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PATOLOGIA DOS TUMORES UROLÓGICOS - DENISE 
 
→ Sistema Genital Masculino: Próstata, Testículos e Pê-
nis. 
→ Trato Urinário: Rins, Bexiga. 
 
SISTEMA GENITAL MASCULINO 
 
❖ Próstata: 
• Parte da uretra é intraprostática. 
• Peso: em torno de 20 gramas. 
• HPB é muito prevalente e requer diagnóstico diferen-
cial com câncer. 
 
→ Biópsia Prostática: 
• Ressecção transuretral - não muito utilizada atual-
mente. 
• Transretal (guiado por USG) - mais utilizado. 
 
➢ Microscopia da Próstata (Normal): 
 
• Parênquima glandular (luz no centro e epitélio ao re-
dor); estroma (tecido entre essas glândulas) fibromuscu-
lar. 
 
1. Hiperplasia Prostática Benigna: 
 
• HPB: a próstata pode chegar a 100, 200 gramas. 
• Tem localização na porção de transição próxima da ure-
tra - comumente ela causa maior compressão da uretra. 
▫ Carcinoma da próstata atinge mais áreas periféricas. 
 
 
• Presença de aumento da próstata com nódulos (mais 
evidente na imagem 2). 
 
• Hiperplasia fibroaedenomatosa da próstata (HPB): au-
mento do número das células tanto da parte glandular 
quanto da parte estromal; tecido fibroso em volta. 
 
2. Adenocarcinoma de Próstata: 
• Incidência: acima de 50 anos. 
• Neoplasia maligna mais comum nos homens. 
• Morte com câncer de próstata é muito maior do que 
morte por câncer de próstata - a letalidade não é tão 
grande, mais fácil o paciente com câncer morrer por ou-
tra patologia (exceto em metástases). 
• Normalmente regridem com a castração. 
• Os tumores resistentes à terapia antiandrogênica fre-
quentemente adquirem mutações que permite que os 
receptores de androgênio ativem a expressão do se gene 
alvo mesmo na ausência de hormônios. 
 
→ Patogenia: 
• Androgênios; Hereditariedade; Fatores ambientais; 
Mutações somáticas adquiridas. 
 
→ Clínica: 
• Maioria assintomática - diagnóstico acidental. 
 
→ Morfologia: 
• Maioria são lesões microscópicas. 
• Lesões mais avançadas: lesões firmes branco-acinzen-
tadas; Margens mal definidas; Aspecto infiltrante. 
 
 
Presença de lesão mal delimitada; Presença de nódulos. 
 
 
Proliferação de células atípicas configurando glândulas 
irregulares, tortuosas, com fusionamento de parede en-
tre as glândulas (Back to Back). 
 
 
Lado E: muitas células em relação ao lado D (onde é o 
tumor). 
 
 
Atipia maior com dificuldade de identificar estrutura 
glandular. 
 
→ Classificação de Gleason: 
• Somar os dois padrões ou multiplicar o único já exis-
tente por 2. 
• Grupo 1: Gleason ≤ 6 - Risco Baixo. 
• Grupo 2: Gleason 7 (3 + 4) - o primeiro número dentro 
dos parênteses é o que tem maior predominância - Risco 
Intermediário. 
• Grupo 3: Gleason 7 (4 + 3) - Risco Intermediário. 
• Grupo 4: Gleason 8 - Risco Alto. 
• Grupo 5: Gleason 9-10 - Risco Alto. 
 
• A metástase mais complexa é a da coluna vertebral. 
 
3. PIN (Neoplasia Intraepitelial): 
• Suposta lesão precursora - localizada dentro da glân-
dula (intraepitelial): Presença de ácinos com arquitetura 
benigna e células com atipias. 
• Em muitos casos de adenocarcinoma se encontra focos 
de PIN. 
• Também tem graus: baixo, intermediário e alto. 
 
TUMORES DE BEXIGA 
 
 
• Tem várias morfologias. 
 
 
→ Morfologia normal: 
 
Revestimento de urotélio: epitélio transicional, posicio-
nado sob o tecido conjuntivo. 
 
