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MAPAS MENTAISMAPAS MENTAIS
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Anatomia HumanaAnatomia Humana
MAPAS MENTAISMAPAS MENTAIS
Olá, tudo bem? Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @cafeina.nutri. O nosso
material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos. Esperamos que você
goste e que se sinta bem ao estudar.
 
 Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de reprodução,
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conforme o art. 184 do Código Penal. 
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conforme o artigo 184 do Código Penal com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa de até 10x o
valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 da Lei nº 9.610).
Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar através dos
estudos e que jamais faria uma coisa dessa não é? A equipe agradece a compreensão e deseja a você
um ótimo estudo.
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SUMÁRIOSUMÁRIO
1. Conceito e características gerais............................................................................................................ 06
2. Anatomia do Sistema Urinário..................................................................................................................08
2.1 Fisiologia Renal..........................................................................................................................................12
2.3 Controle Hormonal Renal........................................................................................................................13
2.4 Distúrbios Sistema Urinário.....................................................................................................................15
3. Anatomia Sistema Tegumentar.................................................................................................................16
3.1 Embriologia do Sistema Tegumentar......................................................................................................17
3.2 Camadas da Pele.......................................................................................................................................18
3.3 Proteínas da Derme...................................................................................................................................21
3.4 Anexos da Pele...........................................................................................................................................22
3.5 Disfunções Sistema Tegumentar.............................................................................................................24
4. Anatomia Sistema Respiratório..................................................................................................................25
5. Anatomia Sistema Reprodutor...................................................................................................................30
5.1 Gametogênese...........................................................................................................................................32
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SUMÁRIOSUMÁRIO
5.2 Anatomia Feminina................................................................................................................................. 33
5.3 Ciclo Menstrual.........................................................................................................................................35
5.4 Anatomia Masculina.................................................................................................................................36
5.5 Ciclo da Testosterona...............................................................................................................................38
6. Anatomia do Sistema Nervoso..................................................................................................................39
6.1 Neurônios...................................................................................................................................................41
6.2 Impulso Nervoso.......................................................................................................................................43
6.3 Sinapse Nervosa........................................................................................................................................44
6.4 Neurotransmissores..................................................................................................................................45
6.5 Células da Glia............................................................................................................................................46
6.6 Sistema Nervoso Central...........................................................................................................................47
6.7 Sistema Nervoso Periférico.......................................................................................................................52
7. Anatomia Sistema Muscular.......................................................................................................................53
7.1 Tipos de Músculo.......................................................................................................................................54
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SUMÁRIOSUMÁRIO
7.2 Contração Muscular................................................................................................................................. 56
8. Anatomia Sistema Esquelético...................................................................................................................57
8.1 Articulações................................................................................................................................................61
9. Anatomia e Fisiologia Endócrina................................................................................................................62
9.1 Hormônios..................................................................................................................................................64
9.2 Glândulas....................................................................................................................................................65
10. Fisiologia Digestória...................................................................................................................................69
10.1 Anatomia Digestória................................................................................................................................70
11. Anatomia do Sistema Cardiovascular......................................................................................................74
11.1 Fisiologia Cardiovascular.........................................................................................................................76
11.2 Vasos Sanguíneos.....................................................................................................................................78
12. Anatomia Sistema Articular........................................................................................................................80
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Anatomia
A Anatomiaé o ramo da biologia em
que se estuda, macro e
microscopicamente, a estrutura,
constituição e o desenvolvimento dos
seres vivos, desde os sistemas até os
órgãos. Já a Fisiologia, é o ramo da
biologia que estuda as múltiplas
funções mecânicas, físicas e
bioquímicas nos seres vivos, ou seja, o
funcionamento do organismo.
INTRODUÇÃO ÀINTRODUÇÃO À
As variações anatômicas são as diferenças
morfológicas de acordo com alguns fatores,
que se apresentam externamente ou em
qualquer sistema do organismo, sem causar
prejuízo funcional ao indivíduo. 
Ectomorfo = corpos mais magros e esguios, ombros
estreitos e membros compridos. Possuem metabolismo
rápido, perdem peso facilmente e apresentam
dificuldade para ganhar peso.
Mesomorfo = corpo magro e musculoso mesmo sem
praticar atividades físicas com frequência. Tronco
mais desenvolvido, metabolismo rápido e facilidade
de ganhar massa muscular.
Endomorfo = apresentam baixa estatura, corpo mais
arredondado e largo. Possuem metabolismo lento,
maior acúmulo de gordura, dificuldade para perder
peso e facilidade para ganhar massa muscular.
Superior / Cranial = próximo ao crânio.
Inferior / Caudal = próximo aos pés.
Anterior/Ventral = estruturas próximas a frente do
corpo.
Posterior / Dorsal = estruturas mais próxima ao
dorso (costas).
Medial = estruturas mais próximas do plano mediano
(linha que divide o corpo ao meio).
Lateral = estruturas mais distantes do plano mediano.
Proximal = estrutura mais próxima da origem do
membro ou ao tronco.
Distal = estrutura distante da origem do membro ou
do tronco.
Plano Sagital Mediano = plano vertical,
separando o corpo em duas metades iguais,
direito e esquerdo.
Plano Frontal = planos verticais que atravessam
o corpo, dividindo-o em parte anterior e
posterior.
Plano Transverso = plano horizontal que divide
o corpo em parte superior e inferior.
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Anatomia
Eixo Látero-Lateral = atravessa o corpo de um
lado ao outro, além de atravessar de forma
perpendicular o plano sagital medial. Ao redor
desse eixo ocorrem os movimentos de flexão e
extensão.
Eixo Ântero-Posterior = atravessa o corpo de
frente para trás, além de atravessar de forma
perpendicular o plano frontal. Ao redor desse
eixo ocorrem os movimentos de abdução e
adução.
Eixo Longitudinal = atravessa o corpo de cima
para baixo, além de atravessar de forma
perpendicular o plano transverso. Ao redor desse
eixo ocorre o movimento de rotação.
INTRODUÇÃO ÀINTRODUÇÃO À
Abdução = é o movimento que faz com que o
membro se afaste do plano sagital mediano.
Adução = movimento que faz com que o
membro se aproxime do plano sagital mediano.
Flexão = é o movimento que diminui o ângulo
de uma articulação, aproximando os ossos.
Extensão = movimento que aumenta o ângulo
de uma articulação, afastando os ossos.
Rotação Medial = rotações que ocorrem em
direção ao plano mediano.
Rotação Lateral = rotações que ocorrem se
afastando do plano mediano.
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Diafragma
Glândula Adrenal
Rim
Artéria Renal
Aorta
Abdominal
Ureter
Uretra
Anatomia
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Órgão localizado na região lombar acima
da cintura. Possui duas regiões
importantes, o córtex e a medula. Suas
unidades funcionais desempenham os
processos de filtração do sangue e
reabsorção do filtrado.
Tubos musculares que ligam os rins à
bexiga possibilitando a passagem de urina
para ser armazenada. Sua principal função
é realizar o transporte da urina até a
bexiga urinária.
É um órgão muscular onde é armazenada a
urina após ser transportada pelos
ureteres. Funciona como um reservatório e
pode sofrer dilatação dependendo do
volume de urina armazenada.
É a região por onde a urina finalmente é
eliminada para o meio externo do corpo.Veia Renal
Bexiga Urinária
CONCEITOCONCEITO
O aparelho urinário é formado por
algumas estruturas as quais permitem
a formação, armazenamento e
eliminação de urina. São elas: Dois
rins, dois ureteres, bexiga urinária e
uretra. Contudo, a função urinária é
desempenhada em sua maior parte
pelos rins.
Os ureteres, a bexiga e a uretra
são revestidos por um tecido de
transição, seguido de uma camada
de tecido conjuntivo (lâmina
própria). As camadas mais
externas são formadas por tecido
muscular e tecido adiposo.
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Córtex Renal
Coluna
Renal
Cálice
maior
Medula
Renal
Cápsula
Pirâmide Renal
Cálice
menor
Artéria renal
Veia renal
Pelve
renal
Ureter
Hilo renal
Estrutura Renal
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Membrana que envolve todo o rim,
servindo de proteção e definindo os seus
limites.
Região mais externa e periférica,
localizada logo a após a capsula renal.
Região mais interna, localizada logo após
o córtex renal, onde encontra-se ductos
coletores de urina. É formada por
pirâmides renais, que são intercaladas por
colunas renais.
Região próxima ao ápice da pirâmide
renal, para onde migram os ductos
coletores para a saída da urina.
Espaço formado pela união de dois
cálices menores.
Espaço formado pela união dos cálices
maiores, que conduzirá a urina produzida
para o ureter.
É uma fenda que está localizada na região
de entrada das artérias renais e saída da
veia renal e dos ureteres.
Região cuja função é delimitar a veia
renal, a artéria renal e os ureteres.
Cada rim recebe suprimento de
sangue vindo do coração através
da aorta abdominal. Logo, o
sangue chega aos rins por duas
importantes artérias, a artéria
renal esquerda e a artéria renal
direita.
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Néfron
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Estrutura que encontra-se na região
cortical, mais distante do corpúsculo renal.
Estrutura que encontra-se logo após o
tubo contorcido proximal no córtex renal,
entretanto ele se projeta em direção a
medula renal, para que a urina produzida
seja lançada no cálice menor.
Estrutura formada pela cápsula de
Bowman, que envolve uma rede de vasos
capilares chamada glomérulo.
Estrutura que leva o sangue para ser
filtrado no glomérulo.
Irrigam a alça de Henle, na região medular
do néfron.
Após a entrada de sangue nos rins
pelas artérias renais, esse
suprimento chega ao néfron pela
artéria arqueada, que dá origem a
artéria interlobular, que por sua
vez dá seguimento a arteríola
aferente, responsável por levar o
sangue até o corpúsculo renal.
Estrutura que encontra-se próxima ao
corpúsculo renal, se projeta para a região
medular e se conecta à alça de Henle.
Estrutura em formato de ''U'', presente na
medula renal, com parte da alça se
projetando em direção ao córtex renal.
Capilares que irrigam o tubo proximal na
região cortical do néfron.
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Néfron
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
O sangue chega ao glomérulo com
uma pressão relativamente alta, o
que favorece a passagem do sangue
filtrado para o lúmen da cápsula de
Bowman, estrutura que recobre o
glomérulo. Com a passagem do
ultrafiltrado para o lúmen da
cápsula, esse composto segue então
para o tubo contorcido proximal.
Néfron cortical: Néfron que está localizado
na região cortical do rim. Tem como
característica tubos contorcidos proximais e
distais bastante irrigados por capilares
peritubulares. Entretanto possui uma alça de
Henle relativamente curta e pouco irrigada.
Néfron justamedular: Néfron que está
localizado na região medular do rim. Tem
como característica tubos contorcidos
proximais e distais pouco irrigados em
comparação com os do néfron cortical.
Entretanto, possui uma alça de Henle longa e
bastante irrigada porvasos retos.
NÉFRON 
CORTICAL
NÉFRON 
JUSTAGLO-
MERULAR
PODÓCITOS: Células localizadas nas paredes
externas dos capilares glomerulares. Possuem
função de fornecer resistência aos capilares (esses
correm o risco de rompimento a depender do fluxo
de sangue), também relacionados à capacidade de
filtração dos capilares glomerulares.
MÁCULA DENSA: Células sensoriais que estão
localizadas no tubo contorcido distal, próximo às
arteríolas,secretam substâncias que alteram o
diâmetro da arteríola aferente. Logo, são capazes
de controlar o fluxo de sangue no glomérulo.
PEDICÉLIO: Tornam os capilares glomerulares mais
permeáveis. Os espaços entre pedicélio é chamado
fenda de filtração. A fenda de filtração e os poros
do endotélio vascular é o que permite que haja a
filtração do sangue e produção do ultrafiltrado.
Ao chegar no corpúsculo
renal, a arteríola aferente
forma um conjunto de
capilares glomerulares, que
pode ser definido como o
glomérulo.
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Reabsorção
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Essa é a primeira parte do néfron
por onde o filtrado passará depois
da barreira de filtração.
Cerca de 67% do volume do filtrado
é reabsorvido nessa região. Além
de: 
70% dos íons Ca+2; 
60% a 85% dos íons HCO3-; 
67% de água, NaCl e íons K+;
 100% da glicose e aminoácidos.
A reabsorção dessas substâncias
acontece primeiramente no lúmen
do tubo contorcido proximal,
através de microvilosidades
presentes na membrana apical das
células.
O conteúdo que foi reabsorvido na
membrana apical das células é
então excretado pela membrana
basolateral para o interstício, onde
será absorvido pelos capilares
peritubulares, voltando então para
o ciclo.
TUBO CONTORCIDO PROXIMAL
ALÇA DE HENLE
Ramo fino
Ramo 
espesso
Ramo fino (descendente): As
células, com pouco citoplasma, mas
com grande quantidade de
aquaporinas, formam uma fina
camada permeável onde será
reabsorvida 15% da água presente
no filtrado para os capilares vasos
retos. Íons são pouco absorvidos
nesse seguimento.
Ramo espesso (ascendente): As
células são maiores e com maior
quantidade de citoplasma e
mitocôndrias. As proteínas
bombeadoras de Na+ e K+ estão
presentes, permitindo grande
reabsorção de sódio para os
capilares vasos retos. 25% dos íons
Na+, Cl-, Ca2+, K+ e HCO3- são
reabsorvidos nesse segmento. A
membrana dessas células possuem
junções fechadas, tornando-as
impermeáveis à água.
TUBO CONTORCIDO DISTAL
Cerca de 10% do volume do
filtrado é reabsorvido nessa
parte.As células ainda são rígidas
e muito impermeáveis à água, mas
reabsorvem aproximadamente 3%
do NaCl presente no filtrado.
DUCTO COLETOR
Ocorre reabsorção controlada de
água e podem ser secretados e
absorvidos íons K+, H+ e HCO3-. É
importante lembrar que o ducto
coletor começa na região cortical
do rim, mas se projeta em direção
à medula renal.
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Controle Hormonal
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Aldosterona;
Fator natriurético;
Hormônio anti-
diurético;
HORMÔNIOS
Glândula adrenal é responsável por
produzir e secretar hormônios
corticoesteróides (aldosterona);
É um hormônio produzido no córtex
da glândula adrenal. É transportado
livremente pelo plasma sanguíneo e
quando chega ás células do tubo
contorcido distal,tem a importante
função de aumentar a reabsorção de
sódio através do aumento da
expressão de proteínas
bombeadoras.
Por ser um hormônio de origem
lipídica, a aldosterona atravessa
facilmente as bicamadas lipídicas das
células do tubo contorcido distal e se
liga a um receptor citoplasmático.
A aldosterona age no centro neural
da sede, localizado no hipotálamo,
essa ação gera sensação de sede.
É um hormônio produzido nos átrios
cardíacos em condições dependentes de
aumento do volume de sangue.
Possui efeito inverso à aldosterona, pois sua
ação no hipotálamo inibe a secreção de
ADH, resultando na secreção de água e
Na+, e nos rins aumenta a taxa de filtração
glomerular e diminui a produção de renina.
Também é conhecido como
vasopressina ou ADH.
