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Resumo de Embriologia Aplicada sobre gametogênese: diferenças entre gametogênese masculina e feminina; papéis de mitose e meiose; migração de células germinativas do saco vitelínico à gônada; pausas meióticas femininas; 4 espermatozoides × 1 ovócito; etapas iniciais da fertilização.

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Os gametas não se desenvolvem de maneira igual, 
existe uma diferença entre o masculino e feminino. O 
processo principal de transformação dessas células é 
a meiose (ele diminui pela metade o material 
genético) transformando diploide –> haploide 
A mitose também é importante porque esse processo 
aumenta o numero de células – sendo no masculino 
algo que nunca acaba e no feminino existe um tempo 
limite, como uma pausa e voltam na puberdade 
➔ Ordem das etapas: mitose, meiose e 
diferenciação celular 
Essas células, durante o processo embrionário, ficam 
fora do corpo. Então, as células que vão se 
transformar em gametas (no inicio da 
transformação fetal) ficam na parede do saco 
vitelínico (onde sofrem o processo de mitose) 
Para a formação do individuo células vão sendo 
estimuladas a se diferenciar para dentro do corpo. 
Esses fatores de transformação e estimulação estão 
presentes no inicio fetal 
 
Esses retângulos da imagem se chamam “metâmeros” 
que são formados por somiteros, por causa de 
moléculas proteicas estimuladoras e essas moléculas 
são liberadas nas células vizinhas, transformando-
as, menos as germinativas (que não podem entrar em 
contato com essa transformação) – então as células 
que vão se transformar em gametas ficam fora do 
corpo para não estar em contato com moléculas de 
transformação – elas vão passar por isso depois 
Depois que vira uma feto e a gônada (que determina 
se o individuo vai ter testículo ou ovário) é presente, 
vão para dentro do gônada. Então existem fatores 
quimiotáticos (químicos atrativos) que fazem essas 
células andaram do saco vitelínico, passar pelo 
mesentério até chegar perto da aorta e entrar na 
gônada (lá se estimula a transformação – meiose) 
 
Na mitose essas fases acontecem somente uma vez, já 
na meiose (especificamente telófase) divida-se e 
inicia novamente. Então na vida fetal do gameta 
feminino, já com seu ovário formado, essas células 
primitivas já iniciam a meiose, mas logo para na 
prófase 1 – onde existem subdivisões, uma delas se 
chama “diplóteno” e é lá que as células femininas 
estão paralisadas. Quando o corpo feminino está na 
puberdade, a cada ciclo estral (cio do animal), um 
grupo dessas células que estavam paradas vão 
continuar sua meiose, mas próximo da ovulação existe 
outra pausa onde acontece a ovulação de um ovócito 
(período da metáfase 2). Essas pausas acontecem por 
conta de proteínas. 
Todas as células do nosso corpo tem o mesmo 
material genético, as únicas células que vão ter 
metade do material genético são as células 
reprodutivas. Nesse material genético tem os 
cromossomos sexuais (X ou Y) sendo o X feminino e o 
Y masculino – esse processo é conhecido como 
diferenciação celular 
Embriologia Aplicada 
Gametogênese 
Células germinativas primarias 
Fases da mitose e meiose 
 
 
 
Leptóteno: o material genético esta se espessando 
(espessamento dos cromossomos) – fino 
Zigóteno: se juntam e ainda permanecem espessos 
Paquíteno: muito espesso – local que acontece o 
Crossing Over (cromossomos dos pais trocam seus 
pares – é a mistura que causa a diferenciação do 
individuo e suas próprias características) 
Diplóteno: separação da dupla (pausa da fêmea) 
 
O macho, quando entra em processo de meiose, cada 
espermatogonia entra em divisão e vão formar 4 
células viáveis – então cada espermatogonia forma 4 
espermatozoides viáveis. Na fêmea, cada ovogonia que 
entra no processo de meiose forma somente 1 célula 
germinativa viável. Isso se da porque cada vez que se 
divide, fica maior (sendo considerada a maior célula 
do corpo) e logo passa pelo corpúsculo polar 
Na segunda divisão, o corpúsculo polar e material 
genético não podem ficar naquele local (teria excesso 
de material genético na célula) então precisam ser 
descartados 
Ele é feito por uma célula globosa que precisa sofrer 
a diferenciação celular e se tornar um gameta apto 
a chegar até a tuba uterina 
 
Fases da citocinese 
Espermatozoide 
1. Cabeça do espermatozoide vai ocorrer a 
transformação do acrossomo – derivado do 
complexo golgiense (ele vai ter enzimas que 
serão fundamentais para a fertilização, ou 
seja, para adentrar no gameta feminino) 
2. Na região medial, existe o acumulo de 
mitocôndrias e centríolos, juntamente 
naquela parte nascerão microtúbulos (faz 
parte do citoesqueleto e tem ação de 
movimento) a anergia para o movimento vem 
das mitocôndrias 
3. O citoplasma é absorvido porque não pode 
ficar perto do núcleo (para ele andar em 
linha reta e chegar na tuba uterina) 
 
Adesão ou contato é a primeira fase da fertilização 
– proteínas expressas na membrana dessas células 
farão com que elas se juntem (as células) a partir do 
momento que tem esse contato, o espermatozoide vai 
sofrer um processo de reação acrossomal (segunda 
fase da fertilização) e enzimas são liberadas desse 
acrossomo, criando-se um canal do espermatozoide 
até a membrana do ovócito (terceira etapa) quando 
forma-se esse túnel acontece o crescimento do 
processo acrossomal (projeções do espermatozoide 
vão invadir esse túnel para alcançar a membrana do 
ovócito – isso acontece para as membranas se 
unirem). A quarta etapa é a fusão das membranas 
celulares, quando elas se juntam aparece um “vão” 
entre elas (quinta etapa) e o núcleo do 
espermatozoide pode ser lançado dentro do gameta 
feminino (pronúcleo é lançado para dentro do 
gameta feminino). E a sexta etapa se chama reação 
cortical – a camada cortical do gameta feminino, 
que estava fina, começa a se espessar e gerar 
produção de várias moléculas e enzimas, criando um 
involucro (uma impermeabilidade nesse gameta) para 
que nenhum outro núcleo masculino seja lançado 
para essa célula. 
Clivagem – primeira parte do desenvolvimento 
embrionário 
Precisamos avaliar o crescimento em três etapas e 
com isso, analisar os fatores que vão interferir nelas 
– a maior parte desses fatores são as proteínas 
(produzidas pelo embrião no desenvolvimento) que 
vão gerando essas diferenciações 
1. Diferenciação das células 
Modelagem: a organização de como o corpo é 
construído (ele tem uma ordem genética de 
construção) 
Morfogênese: como cada órgão vai se transformar 
para atingir a forma final 
A diferenciação celular é o fato do individuo ser 
originado por uma célula (chamada zigoto) e essa 
célula passa por varias transformações até chegar na 
formação de veias, artérias (tendo a sua 
especificidade) quando o filhote já está para nascer. 
Então é importante saber que cada vez que uma 
célula se diferencia ela vai ficando mais especifica 
em uma determinada função do corpo. E cada vez 
que uma célula se diferencia, a potencialidade dela 
diminui (podendo ser excluída pra sempre como os 
neurônios ou hemácias – que não conseguem se 
diferenciar mais depois de tantas vezes fazendo esse 
processo) 
As células são induzidas para serem determinadas – 
elas recebem um estimulo químico (proteica) pelas 
células vizinhas. Mas para as células realmente serem 
diferenciadas precisam ser competentes, que nada 
mais é que uma mudança na sua membrana celular 
(por exemplo: expressar receptores para as proteínas 
se ligarem e gerar a diferenciação celular). Mas se 
uma célula produz os receptores e a proteína não 
chega até aquele local para ter a ligação, os 
receptores são retirados e a célula sofre um processo 
de apoptose (morte celular programada). 
Fatores ambientais também podem modificar o 
desenvolvimento (seja no metabolismo da mãe ou nos 
órgãos do feto) 
 
