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F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! SEMIOTÉCNICA Aula: 1 Técnicas Básicas do Cuidado em Enfermagem PROFESSOR ALFREDO ARAÚJO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! PROCEDIMENTO BÁSICOS EM ENFERMAGEM F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! OBJETIVOS DOS PROCEDIMENTOS BÁSICOS EM ENFERMAGEM F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! ... F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! ETAPAS DE PLANEJAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DO CUIDADO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CONTINUANDO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! PRINCÍPIOS GERAIS PARA A EXECUÇÃO DO PROCEDIMENTO Quanto à segurança: F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! QUANTO AO CONFORTO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! QUANTO À ECONOMIA DE TEMPO ESFORÇO E MATERIAL F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! QUANTO A POSTURA E ÉTICA F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! RESPONSABILIDADES LEGAIS DA ENFERMAGEM NA PRESCRIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS • O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/2017) prevê, dentre as proibições: • Art. 78 Administrar medicamentos sem conhecer indicação, ação da droga, via de administração e potenciais riscos, respeitados os graus de formação do profissional. https://portal.coren-sp.gov.br/codigo-de-etica-dos-profissionais-de-enfermagem/ https://portal.coren-sp.gov.br/codigo-de-etica-dos-profissionais-de-enfermagem/ https://portal.coren-sp.gov.br/codigo-de-etica-dos-profissionais-de-enfermagem/ https://portal.coren-sp.gov.br/codigo-de-etica-dos-profissionais-de-enfermagem/ F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Legislação no preparo e administração dos medicamentos Dos deveres Artigo 24º : Prestar a clientela uma assistência de Enfermagem livre dos riscos decorrentes de imperícia, negligência e imprudência. • Das proibições Artigo 47º : Ministrar medicamentos sem certifica-se da natureza das drogas que compõem e da existência de risco para o cliente F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! LEI 7.498 ARTIGO 11 • Deve esta dentro de uma atenção básica/ ESF • Cabe o enfermeiro como integrante da equipe de saúde a prescrição de medicamento estabelecidos em programas de saúde publica e em rotina aprovada pela instituição de saúde • Obs medicações dentro de um politica publica F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Resoluções do Cofen 311/ 2007 • Art. 37 – (direito)Recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica, onde não conste a assinatura e o número de registro do profissional, exceto em situações de urgência e emergência. • Parágrafo único - O profissional de enfermagem poderá recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica em caso de identificação de erro ou ilegibilidade. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! FORMAS DOS MEDICAMENTOS Estão disponíveis em diversas formas ou preparações. A composição de um medicamento é planejada para aumentar sua absorção e seu metabolismo. Forma Via de administração Formas Descrição Drágea Forma de dosagem sólida para o uso oral. Formato de cápsula e revestimento para facilitar a deglutição. Cápsula Forma de dosagem sólida para o uso oral. O medicamento encontra-se como pó, óleo ou líquido dentro de uma concha de gelatina. Elixir Fluído claro contendo água ou álcool. Uso oral. Adoçado. Comprimido de revestimento entérico De uso oral revestido com materiais que não dissolvem no estômago; os revestimentos são dissolvidos no intestino, onde os fármacos são absorvidos. Extrato Forma concentrada da droga, feita pela separação da porção ativa de uma droga de seus outros componentes; por exemplo, o extrato líquido é uma droga transformada em solução a partir de uma fonte vegetal. Disco intra-ocular Disco pequeno e flexível que ao contato com fluído ocular libera o medicamento por até uma semana. Loção Medicamento em suspensão líquida aplicada externamente para proteger a pele. Formas Descrição Pílula Forma sólida contendo um ou mais fármacos. Com forma de glóbulos, ovóides ou oblongos; as pílulas autênticas raramente são usada desde que foram substituídas por comprimidos. Solução Preparado líquido que pode ser usado via oral, parenteral ou externamente, também pode ser instilado para dentro de um órgão ou cavidade do corpo (por exemplo, irrigação da bexiga); contém água com um ou mais componentes dissolvidos; deve ser estéril se o uso for parenteral. Supositório Forma sólida misturada com gelatina, desfaz quando atinge a temperatura do corpo, liberando a droga para absorção. Xarope Medicação dissolvida em solução concentrada de açúcar; pode conter aromatizante para tornar a droga mais palatável. Formas Descrição Tintura Solução da droga em álcool ou álcool hidratado. Disco transdérmico Adesivos em forma de disco ou não, são semipermeáveis, pois permitem que o fármaco seja absorvido pela pele por longo tempo. Pastilha Fármaco sólido, plano e arredondado. Dissolve na boca para liberar o medicamento. Pasta Preparado semi-sólido mais espesso, mais denso e absorvido mais lento através da pele que a pomada. Comprimido Dosagem pulverizada e comprimida na forma de disco ou cilindros rígidos. Além da droga primária eles podem conter substâncias ligantes (que mantêm o pó aderido), desintegrantes (que facilitam a dissolução), lubrificantes (para facilitar manufatura) e excipientes (para conferir o tamanho adequado ao comprimido). F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! 