É um hormônio de origem proteica,
produzido pelo hipotálamo e
secretado pela neuro-hipófise. Ele
atua no final do tubo distal e no
ducto coletor, aumentando a
permeabilidade e promovendo
intensa reabsorção de água quando
está presente. Portanto, a
reabsorção nessas regiões é variável
e dependente da atuação desse
hormônio.
Na presença de ADH: Grande
reabsorção de água e produção de
urina bastante concentrada.
Sem a presença de ADH: Reabsorção
apenas de íons e produção de grande
volume de urina pouco concentrada.
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Esquema Controle Hormonal
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Aldosterona;
Fator natriurético;
Hormônio anti-
diurético;
HORMÔNIOS
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Distúrbios
SISTEMA URINÁRIOSISTEMA URINÁRIO
Ocorre quando o volume de sangue no rim é
muito baixo, devido à desidratação ou
pressão baixa.
É a perda lenta e gradual das funções de
filtração de resíduos dos rins. Por isso, o que o
rim não consegue filtrar, acumula-se por meses
ou anos.
AGUDA
É a perda repentina da função renal. Pode ser
caracterizada pelo baixo volume de sangue no
rim e pela ausência de urina. É ainda
classificada em 3 tipos:
Pré-renal: Alteração que ocorre antes do
processo de filtração nos rins. Ex: Baixo
volume de sangue, baixa pressão arterial,
choque hemorrágico, traumático ou infeccioso;
Renal: Lesão que atinge diretamente os rins.
Ex: Substâncias químicas, medicamentos,
inflamações e necrose de células do rim;
Pós-renal: Ocorre por motivos de obstrução de
alguma via urinária, como pelve renal, ureter,
bexiga ou uretra. Impedindo assim, a
eliminação da urina.
CRÔNICA
Insuficiência renal 
aguda
Rim normal Insuficiência renal 
crônica
É um procedimento realizado no 
 dialisador e consiste na filtração do
sangue do paciente a fim de
substituir a função renal. O sangue
sai do corpo e entra máquina,
passando por membranas filtrantes,
onde ficará retido o excesso de
água, toxinas e outras substâncias.
Também conhecido como nefrolitíase ou
pedra nos rins, o cálculo renal trata-se de
sólidos formados por minerais, como sais
de cálcio e sais ácidos que acumulam-se
durante a concentração de urina, e ao se
juntar, eles formam ''pedras''.
É um distúrbio causado pela obstrução dos
ureteres, canais que ligam os rins à bexiga
urinária. Essa obstrução pode favorecer
um inchaço dos rins pelo acúmulo de líquido
ou urina. Entre as causas estão: Cálculo
renal, Aumento da próstata, infecções.
A infecção do trato urinário (ITU) é
causada principalmente pela bactéria
Escherichia coli, mas na minoria dos casos
também pode ser causada por
Staphylococcus saprophyticus, algumas
espécies de Proteus e de Klebsiella e
Enterococcus faecalis. Pode ser: uretrite
9uretra), cistite (bexiga), pielonefrite
(rins).
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Anatomia
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
Revestimento do corpo, delimitando o meio
externo e interno.
Regulação Térmica, resfriando ou
aquecendo o corpo, por meio de mecanismo
como transpiração, arrepios, etc.
Função Imunológica, sendo a barreira que
impede a entrada de microrganismos em
uma pele íntegra, além de possuir células
do sistema imune.
Proteção contra radiação solar a partir da
produção dos melanócitos.
Síntese de Vitamina D pela exposição ao
sol, que auxilia no aumento da absorção de
cálcio pelos ossos.
Função sensorial como: tato, pressão, calor
e dor, através de terminações nervosas.
Hidroregulação evitando a desidratação de
água, sais minerais e líquidosorgânicos no
corpo.
Proteção Física e Mecânica contra atritos e
choques.
Epiderme - camada de tecido epitelial;
Derme - camada de tecido conjuntivo;
Hipoderme - não é mais considerada uma
camada da pele, pois apenas dá suporte para
as duas camadas superiores a ela (derme e
epiderme). É um tecido subcutâneo adiposo.
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Tegumentar é relacionado
ao estudo do tegumento humano, ou
seja, a pele e seus anexos. Esse
sistema cobre a superfície do corpo,
protegendo-o das influências
ambientais danosas, além de ser um
importante fator para a observação
médica em exames físicos por ser um
órgão de fácil acesso.
Pelos;
Unhas;
Glândulas Sebáceas;
Glândulas Sudoríparas;
Os anexos da pele são:
EPIDERME
DERME
HIPODERME
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Embriologia
A derme é derivada do mesoderma , que
se transforma em mesoderma pré-
somítico. O mesoderma pré-somítico se
segmenta, dando origem aos somitos
(blocos condensados de células), que
sofrem apoptose e se abrem. Sendo assim,
formam dermátomos que darão origem à
derme.
A epiderme começa a se proliferar em
direção à derme, formando o broto capilar,
com invaginações denominadas papilas
pilosas. Dentro das papilas haverá células
mesodérmicas, vasos sanguíneos e
terminações nervosas.
As células presentes na papila irão mudar
sua conformação, adquirindo uma forma
pavimentosa, além de acumular queratina
em seu interior, dando origem a haste do
pelo. Essa haste irá crescer até formar o
pelo propriamente dito.
São formadas a partir do brotamento da
parede do folículo piloso, que cresce e
originam a glândula. Essa estrutura possui
um canal que secreta o sebo.
A epiderme é derivada do folheto
ectoderma, que se transforma em camada
germinativa. Essa camada secreta de início a
membrana basal (para ligar a derme à
epiderme), e após 30 dias forma uma camada
de células achatadas (periderme).
As células da periderme produzem queratina,
que morrem e descamam, sendo as células
mortas constituintes do chamado verniz
caseoso, que irá recobrir a pele do feto com
o intuito de protegê-la.
Ao final do 4° mês, a pele do feto já se
encontra em sua forma definitiva.
Na 3a semana de gestação, ocorre
o processo de gastrulação
(diferenciação dos 3 folhetos
embrionários) em ectoderma,
mesoderma e endoderma. As
camadas da pele são formadas a
partir dos dois primeiros, sendo
elas: Epiderme e Derme
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
A partir da epiderme irá derivar um broto
que cresce em direção à derme. A medida
que crescem, as células do interior se
degeneram, formando o canal de eliminação
do suor , e sua base se enovela dando
origem à porção secretora - local onde o
suor é produzida.
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Epiderme
Possui células justapostas - juntas
umas das outras.
É avascularizado - nutrido pelo
tecido conjuntivo.
Possui alta capacidade mitótica
(sempre se renova).
Os queratinócitos são células produtoras de
queratina, que é uma proteína fibrosa,
promovendo a característica de proteção
da epiderme. Estão em abundância no
tecido epitelial (80%) e é responsável pela
renovação (descamação) da pele.
Os melanócitos são células que produzem
um pigmento denominado melanina,
responsáveis por proteger a pele contra
radiações UV, além de promover a
pigmentação.
Células de Langerhans: São células que
auxiliam na defesa imunológica da
epiderme, por reconhecer microrganismos
invasores e os destroem pela fagocitose.
Células de Merkel:Estão localizadas na
camada mais profunda da epiderme,
fazendo contato com um terminal de um
neurônio sensitivo vindo da derme, o que
permite a sensibilidade cutânea
Estratificado = possui mais
de uma camada de células.
Pavimentoso = as células
vão obtendo formatos
achatados quanto mais
próximas da superfície.
Queratinizado = possui uma
grande quantidade de
queratinócitos - produzem
queratina.
A epiderme é a camada mais
superficial da pele, formada por
tecido epitelial do tipo
estratificado, pavimentoso e
queratinizado, que representa a
camada contínua estendida por
toda a superfície do corpo humano.
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
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Camadas da Epiderme
É formada por uma única fileira de
queratinócitos, sendo a base de todas
as outras camadas da epiderme.
Também é conhecida como estrato
germinativo pela sua função mitótica
(forma novas células) e possui formato
cúbico/colunar.
Além dos queratinócitos, é possível
encontrar os melanócitos e as células
de Merkel, que entram em contato
com as terminações nervosas da
derme com o intuito de realizar
nutrição e a função sensitiva.
A epiderme apresenta 5
camadas nas regiões das
palmas das mãos e plantas
dos pés e 4 camadas nas
demais regiões do corpo. 
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
É composta por 5 a 10 camadas de
queratinócitos, representando a camada
mais espessa da epiderme. São células
poliédricas e pavimentosas, onde os
queratinócitos possuem aparência de
células com espinhos em sua superfície.
As células de Langerhans se apresentam
com mais abundância nesta camada.
É formada por cerca de 5 fileiras de
queratinócitos achatadas e nucleadas,
além de possuir alguns grânulos dessas
células em seu citoplasma.
É considerada uma camada adicional,
sendo evidente em maior quantidade em
locais onde a pele é mais espessa
(palmo-plantares, cotovelos e joelho). É
composta por queratinócitos achatados
e mortos, onde as células se encontram
anucleadas.
É a última camada da epiderme,
possuindo cerca de 30 fileiras de
queratinócitos totalmente planos, mortos
(anucleados) e com o processo de
queratinização completo.
A capa córnea superficial desidrata,
descama e desempenha funções de
barreira protetora mecânica,
prevenindo a passagem de água e
substâncias solúveis do meio ambiente
para o interior do corpo.
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Derme
A derme é a camada mais profunda
da pele, sendo também considerada a
intermediária de sustentação da pele.
É formada de tecido conjuntivo
propriamente dito, pelo qual a
epiderme se fixa à derme, possuindo
grande quantidade de fibras elásticas
e colágenas. Possui: fibroblastos,
macrófagos e adipócitos.
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
As fibras acabam formando uma malha
entrelaçada, o que promove ao tecido
grande resistência elástica, fazendo com que
a derme tenha a capacidade de retrair e se
esticar. Essa estrutura pode ser divida em
derme papilar e reticular.
Camada mais superficial e estreita,
constituída por papilas de tecido conjuntivo
frouxo rico em fibras elásticas e colágenas,
atuando na fixação da derme com a
epiderme.
Cada uma das papilas contém uma rede de
capilares formando o plexo subpapilar,
importante para o suprimento de oxigênio e
nutrientes para as células da epiderme.
É a camada que constitui a maior parte da
derme, formada por tecido conjuntivo denso
não modelado. É rica em fibras colágenas e
elásticas mais espessas, promovendo
características de resistência e elasticidade.
Possui plexo vascular cutâneo, realizando a
nutrição das células da própria derme e
regulação da temperatura corporal, ajustando
a quantidade de sangue que vai para a pele.
Corpúsculo de Meissner = sensação de
tato;
Corpúsculo de Ruffini = sensação de
distensão;
Corpúsculo de Pacini = sensação de
vibração;
Terminações nervosas livres = sensação
mecânica, térmica e de dor;
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Proteínas da Derme
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Fibras de Oxitalano: presentes em
disposição perpendicularna derme
papilar, consideradas jovens;
Fibras de Elaunina: se fixam a um plexo
horizontal de fibras na derme reticular,
denominadas maduras;
Fibras Elásticas mais Maduras: são mais
espessas e encontradas na derme
reticular profunda;
A elastina é uma proteína presente na pele
que faz parte do sistema elástico da derme. É
produzida pelos fibroblastos, e sua função é a
elasticidade e a resistência ao desgaste
cutâneo. O sistema elástico é formado por 3
tipos de fibras:
TIPO I: O mais abundante entre os tipos de
colágeno, é encontrado nos tendões, na
cartilagem fibrosa, no tecido conjuntivo
frouxo comum e no tecido conjuntivo denso.
Forma fibrilas longas espessas que
organizadas promovem grande resistência.
TIPO II: É produzido pelos condrócitos e
aparece na cartilagem hialina e na elástica.
Possui menor diâmetro que o primeiro.
TIPO III: Também em formato fibrilar, é o
segundo mais abundante sendo encontrado
na pele, útero, vasos arteriais e intestinos.
TIPO IV: É formado por moléculas que não se
associam em fibras, mas se prendem umas às
outras por meio de suas extremidades,
formando assim uma rede.
O colágeno é uma glicoproteína formada pelos
aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina,
formando três cadeias polipeptídicas. É a
principal e mais abundante proteína que compõe
o tecido conjuntivo, fazendo parte de uma
família com mais de vinte tipos de colágenos.
Seus principais são:
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Anexos da Pele
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Os anexos da pele são
estruturas que auxiliam nas
funções do sistema
tegumentar, como a
proteção e regulação da
pele.
Os pelos são estruturas presentes em
praticamente em toda a superfície da pele,
com exceção das palmas das mãos, plantas
dos pés, superfícies palmares e plantares dos
dedos e lábios.
Estão inseridos nos folículos pilosos, que são
uma haste rodeada de revestimento
epitelial, contínuo com a epiderme, a
glândula sebácea e o músculo eretor do pelo.
Os pelos auxiliam na regulação da
temperatura corporal por meio do arrepio,
além da percepção ao toque leve, já que
existem receptores de sensibilidade
associadas aos folículos pilosos.
COMPOSIÇÃO
Raiz = região do pelo encontrada dentro
da pele.
Haste = região do pelo encontrada fora
da pele.
Folículo Piloso = invaginação das células
da epiderme.
Bulbo = região dilatada que possui células
germinativas mitóticas, promovendo o
crescimento do pelo.
Papila Dérmica = estrutura vascularizada
responsáveis por nutrir as células da
matriz do pelo.
Músculo Eretor = músculo responsável por
realizar a ereção do pelo.
As glândulas sebáceas geralmente estão
associadas aos folículos pilosos, e são
responsáveis pela secreção do sebo, uma
substância oleosa composta por
triglicerídeos, colesterol, proteínas e sais.
Essa estrutura recobre os pelos, com o intuito
de evitar que esses se tornem frágeis e
quebradiços, além de evitar a evaporação
excessiva de água. Também auxilia a manter
a pele macia e flexível.
As glândulas sudoríparas são responsáveis
pela produção de suor, substância composta
por sais minerais, água, ácido úrico e cloreto
de sódio. Tem como função auxiliar na
termorregulação, além de eliminar toxinas.
Existem dois tipos de glândulas sudoríparas,
são elas:
MERÓCRINA
Estão espalhadas em quase toda a superfície
do corpo e sua porção secretora se localiza na
derme. Seu ducto atravessa a camada
dérmica e se desemborca em um poro na
superfície da pele.
APÓCRINA
Seu ducto excretor está localizado na derme,
mas se desemborca em um folículo piloso. Por
isso, a composição do suor dessa glândula terá
mais lipídeos e proteínas.
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Hipoderme
A hipoderme, ou panículo adiposo, é
uma camada profunda, localizada
abaixo da derme e acima da aponeurose
muscular, constituída por um
agrupamento de células adiposas que
armazenam gordura e estão separadas
por finos septos conjuntivos (tecido
conjuntivo frouxo), onde se encontram
os vasos e os nervos.e volume de urina
pouco concentrada.
SISTEMA TEGUMENTARSISTEMA TEGUMENTAR
Reserva de energia;
Absorção de impactos;
Processos metabólicos;
Isolamento térmico
 Possui funções como:
A unidade anatomofuncional existente na
interface entre a derme e a hipoderme
denomina-se junção dermo- hipodérmica.
As células adiposas, os adipócitos, são
originadas a partir das células embrionárias
mesenquimais que produzirão as células
lipoblastos. Os lipoblastos são fibroblastos
diferenciados que têm a finalidade de
acumular gordura no citoplasma e, quando
maduros, enchem-se de gordura para
constituir os adipócitos.