Processo de fertilização – etapas 
Fatores para o desenvolvimento 
 
A cada ramificação da imagem, as células vão se 
diferenciando e consequentemente perdendo sua 
potencialidade. Na imagem também podemos 
observar os três folhetos germinativos: 
1. Endoderma (trabalham no fígado – por 
exemplo) 
2. Mesoderma (grandes músculos) 
3. Ectoderma (trabalham na formação de 
neurônios) 
 
Nessa outra imagem podemos observar a modelagem, 
mostrando uma ordem da construçãodo corpo e os 
genes determinantes (que não são diferente dos 
animais). Esses genes que fazem a construção do 
individuo de uma forma organizada se chamam 
“Homeobox” 
 
A morfogênese é a forma final dos órgãos – quanto 
antes uma alteração genética ou um fator 
teratogênico agir no corpo desse feto, maiores são os 
problemas (principalmente no inicio da gravidez com 
o teratogênico – toxicidade). 
 
Fatores de crescimento derivados dos fibroblastos 
(fibroblast growth factor– FGF), que inclui mais de 
20 proteínas. 
Família Hedgehog, incluindo as proteínas codificadas 
pelos genes Sonic hedgehog (Shh), Desert hedgehog 
(Dhh) e Indian hedgehog (Ihh). 
Agentes transformadores do inicio 
da fase embrionária 
 
Família Wingless (Wnt), que contém ao menos 15 
proteínas, as quais interagem com receptores 
transmembrana conhecidos como proteínas Frizzled. 
Superfamília do Fator de crescimento 
transformador-β (transforming growth factor – 
TGF-β), que inclui ao menos 30 moléculas, tais como 
as famílias do TGFβ, da ativina e das proteínas ósseas 
morfogenéticas (bone morphogenetic protein – BMP), 
bem como as proteínas nodal, fator neurotrófico 
derivado da glia (GDNF), inibia e substância 
inibitória mülleriana (MIS). 
Ordem que a potencia vai se perdendo por conta da 
diferenciação celular: 
Totipotência celular: célula zigoto – que podem se 
transformar em qualquer célula do corpo 
Pluripotentes: quando acontece a separação (no 
embrião – crescimento e desenvolvimento) chega em 
um momento que ele se divide em “polo animal” e 
“polo vegetativo” e nesse polo animal terá a massa 
celular interna (células dessa massa são as 
pluripotentes) mas ainda consegue fazer alguns 
tecidos e órgãos 
Multipotentes: essa massa interna vai sofrer um 
processo de gastrulação -> onde acontece a formação 
dos três tecidos embrionários (endoderma, 
mesoderma, ectoderma) 
Unipotentes: na formação dos ossos, os grupos de 
células do somitos vão virar osteoblastos (altamente 
especifica para o desenvolvimento ósseo) – exemplo 
(mas todos com terminação em “blastos” são células 
muito especificas e por isso são classificadas de 
unipotentes) 
Terminantemente diferenciada: osteócito não se 
encaixa nessa categoria porque eles possuem a 
capacidade de voltar a ser um osteoblasto (para 
recuperação de um osso por exemplo), já os 
NEURÔNIOS se enquadram nessa classificação por 
não conseguirem mais se diferenciar depois de tantas 
vezes (limite). 
Reprogramação genômica: é possível reprogramar o 
genoma – mudar características dos genes 
 
As células da íris, o núcleo das células possui genes 
para a produção de insulina, mas ela não usa – isso 
acontece porque quando elas diferenciam, alterações 
epigenéticas vão bloquear a leitura do gene (ou vão 
facilitar a leitura do gene dependendo do local) 
Metilação do DNA, pelo qual a cromatina de algumas 
regiões do genoma torna-se altamente condensada e 
transcricionalmente inativa 
Modificações nas proteínas histonas incluindo a 
acetilação das histonas, que comumente leva a uma 
conformação mais relaxada da cromatina 
permitindo a transcrição 
Regulação gênica por polycomb-trithorax fica a 
cromatina em conformações reprimidas (Polycomb) 
ou ativas (trithorax). 
➔ Quando a região se torna condensada, o gene 
se torna dificilmente lido 
➔ Fatores de transcrição 
 
Essa forma inicial do zigoto, permite criar maiores ou 
menores tecidos extracorpóreos – no caso dos 
mamíferos, o saco vitelínico é pequeno e o núcleo 
acaba sendo o responsável pela criação dos tecidos 
extracorpóreos, diferente dos peixes, repteis, aves e 
mamíferos ovíparos (que possuem um saco vitelínico 
grande) 
Este problema é o aumento total da sequencia de 
cromossomos – então quando o zigoto é formado, ele 
precisa ser uma célula diploide (2n), mas se por acaso 
ele tiver 3n significa que ele (zigoto) está com mais 
Potencial celular X Genômico 
Alterações epigenéticas 
 
Poliploidia 
números de cromossomos que o esperado – chamamos 
esse processo de “poliploidia” e leva a morte 
Como ocorre a poliploidia 
A poliploidia pode acontecer quando um 
espermatozoide entra (no processo de fertilização) 
cria-se a “reação cortical” para que nenhum outro 
núcleo de espermatozoide ser lançado lá dentro, 
porém se acontece a falha de outro núcleo adentrar 
o resultado é a poliploidia. 
A outra forma da poliploidia é quando o ovócito 
secundário (liberado pelo gameta feminino – na 
meiose) ele precisa fazer mais uma divisão e quando 
o gameta masculino penetra é o momento final da 
meiose -> consequentemente se forma duas células: 
ovulo e segundo corpúsculo polar – esse segundo 
corpúsculo polar precisa ser destruído, se ele não for, 
resulta em 3n (poliploidia) 
Trissomia é diferente da poliploidia 
➔ Poliploidia: 3n – todos os pares a mais 
➔ Trissomia: 1 par com 3 cromossomos (XXY e 
não XY) 
O embrião sofre muitas divisões, como na imagem: 
 
