Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CLÍNICA 
 
 
NOME DO ALUNO: MARLON PAIXÃO ANGELIN 
 
 
RA: 0435279 
 
 
POLO DE MATRÍCULA: UNIP CAMPUS MANAUS 
 
 
POLO DE PRÁTICA: PARQUE 10 DE NOVEMBRO 
 
 
DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 28/10/2023 E 11/11/2023 
 
 
PROFESSOR: FÁBIO RAPHAEL CAÚPER 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
Instituto de Ciências 
da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Coleta de material biológico 
Data: 28/10/23 
AULA 1 
ROTEIRO 
1 
 
OBJETIVO 
• Relembrar coleta de material biológico. 
• Explicar a diferença entre soro, plasma e sangue total. 
• Explicar como é feita a coleta de urina e outros líquidos biológicos, como 
o líquor. 
• Explicar a função de anticoagulantes na punção venosa, mostrando os 
tubos com as respectivas tampas. 
• Caso seja necessário fazer a conservação de amostras, explicar como é 
feita. 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE 
Tubos de coleta à vácuo Ver procedimento 
Algodão 
Álcool 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Garrrote Ver procedimento 
 
PROCEDIMENTO 
Passos para a coleta com sistema a vácuo e coleta múltipla: 
1. Rosqueie a agulha no adaptador (canhão). Não remova a capa protetora 
de plástico da agulha; 
2. Oriente o paciente quanto ao procedimento; 
3. Ajuste o garrote e escolha a veia; 
4. Faça a antissepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool 
70%; 
 
 
 
5. Faça a punção e após introduza o tubo no suporte, pressionando-o até 
o limite; 
6. Solte o garrote assim que o sangue começar a fluir no tubo; 
7. Separe a agulha do suporte com a ajuda do frasco desconectador ou 
com uma pinça; 
8. Descarte-se no recipiente adequado para o material perfurocortante; 
9. Oriente o paciente a pressionar com algodão a parte puncionada, 
mantendo o braço estendido, sem dobrá-lo. 
RESULTADO 
 
A técnica foi realizada de forma demonstrativa foi realizado a simulação de 
coleta de sangue com um braço artificial (plástico), realizado a técnica de 
garrotear para visualizar melhor a veia e de como sentir a veia tocando com o 
dedo. Preparando para a coleta a vácuo para realizar a punção demonstrativa. 
CONCLUSÃO 
Existem duas técnicas principais para a coleta de amostras de sangue: com 
seringa e agulha e a vácuo. Entretanto, a coleta a vácuo é extensivamente mais 
recomendada, pois é mais segura e eficaz. Mais segura, por tratar-se de um 
sistema de coleta fechado, e, portanto, com uma tendência menor de acidentes 
perfurocortantes e de manipulação da amostra. E mais eficaz pois gera 
amostras de maior qualidade, uma vez que respeita a relação entre os níveis 
de amostra e aditivo pela aspiração do volume adequado de sangue, evitando 
a formação de microcoágulos e a diluição da amostra (Vieira, A. D. C, et al, 
2021). 
 
 
 
 
Instituto de Ciências da 
Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
 Título da Aula: Princípios de 
Fotometria 
Data: 28/10/23 
AULA 1 
ROTEIRO 2 
 
OBJETIVO 
• Determina o espectro de absorção de uma solução de albumina com 
reagente de biureto. 
• Caracterizar o comprimento de onda (λ) onde ocorre absorção máxima. 
• Construir uma curva-padrão da solução de padrão de albumina, com o 
comprimento de onda escolhido e descobrir qual é a concentração do 
tubo teste. 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE 
Solução de albumina (8 mg/mL) 10 mL por grupo 
Tubos 10 
Estante 1 
Cubeta Pelo menos 2 por grupo 
Água 
Reativo de biureto 20 mL por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Pipetas automáticas com 
ponteiras. 
1 de cada volume a ser utilizado 
Espectrofotômetro 1 
 
