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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CLÍNICA NOME DO ALUNO: MARLON PAIXÃO ANGELIN RA: 0435279 POLO DE MATRÍCULA: UNIP CAMPUS MANAUS POLO DE PRÁTICA: PARQUE 10 DE NOVEMBRO DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 28/10/2023 E 11/11/2023 PROFESSOR: FÁBIO RAPHAEL CAÚPER RESULTADOS E DISCUSSÕES Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Coleta de material biológico Data: 28/10/23 AULA 1 ROTEIRO 1 OBJETIVO • Relembrar coleta de material biológico. • Explicar a diferença entre soro, plasma e sangue total. • Explicar como é feita a coleta de urina e outros líquidos biológicos, como o líquor. • Explicar a função de anticoagulantes na punção venosa, mostrando os tubos com as respectivas tampas. • Caso seja necessário fazer a conservação de amostras, explicar como é feita. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE Tubos de coleta à vácuo Ver procedimento Algodão Álcool EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Garrrote Ver procedimento PROCEDIMENTO Passos para a coleta com sistema a vácuo e coleta múltipla: 1. Rosqueie a agulha no adaptador (canhão). Não remova a capa protetora de plástico da agulha; 2. Oriente o paciente quanto ao procedimento; 3. Ajuste o garrote e escolha a veia; 4. Faça a antissepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool 70%; 5. Faça a punção e após introduza o tubo no suporte, pressionando-o até o limite; 6. Solte o garrote assim que o sangue começar a fluir no tubo; 7. Separe a agulha do suporte com a ajuda do frasco desconectador ou com uma pinça; 8. Descarte-se no recipiente adequado para o material perfurocortante; 9. Oriente o paciente a pressionar com algodão a parte puncionada, mantendo o braço estendido, sem dobrá-lo. RESULTADO A técnica foi realizada de forma demonstrativa foi realizado a simulação de coleta de sangue com um braço artificial (plástico), realizado a técnica de garrotear para visualizar melhor a veia e de como sentir a veia tocando com o dedo. Preparando para a coleta a vácuo para realizar a punção demonstrativa. CONCLUSÃO Existem duas técnicas principais para a coleta de amostras de sangue: com seringa e agulha e a vácuo. Entretanto, a coleta a vácuo é extensivamente mais recomendada, pois é mais segura e eficaz. Mais segura, por tratar-se de um sistema de coleta fechado, e, portanto, com uma tendência menor de acidentes perfurocortantes e de manipulação da amostra. E mais eficaz pois gera amostras de maior qualidade, uma vez que respeita a relação entre os níveis de amostra e aditivo pela aspiração do volume adequado de sangue, evitando a formação de microcoágulos e a diluição da amostra (Vieira, A. D. C, et al, 2021). Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Princípios de Fotometria Data: 28/10/23 AULA 1 ROTEIRO 2 OBJETIVO • Determina o espectro de absorção de uma solução de albumina com reagente de biureto. • Caracterizar o comprimento de onda (λ) onde ocorre absorção máxima. • Construir uma curva-padrão da solução de padrão de albumina, com o comprimento de onda escolhido e descobrir qual é a concentração do tubo teste. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE Solução de albumina (8 mg/mL) 10 mL por grupo Tubos 10 Estante 1 Cubeta Pelo menos 2 por grupo Água Reativo de biureto 20 mL por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Pipetas automáticas com ponteiras. 