UNILOCULAR
Nesse tecido, as gotículas de gordura vão se
reunir formando uma única gotícula grande.
Está presente na camada subcutânea
corporal, mais comum em adultos, e sua
distribuição depende do biotipo do indivíduo.
Sua principal função é de reserva energética
,isolamento térmico, sustentação dos órgãos
internos e proteção contra pressões externas,
servindo como amortecedor contra os
impactos. Sua coloração amarelada é
decorrente do acúmulo dos carotenoides. 
MULTILOCULAR
Apresentam diversas gotículas de gordura em
seu interior, sendo mais comuns em recém
nascidos e animais que realizam a hibernação.
Isso ocorre por conta da sua função de
manter o calor corporal em razão do grande
número de mitocôndrias no interior do
adipócito.
A cor amarronzada é devido a grande
quantidade de vascularização e proteína
(citocromos).
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Disfunções
Melasma é uma hiperpigmentação
da pele, decorrente da deposição
aumentada de melanina, resulta
na formação de manchas escuras,
com limites bem demarcados.
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MELASMA
VITILIGO
As lesões formam-se devido
à diminuição ou ausência de
melanócitos em certas áreas
do corpo, gerando manchas
brancas nos locais afetados.
ALBINISMO
É um distúrbio genético que se
caracteriza pela ausência total
ou parcial da produção de
melanina desde o nascimento.
INTRÍNSECO
O envelhecimento intrínseco ocorre por fatores
genéticos e hereditários que o indivíduo não
consegue controlar. Trata-se da modificação
estrutural e funcional das células, em razão da
passagem do tempo, também chamado de
envelhecimento cronológico.
Ocorre também a degeneração e a diminuição da
síntese das fibras colágenas, elásticas e
reticulares, promovendo assim espessamento das
fibras colágenas existentes, perda da
elasticidade das fibras elásticas remanescentes
e diminuição das defesas antioxidantes e
imunológicas da pele.
EXTRÍNSECO
A pele é constantemente exposta a radiações
ultravioleta, radiações ionizantes, ozônio e
poluentes ambientais que podem,
deleteriamente, aumentar o estresse
oxidativo, levando a um processo
degenerativo mais precoce. O envelhecimento
extrínseco ocorre principalmente pela
exposição contínua e excessiva à radiação
solar, sendo denominado fotoenvelhecimento.
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Anatomia
SISTEMA RESPIRATÓRIOSISTEMA RESPIRATÓRIO
Realizar as trocas gasosas
Auxiliar no controle do pH sanguíneo
Filtrar e aquecer o ar inspirado
Responsável pela sensação do olfato
Responsável pela emissão de sons (voz)
ZONA DE CONDUÇÃO: Também chamadas
de vias aéreas, esses órgãos conduzem o ar
do meio externo do corpo até a zona
respiratória. Fazem parte dessa zona:
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Respiratório compreende
um conjunto de órgãos que permite o
transporte do oxigênio (O ) para o
sangue, a fim de ser distribuído para
as células. Além disso, ocorrerá o
processo de retirada do dióxido de
carbono (CO ) do sangue para o meio
exterior, por ser considerado dejetos
do metabolismo celular.A respiração pode ser
conceituada como a troca
de gases entre a atmosfera,
o sangue e as células. Esse
mecanismo pode ser
dividido em 3 processos.
VENTILAÇÃO PULMONAR: é o processo mecânico
que move o ar para o interior dos pulmões
(inspiração) ou dos pulmões para o meio exterior
(expiração).
RESPIRAÇÃO PULMONAR: é a troca de gases entre
o pulmão e os capilares sanguíneos, onde o sangue
recebe oxigênio e libera dióxido de carbono -
sangue passa a ficar oxigenado.
RESPIRAÇÃO TECIDUAL: consiste na troca de gases
entre o sangue e as células dos tecidos do corpo. O
sangue libera oxigênio para as células e recolhe o
dióxido de carbono derivado do metabolismo celular.
ZONA RESPIRATÓRIA: é a região onde
ocorrem as trocas gasosas. Fazem parte
dessa zona:
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Anatomia
SISTEMA RESPIRATÓRIOSISTEMA RESPIRATÓRIO
Vias Aéreas Superiores = órgãos que
estão localizados acima do tórax.
Vias Aéreas Inferiores = órgãos que
estão localizados dentro do tórax.
Aquece o ar
Umidifica o ar
Filtra o ar
No nariz interno, o ar passa pelas conchas
nasais, também conhecidas por cornetos,
uma estrutura bastante vascularizada que
faz com que o ar que passe seja aquecido.
São divididas em 3 tipos, sendo separadas
por depressões denominadas meatos nasais.
Conduz o ar até a
laringe ou o alimento
até o esôfago. Além
disso, amplifica os sons
da fala.
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Anatomia
SISTEMA RESPIRATÓRIOSISTEMA RESPIRATÓRIO
FUNÇÕES: Passagem para o ar; Produção
do som; Impede a entrada de alimentos;
Respiração (epiglote);
É uma estrutura triangular constituída
principalmente de cartilagens, músculos e
ligamentos, como: Cartilagem tireoide;
Epiglote; Cartilagem cricoide;
A traqueia é um tubo cilíndrico formado por
músculo liso, que se inicia a partir da
cartilagem cricoide da laringe, penetra no
tórax e termina se bifurcando em dois
brônquios. Sua função é garantir a passagem
de ar para que ele atinja os pulmões.
Os brônquios são órgãos do sistema
respiratório que se originam da traqueia
e penetram os pulmões. Após entrarem
nos pulmões, ramificam-se, formando a
chamada árvore brônquica.
Os bronquíolos são estruturas tubulares
minúsculas com menos de 1 mm de
diâmetro, a partir dele surgem outras
ramificações, os ductos alveolares, os
quais terminam nos alvéolos pulmonares.
FUNÇÃO: Transportar o ar até os
alvéolos pulmonares, onde ocorre a
hematose, ou seja, o processo de trocas
gasosas.
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Anatomia
SISTEMA RESPIRATÓRIOSISTEMA RESPIRATÓRIO
Responsável por realizar a troca gasosa
a partir de seus componentes internos, na
qual o ar inspirado permite que o sangue
receba O2 e elimine CO2.
O tecido pulmonar funcional é
basicamente composto por duas células
diferentes: o pneumócito tipo 1 e o
pneumócito tipo 2. Os primeiros são
responsáveis pela estruturação e troca
gasosa, compondo mais de 90% da área
alveolar. Já o segundo tipo tem a função
de produzir surfactante.
O surfactante pulmonar é um líquido que
reduz de forma significativa a tensão
superficial dentro do alvéolo pulmonar,
prevenindo o colapso durante a
expiração.
Após a formação dos bronquíolos terminais,
essas estruturas fazem conexão com os ductos
alveolares, que se ligam as estruturas do saco
alveolar contendo alvéolos.
Os alvéolos são bolsas de ar, formado por finos
epitélios que fazem contato com capilares
sanguíneos, permitindo as trocas gasosas.
Responsáveis pelas trocas gasosas entre o
meio ambiente e o organismo (hematose).
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Anatomia
SISTEMA RESPIRATÓRIOSISTEMA RESPIRATÓRIO
O hilo pulmonar é um orifício
localizado na porção mediastinal dos
pulmões, por onde vasos sanguíneos,
linfáticos, nervos e brônquios entram
e saem dos pulmões.
A pleura é uma dupla membrana cerosa que
envolve os pulmões, protegendo-os e sendo
um importante mecanismo para a mecânica
pulmonar. Pode ser dividida em:
Pleura Parietal = membrana mais externa,
que fica aderida a cavidade torácica e ao
diafragma;
Pleura Visceral = membrana mais
interna,aderida à parede dos pulmões
Entre as duas pleuras, existe a cavidade
pleural. Esse espaço contém um líquido
denominado líquido pleural, que auxilia na
diminuição do atrito entre as duas
membranas, devido a constante
movimentação dos pulmões.
O diafragma é um músculo estriado
esquelético que separa a cavidade
abdominal da torácica e é o principal
responsável pela respiração.
Quando ocorre a contração do
diafragma, ele se movimenta para
baixo, tracionando os pulmões junto
com as pleuras, o que aumenta o
volume dos pulmões. Dessa forma, a
pressão alveolar se torna menor do
que a pressão atmosférica, o que faz
com que o ar seja sugado para o
interior do corpo (inspiração).
No processo de relaxamento do
diafragma, há a retração elástica dos
pulmões e da caixa torácica,
comprimindo o volume pulmonar. Esse
processo resulta no aumento da
pressão alveolar em relação a
pressão atmosférica, onde o ar é
empurrado para fora do corpo
(expiração).
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Anatomia
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
Produção de óvulos a partir dos ovários;
Produção de estrógeno e progesterona;
Nutrição e acomodação do feto;
Regulação do ciclo menstrual;
Permite a implantação do embrião;
A pelve é a porção mais inferior do tronco,
formada pela junção de 3 ossos do quadril e
uma vértebra atípica (sacro) que resultam
em um tipo de "anel". Esses ossos se
articulam anteriormente à sínfise púbica, e
posteriormente ao sacro pelas articulações
sacroilíacas.
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Reprodutor compreende
ao conjunto de órgãos responsáveis
pela reprodução humana, a partir das
relações sexuais. Se diferem de
acordo com o sexo do indivíduo e
possuem grande influência do Sistema
Endócrino, pois os processos
hormonais são fundamentais para o
desenvolvimento dos órgãos sexuais.
A respiração pode ser
conceituada como a troca
de gases entre a atmosfera,
o sangue e as células. Esse
mecanismo pode ser
dividido em 3 processos.
A cavidade pélvica é o local em que se
abriga a bexiga, porção final dos
ureteres, órgãos genitais, reto, vasos e
nervos. Atua como suporte e proteção
aos órgãos intrapélvicos.
Seus movimentos ampliam os do quadril e
da coluna vertebral, auxiliando no
alinhamento postural. Além disso, suas
contrações isométricas possuem controle
esfincteriano anal, uretral e vaginal. 
FEMININO
MASCULINO
Produção e transporte de espermatozoides;
Produção de testosterona;
Produção do líquido seminal (esperma);
Introdução dos gametas na genital feminina;
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Anatomia
O períneo é a parte da pelve que contém a
genitália externa e o ânus. É inferior ao
diafragma pélvico. Em relação à anatomia
de superfície, a área perineal é a região
entre as coxas, estendendo-se desde a
sínfise púbica anteriormente até os sulcos
interglúteos posteriormente.
Uma linha imaginária conectando as
tuberosidades isquiáticas divide o períneo
em um trígono urogenital (TUG)
anteriormente, e um trígono anal
posteriormente.
O assoalho pélvico é um conjunto de
músculos, ligamentos e fáscia endopélvica
que fazem a sustentação dos órgãos
pélvicos como bexiga, órgãos genitais,
terminais dos ureteres e reto. Situa-se na
pelve menor, separando a cavidade
pélvica do períneo.
O assoalho pélvico é formado pelo
diafragma pélvico, que possui um formato
de funil. O diafragma pélvico é composto
porum par de músculos e suas fáscias: o
músculo levantador do ânus (3) e o
músculo isquiococcígeo.
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Gametogênese
Após esse processo, o
espermatócito II irá realizar
a meiose II (semelhante a
mitose equacional). Dessa
forma, a célula irá dar
origem a duas haplóides
(espermátide).
A gametogênese compreende a
formação dos gametas
masculinos (espermatogênese
espermatozoides) e femininos
(ovulogênese - óvulos), a partir
de células germinativas que
sofrem processos de divisão..
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
Os gametas masculinos são produzidos nos
testículos, que apresentam estruturas
denominadas túbulos seminíferos, contendo
células germinativas.
As células germinativas entram em processo
de mitose até formarem a espermatogônia
no início da puberdade.
A meiose I é um evento reducional,
diminuindo o número de cromossomos ao
meio. Dessa forma, o espermatócito I (2n),
irá gerar duas células haploides (n),
denominada espermatócito II.
A espermátide irá ser
lançada no túbulo seminífero,
dando origem ao
espermatozoide. Esse se
desloca para o epidídimo,
onde terminará sua
maturação.
Os gametas femininos são produzidos no
ovários, estruturas que também contém células
germinativas que iniciam o processo de
proliferação mitótica - divisões equacionais.
As células germinativas entram em processo de
mitose até formarem a ovogônia (2n).
A ovogônia entra em processo de intérfase,
aumentando o seu tamanho e dividindo o
material genético em duas porções, porém sem
alterar o número de cromossomos. Essa célula
agora é denominada ovócito I, sendo que todo
esse processo ocorre ainda em fase fetal.
No momento da puberdade,
ocorre a ovulação e a
menstruação,dando
continuidade ao processo
de meiose I.
Como a mulher só libera um
gameta por vez, o ovócito II
é uma célula grande, com
vasto conteúdo
citoplasmático.
O ovócito II irá se
desprender do ovário,
migrando para as tubas
uterinas. Caso o ovócito II
seja fecundado pelo
espermatozoide, continua
seu desenvolvimento se
dividindo por meiose II em 1
óvulo e 1 glóbulo polar.
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Anatomia Feminina
Monte do Púbis = é uma
eminência arredondada,
formada por tecido adiposo,
coberta por pelos e situada
sobre a sínfise púbica e ao
osso púbis adjacente.
Lábios Maiores = são pregas
cutâneas que se estendem
do monte do púbis ao ânus,
preenchido por tecido
subcutâneo de músculo liso e
uma extremidade do
ligamento redondo do útero.
O aparelho genital feminino
é formado por órgãos
internos e externos, que
juntos compõem o Sistema
Reprodutor Feminino.
Lábios Menores = são pregas cutâneas
desprovidas de tecido adiposo e situadas na
rima do pudendo, que circundam o vestíbulo
da vagina.
Clitóris = é uma estrutura erétil envolta
pelas extremidades dos lábios menores,
contendo com uma raiz, corpo e glande. Seu
corpo é composto por dois corpos
cavernosos, compostos de tecido erétil e
coberto pelo prepúcio. Serve como órgão de
excitação sexual, já que o seu epitélio tem
alta sensibilidade ao toque.
Vestíbulos = é o espaço circundado pelos lábios
menores onde se encontra a abertura da
vagina, externo da uretra e abertura das
glândulas vestibulares.
Bulbo Vestibular = se encontram em cada lado
da abertura da vagina, sendo massas longas,
eréteis com cerca de 3 cm de comprimento.
São homólogos ao bulbo do pênis.
Glândulas Vestibulares Maiores = são duas
massas ovais situadas em cada lado do
vestíbulo da vagina. Quando se abrem,
secretam muco claro e lubrificante durante a
relação sexual.
Glândulas Vestibulares Menores = são
pequenas glândulas que se abrem entre o óstio
da uretra e da vagina. Também secretam muco
para o vestíbulo, com o intuito de lubrificar os
lábios do pudendo.
Vagina = é um tubo fibromuscular, que se
estende da abertura da vagina (externo) até o
útero (interno). É o órgão da cópula que recebe
o sêmen, servindo também como canal para
saída do sangue durante a menstruação e
outras secreções, além da passagem do bebê
durante o parto.