PROCEDIMENTO 
Iniciamos esse procedimento identificando 2 tubos de ensaios, e com o auxílio 
de uma pipeta automática foi preparado 03 tubos de ensaio: B (branco) 
contendo1,5 ml de água destilada e 2,5 ml de reagente de biureto e P (padrão) 
contendo 1,0 ml de Albumina (8 mg/mL), 0,5 ml de água destilada e 2,5 ml de 
reagente de biureto, em seguida agitou-se os tubos e levou-os em banho-maria 
a 37°C, por 15 minutos. 
Passado o tempo determinado os tubos foram levados para a leitura em 
espectrofotômetro para obtenção do comprimento de onda máximo do tubo 
 
 
 
padrão, as cubetas foram preenchidas, o equipamento foi zerado com o branco 
em cada intervalo de leitura, sendo os resultados descritos abaixo. 
Resultados após análise do tubo padrão em espectrofotômetro. 
Comprimento de 
onda (λ) 
Absorbância 
400 0,011 
420 0,022 
450 0,037 
470 0,069 
500 0,082 
520 0,205 
550 0,427 
580 0,731 
600 0,738 
630 0,790 
650 0,806 
680 1,043 
700 1,099 
 
Gráfico 1 – Concentração padrão (8mg/dL). 
 
Diante dos resultados obtidos na curva de varredura foi descoberto que o 
comprimento de onda com maior absorbância foi 550 nm, sendo assim ajustou 
o espectrofotômetro com essa absorbância e preparou quatro tubos de ensaio 
identificados com as letras A, B, C e D e preparados da seguinte forma: 
 
 
 
Tubos preparados para curva de calibração. 
 Tubo A Tubo B Tubo C Tubo D 
Alb(8mg/ml) 0,1 (100μl) 0,3 (300μl) 0,5(500μl) 1,0 (1000μl) 
Água dest 1,4 ml 1,2 ml 1,0 ml 0,5 ml 
Reag de Biu 2,5 ml 2,5 ml 2,5 ml 2,5 ml 
 
O tubo teste foi previamente preparado pelo professor contendo 1,0 ml de 
solução problema, 0,5 ml de água destilada e 2,5 ml de reagente de biureto. 
Os tubos foram misturados e levados em banho-maria a 37°C por 15 minutos. 
Após 15 minutos foi analisado os tubos em espectrofotômetro em 550 nm, onde 
foi apontado anteriormente sendo o maior resultado na leitura do comprimento 
de onda. 
Resultados obtidos após análise em espectrofotômetro dos tubos A, B, C 
e D. 
Concentração de 
Albumina(8mg/dL) 
 
Absorbância 
0,1 ml A – 0,027 
0,3 ml B – 0,126 
0,5 ml C – 0,326 
1,0 ml D – 0,221 
Teste Concentração Absorbância 
1,0 ml 0,257 
 
Gráfico 2- Curva padrão em função da concentração Y = 550nm. 
 
 
 
 
RESSULTADO 
 
 
CONCLUSÃO 
Ao realizar a fotometria, a absorbância da solução é medida em uma 
determinada faixa de comprimento de onda. Essa medida é usada para calcular 
a concentração de albumina na solução, com base em uma curva de calibração 
previamente estabelecida. 
 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Perfil Renal – Ureia, creatinina e 
ácido úrico 
Data: 28/10/23 
AULA 2 
ROTEIRO 
1 
 
OBJETIVO 
• Revisar conceitos sobre função renal e como a análise de ureia, creatinina 
e ácido úrico podem explicar a saúde renal. 
• Comentar a prova de depuração de creatinina. 
• Explicar a necessidade de ter os Gráficos de Levey-Jennings e as regras 
de Westgard para os testes de laboratório clínico. 
 
