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Aula 09 CME

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Central de Material e 
Esterilização.
ENSINO CLÍNICO EM CIRURGIA
Aula 09: CME
Prof. Dr. Marcelo Carvalho
Central de Material e 
Esterilização
É uma unidade de apoio técnico dentro do
estabelecimento de saúde destinada a receber
material considerado sujo e contaminado,
descontaminá-los, prepará-los e esterilizá-los, bem
como, preparar e esterilizar as roupas limpas oriundas
da lavanderia e armazenar esses artigos para futura
distribuição.
Central de Material e 
Esterilização
Central de Material e 
Esterilização
As instalações e área física da CME
devem obedecer as normas de Vigilância
Sanitária em relação a separação de área
contaminada e área limpa, ambiente de apoio
e guarda de material.
Central de Material e 
Esterilização
Central de Material e 
Esterilização
1
2
2.1
3
3.1
3.3
4
RDC nº 50 p. 74
Objetivo
Prover as Unidades de Saúde de
material esterilizado, em quantidade,
qualidade e em condições adequadas
para o uso, subsidiando, assim, uma
assistência segura e eficaz ao cliente.
Evolução Histórica 
Até a década de 40, a limpeza, preparo e
armazenamento dos materiais era realizado pela
equipe de enfermagem das próprias unidades, mas,
em meados da década de 50, surgiram os Centros de
Materiais parcialmente centralizados e a CME semi-
centralizada na qual parte dos instrumentos e
materiais começou a serem preparados e
esterilizados.
Controle de I.H. na CME
➢ A padronização de normas e
rotinas técnicas e na validação
dos processamentos dos
materiais e superfícies é
essencial no controle de
infecção.
Controle de I.H. na CME
➢ É de extrema importância a
atuação dos órgãos de
fiscalizações para o controle e
avaliação das normas e
processos de trabalho, como
também, a capacitação
profissional.
Fluxo da CME 
➢ Recebimento de roupa
limpa/material;
➢ Limpeza e Descontaminação de
material;
➢ Separação e montagem das
bandejas de material;
➢ Esterilização;
➢ Guarda e distribuição.
Recursos Humanos 
Deve ser composto por
enfermeiros, técnicos de
enfermagem, auxiliares de
enfermagem e auxiliares
administrativos, cujas funções
estão descritas nas práticas
recomendadas da SOBECC.
Atribuições do Enfermeiro
➢ Atua na coordenação do setor; 
➢ Prever os materiais necessários para prover as 
unidades consumidoras; 
➢ Elaborar relatórios mensais estatísticos, tanto de custo 
quanto de produtividade; 
➢ Planejar e fazer anualmente o orçamento do CME com 
antecedência de 04 a 6 meses; 
➢ Elaborar e manter atualizado o manual de normas, 
rotinas e procedimentos do CME, que deve estar 
disponível para a consulta dos colaboradores; 
Atribuições do Enfermeiro 
➢ Desenvolver pesquisas e trabalhos científicos que contribuam
para o crescimento e as boas práticas de Enfermagem, participando
de tais projetos e colaborando com seu andamento;
➢ Manter-se atualizado acerca das tendências técnicas e científicas
relacionadas com o controle de infecção hospitalar e com o uso de
tecnologias avançadas nos procedimentos que englobem artigos
processados pelo CME;
➢ Participar de comissões institucionais que interfiram na dinâmica
de trabalho do CME.
Atribuições do Técnico em 
Enfermagem
➢ Fazer a leitura dos indicadores
biológicos, de acordo com as rotinas
da instituição;
➢ Receber, conferir e preparar os
artigos consignados;
➢ Realizar a limpeza, o preparo, a
esterilização, a guarda e a distribuição
de artigos, de acordo com solicitação;
➢ Preparar os carros para cirurgias;
➢ Preparar as caixas cirúrgicas;
Atribuições do Técnico em 
Enfermagem
➢ Realizar cuidados com artigos
endoscópicos em geral;
➢ Monitorar afetiva e continuamente
cada lote ou carga nos processos de
esterilização;
➢ Revisar a listagem de caixas
cirúrgicas, bem como proceder à sua
reposição;
➢ Fazer listagem e encaminhamento de
artigos e instrumental cirúrgico para
conserto.