1. Carcinoma Uroteliais: 
• Não é hereditário. 
• Tabagismo e carcinogênicos ocupacionais (indústria de 
corantes, pintores, mecânicos, tipógrafos, cabeleireiros 
e motoristas de caminhão). 
 
→ Carcinogênese: 
• Deleção de genes supressores de tumor 9p e 9q: eles 
têm a função de suprimir a proliferação celular - são ina-
tivados: 
• Invasão - Mutações do TP53. 
 
➢ Lesões Precursoras: 
 
→ Tumor papilar não invasivo. 
 
Primeira imagem: urotélio mais espessado. 
Segunda imagem: urotélio mais desorganizado - perde a 
maturação e a polarização. 
→ Carcinoma in situ: restrita a membrana basal. 
 
➢ Classificação dos Tumores Uroteliais: 
 
 
➢ Papiloma Urotelial Invertido: 
• Benigno: Sem risco de malignização. 
 
 
Crescimento para dentro da mucosa (invertido). 
 
→ Critérios de Diagnóstico de Papiloma Invertido: 
• Lesão de configuração invertida; Revestimento por epi-
télio normal; Uniformidade das células epiteliais de re-
vestimento; Mitoses ausentes ou raras; Formação de mi-
crocistos (criptas); Presença de metaplasia escamosa. 
 
 
 
 
 
 
Carcinoma plano in situ com numerosas células apresen-
tando núcleos aumentados e pleomórficos - epitélio de-
sorganizado. 
 
 
Carcinoma urotelial papilar de baixo grau: de acordo 
com a histologia, alteração morfológica e apresentação 
do epitélio nas papilas é que se tem o diagnóstico de pa-
piloma ou carcinoma. 
 
 
Carcinoma urotelial papilar de alto grau com acentuada 
atipia citológica. 
 
 
Imagem em mosaico 
 
 
Mostra o crescimento para dentro da bexiga. 
 
 
Lesão avançada, com limites irregulares, imprecisos e 
áreas de necrose (partes mais claras). 
 
 
Pleomorfismo marcantes com células atípicas. 
 
 
Primeira imagem: presença de tumoração. 
Segunda imagem: tem comprometimento também da 
parede. 
 
• A extensão da invasão no momento do diagnóstico ini-
cial é o mais importante fator de prognóstico. 
 
TUMORES RENAIS 
 
1. Adenoma Papilar Renal: 
• São lesões benignas - Presentes no córtex. 
• Pequenos e bem delimitados. 
• Surgem no epitélio tubular renal. 
• Geralmente achados de necrópsia ou exames de ima-
gem - não causam sintomas. 
 
 
Formação de papilas. 
 
 
2. Angiomiolipoma: 
• Benigno - relacionados frequentemente com Esclerose 
Tuberosa. 
• Pode ser único ou vários nódulos. 
• Uni ou bilateral. 
 
→ Morfologia: 
 
Presença de vasos, tecido muscular e gorduroso. 
 
→ Clínica: 
• Assintomática. 
• Dor abdominal, infecção urinária frequente e aumento 
da pressão arterial. 
• Hematúria - sintoma de maior investigação. 
• Sintomas mais frequentes e importantes ocorrem em 
tumores maiores que 4 centímetros. 
 
3. Oncocitoma: 
• Benigno - tem origem nas células intercaladas dos duc-
tos coletores. 
• 10% dos tumores renais. 
 
 
Aspecto nodular, circunscrito, pode ter hemorragia. 
 
 
Normalmente em um padrão sólido - as células interca-
lares dos túbulos se proliferam. 
 
Na patologia consegue definir se é um carcinoma de cé-
lulas renais ou oncocitoma. 
 
 
4. Carcinoma de Células Renais: 
 
➢ Carcinoma Papilar Renal: 
• 30 a 35% das neoplasias malignas renais. 
• Padrão papilar de crescimento. 
• Multifocais e Bilaterais. 
• Proto-oncogene MET. 
 
 
Presença de tumor (setas). 
 
 
Presença de tumor (setas). 
 
 
Papila - um eixo central com epitélio dos dois lados - con-
ferem o aspecto de couve-flor. 
 
➢ Carcinoma Renal Cromófobo: 
• Raros. 
• Células intercaladas dos ductos coletores. 
• Bom prognóstico. 
 
 
Células que não se coram - tem o citoplasma claro. 
 