 
 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Kit de ureia, creatinina e ácido úrico. Suficiente para 1 grupo 
Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Cubetas 2 unidades 
Papel absorvente 1 rolo 
Pipetas automáticas e ponteiras 
1 pipeta de 20 
ou 100 ul 1 
pipeta de 1 ou 5 
ml 
Tubos de ensaio 4 tubos por grupo 
Estante 1 por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Espectrofotômetro 1 por bancada 
Banho-maria 1 por bancada 
 
PROCEDIMENTO 
A) UREIA 
Utilizamos um Kit Ureia, usamos o método Uréase. Separamos 3 tubos de 
ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta 
automática, adicionamos 4 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em 
seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente 
trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de 
reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante 
e colocamos em banho-maria à 37°C por 5 minutos, passando esse tempo 
homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm emcomprimentos de ondas. 
Zeramos com o branco, e uma nova leitura foi feita com o Padrão onde obtivemos 
o resultado de 0,105 de absorbância, e uma nova leitura com a amostra 
resultando em 0,030 de absorbância. A partir do cálculo: 
 
 
 
Ureia UV (mg/dl) = 0,030/0,105 x 70 = 20 mg/dl ureia UV, mostrando que a urina 
analisada está dentro dos padrões de referência que são: Adultos, 15 a 45 
mg/dL. 
RESULTADOS 
 
CONCLUSÃO 
Ureia e uma substância produzida pelo fígado que permite analisar o 
funcionamento não só do fígado, como também principalmente dos rins. O 
exame de ureia serve para avaliar e monitorar a saúde destes órgãos. Essa 
substância é resultado do nosso metabolismo reagindo às proteínas ingeridas 
na alimentação (SARZEDAS, 2011). 
B) CREATININA 
Para realizar esse procedimento foi utilizado um Kit Creatina da Biotecnia, 
através do método Picrato. Com uma pipeta automática em um tubo de ensaio 
pipetou 100 μl da amostra, 100 μl Reagente de trabalho 1,0 ml, após 
homogeneizar em seguida encubou em banho-maria o reagente a 37°C por 3 
minutos. Após, ajustou o equipamento espectrofotômetro em 500 nm para a 
leitura. Após o tempo determinado, preencheu-se uma cubeta com o teste e 
adicionou o cronometro para leitura da absorbância. Zeramos com o branco, e 
uma nova leitura foi feita com o Padrão onde obtivemos o resultado de 0,245 de 
absorbância, e uma nova leitura com a amostra resultando em 0,177 de 
absorbância. A partir do cálculo: Creatinina (mg/dL) = 0,245/0,177 x 2 = 2,768 
mg/dL, mostrando que o resultado se encontra fora dos padrões de referência 
que são de: (Homem: 0,9 a 1,3 mg/dL e Mulher: 0,6 a 1,1 mg/dL). 
RESSULTADO 
 
 
 
 
CONCLUSÃO 
Creatinina é um resíduo gerado em decorrência de degradação da creatina, 
utilizada como energia nos músculos (WILLIAMS, 2000). 
C) ÁCIDO ÚRICO 
Para realizar esse procedimento foi utilizado um Kit Ácido Úrico Liquiform da 
Labtest. Separou-se e foi identificado 3 tubos de ensaios, no tubo B, adicionou-
se 1 ml do reagente de trabalho, no tubo T adicionou-se 0,2 ml (20 μl) da amostra 
mais 1 ml do reagente de trabalho e no tubo P 0,2 ml (20 μl) do padrão mais 1 
ml do reagente de trabalho, homogeneizou e incubou em banho-maria a 37°C 
por 5 minutos e depois leitura no espectrofotômetro ajustado para 520 nm o 
comprimento de onda. Iniciando a leitura preencheu uma cubeta com o branco, 
zerou o equipamento, após preencheu outra cubeta com o padrão e efetuou a 
leitura onde o resultado foi de 0,442 absorbância e em uma nova cubeta efetou 
a leitura do teste cujo resultado foi de 0,223 absorbância. Com esses dados foi 
feito o cálculo para ácido úrico: Ácido úrico (mg/dL) = 0,442/0,223 x 6 = 
11,89md/dL, mostrando que o resultado se encontra fora dos padrões de 
referência que são de: (Homem: 2,5 a 7,0 mg/dL e Mulher: 1,5 a 6,0 mg/dL). 
RESSULTADO 
 
