeiro e por
sua influência junto à intelectualidade local e ao governo monárquico.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1174312
FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2015
História - Crise do Estado Monárquico
O Manifesto Republicano, de 1870, publicado no primeiro número do periódico 'A República'
consistiu em uma declaração
a) redigida por membros do Partido Liberal, dito histórico, que reproduziu ideias contidas na
Declaração Universal dos Direitos Humanos.
b) feita por dissidentes radicais do Partido Liberal em defesa do regime republicano e libertação dos
escravos.
c) elaborada por dissidentes do Partido Conservador que defendiam a manutenção de privilégios
fiscais aos fazendeiros de café.
d) assina a por dissidentes do Partido Liberal, que propunha várias reformas sócio-políticas, sem,
contudo, posicionar-se sobre a escravidão.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1174312
298) 
e) elaborada pelo Partido Republicano, que ignorara questões como democracia, federalismo e
centralismo.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2014
História - Crise do Estado Monárquico
Respeitar a diversidade de circunstâncias entre as pequenas sociedades locais que constituem uma
mesma nacionalidade, tal deve ser a regra suprema das leis internas de cada Estado. As leis municipais
seriam as cartas de cada povoação doadas pela assembleia provincial, alargadas conforme o seu
desenvolvimento, alteradas segundo os conselhos da experiência. Então, administrar-se-ia de perto,
governar-se-ia de longe, alvo a que jamais se atingirá de outra sorte.
 
BASTOS, T. A província (1870). São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1937 (adaptado).
 
O discurso do autor, no período do Segundo Reinado no Brasil, tinha como meta a implantação do
a) regime monárquico representativo.
b) sistema educacional democrático.
c) modelo territorial federalista.
d) padrão político autoritário.
e) poder oligárquico regional.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1059400
299) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2014
História - Crise do Estado Monárquico
Em 1879, cerca de cinco mil pessoas reuniram-se para solicitar a D. Pedro II a revogação de uma
taxa de 20 réis, um Vintém, sobre o transporte urbano. O vintém era a moeda de menor valor da época.
A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Ao grito de “Fora o vintém!", os
manifestantes espancaram condutores, esfaquearam mulas, viraram bondes e arrancaram trilhos. Um
oficial ordenou fogo contra a multidão. As estatísticas de mortos e feridos são imprecisas. Muitos
interesses se fundiram nessa revolta, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos.
Desmoralizado, o ministério caiu. Uma grande explosão social, detonada por um pobre Vintém.
 
Disponível em: www.revistadehistoria.com.br. Acesso em: 4 abr. 2014 (adaptado).
 
A leitura do trecho indica que a coibição violenta das manifestações representou uma tentativa de
a) capturar os ativistas radicais.
b) proteger o patrimônio privado.
c) salvaguardar o espaço público.
d) conservar o exercício do poder.
e) sustentar o regime democrático.
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DSEA UERJ - Vest (UERJ)/UERJ/2014
História - Crise do Estado Monárquico
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300) 
301) 
A um grito de “Fora o vintém!”, os manifestantes começaram a espancar condutores, esfaquear
mulas, virar bondes e arrancar trilhos ao longo da rua Uruguaiana. Dois pelotões do Exército ocuparam o
Largo de São Francisco, postando-se parte da tropa em frente à Escola Politécnica, atual prédio do
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. A multidão dispersou-se e, salvo pequenos distúrbios
nos três dias seguintes, estava findo o motim do vintém. A cobrança da taxa passou a ser quase
aleatória. As próprias companhias de bondes pediam ao governo que a revogasse. Desmoralizado, o
ministério caiu a 28 de março. O novo ministério revogou o desastrado tributo.
 
Adaptado de CARVALHO, José Murilo de. A Guerra do Vintém. Revista de História, setembro/2007.
 
Ocorrida entre o final de 1879 e o início de 1880, a Revolta do Vintém representou a manifestação de
segmentos populares descontentes com a decisão do governo de aumentar os preços das passagens dos
bondes puxados a burro, que trafegavam na então capital do Império.
 
Um dos principais efeitos dessa revolta naquele momento foi:
a) politização dos oficiais militares
b) privatização dos serviços públicos
c) modernização dos meios de transporte
d) enfraquecimento das instituições monárquicas
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COTEC FADENOR - Vest (FASA Itabuna)/FASA/Medicina/2018
História - Política Externa no Segundo Reinado
A política externa brasileira, ao longo do Segundo Reinado (1840-1889), foi marcada por conflitos
entre o Brasil e algumas nações vizinhas. Acerca das guerras travadas pelo Império brasileiro, marque a
alternativa INCORRETA.
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302) 
a) O Brasil, o Uruguai e a Argentina aliaram-se e derrotaram o Paraguai de Solano López, no conflito
mais sangrento da América do Sul.
b) A Guerra do Contestado foi travada entre o Império brasileiro e a Argentina pela posse de Santa
Catarina.
c) Em 1851, tropas brasileiras invadiram a Argentina e ajudaram a depor o caudilho Juan Manoel
Rosas.
d) Em 1864, o Brasil voltou a interferir na política externa do Uruguai invadindo esse país e
derrubando o presidente Aguirre, do Partido Blanco.
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CESGRANRIO - Tec Red (TCE-RO)/TCE RO/2007
História - Política Externano Segundo Reinado
“O que quer que façam ou não, os norte-americanos devem agora começar a olhar para longe.”
MAHAN, Alfred T., in MORISON, S.E. e COMMAGER, H.S.,História dos Estados Unidos da América. SP:
Melhoramentos, Tomo II, p. 447.
 
A afirmativa acima tentava justificar o expansionismo norteamericano que, com base na Doutrina Monroe
e no chamado Destino Manifesto, atuava sobre o continente americano. Na tentativa de se proteger
dessas investidas e preservar a soberania territorial brasileira no século XIX, o governo imperial:
a) comprou da Bolívia o Território do Acre, já ocupado por seringueiros brasileiros, que foram,
também, indenizados.
b) estabeleceu a hidrovia Amazonas-Madeira como trajeto exclusivo para a exploração e o
escoamento do ouro encontrado na região.
c) decretou o monopólio da navegação no rio Amazonas, concedendo sua exploração à companhia
fundada por Irineu Evangelista de Souza.
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303) 
d) permitiu a livre navegação no rio Amazonas, na esperança de que, pressionados por outros
países, os EUA desistissem de seus ideais expansionistas.
e) impediu a internacionalização da navegação fluvial na Amazônia, a partir da isenção de impostos,
concedida a quem passasse a utilizar o porto de Belém, no Oceano Atlântico.
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Instituto AOCP - Sold (PM ES)/PM ES/Combatente/2022
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Uma das preocupações do período do Brasil Império, principalmente durante o governo de Pedro
II, era a questão da construção de uma identidade brasileira. Esse aspecto permeou as artes e a ciência
do período. Em relação à busca por uma identidade brasileira e às artes no período imperial, assinale a
alternativa INCORRETA.
a) Nesse período, a maioria das obras foi caracterizada pela escola denominada romantismo.
b) Geralmente abordava-se a figura indígena de forma idealizada, como guerreiros, valentes e com
outras boas virtudes, sendo estes os primeiros brasileiros, logo, essas características pertenciam à
nação com um todo.
c) Um dos grandes nomes da literatura brasileira desse período foi José de Alencar, que, em seus
romances, como O Guarani e Iracema, buscou conciliar a imagem do indígena e do branco.
d) Em 1838, foi fundado o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) com participação direta
do Imperador Pedro II, que visava construir uma “história oficial” da nação brasileira e também
explorar e conhecer melhor o território do país.
e) A maioria das obras desse período enaltecia a forte marca da cultura africana no país, além de
sempre demonstrar mulheres e homens negros em posição de destaque.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2333065
304) 
305) 
NC UFPR (FUNPAR) - Cad (PM PR)/PM PR/2022
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Considere o excerto que a historiadora Lilia Schwarcz escreveu sobre a Independência do Brasil em
1822:
 
A independência brasileira resultou, além do mais, de um projeto muito conservador que pretendia
manter, mais do que mudar.
 
(SCHWARCZ, Lilia. 2022 é aqui e agora. Nexo Jornal, São Paulo, 17 jan. 2022.)
 
A partir dos conhecimentos sobre o período da Independência do Brasil e do período do Império
brasileiro, assinale a alternativa que indica corretamente aspectos que o referido projeto conservador
manteve no Brasil após a Independência.
a) O sistema imperialista, a propriedade colonial e o poder moderador.
b) O sistema feudalista, a propriedade comunal e o gabinete de conciliação.
c) O sistema mercantilista, a propriedade estatal e o parlamentarismo às avessas.
d) O sistema oligopolista, a propriedade multicultora e a política do café-com-leite.
e) O sistema escravista, a propriedade latifundiária e a política restrita à elite.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2021
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Hoje o Rio de Janeiro é famoso pela bela alcunha de "Cidade Maravilhosa", mas seu passado
esconde apelidos muito menos lisonjeiros. "Porto Sujo" e "Cidade da Morte” eram os nomes que os
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306) 
estrangeiros usavam para se referir à capital fluminense antes da Reforma Pereira Passos. Muitos navios
passaram a evitar a Baía de Guanabara por medo. Em um episódio dramático, em 1895, 333 marinheiros
do navio italiano Lombardia, que tinha 340 tripulantes, contraíram febre amarela, e 234 morreram.
 
BIAS, M. Passado a limpo. Disponível em: www.revistadehistoria.com.br.
Acesso em: 14 abr. 2015 (adaptado).
 
Os termos pelos quais a cidade era conhecida no passado, antes da reforma mencionada no texto, são
explicados pela associação entre os seguintes fatores:
a) Endividamento e dependência financeira.
b) Insalubridade e ocupação desordenada.
c) Criminalidade e decadência moral.
d) Pobreza e corrupção política.
e) Imigração e êxodo rural.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2021
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Ó anúncio! Tu és a luz dos historiadores futuros. O anúncio é hoje em dia o rei das opiniões. O
anúncio faz uma reputação. Um homem que não materializou seu nome num anúncio não é digno de
figurar na lista de eleitores, nem de ter voto para membro de qualquer associação. O anúncio, esse
agente do industrialismo, triunfa até mesmo nas límpidas esferas onde outrora reinava soberana a
inspiração.
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307) 
Novo Correio das Modas, ago.-set., 1854 apud MAUAD, A. M. Imagem e autoimagem do Segundo Reinado. In:
ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil.
São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
Ao tratar da importância do anúncio no período oitocentista, o texto destaca o(a)
a) emprego do realismo como forma de superar a escrita rebuscada, imprópria à venda de produtos.
b) papel crescente da publicidade como agente de transformação social na sociedade industrialista.
c) politização dos meios de comunicação, utilizados como instrumento de manutenção da ordem
social.
d) padronização dos princípios sociais como resultado da massificação dos valores éticos da elite.
e) utilização da propaganda como forma de difundir o consumo dos bens necessários à vida moderna.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2019
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Entre os combatentes estava a mais famosa heroína da Independência. Nascida em Feira de
Santana, filha de lavradores pobres, Maria Quitéria de Jesus tinha trinta anos quando a Bahia começou a
pegar em armas contra os portugueses. Apesar da proibição de mulheres nos batalhões de voluntários,
decidiu se alistar às escondidas. Cortou os cabelos, amarrou os seios, vestiu-se de homem e incorporou-
se às fileiras brasileiras com o nome de Soldado Medeiros.
 
GOMES, L. 1822. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.
 
No processo de Independência do Brasil, o caso mencionado é emblemático porque evidencia a
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308) 
a) rigidez hierárquica da estrutura social.
b) inserção feminina nos ofícios militares.
c) adesão pública dos imigrantes portugueses.
d) flexibilidade administrativa do governo imperial.
e) receptividade metropolitana aos ideais emancipatórios.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2019
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas,
administradores públicos e políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro. Em certo
sentido, a estrutura dessa instituição, pelo menos como projeto, reproduzia o modelo centralizador
imperial. Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas províncias deveria haveros respectivos
institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para a capital.
 
DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010 (adaptado).
 
De acordo com o texto, durante o reinado de D. Pedro II, o referido instituto objetivava
a) construir uma narrativa de nação.
b) debater as desigualdades sociais.
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309) 
c) combater as injustiças coloniais.
d) defender a retórica do abolicionismo.
e) evidenciar uma diversidade étnica.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2019
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Durante o segundo reinado, havia, no Brasil, cerca de 20 mil pessoas que podiam ser eleitores e
escolher deputados e senadores (0,4% da população), eles eram homens, católicos e com renda anual
superior a 200 mil-réis. Havia ainda no Brasil 2,2 milhões de mulheres livres, 1,8 milhão de homens livres
pobres, algo em torno de 1,7 milhão de escravos e escravas e outro grande número de pessoas sem
acesso ao voto (praças, estrangeiros, religiosos em regime de clausura, mendigos e não católicos em
geral).
 
Fonte: Brasil 500 anos. IstoÉ, p.72. Estabilização no Império.
 
