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Onda longitudinal • Rarefação e compressão • Só se propaga na matéria • Não se propaga no vácuo • É absorvida (calor/atenuação) ou dissipada A imagem ao lado mostra a distância entre moléculas nos diferentes estados da materia A onda mecânica depende destas moléculas e da sua distância para se propagar Quanto mais próximas as moléculas entre si, mais facilmente a onda ultrassônica vai se propagar Ultrassom funciona a partir da vibração da matéria Moléculas que formam organelas, tecidos biológicos, íons livres e etc Tecidos mais sólidos propagam melhor o US do que tecidos mais liquefeitos Ex: osso vs. sangue O estado de agitação da matéria define sua temperatura Quanto maior a vibração, maior a temperatura O zero absoluto, indica nenhuma energia cinética molecular (nada de vibração) 273,15°C (Célsius) 0°K (Kelvin) - 459,67°F (Fahrenheit) Caso a onda ultrassônica fique vibrando em um mesmo local Ou não for dissipada Aumenta a vibração, o que gera calor Por isso o MODO (ciclo de trabalho), INTENSIDADE e MÉTODO do UST têm influência sobre o calor tecidual. Interação entre tecidos Caminham com a velocidade permitida pelo meio Reflexão diferença de impedância entre os 2 meios Lei dos Co-senos 90° a fim de evitar reflexão Refração Leve alteração da direção do feixe Componentes do UST Cabo de força Entrada (11) Corpo (unidade de UST) Transdutor Cabeçote Cristal piezoelétrico (realiza o efeito piezo elétrico e transforma a energia elétrica em mecânica) ERA Área de saída do feixe ultrassônico Produção do ultrassom Efeito piezoelétrico Capacidade de um material (ou tecido) transformar energia mecânica em energia elétrica e vice-versa (Dannier et al., 2019 Na maior parte das vezes o efeito piezoelétrico é descrito apenas como a transformação de energia mecânica em elétrica Como o que ocorre com nossos ossos Palmilhas piezoelétricas ou plataformas de força Efeito piezoelétrico Pesquisadores de UST adotam o termo “efeito piezoelétrico” também para a transformação de energia elétrica e mecânica Por vezes também chamado de: Efeito anti-piezoelétrico Efeito piezoelétrico inverso Produção do ultrassom Corrente alternada (CA) Efeito piezoelétrico Electropiezo effect Cristal piezoelétrico 1 MHz ou 3 MHz Frequência de emissão de onda Effective Radiating Area (ERA) Produção das ondas ERA (<) Transdutor (>) Energia Energia é concentrada concentrada na região central. Área de radiação efetiva Características do feixe A energia diverge conforme se afasta do transdutor Campo próximo (Fresnel zone) Energia mais uniforme Campo distante (Fraunhofer zone) Energia menos uniforme (Spatial peak intensity Relação de não uniformidade do FEIXE Beam Nonuniformity Ratio (BNR) Descreve a quantidade de variação do feixe do ultrassom • Razão entre: • Intensidade de pico (SPI) • Intensidade média (SAI) • BNR = SPI/SAI Mínimo aceitável aceitável = 6:1 uniformidade do feixe (RNF) uniformidade do feixe perfeita BNR = 1 Não há diferença entre intensidade média e intensidade de pico Todas intensidades iguais Pq não há pico de energia OBS: não existe BNR perfeita uniformidade do feixe (RNF) Relação de não uniformidade do FEIXE Em uma relação de (não) Interações com o meio Tipos de ultrassom (mais comuns) Ultrassom terapêutico (UST) • 1, 3 e 5 MHz • Ibramed.com.br Ultrassom diagnóstico (USDx) • Produção de imagens • 3; 4,8; 4, 5, 7 e 15 MHz • Robertson et al., 2009; Luffy et al., 2018 Ultrassom pulsado de baixa intensidade (LIPUS) • Intensidade inferior à 0,1 W/cm² • Taxa de pulso em kHz • Pounder e Harrison (2009) Ultrassom focado de alta intensidade (HFUS) • Bastante utilizado na oncologia • Térmico (temp > 60°C) • 0,8-1,7 MHz mais comuns • Malietzis et al., 2013; Izadifar et al., 202 Efeitos fisiológicos Térmicos • Mesmos efeitos do calor profundo • Aumento da viscoelasticidade, do metabolismo, vasodilatação, aumento do fluxo sanguíneo Mecânicos • Cavitação • Micromassagem • Corrente acústica (fluência) • Onda estacionária (método estacionário) Efeitos térmicos Lei de Van’t Hoff • A cada 4°C aumenta-se o metabolismo em 50% Ou.. A cada 1°C aumenta-se o metabolismo em 13% Aplicações clínicas do calor terapêutico Efeitos mecânicos - onda estacionária Pode levar ao aquecimento Ocorre ao manter o cabeçote numa mesma posição (método estacionário) Onda incidente + onda refletida = onda estacionária Fenômenos de sobreposição de ondas Porém, pouco provável por conta de outras interações (absorção, reflexão e rafração) Pode levar à estase celular e lesão de vasos saguíneos (e formação de trombos) Efeitos mecânicos - cavitação Formação de bolhas de gás Decorrente de altas intensidades Resultado da vibração ultrassônica Efeito pouco estudado Influência clínica não elucidada Efeitos mecânicos - fluência captação de cálcio secreção de mastócitos produção de fator de crescimento por macrófagos Efeitos mecânicos - micromassagem Efeito da compressão e rarefação sobre os tecidos Pouco estudado É associado com a cavitação e a fluência • Reparação tecidual Efeitos terapêuticos Analgesia Liberação de pontos- gatilho Redução de edema Diminuição do espasmo muscular Aumento da elasticidade Modulação da reparação tecidualUST Frequência de emissão Determina a profundidade e quecimento tecidual 1 MHz • Penetra Penetra 5-7 cm • Efeito térmico (<) • Mais divergente 3 MHz • Penetra 2-3 cm • Efeito térmico (>) • Feixe mais colimado (uniforme) UST PULSADO Modos de emissão Pausa entre os ciclos de transmissão - maximiza os efeitos mecânicos UST CONTÍNUO Efeitos térmicos Ultrassom contínuo • Ciclo de trabalho de 100% Ultrassom pulsado • Energia (on)/total (on+off) • 20%; 30%; 50% duty cycle) Ciclo de trabalho (duty cycle Taxa de repetição (burst Frequência de pulso 16 Hz, 48 Hz e 100 Hz Autores/artigos Aparelhos Intensidade (dose) Intensidade média espacial Spatial Average Intensity (SAI) Modo contínuo Intensidade máxima espacial Spatial Peak Intensity (SPI) Intensidade média espacial e média temporal Spatial Average Temporal Average Intensity (SATA) Modo pulsado Intensidade média espacial e máxima temporal Spatial Average Temporal Peak Intensity (SATP) Intensidade (dose) W/cm² Variável mais estudada Fenômeno de atenuação Divergências na literatura Se guiar pela intensidade média! Indicações, precauções e c. indicações NÃO é contra-indicado O metal reflete 90% das ondas ultrassonicas Semelhante aoosso (70% de reflexão) Osteossínteses metálicas Cabeça Tórax Cardiopatas ou hipertensos Próximo de lesões tegumentares Precauções Implantes de cimento ou plástico Evitar usar USTC, priorizar o USTP, plástico e cimento biológico aquecem com facilidade Infecções e tuberculose Pode utilizar o USTP, evitar