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Anatomia FemininaÚtero: É um órgão musculoso, oco, comparedes espessas que aloja o embrião, onde
se desenvolverá até o nascimento. São
formadas por 4 partes: fundo, corpo, istmo e
colo do útero.
Corpo = maior porção, se comunicando com
as tubas uterinas.
Fundo = estrutura em forma de cúpula,
localizada superiormente ao corpo.
Istmo do Útero = porção estreita que faz a
transição do corpo com o colo do útero.
Colo do Útero = se localiza abaixo do istmo,
realizando a transição entre a vagina e o
útero. A porção da endocérvice se encontra
mais internamente, enquanto a ectocérvice
mais externamente.
Ovário: São gônadas femininas bilaterais,
produtoras de gametas femininos (óvulos),
liberando-os para a fertilização. Além disso,
produzem os hormônios que controlam o
desenvolvimento sexual secundário, atuando
sobre o útero, agindo como glândulas
endócrinas, secretando diversos hormônios
necessários para a fertilidade, menstruação e
maturação sexual. Liberam principalmente
estrógeno e progesterona.
Vagina: É um órgão que estende-se do útero ao
pudendo (vulva). Sua extremidade superior
está ligada ao colo do útero, possuindo
estruturas que formam o fórnix vaginal
(anterior, posterior e lateral). O orifício vaginal
se abre para o vestíbulo vaginal logo atrás do
orifício uretral.
As tubas uterinas são órgãos musculares que se
estendem dos cornos uterinos até os ovários.
São a passagem dos espermatozoides para os
ovários para a fecundação, e tem como função
o transporte dos óvulos. Divididas em 4 porções:
Istmo = é a parte mais estreita, em contato com
o corpo uterino.
Ampola = parte mais longa, sendo o local mais
comum de fertilização.
Infundíbulo = porção distal da tuba uterina;
Fimbrias = são projeções do infundíbulo, que se
estendem sobre a superfície medial dos ovários.
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
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Ciclo Menstrual
O ciclo menstrual compreende
interações hormonais, que
dura aproximadamente 28
dias. Nesse processo, ocorre a
perda da camada interna do
útero, ou seja, a descamação
do endométrio, ocasionando a
menstruação.
O processo se inicia no hipotálamo, que libera de
forma pulsátil o hormônio liberador de
gonadotrofina (GnRH), com o intuito de estimular
a hipófise a produzir as gonadotrofinas
(bloqueados até a puberdade). Na hipófise, a
adenohipófise secreta o hormônio folículo-
estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH) 
 que irão pela corrente sanguínea para os
ovários.
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTORFASE FOLICULAR (PRIMEIRA)
Com o decaimento dos hormônios, a hipófise
libera o FSH, que tem como objetivo estimular
o desenvolvimento folicular (1° fase do ciclo).
O aumento da produção de estrogênio inibe o
FSH, que leva a atresia dos demais folículos,
exceto pelo folículo dominante.
O folículo dominante cresce mais agora
denominado folículo pré-ovulatório. Logo
após, se dá o início da fase LH dependente.
Os folículos primordias se desenvolvem em
folículos primários após a puberdade. Esse
processo ocorre de forma independente da ação
das gonadotrofinas.
Se a mulher não engravidar, o corpo lúteo vai se
degenerar, ou seja, os hormônios secretados não
serão mais liberados (estrogênio, progesterona e
inibina A). A queda desses 3 hormônios gera a
formação do corpo albicans pela degeneração do
corpo lúteo, causando a menstruação, ou seja, o
início de um novo ciclo com o estimulo da hipófise
para a liberação das gonadotrofinas.
FASE PROLIFERATIVA
Primeira fase do Ciclo Endometrial:O
hormônio principal é o estrogênio, tendo como
função a proliferação do endométrio.
Segunda fase do Ciclo Endometrial: Ocorre
durante o período fértil, e tem como principal
hormônio a progesterona, que organiza o
endométrio por meio de nutrientes como forma
de preparar o útero para receber o feto.
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Anatomia Masculina
O aparelho genital
masculino é formado
por órgãos internos e
externos, que juntos
compõem o Sistema
Reprodutor Masculino.
Pênis = o pênis é o órgão sexual
masculino, possui formato cilíndrico,
com tamanho variável. Através do
pênis que o esperma e a urina são
eliminados pelo canal da uretra.
Corpo do Pênis = maior porção do
pênis, correspondente ao
prolongamento do órgão.
Prepúcio = é a pele retrátil que
encobre a glande. Sua função é
produzir a lubrificação natural do
pênis e proteger a glande, que é
extremamente sensível.
Glande = É um alargamento que
constitui a porção final do pênis,
revestida por uma mucosa lisa, além
de possuir na sua extremidade a
abertura do meato urinário (uretra).
Saco Escrotal = é uma bolsa feita de
músculo e pele onde estão contidos os
testículos, epidídimo e a primeira
parte dos ductos deferentes, órgãos
indispensáveis na fertilidade.
CIRCUNCISÃO
Postectomia é o procedimento de remoção
cirúrgica do prepúcio, pele que recobre a
cabeça do pênis. É indicada para homens
em geral que tenham fimose patológica,
causada pelo crescimento excessivo da
pele. Sua realização auxilia na diminuição
da chance de contágio contra doenças
sexualmente transmissíveis e infecções,
além de melhorar a higiene local.
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
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Anatomia Masculina
O aparelho genital
masculino é formado
por órgãos internos e
externos, que juntos
compõem o Sistema
Reprodutor Masculino.
Testículos: São duas gônadas sexuais
masculinas, que estão situadas na bolsa
escrotal. Em sua estrutura, encontra-se
os tubos seminíferos. É no testículo que
ocorre a produção dos espermatozoides
(espermatogênese). Além disso, é
responsável pela produção de hormônios,
principalmente a testosterona.
Epidídimo: São canais alongados,
localizados na superfície posterior de
cada testículo. É constituído por uma
série de ductos, e sua principal função é
o armazenamento e maturação dos
espermatozoides.
Ducto deferente: é a continuação do
sistema de ductos do epidídimo. Tem
como função levar os espermatozoides
do epidídimo para próstata, onde se
mistura com o sêmen originário das
vesículas seminais, movendo-se pela
próstata até a uretra durante a
ejaculação.
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
Glândulas Seminais: São estruturas
alongadas, responsáveis por secretar um
líquido alcalino espesso e um agente
coagulante que se mistura aos
espermatozoides (líquido seminal) no seu
trajeto para o ducto ejaculatório e a
uretra. O líquido seminal também ajuda a
neutralizar a acidez da vagina durante a
relação sexual.
Próstata: É a maior glândula acessória do
sistema genital masculino. Esta divide-se
em lobos direito e esquerdo, separados
anteriormente pelo istmo. Produz o líquido
prostático, uma secreção que integra 20%
do volume do sêmen, secretado na uretra
durante a ejaculação.
Uretra: Tem como função a condução da
urina do óstio interno da uretra na bexiga
até o óstio externo da uretra, além de ser
uma via de saída do sêmen durante a
ejaculação. Pode ser dividida em
intramural, prostática, membranácea e
esponjosa.
Pênis: Órgão responsável pela cópula,
sendo atravessado pela uretra além de
fornecer uma via de saída comum para a
urina e o sêmen.
(ducto da glândula seminal + ducto
deferente = ducto ejaculatório)
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Ciclo da Testosterona
A partir da adolescência, os testículos
começam a produzir testosterona e
espermatozoides diariamente. A testosterona
é o principal hormônio masculino, o que faz
com que os órgãos reprodutivos se
desenvolvam, além de promover o
comportamento sexual e as ereções.
O hipotálamo inicia o ciclo da síntese
da testosterona. A partir de uma baixa
concentração da testosterona no
organismo, o hipotálamo começa a
secretar o hormônio liberador de
gonadotrofina (GnRH). Esse irá atuar na
adenohipófise, estimulando a liberação
do hormônio folículo estimulante (FSH) e
hormônio luteinizante (LH).
O FSH e o LH atuam nos testículos,
onde ambos irão atuar nas células de
Leydig, e apenas o FSH irá atuar nas
células de Sertoli.
Ao atuar nas células de Leydig, as
gonadogtrofinas estimulam a síntese e
secreção de testosterona a partir da
molécula de colesterol. As células de
Sertoli, o FSH estimula o início do
processo de espermatogênese.
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
Após a produção da testosterona e
elevação da sua quantidade, o hipotálamo
reconhece esse processo e inibe a
liberação de GnRH.
Aumento da genitália;
Cordas vocais aumentam de
espessura;
Aparecimento de pelos no rosto e
corpo;
Ombros mais largos;
Estimulação do metabolismo ósseo
e de proteínas;
Aumento de libido, agressividade e
atitude ativa.;
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Anatomia
Sensitiva = responsável por receber estímulos
vindos do meio externo e interno do corpo.
Integradora = armazena parte das informações
sensitivas e toma decisões sobre
comportamentos apropriados dependendo do
tipo de estímulo.
Motora = envia uma resposta aos estímulos de
contração muscular ou secreção glandular.
Cérebro;
Cerebelo;
Tronco Cerebral;
Medula Espinhal;
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Nervoso é uma rede de
comunicações únicas do organismo
que tem a capacidade de controlar os
outros sistemas do corpo. É formado
por um conjunto de órgãos que são
capazes de perceber milhares de
estímulos, transmiti-los a diferentes
partes do corpo e efetuar respostas.
A respiração pode ser
conceituada como a troca
de gases entre a atmosfera,
o sangue e as células. Esse
mecanismo pode ser
dividido em 3 processos.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL
Localizado centralmente ao corpo, é
responsável pela integração de informações
sensitivas, formação de pensamentos e
emoções, além de armazenamento de memória
(tarefas mais complexas) . É composto por:
ENCÉFALO
SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
Localizado na periferia do corpo, realiza
a condução de impulsos nervosos do SNC
aos órgãos periféricos através de nervos
cranianos - emergem do encéfalo - ou
nervos espinhais - emergem da medula
espinhal.
Nervos Cranianos
Nervos Espinhais
Gânglios Simpáticos
Gânglios Parassimpáticos
Informações Eferentes = vão do SNC para a periferia
 
Informações Aferentes = vão da periferia para o SNC
SNC SNP
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Sistema Nervoso Somático = é composto por
neurônios sensitivos e motores que mandam
informações para os músculos esqueléticos,
controlando as reações voluntárias por meio
da contração muscular (que pode ser
controlado). Utiliza 1 neurônio central e 1
periférico.
Sistema Nervoso Autônomo = é composto
por neurônios sensoriais e motores que
mandam informação para os músculos lisos,
cardíacos e glândulas, sendo responsável
por controlar as reações involuntárias (que
não podem ser controlados). Utiliza 1
neurônio central , 1 periférico e 1 gânglio.
Sistema Nervoso Simpático = ativado em
situações de tensão e estresse, esse sistema
tem origem entre os segmentos medulares T1-
L2 (toracolombar), sendo a conexão entre os
dois neurônios (sinapse) longe da víscera. Os
axônios dos neurônios pré-ganglionares são
curtas (paravertebral) e pós-ganglionares
longas.
SistemaNervoso Parassimpático = ativado em
situações de relaxamento e calmaria, esse
sistema tem origem no tronco encefálico ou
região sacral S2-S4 (craniossacral), sendo a
conexão entre os dois neurônios perto ou
dentro da víscera. Os axônios dos neurônios
pré-ganglionares são longos e pós-
ganglionares curtos.
Classificação
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CORRER CONVERSAR
BATIMENTO
CARDÍACO
CONTROLE
DIGESTÃO
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CORPO CELULAR: abriga o núcleo e as
organelas citoplasmáticas dessa célula,
sendo a região onde se inicia o estímulo
elétrico que percorre o neurônio. Possui
ramificações em sua extremidade
denominadas dendritos, que tem como
função realizar a ligação de um neurônio com
outros e receber estímulos.
AXÔNIO: é o prolongamento eferente do
neurônio, que tem como função conduzir o
impulso elétrico do corpo celular para o
terminal sináptico. Nele há a presença da
bainha de mielina que recobre essa
estrutura. Atua como um isolante elétrico,
evitando a perda do impulso, além de
aumentar a velocidade de condução desse
estímulo, esta é produzida pelas células de
Schwann. Entre as bainhas de mielina, há os
nódulos de Ranvier, pulando diretamente de
um nódulo para o outro (condução saltatória).
Isso acelera a velocidade de condução.
TERMINAL DO AXÔNIO: é a porção final do
neurônio, tendo como função se ligar aos
dendritos de outra célula nervosa. Nessa
estrutura há o botão sináptico, que produz
vesículas sinápticas contendo
neurotransmissores.
Neurônios
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
Os neurônios, também
chamados de células nervosas,
são as unidades funcionais do
Sistema Nervoso, responsáveis
pela recepção, transmissão,
comando e processamento de
estímulos.
CONCEITOCONCEITO
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Neurônios
Pseudo-Unipolar = possui corpo celular no
centro e um único prolongamento que se
ramifica em dois, sendo o axônio e o
dendrito. São neurônios sensitivos e estão
relacionados com a sensibilidade da pele.
Bipolar = possui corpo celular localizado no
centro e duas ramificações que são
correspondentes aos dendritos e ao axônio.
Multipolar = possui diversos dendritos a partir
do corpo celular, podendo fazer comunicação
de vários neurônios, e apenas 1 axônio. São
predominantemente neurônios motores.
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
Neurônios Motores = são multipolares e levam
informações do sistema nervoso central para os
músculos e gânglios do corpo presentes na
extremidade, dessa forma se classificam como
eferentes.
Neurônios Sensitivos = são pseudo-unipolares, e
recebem estímulo do organismo ou do ambiente,
transmitindo-os para o sistema nervoso central,
dessa forma são classificados como aferentes.
Neurônios Interneurônio = encontrados no
sistema nervoso central e tem como função
transmitir o sinal desde os neurônios sensitivos
ao SNC. Também ligam os neurônios motores
entre si.
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Impulso Nervoso
O impulso nervoso (ou potencial de
ação) é uma rápida alteração do
potencial elétrico das membranas
dos neurônios. Dessa forma, por
breves instantes a carga elétrica do
interior da célula nervosa torna-se
mais positiva que o exterior.
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
POTENCIAL DE REPOUSO
Quando o neurônio está em repouso, o
seu interior é carregado negativamente
em comparação ao meio extracelular,
que se encontra positivo. Além disso, há
2 íons que participam desse processo,
ambos positivos, sendo o potássio (K+) o
elemento em maior quantidade no
interior e o sódio (Na+) no meio exterior.
DESPOLARIZAÇÃO
Quando uma célula nervosa recebe um
estímulo, canais de sódio se abrem,
permitindo a entrada desse elemento na
célula por difusão. Dessa forma, o meio
intracelular se torna menos negativo
devido a positividade do Na+.
REPOLARIZAÇÃO
Após a despolarização, os canais de sódio
se fecham, dando lugar para a abertura dos
canais de potássio, permitindo a passagem
desse elemento por difusão de dentro para
fora da célula. Por potássio ter carga
positiva, sua saída faz com que o potencial
de membrana torne o meio intracelular
menos positivo, até chegar à negatividade
de novo (repolarização).
O potencial de ação só acontece se o
estímulo atingir o limiar de disparo, caso
não seja suficiente chegar a essa
voltagem, o potencial não acontece.
