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Conteudista: Prof.ª M.ª Márcia Regina Pinez Mendes Revisão Textual: Prof.ª M.ª Sandra Regina Fonseca Moreira Material Teórico Material Complementar Referências Avaliação Clínica da Visão Binocular Sinais Motores de Heterotropias e Heteroforias Caso tivéssemos apenas um olho, tudo seria mais simples. A coordenação neuromotora dos seis músculos extraoculares funcionariam bem, pois não seria muito difícil direcionar o olho em uma direção especí�ca. 1 / 3 Material Teórico Objetivo da Unidade: Apresentar os exames de rotina e de apoio diagnóstico para condições da visão binocular. Figura 1 – Um olho Fonte: Reprodução Mas temos dois olhos, que estão localizados anteriormente e que precisam estar bem coordenados, com os músculos em sinergia, para que possamos ter o que chamamos de Visão Binocular, que signi�ca a relação a ambos os olhos. Figura 2 – Posição dos olhos Fonte: Getty Images A ação dos olhos está ligada aos nervos cranianos pelas conexões neurais, sendo que os estímulos são captados pelos olhos e projetados na retina para serem convertidos em impulsos nervosos e enviados ao córtex occipital, no sistema nervoso central, a �m de que possa ser interpretada como sensação visual. Com ações do sistema viso motor, existe o aumento do campo visual pela modi�cação de campos visuais monoculares em campos de �xação, posicionando a imagem do objeto de atenção observado sobre a fóvea, promovendo o alinhamento dos olhos a todo momento, levando à visão binocular única. Quando falamos em patologias oculomotoras, estamos falando de alterações na posição relativa dos olhos, ou seja, na posição relativa aos eixos. Podem não estar bem combinadas entre si, não estarem direcionadas ao mesmo ponto e assim exigir muito esforço, tornando-se exaustivo coordenar e direcionar para o mesmo ponto. Devemos conhecer os movimentos que são realizados pelos olhos: Dextroversão e levoversão: (olhar para a direita e olhar para a esquerda), elevação (olhar para cima) e depressão (olhar para baixo): esses quatro movimentos direcionam os olhos para as posições secundárias por meio da rotação ao redor dos eixos de Fick, o horizontal (X) ou o vertical (Z); Dextroelevação e dextrodepressão: (olhar para cima e para a direita; olhar para baixo e para a direita) e levoelevação e levodepressão (olhar para cima e para a esquerda; olhar para baixo e para a esquerda): esses quatro movimentos oblíquos direcionam os olhos para as posições terciárias do olhar mediante rotações ao redor dos eixos vertical e horizontal no plano de Listing, equivalentes ao movimento simultâneo em torno dos eixos horizontais e dos verticais; As seis posições cardinais do olhar são avaliadas, nas quais um músculo de olho é principalmente responsável por mover o olho para tal posição, como relacionado a seguir: Figura 3 – Seis posições cardinais do olhar Fonte: Adaptada de BOWLING, 2016 Deve-se avaliar os movimentos dos dois olhos nas nove posições de diagnóstico do olhar, estabelecendo se existe hiperfunção ou hipofunção de qualquer um dos músculos extraoculares. Movimentos torcionais: mantêm as imagens que ocorrem com a inclinação da cabeça aprumadas: esses são conhecidos como reexos de correção. Ao inclinar a cabeça para a direita, os limbos superiores dos dois olhos giram para a esquerda, causando intorção do globo direito e extorção do esquerdo (levocicloversão). Dextroversão (reto lateral direito e reto medial esquerdo);1 Levoversão (reto lateral esquerdo e reto medial direito);2 Dextroelevação (reto superior direito e oblíquo inferior esquerdo);3 Levoelevação (reto superior esquerdo e oblíquo inferior direito);4 Dextrodepressão (reto inferior direito e oblíquo superior esquerdo);5 Levodepressão (reto inferior esquerdo e oblíquo superior direito).6 Figura 4 – Posições diagnósticas do olhar Fonte: Adaptada de BOWLING, p. 732, 2016 Ângulo Kappa O ângulo Kappa é aquele que está entre o eixo visual e o eixo anatômico e normalmente é de cerca de 5°. Tem-se o ângulo positivo (normal) quando a fóvea é temporal ao centro do polo posterior e resulta em um deslocamento nasal do re�exo corneano, e, quando negativo, ocorre o inverso. Figura 5 – Ângulo Kappa Fonte: Adaptada de BOWLING, p. 723, 2016 Teste de Kappa O objetivo do teste é dar indício da �xação do paciente. Ao ser dirigida a luz ao olho do paciente, esta terá que incidir direto na fóvea e re�etir na córnea, no ponto exato onde atravessa o eixo pupilar e o eixo visual. É uma avaliação monocular e o paciente deve colaborar com o teste. Como Fazer: Paciente sentado com o olhar dirigido para a frente; Colocar uma luz a aproximadamente 40 cm do paciente, posição �xa dirigida para a ponte nasal; O examinador deverá ocluir o OE do paciente; Método dos Re�exos Corneais de Hirschberg O objetivo do teste é determinar as posições aproximadas dos eixos visuais dos dois olhos em condições binoculares, utilizando-se uma lanterna. Procedimento: A fundamentação do teste de Hischberg é que um milímetro de descentralização de re�exão de luz da córnea corresponde a 7° ou 15 dioptrias prismáticas (dp) de desvio ocular. Sendo assim, um re�exo luminoso na margem da pupila está cerca de 2 mm do centro da pupila, o que seria cerca de 15° ou 30 dp de desvio. Um re�exo na região da íris �ca a cerca de 4 mm do centro da pupila (30° ou 60 dp de desvio) e um re�exo no limbo é cerca de 45° ou 90 dp de desvio. Deslocar a luz para que esta �que na frente do OD e observar a posição do re�exo corneal em relação ao centro da pupila. Repete-se o mesmo procedimento no OE. O optometrista deve incidir diretamente a luz da lanterna entre os dois olhos do paciente (entre a testa e o começo do nariz), a uma distância de aproximadamente 40 cm; 1 Pedir ao paciente que olhe a luz;2 Observar a localização dos re�exos corneais de cada um dos olhos, estando o optometrista atrás da lanterna; 3 Comparar as localizações dos re�exos corneais de ambos os olhos: a) Se os re�exos estão na mesma posição relativa em cada um dos olhos, o paciente não apresenta qualquer anomalia, são simétricos; b) Se os resultados não têm a mesma posição relativa, o paciente apresenta anomalia chamada estrabismo, estão assimétricos. 4 Figura 6 – Desvios em graus Figura 7 – Exemplos dos desvios Postura e Oposição de Cabeça Quando presente o desvio, o paciente tende a adotar uma postura compensatória (fechando o olho ou inclinando a cabeça para o lado) para tentar compensar a diplopia. Saiba Mais Achou interessante e quer aprofundar-se no assunto? Assista ao vídeo Teste de Hirschberg, da Prof.ª Rebeca U. Saraiva e aprenda um pouco mais. YOUTUBE Teste de Hirschberg | Profa. Rebeca U. Saraiva Explicação sobre o Teste de Hirschberg!Entre para nosso grupo #OptoDescomplica no Telegram: https://t.me/OptoDescomplicaVocê também pode me encontrar ↴Facebo... VEJA EM YOUTUBE Teste de Hirschberg | Profa. Rebeca U. Saraiva https://www.youtube.com/ https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FNMsq_dzYwLc%3Ffeature%3Doembed&display_name=YouTube&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DNMsq_dzYwLc&image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FNMsq_dzYwLc%2Fhqdefault.jpg&key=40cb30655a7f4a46adaaf18efb05db21&type=text%2Fhtml&schema=youtube https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FNMsq_dzYwLc%3Ffeature%3Doembed&display_name=YouTube&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DNMsq_dzYwLc&image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FNMsq_dzYwLc%2Fhqdefault.jpg&key=40cb30655a7f4a46adaaf18efb05db21&type=text%2Fhtml&schema=youtube https://www.youtube.com/watch?v=NMsq_dzYwLc Figura 8 – Inclinação e rotação da cabeça Fonte: Reprodução Teste de Brückner O objetivo da aplicação do teste de Brückner é comparar o brilho do re�exo retiniano nas pupilas com um oftalmoscópio direto. Será positivo quando existir uma assimetria no re�exo dos olhos, o que poderá indicar a presença de uma patologia ambliopigênicano olho com maior brilho. Teste de Maddox Para entender o teste, devemos primeiramente conhecer os cilindros de Maddox, que são formados por uma série de pequenos cilindros em sequência. A imagem de um ponto é formada por uma lente cilíndrica e é uma linha Explore Quer saber mais? Assista ao vídeo: Re�exo de Brückner, da Prof.ª Rebeca U. Saraiva. YOUTUBE Re�exo de Bruckner - Optometria Pediátrica | Profa. Rebeca U. Saraiva Como realizar e o que observar no teste de Bruckner.Entre para nosso grupo #OptoDescomplica no Telegram: https://t.me/OptoDescomplicaVocê também pode me enco... VEJA EM YOUTUBE Re�exo de Bruckner - Optometria Pediátrica | Profa. Rebeca U. Saraiva https://www.youtube.com/ https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2F018RcbTKzxc%3Ffeature%3Doembed&display_name=YouTube&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D018RcbTKzxc&image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F018RcbTKzxc%2Fhqdefault.jpg&key=40cb30655a7f4a46adaaf18efb05db21&type=text%2Fhtml&schema=youtube