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2
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
Rita de Cássia da Silva Araújo de Souza
AS CONTRIBUIÇÕES DO SERVIÇO SOCIAL NA ATENÇÃO A QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA
Rio de Janeiro - RJ
2022
Rita de Cássia da Silva Araújo de Souza
AS CONTRIBUIÇÕES DO SERVIÇO SOCIAL NA ATENÇÃO A QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA
Trabalho apresentado junto à Universidade Pitágoras UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de notas no último semestre do curso de Bacharel em Serviço social.
Rio de Janeiro - RJ
2022
AGRADECIMENTOS
Agradeço ao Criador do universo, porque sem ele nada seria possível.
Gratidão a Deus pelo seu amor incondicional na minha vida sempre. Esta monografia é a prova de que todos os esforços não foram em vão e valeram a pena.
Agradeço aos meus filhos Lucas, Leandro e Lincoln. Minha nora Sarah e minha neta Manuela, a minha mãe Carmem meu pai Paulo, meus Irmãos Simone e Steve. Por compreenderem as várias horas em que estive ausente por causa do desenvolvimento deste trabalho.
Sou grato a todo corpo docente da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR que sempre transmitiram seu saber com muito profissionalismo.
Também agradeço a todos os meus colegas de curso, a minha amiga Michele e ao meu amigo Fábio pela oportunidade do convívio e pela cooperação mútua durante estes anos.
EPÍGRAFE
"O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez. Sem desistir...!"
RESUMO
Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo discutir a importância do Serviço Social na qualidade de vida do idoso, sua elaboração foi feita através de pesquisas bibliográficas, onde priorizamos relatar a convivência da terceira idade na sociedade em que está inserida, e como a população vê o idoso como cidadão participativo. Compreendemos a ética profissional do Serviço Social e o seu Projeto ético Político Profissional. Analisamos o processo de envelhecimento, o idoso e suas reflexões perante a juventude. Descrevemos a Política Nacional do Idoso, a constituição Federal de 1988, Lei Orgânica de Assistência Social, código de Ética da Profissão de Serviço Social e o Estatuto do Idoso, onde apontamos e discutimos as suas finalidades seus princípios e diretrizes em prol de garantir que o idoso tenha seus direitos respeitados na sociedade. Ressaltamos a necessidade da articulação das diversas políticas sociais para a efetivação da política de forma integral segundo as determinações postas em lei. Compreendemos o idoso como demanda para o Serviço social, embora identificamos que a terceira idade tem a capacidade de contribuir com desenvolvimento social, econômico e cultural do país. Enfim, concluímos que o Serviço Social tem um papel fundamental na construção de projetos que visem aplicar as políticas públicas de forma humanizada para a contribuição da interação e participação do idoso na vida ativa da sociedade.
Palavras chaves: Serviço social, idoso, estatuto do idoso, políticas públicas
ABSTRACT
This course conclusion work aims to discuss the importance of Social Work in the quality of life of the elderly, its elaboration was made through bibliographic research, where we prioritize reporting the coexistence of the elderly in the society in which they are inserted, and how the population sees the elderly as a participatory citizen. We understand the professional ethics of Social Work and its Professional Political Ethical Project. We analyzed the aging process, the elderly and their reflections on youth. We describe the National Policy for the Elderly, the Federal Constitution of 1988, the Organic Law of Social Assistance, the Code of Ethics for the Social Work Profession and the Elderly Statute, where we point out and discuss its purposes, its principles and guidelines in order to ensure that the elderly have their rights respected in society. We emphasize the need for the articulation of the various social policies for the implementation of the policy in an integral way according to the determinations made by law. We understand the elderly as a demand for Social Work, although we identify that the elderly have the ability to contribute to the social, economic and cultural development of the country. Finally, we conclude that Social Work has a fundamental role in the construction of projects that aim to apply public policies in a humanized way for the contribution of the interaction and participation of the elderly in the active life of society.
Keywords: Social service, elderly, status of the elderly, public policies
SUMÁRIO
	INTRODUÇÃO................................................................................................
	05
	1. O IDOSO E AS RELAÇÕES SOCIAIS...............................................
	07
	1.1. QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA..................................
	09
	2. SERVIÇO SOCIAL E A PESSOA IDOSA............................................
	12
	2.1. PROTEÇÃO AO IDOSO....................................................................
	17
	2.2. ESTATUTO DO IDOSO....................................................................
	20
	3. A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL E A PESSOA IDOSA.....
	23
	4. CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................................
	25
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................
	28
INTRODUÇÃO	
O presente Trabalho tem como título “A Importância do Serviço Social na qualidade de vida do idoso”, uma vez que tem como objetivo principal analisar quais as contribuições do Serviço Social frente a essa demanda, aonde cada vez mais vem representando a maior parcela da sociedade, na qual a mesma é identificada como Terceira Idade.
A população idosa tem crescido no Brasil e no mundo. Os estudos revelam que a população mundial tende a ter uma crescente expectativa de vida. A diminuição da mortalidade e da fecundidade juntamente com o desenvolvimento tecnológico na área da saúde tem sido apontados como fundamentais nesse processo de envelhecimento mundial.
Embora saibam que essa massa popular está a todo o momento sendo alvo de discriminação por parte da própria sociedade, onde a mesma julga esses cidadãos incapazes por estarem em uma idade avançada, deixando assim de contribuir com o desenvolvimento da sociedade.
Na atualidade o avanço da medicina proporcionou condições para que as pessoas vivam mais. Envelhecer é um processo vital inerente a todos os seres humanos. A velhice é uma etapa da vida, parte integrante de um ciclo natural, constituindo-se como uma experiência única e diferenciada.
Considerando-se as questões de envelhecimento populacional e a consequente ampliação das demandas sociais relacionadas à velhice, a preocupação com a qualidade de vida para essa faixa estaria esta cada vez presente. Observa-se esse fato pelos próprios comportamentos dos idosos que tem tido um melhor enfrentamento da velhice na vida social e participativa na sociedade ativa.
A atenção para as questões de saúde no envelhecimento é propícia para seu desenvolvimento em virtude do aumento da longevidade da população mundial, a busca de qualidade de vida dos idosos emerge como desafio por ser o horizonte a partir do qual se poderão considerar os ganhos na expectativa de vida como valiosa conquista humana e social.