281/ 2003 Art. 1º - É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem executar a repetição de prescrição de medicamentos, por mais de 24 horas, salvo quando a mesma é validada nos termos legais. Parágrafo único: A situação de exceção prevista no caput, deverá estar especificada por escrito, pelo profissional responsável pela prescrição ou substituto, sendo vedada autorização verbal, observando-se as situações expostas na Resolução COFEN nº. 225/2000. Art. 2º - Quando completar-se 24horas da prescrição efetivada, e não haver comparecimento para renovação/reavaliação da mesma, pelo profissional responsável, deverá o profissional de Enfermagem adotar as providências para denunciar a situação ao responsável técnico da Instituição ou plantonista, relatando todo o ocorrido. PARECER CFM nº 27/15 INTERESSADO: Sras. T.B.R.B. e M.C.R.S. EMENTA: O enfermeiro, por força de lei, não pode solicitar exames de rotina ou complementares e somente pode prescrever medicamentos previamente estabelecidos nos programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde. Resoluções do Cofen F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! MEDICAMENTOS Administração de Medicamentos na Enfermagem F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Cuidados Gerais no Preparo e Administração de Medicamentos F in d m o re P o w e rP o in t te m pla te s o n p re z e n tr .c o m ! TRÊS LEITURAS CERTAS DA MEDICAÇÃO • Confira o Rótulo da Medicação PRIMEIRA VEZ • antes de retirar o frasco ou ampola do armário ou carrinho de medicamentos SEGUNDA VEZ • antes de retirar ou aspirar o medicamento do frasco ou ampola TERCEIRA VEZ • antes de recolocar no armário ou desprezar o frasco ou ampola no recipiente Nunca confie! leia você mesmo! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CUIDADOS GERAIS NO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS • Todo medicamento deve ser prescrito por médico • Para administrar exige-se responsabilidade e conhecimentos de microbiologia, farmacologia e de cuidados de enfermagem • Deve ser administrado por auxiliares e técnicos de enfermagem, enfermeiros ou médicos • Atendentes de enfermagem são proibidos de aplicar medicamentos F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! OS 13 CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS SÃO: Prescrição correta • Nome completo do paciente; • Data de nascimento; • Número do atendimento; • Número da prescrição; • Data atualizada; F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Paciente certo • Conferir a pulseira de identificação do paciente, com nome completo e data de nascimento. Medicamento certo • Verificar atentamente qual o medicamento está prescrito e se o paciente não possui algum tipo de alergia ao composto. Validade certa • Observar a data de validade antes de administrar o medicamento. Forma / apresentação certa • Verificar se o medicamento está na sua forma de apresentação correta, como por exemplo, cloreto de sódio 0,9% ou cloreto de sódio 20%. 25 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Dose certa • Observar com atenção a dose prescrita, como por exemplo, paracetamol 750 mg 1 comprimido via oral de 8/8 horas. Compatibilidade certa • Verificar se a medicação administrada é compatível com outra que o paciente já recebe, pois existem algumas drogas que não podem ser administradas juntas. Orientação ao paciente • Comunicar o paciente quando você for medicá-lo, avisando qual é o medicamento e a via, pois é um direito do mesmo saber o que está recebendo. Via de administração certa • Observar atentamente qual a via de administração do medicamento conforme prescrição médica, pois alguns medicamentos possuem diversas vias de administração. 26 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Horário certo • Deve-se administrar o medicamento no horário correto, para que o tratamento seja mais eficaz. Tempo de administração certo • É de extrema importância que o medicamento seja infundido no tempo certo, pois existem alguns medicamentos que precisam de um tempo X para fazer o efeito esperado, como por exemplo, os antibióticos. Ação certa • Devemos observar se o paciente não irá apresentar uma reação adversa ao medicamento durante sua administração, para que seja atendido o mais rápido possível. Registro certo • É importante que seja registrado no prontuário do paciente o medicamento administrado, com a hora, a dose e a via e se o paciente apresentou alguma reação durante o tratamento. 