USTC para não promover aquecimento tecidual Risco de aumentar a infecção Necessita de mais estudos Inflamação aguda Utilizar USTP e evitar o uso do USTC O USTC pode exacerbar a inflamação aguda Zonas hipoestésicas, déficit de cognição e/ou comunicação Evitar uso do USTC, pois paciente não consegue dar o feedback referente ao aumento de temperatura tecidual Evitar lesões térmicas Zonas com déficit circulatório A circulação sanguínea deficitária faz com que a onda ultrassônica Usar USTP Pode gerar aumento exacerbado de temperatura e dor Precisa de mais estudos, Espinha bífida e PO de laminectomia • Possível cavitação no líquido cefaloraquidiano vertebrais) • Alteração na condução nervosa Nervos periféricos e nervos em regeneração Pode gerar desconforto ao utilizar o UST em nervos grandes e superficiais Necessita de mais estudos Contra-indicações Tórax/coração Possível arritmia, um estudo em animais mostrou que não houve alteração, porém, faltam evidências Fise de crescimento/miosite ossificante Risco de ossificação desta Útero gravídico As ondas ultrassônicas podem levar a ma formações, utilizado Dispositivos eletrônicos Possível aquecimento e mal funcionamento (poucos estudos) Trombose venosa profunda e tromboflebite Deslocamento de trombo (total ou parcial) levando à obstrução da circulação de órgãos vitais Condições hemorrágicas O UST pode aumentar o fluxo sanguíneo, levando a maior perda de sangue Áreas recém irradiadas e tumores Possível estimulação de células cancerígenas, levando ao crescimento tumoral , Poucos estudos Tecido tegumentar lesionado Não utilizar UST sobre estas áreas com contato direto (gel Lesão por atrito com o transdutor USTC é contra-indicado em condições dermatológicas reativas ao calor (ex: eczema e psoríase) USTP pode ser utilizado em feridas abertas no método subaquático Sobre o globo ocular Possível lesão de retina por conta da cavitação Necessita de estudos Órgãos do aparelho reprodutor Possível alteração da gametogênese Necessita de estudos Região anterior de cervical Efeitos desconhecidos sobre a tiróide, paratiróide e seio carotídeo Aplicação do UST Exposição e higienização da área a ser tratada Parametrização do equipamento Aplicação Iniciar com o transdutor em contato com o paciente Limpeza da área de tratamento e do cabeçote Dosimetria do UST Parametrização Frequência de emissão de onda • Tecido profundo (>2 cm): 1 MHz • Tecidos superficiais: 3 MHz (estética?) Modo • Contínuo (F.I.C.) • Pulsado Tempo de tratamento • Número de cabeçotes + 2’ • Meio de condução (acoplador) • Aquático: 2 cm distância – extremidades • Gel hidrossolúvel • Método • Estacionário • Dinâmico Ciclo de trabalho (pulsado) • 10-20% (F.I.A.) • 30-50% (F.I.SA.) Taxa de repetição (pulsado) • 16 Hz (estudos?) • 48 Hz (fraturas) • 100 Hz (demais afecções) Intensidade Tecido alvo / • Nervo • Músculo • Cápsula • Tendão • Ligamento • Bursa • Gordura Intensidade (W/ 0,8 – 1,2 0,7 – 0,9 0,5 – 0,7 0,4 – 0,7 0,3 – 0,6 0,3 – 0,5 1,0 – 1,5 Tempo de aplicação/ERA 8 indivíduos saudáveis foram tratados com o UST • Tendão patelar • Todos receberam tanto o tratamento com área de 2 e 4 ERAs • Parâmetros • Modo contínuo • 3 MHz • 1 W/cm2 • Dinâmico Tempo de aplicação/ERA Aumento da temperatura em ambos grupos Maior aumento de temperatura e duração deste no grupo tratado com uma área menor (2 ERAs) Pois