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F d 0 s F F d Ft d 0 s Ft d F Ft t1 (ds1) t2(ds2) (dsn) tn Ft s Ft1 ds1 ds2 dsn Ft2 F tn 0 Ftn Fn F2 F t2 F t1 F1 h A B T = +Ph Descida P B A T = –Ph h Subida P Suplemento de reviSão • FÍSiCASuplemento de reviSão • FÍSiCA 5 TEMA Trabalho, potência e energia O trabalho realizado por uma força está relacionado à intensidade dessa força e ao deslocamento que ela provoca. Em situações práticas, é fundamental considerar a rapidez com que determinado trabalho é realizado, definindo a grandeza física denominada potência. A energia se manifesta de diversas formas. Além da mecânica e da térmica, temos a energia luminosa, a energia química, a energia elétrica e a energia nuclear, entre outras formas. Trabalho Trabalho de uma força constante em uma trajetória retilínea Considere um corpo que se desloca sobre uma reta, desde a posição A até a posição B, sob ação de um conjunto de forças. Seja d o deslocamento e F uma força constante entre o conjunto de forças que agem no corpo (fig. 1). Figura 1 A B F J d Por definição, trabalho T da força F no deslocamento d é a grandeza escalar: T 5 F d $ cos J em que F e d são os módulos da força F e do deslocamen- to d , respectivamente, e J é o ângulo formado entre as direções da força F e do deslocamento d . Trabalho motor e trabalho resistente • O trabalho é motor sempre que o ângulo J entre F e d é tal que 0° G J 1 90°. • O trabalho é resistente sempre que o ângulo J entre F e d é tal que 90° 1 J G 180°. Trabalho de uma força qualquer Os trabalhos das forças F (fig. 2A) e tF (fig. 2B) são numericamente iguais às respectivas áreas dos retângulos destacados. O valor numérico do trabalho (fig. 2C) cor- responde à área destacada sob a curva. TA N= A propriedade destacada anteriormente tem validade geral, ou seja, a força F pode ser variável e a trajetória qualquer. Figura 2 Figura 3 (A) Trabalho motor (T 2 0). (B) Trabalho resistente (T 1 0). A C B A B Trabalho das forças peso e elástica Trabalho do peso Considere um corpo de peso P e que se desloca verti- calmente entre as posições A e B, em que o desnível entre esses pontos é h. Nessas condições, o trabalho da força peso é dado por: T = ! Ph • Se o corpo cai (fig. 3A), o trabalho é motor (T = + Ph). • Se o corpo sobe (fig. 3B), o trabalho é resistente (T = - Ph). 4848 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 48 7/29/15 5:48 PM Felást. x kx x0 Máquina M Perdido na operação Pot t Efetivamente utilizado Total recebido Potu Potp P h m Nível de referência tema 5 • tRaBaLHO, POtÊNCIa e eNeRGIa Figura 4 Trabalho da força elástica No gráfico da figura 4, o valor absoluto do trabalho da força elástica é numericamente igual à área destacada. O trabalho do peso independe da trajetória percorrida pelo corpo entre duas posições. T = kx2 2 • Se a mola for alongada ou comprimida (casos em que a força elástica se opõe ao deslocamento do corpo), o trabalho é resistente T kx2 2 = -e o. • Se a mola voltar à posição de equilíbrio (casos em que a força elástica tem o mesmo sentido de deslocamento do corpo), o trabalho é motor T kx2 2 = +e o. O trabalho da força elástica independe da trajetória percorrida pelo corpo entre duas posições. As forças cujos trabalhos entre dois pontos independem da forma da trajetória são chamadas de forças conserva- tivas. Às forças conservativas associa-se o conceito de energia potencial. Potência No intervalo de tempo St, se o trabalho é T, a potência média Potm será: Para o caso em que a força F é constante e paralela ao deslocamento, temos: Potm = Fvm Para St P 0, a potência instantânea Pot é: Pot = Fv Potm 5 T t