27 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! TRÊS LEITURAS CERTAS DA MEDICAÇÃO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CUIDADOS NO PREPARO DA MEDICAÇÃO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CUIDADOS NO PREPARO DA MEDICAÇÃO • Lavar as mãos • Concentrar a atenção na medicação • Identificação: • Nome do paciente • Número do quarto e leito • Nome da medicação • Via de administração • Dose a ser administrada • Horário • Cuidado com letras ilegíveis • Cuidados com medicamentos sem rótulos F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS • Não administrar medicamentos preparados por outra pessoa; • Não permitir que familiares preparem medicamentos; • Antes de administrar, confira o leito e o nome do paciente; • Checar somente após aplicação ou ingestão do medicamento; • Caso não seja administrado o medicamento, rodelar o horário, justificar no relatório de enfermagem e comunicar a enfermeira da unidade • Anotar e notificar as anormalidades que o paciente apresentar; • Nunca ultrapassar a dose prescrita; • Em casos de emergência, medicação por ordem verbal, mas deve ser anotada no prontuário; • Em geral, a prescrição médica é válida por 24 horas. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! MEDICAMENTOS = ATENÇÃO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Preparar o medicamento em ambiente com boa iluminação; • Evitar distração e conversas paralelas durante o preparo das medicações, diminui o risco de erros; • Obter a prescrição médica (PM), realizar sua leitura e compreende-la, caso haja dúvida, esclarecê-la antes de iniciar o preparo da PM; SÓ PRA LEMBRAR F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! FARMACOVIGILÂNCIA • Erros de distribuição, • Erro de prescrição, • Erro de omissão, • Erro na administração não autorizado, • Erro de via, • Erro de dose, • Erro na técnica, • Erro na manipulação, • Erro no paciente. Segurança na terapia medicamentosa Qualidade do serviço prestado O erro de medicação está inserido em uma gama de erros, sejam elas: F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! EXEMPLOS DE ERROS E SITUAÇÃO FACILITADORA NO ACOMETIMENTO DE ERROS: • Medicação sem identificação, • Ausência de protocolos de preparo de todas as soluções injetáveis, • Não separar as medicações individualmente, • Não confirmar a ordem verbal antes de administrar o medicamento, • Não prepara medicação conforme protocolo pré- estabelecido, • Não identificar o medicamento corretamente, • Não prepara o medicamento com a prescrição ao lado, • Não chamar o paciente pelo nome, • Não explicar o procedimento ao paciente. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Administração de medicamentos: vias de administração oral F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Vias de administração - Fármacos Via Oral (V.O) – Sublingual (S.L.) - Enteral Via Retal (V.R.) - Enteral VIA Parenteral Direta Intravenosa (I.V. ou E.V.), Intra-arterial (I.A.), Intra-cardíaca, Intra-raquídea (I.R.), Intra-óssea, Intra-articular, Intrasinovial, Intradérmica (I.D.), Subcutânea (S.C), Intramuscular (I.M.), Via Tópica (V.T.): Parenteral Indireta (Cutânea, Vaginal, Ocular, Intra-nasal e Otológica) Via Respiratória – Parenteral Indireta Inalatória ou Pulmonar F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA ORAL • Absorção intestinal (primeira passagem – fígado) • Absorção sublingual Vantagens: • facilidade de administração • menos dispendiosa Contra-indicação: • náuseas e vômitos • Diarréias • Dificuldades para engolir F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! MEDIDAS CORRETAS – VIA ORAL • 1 colher de chá- 5 ml • 1 colher de sopa- 15 ml • 1 copo “de água”- 250 ml • Seringa sem agulha (via oral – crianças) • Interação com alimentos: • Grandes quantidades(Dose) • Alimentos (contra-indicados – Interações) • Ex: Tetraciclina X leite (Redução de efeito ou Inativação) • Drogas irritantes - administrar c/ alimentos ?? • Respeitar Intervalo de Dose / Horários / Tempo Cuidados Especiais: F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! NASOGÁSTRICA OU INTRAGÁSTRICA Nasogástrica Nasoduodenal Gastrostomia Jejunostomia F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA RETAL Vantagens Protege os fármacos suscetíveis da inativação gastrointestinal e hepática, pois somente 50% do fluxo venoso retal tem acesso à circulação porta. Desvantagens A absorção pode ser incompleta, especialmente em pacientes com motilidade intestinal aumentada. Pode irritar a mucosa. Indicações Estados de coma, inconsciência, náuseas e vômitos. Exemplos de fármacos Diazepam, metronidazol, e alguns antiinflamatórios e antieméticos. POMADA (ANAL) CICATRIZANTE: Qsp 30 g, Lidocaína 2%, Acetonido Fluocinolona 0,025%, Subgalato Bismuto 2%, Diltiazen Cloridrato 2% (Tratamento Hemorróidas) 1. Supositórios; 2. Irrigação ou Lavagem; 3. Clister ou Enema. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA RETAL F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA PARENTERAL “VIAS PRINCIPAIS” Intradérmica (I.D.), Subcutânea (S.C), Intramuscular (I.M.), Intravenosa ou Endovenosa (I.V. ou E.V.), Ortras Vias Parenterais: -Intra-arterial (I.A.) Ex:tratamento de carcinomas, drogas vasodilatadoras e drogas trombolíticas (tratamento de embolia). - Intracardíaca (adrenalina) -Intr-araquídea (via subaracnóidea – Intratecal). -Intraperitoneal -Intra-óssea, -Intra-articular, -Intrasinovial. O termo parental provém do grego “para” (ao lado) e “enteros” (tubo digestivo), significando a administração de medicamentos “ao lado do tubo digestivo”ou sem utilizar o trato gastrointestinal. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! PARENTERAL USO DE SERINGA Corpo Bico Êmbolo bisel haste calibre Comprimentos e calibres (Agulha - 30 x 7) 30 = 30 comprimento (mm) 7 = 0,7 largura (mm) F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA PARENTERAL: USO DE AGULHAS F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA PARENTERAL F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA PARENTERAL: TÉCNICAS PADRONIZADAS DE PREPARO F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! APRESENTAÇÃO DA SOLUÇÃO INJETÁVEL • Ampola • Frasco Diluente: SF 0,9% ou água destilada. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CATETER ENDOVENOSO/ INTRAVENOSO • Cateter intravenoso periférico de curta duração: escalpes (agulhas curtas de aço com asas tipo borboleta feitas de material plástico que têm a finalidade de facilitar o manuseio), indicadas para infusões de curta duração. Até 24 horas. • Cateter intravenoso periférico de média duração: cateteres plásticos curtos são indicados para punções periféricas (jelco/abocath). Até 72 a 96 horas. • Cateter intravenoso profundo de longa duração F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Dispositivos de infusão • Equipo de soro • Microgotas • Macrogotas • Extensor • Multivias • Torneirinhas • Bureta Cuidados • Datar o dispositivo • Trocar conforme validade • 24 h p/ parenteral • 72 h p/ parenteral contínua • 12 h p/ solução lipídica • Dieta parenteral até o término • Integridade • Manter fechado • Desinfecção com álcool 70% antes de abrir o sistema venoso. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA ENDOVENOSA/ INTRAVENOSA (EV/ IV) • Forma de infusão • Contínua: grandes volumes e/ou doses precisas • Intermitente: pequenos volumes em intervalos regulares. Acesso salinizado • Bolus: dose concentrada de um medicamento diretamente no sistema circulatório. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA PARENTERAL F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Via parenteral: via injetável • Os medicamentos administrados por via injetável têm a vantagem de fornecer uma via mais rápida; quando a VO é contraindicada, favorecendo, assim a absorção mais rápida. • Para realizarmos esse procedimento, é necessário entender sobre a seringa e sua graduação e o calibre das agulhas disponíveis. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Tipos de agulha: • 13 x 4,5 = utilizadas para as vias intradérmica e subcutânea; • 25 x 7 ou 25 x 8 = utilizadas para as vias subcutâneas, intramuscular e endovenosa; • 30 x 7 ou 30 x 8 = utilizadas para as vias intramuscular e endovenosa; • 40 x 10 ou 40 x 12 = utilizadas para aspiração das medicações, durante o preparo. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! 56 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! 57 AGULHAS • Constituída por três partes: base, haste e bisel. • Material: aço inoxidável • É descartável. • Comprimento variável: 40 x 12 (40mm) • Diâmetro: é medido em calibre. • Biosegurança: • Descarte em coletor de pérfuro-cortante. • Não desconectar da seringa para descartar. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Jelco 16: Adolescentes e Adultos, cirurgias importantes, sempre que se deve infundir grandes quantidades de líquidos. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa. • Jelco 18: Crianças mais velhas, adolescentes e adultos. Administrar sangue, hemoderivados e outras infusões viscosas. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa. • Jelco 20: Crianças, adolescentes e adultos. Adequado para a maioria das infusões venosas de sangue e outras infusões venosas (hemoderivados). F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Jelco 22: Bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a maioria das infusões. É mais fácil de inserir em veias pequenas e frágeis, deve ser mantida uma velocidade de infusão menor. Inserção difícil, no caso de pele resistente. • Jelcos 24 e 26: RN's, bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a maioria das infusões, mas a velocidade de infusão deve ser menor. É ideal para veias muito estreitas, por exemplo, pequenas veias digitais ou veias internas do antebraço em idosos. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! SCALPS 61 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! •Esses dispositivos são numerados em números ímpares do 19 (agulha maior e mais calibrosa) ao 25 (agulha menor e menos calibrosa). F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Tipos de seringa: • 1ml = utilizadas para as vias intradérmica e subcutânea; • 3ml = utilizadas para as vias subcutânea e intramuscular; • 5ml = utilizadas para as vias intramuscular e endovenosa(no caso de medicações que não são diluídas); • 10ml = utilizadas para a via endovenosa; • 20ml = utilizadas para a via endovenosa; F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! 65 F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INTRADÉRMICA (ID) F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INTRADÉRMICA (ID) • Mais lenta; • Solução introduzida na derme, onde o suprimento sangüíneo está reduzido e a absorção do medicamento ocorre lentamente. • Via preferencial para a realização de testes de sensibilidade e reações de hipersensibilidade, como: • Prova de Mantoux ou PPD (derivado protéico purificado) —teste com finalidade de identificar o indivíduo infectado com o bacilo da tuberculose; • Aplicação de vacina contra a tuberculose — BCG ( Bacilo de Calmett e Guerin; Mitsuda para Hanseniase). • Quantidade aconselhável, no máximo de 0,5 ml e o ideal de 0,1 ml, do tipo cristalina e isotônica. • Ângulo de 15º com bisel para cima. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Intradérmica (ID) Locais de aplicação • Pouca pigmentação. • Poucos pêlos. • Pouca vascularização. • Fácil acesso. • Região que concentra as características é a face ventral do antebraço; • Região escapular das costas pode ser utilizada se preenchidos os requisitos acima citados. • Região do deltóide direito foi intemacionalmente padronizada como área de aplicação do BCG — ID. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Intradérmica Aplicação F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! PARENTERAL - VIA SUBCUTÂNEA • A medicação é introduzida na tela subcutânea (tecido subcutâneo ou hipoderme). • Absorção lenta, através dos capilares, de forma contínua e segura • usada para administração de vacinas (anti-rábica e anti-sarampo), anticoagulantes (heparina) e hipoglicemiantes (insulina). OBS: Volume não deve exceder: 3 mililitros. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Local de aplicação – teoricamente - toda tela subcutânea • Locais recomendados: menor inervação local, acesso facilitado, exemplo: • parede abdominal • faces ântero-lateral da coxa • face externa do braço • Angulação da agulha • 90º - Agulha calibre 13x4.5 • Deve ser revezado o local da aplicação VIA SUBCUTÂNEA - PARTICULARIDADES Complicação: fenômeno de Arthus: formação de nódulos devido injeções repetidas em um mesmo local. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! 73 • Lavar as mãos. • Preparar a medicação seguindo a técnica. • Escolher o local de aplicação e colocar o cliente em posição adequada. • Proceder a anti-sepsia no local. • Fazer uma prega na pele com o polegar e indicador da mão esquerda e introduzir a agulha no ângulo escolhido previamente. • Introduzir a agulha: • 90º com a agulha curta • 45º em magros • Soltar a pele. • Aspirar para certificar-se de que não atingiu algum vaso sangüíneo. • Injetar lentamente a solução. • Retirar a agulha fazendo leve compressão com o algodão seco sobre o local. • Não massagear. • Providenciar a limpeza e a ordem do material. • Lavar as mãos. • Checar a medicação prescrita.. TÉCNICA DE APLICAÇÃO SUBCUTÂNEA F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INTRAMUSCULAR (IM) A administração IM, deposita o medicamento no tecido muscular. Ricamente vascularizado. A musculatura deve dispor do seguinte conjunto de características: ser desenvolvido, de fácil acesso e não conter grandes vasos e nervos em nível superficial. O músculo deve estar relaxado para injetar o medicamento. Músculo utilizados: Deltóide Vasto lateral Glúteo máximo Gluteo médio F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Intramuscular (IM) Ângulo de inserção: 90 graus (45 para FALC) A posição do paciente depende do local de aplicação. Aceita medicamentos não aplicáveis por via endovenosa, como as soluções oleosas. Volume ideal 3ml, podendo atingir até 5 ml. Crianças, idosos e pessoas excessivamente magras, até 2 ml. Crianças pequenas e lactentes administrar até 1ml. Seringa: 3 ou 5 ou 10ml (de acordo com o volume a ser injetado). Bisel lateralizado. Agulha: 25 x 6 (crianças) 25x7, 25x8, 30x7 e 30x8. A quantidade de tecido adiposo pode interferir no acesso ao músculo, sendo necessário o uso de agulhas mais compridas. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CONSIDERAÇÕES • A área que receberá a aplicação deverá estar livre de infecções, necroses, machucados ou alergias dérmicas. • Introduza a agulha rapidamente. • Injete a solução vagarosamente. • Faça rodízio de locais de aplicações, evitando áreas doloridas. • Não aplique com agulhas com pontas rombas. • Após a aplicação, faça pressão leve e constante no local de penetração da agulha. LOCAIS DE APLICAÇÃO IM • Região Deltoidiana - Músculo Deltoíde, 2 a 4 cm abaixo do processo acromial. • Região Ventro-glútea - Músculo Glúteo Médio. • Região Dorso-glúteo - Músculo Glúteo Máximo (Quadrante Superior Externo). • Região da Face Ântero-lateral da Coxa – Músculo vasto lateral. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! TÉCNICA DE APLICAÇÃO INTRAMUSCULAR • Lavar as mãos. • Preparar a medicação seguindo a técnica. • Escolher o local de aplicação e colocar o cliente em posição adequada. • Proceder a anti-sepsia no local. • Localizar o músculo e segurar firmemente a musculatura com o polegar e indicador da mão esquerda e introduzir a agulha no ângulo escolhido com o bisel lateralizado. • Introduzir a agulha: • 90º Deltóide, dorsoglúteo e ventroglúteo • 45º vasto lateral da coxa. • Soltar o músculo. • Aspirar para certificar-se de que não atingiu algum vaso sangüíneo. • Injetar lentamente a solução. • Retirar a agulha fazendo leve compressão com o algodão seco sobre o local. • Não massagear. • Providenciar a limpeza e a ordem do material. • Lavar as mãos. • Checar a medicação prescrita. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA INTRAMUSCULAR F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA INTRAMUSCULAR • Agulha ângulo de 90º F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INTRAMUSCULAR (IM) (POTTER e PERRY, 2005, p. 938) F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA INTRAMUSCULAR • Regiões para aplicação: Dorso glútea Vasto lateral coxa Deltóide Hochstetter F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INDICAÇÃO Região face ântero-lateral da coxa • Volume máximo no adulto de 4 ml. • Prematuros e neonatos volume de 0,5 ml e lactentes 1,0 ml. • Crianças a partir de 3 anos com volume de 1,5 ml, de 6 a 12 anos1,5 ml e adolescente de 2,0 a 2,5ml. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! INTRAMUSCULAR (IM) Região face ântero-lateral da coxa • Retângulo delimitado pela linha média anterior e linha média lateral da coxa, de 12 a 15 cm abaixo do grande trocânter do fêmur e de 9 a 12 cm acima do joelho, numa faixa de 7 a 10 cm de largura. • Agulha curta: criança 25 x 6, adulto 25 x 7 ou 25 x 8. • Angulação oblíqua de 45º. • Decúbito sentado: com a flexão do joelho, há o relaxamento do músculo. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! CONTRA-INDICAÇÕES (REGIÃO DELTOIDE) – crianças de 0 a 10 anos, pequeno desenvolvimento muscular (caquéticos e idosos) – volumes superiores a 3 mililitros – substâncias irritantes ou injeções consecutivas – pacientes com AVC e parestesias ou paresias dos braços – pacientes submetidos a mastectomia ou esvaziamento ganglionar F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! TÉCNICA PARA APLICAÇÃO: • Lavar as mãos antes e após o procedimento; • Explicar ao cliente o que será realizado. Orientando-o a manter uma posição que auxilie o relaxamento do músculo onde será feita a injeção, evitando o extravasamento e minimizando a dor; • Deixar o cliente em posição confortável, escolher o local para aplicação; • Calçar as luvas de procedimento; • Fazer antissepsia do local com algodão embebido em álcool a 70%; F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Com a mão não dominante, segure firmemente o músculo para aplicação da injeção; • Introduzir a agulha no músculo escolhido, sempre com o bisel lateralizado, num ângulo de 90°; • Após introdução da agulha, realizar aspiração certificando-se de que não houve punção de vaso sanguíneo. Caso tenha ocorrido, deve ser interrompida a aplicação, desprezado o medicamento, novamente preparado e aplicado; • Injete lentamente o medicamento após aspiração local; • Retirar a agulha em movimento único; F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Realizar leve massagem no local da aplicação (é contra indicado para medicamentos de ação prolongada, como os anticoncepcionais injetáveis); • Descartar o material utilizado em local apropriado; • Lavar as mãos. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Intramuscular (IM) Complicações locais • Fibrose • Lesão de nervo • Abscessos • Necrose tecidual • Contração muscular • Gangrena http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3b/Cutaneous_abscess_MRSA_staphylococcus_aureus_7826_lores.jpg F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Complicações F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Complicações F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Parenteral - Via Endovenosa • Introdução de medicação diretamente na veia (CUIDADO). • Aplicação: • membros superiores • evitar articulações • melhor local: face anterior do antebraço ―esquerdo‖ • Indicações • necessidade de ação imediata do medicamento • necessidade de injetar grandes volumes - hidratação • introdução de substâncias irritantes de tecidos F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Preparo de soluções injetáveis • Lavar as mãos e organizar o material em uma bancada limpa e seca. • Local de preparo: beira do leito