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1. A propósito da famosa frase "o homem é a medida de todas as coisas", é possível afirmar: Resposta incorreta. A. É de autoria do sofista Górgias e encapsula a ideia de que a verdade é absoluta. A frase "o homem é a medida de todas as coisas" é atribuída ao sofista Protágoras. Com base nela, é possível perceber o compromisso sofístico com a ideia segundo a qual a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. Resposta incorreta. B. É de autoria do sofista Górgias e expressa a ideia de que a verdade é relativa. A frase "o homem é a medida de todas as coisas" é atribuída ao sofista Protágoras. Com base nela, é possível perceber o compromisso sofístico com a ideia segundo a qual a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. Resposta incorreta. C. É de autoria do sofista Protágoras e encapsula a ideia de que a verdade é relativa e independe de como pensamos as coisas. A frase "o homem é a medida de todas as coisas" é atribuída ao sofista Protágoras. Com base nela, é possível perceber o compromisso sofístico com a ideia segundo a qual a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. Você acertou! D. É de autoria do sofista Protágoras e encapsula a ideia de que a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. A frase "o homem é a medida de todas as coisas" é atribuída ao sofista Protágoras. Com base nela, é possível perceber o compromisso sofístico com a ideia segundo a qual a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. Resposta incorreta. E. É de autoria do sofista Górgias e encapsula a ideia de que a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. A frase "o homem é a medida de todas as coisas" é atribuída ao sofista Protágoras. Com base nela, é possível perceber o compromisso sofístico com a ideia segundo a qual a verdade é relativa e depende de como pensamos as coisas. 2. É sabido que Sócrates foi um grande opositor das ideias dos sofistas. Com relação às críticas de Sócrates aos sofistas, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. A principal crítica que Sócrates endereça aos sofistas é que eles cobram altos valores por seus ensinamentos. É parte acessória da crítica de Sócrates aos sofistas o fato de eles cobrarem por seus ensinamentos. Mas não é possível concluir que eles eram farsantes apenas pelo fato de que eles cobravam por seus ensinamentos (em função disso, a alternativa "d" é descartada). Resposta incorreta. B. Sócrates acusava os sofistas de serem mestres da enganação, pois eles defendiam que os valores éticos são universais. É parte acessória da crítica de Sócrates aos sofistas o fato de eles cobrarem por seus ensinamentos. Mas não é possível concluir que eles eram farsantes apenas pelo fato de que eles cobravam por seus ensinamentos (em função disso, a alternativa "d" é descartada). Resposta incorreta. C. Sócrates acusava os sofistas de serem pseudo-sábios, pois eles defendiam que a verdade independe do que os homens pensam. É parte acessória da crítica de Sócrates aos sofistas o fato de eles cobrarem por seus ensinamentos. Mas não é possível concluir que eles eram farsantes apenas pelo fato de que eles cobravam por seus ensinamentos (em função disso, a alternativa "d" é descartada). Resposta incorreta. D. Sócrates alegava que os sofistas eram farsantes, pois cobravam altos valores pelos seus ensinamentos. É parte acessória da crítica de Sócrates aos sofistas o fato de eles cobrarem por seus ensinamentos. Mas não é possível concluir que eles eram farsantes apenas pelo fato de que eles cobravam por seus ensinamentos (em função disso, a alternativa "d" é descartada). Você acertou! E. Sócrates alegava que os sofistas eram meros vendedores de aparências e cobravam altos valores pelos seus ensinamentos. É parte acessória da crítica de Sócrates aos sofistas o fato de eles cobrarem por seus ensinamentos. Mas não é possível concluir que eles eram farsantes apenas pelo fato de que eles cobravam por seus ensinamentos (em função disso, a alternativa "d" é descartada). 3. Embora os sofistas tenham sido alvo de diversas críticas pelos grandes filósofos da antiguidade, isso não significa que não possamos atribuir-lhes alguns méritos. A propósito dos méritos dos sofistas, é correto afirmar. Resposta incorreta. A. Os sofistas foram os grandes responsáveis pela passagem da visão mitológica da realidade para uma visão cosmológica. Conforme Maria Helena Pereira, “o grande serviço dos sofistas foi voltar a filosofia para o estudo do homem, considerado, quer como ser individual, quer como ser social (donde o seu interesse pelas questões da justiça), alcançar os alicerces da educação sistemática dos jovens” (Pereira, p. 441). Você acertou! B. O mérito dos sofistas consiste em direcionar a filosofia para o estudo do homem. Conforme Maria Helena Pereira, “o grande serviço dos sofistas foi voltar a filosofia para o estudo do homem, considerado, quer como ser individual, quer como ser social (donde o seu interesse pelas questões da justiça), alcançar os alicerces da educação sistemática dos jovens” (Pereira, p. 441). Resposta incorreta. C. Atribui-se aos sofistas a ideia de que a arte da retórica é a rainha das ciências. Conforme Maria Helena Pereira, “o grande serviço dos sofistas foi voltar a filosofia para o estudo do homem, considerado, quer como ser individual, quer como ser social (donde o seu interesse pelas questões da justiça), alcançar os alicerces da educação sistemática dos jovens” (Pereira, p. 441). Resposta incorreta. D. Atribui-se aos sofistas a ideia de que os valores éticos são relativos. Conforme Maria Helena Pereira, “o grande serviço dos sofistas foi voltar a filosofia para o estudo do homem, considerado, quer como ser individual, quer como ser social (donde o seu interesse pelas questões da justiça), alcançar os alicerces da educação sistemática dos jovens” (Pereira, p. 441). Resposta incorreta. E. O maior mérito dos sofistas consiste na descoberta de que o homem é a medida de todas as coisas. Conforme Maria Helena Pereira, “o grande serviço dos sofistas foi voltar a filosofia para o estudo do homem, considerado, quer como ser individual, quer como ser social (donde o seu interesse pelas questões da justiça), alcançar os alicerces da educação sistemática dos jovens” (Pereira, p. 441). 