Atribuições do auxiliar de 
Enfermagem
➢ Receber e limpar os artigos; 
➢ Receber e preparar roupas limpas; 
➢ Preparar e esterilizar os artigos e 
instrumentais cirúrgicos; 
➢ Guardar e distribuir todos os artigos 
esterilizados. 
Materiais de Acabamento 
Com o propósito de evitar a ocorrência de
infecção hospitalar, os pisos e paredes devem ser
laváveis, resistentes, de cor clara, de fácil limpeza,
lisos e sem nada que possam favorecer o acúmulo de
sujidades. Tetos e portas devem ser de superfície lisa,
clara, lavável, sem juntas, cantos e saliências
dispensáveis, sendo que as portas ainda devem
dispor de visores.
Materiais de Acabamento 
Materiais de Acabamento 
Materiais de Acabamento 
Atribuições e Atividades da 
CME 
A Recomendação da Diretoria
Colegiada nº. 50 da ANVISA
(2004), descrimina as atividades e
atribuições da CME.
Área de lavagem e 
descontaminação 
 Receber, conferir e anotar a 
quantidade e espécie do material 
recebido; 
 Desinfetar e separar os materiais; 
 Verificar o estado de conservação 
do material; 
 Proceder a limpeza do material; 
 Encaminhar o material para a área 
de preparo; 
Área de preparo de materiais 
 Revisar e selecionar os materiais,
verificando suas condições de
conservação e limpeza;
 Preparar, empacotar ou
acondicionar os materiais e
roupas a serem esterilizados;
 Encaminhar o material para
esterilização devidamente
identificado.
Área de preparo de materiais 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=tipos+de+embalagem+para+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=Slf6o_HRl4fXoM&tbnid=0BNx7NKzAZxz0M:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.cristofoli.com%2Fbiosseguranca%2F%3Fp%3D399&ei=oKTiUZmJD4HDO8j-geAE&psig=AFQjCNEDL8bGbdVH0iUxeij1OYCAqkYkgQ&ust=1373894104742878
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=papel%20de%20embalagem%20para%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=B47eV5tnKTZqiM&tbnid=zUCwrrL7ceO_9M:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.capitalembalagens.com.br%2Fpapelkraft.php&ei=OaXiUZzqNovaOLjggLgM&psig=AFQjCNG8Cn3A_j_-D4Pg9lwKjDhL-pIWbA&ust=1373894296535023
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=tecido+de+algod%C3%A3o+de+embalagem+para+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=wxEw9yz2Pc7j3M&tbnid=8v5vC2mntphDyM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fcomentariosemenfermagem.blogspot.com%2F2009%2F05%2Fnocoes-basicas-de-central-de-material.html&ei=saXiUdWrOIesO6-7gcgL&psig=AFQjCNHgf5i5MBiGHuLKZ_8jJV1_u4dnmA&ust=1373894401732636
Área de preparo de materiais 
Área de preparo de materiais 
Área de preparo de materiais 
Área de esterilização 
⚫ Executar o processo de
esterilização nas autoclaves;
⚫ Observar os cuidados
necessários com o
carregamento e
descarregamento das
autoclaves;
Área de esterilização 
⚫ Fazer o controle microbiológico
e de validade dos produtos
esterilizados;
⚫ Manter junto com o serviço de
manutenção, os equipamentos
em bom estado de conservação
e uso.
Área de armazenagem e 
distribuição de materiais e 
roupas esterilizados 
⚫ Estocar o material 
esterilizado; 
⚫ Proceder à distribuição do 
material às unidades; 
⚫ Registrar saída do material. 