Considerando esse aspecto da política brasileira, durante o império, explícito nos dados citados, é
correto afirmar que
a) havia uma representação proporcional dos variados grupos sociais na política e no poder durante
a monarquia no Brasil, daí poder-se dizer que se tratava de um sistema democrático.
b) se estabelecia uma participação política de caráter censitário, ou seja, usava-se um critério, o do
rendimento anual, para restringir o direito a votar e a ser votado.
c) apenas o homem, com qualquer renda, poderia ser candidato nas eleições durante a monarquia; a
exclusão das mulheres era fator comum a todas as nações do mundo.
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310) 
d) a restrição do direito ao voto aos estrangeiros, praças, mendigos e analfabetos que havia no
império tem sido mantida até hoje no Brasil.
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VUNESP - Alun Of (PM SP)/PM SP/2018
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
De 1854 a 1858, foram construídas as primeiras linhas telegráficas e de navegação e as primeiras
estradas de ferro, a iluminação a gás chegou às cidades, e o número de escolas e de estabelecimentos
de instrução começou a crescer. A urbanização da capital passava por uma revolução. Nos locais de
maior acesso foram sendo edificados palácios, jardins públicos e amplas avenidas. Ao longo do século
XIX, a corte obteve, ainda, outras melhorias: arborização, calçamento com paralelepípedo, iluminação a
gás, bondes puxados a burro, rede de esgoto e abastecimento domiciliar de água.
(Lilia M. Schwarcz; Heloisa M. Starling.
Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que uma das principais características do Brasil no século XIX era
a) a oposição entre uma economia rural, desconectada das economias centrais do capitalismo, e o
processo de modernização dos centros urbanos.
b) a concentração de recursos em cidades escravistas, como São Paulo e Porto Alegre, em oposição
à carência material de cidades como Rio de Janeiro e Salvador.
c) o contraste entre as pretensões civilizadoras da corte e a violência da escravidão somada à alta
densidade de negros escravizados nas principais cidades.
d) a facilidade de integração territorial, em termos de transporte e comunicação, em um país de
dimensões continentais densamente povoado.
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311) 
e) o complexo processo de reurbanização e modernização que atingiu igualmente todo o território
nacional.
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Nas décadas de 1860 e 1870, as escolas criadas ou recriadas, em geral, previam a presença de
meninas, mas se atrapalhavam na hora de colocar a ideia em prática. Na província do Rio de Janeiro,
várias tentativas foram feitas e todas malsucedidas: colocar rapazes e moças em dias alternados e, em
1874, em prédios separados. Para complicar, na Assembleia, um grupo de deputados se manifestava
contrário ao desperdício de verbas para uma instituição “desnecessária”, e a sociedade reagia contra a
ideia de coeducação.
 
VILLELA, H. O. S. O mestre-escola e a professora. In: LOPES, E. M. T.; FARIA FILHO, L. M.;
VEIGA, C. G. (Org.). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003 (adaptado).
 
As dificuldades retratadas estavam associadas ao seguinte aspecto daquele contexto histórico:
a) Formação enciclopédica dos currículos.
b) Restrição do papel da mulher à esfera privada.
c) Precariedade de recursos na educação formal.
d) Vinculação da mão de obra feminina às áreas rurais.
e) Oferta reduzida de profissionais do magistério público.
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312) 
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Os próprios senhores de engenho eram uns gulosos de doce e de comidas adocicadas. Houve
engenho que ficou com o nome de “Guloso”. E Manuel Tomé de Jesus, no seu Engenho de Noruega,
antigo dos Bois, vivia a encomendar doces às doceiras de Santo Antão; vivia a receber presentes de
doces de seus compadres. Os bolos feitos em casa pelas negras não chegavam para o gasto. O velho
capitão-mor era mesmo que menino por alfenim e cocada. E como estava sempre hospedando frades e
padres no seu casarão de Noruega, tinha o cuidado de conservar em casa uma opulência de doces finos.
 
FREYRE, G. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem do Nordeste do Brasil. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1985 (adaptado).
 
O texto relaciona-se a uma prática do Nordeste oitocentista que está evidenciada em:
a) Produção familiar de bens para festejar as datas religiosas.
b) Fabricação escrava de alimentos para manter o domínio das elites.
c) Circulação regional de produtos para garantir as trocas metropolitanas.
d) Criação artesanal de iguarias para assegurar as redes de sociabilidade.
e) Comercialização ambulante de quitutes para reproduzir a tradição portuguesa.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1188211
313) 
314) 
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
O ponto de partida para o nascimento de uma cozinha brasileira foi o livro de receitas Cozinheiro
Imperial, de 1840. Estimulava a nobreza e os ricos a acrescentarem ingredientes e pratos locais em suas
festas. A princesa Isabel comemorou as bodas de prata com um banquete no qual foram servidos bolo
de mandioca e canja à brasileira.
 
RIBEIRO, M. Fome imperial: Dom Pedro II não era um gourmet, mas ajudou a dar forma à
gastronomia brasileira. Aventuras na História, mar. 2014 (adaptado).
 
O uso da culinária popular brasileira, no contexto apresentado, colaborou para
a) enfraquecer as elites agrárias.
b) romper os laços coloniais.
c) reforçar a religião católica.
d) construir a identidade nacional.
e) humanizar o regime escravocrata.
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COMVEST UNICAMP - Vest (UNICAMP)/UNICAMP/Vestibular Indígena (VI)/2018
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
O texto a seguir descreve o longo processo de constituição do Estado nacional brasileiro.
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315) 
 
“De um lado, uma multiplicidade de células políticas, de outro, Estados fortes, mercantis ou francamente
coloniais que, a partir da segunda metade do século XVIII, consolidam suas fronteiras, reduzindo-se a
um único Estado, o português, ao qual sucede, em 1822, oEstado brasileiro.”
(Manuela Carneiro da Cunha, Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, 2009, p. 131.)
 
Como consequência do processo descrito pela autora, pode-se considerar que houve, no período
imperial,
a) um apagamento da diversidade étnica em nome da construção de uma nação homogênea.
b) a construção de uma nação pluriétnica que respeitava as diferenças entre os povos.
c) uma política de saúde e educação diferenciada para as populações indígenas.
d) uma política em que imigrantes eram tão importantes quanto os índios na construção da nação.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2018
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Diversas características culturais marcaram o Brasil durante o Segundo Reinado (1840-1889),
dentre as quais destacou-se
a) a realização da Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, que ocorreu em
São Paulo e congregou grandes nomes do modernismo.
b) o surgimento de uma literatura que unia o lirismo à crítica social e ao realismo fantástico e que
tinha em Jorge Amado e Dias Gomes seus grandes ícones.
c) o aparecimento de grupos teatrais como o Oficina e o Arena, que davam ênfase aos autores
nacionais e usavam a arte para criticar a situação do País.
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316) 
d) o predomínio de uma literatura de construção da identidade nacional, como o romantismo
indianista de José de Alencar e Gonçalves Dias.
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
A expedição que alcançava a foz do Rio Mucuri era liderada por Teófilo Benedito Ottoni (1807-
1869), empresário e político mineiro, que lá pretendia abrir um porto para ligar Minas ao mar. A
localidade de Filadélfia era a materialização desse sonho. O nome escolhido era, ao mesmo tempo, uma
homenagem à cidade símbolo da independência dos Estados Unidos e um manifesto de adesão a ideais
igualitários. Essa filosofia também transparecia na relação com os índios, com os quais o político mineiro
procurou negociar a ocupação do território em troca do respeito ao que hoje chamaríamos de reserva.
 
ARAÚJO, V. L. Uma utopia republicana. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 67,
abr. 2011 (adaptado).
 
Um elemento que caracterizou, no âmbito da sociedade monárquica, o projeto inovador abordado no
texto foi
a) introduzir o protestantismo como mecanismo de integração social.
b) ampliar a cidadania para integrar os grupos autóctones da região.
c) aceitar os aborígenes como mão de obra do empreendimento.
d) reconhecer os nativos para discutir a forma de ocupação do terreno.
e) incorporar a doutrina liberal como fundamento das relações citadinas.
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317) 
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Observe a imagem a seguir.
(A primeira missa no Brasil, óleo sobre tela de Victor Meirelles
de Lima, de 1860. https://goo.gl/Fe64x1. Acesso em 25.09.17)
 
A obra de Victor Meirelles, realizada à época do Império de D. Pedro II, tem o seu contexto de produção
associado à dedicação de vários membros da Academia Imperial de Belas Artes à representação de
momentos importantes da política e da história nacional, com vistas a desenvolver um sentimento
ufanista. Essa obra busca representar o descobrimento
a) como um encontro pacífico e ordenado de raças, com a Igreja e o Estado ao centro e os indígenas
curiosos e passivos, de forma a silenciar sobre os conflitos do passado e do presente, tais como a
invasão e o genocídio indígena do século XVI e a escravidão negra do século XIX.
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b) de maneira apologética, de forma a conferir legitimidade à presença portuguesa na América, com
o objetivo de justificar, em pleno século XIX, a guerra levada adiante pelo Brasil contra o Paraguai,
evidenciando a pretensão brasileira de se constituir como potência hegemônica no Cone Sul.
c) como uma projeção pretérita da importância das elites de grandes proprietários do século XIX,
ressaltando, com isso, o projeto dessas oligarquias em relação à derrubada da monarquia e ao
estabelecimento de uma República que contemplasse os interesses das várias regiões do país.
d) de modo laudatório, ressaltando o papel essencial da Igreja e dos bandeirantes no processo de
colonização do Brasil, o que ensejaria, no século XIX, o desejo da aristocracia rural do Nordeste de se
afirmar como grupo social político e economicamente hegemônico no Império.
e) de forma crítica, ressaltando o caráter violento da conquista portuguesa e da ação da Igreja
Católica, com o objetivo de denunciar as marcas de violência ainda presentes na sociedade imperial,
tais como a escravização de negros africanos e a exploração de imigrantes italianos.
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318) 
Fotografia de Augusto Gomes Leal e da ama de leite
Mônica, cartão de visita de 1860.
 
KOUTSOUKOS,S.S.M. Amas mercenárias: o discurso dos doutores em medicina e os retratos
de amas – Brasil, segunda metade do século XIX. História, Ciência, Saúde-Manguinhos,
2009. Disponível em: http://dx.doi.org. Acesso em: 8 maio 2013.
319) 
 
A fotografia, datada de 1860, é um indício da cultura escravista no Brasil, ao expressar a
a) ambiguidade do trabalho doméstico exercido pela ama de leite, desenvolvendo uma relação de
proximidade e subordinação em relação aos senhores.
b) integração dos escravos aos valores das classes médias, cultivando a família como pilar da
sociedade imperial.
c) melhoria das condições de vida dos escravos observada pela roupa luxuosa, associando o trabalho
doméstico a privilégios para os cativos.
d) esfera da vida privada, centralizando a figura feminina para afirmar o trabalho da mulher na
educação letrada dos infantes.
e) distinção étnica entre senhores e escravos, demarcando a convivência entre estratos sociais como
meio para superar a mestiçagem.
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Observe a imagem a seguir.
 
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(Fonte: https://goo.gl/EO3pt1)
A tela Iracema (1881), de José Maria de Medeiros, é um símbolo
a) do isolamento da monarquia, representada pela indígena melancólica e solitária, no contexto de
crise do império.
b) da vitória do Brasil na guerra do Paraguai, retratada pela flecha enterrada na areia, ressaltando o
papel dos povos indígenas nas batalhas.
c) do apogeu do império, no seu momento de maior prosperidade econômica e força política,
representadas pela louvação aos primeiros colonizadores portugueses.
d) do movimento romântico indigenista, que se apropriou da imagem do herói nativo para resgatar
as origens brasileiras e fomentar o nacionalismo.
e) da retomada da importância econômica que a exploração do pau-brasil, realizada com a ajuda dos
povos nativos, teve no início do período colonial.
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320) 
INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2016
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Xilogravura, 1869. O indígena, representando o Império, coroa
com louros o monarca.
 
Com seu manto real em verde e amarelo, as cores da casa dos Habsburgo e Bragança, mas que
lembravam também os tons da natureza do “Novo Mundo”, cravejado de estrelas representando o
Cruzeiro do Sul e, finalmente, com o cabeção de penas de papo de tucano em volta do pescoço, D.
Pedro II foi coroado imperador do Brasil. O monarca jamais foi tão tropical. Entre muitos ramos de café e
tabaco, coroado como um César em meio a coqueiros e paineiras, D. Pedro transformava-se em sinônimo
danacionalidade.
321) 
 
SCHWARCZ, L. M. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos.
São Paulo: Cia. das Letras, 1998 (adaptado).
 
No Segundo Reinado, a Monarquia brasileira recorreu ao simbolismo de determinadas figuras e alegorias.
 
A análise da imagem e do texto revela que o objetivo de tal estratégia era
a) exaltar o modelo absolutista e despótico.
b) valorizar a mestiçagem africana e nativa.
c) reduzir a participação democrática e popular.
d) mobilizar o sentimento patriótico e antilusitano.
e) obscurecer a origem portuguesa e colonizadora.
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Ô ô, com tanto pau no mato
 
Embaúba* é coroné
 
Com tanto pau no mato, ê ê
 
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322) 
Com tanto pau no mato
 
Embaúba é coroné
 
* Embaúba: árvore comum e inútil por ser podre por dentro, segundo o historiador Stanley Stein.
 
STEIN, S. J. Vassouras: um município brasileiro do café, 1850-1900. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990
(adaptado).
 
Os versos fazem parte de um jongo, gênero poético-musical cantado por escravos e seus descendentes
no Brasil no século XIX, e procuram expressar a
a) exploração rural.
b) bravura senhorial.
c) resistência cultural.
d) violência escravista.
e) ideologia paternalista.
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VUNESP - Alun Of (PM SP)/PM SP/2016
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Observe a imagem.
 
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(Fonte: https://goo.gl/R781VW)
A arquitetura da Estação da Luz e o contexto em que foi construída permitem que se estabeleça uma
relação entre
a) a produção de cana- de- açúcar no interior de São Paulo e a necessidade de abastecer os
engenhos com mão de obra negra escravizada, transportada em trens de origem suíça, o que
influenciou o estilo da construção da estação.
b) a expansão da lavoura cafeeira em direção ao interior de São Paulo e a exportação de capital e
tecnologia ingleses para o Brasil entre os séculos XIX e XX, simbolizados na arquitetura da estação.
c) a industrialização precoce do Oeste paulista e a chegada de imigrantes para trabalharem nas
fábricas de Campinas e arredores, o que levou à construção da estação de estilo francês para
transportá-los do porto ao interior.
d) o projeto das elites da República de interiorização do povoamento, o que levou à construção da
ferrovia, e a influência cultural italiana devido ao alto número de imigrantes, refletida na arquitetura
da estação.
323) 
e) a crescente influência norte-americana no Brasil a partir do início do século XX, evidente na
construção da estação, e a importação da tecnologia ferroviária que o Brasil até então desconhecia,
aprofundando os laços econômicos entre os dois países.
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História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
As camadas dirigentes paulistas na segunda metade do século XIX recorriam à história e à figura
dos bandeirantes. Para os paulistas, desde o início da colonização, os habitantes de Piratininga (antigo
nome de São Paulo) tinham sido responsáveis pela ampliação do território nacional, enriquecendo a
metrópole portuguesa com o ouro e expandindo suas possessões. Graças à integração territorial que
promoveram, os bandeirantes eram tidos ainda como fundadores da unidade nacional. Representavam a
lealdade à província de São Paulo e ao Brasil.
 