1 de cada volume a ser utilizado Espectrofotômetro 1 PROCEDIMENTO Iniciamos esse procedimento identificando 2 tubos de ensaios, e com o auxílio de uma pipeta automática foi preparado 03 tubos de ensaio: B (branco) contendo1,5 ml de água destilada e 2,5 ml de reagente de biureto e P (padrão) contendo 1,0 ml de Albumina (8 mg/mL), 0,5 ml de água destilada e 2,5 ml de reagente de biureto, em seguida agitou-se os tubos e levou-os em banho-maria a 37°C, por 15 minutos. Passado o tempo determinado os tubos foram levados para a leitura em espectrofotômetro para obtenção do comprimento de onda máximo do tubo padrão, as cubetas foram preenchidas, o equipamento foi zerado com o branco em cada intervalo de leitura, sendo os resultados descritos abaixo. Resultados após análise do tubo padrão em espectrofotômetro. Comprimento de onda (λ) Absorbância 400 0,011 420 0,022 450 0,037 470 0,069 500 0,082 520 0,205 550 0,427 580 0,731 600 0,738 630 0,790 650 0,806 680 1,043 700 1,099 Gráfico 1 – Concentração padrão (8mg/dL). Diante dos resultados obtidos na curva de varredura foi descoberto que o comprimento de onda com maior absorbância foi 550 nm, sendo assim ajustou o espectrofotômetro com essa absorbância e preparou quatro tubos de ensaio identificados com as letras A, B, C e D e preparados da seguinte forma: Tubos preparados para curva de calibração. Tubo A Tubo B Tubo C Tubo D Alb(8mg/ml) 0,1 (100μl) 0,3 (300μl) 0,5(500μl) 1,0 (1000μl) Água dest 1,4 ml 1,2 ml 1,0 ml 0,5 ml Reag de Biu 2,5 ml 2,5 ml 2,5 ml 2,5 ml O tubo teste foi previamente preparado pelo professor contendo 1,0 ml de solução problema, 0,5 ml de água destilada e 2,5 ml de reagente de biureto. Os tubos foram misturados e levados em banho-maria a 37°C por 15 minutos. Após 15 minutos foi analisado os tubos em espectrofotômetro em 550 nm, onde foi apontado anteriormente sendo o maior resultado na leitura do comprimento de onda. Resultados obtidos após análise em espectrofotômetro dos tubos A, B, C e D. Concentração de Albumina(8mg/dL) Absorbância 0,1 ml A – 0,027 0,3 ml B – 0,126 0,5 ml C – 0,326 1,0 ml D – 0,221 Teste Concentração Absorbância 1,0 ml 0,257 Gráfico 2- Curva padrão em função da concentração Y = 550nm. RESSULTADO CONCLUSÃO Ao realizar a fotometria, a absorbância da solução é medida em uma determinada faixa de comprimento de onda. Essa medida é usada para calcular a concentração de albumina na solução, com base em uma curva de calibração previamente estabelecida. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Perfil Renal – Ureia, creatinina e ácido úrico Data: 28/10/23 AULA 2 ROTEIRO 1 OBJETIVO • Revisar conceitos sobre função renal e como a análise de ureia, creatinina e ácido úrico podem explicar a saúde renal. • Comentar a prova de depuração de creatinina. • Explicar a necessidade de ter os Gráficos de Levey-Jennings e as regras de Westgard para os testes de laboratório clínico. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Kit de ureia, creatinina e ácido úrico. Suficiente para 1 grupo Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Cubetas 2 unidades Papel absorvente 1 rolo Pipetas automáticas e ponteiras 1 pipeta de 20 ou 100 ul 1 pipeta de 1 ou 5 ml Tubos de ensaio 4 tubos por grupo Estante 1 por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Espectrofotômetro 1 por bancada Banho-maria 1 por bancada PROCEDIMENTO A) UREIA Utilizamos um Kit Ureia, usamos o método Uréase. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 4 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 5 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm emcomprimentos de ondas. Zeramos com o branco, e uma nova leitura foi feita com o Padrão onde obtivemos o resultado de 0,105 de absorbância, e uma nova leitura com a amostra resultando em 0,030 de absorbância. A partir do cálculo: Ureia UV (mg/dl) = 0,030/0,105 x 70 = 20 mg/dl ureia UV, mostrando que a urina analisada está dentro dos padrões de referência que são: Adultos, 15 a 45 mg/dL. RESULTADOS CONCLUSÃO Ureia e uma substância produzida pelo fígado que permite analisar o funcionamento não só do fígado, como também principalmente dos rins. O exame de ureia serve para avaliar e monitorar a saúde destes órgãos. Essa substância é resultado do nosso metabolismo reagindo às proteínas ingeridas na alimentação (SARZEDAS, 2011). B) CREATININA