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Sinapse
A sinapse é a região de comunicação
entre dois neurônios ou entre neurônio
e órgão efetor, com o intuito de
permitir a troca de informações.
Existem dois tipos de sinapses
nervosas, a sinapse química e a
elétrica, que possibilitam a
transmissão sináptica.
Nessa sinapse, os neurônios se aproximam
um do outro. Sendo assim, sua ligação
ocorre através de neurotransmissores -
substâncias químicas que passam a
informação de um neurônio para o outro de
forma unidirecional.
Os neurotransmissores são produzidos pelos
neurônios e armazenados dentro de
vesículas sinápticas que estão posicionadas
no botão terminal.
Quando o potencial de ação chega no botão
terminal, os canais de cálcio se abrem,
fazendo com que esse elemento entre por
difusão no meio intracelular pré-sináptico.
Ocorre assim, a liberação dessas
substâncias químicas na fenda sináptica,
onde irão se ligar a receptores específicos
na membrana dos neurônios pós-sinápticos.
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CONCEITOCONCEITO
Menos frequentes, onde os neurônios se
apresentam extremamente próximos,
conectados por proteínas de membrana
denominadas conexinas.
Essas proteínas se unem e formam junções
comunicantes (GAP), permitindo a
passagens de íons diretamente de um
neurônio para outro, de forma bidirecional.
A informação passada é a própria carga
elétrica do potencial de ação que será
passada através da passagem de íons entre
as células como forma de compensar a
alteração do potencial de membrana.
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Neurotransmissores
Os neurotransmissores são mensageiros
químicos, que transportam, excitam,
inibem ou equilibram os sinais entre
neurônios por meio de sinapses.
Geralmente são produzidas pelo próprio
neurônio e se armazenam em vesículas
nas células nervosas pré-sinápticas, com
o intuito de serem liberadas na fenda e
transmitir o impulso.
ADRENALINA
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CONCEITOCONCEITO
Quando os neurotransmissores se ligam aos
receptores das células pós-sinápticas, há a
excitação da membrana e a despolarização
dessa célula, gerando um potencial de ação -
excitação. Ou seja, aumentam a probabilidade
do neurônio disparar um potencial de ação.
Alguns neurotransmissores podem impedir que a
transmissão do impulso continue, evitando que a
mensagem seja propagada - inibição. Ou seja,
diminuem a probabilidade de o neurônio
disparar um potencial de ação, por promover a
hiperpolarização da membrana pós-sináptica.
Liberado pelas glândulas supra-renais, ou epinefrina, é
um hormônio produzido em situações de alto estresse ou
emocionantes. Estimula o aumento da frequência
cardíaca, contrai os vasos sanguíneos e dilata as vias
aéreas.
NORADRENALINA
Também conhecida como norepinefrina, afeta a
atenção e as ações de resposta do cérebro. Também
relaciona-se com processos cognitivos de
aprendizagem, criatividade e memória.
LUTA OU FUGA
CONCENTRAÇÃO E ALERTA
SEROTONINA
Relacionado ao humor, bem-estar e felicidade, com
níveis afetados pelo exercício e exposição à luz solar. 
HUMOR E BEM-ESTAR
DOPAMINA
Associada ao prazer e satisfação. Também pode se
relacionar com movimentações e vícios.
PRAZER
ACETILCOLINA
De caráter excitatório,podeagir em sinapses neuronais
e em placas motoras, que enviam sinais para os
músculos. É o principal neurotransmissor envolvido no
pensamento, aprendizado e memória.
APRENDIZADO
ENDORFINA EUFORIA
GABA CALMA, FOCO MENTAL
GLUTAMATO MEMÓRIA E APRENDIZADO
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Essas células são responsáveis pela
formação da bainha de mielina
(revestimento do axônio) dos
neurônios do Sistema Nervoso Central.
Células da Glia
As Células da Glia, Neuroglias
ou Gliócitos, são um conjunto de
células, que tem funções como
ajudar a isolar, apoiar e nutrir
os neurônios. Estão presentes no
SNC e não são capazes de
transmitir impulsos nervosos
(sinapses),
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
Também são responsáveis pela
formação da bainha de mielina, porém
em neurônios presentes no Sistema
Nervoso Periférico. 
São células com formato de estrela,
devido a sua quantidade de
prolongamentos. São células
numerosas que possuem diversas
funções, como sustentação, nutrição
(através da união que realiza entre
capilar sanguíneo e neurônio),
resposta a sinais químicos, etc.
Menores e com pequenos prolongamentos,
função de realizar a proteção do neurônio
por realizar fagocitose. Elas localizam-se
no Sistema Nervoso Central e atuam em
processos inflamatórios e reparando esse
sistema.
Essas células são epiteliais e cilíndricas,
tendo como função revestir ventrículos
(cavidades do cérebro) e o canal central
da medula espinhal. Além disso, podem
apresentar cílios que auxiliam na
movimentação do líquido cefalorraquidiano
(LCR).
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Central
As meninges são membranas conjuntivas que
revestem todo o sistema nervoso central, e estão
localizadas logo abaixo do crânio. Essas membranas
de origem mesenquimal, são constituídas por 3
folhetos: dura-máter aracnóide e pia-máter.
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Nervoso
Central é a região
composta por encéfalo e
suas subdivisões, além
da medula espinhal.
DURA-MÁTER
É a membrana mais superficial, firmemente
aderida a calota craniana, sendo formada por
tecido conjuntivo e rica em fibras colágenas,
vasos e nervos. É composta por um folheto
externo - vascularizado - e um folheto interno.
É rica em inervações, sendo responsável por
uma parte da informação sensitiva da região
intracraniana, pois o encéfalo não apresenta
receptores sensoriais.
ARACNOIDE
É uma membrana mais delicada, localizada
entre a dura-máter e a pia-máter,
carecendo de inervações e vascularizações.
Além disso, dela é derivada as granulações
aracnóideas, que são responsáveis pela
absorção do líquor.
PIA-MÁTER
É a membrana mais interna e a mais fina,
porém resistente, sendo aderida
firmemente ao encéfalo e a medula. Tem
como função dá consistência/sustentação
ao tecido nervoso, que se apresenta
flexível.
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Central
Derivados da porção anterior do tubo neural, o
encéfalo compreende o cérebro (telencéfalo e
diencéfalo), cerebelo e tronco encefálico
(mesencéfalo, ponte e bulbo). Estas estruturas,
contidas na cavidade craniana, juntam-se à
medula espinhal para formar o SNC.
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CONCEITOCONCEITO
O Sistema Nervoso
Central é a região
composta por encéfalo e
suas subdivisões, além
da medula espinhal.
TELENCÉFALO
Substância Cinzenta = corresponde a
parte superficial do telencéfalo, composta
por corpos de neurônios, também
denominada de córtex cerebral.
Substância Branca = é composta por
axônios de neurônios, localizada logo
abaixo do córtex cerebral. Sua cor é clara
devido a bainha de mielina.
Telencéfalo compreende os dois hemisférios
cerebrais, separados superiormente por uma
fissura longitudinal e conectados pelo feixe de
fibras denominado corpo caloso, além da lâmina
terminal. É composto pelos giros e sulcos cerebrais
- seus conjuntos formam os lobos cerebrais.
SULCOS = são depressões no telencéfalo que
delimitam os giros cerebrais.
GIROS = são circunvoluções / saliências do córtex
cerebral, separados pelos sulcos.
SUBST. 
CINZENTA
SUBST. 
BRANCA
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Central
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSOLocalizado na parte da frente do cérebro(testa), o lobo frontal é responsável pelo
planejamento de ações e movimentos,
bem como o pensamento abstrato.
Giro Pré-Central = área motora primária -
motricidade voluntária.
Giro Frontal Superior = área do
comportamento, funções de juízo moral.
Giro Frontal Inferior = é o centro motor
da palavra falada e escrita.
FRONTAL
PARIETAL
Localizado na região superior do cérebro, é
constituído por duas subdivisões, a anterior e a
posterior. A primeira, tem a função de possibilitar
a percepção de sensações como o tato, a dor e o
calor. A posterior é uma área secundária e
analisa, interpreta e integra as informações
recebidas pela anterior.
Giro Pós Central = é a área somestésica primária,
com a função de sensibilidade à temperatura,
dor, pressão, tato e propriocepção consciente.
Lóbulo Parietal Superior = área somestésica
secundária, responsável por interpretar as
informações sensitivas.
Lóbulo Parietal Inferior = integra as informações
das áreas secundárias auditiva, visual e
somestésica.
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Central
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSOO lobo temporal está localizado acimadas orelhas e abaixo do sulco lateral,
tendo como principal função processar os
estímulos auditivos por meio de
associação.
Giro Transverso Superior = é o centro
cortical da audição, onde as informações
são recebidas.
Giro Temporal Superior = compreensão
da palavra falada e escrita.
Giro Temporal Médio = entre o giro
temporal superior e inferior.
Giro Temporal Inferior = abaixo do giro
temporal médio.
TEMPORAL
OCCIPITAL
O lobo occiptal está localizado na parte
inferior do cérebro. Tem como função
processar os estímulos visuais, sendo
conhecido como córtex visual. Seus giros e
sulcos da área externa dependem de pessoa
para pessoa.
O lobo da ínsula é visualizado afastando-
se os lábios do sulco lateral. 
Giros Curtos / Córtex Insular Anterior =
relacionadas com funções límbicas
(empatia), percepção dos componentes
subjetivos das emoções.
Giros Longos / Córtex Insular Posterior =
área gustativa primária (paladar).
INSULAR
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Central
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
MESENCÉFALO
O mesencéfalo é o segmento mais curto do
tronco encefálico, interpõe-se entre a
ponte e o diencéfalo e sua maior parte se
encontra na face posterior do crânio. O
mesencéfalo é responsável por algumas
funções como a visão, audição, movimento
dos olhos e movimento do corpo.
FONTE: Silverthorn -Fisiologia Humana - Uma Abordagem Integrada 5º Edição (2010). 
PONTE
A ponte, no tronco encefálico, encontra-se
situada entre o mesencéfalo, cranialmente
e o bulbo distalmente. Tem como função
transmitir as informações da medula e do
bulbo até o córtex cerebral.
BULBO
É a porção mais inferior do tronco
cerebral, tem a forma de um tronco de
cone. Ele recebe as informações de
diversos órgãos e controla funções como
os batimentos cardíacos, respiração,
pressão do sangue, entre outros.
O cerebelo é um órgão importante para
a manutenção da postura, equilíbrio,
coordenação dos movimentos e
aprendizagem das habilidades motoras.
Possui função fundamentalmente motora
e funciona em nível inconsciente e
involuntário.
Leva estímulo sensorial e motor do
corpo para o cérebro e vice-versa.
Coordenar atividades muscularese
reflexos.
É o conjunto de axônios que conectam os
hemisférios. Funções: Contralateralidade, o
Hemisfério Direito controla os movimentos do
lado esquerdo e vice-versa.
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Os nervos espinhais são aqueles que
possuem origem na medula espinhal,
totalizando em 31 pares de nervos a partir
dos segmentos medulares. 
Os neurônios sensitivos entram na medula
pelo corno posterior, já os neurônios
motores saem pelo corno anterior da
medula. Dessa forma, os nervos também são
mistos, pois saem os dois tipos de neurônios.
Periférico
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
Tem como função transmitir informações
motoras e sensoriais entre o sistema
nervoso central e os tecidos do corpo
periférico.
São estruturas anatômicas formados a
partir de prolongamentos de múltiplos
axônios, que partem do encéfalo ou da
medula espinhal. Tem como função
transmitir informações motoras e
sensoriais entre o sistema nervoso
central e os tecidos do corpo periférico.
Nervos do Encéfalo = Nervos Cranianos
Nervos da Medula Espinhal = Nervos
Espinhais
CRANIANOS
ESPINHAIS
Os gânglios são aglomerados de corpos
celulares de neurônios fora do sistema
nervoso central, próximo à coluna
vertebral, que se associam aos nervos,
funcionando como estações de interligação
entre neurônios e estruturas do organismo.
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Permite a movimentação do corpo
Promove estabilidade corporal
Manutenção da temperatura corporal
Auxilia na circulação sanguínea
Auxilia na sustentação do corpo
Permite o movimento de substâncias
dento do corpo
Anatomia
SISTEMA MUSCULARSISTEMA MUSCULAR
O Sistema Muscular
corresponde ao conjunto de
músculos do corpo, formados
por fibras musculares que
permitem a contração e
produção de movimentos.
CONCEITOCONCEITO
POR FUNÇÃO
Agonistas = são músculos principais que se
contraem para ativar um movimento
específico do corpo (movimento: flexão de
cotovelo - agonista: bíceps braquial).
Antagonista = são aqueles músculos que se
opõe à ação do agonista - quando o agonista
contrai, o antagonista relaxa e alonga.
Sinergista = auxiliam a movimentação
principal, contraindo na mesma direção que o
agonista para evitar movimentos indesejáveis.
Fixador = estabilizam a origem do agonista
para que ele possa agir mais eficientemente.
POR FORMA DE CONTRAÇÃO
Voluntário = ocorre quando a contração é
coordenada pelo sistema nervoso (desejo).
Involuntário = a contração e o relaxamento do
músculo acontecem de forma regular, sem
depender da vontade do indivíduo.
POR DIREÇÃO DA FIBRA
Reto = músculos paralelos à linha média do
corpo.
Transverso = músculos perpendiculares à
linha média.
Oblíquo = músculos na diagonal à linha média.
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Tipos
POR ORIGEM E INSERÇÃO
Origem = quando se originam de mais de
um tendão.
Inserção = quando se inserem em mais
de um tendão.
CAMADA DE REVESTIMENTO DO MÚSCULO:
SISTEMA MUSCULARSISTEMA MUSCULAR
Estriado Esquelético
O Músculo Estriado Esquelético é assim
denominado por apresentar algumas
estriações transversais escuras e claras
em sua histologia. Está intimamente
aderido ao sistema esquelético,
auxiliando na locomoção do corpo.
Epimísio = membrana de tecido conjuntivo
que envolve o músculo;
Perimísio = membrana de tecido conjuntivo
que envolve um feixe de fibras (separa os
conjunto de fibras);
Endomísio = membrana de tecido conjuntivo
que envolve uma fibra (célula) muscular;
CONTRAÇÃO
Sua contração ocorre pelo
estímulo do sistema nervoso
somático, o que dá a
possibilidade da escolha do
movimento para o indivíduo
(voluntária), além da
contração ser caracterizada
como rápida.
MICROSCOPICAMENTE
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Tipos
SISTEMA MUSCULARSISTEMA MUSCULAR
Estriado Cardíaco
O Músculo Estriado Cardíaco, mais
conhecido como miocárdio, é o músculo
exclusivo do coração que possui
contração involuntária, rítmica e
vigorosa a fim de garantir a efetividade
do bombeamento sanguíneo.
As fibras cardíacas são envolvidas pelo
envoltório endomísio, sem a presença do
perimísio e epimísio.
Esse músculo apresenta discos intercalares,
que são responsáveis por promover a
junção das células, além de transmitir sinas
de uma célula para outra, o que garante a
sincronização da contração cardíaca.
Liso
O músculo liso está presente na parede dos
órgãos e tubos viscerais como estômago,
vasos sanguíneos, útero e intestino, sendo
responsável por auxiliar nos movimentos
internos e de substâncias no organismo. São
caracterizados por apresentar movimentos
involuntários com contração lenta.