Métodos de Proteção 
Anti-Infecciosa
Infecções hospitalares 
Sem dúvida alguma, as infecções
hospitalares constituem um grave
problema de saúde pública, tanto pela
sua abrangência como pelos elevados
custos sociais e econômicos.
Classificação de artigos segundo 
o risco e potencial de 
contaminação
Artigos críticos
Os artigos destinados aos procedimentos invasivos em
pele e mucosas adjacentes, nos tecidos subepiteliais e no
sistema vascular, bem como todos os que estejam
diretamente conectados com este sistema, são
classificados em artigos críticos.
Artigos críticos
Estes requerem esterilização. Ex. agulhas, cateteres
intravenosos,materiais de implante, etc.
Artigos semi-críticos
Os artigos que entram em contato com a pele não
íntegra, porém, restrito às camadas da pele ou com
mucosas íntegras são chamados de artigos semi-
críticos e requerem desinfecção demédio ou de alto
nível ou esterilização.
Artigos semi-críticos
Ex. cânula endotraqueal, equipamento respiratório,
especulo vaginal, sonda nasogastrica, etc.
Artigos não críticos
Os artigos destinados ao contato com a pele íntegra e
também os que não entram em contato direto com o
paciente são chamados artigos não-críticos e
requerem limpeza ou desinfecção de baixo ou médio
nível, dependendo do uso a que se destinam ou do
último uso realizado.
Artigos não críticos
Ex. termômetro, materiais usados em banho de
leito como bacias, cuba rim, estetoscópio, roupas de
cama do paciente, etc.
Limpeza e descontaminação 
de artigos
 Limpeza
É o procedimento de remoção de sujidade e detritos
para manter em estado de asseio os artigos,
reduzindo a população microbiana. Constitui o núcleo
de todas as ações referentes aos cuidados de higiene
com os artigos hospitalares.
Limpeza
 Fricção mecânica (água, sabão, escova, esponja, pano);
 Máquinas de limpeza com jatos de água quente ou 
detergentes;
 Máquinas de ultra-som com detergentes /desincrostantes 
(detergentes enzimáticos).
Limpeza e descontaminação de 
artigos médico-hospitalares
Descontaminação
Tem por finalidade reduzir o número de
microorganismos presentes nos artigos
sujos, de forma a torná-los seguros
para manuseá-los, isto é, ofereçam
menor risco ocupacional.
Descontaminação
 Baseada na natureza do artigo e na disponibilidade de
recursos;
 Fricção com esponja, pano ou escova embebida em
solução desinfetante;
 Imersão em solução desinfetante;
 Pressão de jatos d’água quente (temperatura entre 60
a 90º C por 15 minutos).
Descontaminação
 Enxágüe
- Água potável e corrente.
Descontaminação
 Secagem
- Pano limpo e seco;
- Estufa (regulada para este fim);
- Ar comprimido;
- Secadora de ar quente/frio.
Descontaminação
 Armazenagem
- Armário limpo, seco e fechado.
Desinfecção
O termo desinfecção deverá ser entendido como
um processo de eliminação ou destruição de todos os
microrganismos na forma vegetativa, ou seja, exceto
os esporos, independente de serem patogênicos ou
não, presentes nos artigos e objetos inanimados.
Desinfecção de alto nível
Procedimento eficaz contra todas as formas vegetativas,
destruindo também uma parte dos esporos(vírus, fungos e
bactérias), quando utilizamos entre 10 e 30 minutos.
Desinfecção de alto nível
Os desinfetantes de alto nível em um tempo
relativamente longo, 6 a 10 horas, são capazes de realizar
esterilização, no entanto, foi proibido pela ANVISA.
Desinfecção de nível 
intermediário
Procedimento que destrói os microrganismos na forma 
vegetativa incluindo o Mycobacterium tuberculosis, todos 
os fungos e a maioria dos vírus.
Os agente mais utilizados são os iodofos, fenólicos, 
álcool e cloro.
Desinfecção de baixo nível
Procedimento que destrói a maioria das bactérias na
forma vegetativa, exceto Mycobacterium tuberculosis,
alguns fungos e alguns vírus.