 
 
 
CONCLUSÃO 
O ácido úrico é uma substância produzida naturalmente no organismo em 
decorrência do processamento de purinas (bases nitrogenadas que ajudam a 
formar o DNA) e do consumo de alimentos ricos em proteínas como carnes 
vermelhas e frutos do mar. 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: perfil Renal - Uroanálise 
Data: 28/10/23 
AULA 2 
ROTEIRO 
2 
 
OBJETIVO 
• Relembra a formação de urina e explicar a função dos exames físicos, 
químicos e microscópicos da urina (EAS – Elementos Anormais do 
Sendimento). 
• Relembrar a função renal e as substâncias que são reabsorvidas e que 
são excretadas pelos rins. 
• Explicar por que a proteinúria (“urina espumosa”) é um marcador da 
doença renal, especificando a microalbuminúria e macralbuminúria. 
• Explicar o fundamento da fita de teste de urina e sua interpretação. 
• Discutir influência pré-analíticas, como o uso de medicamentos ou outras 
situações (menstruação, desidratação etc.). 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Tira de teste para glicosúria Suficiente para 1 grupo 
Urina (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Microscópio Suficiente para 1 grupo 
 
PROCEDIMENTO 
Feito a coleta de urina de um aluno para a análise e acondicionado em tubo 
cônico. E os resultados estão descritos a seguir: 
 
 
 
 
 
 
Exame Físico: 
Cor Amarelo cítrico 
Volume 12 ml 
Aspecto límpido 
 
Exame físico-químico após 1 minuto 
pH 6,0 
Densidade 1,025 
Proteínas negativo 
Glicose negativo 
Cetonas negativo 
Bilirrubina negativo 
Leucócitos Positivo 
 
Iniciamos o procedimento transferindo para um tubo cônico a amostra de urina 
colhida para análise física, físico-química. 
Primeiramente realizou a análise física, onde identificou que uma urina foi 
colhida 12 ml, apresentou coloração amarelo cítrico sendo considerada normal. 
Depois realizou o exame físico-químico, onde utilizou o Kit Urocolor-Check, 
pegou uma fita e mergulhou no tubo com a amostra de urina, ao retirar 
aguardou-se 1 minuto para a leitura da densidade, pH, proteínas, glicose, 
cetonas, bilirrubina, leucócitos, onde foram identificados todos normais. 
Após iniciou o exame do sentimento, retirou a urina do tubo cônico deixando 
apenas 10 ml de urina, levou-se para uma centrifuga para centrifugar na rotação 
número 6 para sedimentação durante 10 minutos. 
Após esse período, retirou os tubos da centrifuga, onde foi verificado que os 
sedimentos no fundo do tubo, e com o auxílio de uma pipeta pasteur, foi retirado 
o sobrenadante, deixando apenas 1ml dentro do tubo, agitou o tubo para 
quebrar o sedimento. 
 RESULTADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONCLUSÃO 
A Uroanálise é outra parte importante, onde analisamos a urina para ver sua 
cor, densidade, pH e se há componentes incomuns, como proteínas ou sangue, 
isso nos ajuda a verificar a saúde do sistema urinário. 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Perfil hepático 
Data: 11/11/23 
AULA 3 
ROTEIRO 
1 
 
OBJETIVO 
• Revisar conceitos sobre função hepática e relacionar com possíveis 
patologias. 
• ALT/TGP (Alanina transaminase), AST/TGO (Asparto transaminase), 
desidrogenase láctica, ou fosfatase alcalina, e metodologia de ponto final 
(bilirrubinas). 
• Explicar a necessidade de ampliar o perfil hepático. 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Kit (1 das enzimas acima e 
bilirrubinas) 
Suficiente para 1 grupo 
Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Cubetas 2 unidades 
Papel absorvente 1 rolo 
 
 
 