Esse músculo não possui estrias, sendo
constituído por células mononucleadas e
alongadas. Suas fibras são envolvidas pela
rede de filamentos de proteína endomísio,
sem a presença do perimísio e epimísio.
O controle da contração dos músculos lisos é
realizado pelo sistema nervoso autônomo,
sendo involuntário, sincronizado e lento.
Apesar de ter a contração lenta, esses
músculos conseguem se manter contraídos
por um período de tempo muito mais longo,
dificultando a sua fadiga.
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Contração
SISTEMA MUSCULARSISTEMA MUSCULAR
As fibras musculares são organizadas em
diversos sarcômeros, que dão a
característica estriada das fibras
musculares pelas diferentes colorações de
suas faixas, são elas:
Banda A = faixa escura
Banda H = região mais clara da Banda A
Banda I = faixa clara
Linha Z = linha escura na Banda I
Sarcômero = espaço entre duas Linhas Z
Os Sarcômeros são as unidades funcionais
básicas das fibras musculares estriadas. O
encurtamento de cada unidade de sarcômero,
gera um encurtamento da fibra e do músculo, o
que causa a contração. O sarcômero é
constituído por diversas miofibrilas que são
compostas por filamentos proteicos contráteis,
principalmente a actina e a miosina.
Quando o potencial de ação passa para o
músculo e chega até o retículo
sarcoplasmático, o cálcio é liberado no
sarcoplasma para se ligar a troponina,
permitindo a exposição do sítio de ligação
entre actina e miosina. 
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Anatomia
O Sistema Esquelético
compreende um conjunto de
ossos e cartilagens
(denominado esqueleto),
juntamente com ligamentos e
tendões, que se interligam
com o intuito de formar o
arcabouço do corpo humano.
CONCEITOCONCEITO
Proteção de órgãos vitais;
Base mecânica para locomoção;
Armazenamento de íons e minerais;
Produção de células sanguíneas;
Suporte para partes moles do corpo;
Suporte para músculos e demais tecidos;
Promove forma e crescimento do corpo.
O processo de ossificação pode ocorrer pelo
meio endocondral, que caracteriza o modelo
cartilaginoso, ou intramembranosa, que a
formação de tecido ósseo diretamente a partir
do mesênquima.
SISTEMA ESQUELÉTICOSISTEMA ESQUELÉTICO
OSTEOBLASTOS: São células jovens que
produzem componentes da matriz
extracelular, ou seja, sintetizam a região
orgânica da matriz óssea e permitem a
mineralização da mesma. Estão relacionadas
com os processos de crescimento e
regeneração óssea.
OSTEÓCITOS: São osteoblastos maturados e
em menor atividade. São mais encontrados
em ossos já formados, apresentando uma
pequena atividade na manutenção dos
componentes da matriz, encontrados em
lacunas dentro da matriz extracelular.
OSTEOCLASTOS: São as maiores células do
sistema, com vários núcleos. Responsáveis
por reabsorver o tecido ósseo, com
importante papel na remodelação óssea,
destruindo áreas lesadas da matriz.Tecido Ósseo Primário = também chamado
de imaturo, é o primeiro tipo de tecido que
aparece em um osso e caracteriza-se por
sua menor quantidade de minerais.
Tecido Ósseo Secundário = também chamado
de lamelar, aparece em substituição ao
tecido ósseo primário.
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Diáfise = é a haste longa do osso,
constituída principalmente de tecido
ósseo compacto, proporcionando
considerável resistência ao osso longo.
Epífise = são as extremidades alargadas
de um osso longo. A epífise de um osso o
articula ou une a um segundo osso, em
uma articulação. Cada epífise consiste de
uma fina camada de osso compacto que
reveste o osso esponjoso e recobertas por
cartilagem.
Metáfise = parte dilatada da diáfise, mais
próxima da epífise.
Anatomia
SISTEMA ESQUELÉTICOSISTEMA ESQUELÉTICO
OSSOS LONGOS: Possui comprimento maior
que a largura. Suas diáfises são formadas por
tecido ósseo compacto e grande quantidade de
tecido esponjoso na epífise.
OSSOS CURTOS: Se assemelham a um cubo,
com comprimento muito similar à largura.
OSSOS PLANOS: São ossos finos e compostos
por duas lâminas paralelas de tecido ósseo
compacto, com uma camada esponjoso.
OSSOS ALONGADOS: São ossos longos e
achatados e sem um canal central.
OSSOS PNEUMÁTICOS: São ocos, com
cavidades cheias de ar e revestidas por
mucosa, apresentando pequeno peso.
OSSOS IRREGULARES: São ossos com forma
complexa, com quantidades variáveis de osso
esponjoso e compacto.
OSSOS SESAMOIDES: Estão presentes no
interior de alguns tendões que realizam
considerável fricção, tensão e estresse físico.
OSSOS SUTURAIS: Pequenos ossos localizados
dentro das articulações, denominadas suturas.
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Axial
Os ossos do crânio são divididos em duas
porções, neurocrânio e viscerocrânio:
SISTEMA ESQUELÉTICOSISTEMA ESQUELÉTICO
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Anatomia
A caixa torácica é formada por ossos
denominados costelas, que, em sua maioria, se
ligam ao osso esterno. Apresentam 12 costelas,
divididas em:
Costelas Verdadeiras = são as 7 primeiras
costelas, e são assim denominadas pois cada
uma delas possui uma cartilagem própria que as
ligam diretamente ao esterno.
Costelas Falsas = 8 a 10° costela, abaixo das
verdadeiras, assim denominadas pois sua
cartilagem não é ligada diretamente ao esterno.
Suas cartilagens se ligam às superiores.
Costelas Flutuantes = 11 a 12° costela, assim
denominadas por não possuírem cartilagens e
não se ligarem ao osso esterno. Localizadas
apenas na porção posterior do tórax
Todas as costelas estão ligadas aos ossos
da coluna, que são denominados vértebras.
Possuem 33 ossos, sendo 7 cervicais, 12
torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4
coccígeas.
SISTEMA ESQUELÉTICOSISTEMA ESQUELÉTICO
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Também chamadas de diartroses, essas
articulações são as que mais permitem o
movimento, ou seja, possuem uma grande
mobilidade. São mais complexas e possuem
características específicas.
Os ossos, nas articulações sinoviais, ficam
ligados pela cápsula articular, que possui
uma cavidade contendo o líquido sinovial.
Por permitirem uma grande amplitude de
movimento, essas articulações possuem
ligamentos, que auxiliam na realização
específica de movimentos.
Articulação
As articulações são uniões
entre dois ou mais ossos,
possuindo diversas formas e
funções relacionadas com a
movimentação. Existem 3
tipos principais.
CONCEITOCONCEITO
SISTEMA ESQUELÉTICOSISTEMA ESQUELÉTICO
Também chamadas de sinartroses, esse tipo de
articulação une os osso por tecido fibroso, não
permitindo movimento ou apenas movimentos
limitados.
Suturas = os ossos ficam bem unidos e
encaixados, em articulações que formam linhas 
(ex: ossos do crânio).
Sindesmose = os ossos são unidos por uma
lâmina de tecido fibroso (ligamento ou
membrana fibrosa), permitindo um movimento
parcial (ex: ligação rádio e ulna).
Sindesmose Gonfose = é um tipo de sindesmose
localizada entre a raiz do dente e o processo
alveolar das maxilas.
Também chamadas de anfiartroses, essas
articulações unem os ossos por cartilagem
hialina ou fibrocartilagem.
Sircondroses = são articulações primárias,
sendo temporárias e unidas por cartilagem
hialina.
Sínfises = são articulações secundárias, fortes,
que permitem uma leve movimentação,
compostas por fibrocartilagem.
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Fisiologia
Tecido cardíaco: Produz o hormônio
peptídio natriurético, importante para a
regulação da liberação de sódio pelos
túbulos renais.
Tecido adiposo: Produz adipocinas,
peptídeos relacionados com o metabolismo
e comportamento alimentar.
Hipotálamo: Os núcleos hipotalâmicos
produzem neuro-hormônios que controlam a
função da glândula hipófise.
O sistema endócrino é formado pelas glândulas
endócrinas e por alguns tecidos e órgãos
capazes de produzir e secretar hormônios.
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
O sistema endócrino é responsável por
controlar diversas funções fisiológicas
através da produção e secreção de
hormônios. A interação entre células
endócrinas e células alvo garantem que
os sistemas funcionem de forma
coordenada para manter a homeostase,
o metabolismo, o crescimento e a
reprodução.
CONCEITOCONCEITO
Glândula endócrina: É irrigada por vasos
sanguíneos, onde secreta seu conteúdo para
ser direcionado às células alvo. Por isso, esse
hormônio poderá atingir tecidos distantes e
sua ação será de longo alcance.
Glândula exócrina: Está localizada próximo às
cavidades de órgãos como o estômago, onde
secreta seu conteúdo diretamente naquele
local. Por isso a ação desse hormônio será
relativamente de curto alcance.
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Glândulas
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
Pineal: Está localizada na parte
central do cérebro e é responsável
pela produção de melatonina.
Hipófise: Está localizada próximo ao
hipotálamo e regula a atividade de
outras glândulas como as adrenais, a
tireoide, os testículos e os ovários.
Tireoide: Está localizada na região
anterior do pescoço. Regula o
metabolismo a partir da produção dos
hormônios T3 e T4.
Paratireoides: Estão localizadas na
porção posterior da tireoide e
regulam os níveis de cálcio no sangue
através da produção do hormônio
PTH.
Adrenais: Também conhecidas como
suprarrenais, localizadas acima dos
rins. Faz a regulação de sódio, de
potássio e da pressão arterial.
Pâncreas: Possui função endócrina e
exócrina ao produzir hormônios e
enzimas.
Testículos: Produção das células
reprodutoras (espermatozoides) e de
testosterona.
Ovários: Produção das
células reprodutoras (óvulos)
e de progesterona e
estrógeno, principalmente.
Os hormônios, independente de serem
secretados por glândulas endócrinas ou por
células nervosas, são moléculas
sinalizadoras e responsáveis por funções
específicas no seu tecido alvo.
Uma das características dos hormônios
bastante discutida é a sua capacidade de
exercer suas funções a partir de baixas
concentrações. Porém, existem algumas
substâncias classificadas como hormônio
que necessitam de maior quantidade para
ter efeito biológico. Como por exemplo, as
adipocinas.
De forma geral, a caracterização de uma
substância como sendo um hormônio pode
ser feita analisando algumas funções:
Controle de reações enzimáticas.
Controle do transporte de íons e moléculas
para dentro das células.
Regulação da expressão gênica e da
síntese proteica.
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Hormônios
Peptídicos: Suas cadeias são formadas por
peptídeos ou por proteínas. Estão incluídos
nesse grupo, hormônios como a prolactina ou os
neuro-hormônios produzidos pelo hipotálamo.
Derivados de aminoácidos: São formados a
partir de resíduos de aminoácidos. Como por
exemplo a noradrenalina e adrenalina, ou por
dois resíduos de aminoácidos, como o T4.
Esteroides: São formados a partir da
metabolização de moléculas de colesterol.
Como por exemplo a testosterona, estradiol,
progesterona, aldosterona e cortisol.
Ação endócrina: Quando ocorre a liberação de
um hormônio pela célula endócrina e ele entra
na corrente sanguínea para exercer sua
função em um tecido alvo distante.
Ação parácrina: Quando ocorre a liberação do
hormônio pela célula endócrina e ele exerce
sua função em um tecido ou célula alvo
próxima, na região da célula que o produziu.
Ação autócrina: Quando ocorre a liberação do
hormônio pela célula endócrina e ele exerce
sua função na mesma célula que o produziu.
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
Quanto à composição química
Quanto à solubilidade química
Hidrossolúveis: São hormônios que possuem
afinidade com água, por isso, podem ser
dissolvidos no plasma sanguíneo, facilitando seu
deslocamento até o tecido alvo. 
Lipossolúveis: São hormônios que possuem
afinidade por lipídeos, por isso, são facilmente
dissolvidos em gordura e têm a capacidade de
atravessar a membrana das células.
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Hipófise
CONCEITOCONCEITO
Essa porção é formada por células epiteliais
e é muito vascularizada. Além disso, possui
conexão limitada com o hipotálamo,
portanto, não liga-se diretamente ao sistema
nervoso. Ela responsável pela sintetização
de importantes hormônios:
O eixo hipotálamo-hipófise é a interface
entre o Sistema Nervoso Central e o sistema
endócrino. Essa pequena região localizada
na base do cérebro, entre a glândula
hipófise e o hipotálamo, está relacionada a
identificação e organização dos estímulos
endócrino, e a partir disso, liberar respostas
aos estímulos.SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
A hipófise, também conhecida como
glândula pituitária, está localizada
dentro de uma estrutura óssea na
região da base do cérebro. Essa
glândula é dividida em duas partes,
a adeno-hipófise (ou hipófise
anterior) e a neuro-hipófise (ou
hipófise posterior).
Essa porção não está diretamente ligada à
produção de hormônios, porém, armazena e
secreta dois importantes hormônios produzidos no
hipotálamo. São eles:
Hormônios Hipotalâmicos
GnRH: Hormônio liberador de
gonadotrofinas.
TRH: Hormônio liberador de tireotrofina.
CRH: Hormônio liberador de
corticotrofina.
GHRH: Hormônio liberador de GH.
PIF: Hormônio inibidor de prolactina.
SS (Somastatina): Inibidor de secreção e
síntese de GH e TSH na adeno-hipófise.
Essas atividades estão relacionadas com a
homeostase e o comportamento humano.
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A pineal é uma pequena glândula localizada
na região central do cérebro, próximo ao
epitálamo. Sua principal função é regulação
do ciclo circadiano, que está relacionado com
o sono e com as sensações de claro e escuro.
Essas funções são realizadas a partir da
produção de secreção do hormônio
melatonina, que ocorre à noite.
Glândulas
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
A tireoide é uma glândula pequena, 
 localizada na parte anterior do pescoço. Sua
importância se dá pela produção dos
hormônios T3 e T4, que são sintetizados e
secretados a partir do estímulo de TSH, vindo
da hipófise.
A secreção desses hormônios está
relacionada com a taxa metabólica do
celular. A produção hormonal da tireoide
necessita de iodo para ser eficaz, por isso,
uma quantidade desse elemento é estocada
na glândula e a cada secreção de T4 e T3,
parte do iodo volta para as células com o
objetivo de ser utilizado na próxima
sintetização.
Hipertireoidismo: Aumento da produção de T3
e T4 pela tireoide, causando maiores taxas
metabólicas e os sintomas incluem aumento da
glândula, taquicardia e emagrecimento.
Hipotireoidismo: Diminuição da produção de T3
e T4, causando sintomas normalmente opostos
aos do hipertireoidismo. Como ganho de peso,
fadiga, sonolência e baixa frequência
cardíaca.
As paratireoides são quatro pequenas
glândulas localizadas na porção posterior
da tireoide. Sua principal função é a
regulação do níveis de cálcio no sangue
através da produção do hormônio PTH
(paratormônio).
FUNÇÕES: Aumenta a liberação de cálcio
no sangue pelos ossos; Impede os rins de
excretarem grandes quantidades de cálcio
pela urina; Estimula uma maior absorção de
cálcio pelo sistema digestivo, a partir da
atuação da Vitamina D.