https://cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2F018RcbTKzxc%3Ffeature%3Doembed&display_name=YouTube&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D018RcbTKzxc&image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F018RcbTKzxc%2Fhqdefault.jpg&key=40cb30655a7f4a46adaaf18efb05db21&type=text%2Fhtml&schema=youtube https://www.youtube.com/watch?v=018RcbTKzxc perpendicular ao eixo da referida lente cilíndrica. Figura 9 – Cilindros de Maddox Fonte: BOWLING, p. 749, 2016 Com isto, ao colocarmos um ponto luminoso a uma certa distância do paciente, e em frente a um dos olhos um cilindro de Maddox, com o olho livre verá um ponto luminoso, e com o outro olho uma linhaperpenicular ao eixo do cilindro. Figura 10 – Possíveis resultados Fonte: BOWLING, p. 749, 2016 Teste de Bagolini O teste com os vidros estriados de Bagolini é um dos mais sensíveis para se detectar a Correspondência Sensorial Anômala (CSA). Utiliza-se um par de óculos com lentes planas claras transparentes, com estrias especiais formadas por suaves sulcos com direção única na superfície da lente de vidro. Como os sulcos são bem suaves, não irão interferir na visão do paciente que use óculos, o que permite a realização do teste em condições bem próximas da situação de visão cotidiana do paciente. Cada lente tem estrias �nas que convertem um ponto de luz em uma linha. Inicia-se o teste colocando-se as duas lentes a 45° e 135° em frente a cada olho, enquanto o paciente �xa o olhar em uma fonte luminosa focal. Cada olho percebe uma linha oblíqua de luz, perpendicular à percebida pelo outro olho. Algumas imagens diferentes são, por conseguinte, apresentadas a cada olho sob condições de visão binocular. Teste de Cobertura Este teste deve ser realizado com e sem correção, para longe e para perto, e o teste de oclusão-desoclusão (cover- uncover) consiste na observação da atitude de cada globo ocular quando descoberto ou sob cobertura, com �xação estimulada (longe-perto), esperando-se não haver movimentação em nenhuma das etapas. A – Teste de oclusão (Cover Test): detecta-se uma heterotropia e nesta primeira fase cobre-se um olho com um oclusor ou mão do examinador e repara-se no que está descoberto. Quando o olho descoberto �zer algum movimento de �xação, tem-se um teste anormal; B – Teste de Desoclusão (Uncover Test): detecta-se forias. Agora, o olho que se observa é o que está coberto, pois ao retirar a oclusão do olho que esteve coberto, este poderá mover-se. A detecção de forias é possível pois rompe a binocularidade e estas são formas de estrabismo que só surgem nestas situações; C – Cover alternado: detecta-se também forias e a oclusão é realizada de forma alternada entre um olho e outro. O movimento deve ser rápido para que se rompa completamente a binocularidade, mas permanecendo ao menos 1 a 2 segundos em cada olho. Figura 11 – Possíveis resultados do cover test Fonte: Adaptada de BOWLING, p. 746, 2016 Figura 12 –Possíveis resultados do uncover test Fonte: Adaptada de BOWLING, p. 748, 2016 Teste de Filtro Vermelho Este exame é realizado com o paciente sentado. Coloca-se um �ltro vermelho em frente a um dos olhos do paciente (normalmente o são) e apresenta-se uma luz a cerca de 33 cm, que o paciente deverá seguir, sem movimentar a cabeça, nas diferentes posições do olhar. Anota-se a posição em que aparece a diplopia e a zona em que essa diplopia é mais acentuada. Figura 13 –Teste de Filtro Vermelho Fonte: Reprodução A �gura abaixo mostra os resultados do teste com �ltro vermelho. Na imagem A, o indivíduo não tem estrabismo, relatando enxergar apenas uma luz (rosada) na posição de �xação, pois as luzes vermelha e branca oscilam e parecem sobrepostas. Na imagem B, o indivíduo apresenta diplopia cruzada ou heterônima nas exotropias. Já a imagem C mostra um indivíduo com diplopia não cruzada ou homônima nas esotropias. E na imagem D, temos uma diplopia vertical nas heterotropias. Figura 13 – Teste de �ltro vermelho Avaliação das Reservas Fusionais Positivas e Negativas As reservas fusionais representam a capacidade funcional dos músculos extraoculares para neutralizar as forias e manter a fusão em visão de longe (VL) e visão de perto (VP). Ou seja, determinam a capacidade do sistema visual de convergir ou divergir sem alterar a acomodação. Como medir: Medição das Reservas Fusionais de Longe Procedimento de Medição Reserva Fusional Positiva (RFP): Paciente emetropizado; Luz alta da sala; Procedimento de Medição de Reserva Fusional Negativa (RFN): Medição das Reservas Fusionais de Perto Procedimento de Medição Reserva Fusional Positiva (RFP): Teste de linha de letras isoladas; Coloque prismas Risley horizontais; Insira dioptrias com um prisma