Indivíduos na terceira idade, em muitos casos, ainda podem exercer atividades profissionais, por apresentarem capacidades físicas e intelectuais para novos empreendimentos e por possuírem conhecimentos e experiências acumuladas, que não podem ser descartadas. Trata-se de nossa contribuição para o estabelecimento de uma sociedade para todos, sob um enfoque do princípio da dignidade da pessoa humana, verdadeiro alicerce da nossa Constituição Federal.
As Políticas Sociais são uns dos principais alicerces para que a terceira idade venha a ter seus direitos respeitados, modificando a situação de desigualdade na atual conjuntura, em uma sociedadejusta e propicia a uniformização das classes sociais em prol da integridade física e moral do indivíduo humano.
Com promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estatuto do Idoso, a Política Nacional do Idoso e o Benefício de Prestação continuada o compromisso com a qualidade de vida do indivíduo aumentou muito devido à responsabilidade do estado para com os idosos e demais sujeitos desprovidos de recursos que não tenham condições de se manter na sociedade.
Como também o surgimento da profissão de Serviço Social, que norteia o cidadão a ter conhecimento de seus direitos e deveres, onde possam lutar por cada um sem que haja interferência do Estado ou até mesmo preconceito por parte da própria sociedade, que subjuga a terceira idade e a exclui da vida ativa da população.
O Assistente Social é um profissional que apresenta uma larga atuação em distintos campos, sendo um destes a inclusão dos idosos na sociedade ativa. Com isso, entendemos a necessidade de aprofundar o debate e produzir conhecimento a respeito deste importante campo que se encontra em grande desenvolvimento, que requer uma mudança imediata em nosso comportamento como cidadãos críticos.
A vida ativa do idoso pode ser entendida como uma forma de oportunizar essas pessoas a se sentirem capazes de suas convicções e uma forma de serem respeitadas, dando a elas a chance de entrar no mercado de trabalho ou até mesmo desfrutar e exercer sua cidadania repassando seus conhecimentos pra os demais, embora estejam na terceira idade, uma vez que, os mesmos não tiveram a oportunidade de participar quando jovem.
1. O IDOSO E AS RELAÇÕES SOCIAIS
O idoso é uma população que vem crescendo no Brasil e no mundo todo devido ao desenvolvimento. Resultados de grandes avanços tecnológicos na área da saúde, melhoria na condição de vida, aprimoramento do conhecimento interligando a diminuição da mortalidade e da fecundidade, entre outros aspectos, tem sido o potencial de ligação do desenvolvimento da população envelhecida apontados como fundamentais nesse processo de envelhecimento mundial, transformando o quadro quantitativo e modificando a pirâmide etária de toda sociedade.
O envelhecimento populacional é fruto, principalmente, de diminuições importantes dos coeficientes de mortalidade e das taxas de fecundidades e natalidades. A queda da mortalidade em todas as faixas etárias levou, inicialmente: o aumento da expectativa de vida aos 60 anos. 
Essa situação, conhecida como “transição demográfica “, é acompanhada por mudança da morbi-mortalidade, com aumento de incidência e prevalência de doenças crônicas e queda doa doenças infecciosas, levando a aumento do número de pessoas incapacitadas, dependentes de cuidados de longa duração, um processo denominado “transição epidemiológica” (FRIES, 1980; KALACHE et al., 1987 pg. 123).
Segundo o IBGE, há tendências que com o passar dos anos irá aumentar desordenadamente o número da população idosa. A Síntese de Indicadores do IBGE 2020 aponta que a população idosa no Brasil corresponda a 9,9% da população. 
A tendência de crescimento dessa parcela da população é nítida nas últimas décadas, a estimativa é que em 2025 o Brasil seja o sexto país mais envelhecido do mundo, com uma média de 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos, o que representara 15% da população nacional (IBGE, 2020).
Ressaltamos que a população envelhecida geralmente está relacionada às condições de vida da sociedade, onde muitos deles nas maiorias das vezes têm grande participação essencial no orçamento familiar e na economia brasileira.
O que modifica todo um quadro estrutural da dinâmica em que se encontra a fragilidade econômica do momento, pois vivemos em mundo que até então era considerado um país jovem, passando a ser tornar um país envelhecido.
Ocasionando assim, que teremos mais pessoas idosas, que na maioria das vezes não contribui pra manter a economia do país, enquanto isso almejamos que a classe da terceira idade tenha todos seus direitos respeitados, ocasionando problemas sociais pelo aumento significando da demanda, o que impõem que mais políticas sociais sejam implantadas no nosso sistema governamental.
Além disso, observa-se que muitos idosos, embora aposentados continuem trabalhando devido á busca pela melhoria na vida familiar, outros almejam manter seu papel ativo na sociedade e ainda existem aqueles que querem permanecer trabalhando pelo simples motivo de se sentir bem e ter uma vida saudável e benéfica a sua própria saúde. Poderemos identificar isso no Censo Demográfico de 2020. Dados do Censo Demográfico de 2020 registraram que um em cada cinco chefes de família no Brasil tem idade igual ou superior a 60 anos (IBGE, 2020). 
Embora a grande maioria dos idosos ainda continue sendo alvo das pessoas “alienadas” e ignorantes, pela discriminação praticada pela própria sociedade, pelo fato das mesmas possuírem uma idade avançada, julgando-o e condenando-o a ser excluindo da vida ativa e participativa cidadã.
Portanto diante de tudo que foi abordado, fica a merece de que nossos supostos idosos não serão responsáveis pelo aumento da demanda das questões sociais do nosso Brasil, muito pelo contrário eles terão um papel significante na direção da transposição de experiência para as classes mais jovens, uma vez que, a terceira idade poderão sim participar da vida ativa da sociedade como um todo, pois eles englobam toda a cultura herdade na sua juventude.
A ação feita pela própria sociedade de excluir os idosos contradiz todas as políticas públicas que almejam a inclusão de todos sem distinção de raça, cor, idade ou sexo, que supostamente deveria ter relações sociais favoráveis de uma população esclarecida embasadas nos artifícios desencadeados no decorrer da vida pelos cidadãos de bem que compõem nossa população.
As relações sociais representam a magnitude de interação entre o público e o sistema social no qual se verifica que a política pública de atenção ao idoso se relaciona com o desenvolvimento socioeconômico e cultural, bem como com a ação reivindicatória dos movimentos sociais.