As funções do PTH no organismo está
ligada com dois importantes eventos: A
formação óssea e a reabsorção óssea.
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Glândulas
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
Córtex: É dividido em três zonas. A zona
glomerulosa, onde o hormônio aldosterona é
produzido. A zona fasciculada, é onde
ocorre a produção de glicocorticoides,
cortisol e corticosterona. Por fim, a zona
reticular, cuja principal função é a produção
de hormônios sexuais e de glicocorticoides.
Medula: É formado por células cromafins,
que são responsáveis pela produção e
secreção das catecolaminas (adrenalina,
noradrenalina). Além disso, essas células
também sintetizam peptídeos, como a
histamina, a serotonina, as cromograninas e
os neuropeptídeos.
As glândulas adrenais, também conhecidas
comosuprerrenais, estão localizadas acima
de cada rim. Elas são dividas em duas
porções, córtex e medula.
O pâncreas é uma glândula mista, possui
atividades endócrina e exócrinas. Ele está
localizado na região abdominal, atrás do
estômago. Esse órgão faz parte do sistema
endócrino e digestivo, onde exerce funções
distintas.
Porção endócrina do pâncreas
Células alfa: Secretam o glucagon,
hormônio antogonista da insulina.
Células beta: Secretam insulina e
amilina, que realizam a regulação da
glicose no sangue. 
Células delta: Secretam a somatostatina,
hormônio inibidor da liberação de GH.
Formada por um conjunto de células
denominado ilhotas pancreáticas.
Porção exócrina do pâncreas
É responsável por produzir enzimas ao invés
de hormônios. Essas enzimas compõem suco
pancreático, substância que contribui para a
digestão de carboidratos, triglicerídeos,
proteínas e ácidos nucleicos.
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Glândulas
Também conhecidos como gônadas
femininas, os ovários são pequenos órgãos,
localizados na porção superior da cavidade
pélvica. Contudo, pelo fato de suas células
produzirem hormônio, são classificadas de
glândula endócrina.
As funções endócrinas dos ovários são a
maturação dos gametas femininos e a
secreção de hormônios esteroides.
Conhecidos como gônadas masculinas, são
dois órgãos que fazem parte do sistema
reprodutor masculino e estão localizados
dentro da bolsa escrotal, na região
anterior do períneo, atrás do pênis. Sua
função endócrina está ligada à capacidade
de produção de testosterona.
A testosterona é produzida pelas células
de Leydig e sua produção e secreção é
regulada pelo hormônio LH.
A testosterona está relacionada com o
aumento das fibras musculares, com o
crescimento de pelos e com o
desenvolvimento do tecido ósseo. Assim
como a progesterona nos ovários, a
testosterona também influencia as
características do corpo masculino e o
comportamento sexual.
SISTEMA ENDÓCRINOSISTEMA ENDÓCRINO
Hormônios Ovarianos
O corpo lúteo é uma célula endócrina que se
desenvolve dentro dos ovários após cada
período de ovulação. Sua funçãoé a produção
de progesterona. Presente nessa fase de
ovulação, a progesterona é responsável pela
regulação do ciclo menstrual. A diminuição dos
níveis de progesterona causa descamação do
endométrio (menstruação).A secreção de
progesterona é regulada pelo LH (Hormônio
luteinizante), produzido na adeno-hipófise.
O estrogênio é um grupo de hormônios
(estradiol, estrona e estriol) produzidos pelos
folículos em formação. Essa produção é
estimulada pelo LH e pelo FSH, vindos da adeno-
hipófise.
Esse grupo de hormônios está relacionado com o
controle da função reprodutiva, com as
características do corpo feminino e com o
comportamento sexual.
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Absorve líquidos e micronutrientes;
Barreira física e imunológica para possíveis
corpos estranhos consumidos nos alimentos;
Transforma macromoléculas em micromoléculas;
Ingere, mistura e movimenta os alimentos;
Elimina resíduos alimentares não digeridos e não
absorvidos.
Fisiologia
O Sistema Digestório é formado
por um conjunto de órgãos
responsáveis pelo processamento
dos alimentos, além de extrair os
nutrientes necessários para as
células, com o intuito de
promover o bom funcionamento
do organismo.
CONCEITOCONCEITO
SISTEMA DIGESTÓRIOSISTEMA DIGESTÓRIO
Mastigação = é a desintegração parcial
dos alimentos por processos mecânicos.
Deglutição = é a condução do alimento da
faringe até o esôfago.
Ingestão = consiste na introdução do
alimento no estômago.
Digestão Mecânica = digestão feita pela
mastigação e movimentos peristálticos
dos órgãos.
Digestão Química = digestão feita por
enzimas (catalisa) e hormônios (sinaliza)
realizada nos órgãos.
Absorção = Passagem das moléculas
resultantes da digestão do trato
gastrointestinal para os vasos sanguíneos
ou vasos linfáticos para as células.
Defecação = Eliminação das substâncias
que não foram ingeridas do trato
gastrointestinal.
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Anatomia
Túnica Mucosa = camada mais interna, composta
por tecido epitelial simples, fazendo contato
direto com o meio interno do trato, tecido
conjuntivo frouxo e músculo liso.
Túnica Submucosa = formada por tecido
conjuntivo frouxo e é responsável por unir a
túnica mucosa com a túnica muscular.
Túnica Muscular = camada espessa de músculo,
na qual contém músculo estriado esquelético na
boca, faringe e começo do esôfago, com o intuito
de realizar o ato voluntário da deglutição. Já no
restante do trato, é composta por músculo liso,
possuindo contrações involuntárias com o intuito
de auxiliar na movimentação e digestão.
Túnica Serosa = camada mais externa, possuindo
tecido epitelial, tecido conjuntivo, além de
secretar líquido seroso para auxiliar o
deslizamento dos órgãos digestivos contra outros
órgãos do abdômen.
SISTEMA DIGESTÓRIOSISTEMA DIGESTÓRIO
Alimento
Bolo Alimentar = é o alimento misturado inicialmente
na boca e depois deglutido até o estômago.
Quimo = é o bolo alimentar no estômago misturado
com o suco gástrico e com o ácido clorídrico.
Quilo = é o quimo do estômago misturado no intestino
com os sucos entérico, pancreático e com a bile.
BOCA
GLÂNDULAS SALIVARES
Glândula Parótida = é a maior glândula salivar,
possuem uma forma achatada e está
localizada a frente da orelha e atrás da
mandíbula. Responsáveis por secretar a maior
parte da saliva.
Glândula Submandibular = são glândulas
ovoides e está localizada sob o assoalho da
boca.
Glândula Sublingual = possuem forma de
amêndoa e estão localizadas por baixo da
língua.
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Anatomia
SISTEMA DIGESTÓRIOSISTEMA DIGESTÓRIO
FARINGE
Nessa estrutura, há uma espécie de válvula
cartilaginosa acima da laringe, denominada epiglote,
que é responsável por impedir que o alimento entre
no sistema respiratório e cause um engasgo (na
deglutição essa cartilagem abaixa, fechando a
passagem da laringe).
ESÔFAGO
Porção Cervical = porção que está em contato
íntimo com a traqueia.
Porção Torácica = passa por trás do brônquio
esquerdo.
Porção Abdominal = repousa sobre o
diafragma e pressiona o fígado, formando uma
impressão esofágica.
ESTÔMAGO
Células Mucosas = são células de superfície e de colo,
que secretam muco para proteger as demais células
do órgão contra o suco gástrico.
Células Principais = produzem ao pepsinogênio (enzima
gástrica inativa).
Células Parietais = produzem ácido clorídrico (HCl),
que ativa o pepsinogênio em pepsina e auxilia na
captação da vitamina B12. A pepsina é uma enzima
que inicia a digestão das proteínas no estômago.
Células G = produzem o hormônio gastrina que
estimula a secreção do suco gástrico, aumenta a
motilidade do trato gastrointestinal e relaxa o
esfíncter pilórico. Para que os alimentos ingeridos
sejam misturados com as secreções gástricas, o
estômago realiza vigorosas contrações,
principalmente no seu terço inferior. Além disso, essas
contrações auxiliam na quebra do alimento em
partículas menores, caracterizando a digestão
química. O esfíncter pilórico controla a passagem do
quimo do estômago para o duodeno.
No estômago, é possível visualizar diversas pregas na
túnica mucosa (pregas gástricas) e células que
secretam substâncias, que, em conjunto, formam o
suco gástrico (solução rica em ácido clorídrico e em
enzimas).
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Anatomia
SISTEMA DIGESTÓRIOSISTEMA DIGESTÓRIO
INTESTINO DELGADO
O intestino delgado é o órgão mais extenso do
sistema digestório, onde o alimento é empurrado por
movimentos peristálticos. 
Se inicia logo após o esfíncter pilórico do estômago,
terminando na válvula íleocecal (início do intestino
grosso). Nesse órgão, cerca de 95% dos nutrientes são
absorvidos).
Duodeno = é a primeira porção do intestino delgado,
sendo o local onde as secreções do pâncreas e do
fígado penetram no intestino.
Jejuno = sua parede é mais espessa, mais vascular e
fornece grande área para absorção dos nutrientes,
realizando mais absorção do que digestão.
Íleo = é a parte final do intestino delgado,
continuando os processos de absorção dos nutrientes.
Células do Intestino Delgado
Células Caliciformes = produtoras de muco.
Células de Paneth = secreta lisozima e são capazes
de realizar fagocitose.
Células Granulares Basais = secretam 3 hormônios:
Secretina = inibe a secreção do suco gástrico e
estimula a secreção do suco pancreático.
Colecistoquinina = inibe o esvaziamento gástrico e
estimula a secreção do suco pancreático e da bile.
Peptídeo Inibitório Gástrico = estimula a liberação
de insulina e torna o esvaziamento gástrico mais
lento.
INTESTINO GROSSO
No intestino grosso não há vilosidades, mas o epitélio
invagina-se nas glândulas intestinais, que são
glândulas exócrinas tubulares simples e retas. O
epitélio é simples colunar com microvilos e células
caliciformes. Nesse órgão ocorre a captação de água
e sais inorgânicos, levando à formação do bolo fecal.
Ceco = parte inicial do intestino grosso que
recebe o quimo vindo do intestino delgado. É nele
que se encontra o apêndice vermiforme
(estrutura rica em tecido linfoide).
Colo = é o local onde ocorre a absorção de água
e sais minerais, que reduz o volume dos resíduos
para formar o bolo fecal. Pode ser dividido em 4
partes: Ascendente, Transverso, Descendente,
Sigmoide.
Reto = se localiza logo após o colo sigmoide e, ao
seu final, passa a se chamar de canal anal.
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Anatomia
O pâncreas é um órgão situado posteriormente ao
estômago, considerado uma glândula mista por
possuir secreção endócrina (Ilhotas de Langerhans,
células alfa e célulasbeta) e exócrina (ácinos
pancreáticos).
Os ácinos pancreáticos são glândulas, que
produzem uma série de enzimas digestivas
formando o suco pancreático. Será liberado
diretamente no duodeno, juntamente com a bile,
conduzido através do ducto pancreático e ducto
colédoco.
 
O suco pancreático é um líquido claro, composto
em sua maioria por água, sais, bicarbonato de
sódio e enzimas, possuindo pH levemente alcalino
com o intuito de interromper a ação da pepsina
vinda do estômago, diminuindo a acidez.
O suco pancreático é um líquido claro, composto
em sua maioria por água, sais, bicarbonato de
sódio e enzimas, possuindo pH levemente alcalino
com o intuito de interromper a ação da pepsina
vinda do estômago, diminuindo a acidez.
AMILASE PANCREÁTICA: Digestão de
carboidratos
TRIPSINA,QUIMIOTRIPSINA,CARBOXIPEPTIDASE: 
Digestão de proteínas;
LIPASE PANCREÁTICA: Digestão de lipídeos
RIBONUCLEASE,DESOXIRRIBONUCLEASE: Dissolve
ácidos nucleicos
O fígado é a maior glândula do organismo,
localizado abaixo do diafragma, na porção
superior direita do abdômen. Esse órgão é
responsável pela produção da bile, que é uma
substância originada pelas células do fígado,
hepatócitos.
BILE:A bile é um líquido amarelo/esverdeado,
composto por água, carboidratos, sais
biliares, lecinita, pigmentos biliares e íons. É
produzida no fígado e armazenada na
vesícula biliar. Os sais biliares são
importantes na emulsificação de
triglicerídeos, para facilitar a ação da lipase
pancreática. Um dos pigmentos biliares é a
bilirrubina, que é resultado da degradação
dos eritrócitos que ocorrem no fígado.
SISTEMA DIGESTÓRIOSISTEMA DIGESTÓRIO
PÂNCREAS FÍGADO
VESÍCULA BILIAR
A vesícula biliar é um órgão localizado abaixo
do fígado, sendo uma espécie de bolsa em
armazena a bile. Esse órgão possui o ducto
cístico, que é responsável por levar a bile
para o duodeno pela junção com o ducto
hepático comum. Existe um esfíncter em torno
na ampola hepato- pancreática, que se fecha
quando o intestino delgado se encontra vazio.
Dessa forma, a bile produzida pelo fígado
retorna pelo ducto cístico se armazenando na
vesícula biliar.
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Anatomia
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
Transporte do oxigênio para o corpo
Transporte de nutrientes para as células
Recolhe os resíduos metabólicos
Regular a temperatura corporal
Defesa do organismo - sistema imunológico
O sangue tem como principal função a
distribuição de oxigênio, nutrientes e
hormônios para todas as células do corpo. O
sangue é formado na medula óssea vermelha.
É constituído por duas porções: parte sólida e
parte líquida. A parte sólida é composta por
hemácias, leucócitos e plaquetas. Já a parte
líquida é constituída pelo plasma.
O Sistema Cardiovascular é um
conjunto de órgãos responsáveis pela
circulação do sangue, ou seja,
transporta os nutrientes e oxigênio por
todo o corpo, além de remover gás
carbônico e metabólitos. É composto
pelo coração, veias, artérias e
capilares sanguíneos, sendo um sistema
fechado.
CONCEITOCONCEITO
O coração é um órgão muscular que
apresenta pequeno tamanho se comparado a
seu poder e carga de trabalho. Fica abrigado
dentro da caixa torácica, no mediastino
(espaço entre os dois pulmões), com o ápice
voltado para a porção esquerda. Esse órgão
tem como principal função bombear o sangue
para todo o corpo.
O órgão realiza dois movimentos básicos, o
de sístole (contração) e diástole
(relaxamento), de acordo com a
despolarização e repolarização de suas
cargas elétricas, estimuladas por íons como:
sódio, potássio, magnésio, cálcio.
Envoltório Cardíaco
PERICÁRDIO
Membrana que reveste externamente o
coração e pode ser dividido em dois
folhetos: pericárdio fibroso e pericárdio
seroso.
Entre as duas lâminas do pericárdio seroso,
há um espaço denominado cavidade
pericárdica, contendo o líquido pericárdico.
Este tem como função permitir a
movimentação do coração - deslizamento.
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Anatomia
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
MIOCÁRDIO
É um músculo estriado cardíaco que realiza
contração e relaxamento do coração, com o
intuito de promover o bombeamento
sanguíneo. Consiste em feixes entrelaçados
de células estriadas cardíacas, imersas em
tecido conjuntivo altamente vascularizado.