ABUD, K. M. Paulistas, uni-vos! Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 34,1 jul. 2008 (adaptado).
 
No período da história nacional analisado, a estratégia descrita tinha como objetivo
a) promover o pioneirismo industrial pela substituição de importações.
b) questionar o governo regencial após a descentralização administrativa.
c) recuperar a hegemonia perdida com o fim da política do café com leite.
d) aumentar a participação política em função da expansão cafeeira.
e) legitimar o movimento abolicionista durante a crise do escravismo.
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324) 
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2016
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
É hoje a nossa festa nacional. O Brasil inteiro, da capital do Império a mais remota e insignificante
de suas aldeolas, congrega-se unânime para comemorar o dia que o tirou dentre as nações dependentes
para colocá-lo entre as nações soberanas, e entregou-lhe os seus destinos, que até então haviam ficado
a cargo de um povo estranho.
 
Gazeta de Notícias, 7 set. 1883.
 
As festividades em torno da Independência do Brasil marcam o nosso calendário desde os anos
imediatamente posteriores ao 7 de setembro de 1822. Essa comemoração está diretamente relacionada
com
a) a construção e manutenção de símbolos para a formação de uma identidade nacional.
b) o domínio da elite brasileira sobre os principais cargos políticos, que se efetivou logo após 1822.
c) os interesses de senhores de terras que, após a Independência, exigiram a abolição da escravidão.
d) o apoio popular às medidas tomadas pelo governo imperial para a expulsão de estrangeiros do
país.
e) a consciência da população sobre os seus direitos adquiridos posteriormente à transferência da
Corte para o Rio de Janeiro.
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325) 
326) 
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DSEA UERJ - Vest (UERJ)/UERJ/2014
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
A pintura histórica alcançou no século XIX importante lugar no projeto político do Segundo Reinado. Esse
gênero artístico mantinha intenso diálogo com a produção do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Por meio da pintura histórica, forjou-se um passado épico e monumental, em que toda a população
pudesse se sentir representada nos eventos gloriosos da história nacional. O trabalho de Araújo Porto-
Alegre como crítico de arte e diretor da Academia Imperial de Belas Artes possibilitou a visibilidade da
pintura histórica com seus pintores oficiais, Pedro Américo e Victor Meirelles. Isis Pimentel de Castro
 
Adaptado de periodicos.ufsc.br.
 
Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do
Segundo Reinado tinham a função essencial de:
a) consolidar o poder militar
b) difundir o pensamento liberal
c) garantir a pluralidade política
d) fortalecer a identidade nacional
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
História - Arte, Cultura e Sociedade no Império
Havia um país chamado Brasil; mas absolutamente não havia brasileiros.
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327) 
 
SAINT-HILAIRE, Auguste de. Viagem pelo Distrito dos Diamantes e litoral do Brasil. Belo Horizonte/São
Paulo: Itatiaia; EDUSP, 1974, p. 213.
 
A declaração de Saint-Hilaire, naturalista, que percorreu províncias do Brasil entre 1816 e 1822, se
refere, entre outros significados, à seguinte característica da cidadania instaurada por ocasião da
independência política:
a) interdição dos direitos civis dos escravos e dos forros sob a alegação de sua condição estrangeira
como africanos.
b) reconhecimento da nacionalidade brasileira a todos os portugueses de nascimento, residentes no
Brasil à época da emancipação.
c) negligência das populações indígenas, consideradas como fator de impedimento para o controle
das regiões interiores.
d) utilização da religião católica como instrumento de legitimação do pertencimento nacional frente à
proibição da liberdade de culto no âmbito privado.
e) exclusões relativas ao uso dos princípios da liberdade e da propriedade para regular direitos civis e
políticos.
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2023
História - Proclamação da República,os Governos Militares e a Constituição de 1891
Após a Proclamação da República, somente em 1891 o Brasil passou a ter uma nova constituição.
São características da Constituição Republicana de 1891:
a) A adoção do voto censitário e a existência de quatro poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e
Moderador).
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328) 
b) A adoção do parlamentarismo como sistema de governo e de três poderes (Executivo, Legislativo
e Judiciário).
c) A equiparação dos direitos civis e políticos entre homens e mulheres e a adoção da reforma
agrária como política de estado.
d) A adoção do voto livre e universal, extensivo aos analfabetos e o sistema presidencialista de
governo.
e) O voto ficou limitado aos homens alfabetizados com mais de 21 anos e a adoção de três poderes
(Executivo, Legislativo e Judiciário).
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2023
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A historiadora brasileira, Margarida de Souza Neves, em seu texto Os cenários da República, o
Brasil na virada do século XIX para o século XX, escreveu: “Ao associar discursivamente o momento do
advento da República no Brasil às ideias de improviso, de arrebatamento, de ascensão, de velocidade e
de inesperado, Euclides da Cunha reúne e resume um sentimento fortemente presente entre os seus
contemporâneos, em especial entre aqueles 522.651 homens e mulheres que o censo de 1890
contabilizava como sendo a população da cidade do Rio de Janeiro”. (NEVES, 2003, p. 18-19).
 
Acerca do contexto da Proclamação da República no Brasil marque a alternativa CORRESPONDENTE:
 
I. Ascendeu-se o período denominado Belle Epoque no Brasil, com duração de 1889 a 1922.
 
II. A transição do Império para a República no Brasil se deu sob o signo de certa pirotecnia de
súbitas mudanças, sendo o tempo vivido percebido de forma acelerada. Na sexta-feira, dia 15 de
novembro de 1889, amanhecera como corte imperial para anoitecer capital republicana.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2541644
329) 
III. O Brasil assumiu importante protagonismo no cenário internacional e, ao lado da Inglaterra, que
havia sido até então a potência hegemônica inconteste, perde a liderança para o país emergente da
América Latina.
 
IV. A França, até o período napoleônico potência eminentemente continental, que ocupara a Argélia
desde 1830, alarga seus domínios africanos depois de 1878 na bacia mediterrânea, na Mauritânia,
na África Ocidental, no Gabão, na ilha de Madagascar; cedendo ao Brasil, então país emergente, os
domínios de países como Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e
Guiné Equatorial.
 
a) Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.
b) Apenas as afirmativas II, II e IV estão corretas.
c) Apenas as afirmativas I, II e II estão corretas.
d) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
e) Apenas as afirmativas I e II e IV estão corretas.
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VUNESP - Sold (PM SP)/PM SP/2ª Classe/2022
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
No texto da Constituição aprovado finalmente a 24 de fevereiro de 1891 […], a Igreja foi forçada a
resignar-se: casamento civil, ensino leigo, secularização de cemitérios, recusa de direitos eleitorais aos
religiosos ligados por voto de obediência (exime-se, portanto, o clero secular da cláusula restritiva).
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330) 
 
(Sérgio Lobo de Moura e José Maria Gouveia de Almeida. “A Igreja na Primeira República. In: Boris Fausto (org.).
História geral da civilização brasileira, tomo III, 2o vol., 1990, p. 327-328)
 
Esses tópicos da primeira Constituição republicana
a) referiam-se às relações entre o Estado e as instituições religiosas.
b) sujeitaram legalmente os bens dos mosteiros aos interesses do Estado.
c) foram suspensos pela Constituição de 1934 com a adoção do regime do padroado.
d) impuseram o beneplácito do poder executivo federal às Bulas papais.
e) impediram a participação política da hierarquia católica ao longo da República.
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FGV - APPGG (Pref S André)/Pref Santo André/2022
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A proclamação da República (15 de novembro de 1889) foi liderada pelo marechal Deodoro da
Fonseca, que, com o apoio de setores da sociedade, institucionalizou o novo regime republicano por meio
de sucessivos decretos em seu governo provisório (1889-1991).
 
As medidas descritas a seguir caracterizam corretamente o governo provisório de Deodoro da Fonseca, à
exceção de uma.
 
Assinale-a.
a) Extinguem-se as instituições do Império, como o Conselho de Estado e as assembleias provinciais,
entre outras.
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331) 
332) 
b) Determina-se que a forma de governo da nação brasileira seria a República Federativa.
c) Estabelece-se que as antigas províncias seriam, dali em diante, os Estados Unidos do Brasil.
d) Cria-se um governo provisório para governar o país até a eleição de um Congresso Constituinte.
e) Limita-se a condição de eleitor aos cidadãos alfabetizados inscritos em distritos urbanos.
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DECEx - CFGS (ESA)/ESA/Geral/2021
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Pode-se destacar como primeiras providências do governo republicano no Brasil (1889-1891), a:
a) separação entre Igreja e Estado, criando os registros civis e extinguido o padroado.
b) primeira Constituição republicana, que estabeleceu o voto universal e secreto.
c) promulgação da grande naturalização, com o objetivo de amenizar o xenofobismo contra os
ingleses pobres.
d) reforma financeira, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da agricultura.
e) instituição do centralismo e a transformação das províncias em estados membros da federação.
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DECEx - Alun (EsPCEx)/EsPCEx/2021
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A primeira Constituição da República, apesar de instituir o direito de voto aos cidadãos, com
diversas exceções, determinou que na primeira eleição caberia à Assembleia Constituinte escolher o
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1875496
333) 
Presidente e o Vice-Presidente, quando foram, então, escolhidos o Marechal Deodoro da Fonseca como
presidente e o Marechal Floriano Peixoto como seu vice, mesmo sendo de chapas diferentes. Encerrava-
se, assim, o período conhecido como
a) República de Espada.
b) Política do Café com Leite.
c) Nova República.
d) Tenentismo.
e) Governo Provisório.
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FADESP - PROSEL (FORMA PARÁ)/FORMA PARÁ/2021
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Sobre os abolicionismos e os republicanismos no Brasil é correto afirmar que
a) os abolicionistas não admitiam o fim da escravidão sem indenização aos senhores de escravos,
uma vez que defendiam o respeito ao direito de propriedade, sendo contrários à abolição sem
indenização.
b) não existe relação entre as lutas abolicionistas e republicanas no Brasil, uma vez que os
republicanos eram defensores da escravidão, não permitindo no movimento republicano a presença
de abolicionistas.
c) o movimento abolicionista, tanto quanto o republicano, era marcado pela pluralidade de ideias e
propostas acerca da escravidão e da monarquia. Assim, existiam abolicionistas radicais e moderados,
da mesma forma que republicanos radicais e moderados.
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334) 
d) os republicanos não admitiam o fim da monarquia por meios violentos, mas apenas pela via legal,
através de uma lei aprovada no Parlamento decretando a República, tal como aconteceu em 15 de
novembro de 1889.
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História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Analise a imagem, publicada na Revista Illustrada, em 16 de novembro de 1889.
 
(Pereira Neto. “Glória à Pátria!”. In: Renato Lemos (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006,
2006.)
 
Na homenagem feita pela revista à então recente proclamação da República, destacam-se:
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335) 
a) a identificação da República como inspirada em valores da Antiguidade clássica e o gesto de
despedida do Imperador e de seus ministros.
b) a explicitação do caráter popular do novo regime e o reconhecimento da subordinação dos demais
poderes ao executivo.
c) a personificação da República a partir de célebre imagem francesa e a identificação da presença
militar no novo regime.
d) a associação da República à coroa como símbolo do poder supremo e a evocação do sucesso da
luta armada para sua implantação.
e) a caracterização da implantação do novo regime como influência norte-americana e a criação de
bandeira alusiva às riquezas nacionais.
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VUNESP - Sold (PM SP)/PM SP/2ª Classe/2021
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A primeira Constituição republicana, promulgada em fevereiro de 1891, inspirou-se no modelo
norte-americano […].
 
(Boris Fausto, História concisa do Brasil, p. 141)
 
Esta Constituição
a) ampliou a participação política dos cidadãos, com o direito ao voto para todos os homens e
mulheres maiores de 21 anos, com exceção dos cidadãos que não estudassem ou exercessem alguma
atividade profissional remunerada.
b) permitiu, ao menos implicitamente, aos estados exercerem diversas atribuições, como contrair
empréstimos externos e organizar forças militares próprias, além do direito expresso de decretar
imposto sobre a exportação de suas mercadorias.
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336) 
c) concentrou as atribuições tributárias no governo central, e cabia aos municípios, a partir de
recursos transferidos pela presidência da República, a organização da segurança, da saúde e da
educação.
d) criou a Justiça Eleitoral, responsável pelo processo eleitoral em todos os estados brasileiros, e a
Justiça do Trabalho, a quem cabia conciliar os interesses dos setores empresarias e os trabalhadores
organizados em sindicatos por categoria.
e) decidiu que o Poder Executivo deveria ser exercido pelo presidente da República, com mandato de
cinco anos e com direito à reeleição, desde que o candidato fosse escolhido em uma convenção
partidária.
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FUNCERN - Of (CBM RN)/CBM RN/Administrativo/2020
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Observe a imagem a seguir:
 
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Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/71/Republica_no_brasil.jpg/200px-
Republica_no_brasil.jpg
 
A mulher viveu momentos de contradição durante a república velha, pois embora sua imagem tenha sido
utilizada como símbolo da forma republicana de governo
a) seu voto só era permitido com autorização dos maridos, de acordo com a Constituição de 1891.
337) 
b) sua participação política foi limitada pela constituição de 1891, podendo exercer por lei o direito
ao voto somente após o código eleitoral de 1932.
c) o voto das mulheres funcionárias públicas já estava prevista por leis da década de 1920 por
influência do movimento feminista.
d) sua participação política era restringida, só podendo exercer o voto de acordo com a lei após a
Constituição de 1934.
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FCM - CEFETMINAS - Est (ETNM Cam Belo)/ETNM Campo Belo/2020
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Proclamada a República em 15 de novembro de 1889, seus articuladores reuniram esforços para a
institucionalização da ordem inaugurada. Nesse sentido, uma das principais realizações foi a criação de
uma nova Constituição, estabelecida e promulgada em 1891, na qual se lia:
 
“§ 2º Todos são iguais perante a lei.
A República não admite privilégio de nascimento, desconhece foros de nobreza, e extingue as ordens
honoríficas existentes e todas as suas prerrogativas e regalias, bem como os títulos nobiliárquicos e de
conselho.
§ 3º Todos os indivíduos e confissões religiosas podem exercer pública e livremente o seu culto [...].
§ 4º A República só reconhece o casamento civil, cuja celebração será gratuita. [...]
§ 6º Será leigo o ensino ministrado nos estabelecimentos públicos.
§ 7º Nenhum culto ou igreja gozará de subvenção oficial, nem terá relações de dependência, ou aliança
com o Governo da União, ou o dos Estados.”
 
(CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. 24 de fevereiro de 1891. Parágrafos do Artigo
72. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/legin/fed/consti/1824-1899/constituicao-35081-24-fevereiro-1891-
532699-publicacaooriginal-15017-pl.html>. Acesso em: 06 abril de 2015).
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1381219
338) 
 
O texto constitucional determinava a separação entre
a) Estado e Igreja.
b) Direito e Justiça.
c) Campo e Cidade.
d) Trabalho e Escravidão.
e) Exército e Aeronáutica.
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CEBRASPE (CESPE) - Vest (UNCISAL)/UNCISAL/2019
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1889.
 
 Eu quisera poder dar a esta data a denominação seguinte: 15 de novembro, primeiro ano de
República; mas não posso infelizmente fazê-lo. O que se fez é um degrau, talvez nem tanto, para o
advento da grande era.
 
 Em todo o caso, o que está feito, pode ser muito, se os homens que vão tomar a responsabilidade do
poder tiverem juízo, patriotismo e sincero amor à liberdade.
 
 Como trabalho de saneamento, a obra é edificante. Por ora, a cor do governo é puramente militar, e
deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a colaboração do elemento civil foi quase nula.
 
 O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava (...).
 
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339) 
LOBO, Aristides. O povo assistiu àquilo bestializado. Diário Popular, Rio de Janeiro, 18 nov. 1889
(adaptado).
 
O texto expressa a posição de um jornalista sobre um significativo evento para a cultura política
brasileira. Conforme seu autor, a participação da população civil na Proclamação da República foi
a) restrita.
b) dispersa.
c) irracional.
d) inexistente.
e) desanimada.
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2019
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
"Entendeu o vice-presidente que podia governar até o fim do mandato, apesar de ser claro que
devia convocar novas eleições, segundo o Artigo n.º 42 da Constituição, pois não haviam sido decorridos
dois anos de mandato.( ... ).
 
O ambiente mostrava-se explosivo. ( ... )".
 
(FROTA, 2000. P. 489)
 
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340) 
O governo Floriano Peixoto é considerado um dos mais conturbados do Brasil Republicano. Podemos
afirmar que foram conflitos enfrentados por esse governo as revoltas do (a):
a) Vacina e de Canudos.
b) Contestado e Generoso Ponce.
c) Chibata e Cangaço.
d) Fortaleza de Santa Cruz e Constitucionalista.
e) Armada e Federalista.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2019
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A Constituição de 1891, que delineou o sistema republicano adotado no Brasil, foi o resultado do
debate entre diferentes tendências de projetos republicanos. Seus principais traços eram de natureza:
a) liberal, federativa e presidencialista, inspirado no modelo estadunidense.
b) positivista, impondouma ditadura para manter a ordem e levar ao progresso.
c) centralizadora, em oposição à autonomia das províncias no período imperial.
d) democrática, criando um sistema que impedia a formação de oligarquias.
e) socialista, para conciliar os diferentes projetos republicanos em disputa.
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341) 
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2018
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
“A proclamação da República no dia 15 de novembro de 1889 é, sem dúvida, um dos
acontecimentos significativos de nossa história. Feriado nacional festejado anualmente como uma das
datas cívicas mais importantes, o 15 de novembro se inscreve nos livros escolares e no imaginário
coletivo como um dos acontecimentos fundador do que somos, como um lugar de memória” (NEVES,
Margarida de Sousa. Os cenários da República. O Brasil na virada do século XIX para o século XX. IN:
FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo
excludente. Da Proclamação da República à Revolução de 1930. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2002. p. 26)
 
Sobre o advento da República no Brasil, assinale a alternativa correta:
a) A Hipótese de que a República tem sua origem no descontentamento de setores do Exército desde
ao fim da Guerra do Paraguai não se sustenta, tento em vista que grupos das forças armadas
brasileiras têm participado de golpes contra a própria República, ao longo de sua história;
b) Ainda que seja possível identificar referências mais remotas, foi a partir do lançamento do
Manifesto Republicano, em 1870, defendendo a República, embora sem federação, que se oficializou
o republicanismo brasileiro;
c) A principal insatisfação dos Republicanos com a Monarquia foi manifestada no Congresso de 1877,
quando o Imperador D. Pedro II resolveu estabelecer um Estado Federativo no Brasil;
d) Os cafeicultores escravistas formavam uma das principais bases de apoio da Monarquia, no
entanto, com a abolição da escravidão, muitos acabaram aderindo ao movimento republicano;
e) A adesão em massa da população brasileira ao movimento republicano fez com que a Monarquia
caísse de forma pacífica, salvo resistências localizadas sem maiores proporções.
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342) 
343) 
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DECEx - CFGS (ESA)/ESA/Geral/2018
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A corrente filosófica presente no movimento republicano e que inspirou o lema “Ordem e
Progresso” foi o:
a) relativismo
b) positivismo
c) iluminismo
d) espiritualismo
e) modernismo
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2018
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Código Penal dos Estados Unidos do Brasil, 1890
 
Dos crimes contra a saúde pública
 
Art. 156. Exercer a medicina em qualquer dos seus ramos, a arte dentária ou a farmácia; praticar a
homeopatia, a dosimetria, o hipnotismo ou magnetismo animal, sem estar habilitado segundo as leis e
regulamentos.
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344) 
 
Art.158. Ministrar, ou simplesmente prescrever, como meio curativo para uso interno ou externo, e sob
qualquer forma preparada, substância de qualquer dos reinos da natureza, fazendo, ou exercendo assim,
o ofício denominado curandeiro.
 
Disponível em: http://legis.senado.gov.br. Acesso em: 21 dez. 2014 (adaptado).
 
No início da Primeira República, a legislação penal vigente evidenciava o(a)
a) negligência das religiões cristãs sobre as moléstias.
b) desconhecimento das origens das crenças tradicionais.
c) preferência da população pelos tratamentos alopáticos.
d) abandono pela comunidade das práticas terapêuticas de magia.
e) condenação pela ciência dos conhecimentos populares de cura.
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História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Leia o texto para responder a questão.
 
O Rio de Janeiro dos primeiros anos da República era a maior cidade do país, com mais de 500 mil
habitantes. Capital política e administrativa, estava em condições de ser também, pelo menos em tese, o
melhor terreno para o desenvolvimento da cidadania. Desde a independência e, particularmente, desde o
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1444548
345) 
início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do governo central e da economia cafeeira na
província adjacente, a cidade passou a ser o centro da vida política nacional. O comportamento político
de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. A Proclamação da República é a melhor
demonstração dessa afirmação.
 
(José Murilo de Carvalho. Os bestializados, 1987.)
 
O texto afirma que a consolidação do Rio de Janeiro como “o centro da vida política nacional” ocorreu
com
a) a reunião dos órgãos administrativos na capital e o fechamento das assembleias provinciais.
b) a proclamação da independência política e a implantação do regime republicano no país.
c) a concentração do poder nas mãos do imperador e a ascensão econômica de São Paulo.
d) o declínio da economia açucareira nordestina e o início da exploração do ouro nas Minas Gerais.
e) o crescimento populacional da capital e a democratização política no Segundo Reinado.
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2018
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Leia o texto para responder a questão.
 
O Rio de Janeiro dos primeiros anos da República era a maior cidade do país, com mais de 500 mil
habitantes. Capital política e administrativa, estava em condições de ser também, pelo menos em tese, o
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melhor terreno para o desenvolvimento da cidadania. Desde a independência e, particularmente, desde o
início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do governo central e da economia cafeeira na
província adjacente, a cidade passou a ser o centro da vida política nacional. O comportamento político
de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. A Proclamação da República é a melhor
demonstração dessa afirmação.
 
(José Murilo de Carvalho. Os bestializados, 1987.)
 
A Proclamação da República, em 1889,
a) expressou a interferência norte-americana e reduziu a influência britânica nos assuntos internos
do país.
b) teve forte participação dos sindicatos operários da capital e ampliou os direitos de cidadania no
Brasil.
c) representou o fim da hegemonia das elites cafeeiras e açucareiras na condução da política
brasileira.
d) foi rejeitada e combatida militarmente pelos principais clérigos católicos no Brasil e no exterior.
e) resultou da ação de um setor das forças armadas e contou com o apoio de grupos políticos da
capital.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2016
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
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346) Enfermo a 14 de novembro, na segunda-feira o velho Lima voltou ao trabalho, ignorando que no
entretempo caíra o regime. Sentou-se e viu que tinham tirado da parede a velha litografia representando
D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
 
— Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
 
O contínuo respondeu, num tom lentamente desdenhoso:
 
— Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
 
— Pedro Banana! — repetiu raivoso o velho Lima.
 
E, sentando-se, pensou com tristeza:
 
— Não dou três anos para que isso seja uma República!
 
AZEVEDO, A. Vidas alheias. Porto Alegre: s.e, 1901 (adaptado).
 
 
A crônica de Artur Azevedo, retratando os dias imediatos à instauraçãoda República no Brasil, refere-se
ao(à)
a) ausência de participação popular no processo de queda da Monarquia.
b) tensão social envolvida no processo de instauração do novo regime.
c) mobilização de setores sociais na restauração do antigo regime.
d) temor dos setores burocráticos com o novo regime.
347) 
e) demora na consolidação do novo regime.
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FUNDEP - Of BM (CBM MG)/CBM MG/2016
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Leia o seguinte trecho.
“A partir da Constituição de 1891, republicana e federalista, as elites econômicas locais passaram a ter
mais força no centro de decisão política. E tudo dentro da lei [...]
Com a chegada ao poder do primeiro presidente civil, Prudente de Moraes (1894-1898), que nasceu em
uma fazenda de café, e com o estabelecimento da chamada ‘política dos governadores’ por seu sucessor,
Campos Sales (1898-1902), estava montada a fórmula da sucessão presidencial [...].”
ELIAS, Rodrigo. Dossiê Café: Do cafezal ao
cafezinho. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 05, Nº. 57. jun. 2010. p. 27.
Dentro do aparato descrito no trecho, estava a Comissão Verificadora das eleições no Congresso
Nacional, pois não existia nessa época uma justiça eleitoral independente.
Essa Comissão Verificadora tinha como principal função:
a) o clientelismo, ou seja, criar uma rede de favores públicos ao grupo de pessoas que demonstrava
fidelidade aos coronéis.
b) unir, por meio de uma coligação, os proprietários rurais de todo país em torno de um único
candidato, criando apenas um opositor fantoche.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1230136
348) 
c) de trabalhar em função do Executivo e distorcer o resultado das urnas, se necessário, aprovando
nomes da situação e impondo obstáculos aos opositores.
d) criar documentos falsos para eleitores, adulterar urnas e manipular a contagem dos votos.
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FADESP - Sold (PM PA)/PM PA/Masculino e Feminino/2016
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A primeira Constituição republicana de 1891, no seu artigo 69, parágrafo 4º, afirmava que, além
dos brasileiros natos e dos filhos de brasileiros, seriam considerados nacionais todos os “estrangeiros,
que achando-se no Brasil aos 15 de novembro de 1889, não declararem, dentro em seis meses depois de
entrar em vigor a Constituição, o ânimo de conservar a nacionalidade de origem”. Por outro lado, a
mesma Constituição, em seu artigo 70, restringia a cidadania brasileira quando afirmava que só seriam
eleitores os cidadãos maiores de 21 anos que se alistassem na forma da lei e que estavam impedidos de
se alistar os mendigos, os analfabetos, os militares, os religiosos de ordens monásticas e as mulheres.
 
A ambiguidade da Constituição de 1891 se justifica porque os primeiros republicanos privilegiavam dar a
cidadania brasileira aos homens
a) livres, instruídos, com boa renda, nacionais ou naturalizados, deixando de lado os frades, os
pobres, os analfabetos e as mulheres.
b) livres, eruditos e civilizados, com renda alta e instrução, deixando fora da cidadania ex-escravos e
todos os imigrantes recém-chegados.
c) militares de alta patente, ricos comerciantes e negociantes estrangeiros e nacionais, deixando de
fora da cidadania as mulheres e os imigrantes.
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349) 
d) padres, militares e homens instruídos e livres, deixando de fora da cidadania os imigrantes recém-
chegados e os ex-escravos.
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IDECAN - Of BM (CBM MG)/CBM MG/2016
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
“Que ajuntamento
Que movimento
No encilhamento
Se faz notar!
Toda essa gente
Quer de repente
Rapidamente
Cobre apanhar”
 
“Ciclicamente, o Brasil não importa o regime vigente; é atormentado por profundas crises de confiança
que corroem até as raízes às suas instituições políticas e financeiras, arrastando, junto, a economia. Num
momento específico do Brasil República, o país sentiu‐se profundamente frustrado em suas melhores
esperanças devido ao famigerado Encilhamento, tido como um dos graves baques financeiros que o
Brasil sofreu, momento em que, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, milhares de pequenos
investidores perderam tudo depois de terem apostado alto nas expectativas de bons negócios falsamente
criadas.”
 
(Disponível em: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/2002/08/28/001.htm.)
 