Essas divisões são mitoses, porém mitoses diferentes 
(cada uma possui um nome especifico) – então a 
Clivagem são as mitoses que o embrião sofre no inicio 
da vida 
Uma célula mãe cresce e se divide em duas células 
filhas e o gameta feminino (quando é fertilizado) se 
torna zigoto, esse zigoto vai ter o mesmo tamanho de 
um gameta feminino – Então, na hora que os 
gametas se juntam (cromossomo do pai e da mãe) vão 
gerar um núcleo único (porem ele ainda não trabalha 
produzindo as próprias enzimas e proteínas), ele 
retira isso da mãe (gameta feminino) – isso serve 
para todos os mamíferos. O anel fibrótico (para 
gerar separação da célula) vem de filamentos de 
actina e o zigoto não consegue produzir isso ainda, 
ele é dependente da mãe. Além disso, depende de 
espécie para espécie quando o zigoto aprende a 
controlar o núcleo dele sozinho. 
A segunda divisão vai formando células cada vez 
menores – cada célula formada se chamara 
“blastômero” pois sofre clivagem (mitose diferente) 
A fêmea tem outra importância na origem da vida 
que é uma capa protetora chamada “zona pelúcida”, 
que se origina do ovário (ele produz) – essa capa tem 
proteínas de membrana que protegem os blastômeros 
a partir de agora esse número de células 
(blastômeros) vai aumentando até chegar em um 
ponto de formar uma massa globosa compactada 
(células compactadas) que se chamará “mórula” – 
ainda protegidas por essa capa (zona pelúcida) 
 
A clivagem em outros animais são diferentes para 
gerar tecidos extrabionarios – principalmente o saco 
vitelínico 
Essas células começam a criar uma divisão da 
camada externa e camada interna – onde a parte 
externa se chama “trofloblasto” e as células internas 
vão criar o “embrioblasto – massa celular interna” 
 
Clivagem – fases de vida do 
embrião 
 
No inicio ainda não existe uma cavidade – então 
quando essa massa interna está se juntando sem a 
presença de um buraco (cavidade) chamamos o 
individuo de “blastocisto” – quando essa cavidade 
aparece mudamos o nome para “ blástula” e nessa 
etapa as células não são mais totipotentes, ou seja, 
são mais especificas, perdem sua potencia de 
diferenciação. Os tecidos extraembrionários (fora do 
corpo do embrião, como a placenta) são formados 
pelos trofoblastos – elas são especificas então 
chamamos de “pluripotentes”. Além disso, os 
embrioblastos (massa interna) vão estar responsáveis 
pela formação dos órgãos desse embrião. A zona 
pelúcida nessa etapa começa a ser destruída pois o 
embrião inicia sua própria autonomia. 
Na próxima etapa ocorre uma organização das 
células da massa celular interna – elas vão se 
classificar em duas camadas de tecido 
primeiramente e depois surgirá uma terceira camada 
1. Camada endoderma 
2. Camada mesoderma 
3. Camada ectoderma 
 
Nesse momento da formação desses três tecidos, o 
individuo se chamará “gástrula” – fase de 
organização e transformação, onde as células vão 
virar “multipotentes – totalmente especificas” 
 
 
 
 
 
 
 
A partir da gástrula teremos duas coisas 
importantes:o desenvolvimento completo dos anexos 
fetais, os anexos são: 
1. Saco vitelínico – serve como reserva de 
nutrientes, leite uterino -> placenta 
2. Saco amniótico – liquido amniótico, 
3. Córion – capa protetora 
4. Saco alantóide – local de armazenamento da 
urina do feto. O canal de ligação da bexiga 
com o saco alantóide chamasse “Úraco” 
Leite uterino – nutre o embrião antes da formação 
da placenta e esse leite também vai para cérvix do 
útero criar um tampão protetor que impede o aborto 
(gera uma secreção densa) 
O saco alantóide é destruído quando o cordão 
umbilical se rompe, mas o úraco está lá dentro indo 
do umbigo até a bexiga – por isso o umbigo precisa 
cicatrizar, se não, pode causar uma doença chamada 
“úraco persistente” 
Úraco persistente 
O úraco é um pequeno canal que corre junto aos vasos 
umbilicais, cuja finalidade é a de eliminar a urina 
fetal para a cavidade alantoideana, formando o 
líquido alantoide. A persistência ou não-regressão do 
conduto urinário fetal, que em condições normais se 
oblitera logo após o nascimento, possibilita a 
eliminação da urina através do umbigo. A urina 
escorre gota a gota pelo coto umbilical, que em sua 
base está sensível, quente e úmido. 
No momento da formação da gástrula podemos 
observar um “fundo” na ectoderma, chamada “linha 
primitiva” – conforme vai afundando, se forma um 
sulco, chamado “sulco neural” e ele se afunda até as 
bordas se encontrarem, então se forma o “tubo 
neural” e o embrião começa a se chamar nêurula – 
ultima fase de vida do embrião 
A ordem de vida do embrião então fica: zigoto, 
blastômeros, mórula, blástula, gástrula e nêurula 
O ectoderma dá origem ao SNC; ao SNP; ao epitélio 
sensorial do olho, ouvido e nariz; à epiderme e seus 
apêndices; às glândulas mamárias; às glândulas 
subcutâneas; à hipófise; e ao esmalte dos dentes. As 
células da crista neural originam às células dos 
gânglios autônomos, espinhais e cranianos (V, VII, IX 
e X pares); às células que revestem o SNP; às células 
pigmentares da derme; aos músculos, tecidos 
conjuntivos e ossos dos arcos branquiais; à medula da 
adrenal; e às meninges. 
O mesoderma origina o tecido conjuntivo; à 
cartilagem, osso, músculos estriado e liso; ao coração, 
sangue e vasos e células linfáticas; aos rins, ovários e 
testículos; aos ductos genitais; às membranas serosas; 
ao baço e ao córtex da glândula adrenal. 
O endoderma dá origem ao revestimento epitelial dos 
tratos gastrointestinal e respiratório; o parênquima 
das tonsilas; glândulas tireoide e paratireoide; ao 
timo, fígado e pâncreas; epitélio da bexiga e uretra; 
epitélio da cavidade timpânica, e canal auditivo. 
É do sinciciotrofoblasto que surgira a placenta 
A invasão que a placenta faz na parede uterina pode 
ser total – então existe dois loros de fixação da 
placenta: “superficial” ou “profunda” (faz contato 
com o endométrio) e a outra parte não (a fixação 
está dentro da parede uterina) “fixação intersticial 
profunda” – esse tipo de contato facilita as trocas 
materno-fetais porque a placenta fica bem mais 
próxima dos vasos sanguíneos do útero. 
No segundo caso pode acontecer maior sangramento 
e a retenção da placenta – fixação intersticial 
profunda 
 
Freemartin 
O Freemartin ocorre quando se tem gestação gemelar 
com outro feto do sexo masculino. Portanto 
Freemartin é a fêmea que nasce estéril e com 
características masculinas devido à gestação gemelar 
com um macho. 
A placenta pode causar alguns problemas no 
individuo como: alterações da vulva (atrofia da 
vagina) – consequentemente dificuldade na hora da 
copula e parto 
Gastrulação 
Anexos embrionários 
 