intervalo de tempo trabalh realizado pela f rçao o S = g 5 Pot Pot t u O rendimento g da máquina M é dado pela relação entre a potência útil Potu e a potência total recebida Pott: Figura 5 Potp = Pott - Potu Rendimento Considere uma máquina M (fig. 5) que receba uma potência total Pott e utilize Potu (potência útil), perdendo Potp (potência perdida). Energia Muito frequentemente a energia está associada ao mo- vimento (energia cinética). No entanto, mesmo estando em repouso, um corpo pode possuir energia apenas em função da posição que ocupa (energia potencial). Energia cinética Energia cinética é a energia associada ao estado de mo- vimento do corpo de massa m e velocidade v. Teorema da energia cinética A variação da energia cinética de um corpo entre dois instantes é medida pelo trabalho da resultante das forças que atuam sobre o corpo, entre os instantes considerados. EC 5 mv 2 2 TR 5 mv mv 2 2 B A 2 2 - Energia potencial Energia potencial gravitacional A energia potencial gravitacional está associada ao trabalho do peso. A esfera de massa m tem energia potencial gravitacional em relação ao nível de referência. ou Epgrav. = Ph Epgrav. = mgh 4949 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 49 7/29/15 5:21 PM NO VESTIBULAR A xA’ xO O F F Suplemento de reviSão • FÍSiCA Energia potencial elástica A energia potencial elástica está associada ao trabalho da força elástica. Ao ser deslocada da posição de equilíbrio (O), a mola armazena energia potencial elástica. E kx2p 2 elást. = Energia mecânica Energia mecânica é a soma da energia cinética com a energia potencial. Emec. = Ec + Ep Conservação da energia mecânica A energia mecânica de um sistema se conserva quando este se movimenta sob a ação de forças conservativas e, eventualmente, de outras forças que realizam trabalho nulo. Princípio da conservação da energia Energia não pode ser criada nem destruída, mas unicamente transformada. O aparecimento de certa forma de energia é sempre acompanhado do desaparecimento de outra forma de energia em igual quantidade. 1 (UCS-RS) Sobre um bloco atuam as forças indicadas na figura, as quais o deslocam 2 m ao longo do plano horizontal. Analise as informações. |F | = 100 N N P Fa I. O trabalho realizado pela força de atrito Fa é positivo. II. O trabalho realizado pela força F vale 200 J. III. O trabalho realizado pela força peso é diferente de zero. IV. O trabalho realizado pela força normal N é nulo. Quais são as corretas? a) apenas I e II b) apenas I e III c) apenas II e III d) apenas II e IV e) apenas III e IV 2 (Fuvest-SP) O gráfico representa a variação da inten- sidade da força resultante F, que atua sobre um corpo de 2 kg de massa, em função do deslocamento x. 0 4 21 3 x (m) F (N) Sabendo que a força F tem a mesma direção e sentido do deslocamento, determine: a) a aceleração máxima adquirida pelo corpo. b) o trabalho total realizado pela força F entre as posições x = 0 e x = 3 m. 50 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 50 7/28/15 12:04 PM tema 5 • tRaBaLHO, POtÊNCIa e eNeRGIa O trabalho (T) de uma força (F) é dado por: T = Fd $ cos a I. Incorreta. Nesse caso temos cos 180w = -1, portanto, o trabalho realizado pela força de atrito é negativo. II. Correta. Nesse caso, a = 0w e cos 0° = 1; logo: TF = 100 $ 2 $ 1 ` TF = 200 J III. Incorreta. No caso da força peso, temos: a 5 90w. Como cos 90w = 0, temos: TP 5 0 IV. Correta. Para a força normal, temos: a =90w; portanto: TN = 0 Alternativa d. Ex er cí ci o 1 a) A aceleração adquirida pelo corpo é máxima quando a força resultante sobre ele também é máxima. A partir do gráfico, Fmáx. = 4 N e, do enunciado, m 5 