O quaternário de amônia é o produto mais utilizado.
Princípios ativos usados como 
desinfetantes
 O glutaraldeído é o agente mais utilizado
na desinfecção, na concentração de 2% e
por um período de exposição de 30
minutos.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=glutaralde%C3%ADdeo%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=EsufIGMzW-C0OM&tbnid=iBigmMWw2RM1IM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.ibasa.com.br%2Fproduto%2Fmedicamentos%2Fglutaraldeido-2%2F&ei=S5LiUdWhDI2rOsSpgBA&psig=AFQjCNHcPPr3uYaha2RrEtbxPA5otI2mjg&ust=1373889411112633
O formaldeído como desinfetante é mais
utilizado a formalina, solução em água a
10% ou em álcool a 8%, sendo bactericida,
tuberculicida, fungicida e viruscida após
exposição de 30 minutos e esporicida após
18 horas.
http://www.google.com.br/imgres?imgurl&imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.oxidial.com.ar%2Fpt%2Fproductos%2Fl-quidos%2Fformol-40-_B.2.3.html&h=0&w=0&sz=1&tbnid=wyQPJAkufk66YM&tbnh=256&tbnw=153&prev=%2Fsearch%3Fq%3Dformalde%25C3%25ADdo%26tbm%3Disch%26tbo%3Du&zoom=1&q=formalde%C3%ADdo&docid=54ZxfE7QS2iSQM&hl=pt-BR&ei=opHiUaXzGYzFPLyvgZgF&ved=0CAIQsCU
O hipoclorito 1% está indicado
para desinfecção e
descontaminação de superfícies e
de artigos plásticos e borracha
como máscaras de inalação,
nebulizadores, cânulas de Guedel,
banheiras infantis e outros.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=hopoclorito%20desinfec%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=mxNq551AbeAAVM&tbnid=lTv8vv9vAUyWpM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.startquimica.com.br%2Fproduto.aspx%3Fid%3D566%26cat%3D67&ei=7pLiUfniCYKaO7ezgcAO&psig=AFQjCNE5szXn9WwdwpyjryBtXJmkTYQ7uQ&ust=1373889563317973
 Álcool Iodado além do uso como anti-
séptico pode ser usado na desinfecção de
vidros, ampolas, estetoscópio, otoscópio,
termômetros, endoscópios, metais
resistentes à oxidação e bancadas.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=%C3%A1lcool+iodado+para+que+serve&source=images&cd=&cad=rja&docid=mMYrKAoIPDOE1M&tbnid=Rs9B7_xYbwGVeM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Floja.cirurgicaestilo.com.br%2Fecommerce_site%2Fproduto_13484_8114_ALCOOL-IODADO-0-1-1-Litro-Rioquimica&ei=xJPiUervEYHMPei2gKAN&psig=AFQjCNGncGoZj3AsKwo5SwSh0HCSBqPznw&ust=1373889833569263
O álcool é amplamente usado como
desinfetante no âmbito hospitalar, tanto
o álcool etílico, 70%, como o
isopropílico, 92%, por terem atividade
germicida, menor custo e pouca
toxicidade.
Esterilização
O termo esterilização deverá ser
entendido como um processo de
eliminação ou destruição de todos os
microrganismos na forma vegetativa e
esporulada.
Esterilização
Um artigo estéril quando a probabilidade de
sobrevivência dos micro-organismos contaminantes é
menor que 1:1000.000.
A exposição do artigo a um agente esterilizante não
garante a segurança do processo, uma vez que esta
depende de um limpeza eficaz.
Esterilização
A esterilização pode ser feita por meio de
processo físicos, químicos ou físico-químicos.
FÍSICO
Vapor Saturado Sob Pressão
O calor úmido na forma de vapor
saturado sob pressão é o processo
de esterilização mais seguro,
eficiente, rápido e econômico
disponível.