➔ O macho precisa da testosterona para a 
formação dos órgãos genitais surgirem, 
diferente da fêmea 
A ultima fase de vida do embrião, formando a 
neurola – está associado com o sistema nervoso. Para 
ocorrer a neurulação precisa de uma estrutura, que 
fica embaixo do ectoderma, como um tubo (a parte 
mais rígida do corpo de embrião) – sendo 
considerado o primeiro “esqueleto” do embrião, 
chamado “Notocorda” localizado bem no meio do 
corpo. Ela é extremamente importante para 
acontecer a neurulação. Além disso, células da 
Notocorda liberam proteínas como o Sonic hedgehog 
e essas moléculas proteicas estimulam as células a 
cima delas a se transformarem (tudo determinado 
geneticamente) – e sem o tubo neural não tem 
encéfalo e consequentemente o individuo nasce sem 
vida 
Com a presença dessas moléculas (proteicas) o 
ectoderma vai se afundando e surge um sulco 
chamado "Sulco neural” 
➔ A notocorda nos acompanhva até o final da 
vida (os resquícios dela) porém com o nome 
“núcleo puposo” que fica entre as vertebras. 
O sulco neural se aprofunda cada vez mais e as 
células do canto (extremidade do sulco neural) 
acabam se encostando e por proteínas de membrana 
criam uma aderência, o sulco se fecha e forma-se o 
“Tubo neural” – começa o fechamento do meio do 
embrião e vai até as extremidades. As células da 
periferia, da outra extremidade vão se soltar ao longo 
de todo o tubo neural e formar a “Crista neural” 
➔ Todo o sistema nervoso central surgira a 
partir do tubo neural 
➔ A crista neural forma os nervos e os gânglios 
do sistema nervoso 
Os buraquinhos formados no embrião (do tubo 
neural) se chamam “neuropolos” – eles precisam se 
fechar com o desenvolvimento para a formação do 
cérebro (extremidade do encéfalo) acontecer. Se por 
acaso esses buracos da região da cauda não fecharem 
o individuo vai ter uma falha no fechamento de 
vertebras, meninge e medula exposta (o animal não 
vai conseguir movimentar os membros pélvicos) 
➔ A medula espinhal fica com o formato de um 
tubo, menos o encéfalo que sofre 
transformação. 
 
 
Neurulação 
 
Para finalizar a parte da cabeça o tubo neural 
precisa se transformar (dilatar) nas partes do 
encéfalo – e o embrião nessa fase vira feto. Então 
no inicio surge três dilatações chamadas “vesículas 
encefálicas primárias” tais como: 
Prosencéfalo (amarelo), Mesencéfalo (verde) e 
Rombencéfalo (azul) 
 
Essas dilatações vão se subdividir e formar as 
“vesículas encefálicas secundarias" e serão cinco: 
 
Uma delas não muda, que é a “mesencéfalo” (não 
acontece transformação. Mas a ordem delas 
(cranial-causal) fica: telencéfalo, diencéfalo, 
mesencéfalo, metencéfalo e mielencéfalo 
O cérebro e o sistema límbico são formados no 
telencéfalo (precisa acontecer o fechamento daquele 
buraquinho que vimos anteriormente) – Então a falta 
da formação do telencéfalo não resulta no 
surgimento do cérebro 
A falha na formação do diencéfalo não resulta no 
surgimento do olho (nervo ótico -> retina -> cones e 
bastonetes -> visão). Além disso pode falhar também 
na parte dorsal, na glândula pineal (afetando a 
reprodução da fêmea) e afeta o hipotálamo (o eixo 
hipotalâmico hipofisário não surge) 
Pela falta do mesencéfalo não receber estímulos 
transformatórios, ele para em seu tamanho reduzido 
(ele possui um canal chamado “aqueduto do 
mesencéfalo”) e se esse canal ficar pequeno, o liquor 
que deveria passar normalmente ali, vai se acumular 
(atrofiar) e gerar a HIDROCEFALIA 
Metencéfalo pode se formar, mas não possuir o 
crescimento final e o individuo pode nascer com o 
cerebelo pequeno (ele forma a ponte e o cerebelo) – o 
animal pode vir com hipoplasia cerebelar 
Mielencéfalo forma a medula oblonga e não existe 
casos de sua má formação. 
 
 
Doenças vasculares 
Persistência do ducto arterioso: o canal que 
comunica a Aorta com o tronco pulmonar (quando o 
individuo nasce ele precisa fechar) 
Persistência do arco aórtico: união da aorta (região 
dorsal com a ventral). Em alguns casos é descoberto 
esse arco aórtico quando atrapalha o funcionamento 
de outro órgão (comum: esôfago -> causando 
megaesôfago) 
Shunt portossistêmico: canal comunicando veia 
porta com a veia cava caudal – desvia do sistema 
porta pra circulação sistêmica -> para no coração -> 
se espalha no cérebro -> causa morte de neurônios-
> encefalopatia hepática 
Doenças da falha do próprio coração 
Persistência do forame oval: forame oval é um buraco 
entre o átrio direito e átrio esquerdo – no nascimento 
é ideal que ele se feche 
Defeito do septo interventricular: não se forma a 
parede muscular do coração corretamente (passagem 
do sangue do lado direito para o esquerdo), causando 
hipóxia nos tecidos e atrofia no lado direito do 
coração – é mais comum em ruminantes 
Estenose aórtica: má formação da saída da aorta, 
gerando um espaço estreito e consequentemente o 
sangue precisa de mais contração pra sair – gerando 
a hipertrofia 
O tecido embrionário responsável pela formação do 
cardiovascular é o mesoderma. 
➔ O mesênquima é o tecido conjuntivo do 
embrião – ossos 
O coração inicialmente surgirá como um vaso 
localizados no SACO VITELÍICO (parte externa) – a 
um conjunto de células que se agrupam na parede do 
saco vitelínico que se chamam “ilhotas” (grupos ou 
ilhas de células) essas ilhotas crescem e se fundem, 
transformando-se em um cordão de células, as 
células do centro da parede externa se soltam e 
finalmente temos a formação das células do sangue. 
Até o fígado e o baço assumirem o “controle” e 
ficarem responsáveis pela formação das células 
sanguíneas – no final da gestação a medula óssea vai 
assumir essa função e ficará até o final da vida 
 
➔ O rim (formado) vai produzir um hormônio 
(eritropoietina) que será responsável pra 
estimular a formação de células sanguíneas 
 
Nessa imagem podemos ver as ilhotas (vermelho – 
células sanguíneas) ao redor da cabeça do embrião e 
o cordão cardiogênico é formado por essas ilhotas na 
área cardiogênica 
➔ Angioblasto: aglomerados de células que 
formam vasos 
 
 
 
 
Cardiovascular 
Surgimento dos vasos sanguíneos 
 
 
Na cabeça podemos observar uma fissura chamada 
“sulco neural” como vimos anteriormente – embaixo 
da cabeça existe um aglomerado dessas células que 
vão se transformar no cordão cardiogênico, as 
células do meio vão se soltar e virar um vaso 
sanguíneo = tubo cardíaco 
 
Esse tubo possui um envoltório, que veio do celoma 
(uma serosa ou membrana que formará o pericárdio 
futuramente) 
Surgimento das camadas do coração: pela aderência 
da membrana celomática vai formar o pericárdio 
nesse tubo e estimular o crescimento do miocárdio, o 
próprio tubo vai ser o endocárdio e o pericárdio vai 
ser a serosa que se aderiu 
O feto, quando se dobra, surge uma cavidade no 
centro onde as vísceras vão ser consumidas, essa 
cavidade se chama “cavidade celomática” – a parede 
dessa cavidade forma a membrana celomática 
➔ exemplo: o pulmão surge lá na traqueia e vai 
descendo até a região peitoral onde se 
encontrará com a pleura, o pulmão vai 
grudar nela. 
➔ Serosas surgem no dobramento do feto: 
peritônio, pericárdio e pleura 
O crescimento e deslocamento do órgão do feto vai 
acontecer para o coração assumir sua posição 
anatômica. 
 