1.1. QUALIDADE DE VIDA DA PESSOA IDOSA
O envelhecimento é um processo natural de todo ser humano. Para Duarte (2008, S/P.), este processo apresenta estas características: “[...] é universal, por ser natural, não depende da vontade do indivíduo, todo ser nasce, desenvolve, cresce, envelhece e morre”. É irreversível, apesar de todo o avanço da medicina [...], nada impede o fenômeno do envelhecimento e nem o faz reverter.
Entre alguns autores, existem variadas dimensões sobre o processo de envelhecer, que pode ser a dimensão biológica, a psicologia, a cronologia ou a social.
Reforçando esse argumento pode-se citar que o processo de envelhecimento é segundo Souza (2007, p. 12):
Entre todas as definições existentes, a que melhor satisfaz é aquela que conceitua o envelhecimento como um processo dinâmico e progressivo, no qual há modificações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas, que determina perda progressiva da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos, que determina por leva-la a morte.
Embora o termo qualidade de vida seja uma questão complexa e difícil de ser definida, existem autores que explicam o que ela pode significar. De acordo com as prerrogativas da sociedade a qualidade de vida é a percepção do indivíduo acerca de sua posição na vida da população, de acordo com o contexto cultural e sistema de valores com os quais convive e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações para com as expressões das questões sociais oriundas da própria sociedade.
Segundo o conceito de Araújo (apud MEDEIROS 1999, p. 32) qualidade de vida é: “uma variável resultante do desenvolvimento pessoal e coletivo, dependente de múltiplos fatores que determinam nossa capacidade de produzir resultados, ser feliz e ser saudável”.
O ser humano para obter melhor qualidade de vida precisa que uma serie de necessidades orgânicas sejam supridas. Mas nãopode ser reduzida somente a esse aspecto implica, além disso, como é avaliada, segundo Neff (1986, p. 25):
“A qualidade de vida busca transcender a mera subsistência humana, satisfazendo também o conjunto de carências relativas à liberdade ao lazer, à participação, ao afeto, a criação, ao entendimento, a identidade e a proteção”.
Pode-se então perceber que ter qualidade de vida é esta bem em todos os aspectos da vida, de forma global, sendo eles: pessoal, familiar, social e profissional.
Diante de tantas concepções, percebe-se que a qualidade de vida da pessoa idosa está ligada a fatores tanto comportamentais quanto ambientais, uma vez que engloba os vários aspectos da vida humana. Simões (2001, p. 176) afirma que a concepção de qualidade de vida vem mudando com o passar dos anos.
Nesse final de milênio se fala em qualidade de vida aliada a obtenção de saúde, boa alimentação, uma educação satisfatória, liberdade política, proteção contra a violência, usufruir as horas de lazer, participar de atividades motoras e esportivas, necessidade de conviver com os outros ou então almejar uma vida longa, saudável e satisfatória.
De acordo com as observações de Simões (2001) qualidade de vida engloba os mínimos básicos para a sobrevivência da população. Porém, de que forma as pessoas podem ter qualidade de vida numa sociedade tão desigual como a brasileira, onde as condições de vida estão praticamente impostas aos indivíduos, aos quais esses recursos são oferecidos de forma limitada para a maioria da sociedade.
E a cada dia que passa a expectativa de vida das pessoas está crescendo cada vez mais, porem de nada adianta valorizar os anos a mais se eles não possuírem uma boa qualidade de vida. Identificar os fatores que asseguram as mesmas na terceira idade deve se primordial tanto para os idosos quanto para os profissionais que lidam com essa massa popular desprovida de oportunidades.
Segundo Neri (1993, p. 10), a qualidade de vida na velhice implica em diversos fatores entre eles estão:
Avaliar a qualidade de vida na velhice implica adoção de múltiplos critérios de natureza biológica, psicológica e sociocultural. Vários elementos são apontados como determinantes de bem-estar na velhice: longevidade, saúde, biológica, saúde mental, controle cognitivo, competência social, produtividade, eficácia cognitiva, status social, renda, continuidade de papeis familiares e ocupacionais e continuidade de relações informais em grupos primários. (NERI 1993, p. 10)
O processo de envelhecimento de qualquer pessoa é sempre diferente, sua condição de vida, os valores da sociedade, as expectativas dos indivíduos, as soluções possíveis, tudo muda com o passar do tempo. De maneira que cada pessoa tem seu modo de vida perante sua vida econômica, seu status social, sua forma de encarar a própria vida são aparatos que irão contribuir pra seu diferencial enquanto cidadão possessivo de críticas construtivas.
Além disso, para cada pessoa existe uma reação diferente e inúmeras possibilidades de resultados finais, dependendo dos determinantes do envelhecimento. “Alguns determinantes são imutáveis como raça, sexo, ambiente social e familiar onde se nasce, enquanto outros são amplamente modificáveis, como hábitos e estilo de vida, maneira de nacara a vida e o meio ambiente” (PASCHOAL, 2006, p. 331). 
Todavia notificamos o embasamento cognitivo relacionando o envelhecimento ao modo de vida de cada pessoa em um determinado ambiente.
Dentre os elementos que não foram citados pelo autor, não se pode esquecer a classe social que determina as condições reais de vida dos indivíduos na sociedade, e que pode se tornar um dos principais modificação relacionada a temática discutida na vida das pessoas. 
Entretanto, almejamos que todas as classes sociais tenham uma vida sem distinção de qualquer forma de discriminação, principalmente no que se refere à terceira idade por se tratar de uma fase de vida que requer total atenção.
Fraiman (1995, p.30) aborda que “chegar à velhice com saúde é privilégio de poucos, devido ao somatório de situações desgastantes ao longo da vida. Daí ser ela relacionada com a doença, com a degeneração, com a pluripatologia”.
Podemos ressaltar também, que o fator cultural, a carência de recursos e a falta de acesso às informações e cuidados podem ser fatores determinantes para acentuar as doenças associadas ao idoso, onde traduz a própria velhice em uma vida desumana do ser humano, que muitas vezes é desrespeitada por se encontrarem fragilizados e sem proteção social.
Chegar à terceira idade bem é também muitas vezes, pela ideia de que são essenciais o convívio social, a participação, os cuidados preventivos, os hábitos de vida saudáveis. Mas, para cada indivíduo envelhecer com qualidade de vida pode significar diferentes fatores, como explicita Paschoal (2000, p. 24).