Para realizar esse procedimento foi utilizado um Kit Creatina da Biotecnia, através do método Picrato. Com uma pipeta automática em um tubo de ensaio pipetou 100 μl da amostra, 100 μl Reagente de trabalho 1,0 ml, após homogeneizar em seguida encubou em banho-maria o reagente a 37°C por 3 minutos. Após, ajustou o equipamento espectrofotômetro em 500 nm para a leitura. Após o tempo determinado, preencheu-se uma cubeta com o teste e adicionou o cronometro para leitura da absorbância. Zeramos com o branco, e uma nova leitura foi feita com o Padrão onde obtivemos o resultado de 0,245 de absorbância, e uma nova leitura com a amostra resultando em 0,177 de absorbância. A partir do cálculo: Creatinina (mg/dL) = 0,245/0,177 x 2 = 2,768 mg/dL, mostrando que o resultado se encontra fora dos padrões de referência que são de: (Homem: 0,9 a 1,3 mg/dL e Mulher: 0,6 a 1,1 mg/dL). RESSULTADO CONCLUSÃO Creatinina é um resíduo gerado em decorrência de degradação da creatina, utilizada como energia nos músculos (WILLIAMS, 2000). C) ÁCIDO ÚRICO Para realizar esse procedimento foi utilizado um Kit Ácido Úrico Liquiform da Labtest. Separou-se e foi identificado 3 tubos de ensaios, no tubo B, adicionou- se 1 ml do reagente de trabalho, no tubo T adicionou-se 0,2 ml (20 μl) da amostra mais 1 ml do reagente de trabalho e no tubo P 0,2 ml (20 μl) do padrão mais 1 ml do reagente de trabalho, homogeneizou e incubou em banho-maria a 37°C por 5 minutos e depois leitura no espectrofotômetro ajustado para 520 nm o comprimento de onda. Iniciando a leitura preencheu uma cubeta com o branco, zerou o equipamento, após preencheu outra cubeta com o padrão e efetuou a leitura onde o resultado foi de 0,442 absorbância e em uma nova cubeta efetou a leitura do teste cujo resultado foi de 0,223 absorbância. Com esses dados foi feito o cálculo para ácido úrico: Ácido úrico (mg/dL) = 0,442/0,223 x 6 = 11,89md/dL, mostrando que o resultado se encontra fora dos padrões de referência que são de: (Homem: 2,5 a 7,0 mg/dL e Mulher: 1,5 a 6,0 mg/dL). RESSULTADO CONCLUSÃO O ácido úrico é uma substância produzida naturalmente no organismo em decorrência do processamento de purinas (bases nitrogenadas que ajudam a formar o DNA) e do consumo de alimentos ricos em proteínas como carnes vermelhas e frutos do mar. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: perfil Renal - Uroanálise Data: 28/10/23 AULA 2 ROTEIRO 2 OBJETIVO • Relembra a formação de urina e explicar a função dos exames físicos, químicos e microscópicos da urina (EAS – Elementos Anormais do Sendimento). • Relembrar a função renal e as substâncias que são reabsorvidas e que são excretadas pelos rins. • Explicar por que a proteinúria (“urina espumosa”) é um marcador da doença renal, especificando a microalbuminúria e macralbuminúria. • Explicar o fundamento da fita de teste de urina e sua interpretação. • Discutir influência pré-analíticas, como o uso de medicamentos ou outras situações (menstruação, desidratação etc.). MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Tira de teste para glicosúria Suficiente para 1 grupo Urina (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Microscópio Suficiente para 1 grupo PROCEDIMENTO Feito a coleta de urina de um aluno para a análise e acondicionado em tubo cônico. E os resultados estão descritos a seguir: Exame Físico: Cor Amarelo cítrico Volume 12 ml Aspecto límpido Exame físico-químico após 1 minuto pH 6,0 Densidade 1,025 Proteínas negativo Glicose negativo Cetonas negativo Bilirrubina negativo Leucócitos Positivo Iniciamos o procedimento transferindo para um tubo cônico a amostra de urina colhida para análise física, físico-química. Primeiramente realizou a análise física, onde identificou que uma urina foi colhida 12 ml, apresentou coloração amarelo cítrico sendo considerada normal. Depois realizou o exame físico-químico, onde