➢ Carcinoma de Células Renais: 
• Mais comum. 
• Associado com perda homozigótica do VHL (PTN su-
pressora tumoral). 
 
→ Clínica: 
• Dor lombar ou em flanco; Hematúria; Perda de peso; 
Massa palpável; Hipertensão arterial. 
 
→ Morfologia: 
• Solitários e grandes (3 a 25 cm). 
• Superfície de corte varia de amarelo, alaranjado ou 
branco acinzentada - áreas amolecidas ou de hemorra-
gias císticas. 
• Margens bem definidas. 
• Pode infiltrar a parede do sistema coletor: pelve, cáli-
ces e ureter. 
Frequentemente ocorre invasão de veia renal. 
 
 
Superfície de corte interna: Parte com a seta é o polo re-
nal - o restante é tudo tumor: áreas amareladas, alaran-
jadas, com áreas de hemorragia, algumas lesões císticas. 
 
 
Superfície de corte externa: polo renal inferior preser-
vado (seta azul) e presença de tumor (seta verde). 
 
 
Invasão da veia renal 
 
 
Tumor com áreas císticas e hemorrágicas. 
 
 
Presença de células claras - como se o citoplasma esti-
vesse vazio.→ Metástases: 
• Pode causar metástases para: 
▫ Linfonodos abdominais (inicialmente); Linfonodos do 
mediastino; Fossa supraclavicular. 
▫ Pulmões. 
▫ Fígado. 
▫ Ossos. 
▫ Cérebro. 
 
• Podem ser metástases de: 
▫ Melanomas; Pulmões; Mamas. 
 
➢ Tumor de WILMS (Nefroblastoma): 
• Neoplasia embrionária oriunda do blastoma metané-
frico. 
• Raro em adultos. 
• Terceiro câncer de órgãos sólidos em crianças - Tumor 
renal mais comum em crianças. 
• Familiar ou esporádica. 
• Herança autossômica dominante. 
• Uni ou Bilateral. 
• 5 a 10% dos pacientes com essa doença apresentam 
tumores bilaterais ou multicêntricos. 
• Podem ocorrer metástases: pulmão, fígado, cérebro, 
ossos e linfonodos. 
 
→ Anomalias Congênitas associadas ao Tumor de 
Wilms: 
• Síndrome de Wagr - Aniridia; Anormalidades genitais; 
Retardo mental; Associada à deleção (11p13), com mu-
tações nos genes WT1 e AN2. 
• Síndrome de Denys Drash - Disgenesia gonadal; Insufi-
ciência renal; Resultante de mutações no gene supressor 
TWI localizado no cromossomo IIPI3. 
Ela comentou que não precisamos saber as característi-
cas de cada um. 
 
→ Clínica: 
• Aumento do volume abdominal; Febre; Náuseas; Perda 
de apetite; Falta de ar; Constipação; Hematúria. 
 
→ Morfologia: 
• Macro: Massa lobulada branco acinzentada. 
 
 
 
• Micro: Ninhos de células com núcleos hipercromáticos 
/ Lembra estruturas fetais: Glomérulos primitivos - Apre-
senta três componentes: Blastematoso; Epitelial; Estro-
matoso (Túbulos Abortivos). 
 
 
 
 
➢ Sarcoma Renal: 
• Raro. 
• Representam menos do que 1% de todos os casos de 
tumores renais. 
• Se originam nos vasos sanguíneos ou no tecido conjun-
tivo renal - origem mesenquimal. 
• Para mapear a classificar esses tumores é necessário a 
imuno-histoquímica. 
 
 
 
Pleomorfismo com células atípicas, bizarras - não confi-
gura nenhuma estrutura específica. 
 
 
Aspecto esbranquiçado. 
 
TUMORES DE PÊNIS 
 
• São, em geral, raros. 
• As neoplasias mais frequentes são os carcinomas é um 
tumor epitelial benigno: condiloma acuminado. 
 
1. Condiloma Acuminado: 
• Sexualmente transmissível. 
• Causado pelo HPV (tipo 6 e 11). 
• Ocorrem mais frequentemente próximo ao sulco coro-
nal e a superfície interna do prepúcio. 
• Tendem a recorrer. 
• Raramente progridem para cânceres in situ ou invasi-
vos. 
 