A natureza abstrata do termo qualidade explica porque “boa qualidade” tem significados diferentes, para diferentes pessoas, em lugares e ocasiões diferentes. É por isso que há inúmeras conceituações de qualidades de vida; talvez cada indivíduo tenha o seu próprio conceito.
A qualidade de vida dos idosos também vai depender do convívio familiar, pois é na família que almejamos mais atenção, respeito, carinho, motivação e dedicação com os idosos que compõem a família, enquanto passamos por modificações em nossos patamares de vivencia no decorrer da vida.
2. SERVIÇO SOCIAL E A PESSOA IDOSA
A pessoa idosa nem sempre é vista pela sociedade como cidadão de bem, uma vez que o mesmo é submetido à exclusão da participação contributiva para a promoção do desenvolvimento social e econômico do país, pelo fato de se encontrarem em uma classe avançada e improdutiva, segundo visão dos jovens.
A sociedade impõe imperativos de produção, agilidade e modernidade, embora o idoso por questões biológicas possa apresentar algumas limitações ou pequenas dificuldades, mas isso não significa a incapacidade de realizar tarefas.
Pelo contrário, a terceira idade tem compromisso e objetividade nas suas ações, qualidades específicas de um sujeito que sabe aprimorar e desenvolver tarefas diferenciadas que a juventude jamais conseguiria com tanta facilidade.
Porém, na perspectiva social atual, o idoso é considerado muitas vezes como um incomodo, por não atuar na velocidade e na maneira que dos jovens julgam mais corretos e adequados. Segundo Beauvoir (1990, p. 265), “é a classe dominante que impõe as pessoas idosas seu estatuto, mas o conjunto da população ativa se faz cúmplice dela”.
Infelizmente manter-se ativo numa sociedade que afirma a incapacidade do idoso é um dilema a ser vencido. A velhice nunca foi sinônimo de incapacidade, mas é uma etapa do processo de desenvolvimento humano que precisa ser ultrapassada e vencida, com prioridade em atenção as futuras gerações idosas que irá ultrapassar a média atual.
Para muitos idosos, a realidade de exclusão foi presente no decorrer de toda a sua trajetória de vida e se acentuou ainda mais na velhice. Estas condições trazem repercussões ainda piores, ao se pensar que na única fase que este acreditava alcançar a dignidade e respeito, tornavam-se vítimas de um sistema opressor e preconceituoso. Fazendo com que esses cidadãos tenham problema em se conviver no meio da sociedade jovem, temendo que sejam rejeitadas, ocasionando assim outros problemas sociais, como é o caso depressão.
Vivemos em uma sociedade onde a depressão está afetando a maioria da população, sabemos que muitos problemas sociais se não tratados ocasionara muitas sequelas piores, pois os indivíduos não tendo um bom equilíbrio mental não conseguiria resolver as situações que está passando no momento, o que determinara a resolução futura da sua vida social em uma situação pior que a anterior.
Para que os fatores negativos da velhice sejam ultrapassados ou ao menos amenizados, foram implantadas muitas políticas sociais através de lutas constantes em defesa da terceira idade saudável e participativa, na qual tinha por objetivo a proteção social, enfim, almejamos uma sociedade ondetodos tenham participação ativa e que as populações desprovidas de recursos recebam toda proteção e amparo igual aos demais componentes da sociedade.
Portanto torna-se fundamental reconhecer que a representação do idoso na sociedade é um dilema que precisa ser reconhecido e modificado para uma melhor adequação no âmbito social, tal como seu papel social exercido ao longo de sua existência, como também nesta etapa de compromisso e justiça social.
Embora a própria sociedade condene o idoso como incapaz. O papel do idoso foi determinado por costumes e ações provenientes da cultura, como também no contexto histórico no qual está inserida, muitos excluem da vida ativa só por estarem em uma idade avançada, como defende Silva: 
O estatuto da velhice é imposto ao ser humano pela sociedade a qual pertence, sendo influenciado pelos valores culturais, sociais, econômicos e psicológicos de uma sociedade que determina o papel e o ‘status’ que o velho terá (SILVA, 2003, p. 96).
O idoso é um ser humano dotado de sabedoria e experiência, da qual poderá ser transmitida para as futuras gerações, embora esteja em uma idade avançada os conhecimentos adquiridos não deixarão de existir ou perder seu valor, mas sabemos que a população em si atribui um valor negativo para esses cidadãos, frisando a incapacidade, fragilidade ou inadequação do idoso a sociedade.
Estes estereótipos representam uma cultura da valorização do novo e como consequências comprovam que o idoso, apesar de toda experiência acumulada e das contribuições feitas para a constituição da sociedade atual, não passa muitas vezes de um problema a ser solucionado.
O idoso no transcorrer de sua trajetória de vida vivenciou na juventude e na maturidade papeis sociais, que aos poucos foram sendo apagados ou desconsiderados em sua existência. 
Este sujeito teve sua representatividade no mercado de trabalho e também na sua família, enquanto pai, mãe ou chefe da mesma. Porém, com o passar dos anos, este papeis vãos e perdendo.
Contudo o que mais acarreta tudo isso é a falta do que fazer, não contribuir com a sociedade atualmente, pois o idoso aposentado geralmente não trabalha o que significa não produzir algo novo e útil para continuidade do crescimento social e democrático. 
Este posicionamento pejorativo confirma a ausência de um papel social, pois o trabalhador torna-se um inativo e este não tem mais representatividade. Por isso é necessário às políticas públicas e a proteção social em prol de uma sociedade onde todos os cidadãos tenham direitos iguais.
A proteção é dotada de artifícios significativos de ordem quantitativa que modifica o ser humano e o meio no qual ele está inserido, voltado para o amparo à terceira idade, onde está demanda tem aumento significante em todo o mundo, porém, os desafios para suprir as necessidades da população que envelhece são preocupantes e desafiador.
A proteção ao idoso é argumentada e elaborada na medida em que a mesma seja aplicada tanto em conjunto como isoladamente com embasamento social onde desmistifica e destinam ao fortalecimento de vínculos familiares e comunitários para uma tão almejada participação conjunta de toda população.
Onde perceberemos no artigo a seguir: Art. 44. As medidas de proteção ao idoso previstas nesta Lei poderão ser aplicadas, isolada ou cumulativamente, e levarão em conta os fins sociais a que se destinam e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. (Estatuto do Idoso, p. 28)”.