utilizou o Kit Urocolor-Check, pegou uma fita e mergulhou no tubo com a amostra de urina, ao retirar aguardou-se 1 minuto para a leitura da densidade, pH, proteínas, glicose, cetonas, bilirrubina, leucócitos, onde foram identificados todos normais. Após iniciou o exame do sentimento, retirou a urina do tubo cônico deixando apenas 10 ml de urina, levou-se para uma centrifuga para centrifugar na rotação número 6 para sedimentação durante 10 minutos. Após esse período, retirou os tubos da centrifuga, onde foi verificado que os sedimentos no fundo do tubo, e com o auxílio de uma pipeta pasteur, foi retirado o sobrenadante, deixando apenas 1ml dentro do tubo, agitou o tubo para quebrar o sedimento. RESULTADO CONCLUSÃO A Uroanálise é outra parte importante, onde analisamos a urina para ver sua cor, densidade, pH e se há componentes incomuns, como proteínas ou sangue, isso nos ajuda a verificar a saúde do sistema urinário. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Perfil hepático Data: 11/11/23 AULA 3 ROTEIRO 1 OBJETIVO • Revisar conceitos sobre função hepática e relacionar com possíveis patologias. • ALT/TGP (Alanina transaminase), AST/TGO (Asparto transaminase), desidrogenase láctica, ou fosfatase alcalina, e metodologia de ponto final (bilirrubinas). • Explicar a necessidade de ampliar o perfil hepático. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Kit (1 das enzimas acima e bilirrubinas) Suficiente para 1 grupo Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Cubetas 2 unidades Papel absorvente 1 rolo Pipetas automáticas e ponteiras 1 pipeta de 20 ou 100 ul 1 pipeta de 1 ou 5 ml Tubos de ensaio 4 tubos por grupo Estante 1 por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Espectrofotômetro 1 por bancada Banho-maria 1 por bancada PROCEDIMENTO O Aluno(a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de determinação do analito e, com auxílio do (a), interpretá-la: tanto no procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do exame. Utilizamos um Kit ALT/TGP e AST/TGO com a amostra de sangue de 2 alunos e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. A partir do cálculo: TGO ∆ = (0,479 - 0,509) + (0,509 - 0,508) + (0,508 - 0,509) ÷ 3 = ∆ = 0,03 +0,001 + 0,001 ÷ 3 = 0,032 TGO (U/L) = 0,032 x 1746 = TGO = 55,8 U/L TGP ∆ = (0,479 – 0,503) + (0,503 – 0,477) + (0,477 – 0,404) ÷ 3 = ∆ = 0,024 + 0,026 + 0,073÷ 3 = 0,041 TGO (U/L) = 0,041 x 1746 = TGO = 71,58 U/L De acordo com esse resultado podemos interpretar que os valores se encontram desejável, pois os valores estão acima dos valores de referência que são de:(Homem <55 U/L e Mulher <38 U/L). CONCLUSÃO Por ser responsável por grande parte do metabolismo de diversas substâncias, inclusive daquelas potencialmente tóxicas para o organismo, o fígado é um órgão fundamental para o bom funcionamento do corpo humano. Disfunções nesse órgão podem ocasionar problemas agudos ou crônicos, que afetam diretamente a qualidade de vida do paciente, podendo colocá-lo em risco de morte. Visto que várias alterações podem surgir antes mesmo do aparecimento de sintomas, a função hepática deve ser frequentemente monitorada, a fim de diagnosticar precocemente doenças e lesões, e, assim, evitar que se agravem. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Perfil pancreático Data: 11/11/23 AULA 3 ROTEIRO 2 OBJETIVO • Revisar conceitos sobre função pancreática (endócrina e exócrina) e metabolismo glicídico. • Cometar a prova de glicemia. • Explicar as relações entre perfil pancreático, renal e hepático. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Kit de glicemia Suficiente para 1 grupo Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Cubetas 2 unidades Papel absorvente 1 rolo Pipetas automáticas e ponteiras 1 pipeta de 20 ou 100 ul 1 pipeta de 1 ou 5 ml Tubos de ensaio 4 tubos por grupo Estante 1 por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Espectrofotômetro 1 por bancada Banho-maria 1 por bancada PROCEDIMENTO O Aluno(a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de determinação do analito e, com auxílio do (a), interpretá-la: tanto no procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do exame. Utilizamos o kit de glicose liquiform (LABTEST com a amostra de sangue de Júlio, Tiago e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. A partir do cálculo: Tiago Glicose = 0,271 ÷ 0,330 x 100 = 82,12 mg/dL Júlio Glicose = 0,170 ÷ 0,330 x 100 = 51,51 mg/dL Professor Glicose = 0,342 ÷ 0,330 x 100 = 103,63 mg/dL Portanto podemos concluir que o Júlio e o Tiago estão normais, já o professor está comprovável sinais de pré-diabetes, pois os valores encontram-se acima dos valores de referência que são de: (Normal: 65 a 00 mg/dL; pré-diabetes: 100 a 125 mg/dL; provável diabetes: > 126 mg/dL, provável hiperglicemia (diabetes). RESSULTADOS CONCLUSÃO O pâncreas é um órgão anexo do sistema digestório, situado na curvatura entre o estômago e o duodeno, fazendo conexão com a vesícula biliar e o duodeno. Atinge até 25 cm de comprimento e pesa cerca de 80 g em um adulto. É responsável, majoritariamente, pela produção de secreções exócrinas pelos ácinos, como as enzimas digestivas (lipase, amilase, tripsina, quimiotripsina) e as soluções de tamponamento (bicarbonato de sódio), que compõem o suco pancreático e são liberadas pelo ducto pancreático para o intestino delgado. As ilhotas pancreáticas são responsáveis pela produção de secreções endócrinas (insulina, glucagon, somatostatina e polipeptídeos pancreáticos), liberadas na corrente sanguínea (MARTIN; TIMMONS; TALLITSCH, 2009; REISNER, 2016). Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Perfil lipídico Data: 11/11/23 AULA 4 ROTEIRO 1 OBJETIVO • Revisar conceitos sobre perfil lipídico (principalmente colesterol total e suas frações, triglicérides, apolipoproteínas e homocisteína total). • Proceder a determinação de HDL-col e TG no soro de paciente e relacionar com LDL (explicar a equação de Friedwald e agora Fórmula de Martin. • Equação de Friedwald: a) Colesterol LDL = colesterol total (colesterol HDL + colesterol VLDL). b) Colesterol VLDL = triacilglicerol/5. Relacionar com doenças cardiocirculatórias, dando ênfase às dislipidemias e, dentre elas, a arteriosclerose. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Kit HDL-col e TG Suficiente para 1 grupo Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Cubetas 2 unidades Papel absorvente 1 rolo Pipetas automáticas e ponteiras 1 pipeta de 20 ou 100 ul, 1 pipeta de 1 ou 5 ml Tubos de ensaio 4 tubos por grupo Estante 1 por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Espectrofotômetro 1 por bancada Banho-maria 1 por bancada PROCEDIMENTO O Aluno (a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de determinação do analito e, com o auxílio do(a) professor, interpretá-la: tanto no procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do exame. Utilizamos o kit de Colesterol LABTEST com a amostra de sangue de Júlio, Tiago e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. A partir do cálculo: Tiago Colesterol = 0,355 ÷ 0,324 x 200 = 219 mg/dL Júlio Colesterol = 0,355 ÷ 0,564 x 200 = 125 mg/dL Professor Colesterol = 0,355 ÷ 0,264 x 100 = 268 mg/dL O valor de referência desejável para o colesterol total é abaixo de 190 mg/dL. RESSULTADO CONCLUSÂO Lipídeos se refere a substâncias oleosas ou gordurosas que são solúveis em solventes orgânicos como o éter, mas não são solúveis no solvente universal que é a água. Esses compostos são importantes componentes estruturais de nossas células (a membrana plasmática é formada por bicamada lipídica de fosfolipídeos e composta também por colesterol), percursores hormonais e de sais biliares (colesterol) e reserva energética (triglicerídeos, também chamados de