Tal episódio, o Encilhamento, se insere especificamente no período denominado:
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350) 
a) Nova República.
b) República Velha.
c) República Ditatorial Militar.
d) República Liberal Democrática.
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DECEx - CFGS (ESA)/ESA/Geral/2016
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
A Política de emissão de dinheiro em grande quantidade, que causou uma desenfreada
especulação na Bolsa de Valores, durante o governo do marechal Deodoro da Fonseca, ficou conhecida
como:
a) Encilhamento.
b) Crise de 1929.
c) Crise Contestada.
d) Queda do Banco do Brasil.
e) Queda do Marechal de Ferro.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2015
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1254470
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1172258
351) 
352) 
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Com o fim do Império, cresceram os desejos de que o Brasil assumisse práticas democráticas e
refizesse o seu caminho político. Nas primeiras décadas republicanas, o Brasil:
a) conviveu com uma grande reformulação dos partidos e o crescimento da imigração.
b) tentou estabelecer o parlamentarismo, buscando se apoiar em modelos europeus democráticos.
c) fragmentou a política regional, com a queda de oligarquias tradicionais e monopolizadoras.
d) conseguiu algumas conquistas modernizadoras, mas enfrentou a resistência de grupos
conservadores.
e) reformulou o Congresso Nacional, admitindo que todos os maiores de 18 anos votassem nas
eleições para Presidente da República.
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VUNESP - Alun Of (PM SP)/PM SP/2014
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Considere as imagens a seguir.
 
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As duas bandeiras nacionais brasileiras representam, respectivamente,
a) (1) os princípios do federalismo, que defendia a descentralização política e a autonomia das
unidades da federação; (2) os princípios do positivismo, que defendia a centralização política e a
ditadura republicana.
b) (1) o projeto americanófilo, que defendia que o Brasil se inspirasse no modelo de sociedade dos
EUA; (2) o projeto nativista, que defendia o parlamentarismo em uma monarquia constitucional.
c) (1) os interesses da elite liberal e ilustrada, habitante das grandes cidades; (2) os interesses da
oligarquia paulista cafeicultora aliada ao exército, responsável pelo golpe da República de 1889.
d) (1) a perspectiva jacobina, mais radical e democrática, identificada com os lemas da Revolução
Americana; (2) a perspectiva oligárquica, mais autoritária, identificada com as ideias de ordem e
progresso.
e) (1) o liberalismo econômico, de acordo com os interesses da nascente burguesia industrial; (2) o
intervencionismo, de acordo com os interesses dos cafeicultores e grandes proprietários em geral.
353) 
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CESGRANRIO - Tec IGE (IBGE)/IBGE/2013
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Falar da vida privada das pessoas atrai público. Como jornalista de longa data, Laurentino Gomes
conhecia bem esse fato, mas não poderia calcular aonde isso o levaria. Em 2007, nas vésperas de sua
aposentadoria, ao lançar 1808, o primeiro volume da sérieque fecha agora com 1889, última e melhor
narrativa da trilogia que percorre o período da chegada da Corte portuguesa até o governo Campos
Salles, Gomes alcançou o feito inédito: manter por dois anos consecutivos um livro sobre a História do
Brasil no topo dos mais vendidos do País.
 
Revista Isto É. São Paulo: Abril. 23 ago. 2013. n. 2.284, p.96. Adaptado.
 
Esse último livro da trilogia traz a sinopse no subtítulo: Como um imperador cansado, um marechal
vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República.
Não restando dúvidas de que o imperador cansado é D. Pedro II e que o marechal vaidoso que
proclamou a República é Deodoro da Fonseca, resta identificar o professor, que também era militar,
considerado injustiçado por ter sido, segundo estudiosos, o cérebro e o idealizador de maior expressão
da Proclamação.
 
Esse professor injustiçado é
a) Benjamim Constant
b) Floriano Peixoto
c) Lauro Sodré
d) Quintino Bocaiuva
e) Rui Barbosa
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/275508
354) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2055740
CESGRANRIO - Prof (SEEC RN)/SEEC RN/História/2011
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
EMENDAS À CONSTITUIÇÃO FEDERAL
DE 1891
 
Nós, Presidentes e Secretários do Senado e
da Câmara dos Deputados, de acordo com
o § 3o do art. 90 da Constituição Federal e
para o fim nele prescrito, mandamos
publicar as seguintes emendas à mesma
Constituição, aprovadas nas duas Câmaras
do Congresso Nacional.
 
[...]
 
Substitua-se o art. 34 da Constituição pelo
seguinte:
“Art. 34. Compete privativamente ao
Congresso Nacional:
1o Orçar, anualmente a Receita e fixar,
anualmente, a Despesa e tomar as contas
de ambas [...]
28. Legislar sobre o trabalho.
29. Legislar sobre licenças, aposentadorias
e reformas, não as podendo conceder, nem
alterar, por leis especiais.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2055740
[...]
 
Rio de Janeiro, 3 de setembro de 1926. –
Estácio de Albuquerque Coimbra,
Presidente do Senado - Manoel Joaquim de
Mendonça Martins, 1o Secretário do
Senado.
BALEEIRO, Aliomar. Constituições Brasileiras: 1891. Brasília: Senado Federal e Ministério da Ciência e
Tecnologia, Centro de Estudos Estratégicos, Coleção Constituições Brasileiras; v. 2 2001, p. 107-115.
 
Estão reproduzidos acima alguns trechos da Reforma Constitucional de 1926, que aprovou emendas à
Constituição de 1891.
 
A leitura dessa fonte primária, se confrontada com a legislação trabalhista do Brasil das décadas de 1920
e 1930, permite concluir que o
a) Poder Legislativo promulgou leis trabalhistas no país antes da Revolução de 1930.
b) Estado brasileiro deu atenção à questão social apenas após a Revolução de 1930.
c) Poder Legislativo não aprovou leis trabalhistas antes da Revolução de 1930, apesar de ter poderes
para tal desde 1926.
d) Congresso Nacional utilizou o poder adquirido em 1926 apenas com o intuito de criminalizar a
questão social, rejeitando aprovar direitos trabalhistas antes de 1930.
e) Congresso Nacional não promulgou leis trabalhistas antes de 1930 porque os sindicatos
anarquistas eram contrários à intervenção estatal no mercado de trabalho.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2689437
CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2689437
355) 
356) 
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Em 15 de novembro de 1890, foi instalada a Assembleia Nacional Constituinte encarregada de
elaborar a primeira Constituição republicana. O tema principal da discussão foi a relação entre o poder
central e os estados. Ao fim e ao cabo, a Constituição de 1891 definiu que
a) as rendas advindas da exportação ficariam com os governos estaduais.
b) as forças armadas ficariam sob o comando do Congresso Nacional.
c) o ensino primário deveria ficar a cargo da União.
d) o sistema de saúde deveria ficar a cargo dos governos estaduais.
e) o orçamento participativo favoreceria a representação municipal.
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
História - Proclamação da República, os Governos Militares e a Constituição de 1891
Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1889.
 
Eu quisera dar a esta data a denominação seguinte: 15 de novembro do primeiro ano da República; mas
não posso, infelizmente fazê-lo.
 
O que se fez é um degrau, talvez nem tanto, para o advento da grande era.
 
Em todo o caso, o que está feito pode ser muito, se os homens que vão tomar a responsabilidade do
poder tiverem juízo, patriotismo e sincero amor à Liberdade.
 
Como trabalho de saneamento, a obra é edificante.
 
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357) 
Por hora a cor do governo é puramente militar e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a
colaboração do elemento civil foi quase nula.
 
O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditavam
sinceramente estar vendo uma parada.
 
Era um fenômeno digno de ver-se. O entusiasmo veio depois, veio lentamente, quebrando o enleio dos
espíritos. Pude ver a sangue frio tudo aquilo.
 
Aristides Lobo apud CARONE, Edgard. A Primeira República (1889-1930): texto e contexto, 1969.
 
A carta de Aristides Lobo, publicada no Diário Popular de São Paulo em 18 de novembro de 1889, é uma
das fontes mais conhecidas e citadas sobre o evento da proclamação da República no Brasil. Sua
percepção sobre esse acontecimento se caracterizou por
a) destacar a ruptura com a monarquia.
b) valorizar a participação popular.
c) defender o apoliticismo dos civis.
d) identificar a unidade dos militares.
e) caracterizar a revolução liberal.
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MS CONCURSOS - Vest (UEMG)/UEMG/Tradicional/2023
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Leia o fragmento, analise os itens e assinale a alternativa correta.
 
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“A famosa frase a ‘questão social é um caso de polícia’, atribuída a Washington Luís quando
ainda era candidato ao governo de São Paulo em 1920, aparece como uma espécie de slogan
da Primeira República no trato dos conflitos sociais mais sérios.” (NAPOLITANO, M. História
do Brasil República. São Paulo: Contexto, 2018, p. 75).
 
Analise os enunciados:
 
I- Durante a Primeira República, o movimento operário se tornou significativo, mas
sofreu a repressão do Estado.
 
II- Greves, manifestações e revoltas, urbanas e rurais foram frequentes ao longo da
Primeira República.
 
III- O voto era a principal ferramenta de mobilização popular na Primeira República e foi
largamente aproveitado pelo movimento operário para escapar da repressão policial.
 
IV- O Estado de São Paulo era o mais eficiente na resolução dos problemas sociais da
Primeira República, devido ao aparato das forças policiais nas greves operárias.
a) Somente os itens I e II estão corretos.
b) Somente os itens I e III estão corretos.
c) Somente os itens II e III estão corretos.
d) Somente os itens II e IV estão corretos.
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FGV - Cad (CBM RJ)/CBM RJ/2022
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
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358) 
359) 
A capa da Revista Careta de 1925 divulgou uma charge na qual, no cume de um monte havia uma
cadeira dourada com a inscrição “Presidência da República”, ladeada por dois personagens em cujos
chapéus havia a inscrição “São Paulo” e “Minas”. Ao pé do monte, um conjunto de outros personagens
(Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Bahia, entre outros) tentava escalar o cume.
 
Fonte: Alfredo Storni (Storni). Revista Careta, ano XVIII, número 897, 29 de agosto de 1925, capa.
 
A charge representa um mecanismo político próprio da República Velha conhecido como
a) coronelismo, ao caracterizar a presença de militares no governo brasileiro.
b) clientelismo, pois enfatiza a dificuldade deos homens do campo participar da vida política pelas
eleições.
c) política do café com leite, ao mostrar a alternância de candidatos paulistas e mineiros na
presidência da república.
d) patrimonialismo, uma vez que representa o poder político nas mãos de grandes proprietários.
e) federalismo, ao mostrar a disputa dos estados por maior autonomia em relação ao poder central.
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VUNESP - Vest (FICSAE)/FICSAE/2022
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Durante o governo Campos Salles (1898-1902) [...] foi adotada a “política dos governadores”. Sob
essa orientação, os governos das províncias ganharam ampla autonomia.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2213722
360) 
(Isabel Lustosa. A História do Brasil explicada aos meus filhos, 2012.)
 
A política dos governadores implicou
a) a centralização administrativa e o reforço do poder legislativo.
b) o fortalecimento das oligarquias locais e o aumento do poder dos coronéis.
c) a consolidação da democracia nos estados e a convocação de eleições diretas.
d) a queda da monarquia e a implantação do modelo republicano.
e) o equilíbrio econômico entre as províncias e o estímulo à cafeicultura.
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Instituto AOCP - Recep (CM Bauru)/CM Bauru/2022
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Observe a imagem:
 
Fonte: ALFREDO, Boulos Júnior. História sociedade e cidadania, 3ª ano. 2016.
 
Essa imagem representa
a) a influência positiva e honesta do coronelismo nas eleições.
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361) 
362) 
b) o poder das oligarquias estaduais na primeira república.
c) a influência do poder do estado frente ao governo federal e aos coronéis.
d) o poder do governo federal frente ao poder estadual e municipal.
e) os poderes equiparados entre as instâncias federal, estadual e os coronéis.
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2021
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“Para implementar as medidas econômicas e consolidar sua liderança, Campos Sales recorreu ao
apoio recíproco entre o nível federal e estadual.” (FREITAS NETO e TASINAFO, 2016. p.487)
 
A citação acima faz referência a uma “troca de favores” realizada no campo da política da República
Velha, que ficou conhecida pelo nome de:
a) Política dos governadores.
b) Encilhamento.
c) Convênio de Taubaté.
d) Tratado de Petrópolis.
e) A questão do Contestado.
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2021
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
A “política dos governadores” é considerada a última etapa da montagem do sistema oligárquico ou
liberalismo oligárquico, que permitiu, de forma duradoura, o controle do poder central pela oligarquia
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1760629
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1698304
363) 
cafeeira.
 
(Carlos Alberto Ungaretti Dias. “Política dos governadores”. https://cpdoc.fgv.br.)
 
A afirmação do texto pode ser justificada pelo fato de que essa política
a) fortaleceu a política econômica de caráter liberal, eliminando subsídios e favorecimentos do Estado
aos diversos setores da produção agrícola.
b) implementou um sistema de compra, pelo Estado, do conjunto da produção cafeeira, garantindo a
estabilidade do preço mundial do café.
c) ampliou os mecanismos de representação política dos estados no poder legislativo, consolidando a
isonomia entre os poderes.
d) inaugurou um período de ampliação da influência dos setores rurais na política nacional,
neutralizando a força política do poder central.
e) assegurou o compromisso de isenção da intervenção do Estado em assuntos locais, estabelecendo
um equilíbrio entre estes e o poder central.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2021
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O coronelismo formou a política no início da república alagoana. Tinha como características
básicas:
a) A defesa do latifúndio e a exploração dos trabalhadores industriais.
b) A defesa da modernização e o fim das grandes plantações de fumo.
c) O fim das elites ligadas à cana-de açúcar e ao café.
d) A falta de liberdade para maioria e o domínio das tradições.
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364) 
e) A aliança com partidos existentes em Pernambuco e no Rio de Janeiro.
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CPV UFRR - Vest (UFRR)/UFRR/Prova Integral (PI)/2021
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“O coronelismo é um fenômeno que só pode ser entendido a partir da marca histórica do antigo e
exorbitante poder privado; da superposição de formas de sistema representativo a uma estrutura
econômica e social, basicamente rural, que permite o controle de uma vasta população em posição de
dependência direta do latifúndio; e de um sistema de compromissos, uma troca de proveitos [...]. O
poder do coronel se impõe, na maioria das vezes, por meio de confronto com poderosos rivais. Vencida a
luta, ele assume a chefia da política municipal, o que, no entanto, a maior parte das vezes, não é
inconteste. O mais comum é a existência, quase permanente, de um clima de tensão representada por
outro potentado local à espera de uma oportunidade para desalojá-lo da liderança municipal. Ocupada a
liderança no seu município, o coronel, de quem todos dependem, tem sua base de poder local
estruturada a partir de alianças com [...] as ‘personalidades’ locais – médicos, advogados, padres,
funcionários públicos, formada por capangas e cabras. Em caso de necessidade, ele não hesita em
organizar milícias privadas temporárias, mobilizadas em situações de confronto armado com coronéis
rivais e mesmo contra governantes de seus estados”.
 