incidiu mais energia Resultados e conclusão Meio de condução (acoplador) Gel hidrossolúvel Sub-aquático Ratos tenotomizados • Grupos • Saudável • Tenotomizado tratado com UST “sham” com gel hidrossulúvel • Tenotomizado tratado UST “sham” com gel com 10% de hidrocortizona • Tenotomizado tratado com UST • Tenotomizado tratado com sonoforese Sonoforese/Fonoforese Aumenta absorção de medicamentos de uso tópico • Mecanismo de ação ainda não elucidado • Cavitação? • Efeitos térmicos? • Sonoforese/fonoforese pode ser com gel hidrossolúvel + medicamento de uso tópico ou apenas o medicamento Conclusão • A sonoforese foi o método de tratamento mais eficiente • Maior deposição de colágeno e melhor disposição deste Análise de birrefringência Método (velocidade) 11 voluntários saudáveis • Uma única sessão de tratamento • Parâmetros • 1 MHz • Contínuo • 1,5 W/cm2 • 10 min • Velocidades de tratamento 2-3; 4-5 e 7-8 cm2/seg • Foi mensurada a temperatura intramuscular do tríceps sural (regiãotratada Resultados e conclusão • Houve aumento de temperatura tecidual ao longo do tempo e todos os grupos • Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos • Com a parametrização utilizadas, não há diferença na temperatura tecidual independente da velocidade utilizada Resultados Resumo da aplicação Dicas gerais Conferir voltagem da tomada e se o equipamento é bivolt • Bivolt automático ou com chave de seleção Nunca ligar/manter o transdutor no ar! • Buscar as unidades de medida no equipamento • Aparelhos podem utilizar nomes inadequados ou diferentes dos usuais • Elas não se repetem entre um parâmetro e outro Dicas de parametrização • Buscar as unidades de medida no equipamento • Aparelhos podem utilizar nomes inadequados ou diferentes dos usuais • Elas não se repetem entre um parâmetro e outro • Se estiver com receio de utilizar o ultrassom por conta do aquecimento • Modo pulsado • Baixo ciclo de trabalho • Baixa intensidade • Tempo de aplicação reduzido Dicas Como testar o aparelho 1. Colocar fita crepe ao redor do transdutor 2. Colocar água no transdutor 3. Ligar o equipamento e dar start 4. Funciona quando: a água fica “borbulhando” Dicas de aplicação Para o tratamento de áreas pequenas (menores ou iguais ao tamanho do transdutor), aumentar a área de aplicação em o,5 a 1 transdutor, para evitar ondas estacionárias Método estacionário ou dinâmico muito lento pode gerar ondas estacionárias, que pode doer (velocidade ideal de 4 cm/ No método dinâmico o gel é deslocado para periferia, você pode arrastar esse gel de volta para a área central do tratamento Intensidades muito altas podem gerar dor acidentes ósseos (exemplo: epicôndilo) Pausar aplicação e diminuir a intensidade Solicitar feedback do paciente sempre Sempre solicitar feedback do paciente quanto ao aquecimento tecidual mesmo no modo pulsado Caso 1 – contas para intensidade • ♂, 14 anos, jogador de futsal • HD: Junção miotendínea do tríceps • Tendão: I=0,5 à 0,7W/cm2 [I=0,6W/ • Pele - 3mm • Gordura - 4mm • Utilizar 1 MHz contas para intensidade do tríceps sural há 2 dias [I=0,6W/cm2] Caso 2 – parametrização e método • ♀, 59 anos, aposentada • HD: Lombalgia há 8 meses • QP: Dor no músculo quadrado lombar à D (músculo profundo) ao realizar movimentos • Área referente à 5 trandutores • Inspeção e palpação: sem sinais flogísticos • Palpação: espasmo