Na imagem podemos ver tubos se juntando e 
lingando-se a outros tubos = essa fusão cria sistema 
de vasos circulatório para o sangue circular por todo 
o corpo. 
 
A próxima etapa desse vaso (coração) é o 
dobramento, porque no inicio, o átrio está em uma 
posição caudal inferior e o ventrículo cranial superior 
(como na imagem) -> ele precisa se dobrar para ter 
sua posição anatômica. Essa ação ocorre por causa 
do grande desenvolvimento e força ventricular. 
A ultima etapa se chama Septação, como na imagem: 
 
É um processo de formação das paredes do coração 
para separar as câmaras – então o tubo (parede) 
começa a se dobrar e vai promovendo um processo de 
invaginação, as células dessa região vão sofrer mitose 
(multiplicação) e a parede (septo) cresce -> gerando 
a separação dos ventrículos (esquerdo e direito) 
No átrio não cresce apenas uma parede, mas sim 
DUAS (dois septos) -> septo primum e septo spurium 
Isso acontece porque no átrio existe o forame oval, 
que se fecha -> válvula se fecha -> gruda -> gerando 
fibrose -> cicatrizando o local (fechamento 
completo) 
➔ Quem mais tem persistência desse forame 
oval são os suínos 
 
Os órgãos urinários e genitais se formam juntos, esse 
é um dos motivos de chama-los de “aparelho 
urogenital”. O segundo motivo é que alguns órgãos (do 
urinário) depois que passam o período fetal podem 
fazer parte do genital (vida fetal final e depois do 
nascimento) 
Órgãos urinários 
Na gastrulação, formam-se os três tecidos fetais 
(ectoderma, mesoderma e endoderma). A partir do 
mesoderma irá surgir o conjunto dos órgãos urinários 
e genitais. Essa camada (mesoderma) se expande do 
centro para fora e a parte entre o centro, a lateral 
e a dobra vai se chamar “mesoderma intermediário” 
-> essa parte não está exatamente no centro e ela 
será responsável por formar os órgãos urinários e 
genitais 
Existe um espessamento ao longo de todo o feto (que 
surgirá a partir do mesoderma intermediário – 
células que se expandem), desde a região cervical até 
o final, formando uma placa única que no inicio leva 
o nome de “placa urogenital” e um pedaço dessa 
placa se chamará “placa nefrogênica” local onde as 
células formarão os rins. 
O primeiro conjunto de rins se chamará “pronefron” 
-> são os rins dos peixes (não funcionam nos 
mamíferos) temos ele porem não possui 
funcionalidade. O segundo conjunto ira surgir na 
região toraco-lombar, chamado de “mesonefron” e 
sendo ativo para produzir urina no inicio fetal. Essa 
urina precisa de um canal que se chamará “ducto 
mesonefrico” – nos machos será fundamental para a 
passagem do espermatozoide até a uretra (vai virar 
“ducto do epidídimo e ducto deferente) porém na 
femea esse canal precisa se fechar (se não causará 
cistos próximos do útero). Quando esse canal está 
transportando urina, a bexiga ainda não está 
formada e desemboca na coacla, que futuramente se 
transformará (bexiga, útero, etc.). 
Esse rim mesonefrico começa a se degenerar 
(desaparecer), da parte cranial até caudal. Mas ele 
não poderá se degenerar se o ultimo rim não se 
formar. O ultimo rim (das aves e mamíferos) se 
chamará “metanefrico” (rim definitivo após o 
nascimento –> que acompanha pelo resto da vida). 
 
Aparelho urogenital 
 
Logo que ele se forma podemos ver lobos (pequenas 
dilatações), então o rim primitivo é globoso e ainda 
irá passar por transformações -> quanto mais liso e 
desenvolvido menor será sua eficiência na eliminação 
da urina (exemplo: gatos). 
➔ Falha na lobos: rim policístico 
Importâncias do rim metanefron 
A massa da placa nefrogenica não consegue se 
transformar sozinha e as células mesodermicas, para 
ajudar, vão se transformar em células epiteliais 
(mudança da expressão genética dessas células) -> 
essa mudança só é feita por um contato (chave-
fechadura) chamado “broto uretérico” um tubo 
(canal) que surge da região da coacla (por uma 
evaginação) e cresce em direção ao rim metanefron. 
➔ Agenesia unilateral: um lado do rim não se 
formou 
➔ Os órgãos tubulares (bexiga, intestino, ureter) 
vão ter uma dupla formação -> parte interna 
(mucosa) sendo do endoderma, mas a parte 
da musculatura e serosa é do mesoderma. 
Quando tenho a fusão desse canal com o rim, ai que 
surgirá as ramificações internas (momento que vai 
determinar se o animal vai ter pelve renal, cálice 
maior, etc.) -> o rim vai ficando liso para os animais 
que precisam dele liso, diferentemente dos bovinos. Se 
o animal (que precisava do rim liso) nascer com rim 
globoso, significa que aconteceu uma falha de 
desenvolvimento (as vezes não tem falha de função) 
-> chamamos isso de “rim multilobado”. 
O rim está junto com a cloaca (cavidade pélvica) e 
nos mamíferos ele precisa deslocar (região lombar)-> 
o animal pode nascer com esse rim perto da bexiga 
(quando não houve deslocamento) e se chamará “rim 
ectópico”. 
➔ O rim esquerdo é mais caudal devido aos 
outros órgãos (estomago, baço) -> em suínos 
isso não é visto 
Os vasos sanguíneos, na formação dos nefrons, 
precisamestar ligados para a formação da urina 
acontecer. Cada pedaço de deslocação (para urina 
chegar até a pelve renal) precisa formar uma artéria 
renal, a artéria renal anterior vai desparecer e assim 
segue até o objetivo. Uma falha nesse processo pode 
resultar em um individuo com duas ou três artérias 
renais (porque não desapareceram no tempo 
correto). As artérias renais podem apertar o ureter e 
assim dificultar a saída da urina. 
A coacla no inicio está fechada (sem contato com o 
meio externo). No meio dela, no sentido horizontal, 
vai se formar uma parede -> separando o reto da 
parte urinaria e genital, essa parte se chamará “seio 
urogenital” e essa parede se chamará “septo uroretal” 
➔ O ureter vai ficar ligado a parte mais ventral 
(ele não pode ficar com o reto) 
➔ Existe casos em que o septo uroretal não 
cresce 100% e o animal nasce com a 
comunicação entre o reto e a parte urinaria 
e genital (pode passar fezes do intestino para 
a vagina na femea e passar fezes pra bexiga 
no macho) -> retovaginal e retovesical 
(respctivamente) 
O seio urogenital (criado a partir da coacla) vai se 
separar na bexiga e na parte genitália. A bexiga vai 
ter um crescimento (dilatar) e criar a uretra. 
1. Sendo nos machos: ductos da próstata, 
glândula vesicular vão desembocar na uretra 
2. Femeas: a uretra vai desembocar na vagina 
(vestíbulo da vagina) 
➔ Se a bexiga começa a falhar na expulsão da 
urina, essa urina começa a se acumular no 
ureter -> “megaureter” 
Órgãos genitais 
Para os mamíferos, da mesma placa urogenital, 
forma-se os órgãos genitais. Para eles (mamíferos) 
nos temos sempre a formação inicial das gônadas 
indiferenciadas , que vão se diferenciar mediante a 
carga genética do cromossomo sexual (XX ou XY). Se 
não houver NENHUM ESTIMULO, formará sempre a 
genitália feminina (ovário, tuba uterina, útero, 
vagina e vulva) 
Para formar o genital masculino (dos MAMIFEROS), 
precisam de três estímulos: 
O primeiro é a expressão de um gene que vai formar 
uma proteína que terá o nome de “fator testículo 
determinante” -> ela proporciona, na gônada 
diferenciada, a transformação da gônada em 
testículo e as células do ovário vão morrer. Se não 
houver essa proteína, as células que formam o 
testículo morrem e as células da formação do ovário 
vão formar o ovário. 
O hermafrodita verdadeiro é aquele que tem os dois 
sexos. Já, os pseudo hermafroditas vão possuir a 
genitália masculina, porém com útero presente -> 
não existe a apoptose das células nesses casos. 
Após a formação do testículo, ele (testículo) vai 
produzir duas coisas: proteína chamada “FATOR 
INIBIDOR MILERIANO” que será responsável pela 
degeneração (desaparecimento) da tuba uterina e 
útero. A outra molécula que o testículo produz, que é 
um hormônio a base de colesterol chamada 
“TESTOSTERONA” -> ela ficará responsável pelo 
crescimento da genitália externa masculina (descida 
do testículo, formação do escroto e crescimento do 
pênis). Se o testículo não produzir a testosterona, a 
parte externa (pênis) não vai se desenvolver e ficará 
com a aparência de uma vulva. 
Relembrando a aula passada 
A gônada indiferenciada vem da mesma região do 
rim, chamada “mesonefrico”. Então forma-se um 
amontoado de células (massa) que no inicio recebe o 
nome de “gônada indiferenciada” que será 
estimulada a se diferenciar. Lá no cromossomo Y tem 
um gene que vai ter a expressão do testículo 
determinante, essas proteínas liberadas no local 
serão responsáveis pelas transformações. 
➔ A posição final do ovário vai depender da 
forma do útero 
➔ O ovário não se liga por canais, mas sim pelo 
peritônio 
 