(RESENDE, Maria Efigênia Lage de. “O processo político na Primeira República e o liberalismo oligárquico” In
FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. Brasil Republicano – O tempo do liberalismo oligárquico.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, volume I, 2018, p. 96-97).
 
Sobre as rupturas e permanências que marcaram a dinâmica política da chamada Primeira República
brasileira (1889-1930), é CORRETO afirmar que:
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2262039
365) 
a) os estados da federação indicavam o primeiro-ministro brasileiro, eram administrados por
interventores nomeados pelo presidente da república e sustentados pelas diversas formas de controle
político local.
b) os governantes eram membros das famílias tradicionais da sociedade local e atendiam aos
interesses desenvolvimentistas nacionais, ao incluírem demandas diversas por meio do sistema
eleitoral indireto.
c) os governadores dos estados possuíam mandatos políticos vitalícios, enquanto na presidência
havia grande rotatividade política provocada por lutas partidárias nacionais e aguçadas a partir da
implementação da “política do café com leite”.
d) os governadores dos estados eram eleitos de acordo com o contexto político e social regional
determinado pelo controle dos eleitores, por meio do voto aberto, e influenciando as decisões
políticas desde o nível municipal até o federal.
e) os estados substituíram o poder central na manutenção da integridade territorial brasileira,
consolidando uma estrutura política militarista e suprimindo as diferenças regionais.
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NC UFPR (FUNPAR) - Sold (PM PR)/PM PR/2021
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“O Coronelismo é um sistema de reciprocidade: de um lado os chefes municipais e os coronéis, que
conduzem os eleitores como quem toca tropa de burros; de outro lado, a situação política dominante no
Estado, que dispõe do erário, dos empregos, dos favores e da força policial”.
 
(LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativono Brasil. 5.
ed. São Paulo: Alfa-Ômega, 1986. p. 43.)
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1626729
366) 
Analisando as características do federalismo implantado durante a Primeira República (1889-1930), o
autor define o Coronelismo como um sistema político que expressou:
a) o declínio da população rural e o crescimento da população urbana.
b) o fortalecimento do poder público em detrimento do poder privado.
c) a expansão da atividade industrial em subtração à atividade agrícola.
d) o predomínio da organização sindical em relação à organização partidária.
e) a eficiência das eleições diretas em comparação com as eleições indiretas.
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Instituto Consulplan - Aux (CM Arcos)/CM Arcos/Contabilidade/2020
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição entre os
países consumidores da bebida. Corresponde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca
como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos. Durante toda a República Velha
(1889-1930) ocorreu o acordo nacional, político e econômico conhecido como “A Política do Café
com Leite”, que funcionava entre as oligarquias estaduais e o governo federal para manter o poder nas
mãos das elites de grandes proprietários de terras do Brasil. Os estados que faziam parte da “Política do
Café com Leite” são:
a) São Paulo e Minas Gerais.
b) Rio de Janeiro e São Paulo.
c) Espírito Santo e Minas Gerais.
d) Rio de Janeiro e Espírito Santo.
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367) 
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IBFC - Sold (PM BA)/PM BA/2020
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
A República Velha também foi nomeada “República das Oligarquias”, porque era comandada pela
aristocracia dos fazendeiros. A respeito deste período da história brasileira, assinale a alternativa
incorreta.
a) Não havia, da parte das elites, qualquer pretensão de impedir ou retroceder as mudanças ao
regime vigente. Era de comum acordo qualquer projeto político substantivamente republicano, isto é,
que se alicerçasse numa concepção igualitária, legalista e cívica da Nação
b) O conceito de República era, pois, bastante débil. Ele quase não tinha conteúdo próprio, sendo
compreendido essencialmente por oposição à monarquia unitária
c) O exercício do poder político da Primeira República foi marcado pelo autoritarismo que
sucessivamente lhe imprimiram as forças que a instauraram
d) O discurso reformista liberal da década de 1870 acabou servindo de fachada, na verdade, para
uma reação aristocrática que, esvaziando o poder da Coroa e excluindo as camadas pobres do direito
de voto, pretendia instalar um parlamentarismo aristocrático onde apenas as elites estivessem no
controle do Estado
e) Na busca de outras fórmulas que eliminassem a autonomia do poder monárquico e, com ela, a
possibilidade de uma reforma social pelo alto, a aristocracia rural aderiu sucessivamente ao
federalismo e ao republicanismo, especialmente depois da Lei Áurea
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368) 
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FUNDATEC - Vest (ESE)/ESE/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O Ministro da Fazenda, Rui Barbosa, permitiu que bancos emitissem dinheiro e o emprestassem a
pessoas que se comprometessem a abrir uma empresa. Se o empréstimo não fosse pago, o governo
assumiria a dívida. Essa foi a política do Encilhamento.
II. O presidente Campos Salles, eleito no Brasil em 1898, propôs um acordo com as oligarquias
estaduais: por um lado, o presidente não iria interferir na política dos estados; por outro, os
presidentes dos estados, por meio de suas bancadas de deputados federais e senadores, deveriam
apoiar politicamente o presidente da época.
a) A assertiva I refere-se a um fato ocorrido durante o governo de Marechal Deodoro, que teve como
consequência o surgimento de muitas indústrias no Brasil.
b) A assertiva II refere-se à política dos governadores, organizada pelos dois militares que
governaram o Brasil no início da República.
c) A assertiva II refere-se à política dos governadores, que permitiu que as oligarquias
estabelecessem acordos mútuos e favoreceu o desenvolvimento da política do café com leite.
d) As duas assertivas são uma referência a fatos que marcaram o fim do governo de D. Pedro II.
e) As duas assertivas são referência ao período em que o Partido Republicano Paulista (PRP) e o
Partido Republicano Mineiro (PRM) determinavam quem ocuparia o cargo de presidente.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1270142
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1484411
369) 
FAUSCS - Vest (USCS)/USCS/Medicina/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
[...] o poder supremo está nas mãos de um restrito grupo de pessoas propensamente fechado,
ligadas entre si por vínculo de sangue, de interesse ou outros, e que gozam de privilégios particulares,
servindo-se de todos os meios que o poder pôs ao seu alcance para os conservar. (BOBBIO, 2007,
p.835).
 
Sobre este tema, é correto afirmar que:
 
I. Os grandes proprietários de terra exerciam o monopólio do poder local, e tudo girava em torno do
interesse deles. Os grupos oligárquicos dominam a política no país, através do coronelismo, do voto
de cabresto, da política dos governadores, e da política de valorização do café.
 
II. Os coronéis manipulavam os resultados, a modo que não havia fiscalização eleitoral, e eram
criados “eleitores fantasmas”, e pessoas que já haviam morrido nos votos. O uso da força também
era utilizado, a medida que os eleitores eram ameaçados com violência.
 
III. O período a que se refere o texto é conhecido como República do Café com Leite, devido a
alternância de Paulistas, produtores de café, e Gaúchos, criadores de gado, no poder, graças a um
bem articulado esquema de fraudes eleitorais.
 
IV. Governadores estaduais e federais selavam um “pacto”, em que aqueles prometiam eleger o
maior número de deputados e senadores fiéis a estes, e assim, o Presidente da República apoiava
esses candidatos ao governo estadual nas próximas eleições. Desta forma, o governador teria
controle sobre o poder estadual e o presidente não teria oposição no Congresso Nacional.
 
As alternativas corretas são:
370) 
a) II, III e IV, apenas.
b) I, II e IV, apenas.
c) I, III e IV, apenas
d) I, apenas.
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
(URCA/2019.1) Na chamada Primeira República Brasileira, “Até 1930, o Estado Brasileiro foi
liderado por uma oligarquia agrocomercial, na qual predominavam as elites do nordeste, os plantadores
de café de São Paulo e os interesses comerciais exportadores”
 
(DREIFUSS, René Armand. 1964, a conquista do Estado: ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2006, p. 29).
 
Considerando o texto acima, assinale a alternativa correta sobre as transformações econômicas, sociais e
políticas ocorridas no Brasil, no período republicano que antecedeu a chamada Revolução de 1930.
a) A oligarquia aludida no texto formou um bloco de poder de interesses agrários, agroexportadores
e comerciais importadores numa lógica neocolonial, com forte influência da Inglaterra;
b) Novos centros econômicos regionais foram consolidados sob novas bases econômicas como, por
exemplo, o do Rio Grande do Sul industrial e os de São Paulo e Rio de Janeiro agrários;
c) Com o processo de mudanças econômicas no Brasil, houve um deslocamento do poder político
agrário e comercial do sudeste para a região nordeste do País e das tradicionais elites agrárias para
novos grupos urbanos;
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1417217371) 
d) Através de um delicado acordo entre os governos oligárquicos dos governos estaduais de São
Paulo e Rio de Janeiro conhecido como política do café-com-leite, os grupos agrários tentaram se
contrapor aos setores industriais;
e) Com a ascensão dos grupos industriais de São Paulo, os grupos oligárquicos dos demais estados
brasileiros foram suprimidos da política nacional brasileira;
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VUNESP - Vest (FAMERP)/FAMERP/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Observe a charge de Storni, publicada na revista Careta em 19.02.1927.
 
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1408171
372) 
Divulgada durante a Primeira República brasileira, a charge faz referência a uma
a) ação corrupta que permitia o desvio de verbas públicas.
b) prática política que facilitava a continuidade do domínio oligárquico.
c) proposição constitucional que determinava a obrigatoriedade do voto.
d) experiência política que favorecia a soberania do voto popular.
e) lei eleitoral que visava garantir a fidelidade do eleitor.
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“Embora o Brasil tenha um dos mais reconhecidos programas públicos de vacinação do mundo,
com os principais imunizantes disponíveis a todos gratuitamente, vêm ganhando força no País grupos
que se recusam a vacinar os filhos ou a si próprios. Esses movimentos estão sendo apontados como um
dos principais fatores responsáveis por um recente surto de sarampo na Europa, onde mais de 7 mil
pessoas já foram contaminadas. No Brasil, os grupos são impulsionados por meio de páginas temáticas
no Facebook que divulgam, sem base científica, supostos efeitos colaterais das vacinas” (O ESTADO DE
SÃO PAULO. “Grupos contrários à vacinação avançam no País e preocupam Ministério da
Saúde” 21/05/2017).
 
Durante a primeira república, podemos asseverar sobre a revolta da vacina que:
a) A campanha de vacinação foi pensada e articulada pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz e tinha
como alvo o Cólera disseminado entre a população das cidades, sobretudo São Paulo.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1418941
373) 
b) A revolta da vacina não tem qualquer relação com as reformas urbanas.
c) Houve uma ampla campanha de conscientização sobre a importância da vacinação e, mesmo
chamada a optar sobre o processo, parte da população se recusou à vacinação espontânea.
d) O estopim da revolta foi a publicação de um projeto de regulamentação da aplicação da vacina
obrigatória no jornal A Notícia, em 9 de janeiro de 1904 de autoria de Oswaldo Cruz então diretor
geral da Saúde Pública.
e) Durante a Primeira República, a revolta da vacina foi o único movimento popular deflagrado no Rio
de Janeiro.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Entre o final do século XIX e as três primeiras décadas do século XX, criaram-se, no Brasil, as
condições favoráveis para o surgimento de uma classe de trabalhadores assalariados e de um movimento
operário organizado e atuante, que foi responsável por grandes mobilizações e greves, como a de 1917
em São Paulo. Considerando essa proposição, assinale a opção que NÃO condiz com uma ação
característica desse contexto histórico.
a) Chegada, ao Brasil, de migrantes europeus que traziam consigo princípios anarquistas e
comunistas, e compuseram parte do operariado.
b) Fundação, em 1922, do PCB, Partido Comunista Brasileiro, inspirado no partido Bolchevique russo,
vitorioso na Revolução Russa de 1917.
c) Tratamento dos problemas sociais do operariado, como uma questão de polícia, por parte dos
governos da República Velha.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1800672
374) 
d) Apoio dado, pelo governo de Getúlio Vargas, ao movimento operário, com a criação da CLT e com
a política de plena liberdade sindical.
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CEV URCA - Vest (URCA)/URCA/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
(URCA/2020.1) “Rodrigues Alves assumiu o governo vendo o seu antecessor sair do Rio sob imensa
vaia popular que ecoava ao longo das estações suburbanas da Central”
 
(CARVALHO José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das
Letras, 1987, p. 92.)
 