As células do miocárdio são denominados
miócitos, que são compostos por membrana
plasmática, núcleo no centro e diversas
fibras musculares que se conectam através
de discos intercalares.
Para realizar essa atividade, o músculo
necessita de energia contínua proveniente
do oxigênio, fornecidas pelas artérias
coronárias.
ENDOCÁRDIO
O endocárdio é uma membrana que fica na
superfície interna do miocárdio, reveste as
câmaras cardíacas e cobre o esqueleto
fibroso das valvas. Ele é contínuo com os
revestimentos endoteliais dos vasos
sanguíneos que fluem e partem do coração.
As válvulas do coração tem como função
controlar a direção do fluxo sanguíneo durante
a circulação, e determinar o momento exato no
qual o sangue passa entre as câmaras do
coração, bem como para dentro e fora do
órgão.
Válvula Tricúspide = possui 3 folhetos
(cúspides), permitindo o fluxo de sangue do
átrio direito para o ventrículo direito.
Válvula Mitral = possui 2 folhetos (cúspides) e
permite o fluxo do sangue entre o átrio
esquerdo e o ventrículo esquerdo.
Válvula Pulmonar = permite a passagem do
sangue do ventrículo direito para a artéria
pulmonar.
Válvula Aórtica = permite o fluxo de sangue do
ventrículo esquerdo para a aorta.
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O ciclo cardíaco corresponde aos eventos
que ocorrem entre o início de um batimento
cardíaco até o começo do seguinte. Esse
processo ocorre por meio da sístole e
diástole do coração, através de estímulos
elétricos exercidos sobre o miocárdio -
músculo.
Sendo assim, para que o sangue flua
corretamente, os átrios e os ventrículos
não poderão exercer suas contrações e
relaxamentos de forma simultânea, pois o
sangue iria sair por todas as saídas do
coração ao mesmo tempo.
Fisiologia
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
O início do ciclo cardíaco ocorre quando os
átrios recebem o sangue vindo das veias. O
átrio direito recebe sangue vindo das veias
cava, já o átrio esquerdo recebe das veias
pulmonares.
A partir desse momento, cerca de 70% do
sangue é escoado de forma natural para os
ventrículos. Logo após, ocorre a sístole
atrial, onde o restante do sangue dos
átrios é empurrado para os ventrículos
pela contração.
Com o início da contração ventricular, sua
pressão interna se eleva rapidamente,
provocando o fechamento das válvulas
atrioventriculares (tricúspide e mitral).
Nessa fase o volume ventricular se
apresenta constante.
Com o sangue nos ventrículos e as
válvulas atrioventriculares fechadas,
ocorre o início da contração ventricular.
Nessa etapa, é necessário que a pressão
interna dessas câmaras se eleve acima da
pressão das grandes artérias, para que
ocorra a abertura das válvulas
semilunares aórtica e pulmonar,
permitindo a ejeção do sangue.
Conforme o sangue vai sendo ejetado, a
pressão interna dos ventrículos diminui
gradativamente, até o momento em que
se torna inferior à pressão das grandes
artérias (aorta e pulmonar). Diante
disso, as válvulas semilunares se fecham
novamente e os ventrículos voltam ao
seu estado de relaxamento.
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Fisiologia
As bulhas cardíacas são os sons emitidos pelo
fechamento das válvulas do coração, sendo
melhor perceptível através da ausculta com o
estetoscópio (tum ta). O primeiro som
escutado é proveniente do fechamento das
válvulas atrioventriculares, já o segundo dassemilunares. Dessa forma, se tem:
B1 = referente ao fechamento da válvula
mitral e tricúspide, sendo um som mais grave
(tum) e de maior duração. Coincide com o
ictus cordis e o pulso carotídeo.
B2 = fechamento das valvas aórtica e
pulmonar, sendo o aórtico escutado em toda
região precordial, enquanto o ruído da
pulmonar é auscultado no foco pulmonar.
Durante a expiração as duas valvas fecham
dando origem ao som (ta).
B3 = é um ruído protodiastólico de baixa
frequência, se iniciando na vibração da
parede ventricular distendida pela corrente
sanguínea que penetra na cavidade durante
o enchimento ventricular rápido.
B4 = ruído fraco que ocorre no fim da
diástole e pode ser ouvida mais raramente
em crianças e adultos jovens.
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
Possui um sistema próprio de tecido
especializado (Nó Sinoatrial), capaz de gerar
impulsos elétricos, com o intuito de realizar seus
movimentos.
Nó Sinoatrial = considerado o marcapasso
natural do coração, está localizado entre o átrio
direito, responsável pela geração dos impulsos
nervosos determinantes da contração cardíaca
(determina a frequência cardíaca).
Nó Atrioventricular = localizado na porção
inferior do átrio direito, tem como função gerar
um pequeno atraso no estímulo vindo do nó
sinoatrial, fazendo com que os ventrículos
contraiam depois dos átrios.
Feixe de His = estrutura localizada no septo
interventricular que recebe o estímulo vindo do
nó atrioventricular. 
Fibras de Purkinje = são ramificações do feixe de
his, onde o estímulo elétrico passa diretamente
para o miocárdio dos ventrículos, gerando a
despolarização simultânea dessas câmaras.
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Anatomia
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
Os vasos sanguíneos são órgãos
responsáveis pelo transporte do
sangue para as demais estruturas
do corpo, sofrendo diversas
ramificações para efetivar sua
função. Podem ser divididos em
tipos conforme sua organização e
função.
ARTÉRIAS
As artérias transportam o sangue do coração
para os órgãos e tecidos, carregando sangue
rico em oxigênio, com exceção das artérias
pulmonares (levam sangue pobre em oxigênio
para ser oxigenado nos pulmões).
Nas artérias de grande calibre (ex: aorta), há
maior quantidade de tecido elástico e menor
de tecido muscular, isso garante mais
resistência ao vaso.
CAPILARES
Os capilares são os menores e mais
numerosos vasos sanguíneos, que possuem
uma única camada de epitélio simples
pavimentoso, fazendo conexão entre as
artérias e as veias. Tem como função facilitar
as trocas de substâncias entre o sangue e as
células, penetrando em tecidos para formar
um leito capilar.
VEIAS
As veias transportam o sangue pobre em
oxigênio dos órgãos e tecidos em direção ao
coração, com exceção das veias pulmonares
(levam sangue oxigenado dos pulmões para o
coração). Muitas veias de maior calibre
possuem válvulas que impedem que o sangue
retorne para baixo.
Pequena Circulação
A pequena circulação ou circulação pulmonar consiste
no caminho em que o sangue percorre do coração aos
pulmões, e dos pulmões ao coração. O sangue venoso
(contendo CO2) é bombeado do átrio direito para o 
 ventrículo direito quando ocorre a abertura da valva
tricúspide. Logo depois o sangue é ejetado do
ventrículo direito para a artérias pulmonares. .Já nos
pulmões, o sangue presente nos capilares dos alvéolos
libera o gás carbônico e absorve o gás oxigênio. Por
fim, o sangue arterial (oxigenado) é levado dos
pulmões ao coração, através das veias pulmonares,
que se conectam no átrio esquerdo.
Grande Circulação
A grande circulação ou circulação sistêmica é o caminho
do sangue que sai do coração até as demais células do
corpo e vice-versa. No coração, o sangue arterial vindo
dos pulmões é bombeado do átrio esquerdo para o
ventrículo esquerdo a partir da abertura da valva mitral.
Do ventrículo, passa para a artéria aorta, que é
responsável por transportar esse sangue para os diversos
tecidos do corpo. Assim, quando esse sangue oxigenado
chega aos tecidos, os vasos capilares refazem as trocas
dos gases: absorvem o gás oxigênio e liberam o gás
carbônico, tornando o sangue venoso. Por fim, o sangue
venoso ( rico em CO2) faz o caminho de volta ao coração
e chega ao átrio direito pelas veias cavas superiores e
inferiores, completando o sistema circulatório.
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Fisiologia
ARTÉRIAS CORONÁRIAS
SISTEMA CARDIOVASCULARSISTEMA CARDIOVASCULAR
O coração, como todos os órgãos do corpo, també
necessita de uma boa irrigação sanguínea para
conseguir produzir energia e realizar suas
contrações. 
Dessa forma, em situação de repouso, o sangue
recebe cerca de 5% do sangue bombeado por ele
mesmo, e 20% em situações de atividade física
intensa. Portanto, os primeiros ramos que saem da
aorta são redirecionados para o próprio coração,
garantindo a irrigação do miocárdio. Esses ramos
são as artérias coronárias direita e esquerda.
Artéria Coronária Direita = irriga o átrio e
ventrículo direito, parede posterior do coração e
uma pequena porção do septo interventricular.
Artéria Coronária Esquerda = irriga o átrio e
ventrículo esquerdo, e maior parte do septo
interventricular.
PRESSÃO ARTERIAL
A pressão arterial (PA) corresponde à tensão
exercida pelo sangue dentro da parede das
artérias, a partir da força proveniente dos
batimentos cardíacos.
Esse parâmetro pode ser aferido a partir da sístole
e diástole realizada pelo coração. Dessa forma, é
determinada a pressão arterial sistólica (PAS)
sendo essa a pressão que o sangue é ejetado pelas
artérias (Número maior).
Além do PAS, é determinado também a pressão
arterial diastólica (PAD), sendo essa a pressão de
enchimento, ou seja, aquela em que o coração
relaxa (descrita como o número menor).
Débito Cardíaco (DC) = quantidade de sangue que
sai do coração pelas artérias em 1 minuto.
Frequência Cardíaca (FC) = quantidade de vezes
que o coração bate em 1 minuto.
Resistência Vascular Periférica (RVP) = resistência
com que o sangue passa no interior das artérias ,
ou seja, espessura do sangue x calibragem do vaso.
Hipotensão = queda da pressão arterial , geralmente <
100/70 mmHg.
 
Hipertensão = aumento da pressão arterial,
geralmente > 140/90 mmHg.
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Anatomia
As articulações são estruturas
localizadas entre os ossos,
responsáveis por uní-los e
permitir o movimento corporal,
além de promover estabilidade
através de suas atividades
realizadas de maneira
coordenada.
SISTEMA ARTICULARSISTEMA ARTICULAR
Por Estrutura
FIBROSAS
Articulações fibrosas: São responsáveis por
unir os ossos ao tecido conjuntivo fibroso. Neste
tipo de articulação não há a presença de
cavidades articulares.
Articulações sinoviais: Os ossos que se
articulam são recobertos de cartilagem, onde
geralmente existem ligamentos que lhes
conferem suporte. Neste tipo de articulação há
a presença de cavidades articulares
preenchidas de líquido sinovial.
Articulações cartilagíneas: São responsáveis
por unir os ossos à cartilagem. Neste tipo de
articulação não há a presença de cavidades
articulares.
CONCEITOCONCEITO
Por Função
Diartroses: articulações móveis.
Anfiartroses: articulações levemente móveis.
Sinartroses: articulações imóveis.
SUTURAS: Articulação fibrosa que possui uma
fina camada de tecido conjuntivo denso, e é
encontrada no crânio, onde realiza a união dos
ossos que se articulam.
SINDESMOSES: As sindemoses são articulações
fibrosas ligadas através de lâminas de tecido
fibroso ou fibras colágenas.
GONFOSES: São articulações fibrosas presentes
entre os dentes e os ossos de sustentação,
mandíbula e maxilas.
CARTILAGÍNEAS
SÍNFISES: Os ossos que se articulam em uma
sínfise são recobertos de cartilagem hialina,
sendoesta infiltrada com fibras de colágeno, o
que promove a formação de uma estrutura que
amortece a articulação, e permite movimento
limitado.
SINCONDROSES: Possuem cartilagem hialina
entre os ossos que se articulam, algumas das
quais ossificam- se quando o corpo atinge um
determinado crescimento.
SINOVIAIS
Este tipo de articulação possui uma larga
capacidade de movimentos precisos e estáveis,
que trazem firmeza ao corpo.
As articulações sinoviais são envolvidas por
uma cápsula articular constituída de líquido
sinovial presente no interior da cavidade,
sendo este secretado pela membrana sinovial
que recobre a cápsula por dentro.
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Anatomia
SISTEMA ARTICULARSISTEMA ARTICULAR
Plana: Relacionadas aos movimentos de
deslizamentos de um lado para outro, com leve
rotação.
Gínglimo: Relacionadas aos movimentos em um
único plano.
Trocóidea: Relacionadas às rotações em torno de
um eixo central.
Condilar: relacionadas à movimentos angulares
lado a lado ou de cima para baixo.
Selar: Relacionadas à uma maior amplitude de
movimentos.
Esferóidea: Proporciona uma grande amplitude de
movimentos em todos os planos de rotação por ser
uma articulação multiaxial.
Flexão: Movimento relacionado à redução do ângulo da
articulação no plano ântero-posterior.
Extensão: Movimento relacionado ao aumento do
ângulo da articulação, chegando a 180° entre os ossos
que se articulam.
Abdução: Movimento relacionado ao afastamento de
uma parte do corpo em relação ao seu eixo principal.
Rotação: Movimento que uma região do corpo tem
ao redor de seu próprio eixo.
Circundação: Movimento que descreve a forma de
um cone no espaço, feito de maneira circular.
Inversão: Movimento do pé para o interior ou
medialmente.
Eversão: Movimento do pé para o exterior ou
lateralmente.
Protração: Movimento de uma região do corpo para
diante, de forma paralela ao solo.
Elevação: Movimento que eleva determinada
região do corpo.
Abaixamento: Movimento que abaixa determinada
região do corpo.
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Articulações
SISTEMA ARTICULARSISTEMA ARTICULARRelacionada à movimentos coordenados dearticulação sinovial gínglimo com articulação sinovial
plana. É formada através da mandíbula coma fossa
mandibular e tubérculo articular do osso temporal,
pelo processo condilar, e possui um disco responsável
por separar a cavidade articular em frações superior
e inferior.
É formada através da extremidade esternal da
clavícula e o manúbrio do esterno e, devido à
presença de um disco no interior da cápsula articular,
é uma articulação que permite uma grande amplitude
de movimentos.
Articulação do ombro, é formada através da cabeça
do úmero e da cavidade glenoidal da escápula, com a
presença do lábio glenoidal, que envolve a
articulação do ombro e é responsável por aprofundar
a cavidade glenoidal.
Tratam-se de articulações sinoviais condilares, tendo
os ossos metacarpais e as falanges como os ossos que
se articulam, enquanto as interfalângicas tratam-se
de articulações sinoviais gínglimos, tendo as falanges
adjacentes como ossos que se articulam.
Trata-se de uma articulação sinovial esferóidea,
formada através da cabeça do fêmur e do
acetábulo do osso do quadril. Esta articulação é
bastante forte, e possui uma cápsula articular
fibrosa, além de vários ligamentos responsáveis
por fornecer sustentação,
Trata-se de uma articulação sinovial gínglimo.
Em seu lado anterior, é estabilizada e sustentada
pelo ligamento da patela, formando uma
articulação plana patelofemoral.
Ambas as articulações do tornozelo são sinoviais
gíglimos, sendo uma delas formada através da
articulação do maléolo lateral da fíbula com o
tálus, enquanto a outra é formada através da
articulação do maléolo medial com o tábus.
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