A gônada indiferenciada possui uma região cortical 
e uma região medular. 
No macho precisa de uma ligação de canais com os 
canais externos na gônada, diferentemente da 
fêmea. A parte mais próxima (de cor clara da 
imagem) vai pertencer as células do macho, já a parte 
de cor mais escura serão as células da fêmea. Então 
esses estímulos (fator testículo determinante) vão 
causar a morte das células femininas e gerar 
desenvolvimento das células mais centrais (medular). 
A falta desse estimulo desenvolve as células femininas 
(parte cortical). 
O testículo formado vai gerar uma rede testicular e 
suas células vão estar se transformando (células 
intersticiais) – essas células começam a produzir 
testosterona. Esse testículo formado também vai 
produzir uma segunda molécula, chamada de “fator 
inibidor mileriano”. 
O fator inibidor mileriano fará com que o canal de 
miler (DUCTO PARANESONEFRICO) se retraia, ao 
ponto de sobrar apenas alguns resquícios dele (uma 
vez que muitos cavalos machos possuem um pequeno 
útero em forma de Y) “trigo masculino” 
 
 
➔ Em azul claro = ducto mesonefrico 
➔ Em laranja = ducto paranesonefrico 
Quando o rim mesonefrico desaparece, o canal (ducto 
mesonefrico) começa a desaparecer também, se 
formar um macho, a ligação dos canais testiculares 
(rede testicular) com o ducto mesonefrico faz com 
que esse ducto não desapareça -> ele vira uma parte 
dos órgãos masculinos depois = ducto do epidídimo e 
ducto deferente. Na fêmea ele desaparece por 
completo. 
Se houver uma falha de ligação dos canais do 
testículo com ducto mesonefrico, esse macho vai ter 
testículo dentro e será infértil. 
 
(Macho) 
Ducto paranesonefrico vai virar tuba uterina e útero. 
No inicio ele é separado (lado direito e esquerdo) 
porem, o grau de fusão (a maneira como vai se 
fundir) é que vai indicar como vai ser a forma do 
útero da fêmea no final 
Se falhar a produção de testosterona o animal 
(macho) vai nascer com seu órgão genital feminino 
(vulva, clitóris grande) 
As glândulas anexas se formam por estimulo da 
testosterona, mas elas não nascem completamente 
formadas (após o nascimento terminam de se 
desenvolver – puberdade) como: próstata, bulba 
uretral, vesicular, etc. 
Essas três glândulas surgem e liberam o sêmen pela 
uretra (que teve inicio na coacla). Nessa parede da 
uretra tem as camadas: mucosa, subcutânea, tecido 
glandular, etc. 
1. Próstata 
2. Vesicular 
3. Bulba uretral 
A quarta pertence ao ducto deferente, é a ampola 
(ducto deferente) que os suínos não possuem. 
➔ Essas glândulas são um crescimento de 
células do canal (desenvolvimento glandular) 
Na fêmea nos podemos encontrar dessa mesma 
região ( uretra- coacla), o vestíbulo da vagina – esse 
local também possui glândulas “glândulas 
vestibulares” que servem pra lubrificar a vagina na 
hora do coito ou do parto 
➔ Glândulas vestibulares menores e maiores 
Uretra – continuação 
A uretra formada está dentro da pelve, mas o pênis 
vai crescer e a uretra precisa passar por ele. Então ela 
cresce (uretra) e é de uma maneira diferente pois a 
parte final dela cresce separadamente da cavidade 
pélvica (da glande do pênis até o corpo do pênis e da 
cavidade pélvica para o corpo do pênis) – as uretras 
se ligam e se fundem 
Hipospadia 
É quando não acontece a fusão das uretras no macho 
e forma-se uma fenda (a urina sai por ela) podendo 
causar inúmeras infecções pelo contato dessa região 
no chão. 
É dependente da testosterona. O testículo sempre 
acerta o caminho pra sair pra fora, se ele ficar 
retido, significa que o canal inguinal que ele precisa 
passar ficou menor que ele ou faltou testosterona. 
➔ O canal que ajuda ele no caminho, como um 
guia, se chama “gubernaculo” 
A testosterona faz esse canal recolher e cada vez que 
ele diminui de tamanho, ele arrasta o testículo com 
ele. Então ainda existe um resquício do gubernaculo, 
mas se chamara depois “ligamento próprio do 
testículo” e “ligamento da cauda do epidídimo” 
➔ Com a falta de testosterona o testículo fica 
retido 
➔ O canal inguinal possui dois anéis, um 
superficial e outro profundo, se o anel for 
menor que o testículo, ele não passa. 
A descida testicular nem sempre tem um tempo certo 
para todos os animais. Os ruminantes possuem sua 
descida no período fetal, diferente do cão que pode 
descerem 40 dias de vida. 
 