Percebemos claramente a busca pelo equilíbrio entre as responsabilidades das políticas públicas e do setor privado para assegurar o bem-estar do idoso, dando a ele a chance da participar da vida ativa da população, enfatizando a hegemonia laboral diversificada, e oportunizando que a terceira idade transmita sua experiência e conhecimentos adquiridos no decorrer da vida para as classes mais jovens, unificando todo um patamar cultural.
A política de proteção aos idosos carentes iniciou-se, principalmente, com a Constituição Federal de 1988, quando a assistência social passou a ser componente da Seguridade Social devendo ser prestada a todos aqueles que dela necessitarem independente de contribuição, passando a ser considerada direito de cidadania e reconhecida como política pública.
A proteção social se dar de forma a responder as expressões da questão social, que vai desde conhecer, compreender a realidade, as necessidades e movimentos da sociedade bem como instrumentalizar o processo participativo, respeitando o potencial político dos sujeitos atendidos, possibilitando a construção de um novo padrão de sociabilidade entre os sujeitos.
Como descreve Simões: “O SUAS é o sistema que consolidada a Política Nacional de Assistência Social, tem por funções assistenciais: a proteção social, a vigilância social e a defesa dos direitos socioassistenciais”. (SIMÔES, 2008, p. 307).
Temos, no entanto que a proteção social se define pala proteção básica e especial. A vigilância é uma das competências assumidas pelo órgão gestor, que deve ter capacidade para diagnosticar a presença de vulnerabilidades sociais que se apresentam em determinados territórios. A defesa dos direitos socioassistenciais, realizam-se pela instituição do SUAS, onde veremos a seguir nas afirmações de Simões.
O art. 5º da LOAS, com relação a organização da assistência social prevê, a descentralização sócio administrativa para os Estados, distrito Federal e Municípios, a participação da sociedade civil por meio dos conselhos e a primazia da responsabilidade do Estado, na condução da política de assistência social, em cada esfera de governo. (SIMÔES, 2008, p. 310).
Com a descentralização o município passou a ser a esfera primordial, de forma a atuar independentemente, isto é, com reconhecido poder de autonomia, o que possibilita considerar as necessidades e particularidades presentes em seu território. 
A descentralização se justifica pelo fato de que com a mesma torna-se mais fácil a participação social, assim como a inclusão da sociedade civil junto à gestão com o intuito de se melhor a qualidade de vida, e de resolver os problemas que se incide sobre uma determinada população.
Vale aqui destacar o termo participação social, no qual encontramos a colaboração de Pereira (2002, p. 44) afirmando que:
A participação social é concebida como gestão nas políticas através do planejamento e fiscalização pela sociedade civil organizada. Ou seja, a interferência política das entidades da sociedade civil em órgãos agencia ou serviços de Estado responsáveis pala elaboração e gestão das políticas públicas na área social. [...] 
Historicamente, a categoria controle social foi entendida apenas como controle do Estado ou do empresariado sobre as massas. É nessa acepção que quase sempre o controle social é usado na sociologia, ou seja, no sentido coercitivo da população. Entretanto, o sentido de controle social inscrito na constituição é a participação da população na elaboração, implementação e fiscalização das políticas sociais.
No ano de 2003, a IV Conferência Nacional de Assistência Social determinou que as ações e serviços socioassistenciais sofressem uma reorganização em relação à articulação em relação e provimento de dois níveis de complexidade, isto é, a Proteção Social Básica e a Proteção social Especial (dividida em Media Complexidade e alta Complexidade), relativamente propiciam à manutenção de proteção às demandas sociais.
Cabe analisar que a Proteção Social Básica incide sobre as famílias, seus membros, indivíduos e os idosos, que embora se encontrem em risco de vulnerabilidade não tiveram ainda os vínculos rompidos tendo, portanto, essencialmente um caráter preventivo. São serviços continuados, que implementam ações diferenciadas de forma a garantir a convivência familiar e a participação da comunidade, desenvolvimentos por meio dos Centros de Referências de Assistência Social (CRAS).
A Proteção social Especial é de duas modalidades, Media Complexidade quando os direitos já foram violados, mas os vínculos ainda não foram rompidos e a de Alta Complexidade,onde o indivíduo teve seus vínculos rompidos. O que caracterizam as demandas inseridas nas classes marginalizadas, que ultrapassam os direitos sociais chegando às desigualdades contemporâneas.
O Centro de Referência Especializado de Assistência social (CREAS) é um equipamento que presta os serviços de proteção social de Media Complexidade, os serviços devem ocorrer de forma articulada com o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselhos Tutelares e outros serviços socioassistenciais, outras políticas públicas, no intuito de estruturara uma rede efetiva de proteção social ao idoso. Sendo que os de Alta complexidade serão prestados pelo Poder Público.
Como vimos muito se tem feito pala proteção social do idoso perante a sociedade, mas sabemos que ainda temos muito mais a fazer, pois com o aumento da terceira idade as demandas pelas condições de melhoria de vida e respeito pelo próximo irá aumentar consideravelmente, o que acarretara o desenvolvimento de mais políticas públicas e possivelmente a pratica mais eficaz da mesma, como forma de amenizar as desigualdades sociais.
2.1. PROTEÇÃO SOCIAL AO IDOSO
A primeira forma de proteção social ao idoso no Brasil foi à aposentadoria, que visava à ampliação e participação de todos na democracia social e humanitária que se desenvolveu através da Lei Eloy Chaves no ano de 1923, sendo que este instrumento legal determinou a criação das Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAPS) nas empresas ferroviárias.
A previdência social passou a incorporar de forma seletiva e controlada aquelas frações de classes que, por estarem inseridos nos setores mais dinâmicos da economia, tinham seu poder de barganha aumentado. 
Em 1960, é aprovada a Lei Orgânica de Previdência Social (LOPS), cuja importância reside na unificação das contribuições, bem como das prestações de benefícios dos diferentes institutos. Conforme Haddad (1993, p.27) a partir da LOPS.
Os seguidores passaram a desfrutar dos seguintes benefícios: auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, aposentadoria por velhice, aposentadoria especial, aposentadoria por tempo de serviço, auxílio-natalidade, pecúlio e assistência financeira. Os dependentes passaram a ter direito à pensão, auxilio-reclusão, auxilia-funeral e pecúlio. Ambos, seguradores e dependentes, foram cobertos por assistência medica, assistência alimentar, assistência habitacional, assistência complementar e assistência reeducativa e de readaptação profissional.