→ Morfologia: 
• Excrescências papilares vermelhas únicas ou múltiplas. 
• Sesseis (somente na superfície) ou pedunculadas, que 
variam de 1mm a vários milímetros de diâmetro. 
 
 
 
→ Microscopia: 
• Estroma de tecido conjuntivo ramificado, viloso, papi-
lar e coberto por um epitélio que pode apresentar hiper-
queratose superficial (presença de camada de quera-
tina). 
• Espessamento da epiderme subjacente. 
• A maturação organizada das células epiteliais é preser-
vada. 
• Vacuolização citoplasmática das células escamosas 
(coilocitose). 
 
 
Lesão verrucosa no pênis. 
 
 
 
 
Presença de células vacuoladas - coilocitose. 
 
→ Incidência / Etiopatogenia: 
• Acima de 40 anos / Incircuncizados. 
• Má higiene local / Fumo / Infecção pelo HPV (16 e 18). 
 
2. Carcinoma in situ: 
• Doença de Bowen / Papulose bowenoide - as duas tem 
a mesma morfologia (as duas são carcinoma in situ), o 
que difere é a forma de apresentação clínica. 
• As lesões estão fortemente associadas à infecção por 
HPV. 
 
➢ Doença de Bowen: 
• Acima de 35 anos. 
• Tende a envolver a pele do eixo peniano e o escroto. 
 
→ Macroscopia: 
• Placa opaca, solitária espessada, cinza-esbranquiçada. 
• Também pode se manifestar na glande e no prepúcio 
como placas vermelhas brilhantes, únicas ou múltiplas, 
algumas vezes aveludadas. 
 
 
→ Microscopia: 
• Epiderme com proliferação celular. 
• Numerosas mitoses, algumas atípicas. 
• Células acentuadamente displásicas, com grandes nú-
cleos hipercromáticos - ausência de maturação organi-
zada. 
• A borda dérmica-epidérmica é agudamente delineada 
por uma membrana basal intacta. 
• No decorrer de anos, a doença de Bowen pode se 
transformar em um carcinoma de células escamosas in-
filtrativo em aproximadamente 10% dos pacientes. 
• Pode estar associada a câncer visceral (cólon ou 
mama). 
 
 
 
 
➢ Papulose Bowenoide: 
• Ocorre em adultos sexualmente ativos. 
• Presença de múltiplas lesões papulares marrom-aver-
melhadas. 
• Histologicamente, a papulose bowenoide é indistinguí-
vel da doença de Bowen e está relacionada ao HPV 16. 
• Não se desenvolve para carcinoma invasivo. 
• Muitos casos regridem espontaneamente. 
 
 
 
 
3. Carcinoma Escamoso Invasivo: 
• Incidência: entre 40 e 70 anos de idade. 
• A circuncisão confere proteção: pela melhor higiene. 
• HPV: DNA pode ser detectado em aproximadamente 
50% dos pacientes (16 e 18). 
• Tabagismo aumenta o risco. 
 
→ Clínica: 
• Geralmente começa na glande ou na superfície interna 
do prepúcio, próximo ao sulco coronal. 
• Lesão localmente invasiva, de crescimento lento. 
• Metástases para linfonodos inguinais. 
• Disseminação difusa rara até que a lesão esteja muito 
avançada. 
• O prognóstico está relacionado ao estágio do tumor. 
 
→ Morfologia: 
• Papilar: simulam o condiloma acuminado e podem pro-
duzir uma massa vegetante com o aspecto de couve-flor. 
• Plano: áreas de espessamento epitelial mais aplaina-
das acompanhadas por acinzentamento e formação de 
fissuras da superfície da mucosa - podem progredir para 
pápula ulcerada. 
 
→ Microscopia: 
• Tanto as lesões papilares quanto as planas represen-
tam carcinomas de células escamosas com graus variá-
veis de diferenciação. 
▫ Pérola córnea: boa diferenciação. 
▫ Dificuldade de identificar célula escamosa: pouco dife-
renciado. 
 
 
Lesão vegetante, ulcerada. 
 
 
Lesão mais plana. 
 
 
Carcinoma escamoso com pérolas córneas. 
 