Pipetas automáticas e ponteiras 
1 pipeta de 20 
ou 100 ul 1 
pipeta de 1 ou 
5 ml 
Tubos de ensaio 4 tubos por grupo 
Estante 1 por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Espectrofotômetro 1 por bancada 
Banho-maria 1 por bancada 
 
PROCEDIMENTO 
O Aluno(a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de 
determinação do analito e, com auxílio do (a), interpretá-la: tanto no 
procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do 
exame. 
Utilizamos um Kit ALT/TGP e AST/TGO com a amostra de sangue de 2 alunos e 
do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T 
(amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 
1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P 
(padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra 
T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. 
Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 
minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no 
espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. 
A partir do cálculo: 
TGO 
∆ = (0,479 - 0,509) + (0,509 - 0,508) + (0,508 - 0,509) ÷ 3 = 
∆ = 0,03 +0,001 + 0,001 ÷ 3 = 0,032 
TGO (U/L) = 0,032 x 1746 = TGO = 55,8 U/L 
TGP 
∆ = (0,479 – 0,503) + (0,503 – 0,477) + (0,477 – 0,404) ÷ 3 = 
 
 
 
∆ = 0,024 + 0,026 + 0,073÷ 3 = 0,041 
TGO (U/L) = 0,041 x 1746 = TGO = 71,58 U/L 
De acordo com esse resultado podemos interpretar que os valores se encontram 
desejável, pois os valores estão acima dos valores de referência que são 
de:(Homem <55 U/L e Mulher <38 U/L). 
 
CONCLUSÃO 
Por ser responsável por grande parte do metabolismo de diversas substâncias, 
inclusive daquelas potencialmente tóxicas para o organismo, o fígado é um 
órgão fundamental para o bom funcionamento do corpo humano. Disfunções 
nesse órgão podem ocasionar problemas agudos ou crônicos, que afetam 
diretamente a qualidade de vida do paciente, podendo colocá-lo em risco de 
morte. Visto que várias alterações podem surgir antes mesmo do aparecimento 
de sintomas, a função hepática deve ser frequentemente monitorada, a fim de 
diagnosticar precocemente doenças e lesões, e, assim, evitar que se agravem. 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Perfil pancreático 
Data: 11/11/23 
AULA 3 
ROTEIRO 
2 
 
OBJETIVO 
• Revisar conceitos sobre função pancreática (endócrina e exócrina) e 
metabolismo glicídico. 
• Cometar a prova de glicemia. 
• Explicar as relações entre perfil pancreático, renal e hepático. 
 
 
 
 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Kit de glicemia Suficiente para 1 grupo 
Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Cubetas 2 unidades 
Papel absorvente 1 rolo 
Pipetas automáticas e ponteiras 
1 pipeta de 20 
ou 100 ul 1 
pipeta de 1 ou 
5 ml 
Tubos de ensaio 4 tubos por grupo 
Estante 1 por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Espectrofotômetro 1 por bancada 
Banho-maria 1 por bancada 
 
PROCEDIMENTO 
O Aluno(a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de 
determinação do analito e, com auxílio do (a), interpretá-la: tanto no 
procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do 
exame. 
Utilizamos o kit de glicose liquiform (LABTEST com a amostra de sangue de 
Júlio, Tiago e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B 
(branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 
ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na 
amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, 
na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros 
da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 
37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura 
no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. 
A partir do cálculo: 
Tiago 
Glicose = 0,271 ÷ 0,330 x 100 = 82,12 mg/dL 
Júlio 
Glicose = 0,170 ÷ 0,330 x 100 = 51,51 mg/dL 
 
 
 
Professor 
Glicose = 0,342 ÷ 0,330 x 100 = 103,63 mg/dL 
Portanto podemos concluir que o Júlio e o Tiago estão normais, já o professor 
está comprovável sinais de pré-diabetes, pois os valores encontram-se acima 
dos valores de referência que são de: (Normal: 65 a 00 mg/dL; pré-diabetes: 
100 a 125 mg/dL; provável diabetes: > 126 mg/dL, provável hiperglicemia 
(diabetes). 
RESSULTADOS 
 