A Promulgação da Constituição de 1988 introduziu o conceito de seguridade social, fazendo com que a rede de proteção social saísse do contexto estritamente social-trabalhista e assistencialista e passasse a adquirir uma conotação de direitos de cidadania. Unificando direitos a todos os cidadãos que compõem a soberania de desenvolvimento da ação humana.
A partir desse momento, o idoso é reconhecido através da constituição como um ser de direitos que dispõe no artigo 230 que: “A família, a sociedade e o estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhe o direito à vida”. (CRFB, /88). Esta representa um marco na história da justiça social e da evolução política de reconhecimento de direitos sociais do país.
A constituição de 1988 teve um grande impacto na previdência brasileira, em particular no que se refere à situação do funcionalismo público federal, estadual e municipal induzindo a mudanças que, em muitos casos, provocaram problemas econômicos e financeiros para essas esferas de governo, sendo que com a consolidação dessa constituição muitos direitos começaram a entrar em vigor com o intuito de ajudar as classes menos favorecida a alcançar um patamar que até então era impossível de construir.
No entanto, para os idosos os benefícios surgidos foram à redução, em cinco anos, da idade para a concessão de aposentadoria por idade ao trabalhador rural em relação ao urbano e o surgimento do Benefício de Prestação Continuada- BPC, que consiste no pagamento de um salário mínimo mensal a pessoas idosas há partir 65 anos e as pessoas com deficiência que comprovem não ter condições econômicas de se manter e nem de ter sua subsistência mantida por sua família, onde o mesmo não tem direito a o décimo terceiro.
Para os idosos um longo caminho de lutas, avanços e retrocessos foram percorridos. Vários segmentos que eram representantes de seus interesses, tais como: entidades sociais, representantes de associações de aposentados e grupos constituídos pela própria sociedade idosa lutaram para o reconhecimento afetivo dos idosos inscritos na Constituição de 1988.
A partir deste contexto, surge a Política Nacional do Idoso (PNI) em 04 de janeiro de 1994, através da Lei nº 8.842, que tem por objetivo, nos termos de seu artigo 1º “assegurar os direitos sociais do idoso, criando condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade”.
A Lei 8,842 foi à primeira legislação especifica no que tange a questão do idoso no Brasil, para efeito de legislação de direitos que constam nas políticas de atenção as pessoas idosas que obtiveram idade superior a sessenta anos. Vale salientar que a terceira idade é dotada de atenção e respeito para com as pessoas supostamente envolvidas nas sociedades onde a mesma contribui constantemente para seu crescimento social. De acordo com Pacheco:
A edição da lei que institui a Política Nacional do Idoso trouxe vários avanços para a proteção aos idosos, no entanto tal lei se preocupa mais com a atuação do poder público e sua forma de promover políticas sociais de atendimento ao idoso (PACHECO, 2008, p. 21).
A partir da Política Nacional do Idoso, diversos outros documentos foram surgindo em prol dessa classe de caráter público, documentos com teor de lei ou normativas, vem sendo divulgados e referendados em nosso país.
A partir deste contexto, surge a Política Nacional de Saúde do Idoso em 09 de dezembro de 1999, aprovada pela portaria nº 1.395 e publicada no Diário Oficial da União em 13 de dezembro de 1999, que tem por objetivo, nos termos de seus artigos permitirem um envelhecimento saudável, preservar a capacidade funcional, a autonomia e manter a qualidade de vida do idoso, tendo como diretriz a promoção do envelhecimento saudável.
As condições sanitárias, alimentares, ambientais e de moradia são importantes para a qualidade de vida dos idosos, e esta lei deve ser sempre remetida às questões que envolvem outros aspectos da vida dos idosos, com contexto social, político e econômico.
As diretrizes essenciais da Política Nacional de Saúde do Idoso estão na adoção precoce dos hábitos saudáveis e eliminação de comportamentos nocivos à saúde; na manutenção da capacidade funcional, por meio da prevenção de agravos a saúde e de detecção precoce de problemas de saúde potenciais ou já instalados; na assistência as necessidades de saúde dos idosos. Dentre estes podemos considerar como o mais significativo e que assumiu papel importante na sociedade, o Estatuto do Idoso.
2.2. ESTATUTO DO IDOSO
O Estatuto do Idoso surgiu no dia 1º de outubro de 2003, através da Lei nº 10.741, como medida de proteção a pessoa idosa, o mesmo representa um grande avanço da legislação brasileira iniciado com a promulgação da Constituição de 1988. 
Elaborado com intensa participação das entidades de defesa dos interesses das pessoas de terceira idade, onde teve um grande avanço a resposta do Estado e da sociedade as suas necessidades.
Trata dos mais variados aspectos, abrangendo desde direitos fundamentais, medidas de proteção, política de atendimento ao idoso até o estabelecimento de penas para os crimes mais comuns cometidos contra pessoas idosas, que oportunizara a terceira idade ter seus direitos respeitados e assegurados pela sociedade na qual está inserido.
Pode-se salientar, contudo, que o Estatuto somente transformara a realidade da população idosa se houver uma efetiva participação de todos os segmentos da sociedade em suas instâncias de controle social e fiscalização.O comprometimento com os mais velhos, mesmo que haja determinações legais já instituídas para sua execução, depende da força dos movimentos reivindicadores em prol de uma sociedade capaz de disseminar suas atribuições efetivas em decorrência ao amparo à terceira idade e incluir os idosos na vida ativa da população.
A ação de disseminar as informações sobre os direitos constitucionais em beneficio coletivo é parte integrante da agenda de compromisso dos gestores federais, estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS), no qual prioriza as classes marginalizadas, em que engloba esforços para mobilização de todos na estratégia de efetivar no País um compromisso em prol de um envelhecimento saudável e em condições de dignidade. 
Como diz o Estatuto do Idoso. “Art. 9.º É obrigação do Estado, garantir a pessoa idosa a proteção a vida e a saúde, mediante efetivação das políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade”.
Segundo podemos identificar essas premissas no Artigo 15, p. 13 do Estatuto do Idoso: 
É assegurada a atenção integral a saúde do idoso, por intermédio do Sistema Único de Saúde- SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e continuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que afetam preferencialmente os idosos.
Desse modo, é comum no nosso país, onde os direitos sociais não são totalmente respeitados, a criação de estatutos na tentativa de assegurara e respeitar os grupos mais vulneráveis da sociedade. Assim, o Estatuto do Idoso é criado pelo Estado atestar direitos.