Autoclaves
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=glutaralde%C3%ADdeo%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=Sr7ZQi2dbzrQWM&tbnid=ugcaWWwSoiFvbM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fnaotecido.blogspot.com%2Fp%2Fforun.html&ei=X5XiUYjyFsnEPaeWgJAC&psig=AFQjCNHcPPr3uYaha2RrEtbxPA5otI2mjg&ust=1373889411112633
Autoclave
Tipo de 
autoclave Temperatura 
Tempo de 
exposição 
Tempo do ciclo 
Gravitacional 121 a 123o.C
132 a 135o.C
Depende da 
orientação do 
fabricante 
15 a 30 min
10 a 25 min
Pré vácuo 
132 a 135o.C
141 a 144o.C
Depende da 
orientação do 
fabricante 
3 a 4 min
Calor Seco
A esterilização pelo calor seco é feita em estufas
elétricas equipadas com termostato e ventilador, a fim
de promover um aquecimento mais rápido, controlado
e uniforme dentro da câmara.
A estufa não se mostra um método confiável, porque
ocorre variação de temperatura no seu interior.
Calor Seco
A recomendação da Sociedade Brasileira de
Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Material e Esterilização é
abolir o uso da estufa.
Processos físico-químicos
Radiação
A radiação é uma alternativa
na esterilização de artigos
termossensíveis, por atuar em
baixas temperaturas.
Oxido de Etileno 
 Óxido de Etileno: utilizado em Esterilização de
Produtos para a Saúde desde 1937.
 O Óxido de Etileno tem sido o produto mais
utilizado como processo de baixa temperatura. É
um produto altamente tóxico, na forma de gás.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=oxido+de+etileno+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=habHXfyr5XdaJM&tbnid=m8Nqg0IH929FKM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.oxetilfgf.com.br%2Fservicos.php&ei=opbiUZfOB4TcPdvcgKAC&psig=AFQjCNFAF8fXTARHLip6cxUn21sFfSJTRw&ust=1373887802463018
Oxido de Etileno 
 Ação: alquilação proteica; 
 Vantagens- podem ser esterilizadosmateriais sem 
danificá-los.
 Desvantagens: alto custo, toxicidade, e tempo longo do 
ciclo.
 Ciclo: preparo e humidificação, introdução do gás, 
exposição, evacuação do gás e injeções de ar. 
 Aeração mecânica: 8 a 12 horas a 50o.C a 60o.C. 
 Aeração ambiental:7 dias a 20o.C. 
Oxido de Etileno 
Devido a sua toxidade, a portaria Interministerial nº482 de
1999 estabelece limites de tolerância de concentração do
oxido de etileno no ambiente de trabalho e ainda proíbe
menores, gestantes/mulheres em idade fértil de exercer
atividades na sala, deposito de recipientes e tratamento a
gás.
Oxido de Etileno 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=oxido+de+etileno+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=NwHurs14RL1RaM&tbnid=m_qOEm2wfOAFuM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.produmed.com.br%2Fservicos.php&ei=xpXiUasZxtc8mJKA0AU&psig=AFQjCNFAF8fXTARHLip6cxUn21sFfSJTRw&ust=1373887802463018
Agentes químicos
O formaldeído pode ser usado como esterilizante
tanto no estado líquido, como gasoso. Usualmente, o
tempo mínimo de esterilização é de 18 horas, tanto
para a solução alcoólica a 8% quanto para solução
aquosa a 10%.
Controle da eficácia da 
esterilização
Os testes químicos podem indicar uma
potencial falha no processo de esterilização, por meio
da mudança na sua coloração.
