Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Megacariopoese e 
Plaquetopoese 
 
 
Megacariopoese – produção de 
megacariócitos a partir da célula-tronco 
hematopoética 
Plaquetopoese – liberação de plaquetas a 
partir do megacariócito 
O megacariócito é a maior célula do 
sistema hematopoético e a única célula 
que faz endomitose. 
 
Blastos são as primeiras células 
morfologicamente reconhecíveis na 
linhagem maturativa. Células em etapas 
maturativas anteriores só são 
reconhecidos por imunofenotipagem. 
 
 
MEGACARIÓCITOS NO PULMÃO 
 
Reservatório? 
Migram para medula? 
Vantagem evolutiva? 
 
MEGACARIOPOESE 
 
Processo de maturação que envolve 
endomitose - Processo de 
amadurecimento celular que envolve 
replicação sincrônica, sem divisão nuclear 
ou citoplasmática. 
 
O material genético se divide, mas a 
célula não se divide! 
- O megacariócito faz 
endomitose até 64n. 
 
 
 
 
 
- A partir de 8n já é plaquetogênico e 
quanto maior a ploidia do megacariócito, 
maior a plaquetogênese. 
 
MEGACARIOPOESE: ETAPAS 
MATURATIVAS 
 
MEGACARIOBLASTO 
 
- só é encontrado no sangue em patologias 
ex: leucemia mieloide megacarioblástica 
megacariocítica e leucemia mieloide aguda 
megacarioblástica 
MEGACARÓCITO 
 
- megacarócito basófilo é mais imaturo, 
então quanto mais acidófilo, maior sua 
ploidia e mais plaquetogênico 
 
 
REGULAÇÃO DA MEGACARIOPOESE 
- Mediado por citocinas e principalmente 
IL-3, IL-1, IL-11. 
 
- Principal mediador da trombopoese é a 
trombopoetina que começa a agir a partir 
do progenitor eritroide de megacariócito. 
Também faz regulação de endomitose 
 
 
PRODUÇÃO DE PLAQUETAS 
 
- No nicho medular de produção de 
megacariócitos essas células emitem 
prolongamentos para dentro dos vasos, 
então o próprio fluxo sanguíneo 
despedaça esse megacariócito formando 
plaquetas. 
 
Prolongamentos do megacariócito 
 
 
PLAQUETAS 
 
- aspecto arroxeado, característica 
basófila 
- acima de 50000 plaquetas/ul ainda é 
considerado saudável! 
ESTRUTURA PLAQUETÁRIA 
 
GRANULOS PLAQUETÁRIOS 
São responsáveis pela hemostasia 
possuindo agonistas e reguladores desse 
processo fisiológico. 
 
 
- Cálcio é importante para 
movimentação plaquetária. Por 
vias de cálcio, a plaqueta emite 
pseudópodes e “tampa” a lesão. 
 
 
 
 
 
METABOLISMO PLAQUETÁRIO 
 
FUNÇÃO 
 
ENDOTÉLIO – INICIO DE 
TUDO 
 
- Todo o processo de coagulação 
deve ser semelhante ao processo 
de inflamação no sentido de 
possuir um início, meio e fim, 
sendo um processo local. 
Processos exacerbados podem ser 
maléficos ao organismo. 
 
Sequência controlada de eventos 
que culminam na transformação da 
forma da plaqueta, de discóide 
(em repouso) para espiculada ou 
dendrítica (ativada). 
Alguns fatores interferem na 
adesão e ativação plaquetária: 
- Intensidade da lesão endotelial 
- Leito vascular 
- Idade 
- Velocidade do fluxo sanguíneo 
- Calibre do vaso 
AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA 
 
- Adesão resulta em ativação e 
liberação de mediadores que 
ativam outras plaquetas no local 
-Ativação plaquetária resulta na 
formação de agregados 
 –Expressão de moléculas adesivas 
permitem interação com 
leucócitos, desencadeando 
resposta inflamatória local 
Alguns fatores limitam a 
adesão/ativação plaquetária: 
-prostaciclinas 
-NO (inibe vias de ação 
plaquetária) 
- CD39 endotelial – 
transformação de ATP e ADP em 
AMP 
TAMPÃO PLAQUETÁRIO – 
HEMOSTASIA PRIMÁRIA 
 
- Geração de trombina por plaquetas 
–Síntese ou recrutamento do fator 
tecidual 
- Exposição do Fator V e fosfolipídeos 
carregados negativamente 
 