CONCLUSÃO 
O pâncreas é um órgão anexo do sistema digestório, situado na curvatura entre 
o estômago e o duodeno, fazendo conexão com a vesícula biliar e o duodeno. 
Atinge até 25 cm de comprimento e pesa cerca de 80 g em um adulto. É 
responsável, majoritariamente, pela produção de secreções exócrinas pelos 
ácinos, como as enzimas digestivas (lipase, amilase, tripsina, quimiotripsina) e 
as soluções de tamponamento (bicarbonato de sódio), que compõem o suco 
pancreático e são liberadas pelo ducto pancreático para o intestino delgado. As 
ilhotas pancreáticas são responsáveis pela produção de secreções endócrinas 
(insulina, glucagon, somatostatina e polipeptídeos pancreáticos), liberadas na 
corrente sanguínea (MARTIN; TIMMONS; TALLITSCH, 2009; REISNER, 2016). 
 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Perfil lipídico 
Data: 11/11/23 
AULA 4 
ROTEIRO 
1 
 
OBJETIVO 
 
 
 
• Revisar conceitos sobre perfil lipídico (principalmente colesterol total e 
suas frações, triglicérides, apolipoproteínas e homocisteína total). 
• Proceder a determinação de HDL-col e TG no soro de paciente e 
relacionar com LDL (explicar a equação de Friedwald e agora Fórmula 
de Martin. 
• Equação de Friedwald: 
a) Colesterol LDL = colesterol total (colesterol HDL + colesterol VLDL). 
b) Colesterol VLDL = triacilglicerol/5. 
Relacionar com doenças cardiocirculatórias, dando ênfase às dislipidemias e, 
dentre elas, a arteriosclerose. 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Kit HDL-col e TG Suficiente para 1 grupo 
Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Cubetas 2 unidades 
Papel absorvente 1 rolo 
Pipetas automáticas e ponteiras 
1 pipeta de 20 ou 100 
ul, 1 pipeta de 1 ou 5 
ml 
Tubos de ensaio 4 tubos por grupo 
Estante 1 por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Espectrofotômetro 1 por bancada 
Banho-maria 1 por bancada 
 
PROCEDIMENTO 
O Aluno (a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de 
determinação do analito e, com o auxílio do(a) professor, interpretá-la: tanto no 
procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do 
exame. 
Utilizamos o kit de Colesterol LABTEST com a amostra de sangue de Júlio, Tiago 
e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T 
(amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 
1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P 
(padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra 
T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. 
 
 
 
Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 
minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no 
espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. 
A partir do cálculo: 
Tiago 
Colesterol = 0,355 ÷ 0,324 x 200 = 219 mg/dL 
Júlio 
Colesterol = 0,355 ÷ 0,564 x 200 = 125 mg/dL 
Professor 
Colesterol = 0,355 ÷ 0,264 x 100 = 268 mg/dL 
O valor de referência desejável para o colesterol total é abaixo de 190 mg/dL. 
RESSULTADO 
 
CONCLUSÂO 
 Lipídeos se refere a substâncias oleosas ou gordurosas que são solúveis em 
solventes orgânicos como o éter, mas não são solúveis no solvente universal 
que é a água. Esses compostos são importantes componentes estruturais de 
nossas células (a membrana plasmática é formada por bicamada lipídica de 
fosfolipídeos e composta também por colesterol), percursores hormonais e de 
sais biliares (colesterol) e reserva energética (triglicerídeos, também chamados 
de triglicérides). Os lipídeos são transportados pelo sangue no interior das 
lipoproteínas plasmáticas (globulares) que apresentam porção polar no seu 
exterior, as apolipoproteínas (componentes proteicos que determinam o destino 
metabólico dos lipídeos: apoA, apoB, apoC, apoE). São lipoproteínas, de 
acordo com Motta (2009) e McPherson e Pincus (2012): 
 
 
 
