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1 ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA DIREITO DE PROCESSO PENAL O DIREITO PENAL DO INIMIGO CONTEUDO O pensamento juridico proposto para analise é sobre o Direito Penal do Inimigo, está teoria é considerada um marco histórico para época, ela visa uma punição direta aos indivíduos considerados inimigos do Estado, pois não se sujeitam as regras imposta pelo mesmo, são eles terroristas, organizações criminosas, e demais indivíduos que o Estado considerar, o mesmo acredita que tais indivíduos não devem ter seus direitos individuais resguardado, e assim possam se utilizar de todos os meios que estão a postos para que seja alcançado o objeto final. O filosofo juridico Gunther Jakob, criou a teoria do Direito Penal do inimigo, em 1985, esse pensamento foi utilizado de plano, para atender o clamor da sociedade política alemã referente a legislação. Para o filosofo, quem se declara como inimigo do Estado, deverá ser tratado pelo mesmo Estado a quem ele se declarou inimigo, como um verdadeiro inimigo, e assim que seja cassado os direitos individuais do mesmo e onde ele deixa de usufruir dos direitos de um cidadão. Como podemos analisar, a teoria não envelheceu de maneira agradável, de maneira que a sociedade está em constante evolução em 1999, ela foi recachada por alguns. Sendo assim o sociólogo pretendia dividir está teoria em duas correntes uma era o Direito Penal do Inimigo e a outra é O Direito Penal do Cidadão. Como contra ponto temos os filosofo Giorgio Agamben, vem para garantir os direitos individuais do ser humano, o socorro aos considerados inimigos do Estado, para ele 2 o chamado Estado de exceção, fere os principios basilares do Estado Democrático de Direito, onde todos são considerados como indivíduos, dotados de direitos sejam eles considerados inimigos do Estado ou não e que devem ter seus direitos protetivos resguardados e aplicados nos casos concretos do direito, pois, o indivíduo sempre estará presente e dentro do Estado. De acordo com o que foi presentado na presente resenha, que o Direito Penal do Inimigo, onde se prevê punições cruéis aos declarados inimigos do Estado, onde não se é respeitado os direitos individuais garantido a todos os seres humanos pela declaração de direitos humanos os quais são garantidos no Estado Democrático de Direito, não devem ser adotados, como meio de punição comum a todos os que forem considerados inimigos do Estado, devemos adotar um regime de punição onde sejam respeitados o mínimo dos direitos pessoais de cada um, para que assim possamos punir e reprimir tais atos de maneira efetiva e ainda assim resguardando um dos pilares que sustentam do Estado Democrático de Direito.