Com o surgimento do Estatuto do Idoso, o mesmo concretiza muitos avanços sobre a valorização do idoso na sociedade que até então não era difundo e praticado, e com relação à garantia de direitos e melhoria da promoção da qualidade de vida dos mesmos, efetuado pelos próprios familiares, pela comunidade e pela sociedade em geral e principalmente pelo poder público, explicitado no Artigo 3º, p. 8 do Estatuto do Idoso, onde veremos a seguir.
É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, a saúde, a alimentação, a educação, a cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, a cidadania, a liberdade, a dignidade, ao respeito e a convivência familiar e comunitária.
III – Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção ao idoso;
IV – Viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do idoso com as demais gerações;
V – Priorização do atendimento do idoso por sua própria família, em detrimento do atendimento asilar, exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência;
VI – Capacitação e reciclagem dos recursos humanos nas áreas de geriatria e gerontologia e na prestação de serviços aos idosos;
VII – estabelecimento de mecanismos que favoreçam a divulgação de informações de caráter educativo sobre os aspectos biopsicossociais de envelhecimento;
O Estatuto regulamenta os direitos dos idosos, determinam obrigações às entidades assistenciais estabelecem penalidades para diversas situações de desrespeitos aos idosos, além de atribuir uma serie de competências e responsabilidade ao Ministério Público em prol de uma sociedade justa e igualitária benéfica a todos os cidadãos inseridos na sociedade. 
Como demonstra o artigo 4º do Estatuto do Idoso. “Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligencia, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido em forma da lei”.
Apesar do caráter inovador e do avanço das leis, ainda existe muitas problemáticas acarretadas nas populações no que diz respeito à terceira idade, onde as mesmas ainda vivem em situações de risco e descaso total mediante a Constituição de 1988, embora a muitos a ser feito até que os direitos sociais dos idosos sejam plenamente respeitados e levados a sério.
É imprescindível que o Estado pense seriamente em relação aos idosos, e saia da condição de Estado mínimo, passando a atuar com mais respeito em ralação a esse segmento populacional que muito já se dedicou ao nosso país, não repassando essa expressão da questão social somente ao terceiro setor, pois os problemas sociais são demandas que atingem todos diretos ou indiretamente, assim sendo cabe à sociedade em geral se unir e contribuir para uma possível amenização dos conflitos sociais, afinal a união faz a força.
Contudo, objetivamos compromisso por parte dos nossos governantes com todos os cidadãos, priorizando as classes marginalizadas, no intuito de desenvolver políticas eficazes, onde as mesmas são postas em pratica com uma eventual participação para desenvolvimento de uma sociedade capaz de oportunizar a todos igualmente, pois no caso da terceira idade, os mesmos tem conhecimento de sobra pra transmitir aos demais componentes da população em geral.
Vale salientar que a velhice não torna um ser humano mesmo ou mais importante que os demais cidadãos, porem o caráter débil e a falta de respeito aos direitos humanos e sociais no Brasil colocam os idosos numa posição crítica, haja vista os cuidados específicos exigidos nesta fase etária da vida, problematizando-os de uma vida saudável e respeitada digna de todo ser humano.
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3. A IMPORTÃNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL A PESSOA IDOSA
A profissão de serviço social surge no final do século XIX, em 1898 e com o passar do tempo expande para todo o mundo, embora no Brasil surgiu somente na década de 1930, por iniciativa da igreja católica e consequentemente a implantação das leis sociais em defesa das classes marginalizadas.
A implantação do Serviço Social se dá no decorrer desse processo histórico. Não se baseara, no entanto, em medidas coercitivas emanadas do estado. Surge da iniciativa particular de grupos e frações de classes, que se manifestam, principalmente por intermédio da Igreja Católica (IAMAMOTO e CARVALHO, 2005, p. 127).
O assistente social é um profissional qualificado com competências de nível superior que, privilegiando uma intervenção investigativa, através da pesquisa e análise da realidade social, atua na formulação, planejamento, execução e avaliação de serviços, programas sociais e políticas públicas que visam à preservação, defesa e ampliação dos direitos humanos e a justiça social, voltada para o bem-estar coletivo e para a integração do indivíduo na sociedade.
O assistente social não deve ver seu espaço de atuação somente sob a ótica da demanda profissional já consolidada socialmente, considerando apenas a expectativa organizacional sobre o seu papel. 
É preciso um distanciamento crítico do panorama ocupacional, apropriando-se “[...] das possibilidades teórico-práticas abertas à profissão pela própria dinâmica da sociedade” (IAMANOTO, 1992, p. 104).
Dessa forma, por meio de uma ação investigativa, o cotidiano do assistente social deve ser constantemente analisado com base em uma teoria solida, de forma a gestar práticas sociais inovadoras, medidas por uma visão totalizante da realidade. O próprio objetivo, considerando sua universalidade, deve pautar a perspectiva da totalidade por parte de profissional, a fim de apreender a realidade concreta na sua complexidade.
Entretanto, em singularidade do idoso, a atuação do Serviço Social deve se um embasamento técnico operativo na defesa de direitos, onde os mesmos são garantidos na Constituição Federal de 1988, como também no Estatuto do Idoso e na Política Nacional do Idoso, mas nem sempre essas leis são postas em pratica, enfatizando toda uma realidade desprotegida.
No que concerne a Assistência Social, a Constituição de 1988 destaca em seu artigo 203:
A Assistência social será prestada a quem dela necessitar, independente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:
I – Proteção especial à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;
V – A garantia deum salário mínimo de benefício mensal a pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.
Envelhecer é um processo que caracteriza uma etapa da vida do homem em geral, do qual se constitui em mudanças físicas, psicológicas e sócias, pois o determinismo biológico envolve processos que implicam na diminuição gradativa da possibilidade de sobrevivência, acompanhada também pelas alterações patológicas e emocionais.
Diante dessa visão, a terceira idade é entendida como parte integrante e desenvolvida no percurso de vida de cada indivíduo que chegue a uma idade mais avançada. Por isso enfatizamos a importância da Assistência Social voltada para essa massa popular que requer muita atenção, em prol de uma vida satisfatória com obtenção de seus objetivos pessoais e utilização de seus direitos garantidos por lei.
O processo de aceso a saúde dos idosos é uma demanda que requer uma total dinâmica de prover o direito garantido, como define no artigo 15 do Estatuto do Idoso.