x bancada • Realizar desinfecção da bandeja com álcool a 70%, em sentido único. • A medicação deverá ser preparada com a prescrição ao seu lado. • Uso de luva? • Uso de máscara? ? ? http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.equipamentoseguranca.com.br/imagens/produtos/240/mascara.gif&imgrefurl=http://www.equipamentoseguranca.com.br/index.asp?secao=34&h=323&w=400&sz=61&hl=pt-BR&start=2&usg=__EqzTvo1BjJ5q61lVaIiHgY9G0sk=&tbnid=fEazGz5g_KUMmM:&tbnh=100&tbnw=124&prev=/images?q=m%C3%A1scara+cir%C3%BArgica&gbv=2&hl=pt-BR&sa=G F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Tipos de medicamentos injetados na veia – soluções solúveis no sangue (apirogênico) • líquidos hiper, iso ou hipotônicos – sais orgânicos – eletrólitos –Medicamentos – Vitaminas – não oleosos – não deve conter cristais visíveis F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • região cefálica - utilizada em recém-natos • região cervical - veias jugulares • via subclávia - muito utilizada em UTI • para injeção de medicamentos • para infusão de alimentação parenteral • para acesso venoso central • para monitorização - PVC, Swan-Ganz • dificuldade de acesso venoso • em UTI - para acesso venoso central VEIAS UTILIZADAS (I.V.) F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Veias utilizadas para medicação endovenosa... • membros superiores • veias cefálica, basílica • para manutenção de via venosa contínua • veia intermediária do cotovelo • para coletas de sangue • para injeções únicas de medicamentos • dorso da mão • veias metacarpianas dorsais • para injeções únicas • manutenção de via venosa contínua (evitar) Via Endovenosa F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Via Endovenosa - CATERER VENOSO PERIFÉRICO - CATERER VENOSO CENTRAL - PICC São indicados para terapias intravenosas de média duração, que consiste na punção de uma veia periférica, introdução da cânula do cateter e infusão de medicamentos. Devem ser substituídos conforme protocolo de cada instituição, como por exemplo, a cada 72 horas de permanência. Modelos: 14 G, 16 G, 18 G, 20 G, 22 G e 24 G (Calibres do canhão em Cores) - maior a numeração, menor o calibre. Norma Regulamentadora nº 32, (TEM) que preconiza o uso obrigatório de dispositivos de segurança em todo perfurocortante. Ser retrátil ou de proteção automática do bisel da agulha. Importância para o intensivista Trata-se de um cateter especial para infusão intravenosa, colocado em uma das veias perto da dobra do cotovelo ou na parte superior do braço, na maior veia do corpo, veia cava. Peripherally Inserted Central Venous Catheter F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Via Endovenosa (EV) • É a administração de medicamento diretamente na corrente sanguínea através de uma veia. • A administração pode variar desde uma única dose até uma infusão contínua. • Como o medicamento ou a solução é absorvido imediatamente, a reposta do cliente também é imediata. • A biodisponibilidade instatânea transforma a via EV na primeira opção para ministrar medicamentos durante uma emergência. • Como a absorção pela corrente sanguínea é completa, grandes doses de substâncias podem ser fornecidas em fluxo contínuo. Enfatizando F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • Indicam-se diluições em seringas de 10 e 20ml, ou seja, com 10 ou 20ml de água destilada. • Para medicamentos com altas concentrações, indica-se diluições em frascos de soluções salinas(Soro Fisiológico 0.9%) ou glicosadas (Soro Glicosado 5%). F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Via Endovenosa F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! • A veia basílica mediana costuma ser a melhor opção, pois a cefálica é mais propensa à formação de hematomas. • Já no dorso da mão, o arco venoso dorsal é o mais recomendado por ser mais calibroso, porém a veia dorsal do metacarpo também poderá ser puncionada. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Técnica para punção venosa: • O scalp deve ser trocado a cada 48 horas ou quando houver necessidade (p.ex.; flebite); • O gelco deve ser trocado a cada 72 horas ou quando houver necessidade. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Técnica de punção endovenosa • Lavar as mãos, • Preparar a medicação a conforme técnica, • Colocar a luva de procedimento, • Posicionar o paciente em decúbito dorsal ou sentado com o membro superior apoiado em superfície plana, • Escolher o membro, • Garrotear (abrir e fechar as mãos), • Fazer anti-sepsia, • Puncionar a veia a 45º com o bisel para cima, • Soltar o garrote, • Administrar o medicamento lentamente, • Retirar a agulha • Promover hemostasia (compressão) com gaze seca, • Curativo oclusivo. Não dobrar o braço. • Registrar (checar) a medicação administrada. NÃO REENCAPAR A AGULHA. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Complicações da infusão endovenosa periférica • Dor devido rompimento da pele • Infecções • Flebite • Tromboflebite • Infiltrações • Hematomas/ equimoses • Fenômenos alérgicos • Má absorção das drogas/ Interação medicamentosa/ Incompatibilidade F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Equimose F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Extravasamento / necrose F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Infiltração F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Instilação ocular • Indicações: -Efeito local • Cuidados: -Evitar administrar na córnea; - Evitar contato direto no globo ocular; -Pressão leve no ducto lacrimal (1-2 min); - Fechar os olhor (1-2 min) melhor absorção. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA TÓPICA - OTOLÓGICA O tratamento local das patologias do ouvido baseia-se na utilização de medicamentos líquidos, as gotas óticas, que devem ser aplicadas mediante a utilização de um conta-gotas, no canal auditivo externo. Embora possa ser o próprio paciente a proceder à sua aplicação, a sua administração deve ser realizada por outra pessoa, a qual poderá manejar melhor o conta-gotas, de modo a evitar que entre em contato direto com o ouvido e comprovar com maior fiabilidade a penetração do produto pelo canal auditivo. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Via otológica As estruturas internas são muito sensíveis às temperaturas extremas. Crianças e lactente: pavilhão para baixo e para trás. Adulto: pavilha para cima e para frente. Utilizar solução estéril devido alto risco de infecção do ouvido médio. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Instilação no ouvido • Indicações: • Cuidados: • -Posicionamento da • cabeça; • - Manter a posição por • 2-3 min. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA INTRA-NASAL O tratamento local das patologias do nariz ou das vias respiratórias relacionadas com as fossas nasais, como os seios perinasais, baseia-se na utilização de medicamentos líquidos, que devem ser administrados sob a forma de gotas nasais, ou através de um nebulizador ou spray, para tratar infecções e para alívio da congestão nasal. OBSERVAÇÃO: instilação de gotas frias no nariz pode desencadear espirros. APLICAÇÃO: sentar-se com as costas direitas, inclinar a cabeça para trás, introduzir a ponta do nebulizador no orifício nasal e apertar o nebulizador ou acionar o aplicador até administrar a dose prescrita, enquanto fecha o outro orifício nasal e inspira através do orifício que acaba de nebulizar. F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! VIA RESPIRATÓRIA INALATÓRIA OU PULMONAR Exemplo: fossas nasais até os brônquios: pequenas partículas líquidas ou sólidas, geradas por nebulização ou aerossóis) Nebulização e Vaporização – Utiliza-se aparelho Nebulizador (ultrassônico) para ministrar medicamentos. Inspirar pelo nariz e expirar através da boca. (Ex: Solução fisiológica, Atrovent, Berotec). Aplicações na Garganta: Abrir bem a boca e apertar o spray, procurando atingir toda a parede da garganta , fechar a boca e procurar não engolir a saliva durante 1 a 2 min. E só beber água ou outro líquido após 30 min. Ex: Salbutamol http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.adive.com.br/wp-content/uploads/2008/03/img15.jpg&imgrefurl=http://www.adive.com.br/?page_id=12&h=300&w=300&sz=8&hl=pt-BR&start=5&usg=__GYdoRcEZI-y3uNhklpF_ZOlYFqM=&tbnid=FRnpHxvhAE7mqM:&tbnh=116&tbnw=116&prev=/images?q=micronebulizador&gbv=2&hl=pt-BR&sa=G F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Referências Básicas - DE LUCIA R, OLIVEIRA-FILHO R.M, PLANETA C.S, GALLACI M, AVELLAR M.C.W. Farmacologia Integrada - 3a. ed. Revinter (RJ), 2017. - KATZUNG B.G: Farmacologia Básica e Clínica - 10a Ed. McGraw-Hill, Rio de Janeiro, 2007. -MINNEMAN,K.P.; WECKER, L.; LARNER, J.; BRODY, T.M. (edit) Brody- Farmacologia Humana, 3ªed. Elsevier, 2006. -RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.N.; MOORE, P.K. Farmacologia, 6ªed. Elsevier (2017). - BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. Goodman&Gilman’s As Bases Farmacológicas da Terapêutica, 11ª ed. Mac Graw Hill, 2006. - SILVA, P. Farmacologia, 7ª ed. Guanabara Koogan, 2016. -GOODMAN & GILMAN: As Bases Farmacológicas da Terapêutica, 11° Edição, ed. McGrawHill (NY), 2017 . F in d m o re P o w e rP o in t te m p la te s o n p re z e n tr .c o m ! Outras Referências Bibliográficas POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. cap.34. Referência complementar CARVALHO, V.T.; CASSIANI, SHB; CHIERICATO, C. Erros mais comuns e fatores de risco na administração de medicamentos em unidades básicas de saúde. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 7, n. 5, p. 67-75, dezembro 1999. FIGUEIREDO, N. M. A. (organizadora). Administração de medicamentos: revisando uma prática de enfermagem. São Paulo: Yendis, 2006. FAKIH, F. T. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichamann & Affonso Ed., 2000. MOZACHI, N.; SOUZA, V. H. S.; MARTINS, N.; NISHIMURAi, S. E. F.; AMÉRICO, K. C. Administração de medicamentos. In: SOUZA, V. H. S. e MOZACHI, N. O hospital: manual do ambiente hospitalar. 8 ed. Manual Real: Curitiba, 2007. cap.5.