O tampão plaquetário é paliativo inicial, 
não sendo tão estável. O que garante a 
estabilidade e uma estrutura rígida é a 
malha de fibrina formada nas plaquetas. 
Lesões pequenas não ativam cascata de 
coagulação, sendo as plaquetas 
suficientes para tampar a lesão. 
HEMOSTASIA SECUNDÁRIA 
Cascata da coagulação –reações que 
resultam na conversão de zimogênios em 
enzimas e de pró-cofatores inativos em 
cofatores ativos 
 
 
ZIMOGÊNIOS DEPENDENTES DA 
VITAMINA K 
 
O principal mecanismo de ação de 
anticoagulantes é a inibição da vitamina K 
 
Domínio Gla 
 
SISTEMA HEMOSTÁTICO 
 
CASCATA DE COAGULAÇÃO 
 
Formado pelas vias intrínsecas e 
extrínseca que culminam em uma 
única via comum, que por fim ativa 
trombina, responsável por 
converter fibrinogênio em 
fibrina, estabilizando a malha 
sobre as plaquetas. 
- Trombina tem retroalimentação 
positiva pois ativa fator XI e 
Fator V, aumentando seu efeito. 
Além de outros fatores... 
Via intrínseca – contato de 
fosfolipídeos carregados 
negativamente na superfície de 
plaquetas 
Via extrínseca – ativação pela 
injúria do vaso e pelo fator VII 
do sangue 
A coagulação deve ser autolimitada, 
possuindo fatores que controlam a 
coagulação 
 
 
Proteína C – presente inativa na 
membrana de célula endotelial e quando 
se torna ativa, junto com proteína S atua 
na clivagem de VIIIa e Va em fatores 
inativos, diminuindo a intensidade da 
cascata de coagulação. 
- Impedem principalmente a via intrinseca 
As proteínas C e S ajudam a regular a formação de 
coágulo. Elas atuam conjuntamente em sistema de 
retroalimentação (feedback) com a trombina, um 
fator da coagulação capaz de acelerar ou 
desacelerar o desenvolvimento do coágulo sanguíneo. 
A trombina inicialmente se combina com uma 
proteína denominada trombomodulina para, então, 
ativar a proteína C. A proteína C ativada (APC) 
combina-se com a proteína S (um cofator) e, juntas, 
atuam degradando os fatores VIIIa e Va da 
coagulação (esses fatores ativados são necessários 
para a produção de trombina). O efeito final é 
retardar a produção de nova trombina e inibir a 
formação de mais coágulos. Se não houver proteína 
C ou proteína S em quantidade suficiente, ou se 
alguma delas não estiver funcionando normalmente, 
a formação de trombina prossegue em grande parte 
sem controle. Assim, é possível haver coagulação 
excessiva ou imprópria capaz de bloquear o fluxo de 
sangue em veias e, raramente, em artérias 
(trombose). 
 
Fator tecidual leva a ativação do fator 
VII da via extrínseca. 
- O inibidor de fator tecidual pode se 
ligar a fator Xa impedindo a ligação ao 
VIIa, o que resultaria na ativação da 
protrombina, assim o inibidor impede a 
fibrinogenese. 
- Támbem pode se ligar ao fator VIIa e 
Xa já formados e impedir a continuação 
da reação de ativação de trombina. 
- Impede principalmente a via extrínseca 
É UM INIBIDOR ALOSTÉRICO 
COMPLEXO HEPARINA E 
ANTITROMBINA III
 
A heparina é cofator de ATIII, esse 
complexo inibe e cliva fator X, fator IX e 
trombina. Inibindo a via intrínseca, 
extrínseca e a via comum. 
 
 
Faz degradação da malha de fibrina, não 
impede a cascata de coagulação. É 
necessária para desfazer o tampão 
quando o tecido já está íntegro. 
 
Plasmina ativa metaloproteases que 
também atuam na degradação da fibrina 
 
Plasmina degrada sequencialmente o 
fibrinogênio, originando segmentos que 
não são capazes de polimerizar 
novamente. 
 
Fator XIII faz ligação cruzada o que 
estabiliza a estrutura! 
Plasmina cliva a malha de fibrina em 
vários pontos, sendo o dímero D uma 
estrutura importante para indicar a 
ativação da fibrinólise. 
INIBIDORES DA FIBRINÓLISE 
 
É importante que o sistema fibrinolítico 
também seja autolimitado, pois caso 
contrário, a regeneração endotelial seria 
dificultada, pois o coagulo nunca estaria 
estabilizado suficientemente!

Mais conteúdos dessa disciplina