 
Instituto de 
Ciências da Saúde 
Disciplina: Bioquímica Clínica 
Título da Aula: Sais minerais 
Data: 11/11/23 
AULA 4 
ROTEIRO 2 
 
OBJETIVO 
• Revisar conceitos sobre a constituição dos ossos, dando ênfase na 
importância dos sais minerais, principalmente fosforo e magnésio. 
• Relacionar com enfermidades ósseas e hormônios tireoidianos. 
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
MATERIAIS QUANTIDADE por grupo 
Kit de cálcio, fosforo ou magnésio Suficiente para 1 grupo 
Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo 
Cubetas 2 unidades 
Papel absorvente 1 rolo 
Pipetas automáticas e ponteiras 
1 pipeta de 20 
ou 100 ul 1 
pipeta de 1 ou 
5 ml 
Tubos de ensaio 4 tubos por grupo 
Estante 1 por grupo 
EQUIPAMENTOS QUANTIDADE 
Espectrofotômetro 1 por bancada 
Banho-maria 1 por bancadaPROCEDIMENTO 
O Aluno (a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de 
determinação do analito e, com o auxílio do(a) professor, interpretá-la: tanto no 
procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do 
exame. 
Utilizamos o kit de fosforo e magnésio LABTEST com a amostra de sangue de 
Júlio, Tiago e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B 
(branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 
ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na 
amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, 
 
 
 
na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros 
da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 
37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura 
no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. 
A partir do cálculo: 
FOSFORO 
Tiago 
Fosforo = 0,318 ÷ 0,162 x 5 = 9,81 mg/dL 
Júlio 
Fosforo = 0,009 ÷ 0,162 x 5 = 0,27 mg/dL 
Professor 
Fosforo= 0,113 ÷ 0,162 x 5 = 3,48 mg/dL 
Magnésio 
Tiago 
Fosforo = 0,144 ÷ 0,282 x 2 = 1,02 mg/dL 
Júlio 
Fosforo = 0,094 ÷ 0,282 x 2 = 0,66 mg/dL 
Professor 
Fosforo= 0,010 ÷ 0,282 x 2 = 0,07 mg/dL 
 
RESSULTADOS 
 
 
CONCLUSÃO 
Os ossos do organismo humano são constituídos por uma matriz orgânica rica 
em proteínas e por sais minerais inorgânicos, cujos principais são o cálcio, o 
fósforo e o magnésio. Esses minerais apresentam funções fundamentais em 
 
 
 
diversas atividades metabólicas, como nas etapas da coagulação sanguínea, 
contação e relaxamento muscular, e na condução neuromuscular e produção 
de energia. A maior parte dos minerais inorgânicos pode ser dosada em 
laboratórios, juntamente a outros exames associados ao metabolismo ósseo 
(como hormônios, vitaminas e proteínas) para avaliação da saúde óssea do 
paciente. Resultados aumentados ou reduzidos podem ser indicativos de 
alguma doença óssea. A doença óssea mais comum é a osteoporose. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1. Bioquímica Clínica: líquidos corporais [recurso eletrônico] Ana 
Daniela Coutinho Vieira... [et al.]; revisão técnica: Liane Nanci Rotta. 
– Porto Alegre: SAGAH, 2021. 
2. SARZEDAS, Caroline Galvão. Uroanálise e Líquidos Corpóreos, 
2011. 
3. WILLIAMS, Melvin H. Creatina. Editora Manole Ltda, 2000. 
4. MARTINI, F. H.; TIMMONS, M. J.; TALLITSCH, R. B. Anatomia 
humana. 6. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 
5. REISNER, H. M. Patologia: uma abordagem por estudos de casos. 
Porto Alegre: AMGH, 2016. 
6. MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e 
interpretações. 5. Ed. Rio de janeiro: Medbook, 2009. 
7. MCPHERSON, R. A.; PINCUS, M. R. Diagnóstico clínicos e 
tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21. Ed. Barueri: 
Manole, 2012.

Mais conteúdos dessa disciplina