Ainda consegue diferenciar as células escamosas. 
 
4. Carcinoma Verrucoso: 
• Variante do carcinoma de pênis - menos agressivo. 
• Invasão local e recorrência. 
• Progressão indolente. 
• Raramente apresenta metástase linfonodal. 
• É uma lesão exofítica, bem diferenciada, baixo poten-
cial de malignidade. 
 
TUMORES DE TESTÍCULOS 
 
• Mais comuns em brancos. 
• Causa mais comum de aumento indolor do testículo. 
• Fator de risco: criptorquidia. 
 
→ Tumores de Células Germinativas (mais de 90% dos 
cânceres de testículo): Seminomas (Clássico, Germina-
tivo ou Espermatocítico); Não seminomas (Carcinoma 
embrionário, carcinoma do saco vitelino, coriocarci-
noma, teratoma). 
→ Tumores Estromais do Cordão Sexual: Tumores de 
Células de Leydig, Tumores de Células de Sertoli. 
 
➢ Seminomas: 
 
→ Seminoma Clássico: representam mais de 95% dos ca-
sos; geralmente ocorrem em homens entre 25 e 45 anos. 
 
→ Seminoma Espermatocítico: é um tipo raro de semi-
noma; tende a ocorrer em homens mais velhos; crescem 
mais lentamente; são menos propensos a se dissemina-
rem do que os seminomas clássicos. 
 
→ Macroscopia: Macios, bem delimitados, branco acin-
zentados. 
 
 
Aspecto lobulado, bem delimitado. 
→ Microscopia: Células grandes, uniformes com limites 
bem delimitados, citoplasma claro, rico em glicogênio, 
núcleos arredondados com nucléolos evidentes. 
 
 
 
Menor / Maior aumento. 
 
 
E: túbulos seminíferos normais / D: túbulos seminíferos - 
áreas não normais, ninhos de células neoplásicas e é co-
mum o infiltrado linfocitário (pontos pretos). 
 
➢ Não Seminomas: 
 
→ Carcinoma Embrionário: 
• Massas invasivas. 
• Presentes em algum grau em cerca de 40% dos tumo-
res testiculares. 
• Os carcinomas embrionários puros ocorrem apenas em 
3 a 4% dos casos. 
• O carcinoma embrionário ode aumentar os níveis san-
guíneos dos marcadores de alfafetoproteína (AFP) e GCH 
(gonadotrofina coriônica). 
 
 
 
Massa infiltrante, com áreas de necrose e hemorragia. 
 
→ Teratomas: 
• São tumores de células germinativas com áreasque 
quando visualizadas ao microscópio se parecem com 
cada uma das 3 camadas de um embrião (endoderma, 
mesoderma e ectoderma). 
 
 
Teratoma + Carcinoma Embrionário: Presença de cartila-
gem 
 
→ Tumor do Saco Vitelino: 
• Suas células se parecem com o saco vitelino do embrião 
humano em suas primeiras fazes de formação. 
• É a forma mais comum de câncer de testículo em cri-
anças. 
• Em crianças geralmente são tratados com sucesso. 
• Em adultos são mais preocupantes, especialmente se 
forem puros, isto é, o tumor não contém outros tipos de 
células não seminomas - geralmente são frequentes com 
Carcinoma Embrionário. 
• Responde muito bem à quimioterapia, mesmo quando 
existe metástase. 
• Quase sempre aumenta os níveis sanguíneos de alfa-
fetoproteína (AFP). 
 
• Macro: Lesões grandes e podem ser bem delimitadas. 
• Micro: Células epiteliais cúbicas baixas de padrão reti-
cular; Presença de Corpos de Schiller Durval (semelhan-
tes a glomérulos primitivos). 
 
 
→ Coriocarcinoma: 
• Muito agressivo; raro e ocorre em adultos. 
• Tendem a se disseminar rapidamente para outros ór-
gãos (pulmões, ossos e cérebro). 
• O coriocarcinoma puro geralmente não se apresenta 
nos testículos, frequentemente aparecem células do co-
riocarcinoma com outros tipos de células não semino-
mas em um tumor de células germinativas mistas. 
• Este tipo de tumor aumenta os níveis sanguíneos de 
GCH.

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