triglicérides). Os lipídeos são transportados pelo sangue no interior das lipoproteínas plasmáticas (globulares) que apresentam porção polar no seu exterior, as apolipoproteínas (componentes proteicos que determinam o destino metabólico dos lipídeos: apoA, apoB, apoC, apoE). São lipoproteínas, de acordo com Motta (2009) e McPherson e Pincus (2012): Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Sais minerais Data: 11/11/23 AULA 4 ROTEIRO 2 OBJETIVO • Revisar conceitos sobre a constituição dos ossos, dando ênfase na importância dos sais minerais, principalmente fosforo e magnésio. • Relacionar com enfermidades ósseas e hormônios tireoidianos. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS MATERIAIS QUANTIDADE por grupo Kit de cálcio, fosforo ou magnésio Suficiente para 1 grupo Soro (normal ou patológico) Suficiente para 1 grupo Cubetas 2 unidades Papel absorvente 1 rolo Pipetas automáticas e ponteiras 1 pipeta de 20 ou 100 ul 1 pipeta de 1 ou 5 ml Tubos de ensaio 4 tubos por grupo Estante 1 por grupo EQUIPAMENTOS QUANTIDADE Espectrofotômetro 1 por bancada Banho-maria 1 por bancadaPROCEDIMENTO O Aluno (a) deverá receber a bula de instruções do fabricante do kit de determinação do analito e, com o auxílio do(a) professor, interpretá-la: tanto no procedimento como no resultado, explicando as implicações patológicas do exame. Utilizamos o kit de fosforo e magnésio LABTEST com a amostra de sangue de Júlio, Tiago e do professor. Separamos 3 tubos de ensaio, identificado como B (branco), T (amostra) e P (padrão). Com uma pipeta automática, adicionamos 1 ml de R1 e 1 ml de R2 na amostra Trabalho, em seguida adicionamos, na amostra P (padrão) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros STD, na amostra T (amostra) adicionamos 1 ml de reagente trabalho + 10 microlitros da amostra. Após colocamos em uma estante e colocamos em banho-maria à 37°C por 10 minutos, passando esse tempo homogeneizamos e foi feita a leitura no espectrofotômetro ajustado a 340 nm em comprimentos de ondas. A partir do cálculo: FOSFORO Tiago Fosforo = 0,318 ÷ 0,162 x 5 = 9,81 mg/dL Júlio Fosforo = 0,009 ÷ 0,162 x 5 = 0,27 mg/dL Professor Fosforo= 0,113 ÷ 0,162 x 5 = 3,48 mg/dL Magnésio Tiago Fosforo = 0,144 ÷ 0,282 x 2 = 1,02 mg/dL Júlio Fosforo = 0,094 ÷ 0,282 x 2 = 0,66 mg/dL Professor Fosforo= 0,010 ÷ 0,282 x 2 = 0,07 mg/dL RESSULTADOS CONCLUSÃO Os ossos do organismo humano são constituídos por uma matriz orgânica rica em proteínas e por sais minerais inorgânicos, cujos principais são o cálcio, o fósforo e o magnésio. Esses minerais apresentam funções fundamentais em diversas atividades metabólicas, como nas etapas da coagulação sanguínea, contação e relaxamento muscular, e na condução neuromuscular e produção de energia. A maior parte dos minerais inorgânicos pode ser dosada em laboratórios, juntamente a outros exames associados ao metabolismo ósseo (como hormônios, vitaminas e proteínas) para avaliação da saúde óssea do paciente. Resultados aumentados ou reduzidos podem ser indicativos de alguma doença óssea. A doença óssea mais comum é a osteoporose. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Bioquímica Clínica: líquidos corporais [recurso eletrônico] Ana Daniela Coutinho Vieira... [et al.]; revisão técnica: Liane Nanci Rotta. – Porto Alegre: SAGAH, 2021. 2. SARZEDAS, Caroline Galvão. Uroanálise e Líquidos Corpóreos, 2011. 3. WILLIAMS, Melvin H. Creatina. Editora Manole Ltda, 2000. 4. MARTINI, F. H.; TIMMONS, M. J.; TALLITSCH, R. B. Anatomia humana. 6. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 5. REISNER, H. M. Patologia: uma abordagem por estudos de casos. Porto Alegre: AMGH, 2016. 6. MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. Ed. Rio de janeiro: Medbook, 2009. 7. MCPHERSON, R. A.; PINCUS, M. R. Diagnóstico clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21. Ed. Barueri: Manole, 2012.