muscular • Como parametrizar e aplicar o UST? Resposta 1 – contas para intensidade Pele - 3mm 11,1mm - 50% 3mm = “X” 11,1x = 50x3 11,1x = 150 x = 150/11,1 • x = 13% • 100% - 13% = 87% Gordura - 50mm atenua 50% Gordura - 4mm 50mm = 50% 4mm = “X” 50x = 50x4 50x = 200 x = 200/50 • x = 4% 4% de 87% 4 x 87/100 = 3% • 87% - 3% = 84% Resposta 1 - contas para intensidade 0,6W/cm2 = 84% “X” = 100% 84x = 100x0,6 84x = 60 x = 60/84 x = 0,7W/cm2 O paciente é um adolescente, tudo bem aplicar o UST desde que não seja sobre a fise de crescimento Junção miotendínea Posterior de perna Centro-inferior Resposta 2 - parametrização e método Frequência de emissão de onda • 1 MHz • Tecido profundo Modo • Contínuo • Sem sinais de inflamação aguda • Quebra do ciclo espasmo-dor Intensidade • Ideal buscar artigos que tenham utilizado UST nesta condição parametrização e métodoTempo de aplicação • Existem divergências na literatura • Pode ser 1 min por transdutor (1x5 = 5 min) Acoplador • Gel hidrossolúvel • Técnica subaquática apenas para extremidades Método • Dinâmico • Evitar ondas estacionárias Pesquisando... • Sugestões de pesquisa • Termos indexados DeCS/MeSH • “ultrasonic therapy” • “terapia por ultrassom” • Termos NÃO indexados DeCS/MeSH • “therapeutic ultrasound” • “ultrassom terapêutico” Pesquisando... • Outros equipamentos são englobados na pesquisa • O mais comum é o LIPUS Problemas com a nomina! (literatura) Diferença de parâmetros UST (TUS) • Frequência de emissão de onda • 1 MHz, 1,1 MHz, 3 MHz ou 3,3 MHz • Taxa de repetição • Frequência de repetição de pulso • 16 Hz; 48 Hz ou 100 Hz • Intensidade • 0,1-2,5 W/cm2 (comumente) Diferença de parâmetros • Sempre ver estudos que utilizem o UST na lesão que você quer tratar • Estudos que não descrevem taxa de repetição geralmente utilizam 100 Hz • O termo “sham” ou “mock” se refere ao placebo, uso dos equipamentos desligados LIPUS • Frequência de emissão de onda • 45 kHz, 1,5 MHz, 3 MHz • Taxa de repetição • Frequência de repetição de pulso • 1 kHz • Intensidade • 0,01-1.000 mW/cm2 Artigos científicos Buscar o tipo de intensidade utilizado (SAI; SPI; SATA ou SATP) • Caso o pesquisador não deixe explicita qual intensidade utilizada, geralmente é a média • Suspeite de valores muito altos, o pesquisador pode estar se referindo à intensidade máxima/de pico (ex: > 2,5 W/cm2) Sugestões de protocolos Estudos experimentais em animais com bons resultados Ratos Wistar tenotomizados • Tendão do calcâneo • Grupos (n = 8) • Experimentais • Lesionado não tratado • Controle saudável UST na tendinopatia ACOPLADOR:GEL H MÈTODO: DINâNMICO Parâmetros • F: 1 MHz • Modo: pulsado • C. trabalho: 20% • T. repetição: 100 Hz • I: 0,5 W/cm2 • Tempo: 6; 8 e 10 min (3; 4 e 5 min por área de cabeçote) UST na tendinopatia Intervenção com UST • Eutanásia • Câmara de CO2 • Retirada do tendão • Lâminas histológicas • Análise de birrefringência (colágeno) • Análise de birrefringência • Análise quantitativa e qualitativa • Quanto maior o brilho, mais colágeno • Resultado • Grupo de 10 min sem diferença estatisticamente significante comgrupo controle saudável • Melhor disposição das fibras colágenas nos grupos tratados por mais tempo 2006; Guerino et al., 2008; Alexander et al., 2010; Lai et al., 2011; Waris et al., 2013; Draper (2014); Draper (2014); Fontes-Pereira et al., 2016; Guerra (2017). UST