BT até embaçar, quebrar, passar um pouco e retornar até a recuperação; Apontar RFP como a soma do prisma BT em ambos os olhos; Se recuperar BN, anote o negativo. Paciente emetropizado; Luz alta da sala; Teste de linha de letras isoladas a 6m; Coloque prismas Risley horizontais; Vá introduzindo dioptrias com prisma BN até a quebra, passe um pouco e volte até a recuperação; Alvo RFN como a soma do prisma BN em ambos os olhos; Se a recuperação for BT, digite negativo. Paciente emetropizado; Luz de coluna média-baixa; Teste de linha de letras isoladas a 40 cm; Coloque prismas Risley horizontais; Insira as dioptrias com um prisma BT até a quebra, passe um pouco e retorne até a recuperação; Procedimento de Medição Reserva Fusional Negativa (RFN): Reservas Fusionais Positivas em Perto e Longe Estas reservas utilizam a capacidade máxima de convergir após compensar sua heteroforia. Os prismas BT são introduzidos para forçar a convergência dos olhos, embora o teste não mude de lugar. Reservas Fusionais Negativas em Longe e Perto Estas reservas utilizam a capacidade máxima de divergir após compensar sua heteroforia. Os prismas BN são inseridos para forçar os olhos a divergir, embora o teste não mude de lugar. Alvo RFP como a soma do prisma BT em ambos os olhos; Se a recuperação for BN, digite negativo. Paciente emetropizado; Luz de coluna média-baixa; Teste de linha de letras isoladas a 40 cm; Coloque prismas Risley horizontais; Vá introduzindo dioptrias com prisma BN até a quebra, passe um pouco e volte até a recuperação; Alvo RFP como a soma do prisma BN em ambos os olhos; Se a recuperação for BT, digite negativo. Em princípio, convergem por vergência fusional positiva, até que se esgote; Uma vez exausto, para ver o simples, você deve ativar a convergência acomodativa = imprecisão = limite de reserva fusional positivo; Quando a convergência acomodativa se esgota = quebra = visão dupla; O valor é maior perto do que longe. Problemas de Medição Quanto à Medida da Barra do Prisma Em princípio divergem por vergência fusional negativa, até que se esgote; Uma vez exausto, para ver o simples, você deve ativar a divergência acomodativa = relaxamento acomodativo= imprecisão = limite de reserva fusional negativo; Quando a divergência acomodativa se esgota = quebra = visão dupla; De longe não deve haver quebra, e o valor é muito baixo. No fechamento, o valor normal é menor do que o RFP. Que o paciente não veja duas imagens: ocluir e desocluir ambos os olhos. Medir com uma barra;1 Que você vê imprecisão no RFN à distância: faltam pontos positivos. Voltar para renovar;2 Que ele não veja o dobro, mas perceba o movimento da imagem: quando o movimento começa, é considerado diplopia (é devido à supressão); 3 Que ele não vê o dobro, mas que percebe que um teste entra em outro: é também diplopia.4 É usado quando não pode ser medido com prismas Risley;1 Tem a desvantagem de dar sempre mais baixo porque é um procedimento de salto, não aos poucos;2 É comum que não haja desfoque, devido aos saltos prismáticos.3 Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Leitura Anomalías motoras de la visión binocular Anomalías motoras de la visión binocular ACESSE Estrabismo para totós ACESSE Avaliação e triagem da acuidade visual em escolares da primeira infância ACESSE Vídeos Para que serve o teste das reservas fusionais 2 / 3 Material Complementar Pra que serve o teste de RESERVAS FUSIONAIS? / Profa. Rebeca U. Saraiva https://upcommons.upc.edu/bitstream/handle/2117/189582/35166-4331.pdf?sequence=3&isAllowed=y https://www.spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/2016/10/estrabismo-para-totos-pdf.pdf https://www.scielo.br/j/rbof/a/WLjBMPbpQqnKVKKMX4d78Dy/?lang=pt https://www.youtube.com/watch?v=2To2DuO7jRs ALVES, A. A. Refração. 6. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica: Guanabara Koogan, 2014. BOWLING, B. Kansky Oftalmologia Clínica - uma abordagem sistêmica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. (e-book) BRICOT, B. Posturologia Clínica. São Paulo: CIES BRASIL, 2010. Cover Test con Forias y Tropias + Caso Real - Tests Visuales. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch? v=4tqc_9SQMEk>. Acesso em: 12/10/2021. DANTAS, A. M.; MONTEIRO, M. L. R. Neuro-oftalmologia. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2010. DANTAS, A. M. Paralisias oculomotoras. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2016. MACHADO, I.; GAMA, R. Estrabismo para totós. Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. 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