2 kg. Portanto: Fmáx. = mamáx. ] 4 = 2amáx. ` amáx. = 2 m/s 2 b) Como a força F é variável, o trabalho realizado por ela pode ser calculado como segue: TF N = área sob o gráfico ] ] TF 5 $ $base altura 2 2 3 4= ` TF 5 6 J Segundo o enunciado, a força F atua na mesma direção e sentido do deslocamento do corpo. Portanto: TF 2 0, ou seja, TF = 6 J. Ex er cí ci o 2 51 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 51 7/29/15 5:23 PM Suplemento de reviSão • FÍSiCA 3 (Ufal) Em 2003, a Ferrari lançou o modelo Ferrari Enzo quetem um motor com potência de 660 cv. A força que movimenta o carro é de 24.255 N. Partindo do repouso, qual o deslocamento dessa Ferrari após 10 s? (Adote 1 cv 7 735 W). a) 200 km b) 20 km c) 2 km d) 0,02 km e) 0,2 km 4 (UFG-GO) O Kers é um dispositivo automotivo de- senvolvido para a recuperação da energia cinética perdida durante as freagens. Nesse sistema, a po- tência recuperada é de 10% da potência máxima do motor. No campeonato de Fórmula 1, os carros possuem motores de 600 kW (- 815 cv), enquanto o regulamento permite o uso de, no máximo, 420 kJ obtido pela ação do Kers por volta. O menor tempo, em s, para a liberação de toda a energia acumulada por esse sistema, será de: a) 0,07 b) 0,14 c) 0,70 d) 1,4 e) 7,0 5 (Acafe-SC) Em um curso de segurança de trânsito, um instrutor deseja mostrar a relação entre o aumento de velocidade de um carro e a energia associada ao mesmo. Considere um carro acelerado do repouso até 72 km/h (20 m/s), gastando uma energia E1, ce- dida pelo motor. Após, o mesmo carro é acelerado de 72 km/h (20 m/s) até 144 km/h (40 m/s), portanto, com a mesma variação de velocidade, gastando uma energia E2. A alternativa correta que mostra a relação entre as energias E2 e E1 é: a) E2 = 4E1 b) E2 = 2E1 c) E2 = E1 d) E2 = 3E1 6 (FMIt-MG) Um corpo de massa 2,0 kg, inicialmente em repouso, é puxado sobre uma superfície horizontal sem atrito, por uma força constante, também hori- zontal, de 40 N. Qual será sua energia cinética após percorrer 5 m? a) 0 joule b) 20 joules c) 10 joules d) 40 joules e) n.r.a. 7 (Ufac) Um carro se desloca com velocidade de 72 km/h na Avenida Ceará. O motorista observa a presença de um radar a 300 m e aciona imediatamente os freios. Ele passa pelo radar com velocidade de 36 km/h. Con- sidere a massa do carro igual a 1.000 kg. O módulo da intensidade do trabalho realizado durante a frenagem, em kJ, vale: a) 50 b) 100 c) 150 d) 200 e) 250 8 (Aman-RJ) Com que velocidade o bloco da figura a seguir, partindo do repouso e do ponto A, atingirá o ponto B, supondo todas as superfícies sem atrito? (g 5 10 m/s2) B A 10 m 5 m a) 0 m/s b) 5 m/s c) 10 m/s d) 15 m/s e) 20 m/s 9 (UFPA) Um corpo de massa 10 kg é lançado verticalmente para cima com uma velocidade de 40 m/s. Consideran- do-se g = 10 m/s2, a altura alcançada pelo corpo, quando sua energia cinética está reduzida a 80% de seu valor inicial, é: a) 16 m b) 64 m c) 80 m d) 96 m e) 144 m 10 (UFSJ-MG) Num edifício em construção, um pedreiro, que está a uma altura h do chão, deixa cair um tijolo de massa m. Passados alguns dias, o incauto pedreiro, agora a uma altura igual ao dobro da anterior, deixa cair a metade de um tijolo. A energia cinética dessa metade de tijolo em relação à do tijolo inteiro, quando ambos chegam ao solo, desprezando-se o atrito é: a) a metade b) a mesma c) o dobro d) o triplo 11 (Enem) Os carrinhos de brinquedo podem ser de vários tipos. Dentre eles, há os movidos a corda, em que uma mola em seu interior é comprimida quando a criança puxa o carrinho para trás. Ao ser solto, o carrinho entra em movimento enquanto a mola volta à sua forma inicial. O processo de conversão de energia que ocorre no carrinho descrito também é verificado em: a) um dínamo. b) um freio de automóvel. c) um motor a combustão. d) uma usina hidroelétrica. e) uma atiradeira (estilingue). 