Sobre o período dos dois governos destacados, assinale a única alternativa correta:
a) O governo de Campos Sales foi de investimentos públicos e crescimento econômico, com baixa
inflação e ampliação do meio circulantes e baixa nos impostos, principalmente sobre os produtos de
exportação;
b) Rodrigues Alves, um darwinista social, elevou o câmbio e produziu superávit orçamentário sob
forte resistência e insatisfação que ia dos cafeicultores aos operários urbanos, banqueiros e
comerciantes;
c) Campos Sales se destacou pelo intenso programa de construção de obras públicas com capital
estrangeiro o que garantiu a estabilidade econômica, mas a Política dos Governadores lhe gerou
muita insatisfação por parte da população;
d) O governo de Rodrigues Alves foi marcado, dentre outros aspectos, pelas reformas urbanas no Rio
de Janeiro, tendo como parceiro o engenheiro Pereira Passos, nomeado prefeito com amplos poderes;
e) Oswaldo Cruz, diretor do Serviço de Saúde durante o governo de Campos Sales, enfrentou a febre
amarela por meio da extinção dos mosquitos e pelo isolamento dos doentes em hospitais.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1421347
375) 
376) 
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IBGP - Vest (UNIPAC)/UNIPAC/Medicina/2019
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“Desde a Proclamação da República o clima era de Guerra Civil no Rio Grande do Sul com 17
governos diferentes no estado. De um lado os seguidores de Júlio de Castillo que era admirador do
positivismo e defendia o governo autoritário, mas capaz de fazer algumas pequenas reformas sociais e
do outro Silveira Martins representante do partido federalista e antigo conselheiro do Império”.
 
Fonte: Schmidt, Mario Furley. Nova História Crítica. 1 ed. São Paulo Nova Geração, 2005 p. 485 e 486 (adaptado).
 
Os seguidores de Júlio de Castillo mencionado no trecho eram chamados de:
a) Maragatos.
b) Pica-paus.
c) Catarinenses.
d) Lagartos.
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DECEx - CFGS (ESA)/ESA/Geral/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
A República Velha vai de 1889 a 1930, o presidente civil que teve todo seu mandato no século XIX
foi :
a) Venceslau Brás
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1615412
377) 
b) Afonso Pena
c) Arthur Bernardes
d) Hermes da Fonseca
e) Prudente de Morais
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Rodrigo havia sido indicado pela oposição para fiscal duma das mesas eleitorais. Pôs o revólver na
cintura, uma caixa de balas no bolso e encaminhou-se para seu posto. A chamada dos eleitores
começou às sete da manhã. Plantados junto da porta, os capangas do Trindade ofereciam cédulas com o
nome dos candidatos oficiais a todos os eleitores que entravam. Estes, em sua quase totalidade,
tomavam docilmente dos papeluchos e depositavam-nos na urna, depois de assinar a autêntica. Os que
se recusavam a isso tinham seus nomes acintosamente anotados.
 
VERISSIMO, E. O tempo e o vento. São Paulo: Globo,2003 (adaptado).
 
Erico Verissimo tematiza em obra ficcional o seguinte aspecto característico da vida política durante a
Primeira República:
a) Identificação forçada de homens analfabetos.
b) Monitoramento legal dos pleitos legislativos.
c) Repressão explícita ao exercício de direito.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/932797378) 
d) Propaganda direcionada à população do campo.
e) Cerceamento policial dos operários sindicalizados.
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IBGP - Vest (UNIPAC)/UNIPAC/Medicina/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“As eleições de 2018 no Brasil podem representar um marco histórico de mudanças no país.” Nesse
sentido e buscando entender melhor a “pseudomaturidade” política adquirida pelos eleitores brasileiros,
observe a charge de Storni “As próximas eleições......de cabresto”, publicada na revista Careta em 1927.
 
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2155771
Storni. Careta, 19/02/1927. Apud: Renato Lemos (Org.). Uma história do Brasil
através da caricatura. 1840-2006. Rio de Janeiro: Bom Texto, 2006, p.35.
 
Sobre a charge e sua relação com as práticas atuais em relação ao processo eleitoral brasileiro, analise
as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas:
 
( ) A charge é uma sátira ao processo eleitoral da época, em que o eleitor, de forma metafórica, é
considerado incompetente para votar.
 
( ) O fato de o eleitor estar sendo “conduzido” pelo político indica que prevalece a vontade do
político e não a do eleitor. Pode-se dizer que essa prática, conhecida como “voto de cabresto”, ainda
é realizada nos dias atuais.
 
( ) O eleitor carrega um caderno em suas mãos no que parece ser uma indicação explícita de ser
letrado. Tal exigência, para exercer o direito ao voto, está expressa na Constituição Brasileira de
1988.
 
( ) A imagem feminina representa, de forma explícita, o papel e a importância da mulher na política
brasileira.
 
( ) O político, indicado à época por coronéis (fazendeiros ou comerciantes ricos das cidades),
conduz o “burro” eleitor. Esses coronéis mantinham o seu poder, pois faziam parte das oligarquias
que controlavam os resultados das urnas por meio de seu "curral eleitoral".
 
( ) Ao invés de o eleitor, por vontade própria, levar o seu candidato à urna, é o “cabresto” que o
fará comparecer à votação e determinará o seu voto. Essa prática é muito diferente das práticas
adotadas atualmente nos processos eleitorais.
 
379) 
380) 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
a) V F V F V F.
b) V V F F V V.
c) V F F F V F.
d) F V V V F V.
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FADURPE - Vest (CESMAC)/CESMAC/Medicina/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Entre os desdobramentos da chamada Política dos Governadores, adotada por Campos Salles, é
possível destacar:
a) o fortalecimento da União.
b) o abandono da política de valorização do café.
c) a estruturação de novos partidos políticos.
d) o incentivo à industrialização.
e) o predomínio político de Minas Gerais e São Paulo.
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FCC - Vest (IBMEC)/IBMEC/Direito/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O período conhecido como Primeira República, no Brasil, refere-se, temporalmente,
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1164091
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/988925
381) 
a) aos governos dos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, militares positivistas que
defendiam um modelo de governo descentralizado, sendo por isso derrubados pelo grupo da “política
do café com leite”.
b) à fase da república oligárquica a partir do governo de Campos Sales, responsável, devido a suas
medidas autoritárias, pela denominação dessa fase como “república da espada”, com apoio dos
governadores e a concessão de amplos benefícios aos produtores de café, principalmente em São
Paulo e Minas Gerais.
c) aos primeiros anos após a Proclamação da República, marcados pelos esforços governamentais
em prol da consolidação do novo regime por meio da distribuição de cargos e políticas econômicas de
estimulo à industrialização, como o Encilhamento.
d) aos anos que se estendem da Proclamação à Revolução de 1930, marcados, em sua última
década, por fortes dissidências oligárquicas, conflitos sociais e o recrudescimento do movimento
operário.
e) ao primeiro período republicano de nossa história, no qual preponderou o domínio oligárquico e o
controle político por meio do coronelismo e do voto de cabresto, período interrompido com o Estado
Novo e a promulgação de uma constituição de viés notadamente autoritário.
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DECEx - Alun (EsPCEx)/EsPCEx/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O início do período republicano no Brasil foi marcado por uma série de conflitos que culminaram
com a Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder. Abaixo estão listados atos e fatos
relacionados a nossa história.
I- Modelo econômico agroexportador.
II- Comissão Verificadora de Poderes.
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382) 
III- Possibilidade do Presidente nomear Interventores estaduais.
IV- Criação da Consolidação das Leis Trabalhistas.
Assinale a opção que apresenta elementos relacionados à Primeira República.
a) I e II
b) I e III
c) II e III
d) II e IV
e) III e IV
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UFMT - Tec DE (Pref VG)/Pref VG (MT)/Técnico de Desenvolvimento Infantil/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Observe a figura a seguir.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/744584
 
(Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=charges+encilhamento. Acesso em: 26 de novembro de 2017.)
A imagem faz uma crítica à política econômica da Primeira República conhecida como Encilhamento. Essa
política, colocada em prática por Rui Barbosa, tinha por objetivo aumentar a oferta de moeda na
economia e incentivar a criação de sociedades anônimas. Os resultados obtidos, no entanto, foram
outros. Quais foram esses resultados?
a) Desvalorização imobiliária e generalização do trabalho assalariado.
b) Incorporação dos libertos na economia capitalista e saneamento da dívida pública.
c) Expansão do crédito e diminuição das desigualdades sociais.
d) Crescimento da especulação na bolsa de valores e aumento do custo de vida.
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CEV UECE - Vest (UECE)/UECE/2018
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
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383) 
384) 
Durante o período da República Velha no Brasil (1889-1930), uma prática que garantia os
resultados eleitorais favoráveis aos candidatos que contavam com o apoio dos governantes era conhecida
como
a) Comissão de Verificação de Poderes, que garantia a eleição dos candidatos apoiados pela política
dos governadores, através da ‘degola’ dos políticos opositores.
b) Embargo de Candidatura, processo movido nos Tribunais Regionais Eleitorais que impedia a
inscrição de chapas formadas por adversários políticos do governo.
c) Voto de Cabresto, que era o domínio do voto dos operários e trabalhadores urbanos em geral
através do controle das forças sindicais pelo Estado.
d) Bipartidarismo, sistema que admitia apenas a existência de dois partidos políticos, um
representante do governo, a ARENA e outro a oposição permitida, o MDB.
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Instituto AOCP - Vest (UNCISAL)/UNCISAL/2017
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
“Verás que um filho seu não foge à luta” (Hino Nacional Brasileiro). Sobre os movimentos sociais
no Brasil e a participação popular, assinale a alternativa correta.
a) Ocorrida no Rio de Janeiro, em novembro de 1904, a Revolta da Vacina foi uma rebelião popular
contra a vacina antivaríola.
b) A Balaiada foi uma luta popular republicana que se sucedeu na província do Maranhão durante os
anos de 1838 e 1841.
c) A Guerra de Canudos foi um movimento popular de fundo sociorreligioso, que durou de 1964 a
1985, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, e visava à redemocratização
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do Brasil.
d) “Caras Pintadas” é a denominação dada aos movimentos dos indígenas brasileiros que lutaram
pela demarcação de suas terras nos anos 90, a qual era prevista na Constituição Brasileira de 1988.
e) A Revolta da Chibata foi um importante movimento social ocorrido no início do século XX, na
cidade do Rio de Janeiro, contra os castigos físicos que os operários recebiam nas fábricas.
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INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/Regular/2016
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O coronelismo era fruto de alteração na relação de forças entre os proprietários rurais e o governo,
e significava o fortalecimento do poder do Estado antes que o predomínio do coronel. Nessa concepção,
o coronelismo é, então, um sistema político nacional, com base em barganhas entre o governo e os
coronéis. O coronel tem o controle dos cargos públicos, desde o delegado de polícia até a professora
primária. O coronel hipoteca seu apoio ao governo, sobretudo na forma de voto.
 
CARVALHO, J. M. Pontos e bordados: escritos de histórias política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
 
No contexto da Primeira República no Brasil, as relações políticas descritas baseavam-se na
a) coação das milícias locais.
b) estagnação da dinâmica urbana.
c) valorização do proselitismo partidário.
d) disseminação de práticas clientelistas.
e) centralização de decisões administrativas.
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386) 
387) 
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2015
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
A chamada "República Velha" assistiu a partir do governo de Prudente de Morais (1894 - 1898), à
construção do domínio das oligarquias rurais como classe dominante no Brasil da Primeira República
(1889 - 1930). Um dos instrumentos que caracterizaram este domínio e que marcava o revezamento na
Presidência da República entre as oligarquias paulista e mineira ficou conhecido como:
a) Comissão de Verificação.
b) Convênio Taubaté.
c) Fundig Loan.
d) Política do Café-com-Leite.
e) Coronelismo.
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VUNESP - Vest (UNESP)/UNESP/2015
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Entre os mecanismos que sustentavam o regime político da Primeira República brasileira, pode-se
citar
a) a Constituição, que restringia aos chamados homens bons o acesso aos principais postos dos
poderes executivo e legislativo.
b) a política de compromissos, que vinculava os sindicatos de trabalhadores urbanos ao Ministério do
Trabalho.
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388) 
c) a política do café com leite, que proibia as candidaturas eleitorais de representantes dos estados
do Sul e Nordeste.
d) a política dos governadores, que articulava a ação do governo federal aos interesses das
oligarquias locais.
e) a reforma política, que eliminou o voto censitário e instituiu o sufrágio universal nas eleições
parlamentares.
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NUCEPE UESPI - Sold (CBM PI)/CBM PI/2014
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
No período de consolidação da República no Brasil, diversos aspectos sociais, políticos e
econômicos estruturaram as bases da política republicana. Sobre a Primeira República, analise as
afirmativas abaixo.
1) Nesse período, o voto era aberto (não secreto) e facultativo (não obrigatório).
2) Apesar de haver uma abertura maior no direito ao voto, boa parte da sociedade estava excluída
do sistema eleitoral, a exemplo das mulheres, dos analfabetos, dos mendigos, dos padres e dos
soldados.
3) Uma prática comum nesse período é a influência do poder político local exercido geralmente por
grandes fazendeiros. Essa prática ficou conhecida como coronelismo.
Está(ão) correta(s):
a) 1, apenas.
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389) 
390) 
b) 2 e 3, apenas.
c) 2, apenas.
d) 1, 2 e 3.
e) 1 e 3, apenas.
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DECEx - Alun (EsPCEx)/EsPCEx/2014
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Durante o período conhecido por “República Velha”, para assegurar a manutenção do controle das
oligarquias sobre a vida política do país foi criada pelo(a)(s)
a) Congresso Nacional a Comissão de Verificação de Poderes.
b) Governo Federal a Guarda Nacional, composta de grandes proprietários rurais, que recebiam o
título de coronéis.
c) presidentes estaduais, verdadeiros exércitos que impunham a vontade popular contra a vontade
política dos governantes.
d) Presidente da República, Prudente de Morais, primeiro presidente civil e paulista, a política café-
com-leite.
e) Constituição dos Estados Unidos do Brazil, o voto de cabresto, que permitia transparência na
escolha dos candidatos por parte do eleitor.
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DECEx - CHQAO (EsIE)/EsIE/2014
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
Observe a imagem abaixo:
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1763402
391) 
bttps://w.ww .google.com.bt/search?q=charges+sobre+a+república+velha&rlz=JCIAVSF_pt-
BRBR558BR558&es_sm=122&noj=1 tbm=isch&tbo=u&source=univ&5a=X&ei=1wfYU _
f8H7HlnsAT07YG4CQ&ved=0CBOQsAQ&biw=1024&bih<643
A instituição da República, cm fins do século XIX. mesmo após as reformas realizadas por Floriano
Peixoto, não levou a mudanças na ordem política representada pelos senhores proprietários de terras. Ao
contrário disso, foram reafirmados os controles e até aperfeiçoados. Um exemplo tradicional desses
desmandos é o chamado ''Voto de
a) Arreio".
b) Caneta".
c) Arrasto".
d) Cabresto".
e) Diplomação".
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CESGRANRIO - Prof (SEEC RN)/SEEC RN/História/2011
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
A federação de 1891 abriu as portas do paraíso para o coronel. [...] Surgiu o coronelismo como
sistema [...]. O coronel municipal apoiava o coronel estadual que apoiava o coronel nacional,
também chamado de presidente da República, que apoiava o coronel estadual, que apoiava o
coronel municipal. [...] Aumentou também o dá-cá-toma-lá entre coronéis e governo. As nomeações
de funcionários se faziam sob consulta aos chefes locais. Surgiram o “juiz nosso” e o “delegado
nosso”, para aplicar a lei contra os inimigos e proteger os amigos. O clientelismo, isto é, a troca de
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favores com o uso de bens públicos, sobretudo empregos, tornou-se a moeda de troca do
coronelismo. [...] O coronelismo, como sistema nacional de poder, acabou em 1930, mais
precisamente [...] em 1937.
 