 
 
Glândulas anexas a uretra 
 
Descida testicular 
 
 
Quando está se formando o feto, no inicio a gônada 
é indiferenciada e se não houver os estímulos forma-
se os órgãos femininos. A parte medular da gônada 
degenera e a parte periférica vão ser preservadas e 
gerar o ovário. Vai acontecer então: 
1. Crescimento celular 
2. Fusão com as células primordiais (que veem do 
saco vitelínico) 
Em mamíferos domésticos quando a femea nasce, em 
seu ovário (com o crescimento das células 
germinativas), o numero de gametas já está definido 
(diferente dos machos). Entretanto, esse 
desenvolvimento da parte cortical pode falhar, o 
ovário pode ter as células germinativas, mas não 
sofrerem multiplicação. A consequência disso é 
chamada de “Hipoplasia do ovário” (ele fica muito 
pequeno) – ovário sem desenvolvimento 
Essa gônada feminina não terá uma rede de túbulos 
(de canais) então não haverá junção dos canais 
femininos com a gônada feminina – eles ficam 
separados pelo resto da vida. As laminas do peritônio 
(mesovario, mesometrio, mesossalpinge) crescem 
amplamente abraçando o ovário, criando a “Bolsa 
ovarica” e elas garantem no período de ovulação, que 
o gameta não se perca dentro do abdômen. 
Ducto mesonefrico 
Na fêmea este ducto irá desaparecer – se ele não 
degenerar vai aparecer bolhas (cistos) que 
chamaremos de “Cistos do epoóforo” 
Ducto paranesonefrico 
Na fêmea ele é responsável pelos canais femininos que 
surgem a partir da vagina, o útero e as tubas 
uterinas. Ele tem desenvolvimento no mesoderma 
(ovário e células germinativas primordiais) e 
endoderma (mucosa – endométrio). Então esse ducto 
vai se desenvolver e crescer sua parede muscular. 
O lado direto e esquerdo, assim quando se forma, tem 
um estimulo para se fundirem – os marsupiais a fusão 
é muito pequena e por isso ocorre a duplicação de 
vagina ou pênis. Os mamíferos domésticos fundem-se 
muito pouco, porque são espécies que tem muitos 
filhotes e precisam que os cornos uterinos sejam 
longos. Já aquelas espécies que tem um filhote, a 
fusão é muito maior e consequentemente o corpo do 
útero é maior, mas os cornos uterinos não são longos 
– a cérvix também é bem desenvolvida nesses casos. E 
muitas primatas fêmeas não possuem cornos uterinos, 
somente o corpo do útero e tubas (esquerda e direita) 
elas vieram da não fusão do canal. 
Nos mamíferos domésticos sempre tem que existir 
duas tubas para dois ovários – por isso o canal não 
pode fundir totalmente. O grau de fusão vai indicar 
o tamanho dos cornos uterinos: 
1. Se fundir pouco = cornos longos (fêmeas com 
ninhadas) 
2. Se fundir muito = cornos pequenos (fêmeas 
com único filhote) 
(Cisto epoóforo) 
(Aplasia unilateral) 
Quando um lado somente se degenera (ducto 
paranesonefrico) 
(Atresia) 
O canal pode não se desenvolver e a luz ficar estreita 
= gerando atrofia 
 
Os órgãos do digestório e respiratório surgem 
juntamente de um mesmo local. 
Quando se forma o embrião, no final de sua fase, 
antes de iniciar a vida fetal...o embrião se dobra. Na 
hora que ele se dobra, forma-se dentro dele um canal 
(do início da cabeça até a cauda) que se chamará 
“intestino primitivo” (de cor amarela na imagem). As 
células desse canal no inicio são do endoderma, mas 
esse canal não vai crescer somente pelo endoderma, 
ele vai precisar do acoplamento (junção) do 
mesoderma – porque o endoderma não é capaz de 
formar musculo e o intestino precisa de uma parede 
muscular. 
➔ Na nomina anatômica esse canal vai se 
chamar “canal alimentar” (da boca até o 
anus) – depois do nascimento 
Esse canal (intestino primitivo) é separado em três 
partes na vida fetal : intestino anterior, intestino 
médio e intestino posterior 
1. Intestino anterior: se formará a faringe, 
esôfago, estomago e inicio do duodeno com 
fígado e pâncreas 
2. Intestino médio: resto do duodeno (artéria 
celíaca e mesentérica cranial), jejuno, íleo, 
ceco e uma parte do colón (ascendente e 
transverso) 
3. Intestino posterior: final do colón 
(descendente) e o reto – e artéria 
mesentérica caudal 
Logo quando forma-se o feto, esse canal persiste 
ligado com o saco vitelínico. Então o intestino médio 
sai em direção ao cordão umbilical, esse canal de 
ligação se chama “ducto vitelínico” - enquanto o 
saco vitelínico estiver no corpo desse feto, haverá o 
ducto vitelínico abrindo no intestino médio. O saco 
vitelínico vai diminuindo (enquanto o alantoide vai 
crescendo) chegando em um ponto de desaparecer e 
o canal se fecha. 
O abdômen vai crescer mais que o próprio corpo do 
feto e assim o intestino vai começar a ter flexuras e 
dobras (como as alças intestinas) o espaço para elas 
é muito pequeno, acabam saindo pra fora do corpo e 
vai diretamente para o cordão umbilical...chamamos 
isso de “hérnia umbilical fisiológica”. Esse feto 
continua crescendo e o fígado começa a diminuir, o 
abdômen cresce e as alças podem voltar para dentro. 
Nesse retorno é que elas (alças) assumem a posição 
definitiva de cada espécie. 
O colón fica no teto da cavidade e o jejuno na parte 
ventral porque o meso do jejuno é muito amplo e o 
meso do colón é pequeno – então quando retrocede, 
retrai o meso e indica a posição da alça. 
➔ A atrofia na ponta do ceco só acontece em 
primatas e seres humanos 
 