12 (IME-RJ) Um bloco A, cuja massa é 2 kg, desloca-se, como mostra a figura, sobre um plano horizontal sem atrito e choca-se com a mola C, comprimindo-a até o ponto B. mola 0 B20 cm A C v Sabendo-se que a constante elástica da mola é 0,18 N/m, a velocidade escalar do bloco, no momento em que se chocou com a mola, era: a) 6 cm/s b) 20 cm/s c) 50 m/s d) 60 cm/s e) 10 cm/s 52 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 52 7/28/15 12:04 PM tema 5 • tRaBaLHO, POtÊNCIa e eNeRGIa A potência do motor, em watt, é: Potmotor = 660 $ 735 = 485.100 W Da definição de potência, temos: Potmotor 5 T tS motor ] Potmotor 5 t Fd S ] ] 485.100 5 . d10 24 255 ` d - 200 m = 0,2 km Alternativa e. Ex er cí ci o 3 A potência recuperada pelo Kers, em watt, é: Potrec. = 0,1 $ 600 kW = 60 kW Da definição de potência, temos: Potrec. = t E S S ] 60.000 = .t 420 000 S ` St = 7,0 s Alternativa e. Ex er cí ci o 4 Da definição de energia cinética, temos: E1 = ( )m mm 2 20 0 2 2 400202 2- = = E2 5 ( ) .m m 2 40 20 2 1 2002 2- = Dividindo E2 por E1, encontramos: E E 1 2 5 3 ] E2 5 3E1 Alternativa d. Ex er cí ci o 5 Como F é a única força que atua no corpo, podemos considerá-la como a própria força resultante, cujo trabalho realizado é: TF = Fd $ cos a = 40 $ 5 $ cos 0w ` TF = 200 J Aplicando o teorema de energia cinética, temos: TF = ECfinal- ECinicial em que: ECinicial = 0, pois v0 = 0 Portanto: ECfinal = TF ] ECfinal = 200 J Alternativa e. Ex er cí ci o 6 72 km/h = 20 m/s e 36 km/h = 10 m/s Pelo teorema da energia cinética, temos: TR5 Ecfinal 2 Ecinicial ] TR 5 $. ( ) 2 1 000 20 102 2- ] ] TR= 500 $ 300 ` TR = 150.000 J = 150 kJ Alternativa c. Ex er cí ci o 7 O bloco no ponto A tem apenas energia potencial gravitacional, já que sua velocidade inicial é zero. (Ec A5 0). No ponto B, entretanto, o bloco é dotado de energias potencial gravitacional e cinética. Logo, por conservação da energia mecânica, temos: mghA 5 mghB 1 mv 2 B 2 ] v2B 5 2g(hA 2 hB) ] ] v2B 5 2 3 10 3 (10 2 5) 5 100 ` vB 5 10 m/s Alternativa c. Ex er cí ci o 8 Tomando como referência o ponto em que o corpo é lançado, temos, por conservação de energia mecânica: %E E E E E E E80] ]p c c p c c cgrav. final inicial grav. inicial inicial inicial+ = + - = ] ,E E0 8p cgrav. inicial= ] mgh 5 0,8 mv 2 0 2 ] ] h 5 $ $, , g v 2 0 8 2 10 0 8 400 2 2 = ` h 5 64 m Alternativa b. Ex er cí ci o 9 Pela conservação da energia mecânica, a energia cinética do tijolo ao atingir o solo é igual à energia potencial no ponto de onde foi abandonado. Energia cinética do tijolo inteiro (Ec): Ec = Ep ] Ec= mgh Energia cinética da metade do tijolo Ec 2 1a k: E E E m2]c cp21 21 21 == 3 g 3 2 h ] Ec 21 5 mgh Assim, as energias cinéticas do tijolo inteiro e da metade do mesmo tijolo são as mesmas ao atingirem o solo. Alternativa b. Ex er cí ci o 10 Tanto no caso da mola do carrinho de brinquedo como no da borracha da atiradeira (estilingue), há armazenamento de energia potencial elástica com a finalidade de transformar essa energia em energia cinética. Alternativa e. Ex er cí ci o 11 Por conservação de energia, temos: Ec 5 E mv kx 2 2]p 2 2 .el stá = ] v2 5 m kx2 ] v x m k= ] ] , , v 0 2 2 0 18 = ` v 5 0,06 m/s = 6 cm/s Alternativa a. Ex er cí ci o 12 53 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 53 7/29/15 5:24 PM Suplemento de reviSão • FÍSiCA b) Uma situação de importância biotecnológica é o movimento de um micro-organismo num meio