Art. 15. É assegurada a atenção integral a saúde do idoso, por intermédio do Sistema Único de Saúde – SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e continuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que afetam preferencialmente os idosos.
No entanto, mesmo com um número elevado de pessoas idosas no país ainda o preconceito e a discriminação se sobressaem, dificultando o convívio social entre ambas as classes, pois o modelo capitalista construiu uma imagem perante o idoso, o colocando em lugar marginalizado na existência humana em relação à produtividade, almejando que com o passar do tempo os idosos perdem o seu potencial evolutivo, e consequentemente o seu valor social.
Chegar à terceira idade é uma transformação natural do ser humano que não deve ser tratado com apenas soluções medicas, mas também por intervenções sociais, econômicas e ambientais, ou seja, um conjunto de todos os processos vitais a todos. Pois sabemos que a convivência e o afeto humano também influenciam no desenvolvimento cognitivo do ser, no qual evidenciamos aprimoramento de todas as categorias envolvidas na sociedade.
E nessa conjuntura que se evidencia a necessidade de existir projetos de Leis que assegure os direitos sociais e profissionais capacitados para fazer com que essa cujas leis sejam postas em pratica e não ficar somente no papel, direito esse não só dos idosos como de todo ser humano, daí então a importância do Assistente Social para fazer com que os cidadãos tomem ciência de seus devidos direitos e deveres e lute por cada um deles.
Na esfera da atuação do Assistente Social voltada para o idoso, desenvolvemos ações que desperte o interesse dessa classe a pratica de esporte, o lazer e a cultura como ferramentas essenciais na vida de qualquer ser humano, principalmente para o idoso, por isso é processo garantir a participação no processo de produção e reelaboração e fruição dos bens culturais, propiciando o acesso aos locais e ventos culturais, mediante também a um equilíbrio de preços em âmbito nacional que eventualmente sacie aos interesses das classes.
No entanto é preciso que exista uma valorização a respeito de registros e memórias transmitidos dos idosos para os mais jovens, como sendo um meio de garantir a continuidade da identidade cultural e as experiências de vida adquiridas. 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Trabalho realizada reflete e aponta para a necessidade de uma maior valorização da sociedade, e principalmente do poder público, em dar atenção no atendimento a pessoas idosa, além de suporte financeiro para os programas a essa faixa etária, priorizar a formação e capacitação dos profissionais que atuam na área.
Segundo a perspectiva mundial, o Brasil está passando por uma mudança demográfica, pois até pouco tempo era considerado um país jovem, entretanto hoje, possui um número expressivo de idosos, como ressaltado anteriormente.
Objetivamos melhoria da qualidade de vida dos idosos, mudanças na concepção da velhice nas comunidades, oportunizando uma vida produtiva e igualitária, desta forma o projeto busca contribuir para a desmarginalização do velho.
Com a participação ativa o projeto estimulará a valorização do saber e das experiências de vida dos idosos, propondo uma iniciativa de combate à perda da condição social e familiar, favorecendo o seu reconhecimento pela sociedade e seu papel socialmente produtivo.
Assim, considerando tudo que foi discutido neste trabalho, identifica-se, que a questão da vida ativa do idoso é uma prioridade que precisa ser trabalhada e transformada para melhor, pois através dela enfatizamos a inclusão de todos sem distinção de cor, sexo ou idade, objetivando a contribuição para o desenvolvimento da nossa sociedade e ao mesmo tempo amenizando a descriminação da terceira idade.
A velhice, historicamente observada pelos aspectos físicos- biológicos, tornou uma questão central nos debates sobre políticas públicas, já que o envelhecimento passa a ser visto também como questão social, pois uma das metas da sociedade atual é viver mais com maior qualidade de vida, sendo este um dos maiores desafios da nossa época.
É importante destacar a necessidade de articulação das demais políticas, para que junto com a assistência social, a Política Nacional do Idoso e as demais legislações relacionadas a essa demanda sejam verdadeiramente efetivadas na sua integralidade, dando origem há uma sociedade humanizada.
Desta forma, a profissão de Serviço Social vem desenvolver brilhantemente sua capacidade de decifrar a totalidade e construir propostas de trabalho, a partir de demandas emergentes do cotidiano, pois ao assumir a coordenação de um grupo de idosos, o profissional envolvido necessita de três capacidades, sendo elas, o teórico-metodológico, ético-político e técnico-operativo para desenvolver suas ações individuais e coletivas.
Especificamente ao profissional de Serviço social se requer comprometimento ético com valores de justiça social, democracia, equidade e mais do que nunca respeito à diversidade humana. Neste sentido a intervenção do Assistente social não deve ser pautada por escolha de faixas etárias, mas pelo comprometimento com sujeito que devem ter seus direitos respeitados.
Com base nos estudos realizados, percebe-se a importância da realização de Políticas Públicas voltada para diminuição das problemáticas inseridas na nossa sociedade, uma vez que qualificamos cidadãos críticos capazes de ter uma vida saudável, ativa, feliz e propicia ao bem estar pessoal e social. 
É necessário que todos tenham em mente, sendo essa pessoa um assistente social ou não, que um idoso pode ter perdido ao longo da vida seu vigor físico, mais não se dever esquecer que ele também ao longo do tempo acumulou muitas experiências e conhecimentos, que pode ser passado para os mais novos, por conta disso cabe as gerações mais novas aproveitar todo esse potencial dos mais velhos, isso será uma forma inteligente e respeitosa de valorizar o idoso.
Investir em políticas que valoriza a população idosa, é investir no seu próprio futuro, pois quem tiver dádiva da vida longa, um dia será favorecido, por essas políticas, e isso no Brasil precisa ser cada mais reforçado, pois a população brasileira vem se tronando cada vez mais idosa, todos os censos provam isso.
E cabe a nós futuros Assistentes Sociais implantarmos políticas sociais destinadas à inclusão da participação ativa da população idosa, informando-lhes de todos seus direitos e deveres, dando a eles todo um suporte para que venham lutar por uma melhoria de vida, otimista, prazerosa e contributiva para a sociedade.
E, sem dúvida, a participação dos Assistentes Sociais é, realmente, de fundamental importância para que a discriminação do nosso Brasil venha a diminuir, pois vivemos em um país rico, onde o julgamento de pessoas “alienadas” faz com que sejamos uma sociedade desigual.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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