Fita de autoclave
Tiras impregnadas com tinta termo-química
que muda de coloração quando exposto a
temperatura
https://cirurgicasaopaulo.websiteseguro.com/product_info.php?manufacturers_id=&products_id=1110&osCsid=n4kir5h5ieebqn1og2ivm57vq4
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=fita%20de%20autoclave%20usada&source=images&cd=&docid=ze0Q74FHAJFd1M&tbnid=hKIRPUdR4IMzTM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fpt.made-in-china.com%2Fco_rate50%2Fproduct_Autoclave-Tape_hroihyusg.html&ei=kpviUd_0FIvtPIOPgKAG&psig=AFQjCNHJhJ0AID3TvNfR1IZF4znQgUM5-w&ust=1373891782417387
Bowie Dick
Testa a eficácia do sistema de vácuo da autoclave pré-
vácuo. Uso diário no 1º ciclo, sem carga, a 134°C por
3,5 a 4 min sem secagem.
Integrador 
Controla a temperatura e o tempo necessários
para o processo.
Os indicadores biológicos são reconhecidos como
os que melhor retratam o processo de esterilização,
pois são os únicos que consideram todos os
parâmetros e, portanto, garantem a sua segurança.
Tubetes com testes 
biológicos
Tubetes com testes 
biológicos
Tubetes com testes 
biológicos
Tubetes com testes 
biológicos
Embalagem e 
acondicionamento de artigos
As embalagens servem para proteger o artigo
e manter sua esterilidade ate o momento de
sua utilização.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=senac&source=images&cd=&cad=rja&docid=3HZK2eiSC0F0fM&tbnid=8io-ifqjrKybrM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fsecjaguaquara.blogspot.com%2F2013%2F04%2Fcursos-do-senac-serao-ministrados-na-sec.html&ei=5GqZUeSHA4PM9ASFsIHIBw&bvm=bv.46751780,d.dmQ&psig=AFQjCNFf-nnR4IO-H6VPJpuIKgf7vaDHJA&ust=1369094432810503
Embalagem e 
acondicionamento de artigos
Devem ser compatíveis com o uso para a qual
foram designados proporciando barreiras
adequadas contra punções e rasgos, danos
físicos, permitindo a penetração e remoção do
agente esterilizante.
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=senac&source=images&cd=&cad=rja&docid=3HZK2eiSC0F0fM&tbnid=8io-ifqjrKybrM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fsecjaguaquara.blogspot.com%2F2013%2F04%2Fcursos-do-senac-serao-ministrados-na-sec.html&ei=5GqZUeSHA4PM9ASFsIHIBw&bvm=bv.46751780,d.dmQ&psig=AFQjCNFf-nnR4IO-H6VPJpuIKgf7vaDHJA&ust=1369094432810503
Conservação do instrumental 
cirúrgico
Os instrumentais cirúrgicos em sua maioria são
fabricados em aço inoxidável, é caracterizado sua
composição química, estrutura, propriedades mecânicas
e o comportamento final em aço inoxidável, sendo este a
matéria prima para a produção de instrumentais
cirúrgicos.
A norma
regulamentadora nº 32
estabelece diretrizes para a
implantação de medidas de
segurança e proteção dos
trabalhadores dos serviços de
saúde.
Medidas de proteção para os 
trabalhadores
Os trabalhadores com risco de exposição a
agentes biológicos precisam utilizar roupas
adequadas e em condições de conforto
fornecidas pelo empregador. Os epi´s devem
estar a disposição dos empregados em numero
suficiente.
Medidas de proteção para os 
trabalhadores
“Nós nos transformamos naquilo que 
praticamos com freqüência. A perfeição, 
portanto, não é um ato isolado. É um hábito” 
(Aristóteles)
Bibliografia 
 CARVALHO R; BIANCHI ERF et al. Enfermagem em
centro cirúrgico e recuperação anestésica. São
Paulo: Manole, 2016.
 OLIVEIRA, M.G. Ensino Clínico em cirurgia. Rio de
Janeiro:SESES, 2018.
 MERCILDA, B. Enfermagem Cirúrgica. Rio de
Janeiro: Senac Nacional. 2011.
 Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro
Cirúrgico, Recuperação Pós-anestésica e Centro de
Material Esterilizado. Práticas recomendadas:
SOBECC .5 ed. São Paulo: SOBECC, 2015.
Bom fim de Semana!

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