aquoso, que determina seu gasto energético e sua capacidade de encontrar alimento. O valor típico do número de Reynolds nesse caso é de cerca de 1,0 $ 1025, bastante diferente daquele referente ao movimento de um avião no ar. Sabendo que uma bactéria de 2,0 jm de comprimento tem massa de 6,0 $ 10216 kg, encontre a sua energia cinética média. Para a água, bágua - 1,0 $ 10 26 m2/s. 17 (Mackenzie-SP) Certo garoto, com seu skate, desliza pela rampa, descrevendo o segmento de reta hori- zontal AB, com movimento uniforme, em 2,0 s. As resistências ao movimento são desprezíveis. B C D A d d d 4 Considerando d igual a 20 m e o módulo de g igual a 10 m/s2, o intervalo de tempo gasto por esse garoto para descrever o segmento CD é de, aproximadamente: a) 1,0 s c) 1,6 s e) 2,8 s b) 1,4 s d) 2,0 s 18 (UFT-TO) Leia o texto introdutório a seguir: A Agência Internacional de Energia (EIA – Energy International Agency) prevê um aumento de 53% no consumo de energia no planeta entre 2008 e 2035. Das principais fontes energéticas,as renováveis terão a maior taxa de crescimento na produção de energia, contudo, os combustíveis fósseis (petróleo, carvão mineral e gás natural) deverão continuar sendo a maior fonte de energia. Além dos combustíveis fósseis, uma outra fonte de energia não renovável é a energia nuclear. As principais fontes renováveis de energia são: eólica, solar, geotérmica, biomassa e hídrica. Adaptado de: <http://www.eia.gov/todayinenergy/detail. cfm?id=3130>; acesso em: 20 set. 2011. Assinale a alternativa correta: a) As usinas hidroelétricas produzem energia elétrica, a partir da energia mecânica hídrica que é uma fonte renovável, porém, liberam na atmosfera gases poluentes provenientes do movimento das turbinas. b) As usinas nucleares produzem energia elétrica, a partir da combustão do carvão mineral que é uma fonte não renovável, e geram lixo radioativo que exige alto controle de armazenamento. c) As usinas de energia solar produzem energia elé- trica, a partir da radiação emitida pelo Sol que é uma fonte renovável, porém, geram lixo radioativo que exige alto controle de armazenamento. d) As usinas termoelétricas produzem energia elétrica, a partir do calor obtido da queima de combustíveis (como o petróleo) que é uma fonte não renovável, e não emitem gases poluentes na atmosfera. e) As usinas de energia eólica produzem energia elé- trica, a partir dos ventos que são uma fonte reno- vável, e não emitem gases poluentes na atmosfera. 13 (UFC-CE) Uma bola de massa m 5 500 g é lançada do solo, com velocidade v0 e ângulo de lançamento J menor que 90w. Despreze qualquer movimento de rotação da bola e influência do ar. O módulo da aceleração da gravidade, no local, é g = 10 m/s2. O gráfico abaixo mostra a energia cinética Ec da bola como função do seu deslocamento horizontal x. 0 120 30 21 42 x (m) Ec (J) Analisando o gráfico, podemos concluir que a altura máxima atingida pela bola é: a) 60 m b) 48 m c) 30 m d) 18 m e) 15 m 14 (UFRR) Uma bola de borracha, de massa igual a 1 kg, cai de uma altura de 2 m, em relação ao solo, com uma velocidade inicial nula. Ao tocar o solo, a bola transfere para este 12 J, na forma de calor, e volta a subir verticalmente. Considere a aceleração da gravi- dade g = 10 m/s2. A altura, em cm, atingida pela bola na subida é de: a) 5 b) 20 c) 60 d) 80 e) 125 15 (Unifap) Em uma feira de Ciências em Macapá, o jogo mecânico, mostrado na figura abaixo, foi bastante visitado. Um bloco de massa m, partindo do repouso do ponto A, desliza sem atrito por uma rampa circular de raio R até o ponto C, quando é lançado para fora da superfície circular, atingindo o ponto D. L B R A O C a D Desprezando as forças de atrito e considerando g a aceleração da gravidade e os ângulos AÔB = 90w e AÔC = 120w, determine a distância L da figura. 