UST na consolidação de fraturas • Poucos estudos • Em sua maioria em animais • Perde espaço para o LIPUS Referências: Maintz (1950); Warden et al., • Frequência de emissão de onda: 1 MHz • Modo: Pulsado • Ciclo de trabalho: 10-20% • Taxa de repetição: 100 Hz • Intensidade: 0,1 W/cm2 • Tempo de aplicação: 15-30 min • Método: Estacionário • Regime tto: 3-5x sem; 2-6 sem • Maintz (1950) • Primeiro estudo com resultados positivos • Tratamento com UST em osteotomias • Diferentes intensidades: 0,5; 1; 1,5 • Foi concluido que intensidades mais intensidades baixas levaram a formação periosteal Emissão de onda 1 MHz tecidos mais profundos e menor aquecimento tecidual • Tecido profundo • Evitar aquecimento tecidual • Mais usado para consolidação Modo Pulsado • Evitar aquecimento tecidual • Mais usado para consolidação Ciclo de trabalho • Quando mencionado, é de 10-20% • Dar preferência para o menor possível (evitar aquecimento tecidual) Taxa de repetição • Quando mencionada, é de 100 Hz Menores intensidades são mais efetivas na consolidação óssea • Usar 0,1 W/cm2 • Evitam aquecimento tecidual, incidindo menos energia Método estacionário Tempo de aplicação de 15-30 min Período de tratamento 3-5x semana por 2 -6 semanas Sugestões de protocolos Revisões sistemáticas e meta -análises de 5 anos, resumo da parametrização e aplicação com resultados positivos Úlceras venosas Busca por estudos de 1937 até 2016 • Sem restrições de línguas • Ensaios clínicos que comparam UST com • Tratamentos convencionais • UST “sham” • Tratamentos alternativos Úlceras venosas Estudos antigos • Qualidade de muito baixa à moderada • Cullum e Liu (2017) • Frequência de emissão de onda: 1 MHz • Modo: Pulsado • Ciclo de trabalho: 10-25% • Intensidade: 0,5-1,0 W/cm2 • Tempo de aplicação: 5-10 min ou 1 min/cm2 • Método: Dinâmico periulceral • Regime tto: 2x sem, 8-12 sem Ensaios controlados randomizados • Estudos que um grupo utilize UST comparado a: • UST “sham” • Sem outras intervenções OA de joelho O UST é benéfico na redução da dor e promove pacientes com OA de joelho; • Tanto o UST contínuo quanto o pulsado aliviam dor neste paciente • A duração do tratamento deve ser individualizada paciente, não sendo limitada a 4 ou 8 semanas • Zhang et al., 2015 Modo Pulsado • Frequência de emissão de onda: 1 MHz • Ciclo de trabalho: 20% • Intensidade: 0,2 Intensidade: 0,2-2,5 W/cm2 (mais usado 1,5 (mais usado 1,5 W/cm2) • Tempo de aplicação: 5-15 min (mais usado 10 min) • Regime tto: 3x sem por 4-8 sem Modo Contínuo • Frequência de emissão de onda: 1 MHz • Intensidade: 1,0-2,5 W/cm2 (mais usado 1,5W/cm2) • Tempo de aplicação: 5-15 min (mais usado 10min) • Regime tto: 3-5x sem por 4-8 sem Fascite plantar Diversos recursos foram utilizados neste estudo • Eu extraí dados apenas do UST • Busca de ensaios clínicos controlados e randomizados • Sem restrição de ano ou língua Precisa-se de estudos mais fortes • Esta é uma sugestão de parâmetros • Nesta revisão o único recurso que apresentou bons resultados foi a Terapia por ondas de choque. • Li et al., 2018 • Frequência de emissão de onda: 3 MHz • Intensidade: 0,5-2,0 W/cm2 • Tempo de aplicação: 10 min • Regime tto: 3-5x sem, 2-6 sem obrigado E-book oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com o Professor Leonardo A. Massabki Caffaro para o curso de "ULTRASSON TERAPÉUTICO ".