4. No diálogo platônico Górgias, o sofista afirma que a retórica é "a arte universal e autônoma de produção de convicção por intermédio do discurso”. Contra tal definição, Sócrates alega que, se essa é a definição de retórica, então ela sequer pode ser considerada uma arte. A propósito das ideias veiculadas por Sócrates no diálogo platônico em questão, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. No diálogo Górgias, Sócrates defende que a retórica é irracional, pois tem uma estrutura lógica. A retórica é contraposta com a dialética. A retórica é irracional e, por não ter estrutura lógica, é incapaz de produzir conhecimento. A dialética é capaz de produzir conhecimento por meio de argumentos que têm uma estrutura lógica. Você acertou! B. A retórica é contraposta com a dialética. Enquanto a retórica é irracional e incapaz de produzir conhecimento, a dialética é capaz de produzir conhecimento por meio do discurso argumentativo. A retórica é contraposta com a dialética. A retórica é irracional e, por não ter estrutura lógica, é incapaz de produzir conhecimento. A dialética é capaz de produzir conhecimento por meio de argumentos que têm uma estrutura lógica. Resposta incorreta. C. A retórica é contraposta com a dialética. Enquanto a retórica é irracional e incapaz de produzir conhecimento, a dialética é capaz de produzir conhecimento por meio do convencimento. A retórica é contraposta com a dialética. A retórica é irracional e, por não ter estrutura lógica, é incapaz de produzir conhecimento.A dialética é capaz de produzir conhecimento por meio de argumentos que têm uma estrutura lógica. Resposta incorreta. D. A retórica é contraposta com a dialética. Enquanto a dialética é irracional e incapaz de produzir conhecimento, a retórica é capaz de produzir conhecimento por meio do convencimento. A retórica é contraposta com a dialética. A retórica é irracional e, por não ter estrutura lógica, é incapaz de produzir conhecimento. A dialética é capaz de produzir conhecimento por meio de argumentos que têm uma estrutura lógica. Resposta incorreta. E. Embora a retórica não seja capaz de produzir conhecimento, ela não deixa de ser racional. A retórica é contraposta com a dialética. A retórica é irracional e, por não ter estrutura lógica, é incapaz de produzir conhecimento. A dialética é capaz de produzir conhecimento por meio de argumentos que têm uma estrutura lógica. 5. Aristóteles abre a obra intitulada Retórica com a seguinte afirmação: “a retórica é a outra face da dialética" (1354a). Tomando como referência as ideias de Aristóteles e o debate com seus antecessores acerca da retórica e da dialética, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Aristóteles defendia que a retórica e a dialética são contrapartes, pois ambas são técnicas irracionais de convencimento. Segundo Aristóteles, a retórica e a dialética são contrapartes, "pois ambas ocupam-se de questões mais ou menos ligadas ao conhecimento comum e não correspondem a nenhuma ciência em particular". Diferentemente disso, os sofistas não propuseram o método dialético - que era o defendido por Platão em seus diálogos. Quanto a isso, encontramos no diálogo platônico Górgias a ideia de que a retórica é irracional. Resposta incorreta. B. Assim como os sofistas, Aristóteles defendia que a retórica e a dialética são contrapartes, pois são mais ou menos relacionadas ao conhecimento e correspondem a uma ciência em particular. Segundo Aristóteles, a retórica e a dialética são contrapartes, "pois ambas ocupam-se de questões mais ou menos ligadas ao conhecimento comum e não correspondem a nenhuma ciência em particular". Diferentemente disso, os sofistas não propuseram o método dialético - que era o defendido por Platão em seus diálogos. Quanto a isso, encontramos no diálogo platônico Górgias a ideia de que a retórica é irracional. Resposta incorreta. C. Aristóteles defendia que a retórica e a dialética são contrapartes, pois são mais ou menos relacionadas ao conhecimento e correspondem a uma ciência em particular. Segundo Aristóteles, a retórica e a dialética são contrapartes, "pois ambas ocupam-se de questões mais ou menos ligadas ao conhecimento comum e não correspondem a nenhuma ciência em particular". Diferentemente disso, os sofistas não propuseram o método dialético - que era o defendido por Platão em seus diálogos. Quanto a isso, encontramos no diálogo platônico Górgias a ideia de que a retórica é irracional. Você acertou! D. Aristóteles defendia que a retórica e a dialética são contrapartes, pois são mais ou menos relacionadas ao conhecimento e não correspondem a uma ciência em particular. Segundo Aristóteles, a retórica e a dialética são contrapartes, "pois ambas ocupam-se de questões mais ou menos ligadas ao conhecimento comum e não correspondem a nenhuma ciência em particular". Diferentemente disso, os sofistas não propuseram o método dialético - que era o defendido por Platão em seus diálogos. Quanto a isso, encontramos no diálogo platônico Górgias a ideia de que a retórica é irracional. Resposta incorreta. E. Aristóteles apenas seguiu as ideias de Platão acerca da retórica e da dialética. Segundo Aristóteles, a retórica e a dialética são contrapartes, "pois ambas ocupam-se de questões mais ou menos ligadas ao conhecimento comum e não correspondem a nenhuma ciência em particular". Diferentemente disso, os sofistas não propuseram o método dialético - que era o defendido por Platão em seus diálogos. Quanto a isso, encontramos no diálogo platônico Górgias a ideia de que a retórica é irracional.