16 (Unicamp-SP) O aperfeiçoamento de aeronaves que se deslocam em altas velocidades exigiu o entendimento das forças que atuam sobre um corpo em movimento num fluido. Para isso, projetistas realizam testes ae- rodinâmicos com protótipos em túneis de vento. Para que o resultado dos testes corresponda à situação real das aeronaves em voo, é preciso que ambos sejam ca- racterizados por valores similares de uma quantidade conhecida como número de Reynolds R. Esse número é definido como R b VL = , onde V é uma velocidade típica do movimento, L é um comprimento característico do corpo que se move e b é uma constante que depende do fluido. a) Faça uma estimativa do comprimento total das asas e da velocidade de um avião e calcule o seu número de Reynolds. Para o ar, bar - 1,5 $ 10 25 m2/s. 54 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 54 7/28/15 12:04 PM tema 5 • tRaBaLHO, POtÊNCIa e eNeRGIa Segundo o gráfico, a energia total (mecânica) associada ao sistema é de 120 J. No ponto de altura máxima, a energia cinética associada à bola é a mínima possível. Pelo gráfico, temos: Ecmín. = 30 J, que ocorre a 21 metros do local de lançamento. Por conservação de energia mecânica, no ponto mais alto da trajetória, temos: E Ep cgrav. + mín. = 120 ] Epgrav. 5 90 J Logo, a altura máxima atingida pela bola é dada por: Epgrav. = 90 ] mghmáx. = 90 ] ] hmáx. 5 $,mg 90 0 5 10 90= ` hmáx. 5 18 m Alternativa d. Ex er cí ci o 13 Considere a figura: hB hA = 2m v0 = 0 v = 0 A B Solo Por conservação da energia mecânica, temos: E Ep pA B= 1 12 ] mghA 5 mghB 1 12 ] hB 5 mgh mg 12A - ] hB 5 $ $ $ 1 10 1 10 2 12- ` hB 5 0,8 m 5 80 cm Alternativa d. Ex er cí ci o 14 Cálculo da altura H do ponto C, em relação ao nível de referência em B: BÔC 5 30w H 5 R 3 cos 30w ] H 5 R 2 3 B h d 60º 30º C 30º RH O vc Agora, vamos avaliar a conservação da energia mecânica entre os pontos A e C da trajetória: EA 5 EC ] mgH 5 mv 2 c 2 ] v c 2 5 2g R 2 3 ] v c 2 5 3 gR Entre os pontos C e D, temos um lançamento oblíquo, do qual precisamos calcular o alcance, A. A 5 $sen g v 2Jc 2 ] A 5 g gR3 2 3 ] A 5 R2 3 A distância L procurada é tal que L = d + A. L 5 R 3 cos 60w 1 R R R2 3 2 2 3= + ] L 5 2R Ex er cí ci o 15 a) V = 250 m/s e L = 50 m. Para essas estimativas, temos: R 5 $ $,b VL R 1 5 10 250 50] ar 5= - ] R 7 8,3 3 10 8 b) Primeiramente, determinamos a velocidade média da bactéria com os dados do enunciado. R 5 b VL água ] 1,0 3 1025 5 $ $ $ , ,V 1 0 10 2 0 10 6 6 - - ̀ v 5 5 3 1026 m/s Então, a energia cinética média da bactéria vale: Ec 5 $ $ $( )mV 2 2 6 10 5 102 16 6 2 = - - ` EC 5 7,50 3 10 227 J Ex er cí ci o 16 Inicialmente, determinamos a velocidade do garoto no ponto B: ,v t d 2 0 20 s m SB AB = = ] vB 5 10 m/s Considerando o nível de referência de alturas na reta CD, determinamos a energia mecânica total em B: E E Emec. p cB BB= + 5 m 3 10 3 5 1 $m 2 102 ] Emec.B 5 100m Conservação da energia entre B e C: E E Emec. p cc c c= + ] 100m 5 0 1 mv 2 c 2 ` vc - 14,1 m/s Desprezados os atritos, o movimento no trecho CD também é uniforme. Portanto: vc 5 t d S CD ] 14,2 5 t 20 S CD ` StCD 7 1,4 s Alternativa b. Ex er cí ci o 17 As usinas de energia eólica utilizam os ventos, portanto, uma fonte renovável, para girar suas pás (energia mecânica utilizada para gerar eletricidade). Assim, não há emissão de gases poluentes na atmosfera. Alternativa e. Ex er cí ci o 18 55 PDF-ALTA-048-055-MPFSR-TM05-M.indd 55 7/29/15 5:26 PM PDF-baixa-048-055-MPFSR-TM05-M