Intestinos – derivados 
Cavidade oral 
Na cabeça do embrião para a formação da boca, nós 
temos a membrana muco faríngea, chamada 
“Bucofaringea” essa membrana vai se romper e o feto 
pode perder o líquido amniótico – essa membrana 
está no final da cavidade oral e início da faringe. O 
céu da boca (palato) se forma por crescimento de 
proveniências, que chamamos de “fronto nasal”, 
então nasce uma do lado esquerdo e outra do direito 
que posteriormente irão se fundir e fechar a boca 
(fechando-a) se falhar esse processo, chamamos ele e 
“fenda palatina” e se não fundir a parte externa o 
animal nasce com o “lábio leporino” 
Estomago 
O estomago é uma dilatação do intestino primitivo, 
da parte anterior. Nos ruminantes, dessa dilatação 
primitiva surgirão 4 partes (reticulo, rúmen, omaso e 
abomaso) 
Fígado e pâncreas 
O fígado e o pâncreas surgem das células do duodeno 
com evaginações (dobra para fora) – por isso 
podemos afirmar que o fígado, pâncreas e a vesícula 
biliar fazem parte do digestório. Porém, no cavalo (e 
aves) não tem essa evaginação (por isso eles não 
possuem vesícula biliar). 
Quando está se formando o feto, existe dois pâncreas 
– ele vai ter uma evaginações ventral e outra dorsal. 
Quando o estomago está se dilatando e crescendo ele 
fica pesado, promovendo uma rotação do intestino 
(torção) que faz as duas partes (central e dorsal do 
pâncreas) se fundirem e um vira “lobo pancreático 
direito” e outro “lobo pancreático esquerdo”. Se esse 
processo falhar o animal nasce com dois pâncreas 
(com funcionalidade ainda) 
➔ Papila duodenal é o local onde surgira o 
pâncreas, então as células vão fazer sua 
função pro resto da vida mesmo se o animal 
nascer com dois pâncreas 
➔ Se a vascularização desse pâncreas estiver 
errado, então ele não terá funcionalidade 
Defeitos mais encontrados até aqui 
1. Atresia: má formação mais intensa 
2. Estenose: estreitamento, dificuldade de 
passagem 
3. Ausência de ductos: na parede do digestório 
nascem glândulas por evaginação – falha nas 
glândulas 
➔ Em algumas espécies, como cães e gatos se não 
tiver a glândula liberando suco pancreático... 
isso pode ser fatal – em ruminantes espera-
se que esses ductos desapareçam mesmo 
4. Hernia umbilical: quando o animal depois de 
adulto (idoso) a musculatura fica flácida e a 
víscera aproveitou para sair 
5. Hérnia umbilical congênita: o animal nasceu 
com essa falha 
6. Megacólon congênita: nome “colón” vem do 
estreitamento das passagens nele e esse 
crescimento dele pode resultar no megacólon 
– crescimento exagerada 
7. Cloaca persistente: não tem o fechamento do 
ceco 
8. Fistula reto-genital: comunicaçãopela falha 
do fechamento da coacla (conteúdo fecal vai 
para genitália) 
 
 
A imagem mostra o inicio da formação do trato 
respiratório inferior (caudal), que surge a partir da 
laringe. A cavidade nasal tem relação com 
desenvolvimento da face e aos arcos branqueais. 
O trato respiratório inferior tem origem a partir do 
intestino primitivo. Então no inicio surge um sulco 
(depressão) que chamamos de “laringotraqueal” que 
dali formará a laringe e traqueia. A partir desse sulco 
ocorrerá a proliferação das células e formação de 
ducto (canal) que conforme vai crescendo não será 
mais sulco mas sim “divertículo” – processo de 
evaginação do intestino primitivo na região da 
cabeça do feto 
A falha dessa origem pode vir da má separação do 
esôfago para laringe e traqueia – união do esôfago e 
traqueia = esofagotraqueal ou traqueoesofagica – no 
momento que o alimento passar ele pode cair na 
traqueia e parar no pulmão = pneumonia obstrutiva 
O canal (divertículo) vai crescendo em direção ao 
tórax e sua parede vai ser abraçado pelo mesoderma, 
que formará musculo e cartilagem. 
➔ Brônquios, laringe, traqueia...todos tem 
cartilagem 
 
 
 
 
 
Na foto é apresentado uma alteração na laringe (na 
espécie de cavalo) que no seu desenvolvimento sofreu 
uma falha funcional (não no seu formato). Isso se 
chama “Hemiplegia Laríngea” – mais conhecida como 
“doença do cavalo roncador”. Na imagem ainda 
podemos observar a paralização da laringe no lado 
esquerdo (geralmente é esse lado acometido). 
Então é uma doença congênita da laringe 
(hereditária) que não falha em sua função. Isso se da 
porque o ramo do nervo Vago “Nervo laríngeo 
caudal“ (10* par de nervos cranianos) – ele que 
comanda a laringe, mas se tiver uma falha no 
desenvolvimento desse ramo...temos a Hemiplegia 
Laríngea. Esses músculos onde passam esse nervo não 
terão sua funcionalidade e assim trazem uma 
dificuldade para o animal respirar. 
 
Agenesia 
O Pulmão, desde o período fetal, apresenta o lado 
direito maior que o esquerdo. Essa bifurcação no meio 
dificilmente ocorre falhas, mas se acontecer o animal 
poderá nascer faltando um pulmão (agenesia 
pulmonar) – o animal pode sobreviver nesses casos, 
mas não poderá praticar exercícios físicos 
Respiratório 
Como o respiratório surge do mesmo lugar que o 
digestório, o esôfago pode passar alimento direto 
para a traqueia – gerando uma pneumonia 
obstrutiva (presença da fistula). Então a falha do 
crescimento das paredes poderá ocasionar a ligação 
entre esôfago e traqueia. 
Estenose braquial 
A traqueia se forma, mas sua luz não se desenvolveu 
corretamente – estreitamento que gera dificuldade 
respiratória 
➔ É bem comum em animais braquicéfalos 
As células que formarão: ossos, músculos e 
articulações – onde a maior parte é derivada do 
mesoderma 
Essa massa, ao lado da notocorda são os somitos – 
todos os músculos do pescoço pra baixo (ossos e 
articulações) tem origem dessa região (somitos). As 
células do somito são feitas pelo condensamento 
(espessamento) do “mesodermaparaaxial” paralelo ao 
eixo. 
Os membros (ossos, músculos dos membros) não 
surgem diretamente dos somitos, mas sim do 
mesoderma grudado no somito, que se chama 
“mesodermalateral” – então ao lado do somito vai 
ter mais massa. 
Os músculos, ossos e articulações da região do pescoço 
e cabeça surgirão a partir da crista neural, que se 
soltara na hora da formação do tubo neural, parte 
do ectoderma. 
➔ Se existir falha do mesodermalateral, o 
animal pode nascer com todo o sistema 
locomotor perfeito, mas sem os membros 
desenvolvidos. 
Os somitos são separados em três segmentos 
A parte mais medial se chama “Esclerótomo” – as 
células dessa região formarão ossos e articulações 
A parte mais medial (quase lateral) se chama 
“Miótomo” – formação dos músculos ao lado das 
vertebras 
A parte mais lateral se chama “Dermátomo’ – 
formação da pele (DERME). A Epiderme não se 
origina dos somitos, mas sim do Ectoderma (glândula 
mamaria, glândula sudorípara, etc) 
➔ O numero de somitos varia de espécie para 
espécie 
Cada vertebra do corpo é a junção de dois somitos 
vizinhos. Já as costelas, cada costela vem de um 
somito (por serem mais finas) 
➔ N-vertebra = vertebra pela metade – não 
aconteceu a sua formação (associados a 
problemas neurológicos) 
Ossos 
Existem duas maneiras da formação dos ossos através 
das células primitivas: 
Ossificação intramembranosa: no mesênquima que 
cresce a placa óssea, onde muitos osteoblastos vão 
fazer a produção 
Ossificação endocondral: formação dos ossos 
cilíndricos e espessos – primeiro se forma um molde 
de cartilagem onde, nessa cartilagem, os osteoblastos 
vão se depositando (linhas de crescimento) – 
vertebras 
Articulações 
Aqui cresce o molde inteiro de cartilagem também, 
onde no centro as células vão sofrer um processo de 
apoptose (morte celular programada) e assim virar 
articulação. 
➔ A articulação em espécies é a mesma, menos 
sua movimentação 
➔ Anquilose: fusão óssea 
PMP = proteína responsável pela formação dos ossos, 
principalmente dos DEDOS (separando eles) 
➔ Diminuição dos dígitos pela falta do estimulo 
– evolução dos dedos periféricos para o 
centro 
 
 
 
 
 
Aparelho oculomotor