CARVALHO, José Murilo de. Metamorfoses do coronel. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6 maio 2001. Adaptado.
 
De acordo com o texto acima, ainda há clientelismo e coronéis no Brasil, mas o coronelismo, como
sistema político nacional, já deixou de existir há décadas. Ele surgiu na Primeira República e não
sobreviveu à Era Vargas.
 
Com base na definição apresentada no texto acima, que mecanismo político, presente na “federação de
1891” e extinto em 1937, era responsável por articular os três níveis de governo do país num sistema
coronelista?
a) Clientelismo
b) Voto censitário
c) Política do café com leite
d) Economia agroexportadora
e) Eleição dos governadores estaduais
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CESGRANRIO - Prof EFM (SEDUC SP)/SEDUC SP/História/2010
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392) 
BRASIL, Ministério da Educação. ENCCEJA. História e geografia, ciências humanas e suas tecnologias: livro do
professor - ensino fundamental e médio. Brasília: MEC/INEP, 2002. p. 162.
 
A imagem acima evoca características políticas e eleitorais de um determinadocontexto histórico
brasileiro. Quando devidamente analisada e interpretada pelo estudante de História, ele identificará essas
características pelos conceitos de voto
a) censitário e liberalismo.
b) indireto e socialismo.
c) do analfabeto e coronelismo.
d) universal e corporativismo.
e) de cabresto e clientelismo.
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
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393) 
394) 
Os anos iniciais da República no Brasil foram caracterizados por uma intensa instabilidade política.
O governo de Campos Sales (1898-1902) é visto como o construtor de um pacto político que garantiu
certa estabilidade ao regime. Esse pacto, conhecido como a política dos estados, consistiu num sistema
de compromissos políticos por meio do qual o governo federal garantia a autonomia dos grupos
oligárquicos dominantes em cada estado, em troca de apoio das bancadas estaduais no Congresso
Nacional. Entre os efeitos da política dos estados, identifica-se o(a)
a) fortalecimento do poder Executivo Estadual, em detrimento do poder Executivo Federal e o do
Legislativo.
b) fortalecimento do poder Legislativo que ampliou sua autonomia em relação ao poder Executivo.
c) equilíbrio de poder entre os estados da federação que alternavam a liderança do Poder Executivo
de forma igualitária.
d) neutralização das oposições, pois o Congresso era controlado pelos partidos republicanos
hegemônicos.
e) fraude eleitoral, pois o voto aberto e não obrigatório favorecia o controle das eleições por parte
das oligarquias locais.
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CESGRANRIO - Ana (IBGE)/IBGE/História/2010
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
O que procurei examinar foi sobretudo o sistema. O coronel entrou na análise por ser parte do
sistema, mas o que mais me preocupava era o sistema, a estrutura e a maneira pelas quais as relações
de poder se desenvolviam na Primeira República, a partir do município.
 
LEAL,Victor Nunes. Apud. CARVALHO, José Murilo de. “Mandonismo,
Coronelismo, Clientelismo: uma discussão conceitual”. In Dados [on line], v. 40 no 2, 1997.
 
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395) 
O coronelismo é uma prática política
a) presente em vários momentos da história brasileira, baseada no domínio do coronel sobre uma
dada localidade.
b) típica de vários momentos da história brasileira, fundado no domínio dos coronéis sobre o governo
estadual.
c) edificada na confluência da implantação do federalismo, na conjuntura de crise do trabalho
escravo e da proclamação da República.
d) herdada do patriarcalismo da sociedade imperial e das hierarquias do escravismo.
e) produzida pelos conflitos entre elites civis e militares pelo controle da Guarda Nacional e da
direção do Estado Republicano.
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CESGRANRIO - Prof (Salvador)/Pref Salvador/História/2010
História - A Política e o Sistema de Governabilidade da Primeira República
 
Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/coronelismo/coronelismo -2.php Acesso em: 17 set. 2010.
 
“A lei parava na porteira das fazendas. O governo renunciava a seu caráter público. Um elementar
senso de autodefesa dizia à população rural que era vantajoso submeter-se ao poder e a proteção
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396) 
do coronel.”
 
Victor Nunes Leal, na obra clássica “Coronelismo, Enxada e Voto”, publicada em 1949, dizia que o
coronelismo era o compromisso entre o poder privado e o poder público. O compromisso, continuava ele,
derivava de um longo processo histórico e se enraizava na estrutura social. A urbanização, a
industrialização, a libertação do eleitorado rural e o aperfeiçoamento da justiça eleitoral, acreditava o
autor, iriam enterrar Coronéis e Coronelismo.
 
Destacam-se como espaços sociopolíticos determinantes na ação dos coronéis
a) a ação dos imigrantes, sobretudo europeus e asiáticos que constituíram um dos traços mais
relevantes de agenciamento de mão de obra barata para a lavoura do café.
b) a precariedade dos serviços assistenciais do Estado, a incapacidade dos cidadãos efetivarem seus
direitos, a ampliação dos impostos atribuída aos municípios e a eleição dos prefeitos.
c) o movimento operário e a ação do Estado no sentido de intervir nas relações de trabalho,
mediante uma legislação concessiva de direitos mínimos aos trabalhadores.
d) as fábricas que surgiram no Brasil, sobretudo na Bahia, primeiro núcleo das atividades do ramo,
reunindo cinco das nove fábricas existentes no país em 1866.
e) os traços ideológicos e as peculiaridades que concorreram, também, para a ação dos Coronéis,
como, por exemplo, o Positivismo, cuja importância difusa se manteve no interior do Exército.
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FAUEL - Tec (Pref Piên)/Pref Piên/Informática/2023
História - Economia na Primeira República
Desde o seu descobrimento até os dias atuais a História do Brasil pode ser estudada através de
seus ciclos econômicos. Mais precisamente na época da Proclamação da República, o Brasil vivia o ciclo:
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397) 
a) da borracha.
b) da cana-de-açúcar.
c) do café.
d) do ouro.
e) do pau-brasil.
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Instituto AOCP - Sold (PM ES)/PM ES/Combatente/2022
História - Economia na Primeira República
A crise financeira de 1929, iniciada nos Estados Unidos, afetou não somente aquele país, mas
diversos outros ao redor do mundo. O Brasil foi afetado economicamente, mas também socialmente e na
sua política. Assinale a alternativa correta quanto a essas alterações sociais e políticas.
a) Afetou negativamente a exportação de café, principal produto econômico brasileiro. Dessa forma,
também influenciou o descrédito na Primeira República, associada aos grandes oligarcas do café,
auxiliando na derrubada do Presidente Washington Luís, na ascensão de Vargas e na criação de um
governo provisório em 1930.
b) O governo brasileiro conseguiu, de forma relativa, contornar a crise, aumentando ainda mais as
exportações de café e solidificando o governo de Washington Luís.
c) As exportações de café foram totalmente afetadas, diminuindo muito a compra do produto. Com
isso, o governo de Washington Luís foi derrubado, e Vargas instaurou o Estado Novo, um governo
ditatorial.
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398) 
d) A crise de 1929 afetou o Brasil de forma positiva, pois, com a queda da produção de café,
acelerou-se, de forma efetiva e imediata, investimentos em ciência e tecnologia no país.
e) Um dos efeitos da crise de 1929 no Brasil foi a queda da produção industrial do país que, naquele
momento, crescia de forma pujante.
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FGV - Sold (CBM AM)/CBM AM/2022
História - Economia na Primeira República
Assinale a afirmativa que descreve corretamente um aspecto dos ciclos da borracha no Brasil.
a) Extraída da seiva da seringueira, a borracha era desconhecida pelos índios da Amazônia, passando
a ser comercializada após a invenção do processo de vulcanização.
b) A economia da borracha amazônica teve como base a extração de látex em plantations de
seringueiras cultivadas em terrenos argilosos e próximos a várzeas.
c) O aumento da demanda internacional por borracha natural incentivou investimentos estatais em
ferrovias e em iniciativas de reforma agrária para a região amazônica.
d) Os ingleses, interessados na produção de látex em grande escala, contrabandearam sementes de
Hevea brasiliensis e as enviaram para suas plantações na Índia.
e) A exploração da seringueira no vale amazônico ativou um ciclo econômico que, a partir da segunda
metade do século XIX, permitiu a reestruturação urbana de Belém e Manaus.
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399)INEP (ENEM) - Part (ENEM)/ENEM/PPL (Pessoa Privada de Liberdade)/2021
História - Economia na Primeira República
Em finais do século XIX, o boom da exploração do látex - goma elástica amplamente empregada
na fabricação de correias de transmissão nas máquinas, de batentes, de encapamentos de fios elétricos
que tanto propiciaram a expansão das comunicações e da transmissão de energia, além de ser utilizada
na fabricação de pneumáticos - fez com que se desenvolvesse na Amazônia brasileira, colombiana e
boliviana o fenômeno que, no Brasil, ficou conhecido como correria - prática de correr atrás dos
indígenas para matá-los e, assim, dominar seus territórios para produzir látex.
GONÇALVES, C. W. P. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar.
Acesso em: 13 abr. 2015 (adaptado).
 
No momento histórico apresentado, o sistema produtivo amazônico mencionado ficou marcado pelo(a)
a) subjugação de povos originários.
b) esgotamento de recursos naturais.
c) formação de cooperativas extrativas.
d) modernização dos parques industriais.
e) desapropriação de terras improdutivas
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FCC - Ap (SABESP)/SABESP/Assistente Administrativo/2019
História - Economia na Primeira República
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400) A charge pode ser relacionada a um momento de grave crise na história dos Estados Unidos, que
ficou conhecida como Quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, e que teve muitas consequências na
economia mundial.
 
 
 
 
Nesse contexto de crise, o governo brasileiro
a) buscou se antecipar aos seus efeitos, incentivando imediatamente os investimentos da elite
agrária no setor industrial, como forma de diversificar as atividades econômicas do país.
b) soube tirar vantagem da depressão econômica e do desabastecimento vivido pelos Estados
Unidos, oferecendo a estes grandes quantidades de produtos industriais diversificados, que passaram
a ser exportados.
c) sofreu grande pressão política das oligarquias cafeeiras por não conseguir sustentar a chamada
“política do café com leite”, sendo o presidente Getúlio Vargas deposto pela Aliança Libertadora
Nacional.
d) procurou minimizar os efeitos da Grande Depressão comprando e queimando o excedente de
produção dos cafeicultores, uma vez que os Estados Unidos eram os principais importadores desse
grão.
e) precisou elaborar planos emergenciais para conter a inflação e o caos em que mergulhou a
economia brasileira, com a corrida aos bancos para a retirada de dinheiro e o desemprego industrial
em massa, cunhando uma nova moeda.
Gabarito
201) B 202) A 203) D 204) C 205) B 206) C 207) C
208) B 209) B 210) A 211) C 212) D 213) A 214) D
215) A 216) B 217) D 218) D 219) A 220) C 221) B
222) C 223) B 224) D 225) E 226) D 227) A 228) B
229) E 230) C 231) E 232) D 233) C 234) A 235) A
236) B 237) C 238) C 239) C 240) B 241) B 242) A
243) C 244) A 245) A 246) B 247) A 248) E 249) C
250) E 251) A 252) E 253) A 254) B 255) D 256) A
257) A 258) B 259) B 260) C 261) B 262) C 263) B
264) A 265) B 266) D 267) C 268) A 269) C 270) C
271) B 272) E 273) B 274) B 275) B 276) C 277) B
278) C 279) C 280) A 281) C 282) D 283) C 284) E
285) E 286) B 287) D 288) D 289) A 290) D 291) A
292) C 293) A 294) D 295) D 296) A 297) D 298) C
299) D 300) D 301) B 302) C 303) E 304) E 305) B
306) B 307) A 308) A 309) B 310) C 311) B 312) D
313) D 314) A 315) D 316) D 317) A 318) A 319) D
320) E 321) C 322) B 323) D 324) A 325) D 326) E
327) E 328) D 329) A 330) E 331) A 332) E 333) C
334) C 335) B 336) B 337) A 338) A 339) E 340) A
341) D 342) B 343) E 344) C 345) E 346) A 347) C
348) A 349) B 350) A 351) D 352) A 353) A 354) A
355) A 356) A 357) A 358) C 359) B 360) B 361) A
362) E 363) D 364) D 365) B 366) A 367) A 368) C
369) B 370) A 371) B 372) D 373) D 374) D 375) B
376) E 377) C 378) B 379) C 380) D 381) A 382) D
383) A 384) A 385) D 386) D 387) D 388) D 389) A
390) D 391) E 392) E 393) E 394) C 395) B 396) C
397) A 398) E 399) A 400) D

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